Ciro Falcao


18 publicações feitas.



comprador a vendedor

De comprador a vendedor, reflexões de um Top Performer

Hoje, dia 2 de outubro sopro minha primeira velinha de vida na Rock Content. Não tem sido somente minha primeira oportunidade de trabalhar em uma startup, mas também meu primeiro contato direto com vendas.

Completados 365 dias de casa, listei algumas mudanças, tanto comportamentais, quanto de mindset, e gostaria de compartilhar no meu (também) primeiro artigo:

Só sei que nada sei

A milenar maiêutica Socrática veio ao século XXI trazer meu primeiro aprendizado como vendedor: Só sei que nada sei. Logo na primeira entrevista com nosso CRO, Matt Doyon, frisei as características do bom comprador que me tornei, características essas que imaginei poder aproveitar na posição de vendedor.

Bullshit! Técnicas de negociação e persuasão em compras, são tão peculiares à posição, que praticamente não são aproveitadas em vendas.

Cheguei confiante, mas logo percebi que o caminho seria árduo (e de fato foi) até me tornar um Sales Rep de destaque. Vale ressaltar, estou me referindo à técnicas e não a comportamento ou habilidade!

Comunicação, carisma, determinação, são adjetivos relacionados ao meu perfil, a quem o Ciro é. Adjetivos estes que cultivei desde criança e venho colhendo ao longo da vida. Essas qualidades são apenas o produto (não acabado) de uma vida moldada por experiências personalíssimas.

A ciência por trás de compras e vendas

Algo comum às duas funções é a ciência por trás do processo. Nos meus anos como comprador eu tinha muito bem definido meu processo, era quase um script que buscava acima de tudo reduzir os custos da aquisição, simples.

Objeção X, resposta X`, Objeção Y, resposta Y`. A grande vantagem de trabalhar como comprador de grandes indústrias, como Philips, Deloitte e Vale, é saber que seu fornecedor precisa muito mais de você do que você dele. Com isso, as objeções são mais facilmente contornáveis.

Por outro lado, seu fornecedor sabe que seu budget é quase ilimitado, colocando a oferta MUITO acima do valor de mercado. Cabe então a visão analítica do comprador em perceber essas disparidades, e gerar um saving ainda mais significativo.

Reconheço já ter reduzido vendas à uma simples equação: “LUCK + PERSISTENCE = SUCCESS“, até entender que a fórmula mágica para o sucesso em vendas, era “WILL + SKILL“, não tem outro caminho. E sim, também há uma ciência: para Objeção X, também há uma resposta X, assim como, para Objeção Y, também há a resposta Y. Ciro, onde está o desafio então? Investigação!

Investigação

Talvez uma das grandes diferenças entre Compras e Vendas, é o processo investigatório. Como comprador, quando um fornecedor indicava uma objeção que o impedia de reduzir os custos da aquisição, NORMALMENTE, a objeção era real, tornando-a uma condição. “Ciro, fomos taxados em X% pelo imposto Y, logo se torna inviável manter os valores da venda anterior, caso contrário, nossa margem não pagaria mais os valores da produção”. Ao que tudo indica, essa é uma condição, não uma objeção.

Em vendas, nosso prospect não costuma conhecer nem seu real problema nem o melhor caminho a tomar e, por isso, é comum se deparar com objeções irreais que não passam de medo, insegurança ou falta de confiança.

Assim, um dos grandes erros de um vendedor principiante é oferecer uma solução sem conhecer de fato o problema do seu cliente. Sem conhecer o problema você não gera confiança, que por consequência, gera medo, que por sua vez, impede a venda.

Inside Sales para Iniciantes

Para entender o real problema de um cliente em potencial, o único caminho é a investigação. A analogia mais comum que fazemos em vendas, é a comparação entre vendedor e o médico. Assim como o médico, cabe a nós realizarmos um diagnóstico da empresa, entendendo seus processos, monetização, produto/serviços, planos e objetivos, para depois passar a receita.

Fazendo um diagnóstico completo, passamos a receita correta, gerando autoridade e confiança. Com autoridade e confiança, não há medo que impeça seu prospect de contratar sua estratégia.

O toque humano no processo de vendas

Como comprador, sempre acreditei em uma relação ganha-ganha com meus fornecedores. A lógica é bem simples: Manter uma relação saudável com meu supplier, garante entregas no prazo, peças de qualidade à um preço competitivo, enquanto ele, obtém uma demanda consistente e receita previsível. Todos ganham. Quando digo todos, me refiro a empresa.

A grande chave, que proporcionou essa mudança 180° na carreira, foi a oportunidade lidar com pessoas. E quando digo pessoas, me refiro a trazer soluções pessoais e profissionais. Quer um exemplo? Vamos lá:

 

Gisele Ramalho, era uma das responsáveis pelo marketing de uma empresa, ao qual eu estava tentando vender uma estratégia de marketing de conteúdo. A Gisele não era CEO, e por isso, tinha metas e objetivos distintos dos gestores.

Pessoas com cargos diferentes possuem objetivos pessoais e profissionais também diferentes. ESTE É O SEGREDO! Entender os objetivos e desafios pessoais dos seus prospects, é a chave para uma venda de sucesso. O analista de marketing não é cobrado pelo faturamento, e sim pela geração de leads. 

O diretor comercial não é cobrado pela geração de leads, e sim pela receita gerada. Só conhecemos os objetivos e desafios de cada um, através da (acredite ou não) investigação! “Mas afinal, você conseguiu vender para a Gisele?” NÃO. Say what? Não vendi, por não conseguir investigar à fundo os problemas e objetivos dos gestores. A venda foi perdida? Claro que não!

A Gisele acabou por se tornar uma grande produtora de conteúdo! Entendeu tão bem a estratégia e os resultados que um artigo pode gerar, que hoje se dedica a isso. Fiz parte da história dela, exatamente por querer conhece-la como pessoa e não empresa.

E por fim?

Tracei quase toda minha trajetória profissional como comprador e sou MUITO grato a todas oportunidades que me foram dadas. Tive o prazer de integrar o time de Supply Chain de grandes indústrias e aprendi bastante com todas elas. A carreira de comprador é tão desafiante e estimulante quanto a de vendedor. Em compras, me identifiquei como profissional, em vendas me identifiquei como pessoa.

Sim, não vendo somente estratégia de marketing de conteúdo para empresas de 25 a 200 funcionário. Eu Ciro, me vendo todos os dias. Conquistar a admiração de um pai ou o reconhecimento de uma gestora, nada mais é que um processo de venda, e acredite, falo isso da maneira mais genuína e pura possível. Com isso, desafio você à reflexão:

Como você tem se vendido?

Ebook Marketing de Conteúdo para Vendas Complexas

feedback

A importância do feedback para o sucesso de uma empresa


(Clique no player para o ouvir a narração do nosso post! Deixe nos comentários o que achou.)

Feedback tornou-se um conceito-chave para qualquer empresa. Isso porque tanto os colaboradores quanto os clientes não têm mais uma relação passiva diante dos serviços, produtos e comunicação da instituição.

Essa mudança de comportamento está relacionada com as novas possibilidades de interação oferecidas pela internet. Independentemente do ambiente no qual estão, as pessoas podem ter um papel mais ativo nos diálogos estabelecidos online.

Para as empresas, o desafio tem sido não apenas atender à demanda, mas aproveitar essa oportunidade de diálogo para melhorar os seus processos internos e, no caso do consumidor final, estreitar o relacionamento estabelecido com a empresa e aumentar o nível de satisfação com a marca.

No post de hoje vamos mostrar como usar o feedback internamente e externamente. É preciso adotar estratégias diferentes para cada público, porém, os benefícios compensam o trabalho.

Vamos entender como isso funciona na prática?

O que é feedback?

Antes das boas práticas, vamos esclarecer sobre o conceito de feedback. Feedback é uma resposta dada à algum estímulo como forma de avaliá-lo.

Quando falamos em feedback empresarial, estamos nos referindo tanto na resposta que os colaboradores quanto os clientes podem dar ao que os é oferecido.

No ambiente interno, ele diz respeito às avaliações realizadas entre a equipe. Quem pretende ter um processo de gestão minimamente organizado deve sistematizar a forma como será o feedback das lideranças e dos colaboradores.

No caso do público externo, o foco é o cliente final da empresa. No entanto, como as empresas têm hoje um alto grau de exposição, é importante considerar também as interações e reações dos diversos públicos, bem como os diferentes canais em que isso acontece.

Tanto no ambiente externo quanto interno, é importante entender os benefícios do feedback e como administrá-los para melhorar sua empresa e seu relacionamento com os públicos.

É fundamental entender que, independente do cunho do feedback, ele é algo positivo para a empresa por indicar os pontos fortes do negócio, mas também os que podem ser melhorados. Vamos entender melhor o feedback nos ambiente interno e externos da empresa a seguir:

Como o feedback ajuda no desenvolvimento da equipe?

Na gestão das equipes o feedback funciona para diferentes propósitos. O mais óbvio é reforçar o senso de responsabilidade dos colaboradores no desenvolvimento do trabalho da empresa.

Se a pessoa é informada, de maneira sistematizada, sobre o andamento das suas atividades, tem mais condições de aprimorar a execução de suas tarefas, além de compreender qual é o seu papel na estrutura.

Além de melhorias no clima organizacional, isso reverte em outros benefícios para as empresas, como a retenção de talentos. Empresas que dispõem de metodologias adequadas para analisar o desempenho da equipe têm mais condições de detectar eventuais problemas. A partir daí, fica mais fácil agir para evitar que essas pessoas acabem deixando a empresa.

Fique atento: para que isso dê certo, esse tipo de avaliação deve fazer parte da cultura da empresa. É necessário valorizar o feedback e estabelecer metodologias adequadas para que ele seja recorrente e ocorra entre toda a equipe. É também fundamental dar espaço e segurança para que esses feedbacks ocorram de forma honesta.

Cada empresa deve analisar qual a melhor forma de implantar um sistema apropriado à sua estrutura, respeitando as particularidades do seu negócio, mas é essencial seguir algumas regras básicas:

1. Evite as generalizações

Uma das reclamações recorrentes entre os profissionais diz respeito às “broncas genéricas”. Muitas vezes o colaborador se esforçou para mudar determinada postura, mas é obrigado a ouvir na reunião que a equipe continua apresentando determinado problema.

Quanto mais específico o líder conseguir ser em suas colocações, apresentando dados concretos, melhor será o resultado do processo.

2. Cuide para que todos participem do processo

Nem sempre essa premissa é adotada na prática, mas, para funcionar, o feedback precisa ser uma via de mão dupla. Isso significa que os líderes precisam estar abertos às críticas e às sugestões de melhorias.

É comum encontrarmos pessoas que têm mais dificuldade para participar dos processos de avaliação. No caso das lideranças, contudo, não é opcional. Se a pessoa não apresenta predisposição para o feedback da equipe, provavelmente não tem o perfil adequado para o cargo.

3. Faça valer no dia a dia

Outro problema que costuma atrapalhar bastante as empresa é manter processos de avaliação que não rendem resultados práticos. As questões são discutidas nas reuniões, há o comprometimento do time, mas não existe um acompanhamento efetivo das ações.

Na mesma linha, não funciona fazer exigências que não foram combinadas previamente. Esse tipo de demanda acaba estressando o colaborador e não vai gerar bons resultados para a empresa.

