Daniel Sampaio

Especialista Sênior em Inbound Marketing

Publicitário que se enveredou pelo mundo do comércio eletrônico e do marketing digital. Pai do Pedro e apaixonado por futebol e cerveja.
18 publicações feitas.



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Marketplace: o que é e como alavancar as vendas por meio de uma plataforma online


(Clique no player para o ouvir a narração do nosso post! Deixe nos comentários o que achou.)

Você já ouviu falar em Marketplace? Esse modelo de negócio é um recurso útil para as empresas, ajudando a alavancar as vendas por meio da internet. Diferentemente do conceito de e-commerce, os marketplaces são como shoppings online.

Quer saber mais? Neste post, vamos explicar o que é um marketplace, qual sua importância e seu funcionamento, e ainda oferecer dicas para implementá-lo na sua empresa. Então, vamos à leitura!

O que é marketplace?

O marketplace remete a um conceito mais coletivo de vendas online. Nessa plataforma, diferentes lojas podem anunciar seus produtos, dando ao cliente um leque de opções.

O conceito de marketplace não é novo. No Brasil, ele começou a ser implementado em 2012. Agora, muitas grandes empresas digitais já aderiram. Alguns exemplos são o B2W – fusão entre Lojas Americanas e Submarino, a Livraria Saraiva e o Walmart.

Como dito, existem diferenças entre um marketplace e um e-commerce.

No caso de um e-commerce, você entra no site da Loja X e escolhe uma geladeira que é vendida e enviada pela própria Loja X.

No caso de um marketplace, você pode entrar no site da Loja X e escolher uma geladeira que está sendo vendida e enviada pela Loja Y.

Quais as vantagens de um marketplace?

Para os usuários, o marketplace representa mais praticidade. Afinal, ele pode ver, em um único site, ofertas de vários vendedores. Assim, é possível comparar e escolher o melhor preço facilmente.

Além disso, ele pode comprar de várias lojas diferentes e efetuar apenas um pagamento, em vez de passar por múltiplos processos de pagamento em vários sites.

Enquanto isso, para os lojistas, ele é sinônimo de colaboração. Anunciando seus produtos nos marketplaces, as empresas — grandes ou pequenas — ganham mais visibilidade e conseguem alavancar as vendas.

O conceito é o mesmo que justifica o sucesso de uma loja física em um shopping center. As pessoas podem entrar para comprar o produto de outra loja, mas veem os produtos na sua vitrine e acabam comprando também.

O marketplace é uma vitrine em um shopping center virtual.

Além da visibilidade, as empresas também ganham em reputação junto ao consumidor. Quando uma loja menor, menos conhecida, coloca seu produto no marketplace de um gigante do mercado, consegue quebrar algumas objeções de compra ligadas tipicamente à falta de confiança.

Como o marketplace funciona?

Se você quiser fazer negócios em um marketplace, o processo é simples, mas requer atenção. Basicamente, você deverá fazer um cadastro da sua empresa e dos seus produtos.

Então seus produtos passam a ser divulgados. Eles aparecem em pesquisas e são sugeridos aos usuários de acordo com seu histórico de buscas e compras.

Esteja atento à comissão cobrada pela empresa que gerencia o marketplace.

A comissão corresponde a um valor que vai de 9.5% a 30% de cada venda realizada. A variação corresponde ao nível de divulgação que você solicita durante o seu cadastro: quanto maior a visibilidade dos seus produtos, maior também a comissão.

Sabendo disso, você precisa avaliar a viabilidade de entrar em um marketplace.

  • Será que a sua margem de lucro resiste ao custo do produto, associado ao custo da comissão?
  • Ou, será que o aumento esperado no volume de vendas vai compensar a redução na margem de lucro?
  • Ou, ainda, será que o marketplace vai alavancar as vendas mas canibalizar a lucratividade?

Além da cobrança da comissão, o marketplace também possui um prazo para liberação dos valores que você recebe em vendas.

Este prazo varia de 02 a 45 dias, contados a partir da postagem ou entrega do pedido. É uma maneira de garantir que você vai atender devidamente aos clientes.

Considere estes fatores e faça uma análise de viabilidade financeira detalhada antes de decidir se vale a pena implementar o marketplace.

Outro ponto que precisa de atenção é a escolha do marketplace ao qual você vai associar sua empresa. O público que visita cada um pode ter perfis ligeiramente distintos, tanto em relação a fatores demográficos quanto interesses.

Por isso, é importante cadastrar-se no marketplace que apresenta usuários mais alinhados com o perfil dos seus clientes.

Finalmente, leia também as políticas e termos da plataforma escolhida. Você tem a obrigação de adequar-se a estas condições. Do contrário, pode receber denúncias dos clientes e ser retirado da plataforma, ou punido de outras maneiras.

Tenha em mente que as empresas que mantém um marketplace são muito rigorosas com o cumprimento de normas. Afinal, sua reputação está em jogo.

Qual é a importância de um marketplace?

Como nós já dissemos, o marketplace tem impacto positivo sobre a visibilidade e a credibilidade junto aos clientes. Mas esses não são os únicos fatores que levam ao aumento nas vendas.

O marketplace também é eficiente na fidelização dos clientes. Ele oferece todas as ferramentas para que você crie ações que agregam valor à experiência do usuário com sua marca.

Pense na Black Friday: nos marketplaces, milhares de lojistas ofereceram produtos com preços especiais. Ao participar desse evento, você cria uma oportunidade para o cliente ter uma experiência positiva, garantindo que ele vai comprar novamente.

Experiência de Compra Online

É muito mais simples promover um evento desse porte online do que em uma loja física.

Além disso, comparado a um e-commerce, o marketplace não exige tanto investimento em marketing. Também não há custos severos de TI, com desenvolvimento e hospedagem. A empresa que gerencia o marketplace cuida disso por você.

Em outras palavras, o marketplace aumenta o faturamento enquanto reduz os custos, potencializando a lucratividade.

Outra vantagem do marketplace é a escalabilidade deste modelo. Conforme você aumenta seu portfólio de produtos, é muito fácil exibir os novos produtos para os clientes. Basicamente, não existem limites.

E você já pensou em associar sua empresa a mais de um marketplace? Existem duas vantagens importantes para esta prática.

Em primeiro lugar, você pode atingir mais pessoas — todos os usuários do marketplace A, mais todos os usuários do marketplace B.

Mas, não se esqueça: como já mencionamos, você precisa buscar sempre os marketplaces que possuem perfil de usuários compatível com o típico cliente da sua empresa.

Em segundo lugar, você pode atingir o mesmo usuário, mais de uma vez. Ele terá contato repetido com sua marca em diferentes plataformas, o que cria mais oportunidades para a decisão de compra.

Para completar, o marketplace é uma alternativa de fácil manutenção. O processo de cadastrar produtos pode ser feito por poucas pessoas. Assim, sua equipe pode focar em atividades mais estratégicas, como analisar o mercado, definir preços e escolher novos produtos para seu portfólio.

Quais são as melhores práticas associadas à implementação do marketplace?

Em primeiro lugar, é importante aprender o funcionamento do marketplace escolhido. E estamos falando em aprender a fundo, não simplesmente o passo a passo do cadastro de itens.

Como você deve fazer a descrição do produto para chamar a atenção dos usuários? Quais fotos podem despertar mais interesse? Tenha em mente que a sua “vitrine” está competindo com a de vários outros lojistas.

Mesmo associado a um marketplace, você provavelmente tem um e-commerce e, talvez, uma loja física. É essencial garantir a consistência na qualidade do produto, atendimento e entrega em todos os canais de vendas.

Para isso, é preciso fazer uma gestão unificada, em vez de segmentar o controle de cada um.

Além disso, os procedimentos e parâmetros devem ser idênticos. Por exemplo, não faz sentido que o tempo necessário para preparar o pedido seja mais longo na loja física do que no marketplace.

Falando nisso, a implementação de um marketplace exige que sua empresa esteja preparada para atender à demanda que ele vai gerar.

Se as suas vendas subirem muito e você não puder atender aos clientes de maneira organizada e ágil, isso vai gerar uma avaliação negativa. Não se esqueça de que, na internet, avaliações são públicas e possuem grande alcance.

O próprio marketplace tem ferramentas para que o usuário comente e dê uma nota à sua experiência com cada lojista. Se essas avaliações gerarem má reputação online, isso pode afetar também seus negócios offline.

Em relação aos preços e produtos, você precisa estar atento aos outros lojistas do mesmo marketplace. Eles são seus concorrentes diretos.

Saiba o que eles estão oferecendo e tente manter-se competitivo. Alcançar um preço um pouco mais acessível, ou trazer uma variedade maior de opções em produtos, será essencial para conquistar os clientes.

Nossa última dica é em relação ao frete. Dentro de um marketplace, esse é um fator com papel importante na decisão de compra. Portanto, tente desenvolver parcerias e uma estrutura logística para manter fretes baixos ou, quando possível, oferecer o frete grátis ao cliente.

Conclusão

Neste artigo, você entendeu o que é um marketplace e quais as vantagens desse tipo de plataforma. Mas isso é apenas o começo! Associar seu negócio a um marketplace, ou criar um e-commerce, pode descortinar um novo horizonte de metas de ventas para sua empresa.

E, se você já atua no mundo online, não deixe de baixar nossa calculadora de conversão para e-commerce para medir a saúde de seu negócio.

Calculadora-de-conversão-para-e-commerce

E-commerce

O que é E-commerce? Tudo o que você precisa saber para ter uma loja virtual de sucesso!

E-commerce ou comércio eletrônico é um tipo de comércio que consiste em negociações feitas por meio de dispositivos eletrônicos, como computadores, tablets e smartphones.

(Este é o primeiro áudio deste conteúdo, no qual abordamos o que é, como surgiu, tipos e principais empresas de e-commerce)

Áudio 2: Principais estratégias, como criar e métricas de E-commerce

Se você trabalha com marketing, comunicação, publicidade e propaganda ou outras áreas afins, precisa estar alinhado com tudo que acontece no mercado.

E uma das principais tendências é a migração das relações de compra e venda para o meio digital.

Uma das formas mais comuns para essa migração é o e-commerce (loja virtual), e é sobre ele que vamos falar nesse artigo. Trouxemos um guia completo sobre o tema para sanar todas as dúvidas que você tem a respeito de um e-commerce.

Neste post você aprenderá:

  • O que é um e-commerce
  • Como surgiu o e-commerce
  • Tipos de e-commerce
  • Principais empresas de e-commerce
  • Estratégias para e-commerce
  • Como criar um e-commerce
  • Métricas de e-commerce

Vamos lá?

1. O que é um e-commerce

A melhor maneira de começar é explicando o que é um e-commerce. Você pode ficar surpreso em descobrir que muitas pessoas, na realidade, não sabem a definição correta!

Alguns acreditam que qualquer forma de vendas pela internet pode ser chamada de e-commerce enquanto, na verdade, temos outras categorias – como o marketplace.

Um e-commerce só pode receber esse nome quando ele traz os produtos de uma única empresa, seja um fabricante ou revendedor, em uma plataforma virtual própria. Além disso, não há um intermediador para o processo de venda.

1.1. A diferença entre e-commerce e marketplace

Para que você entenda ainda melhor, vamos comparar com o marketplace.

O marketplace oferece uma plataforma comum para que várias empresas vendam seus produtos. Essa plataforma intermedeia o processo de cobrança e, em muitos casos, também assume uma certa parcela da responsabilidade sobre a garantia da entrega e da qualidade do produto vendido.

Para um lojista, o marketplace é uma alternativa atraente porque é bem mais simples de gerenciar. Toda a estrutura está pronta, basta fazer um cadastro e começar a catalogar produtos.

Por outro lado, o verdadeiro e-commerce permite mais liberdade, já que você define toda a estrutura e o design da loja virtual.

Com o tempo, essa liberdade torna-se indispensável para que seja possível criar ações promocionais, desenvolver categorias diferentes de produtos, trazer filtros específicos de busca para o usuário… por isso, podemos dizer que o e-commerce é uma alternativa mais escalável.

1.2. Dinâmica de trabalho do e-commerce

Vale a pena destacar que o e-commerce digitaliza dois processos básicos: venda e atendimento ao cliente.

A partir desse trabalho, ele também abre as portas para outras automações, como marketing, controle de finanças e estoque.

Dessa maneira, ele facilita e agiliza o trabalho de gestão em muitas frentes. Por outro lado, também tem como efeito o maior peso estratégico da questão da logística.

1.3. Potencial de negócios do e-commerce

Outra informação importante para encerrar essa pequena introdução: o e-commerce oferece um alto potencial de negócios.

No Dia das Mães de 2017, o e-commerce brasileiro faturou nada menos que R$1,9 bilhão, representando uma alta de 16% em relação ao ano anterior. Em pesquisa de 2015, nosso país foi apontado como o 10º maior mercado de e-commerce do mundo.

Você pode conferir nesse incrível infográfico da MarketingProfis!

2. Como surgiu o e-commerce

A história do e-commerce, além de muito curiosa, é bem mais longa do que você pode imaginar.

Suas origens mais embrionárias supostamente vêm do início da década de 1970 quando alunos da universidade de Stanford e do MIT usaram a ARPANET – uma espécie de antecessora da internet, desenvolvida pelo Departamento de Defesa dos EUA – para comercializar maconha entre si.

A primeira demonstração real de um sistema de compra e venda online, porém, só aconteceu anos depois.

Em 1979, Michael Aldrich, renomado empreendedor e executivo do ramo de TI, apresentou um projeto que permitia fazer compras online através de uma televisão modificada, que ele chamou de Videotex.

E-commerce: Michael Aldrich e o Videotex

Michael Aldrich e o Videotex

Esse precursor do e-commerce foi chamado de teleshopping. Porém, apesar do nome, não confunda com aquela prática de ver os produtos na televisão e ligar para comprar! Esse estilo “Polishop” de negócios é chamado de telesales.

Dois anos depois, o primeiro sistema de online shopping B2B foi instalado. Ele foi utilizado pela empresa Thomson Holidays UK, do ramo de turismo.

É interessante mencionar que, embora o sistema de compra e venda pela internet tenha sido implementado em 1981, foi apenas em 1995 que a empresa lançou seu primeiro website.

Ou seja, nessa época, os dois elementos não estavam necessariamente associados, como acontece hoje em dia.

