Daniel Moraes

Redator Freelancer na Rock Content

Apaixonado por startups, growth hacking e empreendedorismo, sem faltar um espacinho para nerdices e cultura pop. Quando não está escrevendo sobre negócios e marketing digital, gosta de cozinhar e se aventurar programando para a web.
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Marketing de Conteúdo x Marketing nas Redes Sociais

Marketing de Conteúdo x Marketing nas Redes Sociais: qual o melhor investimento?

O Marketing Digital é muito amplo, e escolher qual tática usar pode ser difícil. Neste artigo vamos falar sobre duas maneiras de levar conteúdo até o seu público, e você vai ver qual delas é o melhor investimento: Marketing de Conteúdo x marketing nas redes sociais.

O Marketing Digital tem muitas vertentes, o que pode causar uma dúvida crucial para os empreendedores: qual é o melhor investimento para o meu negócio?

Essa questão surge, por exemplo, quando pensamos na crescente demanda do público por conteúdo

O consumidor pesquisa muito antes de comprar, e as empresas entenderam que precisam dar a ele as informações de forma rápida e completa. Diante disso, o Marketing de Conteúdo ganha cada vez mais força.

Por outro lado, as redes sociais ganharam muito destaque como motor de negócios nos últimos anos, e as pessoas usam essas plataformas para comprar de suas marcas favoritas.

E, agora, com recursos limitados e tempo escasso, você precisa decidir quem vence esta batalha: Marketing de Conteúdo x marketing nas redes sociais.

Quer ajuda para tomar essa decisão? Então, veja o guia que preparamos para tirar essa dúvida da sua cabeça!

3 diferenças entre Marketing de Conteúdo e marketing nas redes sociais

Para começar nossa análise, vamos falar sobre 3 importantes diferenças entre o Marketing de Conteúdo e o marketing nas redes sociais. 

É verdade que o objetivo dos dois é atrair clientes  — afinal, esse é o propósito de qualquer tática de marketing — , mas a forma de planejar, executar e medir cada estratégia varia bastante.

Os 3 pontos que diferem um método do outro são:

1. Centro de gravidade

Centro de gravidade é o foco principal da atividade, no que ela se concentra para alcançar seus objetivos.

No Marketing de Conteúdo, por exemplo, o foco está em produzir conteúdo para um site exclusivo da empresa, que pode ser uma landing page, um blog ou um portal de notícias.

Já no caso do marketing nas redes sociais, o centro da atenção é o uso da plataforma em si, seja o Facebook, o Twitter, o Instagram, seja qualquer outra rede.

2. Tipo de conteúdo

No Marketing de Conteúdo, o conteúdo é criado com base nos padrões editoriais da empresa. Tamanho, formato e apresentação são definidos de acordo com os parâmetros da marca para o site em questão.

Já no caso das redes sociais, o conteúdo é moldado de acordo com as características de cada plataforma, e leva em conta suas limitações.

O formato, o tamanho e a maneira de apresentá-lo são padronizadas pelas redes.

3. Objetivos

Os objetivos podem se misturar um pouco entre as duas formas de marketing, até porque ambas são bastante flexíveis nesse ponto. 

Ainda assim, observe que as redes sociais, geralmente, focam em posicionamento de marca e criação de audiência.

O Marketing de Conteúdo costuma ser mais “agudo” nesse sentido, pois permite gerar demanda e criar um funil de geração e nutrição de leads mais preciso.

3 pontos em comum entre promover conteúdo em seu blog ou nas redes sociais

Agora que vimos as principais diferenças, vale a pena pontuar que essas duas formas de marketing também têm alguns pontos relevantes em comum. 

Mas por que é importante saber disso? Em primeiro lugar, para te ajudar a entender que duas táticas diferentes podem se complementar e serem usadas em conjunto para alcançar alguns objetivos comuns.

Veja a seguir os pontos de convergência entre publicar em um blog e usar as redes sociais!

1. Geração de valor

No fim das contas, a geração de valor é o principal objetivo dessas duas formas de marketing. Tanto o Marketing de Conteúdo como o marketing nas redes sociais precisam ser usados para beneficiar os clientes. 

Isso significa responder dúvidas, oferecer informações relevantes e mantê-los interessados nas soluções oferecidas.

Esse ponto serve até como sinal de alerta: qualquer negócio que investir em uma dessas formas de atração pensando em falar de si mesmo o tempo todo, vai perder dinheiro.

2. Fortalecimento da marca

Uma marca que tem presença forte nas redes sociais e que se posiciona como autoridade por meio de uma estratégia sólida de conteúdo ganha muita força.

Na hora de decidir entre o produto desta marca e de uma concorrente que não faz o mínimo esforço para se posicionar online, a escolha será óbvia.

Nesse aspecto, os dois conceitos de marketing são muito poderosos: as redes sociais potencializam o “boca a boca” como poucos canais, e um post bem posicionado no Google pode te dar a credibilidade necessária para fechar uma venda importante.

3. Geração de leads e vendas

Chega a ser engraçado pensar que blogs já foram usados apenas como diários virtuais de pessoas que queriam narrar suas histórias pessoais, e que as redes sociais já foram vistas apenas como um ambiente para se distrair.

Hoje, os dois canais estão entre as principais ferramentas de geração de leads e fechamento de vendas que existem. Por que isso importa? Independentemente da estratégia você use, dará bons frutos, desde que seja bem feita.

Aprenda tudo sobre Redes Sociais

3 motivos para investir em Marketing de Conteúdo

Por que investir em Marketing de Conteúdo? Veja agora 3 motivos que destacam essa forma de fazer marketing com relação ao uso das redes sociais!

1. Exclusividade

O ambiente das redes sociais é muito mais disputado que uma página do seu blog ou site. 

Se o seu conteúdo for bom, será mais fácil prender a atenção do público sem tantas distrações tentando roubar a atenção dele, como é comum nos feeds de notícias.

2. Liberdade

O layout, a forma de apresentar o conteúdo e o tamanho de cada post são aspectos que você terá total liberdade para definir. 

Se não gosta de alguns padrões praticados por aí, você tem condições de modelar o seu site para que o público consuma o conteúdo da forma como você idealizar.

Com as ferramentas certas, basta testar a reação do público e mudar o que não fizer tanto sucesso, algo que você nunca poderá fazer nas redes sociais.

3. Segurança

Por último, todo o conteúdo que você publicar, bem como o formato em que apresentá-lo, será seu. 

É verdade que o Google pode mudar o algoritmo e afetar seus rankings, mas se você tiver outras fontes de tráfego, talvez isso nem seja problema.

Por outro lado, se o Facebook mudar amanhã toda a política de uso do site, pode comprometer totalmente o seu sucesso na rede e obrigá-lo a formular um plano do zero.

3 motivos para investir em marketing nas redes sociais

Se o Marketing de Conteúdo tem suas vantagens, não podemos deixar de destacar também os pontos altos de investir nas redes sociais como canal de atração e fidelização de clientes.

Vale a pena usar essas plataformas no dia a dia por conta destes 3 motivos:

1. Efeito viral

Se você quer viralizar conteúdo, as redes sociais são o lugar mais indicado para fazer isso. A audiência gigantesca e a facilidade de espalhar conteúdo, seja de maneira orgânica, seja paga, é cada vez maior.

O trabalho que você terá para viralizar um conteúdo a partir do seu blog é colossal, obra digna dos maiores veículos de mídia do mundo.

2. Segmentação

Sabia que ao publicar em várias redes sociais você tem condições de escolher que tipo de público terá contato com o conteúdo? 

Essa é uma grande vantagem, ainda mais se você resolver impulsionar um conteúdo de alto valor estratégico com uma campanha paga.

Afinal, a ideia não deve ser alcançar muita gente, mas atingir as pessoas certas, ou seja, quem realmente vai se beneficiar do material e enxergar valor nele.

3. Versatilidade

O que você acha de usar a mesma plataforma para distribuir conteúdo e ainda oferecer suporte ao cliente? 

Essa versatilidade está presente em redes como Facebook, Twitter e Instagram, que oferecem canais de comunicação diretos e em tempo real com a sua audiência

Assim, além de interagir com seu público em posts, você terá condições de desenvolver conversas pessoais e ajudá-los de forma mais específica, tanto para vender quanto para oferecer um suporte pós-venda.

marketing de conteudo primeiros passos

Afinal de contas, qual é o melhor investimento?

Agora que vimos tudo o que é relevante sobre as duas formas de marketing, você já consegue responder sozinho qual é o melhor investimento?

A verdade é que a batalha “Marketing de Conteúdo x marketing nas redes sociais” não existe. As duas táticas se complementam e podem ser usadas em conjunto de muitas formas.

Aliás, as redes sociais são importantes para impulsionar a sua estratégia de conteúdo e fazer seu blog alcançar resultados mais rapidamente.

Assim, em vez de pensar em quem vence este duelo que nunca existiu entre Marketing de Conteúdo e marketing nas redes sociais, concentre-se em criar estratégias sólidas em ambos.

Você vai perceber como isso vai fortalecer a sua aquisição de clientes e amadurecer a sua empresa para explorar cada vez mais — e melhor— o marketing digital.

Essa habilidade será cada vez mais importante conforme avançamos na transformação digital. Já ouviu falar nela? Então, veja agora tudo o que você precisa saber sobre essa revolução tecnológica para o seu negócio!

Google News: saiba como fazer SEO para sites de notícia

Google News: saiba como fazer SEO para sites de notícia

O Google quer se consolidar de todas as formas possíveis como o oráculo da internet. Para isso, tem melhorado sua capacidade de entregar notícias relevantes para os usuários. Veja como o seu site de notícias pode se beneficiar disso para atrair mais leitores!

(Clique no player para o ouvir a narração do nosso post!)

Não resta dúvida de que o Google é uma das empresas mais poderosas do mundo. A gigante das buscas é responsável por determinar boa parte das práticas e tecnologias que serão usadas ou abandonadas por sites de todos os tipos.

Mas, como toda empresa digital de sucesso, o Google entende que, nesse cenário competitivo do marketing digital, não há espaço para zona de conforto.

Por isso, a empresa continua criando formas de gerar valor para os usuários e prover ferramentas para que negócios de todos os tipos se beneficiem de seus produtos e plataformas.

Um desses produtos é o Google News, que pode transformar o tráfego de sites de notícia e impulsionar muito seus resultados. Se você tem um site desse tipo, está no lugar certo!

Neste artigo, você vai ver:

  • o que é o Google News?
  • Por que fazer SEO para notícias?
  • Quais são os critérios do Google News?
  • Quais os 4 erros para evitar ao otimizar um site para o Google News?
  • Quais os 6 passos práticos para levar as notícias do seu site ao Google News?

Veja agora tudo que precisa saber para otimizar seu site com a ajuda do Google News e fazer isso trabalhar a favor do seu negócio!

O que é o Google News?

O Google News é um agregador de notícias com a chancela de qualidade do próprio Google. Isso quer dizer que é a empresa quem faz a curadoria de conteúdo das notícias e as apresenta de acordo com alguns critérios.

Página inicial do Google News

O primeiro deles é, obviamente, a intenção de busca do usuário. Já ficou bem claro que esse é o maior objetivo do Google ao responder qualquer busca.

Afinal, entende-se que, se a sua intenção de busca for satisfeita, o usuário continuará usando a ferramenta. Ou seja, se você encontrar a melhor resposta possível para a pergunta que fez ao buscador, você vai fazer novas pesquisas.

Outro fator importante é o histórico de navegação e as preferências de cada usuário. Assim, o Google pode apresentar notícias com base naquilo que você gosta de ler, de forma geral, ou mostrar manchetes como resposta a uma pesquisa feita no site.

Por que fazer SEO para notícias?

SEO (Search Engine Optimization), ou otimização para mecanismos de pesquisa, é uma das melhores formas de fazer um site ou blog conseguir tráfego, mas existe um pequeno problema. SEO leva tempo até começar a dar resultados. E, como todo mundo sabe, um site de notícias precisa oferecer conteúdo fresco, atualizado. 

De nada adianta otimizar uma notícia de hoje se ela só vai ranquear bem daqui a 3 meses, certo? Mas não é bem assim que o SEO funciona. É importante entender que a otimização para os sites de busca não deve ser feita pensando só em cada conteúdo, de forma individual, mas também no site como um todo.

Em outras palavras, se você fizer SEO para o seu site de notícias, ele passará a ser visto pelo Google com outros olhos, e as notícias futuras terão maiores chances de ranquear em posições de destaque.

Se você conseguir fazer parte do Google News, pode esperar um aumento considerável de tráfego, uma vez que a ferramenta recebe em torno de 10 bilhões de cliques por mês para os sites participantes.

Indo um pouco mais a fundo, colocar seu site no Google News pode melhorar a autoridade do seu domínio e o número de backlinks recebidos de outras páginas.

Como esses dois fatores são importantes na classificação das páginas de busca, contar com eles é uma vantagem e tanto, além do aumento de tráfego direto.

