Ciro Falcao


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Marketing de Guerrilha

Aprenda como o marketing de guerrilha funciona e como chamar atenção com criatividade!

Veja aqui o que é marketing de guerrilha, como fazer, e vários cases inspiradores de ações que causaram bastante impacto!

O ser humano sempre viu na necessidade de se reinventar oportunidades para inovar e encontrar soluções criativas.

Na hora de divulgar —  seja produtos, serviços ou mesmo ideias de utilidade pública — isso não é diferente.

Na verdade, podemos dizer que o marketing, nas suas muitas formas, oferece o espaço perfeito para essa inovação.

Uma delas, chamada marketing de guerrilha, vem ganhando espaço pelo alto impacto que causa, mesmo sem gastar muito. Parece bom, não é?

Veja tudo que você precisa saber sobre o marketing de guerrilha!

O que é marketing de guerrilha?

O termo marketing de guerrilha faz jus ao nome que leva, já que é mais direto e, por vezes, até mais agressivo que outras formas conhecidas de divulgação.

Aliás, não é difícil entender o porquê: basta ver a origem do nome, que foi criado pelo publicitário americano Jay Conrad Levinson no final dos anos 70, inspirado pela guerra do Vietnã.

Mesmo com um poder de fogo bem menor, os vietnamitas conseguiram passar por cima das limitações usando táticas de guerrilha e superaram seus adversários.

Trazendo esse conceito para o mundo do marketing, a ideia é aumentar bastante o impacto da ação sobre o público com um investimento baixo.

Por que vale a pena investir no marketing de guerrilha?

Faz todo o sentido saber que essa forma de marketing vem crescendo mais e mais a cada dia, já que a promessa é fazer mais com menos.

Mas, indo um pouco além, o que faz com que os resultados sejam tão expressivos assim? Entender isso vai ser a chave para saber como criar ações de sucesso.

Se formos comparar o modelo do marketing de guerrilha com o marketing tradicional, nem sempre vamos encontrar grande diferença em termos técnicos.

Ebook: Como convencer seu chefe que marketing de conteúdo é a melhor opção

Afinal, ambos contam com anúncios que tentam atrair a atenção das pessoas para um produto, serviço ou ideia. O diferencial está mesmo na abordagem.

Hoje em dia, todos nós somos bombardeados com um volume gigantesco de informações, tarefas urgentes e prazos apertados.

Sendo assim, é natural ficarmos mais seletivos quanto ao que merece nosso tempo e atenção, não concorda?

Por isso, os anúncios convencionais se tornaram uma distração facilmente descartável. Ninguém quer ser incomodado por propagandas inconvenientes.

O marketing de guerrilha, por outro lado, é feito para ser tão chamativo que se torne impossível de ignorar, criando acima de tudo uma impressão duradoura na mente dos clientes.

Mais ainda, o foco está em provocar uma reação no consumidor, talvez por fazê-lo reavaliar suas prioridades e hábitos pessoais, métodos de trabalho ou mesmo por “cutucar” um concorrente de modo direto.

7 dicas para um marketing de guerrilha eficiente

É importante frisar um detalhe sobre o marketing de guerrilha: ao mesmo tempo em que ele é impactante, esse impacto pode ser tanto bom como ruim.

Daí vem a necessidade de tomar alguns cuidados para que a ação não tenha um efeito contrário ao que você espera e gere reação negativa do público.

Que tal ver algumas dicas sobre o assunto? Separamos 7 delas para te ajudar:

Conheça muito bem seus clientes

O primeiro passo para acertar nas ações de guerrilha é conhecer em detalhes as pessoas que serão impactadas por elas.

Isso inclui tanto seus clientes atuais quanto os que têm potencial de ser. Por isso, é importante que você leve em conta as personas do seu negócio nesse momento.

Tomar esse cuidado é a melhor forma de evitar que uma campanha incrível acabe se tornando um fracasso por não se encaixar nos valores e interesses do público.

Guia para criação de personas

Não fuja das suas origens

O marketing de guerrilha não precisa seguir uma única fórmula. Na verdade, para ter sucesso com ele, isso é tudo que você não deve buscar.

Enquanto algumas campanhas conseguem ser muito engraçadas, outras miram diretamente para a provocação e o desafio. Ainda outras tratam de assuntos muito sérios.

Como uma única fórmula seria capaz de comportar tantas mensagens diferentes? É impossível!

O importante mesmo é não fugir das suas origens: se o seu segmento permite uma linguagem mais leve e descontraída, siga esse caminho.

Senão, se adapte conforme for necessário, a fim de que o resultado final continue sendo autêntico.

Considere fazer parcerias

Nós já falamos aqui o quanto somos fãs do co-marketing, e no marketing de guerrilha também é possível usar esse recurso com sucesso.

Um exemplo interessante — além de bastante simples — é a tática de guerrilha que a Microsoft usou ao lançar o seu tablet, chamado Surface, no mercado.

A empresa fez parceria com um lava-rápido de Chicago, para expor em sua parede um graffiti anunciando o novo dispositivo. Mas, qual a grande novidade?

A localização: a loja ficava perto de uma loja da Apple, uma das principais concorrentes, bem à vista de seus clientes.

marketing de guerrilha

Isso mostra claramente que parcerias de marketing de guerrilha não precisam ser complicadas para dar certo.

Seja original

Um elemento essencial das táticas de guerrilha é a originalidade. Não dá para se dar bem só por copiar o que já deu certo em outros casos.

Não importa o quanto uma ideia já provada pareça fazer sentido para o seu negócio, é sempre melhor apostar em uma ideia original.

Por outro lado, você fará bem em procurar inspiração nos casos de sucesso. Eles podem servir para aguçar a sua criatividade e ajudar a ter ideias legais.

Desse jeito, dá para aprender com o que já foi feito por outras empresassem correr o risco de ganhar fama de imitador.

Capriche na execução

Boa parte das campanhas de marketing que dão errado não falha na fase de planejamento, e sim no momento de executar tudo que foi pensado.

Pensando nisso, depois de ter definido a melhor forma de atrair e impactar seu público de maneira original, pense em cada detalhe do que será preciso para tornar sua ideia um sucesso.

Se tiver decido contar com a ajuda de um parceiro, não se esqueça de se reunir com ele para dividir as tarefas e resolver como tudo vai funcionar.

Uma boa forma de organizar cada passo da campanha na prática é por fazer um checklist e segui-lo de perto.

Cuidado com as emoções que provoca

O objetivo das táticas de guerrilha é provocar emoções, mas você precisa saber exatamente que tipo de emoções deseja despertar.

Como já dissemos, há sempre espaço para campanhas sérias e, em alguns casos, até chocantes. Mas elas normalmente são feitas assim quando o tema a ser tratado é igualmente sério e urgente.

Se você vai promover um produto, vale a pena apostar em ideias leves e descontraídas, que não causem sensação de choque, raiva ou angústia nas pessoas.

Elas poderiam facilmente associar a sua marca a esses sentimentos ruins e se distanciar dela, em vez de se sentirem atraídos pela ideia proposta.

Avalie os resultados

As ações de guerrilha parecem ser tão espontâneas que se torna até meio difícil imaginar o que fazer para avaliar seus resultados, não é?

Pois saiba que isso não só é possível, como também extremamente importante. Então, como fazer?

Primeiro, use suas ferramentas de monitoramento favoritas para acompanhar a repercussão nas redes sociais.

Esse é um dos ambientes mais importantes para deslanchar uma campanha de guerrilha, pelo imenso poder de “boca a boca” que tem.

Além disso, use as métricas que já avalia na sua empresa, isolando o período da campanha em comparação com o desempenho normal dos últimos meses.

E caso você ainda não avalie nenhuma métrica, a dica é simples: comece o quanto antes!

6 casos de sucesso

Você já sabe como funciona o marketing de guerrilha e como ele pode ser de ajuda. Aprendeu até os melhores truques para ter sucesso com ele!

Agora, só falta aprender com quem já fez se mostrou competente e teve resultados com as táticas que mostramos aqui.

Por isso, separamos 6 casos de sucesso que vão te dar uma ideia prática e resumida dos conceitos que falamos até agora.

Coca-cola

A Coca-cola é sem dúvida uma das marcas mais emblemáticas de marketing de guerrilha de que podemos lembrar sem muito esforço.

É só pensar em quantas propagandas e comerciais de uma empresa provocando a outra são sucesso até hoje no Youtube para ter uma noção de quanto essa gigantes foi bem-sucedidas em estabelecer com o seu público uma relação divertida, e, com certeza, lucrativa.

É verdade que o orçamento de marketing da Coca-cola nem se compara com o da maioria das empresas.

Mas esse não foi o diferencial, e sim o fato de que ela segue muito bem a “cartilha do marketing de guerrilha”, gerando alto impacto com mensagens simples.

Veja, por exemplo essa ação da Coca-Cola que com apenas uma máquina de refrigerantes instalada em uma universidade, conseguiu passar sua mensagem e engajar os estudantes.

Outra ação bem bacana (e simples!) da gigante de refrigerantes foi desenvolvida para o dia dos namorados, em que a máquina de refrigerantes controlada remotamente só “funcionava” quando casai se beijavam.

Uber vs. Lyft

Aqui no Brasil não chegamos a ver ainda essa disputa, mas lá fora Uber e Lyft disputam pelo serviço de transporte e o marketing de guerrilha é uma das principais armas usadas.

O Lyft distribuiu entre os motoristas de sua plataforma, bigodes com a cor da marca – o rosa – para distinguirem os carros dos de seus concorrentes do Uber. Uma forma bem humorada e divertida de chamar atenção, não acha?

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Mas, sabe o que foi mais legal? O Uber realizou uma série de ações voltadas especialmente para convencer os motoristas do Lyft, seu principal competidor, a trocar de plataforma, usando justamente a referência dos bigodes cor de rosa de seu rival.

marketing de guerrilha: ação do uber

Mais do que dar início a uma nova rivalidade, essa resposta acabou colocando ainda mais os dois apps aos em evidência para o público.

Burger King vs. McDonald’s

Burger King e McDonald’s também são oponentes de longa data, e como não poderia deixar de ser, já travaram suas batalhas pelo domínio do fast food com táticas de guerrilha.

Uma das ações mais interessantes desse embate aconteceu em 2015, por iniciativa do Burger King. A rede enviou uma carta aberta — por meio de um anúncio na New York Times, um vídeo e um hotsite — ao concorrente, propondo uma “trégua”.

A ideia era interessante: juntar os principais lanches das duas, o Whopper e o Bic Mac, na criação de um único lanche.

Chamado de mcWhopper, com ingredientes de cada um na mesma proporção, o lanche serviria para celebrar o dia internacional da paz.

Ele seria vendido apenas nesse dia, e só em um local: uma lanchonete construída no meio do caminho entre as sedes do Mc e do BK, com branding compartilhado entre as marcas.

marketing de guerrilha: peace day burger king

Genial, não concorda? Horas depois, veio a resposta oficial do McDonald’s – um tanto grossa – negando a parceria.

marketing de guerrilha

Mas isso não fez diferença, pois o Burger King havia conseguido o que queria, se colocando em uma posição de liderança, nobreza e empenho pela paz, e ainda prejudicando indiretamente a imagem de seu principal concorrente.

Medecins du Monde

A Medecins du Monde, ou “Médicos do Mundo”, é uma ONG de ajuda humanitária que atua na França, bem como em vários outros países.

Numa de suas ações, ela acabou se tornando um caso de sucesso do marketing de guerrilha.

Querendo chamar atenção para o problema das pessoas sem teto em Paris, eles pensaram em algo melhor do que usar anúncios e cartazes.

Também resolveram deixar de lado as campanhas de conscientização populares em busca de algo mais prático. Qual foi a solução?

Eles começaram a distribuir tendas fáceis de montar para os cidadãos desabrigados. Mas, qual o efeito disso?

marketing de guerrilha

Ver o grande aumento dessas tendas por toda a cidade fez com que o governo se mobilizasse rapidamente a fim de solucionar o problema.

Com isso, milhões dessas pessoas foram realocadas para abrigos emergenciais, que pudessem ao menos suprir suas necessidades básicas.

Mostrar o problema de perto foi a melhor saída que a Medecins du Monde poderia ter escolhido para educar a população e alertar as autoridades sobre a situação.

