Ivan Nunes de Castro

Gerente de Vendas Sênior Small e E-commerce na Rock Content.

Possui experiência prática e histórico de performance em vendas e marketing B2B. Estruturou o processo de treinamento de vendas da Rock Content e atualmente é responsável pela gestão e formação de equipes de inside sales de Small e Ecommerce.
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Como fazer SEO para landing pages

Como fazer SEO para Landing Pages: checklist completo!

Adotar práticas de SEO para Landing Pages pode ser exatamente o que você precisa para otimizar ainda mais as suas páginas de conversão. Confira como fazer isso neste conteúdo!

É impossível falar de Marketing Digital sem pensar em metas. Por isso, todos que trabalham na área precisam entregar resultados capazes de gerar maiores oportunidades de negócio para a empresa.

Contar com landing pages (também conhecidas como páginas de captura) dentro da sua estratégia de Marketing de Conteúdo é uma das formas de conseguir isso.

Mas antes de qualquer coisa, é preciso saber também como fazer SEO para landing pages.

Para que você aprenda hoje mesmo a criar landing pages incríveis que conquistem as primeiras posições nos motores de busca, escrevemos este artigo. Acompanhe!

O que são landing pages?

Uma landing page é uma página que permite capturar as informações de um visitante por meio de um formulário de lead.

Assim, um visitante que chega a uma landing page será direcionado para um fluxo de nutrição, isto é, uma ação de email marketing capaz de engajar essa pessoa a ponto de despertar interesse pelas ofertas da sua empresa.

Observe um exemplo de LP que fizemos sobre Marketing no Facebook:

SEO para landing pages

E antes que você esteja se perguntando sobre o que torna uma landing page mais efetiva do que um site no sentido de captar oportunidades de negócio?

Confira a nossa lista de motivos:

Landing pages atraem um tráfego mais qualificado

Por meio de LPs, você pode fazer com que seus visitantes executem ações específicas.

Por isso, enquanto um site tem diversas seções que podem distraí-los, uma página de captura permite que eles fiquem concentrados em ler o conteúdo e preencher o formulário que os transformarão em leads.

Landing pages entregam valor

Se a sua oferta for de grande valor para o seu público, eles certamente preencherão o formulário com a informação de contato que o seu time de marketing, e o de vendas, tanto procuram.

Por isso, é importante que as suas landing pages sejam voltadas a assuntos de interesse da sua persona, pois isso motivará o seu público a visitá-las.

Quanto mais leads você gerar a partir delas, maiores serão as chances de conversão em oportunidades de negócio.

Guia para criação de personas

Faça landing pages que sejam curtas e objetivas

Quanto mais tempo você fizer os seus visitantes passarem na sua landing page, menores serão as chances de convertê-los em leads.

Parece contraditório, visto que o tempo de permanência em um site pode engajar mais o seu público, mas o mesmo não funciona para páginas de captura.

Por isso, crie páginas que sejam curtas e objetivas. Se a intenção for fazer a pessoa baixar um e-book, fale brevemente sobre o que ela poderá conferir ao baixar o material, seguido pelo formulário para fazer o download. Menos é mais.

O que é SEO?

SEO é a sigla de Search Engine Optimization, ou seja, é um conjunto de técnicas aplicadas em sites com o objetivo de ter um bom posicionamento nos resultados de mecanismos de busca como o Google.

Esse tipo de estratégia é essencial se o seu negócio é ganhar visibilidade na web, ter mais visitantes em seu site e, portanto, maiores chances de conseguir clientes.

Afinal, ter um site otimizado para SEO faz com que ele consiga obter as primeiras posições nos resultados do Google. Isso é importante porque 90% das pessoas clicam nos resultados que aparecem na primeira página.

Ao iniciar ações de SEO, você verá melhorias no posicionamento da sua página a partir das palavras-chave vinculadas a ela, além de ter mais visitas e conversões.

Por meio do SEO possível:

  • conseguir grande quantidade de tráfego qualificado;
  • potencializar a quantidade de conversões nas páginas;
  • conquistar os status de autoridade em determinado assunto.

Assim, seja qual for o seu objetivo, tudo começa no momento em que uma pessoa faz uma pesquisa no Google, encontra você nos resultados da pesquisa orgânica e acessa seu site.

O que é SEO para landing pages?

As landing pages construídas a partir de técnicas de SEO são otimizadas para mecanismos de busca de modo a torná-las atraentes para os algoritmos que decidem quais páginas devem ou não aparecer nos resultados.

Como as páginas de captura são curtas, algumas pessoas costumam pensar que não é necessário otimizá-las para o Google e outros buscadores.

Levando em conta que vemos muitas landing pages sendo divulgadas via mídia paga para atingir um objetivo em curto prazo, esse pensamento até pode fazer sentido, mas ele não está certo.

Até porque, campanhas podem trazer resultados em dias ou semanas, enquanto estar presente nos resultados orgânicos de busca pode fazer com que a sua empresa continue gerando leads, mesmo após o fim das campanhas, graças ao SEO.

Como fazer SEO para landing pages?

Agora que você sabe a importância que o SEO tem para landing pages, vamos à parte prática. Confira aqui o checklist que preparamos para que você também possa fazer as suas.

1. Escolha bem as palavras-chave

A palavra-chave em foco para a landing page é o primeiro passo que deve ser dado. Para isso, leve em conta o estágio do funil de vendas em que a persona que você quer atingir se encontra.

Caso ela esteja no topo ou meio do funil, páginas que oferecem guias e dicas de como fazer ações que resolvam determinados problemas podem funcionar.

Por outro lado, quem está no fundo do funil, normalmente, tem interesse em saber mais sobre a sua oferta, tal como descrição do produto ou serviço, preço, desconto, facilidades para fazer a compra, etc.

Evite usar palavras-chave head tail, porque elas são genéricas e fazer a sua landing page competir com sites e blogs de conteúdos mais aprofundados é difícil.

