Amanda Gusmão

Redatora freelancer da Rock Content


15 publicações feitas.



9 dicas para diminuir os custos com Google Adwords

9 dicas para reduzir os custos com Google Adwords

Reduzir os custos de anúncios no Google Adwords não significa deixar de investir, mas sim melhorar a performance. Veja como essa estratégia pode trazer resultados incríveis para o negócio!

Reduzir custo no Adwords faz parte das metas do seu negócio para o setor de marketing este ano? Saiba que esse pode ser o incentivo ideal para que, cada vez mais, o time entregue melhores campanhas de anúncios no Google.

A ideia não é a de cortar gastos com a estratégia, mas sim tomar uma série de medidas para conseguir resultados igualmente positivos ou até melhores, pagando menos a cada clique. Ou seja, o foco aqui é a otimização da performance.

Quer implantar essa filosofia de forma mais consistente nas suas ações? Neste post, passaremos por alguns conceitos importantes e, então, listaremos as melhores medidas para diminuição do custo com Google Adwords. Acompanhe conosco!

Como funciona a dinâmica do Custo por Clique (CPC)?

As campanhas do Google Adwords funcionam como leilões e a referência para saber qual o lance ideal é quanto a empresa está disposta a pagar a cada clique, ou CPC.

Em outras palavras, aquela que aceita pagar um CPC maior fica em destaque no buscador ou Rede de Display, lembrando que ele somente é cobrado caso o usuário do buscador clique no link em destaque.

Seu cálculo é simples. Basta dividir o custo total da campanha de anúncios pelo número de cliques proporcionados.

Exemplo: um site que deseja promover um post sobre produtos especiais de uma data festiva que se aproxima pode estipular um orçamento total de R$ 150,00 para sua campanha. Nesse caso, ao final da ação, se 100 cliques forem gerados, o CPC terá sido de R$ 1,50.

Orçamento diário

No planejamento da campanha, é possível estabelecer um valor para orçamento diário. Se o objetivo é movimentar e atrair o público-alvo até a data da festa, é preciso garantir que eles recebam estímulos diários. Assim, definir um orçamento válido para os intervalos de 24 é essencial.

Nesse caso, o gestor pode estipular um orçamento diário de R$ 30,00. À medida que os usuários forem clicando, vão gastando parte dessa cota.

Quando atingir o valor máximo, o anúncio sai do destaque e só volta no dia seguinte, com uma nova cota do orçamento para ser gasta.

Palavra-chave ideal e concorrência

Outro ponto que influencia o custo por clique e o desempenho de uma campanha é sua palavra-chave foco, e ela funciona exatamente como o elemento que abre uma conexão entre o usuário do Google e a sua empresa.

Assim, para montar uma campanha eficiente, é preciso escolher uma palavra-chave relacionada ao tema do conteúdo a ser colocado em destaque.

A grande questão é que outras empresas podem ter o mesmo interesse nela, surgindo aí a verdadeira concorrência no leilão.

As palavras-chave mais abrangentes costumam ter um valor maior e mais interesse de anunciantes, afinal, podem abranger diversos tipos de negócio, como é o caso de “moda feminina”.

Pesquisa no Google Ads por "moda feminina"

Ela não especifica se trata-se de roupas de frio, calor, de alta costura ou fast fashion, por exemplo.

Mas, ao melhorar um pouco mais a qualidade da palavra-chave e direcionar o foco da pesquisa para “loja de fantasia”, é possível ter um valor e concorrência menores.

Busca por "loja de fantasias" no Google Adwords

Taxa de Cliques (CTR)

Calcular a CTR também é simples. Basta dividir o número de cliques obtidos em uma campanha pelo número de vezes em que ela foi exibida. Assim, se, ao todo, foram contabilizados 300 acessos num total de 10 mil exibições, a taxa de cliques será 0,03, ou 3%.

Considerando tudo isso, é possível entender que estratégias que otimizam esses elementos podem diminuir o custo do CPC e, com isso, tornar a campanha mais rentávelÉ o caso da escolha de uma palavra-chave mais adequada e capaz de converter mais.

As empresas já entenderam que o marketing digital é uma excelente ferramenta de aquisição e conversão, mas não basta apenas aumentar suas verbas. É preciso gastá-las sabiamente.

Segundo a Content Trends 201858% das empresas pretendem aumentar seus investimentos em marketing de conteúdo em 2019. Isso inclui a criação de estratégia, conteúdos e seus esforços de divulgação, como os anúncios do Google na pesquisa, Rede de Display e YouTube.

Guia Completo do Google Adwords

Quais as 9 melhores dicas para reduzir custo no Adwords?

Os elementos acima funcionam como uma equação matemática, ou seja, a ordem de seus fatores não altera o produto, mas a mínima modificação em seus valores, para mais ou para menos, produz uma grande alteração no resultado final.

Ao escolher uma palavra-chave mais alinhada com o conteúdo e a estratégia da campanha, por exemplo, sua CTR pode aumentar, assim como a quantidade de leads gerados.

1. Segmente os assuntos

Um dos pontos mais fundamentais nas estratégias de marketing digital é promover o máximo de personalização com o potencial consumidor.

Assim, criar um calendário de conteúdos a partir de uma representação semifictícia do cliente — persona —, escolher palavras-chave que são relevantes para o público e otimizar o site considerando o maior uso nos dispositivos móveis, por exemplo, são ações para que o lead sinta uma conexão pessoal com o que está sendo ofertado.

O mesmo vale para os anúncios realizados no Adwords. Usar o mesmo anúncio para palavras-chave diferentes é desconsiderar completamente a experiência do usuário com o conteúdo.

Ele precisa acreditar que tudo aquilo foi elaborado pensando exclusivamente na satisfação de suas necessidades, e encontrar um mesmo anúncio em diferentes pesquisas ou displays será muito mais invasivo e prejudicial para sua percepção.

Então, se a ideia é melhorar a conversão e reduzir os custos com o Adwords, é preciso criar anúncios diferentes e personalizados de acordo com o assunto que será abordado no link.

Uma loja de brinquedos pode ter diferentes segmentos de anúncios para falar do mesmo nicho e até faixa etária.

Um bom exemplo seria o seguinte.

Grupo de anúncios 1: brinquedos de pelúcia em Londrina

Palavras-chave:

  • pelúcia;
  • ursinho de pelúcia;
  • brinquedos de pelúcia;
  • pelúcia antialérgica;
  • animais de pelúcia em Londrina.

Anúncio:

Conheça os animais de pelúcia antialérgicos da marca X

Grupo de anúncios 2: brinquedos para crianças pequenas em Londrina

Palavras-chave:

  • brinquedos para bebês;
  • brinquedo para bebês em Londrina;
  • ursinhos de pelúcia para bebês etc.

Anúncio:

Melhores brinquedos para bebês por menos de R$ 100,00

2. Otimize os anúncios

Para otimizar um conjunto de anúncios, é preciso avaliar seu histórico. Assim, entender elementos como CPC, CTR, concorrência e conversão é essencial. Outro conhecimento que precisa estar bem internalizado é o do Retorno sobre o Investimento (ROI).

Seu cálculo tradicional consiste em:

ROI = (lucro – custos) / custos

Porém, no caso do ROI de campanhas de Adwords, os custos que são subtraídos dos lucros abrangem aqueles provenientes do produto ou serviços acrescidos daqueles utilizados para os anúncios.

Assim, considerando a loja de brinquedos do tópico anterior, temos:

  • valor de venda do animal de pelúcia = R$ 90,00
  • custo do produto = R$ 50,00
  • valor investido em Adwords = R$ 100,00
  • vendas realizadas = 2

ROI = (R$ 90,00 x 2) – {(R$ 50,00 x 2) + R$ 100,00} / (R$ 50,00 x 2)

ROI = – 0,2 ou um prejuízo de 20%

Nesse caso, a otimização dessa campanha para reduzir custo no Adwords é primordial, afinal, a empresa está amargando prejuízo com sua divulgação em vez de colher lucros.

É preciso rever a escolha das palavras-chave, avaliar o grupo de anúncios realizados, considerar inverter as palavras e todos os outros elementos que podem reverter o quadro. Tudo isso pode ser gerenciado por meio de testes A/B, ou seja, fazendo correções, avaliando seus efeitos e, depois, ajustando o próximo elemento.

3. Otimize por performance de dia e horário

Outra maneira muito eficiente de reduzir os custos dos anúncios de Adwords é potencializar suas performances considerando os dias e horários em que o volume de buscas e uso do público-alvo é mais intenso.

Se determinado dia ou período tem baixo volume de procura, é possível diminuir o orçamento diário ou até mesmo o lance do CPC para aquele período. Não é preciso cessar a estratégia, e sim apenas ajustá-la conforme a demanda. Isso garantirá maior efetividade para o investimento, sem desperdícios.

4. Segmente geograficamente

Mesmo que uma empresa ou e-commerce atenda a todo o território nacional, é recomendado criar campanhas separadas geograficamente para que seus resultados sejam analisados de forma independente.

Para isso, é preciso conhecer minuciosamente o perfil dos compradores e criar campanhas separadas por região.

Um e-commerce de roupas esportivas, por exemplo, pode usar o Adwords Editor para criar três ou quadro cópias de uma mesma campanha e segmentar cada uma delas para uma região específica.

Elas terão a mesma persona representada no grupo de anúncio definido, o mesmo conteúdo a ser destacado e palavra-chave, mas cada região terá um desempenho de CPC diferente, e isso garantirá uma correção mais pontual naquelas que estiverem abaixo do planejado.

5. Aumente o índice de qualidade

A qualidade de um anúncio está relacionada a três fatores: CTR, força da palavra-chave e otimização da landing page.

Assim, melhorar qualquer um desses elementos fará com que o chamado Quality Score diminua o custo por clique e traga melhores conversões.

Para entender melhor essa relação, basta lembrar que, para o Google, a experiência e a satisfação do usuário são o mais importante. Ou seja, mesmo oferecendo às empresas a possibilidade de anunciar seus produtos e conteúdos, se eles não forem de qualidade, terão uma intensidade menor.

Por isso, é fundamental reforçar a estratégia da palavra-chave, e claro, criar conteúdos e páginas de destinos relevantes, originais, responsivas e que atendam às demais diretrizes para um bom SEO.

6. Exclua termos de pesquisa negativa

Os usuários do Google usam alguns termos de pesquisa que podem levar para o anúncio de uma empresa sem que eles sejam, de fato, correspondentes às palavras-chaves que a campanha deseja impulsionar.

Assim, é preciso, literalmente, separar o joio do trigo. Do contrário, alguns cliques no anúncio serão produto de um engano da estratégia e do usuário. Em termos de experiência de busca e de investimento na campanha, é ruim para os dois lados.

Diante disso, ao cadastrar o anúncio no Adwords, já é possível informar quais seriam os termos indesejados no campo de palavras negativas.

7. Isole as palavras-chave de alta performance

No dashboard dos anúncios do Adwords, é possível avaliar quais palavras-chave definidas para um anúncio estão trazendo os melhores resultados.

Considerando quais são as melhores, é possível criar um novo anúncio, agora otimizado pelo uso exclusivo das melhores palavras-chave do anterior. Para tornar essa estratégia ainda mais eficiente, ao configurar o lance do CPC, é importante calibrar mais positivamente para a nova, direcionando o fluxo útil da antiga para essa versão melhorada.

Se o CPC do primeiro terá um peso de outras keywords com baixo resultado, a nova estratégia terá um custo muito mais eficiente, equilibrando o resultado dos dois de forma geral.

Dossiê das Palavras Chaves

8. Use uma langing page segmentada

A landing page é o endereço para o qual o anúncio levará o cliente caso ele decida clicar no display do Google ou nos resultados das pesquisas, por exemplo.

Para o usuário, parece óbvio que a imagem do display ou a descrição do link o direcione para o endereço exato e correspondente ao que está sendo informado. Porém, algumas empresas colocam links da página central de seus e-commerces ou sites para que o potencial cliente conheça todos os seus produtos e diferenciais.

Ainda que a intenção seja boa, isso é muito danoso para a experiência do usuário e pode, inclusive, ser penalizado pelo algoritmo do Google.

Considerando ainda o aspecto da jornada da compra, se o usuário clicou em um anúncio sobre determinado produto ou serviço, já está mais consciente de seus diferenciais.

Em outras palavras, considerando o funil de marketing, ele já está no processo de consideração sobre a compra, e levá-lo para uma langing page geral fará com que ele retroceda ou até mesmo desista da compra.

9. Aumente o CTR

Para aumentar a taxa de cliques, é preciso que o anúncio seja atraente e mais destacado que o da concorrência. Assim, investir em títulos e chamadas atrativas pode gerar maior interesse dos usuários a partir do resultado da busca.

Aumentando os cliques, a qualidade do anúncio também aumentará, o que fará com que o desempenho do CPC também seja melhorado. Ou seja, é uma reação em cadeia.

Dessa forma, a estratégia do planejamento do anúncio deve ser feita minuciosamente, considerando a informação a ser transmitida, o público, suas necessidades, palavras-chave que correspondem às suas pesquisas, e claro, a otimização da campanha e a página de destino.

Como uma boa estratégia de SEO pode afetar os custos com o Adwords?

Estratégias de SEO podem trazer diversos benefícios para o site da empresa e, claro, em suas ações de marketing digital como os investimentos em Adwords. Isso porque é uma ferramenta que, acima de tudo, busca a melhor combinação de conteúdo e lead.

Ou seja, o objetivo do SEO não é atrair mais visitantes, e sim aqueles que são ideais para o produto ou serviço da empresa. Combinando com os investimentos em Google Ads, essa fórmula personalizada de conteúdo é pulverizada de forma mais intensa, fazendo com que uma complemente o resultado da outra.

Assim, o SEO assegura desde a melhor escolha da palavra-chave para os conjuntos de anúncios até a garantia de que a página de destino, sua landing page, será a mais relevante e otimizada para aquele perfil do anúncio.

De forma colateral e, ainda assim, muito importante, o SEO também ajuda a reforçar a autoridade da marca, uma vez que coloca seu link e conteúdo em evidência, justamente, no público que ele busca atingir.

Reduzir custo no Adwords também permitirá que a empresa intensifique cada vez mais sua presença digital, afinal de contas, os investimentos na estratégia e seus resultados são muito mais facilmente gerenciados.

Ou seja, é uma ferramenta essencial para o planejamento de marketing que toda empresa deve usar, considerando cronograma e fazendo os devidos alinhamentos com outras ações e eventos da marca.

Quer saber como fazer seu planejamento de forma mais eficiente e aumentar sua visibilidade online para conquistar a primeira posição no Google? Então, baixe agora mesmo o nosso e-book “SEO 2.0: o guia completo”!

o que é seo
30 extensões do Google Chrome de marketing digital

30 melhores extensões do Google Chrome para profissionais de Marketing Digital

Existe um universo de extensões do Google Chrome de marketing digital que podem facilitar bastante a vida do profissional da área. Escolher entre elas, no entanto, pode ser desafiador.

Algumas são gratuitas, otimizam o desempenho do navegador e personalizam a experiência do usuário de acordo com aquilo que ele precisa, ou seja, aumentam sua usabilidade.

Em excesso, porém, podem até mesmo aumentar o consumo de energia do computador.

Para evitar essa sobrecarga e até assegurar a privacidade das informações dos usuários, fizemos uma lista de 30 extensões que são indispensáveis e seguras para o profissional de marketing digital. Confira quais delas podem estar fazendo falta no seu navegador.

Análise de conteúdo

1. MozBar

O MozBar oferece uma informação simples, porém, extremamente estratégica: a análise da autoridade do domínio, páginas e até mesmo dos resultados das SERPs.

2. BuiltWith

Essa ferramenta permite identificar quais as soluções, widgets e aplicativos foram utilizados em um site. Ao pesquisar concorrentes e até mesmo autoridades do mercado, é possível identificar estratégias que precisam ser combatidas ou podem ser aplicadas no negócio.

3. SimilarWeb

A SimilarWeb oferece diversas informações sobre um site, como seu tráfego, métricas de engajamento, posições de ranqueamento nos mecanismos de buscas, de suas palavras-chave e recursos de pesquisas.

É possível aplicar a ferramenta tanto para analisar o próprio desempenho quanto para analisar sites de referência e concorrentes.

4. Ocean.io

O Ocean.io pode ser usado não só por equipes comerciais, como também para a análise de conteúdos e qualificação de leads ainda na gestão da área de marketing.

Ele permite identificar o profile de qualquer empresa nas redes sociais ao acessar seu website, inclusive, de seus profissionais. O status, localização, informações de contato, atividades sociais e relações com outras companhias também podem ser filtrados.

Isso é fundamental para o processo de qualificação de leads, para a personalização dos conteúdos e para as estratégias de marketing que serão aplicadas para convertê-los.

5. User-Agent Switcher

Os visitantes de um site podem fazer logins em diferentes navegadores e plataformas, e essa extensão ajuda na investigação da usabilidade nesses diferentes ambientes.

Considerando que existem smartphones que usam Android, iOS e Windows Phone, é crucial entender como a experiência está sendo ofertada para o usuário, não é mesmo?

Produção de conteúdo

6. Grammarly

Essa ferramenta oferece um apoio fundamental para a produção de conteúdo, melhorando a escrita ao indicar erros de gramática, ortografia e mais.

No marketing digital, transmitir uma informação de forma otimizada é fundamental, porém, se ela tiver erros de português, a imagem da empresa e do profissional responsável ficará seriamente comprometida.

7. Evernote Web Clipper

Capturas de tela com qualidade: essa extensão garante que uma imagem que possa enriquecer o texto seja devidamente captada.

Algumas edições simples, como colocar setas para dar destaque a determinados trechos, também estão disponíveis no Evernote Web Clipper, o que agiliza e garante uma qualidade maior na utilização de capturas de telas.

8. Google Scholar

Conteúdos mais avançados no funil do marketing exigem maior aprofundamento no tema. Nesse sentido, o Google Scholar permite realizar pesquisas na web de materiais e publicações de nível acadêmico.

9. Zest

Outra solução que otimiza a pesquisa de conteúdos relacionados à empresa e que possam ser compartilhados nas redes sociais.

O Zest também é um site que produz conteúdos e, portanto, tem um critério rigoroso para a criação de posts de qualidade, nas informações oferecidas e otimização.

Produtividade

10. Linkclump

Pesquisas extensas exigem a abertura de muitos links e, com essa ferramenta, é possível selecionar vários endereços para abrir ao mesmo tempo.

Pode ajudar bastante no processo de criação de conteúdo, pesquisa de palavras-chave e quem são os concorrentes na primeira página do Google.

11. Save to Pocket

No marketing digital, a quantidade de referências e conteúdos relevantes que um profissional encontra em suas pesquisas é muito grande, porém, nem sempre é fácil administrá-las.