4. Atenção com a linguagem

Mudanças sutis na forma de apresentar os feedbacks podem fazer muita diferença. Por isso, uma das recomendações básicas, diz respeito à objetividade. Quanto mais concisa for a avaliação, melhor. Assim, não se corre o risco de entrar em pormenores que não interferem no desempenho do profissional.

Ainda em relação à linguagem, é importante optar por expressões que traduzam o que é necessário dizer, porém de uma forma que não seja rude. Em vez de “você é desatento com as suas funções”, pode-se dizer algo como “eu sinto que você não tem conseguido”.

5. Apele para a razão e não para a emoção

Para que o feedback seja valorizado é importante que o interlocutor entenda que se trata de avaliação crítica destinada a ajudá-lo a aprimorar o seu trabalho. Será mais fácil haver esse entendimento se ele perceber que o avaliador está seguro e num bom estado de espírito.

Mantenha uma conversa racional, evite momentos de estresse e saiba separar relações de amizade de relações de trabalho.

Como valorizar as avaliações dos consumidores?

Apesar de ter outras características, os feedbacks dos clientes são igualmente importantes para o desenvolvimento da empresa.

Primeiro, pela possibilidade de entender melhor as experiências que cada cliente com o produto. Segundo, em função da oportunidade de estabelecer relações mais próximas com o público.

Um ponto crítico para as empresas é que hoje as avaliações chegam de fontes diferentes, o que exige mais atenção na organização desse fluxo de informações. O ideal é ter um sistema que consiga concentrar os dados e apoiar o processo analítico.

Os softwares de CRM podem ajudar bastante nesse caso, uma vez que facilitam também a segmentação da base de contatos e fornecem os inputs necessários para que o retorno dado pela empresa seja mais preciso.

Existem vários benefícios em estar atento aos feedbacks dos clientes, mas os principais são o aumento no nível de satisfação dos clientes e a promoção de melhorias nos produtos e serviços.

O reflexo nas vendas é perceptível. Clientes mais satisfeitos tendem comprar mais e são mais propensos a defender a marca, indicá-la para os seus amigos. Além disso, as chances de atrair novos clientes é ainda maior.

Outra questão importante é a possibilidade de diferenciar a marca da concorrência. É cada dia mais difícil fazer isso apenas com bases nos atributos funcionais, o que exige atenção com as experiências que podem ser proporcionadas ao público.

Confira os tipos e os canais de feedback:

1. Transacional

Popular entre os e-commerces, envolve a solicitação de avaliações logo após a compra. Há empresas que oferecem recompensas para motivar os clientes a responderem, mas nem sempre isso é o ideal.

2. Redes sociais

Se a empresa tem perfis nas redes sociais, com certeza a interação com o público vai ser ainda maior, o que é muito positivo, mas também pode gerar situações adversas. Entenda que, além de responder os comentários, é fundamental fazer o monitoramento para detectar citações relacionadas à sua marca.

Para feedbacks em redes sociais, sejam positivos ou negativos, é sempre importante:

  • dar respostas rápidas;
  • tratar cada demanda de forma individualizada;
  • estimular as participações.

3. Emails

O email é um canal bastante apropriado para se obter feedbacks dos clientes, até porque a comunicação é direta e pode ser feita de forma personalizada. Analise a possibilidade de estabelecer uma metodologia para abordar os públicos em diferentes estágios, ou seja, torne esse tipo de prática recorrente.

4. Pesquisas

Há diversos modelos de pesquisas que podem ser adotados para avaliar o nível de satisfação dos clientes. Uma das metodologias mais populares é a NPS, justamente pela facilidade de aplicação.

Nesse caso, os consumidores são convidados a dar uma nota de 0 a 10, indicando a probabilidade de indicar a empresa. Com os resultados é possível ter uma visão mais clara sobre a percepção dos clientes sobre a marca.

5. SAC

Nem sempre vemos os serviços de atendimento como canais de feedback, uma vez que, na maioria dos casos, as avaliações são negativas. A principal preocupação, então, é solucionar o problema o mais rápido possível.

Mas isso não significa que as empresas não devem analisar as informações recebidas via esses canais e procurar agir sobre elas para evitar problemas. Outra medida importante é tornar o serviço mais proativo na busca de soluções. Lembre-se de que o feedback de clientes, independentemente do canal de origem, deve ser visto como oportunidade de melhoria!

O artigo ajudou a melhorar o seu entendimento sobre feedback? Aproveite para baixar agora o nosso e-book sobre Time de Vendas, com dicas importantes para organizar o trabalho da sua equipe.

Times de vendas: ebook

o que é cross sell

O que é cross sell: descubra como aumentar os resultados de vendas

Você já foi ao mercado ou a alguma loja comprar um produto específico, mas levou para casa mais 1 ou 2 itens complementares?

Se isso já aconteceu antes, significa que você participou de uma ação de cross sell.

Muitas empresas tratam o consumidor como uma figura unidimensional, que possui apenas uma necessidade a ser satisfeita.

O cliente entra na loja, compra o produto e vai embora. Fim da interação.

Ao agir assim, elas perdem excelentes oportunidades de aumentar o seu faturamento a um custo mínimo.

Se o mesmo acontece com você, não precisa se desesperar. Você pode mudar essa situação com apenas 2 perguntas:

  • o que é necessário para meu produto funcionar?; e
  • quais são as suas consequências?

Confuso? Não precisa ficar.

Continue lendo e você entenderá como essas perguntas podem aumentar seu faturamento!

O que é cross sell (e o que não é!)

Você entra em uma loja de eletrônicos e diz para o vendedor que está procurando um novo celular.

Sua única exigência é que ele tenha uma bateria poderosa porque você “odeia ficar sem bateria ou com o celular no carregador”.

O vendedor mostra o aparelho com a maior autonomia do mercado e, antes que você se dirija ao caixa para pagar, ele pergunta: “por que você não leva um power bank também?”.

Logo, ele explica a oferta:

Por mais R$ 100,00, você leva um power bank para casa com carga o suficiente para dobrar a autonomia da sua bateria.

Ótimo, certo?

Na fila do caixa para pagar, você vê outro cliente conversando com o mesmo vendedor.

Esse cliente quer um celular com uma câmera ótima, pois ele adora tirar fotos.

Depois de o vendedor apresentar o celular com a melhor câmera e fechar a venda, ele pergunta: “você já tem um pau de selfie?”.

Você deve ter entendido a ideia.

Cross sell é a técnica de fazer uma oferta de um produto complementar ao que o cliente decidiu comprar para aumentar o faturamento da loja.

Ou seja:

Você queria um celular com boa bateria e acabou levando também um power bank.

O outro cliente queria um aparelho com boa câmera e comprou um pau de selfie para complementar.

Esse tipo de estratégia pode ter um papel vital no aumento de faturamento da sua empresa.

A Harvard Business Review fez um estudo com várias empresas na Europa e nos Estados Unidos, constatando que todas que implementaram estratégias de cross sell aumentaram o ROI obtido de cada cliente.

É importante diferenciar o cross sell de outras técnicas parecidas com nomes similares, como o upsell ou o downsell.

Enquanto o cross sell foca na oferta de um produto complementar ao inicialmente escolhido pelo cliente, o upsell consiste em propor um item melhor ao selecionado pelo consumidor.

No nosso exemplo do celular, você escolheria o celular X e o vendedor ofereceria o celular X pro edition, que teria uma autonomia de bateria melhor.

Já o downsell é o contrário:

A oferta de um produto mais barato e que satisfaça as necessidades de um cliente que, de outra forma, não faria a compra.

Imagine que o cliente quer um celular com boa bateria, mas não pode pagar pelo celular X pro edition.

Uma boa ideia seria oferecer a versão mais barata em vez de perder a venda.

Como usar o cross sell adequadamente

Entender o conceito de cross sell é simples. Mais difícil é colocá-lo em prática da maneira certa na sua estratégia de marketing e vendas.

Por definição, o cross sell consiste em oferecer um produto complementar ao que o cliente já escolheu.

Quando analisamos essa explicação de perto, notamos 2 pontos-chave:

  • o consumidor; e
  • o produto.

Portanto, são esses 2 fatores que devem estar na sua mente na hora de usar o cross sell na sua estratégia de marketing.

Quer ver como? Confira nossas dicas!

Analise as necessidades dos clientes

No nosso exemplo do celular, ficou claro que o cross sell só funciona quando o vendedor conhece os desejos do consumidor.

Quando um cliente queria mais bateria, o vendedor oferecia um power bank; se o consumidor iria tirar fotos com o aparelho, a oferta era de um pau de selfie.

Por isso, você precisa desenvolver uma persona bem definida para a sua estratégia de marketing, listando os seus objetivos e as suas necessidades.

Mapeie suas oportunidades

Além de olhar para o consumidor, também observe os seus produtos. Analise-os e veja como eles funcionam em conjunto.

É aqui que aquelas 2 perguntinhas da nossa introdução entram em ação.

Questione-se:

  • o que é necessário para meu produto funcionar?;
  • quais são as suas consequências?

A partir daí, você começará a ter uma ideia mais precisa sobre como seus produtos trabalham em conjunto e qual cliente pode se interessar por uma venda conjunta.

Por exemplo:

Imagine sua empresa venda impressoras e outros materiais de escritório. Quais seriam as respostas para a pergunta acima?

Bom, essa é fácil:

Para a impressora funcionar, você precisa de papel. E, depois que a impressão aconteceu, você precisa de mais tinta.

Uma estratégia simples de cross sell seria oferecer cartuchos de tinta ou maços de papel para o cliente interessado em adquirir uma impressora.

Se você conhecer seu produto profundamente, saberá reconhecer mais “combos” como esse e formular diferentes ofertas para diferentes personas.

Seja comedido

Lembre-se sempre:

O cross sell é uma tentativa de incorporar um produto complementar a uma venda já fechada.

Por isso, seja comedido e ofereça o negócio apenas uma vez, sem ficar insistindo e sem tentar empurrar vários produtos para o consumidor.

Além de desagradável, você ainda corre o risco de perder a venda certa.

Veja o que funciona e o que não funciona

Nem todos os combos que você montar no mapeamento dos seus produtos vão funcionar.

Mas, às vezes, os consumidores podem se interessar pelas ofertas que você não imaginava (ou não planejou).

Por isso é importante fazer uma análise frequente do que deu resultado e do que não funcionou.

Se uma oferta específica deu resultado com uma persona, então continue. Se não deu, pare de oferecer e pense em alternativas.

Assim você mantém seu planejamento lucrativo e otimizado.

Estabelecer uma estratégia de cross sell na sua campanha de marketing não exige muitos recursos e pode trazer um resultado considerável para o faturamento da sua empresa.

Se você perdia essa oportunidade, agora não tem mais desculpa!

Agora, confira este post com 8 passos para alavancar as vendas da sua empresa!

 CTA vendarketing
linkedin pulse

Como usar o LinkedIn Pulse na sua estratégia de Marketing e para aumentar o tráfego do seu blog

As redes sociais têm um papel central nas estratégias de Marketing Digital.

Por isso, é essencial que você conheça suas ferramentas e funcionalidades!

E a Rock tem se esforçado ao máximo para produzir conteúdo que vai ajudá-lo a acompanhar as evoluções e novidades das principais redes sociais.