Por isso, aposte nas palavras long tail que apresentam um volume de busca menor, mas captam visitantes mais qualificados.

Palavra-chave para SEO em landing pages

2. Desenvolva um bom conteúdo para landing pages

O conteúdo é rei e a sua landing page deve fazer parte desse reinado. Assim, além de produzir um texto incrível que atraia a sua persona, ele também precisa estar adequado ao algoritmo dos buscadores.

Portanto, embora usar as palavras-chave certas em pontos estratégicos do conteúdo seja importante, o foco principal deve ser a relevância do conteúdo para o seu público e a experiência que ele terá ao lê-lo em sua landing page.

Por fim, embora conteúdos com maior quantidade de palavras tenham mais chances de ter um bom ranqueamento, o mesmo não se aplica às landing pages. Como ressaltamos, muito texto pode prejudicar a sua taxa de conversão.

Exemplo de SEO para landing pages

3. Faça link building das suas landing pages nos seus conteúdos

Se você tem posts no blog que falam sobre o assunto tratado na sua landing page, faça links para ela dentro desses conteúdos.

Afinal, link building contribuem para o SEO da LP, pois o Google identifica que diversas páginas estão apontando-a aos seus visitantes.

Por outro lado, se a sua intenção for gerar conversão em cliques, é sugerível fazer banners e inseri-los dentro dos posts de modo a convidar as pessoas que os visitam a acessarem a sua landing page e, assim, aumentar as chances de convertê-las.

4. Dê atenção aos conteúdos visuais

É fundamental que a sua landing page conte com uma imagem principal ou vídeo para ter um maior apelo de conversão. Por isso, invista parte do tempo de criação da LP para a busca e escolha de um bom conteúdo visual.

Ao subi-lo, não esqueça de inserir o alt text que traga a palavra-chave principal, pois isso pode ajudar no seu ranqueamento.

Além disso, opte por conteúdos que carreguem rapidamente.

No caso de imagens, não se esqueça de comprimi-las usando ferramentas como o JPEGmini e TinyPNG podem ajudar.

SEO para landing pages com imagens

5. Use templates que sejam mobile friendly

De acordo com o Google, buscas feitas por celulares superam as que são realizadas via desktops em alguns países.

Como o objetivo do Google é entregar uma experiência cada vez melhor para o usuário, páginas que sejam responsivas para dispositivos móveis recebem um melhor ranqueamento.

Como estamos falando sobre como fazer SEO para LPs, ter um template que seja mobile friendly é essencial.

Veja como ficaria parte do visual de uma LP em mobile:

SEO para landing pages mobile friendly

6. Certifique-se que a sua landing page seja rápida

O Google anunciou este ano que os sites devem carregar em aproximadamente 2 segundos — e não pense que isso é um critério estabelecido pelo Google, mas, sim, pelo comportamento de seus usuários.

Afinal, todos nós acessamos o Google e outros buscadores e uma coisa é certa: se um site demora muito tempo para carregar, o fechamos e partimos para outro.

Quando falamos de marketing digital, cada segundo conta para prender a atenção do visitante e três segundos podem ser o suficientes para você perdê-lo para o concorrente cuja landing page é mais rápida.

Para saber se o seu site está carregando dentro da velocidade adequada (sobretudo em dispositivos móveis), use esta ferramenta. Caso o resultado não seja positivo, considere o uso de um AMP.

Como você pôde ver, desenvolver SEO para landing pages pode ser desafiador, ainda mais levando em conta que o Google tem mais de 200 critérios de ranqueamento.

Por isso, não deixe de conferir também o nosso relatório completo sobre tendências de SEO!

CTA SEO Trends 2018

ERP ou CRM quais as diferenças

ERP ou CRM: descubra qual deles o seu negócio precisa mais nesse momento

Todos que trabalham com gestão de marketing são comprometidos com resultados. E, para consegui-los, é preciso ter um bom relacionamento com o cliente, tal como faz um CRM.

Porém, organizar bem os processos e ter uma comunicação clara com todos os departamentos da empresa também é muito importante, tal como propõe um ERP. Nesse momento, surge a dúvida sobre o que escolher: ERP ou CRM?

Para responder a essa pergunta, produzimos este post. Acompanhe-o até o final para saber qual é a solução mais adequada à sua gestão!

O que é CRM?

CRM é a sigla de Customer Relationship Management, ou seja, é um software voltado para a gestão de relacionamento com o cliente.

O programa traz uma série de funções que lhe permitem analisar o comportamento dos seus leads e clientes de modo a otimizar as suas ações de marketing e aumentar as vendas.

Isso é possível porque o CRM armazena informações de todos os seus contatos — tais como: nome, e-mail, telefone, etc. — e as interações que eles têm feito com a sua empresa.

Portanto, as visitas ao seu site ou blog, as chamadas telefônicas, a troca de e-mails, o download de materiais, entre outros dados, podem ser vistos no CRM.

Vamos a um exemplo prático: uma equipe de marketing precisa desenvolver estratégias que tragam leads mais qualificadas ao time de vendas. Porém, como se certificar de que as leads geradas têm realmente mais qualidade e chances de se converterem em clientes?

Por meio do CRM, é possível qualificar as leads que têm esse potencial. Um caminho para fazer isso é inserir a pergunta “Gostaria de falar com um de nossos consultores?” no formulário de download de materiais como e-books, infográficos ou mesmo trials.

Assim, os vendedores podem entrar em contato com essas leads por saberem que elas têm interesse prévio em falar com eles.

Além disso, o registro de interações permite que todos os membros do time comercial saibam quais leads contatar.

Mesmo que alguém não tenha levantado a mão para falar com a sua empresa, mas já tenha baixado muitos materiais ricos e trocado e-mails, pode ser uma grande oportunidade de conversão em cliente.

kit de geração de leads

O que é um ERP?

ERP é a sigla de Enterprise Resource Planning, portanto, é um sistema integrado de gestão empresarial.