Além disso, o acesso aos sistemas de online shopping ainda era muito restrito. Por isso, somente empresas utilizavam.

Na realidade, a primeira pessoa no mundo a fazer uma compra pela internet a partir de sua própria casa (como todos nós estamos acostumados a fazer atualmente) foi a usuária Jane Snowball, em Junho de 1984. O fato foi tão marcante que ela foi entrevistada enquanto fazia sua compra através do Videotex.

Então, em 1990, tivemos o histórico lançamento do primeiro buscador da web, o WorldWideWeb, criado por Tim Berners-Lee. Nesse momento, navegar na internet tornou-se uma atividade mais simples e acessível para os usuários comuns, em suas casas.

A partir de então, a evolução das compras online acelerou. Em 1992, foi criado o primeiro website comercial, que vendia livros online e processava os pagamentos com cartão de crédito.

Em 1995, foram fundadas as gigantes Amazon e eBay. Em 1999, foi estabelecido o grupo Alibaba, na China. E o resto é história.

E-commerce: primeiro visual da Amazon

Visual inicial da Amazon

3. Tipos de e-commerce

Nós já mencionamos que existem diferentes tipos de sistemas para a compra e venda online. Os dois principais são o e-commerce e o marketplace.

Porém, também existem categorias diferentes de e-commerce que podemos explorar. Entenda mais sobre cada uma delas.

3.1. E-commerce B2B x E-commerce B2C

O e-commerce B2B (Business to Business) é utilizado por empresas cujos principais clientes são outras empresas. Em geral, ele dedica-se a vender maquinários ou matérias primas, embora também possa vender produtos acabados.

A principal questão é que, devido ao porte das transações realizadas por meio desse tipo de e-commerce, ele exige um sistema mais complexo.

O sistema de um e-commerce B2B precisa ser preparado para trabalhar com variáveis na tabela de preços, nas condições de pagamento, nas regras de pedido mínimo, nas aprovações de cadastro e limite de crédito, nos impostos e no frete. Ou seja, todos os mesmos fatores que, em uma transação normal, seriam avaliados pelo vendedor, precisam ser analisados pelo sistema.

O e-commerce B2C, ou Business to Client, é utilizado por empresas que vendem diretamente ao consumidor final. Não existem limites para os tipos de produtos que podem ser vendidos nessa categoria: móveis, roupas, medicamentos, eletrônicos, alimentos, serviços.

Categorias de e-commerce

Categorias de e-commerce

Por que o consumidor escolhe o e-commerce, em detrimento de uma loja física? Em primeiro lugar, porque os preços costumam ser mais baratos. Afinal, um e-commerce tem menos custos, pois não deve aluguel de loja, salário e comissão de vendedores.

Em segundo lugar, porque é mais prático, especialmente para o consumidor que gosta de comparar preços.

Porém, ainda existem dois fatores que levam o consumidor a não fazer compras online. O primeiro é a questão da segurança. O segundo é o tempo de espera da entrega, muito maior do que simplesmente ir a uma loja e voltar para casa com o produto.

Existem estratégias que ajudam a derrubar essas objeções e vamos falar sobre elas mais à frente.

3.2. E-commerce Atacadista x E-commerce Varejista

O e-commerce atacadista trabalha com venda em grandes quantidades. A principal implicação desta categoria, como você pode imaginar, é na logística de entrega. Devido ao volume, é preciso contar com bons parceiros para o transporte.

Para simplificar o processo, é comum que o e-commerce atacadista ofereça a possibilidade de comprar online e retirar pessoalmente, na loja física.

Por outro lado, como as lojas virtuais tipicamente conseguem oferecer preços mais baixos nos produtos (devido à menor incidência de custos), é nesse ponto que ela ganha de um concorrente com loja física.

O e-commerce varejista é mais comum. Observe que ele enfrenta suas próprias dificuldades. Para exemplificar, podemos levantar a questão do estoque.

O varejista tipicamente não possui um grande estoque de produtos, pois ele trabalha com vendas em pequena quantidade. Em uma loja física, isso não causa tantos problemas, pois a falta de estoque será imediatamente constatada e informada ao cliente.

Porém, no caso de uma loja virtual, é preciso que o sistema de venda seja capaz de conversar com um controle de estoque (ou tenha tal controle embutido) para evitar que sejam realizadas vendas que, depois, não poderão ser atendidas.

É devido a esse tipo de situação que, embora seja muito fácil criar um e-commerce, não é tão simples criar um bom e-commerce.

3.3. E-commerce de produtos físicos x E-commerce de produtos digitais

Em geral, quando pensamos em e-commerce, imediatamente lembramos dos produtos físicos. Não existe muito a explicar aqui, já que estamos acostumados com essa categoria. Porém, ela se torna muito mais interessante quando comparamos a um e-commerce de produtos digitais.

O e-commerce de produtos digitais é aquele que vende ou aluga, essencialmente, conteúdo e informação. Estamos falando de filmes digitais, e-books, cursos à distância, softwares ou games, por exemplo.

Em comparação com o e-commerce de produtos físicos, essa categoria supera muitos problemas. Estoque e logística, por exemplo, são completamente eliminados do fluxo de trabalho. Não há limites para o quanto você pode vender e não existe “entrega”, no sentido formal.

Porém, essa categoria enfrenta seu próprio dilema. Trata-se da pirataria. É preciso tomar medidas para evitar que o produto oferecido seja copiado e distribuído, do contrário, as vendas despencam e o prejuízo é certo. Além disso, o e-commerce de produtos digitais enfrenta uma concorrência maior, já que muitos de seus produtos podem ser obtidos, legal ou ilegalmente, de forma gratuita.

4. Principais empresas de e-commerce

O e-commerce se expandiu para o mundo todo, desde a década de 1990. E, graças ao potencial de escalabilidade e lucro, algumas das maiores empresas da atualidade se estabeleceram dentro dessa modalidade de atuação.

Temos inúmeros casos de sucesso, tanto no Brasil quanto fora dele. Fizemos uma lista, para que você conheça os principais players desse mercado.

4.1. Maiores e-commerces do Brasil

Em 2016, a Sociedade Brasileira de Varejo e Consumo publicou um estudo que apresenta as 50 maiores empresas de e-commerce do Brasil.

4.1.1. B2W Digital

O 1º lugar ficou com o grupo B2W Digital. Talvez você não conheça esse nome, mas certamente já acessou algum dos e-commerces que ele engloba: Americanas.com, Submarino, Shoptime e Sou Barato são as mais populares. Sozinho, o grupo faturou mais de R$10 bilhões em 2015.

4.1.2. cnova.com

O 2º lugar pertence a outro grupo, o cnova.com. Com quatro e-commerces – Extra.com.br, CasasBahia.com.br, PontoFrio.com.br e Barateiro -, ele bateu mais de R$3,4 bilhões de faturamento em 2015.

4.1.3. Magazine Luiza

O 3º lugar ficou com a Magazine Luiza que, além de seu próprio e-commerce, também controla a loja virtual Época Cosméticos. Seu faturamento em 2015 ultrapassou R$2 bilhões.

Dentro da mesma faixa, temos o 4º lugar, que ficou com o e-commerce Privalia, e o 5º lugar, que ficou com o Grupo Netshoes (Netshoes e Zattini).

4.1.4. Outros destaques

Outros nomes conhecidos que figuram dentro dessa lista são a Dell (computadores), Saraiva e Livraria Cultura (livros e papelaria), Ultrafarma (medicamentos), Renner (roupas), Mobly e Madeira Madeira (móveis).

A título de curiosidade, o último lugar dessa lista foi para o e-commerce Terra dos Pássaros, especializado – você acertou – em produtos para criar pássaros. Apesar do nicho especializado da empresa, ela conseguiu faturar mais de R$4 milhões em 2015.

4.2. Maiores e-commerces do Mundo

4.2.1. Walmart

Anualmente, a revista Forbes divulga uma lista com os maiores varejistas do mundo. Não é surpresa que essa lista seja dominada por empresas que trabalham com e-commerce (paralelamente às lojas físicas ou não).

O 1º lugar ficou com o Walmart.

4.2.2. Aliexpress, Amazon e eBay

Outro dado interessante foi levantado pelo site CupoNation. A pesquisa levantou os e-commerces mais acessados no Brasil, e vários deles são internacionais.

O caso mais interessante é o Aliexpress, que alcança mais de 16 milhões de acessos por mês (somente em território brasileiro). Amazon e eBay também aparecem na lista.

Um fato importante é que o e-commerce possibilitou que práticas de importação e exportação se disseminassem ainda mais. Aquele consumidor que precisa de um certo produto pode compra-lo diretamente de um fabricante no Japão ou na China.

Várias barreiras, incluindo a língua e a burocracia, foram vencidas graças às lojas virtuais.

(Se você clicou para começar a ouvir por aqui, é porque já sabe o que é, como surgiu, tipos e principais empresas de e-commerce)

5. Estratégias para e-commerce

Algumas estratégias podem ajudar um e-commerce a decolar, tornando-se um negócio de alto faturamento, como os exemplos que você viu no item anterior.

Muitas dessas estratégias são lições aprendidas justamente com as lojas virtuais mais consolidadas, ideias que deram certo e podem ser replicadas.

5.1. Fazer uma segmentação dos clientes

Para um e-commerce que trabalha com diferentes tipos de produtos, a segmentação dos clientes é estratégia indispensável.

Essa segmentação será feita com base em informações cadastrais do perfil individual – como sexo ou idade, por exemplo – mas, também, com base em informações coletadas a partir da interação do usuário com a própria loja virtual.

É por meio dessa segmentação que um site como o Submarino pode enviar e-mail marketing personalizado, com ofertas diferenciadas para o usuário que demonstrou interesse em televisores, ou em brinquedos, ou em vinhos.

Uma das principais responsáveis por fazer essa estratégia funcionar é a tecnologia de cookies.

5.2. Apostar em Marketing de Conteúdo

O marketing de conteúdo é outra estratégia de alto potencial para alavancar um e-commerce. Enquanto algumas pessoas podem achar que o conteúdo vai distrair usuários dos produtos, o que realmente acontece é o contrário.

Bons artigos podem servir como ponte para levar mais visitantes ao e-commerce. Os melhores exemplos são reviews e comparativos de produtos ou artigos explicando como usar os itens vendidos pelo e-commerce.

Não seria possível explicar com detalhes tudo sobre o marketing de conteúdo dentro desse artigo — acredite, é muita coisa! Por isso, recomendo que você entenda mais sobre uma estratégia de conteúdo para e-commerce neste material sobre o assunto:

Estratégia de conteúdo para lojas virtuais

Mesmo assim, vamos destacar os pontos principais para colocar uma estratégia de conteúdo em funcionamento, dentro do contexto de um e-commerce.

Persona

O primeiro passo é definir quem é a sua Persona, ou seja, com quem o seu conteúdo vai dialogar. Essa definição está muito relacionada com o conceito por trás do seu e-commerce. Que tipo de produto vocês vendem e para quem?

Um e-commerce de roupas masculinas vai dialogar com um público muito diferente de um e-commerce de roupas femininas, ou de varas de pescar, ou de insumos para produção de vassouras.

Porém, tenha cuidado! O processo para definir a persona não é igual a definir o perfil do cliente. Ele precisa ser muito mais detalhado. Chamamos de persona exatamente porque você precisa idealizar uma pessoa específica.

Além de levantar dados como faixa etária, gênero ou profissão, também será preciso pensar em seu estilo de vida, interesses pessoais e dificuldades. Dessa forma, você vai produzir conteúdos muito mais direcionados (e eficientes).

Para auxiliar, você pode utilizar a ferramenta da Rock: O Fantástico Gerador de Personas.

gerador de personas

Definição de pautas

Depois de definir a persona, outro passo importante é estruturar as pautas. Não basta levantar assuntos interessantes; as pautas precisam se encaixar dentro do funil de vendas.

Em outras palavras, elas precisam conduzir o usuário desde o estágio da curiosidade até o momento em que ele esteja bem informado e confiante para fechar a compra.

Por isso, algumas pautas serão mais amplas e com uma abordagem mais superficial do tema, enquanto outras vão tocar em pontos específicos e trazer um olhar aprofundado.

Além disso, também é indispensável que os conteúdos sejam produzidos de maneira a construir um relacionamento com o usuário. Para que ele se converta em um cliente ativo e fiel, ele deve sentir que sua empresa é confiável, entende do assunto e conduz seu trabalho de maneira profissional.

Calendário editorial

Finalmente, outro ponto essencial no Marketing de Conteúdo é estabelecer um calendário de publicações. Essa ferramenta vai facilitar a organização da equipe responsável por produzir o conteúdo, além de gerar uma consistência que aumenta o interesse do usuário.

Ele vai retornar mais vezes, pois sabe que seu e-commerce sempre publica algo novo. E, quanto mais ele volta, mais ele compra.

Vale a pena lembrar, também, que o marketing de conteúdo engloba diferentes mídias sociais. Isso permite que o e-commerce dialogue com o público através de outros canais, como a Fan page do Facebook, Instagram ou Youtube. Basta escolher quais deles serão mais interessantes para o perfil do negócio e, claro, de seus clientes.

Conteúdo gerado pelo usuário

Ainda dentro da questão do marketing de conteúdo, uma ideia válida é apostar em User Generated Content – conteúdo gerado pelos usuários. No caso de um e-commerce, o exemplo clássico são as avaliações de quem comprou o produto.

A vantagem desse tipo de conteúdo é que ele possui alta credibilidade para os visitantes do seu site. Uma avaliação positiva pode gerar várias outras vendas.

5.3. Aumentar o ticket médio

Outra estratégia típica do e-commerce é trazer, na página dos produtos, opções para o usuário comprar mais.

Em termos técnicos, chamamos de “aumentar o ticket médio”, ou seja, aumentar o valor médio que um cliente gasta por compra. É por isso que geralmente encontramos sugestões do tipo “Quem viu esse produto, também viu”, ou “Quem compra esse produto, também compra”, ou até mesmo “Compre junto”.

Basicamente, essa estratégia funciona como a organização das vitrines ou prateleiras de uma loja real, tentando levar o consumidor a comprar por impulso.

É claro que essas sugestões precisam ser coerentes com o perfil do usuário, para aumentar a probabilidade de que ele realmente se interesse pelo que está sendo oferecido.

5.4. Fidelizar os clientes

Enquanto essa estratégia é útil para levar o consumidor a comprar mais de forma imediata, existe uma estratégia para leva-lo a voltar mais vezes e comprar de novo.