É claro que, na nossa lista de prioridades, não poderia faltar o LinkedIn. Essa rede social voltada para a conexão entre profissionais e empresas tem um grande poder para a construção de relacionamento, geração de tráfego e aumento da credibilidade do seu negócio, tanto na página de empresas quanto no LinkedIn Pessoal.

Segundo a Social Media Trends 2017, o Linkedin é a 3ª rede social mais utilizada (46,2%) pelas empresas para fazer marketing, sendo indispensável para sua empresa se seu serviço for B2B.

No post de hoje, nosso foco é uma ferramenta que pode, literalmente, impulsionar o Marketing Digital da sua empresa dentro do LinkedIn. Estamos falando do LinkedIn Pulse.

Quer saber mais sobre como ele funciona, suas vantagens e como aplicá-lo na prática? Então, acompanhe esse post até o final. Boa leitura!

1. O que é o LinkedIn Pulse?

O LinkedIn Pulse permite que os usuários do LinkedIn escrevam seus próprios artigos e compartilhem o resultado com seus contatos e com toda a comunidade.

É uma proposta muito interessante e totalmente alinhada com o propósito da rede social. Afinal, o LinkedIn Pulse permite que você, enquanto indivíduo, demonstre um pouco do seu conhecimento profissional e traga insights importantes para os outros.

Mas o interessante é que essa ferramenta também pode ser usada pelas empresas. Desta maneira, é possível estabelecer autoridade. Em outras palavras, publicando um bom conteúdo no LinkedIn Pulse sobre a área de atuação da empresa, você reforça a imagem de profissionalismo, excelência, domínio do assunto.

É interessante perceber que o LinkedIn Pulse é, basicamente, uma ferramenta para praticar o Marketing de Conteúdo (também chamado de Inbound Marketing) dentro do LinkedIn.

Afinal, o que vai atrair os outros usuários e fazer com que eles queiram saber mais sobre sua empresa é a qualidade dos artigos que você vai publicar dentro da rede social.

Portanto, muitos conceitos e práticas do Marketing de Conteúdo, com os quais você já deve estar familiarizado, também vão aparecer por aqui!

2. Como usar o LinkedIn Pulse?

É muito fácil usar o LinkedIn Pulse para começar a publicar artigos. Qualquer usuário pode visitar a plataforma e começar a escrever.

A plataforma é muito simples. Um dos aspectos principais é a inclusão de uma imagem destacada, que vai representar seu artigo no feed dos seus seguidores e nas buscas de outros usuários.

Você também pode acrescentar imagens, vídeos e links no corpo do texto, além de fazer algumas formatações como mudar incluir subtítulos, listas, citações. É possível salvar rascunhos para finalizar posteriormente. Quando estiver pronto, basta apertar o botão “Publicar”.

Depois de publicar seus artigos, você poderá visualizá-los na sua página de perfil, na seção “Publicações”. Nessa mesma seção, também temos o botão “Visualizar Estatísticas”. Clique nele para encontrar gráficos das visualizações e para descobrir quantas curtidas e comentários seus artigos receberam.

3. O que é um Influencer?

Quem usa o LinkedIn Pulse, ou já pesquisou um pouco sobre o assunto, deve ter ouvido falar em Influencer.

O que são Influencers? São usuários do LinkedIn escolhidos pela própria equipe de editores da rede social. Estes usuários publicam muito conteúdo de qualidade e, por isso, ganham mais destaque dentro do Pulse. Seus artigos aparecem primeiro no feed dos usuários.

Antes, o LinkedIn aceitava candidaturas dos próprios usuários ao “título” de Influencer. Agora, porém, o título só é dado a pessoas convidadas diretamente pelo time do LinkedIn. Ou seja, ficou um pouco mais difícil conseguir esse nível de visibilidade.

O segredo para se tornar um Influencer está na qualidade dos artigos publicados através do Pulse. É preciso buscar corresponder aos interesses dos usuários através do seu conteúdo.

4. Como usar o LinkedIn Pulse na estratégia de Marketing?

Para um profissional que busca recolocação no mercado, publicar artigos através do LinkedIn Pulse é uma forma de demonstrar aos possíveis recrutadores o seu potencial. Mas nosso foco, nesse post, é destacar como esse recurso beneficia as empresas.

A pegadinha é que não tem um LinkedIn Pulse para empresas. Somente usuários individuais podem publicar. Então, como contornar esse problema?

O segredo está em posicionar os funcionários da sua empresa como representantes dentro do LinkedIn. São estes funcionários que vão publicar em nome da empresa, tornando-se porta-vozes oficiais.

É claro que isso exige alguns cuidados especiais. Em primeiro lugar, a escolha das pessoas que vão levar sua marca à comunidade de usuários do LinkedIn.

Devem ser funcionários que tenham um certo destaque dentro da organização. É uma questão de confiança e visibilidade para sua audiência; um artigo publicado pelo Diretor Comercial, por exemplo, traz mais impacto do que um artigo publicado por um Assistente de Vendas.

Ao mesmo tempo, você deve escolher funcionários que tenham um alto grau de engajamento e comprometimento com o negócio.

Tenha em mente que eles vão lidar com conteúdos que representam a marca dentro do seu perfil pessoal de uma rede social. Portanto, se não houver uma relação extremamente saudável do funcionário com a empresa, existe o risco de que esse conteúdo seja mal utilizado.

Outro ponto importante, é claro, é que o perfil do funcionário deve ser facilmente associado à empresa, em si. Em outras palavras, seu perfil na rede social deve estar atualizado.

Na seção “Experiência”, deve incluir o cargo, nome da empresa, data de entrada na organização, localidade, descrição da função e, no mínimo, um link para o site da empresa.

Marketing no Linkedin

4.1. Definindo os conteúdos

Uma vez que você tenha definido quem vai ser o responsável por representar a empresa no LinkedIn Pulse, é hora de definir quais são os conteúdos que serão publicados. Existem duas questões que precisam ser levadas em consideração.

Em primeiro lugar, é preciso que exista uma consistência entre os artigos publicados no LinkedIn Pulse e a estratégia de Marketing geral da empresa. Se um usuário do LinkedIn chegar ao site da sua empresa através dos artigos publicados no Pulse, ele precisa ver uma coerência entre o conteúdo da rede social e o conteúdo do site, do blog.

Em segundo lugar, o LinkedIn Pulse não pode ser uma cópia dos conteúdos publicados no blog da empresa. Lembre-se de que a cópia de conteúdos pode afetar negativamente o rankeamento da sua página nos mecanismos de busca — esse é um dos princípios do SEO.

Além disso, o LinkedIn Pulse e o blog ocupam posições diferentes e têm funções diferentes dentro da estratégia de Marketing. O primeiro é uma “porta de entrada”, enquanto o segundo é seu canal principal para desenvolver o relacionamento com os clientes e conduzi-los pelo funil de vendas até uma conversão.

Por todos estes motivos, não faz sentido publicar o mesmo conteúdo nos dois canais. Se, no entanto, você quiser manter uma relação próxima entre os conteúdos do LinkedIn Pulse e do blog, pode veicular os mesmos temas nos dois, com abordagens diferentes.

Via de regra, a abordagem do LinkedIn Pulse será mais breve, enquanto o blog permitirá um mergulho mais profundo. Essa é apenas uma sugestão, pois não existe nenhuma restrição a publicar conteúdos longos no LinkedIn Pulse!

4.2. Criando um calendário editorial

Além de definir as pautas que serão publicadas no LinkedIn Pulse, é importante criar um calendário editorial. Mais uma vez, esse calendário precisa estar alinhado com o calendário editorial do blog e de outras redes sociais.

Dessa maneira, conteúdos interessantes podem ser apresentados a públicos diferentes, sendo divulgados por meio de diferentes canais.

Kit Calendarios de Marketing

5. Como o LinkedIn pode aumentar o tráfego de um blog?

E, finalmente, vamos responder à pergunta mais importante de todas: como o LinkedIn Pulse pode, de fato, aumentar o tráfego do seu blog?

Existem muitos caminhos para que essa “mágica” aconteça.

Em primeiro lugar, através do próprio artigo publicado no LinkedIn Pulse. Basta incluir um link no final do artigo, com um bom CTA, para conduzir os leitores diretamente ao blog da empresa.

Em segundo lugar, através do perfil do funcionário responsável pela publicação. Conforme esse funcionário publica mais artigos no LinkedIn, ele ganha seguidores.

Esses seguidores, com certeza, vão olhar seu perfil e observar seu vínculo empregatício mais recente. Se a seção “Experiência estiver preenchida adequadamente, como nós explicamos, os usuários do LinkedIn poderão usar o link dessa seção para chegar ao blog da empresa.

Mas esses não são os únicos caminhos! Quando um artigo é publicado no LinkedIn Pulse, ele entra com prioridade no rankeamento do Google e outros mecanismos de busca.

Por isso, quando qualquer usuário da internet pesquisar aquele tema na internet —mesmo que não seja usuário do LinkedIn, especificamente — ele poderá chegar ao seu conteúdo. Daí, então, ele estará a um único passo do seu blog.

CTA de download para o kit: Domine o Google

6. Como escrever bons conteúdos para o LinkedIn Pulse?

Se existe uma relação tão forte entre o LinkedIn Pulse e o Marketing de Conteúdo, será que as regras para um bom conteúdo são as mesmas nos dois? Bem, no caso do LinkedIn Pulse, você pode produzir um artigo de qualidade seguindo cinco passos básicos.

O primeiro passo é pensar na mensagem geral que você quer transmitir sobre a empresa. E não estamos falando apenas sobre a escolha do tema dos artigos. Os menores detalhes podem ter um grande significado para os usuários que lerem.

Por exemplo, algumas empresas adotam uma linguagem mais próxima do leitor e informal. Enquanto isso, outras — especialmente negócios B2B — preferem um distanciamento maior, com conceitos e termos técnicos.

O segundo passo é fazer um rascunho do artigo. Essa primeira versão do conteúdo serve simplesmente para colocar a ideia em movimento, por assim dizer; por isso, não tem problema se nem tudo estiver perfeito.

Depois, revise duas ou três vezes e peça para alguém de confiança ler o resultado. Essa pessoa poderá dar uma opinião sincera, com sugestões para melhorar ainda mais o conteúdo. Então, revise e reescreva.

O terceiro passo é escolher o título e imagem principal do artigo. A importância destes elementos é óbvia: são os principais chamarizes, vão atrair a audiência para o conteúdo da empresa. Ou seja, essa escolha não pode ser aleatória!

O título deve ser claro, conciso e, principalmente, dar aos usuários um bom motivo para clicar e ler o conteúdo inteiro. Enquanto isso, a imagem precisa estar relacionada ao assunto e pode ser obtida em sites especializados ou gratuitamente, mas deve ter boa resolução e o tamanho certo, para não ser cortada ou distorcida.

O quarto passo é finalizar o artigo com a formatação adequada. Como nós já explicamos, o LinkedIn Pulse oferece opções como negrito e itálico, citações destacadas, listas. Tudo isso ajuda a deixar o texto mais “escaneável”.

Em outras palavras, o leitor consegue encontrar as principais informações no texto, sem muito esforço. Como existe muita informação disponível na internet, as pessoas geralmente preferem os conteúdos que são mais fáceis de absorver — e esse passo vai colocar seu artigo na categoria certa.