Usando o Save to Pocket, é possível organizar todos os conteúdos por categorias que valem a pena serem lidos novamente, compartilhados ou linkados em materiais futuros.

12. Push by Zapier

Ferramenta para auxiliar no gerenciamento de fluxo de trabalho que envolve outros aplicativos e sistemas, fazendo com que todos eles funcionem juntos.

Além disso, considerando todos os alertas que esses sistemas auxiliares podem gerar, ele cria um “push” único, que garante que o profissional mantenha sua disciplina e produtividade.

13. Todoist

ferramenta já é famosa e muitos profissionais de marketing digital utilizam para organizar suas tarefas. Assim, usar sua extensão garante um controle ainda mais efetivo, além da inclusão direta de dados da pesquisa que estejam relacionados às atividades cadastradas.

14. Focus

Uma extensão fundamental para aqueles profissionais que se perdem em sites e redes sociais sem nem perceberem.

Com o Focus, é possível cadastrar os endereços que mais roubam a atenção do profissional, garantindo que ele dê avisos caso o acesso esteja além do convencionado.

Ele também permite cadastrar objetivos de vida e lembretes regulares, mantendo o foco do profissional.

15. Calendly

O Calendly funciona como um calendário automatizado capaz de checar a disponibilidade de outros usuários, profissionais da empresa, e claro, potenciais clientes.

A partir da disponibilidade, também garante que reuniões sejam agendadas e que outros profissionais que precisam ser relacionados sejam associados ao evento.

Segurança e privacidade

16. Ghostery

É uma das extensões mais antigas e eficientes quando o tema é segurança e privacidade de dadosEla bloqueia rastreadores que, durante a navegação, espiam e seguem o usuário pela web.

17. Privacy Badger

O Privacy Badger é muito parecido com o Ghostery e foi desenvolvido pela Electronic Frontier Foundation (EFF). A ferramenta também bloqueia anúncios de espionagem que seguem o usuário durante sua navegação.

18. Password managers

O Google Chrome oferece seu próprio gerenciador de senhas, mas essa extensão paga também é uma ferramenta muito eficiente, permitindo memorizar mais de uma senha para os usuários em diferentes sites e aplicativos.

SEO

19. Keywords everywhere

Identificar quais palavras-chave são compatíveis com o planejamento de marketing e têm maior aderência com os leads de uma empresa é essencial para a estratégia de Inbound.

Com essa ferramenta, é possível buscar keywords, consultar como está sua competição, avaliar seu desempenho, identificar como usá-las em link building e muito mais.

O uso de ferramentas de SEO é comprovadamente eficaz para conquistar melhores resultados. Segundo a SEO Trends 2018, por exemplo, 53% das empresas que adotam alguma delas consideram seus efeitos muito positivos.

Pesquisa SEO Trends 2018

20. Ubersuggets

Com o funcionamento similar ao da Keyword everywhere, o Ubersuggets também permite que as pesquisas sejam filtradas de diversas maneiras, inclusive, por país e língua falada localmente. Isso permite que a estratégia seja muito mais personalizada.

21. PageSpeed Insights

Um dos fatores que prejudicam a estratégia de SEO e a experiência do usuário é o atraso no carregamento da página. Essa extensão monitora seu desempenho e o tempo de resposta do servidor.

Também identifica quais elementos do site estão atrasando o carregamento, o que permite fazer o ajuste mais preciso.

22. Page Analytics do Google

Entender o comportamento do usuário ao visitar o site é determinante para identificar para onde sua atenção é direcionada. Assim, as informações e produtos que devem ser colocados em destaque podem ser mais bem posicionados.

23. SEO Quake

É similar ao MozBar e, portanto, apontada como uma de suas concorrentes, por também mostrar as métricas importantes para as SERPs.

Porém, em vez de usar métricas próprias, apresenta na barra aquelas mais tradicionais, como Page Rank e outros parâmetros de SEO.

24. SEO Site Tools

Além de criar uma estratégia de SEO eficiente, é preciso analisar a concorrência, seu comportamento nas mídias sociais, formas de construir o link building, métricas e detalhes de seu tráfego. A extensão oferece todas essas informações.

Social Media

25. Hashtest

As hashtags são essenciais para conectar usuários que estejam pesquisando um assunto relacionado ao produto ou serviço de uma empresa, então, devem ser escolhidas estrategicamente.

Essa solução oferece exatamente a análise da probabilidade de sucesso de uma hashtag.

Inclusive, ela é extremamente funcional e permite enviar o resultado da pesquisa para a área de transferência, aumentando a agilidade na hora da postagem.

26. Crystal

O Crystal analisa contatos do networking — ou potenciais clientes — a serem contatados apenas analisando seus perfis nas redes sociais, como o LinkedIn. Assim, é possível descobrir como se comunicar com eles, identificando qual abordagem pode ser mais efetiva, por exemplo.

Também pode ser usada para ajudar na construção de buyer personas para novos produtos e serviços de uma empresa, buscando perfis de usuários que estejam dentro do segmento e grupo de interesse.

27. Facebook Messenger

É verdade que, entre as extensões de produtividade, citamos aqui o Focus, justamente, para evitar que o profissional perca muito tempo em aplicativos e redes sociais como o Facebook.

Porém, no marketing digital, o Facebook é uma ferramenta indispensável, e sua extensão oferece muito mais do que o acesso às conversas no chat.

Desse modo, permite também checar as amizades e relacionamento criados, avaliar a timeline, fazer pesquisas e checar notificações.

Para reforçar sua função na estratégia, a Social Media Trends 2018 mostra que 94,4% das empresas respondentes estão nas redes sociais para interagir com seus clientes.

social media trends

28. Easy Twitter

Essa extensão permite o gerenciamento com facilidade da conta na rede social. Usa um pop-up simples no navegador que permite a visualização da timeline, quais as menções realizadas, e claro, os trendings topics.

Como as redes sociais são importante canais de interação com os clientes e fortalecimento da autoridade da marca, ter agilidade na hora de responder às menções é fundamental.

29. Instagram web

Similar ao Easy Twitter, porém, para o Instagram. Permite curtir fotos, interagir com clientes e outros profissionais em uma janela.

30. Logout 4 all

A extensão realiza o logout de todas as redes sociais depois que elas forem usadas. Pode ser muito interessante para empresas e profissionais que alternam computadores em turnos, por exemplo, ou em visita a clientes.

Critérios para a escolha das extensões do Google Chrome de marketing digital

Por serem ferramentas de otimização das rotinas de trabalho, o raciocínio mais natural é de querer usar o máximo possível.

No entanto, a dependência pode prejudicar o desempenho do profissional, que poderá ter sua atenção dispersa e até mesmo colocar em risco a privacidade do usuário.

A extensão Hover Zoom, por exemplo, permite fazer uma busca por imagens mais rápida ao consultar diversas fontes ao mesmo tempo, só que diversos relatos de usuários já mostraram que, ao mesmo tempo, o comportamento de utilização da internet é monitorado e, posteriormente, repassado para empresas de adwares.

O Bitmoji, por outro lado, permite a criação de avatares para serem utilizados no Slack, Chrome e Gmail. Mas será que é realmente necessário para a rotina diária do profissional?

É preciso ter em mente que as soluções certas podem tornar o trabalho mais ágil e qualificado, mas as extensões também podem drenar os recursos do computador, como a memória RAM e o tempo de uso do processador.

Por isso, estabelecer alguns critérios na hora de escolher as extensões do Google Chrome é essencial. Considere:

  • melhorias que farão no fluxo de trabalho;
  • frequência em que serão acionadas;
  • impacto no desempenho de navegação;
  • possibilidade de colocar a privacidade do usuário em risco.

Configurações das extensões do Google Chrome que protegem o usuário e seus dados

Além do cuidado ao escolher as ferramentas que realmente facilitarão as atividades online, também é possível investir em configurações que tornam sua atuação ainda mais segura.

Limite a atuação das extensões em apenas alguns sites

Acessando pela barra de endereços o menu do Chrome com o atalho “://extensions/”, é possível clicar nos “Detalhes” de cada extensão. Nas opções, será possível selecionar:

  • em todos os sites;
  • em sites específicos;
  • ao clicar.

Prefira extensões de fontes confiáveis

Considere a autoridade do responsável pelo desenvolvimento da ferramenta e analise comentários de outros usuários em fóruns especializados. Pedir sugestões para outros profissionais da área de marketing digital também pode ser uma boa alternativa.

Crie perfis de usuários diferentes

Para aqueles profissionais que utilizam o mesmo computador para atividades pessoais e da empresa, é possível criar perfis diferentes e escolher para cada um deles quais extensões utilizar.

Navegação em sites de bancos, gerenciamento de senhas e outros recursos serão organizados e estarão seguros de acordo com o perfil utilizado no momento.

Essa divisão também pode ser feita com uma extensão chamada Extensity. Nela, um ícone que apresenta um grupo de pessoas permite criar mais de um perfil e determinar para cada um deles quais as extensões devem ser acionadas durante a navegação.

Adote extensões de segurança

Na lista acima, algumas extensões buscam garantir uma navegação mais segura. O HTTPS everywhere, por exemplo, foi desenvolvido pela Electronic Frontier Foundation (EFF), que luta pelos direitos dos usuários na internet.

A extensão força o site a usar sua versão criptografada, mais segura para a navegação.

O marketing digital exige que seus profissionais tenham uma visão global e atualizada do mercado. Com as soluções do Chrome, esse desafio pode ser consideravelmente facilitado.

Então, avalie quais extensões do Google Chrome de marketing digital são indispensáveis para você, adote as medidas de segurança necessárias e aumente sua performance profissional.

Depois de fazer a revisão e atualização das suas ferramentas, não deixe de conferir quais são as tendências do marketing digital para 2019 e analise como suas novas extensões podem ajudar a se dar bem nelas!

Content Trends 2018

Google Partners

Entenda o que é Google Partners e quais os benefícios de fazer parte deste programa

O Google Partners não apenas diferencia uma empresa da outra, como também traz vantagens que compensam cada minuto investido em sua certificação. Ao final deste post, você vai entender por que vale tanto a pena fazer parte dele e como proceder para garantir (e manter) o selo!

O selo do Google Partners sempre causa curiosidade e interesse de quem o visualiza em sites e blogs pela internet, mas, afinal, o que ele quer dizer exatamente? Essa pergunta passa pela cabeça de profissionais do marketing digital, e claro, seu público-alvo, o que torna extremamente necessária a conscientização de todos.

Muitos clientes já entendem as vantagens de investir nessa modalidade de marketing, principalmente, quando se deparam com números e relatórios como o Content Trends 2018. Segundo a pesquisa, 86,7% dos respondentes encontram conteúdos e informações pelos buscadores.

Se esse número é sedutor, a tentativa de administrar internamente as campanhas de anúncios no Google Ads para economizar também flerta com as estratégias dos clientes.

A grande questão, como já se pode concluir, é que os resultados quase sempre ficam bem aquém do esperado, e é aí que entram as agências de publicidade e suas abordagens que prometem melhores resultados.

Porém, na hora de comparar autoridades, a referência de um parceiro do Google pode fazer toda a diferença, não é mesmo? E essa é apenas uma de suas vantagens. Mostraremos as demais nos próximos tópicos, assim como as etapas e requisitos para se tornar um partner. Vamos lá?

O que é e como funciona o Google Partners?

Qualquer agência ou profissional da área de marketing digital pode oferecer consultorias ou operacionalizar campanhas no Google Ads, mas apenas aqueles que participam do programa de parceiros do buscador recebem sua certificação, que garante que têm credibilidade e domínio da ferramenta.

Dessa maneira, é uma forma de educar os agentes do mercado para o uso de boas práticas em suas campanhas de anúncios, seguindo diretrizes que valorizam a experiência do usuário e, ao mesmo tempo, dando o destaque necessário para a promoção das empresas e seus conteúdos.

Qual a diferença entre o Google Partner e o Premier Google Partner?

Existem dois certificados que são disponibilizados para os parceiros do buscador. O de ponto de partida é o selo Google Partners, que, basicamente, exige que um dos profissionais do negócio tenha a certificação, que pode ser obtida gratuitamente na Google Academy.

Já a modalidade Premier é oferecida para empresas com dois ou mais colaboradores certificados, mas esse não é o único ponto analisado.

Além dele, o perfil da empresa, seus gastos no Google Ads e a performance de suas campanhas também são analisadas, afinal de contas, ao utilizar o selo do programa, a empresa demonstra ao mercado e usuários do Google que é diferenciada.

Quais seus principais benefícios?

Diferenciação em um mercado tão competitivo e que exige perícia já é um grande benefício para a empresa que participa do programa de parceiros, mas é possível trazer outros destaques para o negócio e seus clientes.

Para o negócio

Acesso a novas funcionalidades em fase Beta

O Google Ads evolui constantemente e traz novas soluções para que as empresas promovam seus anúncios no buscador.

Ao participar do programa de parceiros, uma empresa pode ter acesso a essas ferramentas antes que elas sejam, de fato, lançadas para o restante do mercado.

Ou seja, é possível testar e usufruir dos resultados das inovações a serem lançadas. É claro que é uma forma de oferecer dados para que o Google aprimore suas soluções, mas, muitas vezes, esse período de teste se prolonga por mais de um ano e a vantagem competitiva fica ainda mais evidente.

Suporte exclusivo

Se as empresas certificadas fazem testes em produção de soluções como essas, precisam ter um canal de suporte direto para sugerir melhorias e reportar erros.

Esse suporte exclusivo existe, e não somente para casos de testes e bugs. Ele pode ser usado a qualquer momento ao acionar o gerente de contas do Google responsável pelo relacionamento.

Atualização constante do conhecimento

Como a certificação exige que, pelo menos, uma parte de seus colaboradores tenha os cursos da Google Academy, isso garante que o conhecimento esteja sempre atualizado, afinal, alguns deles precisam passar por reciclagem obrigatória.

Com isso, as funcionalidades e estratégias de Google Ads serão constantemente estudadas e treinadas pela equipe técnica, garantindo melhor leitura e desenvolvimento de anúncios.

Inclusive, é importante lembrar que o Google Partners funciona como um marketplacegarantindo que seus participantes realizem networking e avaliem a possibilidade de fazer parcerias.

Para seus clientes

Melhor qualidade técnica em seus anúncios

Para os clientes, o desempenho de seus anúncios é, sem dúvida, um dos principais benefícios. Se, antigamente, eles realizavam suas campanhas com sua equipe interna e não alcançavam a visibilidade almejada, com uma equipe altamente capacitada, o cenário muda completamente.

Além do mais, considerando que as atualizações técnicas e cursos exigidos pelo programa aos seus participantes ainda contemplam outras mídias e assuntos relacionados ao marketing digital, a possibilidade de ter uma assessoria mais ampla e de qualidade é muito maior.

Descontos nas contratações iniciais

Ao cadastrar novos clientes em suas contas, as agências e empresas prestadoras de serviços em marketing digital podem receber descontos e créditos como premiações, e esses valores podem ser repassados a eles.

Compromisso com a performance dos anúncios

Conquistar um certificado do Google Partners é tão difícil quanto mantê-lo. Como dito, além do número de funcionários habilitados nos cursos promovidos pelo buscador, a performance de seus anúncios realizados também é um fator que garante ou não a permanência da empresa no programa de parceiros.

Ou seja, também é interesse da agência ter um bom desempenho com a campanha de seus clientes para que seu selo seja mantido em segurança.

Outro ponto que pode ser considerado como um benefício aos clientes é que, como o volume de gastos com anúncios também é um fator que implica sua entrada e permanência no programa, a verba gasta até então é um indicador de sua experiência e atuação constante no mercado.

Em outras palavras, para a agência ser certificada, precisa ter um gasto de US$ 10.000,00 nos últimos 90 dias, o que significa que, ou ela atua constantemente para manter esses valores de referência, ou está trabalhando com contas de clientes grandes que também garantem o atendimento desse pré-requisito.

CONTEÚDOS RECOMENDADOS

👉 Conheça as 17 especializações gratuitas e em português do Google para você se preparar para o mercado

👉 As 5 melhores dicas para o certificado do Google Adwords

👉 Google Academy for Ads: cursos gratuitos do Google para aprender tudo sobre anúncios!

👉 Google AdWords: O que é, como funciona e como você pode utilizá-lo a seu favor

Quais os tipos de negócios têm mais retorno com o Google Partners?

Podem integrar o Google Partners aquelas empresas que atuam e promovem anúncios no Google Ads e profissionais da área de marketing.

Agências de publicidade, empresas especializadas em marketing digital, consultores dessa área de negócio e até empresas com sua equipe interna de grande porte podem tentar a certificação, desde que atendam aos seguintes requisitos:

  • preencher os dados da empresa no Google Ads;
  • ter um funcionário certificado para receber o selo do Google Partners, ou, pelo menos, dois, no caso da certificação Premier;
  • ter bons desempenhos em campanhas de anúncios;
  • ter gasto, pelo menos, US$ 10.000,00, nos últimos 90 dias com o Google Ads.

No quesito gastos, o valor acima se refere ao selo Google Partners. Para a certificação Premier, é preciso ter verbas utilizadas ainda maiores, mas elas podem variar conforme cada país e região.

Para aquelas empresas com um volume muito superior às demais, é concedido o prêmio Google Partner Premier Star, garantindo outros benefícios e um status de destaque ainda mais elevado.

Como inserir seu negócio no Google Partners?

Faz muito sentido investir nesse selo e fazer parte do programa, certo? Então, é preciso seguir alguns passos para se integrar ao marketplace e começar a usufruir de suas vantagens.

Tenha uma Conta de Administrador do Google Adwords ou MCC (Minha Central de Clientes)

O primeiro passo, como já dito anteriormente, é ter um cadastro no Google Ads que permita a inclusão de contas de diferentes clientes. Como o valor de gastos realizados é uma referência, uni-las em um ponto só ajuda a fazer sua soma de valores.

A nomenclatura MCC foi substituída por Conta de Administrador, mas ainda é muito comum ver referências sobre o assunto que a utilize.

Inscreva sua empresa com o mesmo e-mail de login da Conta de Administrador Google Ads

Para continuar atendendo aos requisitos do programa, é preciso fazer o registro com o mesmo e-mail. Dessa maneira, uma conta será vinculada à outra.

O passo seguinte é registrar os profissionais habilitados para gerenciar campanhas e que serão submetidos à Google Academy para receber as certificações individuais necessárias para ingressar no programa de parceiros.

Realize os certificados individuais e faça as associações na Conta do Administrador

Em seguida, os profissionais deverão realizar ou vincular os certificados já obtidos na Academy for Ads Google nessa conta para que ela possa ser avaliada nos demais requisitos para tornar-se Partner.

É importante lembrar que esses cursos são gratuitos e, uma vez que uma empresa é incluída no programa de parceiros, outros conteúdos e materiais exclusivos serão disponibilizados para o aprimoramento contínuo do time.

Para não restar dúvidas sobre como os profissionais deverão realizar as provas de conhecimento, uma dinâmica para sua qualificação seria:

  • estudar para a realização das provas com os materiais disponíveis na Academy for Ads do Google;
  • realizar a prova sobre Fundamentos do Google Adwords, que é obrigatória e ter, pelo menos, 80% de acertos;
  • repetir a prova dentro de 24 horas se não for aprovado na tentativa anterior;
  • escolher e ser aprovado em, pelo menos, mais uma das especializações disponíveis (Search Advertising, Mobile Advertising, Video Advertising, Display Advertising e Shopping Advertising);
  • manter a certificação válida, refazendo o processo anualmente.

É importante dizer que, se um profissional estiver ingressando na empresa e já tiver a certificação, basta fazer sua inclusão na conta do administrador para que suas comprovações sejam associadas ao perfil.

O Google Partners traz uma série de vantagens, tanto para as empresas que buscam a obtenção de seus selos e profissionais que estão envolvidos quanto para os clientes.

Usuários finais do Google, é claro, também podem usufruir de campanhas que melhoram sua experiência no buscador. É preciso lembrar que esses anúncios não são prejudiciais quando bem contextualizados com a busca realizada, não é mesmo?

Por isso, além de investir no Google Partners, as agências de marketing e seus clientes também devem considerar outras estratégias, como a gestão de redes sociais e técnicas de SEO.

Quer saber mais sobre elas? Então, confira este conteúdo completo sobre o que é SEO e como aplicá-lo em seu negócio!

Guia do SEO 2.0Powered by Rock Convert

O que fazer com conteúdos antigos

Saiba como lidar de forma estratégica com os conteúdos antigos do seu blog

Existem diversos motivos para uma empresa criar e alimentar um blog: divulgar a marca, ter um canal de interação, a possibilidade de educar seus leads para uma aquisição consciente ou afirmar sua autoridade no mercado.

Seja qual for o objetivo da sua estratégia de conteúdo, que pode variar a cada ciclo, é fundamental que o que foi produzido seja atualizado e valioso para o público que o lê, certo?

Paralelamente, trabalhar para que seus conteúdos estejam sempre alinhados com as novas tendências e acontecimentos também pode garantir um bom rankeamento nos mecanismos de buscas.

Melhores posições, maiores chances de atrair novos interessados e assim por diante. Resumidamente, é fundamental manter seu blog atual.

Pensando nisso, reunimos aqui um material prático de como fazer a gestão dos posts publicados, e principalmente, quais as ações mais aconselháveis para lidar com conteúdos antigos.

Confira!

Quais tipos de conteúdo podem existir no meu blog?

Antes de saber o que fazer com os conteúdos antigos, primeiramente é preciso analisar a natureza dos seus materiais, e, para os blogs, existe uma classificação inicial que os separam em dois tipos.

Conteúdos noticiosos

São conteúdos que retratam novidades do mercado, como aquele que recentemente explicou sobre o vazamento de informações de 100 milhões de usuários do Quora.

Além de darem detalhes sobre os acontecimentos, também podem trazer opiniões ou críticas dos responsáveis pelo conteúdo e empresa.

Uma loja de produtos eletrônicos poderia ter publicado a notícia sobre a homologação da Anatel para os carregadores magnéticos da Apple Watch que aconteceu no segundo semestre de 2018.

conteúdos antigos exemplo

Além de demonstrar atenção aos acontecimentos do mercado e que a sua empresa é uma autoridade no assunto, esse tipo de post também poderia atrair interessados e potenciais compradores de forma orgânica pelo engajamento com a novidade.

Segundo a Content Trends 2018, isso é mais do que verdadeiro, pois 86,7% de seus respondentes relataram que a busca orgânica do Google é o principal canal que utilizam para encontrar conteúdos e notícias.

Assim, para que seja eficaz em seu propósito, você deve zelar pela veracidade dos fatos e ter uma estratégia para canalizar o volume mais intenso de visitas para outros conteúdos do seu blog.

Conteúdos evergreen

Traduzindo “evergreen” temos a expressão “sempre verde”, ou, fresco. Ou seja, é um conteúdo que ao longo do tempo permanece útil para o leitor.

Dicas de como lavar o cabelo de um bebê, por exemplo, não têm quase nenhuma diferença da época dos nossos avós e hoje. Bebês continuam sendo bebês e banho continua sendo banho, não é mesmo?

É bem provável que a maior parte dos conteúdos lidos na internet sejam desse tipo mais perene.

Na SEO Trends 2018, é no longo prazo que as empresas mais percebem resultados de suas estratégias de marketing de conteúdo e otimização para os mecanismos de buscas.

Dessa forma, listas, passo a passo, tutoriais, definições e outros tantos independem do momento atual e permanecem úteis se forem constantemente otimizados.

O conteúdo evergreen traz uma série de benefícios para a estratégia do blog, como:

  • reforça a autoridade da marca;
  • educa os leads sobre as características de um produto ou serviço que devem ser consideradas na compra;
  • podem ser utilizados como links em outros conteúdos;
  • atraem mais interessados;
  • são ótimos para serem compartilhados espontaneamente pelos leads.

O próprio post que explica o que são conteúdos evergreen é um exemplo clássico desse tipo de material.

Conteúdos antigos post evergreen

Aliás, ao iniciar sua leitura, é possível ver que co-funder da Rock Content Vitor Peçanha originalmente publicou esse material em 19 de novembro de 2013, mas o conteúdo foi atualizado pela última vez em maio de 2018.

Ou seja, o conteúdo é perene, necessário, assim como as dicas de como dar banho em bebês, mas ao longo dos anos, precisa ser atualizado para que continue relevante para a estratégia de conteúdo e sirva de fundamento para promover produtos e serviços.

Assim, um e-commerce especializado em produtos infantis pode usar esse tipo de conteúdo para promover uma almofada para o banho do bebê. A atividade continua sendo a mesma, mas o produto facilita, e muito, o processo.

Entendendo essa diferenciação, fica claro que o foco das atualizações de posts está nos conteúdos evergreen, que precisam continuar sendo úteis por um longo tempo.

Ebook Copywriting

E quais seriam os problemas de não atualizar os conteúdos do blog?

A resposta mais lógica para essa pergunta é: um conteúdo desatualizado vai espantar seus leads e colocar em cheque a autoridade da empresa.

No mundo digital é preciso viver na velocidade dos acontecimento, caso contrário, algumas consequências ruins poderão ser observadas.

Seu cliente pode achar que sua empresa saiu do mercado

Seja pelos snippets nos resultados da busca, layout do blog ou o próprio conteúdo e suas referências, o cliente que percebe a falta de atualização pode questionar se a empresa ainda está, de fato, funcionando.

É uma pergunta válida, afinal de contas, o ambiente online é um dos principais canais para gerar negócios, e se a empresa não está atuando nele, é porque talvez aquilo não seja sua prioridade ou interesse atual.

O conteúdo desatualizado pode influenciar negativamente a jornada do cliente

Um conteúdo como mencionado acima sobre como dar banhos em bebês é funcional e seus pontos principais não se alteram. Porém, diversas soluções podem ser inseridas nesse processo para torná-lo melhor.

Mas, se um conteúdo não é atualizado, seus leads provavelmente não darão valor aos diferenciais dos produtos ou novas soluções que foram desenvolvidas ao longo do tempo, o que pode atrapalhar totalmente a sua tomada de decisão e jornada de compra.

a jornada do cliente

Seu blog perderá o fator freshness — conteúdo fresco

Muito se fala sobre o Freshness Factor no algoritmo do Google, que seria a priorização de um conteúdo mais recente e de qualidade frente aos demais.

Apesar disso, em agosto de 2018 John Muller da Google cravou no Twitter que o frescor de um conteúdo não era considerado no mecanismo de busca.

conteúdos antigos tweet John Muller

Então, qual o problema de perder esse fator no seu blog? Porque o algoritmo do Google privilegia os conteúdos mais populares e importantes, e na lógica, eles precisam ser atualizados e extremamente completos.

Além disso, é preciso lembrar que o fator de frescor é determinante em conteúdos noticiosos!

Sua base de clientes se sentirá desprestigiada

Se não atualizar o conteúdo e mostrar novidades aos clientes, o blog não demonstrará sua preocupação com a entrega de informações relevantes para seu público, o que, por consequência, enfraquecerá qualquer tipo de relacionamento.

A experiência de encontrar em um único blog todas as informações necessárias e atualizadas é muito relevante para o lead. Ele estabelece uma relação de confiança com o site e deixa de visitar outros endereços por se sentir suprido.

Ler um conteúdo atualizado, com uma linguagem agradável, com a qual ele já se habituou e que sabe que sempre estará alinhado com as novidades e tendências é engajador, e isso não pode ser deixado de lado.

Sua empresa pode estar perdendo tráfego e oportunidades

Quando um conteúdo é republicado com atualizações, o tráfego gerado aumenta, principalmente se parte dessas modificações visarem a adequação às novas diretrizes do algoritmo do Google.

É preciso considerar que eles estão em constante atualização, priorizando algumas características no conteúdo e penalizando outras.

Entre todas as atualizações dos algoritmos do Google, porém, é importante citar o Panda, que foi lançado em 2011 mas continua em constante atualização.

Seu objetivo era melhorar a experiência de leitura dos usuários do buscador.

Seus principais objetivos, são:

  • punir conteúdos duplicados de outros sites;
  • desfavorecer conteúdos que tenham backlinks de baixa qualidade apontando para seu endereço;
  • não dar prioridade aos blogs com baixo índice de visitantes recorrentes;
  • desfavorecer o excesso de palavras-chave (keyword stuffing).

Então, se o algoritmo Panda pune a reutilização de conteúdos, como realizar a atualização dos posts sem ser penalizado por isso?

Como lidar de forma estratégica com seus conteúdos antigos?

“Na natureza, nada se cria, nada se perde, tudo se transforma” Lavoisier

Essa frase, que esteve presente nas aulas de química de todo mundo, é atribuída a Lavoisier em sua teoria da conservação das massas.

Nela, dizia que a massa dos produtos que eram submetidos a uma reação química permanecia a mesma. Um papel queimado de 1 gr, produzia 1 gr de cinzas, e assim por diante.

Tempos depois, Einstein mostrou que uma parte dela deixa sim, de ser massa, mas torna-se energia na mesma proporção, o que é determinante para diversas tecnologias até hoje.

E o que tudo isso tem a ver com o conteúdo antigo do seu blog?

É que uma parte dele deve se tornar energia, ou melhor, ter sua URL redirecionada, e os demais, transformados com a atualização estratégica de suas informações.

Muita química e ciências para tratar do mundo virtual? Então voltemos para os algoritmos e estratégias de Marketing Digital e vejamos, detalhadamente, como devem ser realizadas de cada uma dessas situações.

guia marketing digital

Antes, como escolher os conteúdos a serem atualizados?

Organização é tudo, e um calendário editorial é a solução ideal para criar um cronograma e controle das postagens.

Com ele é possível ter um panorama de todas as postagens realizadas, quais foram as estratégias, se eram conteúdos evergreen ou noticiosos, suas URLs e muito mais.

Entre seus benefícios, estão:

  • controle da frequência de postagens, considerando que isso é primordial para a manutenção do tráfego no blog;
  • gestão do time de marketing, já que centraliza todas as ações necessárias em um só registro e permite a delegação de tarefas;
  • garantia da diversificação de formatos de conteúdos e palavras-chave;
  • permite a identificação de conteúdos que devem ou não serem atualizados.

Dessa forma, a estruturação de um planejamento de conteúdos é o primeiro passo para facilitar a decisão do que deverá ser apagado ou não.

Além disso, fique atento em relação ao desempenho do blog post utilizando ferramentas como o Google Analytics e o SEMrush.

Quando é melhor excluir o conteúdo antigo e como fazê-lo?

Existem diversos motivos pelos quais um conteúdo antigo deve ser excluído, como o fato de ter ficado desalinhado com o segmento do negócio ou ter atraído muitos comentários negativos, por exemplo.

De forma geral, com base no calendário editorial e pelas considerações do gestor do blog, no caso de alguns posts antigos, faz total sentido fazer esse processo de “limpeza” dos conteúdos.

Situações em que os conteúdos devem ser excluídos

  • conteúdos sobre produtos ou serviços que não são mais oferecidos;
  • parcerias ou promoções que deixaram de existir;
  • materiais que foram produzidos com estratégias de SEO muito ultrapassadas; etc.

São, portanto, conteúdos que não agregam mais valor à estratégia atual e não podem ser aproveitados com uma eventual atualização.

É o caso de postagens de lojas elétricas que ressaltavam os benefícios, dicas e melhores usos para as tomadas do modelo antigo, por exemplo.

Desde a Portaria 185 do INMETRO de julho de 2000, o comércio de plugues do modelo antigo são proibidos.

Então, qual a razão de manter conteúdos sobre o modelo que não pode ser comercializado? Por outro lado, deixar de lado o tráfego de quem eventualmente ainda estivesse procurando por ela não seria inteligente, certo?

Nesses casos, utilizar procedimentos para exclusão de um conteúdo de forma estratégica é o mais adequado. Entenda como!

Procedimentos para a exclusão do conteúdo

Para ficar claro, não basta apenas deletar o conteúdo no WordPress ou ferramenta similar. É preciso ter alguns cuidados para direcionar os leitores que eventualmente procurem por tal conteúdo e também informar ao Google qual a sua intenção estratégica.

Se o conteúdo pode ser associado com outro tema, produto ou categoria do blog, faça o direcionamento da URL.

Assim, se o conteúdo sobre os benefícios do padrão de tomadas antigo não tem valor para a estratégia, seu direcionamento para outra postagem que aborde as principais diferenças ou como fazer a troca pode ter bons resultados.

Mas, se não existe a menor possibilidade ou utilidade mantê-lo, informar ao Google que o conteúdo foi intencionalmente deletado é fundamental.

E como proceder nos casos que a atualização dos conteúdos antigos é mais vantajosa?

As decisões de exclusão ou direcionamento de conteúdos, são mais simples, mas a atualização também pode ser feita de forma bem rápida.

Para começar, saiba quais são os benefícios que a estratégia traz para o blog:

Otimizar as taxas de conversão

Ao atualizar um conteúdo é possível melhorar suas estratégias de SEO, inserir novos links internos e externos fortes, trocar o Call to action (CTA) para ficar mais alinhado com as novas diretrizes do negócio e os demais fatores que otimizam o conteúdo.

Aumento do tráfego do blog

Fazer a atualização da postagem também garantirá a qualidade do material e manterá sua relevância para a nutrição dos leads.

Será o fator freshness atuando na experiência de leitura dos leads, e por consequência, aumentando o tráfego orgânico para o blog e seu rankeamento no buscador.

CTA de download para o kit: Domine o Google

Geração de autoridade

Um conteúdo alinhado com os acontecimentos e tendências demonstra aos seus leads que a empresa está no grupo de elite de seu setor, e mais, que é uma referência confiável no assunto.

Melhoria do conteúdo

Ao atualizar uma postagem, o gestor do blog está aumentando seu conteúdo e trazendo materiais que possam complementar a nutrição do lead.

Isso significa que ele passará mais tempo na leitura do conteúdo, recebendo assim, mais incentivos para uma possível conversão, e ao mesmo tempo, melhorando os desempenhos de relevância do blog para o Google.

Organização do calendário editorial

Com o uso do calendário editorial, é possível identificar quais são os conteúdos evergreen que precisam ser recorrentemente atualizados, e então, organizar a produção dos demais posts considerando tais eventos.

Assim, novas postagens podem ser planejadas para dar apoio e servirem de links internos dos novos trechos de atualização, por exemplo.

Ou seja, é estratégia pura. Além de decidir entre deletar ou atualizar, é imprescindível avaliar o contexto atual e o planejamento futuro para saber qual direção os conteúdos devem receber.

3 passos para a atualização de conteúdos antigos

Partindo, assim, para a parte prática da atualização, voltamos ao calendário editorial e a listagem dos demais posts do blog para dar continuidade à estratégia de atualização.

Selecione os posts a serem atualizados

Postagens noticiosas não são impossíveis de serem atualizadas, mas o mais recomendável é concentrar essa estratégia naqueles conteúdos que dão apoio ao funil de conversão e estejam alinhados com as campanhas de vendas.

Assim, se a campanha de natal se aproxima, conteúdos sobre listas de presentes de final de ano, dicas de compra nos shoppings e outras informações que estejam relacionadas com esse tema podem ser o objeto da escolha para atualização.

Avaliar também o esforço que será preciso para tornar o conteúdo atual também pode ajudar a definir entre um post e outro, sem contar, é claro, o quanto as informações do post estão, de fato, desatualizadas.

Analise o conteúdo em relação ao SEO

Ao lançar um conteúdo evergreen pela primeira vez, é necessário observar seu desempenho até as primeiras posições do Google.

A partir desse momento, suas modificações, periodicidade em que devem acontecer e como o tráfego se comporta definirão as ações de atualização do conteúdo.

Faça considerações em relação a qualidade do conteúdo

Conteúdos muito antigos podem estar defasados em relação aos seus concorrentes. Por isso, ao escolher um conteúdo para atualização, é preciso focar em otimizar algumas de suas características mais determinantes para seu sucesso:

  • Escaneabilidade;
  • Clareza das informações;
  • otimização de acordo com as diretrizes das atualizações do Google;
  • Intenção do leitor na página; etc.

Essa última característica pode ser acompanhada pelos mapas de calor do site, que acompanham o comportamento e os locais de uma página que recebem mais atenção e interação dos leitores.

Se um post trouxe ótimos resultados ao ser lançado originalmente, a probabilidade de repetir o mesmo desempenho é maior, não é mesmo?

Como agir caso a atualização não der resultado?

Respondendo a pergunta do final do tópico anterior: nem sempre.

Sua palavra-chave pode ser forte, a linguagem pode estar alinhada com o público e todos os demais elementos podem favorecer sua conversão, mas, por questões preferenciais, os leads podem, simplesmente, preferirem conteúdos mais curtos e objetivos.

Ou seja, caso uma atualização não produza os resultados esperados, é preciso observar o comportamento dos leads e promover ajustes até que os resultados esperados sejam alcançados.

Para isso, além do mapa de calor, testes A/B e outras ferramentas de controle das estratégias de marketing digital são determinantes.

Além disso, também é possível fazer uma solicitação de reindexação do conteúdo por meio do Google Search Console, garantindo, assim, que suas pesquisas e referências sejam novamente associadas com as palavras-chave e suas variantes no buscador.

A atualização de conteúdos antigos do blog precisa ter o foco principal na experiência de leitura dos leads, afinal de contas, além das empresas que estão, cada vez mais, adotando um posicionamento centrado no cliente, os buscadores como o Google estão em busca do mesmo.

Além disso, o esforço da modernização também pode tornar seu conteúdo diferenciado, com gráficos, imagens e outros fatores que melhoram a experiência do lead que podem ser fundamentais para sua nutrição e futura tomada de decisão.

Quer conhecer mais detalhes sobre como dominar o Google e rankear bem em 2019? Então não deixe de conferir o nosso conteúdo completo sobre SEO!.

o que é seo

Técnicas de SEO que não funcionam mais

Conheça 12 Técnicas de SEO antigas que você PRECISA parar de usar

O mundo dos negócios é cheio de ferramentas e estratégias tradicionais que costumam ser descritas como “old but gold“, ou no bom português, antigas, mas valiosas.

No marketing digital, e, especificamente nas técnicas de SEO, nem sempre existe lugar para o uso de estratégias antigas, e isso acontece pelo simples fato de que os algoritmos do Google e demais mecanismos de busca são recorrentemente aprimorados.

Ou seja, o que ajudava a otimizar um site ou conteúdo para obter mais e melhores resultados orgânicos em 2003 pode penalizar suas estratégias nos dias atuais.

É preciso ter em mente que o principal objetivo dos buscadores é trazer a melhor resposta e experiência de pesquisa para seus usuários. E é baseado nisso que, ao longo de suas várias atualizações, o Google busca aprimorar suas condicionantes para que elas encontrem os conteúdos mais relevantes.

Veja a evolução de algumas das atualizações mais marcantes:

  • Florida (2003): foi a primeira grande atualização do algoritmo do Google e tirou uma boa parte dos sites de baixa qualidade estrutural dos destaques das pesquisas;
  • Panda (2011): se a Florida focava a estrutura, a Panda e boa parte das atualizações seguintes miravam a melhoria do conteúdo, prestigiando, por exemplo, sites e publicações com poucos anúncios interruptivos de leitura;
  • Pinguim (2012): atualização focada em backlinks. O Google passava a punir links adquiridos de forma não natural;
  • Humminbird (2013): inseriu a importância da semântica da palavra-chave e facilidades como recursos de sugestão de buscas para os usuários;
  • Rankbrain (2015): trouxe a inteligência artificial para contribuir para interpretação e apresentação dos resultados. Nesse mesmo ano, a Google também havia lançado uma atualização que privilegiava conteúdos amigáveis para os smartphones que foi chamada de Mobilegeddon.

Em 2018 algumas atualizações corrigiram falhas do algoritmo chamado Fred, deram ênfase aos conteúdos amigáveis para pesquisas realizadas no smartphone, mas, a que mais repercutiu foi, sem dúvidas, aquela que penalizava conteúdos de baixa autoridade YMYL (Your Money or Your Life / Seu dinheiro ou sua vida).

Sites que exploram esse tipo de conteúdo, segundo o Google, podem afetar a futura felicidade, saúde, estabilidade financeira ou segurança dos usuários. Por isso uma exigência maior por parta da autoridade e confiabilidade desses sites e autores.

Com tantas atualizações, estratégias que antes produziam excelentes resultados de performances agora podem ser consideradas técnicas black hat dignas de penalização pelos mecanismos de buscas.

Quer saber se alguma delas ainda fazem parte de suas ações de marketing digital? Montamos uma lista que merece sua atenção. Confira.

Faça o download deste post inserindo seu e-mail abaixo

Não se preocupe, não fazemos spam.
Powered by Rock Convert

1. Tentar rankear focando apenas em link building

A atualização do algoritmo chamada Penguin 2.0 eliminou a estratégia que muitos profissionais de SEO adotavam ao focar massivamente no link building. Ela consistia em conseguir e fazer o máximo possível de linkagens, desprezando até mesmo o domínio de sua origem.

O grande problema dessa estratégia é negligenciar diversos outros fatores que são extremamente relevantes para o rankeamento, afetando principalmente o zelo com o conteúdo.

O link building, ao lado de um conteúdo de qualidade, ainda é uma das estratégias mais relevantes no SEO e precisa ser feita de maneira eficiente.

Não é apenas a grande aquisição de links que colocará o seu site no topo. Focar apenas nisso pode ser um tiro no pé e mesmo que você construa um ótimo perfil de backlinks.

Se o seu conteúdo, a estrutura do seu site e a experiência do seu usuário não compartilharem dessa qualidade, dificilmente você conquistará grandes resultados.

2. Focar apenas em rankear em primeiro e esquecer outras features da SERP

Em uma lista tradicional, estar entre os primeiros resultados claramente oferece uma vantagem sobre os demais resultados.

Mas, a partir do momento que essa mesma página que tal lista é apresentada também é preenchida por outros recursos de informações que dividem a atenção do usuário, não faz muito sentido focar exclusivamente estar em primeiro.

Para ficar claro, SERP é a sigla para Search Engine Results Page, ou seja, é a página de resultados do mecanismo de busca.

Assim, antigamente a SERP apresentava apenas uma lista com links e uma demonstração breve do conteúdo.

Na atualidade, considerando as atualizações dos algoritmos e do foco do Google na experiência do usuário, ela pode apresentar muito mais que links, ou seja, features que otimizam a pesquisa realizada.

Focar apenas nas primeiras posições da pesquisa, então, é uma estratégia limitada. É preciso pensar em otimizar o conteúdo para todas as novas oportunidades que a SERP apresenta.

Em alguns casos, trechos de conteúdos de sites muito além da primeira posição são apresentados no formato de featured snippets, que são caixas de respostas rápidas que ficam no topo das páginas de pesquisa, ou seja, numa posição que poderia ser chamada de zero.

Técnicas de SEO que não funcionam mais

Nele, os créditos e o link para o conteúdo completo são disponibilizados.

Eles podem ser apresentados como parágrafos que descrevem o melhor conceito ou resposta para um questionamento, listas de bulletpoints, lista numerada e tabelas.

Nesse vídeo o nosso especialista André Mousinho ensina como pegar esses featured snippets e rankear na posição 0 do Google:

2.1 Outros features

Os tipos de features que podem ser apresentados na SERP dependem do tipo de pesquisa realizado. Mas, alguns deles são:

Rich snippets (e rich card):

Além do título e link do conteúdo apresentado no resultado da pesquisa, os rich snippets são descrições ou representações complementares do conteúdo, como a geolocalização de uma empresa ou sua avaliação por meio de estrelas de qualidade. Os rich cards são variações para a versão mobile da pesquisa;

rich snippet negocios locais

Gráficos e painéis de conhecimento:

Os gráficos são apresentados na lateral direita da pesquisa e contém informações sobre lugares ou pessoas de forma organizada e lógica, como o horário e dia de funcionamento, dados de contato, links de interesse etc. Para os painéis funcionam da mesma maneira mas buscam as informações de listas do Google My Business e Maps;

Técnicas de SEO que não funcionam mais

Pacotes de imagens:

Para a experiência do usuário, alguns resultados de pesquisa são melhor apresentados com imagens. Pesquisar a palavra “cachorros fofos”, por exemplo, apresentará uma sequência de imagens no topo da página.

Técnicas de SEO que não funcionam mais

Esses exemplos são todos gratuitos, mas outras estratégias também podem receber investimentos para privilegiar a experiência do usuário, e claro, o melhor ranqueamento para a empresa.

3. Forçar o uso da palavra-chave

As últimas atualizações do algoritmo do Google deixam claro que os conteúdos que serão privilegiados no rankeamento são aqueles que realmente produzem efeitos positivos e qualidade de leitura para os usuários do buscador.

Ao penalizar, por exemplo, sites do tipo YMYL, o Google deseja oferecer conteúdos que sejam relevantes, e não direcionem seus usuários para ações que possam prejudicar sua saúde física, financeira ou o bem-estar geral da sociedade.

Nessa mesma linha, se uma publicação tem mais relação com o acúmulo sem nexo de palavras-chave e menos com uma mensagem a ser transmitida, sua posição também não estará entre as primeiras.

É preciso considerar a fluidez do conteúdo, as normas de escrita da língua e até mesmo a disposição dos blocos de textos para que o conteúdo tenha um bom posicionamento.

Lembrando que o Google sabe interpretar as palavras-chave, ou seja, se a palavra que possui um volume de buscas alto é “roupa academia 2019”.

Vocês não precisa repetir essa KW dentro do seu texto e nem usá-la em seu título para rankear, você deve adaptá-la de forma que o título fique bom e atraia o usuário. E é claro que durante o conteúdo você escreverá roupas “de” ou “para” academia.

Técnicas de SEO que não funcionam mais

Como você pode ver, o Google interpreta a busca e os resultados mais bem colocados estão focados em “moda fitness”.

Dossiê das Palavras Chaves

4. Levar o Yoast a sério demais

O Yoast é um pluggin que sugere otimizações dos conteúdos para que ele tenha uma boa categorização pelo mecanismo de busca. Porém, como conforme frisado, é apenas uma sugestão.

Muitos profissionais e empresas, no entanto, levam suas sugestões à risca e acabam editando o conteúdo e suas configurações excessivamente.

Lembrando que o Yoast é focado em boas práticas, e não regras. E o Yoast não pune o seu site. Você pode ter algumas luzinhas laranjas internas e mesmo assim rankear em primeiro.

Confira esse outro conteúdo onde eu explico ponto a ponto cada avaliação do Yoast que você precisa seguir e quais você pode relevar.

Trabalhar os conteúdos levando o Yoast a sério demais privilegia os mecanismos de buscas, mas não necessariamente a experiência do usuário. Portanto, essa estratégia não é recomendada na atualidade.

Quer mais dicas sobre SEO? Acesse nossos guias gratuitos:
Segredos do Tráfego Orgânico
Guia do SEO Local
Pesquisa SEO Trends Brasil

5. Fazer Link baits não contextualizados

Link baits são conteúdos produzidos para serem uma isca e atraírem outros links externos e internos para o site, assim como promover seu compartilhamento substancial por terem cunho divertido, informacional, polêmico ou de interesse do público geral.

Porém, quando não fundamentada, pode ter um caráter negativo para o SEO e acabar penalizando o site como um todo.

Um site de móveis para escritório, por exemplo, não deve usar link baits falando sobre uma cantora mirim que tenha ganhado um concurso de música, e menos que ela tenha relação com seus produtos e setor.

6. Apostar no keyword stuffing

Essa tática é um dos principais foco da primeira grande atualização do algoritmo do Google, a chamada Florida.

Considerada uma técnica black hat, tática antiética do marketing digital, consiste em encher o texto de palavras-chave fora do contexto, mas que estejam em alta nos volumes de buscas e assuntos mais comentados.

Era utilizado tanto associada com os link baits como aleatoriamente.

Além de ser penalizado pelos mecanismos de buscas, essa tática é tão prejudicial para a experiência de leitura que o próprio público-alvo dava claras demonstrações de que o conteúdo era ruim.

Ou seja, o keyword stuffing acabava afetando outros parâmetros e estatísticas do blog que determinam sua qualidade, como o tempo de permanência nas páginas, por exemplo.

7. Criar uma página para cada variação de uma palavra-chave

Estratégias de SEO na atualidade não podem ter uma frente única, mas isso não significa que precisam ter uma página para cada variação da palavra-chave. Isso, como já ficou claro, pulveriza o esforço de rankeamento.

Dessa maneira, para os algoritmos atuais, o ideal é trabalhar a semântica da palavra-chave em uma mesma página.

Lembrando que como o Google interpreta a busca, ele sabe que uma mesma página responde à buscas diferentes, porém com a mesma intenção.

Veja esse exemplo com nosso conteúdo de Marketing Digital que rankeia para:

Marketing Digital:

Técnicas de SEO que não funcionam mais

Marketing Online:

Técnicas de SEO que não funcionam mais

Marketing na Internet:

Técnicas de SEO que não funcionam mais

Além de fortalecer a palavra-chave pela semântica, condensar suas variações em um mesmo local também privilegia outro feature da pesquisa do Google, o de pesquisas relacionadas.

8. Considerar que conteúdos maiores rankeiam melhor

Um conteúdo longo pode ser ou não mais informativo do que os demais, então, seu tamanho não garante, por si só, boas posições no rankeamento dos mecanismos de buscas.

Eles podem ter um volume maior de menção da palavra-chave, mas também já deixamos claro que isso não é um fator necessariamente positivo para sua otimização. Por isso, um conteúdo deve ser grande se cada trecho for relevante e rico para a leitura.

Na pesquisa realizada pela Rock Content SEO TRENDS 2018, a tendência do conteúdo de qualidade se confirma. Agora, 69,8% confirmam que publicar materiais e posts em seus blogs são seus maiores investimentos no marketing digital.

Isso inclui publicações de vários tipos e tamanhos. Evergreen, noticiosos, diferenciados, ricos, pesquisas, infográficos e muitos outros entram no pacote, pois juntos, produzem uma experiência de leitura mais agradável e eficiente.

Cada tipo de publicação tem um objetivo diferente. Os conteúdos longos e de qualidade também possuem um papel crucial na estratégia, mas nem sempre trazem o efeito imediato, e sim, de longo prazo.

Também exigem constante controle a atualizações para que continuem exercendo seus papéis.

Em suma, é interessante que um post tenha, no mínimo 300 ou 500 palavras, mas sem que esse número seja rígido o suficiente para impedir que uma publicação relevante seja realizada por não estar dentro desses padrões.

Muitas vezes, conteúdos leves são mais compartilháveis e a restrição de deixar de publicá-los por estarem pequenos demais pode ceifar uma oportunidade interessante.

Então tenha em mente sempre que o tamanho ideal de um conteúdo é sempre aquele que responde de forma completa a dúvida que trouxe o leitor até ele, independentemente do número de palavras.

9. Não usar o SEO técnico

A evolução da forma de privilegiar os conteúdos nos resultados das buscas mostrou que é cada vez mais importante a experiência de pesquisa e como os resultados são relevantes. Mas isso não significa que algumas regras básicas não devam ser cumpridas.

Aí mora a diferença entre SEO técnico e criativo. Enquanto o primeiro visa elementos de organização do código e da estrutura do site, o outro foca na experiência do usuário na pesquisa e leitura, como a semântica que já foi bastante citada, mas também a escaneabilidade do conteúdo, o uso de imagens para enriquecer a informação etc.

Um dos principais fatores de rankeamento hoje, por exemplo, é a velocidade de carregamento das páginas. E cada detalhe estrutural do seu site pode influenciar nisso.

Ter um sitemap bem estruturado também é fundamental, afinal ele quem vai guiar os robôs do Google enquanto eles rastreiam o seu site, mostrando as páginas mais importantes e deixando a navegação de crawlers e usuários mais otimizada.

Deixar de usar os elementos do SEO técnico pode ser um grande erro. O ideal é que aja um equilíbrio entre os dois.

Guia do Google Search Console

10. Inserir diversas palavras-chave no Meta Description

Funcionou, mas não funciona mais. Quando os mecanismos de buscas tinham, por assim dizer, limitações em seus processos de análise e estruturação de pesquisas, uma solução foi criada para a associação de sites e suas principais palavras-chave: o Meta Keyword.

Basicamente, os desenvolvedores dos sites e seus conteúdos inseriam nesse campo quais eram as palavras-chave que definiam seu site e desejam ser associados.

Mas, com muito poder, vem muita responsabilidade. Ou pelo menos bom senso.

E não foi o que aconteceu. Muitos sites começaram a selecionar palavras-chave que eram fortes, mas não tinham relação com seus conteúdos ou faziam uma lista sem fim.

Com a atualização dos algoritmos, encher as tags do meta keyword pode ser considerado até mesmo um keyword stuffing, ou seja, um black hat que visa driblar o mecanismo de busca.

Porém, ele não deve ser completamente abandonado, afinal de contas, além das tags, ainda existe o título e sua meta descrição. Esses dois podem e devem ser trabalhados com naturalidade e consistência, dentro de seu limite de 160 caracteres e variando a cada página do site.

11. Desenvolver micro-sites em domínios separados

Essa prática não é muito efetiva porque divide a força das estratégias de rankeamento, afinal de contas, separar os links pelos sites não permitem que um contribuam efetivamente para o outro.

A ideia era usar pequenos sites com domínios diferentes para publicar o mesmo conteúdo e assim ganhar mais links de outros sites, e com isso, esperavam atrair leitores mais qualificados para o tema.

Além dos resultados questionáveis, é uma estratégia que não passa pelos filtros de proteção de qualidade do Google atualmente.

Checklist de Auditoria de Site

12. Comprar links em vez de focar no conteúdo

São muitos sites pela internet, então, como fazer com que o seu conteúdo seja referenciado e não os outros? Essa é uma pergunta desesperadora e que vem sempre acompanhada da urgência de rankear o mais rápido possível.

Essa mistura de descrença com a necessidade latente de conquistar posições nos mecanismos de buscas fez com que muitos profissionais investissem na compra de links em fóruns e sites que se dizem especializados no assunto.

Alguns pontos que confirmam que essa estratégia é ruim são:

  • entidades que vendem links para um negócio também o fazem para outros diversos interessados. Ou seja, ainda que seu projeto seja interessante e essa medida seja em caráter de exceção, uma vez relacionado nesses conteúdos, seu link estará na companhia de outros de baixa qualidade que se ancoram nessa tática; e
  • considerando os padrões que os algoritmos estão sempre em busca, contratar links pode gerar um pico de associações atípica que despertarão atenção dos mecanismos que combatem os black hats.

As técnicas de SEO vão continuar a mudar, mas ao contrário do que algumas pessoas no mercado dizem, não deixarão de existir jamais. Elas evoluem conforme as novas demandas dos mecanismos de buscas e tem o mesmo objetivo que eles, privilegiar os conteúdos de qualidade.

Então, riscando as estratégias antigas de SEO e investindo em um conteúdo relevante para o público-alvo, as metas do marketing de conteúdo planejado para o site ou blog terá resultados muito mais relevantes para o negócio, permitindo que seus outros elementos, como o funil de vendas e a qualificação de leads sejam realizados com muito mais sucesso.

Kit Domine o Google

O que é turnover e por que você precisa diminuir a rotatividade da sua empresa

O que é turnover e por que você precisa diminuir a rotatividade da sua empresa

O turnover não é somente um indicador da área de Recursos Humanos, mas uma informação valiosa para que os gestores de uma empresa possam garantir o potencial inovador de seus negócios. Entenda os principais tipos e conheça as melhores práticas para que ele não se torne um problema!

Uma explosão de indicadores tomou conta das empresas nos últimos anos, e o que eram problemas ocultos e enraizados nos negócios, de repente, puderam ser quantificados e combatidos às claras, como é o caso do turnover.

Talvez pelos traços da revolução industrial, a substituição de um funcionário por outro era uma situação tratada como rotineira e de pouca relevância.

Para muitas, era uma situação a ser tratada no departamento pessoal, e apenas para fins de regularizações contratuais.

