Gabriel Sa Fortes


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mestrado em marketing digital

Quem precisa de um mestrado em Marketing Digital?

Essa é uma pergunta que normalmente um profissional se faz quando tem a consciência de que precisa melhorar sua atuação.

Se você está tentando preencher essa lacuna e tem dúvidas se o mestrado em Marketing Digital é o caminho mais indicado para você, continue lendo este post até o fim.

Afinal, essa é uma dúvida que muitos possuem, principalmente se já trabalham na área de comunicação e precisam se adaptar ao surgimento das novas mídias.

O principal motivo para que isso ocorra, é o fato de que a referência de aprendizado de muitas pessoas ainda está nas universidades.

Porém, neste texto você vai entender que, assim como o marketing digital abriu um mundo de possibilidades de realizar o seu trabalho, a internet também modificou de forma considerável a forma como nos informamos e buscamos nos aprimorar.

Por isso, para realizar a melhor escolha, você deve se conscientizar de alguns pontos:

Tenha em mente o que você busca

O primeiro ponto a se pensar aqui é a razão pela qual você busca se formar em marketing digital. Isso vai influenciar diretamente nos próximos passos.

Se você quer ter noções básicas de marketing e se preparar para começar a pensar de forma mais comercial, os cursos mais tradicionais podem ser uma boa pedida para este caso.

Neste caso, você terá uma ideia geral da importância do marketing digital e não necessariamente aprenderá as habilidades.

Além disso, não podemos desconsiderar que possuir um diploma de além da graduação é um fator que pesa no momento de contratação.

Ou seja, isso ainda tem algum prestígio. Portanto, dependendo do seu setor de atuação, possuir essa qualificação pode ser realmente muito importante.

Por um outro lado, se você já trabalha na área, mas sente que está em defasagem e deseja se atualizar, talvez seja mais interessante você buscar outros recursos, que ensinam de forma mais prática e aplicada.

E isso, a maioria das universidades habituais não lhe darão.

Primeiro, porque no mundo em que vivemos as informações se atualizam a cada instante. Os cursos das escolas tradicionais não conseguem acompanhar o ritmo dessas mudanças, por diversos motivos.

Uma forma de analisar se aquela universidade pode lhe atender, é perceber se está conectada com a cultura digital. Se está ativa nas redes sociais, por exemplo. Dar uma olhada nas áreas de atuação dos professores também é uma boa pedida.

Caso eles estejam em setores de marketing digital de grandes empresas na atualidade, existe grandes chances de acrescentar essa experiência às aulas.

primeiros passos no marketing digital

Entenda que as referências mudaram

Atualmente, o número de pessoas conectadas à internet é de aproximadamente 3 bilhões de pessoas. Isto representa na prática um crescimento de quase 1000% nos últimos 15 anos.

Além disso, as empresas estão reconsiderando a real importância de investir em marketing e tem aumentando o budget para isso. Portanto, cada veze mais têm crescido as oportunidades no setor.

Certamente, mesmo sem ter esses dados, possivelmente você já identificou no dia a dia a necessidade de formar-se em algum tipo de especialização em marketing digital.

Além disso, também já percebeu que não adianta pensar essa realidade com os mesmos olhos de antes, quando você começou a estudar e a trabalhar.

O mundo é outro e entender que as transformações no nosso modo de ser são amplas e nos afetam em todas as áreas da vida, é um bom passo para realizar uma boa escolha.

Saiba como funciona o mestrado em marketing digital

Como vimos, é possível atuar nesse mercado sem uma certificação. Porém adquirir algo que valide que você é especialista em assuntos primordiais como SEO, Email Marketing, Mídias Sociais, Marketing e Web Analytics é uma grande vantagem e pode abrir portas.

Para o mestrado de marketing digital, você precisará de ter uma graduação para conseguir fazer parte. O intuito maior de um mestrado é aprofundar o que você aprendeu na sua formação em bacharel.

Além disso, essa é uma área que irá atender os profissionais que desejam ingressar em uma carreira acadêmica como pesquisador e também como professor — uma qualificação que somente o mestrado lhe dará.

Como um mestrado funciona

Para fazer parte de um mestrado serão exigidas ainda algumas habilidades  como:

  • passar em um processo de seleção com um bom projeto de pesquisa;
  • ter disponibilidade de tempo para dedicar-se aos estudos além das horas/aula;
  • verificar a possibilidade de bolsas de estudo ou custeio próprio do mestrado;
  • gosto para os estudos e habilidades para realizar pesquisas;
  • interesse por lecionar.

A duração do curso pode variar de instituição para instituição, mas em média é previsto para dois anos. Porém é preciso que se tenha em mente que essa carga horária não necessariamente irá contemplar horas de aula.

Mas muito mais um empenho próprio do aluno para leitura, pesquisa, participação em eventos que discutam o assunto etc.

O processo de seleção é mais exigente do que cursos de especialização em geral. Envolve provas de conhecimentos gerais, provas de inglês, entrevistas presenciais e elaboração de projetos de pesquisa.

Existem alguns pontos que podem ser destacados para que você tenha êxito nesse processo:

  • leia o edital com bastante seriedade e atente-se para todas as exigências, já que cada instituição tem suas particularidades e maneiras de avaliar;
  • planeje seu projeto com calma e para isso baseie-se em outros projetos já publicados por ex-alunos daquele curso. Isso é importante porque você será capaz de perceber algumas características específicas exigidas por aquele mestrado;
  • pesquise processos seletivos anteriores, eles não costumam mudar muito de um ano para o outro, desta forma, as chances de você estar preparada para o que vier são grandes.

Por fim, para a conclusão da formação será preciso a elaboração de um Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) com a apresentação e análise dos resultados da pesquisa realizada durante os dois anos de ensino.

Esse trabalho é submetido a uma banca de professores que examinarão se o aluno está apto para receber a certificação.

Conheça outras alternativas

Para realizar a melhor escolha, portanto, é primordial que você entenda a conjuntura do que está acontecendo. Não existe um caminho correto, existe apenas aquele que será mais alinhado a seu propósito.

Atualmente, por exemplo, é possível aprender qualquer coisa sem a necessidade de intermediários como uma escola ou um professor, por exemplo.

Mesmo assim, se um professor ainda for importante para você, existem importantes e conceituados cursos de especialização no mercado, que podem ser feitos à distância ou não, como os cursos da Universidade Rock Content.

Além do mais, existe uma parcela grande de profissionais que trabalham com marketing digital que aprenderam na prática. Isso porque não existem fórmulas fechadas do que pode ou não ser feito, há inúmeras possibilidades.

O que existe são ferramentas e se você se esforçar para aprender o máximo que elas podem lhe dar, você pode se destacar.

Outra alternativa, são os cursos oficiais do próprio Google, por exemplo.

Como é interesse deles que a maioria das pessoas utilizam a sua plataforma de anúncios, eles realizam provas de certificação constantemente, além de dar aulas de forma totalmente gratuita.

O Facebook, por outro lado, realiza eventos presenciais gratuitos nas principais capitais do país para que as pessoas possam treinar e aprender como usar os recursos de marketing da plataforma.

Ou seja, há muitas possibilidades sendo apresentadas, basta você correr atrás e ficar ligada no que acontece.

Tudo começa por você

Seja qual for o caminho que você escolher, um curso universitário ou uma especialização, ou até mesmo aprender por conta própria, saiba que o seu melhor aliado é você mesmo.

Se for realmente de seu interesse e objetivo aprender sobre marketing digital, é possível conseguir com algum esforço.

Esses foram alguns tópicos que consideramos ser essencial para se ter em mente antes de escolher se o mestrado de marketing digital realmente é a melhor opção para você. Se seus objetivos de vida estão alinhados com o propósito dessa formação, vá em frente!