Como software, o ERP melhora a gerência de uma empresa ao automatizar processos e integrar as atividades comerciais, contábeis, financeiras, fiscais, de estoque, compras, recursos humanos, produção e logística.

Isso torna muito mais fácil a sincronia entre os departamentos, eliminando a necessidade de retrabalhos, diminuindo custos e evitando perda de informações.

Assim, o ERP é uma ferramenta implementada por empresas que buscam:

  • consolidar as informações de gestão, de modo a facilitar análises e decisões;
  • validar as informações de entrada;
  • automatizar os processos;
  • eliminar controles paralelos (sobretudo em planilhas);
  • melhoria de comunicação entre os departamentos;
  • aumento da produtividade da empresa.

Vejamos um exemplo prático: a cada entrada de cliente, uma empresa precisa designar funções a todos os seus departamentos.

O time comercial faz a venda e a cadastra numa planilha, a equipe financeira realiza a cobrança e confirma o recebimento do pagamento numa outra planilha.

Enquanto isso, a pessoa encarregada pelo atendimento ao cliente registra todos os contatos feitos com ele em outro documento que não tem nenhuma conexão com os demais.

Isso faz com que os processos fiquem desordenados, pois se o cliente procura o atendente por conta de um desalinhamento oriundo do processo da venda, por exemplo, as informações sequer ficam disponíveis para os outros departamentos.

O ERP homogeniza esses processos, tornando o acesso à informação mais fácil a todos os colaboradores da empresa.

Quais são os problemas que um CRM resolve?

Se relacionar bem com os clientes é o primeiro passo de quem quer captar mais clientes e aumentar as vendas. O CRM é a ferramenta desenvolvida justamente para isso e para que lhe fique claro, listamos aqui os principais problemas que um CRM pode sanar.

Falta de organização de processos

Para que as equipes de marketing e vendas tenham uma melhor performance, o CRM traz uma série de funcionalidades que estruturam o processo de maneira lógica, ágil e eficiente.

Isso permite que ambos os times tenham uma atuação alinhada e padronizada no que diz respeito ao tratamento com o cliente. Inclusive, caso algum membro saia da empresa, o atendimento pode continuar normalmente por conta dos registros feitos pelo CRM.

Falta de produtividade

Marketing e Vendas são os times mais cobrados no que diz respeito a entrega de metas, o que gera níveis de estresse e rotatividade. Logo, remover essa tensão sem perder a produtividade é um dos maiores desafios que pode ser sanado pela adoção de um CRM.

A automação de diversas tarefas e a forma ágil pela qual eles conseguem acessar as informações de leads e clientes faz com que os membros dos dois times fiquem mais tranquilos no que se refere à entrega das metas, o que os torna mais produtivos.

Falta de compreensão da jornada do cliente

Uma vez que o CRM reúne dados referentes ao engajamento que leads e clientes têm com a sua empresa, torna-se mais fácil entender a jornada de compra que eles fazem.

Afinal, essas informações deixam claro se eles estão no topo, meio ou fundo do funil e, consequentemente, faz com que membros de marketing e vendas saibam quais ações tomar.

Registro do histórico

Ter o registro de todas as interações que sua base de contatos teve com a sua empresa é fundamental para a construção de estratégias de vendarketing cada vez mais eficientes, pois a análise delas é que lhe faz saber quais são as reais dores e necessidades do seu público.

Dessa forma, o marketing pode promover ações que atraiam o público que busca a solução para um problema ou conquistar um objetivo que tanto deseja, assim como fazer o discurso dos vendedores mais afiado nesse mesmo sentido.

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Quais são os problemas que um ERP resolve?

Como foi dito, o ERP é uma solução que tem como objetivo integrar e padronizar os processos de todos os departamentos da sua empresa. Assim, apontamos aqui quais problemas ele pode resolver.

Falta de conhecimento organizacional

Eficiência na distribuição de informações estratégicas é uma das principais razões que faz uma empresa adquirir um ERP, tal como a redução do retrabalho entre as equipes.

Afinal, o ERP consegue integrar os setores de maneira a tornar os processos mais eficientes, o que elimina os gargalos burocráticos e traz mais agilidade ao desempenho de todos os times.

Baixa produtividade

Otimizar os processos a fim de aumentar a produtividade da equipe é um benefício que o ERP consegue trazer.

A geração de relatórios e o resgate de informações de todos os setores faz com que o seu time de marketing dedique mais tempo à formulação de estratégias que tragam maiores resultados de acordo com as OKRs estabelecidas.

Falta de alinhamento estratégico

Empresas que precisam de um acompanhamento sistemático a respeito de tudo o que foi planejado e está sendo executado por suas equipes, veem no ERP uma ótima solução.

Afinal, é comum vermos setores distintos atuando de maneiras diferentes, o que repercute na demora em gerar resultados para a empresa. Como o ERP homogeniza esses dados, fica mais fácil gerar esses relatórios.

ERP ou CRM: qual escolher?

Na hora de escolher um sistema de ERP ou CRM mais apropriado para a sua gestão, alguns pontos devem ser levados em consideração. Listamos aqui os principais.

Saiba qual é a reputação do fornecedor

Confira com outros clientes qual é a reputação do fornecedor dentro do seu mercado de atuação.

Converse com usuários do software, busque recomendações, veja se há registros da empresa em sites de reclamações e fóruns para ter uma melhor percepção do sistema.

Liste as funcionalidades do sistema

Todas as funcionalidades do ERP ou CRM precisam estar alinhados às necessidades da sua empresa. Do contrário, de nada serve, sobretudo porque mudanças processuais nas empresas, por melhores que sejam, são sujeitas a falhas.

Portanto, antes de contratar uma solução de CRM ou ERP, mapeie todos os processos da sua empresa e, só então, procure um software que corresponda, ao máximo, às suas necessidades.

A flexibilidade por parte da empresa contratada em ajustar a solução deles para atender melhor o que você precisa também deve ser levada em consideração.

Suporte

Por falar em atendimento, o suporte é essencial na escolha do sistema mais adequado para a sua empresa.