Quais são os critérios do Google News?

Era de se esperar que, para manter a qualidade do agregador e não prejudicar a experiência do usuário, o Google estipulasse algumas regras sobre quem pode ou não se beneficiar da ferramenta de notícias.

E a primeira e mais óbvia é: você precisa ter um site de notícias. Só de notícias. Uma seção de novidades no seu blog ou site não é suficiente, pois a empresa deseja veículos com abordagem jornalística.

Além do mais, não quer correr risco de destacar notícias de baixa qualidade ou que só direcionam o leitor para comprar produtos e serviços.

Quais os 4 erros para evitar ao otimizar um site para o Google News?

Para começar, é importante deixar claro que o processo de aprovação para entrar no agregador do Google News não é feito segundo o padrão normal do buscador. Ou seja, a jornada de aplicação não é tão automatizada quanto você poderia pensar.

A empresa leva tão a sério a questão de escolher fontes relevantes de notícias que montou uma equipe de avaliação para os sites que desejam ingressar no agregador.

Humanos estão tão acostumados a usar truques que eles entendem quando alguém faz o mesmo. Assim, não existe tática Black Hat que possa ser usada. Ou seu site satisfaz os requisitos, ou será negado.

Para começar bem, veja alguns dos piores erros que você poderia cometer no processo de aplicação e como evitá-los.

1. Não ter um site exclusivo de notícias

Como já falamos, o processo de avaliação de sites que desejam entrar no Google News é manual. Então, não existe nenhum tipo de truque que você possa aplicar para fazer seu blog corporativo ser aprovado.

Não existem atalhos e seria um grande erro achar que o seu blog ou site comercial poderia ser aprovado no processo. Mas e se você tiver uma seção ou categoria exclusiva de notícias? 

Também não vai adiantar. A não ser que o seu site seja exclusivamente sobre notícias, suas chances são nulas. E isso tem um motivo: o Google não quer saber de conteúdo promocional na hora de oferecer notícias frescas para o usuário.

2. Produzir conteúdo que viola as políticas da plataforma

O agregador do Google também tem políticas sobre o tipo de conteúdo que pode ser publicado pelos sites que desejam fazer parte da plataforma.

Naturalmente, ignorar essas restrições vai colocar o seu site direto na pilha de reprovação. Para evitar que algo assim aconteça — por falta de conhecimento sobre as políticas — aqui vai um breve resumo do que é proibido:

  • informações pessoais e confidenciais: não é permitido divulgar informações sigilosas de alguém, nem mesmo em nome de um furo jornalístico;
  • conteúdo protegido por direitos autorais: nada de usar conteúdo protegido por direitos autorais sem autorização.

Além desses, nem precisamos citar que conteúdos de ódio, apologia ao crime, pornografia e afins são estritamente proibidos.

3. Ser generalista demais

Para que o Google News vai querer um site menor que fala sobre todo tipo de assunto se ele já pode usar os grandes jornais e portais de notícias para isso? É importante saber se diferenciar para conquistar seu espaço.

E uma das melhores maneiras de fazer isso é deixar o generalismo de lado e se especializar em um nicho específico de notícias.

Assim, será mais fácil ser visto pela equipe do Google News como uma referência naquele segmento e ser aprovado para notícias específicas.

4. Atualizar pouco o site

Sites de notícias respeitados e ativos costumam ser atualizados diariamente, de preferência, várias vezes ao dia. O time de avaliação do agregador vai levar isso em conta para determinar a seriedade e o comprometimento do seu site em entregar notícias relevantes para o público.

Com isso em mente, seria um pecado grave publicar uma notícia a cada poucos dias e achar que isso será suficiente para aproveitar a vitrine que o Google News oferece.

CTA de download para o kit: Domine o Google

Quais os 6 passos práticos para levar as notícias do seu site ao Google News?

Depois de evitar os principais erros na tentativa de ter seu site de notícias aceito pelo Google News, é hora de aprender o que fazer, certo?

Foi por isso que preparamos este passo a passo com os requisitos técnicos que você precisa seguir para colocar seu site no Google News o mais rápido possível.

Alguns aspectos vistos aqui não são considerados obrigatórios, mas aplicá-los vai ajudar muito em suas chances de ser aprovado. Então, é melhor não pular etapas. Aqui está o que você precisa fazer!

1. Organize sua estrutura de URLs

O Google quer que suas notícias e categorias tenham URLs estáticas, para que os mesmos tipos de artigos estejam nas mesmas URLs. Isso permite que o Google rastreie as mesmas páginas várias vezes, sem precisar fazer redirecionamentos.

Por conta disso, é bom evitar URLs dinâmicas, pois elas não fazem muito sucesso com o Google News. Vale mais a pena levar essa preferência do Google em consideração e manter as URLs estáticas.

2. Elimine o peso do seu conteúdo

Eliminar o peso do conteúdo, nesse contexto, significa deixá-lo livre de muitos estilos e, principalmente, scripts que rodariam na página. Por que isso é tão importante? Porque o Google quer que o seu conteúdo seja carregado da forma mais rápida possível.

Se o seu conteúdo precisa de JavaScript para ser visto, ele não vai funcionar bem para o Google News e seu site não será aprovado no processo.

É importante que todo o conteúdo das notícias esteja presente no código HTML na hora da renderização das páginas, a fim de que o processo funcione bem no agregador.

3. Otimize o código do site

Manter um código limpo é outro passo fundamental para que o seu site de notícias seja aceito pelo Google News. Mas o que significa isso, afinal? No código HTML, a parte que corresponde ao conteúdo das notícias deve ser um bloco contínuo, do início ao fim. 

Muitos sites contam com uma estrutura de programação bagunçada, na qual vídeos e conteúdos relacionados são misturados com os blocos de código que contém o conteúdo das notícias.

O grande problema é que isso pode fazer o Google apresentar problemas na hora de indexar o conteúdo e mostrá-lo aos usuários. E você já sabe: qualquer problema na experiência do usuário deixa seu site mais longe de passar no crivo do Google News.

4. Crie um mapa XML só para as notícias

Oficialmente, o Google diz que ter um mapa em XML só para as notícias não é essencial, mas é recomendado. Então, para aumentar suas chances de ser aceito, vale a pena seguir a recomendação.

Basicamente, você pode criar um mapa XML que lista as notícias publicadas nas últimas 48 horas. Se a sua produção de conteúdo é muito alta, é importante limitar o número de artigos a 1.000.

Alguns especialistas acreditam que esse mapa XML seja a primeira fonte à qual o Google recorre ao buscar por conteúdo atualizado no seu site. Então, garanta seu mapa antes de tentar a aprovação do Google News.

5. Marque suas notícias com os dados estruturados do Google

Dados estruturados são pistas dadas para que os algoritmos do Google entendam com maior rapidez e facilidade do que se trata aquela página.

É importante marcar seus artigos com eles para deixar o Google News ciente do que o seu site cobre e por que ele merece ser considerado para os primeiros resultados.

Pode ter certeza de que as suas chances de ter uma notícia entre as principais no carrossel da página inicial do Google são muito maiores se usar os dados estruturados.

6. Faça sua aplicação

Por último, depois de cumprir as exigências técnicas e evitar os erros básicos, é só acessar o Google News Publisher Center.

Daí é só verificar a propriedade do seu site no Google Search Console e clicar em “solicitar inclusão no índice do Google Notícias”.

Depois disso, basta esperar de 1 a 3 semanas e entrar no site novamente para ver se a solicitação foi aceita.

Sim, o Google News é uma plataforma e tanto. A quantidade de tráfego qualificado que ele pode levar ao seu site de notícias faz valer a pena todo o esforço para passar no processo manual de aprovação. 

Felizmente, agora, você tem um guia completo com todos os erros a evitar e os passos que precisa dar para aproveitar ao máximo essa ferramenta.

Gostou de aprender como fazer SEO para seu site de notícias? Então, você vai se impressionar ainda mais ao aprender mais um truque para posicionar seu conteúdo na primeira página do Google: os Featured Snippets!

Guia do Google Search Console
gerar Leads com o Instagram

Transforme seu Instagram em uma máquina de gerar leads com essas 9 estratégias

O Instagram já alcançou a elite das redes sociais, e muitas empresas têm feito uso dele para vender mais e fortalecer suas marcas. Neste artigo, você vai ver como transformar seu perfil em uma máquina de gerar leads.

Como é que uma rede social que tem por objetivo fazer os usuários postarem fotos simples e vídeos curtos pode te ajudar a vender mais?

A resposta a essa pergunta ajuda a entender como o Instagram se tornou fenômeno também entre empresas e profissionais de vários segmentos. 

Afinal, quem deseja promover e vender seus serviços para mais pessoas quase sempre usa as redes sociais.

Por outro lado, nem todo mundo vai conseguir extrair todo o potencial incrível desse canal, seja por falta de conhecimento, seja por falta de iniciativa para explorar seus melhores recursos.

Se você quer estar do lado dos que conseguem transformar o perfil do Instagram em uma verdadeira máquina de gerar leads, precisa ler este artigo.

Nele, você vai ver:

  • por que investir no Instagram como canal de vendas;
  • do que o seu perfil precisa para se tornar uma máquina de resultados;
  • 9 formas práticas de gerar leads com o seu perfil do Instagram.

Por que investir no Instagram como canal de vendas

O melhor modo de justificar qualquer investimento no Instagram enquanto canal de negócios é por observar alguns dos seus incríveis números.

Ano após ano, a empresa vem apresentando crescimento na base de usuários. Ainda melhor que isso, ao lançar recursos inovadores de tempos em tempos, a rede tem sido capaz de continuar relevante e até ditar tendências.

Confira alguns dados sobre o Instagram que mostram todo o seu poder:

  • mais de 1 bilhão de usuários ativos todos os meses. Mais de 500 milhões desses usam o aplicativo todos os dias em todo o mundo;
  • 80% das contas seguem pelo menos uma empresa na rede;
  • um impressionante número de 500 milhões de contas usam o Stories todos os dias.

Isso comprova o quanto o Instagram está na elite das redes sociais e sua força para reunir uma grande massa de usuários, bem como para mantê-los engajados e ativos.

Uma rede que consegue prender a atenção de tanta gente por tanto tempo certamente tem algo a oferecer em termos de negócios, não concorda?

É por isso que mais e mais empresas enxergam no Instagram um poderoso canal de negócios. Porém, é essencial entender como usar toda essa força a seu favor, e não contra. É isso que vamos ver agora.

O que seu perfil precisa para se tornar uma máquina de resultados

Uma coisa é saber que o Instagram está ao alcance de todos e que com as otimizações certas é possível transformá-lo em uma máquina de gerar leads.

Outra coisa bem diferente é achar que basta criar um perfil e publicar nele com alguma frequência para as vendas começarem a surgir. 

Pelo contrário: não se esqueça que, como em qualquer ambiente de negócios, o Instagram também apresentará concorrentes.

Por isso, o mínimo a fazer é preencher alguns requisitos que vamos conferir na lista abaixo. Eles serão a base para uma estratégia sólida de geração de leads.

Perfil comercial

Não cometa o pecado capital de usar o Instagram para negócios em uma conta pessoal. Sim, mesmo empresas estabelecidas caem nesse erro. Acontece que só com o perfil comercial você consegue: 

  • acessar métricas em tempo real sobre o desempenho dos seus Stories e publicações;
  • ver informações sobre seus seguidores e como eles interagem com os seus posts;
  • adicionar informações da empresa, como horário de funcionamento, localização e número de telefone de uma forma profissional.

Domínio sobre os recursos da rede

O Instagram é uma rede bem simples e intuitiva, mas não confunda isso com falta de recursos e ferramentas. São tantos que você pode até se perder. Por isso, é muito importante tirar tempo para dominar a rede como um todo. Você pode fazer isso baixando nossos guias sobre a rede social.

Sem isso, você vai gastar muito tempo para fazer um trabalho de qualidade inferior em todos os sentidos: nos posts, nos Stories, no direct, nos vídeos e nos anúncios.

Regularidade de posts

A regularidade é tão importante que nem deveria ser mencionada aqui, mas como ela continua sendo um dos principais problemas da maioria das empresas, aqui estamos nós.

Sem regularidade nos posts, o público não vai confiar na sua marca como autoridade, nem se lembrar dela a ponto de se importar com suas publicações. 

Num cenário assim, não existe engajamento e nem geração de leads de forma contínua.

9 formas práticas de gerar leads com o seu perfil do Instagram

Por fim, é hora de aprender na prática o que você pode fazer para otimizar seu perfil e equipá-lo para gerar leads de forma constante.

Antes de partir para as dicas, lembre-se: as redes sociais mudam e evoluem com muita rapidez. Por isso, continue atento às novidades para não correr o risco de aplicar táticas ultrapassadas.

Veja, a seguir, as dicas que você pode (e deve) colocar em prática, o quanto antes.