Finalmente, chegamos ao quinto passo: apertar o botão “Publicar. E, claro, tudo que vem depois disso. Acompanhar o volume de visualizações, ler os comentários para obter ideias e sugestões de novos conteúdos, comparar o desempenho de diferentes artigos para identificar e aprimorar as melhores práticas.

Também é importante que você faça o máximo para divulgar ativamente o conteúdo publicado.

Que tal enviar o link do artigo diretamente para clientes e parceiros comerciais (você pode, é claro, incluir o LinkedIn Pulse na sua estratégia de e-mail marketing)? Outra opção é divulgar o link em sites e fóruns ligados ao tema do artigo e, até mesmo, nos grupos profissionais do próprio LinkedIn.

Nesse post, você conheceu mais uma ferramenta do universo do Marketing Digital: o LinkedIn Pulse. Apesar de ser uma ferramenta do Marketing de Redes Sociais, ele está profundamente relacionado ao Inbound Marketing.

Você entendeu as vantagens de usar o LinkedIn Pulse para estabelecer autoridade e atrair novos leads. Falamos sobre o que é o LinkedIn Pulse, como ele funciona, como integrá-lo à estratégia de marketing do negócio e como escrever conteúdos para esse meio de divulgação.

Agora, quer saber mais sobre como usar outras redes para potencializar o seu Marketing? Baixe o nosso kit:

ebook marketing nas redes sociais

Google Adsense

O que é Google Adsense? Como ele funciona? Como posso usá-lo?

Se, por um lado, milhões de empresas buscam resultados melhores através dos links patrocinados, há um grande mercado para quem exibe esses anúncios.

O Google Adsense, um dos maiores programas de anúncios do mundo, é uma ótima opção para quem deseja ganhar dinheiro com um site ou blog.

Por meio dele, você consegue aumentar a receita do seu site de forma simples e automatizada, sem se preocupar demais.

Mas, o que é o Adsense, como ele funciona e como usá-lo da forma correta e ter os melhores resultados? É isso que vamos ver agora!

O que é o Google Adsense, afinal?

Talvez você não conheça o Google Adsense, mas, com certeza, já o viu em ação. Como assim?

O Adsense nada mais é do que uma plataforma que o Google criou para exibir os anúncios de seus milhões de clientes em sites e blogs espalhados pela web.

Então, sabe aquele site de notícias ou blog legal que você gosta de acompanhar? Se lembra daqueles banners de anúncios em vários formatos que eles exibem?

Há grandes chances desses anúncios serem exibidos por meio do Adsense, já que esse programa é um dos maiores e mais conhecidos do tipo no mundo.

Não é preciso fazer muito para usar o Adsense: você só precisa de um site com conteúdo original, uma conta do Google, telefone e endereço postal para se inscrever.

Quem usa o Adsense não precisa pagar nada, apenas divide com o Google a receita gerada com os anúncios exibidos.

As possibilidades de customização são muitas, o que torna o Adsense tanto atrativo quanto intimidador em alguns casos, principalmente para quem não conhece nada sobre o assunto.

Mas não é preciso ter medo. O Google tem simplificado a ferramenta a cada dia, e com a orientação certa você consegue monetizar seu site ou blog tranquilamente.

Como o Google Adsense funciona?

Muitas pessoas ainda tem dúvida sobre como funciona o Adsense, e deixam de usá-lo por medo de ser complicado demais.

Mas, não precisa ser assim. Veja um pequeno passo a passo de como o programa funciona:

Milhões de anunciantes disputam espaço no seu site

Milhões de empresas e profissionais anunciam todos os dias no Adsense, e eles naturalmente competem por espaços como os que você tem à disposição no seu site.

Dentre esses, é claro que nem todos vão se encaixar no seu nicho de conteúdo e falar com a sua persona, mas o Adsense tem mecanismos que resolvem esse problema facilmente.

Desse modo, somente os anúncios que tem a ver com o seu público são exibidos no seu site.

Esse encaixe é bom para quem anuncia, para o público interessado e para você, que gera mais receitas por conta disso.

CTA de download para o kit: Domine o Google

Você decide os anúncios que vai exibir

A personalização de que falamos não acontece só por parte do Google, você tem liberdade total para escolher que anúncios quer ou não exibir.

Por isso, caso uma de suas preocupações seja com relação ao tipo de anúncio que vai ser veiculado, não precisa ter medo.

Nada do que você considerar impróprio para o seu público ou que não condiz com os princípios editoriais do seu site vai ser exibido.

Se exibir anúncios de texto, pode também alterar as cores deles, para que combinem melhor com o visual do seu site e fiquem mais atraentes.

Além de escolher o tipo de anúncio, você tem liberdade também de definir entre os muitos formatos, de acordo com os espaços que tiver reservado para isso em cada página.

Por fim, é só copiar e colar os snippets de código do Adsense no seu site para que os anúncios passem a funcionar.

Quando alguém vê o anúncio, você recebe

Essa é a melhor parte de usar o Adsense, receber sempre que o público se interessar e clicar em um dos anúncios exibidos.

É preciso entender alguns aspectos nesse respeito. Um deles é que o clique precisa ser qualificado para que você realmente seja pago.

Por exemplo, se alguém clicar no anúncio sem querer e fechá-lo em seguida, isso não conta.

Assim que tiver um valor mínimo em sua conta do Adsense, pode resgatar esse valor, que é pago mensalmente pelo Google.

Vale lembrar que pagamento não é feito imediatamente, e sim 21 dias depois do pedido. 

Então, é bom se planejar bem e seguir todos os passos estabelecidos pelo Google para o processo de pagamento.

Você aprende o que fazer com os relatórios do Adsense

Como toda ferramenta do Google, o Adsense conta com relatórios precisos que te ajudam a acompanhar o progresso dos anúncios.

Por meio deles, é possível ver os ajustes que farão maior diferença em aumentar as receitas e comparar também os resultados das alterações que você já fez.

O Adsense tem até um aplicativo para dispositivos móveis que permite acompanhar os resultados mesmo quando estiver em movimento.

6 tipos de anúncio do Adsense

As opções de anúncios são vastas para usar no seu site. Por isso, é importante entender bem cada uma delas, não acha?

Veja quais são os tipos de anúncio do Adsense e onde cada um se encaixa melhor:

Anúncios de texto

Os anúncios em texto são os mais simples que você pode exibir. Normalmente, eles incluem um título, que também é um link.

Esse link, ao ser clicado, leva o usuário até a página do anunciante.

Além disso, há também uma ou duas linhas de texto e um link para o site, que aparece em verde.

Os anúncios em texto são normalmente conhecidos como links patrocinados, e costumam aparecer nas páginas de resultados.

Anúncios gráficos

Entre as formas mais comuns de anúncios, estão os gráficos, que consistem basicamente de banners de vários tamanhos e formatos.

São mais de 15 opções de formato que você pode escolher na hora de veicular anúncios gráficos, que podem ser colocados em partes específicas da página.

A probabilidade de receita maior não é garantida, mas essa é certamente uma das opções mais usadas por quem usa o Adsense.

Rich Media

Já viu aqueles anúncios que, além de serem banners, são também interativos? Vídeos, gifs e outras animações são parte do que conhecemos por Rich Media.

Esse tipo de anúncio normalmente chama mais atenção do público, já que dependendo da ação realizada — como passar o mouse por cima do anúncio — fica impossível não ver o que foi preparado.

Só é preciso ter cautela para não deixar que os anúncios em Rich Media prejudiquem de alguma forma a experiência do usuário, e se tornem incômodos.

Blocos de links

Blocos de links também são bastante simples, e mais sutis, já que não apresentam nada gráfico.

Esses blocos apresentam uma série de tópicos que se relacionam com o conteúdo do site. Ao clicar nele, o usuário não vai para a página de um anunciante, como nos outros casos.

Ele é direcionado para uma página de anúncios do Google. Se nessa página ele clicar em algum anúncio, aí você recebe.

Anúncios responsivos

Muito se fala hoje na importância de ter sites responsivos para atender as necessidades de quem navega usando dispositivos móveis, certo?

Naturalmente, os anúncios também precisam se encaixar nesse contexto, caso contrário um mercado gigantesco estaria sendo desperdiçado.

Felizmente, o Google Adsense tem as ferramentas necessárias para que você consiga exibir e gerenciar anúncios responsivos.

Esses anúncios são redimensionados automaticamente com base no espaço disponível, e levam em conta também a direção da tela (modo retrato ou paisagem).

Conteúdo correspondente

Esse tipo de anúncio exige um pouco mais do seu site, já que tem de atingir a certos requisitos do Google primeiro.

Esses requisitos dizem respeito principalmente ao tráfego do site e ao número de páginas únicas.

O conteúdo correspondente é, basicamente, um bloco de matérias que podem interessar ao seu público, mas foram produzidas pelos anunciantes.

Se algum de seus leitores clicar em uma matéria recomendada, você recebe.

4 formas que o Adsense pode ser usado

Há pelo menos 4 formas em que o Adsense pode ser usado para te ajudar a ganhar mais dinheiro.

Veja quais são elas e quando faz sentido escolher cada uma:

Adsense para o conteúdo de um site ou blog

A forma mais comum de usar o Adsense é em sites de conteúdo, como portais de notícias e blogs, por exemplo.

Sites corporativos e de serviços normalmente não veiculam anúncios, já que isso seria uma distração do objetivo principal e prejudicaria também a marca.

Sites de conteúdo, por outro lado, normalmente geram renda justamente por meio de anúncios, de modo que o Adsense é perfeito para eles.

A forma mais comum são os já conhecidos banners, links de texto e blocos de conteúdo relacionado, que vimos acima.

guia definitivo do blog corporativo

Pesquisa personalizada no seu site

Outra forma bem interessante de usar o Adsense é por incluir seus anúncios na página de pesquisa do seu site.

Quando alguém pesquisa algo no seu site, anúncios relacionados com a pesquisa são mostrados.

Esses anúncios personalizados com base no assunto da pesquisa aumentam as chances de que os usuários encontrem algo interessante e cliquem na oferta.

Além disso, o nível de customização é alto, para que você tenha flexibilidade para definir a aparência da caixa de pesquisa.

Anunciar em sites de jogos

Isso talvez seja novidade para muitos, mas sites de jogos também podem se beneficiar do Google Adsense para exibir anúncios de vários tipos.

Antes de carregar a página principal, um vídeo ou animação pode aparecer em tela cheia, por exemplo.

Isso prende a atenção do público, que já busca por entretenimento e está em um momento mais descontraído, receptivo a esse tipo de interação.

Anúncios em vídeos

Para quem não sabe, o Youtube é uma empresa que pertence ao Google, e aqueles anúncios que aparecem no meio dos vídeos são do Adsense!

Você pode fazer o mesmo com os vídeos que passa em seu site, e exibir anúncios que são integrados a eles.

Em determinado momento do vídeo, o anúncio aparece, sem atrapalhar o consumo do conteúdo, mas com o potencial de despertar o interesse do espectador.

marketing em video

4 dicas para usar o Adsense com maestria

Por se tratar de uma ferramenta tão completa e potencialmente lucrativa, é essencial que você saiba explorar bem os recursos do Adsense para ganhar ter sucesso.

Confira essas 4 dicas práticas para gerar mais receita com os anúncios do Google na sua página:

Otimize os canais de anúncio

Os canais que você usa para exibir os anúncios, ou seja, seu site, blog, página de vídeos, etc. precisam ser otimizados a fim de trazer resultados mais interessantes.