Especialmente porque, algumas vezes, os softwares mais atrativos podem ser estrangeiros, o que dificulta receber a prestação de um suporte adequado caso a sua equipe não fale inglês ou o idioma nativo do país onde a empresa desenvolvedora está instalada.

Se for o caso, dê preferência às soluções oferecidas por empresas nacionais ou que tenham opções de suporte em português tanto via chat e e-mail, quanto em ligações telefônicas.

Preço

Sim, este também é um fator decisivo na hora de escolher o programa mais adequado para você. Algumas soluções podem parecer incríveis, mas terem preços completamente fora do seu orçamento por conta do foco dessas empresas ser companhias grandes, por exemplo.

Por outro lado, não é conveniente escolher a opção mais barata, que pode lhe deixar na mão em termos de funcionalidades e acabar não atendendo todos os processos da sua gerência.

Por isso, ao analisar o preço, considere também os benefícios que esse investimento trará. Esse equilíbrio é importante para que se tenha uma solução à altura e dentro do que a sua empresa pode pagar.

Agora que você já sabe como escolher o ERP ou CRM mais adequado para a sua empresa, lembre-se também de, acima de tudo, deixar os times de marketing e vendas bem alinhados.

Para isso, confira este material completo que escrevemos sobre como unir marketing e vendas para obter os melhores resultados!

Vendarketing

Entenda o que é merchandising na prática e aprenda a fazer uma estratégia eficaz

Você sabe o que é merchandising? Com certeza, já ouviu falar nessa palavra e tem uma noção. Mas talvez não saiba aplicar ao seu negócio próprio.

Apesar de essa situação ser bastante comum, tenha certeza de que compreender esse conceito e saber aplicá-lo ao seu empreendimento é fundamental para ter mais sucesso.

Isso também tem a ver com a comoditização e a massificação dos produtos. Afinal de contas, produtos, serviços, atendimento e pontos de venda estão bastante similares nos dias de hoje.

Então, como se destacar? Como atrair mais clientes e agregar valor ao seu produto ou serviço?

Considerando essas questões, é preciso primeiramente entender:

O que é merchandising?

Essa é uma ferramenta de marketing cujas técnicas têm a finalidade de apresentar e repassar informações sobre os produtos disponíveis nos pontos de venda.

O objetivo final é que as mercadorias tenham giro, ou seja, grande rotatividade, evitando que fiquem paradas muito tempo no estoque.

Assim, podemos também dizer que esse recurso ajuda a diminuir os custos da empresa, já que o armazenamento de produtos em estoque ocasiona gastos extras, que podem ser reduzidos com a rotatividade de produtos.

No entanto, a finalidade principal da ferramenta é atrair os clientes presentes no ponto de venda, fazendo com que eles se sintam atraídos pelos produtos oferecidos.

Isso passa pelo conhecimento a respeito do comportamento dos consumidores.

É importante saber quais são suas preferências, desejos e demandas.

Dessa forma, fica mais fácil fazer com que eles comprem, mesmo não tendo necessidade daquele produto.

Nesse momento, outra pergunta que você deve estar se fazendo é:

Como elaborar uma estratégia de merchandising?

Considerando a finalidade principal da ferramenta, chega-se a um passo a passo para elaborar uma estratégia adequada.

Porém, é importante destacar que existem estratégias básicas, que devem ser adotadas em qualquer situação, e outras que são mais inovadoras, ajudando a sua empresa a se diferenciar da concorrência.

Para entender melhor, vamos primeiramente apresentar as etapas básicas que devem ser obrigatoriamente seguidas.

Defina o público-alvo

Qualquer empreendedor deve conhecer seu público-alvo desde antes da abertura do negócio.

No entanto, a elaboração de uma estratégia de atração de clientes exige que esse elemento seja bem delimitado, compreendendo os padrões de consumo, os hábitos de compra e os comportamentos dos consumidores.

Delimite as metas a serem atingidas

Sempre que uma estratégia for elaborada, você precisa ter bem delimitadas quais metas devem ser atingidas.

Além disso, é preciso definir o prazo para conquista dos objetivos.

Assim, é possível mensurar e se certificar de que a estratégia está sendo bem realizada e de que não há desvios.

Por outro lado, quando falhas forem encontradas, você deve analisá-las e ajustá-las, evitando ter muitos prejuízos.

Crie estímulos adequados ao público-alvo

O conhecimento do público-alvo é importante porque os estímulos da estratégia devem ser adaptados a ele.

Portanto, considere os desejos, demandas e necessidades do consumidor, oferecendo produtos e serviços que atendam a requisitos de qualidade, atributos físicos, preço e funcionalidades.

Ofereça um ponto de venda bonito e agradável

O ditado diz que “a primeira impressão é a que fica”. Isso também vale para o ponto de venda.

Por isso, ele deve ser bonito e agradável, um ambiente convidativo para os clientes.

Nesse caso, vale a pena cuidar do layout, da aparência, da organização dos itens, da conservação das instalações e da motivação dos funcionários (sim, eles também representam a sua empresa e podem passar uma imagem positiva ou negativa do negócio).

Formule um calendário de promoções anual

Uma das formas mais eficientes de atrair clientes novos é por meio de promoções.

Por isso, elabore um calendário anual que contenha promoções nas principais datas comemorativas, como Natal, Páscoa, Dia das Crianças etc.

Essas datas devem ser significativas para a área de atuação do negócio; somente dessa forma terão impacto realmente positivo.

Por isso, deve-se trocar os displays mensalmente, destacando o que é novidade.

Agora que conhecem todas as boas práticas obrigatórias, que tal conhecer algumas estratégias para inovar e se diferenciar da concorrência? Veja a seguir.

Crie uma identidade para o negócio

Não basta ter uma empresa, é preciso que ela se destaque da concorrência e seja lembrada pelos clientes.

No entanto, o ponto de venda deve ser totalmente diferenciado, oferecendo uma experiência imersiva para o consumidor.

