Ana Júlia Ramos

Redatora freelancer da Rock Content


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Como Fortnite saiu da esfera dos games e se transformou em um sucesso de marketing

Conheça mais sobre o jogo Fortnite e entenda como ele saiu do universo gamer em direção ao mundo da publicidade e do marketing, se transformando em um sucesso não apenas nas vendas, mas também em viralização.

Se você é fã de games ou cultura geek provavelmente já ouviu falar — mesmo que não se lembre agora — do nome Fortnite.

Até mesmo quem não se interessa tanto pelo assunto pode ter entrado em contato com o jogo sem ao menos saber: figuras conhecidas no universo do esporte, como o jogador da seleção de futebol da França, Antoine Griezmann, e o lutador de UFC, José Aldo, comemoraram suas vitórias fazendo referência ao jogo.

Antoine Griezmann comemora com dança do Fortnite

O game, que atingiu a marca de 1 bilhão de dólares em faturamento em apenas dez meses, se transformou em um completo case de sucesso no marketing. Sim, é isso mesmo que você está lendo!

Quer descobrir como o “fenômeno Fortnite” aconteceu? Então acompanhe nosso post!

Como o jogo funciona?

Antes de compreender as estratégias de marketing que fizeram parte da história do jogo, entenda o que é o game e como ele funciona.

Fortnite é um jogo eletrônico que foi lançado no ano de 2011 pela empresa Epic Games. No entanto, a versão que viralizou e conquistou fãs ao redor do mundo foi lançada há pouco tempo, em setembro de 2017!

Para você ter um pouco da noção do sucesso do jogo, a Epic divulgou que, em junho de 2018 (apenas 9 meses depois do lançamento), já haviam 125 milhões de usuários registrados.

O número é muito bom e representa um forte teor de viralização, o que reforça a capacidade do jogo em atingir uma grande quantidade de pessoas em um curto período de tempo.

O principal objetivo do Fortnite é vencer os adversários em combates. As partidas podem acontecer em modo “solo”, em dupla ou em equipes de até quatro jogadores. Para se dar ainda melhor nos confrontos, o personagem pode explorar o cenário do jogo e conquistar recursos, buscar itens específicos e construir edificações, por exemplo.

É importante estar sempre atento ao mapa, fundamental para aproximar os jogadores em momentos oportunos para os combates.

A dinâmica do Fortnite, que faz parte do modo Battle Royale, é popular entre games e consiste basicamente em três pilares: sobreviver (e ser o “último homem de pé”, ou seja, o vencedor), explorar o ambiente e coletar recursos e equipamentos. Ou seja: ganha quem ficar por último!

Fortnite: como funciona

Uma característica muito legal de jogos do gênero é que eles estimulam o jogador a sair ao máximo da sua zona de conforto. Isso é feito a partir da redução das “zonas seguras”.

Quando alguém permanece muito nestes espaços, onde não existe confronto e os jogadores acabam por se esconder, existe a possibilidade de ser forçado a sair das zonas ou até mesmo ser eliminado do jogo.

Como o jogo se transformou em um case de marketing?

Após entender como o jogo funciona, você provavelmente ainda está se perguntando sobre a tal viralização.

Afinal, mesmo que se trate de um jogo legal, com gráficos interessantes e de boa jogabilidade, ainda é de se espantar o fato de que o Fortnite ganhou proporções tão grandes em um período de tempo tão pequeno.

Vamos, então, “começar do começo”: no mês de março de 2018, Tyler Blevins, um famoso gamer norte-americano, promoveu a transmissão de uma partida de Fortnite na Internet. Até aí, uma prática comum no universo gamer.

A cereja do bolo estava em seus adversários: os rappers Drake e Travis Scott. Aquela partida bateu recordes em audiência de espectadores, chegando a um número de 635 mil pessoas (o recorde anterior era de 338 mil).

Desde então, a popularidade do game aumentou consideravelmente. Outro evento responsável por reforçar sua popularidade foi a Copa do Mundo de Futebol, em junho do mesmo ano.

Uma série de jogadores, na típica prática de comemorar gols fazendo alguma referência (muitas vezes desconhecida, mas que rapidamente viralizam após ter o significado compreendido pelo público geral), mencionaram o Fortnite ao fazer símbolos referentes ao game.

Além do fato do jogo ter conquistado figuras com visibilidade mundial, existiram também estratégias de lançamento e veiculação do jogo muito bem pensadas.

Uma delas — talvez a principal — foi a funcionalidade multiplataforma: por um bom tempo, jogos exclusivamente para computador conseguiram se sustentar de forma excelente. Agora, na era dos dispositivos móveis, é preciso pensar em estratégias que transformem os games em recursos “sempre na palma da mão”.

O Fortnite permite que partidas sejam iniciadas no computador, por exemplo, sendo posteriormente transferidas para algum dispositivo móvel ou console. Ou seja: é ainda mais difícil parar de jogar!

O que podemos aprender com o sucesso do Fortnite?

Uma transmissão ao vivo e uma série de jogadores mencionando o Fortnite. A semelhança encontrada entre os dois casos tem nome, e é chamada de marketing de influência.

O marketing de influência é baseado em estratégias que envolvem produtores de conteúdo com grande influência sobre seus respectivos públicos. São os antigos “blogueiros” que, nos primórdios da Internet, já mantinham blogs e começaram a chamar a atenção de marcas.

Naquela época, já era possível perceber o grande alcance de pessoas que dividiam suas vidas e experiências (sejam elas profissionais ou pessoais) na Internet. O público que as assistia era muito fiel e, literalmente, comprava as ideias expostas pelo pessoal na web.

A partir daí, marcas viram uma oportunidade promissora de lucrar ao investir neste tipo de estratégia de marketing, que foge daquelas campanhas publicitárias tradicionais e muitas vezes distantes ou óbvias demais. Comprar algo depois de ver uma propaganda entre o jornal e a novela é uma prática que ficou no passado.

Hoje em dia o que vale é a sensação de confiança e espontaneidade na Internet. Ninguém quer mais ser atraído por anúncios abusivos ou falsos. Os blogs deram lugar aos perfis nas redes sociais — como o Instagram, principalmente — e os blogueiros se transformaram em Digital Influencers.

Infográfico sobre Influenciadores Digitais

O mercado, que poucos anos atrás era embrionário, está atingindo números na casa dos bilhões: um estudo de uma agência norte-americana prevê que até 2020 empresas gastarão um valor que transita entre 5 e 10 bilhões de dólares com influenciadores!

Onde queremos chegar com isso tudo? É simples: os influenciadores foram grandes responsáveis pelo sucesso de marketing do Fortnite.

Já citamos outros atributos importantes para que o jogo se tornasse popular, porém, aqueles números estrondosos provavelmente não teriam sido alcançados em um espaço de tempo tão curto se a viralização não tivesse partido de figuras notáveis e com caráter influenciador.

Se inspirar em comportamentos de famosos sempre foi uma característica comum na sociedade, e o fenômeno não foi iniciado com os blogueiros ou influenciadores digitais.

O SAC da Globo, que ocasionalmente divulgava nomes dos produtos/acessórios mais populares nas novelas, é um exemplo. Naquela época, o telespectador via um esmalte, peça de roupa ou qualquer outro objeto de valor que o inspirava de alguma forma. Depois, ligava para a emissora com o objetivo de saber nome, marca, preço e todo o resto que fosse possível. O que mudou? A acessibilidade e rapidez nas quais as informações são divulgadas.

Em questão de minutos já era possível saber que a comemoração do jogador da seleção francesa fazia referência ao Fortnite. E, poucos minutos depois, o jogo já estava sendo iniciado, afinal muita gente quer saber “qual é o jogo que o Drake joga em seu tempo livre”.

Tamanho sucesso e viralização podem nos ensinar muito sobre o poder do marketing de influência, e como empresas que ainda não o exploram podem estar perdendo muito com isso.

Atualmente, existem formas muito baratas e com grande poder de eficiência ao trabalhar com influenciadores. Não é preciso investir milhares de reais na estratégia, e empresas menores podem se aventurar de forma relativamente segura no ramo para, dessa forma, descobrirem se a prática é de fato rentável.

Bônus: sabia que até a Netflix considera o Fortnite como uma ameaça?

Por essa você não esperava! A Netflix apontou o Fortnite como um dos seus grandes concorrentes. Sim, isso mesmo!

Um relatório divulgado pelo serviço de streaming deixou a entender que suas principais preocupações não são com concorrentes diretos como a HBO, Hulu ou Amazon Prime, mas sim com um jogo online.

O motivo disso seria o tempo de tela do usuário. Especialistas apontam a ideia de que, além de sair da Netflix para jogar Fortnite, existe um outro problema em questão.

Os interessados em games (que são um número gigante e almejado pelo gigante do streaming) estão deixando de ver filmes e séries para assistirem materiais feitos por produtores de conteúdo relacionados ao jogo. Lembra do que falamos sobre influenciadores? Pois é!

O que podemos aprender com tudo isso é que, além de qualidades técnicas, qualquer produto — seja ele um jogo, seja objeto de valor ou fruto do entretenimento — só vai sobreviver com louvor quando existe uma boa estratégia de marketing desenvolvida.

Não sabemos até onde o Fortnite trabalha com influenciadores e como isso é feito, porém, espontaneamente ou não, investir nessas figuras é um grande acerto.

Com o case de sucesso do game, você deve estar pensando nessa nova tendência de marketing. E, por falar em tendências, veja quais são as promessas para o ano de 2019!

Social Media Trends 2018

análise SWOT na sua pesquisa de palavras-chave

Saiba como aplicar a análise SWOT na sua pesquisa de palavras-chave

A análise SWOT é uma das principais metodologias aplicadas aos estudos da Administração. Seu forte potencial já foi mais do que comprovado em diversas áreas de atuação de um negócio, mas já pensou na possibilidade de usá-la em uma estratégia de marketing digital, durante a pesquisa de palavras-chave?

Já ouviu falar na análise SWOT? Ela é muito aplicada na área administrativa, principalmente, no que diz respeito a processos de tomada de decisão. Além disso, a inteligência de mercado e educação sobre o próprio negócio também são focos dessa metodologia.

O que muita gente não sabe é que ela também pode ser a aliada perfeita na hora de desenvolver uma estratégia de Marketing de Conteúdo.

Sim, é possível empregar a análise SWOT para pesquisa de palavra-chaveQuer saber como isso é possível?

Nos próximos tópicos, vamos compartilhar tudo que você precisa saber para tomar decisões ainda mais certeiras e aumentar as chances de rankear com excelência nos mecanismos de busca!

Para que serve a análise SWOT?

análise SWOT na pesquisa de palavra-chave

SWOT é uma sigla que significa Strengths (Forças), Weaknesses (Fraquezas), Opportunities (Oportunidades) e Threats (Ameaças). No português, podemos chamá-la de matriz F.O.F.A.

Além de auxiliar na tomada de decisões, a matriz também pode ajudar a aplicar melhorias em processos já existentes. Seus principais benefícios são:

  • maior embasamento e segurança na tomada de decisões;
  • desenvolvimento de um perfil altamente propositivo dentro da empresa;
  • aumento na percepção sobre o próprio negócio;
  • possibilidade de se antecipar em relação a possíveis problemas e crises;
  • aumento considerável na inteligência de mercado.

A partir dos pilares que compõem a matriz, o empreendedor se vê frente a uma série de levantamentos importantes e embasados. A partir deles, pode listar os prós, contras e outras reflexões fundamentais para seguir adiante com a decisão ou perceber que não era hora de mudar.