Como isso pode ser feito? Quanto mais bem arquitetado for o seu site, mais fácil vai ser para garantir que os anúncios recebam a devida atenção sem prejudicar o conteúdo.

Esse equilíbrio é que vai te fazer gerar boas receitas e manter os visitantes recorrentes.

Melhore o design dos anúncios

É verdade que o design dos anúncios depende muito dos anunciantes, mas é você quem escolhe o que vai exibir no seu site, além dos formatos que prefere utilizar.

Então, escolha bem os anúncios que deseja exibir, veja se algum dos formatos não traz resultados tão bons quanto outros e faça alterações sempre que preciso.

Isso faz grande diferença na quantidade de cliques que você vai receber no fim das contas.

Realize testes A/B

Testes A/B são uma ótima maneira de saber o que dá melhores resultados. É bem simples: teste duas soluções diferentes e compare qual desempenha melhor.

Você pode testar desde os tipos de anúncios até o formato e tamanho, a distância entre os anúncios e o conteúdo e uma série de outros elementos na página.

Por fim, agir em cima do que encontrou é fundamental. Mantenha só o que gerar mais receita, e continue testando outros itens da página.

Encontre um parceiro especializado

Montar uma estratégia bem-sucedida de Adsense nem sempre é fácil. Como vimos, são muitos detalhes para ficar atento.

Então, se achar necessário, recorra a um dos parceiros certificados do Google para te ajudar em alguns dos pontos analisados aqui.

Eles com certeza o ajudarão a conseguir extrair mais do seu conteúdo e monetizar de forma mais ativa o seu site ou blog.

Mesmo com tantos formatos de anúncios e opções de uso para eles, o Google Adsense não é complicado demais. Tudo que você precisa fazer é escolher o que melhor se encaixa com o seu site e continuar testando novas soluções para encontrar o que dá melhores resultados.

Se você não gostar do Adsense, sabia que há muitas outras formas de ganhar dinheiro com o seu conteúdo? Veja aqui 25 alternativas ao Adsense!

Marketing e vendas de alta performance ebook

marketing de atração

O que é o marketing de atração e quais são as melhores estratégias?

Todo dono de pequena empresa sabe que gerenciar o próprio negócio não é mole, que dirá fazê-lo ser bem-sucedido! Além de lidar com cobranças financeiras, profissionais e pessoais, é preciso enfrentar o desafio maior de aumentar as vendas.

E quando os resultados não são dos mais animadores, não faltam palpiteiros de plantão para tentar solucionar o problema. Da panfletagem às promoções inconcebíveis, passando pelos anúncios na internet, o investimento é alto e o retorno raramente compensa.

O que acontece é simples: o comportamento de seu público-alvo mudou, e você precisar parar é justamente de fazer propaganda à moda antiga.

Antes que você chegue à beira do desespero, portanto, viemos aqui oferecer uma “luz no fim do túnel”.

Neste post, você vai conhecer o marketing de atração, uma maneira inovadora — e, acredite, bem mais simples do que você pensa — de aumentar suas vendas com base no novo estilo de compras dos seus clientes. Preparado? Então vamos lá:

O que é marketing de atração?

Também conhecido como Inbound Marketing, essa é uma metodologia que surgiu em 2006, nos Estados Unidos, a partir de um estudo do comportamento das pessoas na internet.

O nome já é bastante autoexplicativo — o objetivo é atrair clientes —, mas a ideia não para aí: ele é a reversão da maneira clássica de se fazer propaganda. Ou seja, é o inverso do marketing tradicional.

Assim, você vai substituir, por exemplo, a panfletagem aleatória por anúncios que chegam direto ao seu público específico e as ligações de telemarketing por diálogos não invasivos. Da mesma forma, em vez de sacudir seu produto embaixo do nariz do cliente para chamar sua atenção, vai pacientemente deixar que ele venha até você. E acredite: ele virá!

Você mesmo, enquanto consumidor, já deve ter se deparado com esse tipo de marketing, mesmo sem perceber. São postagens em redes sociais, blogs, anúncios nos mecanismos de buscas, peças de e-mail, entre outros.

Trata-se de uma série de processos que atraem e educam os internautas desde o primeiro momento em que eles interagem com o site da sua empresa até o fechamento das vendas.

A seguir, vamos entrar nesse processo em detalhes para você entender exatamente como ele funciona. Acompanhe!

O que está por trás desse conceito?

A metodologia se desenrola em quatro etapas:

  1. atração;
  2. conversão;
  3. fechamento;
  4. e encantamento.

Primeiramente, a ideia é atrair seu público para o site da sua empresa. Para isso, é possível usar blog posts interessantes, com conteúdos mais leves, claros e objetivos. Esse é momento da jornada do cliente em que a pessoa descobre que tem um problema.

Na fase de conversão, seu objetivo é conseguir o contato daquele internauta, até então anônimo, transformando-o em um lead. Isso pode ser feito oferecendo materiais que eduquem a pessoa, ao mesmo tempo em que instigam sua curiosidade.

A terceira fase é a do fechamento, na qual o lead já conhece o problema que tem, foi educado a respeito do assunto e agora vai comparar produtos para fechar a compra. Gráficos comparativos, testes e consultas gratuitas são bem-vindos aqui!

Fechada a compra, sua tarefa não acabou: é hora de encantar o cliente para fazer dele um promotor espontâneo da sua marca. E-mails com dicas de como usar o produto adquirido, pesquisas breves de satisfação e início de novos processos de atração (para produtos complementares, por exemplo) fazem parte do encantamento.

Vale destacar que o processo não precisa ser linear: um lead que ainda não estiver pronto para comprar pode muito bem voltar à conversão para continuar a ser trabalhado até conseguir seguir adiante, no seu tempo.

Quais são seus principais benefícios?

Agora que você entendeu um pouco mais sobre a lógica do marketing de atração, conheça mais de perto suas vantagens:

Redução de custos

Uma vez produzido, é possível manter seu conteúdo on-line (no seu blog, por exemplo) 24 horas por dia, 7 dias por semana, por tempo ilimitado, sem gerar novos custos. Já pensou?

Além disso, se as campanhas publicitárias tradicionais não podem ser modificadas depois de impressas e precisam de meses para que você saiba o que deu certo, no inbound dá para avaliar resultados em tempo real e fazer alterações a qualquer momento.

Em suma: é um tipo de marketing muito mais acessível em todos os aspectos.

Publicidade contextualizada

Já reparou que às vezes você faz uma pesquisa no Google e, pouco tempo depois, começam a aparecer no seu feed de notícias do Facebook assuntos relacionados à sua busca? Pois se você suspeita que isso não é mera coincidência, acertou!

Logo, a sua empresa também tem a possibilidade de produzir conteúdo extremamente personalizado (de acordo com o estilo de vida e as preferências de seu público-alvo) e que chegará diretamente a ele, com base no comportamento que apresentar na web.

Melhora do relacionamento com o consumidor

Hoje em dia, quem é que tem paciência para propagandas invasivas, excesso de e-mails, ligações de telemarketing, etc.? O sufocamento e a pressão já não são mais mecanismos eficientes para as vendas, e fazem parte do marketing do passado.

Quando você deixa que o consumidor venha até você, ao contrário, pode construir um relacionamento mais humanizado, em que os vendedores saem do papel de chatos insistentes para se tornarem amigos e conselheiros.

Quais as melhores estratégias?

Pronto para dar seus primeiros passos no marketing de atração? Então veja por onde começar:

Aposte no poder do blog

Para ser atraído, seu cliente precisa encontrar a sua empresa, certo? Crie um blog corporativo com conteúdos relevantes para iniciar seu relacionamento com o público-alvo.

Posts pagos a serem publicados por blogueiros que os seus clientes curtem também são uma excelente maneira de pegar carona na fama desses formadores de opinião. Aumente a visibilidade do seu negócio com eles!

Use técnicas de SEO

Como seu consumidor vai encontrar sua empresa na web? Pelas ferramentas de busca, lógico! E aí contar com uma boa estratégia de SEO é imprescindível.

Aprenda a fazer pesquisas de palavras-chave e conheça as melhores práticas para subir no ranqueamento do Google.

Ofereça materiais ricos

Crie Landing Pages e proponha o download de materiais de maior valor (como e-books, templates, infográficos, etc.) em troca das informações de contato do internauta: é assim que se dá a conversão em lead.

Envie newsletter

Mantenha o contato com seus leads por meio do envio regular (semanal, quinzenal ou mensal) de e-mails informativos de newsletter, de acordo com a posição de cada um na jornada do cliente. Dessa maneira, você aumenta as chances sucesso do folheto eletrônico!

Não importa o tamanho da sua empresa ou a falta de espaço na sua agenda. Com o marketing de atração, monitorar clientes, atrair o público certo e alavancar suas vendas está, sim, ao seu alcance!

Quer saber mais? Então confira também estas 71 estatísticas sobre Inbound Marketing!

redes sociais seo

Descubra agora as 9 práticas em Redes Sociais que impulsionam o seu SEO!

É sabido por praticamente todo profissional de marketing que ter uma presença forte nas redes sociais e um plano sólido de SEO são dois aspectos intimamente ligados.

Mas, de modo prático, como saber o efeito que um tem no outro? Tirando algumas exceções, as explicações ainda são um pouco vagas nesse sentido.

Por conta disso, tem até quem duvide que essa influência seja tão ativa, e fica mais difícil agir para integrar redes sociais e SEO com sucesso.

Quer acabar de uma vez por todas com essa dúvida? Então veja como as redes sociais se relacionam com SEO e algumas práticas que valem a pena seguir!

Afinal de contas, as redes sociais influenciam o SEO?

Já que nem todos os conteúdos sobre esse tema são claros o bastante, alguns têm dúvidas quanto ao real impacto das redes sociais para o SEO.

Então, vamos tirar essa dúvida de uma vez por todas, começando pela posição oficial dos principais buscadores a respeito do papel dos indicadores sociais na indexação das páginas.

Veja o que pensam os dois maiores sites de busca da atualidade, Google e Bing:

Google

O posicionamento oficial do Google até o momento é de que as redes sociais não fazem parte dos fatores de rankeamento de uma página.

Em outras palavras, ter um perfil forte no Facebook ou no Twitter não garante que o seu site terá uma posição boa também nos mecanismos de busca.

De fato, a empresa de Mountain View garante que as páginas das redes sociais são encaradas como quaisquer outras na web.

O lado positivo é que os links desses perfis para a sua página são levados em conta, o que pode ajudar no rankeamento.

Por outro lado, o número de seguidores ainda não faz diferença nenhuma nos critérios do Google.

Bing

Já o Bing, o segundo site de busca mais usado no mundo, tem critérios um pouco diferentes.

Além dos links de qualidade para a sua página, que são avaliados para determinar a relevância da sua página, o Bing leva em conta também a autoridade do seu perfil.

Isso quer dizer que, ao contrário do principal concorrente, ele considera o número de seguidores para rankear sua página.

Esse é um dado relevante, já que o Bing é grande o suficiente para ter peso nas decisões de marketing de qualquer empresa.

Sendo assim, deu para perceber que as redes sociais influenciam, direta ou indiretamente, o SEO do seu site, não é mesmo?