Isso oferece tantos estímulos aos clientes que é normal que acabem comprando algum produto somente pela experiência que estão passando.

Portanto, a sua empresa deve ter uma identidade, que deve levar em conta o consumidor e se refletir no ponto de venda.

Envolva os mais diferentes sentidos na experiência

A experiência oferecida no ponto de venda não deve se restringir a somente um sentido do consumidor.

Quanto mais sentidos abranger, mais efetiva ela será. Por isso, pense no som ambiente, nos aromas que estarão espalhados, na iluminação adequada, que favoreça a exposição dos produtos etc.

Assim, logo ao entrar no estabelecimento, o cliente já se sente envolvido. Um exemplo disso são as lojas de O Boticário. Os aromas de perfume e a iluminação são bastante característicos.

Adote a tecnologia para convencer os clientes a comprar

A tecnologia sempre deve ser usada a seu favor, você já sabe isso. Mas você já pensou que ela também pode melhorar a interatividade e ajudar o cliente na hora de fazer sua escolha?

Isso fica bastante claro nas lojas de celulares, que utilizam protótipos e oferecem a possibilidade de o cliente mexer no smartphone antes de efetivamente adquiri-lo.

Portanto, aposte na tecnologia, oferecendo a possibilidade de o cliente experimentar o produto, mesmo que virtualmente, mostre vídeos que permitam ao cliente conhecer melhor as funcionalidades do produto, faça simulações (por exemplo, da mudança de decoração em determinado ambiente) etc.

Saiba o que é importante e foque-se nisso

Todo negócio tem um elemento que deve sofrer mais atenção que os demais. E você, enquanto empreendedor, precisa saber disso.

Por isso, identifique qual produto chama mais a atenção, qual é comprado por impulso, aquele que possui o melhor custo-benefício etc.

Assim, você saberá quais mercadorias devem ser colocadas em destaque.

De maneira geral, os produtos que chamam mais a atenção podem ficar no fundo da loja, porque assim o cliente tem a chance de visualizar outros objetos.

Novos produtos devem ser colocados em destaque. Por sua vez, os produtos que são mais comprados por impulso devem ficar perto do caixa.

Teste antes de colocar uma estratégia em prática

Sempre que possível, teste a estratégia que será adotada, principalmente se ela tiver baixo custo de implantação.

Assim, verificará a opinião dos consumidores e poderá reorganizar o seu ponto de venda da melhor forma possível.

Ofereça exclusividade

Tenha um elemento de exclusividade no seu ponto de venda.

Pode ser uma forma diferenciada de apresentação dos produtos, o oferecimento de promoções ou ofertas com brindes customizados ou qualquer outra ação que chame a atenção do consumidor.

O objetivo é criar no público-alvo a sensação de que sempre há algo novo.

Quais fatores influenciam no merchandising?

Inovação

Para se destacar, a empresa precisa inovar, seja em produtos, seja em novas e melhores práticas. O foco deve ser a persistência e a simplicidade.

Novas tecnologias

A empresa precisa estar focada em novas tecnologias, oferecendo soluções práticas e rápidas, que também aumentem a produtividade.

Assim, está ligada com as tendências de ganho de tempo e aumento e melhoria da praticidade.

Aumento do autosserviço

A modalidade de autosserviço está ficando cada vez mais comum devido a problemas com mão de obra.

Dessa forma, os clientes podem buscar o que querem de maneira mais rápida, modificando o formato de varejo mais tradicional.

Aumento do valor de serviços

O valor dos serviços, muitas vezes, cresce como forma de fidelização e diferenciação dos clientes.

É importante se atentar a esse elemento, porque diferentes marcas têm produtos similares e o que vai trazer diferença para o consumidor são os serviços agregados, sejam tangíveis, sejam intangíveis.

Eficácia e eficiência na gestão

Uma gestão eficaz e eficiente traz resultados positivos para a organização.

Isso inclui a organização do ambiente, o controle e o monitoramento do estoque, a gestão de recursos humanos, o treinamento e a capacitação das equipes de vendas etc.

Assim, adote boas práticas e mensure-as por meio de indicadores, assegurando que a administração do negócio esteja sendo eficiente.

Quais são os pontos positivos e negativos dessa estratégia?

Como você já percebeu, essa ferramenta pode trazer muitas vantagens para a sua empresa.

No entanto, ela também pode causar impactos negativos quando não for bem utilizada.

Então, quais são os pontos positivos? Podemos dizer que ele ajuda a destacar produtos, diferenciar a empresa da concorrência, chamar a atenção dos consumidores e incentivá-los a comprar.

Mas é importante que você saiba que essa estratégia em si não é determinante para o sucesso de uma empresa.

Esse é o ponto negativo. Portanto, é preciso trabalhar o preço, o atendimento, a qualidade dos produtos, a publicidade e outros fatores junto com essa estratégia, garantindo melhores resultados.

Assim, utilizando o merchandising como ferramenta e aliando-a a outros elementos, a sua empresa terá mais sucesso e atrairá mais clientes.

Porém, para melhorar ainda mais o resultado positivo, que tal aprender melhor sobre o ponto de venda? Então, leia agora o post PDV: como escolher o melhor ponto de venda para sua loja?

mapa mental

O que é e como fazer em apenas 4 passos um mapa mental incrível

O processo de aprendizado e planejamento em qualquer tarefa pode ser mais difícil do que aparenta, pois a quantidade de informações que precisam ser organizadas geralmente é muito grande para um só cérebro.

Por isso, tantas pessoas recomendam que você crie um mapa mental para facilitar o processo. E, de fato, essa técnica funciona muito bem.

Como o nome diz, essa ferramenta é um mapa de ideias, uma forma de criar associações entre diferentes informações e guiar o seu pensamento sempre que for difícil organizá-lo.

Se você tem dificuldade para lidar com grandes quantidades de informação, esses mapas podem ser exatamente o que você precisa para facilitar a sua vida.

Para te ajudar com esta tarefa, vamos falar hoje sobre as vantagens que esses mapas podem oferecer e mostrar alguns passos simples para criar o seu.