1. Aproveite o link da bio

O link da bio é a sua forma mais direta de colocar seu público em contato com algum canal exclusivo do seu negócio, como um site, blog ou landing page.

Bio do Instagram da Rock Content

Antes de ferramentas como o Stories e o IGTV, o link da bio era o único que você poderia colocar no perfil e realmente usar para direcionar tráfego dessa forma.

Por isso, não deixe esse espaço passar batido sem o seu melhor link. Para melhorar ainda mais suas chances, aqui vão duas dicas extras:

  1. Crie uma descrição bacana para a bio, que chame atenção e faça a pessoa querer saber mais.
  2. Use uma ferramenta como o Linktree, que permite colocar vários links em apenas um e otimizar esse canal.

2. Humanize sua marca com o Stories

Marcas que sabem como usar bem o Stories engajam muito bem com seus seguidores e conseguem até transformá-los em verdadeiros fãs. Isso porque o Instagram oferece muitas ferramentas que facilitam isso.

Você pode fazer enquetes, mostrar vídeos curtos, marcar posts de seguidores e mencionar os perfis deles com algum tipo de mensagem legal, publicar fotos com filtros engraçados e mais uma série de ações.

Enquete feita no Instagram da Rock Content

Pode parecer que não, mas tudo isso cria identificação e gera empatia, assim os seguidores passarão a confiar mais na sua empresa. Isso facilita bastante geração de leads.

Ebook Instagram StoriesPowered by Rock Convert

3. Conte histórias reais em seus posts

Uma das melhores formas de engajar seu público é por contar histórias reais, que causam impacto com as pessoas. Essas histórias podem ser de algum funcionário, a história da empresa, dos fundadores ou até mesmo de clientes.

Depoimento de funcionário da Rock Content

Elas podem ser engraçadas ou emocionantes, como você preferir. Apenas faça do seu perfil uma fonte de informações originais e motivadoras. Isso colocará sua marca em posição de destaque em relação às outras que focam somente em vendas e promoções.

Como isso ajuda na geração de leads? Pessoas gostam de comprar de outras pessoas. Quanto mais próxima sua marca for dos seguidores, maior a chance de eles se tornarem leads e, depois, clientes.

4. Crie anúncios com o Instagram Ads

Se você já criou anúncios para o Facebook, vai gostar de saber que a plataforma é integrada com os anúncios do Instagram Ads

Ou seja, você poderá usar a mesma interface, simples e completa, para criar seus anúncios do Insta também.

Essa é uma ótima opção porque permite segmentar o público com precisão e criar campanhas de geração de leads com ótimo custo-benefício. 

Uma boa alternativa é criar campanhas de retargeting, ou seja, anúncios que alcançam apenas as pessoas que já acessaram seu site ou perfis sociais antes. 

Essas pessoas possivelmente têm maior interessa na compra do que aquelas que nunca ouviram falar da sua empresa, então vale a pena começar por elas ao investir em anúncios pagos.

5. Faça parcerias com influenciadores

Influenciadores digitais são pessoas populares em determinado segmento, que têm o poder de influenciar as decisões e opiniões de seus seguidores. 

Exemplo de parceria com influenciadores digitais

Por isso, pode ser uma boa opção formar parcerias com profissionais da sua área que se encaixem nesse perfil de autoridade para que eles ajudem na sua geração de leads.

Se você não conhece nenhum influenciador, pode pesquisar em plataformas próprias para isso ou buscar parcerias com agências especializadas em marketing de influenciadores.

Algumas das mais conhecidas são:

Uma dica importante quando o assunto é buscar influenciadores: busque os que forem mais relevantes para a sua persona, não necessariamente os que forem mais famosos na internet. Segmentação é tudo.

Infográfico sobre Influenciadores Digitais

6. Use tags com preços em suas fotos de produtos

Você com certeza já se pegou navegando pela rede para encontrar produtos interessantes, que despertaram curiosidade e desejo. 

Se, em algum desses casos, o produto tinha uma tag de preço, o seu impulso pela compra pode ter sido ainda mais aguçado.

Pois o mesmo pode acontecer com os clientes que se sentem atraídos a um dos seus produtos. Colocar tags de preço é uma das formas mais fáceis de levá-lo à compra.

Tag de preço em foto do perfil Cícero

Nesse caso, pode ser que você até pule a etapa de gerar um lead e feche a venda na hora. 

E mesmo que a pessoa decida não comprar no momento, é mais fácil se cadastrar em alguma lista de e-mails para continuar recebendo suas novidades e comprar no futuro próximo.

7. Use hashtags com sabedoria

A hashtag é quase uma regra das redes sociais, mas o seu uso não é meramente estético. Ela tem o seu papel funcional, que pode ajudar a espalhar o seu conteúdo, bem mais do que você imagina.

Acontece que as hashtags servem como filtros de assuntos. Ou seja, se você publicar algo com a hashtag #marketingdigital, a sua publicação se juntará a todas as outras que usaram a mesma tag.

Assim que alguém pesquisar esse assunto na busca da rede, seu post estará entre os resultados. Então, vale a pena usar hashtags para aumentar a exposição e o alcance.

Apenas faça isso com sabedoria: use apenas tags que se relacionam com o assunto do post e com o público que você deseja alcançar.

Uso de hashtag em conteúdo da Rock Content

8. Faça CTAs no texto dos seus posts

O texto dos posts pode passar despercebido, já que o Instagram é uma rede altamente visual. Mas não fazer boas legendas seria um grande erro. Encare esses curtos trechos de texto como um espaço para CTAs de alto impacto.

Convide os usuários a comentar, se engajar com a marca, ou clicar no link da bio para receber alguma oferta (que os transforme em leads, de preferência). 

CTA em post no Instagram da Rock

Esse tipo de ação é simples e rápida, mas pode contribuir para melhorar os resultados da estratégia como um todo.

Aliás, é importante destacar que não são apenas as grandes ações que farão a diferença, mas também a forma como você vai aproveitar os pequenos recursos oferecidos pela rede social.

9. Use o IGTV

IGTVé a plataforma de vídeos do Instagram, que foi criada para competir de igual para igual com o Youtube e se firmar como referência em audiovisual.

IGTV da Rock Content

Para conseguir essa difícil missão, o Instagram preferiu se diferenciar do Youtube, em vez de imitá-lo. Os vídeos na plataforma podem ter até 10 minutos (1 hora para contas verificadas).

Além disso, o foco da rede está em produções profissionais, de excelente qualidade, para engajar os usuários de forma completa.

Se a sua empresa investe com seriedade na produção de vídeos, está mais do que na hora de usar o IGTV. 

Para ajudar, ele permite usar links na descrição, a fim de direcionar tráfego de um vídeo direto para landing pages ou para o seu blog.

Gerar leads com o Instagram pode ser mais fácil do que você imagina. Mas, para isso, é essencial que você tenha uma estratégia sólida e muita disciplina ao aplicá-la. 

Comece pelo básico, torne seu perfil empresarial e domine a ferramenta como um todo. Depois é só partir para as dicas que acabamos de ver.

E se você já estiver pronto para aprender mais a respeito dessa rede social tão fascinante, baixe agora o nosso e-book sobre como ter melhores resultados orgânicos no Instagram!

Como melhorar seus resultados orgânicos no Instagram ebook
Como adaptar seu conteúdo

Ficou sem ideias de postagem para o blog? Veja as 12 melhores formas de adaptar seu conteúdo

O marketing de conteúdo é feito de ideias. Mas o que fazer quando você já parece ter esgotado os assuntos para conversar com seu público? Neste artigo, vamos ver como adaptar conteúdo pode ser uma tática valiosa para o seu negócio.

O sucesso com marketing de conteúdo depende totalmente da qualidade do material produzido. Isso significa que, para se manter competitivo no mercado, você não pode descansar e deixar a relevância dos conteúdos caírem. 

O problema é que, conforme o blog evolui, muitos percebem que fica cada vez mais difícil ter boas ideias para novos posts. Já se sentiu assim?

Se a sua resposta foi sim, temos uma boa notícia: existe uma forma simples e bem estruturada de ter novas ideias para criar conteúdos atuais e relevantes. 

Neste artigo, vamos ensinar você a técnica da adaptação de conteúdo, por que ela vale a pena e 12 dicas práticas de como colocar esse conceito em prática!

Neste artigo você vai ver:

  • como conseguir novas ideias quando você já explorou tudo que a sua persona precisa?
  • Por que adaptar conteúdo é uma tática válida de marketing?
  • Que tipo de conteúdo merece ser adaptado?
  • 12 formas de adaptar seu conteúdo para diferentes formatos.

Vamos lá?

Como conseguir novas ideias quando você já explorou tudo que a sua persona precisa?

Já faz um tempo desde que você passou por todo aquele processo inicial envolvido na criação de um blog. Nesse meio tempo, o problema da falta de ideias já foi resolvido e você viu o blog crescer e trazer bons resultados.

Mas, agora, parece que todas as principais informações que a persona precisava saber já estão no blog, em artigos de todos os tipos.

Pausar a produção de conteúdo novo não é uma opção. Isso só acabaria com a credibilidade que você lutou tanto para construir. Criar conteúdo que fuja das necessidades da persona, só para publicar algo diferente, seria outro erro fatal. 

É aí que entra um “segredo” do marketing de conteúdo ainda pouco explorado por muitos: a adaptação de conteúdo. Em vez de quebrar a cabeça para encontrar temas nunca abordados, você pode se aproveitar dos assuntos que mais fizeram sucesso no passado e adaptá-los para outros formatos.

E, se isso parece estranho para você, acredite: muitos blogs de grande sucesso, como este que você está lendo neste exato momento, já fazem isso de forma regular. 

Mas, se ainda assim, você precisa de mais motivos para considerar a adaptação de conteúdo, é isso que vamos ver agora.

Por que adaptar conteúdo é uma tática válida de marketing?

Não há nada de errado em adaptar conteúdo. Na verdade, essa é uma boa prática no que diz respeito a marketing de conteúdo. Afinal, como diz o David Heinemeier Hansson, co-fundador do Basecamp:

“Se você quer ter impacto, esteja preparado para dizer a mesma coisa por uma década.”

Como dizer as mesmas coisas sem cansar as pessoas? Adaptando os conceitos para comunicar a mensagem de formas variadas, exatamente como se faz com a adaptação de conteúdo.

Pensando nisso, podemos citar, pelo menos, 3 motivos para investir nessa tática de marketing sem olhar para trás.

Alcançar pessoas novas

Cada novo conteúdo apresenta uma oportunidade de negócio, que é apresentar sua marca e sua mensagem para um público novo.

Afinal, de nada adianta produzir conteúdo sem promovê-lo e fazer com que ele chegue nas pessoas certas. Além disso, nem todo mundo gosta de consumir conteúdo nos mesmos formatos.

Com isso, pode ser que um artigo escrito que não tem nenhum apelo com parte do seu público se torne interessante ao ser convertido em um vídeo ou imagem.

Reforçar conceitos importantes

Alguns conceitos são importantes demais para serem ditos uma vez só. Em muitos casos, é preciso educar o mercado, o que envolve repetir várias vezes a mesma mensagem de formas diferentes.

Para isso, não há nada melhor que adaptar conteúdo. Dessa maneira, sua persona vai se deparar com as mesmas ideias vez após vez, em vários formatos.

O melhor disso é que ela vai se convencer dessas ideias sem nem perceber que está vendo, basicamente, o mesmo conteúdo.

Otimizar esforços e investimentos

Por fim, é preciso dar muita atenção a como você otimiza o tempo e esforço da sua equipe de marketing. Isso significa também explorar ao máximo as ideias e temas definidos como parte da estratégia.

Será mesmo que um único conteúdo em apenas um formato é suficiente para cobrir bem determinado tópico?

Apostar em diferentes formatos para explorar o mesmo assunto é uma boa maneira de garantir que a sua audiência receba o máximo de valor enquanto otimiza tempo e energia da equipe.

Que tipo de conteúdo merece ser adaptado?

Antes de tentar adaptar todo e qualquer conteúdo que você já publicou, é importante saber que existe um processo de seleção para determinar o que merece passar por essa repaginação.

Em vez de fazer uma lista grande, com cada tipo de artigo que você fará bem em adaptar, é melhor falar de 3 critérios amplos que vão ajudar muito na sua escolha. 

Os tipos de conteúdo que merecem ser adaptados para outros formatos e republicados como parte da sua estratégia de Inbound Marketing são os seguintes.

Conteúdo Evergreen

Também conhecido como conteúdo perene, esse é aquele tipo de material que tem valor no momento da publicação e continua relevante depois de um bom tempo.

É diferente de uma notícia, por exemplo, que pode ficar desatualizada em questão de dias ou semanas. Vale a pena adaptar conteúdos Evergreen, justamente, por conta de seu caráter atemporal, que os tornam valiosos por um longo período.

Campeão de engajamento

Outro ponto importante é concentrar as energias nos posts que tiveram maior alcance e engajamento, pois isso indica que eles foram os mais bem-recebidos pela sua persona.