4 verdades que você precisa ter em mente sobre o assunto

Muito bem, ficou claro que o papel dos indicadores sociais como fator de rankeamento já é uma realidade, mesmo que isso aconteça de forma indireta.

Mas, ter algumas verdades em mente te ajudará a não perder de vista a importância das redes sociais em fortalecer o SEO do seu site. Veja quais são elas:

1. Os critérios de rankeamento mudam, mas não tanto assim

Se o Bing usar a autoridade do perfil no rankeamento ainda não convence você, pense nisso: os critérios mudam com o tempo, mas não tanto. O que isso quer dizer?

Mesmo que agora o Google não encare o número de seguidores como relevante, isso não quer dizer que daqui a um tempo não vai considerar.

O que é preciso pensar é que as redes sociais estão ganhando cada vez mais importância, e o Google não deixou esse critério de fora por falta de interesse.

É só questão de tempo até ele descobrir um modo de avaliar os dados sociais coletados de modo certeiro.

A questão é: você quer esperar isso acontecer para começar a investir nas redes sociais?

2. Perfis sociais são rankeados nos motores de busca

Mesmo sem ser usados diretamente na classificação das páginas, é bom lembrar que os perfis sociais são rankeados, e isso influencia quem faz uma busca.

Então, mesmo que a posição do seu site não seja alterada, o que o visitante vai ver na pesquisa, com certeza, será.

Imagine o impacto de ver seus perfis nas principais redes sociais logo na primeira página da busca.

Como são todos canais da sua empresa, haverá várias portas de entrada para o seu conteúdo, que futuramente levarão ao seu site.

Agora, se seus perfis sociais não tiverem conteúdo de qualidade, uma identidade visual atraente e interações verdadeiras com seus seguidores, essa arma será perdida rapidamente.

3. A força de marca impacta o SEO

Nunca se esqueça que as redes sociais estão entre as mais poderosas ferramentas de branding que você pode ter.

Afinal, por meio delas você estreita as relações com o público, o mantém engajado e conquista sua confiança aos poucos.

Mas, o que isso tem a ver com SEO? Em uma palavra: Tudo! Quanto mais forte a marca se torna, mais as pessoas vão querer saber sobre ela.

E aonde as pessoas vão quando querem saber mais sobre uma marca? Isso mesmo, para os sites de busca!

Logo, a força de marca gerada por uma presença ativa nas redes sociais vai fazer com que o SEO do seu site seja fortalecido “por tabela”.

4. Redes sociais também são importantes canais de busca

Não podemos nos esquecer de que as redes sociais já são, por si só, mecanismos de busca poderosos e amplamente usados pelos usuários.

Não faz sentido achar que as pessoas só usam o Google e o Bing para encontrar o que procuram na web.

Por conta disso, até referências em marketing digital, como o Neil Patel, acreditam que as redes sociais são o novo SEO.

O fato é que o conteúdo da sua marca pode ser facilmente encontrado e compartilhado, principalmente por conta dos filtros de busca avançados que estão à disposição.

O filtro mais comum, a hashtag, é tão útil que recebeu até um post específico aqui no blog!

9 melhores práticas nas redes sociais para impulsionar seu SEO

Tendo em vista que redes sociais e SEO são mesmo parceiros de guerra, está mais que na hora de se preparar para impulsionar a sua estratégia, não acha?

Separamos algumas das melhores práticas que você deve seguir nas redes sociais para ver seus resultados de SEO subirem nas alturas! Veja:

1. Conquiste mais seguidores

Só o fato de o Bing, um dos principais buscadores do mundo, usar o número de seguidores como critério de análise, já vale a pena investir nisso.

Além disso, visto que o Google rastreia os perfis sociais da sua empresa, ter muitos seguidores vai aumentar a credibilidade da marca perante os novos visitantes.

Só não caia na armadilha de comprar seguidores ou buscar estratégias similares, pois os mecanismos de busca também conseguem qualificar esses seguidores na hora de rankear.

O ideal é investir na construção de uma audiência real, algo que pode levar tempo, mas é muito melhor para a marca.

2. Otimize os posts para buscas

Um dos fatores mais importantes para que o seu conteúdo seja encontrado é a otimização de cada post para as buscas, tanto nos mecanismos tradicionais quanto nas redes sociais.

Tudo começa com o conteúdo do seu blog, que deve ser devidamente preparado para ser encontrado pelos robôs de busca.

Isso inclui o uso de palavras-chave, meta description, títulos, URL e outros elementos de SEO On Page.

Na hora de postar nas redes sociais, o uso das hashtags é essencial, mas não se limite a isso: cada rede tem recursos próprios que podem ampliar o alcance das postagens.

3. Publique conteúdo de qualidade

Nós poderíamos destacar milhares de técnicas, e você poderia seguir todas elas à risca, mas se o conteúdo produzido não tiver qualidade e profundidade, não vai adiantar nada.

Todos nós já cansamos de ouvir que o conteúdo é rei, e o motivo é bem claro: mesmo rankeando bem por um tempo, o conteúdo raso vai perdendo espaço para peças mais relevantes.

Por isso, capriche na pesquisa preliminar, definição e elaboração dos temas, títulos e tudo mais que for relacionado ao conteúdo.

Com isso, seu conteúdo terá uma base sólida, permitindo que ele chegue ao topo e continue lá.

4. Não se esqueça das imagens

Apesar dos holofotes sempre focarem no conteúdo escrito, já é conhecimento comum que as imagens têm um papel importante no bom desempenho de SEO de um site.

Por isso, além de usar imagens de qualidade para enriquecer o seu conteúdo, procure também otimizá-las. De que formas?

O nome do arquivo é a primeira informação que os motores de busca procuram, então use nomes claros em vez de “img03453289.jpg”.

Alt Text também é um recurso essencial, bem como o conteúdo ao redor de cada imagem, entre outros fatores.

5. Trabalhe para conseguir links externos

Uma das melhores formas de engajar o público nas redes sociais é por divulgar conteúdo do seu blog.

A grande jogada, nesse caso, é que não são apenas os links do seu perfil que apontarão para o site. Se o conteúdo for realmente bom, mais pessoas e sites vão compartilhar os links.

Dessa forma, os mecanismos de busca vão perceber que aquele material teve uma boa aceitação por parte dos leitores, e que pode colocá-lo em destaque nos resultados das pesquisas.

Quanto mais evidente estiver seu conteúdo, mais fácil será conseguir links externos para ele.

6. Facilite o compartilhamento social do conteúdo

O compartilhamento social do seu conteúdo servirá para o mesmo propósito que destacamos acima, aumentar a credibilidade dele aos olhos leitores e, consequentemente, dos sites de busca.

Mas, como fazer para que esse conteúdo seja compartilhado com maior frequência? Criar um título atraente é um ótimo começo!

Indo um pouco além, procure repetir a postagem do mesmo conteúdo — lembrando de respeitar a frequência certa para cada rede social, é claro!

Por fim, inclua o conteúdo em discussões existentes sobre o tema em questão, como forma de agregar valor.

7. Mantenha a regularidade

Ser inconstante nas redes sociais é um dos maiores pecados que uma marca pode cometer. Isso faz com que o público acabe ficando desinteressado no que você tem a dizer.

Por sua vez, você perderá seguidores, não terá tantos compartilhamentos e links externos, e tudo isso se refletirá no seu SEO.

Nem que de início prefira começar com poucas postagens, é melhor fazer isso com regularidade.

Caso contrário, não vai conseguir construir uma audiência fiel e colher bons resultados de forma duradoura.

8. Aposte no conteúdo gerado pelos usuários

Outro esforço social muito interessante que certamente trará bons resultados diz respeito ao conteúdo gerado por usuários.

Apostando nele você terá, de uma vez só, maior engajamento para a marca, conteúdo novo de forma regular, tudo isso com pouco ou nenhum investimento.

Mas, como isso ajuda no SEO? A tendência é que essa iniciativa ajude a conquistar menções, compartilhamentos e links externos, tão importantes para a estratégia como um todo.

Esse conteúdo pode envolver campanhas, sessões de perguntas e respostas, e até discussões em tempo real sobre temas interessantes.

9. Acompanhe o progresso social da marca

A última, mas não menos importante, prática que você deve seguir estritamente é acompanhar o progresso da estratégia social da sua empresa.

Afinal, de que outra maneira vai conseguir saber se as ideias estão sendo bem executadas, e se os investimentos feitos estão dando algum retorno?

Comparar isso tudo com o progresso do SEO da empresa também dará uma noção mais ampla de como as duas áreas se alinham, e certamente vai apontar pontos em que é preciso melhorar.

Usar boas ferramentas de análise e seguir KPIs confiáveis é um bom começo para garantir que esse acompanhamento seja bem-sucedido.

O princípio básico que podemos entender é que quanto mais presente sua marca for para o público, melhores serão as chances de rankeamento nos motores de busca, que cada vez mais têm priorizado a experiência do usuário. Pensando nisso, capriche nas redes sociais para levar o SEO ao topo!

Além de ajudar com o seu SEO, sabia que é possível usar as redes sociais para vender? Conheça tudo sobre o social selling e como ele pode ajudar você!

Marketing Internacional

Marketing internacional: 5 coisas que você não pode deixar de considerar

A oportunidade de internacionalizar um negócio é esperada por muitos empreendedores como um momento determinante no futuro da empresa. E, com as chances de expansão crescendo, também surge a necessidade de compreender novos aspectos do negócio, como o marketing internacional.

Na definição de Kotler, o marketing consiste nas estratégias e processos, digitais ou tradicionais, pelos quais:

“indivíduos e grupos obtêm o que necessitam e desejam através da criação, oferta e troca de produtos de valor com outros.”

Quando voltado para o cenário internacional, significa que esses mesmos processos são aplicados de acordo com contextos específicos de outros países. Entretanto, uma estratégia de marketing internacional não consiste apenas em transferir as estratégias nacionais para uma outra região.

Devido às diferentes particularidades de cada país, o marketing internacional é mais complexo do que quando desenvolvida uma estratégia regional.

Confira 5 fatores que devem ser considerados ao iniciar o planejamento de marketing internacional de uma empresa:

1. Adaptação do público ao uso do novo produto

O 1º passo para ter sucesso na expansão de um negócio envolvendo mercados internacionais é realizar pesquisas que permitam que a tomada de decisão seja embasada em dados e informações reais sobre o local que a empresa pretende atuar.

Um tipo de pesquisa que deve ser realizada antes do desenvolvimento da estratégia de marketing para o novo local consiste em identificar como o público responde ao produto ou ao serviço que a empresa deseja inserir naquele mercado.

As pesquisas podem envolver grupos focais, por exemplo, que permitam que especialistas identifiquem o grau de familiaridade e de adaptação do público em relação ao produto.

Isso permite que a divulgação inicial, assim como o produto, estejam alinhados com aspectos regionais, permitindo melhor permeabilidade no mercado desde o 1º momento.

Um exemplo são as redes de fast-food que, ao ingressarem em novos mercados, realizam pesquisas para identificar as preferências do público.

Ainda que não perca a essência dos produtos, esse cuidado permite torná-los mais personalizados para a realidade na qual serão inseridos.

2. Barreiras culturais e linguísticas

Assim como uma pesquisa que visa identificar a recepção do público-alvo ao produto em si, a empresa deve analisar, antes da expansão, possíveis barreiras culturais e linguísticas da região na qual pretende atuar.

