Elias Bruno

Redator Freelancer na Rock Content

Publicitário de formação, marketeiro de alma, redator de profissão e são paulino de coração. Gosto de levar informações e conhecimentos interessantes para o público e de pegar meu Palio e viajar até onde ele aguentar :)
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mesclar duas páginas do Facebook

Entenda como transformar um perfil em fan page e por que isso é importante para sua empresa

Quando falam para você colocar sua empresa nas redes sociais, qual a primeira opção que vem a sua mente?

Foi o Facebook, certo? Se sim, ótimo! Caso você tenha pensado em outra plataforma, ao menos deve ter cogitado a rede inventada pelo Mark Zuckerberg.

Afinal de contas, o Facebook é a mídia social mais usada no mundo (são quase 2 bilhões de usuários ativos mensais, segundo o portal Statista).

Tanto sua popularidade quanto suas funcionalidades fazem com que essa mídia seja adequada para qualquer tipo de empresa que deseja promover seus conteúdos e ofertas e, claro, se relacionar com consumidores e clientes.

No entanto, tem muito empreendedor que, por falta de orientação, acaba usando ou criando um perfil pessoal para os seus fins comerciais.

Isso viola as diretrizes do Facebook, e o acesso à conta pode ser removido de uma vez se a conversão não for feita.

Por isso, vamos mostrar um passo a passo sobre como transformar um perfil e fanpage.

Antes, vamos entender melhor essa questão:

As diferenças entre perfis e fan pages

Talvez ainda não tenha ficado clara a importância de fazer essa mudança. A questão é que os dois tipos de conta atendem a objetivos completamente diferentes.

Enquanto o perfil é orientado para o uso pessoal, a fan page serve para as marcas e empresas divulgarem suas propostas de valor.

O uso do perfil pessoal para promover um negócio, além de proibido pelo Facebook, limita bastante a capacidade de atuação da empresa na rede social.

Por exemplo, você só poderia adicionar até 5 mil amigos; teria que aprovar cada solicitação de amizade enviada; e o perfil só poderia ser administrado se fosse acessado com o seu login e senha.

Já com uma página, você teria a disposição os seguintes recursos:

  • quantidade ilimitada de fãs/seguidores;
  • possibilidade de impulsionar seus posts por meio do Facebook Ads, além de criar outros tipos de campanhas por essa plataforma de anúncios;
  • ter vários administradores para gerenciar sua fan page, e sem precisar logar na sua conta pessoal;
  • novos seguidores curtem a página sem precisar de autorização;
  • oportunidade de instalar aplicativos para melhorar o desempenho da fan page;
  • possibilidade de integração com ferramentas externas, como as de programação de posts e monitoramento;
  • ter a disposição a aba de informações, que é como se fosse o Google Analytics do Facebook. Nele, você pode ver as estatísticas sobre seu público, sua página e sobre os resultados dos seus posts orgânicos e patrocinados.

Ufa! Bem, depois de entender os propósitos e funcionalidades de cada um, ficou mais fácil entender a importância de não usar o perfil pessoal para fazer negócios e, caso isso aconteça, de fazer essa transição.

Agora, vamos aos 5 passos para converter perfis em fan pages. Acompanhe a seguir:

1. Salve as informações do seu perfil pessoal

A primeira coisa a ser feita é o backup dos posts, fotos, vídeos, conversas no bate-papo e outros dados do seu perfil pessoal.

Esse procedimento é necessário porque, durante a transformação, há um pequeno risco de essas informações se perderem.

Para fazer isso, você seguir os seguintes passos:

  1. acesse seu perfil no Facebook e clique na seta que aponta para baixo no canto superior direito da tela;
  2. selecione a opção “configurações”, é a penúltima da lista;Como transformar um perfil em fan page
  3. a página de “Configurações gerais da conta” vai se abrir e, nela, você clicará em “Baixe uma cópia dos seus dados do Facebook”;Como transformar um perfil em fan page
  4. uma outra tela vai carregar e você clicará no botão “Abrir meu arquivo”.

Como transformar um perfil em fan page

Pronto! Pelo menos, esses dados ficam garantidos mesmo com a criação da fan page.

2. Comece o processo de criação de página

Como transformar um perfil em fan page

Para iniciar os trabalhos, acesse a página de migração e, antes de clicar em “Começar”, leia os termos das páginas do Facebook. Prossiga para a próxima etapa.

Só de passar por essa página, sua fan page baseada no perfil estará criada. Mas tem mais coisas para se fazer.

Na próxima tela, você verá a confirmação da mudança, um resumo com os próximos passos e um aviso do Facebook informando o período de 14 para mover as informações de um perfil para o outro.

Como transformar perfil em fan page

Nessa mesma tela, aparece um outro aviso importante: o seu perfil pessoal continuará ativo e poderá ser usado normalmente.

Ao final do processo, você terá tanto uma fan page quanto um perfil pessoal.

Clique em “Começar” e continue.

3. Preencha a descrição da sua nova fan page

Agora, você vai parar na aba “Ferramentas de publicação” e começará a colocar os dados e informações sobre sua marca ou empresa.

São 5 tópicos para serem preenchidos:

  • categoria de negócio;
  • nome da página (geralmente, é o nome da sua empresa);
  • endereço;
  • número de telefone;
  • e uma descrição breve sobre o negócio.

Feito isso, clique em “Próximo” e vá para a próxima tela.

4. Convide seus amigos para curtir a página

Na aba “amigos”, você pode selecionar as pessoas que são amigas do seu perfil pessoal que receberão convites para curtir sua nova página.

Uma lista com os amigos será apresentada e você poderá selecionar todos de uma vez ou ir de um em um.

Caso você tenha muitos amigos em seu perfil pessoal, poderá também usar o campo de pesquisa para ir diretamente nas pessoas que você quer convidar.

Não há muito mistério nessa etapa, portanto, clique em “Próximo” e siga em frente!

5. Insira as fotos e finalize o processo

A última fase é mais simples ainda. A aba de fotos se abrirá e seu trabalho, aqui, é escolher os álbuns e as imagens do seu perfil ou do seu dispositivo que você quer importar para a página.

Quando terminar essa etapa, basta clicar em concluir e o processo de transformação estará completo.

A fan page da sua empresa estará criada e pronta para ser usada com todos os recursos disponíveis.

Não se esqueça de preencher as demais informações que forem solicitadas, como site, horário de funcionamento, descrição completa, etc.

Depois disso, é só começar a publicar, investir em anúncios e tocar sua estratégia de marketing no Facebook.

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Como vimos, esse processo de conversão não dá muito trabalho. Afinal, a fan page será criada com base nas informações do perfil pessoal, o que já adianta muita coisa.

Basta ajustar algumas informações, convidar os amigos para curtir e inserir as fotos. Assim, sua mudança estará concluída.

Então, agora que ficou claro como transformar um perfil em fan page, o próximo passo é começar a atuar em sua página para gerar engajamento.

Por isso, indicamos a leitura do post: 9 dicas para aumentar o engajamento da sua página no Facebook.

Comunicação Interna

O que é comunicação interna? Aprenda as 10 estratégias para fazer a da sua empresa!

Quando falamos em ações de comunicação e marketing, o primeiro público-alvo que vem à mente da maioria dos empreendedores é o externo, composto predominantemente por clientes. Certo?

Por outro lado, nem sempre o público interno é lembrado, o que é um grande problema para as empresas. Afinal, são os colaboradores que fazem a máquina funcionar.

Sem ter uma boa comunicação com eles, suas estratégias dificilmente alcançarão os resultados esperados. Ou você acredita que um funcionário desinformado e desmotivado será produtivo?

Tais problemas podem ser resolvidos ou minimizados com a comunicação interna.

Essa ferramenta é importantíssima para as empresas que sabem que precisam de profissionais engajados para atingir seus objetivos.

Se você se interessou por isso, então acompanhe este artigo até o final! Você verá o que é comunicação interna, seus benefícios e mais 10 estratégias para você aplicar em seu negócio. Fique conosco!

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O conceito de comunicação interna

A comunicação interna é uma área da comunicação integrada que foca suas ações nos colaboradores de uma empresa.

Trata-se da transmissão e do compartilhamento de informações relevantes e estratégicas em um ambiente corporativo.

Essa troca pode ser feita tanto de forma vertical (entre superiores e subordinados e vice-versa) ou de forma horizontal (entre os funcionários de um mesmo nível hierárquico).

Mas do que se tratam essas informações?

Bom, isso pode variar de uma mensagem mais ampla, como a propagação dos valores, missões, visões, estratégias de mercado e objetivos organizacionais, até algo mais segmentado e restrito a um grupo de funcionários, como feedbacks e metas por departamento.

O principal objetivo da comunicação interna é manter os colaboradores alinhados e engajados com os objetivos, causas e discursos da organização. Dessa maneira, são estabelecidas e estimuladas condutas que vão de encontro ao que a empresa prega.

Para que isso aconteça, o relacionamento com os profissionais da casa deverá ser transparente, constante, empático e simples.

A importância da comunicação interna para uma empresa

Para entender melhor a relevância dessa área, vamos elencar as vantagens de ter uma comunicação interna eficaz na empresa. Confira:

Melhora o clima organizacional

Se você já foi funcionário, deve ter ideia de como é chato um ambiente de trabalho em que pessoas pouco interagem entre si, não é mesmo?

Por meio da comunicação interna, os profissionais são estimulados a desenvolver relacionamentos interpessoais e o espírito de cooperação.

As distâncias entre os departamentos são reduzidas e, com isso, as pessoas podem interagir mais e trabalhar em sintonia.

Com um maior envolvimento entre os funcionários, o entrosamento aumenta e o time sai mais fortalecido, contribuindo, assim, para um clima mais leve, respeitoso e produtivo.

Aumenta a produtividade interna

A partir do momento em que os colaboradores se sentirem engajados com os objetivos da empresa, é natural que eles se esforcem mais para contribuir com a organização.

Cada funcionário passa a entender melhor seu papel dentro da empresa, sua importância e o impacto que seu trabalho gera nos resultados globais da companhia.

Isso faz com que os profissionais saibam o quanto eles e suas respectivas equipes precisam produzir para que o negócio, como um todo, seja beneficiado.

Enfim, com mais motivação e foco, a tendência é de que a produtividade também seja maior.

Diminui a taxa de rotatividade

Essas noções de produtividade e de relevância para a organização também contribuem para um tempo maior de permanência dos colaboradores.

Mas não é só isso. Funcionários mais motivados, reconhecidos e inseridos em um ambiente de trabalho agradável são mais felizes e quase não têm motivos para sair da empresa.

Uma mudança de ares será menos considerada quando a qualidade de vida no trabalho for recompensadora o suficiente.

É como em um relacionamento conjugal: se a relação for verdadeira, transparente e entrosada (valores que a comunicação interna propõe), as chances de separação diminuem.

Facilita a integração de novos funcionários

Um novo contratado que chega conhecendo a história da empresa, sabendo as funções que deverá cumprir e sendo bem recebido pelos atuais colaboradores tende a se integrar mais facilmente.

Como a comunicação interna prega a existência de um clima organizacional amigável e interativo, é essencial que os novos funcionários não fiquem isolados e se adaptem o mais rápido possível.

É importante que não existam barreiras. Assim, os novatos se sentirão mais à vontade para tirar dúvidas, dar sugestões e se aproximar das outras pessoas.

Minimiza os boatos e as fofocas

Se tem uma coisa que detona com qualquer ambiente de trabalho são os boatos, rumores e fofocas internas.

Isso é fruto de informações escondidas, desencontradas e mal distribuídas pelos líderes e seus funcionários.

Imagine, por exemplo, que o diretor de uma empresa tenha contado para um funcionário próximo que está negociando a mudança de escritório para uma outra cidade, mas sem revelar o destino.

Se esse funcionário contar para mais uma pessoa, essa informação incompleta vai se espalhar aos poucos pela organização, abrindo margem para especulações e preocupações desnecessárias sobre a nova sede da empresa.

Se for para levar a comunicação interna a sério, o jogo precisa ser aberto com os colaboradores, ok?

Reduz os efeitos de uma crise

Quando uma empresa passa por um momento difícil e resolve mostrar para o público interno sua real situação e as estratégias projetadas para melhorar, ela consegue reforçar a união entre os funcionários.

Mas é bom deixar claro que isso só será possível se todos os benefícios anteriores forem percebidos pelos colaboradores.

Não espere comprometimento de um profissional desalinhado com os objetivos da empresa, insatisfeito com o ambiente de trabalho ou desprestigiado.

Um exemplo de ação de comunicação interna que contribui com a redução de uma crise é a abertura para a participação dos colaboradores nas decisões estratégicas da companhia.

Se houver um canal em que eles possam deixar suas propostas de melhorias e receber um feedback por isso, as chances de as soluções aparecerem serão maiores.

10 melhores práticas de comunicação interna

Colocar esse conceito em prática não é algo tão complexo como parece. Existem estratégias simples que podem melhorar bastante a troca de informações dentro da empresa.

Quer conhecer essas ações? Então, confira as 10 que listamos:

1. Conheça bem sua empresa e seus colaboradores

Vamos partir do princípio. Como a comunicação interna busca um alinhamento entre os funcionários e as estratégias da organização, é preciso estudar ambos muito bem.

Comece com sua empresa e seus respectivos valores, objetivos, história, cultura e dados de mercado. Essas informações serão básicas para saber o que será compartilhado com o público interno.

Por sua vez, os colaboradores devem ser compreendidos com base em suas experiências profissionais, valores pessoais, personalidades, níveis de formação e outras características que ajudarão a definir as formas como as informações serão repassadas.

2. Elabore um planejamento para essa área

Assim como qualquer outro projeto, a comunicação interna demanda um planejamento para colocar em ordem tudo que será feito posteriormente.