Trata-se dos cupons de desconto e dos programas de fidelidade.

Essas não são estratégias exclusivas do e-commerce, mas ficaram muito mais práticas através do ambiente digital.

Logo depois de finalizar uma compra, o cliente já pode receber em seu e-mail um código para 10% de desconto, por exemplo. Ou, em outro caso, no próprio carrinho de compra ele pode optar por utilizar os pontos acumulados no programa e abater no valor final.

Algumas lojas virtuais também apostam no envio de amostras grátis junto com o pedido do cliente. Assim, ele tem a oportunidade de conhecer mais produtos e pode decidir comprar a versão original.

Além de tudo, essas estratégias ainda melhoram a satisfação do cliente em relação ao atendimento do e-commerce, pois ele se sente mais valorizado e sente que recebeu mais valor agregado em sua compra.

5.5. Inovar na categorização dos produtos dentro do site

Continuando, vamos a mais uma estratégia de e-commerce? Trata-se de criar categorias de produtos sazonais, como “Páscoa”, “Natal” ou “Dia das Mães”.

Essas categorias agrupam produtos diferentes, mas que possuem um tema ou utilidade em comum. Na maioria dos casos, o foco é em presentes.

Isso facilita muito a navegação do usuário, especialmente no caso de quem precisa comprar um item para certa ocasião, mas ainda não decidiu exatamente qual será.

Para tornar essa estratégia ainda mais efetiva, o e-commerce ainda divide os produtos dessas categorias por faixa de preço, como “até 100 reais” e “até 200 reais”.

5.6. Simular experiências de compra em loja física

Ainda temos mais uma sugestão. Uma das estratégias mais recentes, tendência usada por e-commerces como o Extra.com.br, é a possibilidade de o usuário fazer uma contraproposta ao preço de um produto. Assim, é uma simulação da negociação que poderia ocorrer com o vendedor em uma loja física.

Essa estratégia permite que a experiência de compra se torne mais dinâmica, além de aumentar o valor percebido pelo cliente na interação com a loja virtual.

6. Como criar um e-commerce

Agora que você sabe o que é um e-commerce e entende melhor as proporções desse segmento, pode estar tentado a entrar no mercado de online shopping. Por outro lado, também estará se perguntando como fazer isso, pensando quais são as barreiras de entrada a um empreendedor iniciante.

Se você trabalha com marketing também precisa ter um bom entendimento de como é o processo de estabelecimento destas empresas.

Neste material ensinamos tudo sobre a criação de um e-commerce, mostrando os primeiros passos e mostrando como fidelizar seus clientes. Confira!

Download ebook de e-commerce
Então, vamos lá.

6.1. Criando o site

Felizmente, criar um e-commerce já não é mais tão difícil quanto foi um dia. Pelo menos, do ponto de vista técnico.

Não é preciso ser (nem contratar) um programador de ponta para desenvolver sua própria loja virtual. Afinal, existem muitos templates prontos na internet, bastando adaptá-los às suas necessidades.

Aqui na Rock Content, nós sempre recomendamos o WordPress como a plataforma ideal para quem deseja ter um website e/ou um blog. Mas a mesma sugestão pode, também, ser feita para quem sonha abrir um e-commerce.

Existem vários temas do WordPress voltados a essa finalidade, alguns deles são gratuitos e, para customizar e instalar, basta ter um pouco de paciência.

Um bom exemplo é o ShopKeeper, considerado pelo site ColorLib o mais popular de 2017 na categoria e-commerce.

E-commerce: Divulgação do ShopKeeper

Divulgação do ShopKeeper

Entretanto, isso não significa que você pode tratar a questão de maneira displicente. Lembre-se de que um e-commerce precisa ser atraente e funcional.

Um traço indispensável é a boa organização dos produtos, usando categorias e subcategorias fáceis de entender. Você deve garantir que o cliente consiga encontrar o que deseja rapidamente.

6.2. Escolhendo o servidor

Pensando em escalabilidade, você também deve se precaver contra problemas técnicos, investindo em um bom servidor.

Isso evitará problemas típicos de um e-commerce mal planejado, como lentidão no carregamento de páginas ou o site “caindo” quando muitas pessoas tentam acessar ao mesmo tempo.

6.3. Planejando o sistema de cobrança

E qual é o calcanhar de Aquiles de um e-commerce? O sistema de cobrança. Ele precisa ser extremamente seguro, já que seus clientes colocarão dados pessoais e bancários nesse sistema.

Entre as opções disponíveis, temos a criação de um sistema direto, que em Inglês é chamado de “seamless”, ou “transparente”. Isso significa que o “caixa” fica dentro do próprio site do e-commerce.

Outra opção é o uso de um meio indireto de pagamento, em que o “caixa” é um subadquirente – ou seja, uma terceira parte, como o PagSeguro ou o PayPal, por exemplo.

O sistema direto tem como vantagem o fato de ser mais rápido e prático para o checkout do cliente. Porém, muitos usuários podem ficar desconfortáveis em colocar seus dados bancários no sistema de um site desconhecido.

Por esse motivo, para um e-commerce pequeno que ainda não tem reputação online, o uso de um subadquirente pode eliminar algumas objeções que entravam as vendas.

Não há como negar que o uso de um sistema direto aumenta muito a responsabilidade do e-commerce sobre a segurança digital do site.

E-commerce: sistemas de pagamento

Sistemas de pagamento

6.4. Fazendo a gestão de estoque e logística de entrega

Apesar de todos os pontos que enumeramos até aqui, talvez os maiores desafios de criar um e-commerce não tenham nada a ver com a criação da loja virtual em si.

Os verdadeiros pontos críticos estão, como já mencionamos anteriormente, na gestão de estoque e logística.

Para ter sucesso, é preciso saber estimar bem a demanda dos produtos, evitando que estes fiquem em falta e causem “vendas perdidas”.

O excesso também é um problema, pois causa “encalhe”, obrigando o e-commerce a realizar promoções e ofertas para não sair no prejuízo. Aliás, todo consumidor experiente em compras online sabe que as melhores pechinchas são encontradas, justamente, pesquisando os produtos típicos de encalhe.

E não se esqueça de planejar bem a armazenagem dos produtos. Certos itens exigem condições especiais de estocagem. Por fim, a partir de determinado volume de vendas, você provavelmente irá precisar de um espaço dedicado à armazenagem, como um galpão. Hoje em dia, você pode terceirizar esse serviço.

Além disso, você deve ter boas opções para o transporte. Muitos e-commerces pequenos utilizam os correios, que é amplamente acessível.

Porém, é preciso levar em consideração a adequação desse transporte ao tipo de produto que está sendo despachado e o grau de urgência dos clientes.

A parceria com transportadoras deve ser feita com base em volume de despachos; isso pode garantir fretes mais baixos, uma vantagem para o cliente que se converte em diferencial competitivo para sua loja.

Outro ponto crucial é a área de cobertura da transportadora, para garantir que seja compatível com a localização dos seus clientes.

6.5. Organizando o atendimento ao cliente

Finalmente, é indispensável ter canais para a comunicação com os clientes, para receber feedback. Um comprador insatisfeito precisa ter uma forma de entrar em contato com o e-commerce e solicitar a troca ou reembolso.

Se estes canais não existirem, ou forem ineficazes, logo surgirão reclamações online em sites como o Reclama Aqui, e a reputação da loja virtual irá despencar. E, perdida a confiança do usuário, o reflexo negativo certamente virá sobre as vendas e o faturamento.

7. Métricas de e-commerce

Assim como qualquer negócio, o e-commerce exige monitoramento constante. O objetivo é identificar o que está dando certo ou não, ajustar a estratégia, perceber alterações de desempenho para reagir rapidamente e, de uma forma geral, otimizar os resultados continuamente.

Existem inúmeras métricas dentro de uma empresa e seria impossível acompanhar todas elas. Por isso, é necessário selecionar as mais relevantes.

No caso de um e-commerce, podemos destacar sete métricas principais.

7.1. Tráfego do site

Se as pessoas não chegam ao e-commerce, obviamente, elas não podem comprar.

Monitorar quantos usuários acessam o site do e-commerce ajudará a determinar estratégias para atrair mais visitantes, como melhorias no SEO e criação de referências pela web através de backlinks.

O tráfego pode ser monitorado diariamente, mas, para e-commerces de menor escala, um acompanhamento semanal pode ser o suficiente.

7.2. Visitantes únicos vs. Visitantes recorrentes

Receber um milhão de acessos no seu e-commerce parece ótimo, certo? Porém, cuidado! Se todos esses acessos forem únicos, e nenhum recorrente, provavelmente sua loja virtual está com algum problema.

Essa métrica indica se os usuários voltam ao site dentro de um determinado período.

Se a proporção de visitantes recorrentes for muito baixa, talvez o site seja pouco funcional ou não atenda às expectativas de compra dos consumidores.

Outras métricas que também ajudam a identificar esses problemas são o tempo de navegação no site e o número de páginas visualizadas por visitante.

7.3. Fontes de tráfego

Se você sabe que as pessoas estão chegando ao seu e-commerce, isso é bom. Porém, é ainda melhor saber como elas estão chegando lá. Ao descobrir as principais fontes de tráfego, você pode ajustar sua estratégia para explorá-las ao máximo.

Colocando de maneira simples: descubra o que está dando certo e faça mais disso.

É claro que também é útil identificar de onde os usuários não estão vindo. Talvez você esteja investindo muito (tempo e/ou dinheiro) em anúncios patrocinados, por exemplo, sem obter retorno. Então, você pode mudar a forma como este recurso está sendo explorado.

7.4. Conversão

Uma conversão, no e-commerce, na maioria dos casos significa compra. Quantos usuários chegaram até suas páginas e realmente fizeram uma compra?

Ou seja: quantas visitas realmente viraram vendas?

Essa métrica é essencial para analisar a efetividade de suas páginas e estabelecer melhoria nas oportunidades de conversão.

Ainda não sabe qual sua taxa de conversão? Calcule agora mesmo com a Calculadora de Conversão para E-commerce.

7.5. Quantidade e qualidade das avaliações de produtos

Como explicamos, as avaliações de produtos são conteúdo gerado pelos próprios usuários. Portanto, você não controla diretamente a sua produção.

É justamente por isso que elas podem ser consideradas um indicador interessante de engajamento dos clientes, além de permitir uma avaliação parcial dos níveis de satisfação e insatisfação.

É importante reforçar que você deve estar atento a cada avaliação publicada no seu site. Em primeiro lugar, elas são importante fonte de informações para tomar decisões como tirar um item do catálogo ou mudar de transportadora.

Em segundo lugar, é preciso moderar eventuais comentários que possam ser ofensivos.

7.6. Abandono de carrinho

Talvez essa seja a métrica mais relevante para um e-commerce. O abandono de carrinho é aquela situação em que o usuário coloca itens no carrinho virtual mas não finaliza a compra. Muitos fatores podem acarretar nessa desistência, como o custo final do frete ou o tempo de entrega.

A grande maioria dos e-commerces tem maneiras de, automaticamente, enviar um lembrete ao usuário que abandonou o carrinho. Alguns, inclusive, enviam esse lembrete acompanhado de alguma condição especial — como um desconto — para o fechamento do pedido.

Aprenda como reduzir o abandono de carrinho com o ebook completo sobre o assunto!

Reduzir o abandono de carrinho

7.7 Tempo médio de resposta

Quanto tempo seu e-commerce leva para responder a uma pergunta ou solicitação enviada pelos canais oficiais de comunicação?

Essa métrica de atendimento ao cliente permite identificar um possível descaso, desorganização ou a necessidade de aumentar a quantidade de atendentes. E lembre-se de que a agilidade no atendimento está diretamente relacionada à satisfação do cliente.

Vários e-commerces utilizam um chat no site para agilizar o tempo de resposta. Nesse caso, é mais interessante acompanhar a fila de atendimento ao longo do dia. É possível que, em alguns horários, a fila fique mais longa.

Durante esses picos, analise a possibilidade de colocar mais colaboradores no atendimento.

Além do tempo médio de resposta, outra métrica essencial do atendimento ao cliente no e-commerce é o tempo médio para resolução de reclamações.

Esse indicador é mais complexo, e pode ser subdividido conforme algumas categorias de problemas, como produto com defeito, produto enviado incorretamente, atraso na entrega, entre outros.

7.8. Competitividade dos preços

Não é surpresa que um dos principais fatores que levam o consumidor a escolher este ou aquele e-commerce é o preço. É graças a esse fator que surgiram empresas como o Buscapé, especializadas em fazer comparação de preços entre vários e-commerces.

Sabendo disso, é indispensável monitorar o mercado, analisando como o preço oferecido aos clientes se compara aos concorrentes.

Ainda em relação ao preço, vale mencionar que os e-commerces precisam ser dinâmicos. É por isso que os gigantes do segmento estão sempre desenvolvendo alguma ação de vendas. Em vários casos, essas ações não duram mais do que um dia – você já reparou que muitas lojas virtuais têm uma seção específica de ofertas que são alteradas a cada 24 horas?

Esse dinamismo garante que o e-commerce irá aproveitar todas as oportunidades para vender mais. Se o preço abaixa e a margem de lucro diminui, pelo menos a loja ganha em volume!

E então, já dominou os conhecimentos básicos sobre um e-commerce? Então, que tal avançar um pouco mais e tornar-se um especialista?

Aproveite o embalo e aprenda, também, 10 dicas de marketing de conteúdo para e-commerce e confira a pesquisa E-commerce Trends 2017!

Relatório gratuito: E-commerce Trends 2017

Descubra as principais tendências do mercado brasileiro de e-commerce


Transformação digital para e-commerce

Transformação digital para e-commerces: entenda como essa mudança afeta as lojas virtuais

Transformação digital para e-commerces não é um assunto para o futuro, e sim para o presente.

Ou seja, quem ainda não se adaptou às novas demandas do mercado precisa acelerar o processo de mudanças do seu negócio, pois está perdendo boas oportunidades.

Sabemos que não é fácil se manter atualizado quando entramos no ambiente digital. Surgem novidades a todo o momento e nem sempre há tempo hábil para entender o que precisa ser alterado na operação no curto, médio e longo prazo.

O post de hoje foi pensado justamente para quem ainda tem dúvidas sobre transformação digital e, principalmente, como ela afeta o dia a dia das lojas virtuais.