Por exemplo: uma loja de roupas famosa em uma região específica da cidade está indo muito bem e gostaria de expandir sua atuação para o e-commerce.

Existem várias formas de pensar em tomar ou não a decisão, desde as mais simples até outras extremamente complexas. A análise SWOT, no caso, entra de maneira prática e muito intuitiva, já que aborda temas facilmente aplicados no dia a dia de qualquer pessoa. A seguir, vamos explicar os desdobramentos práticos de cada um dos pilares que compõem a matriz.

Como aplicá-la na prática?

Volte ao exemplo citado anteriormente, no qual um empreendedor quer investir no universo do e-commerce. Para embasar a decisão, a análise SWOT exige que 4 pontos sejam analisados.

Strengths (Forças) e Weaknesses (Fraquezas)

Quais são suas forças e fraquezas? É possível que, atualmente, as vendas estejam arrasando na loja física — que é muito conhecida na região — e os meses de lucro se tornaram rotina. Essa é uma força considerável a se pensar, afinal, já que tudo corre tão bem, a possibilidade de expandir para o online só teria a agregar!

Porém, ao mesmo tempo, o investimento para começar um negócio online do zero seria muito alto e, até então, nunca foi prioridade, além do baixo conhecimento dos donos em e-commerce.

Ou seja: a possível falta de caixa unida à necessidade de capacitação é uma fraqueza atual a se pensar. É importante destacar que, neste primeiro momento, você estará atento apenas ao que diz respeito à realidade interna do negócio. Não se compare ou se embase em fatores externos.

Opportunities (Oportunidades) e Threats (Ameaças)

Agora, é hora de expandir a visão e pensar no mercado como um todo. Como anda o e-commerce no setor de vestuário? Uma oportunidade pode ser a falta de lojas com a variedade e qualidade do negócio em questão, ou, por exemplo, os preços acessíveis.

Ao mesmo tempo, é preciso reconhecer que o mercado de roupas online está saturado. Essa seria uma possível ameaça.

A ideia, então, é ponderar todas as questões apresentadas aqui. Para que a análise SWOT seja realizada com eficácia, valorize as forças e oportunidades, e pense em como as fraquezas e ameaças podem ser superadas. Se a conta fechar direitinho, pronto! Sua decisão foi tomada positivamente.

Como é feita a pesquisa de palavras-chave?

Agora que você compreendeu o necessário a respeito da análise SWOT, vamos falar um pouquinho sobre pesquisa de palavras-chave.

Esse é o processo de escolha de termos que resumem e definem muito bem um blog ou conteúdo em questão. É uma espécie de “aposta” em palavras específicas que, quando bem trabalhadas em uma estratégia de SEO, podem trazer resultados relevantes para as pesquisas feitas por pessoas ao redor de todo o mundo.

Por isso é tão importante encontrar oportunidade nas palavras-chave corretas: quanto mais certeira for a escolha, maiores se tornam as chances de o seu conteúdo ser encontrado. Visualize-as como a porta de entrada para todo o universo online de uma marca.

O aumento de buscas por usuários impulsiona o tráfego orgânico de um blog e, de acordo com o volume, o rankeamento nos mecanismos de busca tende a melhorar exponencialmente.

Para realizar a pesquisa, inicialmente, defina o tema das palavras-chave. Por exemplo: vamos imaginar que você tenha uma empresa de arquitetura. Neste momento, seu foco será a decoração de ambientes externos.

Depois de definir o tema, existem inúmeras ferramentas que farão a análise e curadoria das palavras-chave sobre o assunto específico que citamos acima. Além de selecionar as melhores opções, as plataformas permitem verificar qual o volume de buscas de cada um dos termos.

Assim, compreendemos corretamente qual é a demanda por aquele conteúdo, e a forma exata como as pesquisas são feitas.

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👉 4 Ps do marketing: entenda o conceito do Mix de Marketing
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Como aplicar a análise SWOT na pesquisa de palavras-chave?

Para compreender melhor a aplicação da análise SWOT nesse contexto específico, pense que a pesquisa de palavras-chave é um processo de decisão, assim como a possibilidade de abrir novas filiais, contratar novos funcionários ou explorar o mundo do e-commerce.

Afinal, ao selecionar as palavras-chave ideais, tomamos decisões cruciais no que diz respeito a uma estratégia de marketing de conteúdo. Ousamos dizer que é ela uma das mais importantes! Agora, vamos mostrar como utilizar a metodologia na prática.

Strengths (forças)

Já que começamos naturalmente pelas forças, analise o próprio negócio. Para exemplificar, vamos seguir com o exemplo do site de decoração.

Recapitulando: você tem um pequeno negócio no ramo da arquitetura que realiza a vendas de objetos decorativos e mantém um blog que fala sobre decoração como um todo. O domínio é tendenciasdecorativas.com, e o tema principal do mês será “decoração de áreas externas”.

O primeiro passo, então, é entrar nas ferramentas e responder às perguntas feitas por elas. Geralmente, é preciso preencher campos como os seguintes:

  • segmentação do blog;
  • domínio;
  • qual é o produto oferecido;
  • categoria do produto;
  • filtros de palavras-chave, ou seja, algumas ideias de termos que você imagina que possam ser úteis.

Depois disso, o sistema cruza os dados e entrega uma longa lista cheia de palavras-chave. Nem todas, porém, são necessariamente boas! Lembra do que falamos sobre analisar o tráfego, por exemplo?

Por isso, para definir as “forças do blog”, selecione as palavras-chave que se encontram no topo. Imaginando que o site retornou 100 delas, é possível escolher metade para colocar na lista de Strengths.

Weaknesses (fraquezas)

Agora, é o momento de fazer o contrário e selecionar as “piores” palavras-chave. É importante que o processo também tenha uma interferência pessoal sua: se encontrar palavras-chave irrelevantes ou que não se relacionam em absolutamente nada com o que você vende, por exemplo, corte-as da sua lista.

Opportunities (oportunidades)

Beleza, a primeira parte está feita! Você já tem uma noção de quais palavras-chave são uma boa aposta e se relacionam bem com o seu blog, além daquelas que podem ser dispensáveis.

Chegou o momento de pensar na concorrência. Muitas vezes, é possível encontrar uma palavra-chave com potencial, ou seja, com um bom volume de buscas, mas com pouca competitividade.

Isso pode acontecer, por exemplo, por falta de conhecimento e investimento em boas estratégias por parte dos blogs concorrentes. É seu trabalho encontrar oportunidades, justamente, nesses “espaços em branco”.

Dessa forma, além de se posicionar e trabalhar bem com as palavras-chave mais populares e com alta concorrência (muito provavelmente, várias delas estarão na lista de Forças), seu blog garantirá um domínio muitas vezes único em relação àquelas que podem não estar no topo da lista, mas que têm excelente potencial.

Threats (ameaças)

Lembra das palavras-chave mais populares na lista das Forças? Muitas delas podem se tratar de ameaças em potencial! Por exemplo: é muito provável que a palavra-chave “decoração” ou “decoração de ambientes” apareça em uma das primeiras posições da primeira lista.

Elas, no entanto, são extremamente abrangentes, ou seja, podem falar sobre uma série de nichos de mercado diferentes, além de terem uma concorrência grande demais — não valendo a pena, na maioria dos casos, o investimento.

Ao seguir com a análise SWOT para pesquisa de palavra-chave, você perceberá um cruzamento de dados muito interessante. Ele é natural e acontecerá em toda e qualquer aplicação da metodologia em um negócio: o que importa, no final das contas, é aplicar cada um deles na balança e medir qual das categorias pesa mais.

Se for uma grande ameaça, esqueça aquela palavra-chave específica. Se, no entanto, a oportunidade vale a pena a ponto de correr o risco de ser ameaçado por outros blogs, vá fundo!

O necessário, acima de tudo, é ter os dois conceitos na ponta da língua. Para isso, confira o nosso material completo sobre palavras-chave!

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5 tendências para fintechs em 2019

5 tendências para fintechs em 2019

Fintech é sinônimo de inovação e tecnologia. As empresas que se enquadram no ramo vivenciaram um processo de “explosão” extremamente positivo nos últimos dois anos, mas, em 2019, a promessa é de um crescimento ainda maior. Quer saber quais são as principais tendências em relação às fintechs? Fique atento ao post de hoje!

Você já ouviu falar na palavra fintech?

Se ela ainda parece um pouco estranha, em um primeiro momento, pense nos famosos “bancos virtuais” que vêm ganhando popularidade nos últimos 2 anos.

Associou o significado agora?

Engana-se, porém, quem acha que empresas do ramo são apenas as que oferecem soluções de uma conta bancária online, por exemplo.

As fintechs estão crescendo de forma exorbitante e, no ano de 2019, a expectativa é que brilhem ainda mais!

Pensando nisso, selecionamos as principais tendências para esse modelo de negócio. De inteligência artificial a empréstimos coletivos, você vai adorar conhecer mais sobre um negócio que chegou para descomplicar a vida de todo mundo.

O que é uma fintech?

O termo fintech vem da união de duas palavras em inglês, financial (financeiro) e technology (tecnologia), que resumem muito o que vamos falar em todo o post.

Fintechs são, basicamente, empresas que trabalham com serviços financeiros totalmente baseados em tecnologia.

Elas foram fundamentais para redesenhar todo um mercado: não dá para pensar em bancos e agentes financeiros sem se lembrar de burocracia e taxas abusivas.

A ideia das fintechs é reduzir ao máximo toda a atmosfera morosa que por tanto tempo fez parte da vida de qualquer cidadão que tenha criado uma conta em um banco.

Por isso, é muito comum ver fintechs que oferecem serviços similares ao de bancos tradicionais, porém quase que sem custos, além de um suporte online excelente.

A prática elimina uma outra ação que por muito tempo dava dor de cabeça só de imaginar: ir ao banco e ficar horas na fila para pagar uma conta ou conversar com o gerente em caso de transtornos.

As fintechs podem ser de diversos ramos e não trabalham apenas com a oferta de cartão de crédito:

  • fintechs de pagamento, como o Nubank, que oferece o serviço de cartão de crédito e pagamento sem cobrar taxas mensais. Empresas do ramo podem também oferecer maquininhas de cartão, por exemplo;
  • fintechs de crédito, que emprestam dinheiro com juros menos abusivos do que é visto no mercado tradicional;
  • fintechs de crowdfunding ou, popularmente, as “vaquinhas online”. As plataformas são responsáveis pela organização e gestão de levantamento de capital, tudo isso de maneira prática, didática e barata;
  • fintechs de criptomoedas, como aquelas que facilitam as transações de bitcoins, por exemplo. Elas ajudam muito a tornar o processo mais acessível e compreensível por parte do usuário;
  • fintechs de investimento, como a Toro, que transformam outro processo que, por muito tempo, parecia ser super complexo e distante de maior parte da população. Este tipo de empresa é responsável por apresentar soluções mais práticas na hora de investir.

5 principais tendências para fintechs em 2019

Agora que você sabe — ou refrescou a memória — sobre o que é este tipo de negócio, é hora de conhecer as principais tendências para fintechs deste ano. A grande maioria já está a todo vapor!

1. Inteligência artificial

A inteligência artificial chegou com tudo no mercado das fintechs, e está presente na maioria dos serviços oferecidos pelas empresas.

Por exemplo: ao solicitar a abertura de uma conta, não é uma pessoa que avalia pedido por pedido.

Existe um cruzamento de dados, realizado com base em inteligência artificial, capaz de calcular o perfil do possível cliente.

O cruzamento analisa o histórico do CPF, além de informações do Serasa e SPC. Há quem diga também que até o comportamento online de uma pessoa é estudado na hora de conceder ou não o crédito.

Se o resultado prever que ele é um “bom pagador”, ele estará aprovado. Caso contrário, será necessário esperar um pouco e tentar novamente depois.

A automatização dos processos a partir da inteligência artificial é excelente para melhorar os serviços oferecidos ao cliente que, muito possivelmente, já passou pelo menos um momento de estresse com bancos convencionais.

Além de promover uma agilidade e objetividade maior nos processos, existe um outro fator muito positivo: redução de custos.

Sim, é preciso investir uma boa quantidade de dinheiro em tecnologia, além do processo não ser nada fácil.

Porém, quando comparamos os gastos, as fintechs economizam muito, principalmente em mão de obra.

Grande parte da economia, então, impacta diretamente o bolso do cliente, que não lida com aquelas taxas abusivas mês a mês.

2. Crédito

Já adiantamos um pouquinho das fintechs de crédito por aqui, mas, a previsão é que elas cresçam de verdade agora em 2019.

Um dos principais objetivos deste tipo de empresa é facilitar a concessão de empréstimos, que podem ocorrer de duas formas principais: o empréstimo online e empréstimo coletivo.

Na primeira modalidade, que é bem autoexplicativa, todos (ou pelo menos a maioria) dos processos são realizados online.

As taxas costumam ser muito menores, já que o processo online e automatizado gera uma redução significável de custos com mão de obra.

Já o empréstimo coletivo funciona basicamente da seguinte maneira: várias pessoas oferecem quantias específicas de dinheiro para uma pessoa.

Se eu preciso de 100.000 reais, por exemplo, vou captar esta quantia de pessoas que ofereceram, cada uma, valores específicos.

3. Blockchain

É muito difícil falar sobre as empresas de tecnologia sem citar, pelo menos uma vez, o boom das criptomoedas — como o Bitcoin.

O blockchain é um tipo de banco de dados que armazena todas as transações (sim, todas!) realizadas com o Bitcoin.

Elas ficam disponíveis para toda e qualquer pessoa que queira vê-las: assim, é possível observar transações realizadas entre uma pessoa do Alaska e outra do México, por exemplo.

No entanto, maiores detalhes são protegidos, já que a confidencialidade é um dos pilares das moedas virtuais. A única coisa que sabemos é que a transação ocorreu e foi feita entre duas localizações específicas no globo.

Todas as informações das transações ficam armazenadas em uma série de servidores, em forma de registro coletivo.

O investimento no mercado das criptomoedas permite que o sistema de blockchain se transforme em algo cada vez mais seguro. Algumas das suas principais vantagens são:

  • redução de custos;
  • praticidade;
  • inexistência de vínculos com instituições governamentais;
  • transparência.

A transparência é um aspecto muito importante e cada vez mais cobrado por cidadãos, principalmente em relação à grandes empresas e governos.

Com o uso da cadeia blockchain, é possível ter total noção de transações importantes e que, por muito tempo, se mantiveram escondidas e passíveis de ações duvidosas por parte de gigantes da economia.

Ao falar sobre a expansão do blockchain e sua importância para o mercado das fintechs, você não pode deixar de ler sobre a recente ação da C&A.

Eles adotaram o método para promover maior transparência no mundo da moda, evitando o financiamento de negócios que investem em trabalho escravo, por exemplo, por parte de grifes.

4. Pagamentos

Você muito provavelmente não tem boas recordações sobre aquele tempo em que era preciso se dirigir até o banco ou agências lotéricas para pagar as contas.

Além do deslocamento ser, por sua natureza, pouco prático, as filas, demora no atendimento e o ruim horário de funcionamento dos bancos transformava o processo em algo “doloroso” para o cidadão.

Uma das vantagens muito boas, que agrega o pacote de benefícios das fintechs, é a possibilidade de realizar pagamentos e transferências online com agilidade e eficiência.

Outro ponto muito importante diz respeito àsà transferências bancárias. Atualmente, taxas de TED chegam à casa dos 20,00.

Pagar um valor tão alto sempre que for feita uma transação já é uma atitude que gera aversão por parte do cliente.

A solução de empresas como o Nubank, para permitir transferências sem custos, é a geração de boletos bancários.

Quem tem uma conta pode gerar uma certa quantidade de boletos bancários que, por sua vez, são enviados para quem fará o pagamento, sem qualquer custo adicional.

Os pagamentos, por sua vez, podem ser feitos no celular, ou seja, o ciclo fecha direitinho de forma automatizada, cheia de tecnologia e praticidade.

5. Open Banking

Já falamos um pouquinho sobre o Open Banking em praticamente todos os tópicos deste post.

A solução, que só cresce no Brasil e no mundo, promete conquistar o coração de todo mundo que já cansou de dar dinheiro demais para o banco em meio a muita burocracia.

Vamos pensar, inicialmente, no modelo tradicional de bancos: além de todas as questões que já foram colocadas por aqui, existe o fato de que o próprio banco é “dono” de todos os processos.

Ou seja: precisa investir e aplicar tempo e recursos em todo e qualquer serviço oferecido por ele.

No caso do Open Banking, a vantagem entra na possibilidade de outras empresas desenvolverem aplicativos úteis para a instituição financeiras.

Esta espécie de “terceirização” é fundamental para reduzir custos e melhorar processos, já que o banco pode concentrar em tópicos críticos que o impedem de performar melhor.

Um banco pode contratar uma empresa para desenvolver um sistema de controle e gestão de gastos, por exemplo, agregando valor e adicionando mais um serviço interessante para o cliente.

Além disso, o banco adquire informações preciosíssimas sobre o usuário como hábitos de compra, rendimento mensal e perfil de investimento, por exemplo.

O Open Banking promove uma espécie de comunidade entre fintechs, empresas de tecnologia como um todo e desenvolvedores, além de outras companhias de setores financeiros.

Dentre todas as tendências apresentadas por aqui, a lição que fica é que, atualmente, menos burocracia, redução de custos e investimento ainda mais pesado em tecnologia são os pilares do mercado.

Seja para investir, seja para conhecer mais sobre ou se engajar em alguma fintech, tenha certeza que seu potencial de crescimento em 2019 será ainda mais surpreendente do que os anos anteriores, ou seja, vale ficar de olho nelas!

Se você gostou deste post e deseja continuar aprendendo sobre as tecnologias do momento, temos um conteúdo imperdível sobre chatbots, suas aplicações e grande potencial para os próximos anos. Não perca!

Product Placement

Product placement: o que é e como usar

O Product Placement é uma estratégia baseada na introdução natural de marcas, e seus produtos, em conteúdos de entretenimento, como: filmes, séries, jogos, revistas e muito mais, divulgando-os ao mesmo tempo que gera um vínculo de confiança com o seu público.

Já ouviu falar no termo “product placement”? Se a resposta for não, posso reformular a minha pergunta: já aconteceu de, no meio de uma série ou filme, você identificar um produto específico em cena e pensar “nossa, aquilo ali é um iPhone mesmo?” — ou qualquer outra marca real?

A estratégia de investir em publicidade de forma suave não é nova, mas vem ganhando ainda mais popularidade à medida que os anúncios tradicionais perderam força e já não geram tanto engajamento como no passado.

Convido você a descobrir tudo sobre o universo do product placement e entender de uma vez por todas por que a estratégia pode ser tão eficiente!

Como a relação do público com os comerciais evoluiu ao longo dos anos?

Antes de conceituar a palavra, vamos refletir um pouco sobre comerciais, seus anos de glória e aqueles não tão mais gloriosos assim.

Nos anos dourados da televisão, se reunir com a família para assistir a algum programa era praticamente um evento. Mesmo com o rádio e a mídia impressa, nada chegava nem perto da possibilidade de consumir informação com os próprios olhos, de forma dinâmica e atrativa.

Vamos avançar um pouquinho no tempo. Em meados dos anos 2000, pouco antes da internet e suas tecnologias adjacentes (como as plataformas de streaming) sofrerem todo o processo de explosão vividos nos últimos anos, a melhor forma de assistir a uma série ou filme era analisar o catálogo da TV a cabo e sentar na sala logo antes do programa começar.

No meio disso tudo, existiam as propagandas. Fugir delas era tarefa praticamente impossível e, entre um bloco e outro, mesmo que você “zapeasse” entre os canais, provavelmente, daria de cara com diversos anúncios de produtos ou serviços.

Tolerância cada vez menor à publicidade tradicional

O tempo passou, a forma de consumir informação mudou e, aos poucos, o poder da propaganda na televisão perdeu força.

Unido ao desenvolvimento de smartphones e outras tecnologias de transformação digital, o acesso à internet contribuiu para um comportamento cada vez mais inquieto em relação às propagandas: nasceu ali um espírito de “tolerância zero”. Começou a propaganda? É só ligar o celular e usar o Facebook entre um comercial e outro.

Em outros casos, que se tornaram muito frequentes, a solução era perfeita: assinar uma plataforma de streaming ou recorrer até mesmo a métodos não ortodoxos de assistir séries online. O comportamento de consumo da audiência se modificou, e, com ele, a forma de veicular propaganda também.

As empresas precisaram investir com maior frequência em outras formas de anunciar seus produtos na TV ou no cinema, e a estratégia de product placement veio como a opção perfeita.

Vamos, finalmente, ao conceito propriamente dito. Ele é muito simples e, garanto que, quando você ler a definição, vai lembrar de uma série de exemplos.

O que é product placement?

Product placement nada mais é do que a estratégia de anunciar produtos de forma natural e praticamente “fantasma” no meio de uma cena em um filme, série ou qualquer produção audiovisual.

Na estratégia, o ator age de forma natural com o produto, o qual não deve ser vendido de forma direta: ele faz parte daquela cena, assim como todos os elementos que a compõem.

É muito interessante reparar nessa ação já que, em geral, as produções não optam (ou não podem) citar o nome de marcas: um exemplo que ganhou destaque nos anos 2000 foi o “Pera Pad”, da série teen iCarly, que fazia referência aos aparelhos da Apple.

Também é possível identificar o product placement de forma direta, quando um apresentador fala sobre o produto, porém, de forma espontânea e relacionada com o script da cena.

Nada parecido com a Aracy da Top Therm ou a galera da TekPix. Esse, inclusive, é um ponto de atenção: merchandising e product placement são duas coisas diferentes.

merchandising consiste em qualquer ação realizada diretamente no ponto de venda para divulgar um produto em questão e melhorar sua visibilidade. Ou seja: a ideia é expor o produto de forma clara e direta, exatamente como é feito nos famosos programas vespertinos brasileiros.

No caso do product placement, a ideia é entrar de forma sutil em um contexto já existente de produções audiovisuais.

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A estratégia de product placement é recente?

Não mesmo! O primeiro caso registrado de product placement aconteceu em um filme do ano de 1919, chamado de “The Garage”, em que a fachada de um posto de gasolina real aparece em uma das cenas.

A estratégia avançou e foi muito utilizada, mesmo na época em que as propagandas faziam muito sucesso e se vendiam muito bem.

Outro exemplo muito marcante é o do filme E.T., de 1980. Na época, a marca de chocolates Hershey’s pagou milhares de dólares para aparecer em cena.

O universo da publicidade, dos anúncios em excesso e da divulgação “suave” de produtos foi até mesmo pauta para um filme muito famoso: “O Show de Truman”, com Jim Carey, faz uma crítica à estratégia, à medida que insere mais de 60 marcas em cena.

Existem vários exemplos atuais de product placement que podem ser muito bem estudados:

  • a cerveja Estrella Galicia, na série “La Casa de Papel”, da Netflix;
  • o brinquedo Senhor Cabeça de Batatas, dos filmes “Toy Story”, da Pixar;
  • a marca de panqueca Eggo, queridinha da personagem Eleven, da série “Stranger Things”;
  • a rede de lojas de donuts Dunkin’ Donuts, na série “Orange Is The New Black”.

Por qual motivo ele é tão usado?

Conforme adiantamos no início do post, a forma de consumir conteúdo mudou muito com o passar do tempo — e, consequentemente, comprar produtos também.

É só pensar, novamente, nos serviços de streaming como um todo: aqueles que não oferecem anúncios deixam as empresas “sufocadas” e em busca de qualquer maneira de surfar na onda do sucesso das plataformas.

Afinal, entretenimento combinado a milhões de espectadores em todo o mundo é a fórmula perfeita para a propaganda.

O product placement é interessante por alguns motivos, mas destaco dois deles. O primeiro é, justamente, em razão do comportamento de compra do espectador: já não se compra mais uma cerveja por causa daquela propaganda que passa entre o jornal e a novela.

O segundo está totalmente relacionado com o primeiro: já que as pessoas não compram mais a partir das propagandas tradicionais, associar marcas com personagens do entretenimento é a estratégia perfeita.

A identificação do público com pessoas, personagens e contextos

Estamos vivendo em uma era de influenciadores digitais e celebridades que despertam desejos em pessoas ao redor de todo o mundo, fenômeno bastante impulsionado por canais como o YouTube e redes sociais em geral.

Quando pensamos em um personagem, série de TV ou filme muito querido pelo público, é inevitável dizer que existe sim identificação e desejo de se parecer, de alguma forma, com aquela pessoa. Quer forma melhor de fazer isso do que sabendo exatamente quais marcas ela “usa”?

A naturalidade do product placement também é vista de forma subjetiva. Uma pesquisa realizada pelo Channel 4, grande emissora britânica, afirmou que a associação de marcas a programas específicos é poderosa e gera identificação por parte do consumidor.

Por exemplo: se uma família extremamente feliz e amável de um programa de TV consome com frequência uma marca de leite, inserido a partir da estratégia em várias cenas, existe uma troca de valores. O espectador passará a associar os sentimentos de felicidade com a marca de forma praticamente natural e imperceptível!

Toda a estratégia de product placement é muito interessante e pode render horas de conversa — que ficam ainda mais legais e recheadas de curiosidades quando existe um cinéfilo ou viciado em séries de TV na mesa. Acredite: provavelmente, você vai descobrir inúmeras inserções novas e pensar “caramba, como eu não me lembrava disso?”.

Se você gostou deste post e quer se aprofundar ainda mais a respeito das mudanças da publicidade, não perca nosso conteúdo sobre Publicidade Nativa x Marketing de Conteúdo!

Como montar um feed no Instagram que passe a identidade visual de sua empresa

Como montar um feed no Instagram que passe a identidade visual de sua empresa

A identidade visual é como o cartão de visitas da sua empresa. Ela é responsável por trazer a lembrança de sua marca à mente do consumidor. Veja algumas dicas de como montar um feed no Instagram que remeta a identidade visual do seu negócio.

Hoje em dia, estar presente em uma rede social já não basta mais, principalmente em meio a toda a concorrência presente no universo das plataformas online: estamos falando de bilhões de usuários e páginas.

Por isso, é fundamental buscar por formas de se destacar.

O investimento no desdobramento online de aspectos visuais de uma empresa é uma das melhores formas de atrair seguidores e convertê-los em clientes.

Quando uma boa estratégia é desenvolvida, benefícios como reconhecimento de marca são apenas o início!

Para ajudar você a se destacar e estar pronto para arrasar nas redes sociais, daremos dicas de feed no Instagram. Você vai aprender a criar conteúdo autêntico, que faça sentido e, mais do que isso, que gere encantamento por parte do leitor!

A importância de uma boa identidade visual

A identidade visual é o cartão de visitas da sua empresa.

Pense que, antes de saber qual produto você vende, quanto eles custam ou onde eles podem ser encontrados, o cliente muito possivelmente vai entrar em contato primeiro com a sua logomarca, algum anúncio ou material de divulgação — desde outdoors até mesmo a fachada do seu negócio.

Nas redes sociais, a preocupação com a identidade visual também deve ser o foco. Não é legal abrir o perfil de uma marca no Instagram, por exemplo, e se deparar com uma bagunça completa.

A sensação de desleixo ou falta de domínio em relação à uma tecnologia que faz parte da nossa vida diária pode ser muito negativa para uma marca, levando inclusive potenciais clientes a nem ao menos tomarem a primeira ação de seguir a página.

Pense na identidade visual como a “personalidade” da sua empresa. Cada ser humano tem seus gostos pessoais, gosta de cortar o cabelo de forma específica e se veste seguindo uma linha de raciocínio que faz sentido para si mesmo, por exemplo.

Este conjunto de aspectos visuais faz com que ela seja interessante — ou não — aos olhos dos outros e, mais do que isso, faz com que ela seja vista.

No caso de uma marca, deve acontecer exatamente da mesma forma: se você gostaria de ser lembrado e atrair pessoas que se sentiram identificadas com o que você tem a dizer, está mais do que na hora de investir em uma boa estratégia de identidade visual.

Como montar o feed perfeito

A fórmula do “feed perfeito” não é muito complexa e nem ao menos impossível de ser alcançada.

Cada marca tem suas próprias particularidades, que devem ser sempre respeitadas, mas é de grande importância seguir algumas recomendações para que além de ficar harmônico visualmente, o perfil conte alguma história.

Afinal, não adianta nada ser bonito por fora, mas não entregar conteúdo algum.

Defina a paleta de cores

O primeiro passo é definir a paleta de cores e, a melhor forma de fazer isso, é analisando quais são as cores da identidade visual da sua empresa.

Afinal, ela representa muito do que a sua marca é e como ela quer ser vista pelo público.

Sabendo disso, não faria sentido algum investir em outras cores e provocar uma divergência na identidade visual.

Lembre-se que uma paleta de cores bem definida e usada com frequência cria reconhecimento de marca espontâneo.

Um ótimo exemplo é a forma na qual o Nubank vem trabalhando com sua principal cor, o roxo, nas redes sociais.

Além da presença da paleta no cartão, na logomarca e em todo o material de divulgação da empresa, suas redes sociais inserem a cor roxa de forma muito natural e bem trabalhada.

Dessa forma, o público cria um sentimento de associação ao ver o roxo por aí, seja na cidade, em roupas, objetos ou qualquer outro momento do dia a dia.

Coca-Cola, McDonalds e o Facebook são outras marcas que trabalham com as cores muito bem.

A ideia não é forçar a barra e criar posts monocromáticos: o segredo está na inserção das cores estrategicamente.

Pense que a paleta pode estar presente pelo menos em um ponto de destaque da imagem, mesmo que este destaque seja feito de forma tímida em algum detalhe.

O importante é que, ao bater o olho nas postagens, seja possível reconhecer traços da identidade visual de forma fácil e automatizada, mesmo que com o uso de outros recursos que não sejam as cores.

Capriche na curadoria

O conteúdo visual demanda algumas pré-definições importantes. Depois de pensar na paleta de cores, é hora de definir as prioridades em relação às imagens.

Vão haver pessoas? Elas aparecerão de forma direta, ou o foco será em recortes de mãos e partes do corpo específicas? Caso contrário, serão apenas fotos de produto?

A partir das definições, será muito mais fácil realizar a curadoria das imagens e estabelecer um padrão.

Ele nada mais é do que mais um elemento da identidade visual da sua marca, que não pode ser deixado de lado.

Se a escolha for de utilizar pessoas, não se esqueça de caprichar na humanização. Retrate a maior quantidade de perfis diferentes, sempre respeitando as definições de público-alvo da sua marca.

Quanto maior for a diversidade de pessoas retratadas nas imagens, maior é a possibilidade de identificação por parte do leitor.

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Selecione recursos gráficos e um filtro padrão

Além das cores, é igualmente importante pensar nos efeitos de edição das imagens. Caso esta seleção não seja feita, o feed ficará bagunçado e desconectado.

Pense em cada imagem como peça de um quebra-cabeças. Elas devem conversar entre si, e isto também é feito a partir da definição de um filtro e recursos gráficos.

Aplicativos como o Lightroom, da Adobe, disponibilizam ótimos recursos de edição de fotos gratuitamente e na palma da mão.

Nele, você pode definir padrões de exposição, luz, saturação e cor, por exemplo, e aplicar em todas as fotos que quiser.

Além do filtro da imagem, caso a identidade visual conte com recursos gráficos como vetores, símbolos e interferências em geral, é fundamental que eles conversem entre si.

É recomendável realizar um novo processo de decisão de padrões, da mesma forma que fazemos com as imagens, desta vez em relação aos grafismos.

Lembre-se, também, que exageros não são legais: preze por naturalidade e lembre-se do “menos é mais”.

Feeds cheios de informação dão uma atmosfera pesada e bagunçada para o perfil da marca, o que não é nada agradável aos olhos e pode afastar possíveis seguidores.

Fique atento em relação ao tamanho das imagens

Até alguns anos atrás, era possível postar apenas imagens no formato quadrado, chamado de “square”.

Isso mudou recentemente, quando a rede social permitiu a publicação de fotos na horizontal e vertical.

Por mais que o recurso seja ótimo e dê mais liberdade na hora de selecionar a imagem perfeita — já que muitas vezes recortá-la em quadrado retirava aspectos importantes dela — tenha atenção.

Como o feed do Instagram reúne as imagens no formato quadrado, o ajuste será feito de forma automática pela rede social.

Quando o fato não é pensado com antecedência, o resultado pode ser não tão bonito assim, com as imagens cortadas em áreas que deveriam estar expostas dentro da área quadrada.

Por isso, na hora de editar a imagem, mantenha os principais elementos na região central, evitando os extremos nas laterais e pontas superior e inferior.

O cuidado é ainda maior quando existem elementos gráficos que, quando cortados, também não ficam legais.

Perfis para se inspirar

Depois de aprender a parte conceitual, é hora de visualizar tudo o que falamos na prática. Veja alguns perfis que aplicam sua identidade visual muito bem no Instagram!

Nubank

O Nubank (que foi citado) reforça muito o que falamos sobre investir nas paletas de cores corretas. Na grande maioria das imagens encontramos pelo menos um elemento em roxo.

Instagram Nubank

Além de fotos do próprio cartão, eles também investem em uma gama diversificada de conteúdo: algumas das principais temáticas são imagens do escritório e do time de colaboradores e fotos do dia a dia com o roxo em evidência.

Uma outra editoria que se tornou parte do conteúdo visual da marca foi a do compartilhamento de fotos dos usuários com o cartão roxo — algo que poderia ser perigoso, já que imagens de outras pessoas podem vir sem a devida qualidade e aspectos técnicos.

A estratégia do Nubank é a de editar e aplicar o próprio filtro em todas as fotos e criar um aspecto unificado nelas, mesmo que tenham sido tiradas por pessoas diferentes.