Como descobrir quais são esses posts? É só olhar as métricas do seu blog no Google Analytics e ver quais são os conteúdos mais populares.

Outras formas de ver isso são:

  • avaliar os posts com mais comentários no seu blog;
  • procurar pelos artigos mais compartilhados e curtidos em suas redes sociais.
Aprenda tudo sobre Google Analytics

Tópicos estratégicos para o seu negócio

Por último, considere adaptar os conteúdos de maior valor estratégico para o seu negócio, aqueles que têm maior poder de alavancar os seus resultados em curto, médio e longo prazo.

Por exemplo, o blog da Rock Content conta com um artigo completo sobre marketing de conteúdo. Ao longo dos anos, esse artigo já foi adaptado e atualizado algumas vezes, pois é de importância central para a estratégia do negócio.

12 formas de adaptar seu conteúdo para diferentes formatos

Agora sim, finalmente, chegamos à parte prática do artigo. Existem tantas opções de adaptação que fica até fácil se perder. 

Mas comece pelas que forem mais fáceis de aplicar imediatamente e veja que ajustes talvez serão necessários para criar conteúdos em novos formatos. 

Por exemplo, se a sua empresa ainda não produz conteúdo em vídeo, vale a pena estudar sobre como dar os primeiros passos nessa tática incrível. 

Sem demora, vamos à lista. Isso é o que você pode fazer para adaptar seu conteúdo.

1. Atualize posts antigos e os republique

A primeira forma de adaptar um conteúdo é seguir o caminho mais fácil e apenas atualizá-lo para republicar. Talvez você pense que isso não é o mesmo que mudar o conteúdo de formato.

Mas pense de novo. Nessa atualização, você pode incluir um vídeo que agregue valor ao tema, mesmo que não seja seu. Pode colocar mais imagens, trabalhar para deixar o texto mais natural e incluir fontes de pesquisa atualizadas.

2. Crie um podcast

Podcasts são como programas de rádio na internet. Muita gente gosta de consumir esse tipo de conteúdo enquanto realiza outras atividades, tanto pessoais quanto profissionais.

Por isso, que tal aproveitar aquele post que viralizou no passado e fazer dele assunto de um podcast?

3. Produza um vídeo

O mesmo princípio do podcast se aplica aos vídeos. Essa forma de marketing, que não pode mais ser ignorada, é muito popular entre todos os tipos de público.

Aliás, aqui vai uma dica dupla: use o assunto de um e-book e crie seu vídeo com base nele. No fim do vídeo, promova o download do material para quem quiser saber mais!

Foi isso que fizemos em vídeos, como este do Rock Labs, sobre featured snippets. Falamos sobre um tema já abordado em texto, e ainda colocamos o link para os materiais na descrição do vídeo.

4. Complemente seus posts com infográficos

Além de visualmente bonitos, infográficos são conteúdos muito rápidos e práticos de consumir. Esses dois fatores fazem deles uma adição perfeita à sua estratégia de marketing online.

Uma boa opção é criar infográficos com as principais informações de um post e adicioná-los a um artigo escrito. 

5. Divida um conteúdo em uma série de posts sociais

As redes sociais são ambientes dinâmicos e com muitas distrações passageiras, mas não se esqueça de que também abrem portas para apresentar conteúdo de valor.

Como equilibrar esses dois elementos ao adaptar seu conteúdo para esses canais? Você pode usar um conteúdo completo do seu blog e transformá-lo em uma série de publicações curtas para as redes sociais. Só não se esqueça de torná-las bem visuais e atrativas para chamar a atenção.

Kit Marketing nas Redes Sociais

6. Junte vários posts para criar um e-book

Posts de blog podem atrair muitos visitantes, mas um material rico, como é o caso de um e-book, tem o potencial de ir além e gerar leads. Por outro lado, criar um e-book dá mais trabalho e leva mais tempo. Ou será que não? 

Se você aproveitar uma coleção de artigos sobre o mesmo tema e transformá-lo em um e-book, vai ganhar tempo sem precisar mudar demais o formato do conteúdo.

7. Quebre um longo guia em vários posts 

O caminho inverso da dica anterior também pode funcionar bem. Em alguns casos, a sua persona não vai querer um guia completo, muito longo e cheio de informações sobre determinado tema.

Pode ser que ela só precise de uma informação específica e direta. Então, por que passar muito tempo pensando em novas ideias? É só quebrar os longos guias em vários posts menores e mais específicos.

8. Crie apresentações de slides

Slides são quase um universo paralelo dentro do marketing digital. Como assim? É porque eles são eficazes, alcançam um público grande, mas são ignorados pela maioria das empresas.

Então, uma das melhores formas de adaptar seu conteúdo e deixá-lo visual, fácil de consumir e pronto para ser explorado por um público novo é criar apresentações de slides. Depois disso, é só hospedá-los em sites como Slideshare ou Slide Deck.

Um exemplo é este slide que a Rock adaptou de um e-book sobre marketing no Instagram.

9. Explore o mesmo tema de vários ângulos

Você já ouviu dizer que existem dois lados para cada história? Na verdade, pode existir até mais do que isso!

O mesmo tema pode ser abordado de muitas maneiras, ainda mais se você estiver falando sobre temas que envolvam algum tipo de polêmica ou escolha importante por parte dos leitores.

10. Converta seu conteúdo em um curso por e-mail

Outra forma de gerar leads com simplicidade e já começar o fluxo de nutrição perfeito é transformando seu conteúdo em um curso por e-mail.

Isso pode exigir um pouco de trabalho, mas os resultados poderão fazer todo o esforço valer a pena. Afinal, o seu relacionamento com os leads vai se aprofundar e gerar credibilidade, tão essencial para o processo comercial.

11. Chame a atenção da mídia

Algum dos seus conteúdos poderia ser usado para chamar a atenção da mídia? Então, não demore em se aproveitar desses veículos de comunicação.

Talvez um dos seus casos de sucesso contenha números impressionantes, ou você inovou no seu mercado de atuação e escreveu sobre isso. 

Contatar um site ou publicação impressa da sua região pode ajudar a dar novo fôlego ao conteúdo, apenas por divulgá-lo em forma de notícia.

12. Multiplique sua audiência com guest posts

Você já escreveu guest posts? Publicar em outro site como convidado é um ótimo modo de adaptar conteúdos que já foram abordados no seu blog, e lançar uma nova luz sobre eles.

Além de multiplicar sua audiência, você ainda pode conseguir backlinks preciosos que vão ajudar a ranquear seu artigo no topo das páginas de busca.

Adaptar conteúdo antigo que já fez sucesso no seu blog e publicá-lo novamente em outros formatos é uma estratégia simples e prática. Assim, você pode causar ainda mais impacto e alcançar pessoas novas com esforço reduzido.

Uma boa forma de começar a adaptar conteúdo é por seguir a dica número 4, e nós te ajudamos com isso. Aprenda agora o que você precisa fazer para criar infográficos incríveis!

Melhores estratégias para links internos

Links internos: conheça as 7 melhores estratégias para gerar resultados

Gerar tráfego qualificado é uma parte muito importante em qualquer estratégia de marketing digital. Além de atrair as pessoas certas, é preciso fazer isso em larga escala, a fim de conquistar autoridade, gerar leads e, por fim, fechar vendas.

Entre as muitas estratégias que estão à disposição para chamar a atenção do cliente ideal, é relativamente pequeno o número de empresas que investem para valer nos links internos. O motivo disso é simples: elas não sabem o que estão perdendo!

A linkagem interna tem um papel fundamental no desempenho de um website, tanto nos mecanismos de pesquisa quanto aos olhos dos usuários.

Quer aprender como aproveitar melhor esse recurso e conquistar ótimos resultados? Então, vamos lá!

Neste artigo você vai ver:

  • o que são links internos;
  • por que os links internos são relevantes para a sua posição no Google;
  • principais motivos para levar a linkagem interna do seu site a sério;
  • como fazer uma auditoria completa dos seus links internos;
  • 7 táticas de linkagem interna que vão impulsionar seus resultados.

Entenda o que são links internos

Links internos são aqueles que apontam para outra página do mesmo site. Por exemplo, você pode encontrar neste post vários links para outros artigos aqui do blog.

Como todos estes links estão no mesmo domínio (o blog da Rock Content), são todos links internos.

Mas se eu linkar para alguma página da Wikipédia, por exemplo, o link em questão já estaria fora do domínio da Rock e seria, portanto, um link externo.

Aliás, o link building geralmente está no centro das atenções quando o assunto é rankear no Google.

No entanto, agora vamos ver por que você também precisa dar atenção à linkagem interna.

Por que os links internos são relevantes para a sua posição no Google

Sim, a linkagem interna de um site pode mudar radicalmente sua posição nas páginas de busca.

Existem casos reais em que uma página pulou muitas posições na classificação do buscador com nada mais que uma mudança de estratégia nos links internos.

Eu estou falando de mudanças muito expressivas, como:

Isso revela duas verdades vitais:

  1. O Google dá valor à forma como você distribui os links das próprias páginas internamente.
  2. O buscador recompensa quem tem uma estratégia real e ativa em vez de simplesmente colocar um link interno ou outro de vez em quando.

Mas por que o Google dá tanta importância assim aos links internos?

Primeiro pela forma como o buscador “escaneia” a web em busca de conteúdo. Para oferecer aos usuários sempre os melhores resultados para suas pesquisas, o Google nunca para de vasculhar a internet em busca de conteúdo novo e atualizado que possa considerar relevante sobre qualquer tema possível.

Para fazer essa varredura, o Google usa robôs, chamados de spiders, que começam analisando algumas páginas.

Então, eles seguem os links contidos nessas páginas para expandir sua busca e analisam as páginas para as quais os links apontam.

Os spiders repetem esse processo milhões de vezes até conseguirem avaliar uma quantidade enorme de conteúdo por toda a web.

Assim, em resumo, os links são vitais para que o Google continue encontrando os melhores conteúdos e oferecendo bons resultados aos usuários de forma rápida.

Esse motivo, por si só, já deveria fazer você ficar de olhos bem abertos quanto à linkagem interna do seu site. Mas há, pelo menos, mais 3 motivos para fazer isso.

CONTEÚDOS RECOMENDADOS
👉 Link Building: os 9 erros que você deve evitar
👉 Rock Labs: Como conseguir Backlinks usando infográficos
👉 Backlinks: por que você não sai do lugar sem eles?

Principais motivos para levar a linkagem interna do seu site a sério

Se você não fazia ideia de que precisa dar atenção aos links internos como forma de alavancar a presença digital do seu negócio, não está sozinho.

Muita gente investe a maior parte do tempo e do dinheiro em outras ações para aumentar o posicionamento no Google e aumentar o tráfego orgânico.

Levando em conta a quantidade de práticas existentes para otimizar os mais de 200 fatores de rankeamento do Google, isso é normal.

Mas veja 3 motivos importantes para levar a sério a criação de uma estratégia de links internos bem estruturada para o seu site.

Melhorar a experiência do usuário

O primeiro motivo para linkar seu conteúdo de forma planejada é porque isso contribui para que a experiência do usuário seja mais completa e ele tire mais valor do que você tem a oferecer.

Por exemplo, neste guia completo você encontra vários links para outros conteúdos que complementam o assunto e abrangem seu conhecimento sobre a importância do tema.

Sem eles, o valor deste post seria consideravelmente menor para qualquer leitor, pois mesmo que desejasse saber mais, precisaria fazer novas buscas até encontrar material adicional.

E pense bem: qual é a dificuldade de incluir links de forma contextual nas suas páginas internas e posts do seu blog? É algo simples, rápido e que aumenta muito o valor do seu site aos olhos do usuário.

Impulsionar conteúdos novos e estratégicos

Você deve concordar comigo que existem alguns conteúdos estratégicos para o sucesso da sua empresa. Esses precisam ser tratados de forma especial no que se refere à divulgação e ao rankeamento — e uma das maneiras mais simples e práticas de impulsionar um conteúdo é por meio da linkagem interna.

Basta que você escolha alguns posts do blog ou pontos específicos da navegação — como o menu principal ou a barra lateral — para colocar o link, talvez até com um CTA

Além disso, quando você linka para conteúdos novos e recém-lançados, eles são indexados mais rapidamente pelo Google, o que aumenta as chances de receberem uma classificação alta nas SERPs.

Mover possíveis clientes pela jornada de compra

Por último, não podemos deixar de fora o fato de que a boa escolha dos seus links internos também ajuda a mover seus leads pela jornada de compras. Como?

Por exemplo, uma empresa que deseja gerar leads inbound poderia criar uma série de posts de blog sobre o mesmo tema geral, todos voltados para o topo do funil.

Depois, era só colocar um link em cada post para um e-book que aprofunda o assunto de interesse da persona.

Outra opção é incluir links em conteúdos de meio de funil com chamadas para conversar com um consultor ou pedir um orçamento. Nesse caso, o link de destino deveria ser uma página de contato.

a jornada do cliente

Como fazer uma auditoria completa dos seus links internos

Antes de partir para a ação e tentar colocar links para seus conteúdos mais importantes em todas as páginas do seu site ou blog, é preciso dar um passo atrás e se preparar bem.

Não se esqueça de que o Google privilegia quem tem uma estratégia, e não quem faz linkagem sem qualquer noção de propósito.

Por isso, você precisa fazer uma auditoria dos seus links internos, ou seja, saber qual a situação do seu site nesse aspecto.

Só depois disso é que terá condições de ajustar o que está errado de acordo com as melhores práticas.

Uma boa forma de fazer uma auditoria dos seus links internos é por usar o Ahrefs, uma das ferramentas de SEO mais usadas e respeitadas do mundo.

A ferramenta Site Audit oferece uma visão completa de todos os problemas de SEO que o seu site pode ter, mas, falando especificamente dos links internos, vale a pena focar nas análises de:

  • incoming links: encontra páginas órfãs (sem links) e problemas com links nofollow;
  • outgoing links: detecta links para redirecionamentos e links quebrados.

Outra opção completa para auditar seus links internos é com a ferramenta da SEMRush chamada Internal Linking Report. Ela contém uma seção só com os erros e problemas de linkagem interna, além de instruções claras sobre como resolver o problema.

7 táticas de linkagem interna que vão impulsionar seus resultados

Depois de fazer a auditoria completa com ferramentas de qualidade, é provável que você já tenha corrigido muitos erros de linkagem interna no seu site, o que é ótimo.

Mas ainda existem algumas táticas que podem beneficiar (e muito) o desempenho das suas páginas nos mecanismos de busca.

Veja 7 ações que você deve tomar para impulsionar seus resultados e conquistar o tão sonhado tráfego orgânico para aumentar as oportunidades de negócio:

1. Capriche no texto âncora

O algoritmo do Google está cada vez mais inteligente na hora de ler e indexar as páginas, o que faz com que a análise de palavras-chave e links internos seja muito criteriosa.

O texto âncora — no qual o link está presente — serve para contar ao Google do que o link se trata.

Por isso, é muito melhor incluir um link de forma contextual e didática do que usando expressões como “clique aqui”.

2. Apresente conteúdos recomendados

Apresentar uma seleção de conteúdos recomendados — seja por meio de um plugin, seja de forma manual no meio de um artigo — é outra forma prática de incluir links internos.

Essa tática é válida também porque torna mais fácil escolher apenas conteúdos que realmente estão ligados, de alguma forma, ao post atual.

Isso é muito importante porque não adianta focar só na quantidade de links, é preciso ficar atento à qualidade e relevância deles para o momento atual do usuário.

3. Crie uma hierarquia de links internos

Como já ressaltamos, nem todos os conteúdos serão de igual importância na sua estratégia digital. O mesmo vale para as páginas fixas do seu site.

Então porque tratar todos da mesma forma ao planejar sua estratégia de links internos? É recomendado que você estabeleça uma hierarquia de links internos, de preferência de forma bem documentada e organizada.

Assim, você saberá sempre quais conteúdos precisam ser linkados com mais frequência e até escolher alguns para colocar em seções fixas, como os menus de navegação que aparecem em todas as páginas.

4. Equilibre a distribuição de links em cada página

A versão resumida dessa tática é: vale mais a pena linkar para um bom conteúdo do que para 10 páginas que não têm nada a ver com o assunto de que você está falando.

Em geral, você pode colocar vários links na mesma página, e até deve fazer isso. Mas uma página com 100 links, por exemplo, diz para o Google que o seu critério de recomendação talvez não seja tão confiável.

Outra forma de equilibrar a distribuição de links internos é lembrar-se de linkar para os artigos mais recentes, e não focar só nos conteúdos e páginas principais. Assim, seus novos conteúdos também serão impulsionados.

5. Use a navegação para linkar suas páginas mais importantes

A navegação geralmente aparece igual em todas as páginas de um site, principalmente no cabeçalho e no rodapé. Alguns sites também contam com barras laterais que podem ser usadas para mostrar CTAs.

Links contidos nessas seções são entendidos como mais importantes pelo Google, e podem receber uma classificação mais alta nas páginas do buscador.

Isso sem contar que o tráfego direcionado a elas é maior por conta da alta exposição. Pensando nisso, não deixe de aproveitar a navegação para linkar páginas estratégicas do seu negócio.

6. Use suas páginas mais relevantes para impulsionar um conteúdo muito importante

Já pincelamos essa dica um pouco antes nesse artigo, mas vale listá-la aqui também. Algumas páginas merecem mais destaque do que outras, principalmente as que trarão retorno financeiro maior.

Por isso, sempre que for apropriado, coloque links internos de forma natural apontando para páginas que farão o usuário avançar na jornada de compra.

Aumentar os links internos para landing pages com materiais ricos, eventos e pedidos de consultoria e orçamentos pode transformar seus resultados.

7. Mantenha seus links internos a 3 cliques de distância

Existe uma boa prática de SEO que determina que todos os links da sua página devem estar a, no máximo, 3 cliques de distância.

Se o usuário precisar dar mais de 3 cliques para acessar o conteúdo de um link seu, é provável que ele não o faça. E mais, o Google sabe disso e também dará menos importância a esses links.

Investir em uma estratégia de links internos é um passo relativamente simples, mas que trará ótimo retorno para o seu negócio.

Use as dicas mostradas aqui para fazer uma auditoria completa das suas páginas e traçar o melhor caminho rumo ao topo das páginas de pesquisa.

Agora que você já sabe como dominar os links internos, aprenda como aplicar as demais práticas de rankeamento em sua estratégia digital. Baixe agora mesmo nosso guia completo sobre SEO e aproveite!

o que é seo

conteúdo abrangente

Entenda o que o Google quer dizer com abrangência do conteúdo e conquiste as melhores posições

Você gastou muito tempo se preparando para iniciar a sua estratégia de marketing de conteúdo.

Além de todo o planejamento, dedicou-se a criar e otimizar um blog com as melhores práticas de SEO. Agora, é hora de produzir, de fato, o conteúdo.

Ao buscar as recomendações do poderoso Google, você descobre que a chave para ranquear na primeira página é abrangência do conteúdo. Porém, na prática, o que isso significa?

Conteúdo de qualidade” é um termo vago, até porque muita gente acha que tem conteúdo melhor do que o dos concorrentes.

Para não ficar só no achismo, que tal descobrir de uma vez por todas o que o Google quer dizer quando fala sobre conteúdo de qualidade?

Para começar, é preciso entender o conceito de content comprehensiveness que a companhia estabeleceu. Vamos lá!

O que é content comprehensiveness?

Em tradução livre do inglês, o termo “content comprehensiveness” seria algo como “facilidade de compreensão do conteúdo”.

Em outras palavras, é a sua habilidade de deixar o conteúdo do jeito que o seu público quer e precisa. Sem dúvida, uma tarefa bem difícil.

Mas ela pode ficar mais fácil de compreender (sem trocadilho) e aplicar se você levar em conta estes 5 princípios básicos ao produzir cada peça de conteúdo.

1. Intenção

“O que a minha persona quer quando faz uma busca no Google?” é a pergunta que você deve se fazer antes mesmo de começar a planejar o seu conteúdo.

A mesma pessoa pode esperar resultados completamente diferentes de acordo com a etapa da jornada de compra em que se encontra.

Cabe a você descobrir que tipo de dúvida ou problema a sua persona quer sanar ou resolver. A partir daí, já terá o norte que o seu conteúdo precisa para fazer sucesso.

Saber a intenção do usuário ao fazer uma busca ajudará, por exemplo, a determinar o tamanho do conteúdo que produzirá sobre o tema.

2. Implicações

Depois de saber que tipo de conteúdo a sua persona quer, é preciso considerar como ela vai ficar depois de consumi-lo, de que modo ela será afetada.

De maneira bem resumida, as implicações tratam de como o seu conteúdo afetará o público.

Páginas que envolvem a saúde, bem-estar ou vida financeira dos leitores — chamadas de YMYL — recebem um tratamento ainda mais cauteloso do Google.

Por exemplo, um post sobre investimentos na bolsa de valores pode afetar consideravelmente as economias do leitor.

Assim, para esse tipo de pesquisa, o Google vai priorizar conteúdos escritos por economistas e outros especialistas em ações.

3. Subtópicos

Se o seu conteúdo for longo, de acordo com a intenção de busca do público, vale expandir a busca do termo principal para encontrar subtópicos que tratem de nuances relevantes do assunto.

Nos artigos longos, como guias, essas divisões são essenciais. Afinal, você tem a chance de se aprofundar mais em uma pequena parte de um assunto amplo. É até possível que muitos leitores entrem na página em busca de um subtópico específico.

No entanto, lembre-se que os subtópicos também são necessários em artigos menores, para aumentar a escaneabilidade do conteúdo.

4. Perguntas

Quais perguntas a sua persona se faz? E, mais ainda, como ela gostaria de receber a resposta? Pensar nisso também é fundamental para que você escolha os temas certos e fale em uma linguagem que a sua audiência gosta de ouvir.

As perguntas são constantes no maior site de pesquisas do mundo, e os seus possíveis clientes fazem buscas usando esses termos. Adaptar-se a isso fará grande diferença.

5. Tendências

Por mais que alguns assuntos estejam sempre em evidência, não há nada de errado em se aproveitar de tendências e assuntos relevantes no momento para conquistar posições no Google.

Descobrir o que faz mais sucesso entre a sua audiência, e incluir conteúdo relacionado a essas tendências nos seus posts, pode ajudar a subir os degraus que faltam para alcançar o topo das buscas.

Content Trends Enterprise

Por que se preocupar com o que o Google considera conteúdo compreensivo?

O Google é o maior buscador do mundo, e não dá para simplesmente ignorá-lo como canal de atração.

Além disso, se a sua estratégia for bem executada, você garante que as pessoas certas cheguem até o seu conteúdo, ou seja, pessoas que podem se tornar clientes e até defensoras da sua marca.

Só isso já faz a opinião do Google valer muito, já que esse canal é mais confiável do que outros, como as redes sociais, que frequentemente diminuem o alcance orgânico em favor de anúncios.

Além disso, o Google não é de fazer promessas vazias. Basta ver como as pessoas ficam desesperadas com cada simples rumor com respeito a uma mudança drástica no algoritmo.

Então, se o buscador prometeu que vai avaliar as posições das páginas com base na qualidade do conteúdo, acredite e se prepare para isso o quanto antes.

Quais os principais motivos para criar conteúdo de qualidade aos olhos do Google?

Produzir conteúdo abrangente e que tenha o selo de qualidade do Google vale muito a pena para todos os que se dedicam a fazer isso.

Não importa o tamanho do seu negócio nem o segmento em que atua, pode ter certeza de que, se o seu padrão de qualidade para os conteúdos da sua marca for elevado, ele terá os seguintes benefícios.

SEO

O primeiro — e mais óbvio — motivo é que criar conteúdo de acordo com o padrão do Google melhora as suas chances de se posicionar bem nas buscas.

Com isso, vem o aumento do tráfego orgânico qualificado, que significa maior alcance da sua mensagem e dos seus produtos.

Guia do SEO 2.0

Experiência do usuário

A experiência do usuário não deve ser uma prioridade só porque é um dos fatores que o Google considera. Pelo contrário: deve ser prioridade porque você não terá resultado nenhum, independentemente de que posição esteja nas pesquisas, se as pessoas acessam e não gostam do seu conteúdo.

E conteúdo de qualidade melhora radicalmente a experiência do usuário.

Autoridade de marca

As pessoas buscam por empresas que passem credibilidade e nas quais elas sintam que podem confiar. Um bom conteúdo faz total diferença em como as pessoas verão o seu negócio.

Conteúdo de qualidade, que gera valor real sem interesse imediato, mostra compromisso. Ele, por sua vez, gera confiança, e confiança torna mais fácil romper objeções de venda.

Capacidade de persuasão

Persuasão é a arte de convencer pessoas a respeito de uma ideia, propósito ou da compra de um produto. A melhor forma de convencer alguém é por meio de argumentos bons, que apelem para:

  • a capacidade delas de raciocinar de forma lógica;
  • as suas emoções e os seus sentimentos mais íntimos, que entram em ação mesmo quando não percebem.

O conteúdo bem produzido é capaz de persuadir, o que resulta em conversões para o seu processo comercial.

Como criar conteúdos abrangentes e bombar os seus resultados no Google?

Como produzir conteúdo que o Google considera relevante e abrangente? Essa é a grande questão, ainda mais considerando que o número de empresas que já investe em conteúdo cresce a cada ano.

A resposta está nas 4 dicas que você vai ver abaixo. Não existe segredo, nem fórmula mágica. É bem provável que você já tenha visto em outro lugar o que vai ler aqui.

A diferença mesmo está em você. Isso mesmo: está em você e na sua capacidade de aplicar o que vai ler agora. Se agir de acordo com as dicas, seu blog será bem visto pelo Google e, principalmente, pelo público.

1. Desenvolva (e atualize) a sua persona

Conhecer a fundo sua persona é a missão número 1. Se não cumprir essa etapa, nada do que falamos até agora é possível.

Considerar a persona errada, ou não ter persona nenhuma, vai te atrapalhar em todas as etapas na missão de criar conteúdo compreensível e abrangente aos olhos do Google.

Mesmo que você já tenha uma persona bem definida, atualize-a sempre que necessário. Com esse detalhe você evitará o risco de criar estratégias ultrapassadas e pouco eficazes.

2. Crie conteúdo difícil de replicar

Conteúdo diferenciado e difícil de replicar nem sempre significa fazer o artigo mais longo que existe sobre determinado tema.

Não se esqueça de que a contagem de palavras nem sempre é o melhor indicador de qualidade, mas sim a forma como o material vai impactar o público e satisfazer a sua intenção de busca.

Estamos falando sobre pesquisa profunda, entrevista com especialistas, técnicas de storytelling e outros recursos que façam do seu conteúdo algo único.

3. Foque a sua atenção em tópicos específicos

Vale mais a pena se tornar referência em uma série de tópicos específicos que se relacionam entre si do que tentar falar sobre todos os assuntos que cercam a sua área de atuação.

Você se lembra de que as pessoas sempre buscam autoridades? Especialistas em um assunto, ou uma série de tópicos relacionados, conseguem criar uma imagem melhor nesse sentido do que generalistas.

4. Use recursos visuais de qualidade

Gerar valor para o usuário é o seu foco principal, certo? Recursos visuais de qualidade só vão acrescentar. Use-os na medida certa e você vai ver como o seu público se sentirá motivado e engajado com o conteúdo de forma geral. Isso inclui imagens de alta resolução e vídeos bem elaborados.

Produzir conteúdo abrangente e de alta qualidade tem muitos desafios, alguns dos quais você só conhecerá na prática. Mas os resultados compensam bastante.

Quem toma tempo de descobrir o que a persona quer e precisa, e fala com ela da forma mais certeira possível, sempre terá benefícios a colher.

Agora que você entendeu a importância da abrangência do conteúdo para a experiência do leitor, não deixe de conferir nosso ebook sobre Copywriting, para descobrir a essência dos textos que convertem!

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Link WhatsApp

Link para o Whatsapp: como criar e alavancar as vendas

Não há como negar que a tecnologia afetou a maneira de comprar e, consequentemente, de vender para sempre.

Tudo é dinâmico. Uma busca no Google, um review no Facebook ou uma conversa rápida pelo WhatsApp podem definir uma compra.

É por isso que, além de investir em SEO e em uma boa estratégia para as redes sociais, muitas empresas têm se preocupado também em otimizar o uso de aplicativos de mensagem.

É difícil encontrar alguém que não use o “Whats” no dia a dia, seja para bater papo com os amigos, seja para trocar fotos e memes no grupo da família, seja para conduzir negócios importantes no trabalho.

E, como gostamos de automatizar tudo que usamos com frequência, hoje você vai aprender a criar um link para o seu WhatsApp.

Assim, nenhum possível cliente ou parceiro de negócios vai precisar adicionar seu contato antes de mandar uma mensagem. Está pronto para a ação? Então vamos lá!

O que é o link para WhatsApp?

A prática mais comum entre as empresas e profissionais que usam o WhatsApp como ferramenta de atendimento é disponibilizar o número e convidar os interessados a entrar em contato.

O problema disso é que qualquer pessoa que queira falar com você precisará adicionar o seu número nos contatos, e só então mandar a mensagem.

Não é nada de outro mundo, é verdade, mas e se existisse uma forma de diminuir o trabalho e deixasse a vida do seu possível cliente mais fácil? Pois existe, e é o link direto para WhatsApp.

Com ele, a pessoa só precisa clicar no link, e abrirá uma conversa com você. Fácil, prático e sem compromisso.

Por que vale a pena criar um link para o seu WhatsApp?

Existem várias boas razões para criar um link para o seu perfil do WhatsApp e compartilhá-lo em seus canais digitais.

Os motivos abaixo são mais do que suficientes para convencer você de que essa é uma boa tática e que vale a pena aplicar.

É rápido e fácil de criar

Quando chegarmos no passo a passo para criar o link você vai ver o quanto o processo é simples.

Então, se estiver pensando em não criar o link por achar que vai precisar fazer muito esforço, saber muito de tecnologia ou gastar muito dinheiro, você não precisa se preocupar.

Explora um canal muito usado pela maioria dos seus clientes

Não importa qual é seu ramo de atuação nem o tamanho da sua empresa, é bem provável que os seus clientes em potencial usem o WhatsApp diariamente, inclusive para fazer compras.

Ao criar o link, você só vai facilitar a vida deles, pois se trata de uma ferramenta com a qual já estão acostumados.

Encurta o processo de venda

Qualquer ação que remova o trabalho entre o interesse de uma pessoa e sua decisão final de compra é bem-vinda.

O link tira a necessidade de uma pessoa precisar adicionar você como contato para tirar uma dúvida ou pedir um orçamento. 

Com isso, mais pessoas vão acessar o link e iniciar conversas que podem resultar em reuniões, negociações e novas vendas. 

Em resumo, você não investe nada de tempo e dinheiro para otimizar bastante uma ferramenta já usada pelo seu cliente ideal e remove passos da jornada de compra. Dá para querer mais que isso?

a jornada do cliente

Pode ser aplicado em vários canais

Depois de criado, o link pode ser colocado no lugar que você quiser. Quanto mais opções, mais chances de alavancar suas vendas por esse canal.

E se você estiver sem ideias, é só continuar lendo: abaixo temos uma lista com 6 lugares onde você pode aplicar o link depois de criá-lo.

Como criar um link para o WhatsApp?

Há duas maneiras de criar um link para WhatsApp. Vamos ver agora quais são elas e como cada uma funciona.

O mais importante, porém, é que as duas opções são muito fáceis, rápidas e, ainda melhor, gratuitas.

Link manual

A primeira maneira é criando o link manualmente. Nesse caso, você vai precisar criar 2 links diferentes, um para ser exibido aos usuários de dispositivos móveis e um para quem usa o WhatsApp Web, no computador.

Para aparelhos móveis é o seguinte:

  1. Copie o link http://api.whatsapp.com/send?1=pt_BR&phone=SeuNumero;
  2. Troque a parte onde está “SeuNumero” pelo seu número do WhatsApp, incluindo o código do país e o DDD.

Para quem usa no navegador é só trocar “api” por “web” no código, que fica “http://web.whatsapp.com/send?1=pt_BR&phone=SeuNumero”.

Quer um exemplo de como fica? Vamos supor que seu número seja 99999–9999 e que a sua empresa esteja na cidade de São Paulo, onde o DDD é 11.

O código de ligação do Brasil é 55. Com tudo isso, o seu link seria:

Como tudo hoje é responsivo, fica difícil saber quando usar o link mobile ou o da versão web. Por isso, a minha recomendação é usar o método a seguir, com um gerador de link.

Site gerador de link

Já que é para facilitar, então vamos fazer isso de forma completa. Esqueça tudo que você acabou de ler acima se quer usar um gerador de link, porque é só acessar um site e colocar seu número de telefone.

Um bom gerador de links é o WhatsApp Link Generator, que detecta automaticamente em que dispositivo o usuário está e o redireciona para a versão correta do link.

Por fim, é possível também personalizar seus links de duas formas bem legais. A primeira é por colocar uma mensagem pronta, que os interessados podem enviar como padrão.

A segunda é ainda melhor, já que dá para encurtar o link e facilitar na hora de colocá-lo nas redes sociais ou no seu site.

Onde colocar o link para o WhatsApp e impulsionar as vendas?

Link pronto, customizações feitas. E agora, onde colocar os links para esperar aquela chuva de contatos e alavancar de vez as vendas? De certa forma, dá para dizer que o céu é o limite.

Afinal, você pode colocar um link em praticamente qualquer parte de qualquer canal digital. Veja algumas opções abaixo que podem ajudar a impulsionar seu negócio.

Páginas de E-commerce

Se você tem um e-commerce, pode colocar um link direto para o WhatsApp logo na página inicial, junto com uma opção de chat online integrado.

Também pode colocar o link numa página de produto, para que os clientes possam tirar dúvidas específicas logo antes de uma compra e impedir que eles abandonem o carrinho sem voltar mais.

Páginas nas redes sociais

A sua fanpage do Facebook, sua bio no Instagram e no Twitter e até sua company page no LinkedIn podem se beneficiar muito de contar com links diretos para o WhatsApp.

É verdade que todas elas têm sistemas próprios de mensagens, mas muitos clientes preferem o WhatsApp a todos eles.

Site corporativo

Seu site e blog corporativos também podem contar com links em diversos lugares. Alguns bons locais são:

  • a navegação principal do seu site;
  •  links de ajuda no rodapé;
  • barra lateral do blog;
  • artigos de fundo de funil no blog;
  • página de contato ou de orçamento no site.

Vídeos do YouTube

Se você tem um canal de vídeos no YouTube também pode aproveitar o espaço para colocar um link direto em vídeos estratégicos, e até um fixo na área de contato do perfil.

Esses links podem ser colocados tanto na descrição quanto em cards dos vídeos, junto com chamadas à ação. 

Apresentações de slides

Até apresentações de slides, como as que você talvez compartilhe com a sua audiência no Slideshare, oferecem boas oportunidades de colocar um link direto para conversar com alguém da empresa.

Nesse tipo de conteúdo, vale a pena colocar um link no fim da apresentação. Afinal, se a pessoa chegou até ali, é possível que tenha gostado do que viu e queira saber mais.

Materiais ricos

Materiais ricos, como e-books e webinars seguem a mesma linha dos blog posts e apresentações de slides. Oferecem a chance de abrir um canal direto de comunicação a partir de conteúdos que geram alto valor e prendem a atenção da persona.

Não desperdice a oportunidade de colocar links bem posicionados nesse tipo de produção, pois eles podem dar o que a persona precisa para avançar na jornada de compra.

É muito fácil criar um link para o WhatsApp, e você tem ótimos motivos para fazer isso o quanto antes. Essa ação simples pode ser a alavanca que o seu negócio precisa para crescer e vender mais. Por fim, basta ser criativo e espalhar o link no máximo de canais que puder.

Você ainda usa o WhatsApp pessoal como canal de atendimento do seu negócio? Conheça agora o WhatsApp Business e aprenda como usar essa ferramenta perfeita para empresas!

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O que é Hacking Sales?

Hacking Sales: descubra como você pode potencializar as suas vendas

Se tivéssemos que adivinhar uma das suas prioridades para o futuro da sua empresa, apostaríamos na resposta mais clássica possível: vender mais.

Esse é o desejo de praticamente todo empreendedor, em qualquer nicho de mercado, a qualquer momento. 

E buscar soluções neste sentido também não é nada novo. Por isso, métodos e processos novos são testados e provados todos os dias, até que alguns despontam como estratégias sustentáveis e escaláveis a longo prazo.

Esse é o caso do Hacking Sales. Essa metodologia surgiu e mostrou que pode gerar alto retorno para equipes de vários tamanhos

Se você ainda não conhece o conceito, mas quer saber como potencializar sua força de vendas, está no lugar certo. 

Vamos destrinchar tudo que é preciso para fazer sua equipe de vendas brilhar, e como você pode fazer isso o quanto antes como o Hacking Sales!

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Entenda o conceito de Hacking Sales

O que vem à sua mente quando pensa em hackear a máquina de vendas da sua empresa? 

Se você tem uma ideia de unir táticas eficazes com tecnologia moderna, ótimo. Esse é o princípio por trás do Hacking Sales.

O termo Hacking Sales ficou conhecido por conta do livro que leva esse nome, chamado Hacking Sales: A Playbook For Building a High-Velocity Sales Machine, do Max Altschuler. 

A obra traz dezenas de táticas que ajudam a escalar a força de vendas de uma empresa quando aplicadas em conjunto com soluções tecnológicas de ponta.

Automação se tornou palavra-chave nesse tipo de objetivo, e a maioria das ferramentas de vendas atualmente tem algum tipo de automação, seja de tarefas simples ou complexas.

Isso acontece para ajudar as equipes a passar mais tempo no que traz retorno e menos tempo em atividades que acrescentam pouco valor, mas que não podem ser abandonadas ou cortadas.

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Como o Hacking Sales funciona na prática

Quantas horas por dia sua equipe gasta fechando negócios? 

Agora pense em quanto tempo é gasto com pesquisas, abordagem de leads, tentativas de marcar reuniões, etc. Se o tempo com as tarefas “pesadas” é maior, você pode se beneficiar do Hacking Sales.

A ideia de automatizar processos e aplicar tecnologia de ponta é justamente diminuir o tempo gasto com tarefas que consomem muito tempo sem trazer tanto valor comercial.

Com esse método em ação, sua equipe de vendas consegue:

  • mapear um grande volume de oportunidades;
  • iniciar conversas em vários canais e qualificar prospects de forma automatizada;
  • nutrir leads e fechar negócios em menos tempo.

Tudo isso em menos tempo, com menos pessoas e gastando menos dinheiro. Essa enorme diferença de resultados não é fruto só do ganho de produtividade, mas também da precisão maior no processo comercial.

Mas para dar o pontapé inicial do Hacking Sales na sua empresa você e sua equipe terão de definir primeiro quais serão as ferramentas a usar em cada atividade do processo de vendas.

Essa seleção é conhecida como Sales Stack, e é peça-chave para o sucesso da metodologia. Veja a seguir como montar o seu.

Como montar um Sales Stack campeão

O Sales Stack, como já explicado, é o conjunto de ferramentas de vendas que a sua empresa vai usar para automatizar processos e conquistar resultados melhores.

Mas com tantas opções disponíveis no mercado, pode ser difícil montar um arsenal que se complemente bem e que trabalhe de forma integrada. 

Mas existe um jeito certo de fazer isso, e o primeiro passo é conhecer bem a jornada do cliente.

Se ainda não sabe, terá de definir essa jornada do zero. Você pode usar o modelo que criamos só para isso.

Com base nessa jornada, você será capaz de montar um funil de vendas, que servirá de Norte para todas as ações do processo de vendas.

Com o funil definido, seu time terá consciência do tipo de ferramenta que precisará usar em cada etapa, e também das ferramentas que deverão fazer parte de todo o processo.

Você pode ficar com algo do tipo:

  1. Prospectar.
  2. Nutrir leads.
  3. Pontuar leads.
  4. Demonstrar o produto.
  5. Enviar proposta.
  6. Assinar contrato.
  7. Pós-venda.

Algumas ferramentas fazem boa parte do processo, desde automatizar a prospecção até fazer follow-ups e enviar propostas. Exemplos de ferramentas do tipo são Ramper e Reev.

Se a sua equipe usa Inside Sales, pode se beneficiar de um sistema como o da Meetime para garantir a produtividade e eficácia.

Para garantir um pós-venda de qualidade, você precisa também de um bom CRM, como o RD Station CRM, para manter o relacionamento forte com os clientes por um longo tempo.

Vimos apenas alguns exemplos, mas é assim que você e sua equipe devem montar o Sales Stack: entender a jornada de compra, mapear o tipo de ferramenta e então escolher as soluções mais adequadas.

Inside Sales para Iniciantes

7 hacks de vendas que você precisa começar a usar

A ideia de Hacking Sales já está clara, mas ainda faltam algumas dicas na direção certa para te ajudar a deslanchar de vez com a metodologia.

Pensando nisso, fizemos uma lista com 7 hacks de vendas que você precisa começar a usar o quanto antes. 

Todos eles têm a tecnologia como propulsor da força de vendas, e podem trazer ótimos resultados de maneira escalável e contínua. Então, faça o seguinte:

1. Segmente listas de e-mail com base em ações específicas

Quanto mais segmentada for sua estratégia, de acordo com o estágio de cada lead na jornada de compra, melhor. Mas existe uma outra forma de segmentação que vale a pena usar: a que tem como base ações específicas.

Isso acontece quando você usa certas ações dos leads como gatilho para gerar uma resposta automática no seu fluxo de nutrição. 

Por exemplo, se o lead visita uma página específica, voltada para o fundo do funil, você pode enviar um e-mail automático depois de alguns dias oferecendo uma reunião com um consultor.

Exemplo Email Segmentado

Esse tipo de iniciativa pode aumentar muito o seu poder de mover os leads pelo funil e de convertê-los assim que estiverem prontos.

2. Crie alertas no CRM para abordar leads em momentos-chave

Alguns sistemas de CRM permitem a criação de alertas para avisar quando os leads tomam ações específicas.

Dá para ser avisado, por exemplo, no momento em que uma pessoa abrir seu e-mail. Pense no impacto maior que ela terá se receber a ligação de um vendedor poucos minutos depois de ler a mensagem. 

Exemplo Workflow

A chance de avançar com a negociação é bem maior. O ponto é: com esse tipo de alerta, seu time comercial pode falar com os leads na hora certa.

3. Use redes sociais como ferramenta de captação

As redes sociais são um excelente canal de relacionamento, mas você não pode usá-las de forma limitada se quiser aumentar a geração de oportunidades.

Que tal usar esses canais como ferramenta de captação de leads? Compartilhar conteúdo rico é sempre uma boa forma, assim como fizemos com o seguinte post no Facebook: 

hacking sales nas redes sociais

Usar anúncios também pode ser uma boa opção. E nunca ignore o poder do conteúdo gerado pelo usuário para este fim, pode ser uma forma barata e inteligente de criar oportunidades de negócio.

4. Melhore a experiência do usuário em TODOS os seus canais digitais

Todos os seus canais digitais precisam levar em conta a experiência do usuário. Isso inclui até aqueles que você não tem controle total, como os perfis sociais.

Nesses casos, a qualidade do conteúdo e a clareza das informações sobre a sua empresa é que serão determinantes. 

Mas nos seus canais próprios (site, blog, etc.) não há desculpa para não fazer um trabalho incrível. Suas páginas têm de ser responsivas, rápidas de carregar, de fácil navegação e conter conteúdo de qualidade.

5. Crie uma oferta gratuita de alto valor para gerar mais leads

Uma estratégia de conteúdo que traz resultados consistentes envolve criar material relevante sempre, mas existem alguns projetos que precisam ser ainda mais atraentes.

Estamos falando de ofertas de altíssimo valor, que a persona ache difícil ignorar.

Criar uma ferramenta ou um guia interativo (sempre gratuitos) são formas de se diferenciar da concorrência, atrair tráfego qualificado e leads.

Um exemplo disso é o nosso Gerador de Personas, que, como o próprio nome já diz, indica ao leitor qual seria a persona ideal para o seu negócio, auxiliando na construção de sua estratégia digital.

Ferramenta para Hacking Sales

6. Use pixels para reengajar pessoas que visitaram seu site

A maioria das pessoas que entra no seu site sai sem tomar nenhuma ação?

Os pixels do Facebook ou do Google são ferramentas que uma empresa pode acrescentar no código do site para criar campanhas de remarketing voltadas para essas pessoas.

7. Faça sequências de e-mail de pós-venda

A assinatura do contrato está longe de ser o fim da linha para quem leva a sério a criação de uma máquina de vendas.

Garantir a fidelidade dos clientes passa diretamente pela criação de processos eficazes de pós-venda. Uma forma básica de fazer isso é por criar sequências de e-mail a serem disparadas assim que alguém se torna cliente.

Esses e-mails podem incluir informações que a pessoa ainda não sabia sobre o produto que comprou, ajuda para treiná-la em alguma função específica ou um simples recado de boas-vindas.

Alinhar tecnologia e princípios eficazes de vendas é a base do Hacking Sales. Com isso, é possível automatizar esforços e aumentar a lucratividade da sua empresa de maneira exponencial e consistente. Agora é só aplicar os hacks que aprendeu aqui e medir tudo para conquistar resultados incríveis.

Tem interesse em conhecer ainda mais sobre como melhorar o desempenho da sua equipe de vendas? Então confira também o nosso conteúdo completo sobre Marketing e Vendas de alta performance!

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O que é tráfego orgânico

Entenda o que é tráfego orgânico e por que ele é essencial para sua estratégia online

O Marketing Digital começa com a atração de pessoas. Se você não conseguir trazer o público certo para seus canais digitais, não terá resultados.

Por um bom tempo, as principais maneiras de chamar a atenção de possíveis clientes eram pagas. Mas com o avanço da internet, esse cenário tem mudado para melhor.

Hoje em dia, é possível gerar visitas para um site sem gastar dinheiro algum com anúncios ou compra de listas de e-mails — isso é o que chamamos de tráfego orgânico.

O tráfego orgânico é, com razão, o principal objetivo de muitas empresas que investem na criação de uma estratégia digital de aquisição de clientes.

Quer saber por que tanta gente se preocupa com isso, e como o seu negócio também pode se beneficiar do tráfego orgânico? É só continuar a leitura!

Entenda o conceito de tráfego orgânico

Todas as visitas que um canal digital (como o site ou blog de uma empresa) recebe são chamadas de tráfego.

O tráfego orgânico nada mais é que as visitas conquistadas de maneira espontânea, sem usar anúncios. Geralmente esse tipo de tráfego vem de mecanismos de busca, como o Google e o Bing.

Não dá para dizer, exatamente, que o tráfego orgânico não envolve custo algum, até porque as estratégias para atrair visitas custam dinheiro e levam tempo.

Mas a principal diferença do tráfego orgânico para o pago é que você gasta dinheiro uma vez para colher resultados por muito tempo.

Um artigo de blog que você produzir vai levar tempo e custar dinheiro, mas poderá gerar resultados hoje e daqui a um ano. Enquanto isso, um anúncio dura apenas o tempo que você pagar por ele. 

Saiba quais são os outros 4 tipos de tráfego que você pode gerar

Se você já acessou o painel do Google Analytics alguma vez, deve ter visto vários nomes de tráfego diferentes. O que eles significam?

Basicamente, o tráfego se divide entre pago e orgânico, como explicado acima. Mas os termos usados ajudam a entender de forma mais específica como determinado visitante chegou a cada página.

Além do tráfego orgânico, veja o que significa cada um dos outros nomes:

  • pago: atrair visitantes por colocar anúncios no Google ou sites que a sua audiência costuma acessar;
  • direto: é quando uma pessoa acessa seu site de forma direta, sem vir de outro site. Não deixa de ser uma forma de tráfego orgânico, já que não vem de fontes pagas;
  • social: são os acessos a partir de redes sociais, algo comum no caso de links compartilhados nesses canais, que direcionam tráfego para um site;
  • de referência: quando alguém visita uma página a partir de qualquer site que não seja um mecanismo de busca. É isso que acontece com backlinks para um artigo do seu blog, por exemplo.

Guia Completo do Google Analytics

Veja 5 benefícios de investir no tráfego orgânico

No início do artigo, falamos que o tráfego orgânico se tornou o alvo principal de muitas empresas que resolvem investir em marketing digital. 

Agora é a hora de você entender o porquê. Veja os benefícios que essa estratégia pode trazer para o seu negócio!

1.Custo- benefício

Em primeiro lugar, o tráfego orgânico contribui com a redução de custos da sua estratégia de marketing, se comparado ao uso de anúncios.

Por consequência, a margem de lucro sobre as vendas é maior. Com isso, dá para dizer que a relação custo-benefício do tráfego orgânico é imbatível.

2. Escalabilidade

Anúncios não são escaláveis. A partir do momento em que você parar de gastar com eles, seu tráfego vai diminuir. 

Além disso, o custo para atrair um grande número de visitantes qualificados pode ser inviável. Com o tráfego orgânico, acontece o contrário: quanto mais visitas, menor seu custo.

3. Relevância

O Google mostra quando um resultado é anúncio pago. Assim, os usuários já sabem que a página em questão está tentando vender algo para eles, o que diminui a confiança nas informações apresentadas.

O resultado orgânico, por sua vez, é tido como genuíno e ganha uma credibilidade maior logo de início. 

4. Duração

A duração dos resultados de uma estratégia orgânica não tem prazo de validade

Um único blog post pode gerar milhões em vendas durante um período longo, algo que beira o impossível se for comparado com o custo de manter uma campanha de tráfego pago rodando continuamente.

5. Construção de relacionamento

O tráfego pago tem seu valor, mas é mais indicado para quem deseja fazer uma venda imediata. Para construir relacionamentos próximos e acompanhar os clientes por toda a jornada de compra o tráfego orgânico é a melhor escolha.

É só considerar o que falamos sobre o custo, a confiança dos usuários e a possibilidade de escalar os esforços.

Conheça 3 estratégias focadas em tráfego orgânico para aplicar imediatamente

Se você já está convencido de que o tráfego orgânico é mesmo uma boa estratégia para investir, a única pergunta na sua mente neste momento deve ser “Como conseguir visitas de forma orgânica?”.

E a resposta é: com estratégias apropriadas para isso, como as que mostramos a seguir!

1. Marketing de conteúdo

O Marketing de Conteúdo é um dos pilares do Marketing Digital. A geração de tráfego orgânico, hoje, dificilmente acontece sem algum tipo de conteúdo que interessa à persona.

Por isso, se você quer atrair visitas qualificadas sem precisar recorrer a fontes pagas, aprenda como o marketing de conteúdo funciona e o que precisa fazer para aplicá-lo de forma consistente.

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2. SEO

O SEO (Search Engine Optimization) é a otimização de mecanismos de busca. Isso significa tornar seu site mais fácil de ser encontrado pelo Google. 

O SEO, assim como o marketing de conteúdo, é uma estratégia excelente, mas que leva tempo e requer disciplina. Dependendo de como seu site está hoje, muita coisa precisará ser mudada.

Mas não tenha dúvidas de que o esforço vale a pena: um site bem visto pelo Google é forte candidato a gerar tráfego orgânico.

3. E-mail marketing

Construir um relacionamento com as pessoas que acessam seu conteúdo é a única forma de transformar simples visitantes em leads e, mais tarde, em clientes.

O e-mail marketing é um dos melhores canais para cultivar o interesse do seu público cativo com conteúdo atualizado e relevante. 

E, com uma lista de e-mails, é mais fácil direcionar visitas para seu conteúdo do que só com promoção em redes. 

Descubra 5 hacks básicos para potencializar sua geração de tráfego orgânico

Além de estratégias completas focadas na aquisição de tráfego orgânico para o seu site ou blog, existem outras atitudes menores que também são essenciais para o sucesso.

Confira abaixo os 5 hacks básicos que você precisa seguir para impulsionar a geração de tráfego orgânico qualificado da sua empresa.

1. Foco total na persona

Não adianta produzir conteúdo pensando no que o Google considera relevante e esquecer-se da persona. Lembre-se de que quem vai consumir o que você produz são pessoas.

Pense no que a sua persona quer e precisa, aprenda como ela busca respostas para suas principais dúvidas ou problemas e molde seu planejamento com base nesses dados.

Guia para criação de personas

2. Crie uma estratégia para suas palavras-chave

As palavras-chave ainda são muito importantes para ranquear bem nos mecanismos de busca, pois são elas que ajudam esses sites a determinar o que o usuário busca e quais conteúdos atendem melhor à demanda.

A Rock Content mesmo já conseguiu resultados incríveis por melhorar a estrutura das pesquisas de palavras-chave. Não importa o tamanho do seu blog, faça disso uma prioridade desde o início.

3. Capriche na descrição do conteúdo para o Google

O Google permite que um conteúdo apareça de forma diferente na página de busca, a fim de atrair a atenção dos usuários.

Você pode personalizar o título de um artigo ou página, bem como a meta descrição do que a pessoa encontrará se clicar no link.

Otimize seu conteúdo com técnicas de copywriting para persuadir o usuário e aumentar a taxa de cliques. 

4. Publique o mesmo conteúdo em diferentes formatos

É muito importante que o seu conteúdo seja de alta relevância para o público, mas isso não significa que ele precisa ser distribuído em um formato só.

Aliás, é recomendado que você modifique uma peça de conteúdo para publicá-la em diferentes formatos. O mesmo material pode ser usado como:

Cada formato desses pode ser publicado em canais que gerem tráfego orgânico. 

5. Gaste tanto tempo na promoção quanto na produção do conteúdo

A dica acima tem tudo a ver com esse ponto, pois não deixa de ser um grande esforço de promover o mesmo conteúdo em várias fontes diferentes de tráfego.

Faça isso com cada peça de conteúdo que produzir. Se criar um vídeo, porque publicá-lo em um lugar só? Publique no YouTube, Vimeo, Facebook, IGTV e no seu próprio site. 

Invista tempo promovendo seu conteúdo. Quanto mais fizer isso, mais pessoas encontrarão sua mensagem e entrarão em contato com a sua marca, sem que você precise usar anúncios.

O tráfego orgânico exige tempo, pesquisa e regularidade na produção de conteúdo que gera valor para a persona. Mas todo o trabalho vale a pena, pois traz resultados consistentes, escaláveis e de longa duração.

Agora é só colocar a mão na massa e aplicar as dicas que você aprendeu aqui. E se quiser aprender ainda mais, não deixe de conferir o nosso conteúdo completo sobre como dominar o Google!

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O que é preciso para ser um sales manager de destaque?

O que é preciso para ser um sales manager de destaque?

O sales manager tem uma posição crucial para o sucesso contínuo do time comercial. Mas, para alcançar esse cargo importante, é preciso ter em mente as responsabilidades e habilidades que a vaga exige. É isso que você vai aprender neste artigo.

Vendedores são profissionais ambiciosos e temos certeza que você concorda. Mas o que fazer quando já alcançou o topo da sua posição?

Bater recordes de vendas vez após vez não parece ser incentivo o bastante, até porque há desafios maiores a encarar. Um deles é a promoção para um cargo de gerência, como o de sales manager.

Numa posição como essa, você terá a oportunidade de expandir seus horizontes e elevar os resultados do seu trabalho conforme trabalha com uma equipe inteira sob seus cuidados.

Parece um bom desafio, certo? Mas não é assim tão fácil alcançar o cargo de sales manager, e menos ainda se tornar um profissional de destaque.

Vamos mostrar neste artigo algumas dicas essenciais para ajudar na transição e renovar sua carreira. Vamos lá?

O que faz um sales manager?

Em primeiro lugar, é importante entender que as definições do que um sales manager realiza podem variar de empresa para empresa, ainda mais entre diferentes segmentos.

De qualquer forma, como definição geral, podemos dizer que é papel desse profissional construir, liderar e gerenciar um time de vendedores dentro do negócio. É um desafio e tanto, ainda mais se a empresa for pequena e você for o único sales manager. 

Isso faz com que, na prática, você ganhe as responsabilidades que seriam dadas a um sales director ou head of sales em organizações maiores. 

Essas vagas são mais avançadas e os profissionais que as ocupam costumam ter um papel mais estratégico na companhia, diferente do sales manager, que ainda assume uma função bastante prática.

A missão do sales manager não é pequena. Pela ampla descrição, dá para perceber que ela envolve atividades como:

  • recrutamento e desenvolvimento de vendedores;
  • treinamento da equipe, tanto de forma coletiva quanto individual;
  • definição de metas de vendas;
  • criação de planos estratégicos de vendas;
  • monitoramento do desempenho da equipe;
  • demissão de profissionais que não se enquadram nas funções após repetidas tentativas de treinamento.

Tantas funções requerem muito mais do que habilidade em fechar negócios. Você vai precisar conduzir e motivar seus vendedores para que façam o seu melhor trabalho, quer trabalhe com Field Sales, quer atue com Inside Sales. Isso envolve muitas habilidades distintas, como as que vamos explorar mais a fundo a seguir.

Inside Sales para Iniciantes

Quais são as habilidades essenciais para um sales manager?

Lidar com tamanho desafio como o que vimos acima vai exigir muito mais do que você estava acostumado a fazer até agora. Mas você já sabia que o desafio seria grande.

Na verdade, é isso que faz tudo valer a pena, certo? Então, confira as 7 habilidades essenciais para quem deseja ter real destaque como sales manager.

1. Liderança

Talvez essa seja a maior diferença entre um vendedor conhecido como “top performer” e um bom sales manager. O primeiro faz o seu trabalho, enquanto o outro lidera várias pessoas para alcançar esse tipo de resultado.

Percebe como o peso de um sales manager é muito maior? Ele é que tem de impulsionar os vendedores, cada um dentro das suas características e funções no time. 

Mas o objetivo é sempre um só: tirar o melhor de todos; nada menos que a excelência. E tudo isso sem criar um ambiente hostil e tumultuado.

2. Habilidade de identificar, atrair e reter talentos

Para contratar bons vendedores, não basta selecionar perguntas para usar nas entrevistas de empregos. A sua responsabilidade vai muito além do que a simples descrição “contratar talentos” poderia comportar.

Se trata de identificar o perfil de pessoa que vai se encaixar na cultura da empresa, que vai ajudar e ser ajudado para extrair os melhores resultados. E isso é muito difícil.

Depois dessa parte, você ainda precisa reter os talentos, mantendo-os sempre motivados para fazer um ótimo trabalho. Aliás, aqui vai uma dica: a comissão de vendas é importante, mas nem sempre dinheiro é a melhor solução.

3. Capacidade de treinar e orientar

A capacidade de treinamento de um sales manager é colocada à prova o tempo todo. Mas, à medida que seu time alcança barreiras maiores e precisa bater metas de vendas mais ousadas, isso se mostra ainda mais importante.

Por isso, você precisa ter condições de oferecer treinamento, tanto de forma coletiva quanto individual, para todos os membros da sua equipe. Isso envolve saber quais são os pontos fortes e fracos de cada um, bem como as necessidades do time, de maneira geral.

Por fim, envolve autoconhecimento. Afinal, você não será capaz de treinar todo mundo sozinho, então, precisa saber quando a ajuda virá de dentro ou quando é melhor buscar algum coach de vendas ou mentor de fora.

4. Boa comunicação

A comunicação é um fator essencial para qualquer profissional moderno, mas, para um gestor, isso ganha uma proporção ainda maior. Nunca se esqueça: você é a primeira pessoa a quem os seus liderados vão procurar para pedir ajuda e falar sobre seus desafios. 

Assim, você precisará lidar com todo mundo pedindo algo o tempo todo e, por vezes, saber como negar ou garantir que eles resolvam os problemas por conta própria.

Existe caminho alternativo? Até existe, mas é muito pior. Você pode se fechar para a comunicação com a sua equipe, perder a confiança de todos e ver o caos se instalar no time. Melhor ficar com a primeira opção.

5. Ousadia para inovar em processos de vendas

O processo de vendas é o ponto em que o seu trabalho precisa brilhar e, mais importante, fazer os vendedores brilharem. Mas não dá para se destacar fazendo o que todo mundo já faz e copiando táticas que já estão sendo abandonadas por outras empresas.

Você precisa estar na vanguarda, lançar tendências e ditar o ritmo do seu mercado. O caminho para isso é a inovação.

Se a sua equipe perceber que você quer inovar nas estratégias e abordagem de vendas, o trabalho ganhará uma nova dinâmica, muito mais provável de funcionar.

6. Organização

A rotina de um sales manager não permite que ele fique focado só em uma pequena tarefa o dia todo. É preciso supervisionar o trabalho de várias pessoas e dar as melhores condições para que elas executem suas atividades com sucesso.

Se você não tiver organização para lidar com tantas atribuições, nunca vai conseguir manter a atenção nas prioridades corretas e vai sacrificar recursos sem necessidade.

7. Visão ampla do processo comercial

Por último, o líder da equipe precisa ter uma visão mais ampla do que seus liderados. Só assim ele consegue enxergar os erros com facilidade e apontar soluções rápidas e práticas.

Você vai estar nesse papel de guiar os seus vendedores na direção certa. Como tal, precisa ter uma visão completa do processo comercial.

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Quais erros você deve evitar para ser um bom sales manager?

Mesmo os melhores profissionais estão sujeitos a cometer erros. E é verdade que a experiência ensina muito, mas nem por isso você deve achar que essa é a única forma de aprendizado.

Pelo contrário: observar onde outros falharam e descobrir o que fazer para evitar as mesmas atitudes é uma das melhores soluções que você pode encontrar para ter sucesso mais rápido e com menos sofrimento.

Por isso, separamos 3 erros muito comuns entre profissionais que passam das vendas para o gerenciamento do seu próprio time. Veja quais são eles e como evitar cada um!

1. Microgerenciamento

Ninguém gosta de um líder que controla cada pequeno movimento e acha que as coisas só funcionam se estiverem exatamente do jeito que ele prefere. 

Temos certeza de que você também odiaria isso. Então, mostre confiança na sua equipe e dê autonomia para que as pessoas sob seu comando resolvam os problemas por iniciativa própria.

2. Liberdade em excesso

O outro extremo do microgerenciamento é o excesso de liberdade. Delegar cada pequena tarefa do seu trabalho a outras pessoas é como colocar o time no piloto automático.

Se fosse para trabalhar assim, sua equipe não precisaria de você, concorda? Uma coisa é dar confiança, e outra bem diferente é abandonar o time.

Você precisa assumir o comando que foi dado e dar o espaço necessário para que seus colaboradores respirem.

3. Treinar outros como você foi treinado

Outro erro é achar que o treinamento dado aos seus colaboradores precisa ser idêntico ao que você recebeu. Um raciocínio muito comum por trás disso é “se deu certo comigo, vai dar com eles”.

Mas nem todo vendedor tem o seu perfil, as mesmas habilidades e experiências passadas que você. Então, o que funcionou no seu caso pode ser ruim para quem está na sua equipe hoje.

Em vez de tentar essa abordagem, personalize o treinamento de acordo com cada vendedor e você vai ver como os resultados serão melhores.

O papel de um sales manager é fundamental para que o time todo de vendas vá bem. Consequentemente, ele é peça-chave no sucesso da empresa. Se você quer ser essa pessoa na empresa em que trabalha, precisa aprimorar ou desenvolver as habilidades listadas aqui. Elas farão toda a diferença no sucesso da sua jornada.

Sabe o que vai ajudar você a cortar caminho e ocupar o cargo de sales manager mais rápido? É se tornar primeiro um consultor de vendas do tipo “Soldado Universal”. Veja tudo sobre isso e aumente seu desempenho como vendedor!

Planilha de metas diarias para time de vendas