Se este conteúdo foi relevante e você deseja aprofundar melhor em assuntos relacionados a sua carreira, conheça cursos que treinarão verdadeiramente suas habilidades a partir de conhecimentos práticos, conheça melhor a Universidade Rock Content!

Universidade Rock Content

como fazer propagandas criativas

6 dicas que vão te ajudar a criar as melhores propagandas criativas!

O poder da propaganda não deve ser desprezado por qualquer negócio que deseje chegar ao sucesso. É ela que aumenta o alcance da marca, atrai clientes e pode contribuir até mesmo para gerar conversão.

Quando as propagandas criativas são o assunto principal, esses efeitos são ainda mais intensos.

Ao fazer diferente de uma maneira altamente impactante, a propaganda criativa gera diferenciação dos concorrentes, melhora a percepção de marca e pode até mesmo se tornar viral, fazendo com que o alcance do negócio aumente de maneira orgânica.

O que separa o seu negócio de uma propaganda criativa e impactante é um caminho com apenas alguns passos e que podem levar diretamente ao sucesso.

Ficou curioso? Então veja 6 dicas que vão te ajudar a criar uma propaganda criativa.

Entenda o seu público-alvo

Uma propaganda criativa que não é efetiva em gerar interesse no seu público-alvo não cumpre a sua função principal. Sendo assim, antes de pensar em elementos inovadores é preciso considerar quem é o público que você deseja atingir.

Esse tipo de análise vai permitir que o seu negócio tenha um olhar mais empático.

Ao se colocar na posição do seu cliente é mais fácil entender quais são suas dores, suas dúvidas ou seus problemas, de modo a criar uma propaganda que atinja exatamente esse ponto.

Além disso, o entendimento do público de interesse é fundamental para entender quais elementos, linguagens e meios utilizar em busca de mais conversão.

Para ter essa informação é possível tanto analisar dados e estatísticas de perfil de consumo como também perguntar diretamente aos clientes para entender melhor sobre seus hábitos e necessidades.

a jornada do cliente

Saiba o que é tendência

Propagandas criativas saem do senso comum, mas, ao mesmo tempo, seguem algumas tendências, inclusive em respeito aos assuntos tratados.

Sendo assim, não dá para ignorar o que faz sucesso atualmente em busca do que o seu negócio deve anunciar.

Mas tenha em mente que tudo depende do público-alvo desejado e do seu comportamento de consumo, partindo daí, é benéfico entender quais são as tendências de assuntos e interesses desse público.

Também vale a pena pensar em quais meios e ferramentas são tendências no mercado, como aconteceu recentemente com o uso dos Instagram Stories.

Ao mesmo tempo, é fundamental entender que não basta seguir o que faz sucesso, mas, sim, dar uma nova cara a elementos que estão em alta.

Foque em mexer com as emoções

Uma propaganda criativa muitas vezes não usa recursos caros e nem nada inovador demais. Porém, ela gera essa sensação porque mexe com as emoções.

Pode ser uma sacada genial que causa o riso ou uma peça publicitária que causa comoção de um jeito completamente novo.

O que essas propagandas têm em comum é que a maioria delas mexem com a emoção de quem é atingido. O motivo para investir nas emoções é que estudos revelam que, na hora de avaliar uma marca, consumidores se baseiam mais em sentimentos do que em fatos concretos.

Ao criar uma propaganda que mexa com a emoção de quem a vê, maiores são as chances de capturar a atenção e gerar a sensação de criatividade acima da média.

Invista em propagandas interativas

Uma dos grandes estrelas do mundo da propaganda atualmente é o conteúdo interativo. Em vez de apenas fazer um anúncio para as pessoas, as marcas estão investindo cada vez mais em fazer com que eles interajam com o conteúdo.

Se houver um bom planejamento, a sua marca pode fazer uma propaganda criativa ao usar a interatividade como um dos pilares.

Um exemplo recente é o de uma marca brasileira de roupas que criou um teste para que as pessoas identificassem a melhor combinação de cores de acordo com a personalidade.

Divertido e leve, o teste sequer se mostrou como uma propaganda até o resultado, gerando engajamento e uma visão muito mais criativa.

Além de tudo, ao investir em uma propaganda interativa você, está de certo modo, oferecendo uma experiência para o cliente.

Como 70% da percepção de marca é determinada pelas experiências com as pessoas, essa é uma boa oportunidade de gerar melhores resultados para o negócio.

Pense fora da caixa

Muita gente acha que para fazer uma propaganda criativa é preciso gastar uma grande quantidade de recursos ou ter uma ideia muito complexa.

A verdade, entretanto, é que a criatividade está na simplicidade de perceber algo que ainda não foi utilizado, mas que é facilmente compreendido pelo público.

Sendo assim, mais do que um grande orçamento é muito importante pensar fora da caixa.

Em vez de se limitar pelo que já foi feito até agora, faça com que toda a equipe pense que tipo de propaganda as pessoas gostariam de ver, que tipo de experiência querem ter com a propaganda.

Esse pensamento lateral também permite que recursos que já existem sejam utilizados de uma maneira totalmente nova, como foi o caso do recurso “Editar publicação” no Facebook que se transformou em uma poderosa ferramenta em uma campanha publicitária.

facebook ads

Use o brainstorming a favor da criação

Se fosse para fazer uma propaganda comum, bastaria utilizar elementos consagrados, como textos altamente apelativos e elementos que já são conhecidos.

Porém, se o objetivo é fazer uma propaganda criativa é preciso captar ideias completamente inovadoras e trabalhar em cima delas.

Por isso, dá para fazer um brainstorming levando todos esses pontos em conta. Essa reunião em busca de ideias deve ser feita de modo a estimular que os participantes surjam com novas possibilidades, sem julgamentos.

Depois de encerrado esse processo é importante selecionar as melhores ideias que sejam viáveis, já que isso vai permitir uma criação mais assertiva.

As propagandas criativas são aquelas que geram interesse, capturam a atenção e mexem com as sensações de uma maneira positiva e impactante para a marca.

Por isso, é preciso começar entendendo o público-alvo e, então, considerar possibilidades como o uso das emoções e de conteúdo interativo.

O fundamental nesse momento é pensar lateralmente e encontrar novas possibilidades para o que já é feito atualmente, surpreendendo e gerando o impacto desejado.

E aí, gostou de conhecer essas dicas para te ajudar a criar propagandas criativas? Então não deixe de conferir o nosso post sobre 44 logotipos criativos para aguçar a sua inspiração para continuar se inspirando!

Plataforma para loja virtual

Como fazer uma boa promoção? Confira 5 dicas!

Todo mundo gosta de uma boa promoção, não é mesmo?

Nem tanto. Por parte dos clientes é sempre muito bom se deparar com aquele produto querido em preços mais baixos, porém não é bem assim “do lado de lá”.

Quando a ação não é conduzida de maneira eficaz, a promoção pode acabar se transformando em um grande pesadelo para os empreendedores que esperavam resultados prósperos.

Quer saber as melhores dicas para fazer uma boa promoção? Este texto, então, é para você!

1. Sem um objetivo, não tem promoção que vingue

Colocar a promoção em prática não é uma tarefa fácil e nem se restringe no ato de reduzir os preços dos produtos.

É preciso pensar no objetivo do seu empreendimento com a ação: tem muito estoque sobrando que não sai de jeito nenhum? A loja ainda é pouco conhecida? Tem alguma data comemorativa importante chegando?

Promoções são ótimas estratégias para resolver os problemas acima, além de muitos outros que variam de acordo com a realidade de cada negócio. É preciso, então, traçar o seu objetivo inicial e, somente depois de tomar a decisão, “botar a mão na massa”.

Beleza, mas por que eu preciso definir tão bem meus objetivos? É bem simples! As ações serão diferentes entre si ao levar em conta o motivo principal da ação.

Por exemplo: o inverno está acabando e uma loja não vendeu todo o estoque da coleção que passou. A primavera está chegando e ninguém mais quer comprar roupa de frio.

Sabendo disso, apenas as roupas de inverno serão colocadas em promoção, afinal não faz sentido algum abaixar os preços do lançamento.

Entendeu como existem inúmeras variantes em uma ação aparentemente simples?

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2. A persuasão é uma arma poderosa

Não pense que assim que a promoção for colocada no ar, vão chover clientes na porta da sua loja (ou no site do seu negócio, por exemplo) esperando para comprar um montão de produtinhos mais baratos.

Você deve criar um valor no seu produto que faça com que o consumidor pense “eu realmente preciso disso!” e a promoção seja apenas um bônus, uma espécie de “produto certo, com o preço certo, na hora certa”.

Caso contrário, as vendas podem até aumentar, mas após um tempo o consumidor tende a perceber que não precisa comprar coisas apenas pelo simples fato de estarem em promoção.

Não foque apenas no fato de os preços estarem mais baratos, pense que o valor é apenas um detalhe. Trabalhe com um forte marketing, presença online e boa divulgação a respeito da temática e deixe os preços em segundo plano. Isso tudo envolve a persuasão.

Por exemplo: o intuito da promoção é descongelar as vendas de um babyliss. Você pode simplesmente anunciar “babyliss com 20% de desconto” e esperar as vendas acontecerem, mas pode ver a situação sob uma ótica diferenciada.

Mostre aos seus clientes o motivo deles precisarem de verdade de um babyliss, afinal ele é um produto que deixa os cabelos lindos e naturais, igualzinho aquela modelo da Victoria’s Secret que acabou de sair do mar. Além de deixar a cliente linda, ele está com 20% de desconto! Acredita? Quer hora melhor para fazer a compra que não seja agora?

Viu como os dois discursos são muito diferentes? Qual você acredita que é mais eficaz?

3. O ano tem 365 dias! Lembre-se disso!

É possível dizer que na maioria dos casos, o calendário do varejo é centralizado em datas muito populares.

Todo mundo sabe que no final de uma estação as peças da anterior provavelmente estarão com preços mais baixos, que no final da páscoa o ovo fica mais barato e que uma semana depois do Natal já tem panetone por 10 reais.

Inove! Uma papelaria pode aproveitar o dia do professor, por exemplo, e fazer uma promoção.

A data acontece no dia 15 de outubro, período onde as vendas de agendas, cadernos e materiais de papelaria não estão tão grandes por causa do final do ano – elas costumam voltar a crescer no início do ano letivo, principalmente.

Por que não aproveitar uma época onde as vendas não são tão altas, criar valor a partir de uma data interessante e caprichar na promoção?

É possível adaptar a ação para os outros 365 dias do ano. Jogue “calendário de datas sobre o assunto X” no Google e você encontrará inúmeras ações bem legais e originais prontas para serem colocadas em prática.

4. Prazos devem ser bem estabelecidos de antemão

A essência de uma promoção está na sensação de urgência que ela provoca na vida do cliente.

Caso as ações durem por muito tempo, a sensação será perdida e as pessoas não a enxergarão com tanta seriedade.

Defina de início um calendário referente à promoção e faça questão de divulgá-lo. Não é preciso expor certinho a data limite, porém deixe claro que o período é limitado e que é preciso correr para conquistar aquele produto.

5. A divulgação é uma das partes mais importantes do processo

Não adianta nada fazer uma promoção se as pessoas não vão ficar sabendo delas.

Por isso, é importante investir pesado em canais de divulgação tanto na mídia on quanto em mídia off.

Gastar com alguns tipos de anúncio é uma opção cara e inviável na realidade de inúmeras empresas ao redor de todo o país, então pense em estratégias digitais.

Crie uma página no Instagram, divulgue no Facebook, mande inbox para seus amigos, use o WhatsApp Business: crie uma boa estratégia nas redes sociais!

Além disso, nos casos de lojas físicas, invista pesado em visual merchandising. Capriche na vitrine e pense na possibilidade de trabalhar com panfletagem.

Use todas as estratégias que estão ao seu alcance para fazer com que as pessoas vejam a sua marca, e não desanime: com uma boa ação e planejamento estratégico, não é preciso desembolsar um valor exorbitante.

Acima de todas as dicas dadas acima, o mais importante é ter em mente que promoções são importantes e precisam ser desenvolvidas com o máximo de estratégia e confiança possível para que, dessa forma, os resultados cheguem alegrando a todos.

Se você acredita no valor das promoções, é hora de ampliar seus conhecimentos em marketing digital! Saiba como as redes sociais podem ser fortes aliados em sua estratégia!

Kit Marketing nas Redes Sociais

otimização de conversões para SaaS

Confira essas 7 dicas práticas de otimização de conversões para SaaS e aumente seus resultados agora

Para ter sucesso com um produto SaaS (Software as a Service) não basta só criar algo útil, é preciso investir também na otimização de conversões.

Aliás, uma das grandes vantagens de trabalhar no modelo de assinaturas é justamente a oportunidade de aumentar a base de clientes sem necessariamente aumentar os custos de operação.

Por isso, vale a pena investir na otimização de cada etapa do processo de conversão — que na sua maior parte é automatizado — a fim de extrair os melhores resultados possíveis.

Para te ajudar, preparamos uma lista detalhada com várias dicas práticas que você pode aplicar no seu negócio SaaS e aumentar os lucros. Vamos lá?

1. Mantenha a proposta de valor clara

Principalmente quando estamos falando de landing pages, que estão entre os principais recursos de um negócio SaaS para converter clientes, é fundamental manter a proposta de valor bem clara.

A sua oferta não pode parecer vazia em momento algum, pois no segundo que isso acontecer o visitante vai abandonar a página.

Por isso, 2 fatores centrais devem ser observados para fazer com que a sua landing page sempre deixe o valor da oferta evidente. Eles são:

CTAs

O CTA é o convite mais direto para que o visitante aceite a sua oferta, e ele precisa ser irresistível.

Para isso, é preciso escolher bem as palavras e criar um contraste entre o CTA e o restante da página, a fim de que a pessoa perceba que se trata de algo a que deve dar mais atenção que o normal.

Conteúdo escrito

O restante do conteúdo escrito, como a explicação de como é o produto, etc. também deve contribuir para mostrar o valor da oferta. Como?

Use palavras fáceis de entender, e forme frases curtas que vão direto ao ponto. Só tome cuidado para não formar apenas frases de efeito, que em vez de atrair podem distrair o público.

2. Use provas sociais convincentes

As provas sociais têm um papel de grande destaque na hora de convencer os visitantes de que eles devem dar uma chance ao seu produto.

Por outro lado, usar provas sociais sem valor ou sem apelo pode ter justamente um efeito contrário e impedi-los de levar o produto a sério.

Para que isso não aconteça, você pode explorar um dos 4 tipos de provas sociais a seguir — ou até combinar mais de um deles — para converter melhor:

Testemunhos

Testemunhos de outros clientes sempre são bem-vindos para mostrar que outras pessoas já se beneficiaram do seu produto.

Peça que alguns de seus clientes mais fiéis digam como o produto os têm ajudado e apresente essas opiniões no site.

Tome cuidado para que os depoimentos não sejam impessoais demais ou pareçam robóticos.

Contadores dinâmicos

Alguns negócios SaaS que já têm um alto índice de conversões colocam contadores dinâmicos na página, mostrando quantos novos clientes se cadastraram naquele dia ou semana.

Esse indicador é um poderoso fator de persuasão, pois ao ver os altos números os leads se tornam bem mais propensos a encarar a oferta como positiva e considerar a compra.

Estudos de caso

Estudos de caso mais detalhados também podem dar uma boa noção de como o produto gera valor para os clientes.

Diferentemente dos testemunhos, que apresentam brevemente as opiniões de alguns indivíduos, os estudos de caso podem se aprofundar no produto e até contar com depoimentos de diferentes pessoas dentro de uma mesma organização.

Clientes de destaque

Outra prova social bem convincente é mostrar uma lista de clientes destacados. Só por ver os logotipos em evidência, é provável que os leads já deem mais crédito a sua marca.

Só não vale trapacear: se o seu cliente é um fornecedor do McDonald’s, não adianta por o logotipo em destaque como se a gigante do fast-food comprasse diretamente de você.

3. Elimine as distrações da página

Quanto mais distrações, menores serão as chances de conversão, é simples assim!

Então, uma regra de ouro para a otimização de conversões é justamente eliminar tudo que não for absolutamente necessário para que o seu objetivo seja alcançado.

Veja 3 exemplos de elementos que você deve eliminar por completo ou, pelo menos, ficar atento para não prejudicar o desempenho da sua página ao converter clientes:

Elementos de navegação

Elementos de navegação como menus, barras laterais e links que normalmente ficam no rodapé devem ser eliminados.

Nada disso vai contribuir para que a pessoa aceite a sua oferta, são só distrações que dificultam essa ação. 

Por isso, deixe os elementos de navegação de lado e se concentre só em explicar o valor do produto e caprichar no CTA.

Conteúdo não ligado à oferta

Você tem um e-book incrível que pode beneficiar justamente a persona que está na sua landing page? Ótimo! Quem sabe você possa oferecê-lo depois que ela se tornar sua cliente.

Agora não é hora de fazer essa oferta. Antes, foque no que vai te dar lucro, que é fazer com que a pessoa passe a usar o seu produto SaaS.

Cores

Em vez de usar cores demais e tirar toda a atenção do seu conteúdo, use poucas cores, e se certifique de escolher bem quais serão. Mas, como escolher?

Antes de mais nada, aprenda sobre psicologia das cores para saber que emoções deseja provocar. Por fim, faça testes A/B em certos elementos para descobrir o que converte melhor.

4. Ofereça acesso ao produto

Por mais que os outros recursos sejam importantes, é natural que antes da conversão o lead queira conhecer bem o produto, não acha?

Então, garanta que ele tenha essa chance! Há várias formas de oferecer acesso, seja de forma direta ou indireta. Alguns meios incluem:

Versão gratuita

Você oferece uma versão gratuita do seu produto? Talvez uma versão de entrada, na qual o cliente possa fazer upgrade depois. Aí está o acesso que ele precisa!

Não precisa focar só nas versões pagas, divulgue mais claramente a versão grátis, e depois trabalhe para fidelizá-lo a ponto dele mesmo querer pagar.

Demonstração

Se não tiver uma versão gratuita, talvez possa oferecer uma demonstração ao vivo do produto para quem se interessar por ele.

Nesse caso, uma reunião presencial é ideal, para fechar a venda no fim. Mas também pode oferecer demonstrações ao vivo pela internet, se isso fizer sentido para o seu negócio e para a sua persona.

Se estiver começando agora o seu negócio SaaS, não se preocupe tanto com o problema da escalabilidade. Depois de adquirir uma base maior de clientes isso será mais fácil de resolver.

Vídeos

Outra opção é colocar vídeos na sua página ou criar um canal do youtube destacando os recursos do produto e mostrando como ele funciona.

Dessa forma, os leads não se sentirão pressionados a nada, mas ao mesmo tempo não perderão o tão desejado acesso ao produto.

5. Facilite a navegação

Um dos grandes problemas enfrentados por quem projeta landing pages é que depois de se acostumar com o layout e com as decisões tomadas, tudo parece simples.

Mas alguns elementos não podem ser deixados de lado nunca, senão a navegação pode ser prejudicada e as conversões diminuírem.

Facilite a navegação da sua página por dar atenção especial a esses 2 aspectos:

Planos e preços

A explicação do que está incluído nos planos e como são cobrados normalmente se torna confusa e faz muitos adiarem a compra.

Simplifique ao máximo a forma de cobrança e escolha bem suas palavras para explicar como cada plano funciona.

Se pergunte: “Se eu fosse o cliente, restaria sequer 1% de dúvida sobre como tudo funciona?”

Interação passo a passo

Procure montar sua página como o primeiro passo de uma interação contínua com os clientes. Depois de se cadastrarem, o que acontece?

O processo de onboarding é essencial para que os novos não desanimem de usar o seu produto e a taxa de abandono acabe destruindo todo o bom trabalho feito pela otimização de conversões.

6. Trabalhe bem o funil de vendas

Esse elemento não diz respeito a página em si, mas a como os visitantes chegam até ela e, mais importante, como sairão dela.

Em outras palavras, fazer uma auditoria do funil vai ajudar a determinar quantas pessoas chegarão a sua landing page com real intenção de compra e quantas destas serão convertidas.

A landing page naturalmente já faz parte do fundo do funil, onde o cliente precisa ser convencido de que a sua solução é a melhor para ele.

Mas, antes disso, os conteúdos de topo e meio também serão muito úteis a fim de prepará-lo para esse momento.

Se a base for bem lançada com materiais de qualidade, será mais fácil convertê-lo nesse momento.

7. Acompanhe as métricas certas

As métricas também são fundamentais para a otimização de conversões em qualquer negócio SaaS, então não poderíamos deixar de falar disso, não é?

É preciso escolher as métricas certas, que realmente deem insights valiosos sobre como anda o desempenho da página e do negócio como um todo.

Há muito envolvido na escolha e também no acompanhamento dessas métricas, mas vale a pena se aprofundar no assunto para que a sua estratégia não sofra.

Seguir essas dicas práticas vai ser essencial para que você faça uma boa otimização de conversões no seu negócio. Por fim, acompanhando as métricas certas você vai ver o que está funcionando e o que precisa ser ajustado para que as conversões não caiam.

Além de otimizar as conversões, há muito mais que um empreendedor SaaS precisa saber. Veja agora alguns materiais imperdíveis que você tem de conhecer!

Ebook Times de Marketing

Consultoria de marketing digital

Vale a pena investir em uma consultoria em Marketing Digital?

Empresas e profissionais dos mais variados ramos recorrem ao marketing digital para expandirem os seus negócios e, logo no início da pesquisa pela solução, dão de cara com a seguinte dúvida: vale a pena investir em consultoria em marketing digital?

A resposta varia de negócio para negócio. Por isso, criamos este post. Assim você pode ver se esse é o tipo ideal de serviço para a sua empresa.

O que é consultoria em Marketing Digital?

A consultoria em marketing digital funciona com os mesmos parâmetros de outros trabalhos de consultoria, ou seja, ela tem o objetivo de dar conselhos, apontar falhas e ajudar o cliente na criação de estratégias que o façam alcançar as suas metas.

E de que maneira isso ajudará o seu negócio? Como todo esse processo de dicas e de conselhos funciona?

Resumidamente, estas são as etapas:

  • entendimento dos valores, das missões e dos objetivos de curto, médio e longo prazo da empresa;
  • diagnóstico de tudo o que envolve a presença online da marca;
  • confirmação dos objetivos após análise de dados do diagnóstico;
  • indicação detalhada das mudanças (campanhas e estratégias que envolvem a presença on-line, por exemplo).

A seguir, vamos ver 5 benefícios que a consultoria em marketing digital pode trazer para o seu empreendimento. Confira:

Quais são os benefícios da consultoria em marketing digital?

Visão geral do negócio

O diagnóstico feito logo no início da consultoria já é uma grande arma que pode ser usada para melhorar os mais diversos aspectos do seu negócio.

Muitas vezes, por falta de conhecimento, dados que estão ao seu alcance deixam de ser analisados, e eles escondem informações importantes:

  • o que faz com que as pessoas abandonem a loja online ainda com itens dentro do carrinho de compras?
  • quais são as palavras-chave que atraem mais visitas para o seu site?
  • que tipo de post gera mais engajamento nas redes sociais?

E esses são apenas alguns exemplos.

O consultor vai transformar todos aqueles números e gráficos que você não entende em informações úteis para conquistar mais clientes e aumentar as vendas.

Além disso, os seus concorrentes também serão avaliados pelo consultor para comparar certos aspectos e mostrar como eles podem ser melhorados. Nada melhor do que um exemplo prático, certo?

Especialista em campanhas

O consultor em marketing digital não atende apenas a sua empresa. Isso significa que ele tem uma boa experiência com vários tipos de campanhas online.

Em outras palavras, ele é capaz de fazer com que você economize bastante dando aquela enxugada nos anúncios e em outros tipos de serviços online para que você gaste apenas com o essencial.

Outra vantagem disso é que muitas vezes ele possui um template, ou seja, um modelo prontinho para rodar as estratégias que o seu negócio vai adotar.

Isso economiza muito tempo e faz com que você não precise aguardar dias para iniciar uma nova campanha de vendas, por exemplo. E como tempo é dinheiro, essa é uma ótima vantagem.

Opinião de fora

Quem nunca sentiu que precisava ter uma nova ideia para dar aquela turbinada em um projeto? É bem comum que o consultor sirva para te ajudar a ter aquela luz que faltava para uma ideia fenomenal nascer.

Isso pode acontecer, por exemplo, durante a apresentação do diagnóstico da presença online, já que muitas informações relevantes que geralmente estavam escondidas de você aparecem por lá.

Algumas empresas podem descobrir que um determinado produto não estava chamando tanta atenção assim porque o marketing focava na vantagem menos atraente.

Pode ser, ainda, que aquele produto que você não dava tanta bola tenha um potencial de vendas incrível que nunca foi explorado.

Outro ponto é que o consultor normalmente conhece técnicas de divulgação e de promoção de um negócio que alguém de fora do marketing digital nunca tenha visto ou imaginado.

Dessa maneira, é possível inovar a forma da sua empresa fazer propaganda e se engajar com o público interessado.

Equipe pronta num piscar de olhos

O consultor pode não ser um super-herói, mas ele vai te ajudar a deixar as coisas prontas para funcionar bem mais rápido.

Algumas empresas contratam um consultor para auxiliar o setor de marketing, enquanto outras fazem a contratação para iniciar os trabalhos de marketing.

No 1º caso, a vantagem é que o consultor pode ser o elo que faltava para a sua equipe que trabalhava apenas com o marketing tradicional e que não estava tendo tanto sucesso com o meio online.

No 2º caso, em que você está começando do 0, o consultor servirá como o “cara do marketing” que tem todos os contatos e que vai te ajudar a liderar uma equipe de freelancers.

É sempre bom ter todos esses contatos à disposição para não precisar agendar entrevistas, realizar testes e esperar meses para montar a sua equipe de marketing.

Isso sem falar na economia que você terá por não precisar comprar meia dúzia de computadores e outros acessórios para essa equipe.

Retorno sobre investimento garantido

O trabalho do consultor está diretamente ligado à qualidade. O retorno do cliente tem que ser maior que o investimento em marketing digital para que o consultor continue com o emprego.

Por conta disso, pode ter certeza de que ele se empenhará ao máximo para que a sua empresa trilhe o caminho certo para mais clientes e vendas.

Isso significa que um bom consultor sempre continua estudando para oferecer aos seus clientes as estratégias mais top de linha do marketing digital naquele momento.

Vale ressaltar que não adianta receber todas as diretrizes do consultor e não aplicá-las. Pior do que isso, só mesmo fazer alterações na estratégia.

É incrível a quantidade de empresas que deixam de obter ótimos resultados simplesmente porque decidiram seguir um “achismo” de marketing que viram em algum canto perdido na internet. Se você não quer entrar para essa estatística negativa, é melhor ficar alinhado com o consultor.

Você acha que a sua empresa é compatível com o serviço de consultoria em marketing digital? Independentemente da resposta, é uma boa ideia conhecer mais algumas formas que o meio online tem de ajudar o seu negócio.

Uma delas é o marketing de permissão, que visa atrair o consumidor de uma maneira espontânea. Ficou curioso pelo nome? Então clique no link para conferir do que se trata!

profissionais essenciais

Quais profissionais são indispensáveis para tocar uma estratégia de Marketing de Conteúdo?

Quem acompanha o nosso blog, com certeza já percebeu que o Marketing Digital é uma área muito ampla, rica e complexa!

Por isso mesmo, uma equipe de Marketing de Conteúdo também precisa ser composta de profissionais com perfis e habilidades diferentes.

No mínimo, existem sete cargos chave que toda equipe de Marketing de Conteúdo precisa ter.

Confira quais são eles, as principais atribuições e o perfil do profissional ideal para cada um.

1.Analista de conteúdo

O Analista de Conteúdo tem um papel central para o desenvolvimento de Inbound Marketing.

Ele é o responsável por fazer com que a estratégia de produção de conteúdo seja mais assertiva.

Assim, sua equipe vai poder criar menos conteúdo, porém, com mais foco e qualidade.

O Analista de Conteúdo observa qual é o perfil e o objetivo do cliente para, então, dedicar-se a todas as etapas de uma estratégia de conteúdo que sirva aos seus interesses.

Ele está envolvido no planejamento, criação, análise, entrega e monitoramento das pautas, respeitando um calendário editorial.

O Analista de Conteúdo não é, necessariamente, a pessoa que escreve as pautas. Ele pode coordenar uma equipe de redatores e revisores que irão cuidar dessa etapa.

Mesmo assim, ele está envolvido ativamente na criação, e fica responsável por delegar as pautas, aprovar o conteúdo ou solicitar ajustes, bem como acompanhar e cobrar a atenção aos deadlines.

Até mesmo depois da entrega, o Analista de Conteúdo continua tendo responsabilidades em relação ao material produzido. Ele acompanha, junto ao cliente, o desempenho e resultados obtidos através de cada conteúdo.

Isso é feito com o uso de KPIs, ou seja, métricas relevantes. A partir desse monitoramento, é possível aprimorar os conteúdos progressivamente.

2.Analista de SEO

O Analista de SEO tem um papel importante para aumentar a visibilidade da empresa na internet. Ele é o responsável por garantir que todos os canais de comunicação estejam otimizados para uma melhor indexação e rankeamento.

Ao contrário do que muitos imaginam, o trabalho do Analista de SEO não se resume a inserir palavras-chave no código e no conteúdo de websites. Na verdade, boa parte do seu trabalho é focada em pesquisa de mercado.

O Analista de SEO precisa estar antenado com relação às palavras-chave mais procuradas pelo público de um certo negócio. Por isso, ele precisa saber quais são as principais dúvidas, problemas e expectativas daquele público.

Ele também deve entender bem qual é a dinâmica da concorrência. Isso é importante para que possa identificar as melhores oportunidades em palavras-chave que ainda não estão sendo muito exploradas.

3.Analista de redes sociais

O Analista de redes sociais tem um papel focado em obter, ao mesmo tempo, mais visibilidade e mais engajamento nas redes sociais. Ele trabalha com a produção e publicação de conteúdo focada nestes canais, que tem particularidades bastante distintas da estratégia de conteúdo para um blog.

Uma característica interessante do trabalho de um Analista de redes sociais é que ele precisa ter um cuidado especial com o gerenciamento da publicação de conteúdo. Afinal, nas redes sociais, fatores como a frequência e até os horários escolhidos para fazer uma postagem podem influenciar os resultados.

Além disso, as redes sociais exigem interação com o público – respondendo a mensagens e comentários, por exemplo. Portanto, o trabalho de um Analista de redes sociais é muito dinâmico e exige atenção constante ao que está acontecendo.

Na maioria dos casos, os Analistas de redes sociais são, particularmente, heavy users dessas redes.

Você pode reconhece-los porque apresentam perfis pessoais de alto nível, sempre atualizados e aproveitando ao máximo os recursos que cada rede proporciona.

Esse é um bom critério a ser usado na hora de fazer o recrutamento deste profissional.

4.Analista de email marketing

O Analista de email marketing tem um papel voltado para a divulgação ativa da empresa através de e-mails enviados a uma lista de contatos. Mas, se você está pensando que o trabalho deste profissional é enviar uma mensagem com as “ofertas da semana” aos clientes, está enganado.

O email marketing é uma atividade de marketing focada em relacionamento.

Este tipo de conteúdo estabelece um canal regular de comunicação com seus leads, que deve ser usado para educa-los.

Em outras palavras, as mensagens enviadas para sua lista possuem dois objetivos: tirar dúvidas e derrubar possíveis objeções à compra.

Em última instância, todo conteúdo de email marketing precisa ser útil para o lead, garantindo a continuidade do relacionamento e, finalmente, a conversão em vendas.

E o Analista de email marketing é o responsável por garantir a entrega deste resultado.

O trabalho do Analista de email marketing é realizado em blocos, que chamamos de campanhas.

Uma campanha é formada por uma sequência de e-mails que o lead irá receber, ajudando-o a percorrer o caminho até a decisão de compra.

Ou seja, tanto quanto um Analista de conteúdo ou de redes sociais, o Analista de email marketing também precisa ser capaz de planejar e desenvolver um trabalho de nutrição dos leads a médio ou longo prazo.

Além disso, dentro de uma mesma campanha, existe um alto grau de complexidade.

A reação de um determinado lead pode leva-lo por diferentes caminhos dentro da campanha.

É responsabilidade do Analista de email marketing traçar esses caminhos, através da segmentação.

5.Designer

O Designer Gráfico é o responsável por criar uma forma visual que, ao mesmo tempo, seja atrativa para o público e seja funcionalmente adequada.

Além disso, ele deve ter uma preocupação com a identidade visual da empresa.

É comum que muitas empresas pensem no designer como um sinônimo de ilustrador.

Porém, seu papel vai muito além de executar a criação de desenhos.

Esse profissional tem o conhecimento necessário para participar em todo o planejamento de marketing.

O Analista de conteúdo contribui com sugestões de pautas e datas para publicação.

Da mesma forma, o Designer pode contribuir sugerindo os melhores formatos para uma peça de publicidade ou diferentes alternativas para reduzir custos com gráfica.

O designer também precisa se envolver com a pesquisa de referências e tendências, tendo em mente que as escolhas feitas estejam alinhadas com a imagem que a empresa quer passar ao público.

Afinal, aspectos visuais possuem o primeiro e mais forte impacto sobre a construção e o reconhecimento da marca.

Além disso, o designer também faz o controle da conformidade. Ele deve analisar todos os materiais produzidos para garantir que sigam as normas – mesmo em relação a coisas simples, como a paleta de cores ou o posicionamento da logomarca na página.

Assim como no caso do Analista de conteúdo, o Designer pode estar diretamente envolvido na execução ou não. É difícil encontrar um único Designer que tenha expertise para executar design gráfico, web design, animação, ilustração…

E, como todas estas áreas podem ser necessárias em diferentes momentos, o mais comum é que o Designer assuma o papel de coordenar uma equipe de profissionais. Estes profissionais, que são especializados em atividades diferentes, vão ser os executores dos projetos.

6.Analista de UX/CRO

Vamos começar esclarecendo essas siglas, certo? UX, ou User (X)Experience, significa Experiência do Usuário. CRO, ou Conversion Rate Optimization, significa Otimização da Taxa de Conversão. Embora sejam coisas diferentes e desenvolvidas por profissionais diferentes, existe uma forte relação entre as duas.

A Experiência do Usuário está relacionada à forma como cada usuário interage com um blog, site ou rede social.

Uma boa experiência pode garantir que o visitante passe mais tempo na página, volte mais vezes, recomende aos amigos.

Hoje em dia, duas características muito valorizadas em UX são a intuitividade e a responsividade.

Já a Otimização da Taxa de Conversão está relacionada com a capacidade de convencer mais usuários ou visitantes a aceitar sua oferta.

Na maioria dos casos, nem estamos falando sobre ofertas de vendas.

A sua oferta pode ser simplesmente trocar um produto digital (como um e-book) por uma informação valiosa (como o e-mail do visitante). Essa troca é o que acontece nas landing pages.

E qual é a relação entre UX e CRO? Quanto melhor a Experiência do Usuário, maiores as chances de uma Taxa de Conversão alta. Ou seja, a UX é um dos elementos para CRO (mas, é claro, não é o único elemento).

Um exemplo é o caso dos pop-ups. Quando eles agregam mais valor à experiência do usuário, como no caso dos “pop-ups de saída”, a página pode conseguir muito mais respostas à sua oferta.

Porém, quando eles são mal posicionados ou possuem muitos campos de preenchimento, tornam-se um incômodo e podem fazer com que o usuário deixe a página.

Isso quer dizer que um Analista de CRO também pode ter conhecimentos importantes de UX.

Porém, como já dissemos, na maioria dos casos, você vai ter profissionais especializados em cada uma dessas áreas.

Existem algumas coisas que o trabalho de um Analista de UX e um Analista de CRO apresentam em comum. Entre elas, vale a pena destacar a questão dos testes, que é muito importante.

Os dois precisam realizar vários testes para descobrir qual é a combinação de elementos que gera melhores resultados.

Por exemplo, no caso do Analista de UX, ele pode testar diferentes posicionamentos dos menus em uma página, para descobrir qual deles facilita mais a navegação para o usuário.

No caso do Analista de CRO, os testes A/B de conteúdo para landing page são uma maneira muito conhecida de descobrir se é possível aumentar a conversão trocando apenas uma palavra ou uma imagem.

Growth Hacker

O Growth Hacker é, provavelmente, o profissional mais misterioso dessa lista. Seu papel é “hackear” estratégias de crescimento – o que basicamente se traduz em fazer vários testes e experimentos com diferentes possibilidades de marketing.

Seu objetivo é encontrar estratégias inovadoras e criativas que tragam crescimento mais rápido e escalável do que o marketing tradicional.

Uma coisa interessante sobre o Growth Hacker é que este cargo chave que não se define pelas suas atividades, mas pelo seu objetivo.

Para trazer crescimento à empresa, ele pode realizar diferentes atividades, conduzir diferentes projetos, colocar o pé em várias áreas do Marketing.

O trabalho do Growth Hacker geralmente se concentra em um dos cinco estágios do Funil do Growth, ou seja, Funil de Crescimento, desenvolvido por Dave McClure. Esses estágios são:

  • Aquisição de novos clientes
  • Ativação dos clientes através de uma primeira experiência satisfatória
  • Retenção de clientes por meio da fidelização
  • Geração de receita através de vendas
  • Indicação de novos clientes via recomendações

Conseguir crescimento em um (ou mais de um) desses estágios é o objetivo do Growth Hacker. Para conseguir isso, ele passa por um processo de trabalho que consiste em três etapas principais:

  • Geração e seleção de ideias
  • Modelagem e execução de experimentos
  • Análise de resultados para gerar conhecimento

Diferente dos outros profissionais que vimos nessa lista, o Growth Hacker não é tão focado em resultados. Pelo menos, não imediatamente.

Cada experimento realizado traz lições aprendidas.

Como não existe uma cartilha que mostre os passos para atingir o crescimento rápido e escalável, essas lições são a melhor base para chegar cada vez mais próximo da “fórmula” que irá funcionar.

Neste artigo, você conheceu mais sobre os sete cargos chave que formam uma equipe de Marketing Digital. Não se esqueça de que a sua equipe pode ter (e provavelmente deve ter) muitos outros profissionais conforme a estratégia for crescendo.

Na equipe administrativa, temos assistentes, gerentes e até o próprio Diretor de Marketing, ou CMO.

Esse grupo restrito é o responsável por coordenar a estratégia de Marketing em sintonia com os objetivos mais gerais do negócio.

Na parte, digamos, “operacional”, você trabalhará com redatores, revisores, ilustradores, animadores, programadores… Essa é a área com mais pessoas, já que são os executores. Aliás, muitas equipes de marketing preferem terceirizar, contratando freelancers para esse trabalho.

O perfil de cada um desses profissionais é diferente. Um bom Analista de conteúdo precisa de um conjunto de habilidades distinto de um Growth Hacker, e assim por diante.

Por isso, o processo de recrutamento precisa ser totalmente alinhado com a vaga. Somente assim é possível formar um verdadeiro “dream team”.

Você está querendo montar sua própria equipe de Marketing? Então, anuncie as vagas no espaço exclusivo do nosso site!

Os melhores profissionais de Marketing Digital acompanham nosso job board.

profissionais-chave

growth hacker

Growth Hacker: Como contratar, quanto ganha e o que faz?

Ultimamente parece que todo mundo está falando de Growth Hacking. Quem respira a cultura das startups e do marketing digital sem dúvida já ouviu o termo em algum lugar.

No entanto, nem sempre a definição da expressão fica clara. Para que as empresas aproveitem ao máximo esse tipo de estratégia, primeiro é preciso compreender o que um Growth Hacker faz, não é mesmo?

Segundo Sean Ellis, criador do termo e primeiro gestor de marketing do Dropbox,

Growth Hacking é marketing orientado a experimentos.

De forma mais ampla, o Growth Hacking é um modelo de estratégia de marketing inovadora.

O marketing tradicional baseia sua execução em pontos como compra de mídia (anúncios), redes sociais, relações públicas e eventos.

Já o Marketing Growth Hacking combina técnicas de inbound marketingSEOconteúdos viraistestes A/B, marketing de recomendação, entre outros caminhos criativos.

É interessante perceber que esse tipo de estratégia usa uma abordagem científica para fazer as organizações expandirem mais rapidamente.

Daí a definição de “marketing orientado a experimentos”.

O grande objetivo do Growth Hacking é encontrar “atalhos” para fazer a empresa crescer de forma acelerada.

Mas qual é exatamente o papel do Growth Hacker?

Como posso ser um Growth Hacker?

O que preciso para contratar um Growth Hacker para a minha empresa?

Fique com a gente neste artigo para conferir essas e outras respostas!

Aqui você vai saber:

 

 O que faz um Growth Hacker?

Growth Hacker tem o objetivo de conectar o seu mercado-alvo com o produto ou serviço do seu negócio. Tudo da maneira mais rápida e escalável possível.

Ainda segundo Sean Ellis, em um artigo publicado no ano de 2010,

Growth Hacker é a pessoa cujo verdadeiro norte é o crescimento. Tudo o que esse profissional faz é examinado de acordo com o potencial de impacto sobre o crescimento escalável da empresa.

O posicionamento é importante? Somente se for importante para a condução de um crescimento sustentável.

Em um primeiro momento, essa definição pode até parecer um pouco complicada. A nossa tendência é tentar encaixar uma profissão em um certo padrão de atuação e tarefas a serem executadas.

Porém, é importante ter consciência de que o Growth Hacker não tem necessariamente um job description tão restrito.

Seu objetivo é fazer com que o negócio da empresa cresça de modo escalável. Ou seja, que o faturamento aumente sem que o uso de recursos cresça na mesma proporção.

Para isso, o Growth Hacker costuma combinar estratégias de marketing, engenharia e tecnologias da informação. Aliás, essas estratégias são usadas até mesmo para driblar a concorrência.

Quer um exemplo? O Airbnb conseguiu crescer após oferecer uma integração de seus anúncios com o Craigslist, um dos maiores sites de classificados do mundo. Na época, o Craigslist tinha 10 milhões de usuários.

growth hacking para inbound marketers

Agora que você já entendeu os princípios da linha de atuação do Growth Hacker, que tal compreender seu processo de trabalho?

Princípios gerais

De modo geral, o trabalho do Growth Hacker está apoiado nas cinco etapas do Funil do Growth, criado por Dave McClure, um dos precursores do movimento.

As etapas do funil são:

  1. Aquisição: consiste em atrair e conquistar clientes;
  2. Ativação: foca em entregar a primeira boa experiência ao cliente;
  3. Retenção: busca fidelizar os clientes;
  4. Receita: ocorre quando os clientes geram faturamento (ao invés de usar uma versão grátis do produto, por exemplo).
  5. Indicação: acontece quando os clientes chamam amigos e conhecidos para se tornarem clientes também.

Geração de ideias

O trabalho do Growth Hacker começa com a geração de ideias para as diferentes etapas do Funil de Growth. Caso a empresa esteja começando, é natural que o foco inicial seja no estágio de aquisição.

Aqui o profissional passa por atividades como:

  • Benchmarking (busca de empresas referência);
  • Pesquisas de casos de sucesso;
  • Pesquisas em fóruns, grupos e comunidades online ou offline;
  • Brainstorming para geração de ideias.

Após gerar ideias, é importante classificá-las em grupos (de acordo com a etapa do Funil de Growth, por exemplo) para que fique mais fácil trabalhar.

Seleção de ideias

Este é o momento de priorizar as ideias que estejam relacionadas aos principais objetivos da organização. Por exemplo, se muitos clientes estiverem cancelando o serviço da empresa, o ideal será focar em ideias para a etapa de Retenção.

Ao contrário do que se pode pensar, a quantidade ajuda muito na seleção. Quanto mais ideias o Growth Hacker tiver em mãos, melhor será o filtro final.

O profissional poderá usar diversos critérios para a seleção, sendo que os mais comuns são:

  • Probabilidade de sucesso do experimento;
  • Impacto nos resultados da empresa;
  • Custo e complexidade de implementação.

O cenário perfeito é ter uma ideia com grandes chances de sucesso, alto impacto nos resultados e que seja simples (e barata) de colocar em prática.

Outro ponto importante é definir o número de ideias que serão executadas. A quantidade depende muito do tamanho da equipe. Caso o Growth Hacker trabalhe sozinho, é preferível executar uma ideia de cada vez.

Modelagem de experimentos

Este é o momento em que a ideia é transformada em hipótese. Por exemplo:

A ideia é criar uma versão de assinatura anual do serviço (como alternativa à assinatura mensal). Os clientes que optarem por essa alternativa terão gratuidade nos dois primeiros meses. Com isso apostamos que o Lifetime Value aumentará em 30%.”

Nessa hora, o Growth Hacker se transforma em cientista. Ele deverá levantar questões sobre a hipótese e sua aplicação para que a execução tenha sucesso.

No exemplo acima, algumas questões possíveis seriam:

  • Como realizaremos a cobrança da assinatura anual?
  • Será somente à vista ou parcelado?
  • Como essa opção será apresentada na página de vendas?
  • Pretendemos compensar a perda dos dois meses grátis concedidos nova assinatura?
  • Caso sim, de que forma?
  • Caso não, por que esse experimento vale a pena?

Para auxiliar nessa etapa, o Growth Hacker pode utilizar:

  • Estatística (exemplo: testes A/B);
  • Ferramentas;
  • Apoio de outros profissionais da equipe;
  • Divisão do experimento em fases menores, dependendo da complexidade.

O objetivo é que a hipótese seja testada da maneira mais rápida possível.

Assim, caso o experimento dê errado, as perdas serão menores. Por fim, é necessário determinar como os resultados serão medidos, definindo métricas claras.

Realização de experimentos

Nessa etapa do trabalho, o Marketing Growth Hacker deve colocar em prática o seu experimento de acordo com o planejamento.

A solução não precisa estar perfeita, já que o objetivo é comprovar uma hipótese. Isso vale especialmente para experimentos que envolvem programação ou implementações complexas.

Ao longo dessa implementação, é essencial monitorar os resultados preliminares. Também é importante garantir que tudo seja executado conforme o planejado em termos de pessoas e ferramentas.

De modo geral, os experimentos levam um tempo para ganhar tração. Por isso, devem ser seguidos conforme o planejado até que haja estatísticas suficientes para avaliar o sucesso ou fracasso da tese.

O experimento só deve ser interrompido caso os resultados estejam muito ruins e possam vir a prejudicar a empresa.

Análise de Resultados

Com o experimento terminado, chega o momento de analisar os dados obtidos—e, assim, descobrir se a hipótese se confirmou.

Por mais contraintuitivo que pareça, nesta etapa o principal objetivo não é confirmar a hipótese, e sim gerar aprendizado.

Além da métrica principal, é importante analisar todas as outras métricas que sofreram impacto com a experimentação. Afinal, isso trará ainda mais lições.

Mas afinal, por que é importante ter um Growth Hacker?

O Growth Hacking permite que a empresa gere mais resultados – em diferentes áreas e estágios da jornada do cliente—com menos recursos.

Em outras palavras, pagar o salário de um Growth Hacker tende a sair muito mais barato do que simplesmente investir em estratégias tradicionais de marketing e crescimento, como mídia paga.

Os resultados do trabalho desse profissional são:

  • O aumento de audiência nos canais de comunicação;
  • A aquisição de novos clientes;
  • A fidelização e melhoria no relacionamento;
  • A agilidade de crescimento;
  • A economia de recursos, barateando a aquisição de clientes e reduzindo custos de marketing.

Agora que você sabe disso, provavelmente vai querer contratar um Growth Hacker para sua empresa—ou até se tornar um, não é mesmo?

Se você está montando sua equipe, não deixe de ler este ebook:

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Quanto ganha um Growth Hacker?

Por se tratar de uma profissão nova, ainda é difícil apontar uma média salarial para o cargo. Segundo survey da Love Mondays, essa média é de R$ 4.000,00 mensais, entretanto a pesquisa não registrou um volume de dados expressivo.

Qual a qualificação necessária para um Growth Hacker?

De acordo com Sean Ellis, o Growth Hacker não precisa vir de uma área específica. Pode ser originalmente um profissional de marketing, desenvolvimento, TI, vendas ou engenharia, por exemplo.

Aaron Ginn, outro pioneiro no movimento de Growth Hacking, diz que o profissional da área deve combinar três habilidades: criatividade, métricas e curiosidade.

Portanto, é claro que a experiência em marketing ou computação ajuda, mas não é obrigatório ter ambas. O mais importante é ter a mentalidade e a atitude certas, isto é, ser orientado para o crescimento da empresa mais do que para o posicionamento de marca.

Ainda assim, é recomendável que o profissional entenda de metodologia de experimentos, processos, tecnologias e, principalmente, psicologia do consumidor. Dentro disso, conhecer a jornada de compra é um diferencial.

a jornada do cliente

Quais as habilidades que um Growth Hacker deve ter?

  • Ser guiado por uma intuição criativa;
  • Capacidade de analisar dados, fazer experimentações, mostrar relatórios e resultados e fazer otimizações baseadas nos dados levantados;
  • Ser curioso e estar constantemente estudando o assunto, as novas técnicas, buscando exemplos e cases.

 

Como contratar um Growth Hacker?

Encontrar o Growth Hacker ideal não é fácil, já que essa profissão ainda está começando no mercado brasileiro.

Para ajudar, preparamos para você um modelo de anúncio de vaga, uma tarefa pré-entrevista e as perguntas a serem feitas no processo seletivo.

Template de descrição da vaga

MARKETING GROWTH HACKER

DESCRIÇÃO DA VAGA: Reportando ao Diretor de Marketing, o Growth Hacker será responsável por identificar oportunidades para nosso crescimento, além de construir aplicativos e ferramentas de marketing para nosso time e audiência.

Esse papel combina os melhores testes e estratégias de marketing com o conhecimento técnico de desenvolvimento front-end.

OS OBJETIVOS INCLUEM:

  • Aumentar a audiência;
  • Criar soluções para entregar uma boa experiência ao cliente e gerar fidelização;
  • Aumentar o número de clientes por meio de estratégias de indicação.

RESPONSABILIDADES:

  • Desenvolver e implementar código front-end para lançar aplicativos e ferramentas interativas que beneficiem os objetivos da equipe de marketing;
  • Propor projetos criativos, otimizando-os, gerando relatórios e implementando melhorias com base em estatísticas;
  • Participar em projetos de outros canais, como redes sociais, email marketing e blog;
  • Manter-se atualizado sobre tendências de marketing digital e UX.

REQUISITOS:

  • Graduação ou experiência de trabalho na área;
  • Conhecer a fundo fatores de otimização, rankeamento e atualizações de algoritmos;
  • Conhecimento de HTML5, CSS3, JavaScript, e jQuery;
  • Expertise nas melhores práticas de UX;
  • Ser um solucionador de problemas e melhorar sempre a experiência no site da empresa;
  • Certificação em marketing de conteúdo.

 

Tarefa pré-entrevista

Depois de analisar o currículo do candidato, suas experiências anteriores e portfólio, o ideal é que você passe uma tarefa para avaliar se ele é realmente qualificado para a vaga.

É importante que essas atividades reúnam as diferentes expertises que esse profissional deve ter para trabalhar como Growth Hacker.

  • Geração de ideias e Aquisição: peça ao candidato para listar de 3 a 5 ideias para aquisição de clientes que poderiam ser implementadas pela sua empresa;
  • SEO e desenvolvimento front-end: peça para o candidato analisar uma determinada página da web e sugerir melhorias no SEO e no código HTML;
  • Análise e estatística: peça para o candidato analisar um experimento ou teste A/B, tirando conclusões a partir das estatísticas e sugerindo melhorias na implementação.

A partir das atividades acima, observe se o candidato foi proativo, se foi capaz de apresentar soluções criativas e se seguiu as instruções do teste.

Employer Branding

Perguntas para a entrevista

Esta é hora de entrevistar os candidatos que passaram no teste técnico. Para ajudar você na avaliação, preparamos algumas perguntas.

Aproveite para observar não só o conhecimento técnico, como também a atitude e capacidade de raciocínio do candidato durante a conversa.

  • Como você estruturaria as etapas de um experimento de Growth Hacking?
  • Qual experimento de Growth Hacking você já conduziu e que trouxe bons aprendizados?
    • Quais foram os resultados desse experimento?
    • Foi você mesmo que coordenou o experimento ou teve alguma ajuda?
    • Qual era a hipótese do experimento?
    • Quais testes foram feitos para confirmar a hipótese?
    • Quais métricas foram utilizadas?
    • Quais foi a principal dificuldade desse experimento e como você a superou?
  • Como você faz para se manter sempre atualizado em relação a SEO, algoritmos e às melhores práticas de UX?

Agora que você já entende o que faz um Growth Hacker e qual a importância dele para o crescimento saudável e rápido das empresas, encontre profissionais qualificados para escalar a sua empresa ou descubra oportunidades de trabalho nessa área no RockJobs!

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