Acompanhe!

Quais são as vantagens de um mapa mental?

Facilitar a memorização

Existem alguns fatores que entram em jogo para determinar se você tem ou não boas chances de lembrar alguma informação.

Um deles é a associação.

Quando uma ideia leva diretamente a outra, ambas ficam mais fáceis de guardar e recordar.

Um exemplo disse é você poder cantar uma música longa desde o começo, mas ter dificuldade para pegá-la no meio do caminho.

Outro fator é a interatividade.

É mais fácil para o cérebro recordar algo com o qual interagiu direta e conscientemente do que com algo teórico.

Por isso, a melhor forma de estudar para uma prova é fazendo exercícios, não relendo o livro.

Em ambos os casos, os mapas mentais são úteis.

Eles servem tanto para melhorar a associação de informações quanto a interação com os dados.

Organização de pensamentos

Ao desenvolver um projeto, é fácil ficar perdido em meio às centenas de pequenas informações e processos a serem administrados.

E, como você já sabe, perder algo importante de vista costuma prejudicar bastante seu desempenho.

Ao utilizar um mapa mental, você pode passar todas essas informações para um papel, colocando tudo em vista de forma simplificada.

Além disso, o reforço visual pode facilitar bastante o seu trabalho de reorganização dos processos.

Expressão criativa do seu conhecimento

Por fim, mas não menos importante, um mapa é o lugar ideal para expressar sua criatividade diante de alguma informação muito técnica.

Colocar ilustrações, legendas e fontes diferenciadas é uma excelente forma de reforçar o conhecimento, além de criar um visual mais agradável.

Se você tem que olhar para a mesma figura todos os dias, é melhor que ela esteja ao seu gosto.

4 passos para criar o seu mapa mental

1. Defina o tema central do seu mapa

Todo mapa começa com uma grande ideia.

É um tema principal que guiará os demais tópicos a serem incluídos.

O ideal é que esse seja o ponto mais abrangente de todos, englobando tudo que você precisará listar.

Alguns exemplos podem ser:

Não há muita restrição além do que você considera importante.

Também é uma boa ideia resumir todo o tema em uma única palavra ou expressão simples.

Você não deve incluir muitos detalhes em cada ponto isolado do seu mapa, ou ele não será mais útil do que um livro completo ou uma série de memorandos.

Tudo que você precisa é de um resumo, algo que te ajude a memorizar pontos importantes e a consultar fontes mais detalhadas, se necessário.

2. Reúna a informação de que precisa

Depois de estabelecer seu tema central, é hora de começar a trabalhá-lo na prática.

Para isso, você deve colocar todo o material que vai usar na sua mesa e começar uma leitura.

À medida que for encontrando informações relevantes, crie pequenas notas que possam ser inseridas no mapa mental.

Afinal, antes de produzir um mapa mental, você precisa ter um tópico e todos os dados relacionados.

Digamos que você queira resumir um texto utilizado em uma aula.

Você pode usar o título dele como tema central e listar os principais tópicos abordados.

A partir daí, você terá todos os dados que precisa para construir um mapa suficientemente detalhado, mas que ainda seja mais eficiente que um texto corrido de 100 páginas.

3. Elenque as informações de maior prioridade

Depois de conseguir as informações e destacá-las, é hora de montar o mapa propriamente dito.

Primeiro, coloque o tema principal no centro da folha, de preferência com uma fonte grande, bem visível e algum reforço visual, como cores e desenhos.

A partir desse ponto, você deve criar outros círculos menores, com linhas que os ligam ao ponto de onde vieram.

Se o tema for, por exemplo, “processos da equipe”, você pode extrair do centro os seus principais cargos de gestão ou os profissionais em posição de comando.

A partir deles, você pode listar todas as suas funções e os colaboradores diretamente subordinados a eles, e assim por diante.

A explicação pode parecer um pouco confusa desse jeito, mas ela faz total sentido quando visualizada no mapa.

A regra é simples:

Informações mais gerais e mais importantes devem estar mais próximas do centro.

Os detalhes e dados menos relevantes devem estar mais afastados.

4. Não tenha medo de reorganizar tudo

Algo que você deve sempre manter em mente é que seu mapa mental não precisa nem deve ser um projeto finalizado.

Processos são atualizados, novas informações são adquiridas, sem falar que você pode cometer pequenos erros ao longo do processo.

É um processo de tentativa e erro.

Por isso, o ideal é que você consulte e revise esse mapa regularmente.

Enquanto ele estiver funcionando corretamente, faça apenas os ajustes mínimos necessários.

Se ele já não for uma boa representação da sua ideia original, então é uma boa hora para refazê-lo do 0.

Em muitos aspectos, é o ato de criar o mapa que ajuda na organização do pensamento.

Agora que você sabe como montar um mapa mental, é hora de começar a usá-lo para melhorar seus processos.

Quer mais dicas para manter o controle do seu trabalho?

Então veja aqui nosso artigo sobre organização de processos para ampliar vendas e descubra exatamente o que precisa saber.

CTA vendarketing

Marketing boca a boca

O marketing boca a boca ainda funciona? Descubra aqui!

“Trocar uma ideia” é uma gíria que não se popularizou por acaso. Ela representa muito bem o que fazemos o tempo todo: conversar.

Seja em casa, na rua ou no trabalho, o fato é que tem sempre alguém trocando uma ideia com os outros. Aliás, até na internet, o que mais existe é aplicativo para bater um bom papo.

E, junto com as conversas, é inegável que surjam 2 coisas: fofocas e opiniões. A 1ª não nos interessa, mas a 2ª tem tudo a ver com o que falaremos neste post.

O marketing boca a boca é quando pessoas, trocando uma ideia, falam sobre as suas experiências como consumidores de um produto ou de um serviço.