Um exemplo de barreira cultural enfrentada na internacionalização de um produto é a inserção do McDonald’s no mercado indiano.

Na Índia, a maioria da população não consome carne bovina, o que fez com que a rede de fast-food elaborasse um cardápio específico para o país, priorizando lanches de outras origens.

Assim como a cultura, o idioma é uma barreira importante de ser analisada antes de expandir um negócio.

É necessário ter em vista a necessidade de contratar profissionais da região, assim como verificar as habilidades da atual equipe em entender processos que sejam de outro país.

A própria estruturação do site é um aspecto determinante quando se pensa em idioma. A empresa terá que avaliar as vantagens das opções de tradução ou de produção de materiais no outro idioma, por exemplo.

É necessário garantir que os mecanismos de busca sejam capazes de fazer a leitura do conteúdo nos diferentes idiomas utilizados, evitando que a empresa seja prejudicada nas estratégias de marketing digital adotadas.

3. Consumo de informações pelos potenciais clientes

Para que a estratégia de marketing internacional possa impactar os potenciais clientes da nova região na qual será adotada, é essencial que a equipe de marketing que vai desenvolver e executar as ações esteja alinhada com o consumo de informações no local.

Ainda que a internet tenha se popularizado em grande parte do mundo, não é possível desenvolver uma estratégia de marketing sem conhecer as particularidades do mercado interno.

Parte das ações podem ser replicadas. No entanto, apenas conhecendo o público-alvo no novo mercado será possível criar soluções de marketing que sejam personalizadas, desenvolvendo um marketing de relacionamento sólido.

Por exemplo: desenvolver uma campanha de marketing internacional focada na televisão em um país com um alto custo nesse tipo de divulgação e pouca adesão entre o público-alvo da marca acarretará desperdícios para o negócio.

4. Maturidade da persona em relação à aplicação do produto

Ao iniciar um plano de expansão do negócio, a criação de personas que norteiem a estratégia de marketing no novo cenário é um passo essencial. E, para aumentar a exatidão das personas, fontes mais diversas devem ser consideradas.

Enquanto no mercado interno, com um conhecimento prévio do público-alvo, é possível definir personas com base no know-how da empresa, no cenário internacional, outros elementos devem fazer parte da definição da persona para que seja possível identificar a maturidade em relação ao produto.

Devem ser usadas pesquisas de organizações, institutos e entidades internas para que seja possível avaliar o tipo de consumo que a população faz e o nível de maturidade no segmento específico no qual a empresa atua.

Tentar inserir um software de alta tecnologia em um país no qual o desenvolvimento tecnológico está atrasado, por exemplo, pode representar uma decisão estratégica ruim.

No entanto, pode-se lançar um serviço pioneiro, com o qual o público não está familiarizado, mas que, devido às vantagens que proporciona, torna-se conhecido e ganha adesão do público. Esse é o caso da experiência do Uber no Brasil, por exemplo.

Não apenas o nível de maturidade atual deve ser considerado, mas o potencial de disseminação do produto ou do serviço.

5. Reavaliar a estratégia

Assim como as estratégias de marketing voltadas para o mercado interno, as atualizações e as reavaliações devem fazer parte constantemente do negócio e devem ser consideradas desde o 1º momento.

As novas tecnologias somadas às novas tendências de comportamento do consumidor fazem com que haja variações frequentes nas opções de consumo de países, sendo necessário que a equipe responsável pelo marketing esteja sempre em busca de diferenciais de mercado e de personalização.

No caso do marketing internacional, esse acompanhamento é ainda mais fundamental para identificar a recepção do público aos produtos da marca, as avaliações, as críticas e as possíveis mudanças que possam tornar o produto ou o serviço mais condizente com as demandas específicas daquele lugar.

A constante melhora e aprimoramento das estratégias de marketing permitem que esses processos sejam contínuos e incentivam que as empresas se tornem cada vez mais relevantes para atender às exigências do público.

Para dar início a uma estratégia de marketing internacional, a empresa deve ter um plano de marketing consistente. Confira o post “Plano de Marketing: o guia completo para criar o seu” e saiba tudo o que não pode faltar!

Marketing de Rede

Marketing de rede: entenda o que é e saiba como fazer!

Muitas pessoas confundem marketing de rede (também conhecido como Marketing Multinível) com as pirâmides. Na verdade, ele se trata de um empreendimento completamente diferente e com chance de ganhos reais.

Se você deseja ter o seu próprio negócio, essa pode ser uma boa opção. Com poucos recursos e com paciência, você constrói uma rede ampla, ter bons rendimentos e trabalhar cada vez menos.

O que acontece é que há muitos enganadores que dizem que o marketing de rede faz você ficar rico de um dia para o outro. Enriquecer de um dia para o outro é impossível (a não ser, é claro, que você ganhe na loteria ou receba uma herança milionária).

Mas, então, por que fazer? Porque esse modelo de negócio é ideal para pessoas que querem largar um emprego que não gostam e que não têm a possibilidade de ganharem mais. Em outras palavras, é mais rápido aumentar a renda por meio de marketing de rede do que por planos de carreira.

Ficou curioso? Então leia este post para entender o que é o marketing de rede, para quem ele é indicado e como começar a fazê-lo:

O que é marketing de rede ou Marketing multinível?

Antes de continuar a conversa, é preciso que você entenda exatamente o que é o marketing de rede.

Resumidamente, ele é um modelo de vendas diretas para o cliente final sem a intermediação de lojas ou de mercados. Você vende o produto direto de fábrica e recebe uma comissão por isso.

Para entender melhor, veja a diferença entre o marketing de rede e o marketing tradicional:

O marketing tradicional

Nesse modelo, o fabricante vende para a distribuidora. Em seguida, o produto é vendido para uma loja antes de chegar ao consumidor final.

Esse modelo de vendas gera custos com publicidade, funcionários, logística, equipamento e infraestrutura, aluguel de espaço etc.

O marketing de rede

Aqui, o fabricante vende diretamente para um distribuidor, que é quem faz a venda do produto para o consumidor final.

Além de baratear o produto, esse modelo permite ampliar a rede de negócios e diminuir os custos das vendas.

Quais são as vantagens do marketing de rede?

O marketing multinível é um trabalho que traz muitos benefícios como:

  • ter controle sobre o próprio horário de trabalho;
  • possibilidades de progressão de renda, pois os ganhos são proporcionais às vendas;
  • sem chefe e ambiente de trabalho estressantes;
  • fonte de renda passiva no recrutamento de pessoas (distribuidor);
  • mais tempo com a família;
  • melhor qualidade de vida.

Para quem o marketing de rede é recomendado?

Como já dito, é uma modalidade excelente para quem deseja começar o próprio negócio. Mas será que qualquer pessoa pode fazer?

A resposta é “não”, pois nem todas as pessoas têm o perfil para estar nessa modalidade ou ainda não estão preparadas naquele momento, pois nutrem expectativas irrealizáveis.

Confira uma lista de características importantes das pessoas que têm perfil para o marketing de rede:

  • pessoas insatisfeitas com o trabalho e que querem novas perspectivas na sua carreira;
  • quem tem algum tempo para se dedicar aos produtos e à construção da rede de clientes;
  • quem se identifica com os produtos a serem vendidos;
  • para quem quer uma vida com mais liberdade e poder fazer os seus horários;
  • para quem quer promover bem-estar, tanto o próprio como o das pessoas que o rodeia.

Para finalizar, é muito importante entender que o marketing de rede não é recomendado para desempregados.

A construção de uma rede de ativos demora entre 3 a 5 anos. Portanto, o ideal é que comece a trabalhar nesse modelo ainda em um emprego formal e vá aumentando a sua rede aos poucos.

É recomendado que você saia do emprego apenas quando os seus ganhos superarem o seu salário.

Como fazer o marketing de rede?

O marketing de rede é um negócio simples e de baixo investimento. No entanto, para alcançar os seus objetivos, é preciso de praticar uma série de ações.

Listamos uma série de práticas para te ajudar nessa empreitada. Confira:

Faça um planejamento

Para tudo na vida é preciso planejamento. Seja para casar, comprar uma casa, ter filhos… E isso é muito importante também para o marketing de rede.

Comece com apenas uma empresa, que seja séria, confiável e com produtos que você se identifique. Veja também se as pessoas que fazem parte do seu círculo social se identificam com ele.

Outras dicas importantes:

  • construa relacionamentos antes de vendas;
  • faça o seu planejamento de vendas por tipo de produto;
  • estude o modelo de negócio e o mercado do segmento da empresa que escolheu;
  • faça uma lista de tarefas diárias.

Tenha metas de grandes ganhos de longo prazo. Esse tipo de negócio requer esforço para a construção da rede.

A longo prazo, os ganhos poderão superar o salário e até mesmo haver ganhos passivos.

Escolha boas empresas

É importante começar devagar e, de preferência, com apenas 1 empresa. E, para saber se ela é confiável, você precisa verificar alguns requisitos básicos:

  • conheça os diretores;
  • verifique se a empresa fornece treinamento;
  • veja se ela oferece plano de ação e recomendações de boas práticas;
  • confira as críticas aos produtos por consumidores.

Escolha de boas parcerias

As parcerias são a chave do sucesso e dos grandes ganhos para o marketing de rede. Com ela, você amplia a quantidade de clientes e de lucros e se torna conhecido.

E mais: com o tempo, é possível ter não apenas ganhos ativos como também passivos. Isso é possível quando você passa a ter a sua própria rede de distribuidores.

Por exemplo: se você realiza 6 vendas por dia com a comissão de R$ 100,00, ao final do dia terá faturado R$ 600,00.

Porém, se você tem um time de 10 vendedores que efetuam as mesmas vendas, e você tem uma comissão de R$ 60,00 por venda. Isso dá um total de R$ 600,00 de comissão também — e com pouquíssimo esforço.

Todos ganham nessa equação.

Divulgue-se em diversos canais

Hoje, as mídias digitais possibilitam um alto poder de divulgação. Não há necessidade de contar com o boca a boca e as mídias tradicionais: utilize Facebook, Instagram e blogs.

Construa e fortaleça os seus relacionamentos por meio das redes sociais, pois elas são um importante canal para a aquisição de novos clientes.

Conformes vimos, o marketing de rede não é enganação. Muito pelo contrário: pode ser uma excelente maneira de ganhar dinheiro e fazer o que gosta.

É uma forma de empreender que, se feita com bom senso e da maneira correta, pode gerar muitos benefícios.

Se você gostou deste post, leia “Aprenda o que são vendas complexas e descubra se a sua empresa está vendendo da maneira certa“!

canais de marketing

O que são os Canais de Marketing?

Canais de marketing são os caminhos pelos quais você leva o seu produto até seu cliente final, ou seja, são a forma como você faz com que seus produtos fiquem disponíveis para compra.

Muitos são os fatores que influenciam na hora de definir suas estratégias de marketing: realizar análise da concorrência, conhecer o perfil do seu cliente e acompanhar os ânimos do mercado são alguns deles.

Mas um dos mais importantes, sem dúvidas, são os canais de marketing.

Ter um bom produto para oferecer ao mercado é essencial, mas se você não pensar em como fazer esse produto chegar nas mãos do cliente certo, na quantidade certa e na hora certa, as chances do negócio fracassar são bem grandes.