HBO

A HBO é conhecida por sua qualidade de produção, com séries aclamadas tanto pelo público quanto pela crítica. Mas, nós podemos conhecê-la também pela sua habilidade em usar o marketing de guerrilha.

Para promover a série The Sopranos, a HBO colocou braços falsos como que saindo dos porta-malas de diversos táxis da cidade de Nova York.

marketing de guerrilha: the sopranos

Quando as pessoas começavam a pensar que eram cadáveres, viam o adesivo da série no para-choque. Simples, não?

Outro programa que a HBO promoveu dessa forma foi Boardwalk Empire. Dessa vez, deixaram um vagão de trem de Nova York ao estilo dos anos 1920, época em que se passa a série.

marketing de guerrilha: boardwalk empire

E não para por aí. Outras séries, como True Blood e Curb Your Entusiasm também contaram com ações de guerrilha.

O caso desta última, inclusive, foi uma aula de simplicidade, pois se resumiu a uma banda marcial tocando a música-tema da série pelas ruas de Nova York e Los Angeles, com cartazes informando a data e horário de estreia.

Já True Blood ganhou uma ação mais impactante e, digamos, mais sangrenta.

marketing de guerrilha: true blood

Netflix

A Netflix, febre mundial de entretenimento que você já deve conhecer muito bem, também não fica atrás quando o assunto é marketing de guerrilha.

Para divulgar a estreia da nova temporada da série “Orange is the new black”, ela transformou a fachada de um prédio em Paris numa prisão, cenário principal do programa.

marketing de guerrilha: orange is the new black Paris

Atrizes em trajes de prisioneiras simulavam suas atividades comuns, como malhar, bater papo, etc., o que chamou a atenção das pessoas na rua.

Outra ação extremamente oportuna foi durante um debate das eleições presidenciais nos Estados Unidos, na Carolina do Sul.

A Netflix simplesmente criou um comitê de campanha para Frank Underwood, o personagem principal da série House of Cards, que é político.

marketing de guerrilha: house of cards

Tudo foi pensado com antecedência, pois além do tema do evento — um debate presidencial — ter tudo a ver com a série, a localização não poderia ser melhor.

Afinal, o local do debate é próximo à cidade natal do personagem, o que cria uma identificação ainda maior com o público.

Bônus: Warner Channel

Citamos alguns casos de grandes empresas que usaram bem o poder do marketing de guerrilha, mas há muitos outros exemplos que podemos imitar.

O canal Warner, por exemplo, promoveu a estreia da série The Flash no Brasil com uma ideia brilhante.

Comentando “First” (“Primeiro”) — em alusão à rapidez do personagem — em todos os artigos ou posts do Facebook de sites especializados em entretenimento, conseguiu atrair grande atenção a custo praticamente zero.

marketing de guerrilha

 

Isso mostra o quanto ações de guerrilha podem ser poderosas sem gastar muito ou envolver uma estrutura grande demais.

As possibilidades do marketing de guerrilha para o mundo digital

O marketing de guerrilha não se limita a ações em lugares físicos. Ele também serve perfeitamente ao mundo digital.

Para aproveitar ao máximo as possibilidades que a web oferece para o marketing de guerrilha, é importante seguir alguns passos:

Descubra os canais estratégicos para alcançar suas personas

Como nós vimos até agora, tanto nas dicas quanto nos exemplos mostrados, o grande foco do marketing de guerrilha é causar impacto.

Para isso, é preciso que o maior número de pessoas possível veja o que você preparou e seja atraído a isso.

Dessa forma, pense: “Quais são os canais em que meu público se concentra?” É para lá que você vai querer direcionar seus esforços.

Boa parte dos casos que citamos, senão todos, só foram bem-sucedidos porque acertaram não apenas no conteúdo que tinham a transmitir, mas também no local e até horário em que fizeram isso.

Times de marketing Banner

Aprenda a potencializar o conteúdo que produz

Uma das melhores coisas de usar o marketing digital para produzir ações de guerrilha é o seu poder de viralizar o conteúdo.

A iniciativa deu certo? Por que não escrever um artigo, produzir um e-book ou até fazer um webinar contando como foi para chegar ao resultado final?

Também pode envolver os assinantes da sua newsletter na iniciativa, atraí-los usando e-mail marketing.

A dica é que você vá além da ação em si, mas colha também benefícios com ela de outras formas, como através da produção de conteúdo contando sua experiência.

Pense no efeito a longo prazo

Parte do efeito a longo prazo já foi comentada brevemente no ponto anterior, de se aproveitar não só da ação em si, mas também de seus “derivados”.

Mas isso não é tudo. É importante pensar no legado que aquela ação vai deixar para a sua empresa depois de algum tempo. Por que isso é importante?

Algumas ideias podem até dar certo no primeiro momento, atraindo bastante atenção e até gerando algumas vendas, mas deixando, com o passar dos meses e anos, uma impressão negativa.

É importante lembrar que na internet as coisas nunca são realmente esquecidas. Isso quer dizer que uma brincadeira de mau gosto hoje pode se tornar um pesadelo de amanhã.

Aproveite os assuntos do momento

Se lembra do caso de sucesso do Burger King, que citamos acima? Muito bem, existe um terceiro envolvido nessa jogada, que tem muito a nos ensinar, e o melhor de tudo, é uma empresa brasileira!

A franquia Giraffas, vendo a repercussão mundial da campanha do BK, resolveu se aproveitar do assunto do momento e propor uma parceria à empresa.

O resultado: o Burger King, que recebeu ainda mais destaque, aceitou a proposta, e eles lançaram juntos o Peace Day Burger!

Isso mostra que não é só por planejar com antecedência, mas também por estar atento a oportunidades em potencial e ser rápido para responder a elas, que é possível usar o marketing de guerrilha, especialmente o digital.

Aposte na interatividade

A própria essência do marketing de guerrilha casa perfeitamente com a ideia do marketing digital, e se formos resumir isso em uma palavra, é interatividade.

As pessoas amam participar, e se sentem muito mais motivadas e impactadas quando são parte da ação, em vez de meras espectadoras.

Por isso, aproveite todos os recursos do ambiente digital para incluir e engajar o público, e suas campanhas terão muito mais chances de dar certo.

Como o próprio nome diz, o marketing de guerrilha tem mensagens fortes e provocativas, que têm muito sucesso em levar o público a pensar e agir. Você só tem a ganhar por levar esses conceitos para a sua estratégia online. Afinal, quando todas as ações são praticamente iguais, quem sai da mesmice ganha vantagem.

Gostou de aprender mais sobre o alto impacto do marketing de guerrilha? Não deixe de ver também o que está por trás de times de marketing de alta performance!

Ebook de Marketing Digital

benchmarking

Descubra o que é e qual a importância do Benchmarking no Marketing Digital

Benchmarking vem da palavra de origem inglesa ‘benchmark’, que significa ‘referência’. Ele nada mais é do que uma análise aprofundada das melhores práticas usadas por empresas do mesmo setor que o seu e que podem ser replicadas pela sua marca.


(Clique no player para o ouvir a narração do nosso post! Deixe nos comentários o que achou.)

Seja no mundo dos negócios, nos esportes ou na produção cultural, a comparação é a base para a avaliação do valor daquilo que criamos ou fazemos. Ou seja, é algo quase natural.

Quando entramos no universo da competição entre empresas, o benchmarking é uma ferramenta valiosa que responde aquela questão que todos nós fazemos: Como estou me saindo em relação à concorrência?

Quem pensa que o estudo das melhores práticas é algo que só cabe às grandes corporações está enganado.

Não importa o tamanho da sua companhia ou agência, fazer benchmarking é fundamental.

O feedback recebido sobre o que está funcionando ou não no mercado, ajuda os executivos a tomarem melhores decisões a fim de melhorarem seus resultados e desenvolverem seus negócios.

Enfim, se o seu objetivo for se tornar referência no seu setor ou simplesmente alcançar maiores rendimentos, está prática é para você.

Com o avanço do marketing digital e a mudança do ambiente de negócios para a esfera online, começou a se falar em uma nova categoria desta avaliação, o chamado benchmarking digital.

Para saber mais sobre o que é e como pode beneficiar a sua empresa, dê uma olhada neste post que preparamos para você!

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O que é benchmarking?

Benchmarking vem da palavra de origem inglesa ‘benchmark’, que significa ‘referência’. Ele nada mais é do que uma análise aprofundada das melhores práticas usadas por empresas do mesmo setor que o seu.

Essa prática já é usada há muito tempo por indústrias de todos os tamanhos para analisar como seus produtos, seus processos logísticos e de produção, por exemplo, estão desempenhando em relação aos concorrentes.

Nesta tarefa de monitoramento do mercado, entram em jogo a análise, interpretação, avaliação e mensuração das informações coletadas. Para criar uma verdadeira inteligência de mercado, é preciso entender o que os dados significam e como podem beneficiar a sua empresa.

De uma forma geral, cada empresa identifica os fatores que impactam a sua performance e depois define métricas para os indicadores-chave de performance (KPI’s) da indústria ou mercado em relação a estes fatores.

Eles servirão assim de ‘benchmark’ ou referência que poderão ser usados pela equipe de marketing para desenvolver iniciativas que melhorem a posição da empresa ou aumentem a sua fatia de mercado.

Por que ele é tão importante para as empresas?

Como já citamos, a comparação é algo natural. Para crescer e desenvolver, queremos saber como nos posicionamos em relação aos outros.

Este é um fator crucial para as empresas, porque as empurra em direção à adoção de melhorias nos processos. É uma forma de evoluir suas estratégias por meio de insights vindos dos seus concorrentes.

Não significa, no entanto, que tudo o que a concorrência faz é melhor para o seu negócio.

Uma atitude excessivamente reativa aos resultados do benchmarking pode ser, inclusive, prejudicial. O uso correto, porém, pode trazer incontáveis benefícios. Alguns exemplos:

  • Auditar a abordagem atual das ferramentas de marketing e identificar áreas que carecem de mudanças e melhorias;
  • Descobrir práticas de sucesso de empresas que já têm conhecimento estabelecido sobre um determinado assunto;
  • Identificar novas tendências e sair à frente;
  • Receber novas referências de empresas que atuam no mesmo segmento que o seu;
  • Ganhar uma base argumentativa para discutir o curso de novos investimentos no futuro;
  • Criar um plano desenvolver novas estratégias e habilidades que colocarão a empresa no rumo do crescimento.

Benchmarking como aliado do marketing digital

Para se destacar no universo da internet e aproveitar ao máximo todas as ferramentas que o marketing e a comunicação digital disponibilizam para o sucesso da sua empresa, é preciso criar uma espécie de guia que dará a base para que você examine a eficiência das suas estratégias digitais em comparação a outras empresas que são referências no tema.

Quer aumentar os seus resultados e avançar em um ponto onde está travando?

Seja na geração de leads, números de visitantes, presença nas redes sociais ou o posicionamento do seu site em buscas orgânicas, o benchmarking digital é uma ferramenta incrível que irá prover insights valiosos para que você conserte o que não está funcionando e siga em frente.

Isso não significa ficar refém da concorrência e centrar toda a sua estratégia negócio neste aspecto.

O importante aqui é usar os dados obtidos com o monitoramento das estratégias digitais usadas no mercado a seu favor.

Entenda mais sobre marketing digital e suas estratégias para avaliar o que analisar em seus concorrentes:
Guia Marketing Digital

Mas afinal, o que devo analisar?

No marketing digital, o benchmarking pode ser feito para auditar as estratégias de marketing online como um todo, ou para aspectos específicos dentro deste segmento, como entender quais práticas de search marketing, mídias sociais ou e-mail marketing estão sendo mais usadas, e quais dão maior retorno.

Um bom benchmarking deve ajudar a responder as seguintes perguntas:

  • Como os seus concorrentes estão posicionados na internet? Quais blogs, hotsites e rede sociais eles usam?
  • Qual é o tom usado, o tipo de informação compartilhada e a frequência com se comunicam com o público?
  • Em qual canal investem mais e quais estratégias são usadas?
  • Como interagem e se relacionam com os consumidores?
  • As suas ações de marketing digital estão gerando mais ou menos engajamento dos usuários que seus concorrentes?
  • Como é o design, estrutura e a experiência de navegação no seu site em relação aos auditados no mercado?