AirBnb

O AirBnb é um bom exemplo de que é possível ter uma identidade visual no Instagram bem definida sem, necessariamente, aplicar as cores da marca — no caso deles, o rosa.

Instagram Airbnb

Já que o foco não está em inserir elementos da paleta de cores nas imagens, é preciso dar peso para algum outro aspecto: a estratégia encontrada pela empresa foi investir em imagens maravilhosas de imóveis ao redor de todo o mundo.

Eles também trabalham com o compartilhamento das fotos de usuários e o fazem com excelência.

Não tem problema não usar as cores da marca desde que, de alguma forma, sua essência seja reforçada nas imagens.

No caso do AirBnb, que trabalha com o aluguel de residências ao redor do mundo, o conceito foi integralmente adaptado no feed, ou seja, a identificação acontece da mesma forma que pode acontecer com o Nubank — mesmo que demore um pouquinho mais.

Do Bem

A marca de bebidas Do Bem tem um conceito que reforça uma vida descomplicada e mais simples, e ele é aplicado na identidade visual de forma muito legal.

Instagram Do Bem

Isto é feito a partir da produção de conteúdo que, quase que em 100%, é feita de forma minimalista e bem “moderninha”, o que casa com todo o discurso reforçado por eles.

A sensação ao ver as imagens é que elas não passaram por um processo super complexo de produção e, mesmo assim, saíram maravilhosamente agradáveis aos olhos. O fundo “chapado” também cria uma união visual bem característica.

Outro ponto interessante é que, no caso da marca, as cores usadas não ficaram restritas à paleta principal presente na logo: em cada post em que existe um produto específico, a escolha do tom de cores harmoniza com a embalagem em questão.

Todas as dicas de feed para o Instagram apresentadas neste texto só vão ser efetivas de verdade caso a estratégia de identidade visual seja feita de forma genuína e conte uma história.

Inspirações são sempre bem-vindas, mas, não foque em repetir o que já vem sendo feito: lembre-se, mais uma vez, que estamos falando da personalidade da sua empresa.

E, ao falar de personalidade, o autêntico é sempre melhor!

Por isso, vale analisar o que cabe para o seu negócio e o que não faria sentido. Lembre-se sempre das premissas e dados em relação ao seu mercado de atuação e público-alvo, por exemplo.

Tenha em mente o fato de que conversas e relações genuínas podem ser desenvolvidas por uma marca nas redes sociais quando existe verdade e muita história contada por meio de conteúdo.

Se você gostou deste post e acredita que está mais preparado para montar o feed perfeito no perfil da sua empresa, não perca as melhores formas de ganhar seguidores no Instagram!

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Por que começar a usar Twitter Ads hoje?

Twitter Ads: por que você deve começar a usar essa ferramenta hoje mesmo

O Twitter, criado no ano de 2006, logo se tornou uma das redes sociais mais importantes e acessadas do mundo. O fato fez com que empresas de todo o globo começassem a investir pesado em ferramentas de anúncio e alcance de audiência.

A prática pode ser realizada a partir do Twitter Ads, recurso que permite conquistar os mais diversos usuários na rede e transformá-los em targets promissores para a marca.

Se você ainda não conhece o suficiente sobre ele (ou até conhece, mas ainda não usa), saiba que está perdendo tempo. O motivo? Você vai descobrir no post de hoje!

O que é o Twitter Ads?

Basicamente, o Twitter Ads é uma ferramenta que permite que marcas divulguem, trabalhem e alcancem audiência a partir de conteúdos pagos.

Assim como o Facebook, o Instagram e as principais redes sociais do momento — que começaram a investir em anúncio e na presença de empresas nas plataformas — o Twitter não ficou para trás.

Todavia, ao contrário das redes sociais citadas anteriormente, o Twitter Ads não está entre os recursos de anúncio mais populares. Isso se deve, principalmente, ao número de usuários inferior ao do Instagram e Facebook, assim como limitações da plataforma (o número de caracteres, por exemplo).

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Não se desanime! Por mais que ele não seja necessariamente a primeira opção das marcas, nós garantimos que é uma possibilidade extremamente promissora e rentável.

Vamos explicar as principais vantagens no decorrer deste post, mas, já adiantamos que o Twitter Ads é uma ferramenta barata, personalizada e com foco pesado em resultados: quer coisa melhor?

O principal objetivo do recurso, de acordo com o próprio Twitter, é “trazer anúncios interessantes e úteis para o usuário”. É importante ter em mente que a audiência do Ads em questão não tem como objetivo “poluir” a timeline com conteúdos que não fazem o menor sentido para uma pessoa, como pode acontecer muitas vezes em outras redes sociais.

Isto é feito a partir da análise de audiência minuciosa, que cruza dados ricos — como palavras-chave, interações com outros perfis e buscas/visualizações de conteúdo. Dessa forma, as chances de conversão são muito maiores.

Além disso, a localização (quando autorizada pelo usuário) também é usada na criação de anúncios mais eficientes. Nenhuma marca quer ter seu anúncio veiculado para locais nos quais ela não atua, por exemplo.

Dentre as principais formas de anúncio, estão as seguintes:

  • um perfil específico, que aparece na aba “quem seguir”. Dessa forma, o usuário da marca estará disposto em uma lista que contém também sugestões orgânicas do próprio Twitter baseada nos gostos da conta;
  • um tweet, que pode ser em forma de texto, vídeo/imagem ou ambos. Ele estará localizado na timeline, em meio aos tweets dos perfis que o usuário já segue;
  • um “Assunto do Momento” (conhecido também como “Trending Topics”). A aba fica localizada na página inicial do perfil de qualquer usuário da rede social e reúne as palavras-chave mais relevantes em um período específico do dia.

Por que você deve começar a usar a ferramenta agora?

Agora que você entendeu o principal propósito do Twitter Ads e como ele funciona de forma geral, é hora de visualizar na prática as principais vantagens de usar a ferramenta.

Os brasileiros representam o segundo mercado na rede social

Nenhum empreendedor nacional quer investir em plataformas que não tenham uma forte presença dos brasileiros — a não ser que um dos seus objetivos seja expandir a atuação para outros locais.

Por isso, o número de usuários do Brasil cadastrados em qualquer rede social a ser investida deve ser um parâmetro de análise. Imagine, então, se além da presença dos brasileiros, o grupo se tratar de um forte mercado na plataforma?

Uma pesquisa publicada pela Folha de São Paulo afirmou, em 2017, que o Brasil tem o 3º maior crescimento do Twitter em número de usuários.

Quanto maior for o público local na rede, maiores serão as possibilidades de atingir uma grande quantidade de usuários.

A principal faixa-etária do Twitter é a mais ativa economicamente

Não adianta anunciar para quem não quer (ou não pode) comprar. Dados do Twitter em relação à faixa etária apontam que 62% dos usuários que acessam a rede diariamente estão inseridos na faixa etária da população economicamente ativa.

De 100 milhões de usuários diários, 37% têm entre 18 e 29 anos e 25% tem de 30 à 49 anos.

O insight que podemos retirar deste dado é simples: anunciar para um grupo de pessoas que pode, e tem maior interesse, em de fato realizar compras a partir da Internet é muito melhor do que investir em publicidade para um público menos segmentado.

No Twitter Ads, você paga após o resultado

É comum que marcas, principalmente no início de sua atuação em plataformas de anúncio, não gerem tanto resultado quanto o esperado.

Seja pela falta de experiência, seja por pouco conhecimento da rede social/plataforma em questão, não é legal investir um valor que não trará retorno algum (ou trará pouquíssimo) para a marca.

Quando você faz uma publicação em sua página e a impulsiona, o pagamento só é realizado depois que o objetivo de Marketing for concluído.

Por exemplo: o post foi impulsionado com o objetivo de ganhar conversões para a página da marca. Sabendo disso, o pagamento só vai ser feito quando os usuários começarem, de fato, a praticar a ação!

Muito legal, não é mesmo? Veja um outro exemplo: no caso de campanhas em que o objetivo é baixar um aplicativo, você paga pelo número de downloads realizados.

O mais interessante nisso tudo é que o Twitter “se garante”, ou seja, arca com os possíveis riscos em nome da promoção de anúncios que sejam realmente adequados e impactantes.

As ferramentas de target são muito eficientes

Eu sei e você sabe que, atualmente, anúncios na Internet podem ser cansativos. É muito ruim passear pelo Facebook, por exemplo, e ser impactado absolutamente do nada por um anúncio que não faz sentido algum para você e seu perfil.

O que as redes sociais vêm fazendo é investir em mecanismos cada vez mais caprichados em matéria de eficiência. E isso, o Twitter tira de letra.

Como a rede social trabalha muito mais com conteúdo em forma de texto, a análise de palavras-chave é feita a partir de uma inteligência incrível.

Assim, é possível pensar em targets que postam um grupo X de palavras específicas ou que interajam com usuários que o façam. No Facebook, por exemplo, não é possível fazer isso. A rede social de Mark Zuckerberg permite apenas que o anúncio impacte pessoas com certos “tópicos de interesse”.

Sabendo disso, é possível atingir usuários que demonstrem interesse especificamente e com suas próprias palavras sobre o universo da marca que promove o investimento.

A ação é muito melhor do que a de atingir pessoas que “curtem a marca X no Facebook”, afinal o grupo é infinitamente mais vasto e menos direcionado do que aquele grupo que de fato é um promotor da marca.

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Além disso, o Twitter Ads agrega inúmeras outras possibilidades de anúncio minuciosamente acertados. É o exemplo da ferramenta de engajamento, que permite que o anúncio seja feito para usuários que interagiram de alguma forma com o post da marca: até as visualizações contam!

Por fim, uma outra ferramenta muito legal (feita mais ou menos de forma parecida pelo Facebook) é a de pessoas que seguem perfis específicos.

Se uma marca de energético nova quer entrar no mercado e usará o Twitter Ads para isso, é possível atingir os usuários que seguem todos os outros perfis de energético na rede.

O alcance limitado do Twitter é um problema?

Conforme adiantamos no início deste post, o alcance inferior ao de outras redes sociais importantes, como o Facebook e o Instagram, pode ser um forte desânimo para as marcas na hora de anunciar no Twitter.

E se eu falar para você que, na verdade, o menor alcance pode ser um trunfo para aquelas que de fato investem?

Vou contar o motivo de forma bem simples: o fato do Twitter ser uma rede social menor em número de usuários, e consequentemente em investimento em mídia, abre um campo bem legal para as marcas. Já que não existem tantas, como no Facebook, é muito mais fácil se destacar e conquistar aquelas pessoas presentes na rede.

Além disso, o Twitter é quem decide quanto a marca vai pagar pelo custo do patrocínio. A decisão funciona mais ou menos como em um leilão: a partir do valor médio no qual as marcas estão dispostas a pagar, a rede social faz um cálculo de quanto ele de fato será.

Já que estamos falando de uma rede com menos pessoas investindo em conteúdo pago ou investindo mais barato, é possível gerar cliques por centavos!

É tanta vantagem reunida em um só post, que fica difícil escolher a melhor delas. Acima de tudo, a lição que fica é a seguinte: investir em ferramentas não tão populares pode ser, sim, uma forma de atingir grande quantidade de pessoas.

E aí? Se interessou pelo Twitter Ads e já quer começar a usá-lo? Não deixe de estudar sobre Marketing no Twitter para veicular anúncios apaixonantes e dignos de muita conversão!

número de caracteres do twitter

O que é deadline

O que é o deadline e como não perder o prazo limite?

Se você está inserido no mundo da publicidade ou marketing, provavelmente já ouviu a palavra “deadline” uma série de vezes. Caso contrário, talvez não esteja tão familiarizado com o termo que, em português, está presente na vida de todo e qualquer trabalhador: os famosos prazos!

Deadline é aquela palavra que chega a arrepiar, dependendo do contexto. É como um dia lotado no trabalho que, horas antes de chegar ao fim, fica marcado por aquele deadline “pra ontem”.

O termo, que vem do inglês e ganhou força, principalmente, em escritórios de publicidade e marketing brasileiros, tem um significado simples e que atinge a todo e qualquer trabalhador.

Além de esclarecer o conceito de deadline, o post de hoje tem como objetivo ajudar a lidar melhor com ele e se antecipar para que surpresas negativas se tornem cada vez mais raras no dia a dia.

Vamos lá?

Afinal, o que é deadline?

Situações como as citadas no início do post são comuns na vida de muita gente. Descobrir que o deadline daquela tarefa é para o final do mesmo dia ou, no mais tardar, logo na manhã seguinte pode gerar desespero e ansiedade.

A palavra, por mais que seja inevitável na rotina, é comumente associada a reações negativas e chatas por parte do trabalhador — mas não precisa ser assim!

O deadline é nada mais nada menos do que o famoso prazo. Seu significado, quando traduzido ao pé da letra, pode ser algo como “linha de morte” (lembra-se das conotações negativas que citamos anteriormente?).

Qual é a sua importância?

É inevitável: o mercado de trabalho é movido a prazos.

Se o deadline não existisse, o fluxo de trabalho seria totalmente comprometido e as entregas teriam menor qualidade.

Cada pessoa funciona de um jeito particular. Se fôssemos contar com os prazos pessoais de todos os trabalhadores de uma empresa, seria muito difícil — quase impossível, talvez — fazer com que as demandas seguissem um caminho correto.

Dentro dessa bagunça, inclusive, várias tarefas seriam esquecidas e perdidas.

O deadline é importante para alinhar a necessidade de entrega de uma demanda específica ao andamento de todo o trabalho.

Sabemos que toda tarefa precisa ser entregue a alguém, mas nem sempre nos lembramos de que definir o “quando” é essencial. Quando existem processos bem delineados, as demandas são alinhadas com antecedência, a alocação das equipes é realizada com calma e, no final do dia, as possibilidades do surgimento de um deadline monstruoso são reduzidas!

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Como não perder o prazo limite?

Agora que você compreendeu o significado de deadline e entendeu os motivos pelos quais ele é tão importante, é hora de descobrir algumas maneiras muito simples de não perder o prazo.

Esteja sempre em contato com a equipe

Boa parte dos deadlines abusivos poderia ter sido evitada caso houvesse maior clareza na comunicação entre a equipe.

Muitas vezes, ao evitar reuniões e conversas com a equipe — ou, por outro lado, se perder em reuniões e conversas demais, — você perderá um fluxo de informações importantes para o futuro.

Por exemplo: é possível prever a chegada de demandas a partir de uma simples conversa de alinhamento. Dessa forma, mesmo que a demanda e o prazo ainda não estejam oficializados, você poderá reservar um tempinho no calendário para planejar aquela entrega!

Organize-se!

Se perder em meio a deadlines simultâneos é muito mais fácil do que você imagina, e grande parte da confusão pode ser justificada pela falta de organização das tarefas.

Uma boa forma de organização é, no início de cada período — pode ser semana, quinzena ou mês —, selecionar todas as demandas e organizar o prazo de cada uma delas.

Depois de separá-las por prioridade, é hora de analisar como os seus dias serão distribuídos.

Transforme cada uma das tarefas em listas de afazeres e, sempre que finalizar alguma coisa, marque aquela etapa como concluída. Dessa forma, além de saber o que foi feito e o que não foi, você terá uma ótima sensação de “dever cumprido” sempre que entregar alguma coisa.

Existem ótimos aplicativos de organização que podem te ajudar nisso, mas a boa e velha agenda de papel continua sendo uma ótima opção!

Não se cobre demais

É importante ter em mente que, assim como a vida pessoal, sua vida profissional é feita de fases. É comum viver fases “horríveis” em relação aos deadlines e ter a sensação de que todos os dias serão intermináveis.

Não conseguir cumprir todos os deadlines impostos é normal. Por isso, não devemos nos frustrar quando a situação acontecer — desde que isso não se torne rotina.

Se suas tarefas estão sempre atrasadas, pode ser que haja algum problema no trabalho: seja falta de organização, de gestão de tempo ou fatores externos como um volume de demandas maior do que o suportável por você.

Mantenha a calma ao se deparar com um deadline surpresa

Surgiu uma demanda para o mesmo dia às 18 horas? Não se desespere!

Por mais que a solicitação de uma tarefa de última hora possa ser assustadora, a chave para o sucesso é manter a calma e realizar aquela demanda como se você tivesse 1 mês inteiro para fazê-la.

Isso não significa que ela será feita com lentidão, mas, sim, com tranquilidade. Tenha sempre em mente que o deadline é urgente, mas não faça as coisas correndo.

Se você o fizer, pode ter certeza que o resultado não terá a qualidade esperada, o que pode prejudicar até mesmo a impressão que seus superiores ou outros colegas têm de você.

Antes de realizar a tarefa, certifique-se que o deadline é realista

Lembra do que falamos acima sobre estar em constante diálogo com a equipe?

Gostamos de pensar da seguinte forma: prazos são negociáveis, mas prazos negociados não são renegociáveis de jeito nenhum! É uma frase um pouco confusa, mas resume em poucas palavras o que vamos explicar a seguir.

Se antes de firmar o compromisso em entregar aquela demanda naquela data houver uma conversa a respeito do deadline, está tudo bem: as pessoas provavelmente vão entender o seu ponto, a não ser que se trate de prazos muito urgentes.

O problema está em receber a data, confirmar que está tudo bem e, um dia antes da entrega (ou até mesmo no dia!), você recorrer a alguém pedindo mudança no prazo. A atitude não cai bem e não será bem-vista pelos outros.

Quando aprendemos a lidar com o deadline, não é somente a rotina de trabalho que se transforma em algo mais bem-sucedido: seu corpo e mente vão agradecer muito, já que o estresse no trabalho interfere diretamente na sua saúde mental.

Por fim, uma última dica: o deadline e a gestão de processos do time têm total ligação e dependem um do outro para funcionarem com sucesso. Por isso, não perca também nosso conteúdo completo sobre rotinas de marketing!

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melhores aplicativos para finanças

6 melhores aplicativos para finanças

Aplicativos para finanças são ótimas opções para qualquer pessoa em busca de maior clareza e controle em relação ao próprio dinheiro. Com eles, é possível analisar os gastos, compreender excessos e traçar metas muito mais alcançáveis!

Uma vida financeira saudável depende totalmente de organização. Quer acumular uma reserva de emergência? Sair do aluguel? Pagar dívidas? Ter recursos para se especializar em marketing digital? Ou, simplesmente, ter mais controle dos gastos a cada mês?

Sem um bom planejamento do próprio dinheiro, ousamos dizer que é muito difícil atingir até mesmo aquelas metas mais simples de serem alcançadas. Para isso, existem alguns recursos que podem ajudar, como os aplicativos para finanças.

Com eles, é possível controlar o próprio dinheiro e entender a situação financeira em poucos cliques.

Dessa forma, gastos desnecessários podem acabar em um piscar de olhos, abrindo espaço para a realização de todos os seus objetivos e metas!

Legal, não é? Mas, com tantas opções na internet, como optar pela melhor? Para ajudar na hora de escolher o seu futuro melhor amigo, selecionamos os 6 melhores aplicativos para finanças! Vamos lá?

1. Guiabolso

Guiabolso se tornou muito popular por contar com um recurso que transforma por completo a experiência de utilizar um aplicativo para finanças: a sincronização com contas bancárias.

Depois disso, vários outros aplicativos “surfaram na onda” e passaram a oferecer o serviço, que, antes, era feito apenas de forma manual.

Isso significa que, caso você quisesse ter um controle preciso das suas finanças, seria necessário ter o aplicativo em mãos a cada gasto realizado — ou, em outros casos, separaria um momento específico do dia, semana ou mês, para cadastrá-los de uma vez só.

No caso do Guiabolso, então, a preocupação é completamente eliminada, uma vez que todas as compras são sincronizadas diretamente no aplicativo.

A plataforma é capaz de ajudar o usuário a organizar as finanças a partir do momento em que ele entende como está gastando o próprio dinheiro: cada compra fica categorizada e é exibida em forma de gráficos.

Uma boa análise sobre os padrões financeiros mensais é fundamental para poupar mais dinheiro, ou investi-lo naquilo que realmente é necessário.

Está comprando comida em excesso? Os gastos com roupas foram demais nos últimos meses? Tudo isso pode ser visto no Guiabolso!

Além desses recursos, o aplicativo também permite que o usuário faça consultas em relação ao seu próprio CPF.

Elas são fundamentais na hora de pensar em realizar financiamentos, por exemplo, ou até mesmo em momentos mais simples, como ao fazer um cartão de crédito.

Por fim, uma terceira vantagem do Guiabolso, que salta aos olhos dos mais de 3 milhões de usuários no Brasil, é a possibilidade de acompanhar e contratar empréstimos disponíveis em bancos e instituições financeiras como um todo.

O aplicativo é gratuito, está disponível nas principais plataformas de smartphones — como o iOS e Android — e sua segurança é garantida pelos desenvolvedores.

2. Toshl Finance

Quer se divertir enquanto se organiza financeiramente? Com o Toshl Finance, que é gratuito e está disponível para sistemas operacionais como o iOS, Android e Windows Phone, a tarefa é superpossível!

Sua característica lúdica já pode ser percebida desde os primeiros minutos usando o app: um personagem, em forma de “monstrinho”, será o responsável por ajudar a controlar suas finanças do mês, semestre ou ano.

A primeira etapa é definir uma meta. Qual é seu objetivo? Guardar X reais em 1 ano? Comprar um apartamento? Ter reserva suficiente para poder iniciar uma carreira freelancer em tempo integral?

Depois de escolher um objetivo, o aplicativo ajudará você a definir um orçamento mensal. Dessa forma, o valor gasto naquele mês permitirá que uma certa quantia fique guardada.

De mês em mês, é possível ver quanto você deixou de gastar, ou seja, quão próximo você está de alcançar a sua meta.

Para fazer toda a leitura de dados e compreender quanto saiu e quanto entrou no seu orçamento, o aplicativo oferece a possibilidade de sincronizar as contas do banco, mas também é possível realizar a atividade manualmente. Isso depende do plano adquirido.

O sistema de metas é muito interessante e tem alto teor de motivação: quanto mais o usuário caminha em direção ao seu objetivo, mais ele está propenso a continuar poupando.

Brincar com os monstrinhos e poupar dinheiro pelo Toshl é gratuito, mas existem versões pagas, que contam com recursos mais aprofundados.

3. Finance

Além dos tradicionais recursos de um aplicativo para finanças, como os citados no decorrer deste post, uma vantagem do Finance é a possibilidade de realizar listas mês a mês.

Dessa forma, é possível, por exemplo, fazer uma lista de supermercado com os itens que não podem faltar nas compras do mês.

Ao cadastrar os produtos na lista em questão, não será preciso atualizá-la a cada mês (a não ser que sejam adicionados novos itens): o aplicativo faz a atualização dos preços de forma automática!

Assim, é possível adicionar um gasto essencial na vida de qualquer pessoa, mas que, muitas vezes, passa despercebido no planejamento financeiro.

Ela entrará no planejamento daquele período, dando a possibilidade de analisar com antecedência os gastos futuros e ter uma boa noção de como as finanças vão ser divididas.

As funcionalidades do aplicativo, que é gratuito e está disponível para iOS e Android, são relativamente básicas, porém, muito práticas para quem não quer perder muito tempo.

4. Money Manager

Money Manager é mais um aplicativo que disponibiliza uma planilha de gastos para o usuário, só que com a vantagem de analisar informações sobre depósitos e transações.

Além disso, é possível cruzar e compreender dados sobre o salário mensal, empréstimos realizados e depósitos esperados mensalmente, por exemplo.

A função de análise dos depósitos é ótima para quem é freelancer e precisa acompanhar as transferências financeiras de clientes mensalmente.

Dá para ter uma noção dos prazos de cada depósito e, a partir deles, conseguir traçar estratégias financeiras.

A maioria dos freelas cai na conta a partir da segunda semana do mês? Pense no fechamento de faturas, como a do cartão de crédito, nesse período!

O aplicativo está disponível tanto para iOS quanto para Android, e é gratuito. Caso o usuário queira recursos mais personalizáveis e aprofundados em relação a finanças e planejamento financeiro, é possível comprar outras versões.

5. Organizze

Mais um aplicativo para finanças que conta com uma característica legal que salta os olhos: o Organizze não precisa de internet para funcionar!

Todas as informações ficam criptografadas no app, ou seja, ele é muito útil até mesmo naqueles dias em que toda a velocidade da internet foi consumida e não existe WiFi disponível.

Além disso, o aplicativo, que é gratuito (também conta com uma versão paga) e está disponível para iOS e Android, permite o acesso e organização de várias contas diferentes.

Dá para controlar a conta-corrente de um banco, a conta poupança de outro e a conta salário de um terceiro, por exemplo!

No final de cada mês, é gerado um demonstrativo em relação a todas as transações e atividades que foram cadastradas durante aquele período. A interface do app é bem intuitiva, e o usuário não terá problemas em se organizar usando essa plataforma.

6. CoinKeeper

Uma característica de muitos aplicativos para finanças — podemos até dizer que da grande maioria — é utilizar as cores como forma de se organizar e ser mais efetivo na hora de fazer um planejamento dos recursos mensais.

CoinKeeper é uma das opções que trabalha com o sistema de organização por cores muito bem.

Ao definir um tom específico para cada categoria de gasto, a navegação fica muito mais intuitiva e instantânea: só de abrir o app, já dá para entender um pouco da situação do seu dinheiro em certo período de tempo.

Por falar em “período de tempo”, você pode escolher quando quer receber o relatório, seja mensalmente, seja a cada 10 dias!

Essa é mais uma ferramenta extremamente útil para freelancers e donos de pequenos negócios, já que o dinheiro pode entrar em períodos que não sejam os tradicionais 30 dias. Quem recebe quinzenalmente, por exemplo, se beneficia muito do aplicativo.

As possibilidades de personalização saltam os olhos de quem adquire o CoinKeeper, que está disponível tanto para Android quanto para iOS.

Inicialmente, ele é gratuito, mas, após um período de teste, é preciso optar por algum dos planos oferecidos.

Não importa a escolha do aplicativo — o que vale é selecionar aquela opção que mais se encaixa na sua própria realidade.

Ao analisar cada um deles, foi possível destacar pelo menos uma característica singular, porém, todas as opções citadas são totalmente capazes de suprir as necessidades de usuários em busca de uma vida financeira mais saudável.

Ao adotar os melhores aplicativos para finanças para ter maior noção do próprio dinheiro e, em consequência disso, senso de controle e organização, tenha certeza de que os resultados virão mais rápido do que você imagina!

Se você gostou deste conteúdo e acredita algum desses aplicativos poderá se tornar seu mais novo companheiro, convidamos a dar um passo à frente no processo de organização: aprenda aqui como montar uma planilha de controle financeiro!

sites de músicas gratuitas para vídeos

Conheça os 9 melhores sites de músicas gratuitas para usar nos seus vídeos

Não bastam belas imagens e cortes bem pensados para criar um vídeo atrativo.

É preciso ir além e pensar em outras características que, em um 1° momento, podem parecer secundárias, mas são igualmente importantes.

A trilha sonora é uma delas.

Quando pensamos em um som que harmonize com o restante do conteúdo em vídeo, não há erro: as chances de o vídeo sair bem são altíssimas.

Músicas gratuitas para vídeos são opções ideais para fugir da questão financeira e burocrática que envolve as trilhas sonoras — e esse é justamente o tema do post.

Se você quer entender a importância de desenvolver trilhas sonoras adequadas na sua estratégia e, mais do que isso, conhecer as melhores plataformas que envolvem a oferta de músicas gratuitas, este conteúdo é para você!

Por que eu devo me preocupar com isso?

Antes de apresentar os melhores sites de músicas gratuitas para vídeos, é fundamental entender por que priorizar a trilha sonora do seu conteúdo.

Pense, primeiramente, na música de forma geral. É difícil viver sem ela, não é mesmo?

Seja em momentos tristes ou felizes, a música está sempre presente na nossa vida.

Nós temos certeza de que a música já interferiu no seu estado de espírito pelo menos uma vez na vida!

Já faz muito tempo que a ciência estuda a música e o seu poder de interferir no ser humano — tanto que não é difícil encontrar pesquisas sobre o assunto por aí.

É como o estudo realizado pela Universidade de Tecnologia de Sydney, na Austrália, em conjunto com a Universidade Radboud, na Holanda, que revelou algo muito interessante:Música e criatividade caminham juntas!

De acordo com os pesquisadores, músicas consideradas como felizes e de alto-astral têm total poder de interferência positiva na criatividade de uma pessoa.

Imagine, então, o poder que você, criador de conteúdo, tem nas mãos.

A trilha sonora, quando bem trabalhada, é crucial na hora de encantar e gerar interesse genuíno por parte dos seus leads.

Além de todo o poder da música — que é comprovado por estudos ao redor do mundo —, pense de forma simples: Você assistiria a um vídeo cheio de temas e imagens interessantes — porém, sem música ou com uma trilha sonora desproporcional ao conteúdo ofertado?

É fato: A trilha sonora existe como uma espécie de órgão vital no grande organismo que é o conteúdo em vídeo.

Sem ela (ou quando ela existe, mas de maneira mal trabalhada), o restante do material não faz sentido e se transforma em algo chato.

Manual do uso de Vídeos no MKT Conteúdo

Quais são as melhores plataformas de músicas gratuitas para vídeos?

Quando feito sem responsabilidade ou estudo suficiente, o uso de músicas em vídeos é algo que pode se transformar em um pesadelo para o produtor de conteúdo.

O motivo se chama direitos autorais.

Não é possível pegar qualquer música da internet e adicionar no vídeo, afinal, as músicas pertencem a alguém.

Portanto, a sua reprodução deve ser paga.

Quando falamos de conteúdos com fins lucrativos, então, o uso de músicas fica ainda mais complicado.

É preciso estudar e entender muito sobre o assunto para não cometer erros.

A solução mais prática e mais segura, então, é o uso de músicas gratuitas para vídeos.

Elas são conhecidas como royalty free e, com elas, não é preciso se preocupar com questões jurídicas e financeiras.

É só caprichar nos vídeos e pronto!

Sabendo disso, selecionamos as melhores opções de sites que oferecem o recurso.

Venha ver quais são e como eles funcionam:

1. Free Soundtrack Music

O Free Soundtrack Music é uma espécie de comunidade na qual músicos ao redor do mundo disponibilizam as suas criações para que outras pessoas possam usá-las em vídeos.

Ele funciona de 2 maneiras: gratuitamente ou a partir da compra de “créditos”.

Na 1ª opção, o vídeo precisa obrigatoriamente creditar o dono da música. Já na 2ª, além de outras vantagens, não é preciso colocar os créditos.

É possível comprar créditos com valores a partir de 3,50 dólares, e o site conta com diversas músicas em estilos que vão do jazz ao metal.

2. Partners in Rhyme

O Partners in Rhyme é considerado por entendedores do assunto como uma das melhores opções para buscar trilhas sonoras para vídeos.

Além de músicas oferecidas em inúmeros estilos musicais, também é possível encontrar efeitos sonoros.

Esse recurso que pode agregar um tom ainda mais original e criativo para o seu vídeo.

Existem várias músicas grátis, sem a necessidade de se preocupar com os créditos e os direitos autorais.

Porém, também dá para comprar pacotes de músicas.

3. ccMixter

O ccMixter oferece mais de 50 gêneros musicais gratuitos, os quais podem ser usados como ótimas trilhas sonoras para os seus vídeos.

Assim como os sites citados anteriormente, existe um vasto catálogo de músicas gratuitas, bem como seleções pagas.

A plataforma é conhecida pela disponibilidade de remixes e samples, que são amostras de músicas usadas de forma pesada por produtores de música eletrônica.

Se restar dúvidas a respeito do que é um sample, escute a música Ice Ice Baby, do Vanilla Ice, depois de ouvir Under Pressure, da banda Queen.

A batidinha inicial da música, que foi produzida pelo rapper, é um sample.

4. Free Stock Music

O Free Stock Music é outro site considerado como um dos melhores — e não é à toa.

Além da grande quantidade de acervo musical, o site é atualizado com frequência, o que permite que os vídeos ganhem uma cara nova sempre que desejado!

Depois de se registrar (o registro é obrigatório), o usuário pode baixar todas as músicas que desejar no site.

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5. Free Music Archive

O Free Music Archive é conhecido (e reconhecido) pelo seu acervo gigante.

São mais de 10 mil músicas disponíveis!

Desse jeito, duvido não encontrar a trilha sonora perfeita para o seu vídeo.

Uma particularidade importante em relação a esse site é que, nele, é preciso ficar atento às regras referentes aos direitos autorais.

Existem aproximadamente 6 delas, que limitam o uso de algumas músicas dependendo do propósito do conteúdo.

Quando se tratam de vídeos com fins lucrativos, por exemplo, é importante filtrar a busca, pois algumas músicas não podem ser usadas em conteúdos do tipo.

6. Sounds Crate

No Sounds Crate, o usuário tem um limite de download de 5 músicas por dia.

O fato, porém, não faz com que o site seja algo menos interessante para o criador de conteúdo.

Ainda vale a pena navegar na plataforma e conhecer vários conteúdos exclusivos.

Além do plano gratuito, o site oferece ao usuário a opção de pagar 49 dólares por ano para ter acesso a conteúdos e efeitos sonoros mais profissionais e ainda mais exclusivos.

6. Looperman

O Looperman é um portal com aproximadamente 2 milhões (sim, você não leu errado!) de artistas que disponibilizam as suas músicas para serem usadas gratuitamente em vídeos.

Nele, é oferecida uma média de 60 gêneros musicais, que atendem aos mais diversos gostos e necessidades.

7. Incompetech

Kevin MacLeod, um músico que já disponibilizou mais de 2 mil músicas livres de royalties (ou seja, gratuitas para uso), assina as composições do Incompetech, site muito popular no ramo.

O filtro do portal é bem interessante e permite buscas a partir do ritmo, do tamanho e da velocidade, por exemplo.

Os principais gêneros musicais existentes no Incompetech são rock, música clássica, contemporânea e trilhas sonoras.

8. Free Sound

Efeitos sonoros não funcionam apenas em longa-metragens ou em videoclipes.

Existem formas muito legais e criativas de trabalhar com eles em vídeos que façam parte de uma estratégia de marketing.

O dinamismo, a diversão e o aspecto mais lúdico são características interessantes que podem ser agregadas a um vídeo que trabalha bem o uso de efeitos especiais.

Sabendo disso, o Free Sound entra como uma ótima biblioteca de efeitos sonoros para vídeos.

Lá, é possível navegar por várias categorias e escolher as mais apropriadas.

9. AudioJungle

Por mais que o AudioJungle não ofereça músicas livres de direitos autorais sem cobrar uma taxa por isso, não tem como ignorá-lo.

É possível encontrar materiais por um valor que chega a 1 dólar!

A qualidade e diversidade das músicas oferecidas no site é realmente muito boa, então, o investimento é mais do que justo.

No portal, é possível ver as músicas mais famosas no momento em uma espécie de ranking, e também dá para comprar efeitos sonoros muito legais por um preço mínimo.

Além dos sites citados no decorrer deste post, existem inúmeros outros portais que oferecem músicas gratuitas para vídeos — porém, com taxas do próprio site.

Elas variam muito e partem de valores menores, como o de 1 dólar citado por aqui, e chegam a pacotes de 170 euros, por exemplo.

Independentemente das opções escolhidas por você, o importante é ter em mente que a construção do vídeo como um todo é o que vale no final.

Por isso, pense em cada detalhe imaginando o resultado e lembrando sempre de usar e abusar de técnicas de encantamento e de retenção de leads!

Garantimos que a música é uma delas e que vale a pena investir nos recursos sonoros.

E aí, gostou dos nossos sites de músicas gratuitas para vídeos?

Se você se interessou de verdade pelo assunto, não deixe de aprender também sobre como divulgar os seus conteúdos com o nosso material completo de Marketing em Vídeo!

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11 profissões do futuro para você ficar de olho

11 profissões do futuro para você ficar de olho

As mudanças do mercado de trabalho, naturalmente, levam à extinção — ou surgimento — de profissões. Com isso, inúmeras novas possibilidades de atuação são criadas a todo momento! Neste post, vamos listar algumas das mais interessantes e mostrar os principais motivos pelos quais elas provavelmente ganharão espaço.

Quando você vai ao shopping e, na hora de ir embora, se dirige aos terminais de pagamento, provavelmente, não vê praticamente nenhum atendente nos guichês como antigamente.

As tecnologias tomaram o espaço dos seres humanos que, em consequência disso, precisaram buscar novas áreas de atuação.

O assunto “profissões do futuro” pode assustar muita gente, afinal, pensar que própria carreira pode não existir daqui a alguns anos realmente é desafiador. Mas não tenha medo!

Com o rápido desenvolvimento das tecnologias e a transformação digital, é natural que as profissões se modifiquem: não existem mais lanterninhas de cinema, telefonistas ou operadores de telex, e está tudo bem. Afinal, com o desaparecimento de várias carreiras, também acontece a criação de muitas outras.

Nos próximos tópicos, você vai conhecer algumas profissões do futuro muito interessantes e curiosas — quem sabe a sua próxima área de atuação não está neste texto?

1. Gestor de resíduos

O mundo produz muito lixo e a tendência é só aumentar. Quando pensamos na quantidade de habitantes da Terra, somados à falta de conscientização a respeito de reciclagem e indústrias agressivas que produzem cada vez mais poluentes, as perspectivas não são as melhores.

Por isso, carreiras no ramo do meio ambiente e sustentabilidade são grandes apostas das profissões do futuro. O gestor de resíduos entra como o responsável por entender, estudar e pensar em formas de lidar com o lixo.

É sua função desenvolver tecnologias e estratégias que transformem o lixo em fonte de renda e energia, práticas que já existem com certa timidez no mercado, mas tendem a crescer exponencialmente.

2. Engenheiro ambiental

O engenheiro ambiental já existe há um bom tempo, mas a tendência é de que a profissão sofra um aumento brusco. Além dos motivos já citados no post, relacionados ao lixo e ao desperdício como um todo, questões como o aquecimento global e a saúde do nosso planeta vão crescer — e muito.

Uma prática atual que prejudica a qualidade de vida não apenas da natureza, mas também dos cidadãos, é a engenharia e construção em geral.

Uma série de dados do ano de 2010, por mais que já tenha 9 anos, diz muito sobre o impacto desse mercado: a construção civil, na época, era a maior geradora de resíduos sólidos!

Por isso, será preciso “pensar verde” em cada ação, e o engenheiro ambiental entra como consultor ou executor de obras e ações que tragam o menor impacto possível para o meio ambiente.

Além disso, ele também será responsável por adequar hábitos que já existem e são nocivos ao meio ambiente: já existem leis em relação ao tamanho de prédios nas grandes cidades e outras que obrigam o construtor a reservar uma área verde na obra, por exemplo.

3. Especialista em Inteligência Artificial

Não tem como escrever um post sobre profissões do futuro sem pensar na famosa Inteligência Artificial: 26 empresas brasileiras já se especializaram na oferta exclusiva desse serviço, e o mercado está fervendo!

Dentro de todo o universo que envolve as pesquisas e desenvolvimento de tecnologias incríveis, precisarão existir profissionais que saibam lidar com essas práticas.

Desde cientistas e engenheiros responsáveis por construírem, de fato, softwares e mecanismos de IA, até analistas que prestem consultoria, suporte e vendas.

4. Engenheiro hospitalar

Mais uma profissão que já existe, dentro de um guarda-chuva da área, mas ainda não sofreu grande explosão. A medicina vive avanços incríveis que acontecem praticamente todo dia — e eles só tendem a aumentar.

Será preciso, então, contar com profissionais responsáveis não apenas pela descoberta e desenvolvimento das novas tecnologias, mas também com aqueles responsáveis pelas estratégias de vendas, manutenção de equipamentos e treinamento da equipe médica.

5. Técnico em telemedicina

Ainda existem inúmeras polêmicas em relação ao assunto, mas não há como negar: certos tipos de atendimento médico já são realizados a distância.

O Conselho Federal de Medicina regulamentou no início deste ano a Telemedicina para casos específicos, e sempre com muito cuidado e ética.

O aumento e desenvolvimento das tecnologias unido à necessidade de chegar em áreas remotas faz com que o movimento em criar plataformas que facilitem os atendimentos médicos já seja percebido, com grandes possibilidades de aumento no futuro. Com isso, profissionais das áreas de tecnologia e saúde serão altamente beneficiados.

6. Walker ou Talker

Já assistiu ao filme “Her” — “Ela”, no Brasil? Se não, o longa se trata, basicamente, da relação entre um homem e um sistema operacional, como a Siri, do iOS, que se torna uma companheira do personagem, fazendo parte de toda a sua rotina enquanto amiga (e um pouquinho mais do que isso).

De forma similar, a profissão de “Walker” ou “Talker”, algo como “Andador” ou “Falador” consiste em pessoas responsáveis por fazerem companhia para idosos, principalmente, a partir de uma plataforma online.

Sua função não é a de um cuidador ou enfermeiro, que tem responsabilidades físicas como a ajuda na locomoção, por exemplo, mas sim de conversar diariamente com eles e fazer com que essas pessoas se sintam menos sozinhas em sua rotina.

7. Guia de loja virtual

Uma característica que pode ser negativa ao comprar produtos pelo e-commerce é a falta de consultoria e ajuda rápida.

Atualmente, se não tiver informações suficientes no próprio site da loja, ou o cliente compra mesmo com dúvida, ou pausa a compra e sai em busca de informações no Google.

No futuro, a tendência é o surgimento e explosão no número de pessoas responsáveis por acompanhar os compradores online.

Será uma espécie de suporte ao cliente em tempo real, com a função de ajudar e prestar consultoria a respeito das compras realizadas naquela plataforma em questão. 

8. Curador de memórias pessoais

Essa profissão em específico é, como se diz na internet, “muito Black Mirror”! Inclusive, existe um episódio da série da Netflix dedicado ao assunto, que já vem se tornando profissão.

O curador de memórias pessoais é responsável por vasculhar toda a vida de uma pessoa e desenvolver um apanhado de lembranças. Como foi sua vida, momentos mais marcantes, viagens e lembrança de pessoas inesquecíveis — tudo isso será feito pelo profissional.

Um dos pontos altos da profissão é a união da prática com a realidade aumentada: é o caso de recriar lugares marcantes para o cliente, com a união de imagens, sons e até mesmo cheiros que representem aquele local e tragam boas memórias.

9. Desenvolvedor de realidade aumentada

A realidade aumentada já vem ganhando espaço no mercado de trabalho, mas a tendência é de crescimento muito positivo. Usar essa tecnologia na área de vendas como um todo se tornará praticamente rotina!

Empresas de arquitetura e construção, por exemplo, já vêm desfrutando de experiências em realidade aumentada para vender casas ou prédios: ao colocar os óculos, você verá uma versão muito realista de como aquele local ficará depois de pronto.

Com o aumento no investimento e formação de profissionais capacitados, a previsão é de que a qualidade e preço (atualmente, as tecnologias ainda são relativamente caras) se tornem muito mais acessíveis.

10. Especialista em cloud computing

computação em nuvem é um conceito que já é amplamente discutido e estudado, mas, assim como todas os outros casos citados neste post, tende a crescer — e muito.

O profissional da área será responsável por organizar e gerenciar a computação em nuvem, assim como discutir e desenvolver novas possibilidades de armazenamento.

Em 2016, esperava-se que o tráfego de dados na internet superasse a casa dos “zettabytes”, uma medida que equivale a um sextilhão de bytes, ou seja, é preciso saber lidar muito bem com todo o peso de informações e dados que vêm junto à internet.

11. Profissionais de Big Data

Nem precisamos discutir o fato de a internet ter se tornado um completo gigante nos últimos anos. Com isso, a quantidade de dados armazenados online é igualmente estratosférica, como você pôde ver há pouco.

Toda a disponibilidade de dados — que só cresce — faz com que seja necessário ter profissionais aptos a analisar o que pode ser tirado desse volume de informações, com objetivos estratégicos.

A partir da análise de dados, é possível obter informações valiosas sobre comportamento de compra e consumo de informação de uma persona, assim como tendências poderosíssimas de praticamente qualquer nicho de atuação existente hoje na internet.

O profissional de Big Data será responsável por categorizar, tratar e analisar toda esta informação que chega em rápida velocidade.

Por mais que o foco das profissões do futuro seja, inevitavelmente, em áreas da tecnologia, saúde e meio ambiente — afinal, refletem o momento vivido pela humanidade e suas tendências, caso sigamos com o nosso comportamento evolutivo —, é possível encontrar diversas possibilidades de atuação interessantíssimas em outras áreas.

A própria evolução da publicidade e da forma de fazer marketing é prova disso! Tenha certeza de que, se você estiver lendo este post e tiver qualquer tipo de envolvimento com o marketing de conteúdo, por exemplo, já está surfando na onda das profissões do futuro.

Seja em uma profissão do futuro, seja em uma carreira “tradicional”, não devemos nos esquecer, em nenhum momento, do currículo. E aí? Como anda o seu? Conheça os melhores modelos de currículo disponíveis gratuitamente!