Você sabia que essa ferramenta, quando bem explorada, pode ser um poderoso aliado da sua marca? Descubra agora como aproveitá-la para vender mais e melhor:

O conceito de marketing boca a boca

O marketing boca a boca é uma tradução de buzz marketing, estratégia nascida nos Estados Unidos como alternativa às mídias de massa.

Em vez de investir milhões em anúncios em jornais, revistas, rádios e TV, ela faz com que a mensagem da marca se espalhe de pessoa a pessoa.

Uma forma bem menos dispendiosa — mas genial —, que aproveita a necessidade do ser humano de se expressar para estabelecer ou fortalecer uma marca, um produto ou um serviço.

Eficiente e econômico, o boca a boca permite atingir o público-alvo com precisão e, uma vez espalhada a mensagem, funciona como o viral, com potencial de se multiplicar com rapidez.

O marketing boca a boca ainda funciona?

Sim. Embora muitas vezes seja mal utilizado ou ignorado, o marketing boca a boca encontra terreno fértil na internet, seja em sites e blog, em redes sociais ou em aplicativos de comunicação

A questão é entender como ele funciona e como construir um buzz positivo para a sua marca.

Pesquisa

Cada público reage a estímulos diferentes. Você sabe o que faz os seus clientes falarem bem da sua empresa? Esse é o 1º passo.

Descubra o que os faz reagir de forma positiva e negativa para trabalhar ambos em prol da sua marca.

Planejamento

2 das principais regras de todo bom bate-papo é saber o que abordar e como fazer essa abordagem. Então, não adianta simplesmente achar alguns clientes que repitam uma propaganda.

É preciso trabalhar a mensagem para que ela não seja apenas repetição.

Prática

O marketing boca a boca precisa ser mais do que uma mensagem bonita ou eficaz.

É preciso praticar tudo aquilo que você quer que o seu cliente perceba e passe adiante — caso contrário, é só propaganda enganosa.

Constância

Não basta uma boa ação em um determinado momento.

O público percebe rapidamente quando uma empresa age de um jeito para conquistar vendas e clientes. Além de se sentirem enganados, os clientes passarão a fazer propaganda negativa.

As qualidades do boca a boca

Confiável

Pessoas não confiam em empresas; pessoas confiam em pessoas.

Por isso, conseguir que os seus clientes espalhem boas críticas sobre o seu produto ou serviço pode ser o tão sonhado diferencial de mercado.

É bem mais provável conseguir novas vendas a partir de uma recomendação de alguém do que apenas com um anúncio.

Direcionável

Por mais que não exista uma fórmula, a partir do momento em que você usa a sua clientela como base para espalhar a sua mensagem, ela vai falar com pessoas de um mesmo círculo, com perfil que, provavelmente, também tem interesse no que você oferece.

Poderoso

Antigamente, era bem mais fácil lidar com as massas. Com o bombardeio de anúncios, era questão de pouco tempo para que os defeitos caíssem no esquecimento.

Com a internet e, principalmente, com as redes sociais, o cliente tem voz ativa sobre o que consome e como deseja ser tratado.

O botão de compartilhamento funciona como fogo em mato seco, espalhando rapidamente as mensagens.

Influente

O marketing boca a boca é a estratégia perfeita para acelerar processos de compra.

Se um prospect já vê anúncios e se interessa pelas soluções apresentadas, ao ver um amigo indicando, é mais do que provável que ele rapidamente vire cliente.

4 dicas para fazer marketing boca a boca

⒈ Invista em marketing de relacionamento

Criar e manter um relacionamento positivo com a clientela é supereficaz.

Invista de forma contínua em oferecer benefícios para quem opta pela sua empresa diante da concorrência. Se você está começando, isso é fundamental para se estabelecer no mercado.

Clientes valorizados e felizes com a qualidade do produto ou do serviço prestado tendem a ser fiéis. E mais: eles também têm mais propensão a compartilhar espontaneamente as suas experiências.

⒉ Produza conteúdo viral

Ajude a sua mensagem a ser espalhada e replicada. Para isso, é preciso que ela seja simples e surpreendente, algo que fuja do lugar-comum dos anúncios tradicionais.

Uma das formas mais usadas é o audiovisual. A razão é simples: além de entreter, vídeos chamam a atenção ao serem postados nas redes sociais.

E o que chama mais a atenção tem mais chance de ser clicado, curtido e compartilhado.

⒊ Atenda o cliente bem, sempre

Problemas existem, assim como soluções.

Já parou para pensar o que a sua empresa pode estar perdendo ao não investir em tratar o cliente sempre bem?

Defeitos e trocas, tudo pode ser uma forma para a sua empresa mostrar ao cliente que ele é o seu bem mais precioso. Afinal, sem consumidores, a sua marca não existe.

Siga estratégias de conteúdo e de marketing digital, usando as redes sociais não apenas como canal para propagar as suas informações, mas também como forma de atender de forma ágil e fácil.

Portanto, invista em treinamentos, pesquisas de satisfação e outras ferramentas de avaliação, controle e melhoria para fazer com que cada comprador tenha sempre a certeza de que sua empresa é a melhor escolha.

⒋ Foque na experiência do cliente no processo de venda

Falamos que é preciso tratar a clientela sempre bem. Isso significa agilidade em resolver problemas, responder questões, oferecer benefícios…

Uma das dicas mais preciosas que podemos oferecer para quem vai investir no marketing boca a boca é descobrir a jornada do cliente e aproveitar cada passo dela para oferecer uma experiência positiva inigualável.

O que você achou deste post artigo? Ficou tentado a dar uma chance ao marketing boca a boca? Aproveite para aprender sobre a importância do marketing de recomendação!

O que é trade marketing?

Fala-se em trade marketing há mais de 25 anos. Inicialmente, foi definida como uma função de apoio dos fabricantes aos seus clientes varejistas ou atacadistas (distribuidores) para organizar as promoções em prateleiras ou stands, foi ganhando força com o passar do tempo e tornou-se uma estratégia importante para aproximar clientes da marca.

Hoje, quase todos os principais fabricantes no mundo têm uma função de trade marketing em seus negócios. Mas, este fato não significa que todas elas possuem um entendimento completo sobre a estratégia.

Não há dúvidas de que, na maioria das empresas, o apoio de um trade marketing é bem vista pelos distribuidores, porém cada empreendimento possui suas próprias necessidades e exige um planejamento mais específico para gerar resultados satisfatórios.

Para algumas empresas, um stand montado de forma estratégica pode ser suficiente. Para outras, pode ser necessário um suporte mais profundo englobando as funções administrativas do negócio.

Algumas pessoas podem confundir a metodologia com um planejamento estratégico de vendas mais arrojado, mas o trade marketing representa uma segmentação da área de marketing e é mais focada no atendimento das necessidades de vendas dos parceiros da cadeia de distribuição do que dos consumidores em si.

Não é um substituto para o Marketing de Marca (branding), mas um processo complementar pelo qual o fabricante facilita o acesso do consumidor final às suas marcas com a ajuda do distribuidor.

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Resumindo, o trade marketing é o processo pelo qual o fabricante promove um contato entre o consumidor e a sua marca através dos canais de distribuição. Em contrapartida, os distribuidores podem se beneficiar com o aumento das vendas.

De fato, existem quatro formas comuns de se fazer trade marketing. Todos com diferentes papéis e responsabilidades.

Veja como você pode colocar em práticas as técnicas dessa estratégia para alavancar as vendas do seu negócio:

Como fazer trade marketing de forma eficiente?

O trade marketing não envolve tarefas tão complexas a ponto de apenas um especialista na função poder colocá-las em prática.

No entanto, é preciso ter um conhecimento mais abrangente para não colocar tudo a perder cometendo falhas durante o processo. Para ajudar você nessa tarefa, desenvolvemos quatro dicas muito úteis.

Acompanhe!

1. Identifique as necessidades do distribuidor do seu produto:

Antes de qualquer coisa, o profissional de trade marketing precisa descobrir quais são as necessidades dos distribuidores.

Para isso, conheça quais os tipos de produtos os clientes deles buscam, quais são os principais benefícios que eles estão procurando e o que mais for relevante.

Uma pesquisa feita com a ajuda dos varejistas ou atacadistas deve responder essas perguntas de forma rápida e com precisão.

As informações coletadas serão a base inicial para formar uma estratégia bem estruturada que atenda cada distribuidor em particular e se inicie uma parceria de sucesso.

2. Alinhe as necessidades do distribuidor com os objetivos do seu negócio:

Para fazer um trade marketing de sucesso você precisa se envolver com o distribuidor do seu produto e ir além de apenas conhecer as suas necessidades.

Você deve criar um relacionamento com ele e fazer um esforço para cooperar com o alcance dos objetivos dele a fim de que ajudem a vender seus produtos aos clientes.

Mais do que isso, você deve se comprometer com os resultados dele adequando os seus objetivos de venda aos objetivos do distribuidor para unirem-se a um único objetivo em comum.

Essas ações aumentarão o know how de ambos os negócios sobre os consumidores e serão fundamentais para a construção de uma parceria estratégica forte elevando o grau de competitividade diante do mercado onde atuam.

3. Planeje e execute uma estratégia de trade marketing com essas dicas:

  • Os anúncios podem ser a melhor maneira de conseguir atrair a atenção dos distribuidores no início. A maioria dos empresários fica antenado aos lançamentos de novas marcas e produtos para garantirem que seus pontos de distribuição tenham as novidades disponíveis quando o cliente chegar procurando por elas. Isso torna os anúncios uma grande oportunidade para você expor o valor agregado que o seu produto entrega e a rentabilidade potencial que ele pode proporcionar ao negócio do cliente;
  • A publicidade deve incluir apresentações multimídia visualmente estimulantes e que gere uma experiência interativa para os seus potenciais clientes;
  • Participe de eventos e feiras do seu segmento para apresentar seus produtos e marca. Muitos varejistas e atacadistas frequentam esses eventos em busca de novidades e atualizações;
  • Distribua amostras grátis para envolver os empresários antes e depois dos eventos em que participar para facilitar a construção de uma parceria estratégica com o revendedor. Esse processo deve ter continuidade após a exposição para não perder o contato com eles;
  • Para aumentar as chances de vender o seu produto, você deve convidar pessoalmente os empresários mais selecionados para a feira através de telefonemas, cartas e especialmente por e-mail;
  • Crie incentivos comerciais que façam os potenciais clientes distribuidores lembrarem de você. Os incentivos devem fazer parte do seu planejamento estratégico de divulgação e serem direcionados aos executivos, gestores ou funcionários de nível gerencial para estimular o aumento das vendas depois do primeiro negócio fechado. Estes programas podem incluir gratificações, comissões para funcionários e a organização de competições premiáveis para estimular o aumento das vendas;
  • Use as ferramentas de e-mail e redes sociais para manter um contato mais pessoal com os empresários. Crie relacionamentos duradouros e de confiança sendo menos comercial de vez em quando. Demonstre o seu lado humanitário se preocupando com os problemas deles;
  • Programe visitas as lojas ou centros de distribuição do potencial cliente. Essa ação é crucial para a construção de relacionamentos de longo prazo;

Presenciamos um mercado cada vez mais saturado e os distribuidores esperam por um atendimento especial e com melhor atenção dedicada.

Caso você consiga fazer isso, eles vão gravitar em torno do seu negócio. Vão considerar você como um consultor amigo que realmente entende o seu negócio e os clientes deles.

Em resumo, manter contato próximo e frequente com o potencial cliente é essencial para garantir o sucesso da estratégia em trade marketing.

Mas, lembre-se de que eles não devem se sentir sufocados. Muito pelo contrário. Eles devem se sentir como sua prioridade.

Para isso, você precisa estar disposto a conhecer seus clientes e os clientes deles. Entenda mais sobre o assunto com nosso infográfico da jornada do cliente!

CTA a jornada do cliente

objetivos do marketing

Quais são os objetivos do marketing? