Diogo Romero

Especialista em Marketing Digital para Instituições de Ensino.

Bacharel em relações internacionais, especialista em gerenciamento de projetos, blogueiro, ex modelo em atividade, totalmente apaixonado por educação e motocicletas.
20 publicações feitas.



Como usar a automação de marketing para captação de alunos?

Se você perguntasse ao diretor de marketing de uma instituição de ensino sobre sua estratégia há 15 anos, ele provavelmente te diria algo assim:

“Nossos esforços são quase que exclusivamente baseados em reconhecimento de marca; não precisamos fazer muito mais que isso para que os alunos venham até nós.”

Quem trabalha com marketing educacional hoje em dia sabe essa estratégia está longe de ser suficiente: com uma concorrência cada vez maior, instituições de ensino agora precisam encontrar novas maneiras para se destacar na multidão e captar alunos.

Além disso, com o avanço da internet o poder de escolha está totalmente nas mãos dos alunos.

Todas as informações que ele precisa para tomar sua decisão estão a um clique de distância, e ele também pode ir a fóruns, sites e blogs para descobrir se sua instituição realmente é a melhor para ele.

Ou seja: você vai precisar (bem) mais do que um outdoor para garantir uma matrícula.

Neste cenário, a metodologia inbound cai como uma luva para profissionais de marketing da área: ao invés de tentar convencer seus possíveis alunos a estudar na sua instituição, que tal fornecer conteúdos para ajudá-los em todo o processo?

Não vou focar muito na questão do inbound aqui (você pode ler tudo sobre o assunto neste post), mas o que você precisa saber é o seguinte: ter uma estratégia inbound significa gerar muitos leads e converter alguns deles em alunos.

E é justamente para fazer isso que você precisa de automação de marketing.

Neste conteúdo você vai conhecer os principais benefícios dessa automação e aprenderá a usá-la a seu favor para conquistar muitos novos alunos!

Os pilares da automação para o marketing educacional

Uma visualização rápida para quem trabalha com marketing educacional é considerar a automação como o conjunto de ferramentas que possibilitam a criação de uma máquina que, não apenas capte alunos, mas também os convertam em matrículas de verdade.

A segunda parte é a mais importante: afinal, ter nomes e e-mails na sua base não significa muita coisa, não é mesmo?

Portanto, para ter uma máquina de automação que realmente gere alunos, você vai precisar de algumas coisas:

Noção clara e conhecimento da persona e da sua jornada de compras

Para não cair nessa de ter muitos leads desqualificados na sua base, é necessário saber exatamente quem é o seu aluno ideal, ou seja, sua persona.

Seus alunos atuais tem qual idade? De onde eles vem? O que eles esperam ganhar com o curso que você oferece? O que fez com eles escolhessem você e não outra escola ou faculdade?

Conhecer a fundo o perfil de aluno que você quer atingir é o primeiro passo para uma estratégia de automação de sucesso.

(Se você ainda não fez isso ou quer refinar a sua definição de persona, comece com a leitura das melhores práticas para construir buyer personas.)

Depois de pontuar quem é o seu aluno ideal, é hora de entender os passos que o levaram até a matrícula, ou seja, traçar a sua jornada de compras.

Muitos profissionais de marketing educacional erram ao achar que, para educação, a jornada é padrão.

O grande desafio da jornada de compras de alunos é entender exatamente o que é que sua instituição tem de tão especial que gerou uma matrícula.

Se o seu grande diferencial é um programa de intercâmbio, por exemplo, as etapas da sua jornada serão bem diferentes das de uma faculdade focada em estágios locais.

Conteúdo de qualidade para todas as etapas da jornada de compras

Ter uma jornada de compra bem definida significa muito pouco se você não possui conteúdo para preenchê-la.

Uma vez que você já entendeu as dúvidas e preocupações do aluno ao longo de seu processo de matrícula, é hora de produzir conteúdo que o apoie e eduque a cada etapa.

Uma estratégia de conteúdo para instituições de ensino é o combustível para a sua máquina de captação e geração de alunos.

E falando em conteúdo, é importante notar que muitas vezes você vai investir tempo e dinheiro produzindo conteúdos que não vão falar sobre sua instituição: se seus alunos têm dúvidas sobre o mercado de trabalho, por exemplo, é seu papel saná-las.

Lembre-se que conteúdo deve ser usado, antes de qualquer coisa, para mostrar autoridade e criar um relacionamento com seus futuros alunos.

Você estudaria em uma instituição que não confia?

Táticas inteligentes para segmentar seus leads (desde cedo)

Muitas escolas e faculdades não veem resultado em suas estratégias pois acabam gerando muitos leads e não conseguem convertê-los em alunos de verdade.

Para evitar que isso aconteça, a dica é pensar desde o início nas informações que vão te mostrar quão “fit” aquele lead é para a sua instituição e em qual momento ele está na sua jornada de compras.

A Faculdade Unyleya, por exemplo, pergunta aos futuros assinantes de seu blog se eles estão buscando conteúdos de graduação ou pós-graduação:

Pode parecer bobo mas esse tipo de informação vai fazer toda a diferença na nutrição de leads, que será o coração da sua estratégia de automação.

(Atenção: tome cuidado para não perguntar coisas demais de uma só vez para seus leads; lembre-se que ninguém gosta de formulários muito longos! Ferramentas como o progressive profiling da HubSpot te ajudam a descobrir cada vez mais sobre seus contatos na medida em que eles baixam novos materiais que você coloca no ar.)

Nutrição de leads: onde a mágica acontece

Uma vez que você já capturou leads e têm informação suficiente para saber o que eles buscam, é hora de nutri-los até que estejam prontos para se inscrever para os seus cursos ou solicitar um contato da sua equipe.

Nutrição de leads nada mais é do que o processo utilizado para entregar o conteúdo certo na hora certa para os seus contatos, ajudando-os a completar todas as etapas da sua jornada de compras.

O grande segredo aqui é a personalização: você deve utilizar as informações fornecidas pelos leads para nutri-los de forma diferenciada.

A título de exemplo, vamos supor que você é uma faculdade que oferece cursos de graduação e de pós-graduação.

Ao conversar com seus alunos atuais, você descobre que um grande atrativo para sua instituição é o programa de intercâmbio e, por isso, decide escrever um eBook sobre como fazer intercâmbio durante a faculdade.

No formulário para o download deste material, você pode perguntar duas coisas:

  • Você pretende fazer uma graduação ou pós-graduação fora?
  • Em qual continente você gostaria de estudar?

Com base nas respostas dessas perguntas você já pode nutrir seus leads de forma bastante personalizada, concorda? A ideia é segmentar seus leads em grupos de interesse (exemplo: quer fazer graduação e estudar na Europa, quer fazer pós e estudar na Ásia, etc) e criar fluxos de nutrição para cada um deles.

kit de geração de leads

Lead scoring: saiba como identificar (e priorizar) leads mais preparados para a matrícula

Você tem um campanha completa rodando para o Vestibular 2018 e gerou, ao todo, mais de 5.000 leads. Estes leads vieram de eBooks e materiais diferentes e preencheram formulários diferentes.

O problema é que seu time comercial só consegue entrar em contato com 1.000 deles. E agora?

Quando estamos trabalhando com um alto volume de oportunidades, é necessário priorizar os contatos que estão mais prontos para a matrícula. E é aí que entra o lead scoring na sua estratégia.

Essa tática permite identificar leads mais qualificados a partir de um sistema customizado de pontuação; ou seja, você mesmo indica as informações que definem um aluno mais fit e mais bem preparado para começar um curso.

Vamos supor que sua universidade só tem cursos em Belo Horizonte. Neste caso, você pode configurar seu lead scoring de forma a atribuir mais pontos para contatos de Minas Gerais do que os contatos que estão no Rio Grande do Sul.

Por outro lado, se sua universidade só tem cursos a distância, um lead mais qualificado pode ser aquele que disse que quer estudar nos próximos 6 meses, por exemplo.

A parte mais legal do lead scoring é que ele não considera apenas as informações fornecidas em formulários: é possível também usar dados de comportamento do usuário em sua qualificação.

Com o lead tracking instalado em seu site, você pode rastrear as páginas visitadas e até mesmo a quantidade de downloads de materiais de um lead.

Concorda que alguém que visitou sua página de financiamento está mais pronto para falar sobre matrícula do que alguém que só baixou alguns eBooks no seu blog? Pois é; o lead scoring vai te mostrar exatamente quem são estes contatos.

A cereja do bolo: integração entre marketing e vendas!

Você já conversou com algum vendedor que parecia entender completamente suas necessidades e sabia tudo sobre os seus interesses? Se sim, não foi uma experiência bem melhor?

Pois é: esse tipo de abordagem consultiva pode fazer maravilhas, principalmente quando comprar seu produto significa fazer um investimento significativo — como é o caso em educação, via de regra.

Para fazer isso, é preciso munir os seus vendedores com todas as informações possíveis sobre o prospect e sua jornada de compras.

Um bom software de automação te permite fazer não só isso: ele integra toda a inteligência de marketing aos seus processos de vendas, integrando-os de forma a aumentar (e muito!) a produtividade e performance de sua equipe.

Como escolher uma ferramenta?

Se você não sabe muito sobre automação de marketing, os tópicos acima devem ter parecido um tanto complicados e complexos, não é mesmo?

Bom, nem tanto. Dependendo do software utilizado, sua estratégia de automação pode ser configurada de maneira bem simples, te deixando apenas com a responsabilidade de analisar seus resultados e otimizar sua estratégia de tempos em tempos.

Mas como escolher a ferramenta de automação ideal?

Essa é uma pergunta bastante válida, principalmente porque o mercado está cheio de opções.

No final do dia, a verdade é que sua escolha vai depender da sua necessidade de uso: quantos contatos você terá circulando na sua estratégia, quão complexa é sua regra de nutrição e como você vai integrar toda sua estratégia de marketing com sua estratégia de vendas.

Mas, para você ver na prática os resultados que algumas instituições estão tendo com softwares diferentes, separei 2 cases do mercado abaixo:

  • A Faculdade Unyleya utilizou a Hubspot em parceria com a Rock Content para acelerar seu processo de captação de alunos. O resultado? Um ROI estimado de 881% em menos de um ano de parceria. Entenda a fundo como isso foi possível utilizando conteúdo e automação de marketing neste post.
  • A Impacta, por sua vez, utilizou o RD Station para entender melhor suas personas e personalizar a mensagem com elas. Utilizando automação de marketing, hoje eles convertem cerca de 80% de oportunidades em alunos! Esse post explica a fundo como eles fizeram isso.

Conclusão

Neste post eu procurei te mostrar a importância (e o potencial) da automação de marketing para a estratégia digital da sua IES.

Espero que a leitura tenha te ajudado a entender melhor como esse tipo de software pode ajudar a converter oportunidades em alunos, e maximizar o sucesso da sua instituição.

Mas uma nota deve ser feita aqui: de nada adianta ter a melhor ferramenta de automação do mercado se você não tem combustível — ou conteúdo — de qualidade.

Se você quer saber mais sobre como produzir conteúdo adequado para sua estratégia de automação, não deixe de conhecer o nosso material completo sobre aplicação do Marketing de Conteúdo em Instituições de Ensino!

Como-fazer-Marketing-de-Conteúdo-internamente-em-sua-IE

Branding para IES

Branding para IES: entenda a importância de fazer uma gestão de marca eficiente em sua instituição

O aumento da concorrência tem feito com que o setor de educação invista mais em marketing. É compreensível, uma vez que o desafio hoje é assegurar diferenciais competitivos para a prestação de serviços nessa área.

Os projetos de branding para IES (Instituições de Ensino Superior) podem fazer muita diferença nessa estratégia.

Porém, não se engane: é necessário fazer uma imersão nos valores da instituição e ver como associá-los às demandas do seu público de interesse. Os esforços valem a pena.

Projetos de branding no setor de educação não ajudam apenas na captação de novos alunos, são importantes também para trabalhar as estratégias de retenção de estudantes. Quanto mais se consegue colocar em evidência as propostas de valor da instituição de ensino, maiores as chances de construir percepções positivas sobre a marca.

Neste post vamos apresentar o conceito, mostrar como o branding pode ser aplicado na área de ensino e indicar os principais benefícios obtidos com os investimentos nessa atividade.

Vamos lá?

Brand x Branding

Para explicar o conceito de branding, vamos começar esclarecendo que não estamos falando de brand (marca), que são os elementos que servem para identificar a instituição: nome, logotipo, cores e o design aplicado à identidade visual.

Fique atento: quando se fala de branding o foco é o processo de gestão da marca. Por isso a necessidade de se pensar em todas as suas formas de expressão. Quando bem feito, não importa onde e como as pessoas tenham contato com a instituição, vão receber uma mensagem única.

Na prática, isso quer dizer que todos os públicos que se interessam pelos serviços da instituição serão capazes de identificar os valores e os conceitos que fazem parte do estabelecimento.

É claro que identidade visual é um aspecto fundamental para o branding, porém não podemos dizer que ela é o único. Nesse tipo de projeto, as atenções se voltam para o conjunto de atividades responsável por definir a personalidade da marca.

Branding contempla a aplicação de estratégias específicas para valorizar todas as expressões da marca e, por isso, a importância do uso da comunicação, do marketing, do design etc.

Abordaremos nos próximos tópicos os benefícios de se investir em projetos dessa natureza. Mas agora vamos ver o que deve ser considerado na sua aplicação.

Branding para IES: como começar

Até pela sua importância para o negócio, não é possível imaginar um projeto de branding sem um planejamento prévio bem estruturado.

Na hora de prepará-lo, tenha em mente que a definição dos valores-chaves da instituição é prioritária, bem como o conhecimento das demandas dos diversos públicos que se relacionam com o estabelecimento.

Vamos ver como isso funciona na prática!

Propostas de valor

É comum vermos estabelecimentos de ensino fracassando em seus projetos porque os gestores não deram a devida atenção aos estudos iniciais sobre os ambientes interno e externo.

Cada organização tem as suas particularidades, porém é difícil pensar na construção de marcas fortes na área educacional sem trabalhar valores como:

  • integridade acadêmica;
  • empregabilidade;
  • experiências proporcionadas aos alunos;
  • ambiente adequado para favorecer o processo de aprendizagem.

O desafio é mapear as competências que podem diferenciar a marca. Nesse caso, considere que os diferenciais podem “surgir” de várias frentes, desde as mais simples, como a localização da instituição ou mesmo a sua história, até a escolha de determinados nichos de mercado.

Dependendo da estrutura, as propostas de valor também podem ser baseadas em aspectos mais funcionais, como instalações, cursos oferecidos, atividades extras, programas de intercâmbio etc.

Públicos prioritários

É importante ter em mente que os valores-chave da instituição precisam ser analisados levando-se em conta o interesse e os anseios do público. Na área educacional, essa tarefa é um pouco mais complexa, uma vez que essa análise precisa envolver todos os agentes que participam do processo de aprendizagem dos alunos.

Internamente precisamos considerar a visão da diretoria da instituição, mas também do corpo docente, dos funcionários e dos próprios alunos, sem falar na comunidade acadêmica. Como o objetivo é entender a percepção sobre a imagem da marca, não se pode deixar nenhum desses atores de fora.

Externamente, o primeiro passo é entender as demandas dos vestibulandos. Nas instituições de ensino superior, eles são o público prioritário. Ainda é importante considerar que, no caso desse target, a decisão deles é influenciada pelos pais e/ou responsáveis — são eles que vão arcar com os custos e dar suporte ao estudante.

Quem atua com cursos de pós-graduação tem ainda outro público para ser trabalhado: as empresas, uma vez que é comum que os empregadores participem de alguma forma desse processo.

Passo a passo do projeto de branding

Feita a lição de casa, ou seja, a análise sobre a essência da marca e as exigências dos públicos de contato, é hora de executar o projeto. É importante que ele siga essas etapas:

  1. desenvolvimento da estratégia, definindo o posicionamento e os atributos que sustentarão o seu projeto e que traduzem seus valores;
  2. elaboração da identidade visual, considerando: grafismo, cores, estilo, tipografia e linguagem;
  3. escolha e desenvolvimento das estratégias de marketing;
  4. gestão da marca, cuidando das suas diversas manifestações nas interações com o público.

Como trabalhar a comunicação

Estruturada a proposta de atuação, é importante que ela seja devidamente alinhada com as estratégias de comunicação. Considerando o perfil do público das IES, não faz sentido ignorar as possibilidades existentes no marketing digital.

A produção de conteúdos tem funcionado muito bem, ajudando a colocar em evidência a autoridade da marca naquele segmento, exibir o domínio que tem sobre o assunto.

Outra questão importante: com o marketing de conteúdo para IES é possível desenvolver estratégias adequadas para todos os públicos de interesse da marca e atender às suas demandas em cada uma das fases do funil de marketing.

Por mais que o setor tenha suas particularidades, o processo de decisão do aluno não difere do adotado em outros setores.

A jornada do estudante tem início com a descoberta de um problema (detectou a necessidade de fazer o curso), passa pela pesquisa das opções disponíveis no mercado (consideração), pela tomada de decisão e, finalmente, assinatura do contrato de matrícula.

Para cada um desses estágios temos como entregar conteúdos importantes para a orientação do público. E o desenvolvimento dessa estratégia é otimizado quando a instituição tem um processo de gestão de marca bem feito.

Ebook Branding

4 benefícios do branding para IES

No caso específico das IES, branding é essencial para assegurar que a instituição consiga contar a sua história, mostrar o valor das suas atividades e destacar os diferenciais que oferece aos seus públicos.

Em linhas gerais, podemos dizer que um projeto dessa natureza ajudará o estabelecimento de ensino em quatro frentes cruciais para o seu sucesso:

1. Reputação

Ter uma identidade própria e bem trabalhada em várias frentes facilita a comunicação e gera mais credibilidade para a marca, o que é fundamental para organizações que se comprometem com o desenvolvimento pessoal e profissional dos seus alunos.

2. Vínculo com os stakeholders

Ao estabelecer e cuidar da expressão dos valores da instituição, o estabelecimento de ensino não melhora apenas a relação com o corpo discente. Os impactos são positivos em toda a sua cadeia produtiva, ou seja, as iniciativas vão envolver todos os públicos com os quais a marca se relaciona.

3. Lealdade à marca

Quem nunca participou ativamente de um projeto de branding pode achar um pouco exagerada a afirmação de que a gestão de marca influi diretamente na lealdade em relação à marca.

Porém, isso não acontece por acaso. Pensando no caso das instituições de ensino, um posicionamento adequado e a evidenciação da proposta possibilitam uma conexão mais forte com os seus diversos públicos de interesse.

Outra questão importante é a eficiência obtida por meio do marketing. Com objetivos bem definidos, as ações nessa área tornam-se mais acertadas, uma vez que são trabalhadas em bases mais consistentes.

Blog, site, redes sociais e mídia paga serão empregados de forma a reforçar os atributos positivos da organização.

4. Aproximação com os estudantes

Uma das formas de se valorizar o branding para IES é o trabalho realizado nas instalações, garantindo que a ambientação expresse os diferenciais da marca de maneira adequada e, claro, coerente com a sua essência.

Fique atento: para que não haja falhas, é necessário trabalhar a comunicação visual do estabelecimento, bem como toda a parte de atendimento ao aluno. Lembre-se de que as estratégias precisam ser devidamente alinhadas.

Na avaliação dos resultados, tenha em mente que no caso de branding o ideal é mensurar constantemente o brand awareness da marca, que indica o nível de reconhecimento da marca. Quando esse índice aumenta, há um impacto direto na notoriedade da marca e, consequentemente, nos resultados de conversão.

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Geração e Nutrição de Leads para Instituições de Ensino

Pop-ups no marketing: descubra o potencial dessa estratégia gerar leads

Atire a primeira pedra quem nunca clicou num pop up! Como consumidores, temos uma relação conflituosa com esses recursos.

Às vezes eles nos incomodam, porque surgem na hora errada, mas em outras ocasiões facilitam a navegação e oferecem algo que precisamos no momento perfeito.

Quando estamos do lado de cá do balcão, planejando ou executando estratégias de marketing digital, o desafio é pensar em formas de valorizar o uso desse recurso. O conceito chave é relevância. O sucesso da ação depende, essencialmente, da nossa habilidade para entregar algo que seja do interesse daquele cliente.

Como vamos ver no post de hoje, o que não faltam são recursos para usarmos os pop ups de forma apropriada. Nesse caso, não estamos falando apenas do emprego das ferramentas adequadas (sim, elas evoluíram muito e hoje permitem inúmeras possibilidades), mas também de técnicas e estratégias que podem ser aplicadas nesse tipo de trabalho.

Quer saber como é possível aprimorar o uso do pop up em sua estratégia de marketing digital? Esta é a proposta do post de hoje. Se você quer entender como aumentar a geração de leads, esse texto é para você!

Vamos lá?

O que são pop ups?

Você provavelmente já sabe que os pop ups são as janelas que se abrem nas páginas de navegação. Elas têm vários formatos e tem várias opções de configuração.

Os pop ups foram criados como uma alternativa aos banners. Em vez de anúncios inseridos em excesso e de forma não harmônica, os pop ups seriam uma forma de anunciar produtos, mas de forma mais pontual e organizada

Lembre-se sempre: esse recurso deve ser orientado pela experiência do usuário. Quando empregado da forma correta, o objetivo é facilitar o acesso às informações do interesse dele.

Como usar pop ups na minha estratégia de marketing?

Nas últimas décadas, o uso do pop up acabou se expandindo para além das fronteiras do marketing. Em e-commerces, por exemplo, a abertura de janelas específicas para o pagamento é um item de segurança das lojas.

No caso do marketing, recorremos a esse recurso para promover os conteúdos, gerar inscrições no blog, aumentar a lista de emails, encaminhar usuários para landing pages, fazer ofertas, enfim, a lista é grande. Mas, na maioria das vezes, o objetivo é um só: gerar e nutrir leads.

Este é o assunto do nosso próximo tópico, mas antes vamos ver algumas questões que devem ser consideradas no desenvolvimento das estratégias:

Atenção ao contexto

Não faz muito sentido que as empresas vejam como antagônicas as possibilidades no marketing on e off-line. O ideal é sempre pensar na integração das estratégias, até porque o consumidor é um só.

Dito isso, há de se reconhecer que uma das principais vantagens do marketing digital são as possibilidades de personalização.

Temos nessa área condições técnicas de monitorar de perto as reações do público e, a partir daí, entender melhor o seu comportamento de navegação pelos nossos canais.

Esse conhecimento deve ser levado em conta no desenvolvimento de todas as estratégias e, no caso dos pop ups, entender o comportamento do público é a chave que vai determinar o sucesso ou o fracasso no uso desse recurso.

Quanto mais contextualizada a inserção, maiores as chances de conversão. Além disso, fique atento: a entrega de uma informação que não interessa o usuário vai ser vista como intrusiva, prejudicando a navegação e, claro, a relação estabelecida com a sua empresa.

Seja relevante

Contextualizar o pop up, escolhendo o momento ideal para a oferta, depende muito da sua competência para entender o que é mais relevante para aquele usuário.

Este talvez seja um dos termos mais usados no Marketing de Conteúdo, mas nem sempre é simples detectar o que faz a diferença na experiência do cliente ou potencial cliente.

Não ajuda muito, também, o fato de que as marcas, em busca de resultados rápidos, muitas vezes resolvam ignorar as informações coletadas nos relatórios de monitoramento.

Por exemplo, se o pop up usado para captar novos assinantes para a newsletter do blog não tem tido um bom resultado, não adianta insistir no formato. É preciso testar outras possibilidades em termos de modelo e de conteúdo.

Nesse caso, mais do que um desperdício de recursos, você pode estar incomodando os usuários. Com o pop up esta relação é bem direta: se não gera uma boa taxa de cliques, está atrapalhando a experiência de navegação do usuário.

Use os recursos disponíveis

Assim como acontece com o email marketing, o uso dos pop ups deve ser feito de forma estratégica. Na prática, isso significa que precisamos estudar bem o emprego, realizar testes e, principalmente, acompanhar de perto os resultados obtidos.

Estamos falando de recursos que geram muito resultado, mas também podem depor contra a imagem da empresa. É o que acontece quando caímos numa lista de spam ou levamos o usuário a bloquear os pop ups da nossa página.

Pense nisso: se o usuário apelou para esse tipo de ação, não é porque ele é chato, e sim porque considerou a sua abordagem inconveniente.

Para não errar na estratégia, procure diversificar o uso do pop up, experimentando as diversas possibilidades. Nas ferramentas próprias para a criação desses recursos, é possível escolher onde as janelas vão aparecer e também em que momento.

Nesse caso, você precisa configurar quais serão os gatilhos usados para o disparo. Os mais usados:

  • Scroll: nesse caso, o pop up vai aparecer depois de determinado tempo de navegação. Assim, o mais importante é detectar que tipo de oferta você pode fazer quando ele chegar em determinado trecho do seu conteúdo.
  • Timed: ao usar esse tipo de janela você precisa se orientar pelo contexto. A mensagem vai surgir quando o usuário visitar determinada página ou depois de tanto tempo de navegação.
  • Exit Intent: considerada uma opção mais “inteligente”, esse gatilho é acionado quando o usuário prepara-se para deixar a página. Funciona bem porque não interfere na experiência de navegação.
  • Click: também planejado para atender à experiência do usuário, esse tipo de pop up aparece mediante uma ação do usuário. Por exemplo, quando ela clica em determinada área do seu canal.

Como gerar leads com o pop up?

Levando em consideração a importância do contexto, da relevância e do uso diversificado dos recursos, podemos dizer que é praticamente impossível ter uma boa estratégia de geração de leads sem recorrer aos pop ups.

Para ficar mais claro, vamos pensar em algumas aplicações:

  • no blog corporativo, o uso do scroll é importante, uma vez que você pode aproveitar o interesse do usuário no seu conteúdo para apresentar-lhe o convite de assinatura da newsletter. Nesse caso, além de apostar em formulários no blog, faz muito sentido ter uma chamada direcionada.
  • em posts longos também, invista em pop ups que aparecem depois de certo tempo de leitura. É possível fazer ofertas interessantes e valiosas, como ebooks, webinars ou free trial.
  • outra opção bem interessante, pensando numa estratégia de nutrição de leads, é aproveitar a consulta de determinado conteúdo do seu site para fazer uma oferta de produto ou serviço. O principal aqui é configurar bem o gatilho, baseando-se numa ação de clique do usuário.

Como fazer um pop up?

O ideal é encontrar boas ferramentas que estejam de acordo com a necessidade do seu negócio em termos do uso de pop ups.

Algumas das ferramentas disponíveis são:

  • Picreel: A ferramenta permite que você use os modelos de design pré-formatados ou crie suas próprias chamadas. Com o rastreamento dos movimentos de mouse e de rolagem do usuário, a Picreel facilita o direcionamento do seu pop-up, de acordo com as regras estabelecidas
  • OptinMonster: Trata-se de uma das alternativas de menor custo do mercado. Entre as funcionalidades, destaque para a facilidade de se incluir pop-ups nos dispositivos móveis. Outra vantagem importante é a integração com outros aplicativos, como o Google Analytics e o MailChimp.
  • Sumo: Com uma versão gratuita que funciona bem para as estratégias mais básicas, a Sumo é uma das ferramentas mais populares para a criação de pop-up. Além da facilidade na configuração de diferentes tipos de chamadas, também permite a aplicação da estratégia para dispositivos móveis e a integração com outros aplicativos.
  • Pushcrew: O Pushcrew é uma ferramenta de envio de notificações para os usuários. Assim, ao navegar pelo seu site ou blog, ele será convidado a autorizar o recebimento de avisos daquela página. É simples abrir a conta e há um plano gratuito para até 500 inscritos. Vale a pena fazer um teste e ver o impacto que o uso terá nos seus resultados, antes de escolher um dos planos mais robustos.

Na hora de configurar, preste atenção em alguns pontos delicados:

  • crie mensagens específicas, pensando no seu público e na oferta que está sendo feita. Fuja da tentação dos textos padrões, porque eles não são atrativos para o usuário.
  • valorize o CTA da sua mensagem, deixando claro que o usuário deve fazer. A navegação foi interrompida, então não tem porque protelar a interação. O que você quer que a pessoa faça exatamente?
  • não se esqueça de que do outro lado da tela tem uma pessoa. Use uma linguagem coloquial no pop up, não perca de vista que o objetivo é atrair a atenção e, claro, a consideração daquele usuário.

Abordamos ao longo do texto as questões conceituais que devem ser consideradas e também sugerimos algumas aplicações práticas numa estratégia de geração e nutrição de leads. Se ainda tem dúvidas sobre isso, não deixe de baixar o nosso Guia Completo sobre Geração de Leads.

Geração de Leads ebook

Como você viu, não se trata de um bicho de sete cabeças. O principal, como sempre, é pensar na orientação estratégica do seu projeto e não fazer nada de forma aleatória. Cada ação precisa ter um papel bem definido.

É com esse tipo de planejamento que conseguimos os melhores resultados, uma vez que temos condições de monitorar e fazer os ajustes necessários.

Gostou do artigo sobre pop up? Ele ajudou a esclarecer suas dúvidas a respeito de como é possível usar os recursos para aprimorar os resultados da sua estratégia? Para mais dicas relacionadas ao tema, leia nosso artigo sobre geração leads. Aí é só unir os aprendizados e partir para a prática!

Cursos Online Gratuitos

41 cursos online gratuitos para elevar sua carreira a outro nível

Uma das belezas da Internet é a sua imensa quantidade de conteúdo útil disponível. Existem milhares de bons cursos online gratuitos prontos para serem acessados agora mesmo.

Mas você sabe por onde começar? Se você quiser dar aquele upgrade no seu currículo nesse momento, para onde você vai? Que tipo de curso você busca?

No artigo de hoje, vamos ajudar nisso. Nós listamos 41 excelentes cursos online que farão a diferença no seu currículo.

Quer ter acesso a tudo isso? Então continue lendo!

1. Curso de Excel

Seja qual for sua profissão, você provavelmente precisará aprender como utilizar o Excel, desde os conceitos mais simples do programa, até suas funções mais avançadas.

Você pode aprender esses conhecimentos através dos cursos de Excel disponíveis no Unieducar.

São três versões: o Básico, o Intermediário e o Avançado. Todos são gratuitos, mas possuem versões pagas com conteúdos extras, certificados e tutoria especializa. Porém, os conhecimentos que você precisa estão disponíveis na versão gratuita.

2. Curso de Photoshop

O Photoshop é um dos programas mais famosos do mundo, sendo requisito básico para várias profissões ligadas à Comunicação e Marketing.

Se você souber como utilizá-lo, terá um diferencial importante no mercado de trabalho e ganhará destaque na sua empresa. O curso básico de Photoshop, da Unieducar, ensinará os conhecimentos necessários para você dominar o programa.

3. Curso de Inglês

E aí, como está o seu inglês hoje? Você consegue se virar bem com o idioma ou ainda fica no verbo to be e no the book is on the table?

Ter um segundo idioma no currículo hoje não é só importante, como essencial. Sem saber outra língua, você fica com um número menor de oportunidades no mundo globalizado de hoje.

Se o Mandarim ainda é avançado demais para você, comece com o Curso de Inglês do Duolingo. Com a metodologia inovadora do site, você logo dominará o idioma de Shakespeare e poderá aproveitar todos as outras aulas dessa lista.

Além disso, se você fizer o curso de Inglês, pode mudar o idioma do site e acessar novas aulas, incluindo Dinamarquês, Sueco e até mesmo Alto Valiriano, linguagem fictícia de Game of Thrones.

4. Curso de Introdução ao HTML e CSS

Você sabe como construir um site para a Internet ou fazer alterações na sua própria página? Sabe como deixar o seu site responsivo, por exemplo?

Então precisa aprender a programar HTML e CSS com esse curso da Udacity.

As aulas são básicas e não exigem conhecimento prévio em programação. Além disso, são bem curtinhas: em 3 semanas você já finalizou o curso.

5. Curso de Violão

O violão é um dos instrumentos musicais mais populares do mundo. É fácil entender por quê: com ele podemos tocar praticamente qualquer canção atual sem muita dificuldade.

Seja você um fã de rock, sertanejo, pagode ou samba, um violão vem sempre a calhar.

Quando o assunto é violão, o Cifraclub é uma das grandes autoridades do assunto, mesmo a nível mundial. Não é raro ver comentários de estrangeiros em seus vídeos elogiando a qualidade das dicas e aulas postadas no canal no YouTube deles.

Porém, se você não sabe nadinha mesmo sobre violão, pode começar a estudar pelo curso online disponibilizado no site. O material ensina toda a teoria necessária para você entender como o instrumento funciona.

Depois disso, é só assistir às video-aulas do canal e mandar ver quando pedirem para você tocar Raul!

6. Curso sobre Mudança Climática

De maneira simples e didática, o professor Carlos Henrique de Brito Cruz, do Instituto de Física da Unicamp, fala sobre um dos grandes desafios da humanidade no Século XXI: o aquecimento global e a alteração do clima.

Apesar do foco na mudança climática, o curso de cinco aulas disponibilizado aqui ensina muito sobre o funcionamento do nosso planeta, o efeito estufa e clima em geral. É um conteúdo ideal para quem quer se informar sobre o tema!

7. Curso de Estatística

Arthur Benjamin, um dos matemáticos mais famosos do mundo, tem uma tese. Segundo sua TED Talk, nós ensinamos matemática da maneira errada para as crianças.

O ideal seria colocar a Estatística no topo da Matemática e não o Cálculo, já que ela é muito mais importante no dia a dia das pessoas.

Você pode testar essa teoria com o curso de Estatística da Udacity, que ensina a criar métodos para descrever e interpretar informações através de dados.

8. Curso de Programação para Android

Você provavelmente deve ter um smartphone, certo? Talvez até mesmo esteja lendo esse artigo no seu celular.

Existe uma grande chance do seu smartphone usar o sistema operacional Android. Afinal, o sistema do Google corresponde a 86,1% de todos os aparelhos utilizados no mundo atualmente.

Portanto, saber como programar um aplicativo para Android é a garantia de ter uma boa audiência para testar o seu programa ou o da sua empresa. E quem melhor para ensinar essa programação do que o próprio Google?

A empresa possui um material completo gratuito ensinando a programar para Android. Você pode começar agora mesmo! As aulas estão em inglês.

9. Curso de Mandarim

A influência da China no mundo atual não pára de crescer. A segunda maior economia do planeta em capacidade produtiva vem aumentando a sua participação em vários lugares, inclusive no Brasil.

Se o país asiático continuar a iniciar negócios em outros territórios, será comum vermos empresas nacionais negociando com companhias chinesas. Nessas horas, quem souber Mandarim e conseguir se comunicar terá destaque.

Por isso, recomendamos o curso de Mandarim para iniciantes da Open University, disponível gratuitamente no iTunes. As aulas estão em inglês.

10. Curso de História do Brasil

Edward Burk disse que “aqueles que não conhecem a própria História estão fadados a repetí-la”. Por isso mesmo, é importante estudar os acontecimentos históricos que nos conduziram até o dia de hoje.

A USP disponibilizou online o seu curso de História do Brasil Colonial, dividido em duas partes. A primeira aborda a América Indígena, a chegada dos europeus e a formação da sociedade colonial, com a segunda avançando até a nossa Independência.

O conteúdo é imperdível para quem quiser conhecer mais sobre a história do nosso país. São 22 aulas no total, todas disponíveis gratuitamentes na Internet.

11. Curso de Macroeconomia

Você já parou para ouvir o telejornal e ficou confuso com a seção de economia? Não entende nada de PIB, não sabe como a inflação funciona e nem mesmo como a variação do câmbio afeta sua vida cotidiana?

Então está na hora de aprender.

O mundo da Economia não é um bicho de sete cabeças e esse curso de Macroeconomia, da Khan Academy, é perfeito para sua introdução na área.

Além de todo o conteúdo, que é bem abrangente, a página ainda disponibiliza vários vídeos e artigos extras para que você possa aprofundar seus conhecimentos. A própria Khan Academy possui outras aulas gratuitas na sua plataforma.

12. Curso de Nutrição Infantil e Cozinha

A infância é a fase mais importante do desenvolvimento de uma pessoa. É ali que estabelecemos as bases que irão compor o ser humano no futuro.

E a nutrição tem um papel incrível nisso, como esse curso da Universidade Stanford mostra.

Disponível no Coursera (uma plataforma já citada aqui e com dezenas de cursos gratuitos), essa formação ensinará os participantes a importância da nutrição infantil e como preparar refeições deliciosas para crianças.

É um conteúdo imperdível para quem quer ser professor, nutricionista ou apenas possui filhos (ou planeja tê-los no futuro). As aulas estão em inglês e não há legendas em português, infelizmente.

13. Desenvolvimento de software VR

Se você fez o curso de Introdução à Realidade Virtual ou já conhece a tecnologia e se interessou pelo tema, pode querer se aprofundar na área.

Uma ótima maneira de conseguir isso é aprendendo como programar softwares para a Realidade Virtual. O Google montou um curso gratuito, disponível no Udacity, para ensinar esse conhecimento.

Você levará mais ou menos um mês para completar as aulas e sairá programando para a Realidade Virtual sem dificuldades.

14. Curso de Filosofia

A Filosofia é o estudo da natureza da existência humana e do conhecimento.

Esse curso ministrado pelo professor Franklin Leopoldo e Silva, da USP, aborda essa questão apresentando as ambiguidades da vida moderna, ao mesmo tempo que analisa poemas e textos de artistas renomados.

São 8 aulas poderosas e densas, que vão apurar o seu pensamento e sua interpretação do mundo e da sua própria natureza. Topa o desafio?

15. Curso de Introdução à Ciência da Computação

Saber como programar é um grande diferencial no mercado de trabalho atualmente e não é mais um requisito apenas para programadores.

Com o curso de Introdução à Ciência da Computação da Udacity, você aprenderá como programar em Python (uma das linguagens mais usadas hoje em dia) e até mesmo construirá seu próprio motor de busca como o Google e sua rede social. Incrível, não?

16. Curso de Gamificação

Gamificação é uma técnica que aplica conceitos de design de jogos digitais na busca por soluções de problemas da vida real.

Com o curso de Gamificação organizado pela Universidade da Pensilvânia, você aprenderá como aplicar essa técnica para resolver os seus problemas e os da sua empresa.

O conteúdo é totalmente gratuito, mas existe uma taxa cobrada se você quiser o certificado. E o melhor: as aulas possuem legenda em português.

17. Curso de Produção de Conteúdo para Web

O curso de Produção de Conteúdo para Web é apenas um dentre os vários cursos de Marketing Digital do combo da Universidade Rock Content. As aulas são gratuitas.

Nele você vai aprender como escrever e produzir conteúdo de qualidade especialmente para o ambiente online, otimizando seus textos e gerando mais resultados para o seu negócio digital.

Além dele, a Universidade Rock Content ainda conta com outro curso gratuito sobre Marketing de Conteúdo.

Universidade Rock Content

18. Curso de Introdução à Inteligência Artificial

A Udacity é uma universidade online focada em tecnologia e com o apoio de várias empresas do Vale do Silício.

A maioria dos seus cursos e graduações são pagos, mas algumas aulas gratuitas estão disponíveis para qualquer. Como é o caso desse curso de Introdução à Inteligência Aritificial.

Cada vez mais presente no nosso dia a dia, as IAs prometem assumir um papel de protagonismo na nossa vida no futuro. Mas você sabe como elas funcionam? Essas aulas te darão um panorama completo!

19. Curso de Artesanato

Nada como ter a capacidade de criar alguns objetos e recursos para a sua casa.

Seja um conserto em uma peça de roupa, uma necessaire ou até mesmo presentes de Natal para sua família.

Por isso pode ser uma boa ideia se matricular no curso de artesanato do LearnCafe. Você aprenderá como fazer pequenos objetos no seu dia a dia e a operar uma máquina de costura.

20. Curso de Introdução à Realidade Virtual

Um dos grandes recursos tecnológicos dos próximos anos será a realidade virtual. Essa é a aposta de grandes empresas da área, como o Google, o Facebook e a Sony.

Quem dominar a tecnologia terá destaque no mercado nos próximos anos. E você nem precisa ser programador para isso: um marqueteiro, por exemplo, poderia se beneficiar de entender o funcionamento do recurso para elaborar suas campanhas.

Por isso, o curso de Introdução à Realidade Virtual, montado pelo Google, é uma ótima pedida para você!

21. Curso de Introdução à Análise de Dados

Big Data é uma realidade no mercado hoje em dia, auxiliando empresas de vários segmentos a tomar decisões de negócios.

Se você trabalha com marketing, provavelmente já deve ter ouvido falar nisso e já usou análise de dados para encontrar respostas e insights para suas campanhas.

Se ainda não aconteceu com você, provavelmente acontecerá em breve. Por isso, é importante estar preparado.

O curso de Introdução à Análise de Dados da Udacity vai te equipar com ferramentas para lidar com todo o processo de análise de dados. As aulas duram 6 semanas e exigem um pouco de conhecimento em Python.

22. Curso de Testes A/B

Uma das nossas ferramentas favoritas para otimizar um site ou campanha de Marketing é o Teste A/B (ou Teste Dividido). Com ele, conseguimos avaliar duas opções diferentes para uma questão e determinar qual delas é a mais eficiente.

Esse curso de Testes A/B, organizado pelo pessoal do Google, vai permitir que você domine completamente a ferramenta em apenas um mês e esteja equipado para usá-la na prática no seu dia a dia.

Mesmo que você não trabalhe com marketing, encontrará milhares de utilidades para esse conhecimento na sua área de atuação.

23. Curso de Teoria da Literatura

O ser humano conta histórias desde que começou a existir. Nossa maneira de ver e entender o mundo é moldado pelo storytelling.

A literatura é a plataforma mais utilizada para abrigar histórias e, através desse curso de Teoria da Literatura, nós podemos compreender melhor como ela funciona.

Ministrado pelo professor Paul Fry, da Universidade de Yale, o curso é composto por 26 aulas e está completamente legendado em português e disponibilizado de graça no link acima.

24. Curso de Economia Atual

Liga a TV e as pessoas falam de crise. Abre o jornal e as manchetes são sobre a crise. Entra no Facebook para relaxar e lá está ela: a crise.

Parece que não dá para fugir dela em nenhum lugar, não é mesmo?

Mas você sabe de onde ela veio? Como ela começou? Mais importante: como a crise afeta o seu dia a dia? Então está na hora de descobrir!

No curso Economia Hoje, da Univesp, economistas brasileiros de diversas vertentes e especialidades se reúnem para dar um panorama e tentar explicar os acontecimentos sobre a crise econômica que afeta o planeta desde 2008.Astronomia

25. Curso de Escrita de ensaios

Saber como expressar suas ideias e argumentos por escrito é uma habilidade importante para estudantes, pesquisadores, jornalistas, advogados ou marqueteiros.

Portanto, saber como escrever um bom ensaio é uma ferramenta que você precisa ter no seu cinto de utilidades.

Esse curso da Open University, formulado por John Pilger (jornalista australiano multipremiado), ensinará ao estudante como planejar, pesquisar e escrever seu texto de forma clara e concisa.

O material está em formato de áudio e em inglês, disponível gratuitamente via iTunes.

26. Curso de Matemática

Qual era a sua matéria favorita na escola? É possível que você não responda “matemática”. Afinal, ela é conhecida por ser a “disciplina mais odiada do mundo”.

Mas os seus problemas com a matemática podem acabar a partir de hoje.

A Khan Academy, que já apareceu nesse artigo, possui um curso completo sobre a disciplina, abordando desde conteúdos primários e avançando em cada ano escolar, chegando em todo o conteúdo universitário sobre álgebra, aritmética e cálculo.

Eles até possuem uma parte específica sobre o conteúdo de matemática do ENEM, para quem quiser fazer a prova!

27. Curso de Finanças Pessoais

Mais de 60 milhões de brasileiros possuem dívidas atrasadas atualmente. Isso acontece porque não há qualquer tipo de controle no orçamento familiar das pessoas.

Você pode sair dessa estatística com o curso de Finanças Pessoais da Fundação Getúlio Vargas. Ministrado por Fabio Garcia, doutor em finanças, o curso ensinará como organizar e geranciar um orçamento familiar sem cair em dívidas.

28. Curso de Liderança

Se você busca incrementar seu currículo e melhorar sua posição profissional, eventualmente terá de gerenciar uma equipe e liderar seus colegas de trabalho. E precisa se preparar para quando esse momento chegar.

O curso de Liderança da Endeavor, com duração de 2 horas e totalmente em português, ensinará a cultivar os 7 comportamentos essenciais de um líder e como adotá-los na sua personalidade.

29. Curso de Planejamento Estratégico

Todos nós temos metas e objetivos para a nossa vida profissional e pessoal. Muitos dos projetos em que trabalhamos diariamente também possuem propósitos mensuráveis que definem seu sucesso.

É claro que é possível atingir essas metas sem um bom planejamento, mas é algo muito, muito difícil. Por isso, saber como planejar suas ações de modo estratégico para aumentar suas hipóteses de sucesso é um conhecimento valioso.

O curso de Planejamento Estratégico da Endeavor, totalmente em português e com três horas de duração, ensina como conseguir mais sucesso em seus projetos.

30. Curso de Direito para Empreendedores

Já pensou em empreender? Então você deve saber que nossa Constituição possui leis específicas sobre o seu posicionamento no mercado.

O Curso de Direito para Empreendedores ensina tudo que você precisa saber para abrir uma empresa e atuar profissionalmente de maneira totalmente legal, sem infrigir nenhuma das leis e regulações brasileiras.

As aulas são em vídeo e têm 7,5 horas para serem concluídas.

31. Curso de Sociologia

Quem entende a sociedade tem mais facilidade para navegar por ela, compreendendo mais profundamente os seus problemas e características.

Para isso, se faz necessário o estudo da Sociologia. Esse curso da FGV, montado pelos professores João Marcelo Maia e Luiz Fernando Pereira, oferece uma introdução aos principais conceitos, autores e temas da Sociologia.

32. Curso de Google Analytics

A Analytics Academy, uma plataforma do Google dedicada ao ensinamento das funcionalidades do Google Analytics, disponibiliza dois cursos gratuitos sobre essa ferramenta, sendo um básico e um avançado.

Os cursos são muito didáticos e são de fácil compreensão, especialmente se você fala inglês. Além das vídeo-aulas, é possível usar a ferramenta através de um simulador.

33. Curso sobre Aprendendo a Aprender

Você já reparou que algumas pessoas possuem uma facilidade para aprender, enquanto outras precisam se esforçar mais para entender os conceitos que estão estudando?

Isso acontece porque os primeiros sabem como aprender e os últimos não.

A parte boa é que é possível aprender como melhorar seu processo de aprendizado. É isso o que esse curso da Universidade da Califórnia ensina. São cerca de 9 horas de material, com legendas em português.

34. Curso sobre montar um curso online

O curso da Hotmart Academy ensina como estruturar, divulgar e vender cursos online.

Ou seja, com esse curso, você consegue alavancar seu negócio através de ferramentas digitais e da educação online.

35. Curso sobre Como Discutir e Argumentar

Saber como raciocinar e argumentar é muito importante para a sua carreira. Com esse conhecimento, você poderá apresentar suas ideias e mostrar seu ponto de vista com mais clareza e eficiência.

A Universidade Duke, dos EUA, montou um curso em quatro partes ensinando os estudantes a argumentar e raciocinar. Todas as aulas estão disponíveis no Coursera com legendas em português.

36. Curso sobre Física Básica

É inegável: a Física é uma das disciplinas mais fascinantes do colegial. Porém, nem todos conseguem se dar bem com a matéria.

Se esse foi seu caso, agora você tem uma nova oportunidade com a Física. O professor Vanderlei Bagnato, doutor na matéria pelo MIT, montou um curso introdutório de Física.

São 25 aulas, todas em português e com ótima didática, ensinando tudo que você precisa saber sobre o assunto.

37. Curso de Probabilidade e Estatística

Entender o funcionamento da probabilidade e das estatísticas que nos encontram diariamente é fundamental para compreendermos o mundo ao nosso redor.

O professor Melvin Cymbalista, da USP, montou um curso excelente no Verduca com tudo que você precisa saber sobre o assunto.

38. Curso sobre Fundamentos da Administração

Se você pretende empreender e ter sua própria empresa eventualmente, deverá se preparar para administrá-la.

Esse curso elaborado pelo professor Hélio Teixeira, doutor em administração, ensinará os principais conceitos e teorias sobre administração para você se preparar para o processo administrativo.

39. Curso de Inbound Marketing

A Hubspot é uma das principais referências em marketing no mundo e a principal precursora do conceito de Inbound Marketing.

Na Hubspot Academy, sua plataforma de cursos online, são disponibilizados vários cursos, sendo alguns deles gratuitos.

O principal deles é o curso de Inbound Marketing, gratuito e com legendas em português, indispensável para profissionais de marketing atualmente.

40. Curso de Escritores

Se você ama ler histórias de ficção, já deve ter imaginado como seria escrever um livro, não? E talvez até tenha tentado, mas acabou guardando os rascunhos na gaveta.

Assim como em outras artes, a escrita também pode ser estudada e aprendida. E uma forma de você conseguir isso é fazendo Oficinas Literárias ou os famosos cursos de Escrita Criativa.

RUSGA – Cursos Para Escritores elaborou um curso gratuito online para quem quer começar nesta arte. “10 Erros de Escritores Iniciantes vai ajudar você a aprender técnicas literárias e ainda se motivar escrever seu grande livro.

Curso de Digitação

Independente de qual a sua área, se você utiliza um computador e teclado, você digita. E sim, a sua velocidade de digitação irá influenciar na sua produtividade.

Para começar a entender se você precisa de um curso de digitação, além de ficar catando milho no teclado, é possível fazer o teste de velocidade de digitação para entender o seu cenário e onde precisa melhorar.

Uso de plataformas online para se aperfeiçoar tem sido um grande destaque no desenvolvimento profissional e agora mais do que nunca, é possível treinar a qualquer momento e a qualquer hora.

E aí, ficou empolgado com a possibilidade de estudar pela Internet? Pretende se matricular em alguns dos cursos online gratuitos que apresentamos?

Então aproveite e assine a nossa newsletter para receber na sua caixa de entrada mais dicas e conteúdos como esse!

Marketing de conteúdo para educar: ter esse objetivo em mente pode alavancar sua estratégia

É bem provável que você já saiba da importância do uso do Marketing de Conteúdo para educar o cliente, afinal, esse é um dos conceitos que dá sustentação estratégica para as ações no ambiente digital.

São os materiais de cunho educativo que têm a função de atrair a atenção dos possíveis usuários daquela marca e, a partir daí, conduzi-los por todas as etapas do funil de vendas.

Temos que adotar estratégias diferenciadas para cada um desses estágios, mas em todos eles é importante manter o foco na educação do público, até porque esse é o interesse da audiência.

As pessoas navegam pela internet em busca de soluções para os seus problemas pessoais ou profissionais. Ou seja, elas não estão atrás de informações sobre determinados produtos ou serviços.

O entendimento dessa situação é que tem determinado o sucesso das estratégias de marketing de conteúdo, criadas justamente para colocar as marcas como fontes de referência importantes para o consumidor.

A lógica da atividade é simples, mas vemos muitas empresas fracassando porque acabam se perdendo no meio do caminho e ignorando as premissas básicas desse tipo de trabalho.

O post de hoje tem uma proposta bem definida: explicar o que deve ser feito para garantir que a sua empresa consiga usar o marketing de conteúdo para educar! Vamos lá?

Por que usar o marketing de conteúdo para educar?

Se retomarmos as definições básicas do marketing de conteúdo — é uma atividade que deve atrair e engajar os clientes por meio de assuntos do seu interesse —, podemos constatar que é praticamente impossível ter uma estratégia tecnicamente bem-sucedida nessa área sem valorizar a educação.

Mas, na prática, muitas empresas, no meio do processo, se veem tentadas a priorizar as publicações que remetem diretamente aos seus produtos e serviços.

As razões para isso?

Geralmente é a busca por resultados rápidos. Há gestores que acreditam que, dessa maneira, podem acelerar o retorno dos investimentos.

Isso é um engano, uma vez que, ao fazerem isso, podem inclusive atrapalhar bastante o processo de nutrição de leads, uma das etapas mais importantes desse tipo de projeto.

Para não errar, tenha em mente que, principalmente para aqueles clientes que estão no topo do funil de vendas, é imprescindível ter conteúdos de caráter educativo. Lembre-se de que nessa fase nem mesmo o cliente detectou ainda a necessidade de adquirir determinado produto ou serviço.

Ou seja, uma boa estratégia nesse momento é aquela que consegue despertar a sua atenção, colocá-lo em dúvida sobre a necessidade de ter ou não acesso aquele tipo de solução.

Porém, só podemos fazer isso se deixarmos de lado os interesses pontuais de venda da empresa e focarmos na orientação do cliente.

Vamos explicar melhor como fazer isso nos próximos tópicos, mas anote aí: usar o marketing de conteúdo para educar o cliente também ajuda a fortalecer o relacionamento que aquela pessoa vai estabelecer com a marca, o que é crucial para que o sucesso da empresa seja perene.

Fique atento: não caia na armadilha de usar conteúdos que contenham ofertas mais “agressivas”, sem a preparação adequada do lead, porque isso não vai resultar em vendas e ainda pode decepcionar o usuário e afastá-lo dos seus canais digitais.

O que não pode faltar na sua estratégia?

Antes de abordarmos os cuidados que devem ser adotados na preparação dos conteúdos de caráter educativo, vale enfatizar que a estratégia funciona melhor quando:

1. Investimos no planejamento das ações

O planejamento é fundamental para qualquer estratégia de marketing, mas no caso da produção de conteúdo é determinante para o sucesso ou o fracasso das ações.

É muito complicado ter excelentes “sacadas” criativas na correria do dia a dia.

A melhor forma de chegar aos conteúdos adequados é trabalhar os temas com antecedência, a partir das discussões com a equipe envolvida no projeto e com base no que foi obtido também do cliente.

Se contar com o apoio de uma empresa especializada nessa área, melhor ainda, porque isso significa que terá a orientação estratégica sobre o que é mais eficiente para cada situação e ainda receberá tudo devidamente documentado.

2. Criamos uma persona para orientar as estratégias

Outro erro comum cometido pelas empresas nas estratégias de marketing de conteúdo é deixar de criar a persona ou não conferir à ela a devida importância no dia a dia.

Para ter conteúdos adequados, a empresa precisa conhecer bem o seu público-alvo, uma vez que é a partir daí que ela conseguirá abordá-lo de forma personalizada.  Se ainda tem dúvidas sobre como construir um cliente ideal, acesse a ferramenta gratuita que desenvolvemos para desenvolver a persona certa da sua marca.

gerador de personas

3. Mensura tudo para melhorar os resultados

Não faz sentido deixar de aproveitar os recursos disponíveis nas plataformas online para monitorar de perto as reações do seu público. Para não se perder, defina com antecedência, de acordo com os objetivos, os KPIs que serão acompanhados.

Pensando especificamente no marketing de conteúdo, lembre-se de que é preciso acompanhar os dados sobre alcance, engajamento, lead e clientes, uma vez que é a partir dessas informações que você consegue avaliar o resultado do trabalho.

Quais as estratégias que devem ser privilegiados?

1. Apoio ao desenvolvimento do cliente

Ao definir o seu calendário editorial, tenha em mente que o objetivo é ensinar algo para o seu consumidor, ajudá-lo a solucionar seus eventuais problemas, sejam eles pessoais ou profissionais.

Do ponto de vista da sua estratégia de negócio, é importante, claro, que os assuntos tratados sejam relacionados aos seus produtos e serviços.

Porém, isso não quer dizer que o seu material deve fazer referências diretas a eles.

E considere que, muitas vezes, na preparação do lead, é preciso dar um passo atrás, retomar conceitos básicos sobre aquele assunto.

Por exemplo, se o foco do seu negócio são empresas de pequeno e médio portes, é difícil “vender” determinados serviços sem antes orientar aquele cliente sobre a importância da profissionalização das suas atividades.

Se o cliente não tem noção sobre o impacto que o alto turn-over de funcionários pode ter sobre o seu negócio, como vai valorizar o programa de capacitação que você oferece e a importância que ele tem na retenção de talentos?

Nesse contexto, são relevantes, por exemplo, os conteúdos voltados ao aprimoramento do processo de gestão da operação ou ao fluxo de comunicação interna da empresa.

Pense nisso: ao receber uma dica que ajuda no aprimoramento do seu negócio, aquele empreendedor elevará a percepção que tem sobre a sua marca, e isso contará a seu favor quando ele analisar a escolha de um novo parceiro.

Para oferecer soluções adequadas para o cliente, contudo, você precisa entender as suas dores, ou seja, compreender os desafios que ele enfrenta no dia a dia. Para isso, só há um caminho: aproximar-se dos clientes, criar canais de comunicação que sejam efetivos para capturar as suas opiniões.

2. Compartilhamento de experiências

Muitas empresas têm receio de abrir suas informações para os clientes, mostrar mais detalhes da sua operação. Contudo, hoje a transparência é um atributo bastante valorizado e funciona bem para a educação do cliente.

Pense que os problemas encarados em determinada área, ao serem compartilhados, podem ajudar a sua audiência a identificar-se com aquela situação e, assim, encontrar a saída para as suas próprias dificuldades.

Lembre-se de que as experiências são sempre únicas, por isso o interesse do público que, a partir delas, consegue também entender melhor o posicionamento da marca, entender quais são os seus valores.

3. Valorização das dicas práticas

Uma boa referência para a produção de materiais de caráter educativo é pensar na aplicação prática daquele conteúdo. Não tem jeito, todo mundo valoriza algo que possa gerar vantagens imediatas para a sua vida ou o seu negócio.

Voltado ao exemplo das PMEs, por que não oferecer um modelo de documento que possa ser usado para aprimorar a realização de determinada atividade?

Ainda funciona bem para esses casos fazer a complementação do material. Assim, se você publicou um post mais teórico sobre o assunto X, porque não disponibilizar um infográfico com um guia passo a passo sobre o tema?

4. Atenção com a diversificação das publicações

Um dos erros nessa área é acreditar que os conteúdos educativos devam ser formais, “pesados”, o que deixará o seu blog corporativo “chato”.

Isso só vai acontecer se você ignorar que, mesmo no ambiente escolar, têm mais sucesso os professores que sabem como sair do lugar comum, encontram formas mais criativas de apresentar a matéria.

Esse tipo de raciocínio vale tanto para o formato (no nosso caso podemos usar textos, vídeos, infográficos, animações, imagens, e-books etc.) como para a forma como o conteúdo será desenvolvido.

Por exemplo, para sair da rotina, por que não ouvir especialistas sobre determinado assunto e publicar os depoimentos no blog no formato de pergunta e resposta? E que tal preparar vídeos tutoriais focados em temas que extrapolam sua área de atuação, como responsabilidade social?

As marcas hoje são cobradas por seus valores e propósitos, mas nem todo mundo sabe como fazer a coisa certa em relação, por exemplo, à questão do descarte de lixo, economia de energia ou mesmo assuntos mais complexos, como a ética nos negócios.

Ainda buscando mais diversidade para a sua estratégia de marketing de conteúdo, analise a possibilidade de apelar para as publicações bem-humoradas.

Anedotas com os problemas enfrentados costumam funcionar bem, uma vez que tornam a apresentação mais descontraída.

Cada empresa deve estudar bem a sua situação, porém é importante ter mente que não podemos ser previsíveis, deixar a estratégia cair na monotonia.  Uma boa inspiração pode vir da análise de cases nacionais e internacionais.

É bom conhecer projetos de sucesso, porém, tenha cuidado! A ideia não é sair replicando as estratégias de terceiros, e sim encontrar o melhor caminho para manter a atenção do cliente.

Quer mais dicas para aprimorar suas estratégias de marketing de conteúdo? Assine a nossa newsletter e tenha acesso aos conteúdos preparamos pelo nosso time de especialistas.

Marketing educacional

Aprenda tudo sobre marketing educacional e como atrair mais alunos para sua IE!

Se você pensou que o marketing educacional é a aplicação dos esforços de marketing em instituições de ensino, então começou bem este texto. Esse conceito se refere à utilização de pesquisas, planejamento, monitoramento e estratégias de marketing para uma IE conquistar e reter mais alunos.

As ações de marketing educacional são importantes para faculdades, escolas, cursos de idiomas e outras instituições de ensino se destacarem nesse concorrido mercado.

Por meio do marketing, as escolas podem promover seus cursos, conteúdos, infraestrutura e demais valores que causem percepções positivas em potenciais e atuais alunos.

Mas será que instituições de ensino realmente investem em marketing e estão tendo resultados positivos com isso?

Segundo a pesquisa EduTrends 2016, feita pela Rock Content em parceria com a Resultados Digitais, 66,5% das IES investem em marketing offline e 81,3% em marketing digital.

O estudo também revelou que 69,3% das instituições consideram o ROI muito ou moderadamente positivo com o marketing offline. Com o marketing digital, o percentual subiu para 82,4%.

Se o marketing educacional está sendo bem aproveitado e tem trazido bons retornos para as instituições de ensino, então vamos entender melhor como isso acontece.

Acompanhe!

Como segmentar o público?

Estratégias de marketing que geram resultados positivos começam com uma boa definição dos perfis de alunos ideais para sua instituição.

Quando os interesses do seu público são correspondidos, há mais chances de desenvolver um bom relacionamento com ele e, dessa forma, melhorar sua geração de leads, matrículas e retenção de alunos.

Para fazer uma segmentação bem feita, separamos 4 dicas bem legais. Veja:

Entenda quem realmente é o seu público-alvo

Os públicos de uma universidade e de uma escola de ensino básico são um tanto quanto diferentes, certo?

E não estamos nos referindo a quem estuda, mas sim a quem toma as decisões de compra.

No ensino superior, os alvos são, normalmente, os próprios postulantes a universitário; já na escola, o público principal a ser convencido é formado pelos pais dos alunos.

Mas há também os grupos mais específicos.

Por exemplo, na faculdade, há os alunos que acabaram de terminar o ensino médio e dependem financeiramente dos pais, as pessoas que buscam uma requalificação no mercado, os jovens independentes interessados em entrar no ensino superior, etc.

No ensino básico, o mesmo acontece. Há os pais de crianças que se preocupam mais com a estrutura, os pais de adolescentes que se importam com um projeto pedagógico que encaminhe seus filhos para uma boa universidade, entre outros perfis.

Conhecer melhor os potenciais alunos e seus pais é o primeiro passo para uma estratégia mais bem orientada.

Considere as limitações geográficas

As instituições de ensino a distância talvez não precisem se preocupar com isso, mas para as escolas e faculdades que recebem os alunos em suas sedes, a localização é um fator que faz a diferença na segmentação.

Por exemplo, um colégio que está presente somente em uma cidade ou estado pode usar alguns regionalismos em sua comunicação para criar uma proximidade maior com o público local.

Além do mais, na hora de segmentar o público em ferramentas de mídia paga na internet, você saberá as regiões que mais interessam.

Assim, não precisará gastar para atingir uma audiência que dificilmente se matriculará em sua instituição.

Leve em conta suas ofertas

Não é difícil de imaginar que o perfil do estudante que quer fazer humanas é diferente do estudante que quer ingressar em um curso de exatas.

Da mesma forma, a pessoa que busca um curso de inglês para aperfeiçoar o que ela já aprendeu é diferente daquela que ainda não teve qualquer contato com esse idioma.

Note que são perfis de alunos que se encaixariam em diferentes ofertas em uma instituição.

Nesse caso, é legal levantar algumas características dos potenciais alunos de cada curso para saber o que pode funcionar melhor com eles.

Crie suas personas

As personas são personagens semifictícios que representam o aluno ideal para sua instituição.

Elas são criadas com base em dados reais levantados dos atuais alunos ou em pesquisas de mercado com pessoas que se enquadrariam nesse perfil.

Esses personagens carregam informações como dados demográficos, hábitos de consumo de informação e problemas, interesses e objetivos pessoais.

Quanto mais detalhes as personas tiverem, mais fácil será descobrir como sua IE poderá ajudá-las.

Lembre-se de que você pode criar uma persona por curso, por área de conhecimento ou até por fase de ensino (infantil, fundamental e médio).

Guia para criação de personas

Como captar e reter alunos?

Os objetivos destacados no título deste tópico são os principais do marketing educacional, mas atingi-los não é tão simples.

Há inúmeras maneiras de converter novas matrículas e evitar que os atuais alunos saiam da instituição.

Entretanto, resolvemos destacar 3 que costumam trazer ótimos resultados. Confira:

Produza conteúdos segmentados e relevantes

Olha o marketing de conteúdo se mostrando útil também para as instituições de ensino.

Por meio de conteúdos que eduquem, informem e entretenham os leitores, sua faculdade pode chamar a atenção de potenciais alunos que estão iniciando uma busca no Google, por exemplo.

Se você tem um conteúdo publicado no blog que ajude uma pessoa a avançar em sua jornada de compra, suas chances de ser recompensado aumentam.

Mas atenção! Evite os conteúdos muito genéricos. Use as personas como base para resolver seus problemas e falar sobre seus cursos de interesse e objetivos.

marketing de conteudo primeiros passos

Ofereça ensino, atendimento e estrutura de qualidade

Os bons conteúdos podem até ajudar a manter os alunos, mas o que fará diferença mesmo é o serviço que sua instituição entrega a eles.

Um corpo docente altamente qualificado, metodologias que tragam resultados reais, rapidez no atendimento e uma estrutura com laboratórios bem equipados, espaços de lazer e salas confortáveis são essenciais para promover uma boa experiência para os alunos.

Se o básico não for feito, não espere que as pessoas se sintam motivadas a continuar como alunas.

Invista no marketing de defensores

Como o nome sugere, esse tipo de marketing visa criar, entre os consumidores, promotores para defender uma marca em seus círculos sociais.

Essa tática é boa para conseguir novas matrículas, já que as opiniões de um estudante costumam ter um peso enorme nas decisões de outros alunos.

O marketing de defensores também funciona para reter matrículas, pois esses promotores passam a ter um relacionamento mais próximo e podendo ter mais regalias junto à instituição.

Como construir defensores para sua marca

Como usar as ferramentas de marketing digital para gerar leads?

Como já vimos, o marketing digital é mais utilizado e gera um melhor ROI para as instituições de ensino do que o marketing offline.

E uma das suas principais funções é a geração de leads.

Os leads do marketing educacional, por sua vez, são contatos que demonstraram interesse nos conteúdos e ofertas de uma escola ou faculdade.

Mas como conseguir formar uma lista com potenciais alunos? A seguir, você conhecerá 5 dicas para lhe ajudar com isso.

Utilize materiais ricos para gerar interesse

Materiais ricos são ebooks, infográficos, webinars e minicursos que possuem um valor agregado maior do que simples blog posts, por exemplo.

Pela quantidade de informações valiosas que esses conteúdos carregam, eles chamam mais a atenção do público interessado.

Dependendo do nível de profundidade do material, se você pedir apenas o nome e o email dos visitantes, as chances de eles deixarem essas informações em troca do acesso ao conteúdo são enormes.

ebook como fazer ebooks

Otimize as landing pages para melhorar as conversões

As landing pages são as principais ferramentas para converter leads no marketing digital.

São nelas que você poderá ofertar seus materiais ricos e incluir um formulário para os visitantes deixarem as informações solicitadas.

Uma landing page otimizada é aquela que destaca as principais qualidades do material ofertado, que esconde os links desnecessários, que contém um botão de Call-to-action claro e que pede apenas os dados necessários para o acesso aos conteúdos.

Exiba caixas de assinatura de newsletter

Além dos materiais ricos e das landing pages, outra forma de gerar leads é capturando os dados de contato dos visitantes do seu site ou blog.

Você pode espalhar caixas de assinatura de newsletter em forma de banner na barra lateral do site ou em pop-ups nas páginas específicas de cada curso.

Caso o visitante tenha interesse em saber mais sobre aquelas ofertas, ele provavelmente se cadastrará em sua lista.

guia newsletter

Faça email marketing para nutrir e qualificar seus leads

Com uma lista de leads formada organicamente, o próximo passo é desenvolver um relacionamento com eles por email marketing.

Essa relação deve nutrir esses contatos com mais conteúdos segmentados e aprofundados. A intenção é educar mais lead, ajudá-lo com informações importantes para o seu processo de inscrição e avançá-lo pelo funil de marketing.

A qualificação desses leads acontece quando eles deixam mais informações que ajudem a segmentar ainda mais esses relacionamentos.

Por exemplo, além do nome e email, é importante buscar dados como idade, curso de interesse, localização, entre outras informações importantes.

Use ferramentas de automação para dar escalabilidade ao processo

Por último, vale separar uma verba para investir em plataformas de automação de marketing, análise de dados, de construção de landing pages e de envio de email marketing.

Essas ferramentas reduzirão o excesso de trabalho manual e garantirão que sua estratégia tenha escalabilidade, ou seja, que ela consiga crescer de 100 para 100.000 leads sem perder a qualidade do processo.

automação de marketing e vendas

Quais são as melhores práticas de marketing educacional?

Algumas das melhores práticas você já viu ao longo deste artigo, mas, para fechar com chave de ouro, selecionamos mais 5 para serem aplicadas em sua instituição de ensino.

Descubra:

1. Interaja frequentemente com os alunos nas redes sociais

Utilizadas por 91% das instituições respondentes da pesquisa EduTrends 2016, as redes sociais são canais obrigatórios para fortalecer a relação com o público.

Em suas páginas no Facebook, Twitter, Instagram, LinkedIn e YouTube, as escolas ou universidades podem divulgar os conteúdos do blog, os materiais ricos, fazer atendimento aos alunos, tirar dúvidas e, o mais importante, interagir com eles.

Use as mídias sociais para se socializar e não apenas para se promover. Adote uma postura mais humanizada e uma linguagem próxima da sua persona para fluir o contato com seus seguidores.

Um bom trabalho de social media pode transformar seus alunos em verdadeiros fãs da instituição.

Kit Marketing nas Redes Sociais

2. Compartilhe histórias e depoimentos de alunos

Essa é uma estratégia legal para ajudar os alunos que estão próximos de fechar uma matrícula.

Você pode preparar um vídeo com um depoimento de um aluno satisfeito falando sobre as qualidades da escola ou de um ex-aluno que tenha conseguido uma posição privilegiada no mercado de trabalho.

Referências positivas são importantes para convencer os estudantes de que eles farão a escolha certa se fecharem com sua instituição de ensino.

3. Promova eventos com as comunidades locais

Uma universidade ou uma escola não precisam limitar suas atividades dentro de suas instalações.

A integração com as comunidades locais é importante para levar novas experiências para os seus alunos e criar uma imagem positiva com os demais setores da sociedade.

Por exemplo, o curso de educação física de uma faculdade pode promover evento esportivo em praça pública para se aproximar dos moradores daquela região.

Esse tipo de contribuição social melhora a reputação da instituição e faz ela ser mais lembrada por potenciais alunos, aumentando o brand awareness.

4. Invista em mídia paga

Campanhas de links patrocinados também não podem ser deixadas de lado no marketing educacional digital.

Você pode negociar diretamente com diversos sites e blogs ou investir em Google Adwords, Facebook Ads e outras plataformas de anúncio.

As intenções são aumentar a exposição da marca, gerar resultados mais rápidos e direcionar suas mensagens para as pessoas certas.

Aliás, a segmentação na mídia paga online é bem mais precisa do que nos veículos tradicionais. Dependendo da plataforma, você pode direcionar seus anúncios com base em palavras-chave ou no gênero, na localização e nos interesses pessoais do público.

5. Monitore os resultados de suas campanhas

O marketing que não pode ser medido dificilmente será capaz de gerar melhores resultados.

A mensuração é parte fundamental de qualquer estratégia. Afinal, ao analisar o desempenho de suas principais métricas, você saberá se seus objetivos de marketing estão sendo atingidos.

Acompanhe de perto a quantidade de leads gerados, a taxa de conversão de novos estudantes, o tempo médio de retenção de alunos, o ROI, o custo de aquisição por matrícula, entre outros indicadores relevantes.

Dessa forma, você conseguirá otimizar suas campanhas e apontar os caminhos certos para futuras ações de marketing.

O marketing educacional é indispensável para as instituições de ensino que buscam bater suas metas de matrículas semestrais, melhorar o relacionamento com seus públicos de interesse (estudantes, pais e comunidade) e fidelizar seus atuais alunos.

Para conquistar esses resultados, é preciso caprichar na segmentação do público, acompanhar de perto os indicadores de desempenho e utilizar as estratégias certas para cada objetivo.

Aliás, sugestões de táticas não faltam, mas vale olhar com mais carinho para as ações de marketing digital. Suas ferramentas podem simplificar, automatizar, economizar e trazer mais produtividade para os seus esforços de captação e retenção de alunos.

Como vimos, uma das estratégias destacadas para atrair e fidelizar alunos em uma instituição de ensino é o marketing de conteúdo.

Em nosso ebook Marketing de Conteúdo para Instituições de Ensino, você verá como a produção de conteúdos de qualidade pode ser tão eficiente no mercado educacional.

Marketing-de-conteudo-para-instituicoes-de-ensino

Jornada de compra

Jornada de compra: o que é e como ela impacta sua estratégia?

Com o inbound marketing, as empresas passaram a contar com um novo modelo para divulgar e vender os seus produtos e os seus serviços.

Esse processo passou a ser menos invasivo e mais voltado para aqueles consumidores que realmente estão interessados nas soluções da companhia: a chamada jornada de compra.

Quando uma empresa passa a investir nas estratégias comerciais na internet, é importante desenvolver um planejamento abrangente que leve em consideração as ações de divulgação e atração de clientes, assim como os mecanismos de vendas.

Esse plano será essencial para orientar os trabalhos do marketing empresarial. Porém, se o planejamento não levar em consideração a jornada de compra do cliente, as chances das suas estratégias fracassarem são grandes.

Para que não desperdice tempo e trabalho, é fundamental conhecer o seu público-alvo: necessidades, desejos e hábitos de consumo. Essas informações vão orientar o seu planejamento e as ações de marketing e vendas.

Quer entender um pouco mais sobre a jornada de compra? Então confira os próximos parágrafos:

A jornada de compra

A jornada de compra é o modelo usado para definir em qual estágio comercial o consumidor está.

Ao entender seus hábitos de consumo e monitorar o que ele está buscando na internet, é possível descobrir em qual momento da compra ele se encontra.

Com isso, dedicar esforço para conduzi-lo de maneira eficiente à conclusão do negócio.

Isso acontece porque a equipe de marketing pode produzir e entregar conteúdos relacionados aos desejos e às necessidades do consumidor.

Essas informações vão preparar e conduzir esse consumidor pelas diferentes etapas de vendas, o que facilitará o trabalho da equipe comercial e aumentará as chances de concluir o negócio.

A jornada de compra é dividida em 4 etapas diferentes:

  • aprendizado: o cliente não sabe ou não tem certeza de que possui um problema ou que tem a necessidade de um produto ou de um serviço;
  • reconhecimento: a pessoa pesquisa e tenha acesso a informações que a ajudam a perceber a existência de um problema ou de uma necessidade;
  • consideração: ao perceber que tem um problema, o consumidor segue pesquisando soluções e passa a considerar aquela que melhor se encaixa na sua necessidade;
  • decisão: após analisar as opções do mercado, é tomada a decisão e a compra pode acontecer.

Esse processo de venda exige paciência por parte da empresa e o desenvolvimento de ações para cada uma dessas etapas.

São esses conteúdos que guiarão os consumidores em potencial pelos diferentes momentos da venda.

a jornada do cliente

O funil de vendas

Quando consumidor começa a considerar a aquisição de um produto ou serviço, ele entra no funil de vendas.

O trabalho em cada etapa desse processo é essencial para qualificar o cliente e fechar um novo negócio. As etapas citadas no tópico anterior ajudam a entender essa metodologia do marketing digital.

Cada uma dessas etapas se encaixa em momento do funil de vendas e orienta o tipo de conteúdo a ser usado:

  • topo de funil: é aqui que entra as pessoas que estão na fase de “aprendizado”. Como elas não estão buscando um produto ou um serviço especificamente, é necessário fazer com que ela entenda que possui uma necessidade e que ela se interesse pelo seu produto;
  • meio de funil: aqui estão as pessoas que estão na fase de “reconhecimento”. O conteúdo produzido nesse momento deve ser dedicado a mostrar que a sua empresa tem a solução de que ele precisa;
  • fundo de funil: aqui o cliente está nas fases de “consideração” e “decisão”. Ele compara as empresas, produtos e serviços para que possa fazer a contratação. É o momento ideal para a equipe de vendas.

À medida que vai mudando os estágios do funil, a quantidade de pessoas em cada uma delas reduz.

Porém, quanto mais avança no funil de vendas, mais qualificado está o consumidor e, consequentemente, mais preparado para a compra.

Kit Planejamento do Funil de Vendas

O impacto nas vendas

A jornada de compra impacta de maneira positiva as vendas de uma empresa devido à quantidade de informações geradas sobre os clientes — o que permite um trabalho mais direcionada — e por criar um relacionamento positivo entre empresa e consumidor.

Confira, a seguir, como esse processo comercial pode gerar vantagens estratégicas para o setor de vendas de uma empresa:

Identificar o momento da venda

Os consumidores estão em diferentes momentos de compra, e isso tem relação direta com o seu comportamento de consumo.

Se um vendedor oferecer um produto para uma pessoa que está na fase de “aprendizado”, será bastante complicado fechar o negócio. Além de perder um possível cliente, ainda há desperdício de tempo e trabalho.

Porém, se a venda acontece no momento de “decisão”, as chances de sucesso aumentam consideravelmente. Por isso, a jornada de compra é essencial para dinamizar e melhorar as vendas da empresa.

Relacionamento próximo com clientes

Para que esse modelo de vendas aconteça, é importante conhecer:

  • quem é o seu público-alvo;
  • os seus desejos;
  • as suas necessidades;
  • os seus interesses;
  • e o seu hábito de consumo.

Esse grau de informação aproxima a empresa das pessoas e permite a construção de uma série de estratégias que reforçam esse relacionamento.

Com isso, fica mais fácil conquistar novos clientes e, sobretudo, fidelizar aquelas pessoas que já consomem na sua empresa.

Como reduzir o tempo de negociação

Vendas consultivas

Personalizar o contato com os clientes humaniza o relacionamento comercial e gera vantagens estratégicas para o negócio.

Utilizar a jornada de compra em seu sistema de vendas permite criar um modelo consultivo em que as pessoas buscam informações e as empresas oferecem conteúdos e soluções.

Esse modelo favorece a atuação do vendedor, que fornece dados sobre produtos e serviços, tira as dúvidas da pessoa e consegue trabalhar de maneira direta e objetiva a venda.

Gestão otimizada

Esse modelo comercial segue uma fórmula. Isso favorece a análise de cada etapa do processo permitindo identificar possíveis gargalos e propor soluções de maneira ágil e eficiente sem que haja quedas bruscas nas suas vendas.