Hoje, os índices de turnover tiram o sono dos gestores e acionistas de um negócio. Definem se uma empresa retém, atrai, desenvolve talentos e, por consequência, trabalha seus diferenciais de forma mais inovadora e eficiente.

Ou seja, o turnover precisa estar no radar da sua empresa, mas não apenas como um índice, e sim como um objeto de estudo estratégico para que ela consiga obter uma gestão cada vez mais otimizada.

Pensando em tudo isso, desenvolvemos este conteúdo sobre turnover para abordar todos seus aspectos, da definição ao seu uso prático da gestão. Leia mais para saber como reter suas equipes por mais tempo!

O que é turnover?

O turnover é a proporcionalidade entre o desligamento de funcionários e as novas contratações em determinado período.

Para fins de gestão, normalmente, é utilizado o ano fiscal para medir a rotatividade da mão de obra, outra forma também aceita para definir o turnover.

Porém, como é sabido, existem diversos motivos para que um funcionário seja desligado do quadro de recursos humanos de um negócio, da iniciativa do gestor até a aposentadoria do colaborador.

Então, como medir quais delas realmente impactam o negócio e quais as estratégias podem ajudar a estancar as saídas não planejadas e esperadas?

Quais tipos de turnover podem ser observados nas empresas?

Em primeira instância, é fácil concluir que qualquer turnover é ruim para a empresa, afinal de contas, engrossa uma estatística ruim para sua performance de gestão de recursos humanos. Mas, não é bem assim.

Para entender isso melhor, algumas situações que envolvem o desligamento de funcionários podem ajudar.

Voluntário

Nessa modalidade, parte do funcionário o pedido para desligar-se do quadro de colaboradores da empresa. É importante investigar os motivos e a sequência de fatos que culminou naquele pedido.

Um funcionário que solicita sua demissão para acompanhar a esposa em um projeto internacional, por exemplo, é um turnover voluntário com uma razão clara, e que não oferece grande margem para a tentativa de sua retenção.

Outra situação é quando um talento profissional é assediado pela concorrência e aceita a oferta proposta. Nesse caso, é preciso considerar se vale a pena ou não tentar negociações de contrapartida para reverter o caso.

Involuntário

O desligamento involuntário acontece por iniciativa da empresa e, para fins de entendimento das razões, é preciso consultar o gestor direto.

Entre algumas situações, podemos citar a baixa performance de vendas, encerramento das atividades de determinada sede do negócio, bem como o descumprimento ou má conduta do profissional frente os valores da empresa.

Funcional

Um turnover funcional é aquele que traz benefícios para o negócio, como no caso de um funcionário que tenha solicitado sua demissão, mas que também tenha baixa performance em seu cargo.

Nesse caso, ainda que a substituição tenha um custo imediato e demore um tempo até que o novo colaborador domine as funções, em longo prazo, a troca será benéfica.

Disfuncional

Por outro lado, o turnover disfuncional é aquele muito sentido nos resultados e clima organizacional. É o caso de líderes de setores estratégicos ou especialistas difíceis de serem encontrados no mercado.

É possível ainda classificar a rotatividade e seus impactos como situações evitáveis ou não. Para isso, mais uma vez, é fundamental conhecer as origens do problema por meio de pesquisas de satisfação e durante os próprios feedbacks para, então, trabalhar estratégias preventivas e emergenciais para lidar com cada uma das situações mencionadas.

Se uma empresa especialista em determinado processo ou produto sabe a dificuldade de repor seus profissionais, a partir do acompanhamento do turnover e estudo dos motivos que levam o desligamento, pode construir melhores planos de carreiras e benefícios para seu time, por exemplo.

Segundo o Panorama 2019 das Agências Digitais no Brasil44,4% delas são focadas em um nicho específico. Portanto, reter seus talentos é uma forma de garantir a qualidade e desempenho do negócio.

Como calcular o turnover?

Para o cálculo do turnover, primeiramente, é preciso ter os números de contratações e de desligamentos de um mesmo período em questão. Depois, basta aplicar a fórmula em duas etapas:

Número de admissões + quantidade de desligamentos / 2 = X

O resultado desse cálculo, então, completa a fórmula:

X / número total de funcionários da empresa

Essa medição é generalizada, e acompanha o turnover geral da empresa. Mas, para análises mais específicas, é possível aplicar outra fórmula:

Número total de desligados / número total de funcionários

Nesse caso, é claro, é preciso considerar um período específico de tempo, seja anual, seja mensal, por exemplo.

Além desse cálculo tradicional, que usa o período como referência, também é possível aplicar o mesmo princípio para a realização de análises mais específicas, como o turnover de cada setor da empresa, de um grupo específico de profissionais etc.

Um desses estudos pode abordar o volume de turnover por tempo de contrato, por exemplo. Qual o índice de desligamentos para funcionários contratados até um ou 10 anos?

Essas investigações mais detalhadas podem ajudar os gestores na melhoria do clima organizacional e outras medidas para a gestão dos recursos humanos.

Você pode se interessar por esses outros conteúdos

👉 Cultura organizacional: o que é, tipos e como definir a sua

👉 O que é endomarketing? Entenda e engaje seus colaboradores

👉 Comunicação interna: entenda o que é e como isso impacta sua empresa


Quais os impactos desse fenômeno na organização?

Como visto, nem todo desligamento deve ser visto como negativo quando é analisada a situação em que ele ocorreu.

Um funcionário com baixa performance ou dificuldades no relacionamento interpessoal pode gerar efeitos muito mais desastrosos se mantido nos times, não é mesmo?

Mas, é claro, existem impactos negativos quando o volume de desligamentos de uma empresa está alto, e não é somente por aspectos financeiros. Alguns deles são os seguintes.

Dificuldade em reter o conhecimento dentro da empresa

Quanto mais um funcionário permanece no negócio, mais pode contribuir com seus conhecimentos nos processos, além, é claro, de compartilhá-lo com os colegas.

Isso fica mais evidente quando se analisa as lideranças e talentos profissionais com maior experiência de mercado. Eles mesclam a maturidade com conhecimento, sendo ótimos mentores e influenciadores dos mais jovens.

São também um dos tipos de profissionais mais cobiçados no mercado, principalmente, porque suas experiências e conhecimentos podem ser aproveitados pela concorrência para minar os pontos fracos da empresa de origem.

Enfraquecimento dos valores éticos do negócio

Ainda que a empresa tenha um bom programa para receber e integrar novos funcionários, os valores e a forma como devem fazer negócios é aprendida, principalmente, no cotidiano da organização, seja pelo exemplo de outros colegas, seja pelas suas respectivas orientações.

Se a maioria ou todos foram recentemente contratados, o número capaz de servir como exemplo pode não ser grande o suficiente para dar suporte àqueles que estão ingressando nos cargos.

Aumento das despesas com recrutamento e seleção

Esse impacto é, talvez, o mais simples de concluir. O desligamento de funcionários gera encargos e até processos judiciais. Muitas vezes, o que foi investido para captá-los nem mesmo é retornado para o negócio em forma de resultados.

Além disso, sua substituição depende do acionamento de todo o processo de admissão, do uso de plataformas para recrutamento de candidatos, pesquisa em redes sociais específicas, infraestrutura para promover entrevistas e, novamente, todos os encargos necessários para a regularização da nova contratação.

Diminuição da produtividade e resultados

A forma de conduzir processos, máquinas e sistemas dos funcionários recém-contratados é mais demorada, envolvendo um maior nível de atenção até sua familiaridade total. Isso, provavelmente, terá um custo na produtividade do setor.

Em áreas como a de atendimento, a constante baixa no tamanho da equipe pode sobrecarregar os funcionários mais experientes, o que também pode acarretar outros danos, como doenças ocupacionais e estresse.

Nesse caso, um outro indicador da área de Recursos Humanos será afetado: o absenteísmo.

Ele acompanha o número de dias ou horas que um colaborador deixa de cumprir de sua carga horária prevista em contrato, seja mediante atestado médico, seja de forma não justificada.

Desequilíbrio no clima organizacional

Muitas vezes a saída de um profissional tido como referência para o time pode desestabilizar os demais colaboradores.

O mesmo efeito também pode ser percebido com a inserção de uma nova peça no time. A desconfiança inicial também pode provocar desequilíbrio no clima organizacional.

Então, como evitar que isso aconteça? Como gerenciar o turnover para que ele seja uma ferramenta para apurar a qualidade do time e não uma referência da falta de políticas efetivas de retenção de talentos?

Quais as 5 melhores práticas para combatê-lo na sua empresa?

Existem diversas práticas e estratégias para evitar o turnover no negócio e, por isso, é preciso identificar aquela mais compatível com o perfil da empresa. Entre as mais utilizadas na atualidade e com grandes efeitos na retenção, temos as seguintes.

1. Programas e entrevistas de engajamento contínuo

Engajar os colaboradores pode significar conquistar seus respectivos comprometimentos com os desafios do negócio, certo?

A ideia dos programas e entrevistas de engajamento contínuo é, justamente, fazer com que essa seja uma via de mão dupla, ou seja, a empresa, na figura do gestor ou líder, se compromete com o funcionário em relação às suas expectativas de crescimento e desenvolvimento.

É uma excelente ferramenta para descobrir as motivações, desejos, valores e o que mais movimenta a performance do funcionário. A partir daí, é possível criar ações personalizadas para a otimização de seus resultados e produtividade do time.

Além disso, é claro, uma empresa que se mostra comprometida com a satisfação de seus colaboradores, certamente, terá um turnover bem mais reduzido.

2. Identificar padrões em cada tipo de turnover

No mundo dominado pela transformação digital e gerenciado pela análise de dados, a administração de recursos humanos não ficaria de fora.

Ao analisar os diferentes tipos de desligamentos vivenciados no negócio, é possível identificar padrões entre os colaboradores e, a partir desses dados, promover campanhas e ações preventivas.

Uma entrevista de desligamento, inclusive, é muito importante para entender as motivações da saída, quais pontos da empresa são positivos e quais precisam ser melhorados para que ela não fosse preterida.

3. Acompanhar regularmente a satisfação dos funcionários

Os profissionais deixam a empresa muito antes de pedirem a demissão, de fato. Isso significa dizer que eles emitem sinais de desmotivação, interesse por desafios maiores, estresse no ambiente de trabalho e outros elementos que motivam o desligamento.

Pesquisas de satisfação, avaliações de desempenho e mentorias são ações de um plano de carreira que pode oferecer perspectivas de crescimento e desenvolvimento profissional. Nesse caso, a regularidade dessas estratégias é determinante para seu sucesso e efeito.

4. Oferecer planos de carreiras e benefícios personalizados

Pessoas têm motivações e interesses diferentes. Dessa forma, são motivadas por benefícios e desafios distintos. É muito importante, então, tratar de forma personalizada cada um dos colaboradores e identificar tanto seus gatilhos motivacionais quanto seus potenciais de desenvolvimento. Nem todo funcionário almeja cargos de liderança, por exemplo.

Por isso, é preciso entender as particularidades de cada um, descobrir e explorar seus talentos, permitindo que coloquem à prova suas ideias, sejam inovadores e sintam-se parte dos resultados do negócio.

5. Atentar às políticas internas e clima organizacional

Os colaboradores precisam se sentir bem dentro da organização e também com as atividades inerentes aos seus cargos. Com isso, é preciso rever as políticas internas, planos de metas e demais mecanismos que funcionam para organizar processos e definir ações. Antes de tudo, elas precisam ser éticas.

Como vimos, é essencial acompanhar o turnover e promover ações preventivas para que ele seja reduzido e não impacte os resultados do negócio. Para isso, ter atenção ao mercado, quais os benefícios são oferecidos pela concorrência e focar sua melhoria contínua são ações determinantes.

Uma delas, aliás, é estar sempre atento a cultura do negócio. Quer saber como ele influencia o desempenho do time? Então, leia mais sobre a diferença entre cultura e clima organizacional e como é possível trabalhar os dois de forma unificada!

Estratégia do Oceano Azul

Estratégia do Oceano Azul: entenda o que é e como aplicar ao seu negócio

O mundo dos negócios é cheio de metáforas para explicar novos métodos de administração e abordagens de vendas que são desenvolvidas regularmente. A estratégia do Oceano Azul utiliza mais uma delas.

Um ditado popular diz que mar calmo nunca fez bom marinheiro, mas, quando falamos de mercados saturados e competição danosa para as finanças do negócio, buscar uma navegação suave é o melhor caminho para o sucesso.

Esta é a promessa da estratégia do Oceano Azul: orientar gestores para que encontrem novos mercados, livres de concorrentes diretos, e saber como explorá-los com alta performance.

Dedicamos este post para aprofundar a estratégia, mostrar como seus fundamentos podem ser aplicados no negócio e, assim, conquistar os melhores resultados, administrando riscos e minimizando custos.

Siga a leitura e navegue conosco neste oceano azul de informações!

Qual a origem da estratégia do Oceano Azul?

Desenvolvida pelos pesquisadores W. Chan Kim e Renée Mauborgne, a estratégia foi publicada em 2005 sob o título homônimo, “A Estratégia do Oceano Azul” e, posteriormente, traduzida em 43 línguas em razão do seu incrível sucesso.

Usando como base 8 pontos fundamentais e a sugestão de algumas ferramentas de gestão, sua ideia principal para o negócio é sair do mar vermelho, sangrento e revolto pela competição, para encontrar condições de navegação mais tranquilas, ainda que em mercados pouco ou nada explorados, o chamado oceano azul.

Os 8 fundamentos da estratégia do Oceano Azul

Mas será mesmo que existem mercados ainda não explorados? E, para isso, seria necessário criar um novo produto ou serviço disruptivo e livre de concorrência?

Não necessariamente! Saiba que o simples posicionamento da marca, novos diferenciais e a procura por segmentos e públicos que ainda não eram abordados pelo negócio podem oferecer grandes oportunidades de sucesso.

Então, vamos entender melhor os fundamentos da estratégia? Confira logo abaixo!

1. Utilização de dados para embasamento da estratégia

O primeiro ponto que dá embasamento para a estratégia e pode ser replicado para os negócios é o uso de dados e pesquisas que fundamentam uma ideia.

No caso do livro, o processo de pesquisa envolveu a análise da trajetória de várias empresas e seus 150 movimentos realizados em busca de melhores resultados. Foram usados como referências mais de 30 indústrias e segmentos ao longo de mais de 100 anos (1880 até 2000).

Para identificar mercados inexplorados e oportunidades, a pesquisa e o uso de dados confiáveis também são medidas essenciais.

Nos últimos anos, por exemplo, diversas empresas optaram por levar suas vendas para o mundo virtual. Esse movimento tem elevado cada vez mais a competição do setor, mas pesquisas como a E-commerce Trends 2018 podem ajudar gestores a diferenciarem seus serviços.

Nela, 70,9% dos consumidores relataram que um de seus principais motivos para comprarem nesse canal são seus preços mais baratos.

Isso pode indicar um desafio e também uma oportunidade para as empresas que podem direcionar suas vendas para nichos com menos sensibilidade financeira nas decisões de compra, por exemplo.

E-commerce Trends

2. União das estratégias de diferenciação e baixo custo

A estratégia do Oceano Azul também busca desmistificar a ideia de que uma empresa que se posiciona para oferecer produtos de baixo custo não pode incluir a diferenciação para atrair mais vendas.

Para isso, ela diminui a energia e o investimento na competição com características que outras empresas oferecem de forma similar, e cria novos diferenciais para seu produto ou serviço, os chamados valores inovadores.

Valores inovadores são identificados a partir do processo de decisão dos compradores e quais são seus critérios para a aquisição.

Assim, considerando alterações que agradariam ao público, seu processo de criação é otimizado para que os custos permaneçam baixos.

3. Ampliação das fronteiras do mercado

Outro ponto forte da estratégia é a identificação de outros mercados a serem explorados, expandindo as fronteiras e segmentos-alvo, ou mudando o patamar de serviços com a oferta de valores inovadores.

Quando a Apple lançou o iTunes, criou um novo segmento e mercado em que suas concorrentes não estavam.

Já a primeira pizzaria de uma cidade a oferecer serviço de delivery criou um valor inovador que outros estabelecimentos não ofereceriam, ou seja, conseguiu explorar um novo mercado, assim como fez o Steve Jobs.

4. Utilização de ferramentas para identificação de oportunidades

A pesquisa em diversas indústrias ao longo dos anos permitiu que os pesquisadores encontrassem padrões nas tomadas de ação que trouxeram inovação para as empresas, ou não proporcionaram os resultados esperados.

Com base nesses padrões e análises, a estratégia do oceano azul teve compilados modelos de gestão, gráficos e orientações para ligar a descoberta dos valores inovadores à expansão e descoberta de novos mercados.

Além disso, uma estrutura didática foi construída em 4 fases, assim como 6 caminhos possíveis para sua realização que serão apresentados a seguir.

5. Fidelidade às etapas de desenvolvimento da estratégia

Essas etapas permitem que empresas de diferentes nichos e estrutura desenvolvam o método para identificar qual oceano azul explorar.

Também garante que gestores e seus times criem estratégias concretas e eficientes, sendo fiéis ao passo a passo, potencializando, assim, as chances de produzir um valor inovador a cada tentativa.

6. Maximização de oportunidades e minimização de riscos

Estratégias naturalmente envolvem riscos, mas, com o Blue Ocean Idea Index (ou Índice de Ideias do Oceano Azul), é possível mitigar os riscos e aumentar as oportunidades para testar a viabilidade das ideias.

Com essa análise, é possível responder a 4 perguntas:

  1. Existe uma razão indiscutível para que os compradores queiram seu produto?
  2. Sua precificação está adequada para o público que deseja alcançar?
  3. É possível produzir o produto com seu novo valor inovador, ofertar o preço estipulado e ainda ter uma boa margem de lucro?
  4. Quais são os obstáculos para viabilizar o projeto, e o que é preciso para enfrentá-los?

7. Transformação simultânea de execução e estratégia

A série de modelos de ação e sua lógica são facilmente transformadas em execução e interação entre as diferentes áreas e equipes do negócio, além de favorecer a troca de conhecimento e fortalecimento do time em torno dos objetivos estabelecidos.

Ou seja, estratégia e execução são realizadas quase simultaneamente e baseadas no chamado “Processo Justo”, que tem como premissas o engajamento da equipe, explicação detalhada da estratégia e expectativas bem delimitadas.

Isso permite que tomadas de decisão e ações isoladas tenham o mesmo fundamento e, portanto, contribuam igualmente para o sucesso da estratégia.

8. Concretização de resultados ganha-ganha

Construir estratégias com essa filosofia permite que a empresa alinhe 3 pontos-chave: valores inovadores, lucro e pessoas.

Ou seja, ela cria valores inovadores que são relevantes para seus clientes, lucros que permitem que sua estrutura e investidores sejam remunerados satisfatoriamente, e que seus funcionários trabalhem motivados e com um propósito em que acreditam.

Por que utilizá-la em seu negócio?

Esses 8 fundamentos e a abordagem holística — que garante que a empresa, clientes e funcionários tenham a percepção de ganho — trazem uma série de benefícios para o negócio.

Em destaque, é possível apontar os seguintes.

Maximização de oportunidades

Mercados competitivos envolvem grandes expectativas e pouco orçamento para a contratação de serviços ou aquisição de produtos.

Ou seja, as empresas que querem fornecer ou prestar serviços a esses segmentos precisam trabalhar com margens pequenas e qualidade padronizada.

Com o uso da estratégia do Oceano Azul, a empresa consegue se afastar dessa competição e encontrar outros mercados que possam gerar melhores resultados.

Diminuição de riscos

Usando dados e estudando minuciosamente as oportunidades com o índice de ideias, a empresa pode aprimorar suas inovações até que elas cheguem no ponto desejado.

E, por inovação, é preciso entender como novos valores para as soluções que oferecem, públicos que não eram seu foco, canais que ampliam suas vendas, ou meios de divulgação que ainda não foram explorados.

Fortalecimento da marca

Inovar e localizar novos mercados permite que a empresa fortaleça sua marca e seja vista como inovadora.

Em seu mercado tradicional e naquele recentemente descoberto, é criada uma conexão mais forte com seus consumidores, por conseguir oferecer baixo custo e soluções diferenciadas ao mesmo tempo.

O nível de satisfação e fidelização são consideravelmente elevados com seu sucesso.

Quais os 6 caminhos possíveis para a identificação do valor inovador?

Com base nas análises realizadas pelos pesquisadores do livro, 6 caminhos foram apontados para criar valores inovadores e identificar novos mercados. São eles:

  1. analisar grupos de empresas que atuam no mesmo nicho, são relevantes e têm estratégias semelhantes, como redes de drogarias ou de academias de ginástica, o que pode ajudar na construção de um valor fora daquele padrão;
  2. analisar empresas que oferecem produtos alternativos, com formas e funções diferentes, que acabam atendendo o público original. Isso permite repensar valores que os concorrentes diretos não oferecem;
  3. pesquisar a cadeia de compradores, o que é particularmente interessante quando existem intermediários de vendas. Em vez de focar em apenas um público, é possível descobrir novas oportunidades e interessados;
  4. fazer uma análise dos serviços complementares, como o delivery de pizza ou mudar a concepção de um produto com valores em que determinado público acredita, como a sustentabilidade;
  5. analisar o contexto temporal e antecipar as necessidades dos compradores, como foi o caso da Apple no caso do iTunes, já que o crescimento dos downloads ilegais de músicas era crescente;
  6. considerar os estímulos funcionais e emocionais que o serviço ou produto proporciona e reinventá-los de acordo com o que é relevante para o público. Uma cafeteria em um bairro residencial é um convite para uma refeição lenta e afetiva, mas esse modelo não funcionaria em um centro comercial que é acelerado e exige, acima de tudo, agilidade.

Como são as etapas para sua implementação?

É possível usar um ou todos os caminhos, realizar esse processo várias vezes até que o valor inovador desenvolvido seja satisfatório para o momento.

A partir daí, as 4 etapas a seguir conduzirão a implementação da estratégia do Oceano Azul.

1. Consciencialização visual

Nessa etapa, se compara o negócio ou a estratégia aos demais concorrentes diretos e os pontos de melhoria e diferenciais a serem combatidos são destacados.

2. Exploração visual

Com as informações da etapa anterior e os caminhos possíveis para o desenvolvimento de um valor inovador, a exploração visual tem como objetivo criar o elemento que será explorado como diferencial.

3. Apresentação da estratégia visual

Nessa fase do processo, o valor que será explorado é apresentado para clientes, não clientes e clientes da concorrência, com o objetivo de avaliar suas considerações e aprimorar a ideia.

4. Comunicação visual

Todas as informações e melhorias desenvolvidas no processo são condensadas e as perguntas do Blue Ocean Idea Index são aplicadas para encontrar o modelo com maior probabilidade de lucros e menor risco para o negócio.

A estratégia do Oceano Azul busca direcionar o negócio para mercados que oferecem resultados mais eficientes, ou seja, que oferecem menos competição e gastos para sobressair frente a outras empresas.

Além disso, direciona empresas para terem um bom desempenho na realidade atual do mundo dos negócios, em que é preciso inovar sempre.

A estratégia do Oceano Azul também pode ser aplicada em setores e projetos específicos, como para a criação de campanhas de marketing, e complementada com outras dinâmicas, como a Rede Líquida, desenvolvida por Steve Johnson para criar um ambiente propício à inovação.

Quer saber como ela funciona também? A palestra TED Talks, que aborda seus insights, faz parte de uma seleção com aqueles que consideramos mais relevantes para profissionais e interessados em marketing digital.

Confira aqui as 25 melhores palestras e descubra o que pensam os especialistas dessa área!

Curso Branding & Buzz

Avaliação de desempenho: o que é, quais os tipos e como fazer em sua empresa

Avaliações de desempenho: o que é, quais os tipos e como fazer em sua empresa

As relações de trabalho precisam ser medidas corretamente para garantir a melhor performance dos colaboradores, e nesse sentido, as avaliações de desempenho são ferramentas cruciais para o processo.

Que seja infinito enquanto dure. Poderíamos recorrer ao Soneto da Fidelidade para descrever a relação de trabalho ideal entre empresas e seus funcionários: alta performance, experiência e satisfação, para os dois lados.

Nesse sentido, a avaliação de desempenho poderia ser utilizada como a ferramenta que indicaria as arestas a serem aparadas para atingir esse patamar e mantê-lo prolongado pelo maior tempo possível.

Se você não achava que seria possível misturar poesia com gestão de pessoas, continue a leitura desse post para entender como essa ferramenta, tão valiosa para o negócio, pode trazer resultados ainda mais surpreendentes para a performance e resultados de sua equipe.

O que é avaliação de desempenho?

A avaliação de desempenho é uma ferramenta da área da gestão de pessoas que visa mapear, analisar e diagnosticar o comportamento do colaborador dentro da organização, bem como os efeitos dele no desempenho de suas atividades.

A partir de seus resultados é possível criar estratégias individuais e para toda a organização promovendo melhorias no ambiente organizacional, nas relações interpessoais, e, claro, em seus resultados.

Para seu sucesso é necessário desenvolver os critérios de avaliação que contribuirão para identificar os pontos fortes, aqueles carentes de desenvolvimento, as habilidades que podem ser exploradas e quais as limitações do profissional. Uma espécie de análise SWOT do colaborador.

Quando se faz necessária?

O objetivo desse acompanhamento de performance é alinhar a força de trabalho dos colaboradores com as expectativas e necessidades da empresa.

Por isso, ela se faz necessária quando algum ponto está afetando a sintonia necessária.

Veja algumas de suas aplicações.

Motivar os colaboradores

Com a aplicação regular de avaliações de desempenho, metas são estabelecidas a cada período, e, tanto colaborador quanto supervisor, podem atuar dentro das expectativas para avaliar as melhorias realizadas.

Ou seja, o funcionário pode ficar mais tranquilo e consciente em que aspectos de melhoria deve focar e se motivar, e seu gestor direto, ou responsável do RH pela avaliação, pode fazer suas ponderações dentro das metas estipuladas.

Com essa transparência, estabelecer metas de melhoria quantitativa e qualitativa tem muito mais chances de sucesso e de gerar engajamento.

Garantir que as metas ajudem no desenvolvimento profissional

As metas estabelecidas nas avaliações de desempenho devem ter como base os pontos a serem melhorados de cada profissional.

Sendo assim, tal avaliação pode ser considerada uma ferramenta ou guia que conduz o profissional para o desenvolvimento que, de fato, precisa realizar, ao contrário de uma orientação genérica que poderia ser aplicada a toda equipe.

A definição de metas personalizadas, de acordo com as limitações do profissional, ajuda em seu desenvolvimento, assim como no compromisso estabelecido.

Dessa forma, ele percebe que tais melhorias trarão benefícios para seu currículo e carreira de forma generalizada.

Formalizar das expectativas

Dentro das relações trabalhistas tradicionais e mais inovadoras, questões legais e éticas envolvem a análise de desempenho, seja para uma eventual promoção, seja para a justificativa de uma dispensa.

Assim, a avaliação de desempenho também formaliza as expectativas da empresa em relação ao funcionário, seu cargo e desafios propostos.

Também demonstra os esforços da gestão em clarificar as mudanças que o colaborador precisa executar para evoluir dentro da estrutura organizacional, receber melhores remunerações etc.

Em algumas situações, é possível criar um plano de melhoria da performance exclusivo para o funcionário, como se fosse um modelo de recuperação em que ele precisa se comprometer a mudar seus comportamentos para sua manutenção ou promoção.

Nesse caso, a oferta de feedbacks, mentorias e demais acompanhamentos podem ser valiosos.

Tudo isso, formalizado, garante que a empresa demonstre que houve diversas tentativas para a adequação do profissional.

Substituir o uso de rankings

Rankings ainda são muito utilizados para comparar a performance entre um funcionário e o restante do time, o que pode ser discriminatório, desmotivador e até ilegal.

Com a avaliação de desempenho, uma empresa pode fazer um comparativo histórico de cada funcionário, fazendo com que ele queira evoluir sempre dentro sua performance, e não comparada aos demais.

Justificar promoções

Com mais de um candidato para uma promoção, por exemplo, tal ferramenta de avaliação pode ser utilizada para ajudar na escolha e fazer sua justificativa, se for o caso.

Os funcionários, sejam os promovidos, sejam os preteridos, verão todo o processo com muito mais transparência e equidade nas oportunidades.

Essa ferramenta também pode ser utilizada como fonte para o desenvolvimento de planos de metas, para fundamentar calendários de Treinamento e Desenvolvimento (T&D) e campanhas para retenção de talentos.

São diversas aplicações e tudo depende, como mencionado, do objetivo a ser alcançado.

CONTEÚDOS RECOMENDADOS

👉 Cultura organizacional: o que é, tipos e como definir a sua

👉 Quais as diferenças entre cultura e clima organizacional


Quais os principais modelos?

Assim, considerando os objetivos a serem alcançados, o modelo de avaliação a ser escolhido também pode ser alterado.

Conhecer os principais modelos e suas aplicações, então, é determinante para o sucesso de sua aplicação. Vejamos!

Autofeedback

É um método de avaliação que, em sua primeira etapa, o funcionário é convidado a fazer uma reflexão sobre seu desempenho, elencar seus pontos fortes, fracos e performance dentro das expectativas e metas estabelecidas.

Em um segundo momento, o superior direto ou gestor de recursos humanos conduz uma análise sobre a avaliação realizada, estabelecendo ajustes de conduta, objetivos e ações que podem trazer melhorias gerais.

Como tem um momento de autocrítica, é um método que demonstra a visão crítica e a maturidade do profissional.

Avaliação pelo superior hierárquico

De acordo com os requisitos do cargo, os desafios estabelecidos para o ciclo e informações sobre o perfil de um colaborador, seu superior hierárquico realiza a avaliação de seu desempenho.

Como ele está diretamente ligado na rotina do profissional — e é quem recebe o fruto de seu trabalho — o líder tem uma boa visão sobre o desempenho do profissional.

Porém, é preciso lembrar que, no primeiro momento, tanto o colaborador quanto o superior não gostam de avaliarem ou serem avaliados, e esse momento de tensão pode agravar as relações do cotidiano.

Para seu sucesso, é preciso haver conscientização frequente, além do treinamento do responsável pela avaliação, garantindo assim, que a imparcialidade e sinceridade façam parte do feedback e acompanhamento oferecidos posteriormente.

Avaliação da equipe

É uma avaliação do grupo, setor ou time que pode ser utilizada paralelamente àquelas com caráter individual. Dessa maneira, os resultados e metas alcançadas pela equipe são avaliadas de acordo com os objetivos traçados para o negócio.

Uma empresa pode, por exemplo, estabelecer que seu setor de marketing reduza 10% dos orçamentos com publicidades e campanhas convencionais, e, paralelamente, aumente em 20% a presença da empresa nas redes sociais.

Para atingir esse objetivo, o gestor da área pode criar times e delegar funções para seus funcionários, com o intuito de atender a todas essas metas.

Porém, ao final do período, independentemente de quem foram os responsáveis por cada função, a avaliação será aplicada para o desempenho geral.

Isso aumenta o comprometimento com o trabalho em equipe, o fortalecimento e integração de novos funcionários.

Avaliação em 360 graus

Nessa avaliação, todos os envolvidos na cadeia produtiva são convidados a fazerem ponderações sobre o profissional, ou seja, seu superior imediato, colegas do setor, fornecedores, clientes e o próprio colaborador.

Depois, todas as informações são compiladas e transformadas em um feedback valioso e completo. Esse é um dos métodos mais conhecidos.

Avaliação por competências

É considerada uma das avaliações mais justas, pois, além dos conhecimentos técnicos e metas atingidas, também considera as habilidades e atitudes do colaborador. Esses fatores são analisados de três maneiras:

  • Conhecimento (C), em que saber fazer algo é considerado as aptidões cognitivas do funcionário;
  • Habilidade (H), que equivale ao domínio psicomotor e o domínio do saber fazer a atividade;
  • Atitude (A), que demonstra o quanto o funcionário está engajado e querendo buscar os resultados.

Para isso, o funcionário responde um questionário sobre as competências que já tem, as que acha que estão em desenvolvimento e as que ainda precisa conquistar.

Depois, orientado pelo gestor, um feedback é oferecido apontando os elementos que devem ser melhorados.

Escala gráfica

A escala gráfica é um dos métodos mais simples de ser realizado. Para ser aplicado, precisa criar um formulário em colunas.

Na primeira coluna, são colocadas as variáveis e critérios para avaliação, como pontualidade, capacidade de trabalhar em equipe e criatividade.

As colunas seguintes funcionam como respostas graduais sobre aquela característica, como: ótimo, bom, regular, ruim e péssimo.

Isso garantirá que a avaliação seja mais facilmente quantificada, porém, seu aprofundamento é limitado.

Uma combinação com outro tipo de avaliação mais subjetiva como a 360 graus pode oferecer um panorama completo do colaborador.

Metas e resultados

Como o próprio nome sugere, é uma avaliação baseada nos resultados do funcionário. Nesse caso, metas baseadas em indicadores são estipuladas no ciclo anterior, e ao final do período determinado, o desempenho é analisado em cada indicador.

Por incrível que pareça, algumas empresas ainda gerem seus negócios sem a definição de metas para funcionários ou sua operação, de forma geral.

Segundo o Panorama das Agências Digitais 2019, apenas 39,5% de suas respondentes definem metas para o negócio, sendo que, desse total, 56,3% alcançam seus objetivos.

Algumas empresas também desenvolvem suas próprias avaliações considerando os benefícios de cada um desses modelos apresentados, garantindo que todos os elementos que determinam um bom funcionário e sua respectiva performance no cargo.

Panorama das Agências Digitais 2019Powered by Rock Convert

Quais benefícios trazem para o negócio?

Com um propósito determinado e a execução bem-feita, usar um método de avaliação traz uma série de benefícios para a empresa. Veja quais são elas.

Personalização dos programas de treinamento e desenvolvimento

O desenvolvimento e treinamento dos funcionários são essenciais para que o negócio permaneça inovador e atualizado. Porém, é um custo para o negócio e precisa ser devidamente administrado.

Com os resultados das avaliações de desempenho, é possível identificar quais investimentos precisam ser realizados na equipe e empresa, de modo geral.

Em uma agência de marketing, por exemplo, além dos conhecimentos técnicos como SEO e gestão de redes sociais, é possível que a avaliação também demonstre a necessidade de explorar técnicas de negociação e resolução de conflitos, garantindo que os relacionamentos entre colegas e com os clientes sejam melhorados e tragam mais resultados.

Melhoria da gestão de pessoas

Conhecendo as motivações e capacidades de cada profissional, os gestores conseguem decidir de maneira mais estratégica — e com maiores chances de acerto — as funções e responsabilidades de cada um dos membros de sua equipe.

Assim como otimizar o treinamento, a alocação inteligente dos recursos humanos também pode garantir melhores resultados, afinal, os funcionários mais capacitados para cada projeto e função atuarão onde podem fazer diferença.

Retenção de talentos

Com programas de T&D personalizados e promoções que valorizam as habilidades e competências de cada profissional, as avaliações também podem trazer como resultados a retenção de talentos.

Isso acontecerá, pois o acompanhamento da performance, quando bem-feito, transmite ao funcionário que a empresa valoriza seus conhecimentos e vai oferecer novas oportunidades de crescimento.

Melhoria da comunicação interna

Com metas claras e o feedback que direciona o profissional em seu desenvolvimento, tal avaliação também traz melhorias para a comunicação interna, principalmente, entre gestor e colaborador.

Um dos responsáveis por essa melhoria, inclusive, é o momento do feedback sobre o desempenho avaliado, afinal, deve ser realizado de forma individual e personalizada, o que garante um contato direto entre o gestor e cada membro de seu time.

Reforço no engajamento dos colaboradores

Com metas alinhadas que envolvem seu comportamento e performance, os funcionários terão o foco determinado a seguirem, o que é motivador.

Além disso, seus pontos fortes e habilidades são valorizados, o que mostra que a empresa valoriza suas contribuições. Eles se sentem empoderados e bem quistos pela organização.

Como cada empresa adota ou personaliza um método de avaliação, e, principalmente, precisa determinar os objetivos principais para sua aplicação, é importante mencionar que os benefícios vão muito além disso.

A começar pelos efeitos do alinhamento de metas e a força motivacional de tais avaliações.

Elas afetam completamente a rotina e a forma de trabalho dos funcionários, e não por acaso, colocar os indicadores de desenvolvimento nesse processo é crucial.

Quais indicadores de performance estão relacionados a avaliação de desempenho?

Indicadores de performances são ferramentas quantitativas para avaliar os resultados de um período. Portanto, podem ser utilizados para uma análise geral da empresa, ou individualmente, de cada profissional.

Com essa versatilidade, inclusive, podem ser determinados de acordo com as necessidades de cada área do negócio.

O setor de compras, por exemplo, deve trabalhar com indicadores que reduzem os gastos e tenham maiores porcentagens de descontos.

A área de logística deve acompanhar o desempenho do tempo gasto para alguns deslocamentos, e o comercial, claro, o volume de vendas realizadas.

Além disso, outros indicadores comportamentais também podem ser avaliados nesse processo.

Indicadores de produtividade

São indicadores que relacionam o quanto o profissional está rendendo em suas atividades.

Normalmente, são calculados por sistemas que recebem o login de entrada e saída do profissional, ou seu código de acesso a cada procedimento realizado.

Assim, sua produtividade é medida de acordo com o que é produzido por hora, dia ou mês.

Indicadores de capacidade

São aqueles que medem o potencial de um profissional, setor ou ferramenta.

Empresas que usam automação de marketing, por exemplo, sabem a capacidade que a ferramenta tem.

Os indicadores podem demonstrar o quanto os profissionais responsáveis por elas estão extraindo de seu potencial.

Indicadores de qualidade

Os indicadores de qualidade são responsáveis por justificar as variações da produtividade e capacidade de um profissional. Isso pode envolver o nível de conhecimento sobre uma ferramenta.

Também podem acompanhar a qualidade de negociações fechadas, sucesso de campanhas de publicidade etc.

Indicadores estratégicos

São indicadores alinhados com os objetivos centrais do ciclo. A área comercial, por exemplo, usa campanhas para vender mais determinado produto.

O indicador estratégico poderá ser o volume de vendas daquele item, o número de vezes que ele foi ofertado, o número de devoluções, entre outros.

Indicadores comportamentais

Serão aqueles que avaliam de forma subjetiva o comportamento do funcionário, como o número de vezes que chegou atrasado, eventuais indisposições com outros colaboradores, engajamento com as atividades, contribuições de ideias e demais interações com as regras e normas da empresa.

Esses indicadores são muito explorados nos modelos de avaliação por competência e podem indicar também a possibilidade de desenvolver o colaborador como um futuro líder de um setor, por exemplo.

Para isso, é preciso determinar uma regularidade para as avaliações, quem serão as pessoas responsáveis por aplicá-la e um processo que se renove a cada ciclo.

Como aplicar em sua empresa?

Entre as etapas e processos para o sucesso das avaliações de desempenho, veja quais temos.

Definição de metas e os objetivos do programa de avaliação de desempenho

Nessa etapa são determinadas as metas para cada setor e profissional, por isso, o uso de métodos como o SMART (specific Measurable, Achievable, Relevant e Time-based) pode ajudar.

No SMART, as metas estipuladas são específicas, mensuráveis, alcançáveis, relevantes e com prazo determinado para serem batidas, o que torna seu acompanhamento mais simples e seu efeito mais engajador.

Escolha do tipo de avaliação e aplicação

Com as metas definidas, é o momento de escolher ou criar o modelo de avaliação que melhor atende as necessidades e objetivos do negócio.

Depois, é o momento de fazer as avaliações. Apesar de que é necessário destinar um tempo para o preenchimento de cada formulário, as considerações devem ser feitas sobre todo o tempo transcorrido desde a última avaliação, e não somente o dia ou última semana.

Isso garante a fidelidade aos fatos e desempenho do profissional, principalmente quando seus indicadores comportamentais estão sendo avaliados.

Feedback para cada colaborador

Depois das avaliações, é preciso oferecer aos profissionais feedbacks construtivos que demonstrem seus avanços e apontem os elementos que ainda precisam ser desenvolvidos.

Os responsáveis por transmitir a avaliação para os profissionais devem entender que o feedback deve ser engajador e demonstrar ao funcionário que ele pode melhorar seu desempenho.

Deve ser sincero, objetivo e, sempre que possível, finalizado com a valorização dos pontos fortes de cada colaborador.

Estabelecer compromissos para o próximo ciclo e demonstrar quais os meios para chegar a tais resultados também é muito importante, assim como colocar-se à disposição para ajudar no desenvolvimento.

Autoavaliação

A autoavaliação também é uma etapa muito valiosa quando proposta ao funcionário. Além da visão externa, é preciso que ele faça uma autocrítica e pondere sobre suas atitudes e ações que podem ser melhoradas.

Ele também pode ser convidado a fazer seus compromissos, estabelecer suas metas e trabalhar em conjunto com seus mentores e líderes.

Reconhecimento dos colaboradores que se destacaram

O reconhecimento é uma etapa crucial da avaliação, e é o que fortalece sua função motivacional.

Por isso, seja por meio de premiações ou promoções, os funcionários devem ter suas performances valorizadas para que sintam a importância de melhorarem de forma contínua.

Documentação dos resultados

O registro histórico das avaliações é outro recurso fundamental para enxergar a evolução do funcionário, por isso, todos os formulários, indicadores e feedbacks devem ser registrados para uma eventual comparação do processo de desenvolvimento.

Além disso, os compromissos traçados de um ciclo para outro também precisam ser registrados para que no feedback seguinte aja um confrontamento do que foi realizado.

Nesse momento, os indicadores de capacidade podem trazer importantes contribuições.

Quais erros devem ser evitados?

Além da definição do processo, alguns cuidados precisam ser tomados para evitar falhas no processo de avaliação.

Do contrário, alguns erros podem eliminar toda a funcionalidade do processo de acompanhamento do desempenho dos funcionários. Saiba quais são algumas dessas falhas.

Equipe má qualificada para realização das avaliações de desempenho

A equipe responsável pela condução do processo de avaliação precisa dominar os conhecimentos necessários para elaborá-la e fazer sua aplicação.

Isso envolve desde o conhecimento sobre os objetivos, melhores métodos, definição de metas, até o treinamento de líderes e conscientização dos colaboradores sobre como será o processo.

Isso garantirá, por exemplo, que avaliações de 360 graus ou realizadas pelo superior direto sejam eficientes.

Feedback mal aplicado

Outro ponto que merece atenção é o feedback, pois é ele o responsável por corrigir a rota da performance do colaborador, e fazer com que ele fique alinhado com as expectativas da empresa em relação ao seu desempenho.

Se essa informação não for corretamente transmitida, o funcionário poderá ficar desmotivado, seguir em uma direção contrária ao esperado ou, até mesmo, se sentir injustiçado.

Não apontar as falhas

Se um feedback muito objetivo e cirúrgico pode desmotivar o funcionário, aquele que não aponta as falhas também pode mascarar a realidade dos fatos.

Por isso, é preciso apontar as falhas do profissional, mas, ainda assim, oferecer recursos para que ele corrija.

Não registrar o histórico e a evolução profissional

Como mencionado, a evolução histórica permite acompanhar o crescimento de um profissional, e, até mesmo, garantir que o gestor tome decisões acertadas com relação a promoções e demissões.

É preciso lembrar que todas as pessoas lidam com problemas pessoais e podem ter queda de rendimento.

Uma avaliação de desempenho em um momento difícil pode ter um resultado ruim, mas, analisando o histórico de um profissional, é possível entender que se trata de um período crítico.

Essa percepção, aliás, é reconfortante para os profissionais. Além da justiça da avaliação, esse registro histórico também garante que o gestor mantenha em sua equipe os colaboradores de alta performance.

Com as avaliações e seus processos de acompanhamento, é possível buscar continuamente a melhor performance dos funcionários, bem como garantir um ambiente de desenvolvimento de carreira e aprendizado.

Além disso, esse clima e cenário organizacional de boas experiências também garante o prolongamento dos contratos de trabalho, já que os funcionários terão uma referência clara sobre suas evoluções. Ou seja, uma relação eterna e valiosa para todos, enquanto durar.

A poesia, certamente, é aplicável nessa situação, assim como a importância de lembrar que é preciso investir constantemente em maneiras de estimular e encantar os funcionários, clientes e parceiros do negócio.

Atualmente, além existem diversas soluções que podem contribuir nesse sentido.

Então, que tal receber várias ferramentas de apoio para realização da avaliação de desempenho e outras estratégias de marketing, gestão do negócio e de seus recursos humanos?

Basta fazer o download, agora mesmo, do nosso pacote de ferramentas gratuitas.

Central de ferramentas de marketing, vendas e gestãoPowered by Rock Convert
Análise SWOT para e-commerce

Análise SWOT para e-commerce: saiba como otimizar a estratégia da sua loja online

Analisar oportunidades, ameaças, fraquezas e forças com a análise SWOT do e-commerce é uma forma de sistematizar seu cenário vivido para tomadas de decisão mais acertadas. Entenda como essa ferramenta funciona.

análise SWOT para e-commerce parece ser uma estratégia indispensável quando consideramos a velocidade com que esse mercado muda e traz novos desafios para os seus gestores.

Para se ter uma ideia, em meados de 1995, o supermercado Pão de Açúcar distribuía um CD-ROM com as ofertas e imagens de seus produtos para que os interessados enviassem um email com sua lista de compra. O pagamento dessa modalidade de compra só era concluído na entrega, mas, ainda assim, era um serviço revolucionário.

Hoje em dia, robôs de inteligência artificial conduzem vendas pelas redes sociais e tecnologias de reconhecimento facial permitem que os compradores de maquiagens façam testes virtuais dos produtos para saberem seus efeitos antes da compra.

Como se diferenciar em um mercado tão dinâmico e cheio de possibilidades? Como garantir a configuração ideal desse canal para a satisfação de seu público?

Perguntas como essas podem ser respondidas, antecipadamente, pelo uso da análise das forças, fraquezas, oportunidades e ameaças da loja online. Quer saber como fazer isso? Confira nos próximos tópicos!

Como funciona a análise SWOT para e-commerce?

Muitos anos se passaram de 1995 para cá, e algumas tecnologias inovadoras que ninguém poderia imaginar quando e como surgiriam foram incorporadas às lojas online.

Essa imprevisibilidade tão característica da era da transformação digital, no entanto, não é motivo para que as empresas integrantes desse setor se acomodem e esperem os fatos acontecerem para, então, se adaptarem.

E é justamente para entender o cenário em que vivem, interna e externamente, que a análise SWOT é perfeita para a gestão do negócio online.

Definição de análise SWOT

A análise SWOT é um método de estudo estratégico com base na construção de uma matriz que auxilia o gestor a mapear as oportunidades, ameaças, fraquezas e forças de seu negócio.

Seu acrônimo SWOT (Strengths, Weaknesses, Opportunities e Threats) é traduzido para o português como FOFA (Forças, Oportunidades, Fraquezas e Ameaças).

Principais objetivos e aplicações

A análise FOFA pode ser utilizada para construir as estratégias de vendas e marketing do e-commerce, para identificar a posição do negócio no mercado em que está inserido, saber como se posicionar frente aos novos desafios que estão surgindo, entre outros objetivos.

Um e-commerce de cosméticos, por exemplo, pode identificar uma oportunidade de ampliar suas vendas com produtos orgânicos.

Para isso, considerará quais ameaças poderão surgir frente a sua estratégia, como entrar em concorrência direta com outras marcas, ter resistência dos consumidores mais fiéis, esbarrar em restrições governamentais etc.

Ao final da análise realizada, o e-commerce pode direcionar sua estratégia e a forma de lidar com cada desafio, considerando seus efeitos nos demais parâmetros, o que aumenta suas chances de sucesso. Mas como avaliar tais variáveis?

Você pode se interessar por esses outros conteúdos sobre e-commerce e gestão!
👉 Branding para e-commerce: como aumentar o reconhecimento da sua loja
👉 Gestão de Custos: como fazer e quais os erros mais comuns
👉 Quais são os principais KPIs para e-commerce para guiar seus esforços?

Os quadrantes da matriz SWOT

Para elaborar uma matriz de qualidade, é preciso entender o significado de cada quadrante e as formas de esgotar todas as informações possíveis para preenchê-los.

Strengths (Forças)

Nesse quadrante, é onde moram os diferenciais de um e-commerce. Não se trata de características temporárias, como a isenção da taxa de frete em determinada promoção, mas elementos que fazem parte de qualquer venda realizada.

A tecnologia empregada, segurança da loja online, variedade nas opções de entrega, serviços de alerta de promoção e até mesmo a forma de lidar com os clientes fazem parte das forças de um e-commerce, que o colocam em posição de destaque frente a concorrência.

É o caso e-commerce Aff The Hype, uma papelaria que se intitula grosseira. Seus produtos transmitem a falta de paciência e o comportamento antissocial de algumas pessoas de forma divertida e moderna.

Seu diferencial irreverente, que pouco se vê no mercado da papelaria, é fortalecido na descrição dos produtos na loja online e nos serviços de suporte, por exemplo.

análise SWOT para e-commerce

Weaknesses (Fraquezas)

As fraquezas dos e-commerces costumam ser similares, como a impossibilidade de o consumidor ter acesso rápido ao seu produto, seja para testá-lo antes de comprar, seja para utilizá-lo efetivamente.

Outro problema é as frequentes tentativas e ataques hackers que visam aos dados dos cartões de crédito dos clientes. A dependência de serviços de logística como os Correios ou empresas terceirizadas para a entrega do produto também pode trazer inconvenientes de atraso, extravio ou greves dos serviços.

Algumas fraquezas, porém, serão específicas de um e-commerce ou setor e também devem ser mapeadas minuciosamente nesse quadrante, pois criar soluções inteligentes e atrativas para elas pode trazer diferenciação e mais resultados para o negócio.

L´Oréal, por exemplo, resolveu apostar na tecnologia de reconhecimento facial e de pele para converter mais vendas em seu e-commerce ao desenvolver um meio para que seus consumidores pudessem testar seus produtos de forma digital e bem próxima à realidade.

análise SWOT para e-commerce

A dificuldade em testar um produto, aliás, é apontada por 44,4% dos respondentes da E-commerce Trends 2018 como motivo de não terem concluído uma compra no e-commerce.

No caso da L’Oréal, atacar essa fraqueza ajudou a recuperar esse público e sobressair diante da concorrência como uma empresa inovadora e atenta às necessidades de seus clientes.

Opportunities (Oportunidades)

Criar um e-commerce, seja de uma loja, seja um empreendimento pessoal, é, por si só, a identificação de uma oportunidade de negócio.

Isso porque, ao começar esse empreendimento, seus gestores mostram que perceberam que determinado público estava propenso a comprar digitalmente para usufruir da comodidade e preço daquele tipo de produto, por exemplo.

Mas outras oportunidades podem ser mapeadas no ambiente externo quando a análise SWOT é realizada. estudo do mercado, comportamento do consumidor e até mesmo dos processos atuais permite que novas possibilidades de melhoria sejam desenvolvidas.

É o caso, por exemplo, de oferecer modalidades diferentes de pagamento para os clientes, além do cartão de crédito parcelado. Algumas soluções oferecem o parcelamento via boleto bancário. Assim, o e-commerce recebe o valor integral da venda, mas o cliente pode parcelar a compra sem a necessidade de ter conta bancária ou cartão de crédito.

Isso garante que a loja virtual atraia um público até então inexplorado, que pode gerar boas oportunidades e volume de negócio.

Threats (Ameaças)

Saber quais são as ameaças do ambiente externo que podem abalar o desempenho de um negócio é determinante para que ações preventivas sejam tomadas para mitigar os efeitos ou até mesmo fugir deles.

Isso inclui leis que estejam em votação e possam mudar o processo da venda online, entrada de concorrentes fortes no mercado digital, dificuldades do fornecedor e, como já comentado, greve das transportadoras.

Mapear os imbróglios que podem vir a ocorrer permite que o negócio se prepare para lidar com eles.

É importante lembrar que a análise SWOT é uma fotografia da realidade vivida naquele momento, e que deve ser refeita sempre que necessário, como no lançamento de um novo produto, expansão da cobertura de vendas e demais ações tomadas para o crescimento do negócio.

Ebook Experiência de Compra OnlinePowered by Rock Convert

Quais os benefícios da análise SWOT para e-commerce?

Os exemplos citados em referência aos quadrantes da SWOT demonstram que dominar cada um deles pode trazer excelentes insights para novas estratégias do negócio. Mas também podemos citar outros benefícios, como os que listamos abaixo.

Panorama real da situação do e-commerce

Como dito, a análise SWOT é um retrato fiel do momento do e-commerce e permite que o gestor consiga tomar decisões baseadas naquilo que está sendo vivido e se preparar para os desafios que estão no radar.

É muito comum que lojas online surjam informalmente como uma empreitada pessoal e, atendendo a uma demanda carente, acabem ganhando expressão momentaneamente.

Em alguns casos, porém, o gestor continua sua administração de maneira informal, sem atentar para a necessidade de legalizar o negócio e profissionalizar as suas ações, e, aos poucos, vê suas vendas caírem de maneira assustadora.

Segundo a E-commerce Trends 201859,8% dos gestores de e-commerce estão insatisfeitos ou muito insatisfeitos com as vendas de suas lojas virtuais.

Ao realizar a análise SWOT, eles conseguem entender sua posição no mercado, como devem se adequar e o que precisa ser feito para potencializar as vendas na internet.

Compreensão do ambiente interno e externo do negócio

O ambiente externo é aquele em que as oportunidades e ameaças são identificadas, como a possibilidade de explorar um novo mercado ou uma nova lei que limita o transporte dos produtos comercializados, por exemplo.

Como é possível concluir, o gestor não tem como interferir no ambiente externo, mas, é claro, precisa saber como se posicionar nele para proteger seu negócio e aproveitar as oportunidades que estejam surgindo.

Já as fraquezas e forças de um e-commerce estão dentro de seu ambiente interno e podem ser matéria para as ações administrativas de seu gestor.

Ao realizar a SWOT, o gestor do e-commerce tem a total compreensão dos ambientes e seus elementos de influência no sucesso do negócio.

Entendimento das variáveis que podem influenciar investimentos

Com a análise SWOT realizada, qualquer tomada de decisão do gestor pode ser trabalhada de forma mais segura, afinal de contas, ele tem uma visão geral dos fatores de influência de seu negócio.

Sabendo que uma de suas fraquezas é a logística de envio, por exemplo, o gestor de um e-commerce pode organizar seus processos internos antes de investir na ampliação de seu mercado para o exterior.

Sem a visão clara de qual é o seu gargalo, ele poderia comprometer seu capital ao aumentar o estoque, não direcionar investimentos adequados para ações de marketing digital, e, posteriormente, ver sua reputação cair vertiginosamente nas redes sociais e sites de reclamações.

Como aplicá-la em lojas online?

Não é complicado aplicar a análise SWOT para seu e-commerce. Alguns passos e boas práticas ajudarão no correto mapeamento das oportunidades, ameaças, forças e fraquezas.

Crie uma matriz SWOT

Seja no papel, seja no computador, desenhar e separar os quadrantes da matriz em ambiente interno e externo é um excelente recurso visual para que todos os elementos sejam devidamente citados.

análise SWOT para e-commerce

Usar tópicos objetivos, inclusive, garante que a SWOT será concluída. É preciso entender seu papel de resumir o panorama atual do negócio, assim como ferramenta para as estratégias futuras. O aprofundamento de cada tópico será trabalhado posteriormente no estudo de quais ações tomar.

Liste as forças e fraquezas do e-commerce

Os fatores internos, forças e fraquezas, são mais facilmente identificados pelo gestor por estarem presentes na rotina do negócio. Falta de equipe para vender mais, informalidade, problemas no fluxo de caixa, atraso de fornecedores, entre outros, por exemplo, são dores facilmente mapeáveis, assim como deve ocorrer com os diferenciais.

Mapeie as oportunidades e ameaças do mercado

As oportunidades e ameaças do mercado dependem de um acompanhamento regular do que a concorrência, entidades governamentais, e, claro, os clientes, estão demandando.

Esse deve ser um hábito a ser incorporado na rotina do gestor. No momento de realizar a análise SWOT, no entanto, fazer pesquisas em fontes confiáveis, estatísticas e regulamentações do setor é essencial.

Avalie os concorrentes diretos

Os concorrentes fazem parte das ameaças da matriz de um e-commerce, mas, considerando uma estratégia especificamente para combatê-los, é possível fazer uma análise SWOT da posição deles para saber quais diferenciais atacar.

Assim, ao mapear as forças e fraquezas do concorrente, o gestor pode investir em soluções que sobressaiam às do restante do mercado.

Considere a situação atual e as metas que estão no radar do negócio

Tenha em mente que a análise SWOT é um retrato do momento atual, mas, considerando que precisa ter as oportunidades e ameaças mapeadas, pode dar diretriz para as metas do e-commerce e como ele deverá estar preparado para o futuro.

Determine as estratégias a serem tomadas

Considerando as metas e a matriz FOFA realizada, o gestor do e-commerce pode determinar em um plano de ação quais as estratégias serão tomadas na sequência.

A análise SWOT para e-commerce pode ser considerada um sumário ou pontapé inicial para o estudo estratégico de como o negócio está em seu mercado e quais os melhores caminhos para seu progresso.

De fato, ele sistematiza o panorama da loja virtual dentro do cenário que ela vive, e isso deixa muito mais claro quais ações devem ser tomadas com prioridade para tornar o negócio mais lucrativo e eficiente.

Depois, é só trabalhar o marketing para impulsionar ainda mais suas vendas. Quer saber como fazer isso? Então, aprenda agora como elaborar uma estratégia completa de SEO para o seu e-commerce e atinja o topo do Google!

Empreendedorismo Digital

Empreendedorismo digital: entenda o que é e como criar um negócio digital

O empreendedorismo digital é um modelo de negócios que tem a sua base comercial no ambiente online. Saiba mais sobre como ter o seu próprio negócio digital neste conteúdo!

Muitos planos para se aventurar no empreendedorismo digital surgem no final de um dia estressante de trabalho. Aquela certeza de que, se fosse o dono de um negócio tudo seria diferente sempre paira no ar e faz com que os sonhos tomem conta dos pensamentos.

O conceito digital também faz com que os candidatos ao empreendedorismo acreditem que a modalidade é muito mais simples de gerenciar, precisando de pouco esforço e investimento, afinal de contas, está tudo online.

Sem dúvidas, as possibilidades de fazer um negócio online são tentadoras e podem trazer resultados substanciais, mas também exigem dedicação e estudos, a começar por entender o mercado, qual tipo de produto ou serviço está mais alinhado com seu perfil, as ferramentas necessárias para sua gestão e quais estratégias comerciais aplicar.

Para ajudar nesse entendimento e plano para concretizar esse sonho, preparamos um material completo, com conceitos, dicas e as melhores oportunidades de empreender digitalmente. Quer descobrir qual delas é mais compatível com você? Confira neste post agora mesmo.

O que é empreendedorismo digital?

É fácil concluir que empreendedorismo digital trata-se de um modelo de negócio, seja para venda de produtos, seja para serviços, que tenha sua base comercial no ambiente online.

A grande questão é, que, com tantas tecnologias que podem ser aplicadas nesse meio, a gama de possibilidades para construir um empreendimento online é farta.

Um e-commerce é um empreendimento online, assim como um profissional que vende seus cursos ou de terceiros por meio das redes sociais também é.

Então, a partir do momento em que se inicia uma comercialização a partir do ambiente online, o empreendedorismo digital é colocado em prática.

Quais são as suas vantagens?

Existem algumas vantagens que investir no ambiente digital para abrir seu próprio negócio, entre elas, podemos apontar as seguintes.

Comportamento de consumo atual

Na pesquisa E-commerce trends 2018, 98% de seus respondentes se declararam consumidores de lojas virtuais, quase uma unanimidade de potenciais compradores, não é mesmo?

A pesquisa sobre o uso das Tecnologias de Informação e Comunicação realizada pela CETIC em 2017 também revelou que o Brasil tem 126,3 milhões de usuários da Internet. Desses, 78% fazem uso das redes sociais para se relacionarem com amigos e empresas.

Ou seja, o comportamento de consumo atual está voltado para as relações pela Internet. Se bem planejado, um negócio online tem bastante mercado e aceitação para promover suas vendas.

Vendas ininterruptas e flexibilidade de horários para seu dono

Vendas pela Internet podem ser realizadas 24 horas por dia, por toda a semana. Ou seja, um empreendimento online não necessariamente precisa da presença e atuação de seu dono para as compras acontecerem.

Obviamente, se tratar de produtos físicos, o processo de envio e faturamento precisará ser realizado por alguém ou funcionário, mas, de forma geral, os trâmites que convertem a venda podem acontecer a qualquer momento.

Essa dinâmica, inclusive, permite que o dono do negócio atue paralelamente com outros empreendimentos ou trabalho. Um contador, por exemplo, pode ter um e-commerce de produtos de pesca, afinal de contas, pode gerenciar seu tempo de dedicação para cada uma de suas fontes de renda.

Tem baixo custo de investimento

A maioria dos negócios online não precisam de grandes investimentos iniciais, estrutura física ou quadro de funcionários grande. É possível, inclusive, começar um e-commerce com pouco ou nenhum estoque de produtos.

Alguns empresas consolidadas no mercado físico e online permitem que pessoas se cadastrem para vender seus produtos. Nesse caso, ela se encarrega por toda a logística de entrega quando as compras são realizadas. É o caso da Polishop, por exemplo.

Empreendedorismo digital 1

Toda sua estratégia reforça que não é preciso fazer investimentos iniciais para vender seus produtos, apenas engajar suas redes de contato e fazer com que eles comprem os produtos da loja por meio de um link do vendedor. Até os preços praticados são os mesmos se comprados diretamente.

Não tem barreiras geográficas

Seja nesse lance de revendedor, seja em um negócio com marca própria, as vendas podem ser realizadas para qualquer interessado, e não apenas aqueles que iriam em uma loja física comprar.

É possível fechar um contrato com transportadoras específicas ou usar os serviços de frete dos Correios para o caso dos produtos físicos, inclusive repassando a escolha de qual serviço de logística usar para o cliente.

Os infoprodutos são ainda mais simples. Como são consumidos online ou por meios digitais, nem mesmo esse custo precisa ser calculado à parte, basta apenas liberar o acesso ao conteúdo vendido.

E-commerce Trends

Em quais negócios digitais apostar?

Para escolher com qual tipo de produto ou serviço online trabalhar, é importante entender as características de cada um deles, o esforço para comercializá-los e, claro, a identificação que o empreendedor tem com essa modalidade.

Entre os mais conhecidos, podemos citar aqueles que oferecem oportunidades reais de ganho.

Infoprodutos

Os infoprodutos são itens consumidos de forma online. Podem ser e-books, cursos, vídeoaulas, programas de computador, consultorias etc.

Para negóciá-los o empreendedor pode ser o gerador do conteúdo ou apenas um vendedor afiliado. Pode usar uma plataforma pessoal, ou, uma que intermedie sua venda por uma comissão sobre a venda. Para ficar mais simples o entendimento, veja alguns exemplos abaixo.

Hotmart

O Hotmart é uma plataforma de Ensino à Distância (EAD) que oferece as duas oportunidades de comercialização de infoprodutos.

A primeira é quando um indivíduo tem um conhecimento que deseja comercializar. Nesse caso, ele cria um conteúdo em formato digital como e-books, planilhas ou videoaulas, e insere na plataforma para a venda.

Empreendedorismo digital 2

Ele também precisa determinar o valor do infoproduto, divulgar para seu público interessado e determinar quanto pagaria para os afiliados da plataforma fazerem sua revenda, o que aumentaria o número de ofertas do seu trabalho.

Os afiliados são aqueles indivíduos cadastrados na Hotmart que desejam comercializar os infoprodutos da plataforma e ganhar comissões sobre suas vendas.

Empreendedorismo digital 3

A Hotmart tem uma variedade incrível de temas e infoprodutos, e, portanto, potencializa as oportunidades de vendas para os afiliados. É possível ofertar cursos de culinária, técnicas de estudo, séries de exercícios físicos etc.

Outro detalhe importante é que o afiliado não precisa ter um site para ofertar os produtos, pode usar suas redes sociais e até grupos do WhatsApp, pois, assim como a Polishop, também terá um link que valida a venda realizada a partir de sua indicação.

Gestores de blogs podem fazer uma seleção de infoprodutos que estejam alinhados com o seu mote, e, então, colocar links em seus posts e áreas de anúncios. Uma consultora de moda pode criar um grupo de WhatsApp e oferecer e-books sobre colorimetria, que explica quais as cores mais combinam com o tom de pele de suas clientes.

VOO EM V Consultoria online

A VOOEMV é uma empresa que oferece sessões online de consultoria, mentoria e coach.

Seus clientes podem escolher qual dessas modalidades é a mais adequada para sua demanda. Então, realizam uma consultoria inicial gratuita por videoconferência, garantindo assim, que seja realizado um plano de esforço personalizado. Depois, um cronograma é apresentado para o interessado, que escolhe o plano de pagamento e inicia suas sessões.

Entre as vantagens desse tipo de serviço online está a versatilidade oferecida ao cliente, que pode fazer os acompanhamentos de onde estiver, seja em casa, no escritório ou até mesmo viajando, bastando apenas uma conexão a internet.

Alura

A Alura é uma escola de cursos online especializada em conteúdos voltados para a tecnologia.

Em ambiente 100% EAD, seus alunos podem escolher cursos específicos ou contratar pacotes por um período para ter acesso a todos os cursos.

Outro segmento que a Alura explora é a venda de seus pacotes de cursos para empresas, que podem repassar aos seus funcionários como parte do programa de capacitação regular.

Também entram na categoria de infoprodutos as e-magazines, que têm o formato de uma revista e são enviados digitalmente aos seus assinantes, podcasts e assinaturas de sites de notícias.

E-commerces

Loja virtual e comércio eletrônico são outros dois termos usados como sinônimo de e-commerce, mas, para os especialistas, existe uma diferença para o primeiro.

A loja virtual funcionaria como uma vitrine e canal de vendas, mas, e-commerce e comércio eletrônico são mais abrangentes e envolvem todo o processo administrativo para tal, da concepção e formalização do negócio até suas vendas propriamente.

Ou seja, é possível ter um e-commerce sem, necessariamente, ter uma loja virtual, basta usar outras plataformas, como as redes sociais, por exemplo. Facebook e Instagram têm ferramentas para venda que ótimas funcionalidades.

Quando falamos de e-commerces, os maiores representantes são os mais lembrados, como americanas.com e submarino.com.

Mas, para compreender como eles podem ser implantados do zero e por empreendedores de menor porte, outros exemplos podem ser úteis.

El cabriton

A marca tem uma loja física de camisas estilosas e alguns acessórios, mas seu conceito de e-commerce é bem mais factível para empreendedores que querem começar a se aventurar no comércio digital.

Enjoei

Outro e-commerce que vale à pena ser estudado é o Enjoei, que é uma plataforma de e-commerce de produtos usados. Roupas, acessórios, eletrônicos e até móveis podem ser negociados por lá.

Empreendedorismo digital 4

Ele oferece várias formas de negociação, inclusive. Um empreendedor pode ter uma loja interna na plataforma e fazer a venda de seus produtos usados. Também pode negociar para que vendedores profissionais do e-commerce realizem as negociações, pagando um valor por esse serviço, obviamente.

Dessa maneira, os compradores do e-commerce podem tanto comprar diretamente do vendedor, como do e-commerce em si. Para quem quer ter a experiência da venda online para saber se conseguiria gerenciar as compras de seus clientes, esse pode ser um ambiente seguro, afinal de contas, ele oferece ao comprador e vendedor facilidades como parcelamento no cartão de crédito, por exemplo.

SaaS

Softwares as a Service (SaaS) são aplicativos e ferramentas que podem ser acessados na nuvem. Assim, sua comercialização garante que o cliente possa utilizar o serviço por um período determinado.

São assinaturas de uso, e oferecem serviços tecnológicos, como armazenamento de dados. É o caso do Dropbox, ou serviços de gestão de restaurantes, por exemplo.

Glossário de Marketing Digital para E-commerce

Como se tornar um empreendedor digital?

Uma vez que a escolha de qual nicho seguir é realizada, algumas dúvidas podem surgir, como a necessidade de ter um registro no Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica (CNPJ).

Por isso, o ideal é realizar um plano de ação baseado em etapas para que o negócio possa sair dos sonhos e ser colocado em funcionamento.

Escolha seu modelo de negócio

Diante de todas essas possibilidades, o primeiro passo é escolher aquele modelo de negócio compatível com o perfil e necessidades do empreendedor digital.

Se ele já tem um negócio próprio, pode criar uma loja virtual para ampliar seus canais de venda, ou, se for um especialista, oferecer infoprodutos e consultorias. Não existe a obrigatoriedade de manter apenas uma linha de trabalho, mas é importante lembrar que negócios mais enxutos no início podem ser mais fáceis de serem gerenciados.

Pesquise sobre sua formalização

Depois da escolha, é importante analisar quais são os requisitos técnicos e legais para sua efetivação. Nesse momento, a dúvida sobre a formalização da pessoa jurídica pode surgir.

Plataformas para venda de cursos online, programas de afiliados e até as soluções transacionais de cartão de crédito que seriam incluídas em um eventual e-commerce nem sempre exigem o CNPJ para sua utilização. Negócios online como lojinhas no site Enjoei, por exemplo, são concebidas para serem gerenciadas por pessoas físicas.

No caso de negócios mais robustos e alinhados com um público maior, não ter o CNPJ pode fazer com que o empreendedor deixe de fazer vendas importantes, não passe credibilidade para o cliente e ainda tenha uma receita em seu CPF que poderá gerar alíquotas maiores no Imposto de Renda ou contestações da Receita Federal.

Para tal, é possível adequar o negócio no formato oferecido aos Microempreendedores Individuais (MEIs) ou avaliar qual o melhor regime tributário junto com um contador.

Outro ponto do aspecto legal é saber se o serviço pode ser ofertado de maneira online, se é preciso ser registrado em alguma entidade de classe etc.

Planeje suas ações de vendas

Existem diversas plataformas para lojas virtuais, bem como soluções para aceite de cartão de crédito.

Todas essas questões estratégicas ligadas ao processo de vendas devem ser estudadas antecipadamente para que não comprometam o faturamento do negócio.

Atenção para taxas cobradas pelas operadoras de cartão de crédito no caso dos e-commerces e a definição da comissão de vendas para afiliados que ofereçam seus infoprodutos também são ações fundamentais. Isso definirá a política de preços praticada.

Se a escolha for tornar-se um afiliado, é preciso escolher os infoprodutos mais adequados para o público-alvo que deseja atingir, quais serão os canais de divulgação e outros pontos de sua estratégia.

Faça benchmarking

Outro cuidado que precisa ser tomado é a análise da concorrência, avaliando quais são seus diferenciais, produtos que estão sendo oferecidos e outros.

Crie um domínio online

Se a ideia é criar um e-commerce, é preciso escolher um domínio que comunique a mensagem do negócio.

O próprio domínio do e-commerce Enjoei é um exemplo claro de sucesso. Como vendem produtos usados, sugerir que os vendedores “enjoaram” deles faz sentido, além, é claro, de ter um nome sugestivo.

Promova seus produtos ou serviços

Por fim, é preciso criar meios para promoção dos serviços e produtos. Como o meio digital é o mercado escolhido, usar as redes sociais, promover anúncios e divulgar entre parceiros e conhecidos é fundamental.

Quais os melhores livros sobre o tema?

Para inspirar, dar algumas dicas e servir de case de sucesso, alguns livros sobre o empreendedorismo digital podem ser valiosos.

Trabalhe quatro horas por semana

Esse livro tem como subtítulo “Fuja da rotina, Viva onde quiser e Fique rico”, o que parece tentador. Escrito por Timothy Ferriss, seus conceitos falam sobre a valorização do tempo, de como fazer cada hora de trabalho render mais e melhor.

Entre seus tópicos estão a gestão do tempo, priorizar as coisas mais importantes, automatizar o trabalho e muito mais. Para o empreendedorismo digital, tais lições são inestimáveis.

Trabalhe quatro horas por semana

Negócios Digitais

Outro livro aclamado pelos empreendedores digitais e campeão de vendas. Alan Pakes organizou 17 cases de sucesso nos negócios digitais, fazendo uma avaliação de quais foram as estratégias utilizadas por cada um deles.

Indicado para novos empreendedores que querem entender esse universo, tem um raciocínio lógico e detalhado dos primeiros passos que precisam ser dados na direção do sucesso.

Negócios Digitais

Os 8 P’s do marketing digital

Escrito por Conrado Adolpho, esse livro com foco no marketing digital oferece também uma série de insight sobre a concepção dos negócios no mercado online.

Os 8 P's do marketing digital

A loja de tudo, Jeff Bezos e a era da Amazon

Escrito por Brad Stone, conta a história do dono do maior e-commerce já conhecido: Amazon. São várias lições sobre inovação, coragem com um toque da visão de seus familiares e colaboradores mais próximos.

Leitura obrigatória para quem trabalha ou deseja trabalhar com negócios digitais.

A loja de tudo

Vai fundo!

Gary Vaynerchuk aborda o tema do empreendedorismo alinhado com motivação. Porém, seus capítulos também oferece o conteúdo de forma didática.

Vai fundo!

Obrigado pelo marketing

Vitor Peçanha oferece uma lição de Marketing de Conteúdo que pode ser aplicada em todas as esferas de um negócio, seja ele online ou físico.

Porém, como foi dito nesse post, o ambiente online é rico e oferece oportunidades tanto para criar negócios online, como também para promovê-los, e não tem nada melhor do que o inbound marketing para otimizar suas abordagens.

Obrigado pelo marketing

O empreendedorismo digital é um movimento que atende tanto os consumidores, que preferem fazer suas aquisições pela Internet em vez das lojas físicas, quanto para os empreendedores, que enxergam nesse nicho a possibilidade de ter ganhos extras ou trabalharem as sonhadas 4 horas por semana.

Mas, para chegar nesse patamar, é claro, precisa de muito esforço para prosperar mesmo com uma estrutura enxuta, estudo para tomar as decisões corretas, além de saber quais ferramentas e estratégias são mais eficientes como é o caso do Marketing de Conteúdo.

Quer entender porque ele é tão estratégico para seu negócio? Entenda de uma vez por todas o que é o Marketing de Conteúdo e o que ele pode fazer para otimizar sua entrada no empreendedorismo digital.