Vamos explicar do que se trata e quais as soluções que podem — e devem — ser adotadas pelas empresas que atuam nessa área.

Vamos lá?

Entenda a transformação digital

É possível que você encontre definições diferentes para o conceito de transformação digital.

Mais do que as terminologias empregadas, é importante compreender que está havendo uma revolução no ambiente corporativo em função do desenvolvimento tecnológico.

Independentemente do porte ou do ramo de atuação da empresa, as organizações têm se deparado com as chamadas realidades disruptivas.

Diante disso, não há como abrir mão da inovação, uma vez que modelos e processos de trabalho empregados até então não funcionam mais.

Vamos pensar nas condições do comércio eletrônico.

O surgimento da internet foi crucial para o seu nascimento, mas a atividade tem sido impactada por outras tecnologias igualmente importantes, como mobile, Big Data e plataformas sociais.

Nesse contexto, podemos ser categóricos:

Transformação digital para e-commerces não diz respeito apenas à comunicação ou à gestão do negócio. Trata-se de um processo muito mais abrangente.

O uso da tecnologia assume um papel estratégico para o desenvolvimento da operação.

Falaremos sobre isso no próximo tópico! Confira o impacto da tecnologia no setor de e-commerce:

Modelo de negócios

Um dos desafios para os e-commerces é o investimento em soluções omnichannel.

O atendimento integrado se tornou realidade para os clientes.

Se tiver a opção, em algumas situações, ele quer comprar na internet e retirar na loja física. Pode iniciar a pesquisa no site, mas finalizar a compra no aplicativo.

Preparar-se para suprir esse tipo de exigência pode significar vantagem competitiva para o negócio, mas é bem provável que, em um futuro próximo, seja questão de sobrevivência da operação.

O raciocínio é simples:

Se a loja X atua dessa forma, por que vou comprar na marca Y, que restringe as minhas opções?

A mesma lógica vale para as possibilidades de customização de produtos e serviços.

Se há condições de personalizar as compras, por que o cliente vai abrir mão dessa alternativa?

Ele tem se familiarizado com os serviços on demand, e a tendência é que se torne mais exigente em relação à flexibilidade das empresas para atender às suas preferências.

As demandas nessa área começaram na comunicação, mas extrapolaram para outras frentes do negócio (produtos e serviços, atendimento, entrega etc.) e não há como ignorar que as mudanças nessa direção são irreversíveis.

Se temos um consumidor mais crítico, exigente e com participação mais ativa nas relações de consumo, é muito difícil que ele abra mão do benefício da customização.

Relacionamento com os clientes

Essa é uma das áreas mais impactadas pela transformação digital.

Primeiro, porque os avanços tecnológicos multiplicaram o número de canais de atendimento que podem ser usados pelo consumidor.

Segundo, os sistemas de gestão das informações do cliente têm evoluído bastante graças ao aumento na capacidade de processamento de dados dos computadores.

No dia a dia, isso significa que o e-commerce precisa se apropriar das novas ferramentas, usando-as a favor do desenvolvimento do negócio.

Nas plataformas digitais, temos como acompanhar todas as reações dos clientes e, a partir daí, melhorar a sua experiência com a marca.

Fique atento:

Trabalhar adequadamente estratégias de pós-vendas faz muita diferença nos resultados e hoje as operações de comércio eletrônico têm condições técnicas para fazer isso.

Basta ter programas de Customer Relationship Management (CRM) e, claro, inteligência estratégica para desenvolver abordagens personalizadas do cliente.

Marketing

Quando pensamos nas mudanças que estão ocorrendo no marketing, a tendência é nos determos nas plataformas digitais e no seu uso para as ações de divulgação das lojas virtuais.

A possibilidade de emprego dos novos canais é importante. Porém, a transformação mais radical se refere à opção que temos de abordar o cliente por meio do inbound marketing.

Em vez de ir atrás do consumidor, interrompendo sua experiência com uma mensagem, optamos por criar estratégias que possam atrair a sua atenção.

Atenção: não se tratam de modelos excludentes!

As empresas mais bem-sucedidas são aquelas que conseguem atuar de forma integrada, explorando as técnicas, ferramentas e canais dos 2 modelos.

E, no caso da comunicação, é impossível abrir mão das plataformas de automação de marketing.

Os avanços tecnológicos têm ajudado muito nessa frente, viabilizando o uso de estratégias segmentadas e feitas com base no uso da inteligência de marketing.

Operação

A automatização dos processos de gestão de e-commerce é um dos resultados diretos da transformação digital, e a tendência é que essa área continue progredindo muito.

Nos próximos anos, a expectativa é que as lojas virtuais possam usufruir, por exemplo, dos benefícios da aplicação da inteligência artificial (AI).

As primeiras aplicações já têm surgido (veja o caso dos chatbots). Porém, trata-se de um campo muito vasto, que vai muito além da robótica e do seu emprego para facilitar os processos operacionais da loja.

Parece ficção científica, mas a combinação dos estudos nessa área com Big Data deve significar uma nova revolução nas relações de consumo.

Devemos nos tornar cada vez mais dependentes dos algoritmos nas nossas tomadas de decisão como cliente.

Veja quais soluções podem ser adotadas

Como vimos, a tecnologia impacta praticamente todas as frentes do comércio eletrônico.

E, por isso, não dá para considerar a transformação digital para e-commerces como tendência: ela é uma realidade que pode deve ser aplicada agora.

Para sobreviver e obter sucesso nessa área, as lojas não podem ignorar as soluções que já estão disponíveis.

E não estamos nos referindo aos aparatos tecnológicos, e sim à orientação estratégica do negócio.

Separamos algumas dicas sobre o assunto:

Plataformas sociais

A importância das redes sociais não se limita à comunicação.

Para o dia a dia das lojas virtuais, elas representam a oportunidade de capturar informações, entender melhor o comportamento do cliente e, a partir daí, abordá-lo com base em dados concretos.

Quanto mais informações, mais preciso será o trabalho desenvolvido por marketing e vendas.

Mobile

Já falamos da importância das soluções omnichannel, pois elas são um desdobramento da mudança de comportamento do consumidor diante das possibilidades de mobilidade.

E essa tendência alavanca outras transformações igualmente importantes, exigindo mais atenção para:

  • o tempo de resposta ao consumidor (real time se torna uma realidade quando estamos conectados o tempo todo);
  • as soluções que adequadas aos dispositivos móveis, em todas as áreas do negócio.

Experiência do cliente

Se você tem um negócio online, é possível que já tenha alguma familiaridade com UX Design.

A necessidade de melhorar a experiência do cliente tem exigido atenção com essa área, uma vez que não basta cuidar do design da loja.

É importante facilitar a navegação, a compra e, principalmente, atentar-se para todos os aspectos que impactam a taxa de conversão da loja.

Inovação

Ainda há quem veja a área de inovação como algo fora da linha de atuação das pequenas e médias empresas.

Isso é um engano, até porque uma das formas de se destacar sem grandes investimentos é justamente descobrindo novos nichos de mercado e oportunidades inexploradas.

A ideia aqui não é pensar apenas em produtos e serviços, mas em iniciativas que ajudem a empresa a aprimorar o gerenciamento do negócio, pensando basicamente em como melhorar a experiência do cliente.

Uma contribuição importante, nesses casos, pode vir dos próprios feedbacks dos consumidores.

Essa é uma atividade deve receber mais atenção das empresas, uma vez que muitas ainda não veem essas informações como insumos para promover melhorias na operação.

Como você viu neste post, transformação digital para e-commerces não exige necessariamente aporte de investimentos.

Uma questão importante para ter sucesso é pensar que os processos de melhoria devem ser contínuos, e não iniciativas isoladas.

E, nesse contexto, não se pode perder de vista os processos que podem atrapalhar os resultados da loja, como:

  • qualidade de produtos e serviços;
  • exposição dos itens;
  • navegabilidade do site;
  • segurança;
  • divulgação da loja;
  • atendimento;
  • estratégias de pós-venda.

A orientação em busca de novos processos nessas áreas, baseados na tecnologia, devem permear toda a empresa e fazer parte da cultura organizacional.

O questionamento sobre o que pode agregar valor ao negócio depende da capacidade da empresa em lidar com esse novo ambiente, entender como pode se preparar para obter vantagem competitiva da transformação digital para e-commerces.

Gostou deste post sobre o impacto das novas tecnologias no comércio eletrônico?

Para obter mais informações práticas sobre como estruturar um negócio online de sucesso, não deixe de baixar o nosso guia sobre e-commerce!

Download ebook de e-commerce

Tipos de e-commerce: saiba quais são e entenda como funcionam

Quando os sites de comércio eletrônico começaram a se popularizar, a partir da segunda metade da década de 1990, seria difícil imaginar que teríamos tantos tipos de e-commerce como temos atualmente.

Atualmente, eles vão desde lojas virtuais que vendem especificamente para empresas, grandes varejistas que comercializam produtos diretamente para o cliente final, plataformas que conectam os consumidores e muito mais.

Para que você entenda as características que diferenciam os diversos modelos de e-commerce, preparamos este post para explicar cada um deles e mostrar como funcionam. Acompanhe!

Como categorizar os e-commerces?

Se fôssemos classificar os e-commerces com base nos bens negociados, poderíamos dividi-los de acordo com a venda de produtos (físicos e digitais) e serviços (presenciais ou a distância). Porém, essa distinção não reflete todas as particularidades desses negócios.

Por isso, faz mais sentido usarmos categorias de comércio eletrônico segundo o perfil dos envolvidos na compra e venda e também conforme o tipo de canal digital de venda.

Quais são os tipos de e-commerce segundo o perfil dos participantes?

Podemos dividir os e-commerces em inúmeros tipos, mas, primeiramente, vamos explicar as particularidades de seis gêneros que consideram se os participantes são pessoas físicas, jurídicas ou o governo.

1. Business-to-business (B2B)

Lojas de comércio eletrônico B2B são aquelas em que ambos os participantes nas transações são empresas (pessoas jurídicas). Geralmente, elas trabalham com ordens com um grande volume de itens e podem, inclusive, exigir uma quantidade mínima de produtos ou um valor mínimo por pedido.

Como os clientes são organizações ou empreendedores individuais, há uma exigência muito maior em relação ao prazo de entrega e o valor do frete. Por isso, esse tipo de e-commerce deve ter uma boa capacidade de estoque, um setor logístico mais ágil e uma taxa de entrega com valor mais competitivo — tudo isso quando os comparamos a uma loja virtual B2C.

Alguns exemplos de comércio eletrônico B2B são sites que vendem equipamentos de informática e materiais de escritório, que podem atuar também como B2C.

2. Business-to-customer (B2C)

Quando falamos em e-commerce, o mais comum é que pensemos em lojas B2C, em que as vendas ocorrem das empresas (pessoa jurídica) para os consumidores (pessoa física).

São sites em que existe um cuidado especial em relação ao conteúdo informativo e às imagens do produto, porque é quando o cliente entende melhor os benefícios e utilidades de um artigo — e não apenas suas especificações — que ele fica mais propenso a tomar uma decisão de compra.

Devido ao mercado extremamente concorrido desse tipo de negócio, dependendo do nicho em que ele atua, a margem de lucro pode ser baixa, especialmente quando avaliamos os custos com a logística das operações e a necessidade de manter preços competitivos.

Ainda que não haja a necessidade de ter uma loja física para que o negócio funcione, há muitas redes de varejo que oferecem o e-commerce como um canal adicional para a compra.

Elas dão a opção para o cliente escolher se prefere fazer uma visita ao estabelecimento ou se deseja fazer um pedido diretamente do seu computador, sem a necessidade de se deslocar para comprar.

A B2W (Americanas.com, Submarino, Shoptime e Sou Barato), por exemplo, atua nessa modalidade e, segundo um estudo da Sociedade Brasileira de Varejo e Consumo (SBVC), é o maior e-commerce do Brasil.

3. Customer-to-customer (C2C)

No caso de um e-commerce C2C, existe a possibilidade de os consumidores venderem para outros consumidores. Normalmente, isso envolve uma plataforma que permite a divulgação dos produtos e faz a mediação das transações em troca de uma taxa cobrada dos vendedores.

Trata-se de um espaço também conhecido como marketplace, em que as pessoas podem vender uma infinidade de tipos distintos de produtos, sendo que os mais característicos são artigos usados e criações próprias, como roupas, artesanato, doces e muito mais.

O Mercado Livre e o eBay são exemplos de e-commerce C2C.

4. Customer-to-business (C2B)

Pode soar estranho em um primeiro momento, mas também existem e-commerces que proporcionam a troca de bens de pessoa física para pessoa jurídica. Costumam ser negócios com modelos inovadores, que rompem com as formas tradicionais de comprar e vender produtos ou serviços.

Seria o caso de um consumidor que publica em uma plataforma específica os seus requisitos e condições desejáveis para uma viagem de férias.

Nessa suposição, agências de turismo poderiam encontrar essa requisição e fazer ofertas para o interessado, que espera receber diversas propostas e escolher a mais interessante.

Outro exemplo de e-commerce C2B, mas que já está bastante difundido, são os bancos de imagens como o iStock e o Shutterstock. Nesses sites, os fotógrafos podem enviar fotos ou vídeos, que ficam disponíveis para que as empresas comprem para usarem nos seus próprios sites ou materiais de divulgação.

5. Business-to-government (B2G)

Devido a diversas leis e regras que regem uma negociação entre uma empresa e o governo, podemos considerar o comércio eletrônico que envolve transações desse tipo como do gênero B2G, também conhecido como Business-to-administration (B2A).

No Brasil, por exemplo, para que uma empresa forneça algum tipo de produto ou serviço para o governo, é obrigatório que ela esteja com todos os impostos pagos, assim como os tributos trabalhistas. Além disso, organizações que trabalham nessas circunstâncias precisam estar atentas a editais e ter um bom entendimento sobre as etapas de uma licitação pública.

6. Citizen-to-government (C2G)

Negociações entre os cidadãos e a administração pública também são possíveis, mas dependem mais de medidas de governo eletrônico (e-gov) que permitam que pessoas físicas proponham soluções que contribuam para melhorar a eficiência das ações do Estado.

Quais são os tipos de e-commerce segundo o canal de vendas?

Agora, vamos saber mais sobre os canais de comércio eletrônico que funcionam também nas redes sociais, em dispositivos móveis e na televisão. Confira!