Essa agilidade na gestão faz com que a equipe tenha mais foco e chances de acerto. O resultado é o aumento das chances de se fechar um negócio.

Aumento da produtividade

Se eu conheço o meu cliente e entendo os seus hábitos de consumo, eu sei em qual momento da compra ele se encontra e qual é a sua necessidade.

Assim, o meu trabalho como vendedor fica mais fácil e ágil. Afinal, consigo saber com quem posso negociar ou não — e, com isso, consigo vender mais e ter melhores resultados.

Gostou deste post sobre a jornada de compra? Então confira este texto com dicas para fidelizar a sua base de consumidores.

Marketing de Luxo

O que é Marketing de Luxo: veja 6 características fundamentais!

Prepare-se para entrar em um texto recheado de riqueza, gala e puro requinte. Vamos falar sobre o marketing de luxo!

Mas fique tranquilo, pois não vamos sofisticar demais a linguagem para isso. O texto será acessível mesmo para quem não consome as ofertas desse segmento.

Esse é um tipo de marketing praticado por marcas de alto padrão e voltado para o público de altíssimo poder aquisitivo.

O seu foco é em um mercado que dificilmente está em crise e que exige ações de marketing e experiências de compra bem diferenciadas.

Neste post, vamos entender melhor do que se trata o marketing de luxo e destacar 6 traços que caracterizam essa estratégia. Confira:

O que é marketing de luxo

O marketing de luxo reúne uma série de estratégias e táticas usadas para agregar valores requintados à experiência de compra, criar diferenciais competitivos para as marcas e passar uma imagem única aos clientes.

É um marketing que não falará de preços, conveniência, comparações ou de qualquer outro valor mais popular.

Pelo contrário, as suas ações são caracterizadas por:

  • artesanato;
  • conhecimento refinado;
  • desempenho;
  • exclusividade;
  • hedonismo;
  • herança;
  • status social;
  • tradição;
  • e valorização pessoal.

O marketing de luxo visa aumentar o valor percebido de uma marca e se aproveita da precificação para valorizar os elementos intangíveis do produto ou do serviço.

As características do marketing de luxo

Para entendermos ainda melhor essa abordagem um tanto quanto sofisticada, selecionamos 6 atributos que a tornam única. Acompanhe:

1. Forte ligação com a identidade da marca

As marcas de massa ou premium geralmente transmitem o seu posicionamento nos seus produtos, serviços e demais pontos de contato com o cliente, certo?

No mercado de luxo, o trabalho de branding é mais voltado para a identidade da marca. Afinal, identidade é aquilo que torna algo único e autêntico perante os demais.

E é essa singularidade que o marketing de luxo prega.

O posicionamento, por sua vez, é um conceito que aborda valores que podem ser compartilhados com outras marcas, ou seja, já não há mais aquela coisa de ser único.

As marcas de luxo não se deixam comparar com outras. Elas são fiéis às suas identidades, que são indivisíveis e inegociáveis.

Por exemplo: quem adquire uma Ferrari não está preocupado com as características técnicas do veículo. Se fosse por isso, ele cairia na régua da comparação e fatalmente compraria um carro esportivo 10 vezes mais barato.

O cliente da Ferrari está atrás de alto desempenho e de estar associado a uma escuderia de prestígio. É a identidade daquela marca que o faz pagar R$ 2 milhões em um automóvel de luxo.

2. Foco na experiência do consumidor

Na promoção e na venda de um bem de luxo, a experiência entregue ao cliente deve estar à altura daquela compra.

Por isso, a principal característica da experiência do consumidor no marketing de luxo é a exclusividade.

Exclusividade vem pelo fato de as marcas não terem que agradar a todos, mas sim a um público-alvo bem seleto: consumidores que se identifiquem com as suas crenças.

Isso é mais fácil de se notar, visto que essas marcas raramente utilizam meios de massa para se promover e os seus pontos de venda não estão localizados em vias de comércio popular.

Mas essa experiência única pode se estender no ato da compra. Por exemplo: quem quer ser cliente da Hermés precisa criar um vínculo íntimo e duradouro com a marca.

É necessário criar uma conexão, uma sensação de pertencimento àquele círculo para que o consumidor tenha a oportunidade de adquirir uma das suas bolsas. Enfim, não é só chegar e comprar.

Outro exemplo legal é o da Porsche. Em vez de proporcionar uma venda semelhante ao que fazem outras empresas, o que poderia lembrar uma concessionária, a marca inovou no processo de entrega.

Ela passou a permitir que os seus clientes retirem o carro diretamente da linha de montagem da empresa, na Alemanha. Isso cria um diferencial altamente competitivo, já que entrega uma experiência pessoal e personalizada para o consumidor.

3. Produção de conteúdo menos apelativo e aberto

Quem disse que o marketing de conteúdo não está presente no marketing de luxo? As 2 estratégias também podem se entender muito bem e gerar ótimos resultados.

Se pegarmos o exemplo que usamos da Hermés no tópico anterior, poderemos ter uma ideia de como essa integração é feita.

Você viu que a marca preza pela criação de um relacionamento mais próximo com aquele potencial cliente para então torná-lo parte do seu mundo, certo?

Isso é algo que acontece com diversas grifes de luxo. Afinal, elas não querem qualquer tipo de cliente associado à sua marca.

Então, a partir desse objetivo de atrair somente os clientes certos, o marketing de conteúdo pode ser bastante útil.

As marcas podem atrair e educar esses consumidores com conteúdos que falem sobre a sua história, a sua identidade, as suas crenças, os seus eventos e, vez ou outra, abordar os problemas e as necessidades dos clientes.

Dessa forma, cria-se um envolvimento maior com aqueles que realmente tem potencial para adquirir os produtos e fazer parte daquele universo.

Detalhe: essa pegada mais narcisista é característica dos conteúdos do mercado de luxo porque ele não vai atrás dos clientes. O processo é inverso: é o público que quer ascender e fazer parte daquele meio.

4. Apoio em referências sociais daquele nicho

Uma característica comum das marcas de luxo é o uso de celebridades para estrelarem as suas campanhas e promoverem as suas crenças e os seus produtos.

Mas aí você pode questionar e dizer que até as marcas mais populares fazem isso. Está certo, mas tudo está na forma como essas personalidades são usadas.

Uma coisa é usar a Gisele Bündchen para vender operadora de TV a cabo e veicular a imagem dela em comerciais na TV aberta.

Outra coisa é usar a Gisele Bündchen, hipoteticamente, em uma campanha da Prada feita em um hotel de luxo em Nova York.

O público e a abordagem são completamente diferentes. No marketing de luxo, a ideia não é vender uma imitação, mas sim um testemunho de alguém que seja referência para aquele nicho.

5. Criação de necessidades

Quando falamos dessa abordagem mais narcisista do marketing de luxo, você pode ter estranhado. Afinal, como uma marca pode não se orientar a partir das demandas dos clientes?

No mercado de luxo, as empresas, logicamente, ouvem os seus clientes e as suas necessidades. No entanto, esse fator não é o preponderante na hora de desenvolver conteúdos, campanhas e até produtos.

As marcas de luxo não respondem problemas, elas criam sonhos. Os seus produtos e as suas crenças educam os gostos dos clientes — e isso talvez explique por que esse mercado se aproxima tanto do mercado de artes.

O luxo explora novidades, criatividade e novos territórios. O seu papel não é reduzir riscos ou desconfortos. Enfim, aqui, são as marcas que criam a demanda.

6. Comunicação com quem não é público-alvo

No mercado de luxo, as vendas devem ser focadas em um público de alto poder aquisitivo, mas parte de sua comunicação pode ser direcionada para as massas.

Afinal, como é que poderíamos associar marcas como Gucci e Dolce & Gabbana a esse segmento tão exclusivo?

Essas marcas precisam se apresentar para o mercado geral como de luxo, até porque tem consumidor que ainda não está no target, mas pode entrar. Mas como elas fazem isso?

Uma das maneiras mais utilizadas por essas empresas é a participação nas redes sociais. Como são ferramentas extremamente populares, as marcas de luxo podem se comunicar com as massas ao divulgar conteúdos, campanhas e eventos.

Isso não deixa de ser uma forma de aproximação e conscientização da marca com outros tipos de público.

Enfim, encerramos esse passeio por esse mundo glamouroso do marketing de luxo com algumas impressões que o diferenciam dos demais tipos de marketing.

As principais são a valorização da identidade da marca, da experiência única de consumo, de um conteúdo mais autopromocional e de uma orientação que impõe uma demanda em vez de responder a uma.

Outra metodologia que está muito ligada e até presente no marketing de luxo é o marketing de experiência.

As suas estratégias são responsáveis por atrair, encantar e fidelizar clientes a partir da criação de sensações, percepções e emoções positivas no processo de compra.

Para saber mais, confira o post: “O que é marketing de experiência, afinal de contas?”.

Por que ter um blog

Por que ter um blog? Veja 5 motivos que vão te convencer

Você vê tantas postagens pela internet e fica se perguntando por que criar um blog? Essa é uma dúvida comum às pessoas que estão iniciando no marketing digital e que desejam mais visibilidade para a sua imagem ou para o seu negócio.

Ao longo deste post, você verá que o blog é uma estratégia que pode ser utilizada tanto para empresas quanto para projetos pessoais, podendo trazer retorno para ambas as possibilidades. E o mais interessante: o blog não exige grandes investimentos para que você dê início ao projeto e desenvolva um trabalho para alcançar os seus objetivos.

Quer saber mais sobre o trabalho com blog e todas as suas potencialidades? Então continue lendo este texto:

Afinal, o que é um blog?

O blog nada mais é do que uma página na internet na qual se concentram diversos conteúdos, sejam em forma de texto, áudio, vídeo ou imagem. É como se fosse uma biblioteca com vários temas que um usuário da web visita e escolhe o que deseja ler de acordo com o seu interesse.

Há casos em que o blog é utilizado como um projeto pessoal.

Você já ouviu falar sobre as blogueiras de beleza? Então, tratam-se de pessoas com conhecimento na área que criam um blog para dar dicas e para promover a sua imagem pessoal, de empresas e de marcas parceiras (sim, também há publicidade em blogs!).

Assim, elas ganham autoridade na área e se tornam referência no assunto ao mesmo tempo em que vão formando um público de seguidores que admiram o seu trabalho.

Por outro lado, os blogs também são utilizados por empresas. Normalmente, eles são inseridos nos sites, como uma parte do menu, um espaço no qual o visitante entra e confere uma lista de conteúdos informativos.

Com isso, as empresas e os profissionais esclarecem as principais dúvidas do seu público-alvo enquanto ganham autoridade na área e a confiança de um potencial cliente.

Ainda não está convencido da importância dessa estratégia de marketing digital? Então vamos aos argumentos…

Por que ter um blog?

De acordo com a pesquisa Content Trends de 201661,7% das empresas no Brasil publicam posts em blog por acreditarem que seja uma boa estratégia.

O mesmo estudo aponta que as empresas que utilizam essa prática aumentam em 3,7 vezes o número de visitas do site quando comparadas àquelas que não possuem um blog.

Mas, na prática, por que ter um blog?

1. Aumento da sua visibilidade

Quando você cria um blog, é importante que você pense na divulgação. Isso pode ser feito de diversas formas, como:

Assim, quanto mais os seus artigos forem vistos, mais pessoas conhecerão você e a sua empresa.

O melhor de tudo isso, é que você será conhecido por algo de valor, ou seja, por fornecer informações úteis ao seu público.

2. Baixo custo para início do projeto

Se você não tem um investimento para começar o seu blog, fique tranquilo: não é preciso de muito.

Existem plataformas gratuitas e de fácil gerenciamento que você mesmo pode começar a usar de forma bastante intuitiva. Uma delas é a WordPress — inclusive, uma das mais utilizadas no ramo atualmente.

Se você mesmo produz o seu conteúdo, então não terá gastos com outro profissional. E a divulgação também pode ser feita de forma gratuita nas redes sociais.

No entanto, se sobrar um dinheirinho, vale a pena fazer um impulsionamento do post na sua fanpage para atingir maior alcance de público segmentado.

3. Aumento da cartela de clientes e de seguidores

Quando a sua empresa ganha mais visibilidade — principalmente de pessoas que se interessam pelo conteúdo do seu blog —, consequentemente você também consegue aumentar a sua cartela de clientes e de seguidores das suas dicas e dos seus tutoriais.

Isso acontece porque essas pessoas que visitam o seu blog estão interessadas exatamente naquilo que você oferece.

Quando você oferece um esclarecimento às principais dúvidas, cria uma relação de gratidão, e elas se sentem mais propensas a fecharem negócio com você, que as ajudou.

4. Possibilidade de gerar renda

Falamos sobre aumentar a sua cartela de cliente. E é claro que isso já é uma geração de renda. Mas há outras formas, principalmente para quem trabalha o blog como um projeto pessoal.

Tome como exemplo as blogueiras de beleza que citamos. E isso acontece não só no ramo de beleza, mas de diversos segmentos, como:

  • educação e ensino;
  • gastronomia;
  • viagem;
  • entre outros.

Quando você possui um alto número de acessos diários no seu blog, você pode se cadastrar no Google AdSense e vender espaços publicitários na sua página para empresas que queiram divulgar produtos ou serviços que tenham relação com o seu conteúdo.

Assim, os anúncios ficam visíveis e, a cada clique que eles recebem, você ganha uma porcentagem do que o anunciante paga ao Google.

Outra forma é fazer os chamados publieditoriais, conteúdos que você produz divulgando uma marca ou produto específico. No entanto, ele não tem aquele caráter direto de anúncio.

Por exemplo: você tem um blog de viagem com muitos acessos e um hotel acerta um pagamento em troca de um publieditorial. Nesse caso, você poderia fazer uma publicação mostrando o hotel, as qualidades e falando da sua experiência como hóspede.

Veja bem: você vai publicar a sua experiência diante dos serviços da empresa. Mas atenção, é importante — e ético — que você deixe claro que se trata de um publieditorial.

5. Relacionamento com o seu público

Se você já tem uma boa cartela de clientes, por que ter um blog? Porque é importante que você se relacione com os seus consumidores e favoreça o processo de fidelização.

Enquanto os clientes acompanham os conteúdos do seu blog, você está na mente deles. E, quando chegar o momento de decisão de compra, é da sua empresa que eles vão se lembrar.

O mesmo vale para blog de projetos pessoais: enquanto você alimenta o seu público com informações de valor, sempre terá muitos acessos nas suas páginas.

Agora que você já sabe por que ter um blog, sugerimos mais uma leitura interessante: “Criei o meu 1º blog. E agora?”. Confira!

Account-based Marketing

Account-Based Marketing (ABM): conheça a estratégia do Marketing Baseado em Contas

O Marketing Digital está em constante evolução, e não importa qual estratégia você já use, sempre terá algo novo para experimentar.

Existem tantos tipos diferentes de marketing que fica até complicado escolher quais deles adotar, não é mesmo?

Uma boa linha de corte para facilitar essa escolha é o ROI que cada estratégia apresenta, e nesse quesito o Account-Based Marketing (ou ABM) se destaca bastante!

Apesar disso, o ABM ainda é um conceito desconhecido por muitos profissionais de marketing que poderiam se beneficiar grandemente dessa abordagem.

Quer saber mais sobre o assunto e ver se o Marketing Baseado em Contas é para você? Fique ligado, vamos mostrar tudo que você precisa saber sobre o assunto!

Neste post você vai ver:

  • O que é Account-Based Marketing?;
  • Por que vale a pena prestar atenção nessa estratégia?
  • 6 benefícios que essa estratégia pode trazer para o seu negócio;
  • Para quem o Marketing Baseado em Contas é indicado?;
  • 6 passos para uma estratégia certeira de Account-Based Marketing.

O que é Account-Based Marketing?

Account-Based Marketing ou Marketing Baseado em contas é um tipo de marketing focado em uma empresa (conta) específica. As campanhas são personalizadas para essa conta, o que traz resultados impressionantes.

Muitos profissionais de marketing baseiam seus esforços em tentar atrair o máximo número de prospects a fim de tentar vender para eles. No Account-Based Marketing é diferente.

Você escolhe as empresas (ou contas) que deseja ter como clientes e se concentra em criar campanhas de marketing específicas para elas.

Personalização é um fator-chave do ABM. A comunicação e o conteúdo produzido são totalmente voltados para as necessidades dos possíveis compradores, e daí vem a alta taxa de sucesso que ele tem mostrado.

Segundo uma pesquisa do Altera Group, 97% dos participantes disseram que essa tática trouxe um ROI maior do que outras formas de marketing.

A geração de valor que vem dessa personalização também é fundamental para que os envolvidos sejam convencidos e comprem o produto.

De acordo com a Salesforce, para mais de 90% dos clientes B2B o volume de pesquisa sobre uma solução aumenta de acordo com o preço da mesma.

Quanto mais caro o produto, mais pesquisas eles fazem para tomar a decisão certa. Logo, empresas que investem no ABM costumam gerar maior valor e aumentar as chances de venda.

Por que vale a pena prestar atenção nessa estratégia?

Os resultados incríveis apresentados pelas empresas que fazem uso do Marketing Baseado em Contas já deixam claro que se trata de uma estratégia que vale a pena observar.

Mas veja em mais detalhes o porquê desse conceito estar ganhando tanto destaque:

Dá uma visão ampla do processo de compra

Talvez o maior mérito do Account-Based Marketing seja o fato de que ele leva em conta uma verdade irreversível: quando se trata de B2B, a decisão normalmente não é feita por uma pessoa só.

Então, por que uma estratégia deveria ser focada em um indivíduo, sendo que há outras cabeças pensando junto com ele? Isso daria uma visão limitada do processo de compra.

Em vez disso, faz mais sentido ampliar essa visão por focar no grupo todo com uma mensagem focada no bem coletivo da sua oferta.

É um mercado em ascensão

Uma pesquisa da Demandbase realizada ano passado revelou que 70% das empresas B2B participantes já possuem programas parciais ou completos de ABM rodando.

Na mesma pesquisa, 62% dos participantes disseram que já têm as habilidades necessárias para ser bem-sucedidos com o ABM, contra 53% no ano anterior.

O que esses dados mostram? Que a cada ano mais empresas estão percebendo as vantagens do Account-Based Marketing com relação a outras táticas.

Além disso, elas não estão perdendo tempo para se capacitar e aumentar os investimentos a fim de conseguir melhores resultados.

Se trata de marketing bem feito

Dito de forma pura e simples, Account-Based Marketing se trata de seguir tudo aquilo que os clientes querem e esperam de uma marca. Quer ver?

Uma pesquisa da Aberdeen destacou que 75% dos clientes preferem ofertas personalizadas. Aliás, nem é preciso muito para observar que marketing e vendas precisam cada vez mais focar no atendimento especializado.

O DNA do Marketing Baseado em contas é conhecer bem os tomadores de decisão e criar uma mensagem única, que gere valor e os convença dos benefícios da oferta.

Não concorda que essa é a forma ideal de fazer marketing?

6 benefícios que essa estratégia pode trazer para o seu negócio

Uma das primeiras coisas que nos vêm a mente quando consideramos uma nova estratégia de marketing tem a ver com os benefícios que ela trará para a empresa.

Com o ABM não seria diferente, então preparamos uma lista com 6 vantagens de personalizar a sua abordagem junto aos prospects dessa forma:

1. Alto ROI de marketing

Já ficou mais do que claro, por todas as estatísticas apresentadas aqui, que o ABM tem o potencial de multiplicar o seu ROI de marketing.

Mas, como se não bastasse, aí vai mais um dado: de acordo com um relatório da ITSMA, quase 85% dos profissionais de marketing que mediam o ROI consideraram essa a estratégia de maior retorno.

Algumas até citaram que a diferença é bem grande com relação a outras formas de marketing.

2. Fácil alinhamento entre marketing e vendas

Nós nunca nos cansamos de destacar a importância e os benefícios de alinhar marketing e vendas por meio do Vendarketing.

Então, o fato do ABM facilitar esse alinhamento é mais um motivo para você dar atenção a ele. Mas de que forma isso acontece?

O pensamento do time de marketing passa a ser o mesmo de um vendedor: olhar a conta com o objetivo de atrair os envolvidos, convencê-los e fechar negócio.

Nesse sentido, podemos até dizer que utilizar essa metodologia é uma das formas mais fáceis de alinhar marketing e vendas.

3. Indicações e provas sociais melhores

Depender apenas de indicações não é algo positivo, mas usá-las como mais uma forma de promover o seu negócio é extremamente positivo.

Mas como o Account-Based Marketing poderia ser útil nesse respeito? A relação com os clientes já começa fortalecida, favorecendo o sucesso da parceria.

Consequentemente, se tornará mais fácil pedir por um depoimento ou mesmo apresentar estatísticas que mostrem o quanto a sua empresa gerou de valor para aquele cliente.

Esses depoimentos e dados podem ser usados como prova social no seu site e até ser transformados em cases de sucesso.

4. Menor desperdício de recursos

A precisão de uma estratégia determina quantos recursos serão desperdiçados nela. Por ser direcionado em alvos específicos, o ABM acaba minimizando a perda desses recursos e favorecendo a otimização das vendas.

Em outras palavras, o time de marketing passa a ser mais eficiente em usar o tempo, dinheiro e energias gastos nas campanhas para realmente fechar vendas.

Isso é fundamental, pois aumenta a produtividade e o moral de todos os membros do time, além de fazer diferença no cálculo final dos lucros.

5. Engajamento maior

Por se tratar de um conteúdo feito especificamente para as necessidades dos compradores, é natural que o engajamento com esse material seja alto.

Esse é, na verdade, um dos pilares do ABM, a produção de conteúdo de qualidade, que seja interessante e relevante para o público.

Isso prova também que o Account-Based Marketing não serve para substituir ou competir com o Inbound Marketing. O ideal é que eles sejam alinhados para dar os resultados esperados.

6. Facilidade de mensuração

No marketing digital está ficando cada vez mais fácil mensurar os esforços e descobrir exatamente onde estão os problemas com determinada campanha.

As ferramentas disponíveis atualmente apresentam relatórios detalhados e fáceis de entender, que oferecem até indicações do que precisa ser modificado e aprimorado.

Com o ABM não poderia ser diferente. De fato, por observar cada conta de forma separada, se torna ainda mais fácil dar um contexto para os dados encontrados e perceber como anda o desempenho da campanha.

Para quem o Marketing Baseado em Contas é indicado?

O Account-Based Marketing é mais usado por empresas que precisam lidar com muitas pessoas durante o processo de venda.

Normalmente esse é o caso de empresas B2B, cujos clientes precisam decidir de forma coletiva ou passar por processos internos antes de comprar um produto ou contratar um novo prestador de serviços.

Em algumas organizações é necessário tratar com 5 pessoas diferentes, cada uma com diferentes preocupações, objetivos e questionamentos que dificultarão a venda.

Assim, uma campanha focada apenas em um desses envolvidos pode não ser suficiente para convencer a todos, e o poder do ABM fica mais evidente.

Além disso, o alto nível de personalização obriga a focar em um número menor de contas por vez, preferencialmente de valor mais alto. Por outro lado, isso pode gerar um custo de implementação maior.

6 passos para uma estratégia certeira de Account-Based Marketing

Depois de tudo que já vimos, você só precisa aprender mais uma coisa: como implementar o Marketing Baseado em Contas na sua empresa.

Nem é preciso lembrar que sem uma execução de qualidade nem mesmo o plano mais brilhante pode ter sucesso, então é essencial que você siga de perto os passos listados aqui.

São 6 ações que precisam ser tomadas. Veja a seguir:

1. Descubra as contas que deve priorizar

É provável que o hábito de tentar atrair um grande número de clientes ainda esteja presente, e vamos precisar nos livrar dele para começar a investir no Account-Based Marketing.

Como já dito aqui, o ABM normalmente foca nos clientes que podem trazer maior valor, então você deve fazer uma filtragem dos clientes que mais deseja conquistar no momento.

Para realizar essa tarefa, é preciso que os times de marketing e vendas se reúnam  —  sim, o alinhamento já começa aqui!  —  e determinem quem são as contas a priorizar.

2. Mapeie o funcionamento de cada uma delas

Depois de determinar quem são as empresas a priorizar, é hora de pesquisar como elas funcionam: qual a estrutura organizacional, quem são os tomadores de decisão, etc.

O objetivo aqui não é criar personas para todos os envolvidos, mas entender como a companhia funciona de maneira geral e como as decisões são tomadas no dia a dia.

Isso vai ajudar na criação de uma mensagem que seja convincente e tenha apelo junto aos membros de forma coletiva.

3. Crie conteúdo personalizado

Aqui começa a produção de conteúdo, mas novamente uma palavra de cautela: o material não deve ser focado apenas nas necessidades dos indivíduos, e sim do negócio do qual eles fazem parte.

Nessa etapa se torna claro como Inbound Marketing  —  mais precisamente o Marketing de Conteúdo —  e ABM podem ser extremamente eficazes em conjunto.

Outro lembrete: o conteúdo deve ser voltado para cada organização, e não replicado em todas as suas campanhas, pois isso fugiria do propósito da personalização.

4. Defina os melhores canais

Parte da sua pesquisa sobre as organizações em questão deve incluir os canais de marketing mais utilizados por elas, a fim de saber onde faz mais sentido destacar o seu conteúdo.

Por exemplo, quais redes sociais é mais provável que os tomadores de decisão usem para ler artigos relacionados ao negócio?

5. Realize a campanha

Com todos os elementos anteriores, você tem tudo que precisa para realizar cada campanha e iniciar o relacionamento que, por fim, deve levar a organização a se tornar sua cliente.

Só tome cuidado para coordenar corretamente os esforços de publicação e promoção de conteúdo. Isso vai evitar que os potenciais clientes se cansem e deixem sua mensagem de lado.

6. Meça os resultados e se adapte

Ainda é alto o número de profissionais de marketing que têm dificuldade em medir com regularidade os esforços e encontrar o ROI exato das estratégias que aplicam. 

Não deixe de lado esse passo essencial do processo, pois além de mostrar como está o desempenho da sua campanha esses relatórios vão te oferecer insights valiosos para fazer melhorias e ter resultados melhores.

Deu para notar que o Account-Based Marketing não é só mais um conceito genérico de marketing. Antes, se trata de uma estratégia sólida, que pode ser alinhada com o Inbound Marketing para trazer resultados ainda melhores e multiplicar o ROI da sua empresa.

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