Depois de avaliar os dados obtidos e os pontos positivos e negativos do marketing da sua companhia, o resultado desta análise será a criação de um modelo de referência, um padrão a ser seguido.

Você verá que tem muito a aprender com os acertos e erros de seus parceiros e concorrentes

Analisando o que empresas parceiras e principais concorrentes fazem, você verá que terá uma quantidade imensa de novos aprendizados que receberá, tando devido aos acertos, mas também aos erros cometidos por eles.

A Gol Linhas Aéreas, por exemplo, começou a oferecer voos mais baratos no Brasil tendo como base o conceito de companhias aéreas ‘low cost’ já estabelecidas no exterior, como a EasyJet, JetBlue e a Ryanair.

Elas conseguem emitir bilhetes bem mais em conta ao cobrarem taxas maiores para serviços extra e limitando custos com distribuição de lanches dentro das aeronaves, por exemplo.

Outro exemplo clássico é o da Xerox, que nos anos 70 desmontava copiadoras de rivais japonesas para tentar entender por que eram mais baratas.

Aprender com os erros dos outros é vantajoso.

Muita gente é condicionada a encarar o negócio de forma 100% positiva, o que é bom, mas aprender a ver os erros e identificar o que causou o fracasso em projetos de outras companhias ou agências do segmento pode ajudar a evitar crises ou deixar preparado de antemão um passo-a-passo de como enfrentar turbulências para encarar com mais serenidade os momentos ruins.

Passo-a-passo para fazer o seu próprio benchmarking

Para colocar tudo o que explicamos acima em prática, você pode seguir algumas etapas:

1. Selecione de um a três concorrentes que gostaria de monitorar

Aproveita para selecionar também empresas de outros segmentos para garantir insights que vão além da sua própria área de atuação.

2. Estabeleça os indicadores de análise (qualitativos e quantitativos)

Crie uma tabela para comparar aspectos específicos de cada empresa com base em critérios que você julga interessante para o seu negócio.

Quanto a estes critérios, no caso do marketing digital, eles podem ser alcance, engajamento com a marca nas redes sociais, sucesso de campanhas de marketing de conteúdo, qualidade do conteúdo apresentado e eficiência das landing pages. Damos mais exemplos de possíveis índices para você abaixo:

  • Páginas indexadas nos buscadores;
  • Meta tags (aquela linha de código que explica sobre o que se trata o site) usadas;
  • Velocidade de carregamento do site;
  • Autoridade do site nas redes sociais;
  • Qualidade do conteúdo;
  • Presença nas redes sociais;
  • Atividades, conteúdo, tamanho e engajamento da comunidade online (redes sociais);
  • Design do site e redes sociais;
  • Tipo e linguagem usada nos textos;
  • Campanhas específicas.

3. Obtenha os dados para análise

Existem diversas ferramentas disponíveis (algumas gratuitas, outras não) que ajudam você neste trabalho. Dê uma olhada em algumas que separamos para você mais abaixo no post.

Como você deve saber, uma boa análise de dados é fundamental para o marketing digital. Separamos alguns conteúdos que vão ajudá-lo nessa missão:

Potencialize seus resultados com dados: aprenda a definir suas métricas e alavancar
O Guia do Google Analytics: aprenda a usar a ferramenta e tirar insights valiosos

4. Finalmente, compare e analise as informações coletadas

Agora é o momento de juntar todos os dados coletados e checar resultados. Faça comparações, entenda as relações que você pode criar com seu próprio negócio e verifique o que você pode usar, daquilo que não é relevante para a sua área de atuação.

5. Detectar pontos altos e baixos

Com tudo isso em mãos, o ideal é que você elabore um relatório com as conclusões obtidas, as oportunidades encontradas, pontos importantes de melhoria nas suas estratégias digitais, além de possíveis ameaças e sugestões de como evitá-las.

Ferramentas para auxiliar o benchmarking

Você não precisa fazer todo o trabalho árduo do monitoramento sozinho. Existem diversas ferramentas que podem auxiliar você na coleta de dados para que seu benchmarking seja um sucesso.

Damos exemplos de algumas agora para você.

SimilarWeb

A SimilarWeb oferece dados e métricas bem completos e profundos de sites rivais para preparar qualquer time de marketing que busca novas ideias e diferenciação. Uma análise superficial pode ser obtida no site de forma gratuita mas, para insights mais aprofundados, o ideal é contratar o serviço PRO.

Dê uma olhada em alguns indicadores da concorrência que você pode conseguir com esta ferramenta:

  • Rankeamento global, por país ou de acordo com a categoria do site
  • Informações de tráfego: total de visitas, duração média da visita, páginas navegadas por cada visitante e a taxa de abandono ou rejeição (bounce rate)
  • Tráfego da origem dos acessos ao site por país (em porcentagem)
  • De onde vem os cliques (redes sociais, e-mail, busca na web, entre outros)
  • Quais outros sites estão enviando tráfego para o site que você está analisando
  • Palavras-chave usados em mecanismos de busca que mais dão cliques ao site
  • As principais redes sociais que enviam tráfego ao site em questão
  • Além de tipo de publicidade online usada, interesses dos usuários, conteúdos mais acessados, sites similares e apps relacionados àquele site

Estatísticas fornecidas pelas próprias mídias sociais

Todas as principais redes sociais, como Facebook, Twitter, Linkedin e Youtube, oferecem ferramentas próprias para mediar o alcance e a performance do conteúdo que você está postando. Aproveite para fazer o melhor uso possível destas ferramentas.

O Facebook, por exemplo, dá a opção de você selecionar algumas fanpages similares à sua para analisar e comparar a performance delas em relação aos seus próprios resultados, acompanhando de forma fácil de visualuzar as atualizações e crescimento de cada uma delas.

Além disso, você também pode criar listas de interesse e adicionar nelas fanpages de seus concorrentes.

Já o Twitter dá a opção de criação de listas públicas e privadas de outras contas. Aí você pode incluir os perfis dos seus concorrentes e monitorar a performance de cada um deles de forma mais organizadas.

Entenda mais sobre redes sociais, estratégias e análises com o ebook completo de Marketing nas Redes Sociais:

ebook marketing nas redes sociais

Klout

O Klout foi um dos primeiros apps desenvolvidos para medir o grau de influência de usuários das mídias sociais.

Ele serve como um ranking de influencers. Disponível tanto na web como na versão mobile, ele usa dados de análise social para pontuar e os usuários de acordo com seu grau de influência por meio do Klout Score, que varia de 0 a 100.

A ferramenta mede o alcance por meio de como as pessoas engajam com o conteúdo nas redes sociais, amplificação das mensagens e relevância da rede de contato de cada usuário.

E oferece informações valiosas como, por exemplo, em que assuntos seus concorrentes são mais influentes no mundo online.

O que NÃO fazer!

Embora o objetivo do benchmarking seja causar um impacto positivo na sua empresa ou projeto, o seu mal uso também pode causar alguma dor de cabeça ou mesmo não ter nenhum efeito sobre o seu trabalho, jogando todo o esforço feito na lixeira.

Para que isso não ocorra, confira alguns pontos sobre o que você não deve fazer:

  • Encarar o benchmarking como algo pontual, que você faz uma única vez, e não da forma como é: um processo constante de observação e análise;
  • Não ter objetivos;
  • Não saber quais ferramentas usar e monitorar métricas que não têm relevância para a sua área de atuação;
  • Não transformar as conclusões do seu benchmarking em ação e medir os KPIs para checar o que mudou ou não depois da prática.

Confira mais ferramentas para espionar a concorrência.

administracao de marketing

Você conhece a Administração de Marketing?

Quem estudou Administração como curso superior ou técnico já conhece esse termo: Administração de Marketing. Os profissionais da área também conhecem e muitas outras pessoas também já ouviram falar.

Mas de fato, você sabe o que é a Administração de Marketing? O que ela é diferente do Marketing? Da publicidade e propaganda?

Na verdade, o marketing é uma das vertentes dentro do curso de Administração. Igual temos a vertente financeira, contábil, recursos humanos, temos também o marketing, que se dedica a estudar o consumidor e sua demanda e como seu produto pode ajudá-lo.

Vamos entrar um pouco mais a fundo nesse conceito e nas diferenças.

Nesse post você vai aprender:

  • O que é Administração em Marketing
  • Os conceitos de Administração de Marketing
  • Qual é o profissional que atua nesta área

O que é então a Administração de Marketing?

O que difere o estudo do marketing para a publicidade e propaganda e o que esses cursos superiores ou técnicos ensinam, é que a publicidade e propaganda vai preparar o material que melhor vai comunicar com o público da marca.

Eles serão os responsáveis por criar o projeto, o conceito e a peça. Seja ela um folder, uma peça do marketing digital ou até mesmo uma propaganda.

A administração de marketing atua antes e depois dessa criação acontecer. Os profissionais responsáveis por essa área devem entender o consumidor, o que ele quer, o que ele precisa, como o produto está adequado a isso.

Depois deve entender qual é o perfil desse público e como chegar até ele. E isso engloba tudo: desde a persona até a linguagem.

Cabe a ele também, mapear qual o canal que vai distribuir aquela peça. Televisão? Jornal? Internet? Lojas de departamento? Conveniência? Não importa. Importa mesmo aonde o público está e como ele consome a informação.

Ai sim os profissionais da criação poderão pegar essas informações e pensar como atingir o público determinado.

Após esse processo, a distribuição deve ser feita.

E não para por ai. Uma das coisas mais importantes em qualquer estratégia é mensurar os resultados e medir a eficiência e eficácia daquele projeto. É importante ter KPIs bem definidos do que se espera atingir com a comunicação.

Se os resultados foram esperados ou melhores do que o esperado, significa que tivemos sucesso. Se ela não performou como pensado está na hora de passar etapa por etapa, não para culpar alguém, mas para ver onde foi o erro e consertar para a próxima campanha.

Se pensarmos em uma palavra que poderia definir o que é essa tal de administração de marketing, podemos falar: estratégia. Sem estratégia, sem saber onde estamos, para onde queremos ir e como chegaremos lá, os esforços não são focados e terão garantia de resultados.

Também são atribuições da área:

  • Desenvolver planos de marketing;
  • Identificar oportunidades de crescimento da área;
  • Desenvolver a melhorar comunicação de forma a fortalecer a marca;
  • Desenvolver as melhores ofertas para o mercado consumidor;
  • Comunicar o valor que deve ser entregue pelo produto/serviço;
  • Mensurar o que está sendo feito.

primeiros passos no marketing digital

Conceitos de Administração de Marketing

Uns dizem que os conceitos de administração de marketing se desdobram em quatro grandes grupos. Outros professores do assunto dizem que são sete conceitos e que juntos eles podem ser desdobrados em outros mais.

De qualquer forma vamos pensar nos três principais conceitos que mostram a diferenciação entre o marketing e as demais ações de publicidade, propaganda, vendas, promoções de venda etc.

Conceito de produto

Esse é o conceito mais antigo da administração de marketing e por isso podemos dizer que está um tanto quanto defasado. Na verdade, para alguns produtos e serviços, esse pensamento ainda pode ser utilizado.

Para vendas mais complexas ou para produtos que não são de necessidade básica, o conceito já não nos ajuda tanto.

Esse conceito pressupõe que os consumidores respondem positivamente e unicamente a produtos razoavelmente bons e com preços justos. Ou seja, se você tiver um produto ok e uma boa comunicação de marketing ele irá se vender.

Ele diz também que os consumidores conhecem os concorrentes presentes no mercado. Quanto custa cada uma das alternativas. Já que todos os produtos são razoavelmente bons e não são diferenciados, o preço é o único fator diferencial.

Conceito de venda

As empresas que possuem um direcionamento voltado para as vendas, normalmente têm uma equipe comercial forte, bem treinada e muito afiada.

Surgiu logo após o conceito apresentado acima, onde a orientação é para o produto.

Nessa visão, acredita-se que o consumidor nunca comprará o suficiente de uma empresa a menos que seja dedicado um esforço de vendas e marketing acima do esperado.

Por exemplo, um vendedor que diz que o item que se quer vender é o último no estoque e a pessoa precisa comprar agora. Ou dizer que o preço irá aumentar no dia seguinte. É necessário convencer o cliente a todo momento que aquilo é o melhor para ele

O carro mais bonito, a roupa que vestiu melhor, o melhor candidato, uma condição nunca vista antes, ou seja, todas essas ações são calculadas para que o maior esforço de vendas se traduza em vendas maiores e melhores.

Esse conceito tem seus riscos, onde o comprador pode se sentir pressionado e até mesmo reclame da empresa em meios digitais, SAC ou Procon. Mas quando trabalhado de forma correta é certeza de um aumento de vendas no final do mês.

biblioteca de vendas

Conceito de marketing

O conceito de marketing e bastante novo quando falamos dos quatro conceitos da administração de marketing. Ele pressupõe que o mais importante na orientação de uma empresa é baseado na capacidade da companhia em determinar as necessidades de um mercado, desejos dele e em construir valor para quem compra.

Em posse dessas informações, adaptar seu produto ou serviço e sua comunicação de forma a promover essa satisfação de forma mais efetiva que seus concorrentes de mercado.

O conceito de venda e o conceito de marketing podem ser confundidos por muitos profissionais da área. Para entender o que cada visão nos leva a pensar, podemos dizer que o conceito de venda está preocupado com as necessidades do vendedor. Já o conceito de marketing tem o foco no cliente, em suas necessidades e como elas serão satisfeitas. Ou seja, em todo o processo, desde saber o que oferecer, para quem oferecer e até onde oferecer.

O profissional que atua nesta área

O profissional da área de administração de marketing deve ter alguns conhecimentos técnicos e alguns comportamentos ideais.

A formação dele não é exclusiva de cursos correlatos como administração e marketing, apesar de ser um ponto importante, mas seu conhecimento pode ser determinado pela prática e por outros cursos complementares.

É importante:

Ser analítico

O profissional dessa área deve conseguir ler dados e extrair informações importantes deles. Conhecer como o mercado atua é interessante também. Ele deve trabalhar com essas informações para traçar o melhor plano de marketing e a melhor estratégia a ser seguida.

Conhecer metodologias de marketing

O marketing tradicional e o marketing digital são muito importantes de serem conhecidos e aplicados por esses profissionais. Saber a teoria e como aplicá-la é essencial. Não adianta nada criar-se uma estratégia complexa que não possa ser realmente implementada pelo seu time operacional.

Ou seja, o bom senso também se aplica aqui.

Ser pró-ativo

Quando se inicia um plano de marketing ou uma estratégia muitas vezes não temos nada feito anteriormente pronto e a ser usado como ponto de partida. Ser pró-ativo, estudar o mercado, estudar as metodologias para entregar o melhor trabalho é essencial.

Ter visão de futuro

Onde estamos hoje? Onde queremos chegar? O que estamos dispostos a enfrentar para atingir esse objetivo?

O profissional deve conhecer bem a empresa e ter muito claro suas metas, forças e fraquezas. Somente assim é possível construir uma estratégia de produto, praça, promoção, valor e outras. Além de conhecer a empresa, conhecer e entender um pouco do mercado também é essencial. Afinal, como já falamos, não adianta criar estratégias sem conhecer bem o que está acontecendo a sua volta.

Transformacao Digital e Marketing

Conclusão

Uma coisa que deixamos de falar ao longo desse texto é que a publicidade, propaganda, jornalismo, design, tudo isso é importante. Cada um tem um valor e faz parte da estratégia. Não queremos diminuí-los.

Mas como pudemos ver a administração de marketing é fazer parte da estratégia. É determinar os objetivos da empresa e ajudar a definir como o produto será feito, para quem será feito, como será entregue e por quanto. É entender qual o valor entregue através dele que dará forças para seus vendedores e para sua equipe de marketing.

A equipe só pode executar uma estratégia em posse dessa estratégia pensada.

E o profissional que pode cuidar disso na sua empresa deve gostar de números, fatos, metodologias e ter uma visão clara de quem são.

E você? Já conhecia esse termo “administração de marketing”? Tem um plano de marketing bem definido para sua empresa? Sabe quem são seus clientes? Você deve saber isso na ponta da língua, afinal o motivo de qualquer empresa existir são seus clientes!

Rotinas-de-Marketing

Marketing Pessoal

Por que o Marketing Pessoal é importante para a sua carreira?

O marketing pessoal é a arte de se vender. Você sabe fazer isso? Confira aqui porque ele é essencial para sua carreira!

Você provavelmente já ouviu a velha metáfora: “quem não é visto, não é lembrado”.

Pois lembre-se dela: ela é uma das principais máximas do marketing pessoal.

Mas engana-se totalmente quem pensa que apenas ser visto é o suficiente para ter um marketing pessoal de qualidade.

Existem uma série de fatores que devem ser lembrados e estruturados para que você possa ter de fato o efeito esperado.

Mas antes de nos aprofundarmos em questões mais técnicas e práticas, temos de entender o que este conceito de fato nos mostra, afinal entender do que estamos falando é fundamental para que possamos atingir a excelência!

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O que é marketing pessoal?

Marketing Pessoal é o conjunto de estratégias, aplicadas de maneira coerente e planejada, que irão fazer com que você atribua um maior valor a sua imagem pessoal. Ou seja, é um marketing voltado para as pessoas verem você com uma imagem bastante positiva.

Em poucas palavras, podemos dizer que o marketing pessoal é atribuir valor a sua imagem.

Muito mais do que apenas se auto promover, ele é um conjunto de maneiras e possibilidades que irão fazer com que as pessoas o vejam de maneira muito mais positiva.

Não confunda jamais marketing pessoal com publicidade.

O marketing sempre é composto por uma série de variáveis, que têm como objetivo o fortalecimento de determinada marca.

No caso do pessoal isto se torna ainda mais evidente já que a marca em questão é a sua própria imagem.

Existem diversas maneiras de melhorar sua imagem e tornar-se referência no que você faz, mas tudo isso precisa ser pensado dentro de um contexto de entrega de valor para as pessoas.

Os velhos conceitos de que apenas ser visto é o suficiente, não cabem mais no mundo em que o branding  é cada vez mais importante.

Neste contexto, temos no marketing de conteúdo a mais poderosa ferramenta de quem quer melhorar  sua imagem, aumentar sua relevância no mercado e tornar-se uma verdadeira autoridade.

Isto tudo já é mais do que suficiente para que você se convença que esta estratégia é fundamental em sua carreira, mas mesmo assim, vamos mostrar de maneira detalhada por que é importante trabalhar seu marketing pessoal!

Marketing pessoal, milhares de razões para você fazer o seu!

Pare para pensar em todos os grandes líderes e empreendedores da humanidade.

Todos eles foram pessoas que romperam com o senso comum e transcenderam a mentalidade vigente.

Agora pense: o que seria deles se estes não tivessem seus feitos divulgados para todas as pessoas ao seu redor?

O que seria de Jesus Cristo sem a Bíblia?

Ou de Napoleão Bonaparte sem os registros históricos de suas vitórias?

Será que Ghandi seria tão conhecido se suas ideias não tivessem sido perpetuadas?

Todas estas pessoas tiveram grandes obras em suas vidas, mas que só se tornaram conhecidas por que elas foram repassadas e divulgadas para alguém.

É lógico que temos que guardar as devidas proporções destes exemplos citados, mas ser competente e não divulgar seus feitos é a mesma coisa que ter um baú cheio de diamantes, só que no fundo do mar.

Porém, você precisa fazer com que seja notado, mas de uma maneira sutil, sem ser invasivo ou ser taxado de prepotente.

Este talvez seja o maior desafio do marketing pessoal!

Sua obra de vida precisa ser divulgada para que as pessoas possam conhecer quem você é de fato, quais suas ideias e de que maneira você pensa em impactá-las.

Para isso, temos uma série de estratégias e técnicas, que, quando bem aplicadas, vão fazer com que você atinja mais pessoas, fortalecendo sua marca.

Veja agora algumas maneiras de impactar as pessoas através do marketing pessoal sem que elas te achem prepotente ou exibicionista:

Marketing pessoal, como fazê-lo corretamente?

Existem diversas situações que formam o ecossistema de sua imagem pessoal. Levar todas elas em conta é a base para que você tenha sua autoridade aumentada e se torne referência.

Veja alguns pontos muito importantes, que não podem ser deixados de lado:

1. Sua imagem é seu cartão de visitas:

Não que você tenha que ser um modelo, ou estar sempre com roupas caras. Mas manter uma imagem apresentável é fundamental!

A impressão que uma pessoa mal vestida passa faz com que as pessoas não tenham confiança nela. Sempre leve isto em consideração!

Todos os dias, ao sair de casa, se vista como a pessoa que você deseja se tornar, e não como a pessoa que você atualmente é.

Explicando melhor: se você, estagiário, algum dia, pretende ser gerente de sua empresa, comece a se vestir mais como os gerentes e menos como aqueles que estão na mesma posição que você!

Esteja sempre de acordo com aquilo que você almeja de forma que, ao se olhar no espelho, você consiga inspirar confiança em si mesmo!

2. Liderança é fundamental

Uma pessoa só é bem vista profissionalmente se ela for capaz de liderar pessoas.

Esta talvez seja a capacidade mais admirada: afinal, liderança está cada vez mais atrelada a inspirar as pessoas.

E quem consegue inspirar pessoas acaba se tornando referência para elas.

Por isso, trabalhar os aspectos que estão ligados a liderança é um fator fundamental para o marketing pessoal.

Liderar não tem a ver com cargos mais altos em uma empresa. Liderar é uma postura que você pode exercer diariamente.

Você e seus colegas de setor perceberam algum problema em comum? Que tal iniciar uma conversa e se propor a pesquisar soluções?

Invista seu tempo se relacionando com sua equipe e mostrando interesse pelo grupo e todos se lembrarão de forma positiva de você.

3. Resolver problemas

Nosso valor profissional é medido pela quantidade de problemas que conseguimos resolver.

Se você faz o que todos fazem não pode esperar ser lembrado de maneira diferente!

Uma pessoa que sabe resolver problemas acaba se destacando em qualquer lugar e com isso, sua marca fica mais evidente.

4. Entregue valor

Entender que tipo de valor as pessoas esperam de você é o ponto de partida para uma estratégia de marketing pessoal.

Depois disso, estipular seus pontos fortes e entregar valor as pessoas que o cercam. É fundamental para seu marketing pessoal.

5. Seja proativo

Mostre que você é uma pessoa que está à frente das situações negativas que podem vir a ocorrer.

Tente ser proativo e pensar, o tempo todo, em soluções e formas de melhorar os processos.

Não espere o problema cair em cima de você, seja a pessoa que o descobriu e que já trouxe a solução!

Com certeza isso irá impressionar as pessoas ao seu redor, e, especialmente, os seus gestores!

Aprenda como convencer o seu time que Marketing de Conteúdo é a melhor opção para a empresa baixando nosso ebook gratuito.

6. Seja visto

De nada adianta você ser um líder incrível, que resolve vários problemas com uma postura de vencedor e muita proatividade, se ninguém ficar sabendo disso!

Apareça em lugares, vá a eventos relacionados à sua área de atuação, almoce com pessoas com os mesmos interesses que você, publique suas conquistas e promova a sua visibilidade!

Não fique se escondendo atrás do seu computador, apenas sendo uma pessoa muito eficiente e torcendo para que, algum dia, as pessoas passem a te notar.

Isso não vai acontecer. É claro, não estamos te dizendo para assumir uma postura arrogante e egocêntrica, mas é importante saber se posicionar e valorizar seus feitos.

Também não se esqueça de estar no meio e participar das conversas, happy hours, palestras e todo tipo de lugar em que possa estar para aumentar ainda mais os seus contatos.

Lembre-se: quem não é visto, não é lembrado!

7. Tenha um objetivo

Assim como toda boa estratégia de marketing, de nada adianta você trabalhar o seu marketing pessoal se, antes, não estiver estabelecido um objetivo bem claro a respeito de onde você quer chegar.

Quem você quer ser? Por que coisas você quer ser lembrado? Que pessoas você almeja conhecer? Qual patamar social você pretende atingir? A que tipo de profissional você quer ser relacionado?

Trace suas metas a longo prazo e oriente suas ações de marketing pessoal de acordo com estes objetivos.

Vamos te mostrar por que isso é tão importante: pense no marketing profissional de um comediante e de um gestor de uma empresa de engenharia química.

Bom, a não ser que sejam situações muito específicas, fica muito claro que a imagem que estes dois profissionais querem passar é muito diferente, concorda?

Portanto, saiba aquilo que você quer ser, pois este será o molde no qual você irá encaixar suas ações a partir de então.

8. Tenha “algo seu”

Sabe aquela coisa que algumas pessoas têm que marcam bastante a imagem delas?

Steve Jobs, por exemplo, sempre usava calças jeans, blusas pretas e tênis da New Balance.

Martin Luther King ficou conhecido por sua célebre frase: “I have a dream”.

Muitas pessoas possuem características pessoais, que podem ser relacionadas ao jeito de falar, se vestir ou mesmo algo muito específico que gosta de sempre fazer.

Sua personalidade é muito importante e ela pode ser aquilo que falta para você se destacar.

Já pensou em dar um toque pessoal às suas apresentações?

Ou utilizar algum detalhe na roupa relacionada ao seu seriado favorito?

Não seja uma peça que saiu do forno igual a todos os outros da sua empresa, da sua área ou da sua rede.

Tenha aquele “toque” que farão as pessoas se lembrarem de você!

Talvez você já tenha reparado, que grande parte dos componentes do marketing pessoal podem ser trabalhados através de boas estratégias de conteúdo.

Para isso estipular locais, maneiras e técnicas de como entregar conteúdo que vá te tornar referência é muito importante.

Veja como fazer isso:

Como as redes sociais podem mudar a percepção das pessoas sobre você?

Nós já falamos aqui sobre o quanto uma boa imagem é fundamental, e não seria menos importante mencionar a nossa imagem na internet!

Atualmente, é uma prática comum pesquisarmos sobre as pessoas nas redes sociais, seja no Facebook, Twitter, LinkedIn, Instagram, entre outras.

Por isso, não pense que o que você transmite na internet também não influencia no seu marketing pessoal, porque influencia muito!

É muito importante que você saiba como se portar.

Não estamos dizendo que você deve deixar de ser você mesmo e passar a ser apenas uma representação do seu “eu profissional” nas redes, mas, caso você queira investir no marketing pessoal de verdade, utilize seus canais como resumos daquilo que você quer transmitir.

Talvez seja melhor deixar certos tipos de postagens, conteúdos e fotos para os grupos privados do Whatsapp, não é mesmo?

A dica de ouro aqui é seguir perfis de pessoas influentes na sua área e ver como elas se comportam na internet, que tipo de conteúdos compartilham, como elas se mostram, que tipo de imagem publicam.

Desta forma, você consegue ter uma noção de como uma pessoa influente se comporta e pode tentar seguir um pouco estes exemplos.

Uma outra ideia, que também percebemos através da observação de perfis influentes, é começar a compartilhar conteúdos relevantes relacionados à sua área de atuação.

Para isso, é fundamental se manter sempre informado das novidades e não divulgar informações equivocadas!

Aquele profissional que vive postando conteúdos de alta qualidade em suas redes sociais?

Pois é, ele está trabalhando seu marketing pessoal!

O mesmo vale para os profissionais que têm seus blogs pessoais.

Mas engana-se quem pensa que apenas colocar conteúdos aleatórios é suficiente.

Você precisa inovar e, principalmente, inspirar as pessoas.

Desta forma, seu conteúdo precisa ser construído de acordo com estratégias, pensado de acordo com o público que você quer atingir.

Para isso, planejamento e avaliação constante são fundamentais!

Com isso tudo, só resta a você se convencer (como se já não estivesse) que o marketing pessoal é fundamental para destacar-se.

E o conteúdo pode ser a escada que vai fazer você chegar a locais mais altos!

Agora que você já conhece o marketing pessoal, que tal aprender de maneira mais aprofundada o que é marketing e como ele surgiu? Confira nosso artigo: O que é Marketing: tudo que você precisa saber sobre o assunto.

Tem alguma dúvida, crítica ou sugestão? Compartilhe conosco nos comentários, adoramos ouvir de você!

kit de marketing nas redes sociais

Como começar e criar sua primeira campanha no Google Adwords 1

Como começar e criar sua primeira campanha no Google Adwords

Você construiu seu website e ninguém veio visitá-lo?

A solução mais simples para mudar essa situação é: inicie imediatamente uma campanha publicitária usando o Google AdWords. Este até pode ser um sistema complexo oferecido pela gigante da Internet, mas não é nada difícil começar a usá-lo.

Ainda que sua empresa tenha um orçamento baixo, vale muito a pena tentar o serviço para gerar tráfego para seu website. Que tal descobrir como usar o Google AdWord em questão de minutos e aumentar sua presença on-line?

Aprenda tudo sobre Marketing Digital

Este guia completo vai ensinar para você tudo sobre marketing digital e como aplicá-lo.


Configurando sua conta

A primeira coisa a se fazer para usar a ferramenta é configurar uma conta no Google.

Porém, não é necessário ter uma conta de usuário padrão do Google. Depois de clicar em “Começar agora” na página do Google AdWords, você terá a opção de usar uma conta regular ou configurar uma exclusivamente para sua publicidade.

Haverá ainda a indicação de um número para fazer uma chamada e receber suporte gratuito para montar a sua campanha (que aqui no Brasil é: 0800-724-6650).

Os procedimentos são bastante simples e autoexplicativos: basta ter um cartão de crédito válido para pagar por seus anúncios. Depois de verificar a sua conta, você está pronto para começar a criar seu anúncio.

campanha no google adwords

Iniciando uma Campanha no Google Adwords

A taxonomia do Google para o AdWords pode não ser óbvia para usuários de primeira viagem, então aqui vai a coisa fundamental a se conhecer: os anúncios são segregados em campanhas, cada uma das quais pode trazer vários grupos de anúncios (AdGroups).

E cada grupo de anúncios pode conter várias palavras-chave e vários anúncios. Em geral, é conveniente conservar um número pequeno de grupos de anúncios, na maior parte das vezes apenas um por campanha. Todavia, se você deseja executar vários anúncios para experimentar distintas frases ou palavras-chave, use vários grupos de anúncios.

Comece acessando a guia “Campanha”, e clique no botão “Criar sua primeira campanha”.

Você vai escolher se quer direcionar seus anúncios para a “Rede de Pesquisa” (ou seja, para os usuários que buscam diretamente pelo Google), para a “Rede de Display” (ou melhor, para os usuários que usam AdSense em seus websites), ou para ambas as redes.

A última alternativa oferece a maior exposição, mas a opção de “Rede de Pesquisa” por si só, sem dúvida, pode orientar melhor os usuários da busca ativa para suas palavras-chave.

Na tela seguinte, nomeie sua campanha e preste atenção a certas definições importantes. Na seção “Aparelhos”, indique se quer anunciar em dispositivos móveis, além dos computadores pessoais (PCs). A seção “Locais” permite alvejar certas nacionalidades, para incluir ou excluir os países ou cidades.

Na parte inferior da tela você encontrará a seção “Extensões de anúncio”, um recurso opcional para incluir informações comerciais relevantes em seus anúncios, como número de telefone, o endereço, entre outras informações. Na maior parte das vezes, essas inclusões são feitas sem qualquer custo adicional.

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Definindo seu orçamento

Perto do final da tela de início da nova campanha, você vai configurar seu orçamento, na seção de “Estratégia de lances”.

Esta é, sem dúvida, uma das etapas mais difíceis de usar com êxito o recurso do AdWords. Deve-se ficar atento para o seguinte: o orçamento para uma campanha tem dois componentes, o lance e o orçamento global por dia.

A espécie de lance escolhido vai possibilitar o pagamento da campanha por clique (CPC, ou custo por clique), impressão (CPM, ou custo por mil impressões) ou conversão (CPA, ou custo por aquisição).

O valor do lance, em reais, significa o valor máximo que você deseja pagar e influencia a classificação do anúncio. O que deve ser feito é pautar-se pelos objetivos de campanha e o quanto tem para bancar a sua campanha.

Faça um cálculo mensal do orçamento e divida por 30 (dias), e vai-se chegar ao valor máximo a ser pago por dia. Em uma campanha CPC, por exemplo, depois de receber cliques suficientes para bater o orçamento que escolheu para o dia, o Google não exibirá mais o seu anúncio até o dia seguinte. Essas indicações podem ser mudadas quando você quiser.

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Escrevendo o seu anúncio

Definido o seu orçamento, é hora de escrever seu anúncio.

É importante não reproduzir ideias e frases de anúncios de outras empresas, a fim de não ter problemas com direitos autorais. De toda maneira, você terá muito espaço para trabalhar, e poderá experimentar distintos conteúdos e textos descritivos.

Crie uma manchete de até 35 caracteres, acompanhada de duas linhas de descrição de 35 caracteres cada, e depois seu endereço on-line. Embale estas linhas com o seu melhor discurso de vendas, e certifique-se que você escreveu tudo pensando em como atingir seu leitor-consumidor.

Coloque ofertas do tipo “Compre um, leve outro de graça”, descontos e apelos à ação (“Compre agora!”). Tudo isso tende a funcionar muito bem. Lembre-se, porém, que o Google aprova e ativamente policia os anúncios, então não tente inventar práticas que sejam duvidosas.

Abaixo do anúncio em si, você irá definir suas palavras-chave. Mais uma vez, este é um tema complexo e que se abre para várias análises.

Em geral, as empresas preferem manter o foco nas mesmas palavras-chave que usam no SEO de seu website. Portanto, as regras para melhor aproveitamento são semelhantes aqui também: quanto mais comum a frase ou termo, maior será o tráfego e, com isso, maior também será a concorrência para essa busca.

Os termos de pesquisa mais estreitos geram menos tráfego, porém menos concorrência. Tenha em mente que, para os termos de busca que tenham pouco tráfego, o Google não exibirá os anúncios em todos os lugares para os internautas, mas você será o único candidato para esse conjunto de palavras, chegando mais próximo ao público de seu nicho de mercado.

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O próprio Google poderá ajudá-lo na escolha de suas palavras-chave, através do serviço pronto de Keyword Planner, que te oferece alternativas de termos que você pode não ter pensado, junto com algumas estimativas de quanto tráfego eles poderiam obter e qual o nível de concorrência poderão proporcionar.

Não há limite para o número de palavras-chave que você pode utilizar, mas manter um número gerenciável é uma perspectiva inteligente. Uma vez que seu anúncio está escrito e as palavras-chave são selecionados, você vai (de novo) ser questionado por um lance para esse grupo de anúncios.

Você provavelmente vai querer deixar o mesmo lance que foi padronizado para a campanha. Salve o novo grupo de anúncios, e você está pronto para prosseguir.

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Keyword Tool

Acompanhando seu desempenho

Uma vez que seu anúncio é criado (na verdade, imediatamente após sua criação), você vai ser capaz de ver como ele está funcionando. A página inicial do AdWords mostra um gráfico compreensível de seu desempenho, além de tabelas que descrevem como as palavras-chave estão atuando.

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Refinando seus anúncios

Depois de começar com o AdWords, o trabalho nunca estará necessariamente concluído.

Um anúncio que teve bons resultados na semana passada pode estar inativo nesta semana, devido à auditoria do Google acerca de sua qualidade, ou porque um concorrente está oferecendo agora algo melhor do que você. Portanto, verifique seus anúncios regularmente para ver o que está funcionando e o que não está. Aumente seus lances quando for preciso.

Mate os anúncios fracos e mude seus anúncios completamente para ver se o texto diferente traz mais cliques.

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Traçando as melhores estratégias

O pontapé inicial não pode ser dado atirando no escuro, não é mesmo? Por isso é importante que seu negócio  tenha uma visão panorâmica do mercado, ou seja, analisar questões do tipo:

Qual o objetivo da empresa na internet? Qual é o público alvo e o que ele procura? Quem são seus concorrentes? O que eles oferecem? No que deixam a desejar? Que caminhos percorrer para ser melhor?

As estratégias, no entanto, devem ir além dessas reflexões. Entenda melhor com as dicas que listamos abaixo.

Evite uma lista de palavras-chave genéricas

Uma dica para estabelecer estratégias  eficientes é esquecer aquela lista imensa contendo keywords amplamente utilizadas pela concorrência, e dar espaço para termos mais específicos, que priorizem não apenas converter visitas em conversões, mas de qualificar o tráfego atraindo usuários com grande potencial de conversão.

Vamos supor que você tenha uma loja de artigos esportivos, portanto, vender tênis e acessórios para seu público alvo não é a mesma coisa que vender uma linha casual ou social, é preciso haver uma abordagem da qual os consumidores se identifiquem com a marca.

Isso faz com que anúncios do tipo “Compre agora os melhores tênis de alto desempenho e economize!” sejam muito mais atrativos aos atletas, que buscam tênis de alto desempenho para prática de corrida do que anúncios que simplesmente digam “Compre agora tênis das melhores marcas com preços imbatíveis!”.

Aproveite ao máximo as ferramentas do Analytics

O Google Analytics existe para ser seu grande aliado para criação de campanhas inteligentes, então nada mais sugestível que extrair o máximo de seus relatórios e ferramentas para adquirir informações sobre o comportamento do seu público.

Para analisar o desempenho dos anúncios, é possível consultar quais deles estão gerando mais cliques, e, principalmente, maior índice de conversões. Se a intenção é saber de onde os clientes estão vindo, basta consultar a origem do tráfego.

Além desses dados, você poderá saber a média de gastos dos clientes em seu site, fazer análises por período de tempo, análises das palavras-chave, entre outros.

Tenha foco na segmentação

Não há dúvidas de que uma das maiores vantagens do marketing digital em geral – e que não poderia faltar no Adwords –  está na segmentação, ou seja, direcionar seus anúncios a um nicho específico, reduzindo as chances da campanha atrair o tráfego errado – consequentemente reduzindo seus custos.

Para a rede de pesquisa, a plataforma oferece algumas “modalidades” de segmentação, sendo elas por palavras-chave, por local e idioma de destino, por dispositivo e por público alvo. A rede de display, por sua vez, acrescenta mais dois tipos de segmentação: por canal e por tópico.

Invista em campanhas de remarketing

Quem nunca se interessou por determinado produto e, ao navegar pelos sites que acessa habitualmente, aquele mesmo item aparece como se o universo estivesse tentando lhe convencer a comprar?

Se soubéssemos que isso acontece por causa das campanhas de remarketing, certamente nem ficaríamos tão surpresos. Mas, como é possível direcionar esses anúncios para as pessoas certas?

Como nada disso se trata de adivinhações – lembre-se que estamos falando de estratégias –, é necessário saber como o cliente tem se comportado na internet. É a partir daí que entra em cena os famosos cookies, responsáveis por armazenar temporariamente o que os usuários têm acessado na Web – portanto, é preciso adicionar uma tag de remarketing.

Entendendo os leilões do Google Adwords

O Google não define aleatoriamente que anúncios devem ser exibidos aos usuários, muito menos há uma divisão de impressões, obviamente. Para determinar que anúncios serão exibidos é feito um leilão, uma forma justa de manter a competitividade dentro dos conceitos de ecossistema.

Esses leilões do Adwords muito se aproximam dos que conhecemos tradicionalmente, onde quem der o maior lance vence, mas há uma peculiaridade: além de aspectos referentes aos valores, os chamados CPC (custo por clique), o índice de qualidade do anúncio também é levado em conta para mensurar a relevância – na verdade, esse é o elemento chave.

São através dos leilões que são definidos os anúncios a serem exibidos, o posicionamento de cada um e, também, os seus valores. Esse processo acontece a cada momento que uma busca é feita ou uma página de resultados é atualizada, isso significa que milhões de leilões são realizados diariamente!

O que é CPC?

São os valores que você irá propor a pagar por cada clique em seu anúncio. Há três tipos de CPC a serem compreendidos:

  • CPC Máximo – É o valor máximo que o anunciante está disposto a pagar.
  • CPC Real – Este será o valor real a ser pago por cada clique no anúncio, e pode variar a cada anúncio – pois, como bem sabemos, os leilões são feitos a todo o momento.
  • CPC Médio – O valor resulta de uma soma do valor médio dos custos. Por exemplo: dois anúncios foram somados, onde um deles custou 20 centavos e o outro 10 centavos; então o valor médio pago por clique seria de 15 centavos.

O que é índice de qualidade do Adwords?

Também conhecido como IQ, o índice de qualidade estabelece notas de 0 a 10 para cada anúncio envolvido no leilão. As notas são distribuídas de acordo com a taxa de CTR (taxa de cliques), página de destino e relevância.

Ou seja, se o anúncio é formado por boas palavras-chave, tiver uma boa relevância de acordo com as palavras usadas e tiver uma página completamente condizente com o que é anunciado, a sua página terá um ótimo índice de qualidade.

Como ocorre cada leilão?

Já sabemos que a concorrência será sempre muito grande e que os espaços para anúncios em cada página são bem limitados. Portanto, o primeiro passo do Google é fazer a varredura de todos os anúncios compatíveis com o termo de busca para, em seguida, desclassificar anúncios irregulares e tirar da disputa os menos relevantes.

Posteriormente, haverá uma nova redução de anúncios de forma que somente os anúncios classificados para a primeira página, onde serão posicionados com base na combinação entre valor de lance e índice de qualidade, gerando um resultado chamado Ad Rank. Acompanhe a fórmula do Ad Rank:

Ad Rank = Valor de lance x Índice de qualidade

Os anúncios com maior valor de Ad Rank serão os vencedores do leilão e serão posicionados de acordo com a classificação. Com isso será definido o CPC Real de cada anunciante, seguindo a fórmula (supondo que seu anúncio fique em primeiro lugar):

CPC Real = Ad Rank do segundo colocado / o seu Índice de Qualidade

Vale lembrar que nenhum anunciante tem acesso aos valores que envolvem um leilão no Google Adwords, ou seja, não há como tirar vantagem alguma do sistema. Caso você não tenha ideia de que valores estariam dentro da competitividade, é possível optar pelos lances automáticos, onde o próprio sistema do Adwords de acordo com o nível da concorrência.

Agora que você já está por dentro das principais características do Google Adwords e de como fazer suas primeiras campanhas, que tal se antepor aos possíveis erros e adversidades que podem surgir com o tempo? Confira nosso artigo especial contendo 15 erros que estão prejudicando muitas campanhas do Google Adwords.

CONTEÚDOS RECOMENDADOS
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SEO: O Guia Definitivo da Rock Content

E então, você está preparado para começar sua primeira campanha no Google AdWords? Quer saber mais sobre a ferramenta? Baixe agora nosso ebook gratuito!

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Marketing de Relacionamento

Marketing de Relacionamento: o que é e por que ele é importante para sua empresa

Uma relação boa com seus clientes é a chave para melhores resultados: aprenda aqui como fazer Marketing de Relacionamento

É cada vez maior o número de empresários que se atentam para a importância do Marketing para suas empresas conquistarem cada vez mais espaço em um mercado competitivo.

A concorrência entre empresas de um mesmo setor é cada vez maior, com os mesmos produtos e serviços oferecidos por muitas empresas.

Considerando esse mercado, conquistar o cliente de forma que este seja fiel ao seu produto ou serviço se torna um grande desafio. E para auxiliar as empresas nessa luta por espaço no mercado, temos o Marketing e suas ferramentas.

Mas o que é o marketing?

O Marketing é uma ferramenta que visa criar um elo de comunicação das empresas com os seus clientes e até mesmo os seus potenciais clientes, criando ações com o objetivo de aumentar as vendas e por consequência o lucro.

No entanto, além de potencializar as vendas, é necessário criar uma fidelização de clientes para que eles permaneçam adquirindo os produtos e serviços ofertados pela empresa, criando esse mecanismo de comunicação com o cliente para saber o grau de satisfação e se ele está disposto a adquirir novamente o que você oferece.

O Marketing acaba sendo uma ferramenta para a continuidade e para o crescimento da empresa, pois através dele o relacionamento com os clientes e potenciais clientes é realizado, garantindo que a empresa se torne sustentável e se mantenha por muitos anos ativa no mercado.

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O que é Marketing de Relacionamento?

De acordo com os especialistas, o marketing de relacionamento nada mais é que todas as ações tomadas pela empresa como forma de criar e manter um relacionamento positivo com os seus clientes. A empresa oferece benefícios para garantir a fidelidade dos seus clientes.

O grande objetivo do marketing de relacionamento é fazer com que os clientes se tornem fãs dos produtos e serviços prestados pela empresa.

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Como implantar o Marketing de Relacionamento na sua empresa?

Para a empresa criar um plano de marketing de relacionamento, ela precisa implantar a cultura de fidelização dos clientes junto aos seus colaboradores, pois a relação entre a empresa e o cliente já se inicia no primeiro contato do cliente com a empresa (exemplo; uma ligação para obter informações).

Por isso, desde o primeiro momento, a empresa precisa ter um sistema de atendimento que cative e conquiste o seu cliente, de forma que a relação seja concluída com a venda do produto ou serviço e se estenda para outras operações de vendas.

Para que a empresa logre êxito e tenha sucesso com o seu plano de Marketing de Relacionamento é importante que os clientes falem de seus produtos e serviços de maneira positiva, mostrando a importância de tê-los na sua vida.

Isto é, os seus clientes irão se tornar uma de suas formas de propaganda, estimulando novas pessoas a adquirem os seus produtos e serviços, pois eles se tornarão fãs da marca e propagarão de forma gratuita o retorno que seus produtos e serviços trazem para eles.

Para que a empresa crie e implante um Marketing de Relacionamento positivo e que gere frutos é importante que ela tenha todas as suas ações direcionadas para os seus clientes, fazendo com que eles se sintam a peça mais importante dessa relação comercial, pois os clientes são a fonte de receitas que mantêm a empresa.

Para estreitar os laços e as relações com os clientes, as empresas devem utilizar de todos os meios possíveis para manter um relacionamento direto com o seu publico: redes sociais (Facebook, Twitter e etc.), marketing de conteúdo e etc. A empresa precisa buscar personalizar as experiências com os seus clientes.

A Importância de Identificar os Clientes

Para que o Marketing de Relacionamento gere frutos é de grande importância que a empresa procure construir um banco de dados que permaneça sempre atualizado com os dados dos seus clientes.

É através do banco de dados que a empresa vai criar as campanhas e investir em formas de gerar a fidelização dos seus clientes.

Outro aspecto importante é identificar os clientes que realizam compras com maior frequência e aqueles clientes cujas operações possuem grande relevância no faturamento da empresa.

Esses clientes devem ter tratamento diferenciado, sendo realizado um acompanhamento personalizado de forma que a empresa realize todos os esforços para estreitar a sua relação com esses clientes.

Fazendo esse trabalho de identificação dos seus clientes, a empresa dará início ao processo de marketing de relacionamento com o seu público-alvo.

Através deste trabalho de identificação do cliente, a empresa pode criar o seu plano de Marketing de relacionamento. Como por exemplo:

  1. Entrar em contato com o cliente informando de ofertas de produtos;
  2. Parabenizar o cliente em datas especiais de sua vida (exemplo: aniversário);
  3. Realizar pesquisa de satisfação com os clientes quanto a produtos e serviços fornecidos;
  4. Programa de bonificações através de planos de fidelidade;
  5. Outras ações;

O sucesso de um plano de marketing de relacionamento de uma empresa está diretamente ligado a quanto a empresa conseguiu se aproximar do seu cliente, de forma a compreender as necessidades e desejos da clientela, conseguindo potencializar em aumento das suas vendas e o reconhecimento da marca por parte do mercado consumidor e dos próprios concorrentes.

Com o plano de marketing de relacionamento logrando êxito, a empresa conseguirá ter um feedback do público, descobrindo se está havendo satisfação ou não com relação aos produtos e serviços prestados e disponibilizados ao mercado.

Marketing de Relacionamento: Desenvolvimento de um Programa de Fidelidade

Uma ferramenta de Marketing de Relacionamento muito utilizada pelas empresas é a criação e desenvolvimento de um programa de fidelidade.

Com base nos dados dos seus clientes, podem ser criadas campanhas de marketing voltado para eles, criando um programa de fidelidade que conceda bonificação aos clientes mediante às suas compras.

Através do programa de fidelidade busque surpreender e agradar os seus clientes, de forma que através do programa de fidelidade ele tenha e veja as vantagens em continuar essa relação comercial com sua empresa, comprando os seus produtos ou serviços.

No entanto, na hora de criar um programa de fidelidade que bonifique o seu cliente, a empresa precisa ter cuidado para que a bonificação adotada não traga prejuízos financeiros para ela.

Marketing de Relacionamento e Atendimento ao Cliente

O atendimento ao cliente é um diferencial que sua empresa precisa oferecer, de forma que os seus clientes se sintam diferenciados pela forma que sua empresa o trata.

Por isso, para que o plano de Marketing de Relacionamento seja um sucesso, é fundamental que os colabores da empresa estejam formados e treinados com base na cultura da empresa e nos planos de marketing que foram traçados.

Por isso, é de grande importância que a empresa apresente aos seus colabores as suas estratégias e como cada um deles é importante para o bom relacionamento entre a empresa e o cliente.

As melhores dicas para um marketing de relacionamento de sucesso

Que tal conhecer algumas práticas que podem garantir o sucesso da sua estratégia de marketing de relacionamento? A Rock tem seis dicas que vão ajudá-lo a destacar sua empresa junto aos clientes. Vamos lá?

Dica #01: Conhecer os clientes

Nós já falamos sobre a importância de identificar os clientes. Esse é um trabalho que muitas empresas subestimam, ao longo do tempo. Acabam com um banco de dados incompleto ou desatualizado e, quando precisam se comunicar com o cliente, nem conseguem – ou, se conseguem, a comunicação não é eficiente.

Então, como você pode conhecer melhor seus clientes? A primeira dica é aproveitar todas as oportunidades para verificar os dados cadastrais mais importantes. Isso pode ser feito rapidamente após cada compra, por exemplo.

Outra dica é enviar, com regularidade, pesquisas de opinião aos clientes. Para garantir que a maioria responderá, associe essa pesquisa a um benefício (como um brinde ou participação em um sorteio).

Além disso, muitos clientes espontaneamente apresentam suas avaliações durante o atendimento. Você pode treinar sua equipe para registrar as opiniões, sugestões e críticas recebidas verbalmente no histórico do cliente.

Lembre-se, ainda, da pergunta mais importante: Você recomendaria nossa empresa a um amigo? Sempre que a resposta for sim, você saberá que está desenvolvendo um bom relacionamento com seu cliente.
gerador de personas

Dica #02: Segmentar e personalizar

O banco de dados dos clientes é muito importante. No entanto, ele não vale de nada se não for bem utilizado. Em outras palavras, é preciso fazer alguma coisa com todas essas informações, certo?

O que você precisa fazer é segmentar os clientes de acordo com critérios relevantes e, então, criar abordagens personalizadas para cada segmento.

Por exemplo, você pode segmentar os clientes do sexo masculino e feminino; e, então, criar uma campanha focada nas necessidades e expectativas de cada um. O primeiro grupo vai receber uma campanha de relacionamento no dia dos pais, enquanto o segundo grupo vai receber uma campanha no dia das mães.

Esse é um exemplo bem simples. A segmentação pode ficar mais complexa, combinando vários critérios. Quanto mais rica em detalhes for a segmentação, maior a chance de você “acertar o alvo” com uma campanha personalizada.

Dica #03: Criar ações que incentivam o retorno

As ações que incentivam o retorno estabelecem um ciclo em que fica mais fácil desenvolver o relacionamento com o cliente, a longo prazo.

O exemplo mais clássico são os programas de fidelidade. Nestes programas, a cada compra, o cliente ganha benefícios para voltar e comprar de novo. Forma-se um ciclo que permite que sua empresa não apenas venda mais, como também consiga novas chances de entender melhor o cliente, interagir com ele e cativá-lo.

Outro exemplo de ação que incentiva o retorno são as pesquisas de satisfação associadas a um brinde na próxima visita.

Algumas cadeias de restaurantes dão ao cliente, após uma visita, um código para responder a uma pesquisa online. Respondendo às perguntas, o cliente ganha um aperitivo grátis na próxima visita. Essa ação incentiva o retorno e, ainda, permite a coleta de importantes dados sobre os clientes.

Dica #04: Ser sistemático

O marketing de relacionamento só traz frutos quando seu desenvolvimento é sólido, sistemático. Além disso, é baseado no longo prazo. Não basta satisfazer o cliente no momento e, depois, esquecer que ele existe.

Pense em como seria um relacionamento entre duas pessoas, se uma delas só ligasse para a outra uma vez a cada três, quatro ou seis meses. Logo, elas iriam se afastar, mesmo que as ligações fossem feitas, pois não existe regularidade.

Essa mesma lógica é válida para o relacionamento entre uma empresa e seus clientes. As campanhas precisam ser frequentes e o contato precisa ser contínuo. Do contrário, você terá uma baixa taxa de fidelização e precisará sempre conquistar novos clientes (e vale lembrar que isso é mais trabalhoso e caro).

Para isso, uma boa dica é estabelecer um cronograma, definindo os detalhes e prazos de cada ação – como o envio de e-mails em datas especiais, por exemplo. O cronograma permite planejar, visualizar e controlar o desenvolvimento do marketing de relacionamento ao longo de um período. Esse período pode ser trimestral, semestral ou, até, anual.

Dica #05: Monitorar os resultados

Por mais que o marketing de relacionamento exija um contato contínuo, como acabamos de dizer, o significado disso pode variar conforme o mercado em que você atua.

Por exemplo, você não se incomodaria de receber um e-mail todo dia de uma empresa varejista com ofertas para seus produtos favoritos. Já no mercado B2B, enviar e-mails todos os dias não vai aumentar as chances de vendas; na verdade, pode até desgastar o relacionamento.

Como saber, então, qual é a abordagem mais adequada? Através de testes e do monitoramento dos resultados. No caso de campanhas de e-mail marketing, isso significa acompanhar KPIs como a taxa de aberturas e a taxa de cliques.

A frequência de envio dos e-mails é apenas um item que precisa ser monitorado. Mas, no geral, você deve medir os resultados de cada ação desenvolvida. Busque sempre entender o que funcionou – ou não – e incorporar as lições aprendidas. Assim, o marketing de relacionamento trará frutos cada vez melhores!

Dica #06: Trabalhar com o relacionamento em duas vias

Marketing de relacionamento não consiste apenas em falar com o cliente. Também é muito importante ouvi-lo. E, claro, é necessário ter os canais certos para isso.

Muitas empresas erram por não ter um canal de comunicação adequado para receber reclamações ou responder às perguntas dos clientes. Em outros casos, o canal existe, mas não é funcional—quem nunca ficou horas no atendimento telefônico, sem conseguir resolver seu problema?

É por esse motivo que um site como o Reclame Aqui tornou-se tão popular. Ele trouxe uma via para o cliente se expressar e ser ouvido, algo que as próprias empresas não ofereciam.

A dica é fazer com que os canais de ouvidoria sejam menos burocráticos e mais preparados para dialogar com o cliente.

Busque sempre trazer respostas rápidas e diretas. Tenha em mente que a maneira como esses canais funcionam terá um forte impacto na impressão que o cliente tem sobre a marca.

Agora que você já conhece o marketing de relacionamento, que tal aprender de maneira mais aprofundada o que é marketing e como ele surgiu? Confira nosso artigo: O que é Marketing: tudo que você precisa saber sobre o assunto.

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Google Keyword Planner

Google Keyword Planner: como utilizá-lo e garantir os melhores resultados!

Para qualquer estrategista de SEO (Search Engine Optimization) – seja ele novato ou expert – o uso de ferramentas para pesquisa de palavras-chave é uma verdadeira mão na roda para alcançar melhores resultados em projetos que buscam obter maior visibilidade nas buscas orgânicas.

Durante muitos anos, o Google disponibilizou a Keyword Tool, uma plataforma gratuita que rapidamente conquistou a confiança de seus usuários.

Isso não foi apenas por conta de sua eficiência, mas também porque as informações vinham diretamente da fonte: o próprio Google.

Durante anos, quem trabalhava com SEO pôde desfrutar de um manancial de dados que permitiam melhorar o rankeamento de suas páginas.

Mas, nessa época também houve o crescimento exponencial da venda de anúncios por meio do Google Adwords.

A fim de atender a demanda dos compradores foi desenvolvido o Google Keyword Planner, ou Planejador de Palavras Chave do Google.

Agora, integrado ao Adwords, ele poupa tempo no padrão das configurações, que já vêm de acordo com a conta do seu site, além de outras funcionalidades que certamente vão ajudar a focar seus esforços nas palavras-chave que te interessam.

Quer conhecer como ele funciona? Venha conosco!

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Este guia completo vai ensinar para você tudo sobre marketing digital e como aplicá-lo.


Explicando conceitos: SEO

Em primeiro lugar é importante lembrar o que é SEO. A sigla em português é entendida como a otimização de sites, ou seja, a otimização deles para os mecanismos de busca.

Isso significa trabalhar o conteúdo de forma a melhorar o rankeamento do site nas pesquisas dos mecanismos de busca.

Afinal, vamos ser realistas: quando temos buscas com 1 milhão de resultados ou mais quase ninguém fica navegando muito por essas páginas para encontrar o que precisa.

A importância das palavras-chave

É nesse contexto que as palavras-chave (ou keywords) adquiriram imensa importância para empresas e empreitadas.

Afinal de contas, em terra de milhões de resultados, quem tem as palavras corretas para atrair seu público é rei.

Um bom planejamento para criar e incluir no seu site palavras-chave matadoras é a diferença entre aparecer nas primeiras páginas do mecanismo de busca ou ser esquecido após as reticências.

O Google percebeu o potencial desse mercado e tratou de criar o Adwords, uma ferramenta para criar anúncios a partir das palavras-chave de interesse do administrador do site e permitindo que empresas que estejam dispostas paguem para aparecer no topo dos resultados.

Uma das grandes vantagens é que o pagamento só se dá após o clique no anúncio.

O sucesso foi tanto que logo o Google Adwords passou a ser parte de outra ferramenta vastamente utilizada: o Analytics.

A partir de então foi possível unir os vários objetivos de administrar o tráfego, criar metas e criar campanhas para melhorar – ainda mais – as visitas no site.

Como uma resposta leva, invariavelmente, a outra pergunta, a dúvida que persistiu nas mentes dos administradores foi: como saber quais as palavras-chave certas? Como medir minhas campanhas de Adwords?

Como usar o Keyword Planner para pesquisa de palavras-chave

Eis que surge o Google Keyword Planner. Para ter acesso a ela é necessário que você já tenha uma conta no Google Adwords (clique aqui para logar ou criar sua conta).

Mas, esteja atento! Na fase de cadastramento é fundamental que você pule a etapa de tutorial (leia todas as informações antes de prosseguir em cada tela!).

Caso contrário, o site pedirá que você cadastre um cartão de crédito e simule uma campanha.

Mesmo que, no final das contas, você não precise mesmo gastar algum dinheiro, saltar essa etapa economiza bastante tempo no cadastro e já te leva direto para a área de pesquisa de palavras chave.

Outra alternativa é ter uma conta de gerente, usada para gerenciar outras contas em vez de ter uma para campanha, especificamente.

Não entendeu? Não tem problema, vamos mostrar o passo a passo:

  1. Acesse o endereço linkado aqui e prossiga para seu cadastramento.
  2. Na próxima tela você será levado a uma área para preencher seus dados pessoais (começando pelo e-mail).
  3. O passo mais importante está aqui. Na hora de selecionar o tipo de conta, opte pela segunda alternativa “To manage other people’s accounts.”.google adwords
  4. Termine de preencher as informações e, assim que confirmar, você será levado ao dashboard da conta de gestão.
  5. Ali, clique em “+Account” ou “adicionar nova conta” e então coloque um nome de sua preferência. Lembre-se de preencher com os dados de fuso horário e valores corretamente, uma vez que essas informações não podem ser alteradas no futuro.
  6. Pronto, você já pode usar a conta e não precisará inserir nenhuma informação de cartão de crédito.

Voltando, já dentro da página do Adwords, no menu superior, acesse a área de ferramentas e dentro dele encontre o Planejador de palavras-chave, conforme mostramos na imagem abaixo:

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Você será encaminhado para a página da ferramenta, onde será possível planejar uma nova campanha de sucesso.

google adwordsEscolha a primeira alternativa “Procurar novas palavras-chave usando uma frase, um website ou uma categoria”, e uma aba aparecerá para que você a preencha.

Na verdade, esse será o local em que você poderá colocar qual o seu negócio (em formato de keywords), sua landing page e qual a categoria do seu produto ou serviço.

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Se você não entende muito bem a parte de selecionar o país e a língua (ouvimos tantas vezes que na internet não há fronteiras), seja simples, objetivo e direto: público brasileiro e a sua língua natal, o bom e velho português. É sempre melhor começar pelo básico no geotargeting.

O próprio Google já costuma salvar as preferências de acordo com as configurações da sua conta. E, com o tempo, você poderá criar filtros cada vez mais elaborados para cidades e áreas dentro de um mesmo município.

Isso é ótimo para negócios locais, que têm a necessidade de saber de onde vem o seu público (a resposta para a pergunta: será que alguém atravessaria a cidade para comer no seu food truck?).

Então, vamos exemplificar:

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Primeiro, você deverá colocar as palavras-chave que dizem respeito ao seu negócio e clicar em obter ideias, um botão azul no final do campo (veja imagem abaixo).

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Keyword Ideas – um universo de informações

Depois de inserir sua palavra chave desejada e clicar em “obter ideias”, você será levado a uma nova página com os resultados médios de buscas mensais no Google.

Note que existem duas abas logo abaixo da média de pesquisas do grupo de palavras chave indicando a possibilidade de acessar ideias de grupos de anuncio e ideias de palavra-chave.

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Na aba de ideias de palavra-chave (usaremos só essa por enquanto) a palavra utilizada para a pesquisa foi “Marketing de Conteúdo”.

Observe que, desde a última atualização do Google, não temos mais acesso ao número exato de pesquisas mensais (que também não era tão exato, já que mudava de tempos em tempos), mas sim a um intervalo de pesquisas.

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No caso de “Marketing de Conteúdo” (como você poderá observar na imagem acima), temos uma média de mil a 10 mil de pesquisas mensais no Google, enquanto que o grupo de palavras relacionadas a “Marketing de Conteúdo” recebe uma média de 100 mil a 1 milhão de pesquisas mensais.

Esse grupo inclui outras variações como “o que é marketing de conteúdo”, “Curso de marketing”, “Marketing digital”, “conteúdo para blog” dentre outros.

Para entender as melhores opções de palavra-chave, preste muita atenção às áreas que separamos para análise de cada keyword encontrada pelo Google Keyword Planner.

Mas não se preocupe: essas alternativas são uteis para quem pretende mexer com anúncios pagos.

Se você só quer fazer a pesquisa de palavra-chave, atenha-se à média de pesquisas mensais e sugestões de palavras relacionadas.

  • Concorrência: Essa opção mostra a respeito do número de anunciantes que exibiram anúncios para cada palavra chave em comparação com as outras utilizadas no Google. São três níveis: baixa, média e alta. Quanto mais baixa, menos utilizada essa palavra chave é na montagem de anúncios.
  • Lance Sugerido: Esse é o valor sugerido com base no CPC utilizado por outros anunciantes na mesma área e palavra-chave selecionada.

Observe também que, na esquerda, há as opções de segmentação, período e personalização, que podem tornar sua pesquisa de palavra-chave muito mais específicas.

google adwordsNa primeira área há a possibilidade de segmentar por localidade, idioma, pesquisas no Google e seus parceiros (ou apenas no Google) e a inserção de palavras-chave negativas, aquelas que você não quer que entrem na sua busca.

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Na segunda e terceira área você pode definir o período de pesquisa, filtros de palavra e definir palavras que devem ser sempre incluídas ou excluídas de sua busca.

Navegue por essas opções e descubra o que é melhor para seu negócio e os resultados da sua empresa.

Guia do SEO 2.0

6 Dicas para você usar o Planejador de Palavra Chave com toda a sua capacidade

Mesmo se a concorrência de um termo em específico for baixa, verifique as razões para tal e se ela vale o investimento.

Talvez por ela se referir a uma procura em obter maiores informações sobre o assunto, isso pode não ser do interesse de clientes do Adwords – que, na maioria das vezes, focam na venda ao comprar anúncios – mas para o Marketing de Conteúdo podem funcionar com perfeição.

As ideias de grupos de anúncio também são ótimos exercícios para montar diferentes estratégias de SEO.

Como?

Por meio deles, é possível encontrar e criar termos de pesquisa contendo um maior número de keywords. Ou seja, mais possibilidades de cliques!

1. Utilizando a concorrência para referências

Outra forma de usar o Google Keyword Planner para obter vantagens competitivas é através do estudo dos competidores e dos seus referenciais. Lembra quando falamos sobre criar ideias de palavras-chave para você utilizar?

Partindo do pressuposto de que você e seu concorrente estão no mesmo mercado – sabemos que isso é óbvio, mas é melhor mencionar – você pode colocar no campo da “página de destino” o site do concorrente e clicar em obter ideias.

Então, o Google vai ‘estudar’ o site e, a partir do conteúdo dele, mostrar as palavras chave e respectivas referências de análise.

google adwordsOlha que maravilha: sem gastar nem um centavo, você terá um manancial de propostas de ideias para o site da sua empresa, direto do concorrente e sem espionagem industrial.

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Aproveite dessas ideias para começar a montar seu conteúdo e concorrer no Google pelo primeiro lugar!

2. Utilizando a Wikipedia

Sim, tem gente que torce o nariz para a maior enciclopédia coletiva online. Essa é a maior fonte de informações organizadas em tópicos e palavras-chave do planeta.

Mas, sejamos honestos: quem nunca utilizou essa página para encontrar dados específicos e informações para começar a pesquisa?

Pois saiba que o Google confia muito na Wikipedia para o seu Knowledge Graph.  Ou seja, vale a pena utilizá-lo.

Uma boa forma de começar é pesquisando no Google a principal palavra-chave relacionada ao seu negócio (não pesquise especificamente pelo wiki; o importante é que o resultado seja rankeado na pesquisa orgânica).

Nas páginas de resultado, encontre a ‘wiki page’ dele.

Então, copie a página e volte ao Google Keyword Planner e cole a URL no campo página de destino. Clique mais uma vez em obter ideias.

Em um primeiro momento você pode pensar que nós enlouquecemos. Os resultados são muitos e não parecem muito promissores. São muitos termos para se pesquisar. É nessa hora que entram em cena os filtros.

Acesse as opções de customização de busca e indique o que você quer do seu tráfego. Um volume maior e lances maiores? Essa seria uma boa saída para monetizar a partir dos seus cliques.

Você vai perceber que ao utilizar os filtros, o Google fez uma nova pesquisa e descobriu palavras-chave novas, mas de acordo com o que você está buscando.

3. Plano de Análise

Então, você usou e abusou dos filtros e pesquisas e chegou a um grupo promissor de ideias para conteúdos no futuro.

Então você pode usar mais uma ferramenta do Google Keyword Planner: a área “Plano de Análise” onde é possível guardar temporariamente termos e grupos de keywords para estudo posterior.

Isso permite que você possa continuar aprimorando suas buscas sem perder o que já foi conquistado até o momento e sem precisar ficar copiando e colando em editores de texto e afins (o que poupa tempo e trabalho).

No final, é possível, ainda, fazer estimativas de custo, caso deseje adquirir um plano no Adwords.

Mas, lembre-se: sua pesquisa só ficará disponível enquanto você estiver em sessão. Então, não se esqueça de fazer o download do seu plano (atualmente é possível fazer isso em formato CSV para o próprio Adwords ou para o Excel).

Cuidado para não perder o seu trabalho!

Guia Completo do Google Adwords

4. Pesquisa múltipla

Para economizar tempo e acelerar o processo de montagem de sua estratégia, é possível fazer a pesquisa de múltiplos termos ao mesmo tempo.

Para isso, digite no campo de pesquisa os termos desejados e separe-os por vírgula. Clique no botão de “obter ideias” e logo você terá um novo resultado.

Mas atenção para o modo de exibição desse modelo:

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Quando você realiza uma pesquisa múltipla, o Planejador de Palavras Chave as reorganiza em ordem de mais popular para a menos popular. Pelo exemplo acima, utilizamos as palavras Marketing de Conteúdo, Automação e Facebook.

Facebook é a mais popular, com 1 milhão a 10 milhões de buscas mensais, enquanto que Marketing de Conteúdo tem um menor volume de busca, com mil a 10 mil buscas mensais.

Logo na parte inferior, onde são mostradas as sugestões de palavras-chave semelhantes, temos alguns termos como “app facebook” e “Automação comercial” listados, como sugestões para pessoas que queiram trabalhar com variações dentro do seu texto e ainda garantir bons resultados para o seu SEO.

A pesquisa múltipla é ótima para conseguir insights e combinações de palavras chave. Pesquisando termos que estejam relacionados dentro de um mesmo universo você pode descobrir palavras que jamais havia imaginado antes, e garantir ainda mais chances de rankeamento no Google!

5. Resultado específico

Apesar do Adwords haver mudado o seu modo de exibição e, hoje, apenas mostrar palavras chave dentro de uma faixa de busca (em lugar do número exato de pesquisas mensais), é possível usar um truque para conseguir esses valores.

Para isso, faça sua pesquisa normalmente e observe os resultados trazidos. Coloque o mouse no canto direito dos dados da palavra e clique em Adicionar ao plano.

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Uma coluna aparecerá na direita. Nela, clique na área de plano de análise.

google adwordsNessa nova tela, coloque um valor bem alto para o lance (na área “Insira um lance”). Pode ser algo em torno de 500 reais. Com isso, o Google entenderá que você está disposto a cobrir todo e qualquer clique para essa palavra.

Na área de impressões você terá um valor (para “Facebook” é 117mil a 143mil), que é o mais próximo da quantidade de pesquisas realizadas por dia utilizando essa palavra.

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Pronto, agora você tem uma previsão muito mais acertada para a palavra chave pesquisada, com valores diários de pesquisas no próprio Google.

6. Pesquisa por categoria

Acessando o planejador de palavra-chave pela aba de ferramentas, você pode ainda fazer a pesquisa de palavras por categoria de produto. Essa é uma ótima alternativa para quem está começando com o SEO do blog ou site, e que ainda está incerto de quais palavras priorizar.

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Digamos, por exemplo, que você trabalha com refrigeradores de cerveja (bem específico, certo?). Basta selecionar as opções de categoria que abrirão em uma janela drop-down e selecionar o que melhor aplicar ao seu negócio.

Nesse caso, o próprio Adwords já tem a opção de refrigerador de cerveja.

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Basta selecionar e clicar em obter ideias.

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Assim, o planejador de palavras-chave selecionará termos que mais se aproximam daquela categoria, facilitando, e muito, na hora de definir seus primeiros termos.

Para produtos dentro da categoria de “refrigeradores de cerveja”, por exemplo, as recomendações incluem “chopeira”, “Chopeira Heineken”, “cooler para cerveja” e “barril de chopp” – todas relacionadas ao produto.

Cuidados ao usar o Google Keyword Planner

É lógico que nem tudo são flores nesse universo. Esse foco estratégico do Google nos ads a partir de palavras-chave prova que o grupo está querendo continuar a investir pesado no PPC (Pay-Per-Click) marketing, ao invés de dar uma força às buscas orgânicas e aos planos de SEO.

Então, cabe ao profissional ou ao grupo buscar as informações nele para colocá-las em prática em projetos que tragam resultados sem ads ou PPC. O marketing de conteúdo é uma dessas propostas.

Ele também ainda não é uma boa ferramenta para descobrir os trending topics (assuntos em alta), já que as pesquisas se concentram nos últimos doze meses. Para saber o que está em voga, o melhor ainda é utilizar o Google Trends.

Por ser uma ferramenta relativamente nova (ele foi lançado em 2013, para substituir o Google Keywords Tool), o Google Keyword Planner ainda enfrenta as dificuldades de qualquer produto em fase de maturidade.

Por isso ele ainda divide opiniões principalmente no que se refere a inserção e exclusão de ferramentas dentro da plataforma.

O importante é saber que o Google Keyword Planner chegou cheio de ferramentas que suportam vários formatos de pesquisa.

Para quem utilizava o Keywords Tool, a princípio, isso pode não ser ideal. Afinal, acostumar-se com mudanças requer um novo processo de aprendizagem.

Use o que essa plataforma tem de melhor para criar um conteúdo matador para o seu site e rankear cada vez melhor nos resultados das buscas orgânicas.

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Lembre-se de que os resultados são intimamente ligados aos seus esforços. Portanto, arregace as mangas e lute pelo seu sucesso!