Uma estratégia organizada e consistente depende de um planejamento que antecipe as ações a serem executadas e os objetivos a serem alcançados.

No caso da comunicação interna, os objetivos variam de empresa para empresa, mas alguns mais conhecidos são:

  • aumentar o alinhamento dos colaboradores com os discursos da organização;
  • alavancar o nível de satisfação dos funcionários;
  • diminuir o turnover da empresa;
  • melhorar a participação de profissionais nas reuniões estratégicas ou nas ações sociais da companhia;
  • e impulsionar o índice de metas alcançadas por funcionário ou equipe.

3. Incentive a comunicação clara e acessível

Simplicidade nos diálogos é requisito básico na comunicação interna. Não importa se uma mensagem vem de cima para baixo ou entre diferentes departamentos, ela precisa ser compreendida por todos os destinatários.

E, para isso acontecer, é importante que cada um conheça bem o perfil de quem receberá a informação.

O responsável pelo setor financeiro precisa evitar ao máximo uma linguagem técnica quando for se comunicar com alguém do marketing, por exemplo.

Quando um chefe faz um pedido para um novo funcionário ou um estagiário, ele não pode deixar sua posição hierárquica ou a diferença de instrução prevalecerem na mensagem.

Nesses dois exemplos, é fundamental imprimir uma abordagem mais explicativa para evitar ruídos e erros nas tarefas demandadas.

4. Seja transparente com os funcionários

Já falamos sobre isso no texto, mas não é demais reafirmar a importância da transparência no relacionamento com os colaboradores.

Manter os funcionários por dentro das novidades boas e ruins da empresa é uma das maneiras de ter a confiança e o comprometimento do público interno.

Portanto, faça com que eles sejam os primeiros a conhecer as mudanças que impactarão sua rotina de trabalho. Afinal, é melhor que eles saibam por fontes internas do que externas.

Para isso, você pode enviar comunicados especiais por emails, vídeos, redes sociais internas e em reuniões presenciais.

5. Desburocratize o contato entre os departamentos

Qualquer tipo de barreira de contato entre as diferentes áreas de uma empresa só reforça a criação de grupos isolados e a retenção de informações importantes.

Não tem muito cabimento o preenchimento de formulários ou o agendamento de horários para que os funcionários consigam se comunicar com seus superiores ou com colegas de outros setores.

Os processos precisam ser mais simples e rápidos. E isso pode ser feito, por exemplo, com a eliminação de barreiras físicas, com a inclusão de uma área de lazer conjunta ou com a utilização de um software de comunicação interna.

O importante é abrir espaços para as conversas e fazer as informações fluírem de modo mais solto.

6. Ouça o que o público interno tem a falar

O funcionário que é ouvido tende a se sentir mais valorizado pela empresa. Esse é um dos fatores que fortalecem a sensação de pertencimento à organização.

Os colaboradores gostam de ver suas opiniões sendo recebidas, consideradas e reconhecidas por seus líderes.

Eles sabem que, por vivenciarem mais a parte tática e operacional da empresa, têm condições de apontar falhas e sugerir melhorias para muitos dos processos internos.

Então, não deixe de abrir canais, como pesquisas internas de opinião, para receber as ideias e críticas dos funcionários. Seja receptivo e mostre que você está disposto a ouvi-los.

7. Utilize diferentes canais de comunicação

Deixamos para exemplificar os demais canais neste tópico pela variedade e pelas diferentes formas de abordagem de cada um.

Os meios mais usuais são: email, vídeos, murais, convenções, reuniões, intranets e TVs corporativas.

Você não precisa utilizar todos, mas é bom variar entre os meios tradicionais, os eventos presenciais e os canais digitais.

Assim, você atenderá as preferências de todos os funcionários e terá mais opções para adaptar os conteúdos das mensagens.

Por exemplo, o mesmo balanço financeiro de um mês pode ser enviado por email (texto), áudio, slides ou vídeo. Desse modo, se um funcionário estiver ocupado e não puder ler o conteúdo, poderá ouvi-lo

8. Crie ações e eventos de relacionamento

Para estimular um convívio melhor entre os funcionários e agilizar a integração com os novos contratados, a promoção de eventos internos é sempre uma boa ideia.

Isso pode ser feito com festas temáticas, almoços em conjunto, happy hours, viagens para a equipe (caso ela seja pequena, obviamente) e com comemorações por metas batidas.

Enfim, essas reuniões sociais são ótimas para aproximar os colaboradores e aprimorar suas relações interpessoais.

9. Reconheça os esforços dos colaboradores

Se as informações, opiniões, críticas e sugestões são trocadas frequentemente na comunicação interna, por que as ações de reconhecimento também não podem?

Aliás, é altamente recomendável reconhecer publicamente e recompensar os esforços e os bons resultados de um funcionário ou uma equipe.

Divulgue os melhores e aqueles com um comportamento exemplar para a organização.

Faça isso em eventos internos, em posts nos grupos do Facebook da empresa ou por qualquer meio que chame a atenção dos outros colaboradores.

A intenção é fazer os profissionais da casa se sentirem mais valorizados e dispostos a darem o melhor de si para a empresa.

10. Acompanhe e otimize os indicadores do setor

Para garantir que as ações de comunicação interna atinjam os resultados esperados e possam ter o seu valor provado, você precisará de métricas. Com elas, é possível fazer uma mensuração correta.

Por exemplo, se o objetivo for reduzir a saída de funcionários em 6 meses, deve-se medir a taxa de turnover nesse período.

As métricas e indicadores de desempenho são sempre muito ligados com os objetivos estratégicos da comunicação interna.

Seus dados devem ser levantados por ferramentas de gestão e análise (como no caso dos turnovers) ou por meio de pesquisas internas (caso o objetivo esteja ligado com a satisfação ou com o alinhamento de funcionários).

As informações coletadas servirão de base para continuar com o que deu certo e reavaliar as ações que não cumpriram com as expectativas.

A comunicação interna é, definitivamente, uma ferramenta indispensável para o sucesso de uma empresa.

Seu conceito prega um relacionamento mais aberto, integrador e estreito com um dos ativos mais valiosos de qualquer negócio: os funcionários.

E isso é fundamental para promover um melhor serviço para os clientes, uma equipe mais engajada, uma cultura organizacional forte e uma empresa mais competitiva.

Bom, um conceito que está muito próximo de comunicação interna e que acaba confundindo muita gente é o de endomarketing.

Ambos são parecidos, mas não são a mesma coisa! Então, saiba o que é endomarketing e como esse método também pode contribuir com a motivação e a produtividade dos seus colaboradores.

Ebook Times de Marketing

Brand Awareness

Brand Awareness: entenda o que é a Consciência de Marca e por que isso importa para a sua empresa

O brand awareness parece ser mais um daqueles termos complicados do marketing que só dificultam a vida de gestores que não são dessa área, não é verdade? O nome é difícil, mas o seu entendimento é simples e a sua utilidade é grande.

Afinal, trata-se de uma das métricas mais importantes de marketing e, claro, de um negócio.

Um brand awareness elevado é o que faz muitos consumidores falarem Bombril em vez de palha de aço ou Gilette em vez de lâmina de barbear.

É o que faz, também, as pessoas se lembrarem de determinadas marcas quando pensarem em uma característica ou símbolo.

Por exemplo, a Harley Davidson é associada às motocicletas de luxo e grande porte; já a Microsoft é facilmente reconhecida por seu logo mesmo sem ter seu nome exposto na arte.

Enfim, tudo isso tem a ver com a consciência de marca.

Neste artigo, abordaremos o seu conceito, a sua importância, a sua relação com o marketing digital e as melhores práticas para aumentar o seu brand awareness. Confira!

O que é Brand Awareness?

Brand Awareness é uma métrica que mede o quanto e como uma marca é reconhecida pelos consumidores.

Traduzido como consciência de marca, esse indicador serve para analisar como as empresas são associadas aos produtos que comercializam.

O objetivo de aumentar o Brand Awareness é fazer uma marca ganhar notoriedade, ser bem lembrada pelo público e torná-la diferenciada para o mercado.

Afinal, pouco adianta uma empresa ser bastante conhecida, mas ter sua credibilidade colocada em cheque pelos consumidores, não é mesmo?

Da mesma maneira, não é interessante para uma marca ter a confiança dos clientes, mas não ser muito famosa entre o seu público-alvo ou não ter um diferencial que a destaque da concorrência.

O brand awareness também está muito ligado ao branding. Aliás, é uma das formas de medir a força e os resultados da gestão de uma marca.

Quanto maior e melhor for a consciência de uma marca, mais valor ela terá no mercado e menos dependerá de outros fatores — como preço, conveniência e características técnicas — para convencer os consumidores a comprarem seus produtos.

Ebook Branding

Por que isso é importante?

Uma marca conhecida no mercado e fortalecida com o público agrega vantagens interessantíssimas para a empresa.

Se você cogita preparar uma estratégia de marketing para aumentar seu brand awareness, veja de quais formas seu negócio pode se beneficiar:

Aumenta as vendas

Quando o consumidor busca algum produto ou serviço, ele pode ter uma, duas ou mais marcas na cabeça como referência.

Para a empresa que tem sua marca entre as mais lembradas pelo público, seus resultados de vendas costumam ser melhores do que as outras que são pouco recordadas.

Ser uma referência inicial faz as pessoas terem mais confiança na qualidade daquele produto. Além disso, os consumidores tendem a procurar as ofertas daquelas marcas antes de dar uma oportunidade para novas opções.

Eleva o alcance da marca

Como um dos objetivos do brand awareness é tornar uma marca mais conhecida, é natural que seu alcance também aumente.

As empresas precisam, a todo momento, expor sua marca e fazer com que ela esteja presente na vida do seu público-alvo constantemente.

Para isso, um esforço conjunto de exposição em mídia online e offline e, dependendo do caso, de distribuição em pontos de venda é fundamental.

Pegue o caso da Coca-Cola, por exemplo. Ela não é referência em refrigerantes apenas pelo bilionário investimento anual em publicidade, mas também pela sua penetração nos Pontos de Venda. O cliente tem contato com a marca em restaurantes, bares, estádios e em diversos outros tipos de estabelecimentos e eventos.

Aprimora outras campanhas de marketing

Quando se sabe o quanto e como a marca é notada pelo mercado, fica mais simples de desenvolver uma estratégia de marketing, especialmente de branding ou de publicidade.

Quando grande parte dos consumidores tem uma lembrança positiva da marca, essas percepções podem ser aproveitadas em uma campanha para reforçar esse vínculo.

Por outro lado, quando uma marca ainda não é muito conhecida, pode ser necessária uma estratégia para aumentar a sua exposição e destacar os seus diferenciais.

Enfim, a consciência de uma marca é o ponto de partida para saber a forma como ela será promovida.

Qual é a relação entre Brand Awareness e Marketing Digital?

Na internet, as empresas possuem muito mais autonomia para produzir suas ações de marketing do que nas mídias tradicionais, certo?

Além disso, as campanhas online podem ser mensuradas de forma bem mais precisa e acessível — o Google Analytics está aí de prova.

Mas o que esses aspectos do marketing digital têm a ver com o brand awareness?

Primeiramente, as marcas têm mais liberdade para criar seus conteúdos, promover-se e transmitir sua mensagem para o público.

Cada marca pode ter o seu blog, o seu site e os seus perfis nas redes sociais para fortalecer seu brand awareness.

Em relação ao monitoramento de campanhas, as ferramentas de marketing digital ajudam a medir e a provar o valor da consciência de marca.

As empresas não ficam mais dependentes de pesquisas para medir o share of mind (participação na mente do público) das suas marcas. Além disso, é possível calcular esse indicador com a ajuda de outras métricas, como:

  • visitas no site;
  • menções em redes sociais;
  • engajamento nos posts;
  • tipos de menções e comentários sobre a marca (positivos, negativos e neutros);
  • alcance das publicações;
  • interesse pela marca nos mecanismos de busca, etc.

A interação com o público é mais próxima

Antes da internet, a forma e o quanto uma marca era reconhecida pelos consumidores eram, muitas vezes, limitadas a sua comunicação na mídia, a sua penetração nos PDVs e a qualidade das suas ofertas e do seu atendimento.

Com as redes sociais e os blogs, a maneira como uma marca constrói seu brand awareness com o seu público mudou.

Esses canais nivelaram o diálogo entre empresas e pessoas. Ambos começaram a interagir como se fossem amigos ou colegas em um círculo social.

Dessa forma, os consumidores passaram a ter um fator a mais para construir suas percepções sobre aquela empresa.

Eles vão se lembrar, por exemplo, das interações que teve com a marca no Facebook, das fotos publicadas no Instagram e dos conteúdos relevantes postados no blog.

Como construir defensores para sua marca

O brand awareness não depende mais da própria marca

As redes sociais, os aplicativos de mensagens e os blogs também colocaram empresas e clientes no mesmo patamar em relação à produção e consumo de conteúdo.

Isso significa que mesmo que uma marca não crie uma conversa, ela poderá ser parte de uma iniciada e repercutida pelo público.

Ou seja, as pessoas podem produzir conteúdos sobre uma empresa e disseminar uma imagem que não seja aquela desejada pela marca.

De um lado, isso pode ser bom para alavancar a notoriedade de uma marca. Em contrapartida, a forma como ela é comentada pode prejudicar as percepções dos consumidores.

Enfim, o marketing digital trouxe mais oportunidades para as empresas trabalharem seu brand awareness. No entanto, os esforços para cuidar da imagem da marca precisam ser redobrados, visto que o público passou a ter mais influência sobre isso.

Como fazer e aumentar o Brand Awareness de uma marca?

Os objetivos do aumento dessa métrica são: ganho de notoriedade, melhoria nas percepções e diferenciação de marca, certo?

Fazer uma marca se tornar mais conhecida é possível com uma série de ações de divulgação e distribuição orientadas ao seu público-alvo.

Tornar uma empresa única e especial na mente dos consumidores pede um bom trabalho de gestão de marcas, ou seja, de branding.

Mas como as coisas não são tão simples como parecem, resolvemos listar 7 práticas para melhorar o brand awareness. Veja a seguir:

1. Crie programas de indicação

Ao investir em programas de indicação, sua empresa recompensa aqueles clientes que promovem sua marca e trazem novos compradores.

É uma das principais formas de manter uma base engajada de clientes e expandir seu alcance para novos mercados-alvo.

Quem já promoveu esse tipo de programa foi o Dropbox. No início das suas operações, o serviço oferecia mais espaço de armazenamento na nuvem para cada usuário que trouxesse um novo para a base.

2. Imprima uma personalidade única para a marca

Essa é uma das principais estratégias de branding e conscientização de marca. Claro que é difícil fazer uma marca ser lembrada por uma determinada característica, mas quando isso acontece, o retorno gerado é incrível.

Por exemplo, a rede de postos de combustível Ipiranga expandiu sua participação no mercado e seu share of mind apostando fortemente no humor em seus comerciais. Já a Pepsi, por muito tempo, brincou com o fato de ser uma opção alternativa à Coca-Cola.

As duas promoveram valores que as diferenciavam da concorrência e que reforçavam a memória afetiva do público com elas.

3. Diferencie sua identidade visual

Além da personalidade, a identidade visual de uma marca também deve ser única. Aliás, esse ponto deve ser o mais diferenciado possível.

Afinal, valores são compartilhados por diferentes marcas em suas campanhas. Se falarmos de luxo, velocidade, tecnologia, humor ou sabor, você certamente se lembrará de mais de uma marca para cada característica.

No entanto, se mostrarmos uma maçã mordida em um celular, você saberá que se trata da Apple, não é verdade? O mesmo aconteceria se descrevêssemos um “M” amarelo e parecendo dois arcos gigantes — você provavelmente se lembrará do Mc Donald’s.

Sabemos que é complicado chegar no nível de reconhecimento visual que essas marcas chegaram, mas é importante, pelo menos, apostar em uma combinação de cores, fontes e símbolos que não confundam sua marca com outra.

4. Patrocine eventos, personalidades e projetos

Por que será que algumas marcas investem fortunas para patrocinar grandes eventos e artistas e outras para apoiar projetos sociais?

Se você pensou em aumentar as vendas, não está errado. Mas esse não é o foco principal.

Quando a Heineken patrocina a Liga dos Campeões da Europa de futebol, ela não espera apenas que os torcedores consumam suas cervejas nos estádios que recebem os jogos da competição.

A intenção é fazer sua marca rodar o mundo, marcar presença na mente dos consumidores e se associar aos valores que a Champions League dissemina no público, como espetáculo, emoção e o prazer de ver um futebol bem jogado.

Sua empresa pode até não ter verba para patrocinar ou apoiar um evento desse porte, mas vale a pena estudar os projetos que estão ao seu alcance.

Fechar uma parceria que seja bem vista pelo seu público e que exerça uma influência positiva sobre ele poderá trazer ótimos resultados em termos de conscientização de marca.

Employer Branding

5. Personalize brindes com sua marca

Você já pensou em criar camisas, canecas, squeezes, chaveiros e canetas personalizadas com a identidade visual da sua empresa?

Esses tipos de brindes são úteis para o público e levam sua marca com eles para o seu dia a dia.

Inclusive, você pode distribui-los nos eventos que sua empresa patrocina ou em ações promocionais nos pontos de vendas.

O importante é manter sua marca sendo lembrada permanentemente pelos consumidores.

6. Faça marketing de conteúdo

Você sabia que o brand awareness é um dos objetivos do marketing de conteúdo? E o mais legal nessa estratégia é que ela pode fazer uma marca ser mais conhecida, bem lembrada e diferenciada.

Isso acontece porque o foco desse tipo de marketing é a produção e de conteúdos valiosos para um público-alvo específico.

Ou seja, conteúdos relevantes ajudam uma empresa a criar percepções positivas nos leitores. Além disso, por conterem informações mais úteis e bem apresentadas, eles são mais compartilhados, o que aumenta o alcance dos posts.

Por fim, eles podem trazer mais credibilidade para uma marca, tornando-a referência em seu setor, o que a diferenciaria da concorrência naturalmente.

7. Leve sua empresa para o topo do Google

Uma forma moderna de fazer sua marca ser mais bem lembrada pelo público é colocando-a na primeira página do Google.

Muitos consumidores adquiriram essa percepção de que as empresas que aparecem no topo de determinadas pesquisas são as principais referências naqueles assuntos.

Isso não deixa de ter um fundo de verdade, visto que o Google costuma privilegiar os sites que oferecem as melhores experiências de uso para seus visitantes.

Portanto, considere implementar uma estratégia de SEO e de links patrocinados para fazer sua marca, aos poucos, ser bem posicionada nos resultados de pesquisa para as palavras-chave relacionadas ao seu negócio.

O Brand Awareness avalia o reconhecimento, as percepções, as opiniões e as crenças das pessoas em relação às marcas.

Tudo isso importa porque esses valores intangíveis podem mudar a decisão de compra de um cliente. Além disso, eles servem como base para estruturar campanhas de comunicação e marketing.

Para melhorar o seu brand awareness, foque em ações que unam divulgação em larga escala, gestão de marca e presença dela na rotina do público-alvo — o marketing digital, aliás, poderá ser um grande aliado nessa missão!

Como vimos no texto, um bom trabalho de branding é essencial para aumentar o brand awareness de uma marca.

Então, para saber mais sobre esse conceito e aprender outras estratégias, confira o nosso Guia Definitivo do Branding.

Kit Domine o Google

wordpress

O que é WordPress, para que serve e principais segredos desvendados

Quando se fala em criação de blogs, sites e e-commerces, uma das ferramentas mais lembradas e indicadas é o WordPress. Aliás, se você já acompanha nosso blog há algum tempo, deve ter notado que também recomendamos essa plataforma assim que o assunto é abordado em algum post.

E esse destaque não acontece à toa.

Para você ter uma ideia, o WordPress abocanha a impressionante fatia de 59,1% do mercado de CMS (sistemas de gerenciamento de conteúdo).

Seus principais concorrentes estão longe de incomodá-lo. O Joomla tem uma participação de 6,9%, o Drupal tem 4,7%, o Magento tem 2,5% e o Blogger tem 2,2%.

Esses dados foram retirados do W3Techs e estão atualizados para junho de 2017.

Esse amplo domínio do WordPress é um dos motivos para que todos os profissionais e estudantes de marketing digital queiram dominar o uso dessa ferramenta.

Por isso, preparamos um post completo para falar tudo o que você precisa saber sobre o WordPress.

A seguir, você verá:

  • O que é o WordPress?
  • Como ele funciona?
  • Quais são suas vantagens?
  • Como surgiu?
  • Qual a diferença entre WordPress.org e WordPress.com?
  • Como começar?
  • Dicas e Hacks para aproveitar melhor o WordPress

Acompanhe!

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O que é o WordPress?

WordPress

O WordPress é uma plataforma com um sistema de gerenciamento de conteúdo para a web.

Em outras palavras, trata-se de um CMS usado para administrar sites, blogs, e-commerces, portais de notícia, áreas de membros e outros tipos de página.

Mas o que faz esse tal de CMS?

CMS significa Content Management System — em português, sistema de gerenciamento de conteúdo.

Um CMS visa facilitar a criação e a edição de conteúdos em um site sem a necessidade de usar uma linguagem de programação.

A ideia é fazer com que um produtor de conteúdo sem conhecimento em códigos possa, de forma simples e intuitiva, criar textos, inserir imagens e vídeos, elaborar formulários, mexer no layout do site, entre outras funções.

A proposta do WordPress é justamente democratizar o desenvolvimento de sites e blogs profissionais para quem tem uma empresa, projeto, portfólio ou qualquer outra ideia.

Além de ser um sucesso entre os pequenos e médios produtores de conteúdo, o WordPress também é usado por grandes marcas, como o blog do console PlayStation, o site da BBC America e o da Forbes.

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Como ele funciona?

O WordPress possui duas versões disponíveis aos usuários: a plataforma WordPress.com e o WordPress.org.

A primeira é um serviço que oferece hospedagem gratuita de blogs e sites com o uso do software do WordPress.

A segunda é um site em que você pode baixar gratuitamente o código fonte da plataforma e instala em um outro servidor e domínio.

Não vamos entrar nas diferenças de ambos agora, pois falaremos sobre isso mais à frente. Por ora, é importante esclarecer a existência dessas duas formas de utilização do WordPress.

No mais, elas compartilham um sistema muito parecido. A ferramenta apresenta um dashboard de gerenciamento do site com diversas categorias no menu e suas respectivas funcionalidades.

Entre essas funções, podemos destacar:

  • Adicionar, programar e editar posts para o site ou blog como se estivesse escrevendo no Word, por exemplo;
  • Inserir e editar arquivos de mídia, como imagens, vídeos e áudios;
  • Criar novas páginas, menus, categorias e tags para o site;
  • Moderar os comentários dos visitantes;
  • Acompanhar dados básicos de acesso;
  • Editar a aparência do site (mexer com o layout);
  • Gerenciar os níveis de permissão para os administradores da página;
  • Criar, adicionar, editar e excluir plugins e extensões;
  • Exportar e importar dados do site ou blog.

Quais são suas vantagens?

Se você ainda não entendeu o porquê do WordPress ser o sistema de gerenciamento de conteúdo mais usado no mundo, selecionamos 7 benefícios que poderão fazê-lo mudar de ideia.

Uso intuitivo: você não precisa dominar códigos de programação!

Se você quer ter um site hospedado ou gerenciado no WordPress, você dificilmente terá que se preocupar com códigos ou linguagem de programação.

O uso do sistema é bastante simples. Por exemplo, na hora de editar um texto, você pode colocar palavras em negrito, justificar um parágrafo ou inserir uma imagem no conteúdo por meio de botões que o editor da plataforma indica.

Você não precisa usar códigos HTML para isso. Grande parte de suas funcionalidades está acessível a poucos cliques e nenhuma linha escrita de código.

Instalação fácil

Você não perde tempo para começar a usar o WordPress.

A propósito, esse é um dos detalhes mais enaltecidos no site da plataforma. Sua famosa instalação entre 5 e 10 minutos é um dos diferenciais em relação aos concorrentes.

O WordPress preza pela facilidade e rapidez não só na instalação, mas também em suas atualizações. A empresa afirma que elas costumam durar até menos tempo.

Alta oferta de plugins e extensões

O objetivo dos plugins é ampliar e melhorar a experiência tanto para administradores de sites quanto para os visitantes.

Existem extensões que, por exemplo, criam galerias de fotos, aumentam a segurança do site e melhoram a velocidade de carregamento das páginas.

Mas o mais legal mesmo é a alta oferta de plugins. Atualmente, são pouco mais de 50.000 disponíveis para instalação, e os principais são gratuitos!

Troca de templates sem alterar o conteúdo

Outro ponto que conta a favor do WordPress é a simplicidade para mudar o visual de um site sem que isso prejudique os conteúdos publicados.

Por exemplo: vamos supor que você está insatisfeito com o template (modelo pronto de layout) atual do seu blog.

Mesmo que você já tenha dezenas de blog posts postados no site, a mudança pode ser feita sem que nada seja perdido.

O que muda é apenas a forma como esses conteúdos passam a ser apresentados visualmente para o público.

Utilização em dispositivos móveis

Pensando na facilidade para seus usuários, o WordPress também disponibiliza o acesso à plataforma via dispositivos móveis.

Dessa maneira, se você tem um smartphone ou tablet com sistema Android ou iOS, poderá fazer o download do app do WordPress para gerenciar seu site na palma da mão.

O legal é que os dois aplicativos funcionam tanto para os sites baseados no WordPress.com quanto no WordPress.org.

Sistema de código aberto

Essa também vai para a primeira prateleira das vantagens do WordPress.

O fato de o código fonte do sistema ser aberto permite que qualquer pessoa possa editar, aprimorar e personalizar suas versões, temas e plugins.

Quer um benefício claro do WordPress ser um software open source?

A tradução da plataforma para o português brasileiro foi uma conquista notória da comunidade de desenvolvedores do WordPress no Brasil.

Além do mais, grande parte dos recursos que o WordPress possui veio de iniciativas dos usuários da ferramenta.

Claro que, para modificar o código do WordPress e personalizar seu site, você precisará ter um bom conhecimento em programação ou um profissional de desenvolvimento ao seu lado.

Atualizações constantes

A quantidade de atualizações do WordPress é uma consequência dessa participação ativa da comunidade de desenvolvedores voluntários da plataforma.

Desde a versão 0.70 até a 4.8 (lançada em junho de 2017), foram pouco mais de 30 atualizações que melhoraram a usabilidade do sistema e o tornaram mais seguro.

Detalhe importante: as atualizações do WordPress podem ser feitas automaticamente em seu sistema. Apesar de ser mais simples, recomendamos que você atualize manualmente (explicaremos o motivo quando falarmos sobre as dicas e hacks para a plataforma).

Como surgiu?

Agora é o momento de falar um pouco sobre a história do WordPress. Preparamos uma linha do tempo que vai desde seu surgimento até as novidades das suas mais recentes versões.

A origem de tudo

O WordPress começa a partir da interrupção de um projeto chamado B2 Cafelog, que era uma plataforma para desenvolvimento de blogs.

Esse projeto se iniciou em 2001 e foi abandonado em 2003, mais precisamente em 27 de maio, quando começou o WordPress (na versão 0.7).

Portanto, o WordPress é uma variação do extinto B2 Cafelog. Seus fundadores são Matt Mullenweg e Mike Little.

Lançamento da versão 1.0 em 2004

Versão 1.0 do WordPress

Versão 1.0 do WordPress

Menos de um ano após seu lançamento, o WordPress apresentava sua versão 1.0.

Nela, foram desenvolvidos recursos úteis até hoje, como a instalação simples e rápida, moderação de comentários e a criação de URLs amigáveis.

Ainda em 2004, veio o lançamento da atualização 1.2, que permitiu a chegada e o suporte aos plugins.

A chegada da Automattic e do WordPress.com

A Automattic foi uma iniciativa comercial criada em 2005 por Matt Mullenweg e dela surgiu o WordPress.com.

Essa companhia, hoje, possui a estrutura que oferece suporte e hospedagem aos sites desenvolvidos sobre a plataforma WordPress.com.

No começo, a ideia era ampliar o mercado que estava restrito ao uso do código fonte e começar a gerar lucro.

O desenvolvimento das versões 1.5 e 2.0

Essas duas versões se destacam pela quantidade de novidades que trouxeram ao sistema.

Na 1.5, lançada em fevereiro de 2005, foram agregadas as funcionalidades de temas e páginas estáticas.

Essa separação entre design (templates) e funcionalidades (recursos nativos da plataforma) fez do WordPress uma oportunidade de negócio para muitos desenvolvedores e designers.

Muitos deles passaram a monetizar com a comercialização de temas personalizados para os sites.

Já a versão 2.0, lançada em dezembro de 2005, adicionou o upload de imagens, revisão dos processos administrativos internos (back end) e aumento na velocidade do sistema.

Versão 2.0 do WordPress

Versão 2.0 do WordPress

Versão 2.0 do WordPress

As mudanças da versão 2.0 para a 3.0

Entre as versões 2.0 e 3.0, passaram-se 5 anos e 9 atualizações que melhoraram (e muito!) o WordPress.

Por isso, resolvemos resumir essas modificações citando as principais:

  • Inclusão do sistema de tags;
  • Criação dos diretórios de plugins e de temas;
  • Suporte para widgets;
  • Adição de corretores ortográficos, salvamento automático e uma lixeira para os arquivos excluídos;
  • Inserção dos alertas de atualizações;
  • Inclusão de temas e plugins já na instalação;
  • Modificações no design da plataforma.
Versão 3.0 do WordPress

Versão 3.0 do WordPress

As vulnerabilidades do sistema

Nos anos de 2007 e 2008 o WordPress sofreu com duros ataques à sua segurança.

O destaque negativo foi para a versão 2.1.1, que ficou vulnerável à inserção de códigos maliciosos que prejudicaram grande parte de sua base de blogs.

O problema foi reconhecido pelo próprio WordPress, que lançou rapidamente a versão 2.1.2.

Em 2011, conforme noticiado pelo UOL, o sistema voltou a ter problemas relacionados à segurança. Nesse caso, viu-se uma ameaça nos códigos de três plugins populares do WordPress: AddThis, WPtouch e W3 Total Cache.

Quem tinha acesso ao fórum do WordPress e às comunidades que hospedam plugins e temas teve que mudar suas senhas.

Além disso, a atualização dessas extensões não foi indicada até que os problemas fossem resolvidos.

Desde então, o WordPress tem intensificado a correção de bugs e a proteção aos seus milhões de usuários pelo mundo e se tornaram raros os casos de falhas como essas.

As novidades que vieram até a versão 4.1

Entre 2011 e 2014, anos em que a plataforma saiu de sua versão 3.1 para a 4.1, o WordPress passou por uma fase de amadurecimento no sistema e crescimento no mercado.

Ele se tornou o principal CMS no mercado e, nesse período, agregou diversas novidades, como:

  • Inserção do administrador de mídia;
  • Inclusão do upload de áudio e vídeo;
  • Personalização de temas e cabeçalhos;
  • Possibilidade de atualizar o sistema automaticamente;
  • Adaptação do dashboard para outros tamanhos de tela (design responsivo);
  • Redesign da plataforma;
  • Edição de imagens;
  • Suporte ao HTML5.

A aquisição do WooCommerce em 2015

Outro marco na história do WordPress foi a compra do WooCommerce, que passou a se tornar um plugin da plataforma.

Essa aquisição marcou a entrada do WordPress no mercado de temas e desenvolvimento de e-commerces, passando a incomodar os grandes do setor, como Magento e Shopify.

O WordPress atualmente

Versão 4.7.2 do WordPress

Versão 4.7.2 do WordPress

A plataforma segue com suas atualizações e modificações que tornam a vida de seus usuários cada vez mais fácil.

A maioria das novidades está ligada a uma melhoria na rapidez, personalização, usabilidade e segurança da ferramenta.

Alguns exemplos de mudanças no sistema são as telas de pré-visualização quando se insere um novo tema, os rascunhos de textos e os cabeçalhos de vídeo.

Qual a diferença entre WordPress.org e WordPress.com?

Já falamos sobre funcionamento, vantagens e história. Agora está na hora de explicar as diferenças de cada uma das formas de uso do WordPress.

WordPress.org

Apenas recapitulando, o WordPress.org é o site comunitário em que você pode fazer o download do software e do seu código aberto para instalar em outros servidores.

Isso significa que você já precisa ter um domínio registrado e um servidor contratado para hospedar seu site em WordPress.

Como o uso do código é livre, você pode editá-lo e customizá-lo à sua maneira. Além disso, é possível utilizar todos os plugins, temas, idiomas e outros recursos sem qualquer tipo de limitação.

Essa questão da limitação talvez seja o grande diferencial entre os dois formatos de uso do WordPress.

Você entenderá isso melhor no próximo tópico.

WordPress.com

O WordPress.com é um serviço de hospedagem de sites com o software do WordPress.

Você pode se cadastrar gratuitamente e ter um site com o domínio “meusite.wordpress.com” ou pagar para ter um domínio personalizado e mais alguns recursos.

Nesse modelo, você não precisa ter hospedagem e nem domínio registrado para começar. No entanto, há uma série de limitações que limitam o uso, como:

  • Impossibilidade de usar temas personalizados (apenas os disponibilizados pelo WordPress);
  • Personalização mínima nas formas como os links são apresentados;
  • Impossibilidade de monetizar o blog ou site (ou somente se contratar os dois planos mais caros);
  • Exibição de anúncios do WordPress;
  • Marca e slogan do WordPress no rodapé do site;
  • Impossibilidade de editar o código fonte;
  • Limitação no espaço de armazenamento nos planos gratuitos e mais baratos.

Qual é o melhor modelo?

Isso depende do seu objetivo.

Projetos mais robustos, e-commerces e sites maiores necessitarão do WordPress.org.

Pela possibilidade de personalização e uso livre do código fonte, o .org desponta como uma alternativa interessante.

Ela requer que outros investimentos sejam feitos, como em hospedagem e registro de domínio.

Ainda assim, esse modelo vale muito a pena se você quiser extrair o máximo do software e ter o mínimo de limitações.

No entanto, se você pretende tocar um projeto mais pessoal e não muito voltado para a monetização, o WordPress.com pode ser a melhor escolha.

Essa versão é indicada para o público que quer um site ou blog básico, porém com alguns recursos.

Tudo dependerá dos objetivos e realidades de cada pessoa ou empresa que quer ter seu site hospedado ou gerenciado pelo WordPress.

Como começar?

Como existem duas versões do WordPress, há dois caminhos para começar o seu uso. Explicamos cada uma com detalhes em um post completo para começar no WordPress.

Como iniciar no WordPress.org?

Há duas maneiras de começar no WordPress.org: instalando automaticamente via servidor ou manualmente.

Antes de falarmos sobre elas, existem algumas configurações que o WordPress exige como requisitos mínimos:

  • Servidor baseado em UNIX/Linux (servidores Microsoft podem limitar o uso da plataforma);
  • PHP versão 5.2.4 ou superior;
  • MySQL versão 5.0 ou superior;
  • Memória para o PHP de pelo menos 64 MB (Somente para o software WordPress, sem plugins adicionais).

Dito isso, vamos aos modos de instalação.

A forma automática não tem muito o que explicar, pois cada serviço de hospedagem tem a sua.

De modo geral, basta preencher os dados solicitados pelos serviços de hospedagem. O resto é por conta deles.

Veja como as instalações ocorrem no Hostgator, Uol Host, Locaweb e KingHost.

Instalação manual

Como instalar WordPress.org

Para começar, acesse o site do WordPress.org e baixe o pacote de dados da plataforma. O arquivo tem quase 9MB.

Logo após, vá até seu servidor web (Hostgator, KingHost ou outros) e crie um banco de dados para o WordPress com um usuário com as liberdades de acesso e modificação.

Depois, basta copiar e renomear o arquivo wp-config-sample.php para wp-config.php.

Abra o arquivo wp-config.php em um editor de texto (Notepad ++ ou TextEdit) e preencha seus dados de banco de dados.

O texto aparecerá de forma parecida com da imagem a seguir:

Código para instalação do WordPress.org

Você deve trocar o ‘nomedoBD’ pelo nome do Banco de Dados, como ‘wordpress’. Assim, a linha ficaria:

define(‘DB_NAME’, ‘wordpress’)

O valor ‘usuarioMySQL’ pode ser modificado por ‘seunome_wordpress’.

Já ‘senha’ deve ser alterada para ‘minha_senha_super_secreta” (sempre usando o underline em vez de espaços).

Por último, o valor ‘localhost’ deve ser trocado pelo host do seu servidor MySQL. Esse é um dado que dificilmente é modificado.

Entretanto, para garantir que você não venha a preencher errado, pergunte ao suporte técnico do seu servidor o valor certo do ‘DB_HOST’.

Todo esse trabalho vai servir para gerar seu login e senha secreta de autenticação.

Pensou que acabou? Não! Tem os dois últimos passos ainda:

  1. Leve os arquivos do WordPress para o local desejado no seu servidor;
  2. Execute o WordPress por meio do seu script de instalação. Para isso, acesse http://seusite.com/wp-admin/install.php ou http://seusite.com/blog/wp-admin/install.php caso tenha instalado a plataforma somente em um blog à parte do site.

Para quem não está muito acostumado com essas ações, a instalação do WordPress pode parecer complicada. O caminho automático, dessa forma, pode ser uma opção mais viável.

Como ter seu site ou blog no WordPress.com?

O processo para iniciar no WordPress.com é bem mais simples.

WordPress.com

Primeiro, acesse o site do WordPress.com e clique em “Comece agora”.

Logo após, aparecerá uma tela com três opções de layout. Escolha uma e prossiga para a próxima etapa.

Opções de layout no WordPress.com

Depois, escolha um tema provisório para o seu site ou blog. Se preferir, você pode pular essa etapa. Prossiga para o próximo passo.

Opções de tema no WordPress.com

Agora, é hora de dar um nome para o seu site. Como exemplo, usamos o endereço “blogcomumnomelegal.wordpress.com” (versão gratuita). Se preferir um domínio sem o “wordpress.com”, deverá pagar por ele.

Domínio no WordPress.com

Vá para a etapa seguinte.

Escolha um dos 4 planos oferecidos pelo WordPress. Analise os recursos e vantagens de cada um. Aqui, seguiremos com o plano gratuito.

Planos do WordPress.com

Por último, basta preencher seu endereço de e-mail e sua senha para finalizar o cadastro e utilizar seu mais novo site ou blog em WordPress.

Dicas e Hacks para aproveitar melhor o WordPress

Para fechar esse post sobre o WordPress, nada melhor do que algumas dicas para extrair mais e melhores resultados dessa plataforma.

1. Certifique-se de que seu tema se adapta bem ao mobile

Atualmente, a imensa maioria dos templates disponíveis no WordPress são responsivos, ou seja, se ajustam aos diferentes tamanhos de tela.

Ainda assim, não são todos, entre eles, que oferecem uma boa experiência de navegação aos usuários.

Por isso, é importante testar a usabilidade desses temas em smartphones antes de confirmar sua utilização.

Verifique o tamanho das fontes, a disposição do menu, a forma como os widgets e plugins aparecem, entre outros detalhes importantes.

2. Mantenha as versões sempre atualizadas

As atualizações são importantes não só para trazer novas funcionalidades, mas também para corrigir bugs e reforçar a segurança do sistema.

Aliás, não é só o software do WordPress que deve ser atualizado. Seus plugins e temas também precisam ser utilizados em suas versões mais recentes.

Versões defasadas costumam ser alvos mais fáceis de hackers e possíveis ataques maliciosos. Portanto, qualquer brecha desse tipo precisa ser evitada.

3. Enriqueça o site ou blog com os plugins

Já explicamos que os plugins são extensões que acrescentam novas funcionalidades e melhoram a experiência de uso da plataforma.

Agora, vamos falar sobre algumas extensões que são muito utilizadas pelos desenvolvedores no WordPress:

Yoast SEO

Como o nome sugere, o Yoast foi feito para auxiliar os produtores de conteúdo a otimizarem suas páginas e textos para os motores de busca.

Ele permite editar títulos, meta descriptions e palavras-chave, gerar sitemaps e verificar o que os artigos precisam para se adequar aos buscadores (ex.: incluir as tags alt text nas imagens, escrever mais palavras, etc.).

Nós fizemos um post explicando como utilizar o Yoast da melhor forma, e você pode conferir aqui.

W3 Total Cache

Essa extensão serve para aumentar a velocidade de carregamento do site.

Para isso, ele compacta os arquivos CSS e Java, utiliza o cache dos navegadores, diminui o acesso ao banco de dados, entre outros aspectos mais técnicos. 

Google Analyticator

Não é difícil imaginar a função desse plugin, não é?

O papel dele é trazer as análises e métricas mais relevantes do Analytics para o seu dashboard. Assim, você poderá avaliar dados como número de visitas, tempo de permanência médio e bounce rate. 

Flare

O objetivo dessa extensão é tornar o site ou blog facilitar seu blog para social.

Para isso, ele permite a inserção de botões de compartilhamento para redes sociais no início, meio ou final de seus artigos.

Bônus: Além dessas opções, vale dar uma olhada no Akismet (prevenção de Spam), Contact Form 7 (gerenciamento de formulários de contato) e no MailChimp for WordPress (criação de listas de e-mail).

Verifique se os plugins são compatíveis com as novas atualizações

É certo que a maioria das extensões mais populares são testadas nas novas versões do software do WordPress, mas é sempre bom verificar se, de fato, não surgem problemas nos plugins ao serem usados em atualizações.

Afinal de contas, essas extensões possuem suas próprias atualizações. Caso elas não se alinhem às versões mais recentes da plataforma, seu site poderá funcionar de maneira errada.

Por isso, é sempre recomendado atualizar o sistema manualmente.

78 razoes para investir em MKT de Conteúdo

Conclusão

O WordPress começou como uma plataforma de criação e gerenciamento de blogs, mas, com o passar do tempo, ele se tornou um sistema de desenvolvimento para os mais diversos tipos de sites.

De projetos simples aos mais robustos, o WordPress se destacou pelo seu uso intuitivo para pessoas que não manjam de códigos, alta oferta de plugins e temas, personalização do código fonte e outros benefícios.

Hoje, não é à toa que seja a principal referência no mercado de CMS. As chances de você gerenciar o conteúdo de um site baseado em WordPress são enormes.

Por isso, mergulhe em suas funcionalidades e coloque nossas dicas em prática para tirar o melhor proveito dessa plataforma.

Depois de conhecer a história, o funcionamento e os principais segredos do WordPress, é hora de entender como um blog pode produzir seus primeiros resultados.

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Design de blog

7 dicas de otimização de design de blog

Muito se fala do conteúdo como o principal responsável pelo sucesso de um blog. De fato, ele é um dos pilares, mas um design de boa qualidade pode contribuir bastante.

É o design que faz um conteúdo parecer atrativo para os leitores. Afinal, do que adianta ter um ótimo texto se ele não for bem-apresentado e fácil de ler?

O bom design de blog não é aquele que somente entrega um visual agradável, mas sim uma experiência de navegação simples para o público.

E ele não se restringe apenas ao conteúdo. Pelo contrário: está no layout, nas cores, nas fontes, nos elementos gráficos, na usabilidade e na acessibilidade de um site ou de um blog.

Neste artigo, selecionamos 7 dicas que podem otimizar o design do seu blog para que, dessa forma, você melhore os resultados de sua estratégia, a experiência dos visitantes e as suas conversões. Acompanhe!

1. Faça um bom uso da psicologia das cores

psicologia das cores é a ciência que estuda a influência das cores nas emoções, razões e decisões de quem as percebe.

Em um blog, a boa utilização das cores é muito importante para reforçar determinadas mensagens ou orientações para o público.

Por exemplo: vamos supor que você tenha lançado um novo ebook e queira promovê-lo, de forma entusiasmada, em um banner no meio de um post.

Para transmitir essa sensação de vibração, entusiasmo e energia, o mais indicado é utilizar cores quentes de forma predominante nas imagens, como laranja ou vermelho. Isso ajudaria a alinhar a imagem à sua proposta e, com isso, provocar as reações desejadas nos leitores.

Essa combinação é muito importante para não tornar as coisas mais difíceis ou artificiais para o público.

Outro exemplo: um blog que fala sobre alimentação saudável e faz pouco ou nenhum uso do verde pode parecer estranho para os visitantes. Trata-se de uma associação natural e que facilita o entendimento dos valores da marca e da proposta daquele site.

2. Não exagere na quantidade de cores e de fontes

Tem alguns sites e blogs por aí que adoram variar nas cores e nas fontes. No entanto, tamanha diversidade pode confundir o público e prejudicar a construção de uma identidade visual.

Em relação às cores, é legal utilizar uma paleta com no máximo 5 ou 6 cores harmônicas entre si e coerentes com o logo da empresa ou do site.

A propósito, existem algumas ferramentas que podem sugerir variações prontas para o seu blog de acordo com os diferentes estilos de combinação, como o Adobe Color e o ColourCode.

O mesmo vale para as fontes: manter um padrão ajudará a não deixar seu blog parecer bagunçado. Use entre 2 ou 4 fontes legíveis para que haja uma unidade na transmissão dos seus conteúdos.

É legal pensar, por exemplo, em um tipo de fonte para os títulos de post, um para os textos, um para os menus e, se for necessário, um para a barra lateral do blog ou para os materiais promocionais.

Enfim, tanto com as cores quanto com as fontes, o indicado é prezar pela simplicidade. Nesse caso, menos é mais!

3. Deixe as suas publicações bem escaneáveis

escaneabilidade é um conceito que une 2 dos principais objetivos do design de blog: apresentar um visual bonito e facilitar a vida do público.

Isso acontece porque ele torna os textos visualmente mais interessantes e simples de serem lidos.

Por exemplo: quando você quebra um conteúdo em vários subtítulos, utiliza imagens no meio post e divide o texto em parágrafos curtos, a leitura se torna bem mais fluida.

O público na internet tem o costume de, primeiramente, “passar o olho” no texto para depois decidir se ele vai lê-lo todo ou não. Portanto, valorize mais essa 1ª impressão dos seus conteúdos.

4. Acelere o carregamento das páginas

Como já falamos, o design também tem a ver com a acessibilidade das páginas. Nesse quesito, não há algo mais importante do que a velocidade de carregamento.

Páginas lentas provocam frustração tanto para visitantes quanto para administradores de sites. É uma experiência chata para todo mundo.

Mas o que é que causa lentidão no carregamento das páginas? Geralmente, são imagens, scripts e códigos mais pesados que fazem um site demorar mais para abrir.

Para saber o que acontece exatamente no seu site ou blog, é legal utilizar algumas ferramentas que fazem a medição do peso e da velocidade das páginas, como o Pingdom e o PageSpeed Insights.

Essas plataformas são boas porque apontam o que as páginas têm de mais pesado e o que pode ser melhorado.

5. Destaque visualmente os CTAs

Um dos pontos em que design e usabilidade se misturam é a questão dos CTAs.

Os calls to action cumprem a função de orientar o público a realizar uma ação desejada, como assinar uma newsletter, baixar um material rico ou comprar uma oferta. Logo, eles precisam se destacar no layout para chamar a atenção das pessoas.

O ideal é que os CTAs tenham cores que se sobressaiam ao fundo de onde eles estiverem inseridos. Por exemplo: em um banner azul, um botão de CTA com uma cor amarela se destacaria visualmente.

Além da cor, tem a questão do posicionamento na tela. Dependendo do tamanho da página e do conteúdo, é recomendado que os CTAs se repitam para que o leitor sempre os tenha ao seu alcance, OK?

6. Melhore a usabilidade do blog

A usabilidade aplicada em um site ou blog é uma estratégia utilizada para fazer os visitantes conseguirem cumprir os seus objetivos de modo simples e intuitivo.

Esses objetivos podem ser aprender com um conteúdo, procurar um determinado texto, entrar em contato com a empresa, baixar um ebook ou mesmo comprar um produto.

Em seu conceito, a usabilidade se aproxima bastante do design. Aliás, pode-se considerar o design como uma das táticas para melhorar a usabilidade de um blog. Afinal, é ele que tornará as suas páginas mais funcionais e bonitas.

O design pode aperfeiçoar a navegação e o consumo de um site das seguintes formas:

  • ajustando o contraste entre o fundo e o texto (facilita a leitura);
  • diminuindo a aparição de pop-ups;
  • acertando no tamanho das fontes;
  • facilitando a identificação de links (o erro, nesse caso, é deixar tudo na mesma cor do texto);
  • destacando visualmente o campo de pesquisa do blog;
  • fazendo o blog ser navegado perfeitamente em dispositivos móveis (design responsivo), dentre outras boas práticas.

7. Aplique técnicas de CRO

Conversion Rate Optimization (CRO), como o nome sugere, é um conjunto de pesquisas, processos, testes e modificações na estrutura de um site de modo que ele aumente as suas taxas de conversão.

Mas o que isso tem a ver com design? A questão é que todo aperfeiçoamento focado em conversões tende a proporcionar, também, uma melhor experiência de navegação para o público.

Na prática, o CRO pode ser aplicado com segmentação do blog e dos seus conteúdos e por meio de testes A/B.

Esses testes podem ser feitos com botões de CTA, layout, cores, fontes, imagens, pop-ups e em outros elementos.

Os experimentos devem ser realizados nas principais páginas do blog, nas páginas de posts e nas landing pages.

Para entregar uma experiência de usuário acima da média, o seu blog precisará mais do que conteúdos relevantes. É necessário caprichar na sua apresentação visual, no seu desempenho e na facilidade de navegação proporcionada ao público.

A chave é alinhar um design intuitivo e bonito, que faça as pessoas não pensarem muito para concluir uma ação, com uma usabilidade eficiente. Essa combinação garantirá mais visitas, tempo de permanência, conversões e melhorias em todos os indicadores importantes para o blog.

Além dos conteúdos e do design de blog, é bom ficar de olho na otimização dos posts para os motores de busca.

Você saberá mais sobre isso em nosso post: “22 etapas fundamentais de SEO para completar antes de publicar seu próximo post”. N00ão deixe de conferir!

Vídeos nativos

Vídeos nativos: entenda o que é e como usar na sua estratégia de marketing

Quando se fala em estratégias de marketing com vídeos, muitos empreendedores e profissionais da área focam suas ações no YouTube.

Normalmente, os vídeos são publicados nesse canal e compartilhados em outras redes sociais, como o Facebook, o Twitter e o Instagram.

Mas e se disséssemos que as suas campanhas poderiam ter mais resultados se os vídeos fossem subidos diretamente em cada rede social que sua marca atua?

É aí que chegamos nos vídeos nativos. Essa “nova” maneira de produzir e publicar seus materiais audiovisuais cresce a cada ano e pode ser uma solução interessante para os seus vídeos gerarem mais engajamento, consciência de marca e conversões.

No artigo de hoje, falaremos sobre o conceito de vídeos nativos, as razões para utilizá-los, como eles podem ser aproveitados em estratégias de marketing e mais algumas dicas para otimizar suas publicações. Acompanhe!

O que são os vídeos nativos?

Os vídeos nativos são vídeos que têm seu upload feito nas plataformas em que serão publicados. Ou seja, em vez de subir os materiais em um canal só e compartilhar os links para os outros, você posta os vídeos nos players de cada meio.

As principais redes sociais possuem seus próprios recursos de reprodução de vídeos. É assim com o Facebook, Twitter e Instagram, por exemplo.

Sabe quando você está navegando pelo feed do seu Facebook e, entre diversas atualizações, aparece um vídeo sendo reproduzido automaticamente como se fosse um post normal?

Então, esse é um vídeo nativo! Ele é assim porque é como se fizesse parte daquele ambiente. Não é algo que parece ser estranho ou invasivo.

Aliás, as fotos já eram publicadas de forma nativa nessas redes sociais. É difícil ver posts em que as imagens são compartilhadas de outros meios (no máximo, o que se vê é uma integração entre Facebook e Instagram). Só faltavam os vídeos seguirem esse caminho.

Como o YouTube centralizava (e ainda centraliza) grande parte das campanhas com vídeos, era normal usar as outras redes sociais apenas para fazer esse compartilhamento.

Entretanto, essas mídias sociais perceberam as oportunidades que os vídeos podem trazer em termos de tráfego, usuários, interações e verbas para as suas plataformas.

Logo, passaram a valorizar os seus próprios players para atrair o interesse de produtores de conteúdo, empresas e espectadores.

Por que utilizar esse recurso?

Entender o conceito de vídeos nativos não é tão complicado assim, mas será que vale a pena ter o trabalho de fazer o upload dos seus vídeos em cada mídia social?

Em tese, você gastará mais tempo para editar os vídeos, já que cada rede possui suas próprias configurações.

No Twitter, por exemplo, o limite de duração das gravações é de 140 segundos para publicações orgânicas e até 10 minutos para os posts patrocinados.

Quem tiver problemas com sua conexão de internet também pode sofrer um pouco para subir o mesmo vídeo diversas vezes em diferentes canais.

Embora o esforço seja maior, o uso dos vídeos nativos também agrega algumas vantagens. A seguir, você conhecerá 5 motivos que justificam o investimento nesse formato. Veja:

Gera mais alcance e interações nos locais de publicação

Uma das maneiras que as redes sociais encontraram de fazer seus usuários e páginas subirem vídeos em suas plataformas foi oferecer mais alcance e, consequentemente, interações com essas publicações.

No caso do Facebook, por exemplo, isso é algo bem escancarado. Para você ter uma ideia, um experimento realizado pela agência Fizzy comparou o desempenho de um vídeo publicado diretamente na rede do Mark Zuckerberg com o mesmo material, só que compartilhado do YouTube.

O resultado apontou que o vídeo nativo alcançou pouco mais de 12x mais alcance do que o vídeo com um link do YouTube. Além disso, o número de curtidas, reações, comentários e compartilhamentos foi maior.

Outro estudo, esse feito pela Quintly, mostrou que os vídeos nativos do Facebook tiveram, em média, 109.67% mais interações do que os vídeos trazidos do YouTube.

Falando especificamente em compartilhamentos, os nativos obtiveram um desempenho ainda melhor: 477.76% a mais do que os vídeos publicados com links do YouTube.

Confira o estudo completo da Quintly aqui!

Isso mostra como as redes sociais querem premiar os seus próprios produtos.

Produz maiores chances de capturar a atenção do público

Outra vantagem dos vídeos nativos é que eles conseguem atrair a audiência de uma forma mais eficiente.

Perceba que quando você navega no Facebook ou Twitter, os vídeos nativos geralmente são reproduzidos automaticamente.

Aqueles segundos iniciais são preciosos e muito úteis para atiçar a curiosidade do público em ativar o som ou ampliar a visualização daquele vídeo.

Quando o vídeo é compartilhado do YouTube, dependendo da rede social em que ele é publicado depois, o usuário teria o trabalho de clicar para assistir ou para ir até o post original daquele conteúdo.

É mais popular entre os produtores de conteúdo

Há de se considerar que o vídeo nativo é um formato que se tornou predominante no Facebook. Para você ter uma ideia, o mesmo estudo da Quintly que usamos no tópico anterior trouxe mais dois dados interessantes:

  1. De todas as páginas analisadas que usam vídeos como conteúdo, 90% já subiram suas gravações diretamente no Facebook;
  2. Já dentre os formatos de todos os vídeos postados, 84.47% eram nativos.

A popularidade dos vídeos nativos entre as Fan Pages se deve aos bons resultados conquistados, especialmente sobre os materiais compartilhados de outras plataformas.

Aliás, tem sido cada vez mais comum ver páginas indo por esse caminho. Veja o caso do Porta dos Fundos. Em seu perfil no Facebook, os vídeos estão sendo publicados no player da plataforma.

Permite criar galerias próprias de vídeos

Ter uma galeria de vídeos facilita a acessibilidade dos seguidores quando eles quiserem acessar alguma gravação da sua página.

Seu acervo não precisa ficar concentrado no YouTube, até porque os seguidores da sua empresa no Facebook, Twitter ou Instagram não são necessariamente os mesmos.

Em relação às galerias, o Facebook costuma ser mais organizado visualmente. Você pode distribuir seus vídeos em listas de reprodução e destacar aqueles que aparecerão primeiro em sua guia de vídeos.

Possibilita uma análise mais bem detalhada

Quando você apenas cola um link do seu vídeo publicado no YouTube ou no Vimeo em outra rede social, as ferramentas de análise dessas plataformas não conseguem captar muitos dados para mensurar.

Normalmente, é possível verificar informações como curtidas, reações, comentários e compartilhamentos, ou seja, métricas de interação e engajamento – como se fosse um outro post qualquer.

Por outro lado, quando se publica um vídeo nativo, é possível ir mais a fundo nessas análises. Você poderá analisar outras métricas, como:

  • retenção do público: o vídeo segura os espectadores por quanto tempo?
  • reprodução do vídeo: quantas pessoas assistiram à gravação toda? Quantas assistiram só os 3 primeiros segundos? Quantas assistiram mais de 10 segundos?
  • taxa de conclusão: porcentagem de pessoas que viram até o final com as que começaram;

Claro que existem outros indicadores, mas isso dependerá muito de cada ferramenta, como a aba de informações do Facebook ou o Twitter Analytics.

Aqui, o importante é mostrar que, ao usar os vídeos nativos, você poderá entender melhor como o público consome e interage com seus filmes.

Isso ajudará a criar materiais mais ajustados às preferências dos seguidores de cada rede social.

Como eles podem ser aproveitados em estratégias de marketing?

Para entender melhor a utilidade dos vídeos nativos no contexto do marketing, selecionamos dois cenários em que eles podem ser perfeitamente usados de maneira estratégica. Confira:

Para fortalecer suas campanhas de marketing digital

Dentro do marketing digital, há diversas variações, como o marketing de conteúdo, vídeo marketing e marketing nas redes sociais, certo?

Em todas elas, a empresa, marca ou personalidade precisa de bons conteúdos para atingir seus respectivos objetivos (ter mais seguidores, tráfego para seu site ou blog, leads, conversões ou reconhecimento).

É aí que os vídeos nativos passam a fazer parte da história. Assim como os blog posts, e-books, webinars, podcasts ou os vídeos “normais”, os nativos cumprem o seu papel de levar algum conteúdo para um público específico.

A diferença, como já reforçamos, é que ele pode alcançar e interagir com mais pessoas por serem carregados e publicados no mesmo canal.

Ou seja, isso fortalece suas campanhas e ampliam as chances de elas conquistarem os resultados esperados.

Conseguir mais engajamento em cada rede social

Outro ponto a ser destacado é que os vídeos nativos podem ser usados para criar conteúdos exclusivos e estratégias diferentes para cada rede social.

Por exemplo, quando você publica um vídeo no YouTube e resolve compartilhá-lo integralmente em outras redes sociais, o conteúdo, a linguagem e o formato tendem a ser o mesmo.

Isso nem sempre é bom porque parte do pressuposto que todos os seguidores, nesses diferentes canais, possuem o mesmo perfil.

Por outro lado, quando se resolve criar um material específico para cada canal (mesmo que seja o mesmo vídeo, mas com diferentes formas de apresentação e edição), você passa a conversar diretamente com a audiência daquela plataforma.

Isso é essencial para gerar mais engajamento em suas diferentes páginas, pois cria-se os sentimentos de pertencimento e identificação entre seus seguidores.

Veja o caso do perfil do Master Chef Brasil no Twitter (rede social em que o programa mais se destaca). Os vídeos publicados lá são adaptados para a plataforma e usados para reforçar ainda mais esse engajamento com sua imensa base de fãs.

Como ter mais resultados com os vídeos nativos?

Por último, elencamos 6 dicas para você tirar mais proveito dos vídeos nativos e fazer com que eles ajudem suas campanhas a serem mais produtivas. São elas:

1. Capriche no começo dos vídeos

Lembra-se de quando falamos que os vídeos nativos podem ser reproduzidos automaticamente enquanto você navega por suas redes sociais?

Então, essa dica vem justamente sobre esse recurso. A ideia é captar a atenção do público nos primeiros segundos do vídeo.

Mas não ache que isso seja fácil, pois grande parte desses vídeos inicia sem o som. Então, apostar em um áudio marcante no começo da gravação pode não funcionar muito bem.

Em contrapartida, imagens, artes e legendas mais impactantes podem impactar os espectadores logo de cara.

2. Chame a atenção pelas miniaturas dos vídeos

Caso os vídeos não comecem de modo automático ou sejam procurados em suas galerias, os usuários certamente darão de cara com a capa do material.

Essa miniatura deve conter uma imagem ou um trecho do vídeo que passe uma ideia do conteúdo que será apresentado e, paralelamente, ser instigante para o público.

Não se esqueça de que seus vídeos disputam espaço com os posts de amigos, conhecidos e de outras páginas que os seus seguidores acompanham. Então, o começo e a miniatura precisam ser bem convidativos para os usuários verem até o final (e com som).

3. Atraia o público pelas descrições

Outra forma de fazer os espectadores assistirem até o final é com um bom texto de acompanhamento para os vídeos.

Afinal, muitas pessoas são desconfiadas com o material que estão perto de verem. Então, é bom dar esse empurrãozinho nelas com um texto que explique, resumidamente, o conteúdo do vídeo.

As descrições também podem ser usadas para complementar o conteúdo transmitido na publicação. Por exemplo, podem ser inseridos links úteis, informações adicionais e chamadas para ação (fundamentais para levar o público a converter uma oferta).

4. Promova valores compartilháveis

Um vídeo compartilhável é aquele que agrada muito aos espectadores. Geralmente, são publicações que ensinam, divertem, entretém, enfim, que motivem reações positivas no público.

Para saber sobre o que você pode falar, pense no universo temático da sua empresa e das suas ofertas e, obviamente, nos problemas e interesses das suas personas.

São vários os formatos de vídeos, como explicações sobre um conceito, dicas, conselhos, entrevistas, perguntas e respostas com os seguidores etc.

Foque mais no que pode interessar e engajar seus seguidores e menos em sua empresa. Conteúdos muito narcisistas podem não passar a impressão de utilidade e relevância para o público. Pense nisso!

5. Marque pessoas e páginas envolvidas com os vídeos

Essa dica é boa para quem quer aumentar o alcance orgânico dos seus vídeos nativos. Ao marcar outras pessoas e páginas, os amigos e seguidores desses perfis poderão ser impactados por publicações desse tipo.

No entanto, é bom se controlar quando fizer isso para não parecer que está fazendo spam. Referencie apenas as pessoas e empresas que autorizaram essas marcações e que tenham contribuído de alguma forma com os vídeos postados.

A sacada do uso dos vídeos nativos é fazer com que produtores de conteúdo e usuários fiquem mais tempo envolvidos com as redes sociais de publicação. Trata-se de uma descentralização do YouTube e uma formação de nichos mais específicos em outros canais de interação.

Isso levará as campanhas de marketing para uma segmentação ainda maior. Os conteúdos em vídeo deverão ser pensados, cada vez mais, nas particularidades de cada rede social (funcionalidade, perfil de usuários, etc.).

Dessa maneira, os vídeos nativos poderão ajudar você e sua empresa a alcançarem mais pessoas, a engajarem mais seguidores e, quem sabe, a converterem novos clientes.

Um conceito que está próximo dos vídeos nativos e que pode expandir seus conhecimentos nesse segmento do marketing é o de Publicidade Nativa. Por isso, indicamos a leitura do nosso post com tudo o que você precisa saber sobre essa estratégia.

google meu negócio

Google meu Negócio: o passo a passo para você colocar sua empresa no mapa

Se você tem um micro, pequeno ou médio negócio local, deve ter uma ideia da importância de fazer sua empresa aparecer nos resultados de pesquisas do Google ou no Google Maps, certo?

Esses dois canais do Google estão entre as principais vitrines para quem quer promover o seu negócio na internet. Por essa razão, muitos empreendedores investem em estratégias de SEO, marketing de conteúdo e links patrocinados.

No entanto, muitos ainda não conhecem ou não percebem as possibilidades que o Google Meu Negócio oferece. Por outro lado, os empresários e profissionais de marketing que já utilizam a plataforma sabem das oportunidades que podem receber.

Então, ficou curioso para entender como isso pode ser vantajoso para a sua empresa? Nas próximas linhas, você verá o que é o Google Meu Negócio, seus benefícios, as etapas de cadastro e como otimizar seus resultados nessa ferramenta. Fique conosco!

Aprenda tudo sobre Marketing Digital

Este guia completo vai ensinar para você tudo sobre marketing digital e como aplicá-lo.


O que é o Google Meu Negócio?

O Google Meu Negócio, ou Google My Business, é uma plataforma do Google em que empreendedores podem divulgar o seu negócio de forma gratuita nos resultados orgânicos de pesquisa, no Google Maps e no Google +.

Esse serviço surgiu em 2014 para unificar as funcionalidades existentes no Google Places e nas páginas de empresas do Google +.

Mas do que se tratam essas funcionalidades? Entre as principais, podemos destacar:

  • inserir e apresentar sua localização no Google Maps (incluindo um tour virtual pelo seu negócio e o traçado de rotas para o estabelecimento);
  • acrescentar dados de contato, como endereço, e-mail, site e telefone (aliás, se um usuário pesquisar de um celular, ele poderá fazer a ligação a partir do próprio buscador – caso a empresa insira seu número de telefone na plataforma);
  • exibir o horário de funcionamento da loja e os horários de maior movimentação;
  • expor as notas e comentários de clientes;
  • mostrar fotos internas da empresa;
  • compartilhar perfis em outras redes sociais;

Perceba que são informações extremamente úteis para as pessoas que pesquisam exatamente pelo seu negócio ou por empresas como a sua.

A propósito, são nessas buscas que os resultados do Google Meu Negócio entram em ação. Todavia, vale frisar que isso pode acontecer de 3 formas diferentes:

1. Quando se pesquisa um tipo de estabelecimento sem apontar o lugar

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Nesse tipo de pesquisa, o Google leva em conta a sua localização atual para entregar resultados de empresas que estejam próximas geograficamente de você.

Em buscas feitas em smartphones, os resultados costumam ser ainda mais precisos, já que o Google pode usar a localização contida no GPS do aparelho.

2. Quando você especifica a localização desse tipo de estabelecimento

google meu negócio

Imagine o cliente que está em casa e resolve sair para outro bairro ou cidade para comer uma pizza. Nessa pesquisa, ele buscará por “pizzaria + nome do bairro/cidade” e o Google exibirá os resultados de acordo com o lugar especificado nessa procura.

Note que, nesses dois primeiros tipos de pesquisa, os resultados aparecem logo abaixo do campo de buscas e antes dos links orgânicos.

3. Quando você detalha o nome da empresa

google meu negócio

Uma pessoa também pode procurar o nome do estabelecimento diretamente no campo de buscas do Google. Nesse exemplo, utilizamos uma das opções que apareçam no print anterior.

Caso essa empresa seja cadastrada no Google My Business, o resultado será exibido ao lado direito da tela e com informações mais completas.

google meu negócio

Quais são os benefícios dessa plataforma?

Até aqui, vimos que o Google Meu Negócio pode melhorar (e muito) a divulgação de empresas locais de maneira orgânica.

No entanto, não poderíamos prosseguir sem ressaltar mais algumas vantagens desse serviço. Confira a seguir:

Ser encontrado pelos clientes quando eles mais precisam

Ao mesmo tempo em que essa frase pode representar o propósito do Google Meu Negócio, é também um de seus principais benefícios.

Trata-se da oportunidade de se aproximar dos clientes quando eles estão em uma fase avançada de suas jornadas de compra.

Por exemplo, quem procura por “academias centro BH” tem, ao menos, intenção em se matricular em uma academia localizada no centro de Belo Horizonte, não é verdade?

Logo, se você fosse dono de uma academia no centro da capital mineira e se cadastrasse na plataforma, teria grandes chances de aparecer para esses potenciais clientes, receber um contato, uma visita e, quem sabe, fechar um negócio.

Aumentar o alcance de uma empresa

Só o fato de fazer sua empresa aparecer na primeira página do Google e no Google Maps já expande sua presença digital.

Ainda assim, você pode atrair mais consumidores tanto a nível local quanto de outras regiões e estados.

Pense, por exemplo, nos potenciais clientes que moram na sua cidade, que precisam de produtos ou serviços que você oferece, mas não conhecem sua empresa. Com o Google Meu Negócio, essa distância é encurtada.

Há, também, os clientes que chegam de outras cidades e estão em seu município ou bairro fazendo uma visita de lazer ou negócios.

Imagine que você tem um restaurante de comida japonesa e parte desses turistas procuram exatamente por isso. Assim que eles pesquisarem no Google, poderão dar de cara com o seu negócio.

Gerar mais interações com o público

Como uma das funcionalidades dessa plataforma é permitir os comentários dos clientes sobre sua empresa, é natural que haja uma aproximação também pelo lado social.

O público pode participar com notas de avaliação para o seu negócio (produto, serviço, atendimento, etc.) e com ideias, opiniões, críticas e dúvidas.

Da sua parte, é importante também participar respondendo os comentários, postando novidades em sua página no Google + e inserindo fotos do seu negócio para atrair um maior engajamento e interesse sobre suas ofertas.

Permitir as pessoas conhecerem melhor sua empresa

Devido à grande quantidade de informações úteis exibidas, as pessoas podem conhecer o seu negócio tão bem quanto se estivessem pessoalmente nele.

Além de dados básicos, como endereço, localização no mapa e telefone, o público pode fazer um verdadeiro tour virtual por seu estabelecimento.

Aliás, há muitas empresas que contratam fotógrafos para fazer registros em 360º da casa para mostrar às pessoas interessadas.

Esse nível de detalhamento certamente ajuda o público a ter mais certeza antes de optar por entrar em contato ou conhecer pessoalmente sua empresa.

Possibilitar a edição por meio de um aplicativo

Pode parecer um detalhe simples, mas a mobilidade para editar as informações representa uma liberdade enorme para quem gerencia perfis de empresa no Google Meu Negócio.

Nem sempre você estará na empresa ou diante de um computador para responder um feedback do público, atualizar uma informação ou publicar uma nova foto.

Por essa razão, o Google facilitou a vida dos seus usuários com o aplicativo do Google Meu Negócio. Ele funciona tanto para sistemas Android quanto iOS.

Como cadastrar uma empresa no Google My Business?

Se você se interessou pelas vantagens dessa plataforma, talvez esteja curioso para saber como inscrever sua empresa no Google Meu Negócio.

Então, para facilitar um pouco a sua vida, preparamos um breve passo a passo com as 5 etapas de cadastro nesse serviço. Acompanhe:

1. Acesse a página da plataforma e faça o login

Bem, as primeiras coisas a serem feitas são acessar o site do Google Meu Negócio e clicar em “Comece Agora”.

google meu negócio

Logo após, você deverá fazer o login na plataforma, que é o mesmo que você usa para acessar o Gmail. Aliás, se você já estiver logado no Google, será encaminhado para a próxima etapa.

2. Preencha as informações na aba “Adicionar seu negócio”

google meu negócio

Sua próxima parada é nesse mapa aí em que você não só vai localizar o endereço do seu negócio, como também preencher outras informações importantes naquele formulário à esquerda.

Ali, você colocará o nome da empresa, o telefone, o site e a categoria de mercado (loja de materiais de construção, loja de artigos esportivos, salão de beleza, etc.).

Caso você não atenda os clientes em um local específico, mas sim em diferentes áreas (como em diversos prestadores de serviço), deverá marcar “sim” na caixa “Entrego produtos e presto serviços para meus clientes no local deles”.

Por fim, clique em “Continuar”.

3. Confirme sua autorização para gerenciar a empresa

google meu negócio

As informações de endereço e contato da sua empresa aparecem onde está tampado com essas caixas azuis.

Você deve verificar se elas estão corretas e, então, preencher a caixa de autorização para gerenciar sua empresa.

Ao confirmar essa informação, você será encaminhado para uma outra página em que o Google propõe o envio de um código de verificação postal para o endereço fornecido por você.

4. Confirme o local do seu negócio

Logo após essa etapa, você já será redirecionado para o seu painel de controle. No entanto, para começar a editar suas informações e fazer com que elas sejam exibidas nas buscas e nos mapas, você deverá confirmar o código enviado pelo Google.

Esse código chega via Correios e demora, em média, de 7 a 15 dias úteis para chegar em seu endereço.

Em seu painel, aparecerá um banner vermelho na parte superior da tela com o botão “Confirmar agora”. Clique nele e siga os passos apontados na carta enviada pelo Google para você.

Essa carta tem o código que deverá ser inserido no Google Meu Negócio.

5. Adicione mais informações em sua página recém-criada

Pronto! Depois de confirmar sua localização, você terá toda a liberdade necessária para adicionar as informações complementares ao seu cadastro.

Não esqueça de incluir fotos do seu estabelecimento, horário de funcionamento, uma breve descrição da empresa, entre outros dados e conteúdos relevantes.

google meu negócio

Como aproveitar o melhor da plataforma?

Benefícios conhecidos, cadastro feito, e agora? Qual é o próximo passo?

Assim como em outras estratégias de marketing, a utilização Google My business pode ser otimizada com uma série de boas práticas.

Afinal, não dá para acreditar que novos clientes começarão a chegar só porque você passou a exibir sua empresa na primeira página ou nos mapas do Google.

Você precisa ir um pouco além e, por isso, indicamos as seguintes ações para gerar mais resultados com o Google Meu Negócio:

Mantenha suas informações atualizadas

Coloque-se no lugar de um cliente e imagine como seria chato para ele procurar por uma oficina de automóveis no Google e, quando resolve ligar para a primeira opção que aparece, o número cai na caixa postal. Frustrante, não é verdade?

O problema no carro continuaria e o potencial cliente sairia com uma impressão péssima da oficina sem nem usar o serviço.

Falhas como essas não são raras de acontecer. Muitas vezes, o empreendedor pode esquecer de atualizar o endereço, o horário de funcionamento, as fotos do local, etc.

Afinal, nem sempre essas informações serão as mesmas – as empresas podem mudar de localização, de decoração e de contato.

Além do mais, caso você inaugure uma nova filial do seu negócio, você pode inserir e confirmar o novo endereço para que ele também apareça nos resultados de pesquisa e nos mapas.

Monitore as estatísticas de acessos e interações

Em seu painel de controle, além de inserir e editar conteúdos e informações, você poderá acompanhar os resultados do seu perfil no Google Meu Negócio.

Poderão ser monitorados dados como:

  • média da classificação dada pelos clientes;
  • quantidade de comentários (inclusive os sem respostas);
  • visualizações, cliques e seguidores;
  • chamadas feitas e rotas traçadas pelo público;

Isso trará mais controle para você administrar o seu perfil e adequar o seu negócio às demandas das suas personas.

gerador de personas

Procure sempre conseguir boas avaliações dos clientes

Um dos pontos que mais influenciam as decisões de compra dos consumidores é a opinião de outros clientes. Normalmente, essas avaliações geram mais influência do que qualquer tipo de publicidade institucional ou promocional.

Portanto, é fundamental trabalhar para conquistar avaliações positivas. Isso será possível com um atendimento impecável na empresa e nas redes sociais, ofertas altamente qualificadas, preços competitivos, atenção aos feedbacks dados nos comentários, etc.

Enfim, esforce-se para oferecer uma experiência agradável e motivadora para os clientes. Afinal, não basta eles aprovarem sua empresa, mas sim gostarem ao ponto de externar sua satisfação para o público.

Conclusão

Chegamos ao final do texto com a certeza de que o Google Meu Negócio é um dos principais canais para divulgar sua empresa na internet e se aproximar, social e geograficamente, de mais clientes.

Seu processo de inscrição é simples. São poucas etapas para preencher e confirmar os dados cadastrados, como nome da empresa, endereço e telefone.

Logo após, basta incluir e atualizar todas as informações e conteúdos de localização, contato e divulgação do seu negócio. Isso sem esquecer de manter um monitoramento contínuo dos dados de acesso e dos comentários do público.

Dessa maneira, sua empresa terá presença garantida nos resultados de pesquisa, no Google + e nos Google Maps.

Além do Google Meu Negócio, o site de buscas mais acessado do mundo oferece uma série de outras possibilidades para as empresas se promoverem e gerarem mais vendas.

Uma dessas alternativas é o conhecido Google Adwords. Portanto, se você quer saber como usar essa ferramenta, confira um material completo que preparamos com o que é, como funciona e como você pode utilizar o Adwords a seu favor.

O guia do Google Adwords ebook

marketing de emboscada

Descubra o que é o marketing de emboscada e por que ele causa tanta polêmica!

No artigo de hoje, vamos falar sobre malandragem no marketing. Mas calma! Isso também tem bastante a ver com o conceito e as práticas de marketing de emboscada, e você vai entender o porquê.

Mas antes, vamos fazer uma pequena reflexão.

Grandes eventos, como a Copa do Mundo, as Olimpíadas e o Super Bowl, costumam mexer a torcida, os interesses e as rotinas de milhões e bilhões de pessoas ao redor do mundo, certo?

As marcas que patrocinam ou apoiam exclusivamente esses megaeventos possuem espaços publicitários muito valiosos. Elas fazem o uso desses ambientes para controlar o monopólio de consumo e exposição durante a programação.

Até aí, não há nada demais. Afinal, essas marcas pagaram por essa exclusividade. Mas e aquelas que não são patrocinadoras oficiais desses eventos? O que elas podem fazer para chamar a atenção do público?

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É aí que entra a malandragem (que pode ser boa ou ruim) e o marketing de emboscada. A seguir, você entenderá melhor esse conceito, os principais exemplos e as possíveis punições para quem pratica. Acompanhe!

O conceito marketing de emboscada

O marketing de emboscada ou ambush marketing pode ser entendido como um conjunto de ações publicitárias paralelas, de caráter direto ou indireto, a um evento feitas por marcas não-patrocinadoras.

Trata-se de pegar carona na visibilidade, na movimentação e no interesse de consumo gerado por grandes eventos mesmo sem patrociná-los.

Normalmente, essa é uma estratégia utilizada por marcas que concorrem diretamente com os patrocinadores oficiais de um evento ou programação.

No entanto, muitas pequenas empresas que, por desconhecimento da lei, acabam surfando na onda dos grandes eventos.

Para você entender melhor o marketing de emboscada, esse conceito é subdividido em duas categorias. São elas:

Marketing de emboscada por associação

Nesse tipo, a empresa aproveita-se de qualquer símbolo (nomes, marcas, imagens, mascotes, etc.) de um evento no qual não é patrocinadora ou apoiadora oficial para obter vantagem econômica ou publicitária.

A ideia é induzir o público a acreditar que seus produtos, serviços, marcas e conteúdos são aprovados ou associados à organização oficial do evento em questão.

Por exemplo, se um restaurante faz um post no Facebook com o seguinte texto de convite: “Traga os seus amigos para curtir os jogos da Copa do Mundo 2018” e com o logo da competição no canto inferior da imagem, o estabelecimento está praticando marketing de emboscada.

Bem, mas será que isso está legalmente correto? E a resposta é: Não!

Se o restaurante não está patrocinando oficialmente a Copa do Mundo, ele não tem o direito de comercializar o nome e o logo da competição.

Existem punições para isso? Sim! Mas isso é conversa para o final do texto.

Marketing de emboscada por intrusão

Já o tipo por intrusão ou intromissão acontece quando marcas e empresas praticam alguma atividade promocional no local do evento que ela não apoia ou patrocina.

Tratam-se de ações indevidas de marketing feitas em um espaço que deveria ser exclusivo de quem patrocinou oficialmente o evento.

Os casos mais comuns são em ações mais sutis de marketing, como quando um jogador comemora o gol fazendo um sinal que lembre uma determinada marca.

Casos como esse já aconteceram e vamos mostrar no próximo tópico.

Os exemplos clássicos

O termo marketing de emboscada é algo mais recente, porém essa prática malandra ou oportunista é antiga.

Para você ter uma ideia, selecionamos 5 exemplos conhecidos que você talvez até não sabia que era uma emboscada, mas agora vai saber. Confira:

A Brahma e o número 1 na Copa de 1994

Esse é um caso clássico de jogadores que comemoram fazendo uma referência a uma marca.

O que aconteceu é que a cerveja Brahma criou uma campanha em 1994 para destacar o feito de ter alcançado a liderança desse mercado no Brasil.

A campanha se chamava “Número 1” e se destacava por ações como a “Cerveja número 1” e a “Torcida número 1”.

Mas o que chamou a atenção mesmo é que a marca de cerveja patrocinava o craque da nossa seleção e da Copa do Mundo daquele ano: Romário.

Se você for mais antigo, vai lembrar; se for mais novo, é só ir no YouTube conferir os gols do baixinho para ver que ele comemorava apontando o número 1.

Coincidência? Parece que não.

Em outras Copas, a comemoração voltou a se repetir com outros jogadores, mas aí é difícil afirmar se houve um marketing de emboscada ou não.

As garotas tchecas e a cerveja Proibida no Pânico

Para mostrar que não só os grandes eventos esportivos sofrem com o marketing de emboscada, os programas de TV também são “vítimas”.

Nesse caso, sobrou para o humorístico Pânico, que estava sendo exibido na RedeTV na época dessa ação.

O que aconteceu foi que duas mulheres Tchecas chegaram ao Brasil e começaram a compartilhar, em seu blog We Luv Brazil, suas rotinas de diversão e mordomias em nosso país.

O Pânico se interessou por essa história das Tchecas e gravaram algumas matérias com elas.

A questão é que a vinda dessas duas estrangeiras, que também chamavam a atenção por sua beleza, era uma estratégia de marketing para divulgar a chegada da cerveja Proibida ao Brasil.

Mas aonde está a emboscada nessa história? É que uma das patrocinadoras do programa Pânico era a Skol.

As holandesas da Bavaria na Copa de 2010

marketing de emboscada

Essa receita de usar mulheres para chamar a atenção da mídia e do público parecia fazer efeito nessa época.

Na Copa da África da Sul, a cerveja que patrocinava a competição era a Budweiser. No entanto, para deixar a impressão da sua marca, a holandesa Bavaria contratou modelos loiras e as vestiram com vestidos curtos laranjas.

Todas estavam vestidas da mesma forma e foram para arquibancada ver o jogo Holanda x Dinamarca. Naturalmente, elas chamaram a atenção da torcida e da mídia.

O problema é que a FIFA sacou a emboscada que estava acontecendo e prendeu as modelos, mesmo sem haver qualquer referência à Bavaria nos vestidos.

A Nike e seu tênis de ouro nas Olimpíadas de 1996

Durante as Olimpíadas de Atlanta, em 1996, o velocista norte-americano Michael Johnson se destacou por quebrar dois recordes mundiais ao vencer as provas dos 200m e 400m rasos.

A emboscada aí está no fato de que ele calçava os chamativos tênis dourados da Nike, sendo que a patrocinadora oficial do evento esportivo era a Reebok.

Para aumentar ainda mais a visibilidade da Nike e diminuir a das concorrentes, Johnson foi capa da revista Times com os tênis pendurados no pescoço juntamente com suas duas medalhas de ouro.

Além do mais, o fato de Michael Johnson ter se destacado ao correr em seu país natal (EUA) foi ainda melhor para a Nike, que foi bem oportunista.

O personagem Tufão com a Vivo

Por último, vamos relembrar mais um caso envolvendo programas televisivos.

Em 2011, a novela Avenida Brasil foi um grande sucesso da Rede Globo, e um de seus principais personagens era o Tufão, interpretado por Murilo Benício, lembra?

Na época, Benício incorporou o Tufão para gravar um webfilm para a Vivo. O vídeo falava sobre a importância de se conectar para não ficar sabendo das coisas por último, como era o personagem na novela.

A Globo, por não autorizar o uso de personagens de novela enquanto ela está sendo exibida em campanhas publicitárias, fez com que a Vivo retirasse o vídeo do ar.

As punições para essa prática

O marketing de emboscada, quando caracterizado, é considerado uma prática ilegal. Ela, inclusive, pode ocasionar implicações jurídicas para as marcas que tentam ser malandras.

Por exemplo, para a Copa do Mundo de 2014 no Brasil, foi criada a lei 12.663/12, também conhecida como lei geral da Copa.

Essa lei tipificou o marketing de emboscada por associação e por intrusão como crimes passíveis de multas e detenções que poderiam variar de 3 meses a 1 ano.

Ainda assim, é possível enquadrar, direta ou indiretamente, as ações de marketing de emboscada em outros códigos, como:

Fazer marketing de emboscada pode resultar em processo e, geralmente, em multas pesadas para as marcas e empresas que praticam essas atividades promocionais.

Os desafios do marketing de emboscada

Podemos analisar os desafios para esse marketing sob três pontos de vista: o dos eventos, das marcas patrocinadoras e das marcas que querem pegar carona no evento.

O desafio para os eventos está em criar mecanismos cada vez mais eficientes de fiscalização de ações de emboscada.

A intenção é aumentar a proteção aos espaços das marcas patrocinadoras, já que elas investem suas verbas e ajudam a fazer o evento acontecer.

As marcas que patrocinam ou apoiam oficialmente os eventos devem aprimorar a inovação e a criatividade em suas ações de marketing.

Afinal, elas têm a exclusividade desses espaços e, por isso, possuem a obrigação de se destacar perante todos os seus concorrentes.

Já as marcas e empresas que estão à margem dos eventos precisam ser inteligentes o suficiente para se destacarem sem infringir as regras do jogo.

Se você gostou de entender o que é o marketing de emboscada, que tal aprender mais sobre outras estratégias de marketing? Confira quais são elas e como começar essa jornada:

Primeiros passos no marketing digital

como ganhar inscritos no youtube

Siga essas 8 dicas práticas e ganhe mais inscritos para o seu canal do Youtube

Será que existe alguma fórmula para ganhar seguidores no Youtube?

Infelizmente, ainda não há mágica ou ciência exata que faça o número de inscritos de um canal alavancar.

No entanto, boas estratégias de marketing podem ajudar no aumento desse que é um dos principais indicadores de desempenho de um canal no Youtube.

Afinal de contas, quanto mais inscritos, maior será a visibilidade dos seus vídeos e, consequentemente, a quantidade de conversões.

O Youtube, no Brasil, está entre as 5 mídias sociais mais usadas para marketing, segundo a pesquisa Social Media Trends 2017.

Portanto, é possível sim usar essa plataforma de vídeos para impulsionar seus negócios. Mas, para começar a obter sucesso, você deverá atrair e reter uma audiência significativa em seu canal.

Pensando nisso, selecionamos 8 boas práticas que ajudarão a aumentar sua base de seguidores no Youtube. Confira a seguir!

1. Entregue um conteúdo procurado por sua audiência

Nesta dica, vamos bater em um dos pontos que mais reforçamos: criar um conteúdo útil e relevante para a sua persona.

Pode até parecer repetitivo, mas essa premissa também deve ser aplicada em seus vídeos.

Afinal, quanto mais conhecimento, entretenimento e outros valores seus posts agregarem, mais motivos sua audiência terá para se inscrever, acompanhar e indicar seu canal para outras pessoas.

Mas como vou saber o que público quer ver? Existem diversas maneiras para isso, mas resolvemos destacar as 3 principais:

  1. Criando personas. As informações levantadas na pesquisa de definição de personas ajudarão bastante na elaboração de uma linha editorial. Afinal, será possível descobrir os problemas, interesses e objetivos do público-alvo;
  2. Acompanhando os assuntos que são tendências no momento no Google Trends, nos trending topics do Twitter e nos vídeos em alta do Youtube. Esses temas, obviamente, precisam ter uma ligação com a sua área de atuação e com os interesses da sua persona;
  3. Utilizando o campo de busca do Youtube. Se você começar a digitar a expressão “como fazer”, provavelmente receberá sugestões populares de pesquisas. Portanto, comece digitando algo que tenha a ver com o seu canal e as preferências do público e se inspire nessas indicações.

Guia para criação de personas

2. Mantenha uma unidade temática para o seu canal

Um canal que fala de tudo um pouco acaba abordando um pouco sobre tudo, ou seja, não tem foco e não consegue dar a profundidade necessária para um tema. Além do mais, as pessoas ficam sem referências para se lembrar ou indicar o canal para amigos.

Um canal pode até falar sobre diversos assuntos, mas é preciso encontrar um elo entre eles.

Por exemplo, o Manual do Homem Moderno é um canal que aborda temas como relacionamento, estética, moda, cerveja, futebol, enfim, tudo que se volte para as questões do comportamento e estilo de vida masculino.

Logo, há uma unidade facilmente identificável.

O mesmo precisa ser feito com o seu canal. As pessoas precisam ter ele como uma referência em um determinado assunto – de preferência, algo relacionado a sua área de atuação.

3. Capriche na qualidade audiovisual

Ter conteúdos de qualidade e temas bem definidos já ajuda bastante. Entretanto, eles não ajudarão seu canal a ganhar mais inscritos se os vídeos forem difíceis de consumir.

Aqui, estamos nos referindo, mais especificamente, à qualidade do áudio e das imagens. E você não precisa se preocupar em alugar estúdios ou equipamentos caros.

Com uma produção simples, é possível entregar materiais profissionais ao público.

Primeiramente, para garantir que as pessoas consigam te escutar bem, faça alguns testes nos dispositivos que você for usar como microfone, como celulares ou gravadores.

Evite usar o captador de áudio das câmeras, pois a qualidade tende a ser inferior.

Se você tiver recursos, compre um microfone de lapela, que é o melhor modelo para evitar os ruídos externos.

Em relação às imagens, o principal foco de atenção é a iluminação. Confira se a câmera usada ou o ambiente de gravação não captam ou projetam muita sombra ou excesso de luz sobre as expressões de quem aparece na tela.

Caso você queira investir, um tripé para as câmeras (que filmem em HD, de preferência) também pode ser uma boa, pois garantirá mais estabilidade para o vídeo.

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4. Varie nos formatos de suas postagens

No começo, pode ser difícil acertar no formato que mais agrade ao público e gere engajamento. Por isso, o indicado é variar nos estilos dos vídeos, até para tornar o canal mais dinâmico em relação aos conteúdos.

Em uma mesma semana ou mês, poste vídeos com demonstrações do seu produto, vídeos educativos sobre algum conceito do seu mercado, entrevistas, tutoriais (os famosos “como fazer…”), animações, bastidores de algum evento, etc.

Procure encontrar a linguagem ideal para os seus vídeos. Você pode variar entre tons mais coloquiais e formais até achar a linha mais adequada à sua audiência.

Dessa maneira, você começará a notar as abordagens que mais funcionam com o público.

Para isso, avalie os resultados de algumas métricas, como porcentagem do tempo de vídeo assistido, visualizações, número de likes, compartilhamentos e conversões.

5. Publique seus vídeos regularmente

Variabilidade pode até ser importante, mas consistência é fundamental. Manter uma frequência regular de publicações é uma boa atitude porque cria hábito na audiência.

Por exemplo, se você posta rigorosamente um vídeo novo às segundas, quartas e sextas às 18hs, as pessoas terão o costume de abrir o Youtube no momento exato para ver o vídeo.

Isso, claro, se os usuários não ativarem as notificações do seu canal, o que dispararia, automaticamente, avisos de vídeos novos sempre quando forem lançados.

A frequência de posts dependerá do tempo em que cada produção consome para ficar pronta. É preciso avaliar o tempo livre das pessoas que apresentam os conteúdos ou fazem a edição do material.

Em função disso, não podemos afirmar um intervalo ideal para as publicações. No entanto, tente não passar mais de duas semanas sem subir algum vídeo para o Youtube, pois as pessoas podem começar a se esquecer do seu canal.

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6. Interaja bastante com o público

Você consegue imaginar o quanto seria frustrante para um usuário ver um vídeo do seu canal, expressar suas dúvidas nos comentários e não obter alguma resposta sua?

Exemplos assim não são raros de acontecer e isso, muitas vezes, acaba afastando um potencial seguidor do seu canal.

Ao participar junto com o público nos comentários, você estará demonstrando que está atento ao que eles opinam. Isso passa uma percepção de que os espectadores estão sendo valorizados.

Tal prática também motiva as pessoas a se inscreverem em seu canal e a continuarem acompanhando seus conteúdos.

Além do mais, os comentários podem apontar pontos que podem ser melhorados em seus vídeos e gerar novas ideias para os próximos conteúdos.

Aliás, pense no quão gratificante seria, para a sua audiência, criar um vídeo com um tema escolhido por uma parcela relevante dela.

Enfim, essa interação com o público pode ser uma fonte enriquecedora de bons relacionamentos, novos seguidores e otimizações nos vídeos.

7. Cuide do SEO dos vídeos

Assim como há otimizações de textos e imagens para os motores de busca, também existem uma série de boas práticas de SEO para vídeos.

Afinal, o Youtube tem o segundo motor de busca mais usado do mundo e seus resultados costumam aparecer com frequência nas pesquisas feitas pelo Google.

Algumas técnicas, inclusive, são bastante parecidas, como o uso de títulos contendo a palavra-chave mais à esquerda e de meta descrições que despertem o interessem do público.

Por outro lado, existem técnicas mais próprias de SEO para Youtube, como:

  • A utilização de imagens atrativas, com ou sem legendas, como miniaturas dos vídeos;
  • A inserção de links para o seu blog e outras páginas de redes sociais na descrição;
  • O uso de legendas no vídeo, o que facilitaria a compreensão de deficientes auditivos e pessoas com problemas em seus fones;
  • A inserção de tags que retratem os conteúdos dos seus vídeos. Recomenda-se o uso de 6 a 8 tags por publicação.

8. Não compre seguidores

Infelizmente, tem quem resolva gastar dinheiro para comprar visualizações para os vídeos e inscritos para os seus canais.

Os efeitos negativos são parecidos com as compras de listas de e-mails, como a aquisição de uma audiência sem segmentação e prejuízos à imagem da sua marca.

Aliás, você consegue ter noção do aborrecimento das pessoas que forem inscritas em um canal sem a sua autorização?

Além disso, a conta que praticasse isso correria o risco de ser banida do Youtube. Isso pode acontecer caso descubram o uso de bots (robôs) para manipular suas métricas.

Em suma, a compra de seguidores é um atalho que, além de antiético, tem um péssimo custo/benefício. O investimento é grande para comprar uma audiência de baixa qualidade e que dificilmente converterá as ofertas.

Para gerar mais resultados para o seu negócio usando o Youtube, você não precisará ter uma popularidade de canais como Porta dos Fundos ou do Whindersson Nunes, muito menos utilizar os mesmos estilos dos vídeos deles.

A principal indicação, aqui, é criar uma conexão própria com a sua audiência e fazer disso algo constante.

Você não precisa copiar os outros, mas sim identificar os interesses do seu público, entregar materiais valiosos que abordem essas questões e se mostrar atento às participações dos espectadores.

Enfim, quanto maior for a qualidade dos conteúdos do seu canal – em termos de relevância, SEO e clareza audiovisual, mais chances eles terão de atrair e saber como ganhar seguidores no Youtube.

Uma outra boa maneira de conseguir mais inscritos para o seu canal é usando as táticas de marketing para promover seus vídeos. Por isso, recomendamos a leitura do post: Descubra como fazer Marketing no Youtube e conseguir bons resultados!

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