E é exatamente nisso que consiste a definição de canais de marketing: em saber disponibilizar produtos ou serviços ao consumidor final de acordo com suas demandas e exigências.

Pense só no seu plano de marketing de conteúdo, por exemplo.

Para ter um plano de sucesso, você também deve conhecer quem são suas personas e saber quais são suas dores e problemas para produzir conteúdo que supra essas questões e ofereça valor a elas, certo?

Mas de que adianta criar um conteúdo sensacional se você não souber distribuí-lo para que sua persona o ache no momento certo da jornada de compra?

Conhecer bem os canais de marketing que você pode usar e escolher quais melhor irão atender o seu negócio é essencial para o sucesso de qualquer empresa.

Quer saber mais? Então vamos lá!

Aprenda tudo sobre Marketing Digital

Este guia completo vai ensinar para você tudo sobre marketing digital e como aplicá-lo.


O que são canais de marketing?

O que vem à sua mente quando você ouve a palavra em “canais”? Você pensa em canais de televisão ou quem sabe em um canal de água?

São duas coisas bem diferentes, mas se você pensar bem no significado da palavra canal, verá que nos dois casos, e em todos os outros em que ela é usada, a ideia é a mesma.

Canal é um meio de distribuição ou transmissão de algo.

Quando falamos dos canais de TV, eles são um meio pelo qual a transmissão de emissora chega até o espectador, ou no caso dos canais de água são o meio pelo qual a água é levada de um ponto a outro.

Os canais de marketing seguem o mesmo conceito.

Eles são os caminhos pelos quais você poderá levar seu produto até seu cliente final, ou seja, são a forma como você fará com que seus produtos fiquem disponíveis para compra.

Isso porque as pessoas tem cada vez menos tempo para dedicar a qualquer aspecto de suas vidas, e apesar do ato de compra ser interessante para a grande maioria, o acesso à informação e à internet fez com que o consumidor racionalizasse mais o tempo gasto nessa atividade.

Dessa forma, podemos dizer que o principal objetivo dos canais de marketing é fazer com que um produto chegue o mais rápido possível no local onde o consumidor espera encontrá-lo.

Mas colocar seu produto no lugar certo quando seu consumidor ideal se dispuser a adquiri-lo irá variar conforme o perfil do seu público e o tipo de produto que você comercializa.

Pensando nisso, veremos abaixo quais são os tipos de estratégias de distribuição, com seus intermediários, que você pode utilizar e como escolher o melhor para sua empresa!

Por que os canais de marketing são tão importantes?

Para entender um pouco melhor, vamos pensar no seguinte exemplo:

O que você faz quando sente fome? Uma das possibilidades é ir até a cozinha, pegar um pão de forma, um pote de requeijão e um copo de leite com achocolatado.

Itens esses que você pode encontrar facilmente em uma padaria ou no supermercado, certo?

Agora, supondo que você seja o fabricante do requeijão, você provavelmente precisaria comprar grandes quantidades de leite e de embalagens semanalmente para produzir seu produto, o que não seria possível resolver com uma simples ida ao supermercado.

Provavelmente seria necessário que você enviasse caminhões de transporte às fazendas de pecuária e aos fabricantes de embalagens toda semana.

Mas é possível que esses fornecedores ou revendedores desses fabricantes oferecem, para sua comodidade, a possibilidade de receber pedidos pela internet ou telefone e enviar os produtos diretamente para sua fábrica.

Os modos como os profissionais de marketing passam os produtos do ponto de produção para o ponto de consumo envolvem canais de marketing, essenciais para executar as atividades necessárias para ligar produtor ao usuário final.

Ou seja, o supermercado e os distribuidores de embalagens e de leite que foram citados no exemplo são membros de um canal de distribuição, sem os quais o pote de requeijão nunca chegaria à sua mesa na hora em que você estivesse com fome.

Como funcionam os canais de marketing?

O principal canal de marketing é aquele onde o fabricante faz a venda diretamente ao consumidor, sem intermediários.

Por exemplo: um fazendeiro que produz ovos de galinha pode vendê-los diretamente ao consumidor, sem precisar que esse produto passe por uma loja ou supermercado.

Outro exemplo é quando sua empresa possui um e-commerce, podendo fazer a venda diretamente aos consumidores por esse meio.

Porém, muitos fabricantes não possuem recursos financeiros o suficiente para comercializar diretamente seus produtos, seja pela venda física ou online.

Pense em uma fabricantes de balas, por exemplo. Custaria muito dinheiro à essa empresa montar pequenas lojas pelo país para vender suas balas e atender todos seus clientes.

É por isso que, em muitos casos, utilizar intermediários é a melhor solução.

Os intermediários são quem representa, distribui e até mesmo vende o que você produz ao consumidor final.

Utilizando eles é possível conseguir resultados de vendas mais efetivos.

Veja abaixo alguns exemplos dos principais intermediários que atuam nos canais de marketing:

Varejista

Nesse tipo de canal de distribuição a compra é feita por um varejista — que pode ser o dono de uma loja, supermercado ou comércio específico relacionado ao que você produz — que fará então uma nova venda ao cliente final.

Esse canal é mais utilizado por fabricantes que produzem bens de consumo. como por exemplo, roupas, sapatos, móveis, eletrodomésticos, etc.

Atacadista

O atacadista compra grandes quantidades diretamente do fabricante para revendê-la à estabelecimentos industriais, outros comerciantes e para varejistas.

Como faz a compra em grandes quantidades, ele consegue reduzir parte do custo para seu consumidor.

Porém, na maioria dos casos esse consumidor deve ser uma pessoa jurídica ou o membro de um clube para conseguir comprar do atacadista.

Como por exemplo um atacadista farmacêutico que faz a venda diretamente para farmácias que, então, levarão os produtos para o consumidor final.

Distribuidor

É quem vende, armazena e provê assistência técnica em uma determinada região gráfica.

O distribuidor compra os produtos da sua empresa e faz uma nova venda aos clientes alocados em uma área próxima à dele.

Como exemplo podem ser citados os distribuidores de bebidas.

Agentes

Quando a distribuição do produto envolve mais de um intermediário, é necessário a utilização de agentes para auxiliar com as transações entre todos os participantes do canal de marketing.

Um agente irá receber uma comissão de você, produtor, e será bem útil nos casos em que os produtos precisam se mover rapidamente no mercado.

Por exemplo, no caso de um pescador que pesca grandes quantidades de peixes, que é perecível, diariamente, é preciso que, assim que estiver disponível para consumo, o peixe chegue rapidamente às mãos do consumidor final, para que o produto não se perca.

Como realizar o contato entre diversos atacadistas ou varejistas poderia consumir grande parte do tempo do pescador, a melhor saída, nesse caso, é utilizar de um agente que irá fazer todos esses contatos e vender o produto para esses intermediários, ganhando uma comissão em cima das suas vendas.

Time de vendas para sua agência

O papel dos canais de marketing?

Garantir a disponibilidade do produto final para o consumidor é freqüentemente a questão mais determinante para o sucesso de uma estratégia de marketing.

O gerenciamento e a seleção dos canais de marketing de uma empresa é uma das atividades fundamentais do gestor de marketing da mesma.

Ela se encontra dentro de um dos famosos quatro “P’s”, o Ponto de Venda, juntamente com Preço, Produto e Promoção.

Escolher o melhor canal irá envolver a construção de uma série de mecanismos e de uma rede, por meio da qual a empresa vai ao mercado, mantendo-se em contato com seus clientes e realizando um conjunto de tarefas, desde a geração da demanda até a entrega física do produto.

Entre as tarefas desempenhadas pelo canal de marketing também se encontram:

  • Prestação de informações sobre os produtos;
  • Customização do atendimento;
  • Garantia de qualidade;
  • Partição dos lotes;
  • Oferta de produtos complementares, como pós-venda e logística.

Como escolher o melhor canal?

Para determinar qual canal de marketing utilizar no seu negócio, o melhor caminho é começar entendendo qual estratégia está mais alinhada ao seu produto.

A distribuição intensiva — quando o fabricante vende por meio de tantos intermediários quanto for possível — deve ser utilizada caso o produto tenha baixo valor unitário e uma alta frequência de compra, pois assim ele será sempre encontrado na grande parte das prateleiras.

Já se se tratar de um produto que possa ser comparado a outro similar, é recomendada a distribuição seletiva — quando o fabricante vende por meio de um grupo selecionado de intermediários — pois, assim, será possível contar com intermediários melhor preparados para defender a marca.

Mas no caso de um produto que requer um esforço especializado de venda ou um investimento em estoque e instalações físicas específicas, a melhor saída é a distribuição exclusiva — quando você escolhe seus próprios revendedores, dando autorização para que eles façam a distribuição exclusiva do produto e controlando suas atividades.

A exclusividade irá garantir apoio adequado ao produto, fornecendo a este até mesmo uma imagem de valor e luxo no mercado.

Mas para que você faça uma escolha mais consciente, separamos algumas dicas que podem te ajudar a subsidiar sua decisão sobre qual canal de marketing e tipo de distribuição será mais adequado para sua empresa.

Veja:

  • Avalie mercados (tanto reais, quanto potenciais) que podem trabalhados;
  • Determine as características, comportamentos e necessidades dos seus clientes, bem como a quantidade, dispersão geográfica e frequência de compra do seu produto;
  • Determine as características essenciais do produto quanto à dimensões, perecibilidade e graus de padronização para otimizar o transporte;
  • Defina as características que os intermediários devem possuir quanto ao tipo de transporte, sistema de equipamentos e de armazenagem utilizados, tecnologia da informação, entre outros aspectos;
  • Avalie as características ambientais e locais necessárias para  conservação do seu produto, como umidade e temperatura;
  • Avalie as empresas intermediárias envolvidas no seu canal quanto à sua solidez financeira, aos demais produtos que oferece, aos níveis de qualidade de serviço, ao marketing e à força da marca.

Um dos pontos mais importantes dessa lista é conhecer e selecionar os membros dos canais, pois serão eles que levarão não só seu produto ao cliente final, como também sua marca, buscando sempre atingir o maior grau de satisfação do consumidor.

É preciso também estar atento à integração entre os membros de cada canal, para garantir que o produto chegue às mãos do consumidor no momento certo.

Afinal, na hora da fome, ele espera que o pote de requeijão esteja na prateleira, não importando como chegou e qual foi a estrutura por trás disso tudo.

De acordo com a vontade da empresa de controlar mais ou não a distribuição dos produtos, a quantidade de membros de um canal de marketing pode variar.

Com canais mais curtos, você possuirá muito mais controle, te permitindo alterar de forma mais rápida suas ações e estratégias para melhorar todo o fluxo dos produtos no mercado, e conseguindo um feedback mais rápido e puro do consumidor.

Hoje há uma grande variedade de canais disponíveis no mercado e escolher o melhor meio de divulgação e de distribuição do seu produto pode ser um grande problema.

Isso porque uma escolha errada nessa hora pode comprometer todo o seu planejamento de marketing.

Porém, a utilização dos canais é essencial para que se possa alcançar o consumidor da melhor forma e estabelecer parcerias com empresas que poderão beneficiar seu negócio com lucratividade.

E você, já utiliza algum canal de marketing para distribuição dos seus produtos? Entenda como aplicá-los em sua estratégia de vendas com o ebook Como usar o Marketing para escalar suas vendas.

como usar o marketing para escalar vendas