1. Social commerce (S-commerce)

Algumas redes sociais já permitem criar uma loja virtual que fica acessível diretamente do perfil comercial da marca, uma modalidade conhecida como s-commerce. Nela, o responsável pode inserir links nos produtos que levam o usuário diretamente para o e-commerce da marca para efetuar a compra.

O Facebook, por exemplo, já permite listar produtos nas páginas comerciais acompanhados de seus respectivos valores, além de disponibilizar o botão “Comprar agora” na capa da página, que pode ser configurado para redirecionar o usuário para um site específico ou um aplicativo.

Outras redes com funcionalidades semelhantes são o Pinterest, que tem a opção de criar galerias com produtos e os seus preços, e o Instagram, que também oferece a possibilidade de incluir um botão “Comprar agora”, sendo que só é possível aplicá-lo em anúncios.

2. Mobile commerce (M-commerce)

Segundo o relatório WebShoppers sobre o mercado de e-commerce — promovido pela Ebit — em 2016, 21,5% das compras virtuais no Brasil foram realizadas de smartphones ou tablets. Isso dá uma ideia do crescimento das transações de mobile commerce (m-commerce), que no ano anterior representaram 12% das transações online no país.

Devido à popularização dos dispositivos móveis, soluções de e-commerce para esses aparelhos se tornaram mais frequentes.

Além de investirem no desenvolvimento de aplicativos próprios, as lojas virtuais passaram e dar mais atenção à adaptação de seus sites para os gadgets, principalmente em termos de design responsivo — um conjunto de técnicas que permite que as páginas web adequem a disposição dos seus elementos de acordo com o tamanho da tela do usuário.

Aliás, os aplicativos têm a vantagem de possibilitar o envio de notificações para os consumidores, alcançando-os diretamente em seus celulares com avisos de lançamentos, ofertas e promoções.

3. TV commerce (t-commerce)

O t-commerce é aquele que une as funcionalidades da smart TV e do sinal digital das emissoras de televisão ao comércio eletrônico. Enquanto o espectador assiste a um filme, série, programa ou propaganda, os recursos interativos da TV podem oferecer informações e opções para a compra do produto ou serviço que aparece na tela.

Apesar de ainda ser um meio pouco explorado no Brasil, principalmente devido a limitações técnicas, é uma alternativa com inúmeras possibilidades e benefícios, tanto para o consumidor quanto para as redes de TV.

Enquanto o espectador pode adquirir aquilo que despertou o seu interesse sem precisar usar uma segunda tela (computador, celular, tablet etc.) para isso, as emissoras podem encontrar novas oportunidades de receita que não dependam apenas de publicidade.

Conclusão

Se você achava que o assunto e-commerce se limitava apenas a compras online e lojas virtuais, descobriu que há muito mais detalhes sobre esse tópico e uma série de tipos distintos, com suas curiosidades e particularidades.

Todas essas variantes podem ajudá-lo a entender melhor os modelos de negócios de empresas que fizeram e fazem sucesso com o comércio pela internet, fornecendo insights para que você crie ou aprimore o e-commerce da sua própria organização e intensifique as suas vendas.

Gostou de saber mais sobre os mais variados tipos de e-commerce e como eles funcionam? Deseja se aprofundar mais no tema e aprender as etapas que vão desde o planejamento da sua loja online até a conquista de compradores assíduos?

Então não deixe de baixar gratuitamente o nosso e-book E-commerce: da criação à fidelização de clientes.

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Layout para blog

Como escolher o melhor layout para blog? Veja aqui!

O marketing digital é uma alternativa econômica e eficiente para quem deseja divulgar a sua marca a um custo relativamente baixo.

Dentre as possibilidades que oferece, a produção de conteúdo é uma das estratégias com os melhores resultados. Porém, ela exige a criação de um canal de comunicação.

Qual layout para blog escolher na hora de colocá-la em prática? Essa pode ser uma tarefa bastante difícil, ainda mais se for a 1ª vez em que cria um blog.

Na internet, é possível encontrar diversos templates diferentes e que podem chamar a sua atenção, mas não é apenas pela beleza que se deve escolher um modelo.

A aparência é fundamental para garantir a boa experiência de quem lê os seus conteúdos. Afinal, esse pode ser o 1º contato de um possível cliente com a sua empresa.

Então, esse “cartão de visitas” precisa passar profissionalismo, chamar a atenção e, ainda, garantir que as pessoas sintam vontade de continuar acessando o seu blog em busca de informações e conteúdos. Uma tarefa nada fácil, certo?

Para você não ficar preocupado com isso, listamos algumas dicas que vão te ajudar a escolher o melhor layout para blog. Acompanhe:

Aposte na aparência profissional

Um blog, dependendo da intenção de quem o cria, pode ser pessoal ou profissional. Essa escolha vai orientar toda a construção do canal de comunicação.

Um blog pessoal pode contar com cores brilhantes, excesso de informações e outros aspectos que podem parecer exagerados. Isso vai de acordo com gostos pessoais.

Um blog profissional, por sua vez, deve ser pensado para agradar diferentes pessoas. Apostar em temas neutros, com cores menos chamativas ou que contem com alguns elementos que remetam às cores da sua marca, é uma opção acertada.

Além disso, tome cuidado com a quantidade de informações que vai disponibilizar com o layout, pois isso pode prejudicar a experiência do usuário.

Escolha um tema legível

Quem escolheria um layout que não favorece a leitura? É possível encontrar diversos blogs que não são legíveis devido às más escolhas dos seus criadores.

O resultado disso é uma página na qual o conteúdo é inacessível para os usuários — os quais, muito provavelmente, não voltarão a visitar o endereço.

Para evitar isso, é aconselhável utilizar no máximo 2 fontes diferentes e que tornem a leitura mais fácil, como Arial ou Helvetica.

Além disso, faça opção por configurações que tenham bom espaçamento entre linhas para não gerar confusão em que lê e layouts com espaços em branco, que oferecem um descanso para os olhos.

Escolha o design responsivo

Tablet, smartphone, computador pessoal… São muitas as opções de aparelhos que se conectam à internet e permitem que as pessoas acessem blogs.

Porém, nem todos os temas são adaptados para os diferentes tamanhos de tela que esses aparelhos possuem.

Dessa forma, uma pessoa pode conseguir uma excelente leitura do seu blog na tela do computador, mas, quando acessa pelo seu tablet ou pelo seu smartphone, encontra uma página desconfigurada.

Isso dificulta o entendimento e afasta um possível cliente do seu canal de comunicação — um processo que, cá entre nós, não pode acontecer nunca.

Por isso, é essencial escolher um tema com design responsivo. Esse termo quer dizer que ele tem a capacidade de se adaptar a qualquer dispositivo por meio do qual está sendo acessado.

Assim você consegue oferecer sempre uma boa experiência para os seus leitores e tem mais chances de conquistar novos clientes.

Redesign de Sites

Opte por um layout compatível com o WordPress

Existem diversas formas de criar e de hospedar um blog, mas é sempre interessante escolher uma opção que seja compatível com as atualizações do WordPress, que é o principal mecanismo para se montar e atualizar blogs.

Com diversas opções gratuitas, essa ferramenta é fácil de usar e conta com bons desenvolvedores.

É comum que algumas pessoas encontrem bons temas para o seu blog, mas descobrem mais tarde que eles não são compatíveis com as atualizações mais recentes do WordPress.

Evite isso a todo custo. Além de perder as novas mudanças, o layout fica defasado e corre o risco de não oferecer um bom serviço para os seus leitores.

Escolha um tema compatível com diversos navegadores

Existem diversos navegadores disponíveis na internet:

  • Google Chrome;
  • Internet Explorer;
  • Microsoft Edge
  • Mozilla Firefox;
  • Opera;
  • Safari;
  • entre outros.

E, acredite, há pessoas usando todos eles!

O tema escolhido pode parecer bem bonito no seu navegador, mas não é garantido de aparece de maneira tão simpática nos outros programas.

No WordPress, a maioria dos desenvolvedores testam os seus temas como ferramentas que avaliam a compatibilidade com os diversos navegadores.

Então, na hora de definir um layout, observe se existe alguma informação sobre compatibilidade e, se não houver, procure ferramentas que te ajudem a testá-la.

Busque personalizá-lo

Os modelos pré-prontos são boas alternativas para as pessoas que não sabem programar nem desenvolver os seus próprios temas.

Mas alguns deles não permitem muitas mudanças, o que impede a sua adaptação de acordo com os seus objetivos e com as melhores alternativas para o tipo de conteúdo que você vai publicar.

Dê preferência a opções que sejam mais básicas. Elas permitem que você edite as cores, escolha as fontes, acrescente a sua marca, defina as caixas de opções que aparecem nas barras laterais, entre outras possibilidades.

Com isso, você deixa a sua página com a cara da sua empresa e de acordo com as suas preferências.

guia definitivo do blog corporativo

Tenha opções de suporte

Problemas podem acontecer a qualquer momento e, para você que não é desenvolvedor, pode ser bastante difícil encontrar uma solução.

Um suporte técnico ajuda bastante na hora de lidar com esses imprevistos e diminui as chances de você ter que gastar dinheiro para encontrar uma resolução.

O WordPress possui vários benefícios, mas muitos de seus temas não contam com opção de suporte.

Dessa forma, é importante buscar pelos layouts que tenham boa documentação e que ofereçam um mecanismo de suporte com atendimento via e-mail. Essa pode ser uma excelente forma de evitar dores de cabeça.

Gostou deste post sobre como escolher o melhor layout para blog? Então siga com a visita em nosso blog e aprenda a criar imagens incríveis para o seu blog!

Marketing de Conteúdo no e-commerce

Utilize o Marketing de Conteúdo no seu e-commerce e faça com que os consumidores encontrem sua loja primeiro!

Que o Marketing de Conteúdo é uma estratégia que pode trazer bons resultados para uma empresa, você provavelmente já sabe.

Apesar de ser uma ótima opção para diversos segmentos de negócio, quando falamos de e-commerce, o conteúdo mostra-se ainda mais importante no momento de conquistar o consumidor.

Quer saber porquê?

Nesse artigo, você vai conferir a importância do Marketing de Conteúdo para e-commerce e como utilizá-lo em seu negócio. Acompanhe!

O consumidor online e o comportamento de pesquisa

Quem nunca fez uma pesquisa no Google antes de efetuar uma compra, seja online ou off-line? Esse é um hábito que o avanço tecnológico trouxe para os consumidores e que influencia muito no momento de decidir uma compra.

De acordo com uma pesquisa realizada pelo Sebrae em parceria com o E-commerce Brasil, em 2016, 68% das vendas realizadas em lojas virtuais foram originadas em buscas orgânicas.

O que isso significa? Que esses sites conseguiram converter vendas simplesmente aparecendo bem posicionados em pesquisas no Google, sem a necessidade de links patrocinados.

É aí que começamos a perceber a importância do Marketing de Conteúdo para e-commerce!

Antes de começar a detalhar quais são as estratégias que você pode utilizar e a importância de cada uma, devemos relembrar algo óbvio, mas muito importante quando falamos de e-commerce: o consumidor que compra online precisa confiar na loja virtual.

Seu futuro cliente não poderá pegar a mercadoria, sentir o peso, textura, ligar e desligar, entre outros testes que podem ser realizados em lojas físicas.

A compra será feita apenas baseada no conteúdo disponibilizado no seu site — e isso envolve texto, imagens, vídeos, entre outros formatos (falaremos mais ao longo do artigo).

Portanto, o papel do conteúdo no e-commerce vai muito além de divulgar um produto ou educar o consumidor — ele precisa trazer segurança.

Conheça a persona

Você já tem seu público alvo e já sabe para quem vender, certo?

Mas o lojista pode aprofundar um pouco mais o olhar para seu cliente, por meio da criação de personas.

Você pode acessar nosso guia definitivo de personas para entender cada detalhe sobre o assunto, mas resumindo, trata-se do seu cliente ideal, com uma definição específica de carreira, hábitos e necessidades.

A definição desse perfil pode te ajudar em diversos aspectos, por exemplo: na estratégia de Marketing de Conteúdo, na escolha do estoque, no design da loja virtual, entre outros.

Quanto mais de nicho for o seu negócio, mais a persona poderá te ajudar a conquistar bons resultados.

Dito isso, vamos às principais estratégias de Marketing de Conteúdo que podem ajudar o seu e-commerce, confira!

Descrição dos produtos

Quando falamos de e-commerce, precisamos dar uma atenção especial à descrição do produto e é por isso que essa será a primeira estratégia a ser abordada.

Geralmente, ao fazer uma pesquisa de preço, os consumidores costumam ser bem objetivos, digitando apenas o nome do produto e a marca, não é mesmo?

Faça um teste: digite no Google “tênis de corrida” e observe os primeiros resultados orgânicos que aparecem. Abra esses links e clique em qualquer modelo de tênis.

Observe como as descrições são detalhadas, especificando até mesmo o tipo de amarração e o peso.

O que essas lojas virtuais fizeram é colocar em prática o bom e velho SEO, investindo nas palavras-chave (nomes do produtos e marcas), tanto na descrição como nas imagens.

Blogs

Quando falamos de Marketing de Conteúdo no geral, a criação de um blog é uma das principais estratégias para alcançar bons resultados.

De acordo com a Content Trends 2017, pesquisa realizada pela Rock Content, 43,2% dos e-commerces utilizam os blogs como estratégia de venda.

Assim como a descrição dos produtos, esse conteúdo pode ajudar os robôs do Google a considerarem o seu conteúdo relevante e posicionar melhor sua loja virtual, trazendo mais acessos.

Além disso, você pode utilizar o blog para trazer mais credibilidade ao seu negócio, aumentando a segurança do cliente ao comprar online.

Por exemplo: se a sua loja virtual é do segmento de moda, você pode pedir para os clientes mandarem fotos utilizando as peças e darem dicas de looks.

Essa é uma ótima maneira de estreitar o relacionamento e ao mesmo tempo divulgar o produto. Lembre-se da sua persona, das suas necessidades e produza um conteúdo que vá ao encontro do que o seu cliente ideal busca.

Reviews

A opinião de terceiros pode influenciar muito a decisão de compra do consumidor.

Claro que qualidade, marca e preço dos produtos são fatores importantes, mas nem sempre são relevantes no momento da escolha.

Se você pesquisar um produto no Google, vai acabar encontrando diversos produtos com valores e marcas variados, o que por si só pode não ser suficiente para decidir qual você deve comprar.

Mas se você acessar as lojas virtuais e ler mais comentários positivos em determinado e-commerce, isso pode ajudar a decidir a compra, não é mesmo?

Apesar de não ser um conteúdo produzido por você, é o lojista que determina de que forma os comentários são disponibilizados no site. Você pode criar uma página específica para os reviews ou contratar uma plataforma de comentários.

Sabemos que nem sempre os reviews serão positivos, e essa é uma preocupação compreensível dos lojistas em relação à essa estratégia.

Mesmo assim, é importante que você não “censure” as avaliações negativas, já que esses clientes podem se sentir ofendidos e reclamar em outros locais — nas redes sociais, por exemplo — o que pode afetar a reputação do seu e-commerce.

Ao receber críticas, enxergue como uma oportunidade de solucionar o problema e melhorar seus serviços. Os consumidores sabem que toda loja pode cometer erros — a disponibilidade em resolvê-los será o seu diferencial.

Imagens

Quando o consumidor está realizando suas pesquisas no Google, além de informações, ele também busca boas imagens.

Junto com a descrição, as fotos são como os vendedores da sua loja virtual, pois é por meio desse conteúdo que o consumidor terá contato com o produto.

Por isso, é muito importante que as fotos também apareçam em destaque nas buscas. Para chegar a esse resultado, você também pode utilizar algumas técnicas de SEO. Confira as principais:

Além disso, claro, é necessário produzir imagens de boa qualidade, em que o consumidor possa verificar todos os ângulos do produto como se o visse pessoalmente.

Vídeos

De acordo com uma pesquisa divulgada pela Cisco, até 2020 os vídeos serão responsáveis por 85% do tráfego de internet no Brasil. Esse dado mostra como esse formato de conteúdo vem crescendo cada vez mais.

Por exigir um esforço cognitivo menor, é comum que as pessoas prefiram assistir vídeos para se informar sobre qualquer assunto, inclusive no momento de decidir uma compra.

Você pode produzir vídeos detalhando o funcionamento dos produtos, suas principais características e dar dicas de uso. Uma estratégia muito interessante é gravar vídeos que aproximem a sua empresa dos clientes. Veja alguns exemplos simples:

  • Dar a sua opinião ou dos colaboradores do e-commerce sobre os melhores produtos (afinal, vocês são especialistas no assunto).
  • Utilizar a estratégia de storytelling nos vídeos, ou seja, contar a história de algum consumidor que comprou na loja virtual e que cause identificação na sua persona.
  • Fazer Imagens dos “bastidores” (novidades do estoque, escritório, reuniões com parceiros).

Esse tipo de conteúdo tem o poder de engajar o consumidor de maneira rápida, atraindo vendas e fazendo com que ele se torne um defensor da sua marca.

FAQ

Investir em estoque, design e divulgação do produto, mas não oferecer respostas para as dúvidas dos clientes no site é o mesmo que abrir uma loja física e não ter vendedores para atender.

FAQ é a abreviação de Frequently Asked Questions, traduzindo, perguntas mais frequentes. É por meio desse conteúdo que você pode trazer segurança ao cliente, esclarecer suas principais dúvidas e até mesmo otimizar o tempo do seu SAC.

Muitas dúvidas que as lojas virtuais recebem por meio de email, redes sociais ou outros canais de contato podem ser respondidas em uma FAQ.

Aqui, o importante é produzir um conteúdo simples, objetivo e com uma linguagem leve (ou de acordo com a necessidade da sua persona).

Torne a leitura simples e informativa, para que possa chamar a atenção do consumidor. Sempre que possível, utilize vídeos, imagens ou infográficos para detalhar informações como prazo de entrega, acompanhamento do pedido e procedimento de troca.

Vender na internet é um grande desafio para um lojista, que precisa vencer a concorrência online e offline e conquistar a confiança do cliente.

Para ter uma boa conversão, o Marketing de Conteúdo para e-commerce torna-se mais do que uma opção, é algo que pode ser decisivo para o sucesso do seu negócio.

Nesse artigo, você conferiu quais são as melhores estratégias e como colocar em prática cada uma delas.

Agora que você já sabe como utilizar o Marketing de Conteúdo, confira quais são os 10 principais erros que pode estar cometendo no seu e-commerce para melhorar sua estratégia.

Links patrocinados

O que são links patrocinados? Saiba como eles podem ser úteis para sua estratégia!

O marketing digital é um conceito muito amplo, com inúmeras estratégias e combinações de táticas eficientes, usadas sempre com o mesmo objetivo: a conversão.

Conquistar clientes pela web envolve quase sempre percorrer o mesmo caminho: atrair tráfego, gerar leads, nutri-los e, por fim, fechar a venda.

A forma mais destacada hoje em dia é o chamado tráfego orgânico, ou seja, quando as pessoas chegam ao seu site de forma espontânea, sem o uso de anúncios.

Mas, os links patrocinados também são uma ótima opção para atrair o público, e não devem ser descartados.

Vale a pena aprender como usá-los da melhor forma para conseguir excelentes resultados, e é isso que vamos te mostrar agora!

Neste post você vai descobrir:

  • O que são links patrocinados?
  • Por que usar links patrocinados na sua estratégia digital?
  • O que você deve considerar antes de usar links patrocinados
  • 5 benefícios dos links patrocinados para a sua estratégia
  • Como usar links patrocinados: 4 passos rumo ao sucesso

O que são links patrocinados?

De forma simples, podemos dizer que os links patrocinados são anúncios em forma de texto simples. A forma mais conhecida em que eles se encontram é nos mecanismos de busca.

No topo dos resultados, aparecem alguns sites em destaque com a identificação que se tratam de anúncios. Esses são links patrocinados.

Nos últimos anos surgiram também os anúncios nas redes sociais, que vêm ganhando cada vez mais força. Entre os vários formatos disponíveis, estão os links patrocinados.

Eles normalmente são separados em:

  • CPC (custo por clique): a cada clique no link, o anunciante paga;
  • CPM (custo por mil impressões): quando o anúncio atinge mil visualizações, ou impressões, o anunciante paga;
  • CPA (custo por ação): só é cobrado quando o usuário realiza alguma ação no site do anunciante;
  • CPV (custo por visualização): para cada pessoa que ver o anúncio, é pago um valor.

Os valores pagos dependem do modelo e da palavra-chave escolhidos pelo anunciante, cada um contando com suas vantagens e características.

Por que usar links patrocinados na sua estratégia digital?

Por um lado, há quem concentre praticamente todo o orçamento de marketing em anúncios, incluindo os links patrocinados.

Por outro, alguns abominam completamente essa estratégia, julgando que ela faz parte dos métodos antigos e ineficientes do marketing e que é hora de dar atenção apenas a táticas orgânicas.

No fim das contas, quem está certo? É claro que cada um deve decidir como cuidar do próprio negócio e quais são os princípios que deve seguir.

Mas o melhor caminho mesmo é encontrar o equilíbrio entre as táticas de marketing orgânicas e as pagas.

Nesse caso, há bons motivos para investir em links patrocinados! Essa estratégia possui vários benefícios. Ela é:

Fácil de escalar

Você pode iniciar uma campanha com poucos recursos e aumentar o investimento conforme obtiver retorno para a sua empresa.

Essa é uma boa alternativa para quem está começando e não quer arriscar demais caso as coisas não ocorram como esperado.

Se o seu medo era esse, talvez seja uma boa hora para se preparar e considerar o uso links patrocinados.

Simples de mensurar

Hoje em dia não há espaço para realizar qualquer ação de marketing que seja sem ter condições de medir propriamente os resultados e fazer ajustes.

Sabendo disso, as plataformas de anúncios contam com ferramentas muito poderosas de análise de métricas e fornecem relatórios com todas as informações que você precisa.

Usando esses dados, você poderá reavaliar a forma como está trabalhando nas campanhas e garantir que o investimento não seja perdido.

Rápido para otimizar

Encontrou problemas enquanto analisava os relatórios de progresso das suas campanhas? Sem problemas, as plataformas oferecem formas rápidas e práticas de mudar qualquer elemento de uma campanha.

Dessa forma, você não fica preso a uma decisão inicial errada, e tem poder real sobre o dinheiro que está sendo gasto.

Essa agilidade é importante também na hora de otimizar a campanha caso ela esteja indo bem e você decida ampliar seu alcance.

Feito pensando na segmentação

Um problema associado aos anúncios tem muito a ver com a ideia tradicional que temos em relação ao Outbound Marketing.

É comum ver panfletos sendo jogados para qualquer um que aceite ou comerciais de TV que vendem para “qualquer um”.

Com os links patrocinados essa técnica de “atirar para todo lado” não é usada. Pelo contrário, eles têm evoluído com o passar dos anos, levando em conta a segmentação de público.

Isso significa oferecer produtos e serviços apenas para quem mostrou real interesse de compra neles. Assim, você é quem escolhe quem vai ver o seu anúncio.

O que você deve considerar antes de usar links patrocinados

Certo, você se convenceu de que vale a pena usar links patrocinados como parte do seu plano de marketing. E agora?

Não basta sair por aí comprando anúncios e criando campanhas sem um bom preparo inicial.

Enumeramos alguns elementos importantes para considerar e que farão toda a diferença no resultado final do investimento.

Custos envolvidos

Já falamos que é possível gastar o quanto você bem entender e que não é necessário dispor de um orçamento muito grande.

Mas isso não elimina a necessidade de considerar os custos.

Primeiramente, é preciso lembrar que quanto menor o valor aplicado, mais vai demorar para ver resultados substanciais. É sua tarefa encontrar o valor ideal que trará o balanço nesse sentido.

Além disso, você deve considerar quem vai cuidar das campanhas: um profissional interno ou um especialista terceirizado.

Tempo de retorno

O tempo de retorno rápido é um dos pontos altos dos links patrocinados, mas dependerá também dos seus objetivos. Como assim?

Se tiver uma meta muito ambiciosa, você terá duas opções: a primeira é reinvestir aos poucos e demorar mais tempo para alcançá-la.

A segunda é aplicar uma quantia considerável logo no início e iniciar uma campanha maciça para gerar bastante tráfego em pouco tempo.

Erros comuns

Fique atento aos erros comuns que muitos cometem ao trabalhar com links patrocinados.

Marketing digital não é mágica, exige planejamento e execução precisos para dar resultados.

Infelizmente, muitos empreendedores ainda insistem em realizar estratégias pela metade e culpar os métodos depois.

É fundamental ser cuidadoso em cada etapa do processo, desde a escolha de palavras-chave até os canais escolhidos para anunciar.

Variedade de canais

Muita gente pensa que links patrocinados se resumem ao Google.

Se formos pensar só em mecanismos de busca, ainda tem o Bing, segundo mais utilizado no mundo..

Mas, além deles, as redes sociais oferecem hoje uma variedade imensa de anúncios, que incluem links patrocinados em forma de postagens.

Explorar as diferentes opções e considerar quais delas fazem sentido para a sua marca vai te ajudar a não ficar preso em apenas um canal.

Conteúdo especializado

Como é importante entender o que leva a criação de campanhas eficazes e anúncios que convertem, nada melhor do que buscar material e ferramentas que ajudem nisso, não acha?

Aqui mesmo no blog nós já produzimos diversos materiais de apoio, como esses guias básicos para a criação de anúncios em vários tipos de sites:

Além disso, temos também alguns materiais mais avançados e artigos próprios para quem deseja se aprofundar um pouco no assunto, como esses:

5 benefícios dos links patrocinados para a sua estratégia

Quem investe quer saber também a respeito do retorno que vai receber.

Então, nada mais justo que apontarmos aqui os benefícios dos links patrocinados para uma estratégia de marketing.

Separamos 5 deles, que mostram de uma vez por todas que não se trata de uma ação vazia ou superficial, e sim um modo eficaz de obter lucro, desde que seja conduzida da maneira certa.

De modo geral, essa forma de marketing:

Tem retorno rápido

Gerar tráfego orgânico é uma ótima opção, mas leva muito mais tempo do que estabelecer uma estratégia com links patrocinados.

É verdade que esse retorno mais rápido também dura menos, mas pode ser realizado até que as estratégias orgânicas comecem a fazer efeito.

Com essa união das duas abordagens, você tem retorno desde o início.

Aumenta as conversões

Anúncios bem-feitos atraem pessoas que realmente possuem intenção de compra e conseguem convencê-las a agir diante da oferta apresentada.

Em outras palavras, se você for eficaz na criação dos seus anúncios, terá um bom índice de conversão e, consequentemente, retorno positivo sobre o valor que gastou.

Amplifica outras estratégias

Links patrocinados ajudam também a amplificar as suas outras estratégias, como Marketing de Conteúdo, SEO e presença nas redes sociais. De que forma?

Todas essas estratégias são orgânicas.Os links patrocinados vão ajudar a acelerar seus resultados naturalmente, por colocar os usuários em contato com a sua marca mais rapidamente.

Diminui os custos de marketing

A conta é simples. Aumento nas conversões, aceleração de estratégias orgânicas e retorno rápido são fatores que certamente irão contribuir com a diminuição dos custos de aquisição.

É por isso que batemos tanto na tecla de que marketing não deve ser considerado uma despesa. Quando bem-feito, ele ajuda até mesmo a diminuir custos.

Fortalece a marca

O contato direto com o público ajuda a manter a sua marca constantemente na mente das pessoas que você deseja conquistar.

Ao verem que a sua empresa tem um plano sólido de divulgação, essas pessoas se sentirão mais inclinadas a ouvir qual é a sua mensagem e respeitar mais a marca, antes mesmo de entrar em contato com ela.

Como usar links patrocinados: 4 passos rumo ao sucesso

Já explicamos quase tudo que você precisa saber sobre links patrocinados, mas não podíamos deixar você ir sem antes mostrar o passo a passo rumo ao sucesso com eles.

São 4 passos importantes e que se forem seguidos de maneira eficaz vão compensar seu investimento em mídias pagas:

1. Escolha os canais que vai usar

Com tantos canais à disposição, o primeiro passo é escolher quais deles você vai usar. Entre as principais alternativas estão, atualmente:

Como escolher entre tantas opções?

Considere quais são os canais nos quais a sua persona está, ou seja, aqueles canais que ela acessa com maior frequência. Essa é a regra de ouro!

2. Selecione as palavras-chave

As palavras-chave têm papel indispensável no sucesso ou fracasso de um anúncio.

O que você precisa saber é que as palavras com maior volume de buscas possuem um valor mais alto por clique.

Além disso, palavras muito disputadas são, naturalmente, mais difíceis de vencer no leilão que ocorre nesse tipo de anúncio.

Sua missão é selecionar palavras-chave relevantes, mas que não sejam caras demais e acabem dando prejuízo.

3. Monte uma escala de divulgação para cada canal

Depois de definir os canais que vai usar e as melhores palavras-chave, é preciso montar uma escala de divulgação para cada um desses canais.

Essa escala precisa conter os horários e segmentação escolhidos para os respectivos canais.

Talvez você decida que é melhor variar um pouco as características das campanhas dependendo do canal, e essa escala ajuda a manter tudo bem organizado.

4. Mensure os resultados

Por fim, não poderíamos encerrar de outra forma senão dizendo para que você mensure bem os resultados.

A mensuração é o que te permitirá saber o que pode ser mantido e o que precisa de ajustes.  Faça tanto a análise geral quanto separando os canais individualmente.

Assim, você poderá ver em quais deles compensa investir mais, se algum deve ser deixado de lado, se há problemas com uma campanha específica, entre outros indicadores que merecem atenção.

Se fizer isso, sempre terá anúncios atraentes, que captam o interesse dos usuários e os levam à ação.

Investir em links patrocinados não pode ser a sua única estratégia, mas inclui-lo em um planejamento maior, que envolve bom conteúdo, SEO e landing pages bem feitas, com certeza, vai acelerar e otimizar os seus resultados.

Todo anúncio leva a uma página que busca converter os visitantes, certo? Então veja agora o nosso guia para criar landing pages que convertem!

Criar site de vendas gratuito

Conheça 6 formas de criar um site de vendas gratuito

Saiba como criar um site de vendas gratuito com as 6 dicas que você receberá em nosso conteúdo.

Criar um site de vendas gratuito parece ser uma tarefa difícil, não é mesmo? O que você pode não saber, porém, é que existem diversas plataformas para auxiliá-lo.

Com poucos passos e minutos, a sua loja virtual estará montada e pronta para ser divulgada. Assim, os primeiros passos de uma empresa que deseja vender os seus produtos na internet não necessitam de grandes investimentos.

Listamos 6 opções para o seu negócio. E vale a pena alertar que cada uma delas pode servir para um determinado tipo de negócio. Por isso, ao final das apresentações, fizemos um comparativo em que você pode decidir facilmente sobre qual é a melhor escolha. Confira:

1. Wix

Wix é um sucesso, pois diversos sites institucionais e de vendas têm sido realizados com ele.

Pontos positivos

Como vantagem, o sistema é fácil de ser utilizado e possui documentação suficiente para que empresários sem entendimento de design nem de programação possam fazer a sua 1ª loja online.

O processo de criação é rápido e possui total integração com o Facebook. Assim, caso você faça o login pela rede social, não será necessário informar nenhum outro dado pessoal.

Além disso, após esse 1º passo, já possível escolher o template desejado. Basta eleger na seção categorias o item “loja virtual”.

Todo o processo é simples, e profissionais sem grande conhecimento em informática podem manusear o sistema.

Pontos negativos

Porém, há limitações de personalização. Os temas não são tão variados. Assim, as suas páginas podem não ser muito diferentes das de outras empresas.

Outro ponto negativo é a dificuldade de rastreamento pelo Google. Embora a própria empresa tenha reconhecido o problema, afirmou que ele já teria sido resolvido.

Porém, usuários ainda se demonstraram insatisfeitos com esse detalhe. Até mesmo uma página especializada em Wix diz que a plataforma não é muito otimizada para SEO.

Além disso, caso você precise de alguma função adicional, dificilmente conseguirá. Sendo assim, a plataforma é ideal para pequenas lojas que estão dando os seus primeiros passos em vendas pela internet.

Condições

A plataforma é gratuita. Porém, para utilizar algumas funções — como domínio próprio — é necessário adquirir aos planos premium da empresa, cujo valor começa com R$ 9,90 por mês.

2. WordPress

WordPress é um dos sistemas gerenciáveis mais conhecidos e utilizados no mundo. Além de ser uma plataforma de código-livre disponível livre e gratuitamente na internet, possui um sistema de criação de blogs e de sites para aqueles que não possuem muito conhecimento ou não querem ter custos com hospedagem.

Pontos positivos

A principal vantagem é ter à disposição milhares de plugins que podem ser úteis para personalização e criação de novas funcionalidades do sistema.

Dessa maneira, é possível garantir um sistema seguro e que pode atender à maioria das demandas das empresas ou dos vendedores.

A tela inicial possui mais informações do que deveria. Assim, em um 1º acesso, pode-se ter alguma dificuldade que rapidamente será derrubada.

Pontos negativos

Os pontos negativos ficam pela publicidade exibida pelo wordpress.com e pela não possibilidade de utilizar o domínio próprio.

Condições

Caso você queira utilizar alguma das funções acima, basta pagar uma taxa de 2,90 dólares mensais.

3. Loja 2

plataforma permite que em apenas alguns minutos você já esteja apto para vender produtos. Como acontece normalmente com as ferramentas gratuitas, não é necessário contratar hospedagem. Basta escolher o layout desejado, cadastrar os produtos e selecionar as formas de pagamento.

Pontos positivos

Você não precisa se preocupar com a quantidade de transações efetuadas nem com o número de usuários que entram em seu site. São ilimitados!

Existe a possibilidade de integração com o Google Analytics e com os Correios. Assim, você pode entender melhor o público da loja e enviar o seu produto facilmente. Caso queira, você também consegue emitir cupons de desconto.

Pontos negativos

Como acontece com a maioria das plataformas, não é possível utilizar domínio próprio. Outro problema é não inserir mais de uma foto por produto.

Por fim, blocos de publicidade podem aparecer nas suas páginas.

Condições

Para retirar as limitações, é necessário um pagamento mensal de R$ 19,90.

4. BPG

Essa ferramenta é simples, e assim você pode criar o seu site rapidamente. Para fazer a inscrição, basta utilizar a conta do Facebook ou do Google. Caso queira, é possível fazer uma conta totalmente nova.

Após esse passo, basta interligá-lo ao PagSeguro, cadastrar os produtos e começar a vender.

Pontos positivos

Você pode cadastrar quantos produtos quiser e não há limites de acessos. Outros pontos positivos são a integração com os Correios e com o Facebook.

Diferentemente da maioria, você pode utilizar o seu domínio próprio.

Pontos negativos

Infelizmente, a única opção para pagamento é o PagSeguro. Assim, você terá que receber dessa ferramenta, mesmo que encontre outras com mais vantagens.

Outro problema é a falta de suporte da empresa. Não é possível encontrar um canal de comunicação direta, o que pode fazer com que eventuais problemas não tenham a devida correção.

Condições

Nenhuma limitação. Totalmente gratuito.

5. Nuvem Shop

Hoje a Nuvem Shop é considerada a plataforma de e-commerce líder da América Latina. Apresenta-se com uma tecnologia robusta, completa e bastante intuitiva para PMEs.

Pontos positivos

Dentre os inúmeros recursos que a Nuvem Shop oferece, destacam-se: layouts com mais de 40 modelos personalizáveis, administração de produtos simplificada (como adição e edição de mercadorias de forma massiva) e integração com o Google Analytics para a análise das métricas do negócio.

Além disso, possui múltiplos meios de pagamento (PagSeguro, Wirecard, Mercado Pago, Paypal etc), convênios para envios (Correios, Envio Fácil, Mercado Envios, Loggi e Jadlog), aplicativo para iOS e Android, integração com ferramentas de marketing (Facebook Store e Instagram Shopping) e a Universidade do E-commerce com conteúdos educativos.

Por fim, esta plataforma garante 99,9% de uptime durante o ano.

Pontos negativos

Concedem suporte ao empreendedor apenas por e-mail. Por WhatsApp e com gerente dedicado à conta, o atendimento está disponível somente para planos avançados.

Ademais, nos planos de entrada, a Nuvem Shop não exibe a loja virtual em múltiplos idiomas – o que pode não ser ideal para quem deseja vender para outros países.

Condições

A Nuvem Shop oferece 15 dias gratuitos para que os lojistas possam testar a plataforma.

Após esse período, disponibilizam planos que atendem diferentes necessidades: desde o essencial ao empresarial.  

6. Loja Integrada

Você pode criar facilmente a sua loja gratuita nessa plataforma. Após se cadastrar, basta configurar quais serão os meios de pagamento aceitos, domínio, personalizar o design da forma preferida e cadastrar os produtos.

Pontos positivos

Os principais pontos positivos são:

  • integração com os correios, filtrando as regiões de entrega;
  • diversas possibilidades de pagamento (estão disponíveis intermediadores como MercadoPago, PagSeguro e PayPal);
  • integração com o Facebook;
  • utilização de domínio próprio;
  • possibilidade de utilização de aplicativos gratuitos e pagos para auxiliar no envio de e-mails, chat e logística;

Pontos negativos

Após tantos pontos positivos, temos que encontrar alguma limitação, não é mesmo? No plano gratuito, você pode ter no máximo 50 minutos, um usuário e apenas 5 mil visitas mensais.

Comparação

Preparamos um comparativo para ajudá-lo a fazer a melhor escolha. Veja os diferenciais de cada empresa:

  • conexão com domínio próprio: BPG e Loja Integrada;
  • customização total da loja e planejamento de novas funções: WordPress e Nuvem Shop;
  • diversidade de bandeiras no pagamento: WordPress, Loja 2 e Loja Integrada;
  • ferramenta sem limitações: BPG;
  • integração com os correios: Loja 2, BPG, Nuvem Shop e Loja Integrada;
  • ligação com aplicativos: Nuvem Shop e Loja Integrada;
  • otimização com SEO: WordPress (com plugin), Nuvem Shop e Loja Integrada.

Você entendeu como a sua loja pode ser criada rapidamente, sem burocracia ou grandes conhecimentos em informática?

Criar um site de vendas gratuito é apenas o 1º passo para que sua estratégia digital seja bem-sucedida. Você sabe quais métricas a sua empresa deve acompanhar? Leia este post e retire as suas dúvidas.

Turbine suas vendas

Turbine suas vendas com Marketing Digital: 5 estratégias infalíveis

Marketing e vendas são 2 grandes amigos — ou, pelo menos, deveriam ser. A sua empresa está por dentro das tendências e das estratégias mais eficazes para conquistar clientes por meio da internet?

Confira este post e turbine suas vendas com a ajuda de técnicas de marketing digital que já deveriam estar sendo usadas pela sua equipe:

O novo comportamento do consumidor

Já parou para pensar sobre como você toma a decisão de comprar algo ou contratar um serviço? É claro que muitas pessoas ainda vão até as lojas para pesquisar preços e conferir detalhes daquilo que querem comprar.

A questão é que, geralmente, esse é o passo que vem logo depois de uma pesquisa pelo produto com a ajuda do Google — algo feito por mais de 60% dos 106 milhões de brasileiros que estão online.

As pessoas querem praticidade, e pesquisar na internet acaba sendo uma economia de tempo e de gasolina.

Infelizmente, muitas empresas não pararam para pensar sobre como os seus possíveis clientes decidem fazer uma compra, e é justamente aí que mora o problema.

O marketing de hoje não é apenas para criar artes para outdoors, panfletos e comerciais de rádio ou de TV com o objetivo exclusivo de atrair clientes para a loja.

Durante as buscas por um produto ou um serviço, as pessoas procuram por detalhes que vão além do preço. Quais são as vantagens disso? Que tipo de resultado isso pode gerar para mim? Isso se encaixa nas minhas necessidades?

Você pode até não pensar exatamente nessas perguntas, mas o conceito por trás delas faz parte das suas preocupações.

É assim, por exemplo, que o seu plano de internet é escolhido ou que você decide que vai comprar aquele modelo específico de celular, televisão, computador, entre outras coisas.

O que isso tudo significa? Bem, significa que a equipe de vendas não é a única responsável pelas vendas da sua empresa.

O marketing de hoje tem um papel gigantesco nisso, sendo vital a colaboração entre o setor de vendas e o de marketing para que as vendas aumentem.

As estratégias usadas por times de marketing

A seguir, veremos algumas estratégias que podem ser utilizadas pelo time de marketing para ajudar nisso.

1. Marketing de Conteúdo

Essa é uma estratégia que funciona em diversos segmentos e que pode ser usada em conjunto de várias outras técnicas, sendo perfeita para você iniciar os trabalhos de marketing digital na sua empresa.

Se as pessoas estão procurando por informações sobre produtos e serviços, é isso o que a sua empresa deve oferecer para conseguir visibilidade na internet.

O Marketing de Conteúdo usa, principalmente, a produção de textos para blogs — mas mídias como vídeos, podcasts e infográficos também estão presentes na estratégia.

A ideia é usar informações direta e indiretamente conectadas ao seu produto para esclarecer dúvidas, gerar interesse, passar credibilidade e ajudar o público a aproveitar melhor os benefícios que você tem a oferecer.

Por usar dicas e informações úteis como maneira de estabelecer contato com o público, essa estratégia tende a apresentar menor rejeição e maiores taxas de compartilhamento.

2. Social media marketing

Quase toda empresa tem contas em redes sociais, mas será que esse trabalho está sendo bem executado?

Apenas compartilhar ofertas atrás de ofertas não funciona. OK, você pode conseguir algumas vendas com isso, mas saiba que está desperdiçando o potencial das redes sociais.

O ideal é fazer exatamente o que os usuários fazem: interagir. Transforme os seus perfis online em canais de comunicação da marca, que não só divulgam ofertas, mas que também:

  • recebem críticas;
  • solucionam problemas;
  • tiram dúvidas do público;
  • e compartilham outras coisas da empresa, como textos e vídeos criados com a estratégia de markerting de conteúdo.

Além disso, aproveite para fazer anúncios em redes sociais, como o Facebook e o Instagram, para divulgar a sua marca por valores bem menores que os do marketing tradicional com relação ao custo-benefício.

Já ouviu falar de segmentação?

Essa é uma vantagem disponível na internet que permite a seleção de diversos filtros — como localidade, idade e gênero — para que o seu anúncio só apareça para pessoas que se enquadrem nesses padrões.

Anuncie diretamente para o seu público sem gastar 1 centavo com pessoas que não se encaixem no perfil.

3. Email marketing

De certo modo, o email marketing segue uma lógica parecida com a das redes sociais: não envie apenas emails de ofertas.

Crie uma newsletter com novidades sobre a empresa e selecione conteúdos que possam ser úteis para as pessoas da sua lista de e-mail.

A grande pegada dessa estratégia é utilizá-la para acompanhar toda a jornada do cliente e contactá-lo ao longo do processo (explicamos isso em detalhes no texto sobre funil de vendas).

4. Mobile marketing

O mobile marketing, que atua prioritariamente em smartphones, engloba um grande conjunto de estratégias.

Envio de SMS, anúncios que aparecem de acordo com a localização atual do usuário e até ações pontuais por meio de conexão Wi-Fi ou Bluetooth.

O principal motivo para trabalhar com isso é um só: os dispositivos mobile, como tablets e smartphones, fazem cada vez mais parte do dia dos brasileiros.

Em 2015, por exemplo, 46% dos internautas brasileiros usaram esses dispositivos para fazer pagamentos, e os números só aumentam.

A dica principal é criar um site otimizado para mobile, ou seja, um site que possa ser acessado sem problemas por usuários de dispositivos móveis.

Já pensou quantas vendas você pode perder porque o site não carrega rapidamente em um desses aparelhos?

Aproveite para ficar de olho no uso de aplicativos, mesmo que eles sejam de terceiros. Quantos restaurantes não aumentaram as suas vendas simplesmente porque estavam presentes na lista de estabelecimentos do iFood?

5. Retargeting

Já ouviu falar de retargeting? Basicamente, essa estratégia permite que anúncios personalizados apareçam para pessoas que já interagiram de alguma forma com a sua marca na internet.

Pode ter sido alguém que clicou em um texto do blog da empresa, que adicionou um item ao carrinho de compras e não concluiu a compra ou até mesmo assistiu a um vídeo no canal da empresa no YouTube.

Várias plataformas dão acesso a esse recurso, que deve ser utilizado estrategicamente para reconquistar a atenção do possível cliente ou simplesmente para continuar engajando aquela pessoa que está interagindo com a sua marca e demonstra potencial de compra.

Se você curtiu as estratégias e está pronto para uma ação que turbine suas vendas, saiba que temos muito mais coisas para lhe mostrar. Veja por que você deve começar a trabalhar com o Marketing de Conteúdo ainda hoje!

social commerce

Social commerce: a tendência que você deveria estar de olho

Se você passou os últimos anos perambulando pelo deserto, temos uma grande novidade para te contar: as redes sociais são extremamente importantes para o seu negócio.

Nos últimos tempos – podemos até dizer anos – estar online é sinônimo de:

a) ter um negócio importante;

b) ser facilmente localizado e avaliado pelo público; e

c) conquistar mais fãs valendo-se do antigo método do boca a boca.

Tudo isso porque, uma vez que o público decidiu migrar para cá, possibilitaram a integração do e-commerce às mídias, gerando o Social Commerce.

Se você não sabe o que é isso, continue com a gente. Vamos explicar o conceito e mostrar a você como aplicá-lo ao seu negócio!

O que é Social Commerce?

Quantas vezes, nos últimos seis meses, você usou serviços de e-commerce – compras online? Pense nesse número.

Agora, entre essas compras, quantas vezes você “deu um google” no nome da empresa para buscar referências e opiniões de pessoas que já utilizaram o serviço ou consumiram o produto?

Ou, trazendo ainda mais para a nossa realidade, quantas vezes jogou o nome de uma loja ou produto no Reclame Aqui?

Isso acontece porque a opinião dos outros é, hoje, um grande fator influenciador.

O peso de uma avaliação pode ser a diferença entre um negócio fechado ou não. Legal, não é? Esse é o mundo do Social Commerce!

Colocando de maneira bem simples:

Social Commerce é nada mais, nada menos que a união entre as redes sociais e a interação que essas mídias proporcionam com a troca de informação sobre o seu produto.

Essa onda vem se intensificando cada vez mais e é integrada a novas redes diariamente. Então, é importante ficar ligado para não ficar para trás!

Estudos feitos pelo SPC Brasil apontam que nove em cada dez brasileiros com acesso à internet tem o hábito de pesquisar online antes de realizar compras em lojas físicas.

É um número muito importante, não é? E, pense só, isso acontece desde livros a eletrodomésticos.

Esse número todo nem considera aqueles consumidores que preferem comprar em sites. Ou seja: o público é muito grande e, para garantir que parte dele procure por você, é preciso agir!

Em quais redes sociais precisos estar?

A resposta para essa pergunta vai depender de você e do quanto você tem disponível para produzir conteúdo de qualidade para nutrir as suas redes sociais.

Vale ter em mente que não adianta querer cercar a tudo e a todos quando, na verdade, não conseguirá dar atenção para nem metade dos seus canais.

Então, avalie quais são os melhores lugares para se conectar com seus clientes, tenha em mente as preferências de sua persona e, só então, opte pelas redes que poderão ajudar você.

Ah, mas mesmo antes disso, saiba que duas delas são essências:

Website

Considere o site como sendo a porta de entrada para o mundo digital. Ao digitar o nome da sua empresa no Google, ele precisa aparecer.

É por meio dele que seu cliente conhecerá o posicionamento da marca, os produtos ofertados, os preços e, o mais importante quando se tratando de Social Commerce, é lá que ele vai poder deixar – e consultar – opiniões de quem já passou por lá e consumiu seus serviços.

Então, convém criar um site caprichado para expor sua marca e seus produtos!

Página no Facebook

O Facebook continua liderando o ranking de redes sociais. Isso significa que ter uma página lá é sim necessário.

A plataforma oferece vários benefícios, como: o alcance é fácil, a utilização é simples e você pode ter acesso aos mais diversos públicos.

Além disso, o usuário pode avaliar seu conteúdo e deixar comentários na sua página, recomendando para todos aqueles que chegarem até lá.

Mas, ei, atenção!

Os mesmos serviços que podem ser uma vantagem para você, também podem ser o pesadelo de sua empresa.

No mundo digital, as opiniões negativas têm um peso maior que as positivas.

Os conteúdos com queixas de serviços e produtos desonestos repercutem e as avaliações negativas podem afogar seu negócio do dia para a noite.

Por isso, se você tem a pretensão de estar presente nesses meios, é importante ter atenção redobrada com a qualidade dos serviços e produtos que anda oferecendo para se assegurar de que não terá motivos para receber uma enxurrada de avaliações negativas.

A máxima para quem tem negócios digitais continua valendo: ouça as críticas e faça uso delas para sempre aprimorar seu atendimento, seus preços e também as novidades que oferece aos seus clientes.

Assim, você garante a fidelização deles e também a simpatia.

Dito isso, vamos conhecer os tipos de Social Commerce disponíveis:

Existem vários tipos de Social Commerce. E, agora, é hora de conhecê-los. Vamos lá!

Entre pessoas

Se lembra daquelas plataformas que permitem que um vendedor fale e venda diretamente para o outro? É o chamado de pessoa para pessoa e é um exemplo dessa modalidade.

Alguns exemplos dessas plataformas são o Mercado Livre, eBay e Enjoei. Em todas elas, os vendedores fotografam as próprias mercadorias, estabelecem o preço e eventuais promoções e podem negociar com o comprador, tudo de maneira direta.

Vendas em redes sociais

Nesse módulo, as empresas utilizam redes sociais como Facebook e Pinterest para impulsionar suas vendas. Eles também podem utilizar ferramentas como a do Face, que permite que você adicione a funcionalidade de loja em sua página.

As vendar em redes sociais têm, inclusive, permitindo que muitas pessoas larguem trabalhos “regulares” para se tornar influenciadores.

As blogueiras – e agora Youtubers – são exemplos disso.

Elas fazem reviews de produtos como roupas, calçados, utensílios domésticos e comidas e, com o testemunho sobre a qualidade deles, conseguem fazer com que empresas aumentem suas vendas e, consequentemente, seu faturamento.

Esse, aliás, é um ótimo exemplo de como somos influenciados pelo depoimento de outra pessoa.

Diariamente, muitas vezes despercebidamente, somos influenciados a mudar o cabelo, experimentar um novo produto, uma comida, restaurante ou academia apenas por assistir um vídeo publicitário.

Eles são tão eficazes que, muitas vezes, são capazes de mudar até mesmo nosso estilo de vida!

Compras coletivas

Já ouviu falar sobre o Groupon ou Peixe Urbano? Eles compõem uma outra forma de Social Commerce: as comprar em grupo.

Nelas, são ofertados um número de “tickets” a serem vendidos e pessoas dos mais diversos lugares podem adquirir os produtos.

Ali, entram dois gatilhos mentais que estimulam a compra e você provavelmente já os viu enquanto navegava na internet.

Pense na última vez que viu “Últimos pacotes. Compre agora”, ou “X pessoas compraram na última hora. Garanta já o seu”.

Tudo isso estimula nosso interesse e vontade de possuir aquele bem. É como se aquelas pessoas estivessem ali, garantindo que aquele produto é bom e vai te gerar satisfação.

Caixa de recomendações e opiniões

Você se lembra daquele bloco de opiniões nos produtos que seleciona quando está realizando uma compra? São barras de recomendações.

Eles influenciam a compra porque mostram opiniões e reviews de pessoas que já utilizaram o produto e voltaram para dizer se cumprem mesmo o que prometem ou se deixam a desejar.

Exemplos dessa ferramenta podem ser vistos em sites como o Magazine Luiza, Submarino e Saraiva.

Um problema da modalidade por aqui é que, infelizmente, muitas pessoas dão nota máxima assim que recebem o produto, o que invalida a recomendação. Afinal, é preciso testar e ver se ele realmente dura.

Mas, de qualquer forma, essa ferramenta é muito boa para os consumidores. Para roupas, por exemplo, podemos saber se o produto é realmente tão bom quanto na imagem, se a textura muda, se o tecido é ou não transparente, etc.

Compras colaborativas

Sites como o Kikante podem servir de exemplos para esse módulo. Nele, os compradores participam do processo de produção e financiamento do produto.

Por exemplo, CDs. Muitas vezes, os responsáveis das compras coletivas permitem que os que doaram assistam a um ensaio ou tenham acesso a músicas inéditas, por exemplo. O que torna a experiência muito mais divertida, interativa e benéfica para quem ajuda.

Eles também podem ganhar a retribuição tendo o nome no livro do disco ou recebendo blusas ou brindes divertidos.

Fóruns e chats

Esses todos já conhecemos. São aqueles sites que abrem fóruns ou chats para que os consumidores possam trocar experiências e ajudar uns aos outros.

É uma modalidade bem legal porque, por meio dela, pessoas trocam experiências que tiverem consumindo X produto, como funcionou, se veio como prometido ou se seria melhor para outro objetivo, etc.

Assim, todos saem ganhando e as pessoas têm acesso a informações confiáveis de pessoas desinteressadas na venda.

Qual o benefício do Social Commerce para o meu negócio?

O Social Commerce traz a você a possibilidade de fazer com que pessoas diferentes e consumidores reais possam opinar ao seu favor.

A credibilidade deles é maior porque, diferente de você, eles não estão tentando vender nada.

Estão ali voluntariamente para prestar um serviço aos outros usuários. Por isso, é uma espécie de propaganda gratuita que você terá. Você vai se inserir no ambiente dominado pelos seus compradores, aumentando suas chances de venda.

As Redes Sociais abrigam grande parte da população e lá você terá acesso a pessoas que ainda não conhecem seu negócio, mas têm grande potencial de se transformar em clientes do seu produto.

É importante se fazer presente. Além disso, estar online adiciona confiabilidade em seus produtos.

Buscar por uma loja com um site, avaliações nos sites de reclamação e recomendações nas buscas faz com que o site pareça mais relevante. Além disso, ser avaliado traz mais clientes e possibilidades para o seu empreendimento.

Social Commerce no Facebook

Ainda acumulando o maior número de usuários se tratando de redes sociais, o Facebook é o líder quando o assunto é vender.

Estar presente na rede coloca o seu produto no radar dos usuários e possibilita que estes sejam avaliados e até comprados por meio da rede.

No Pinterest

Hoje em dia, a rede acumula cerca de 50 milhões de usuários ávidos por novidades. Por isso, ter seu produto veiculado a ela pode garantir um crescimento significativo em seu número de vendas. Pense na plataforma como uma grande vitrine para o mundo.

No Instagram

Falando em vitrines, é obrigatório mencionar o Instagram. Com milhões de seguidores em busca de referências para estilos de roupas, casa, comidas e, bem, basicamente todos os departamentos de nosso dia a dia, a rede pode fazer do seu produto uma febre.

Com o que devo me preocupar utilizando o método?

Produtos de baixa qualidade

Cuidado com seus produtos. Lembre-se: na internet, as opiniões negativas se proliferam muito mais – e mais rápido – que as boas.

Portanto, se você planeja investir no Social Commerce, tenha certeza de que está oferecendo um produto ou serviço de qualidade, que vão de acordo com o que está prometendo ao consumidor e que vão alcançar suas expectativas.

Falsas recomendações

Existem muitos sites que utilizam de consumidores fantasma para avaliar seus produtos e isso é um segundo ponto de atenção. Não utilize esse tipo de artifício!

Mais cedo ou mais tarde, pessoas reais vão consumir o que está vendendo e isso vai não só trazer problemas para continuar com o seu negócio como pode manchar sua reputação de forma permanente.

Quer investir em algo? Que seja na qualidade do que você vende, em um bom atendimento e em uma ótima experiência de compra.

Assim, e só assim, você vai fortalecer sua marca, se tornando cada vez mais relevante nos buscadores e ganhando recomendações preciosas, que servirão para conquistar mais e mais fãs e clientes.

Reclamações

Nada de trancá-las em uma gaveta e deixar para lá. Cada reclamação deve ser levada em consideração para ir aprimorando o seu negócio.

Lembre-se sempre que ninguém é perfeito e sua empresa não foge dessa “regrinha”.

Então, trate de colocar a mão na massa e aprender a ouvir críticas e fazer delas algo construtivo, que vai te ajudar a se destacar ainda mais.

E aí, conseguiu entender mais sobre o Social Commerce? Então agora é a hora de aprender os truques de cada uma das redes sociais para aplicar essa tendência a elas!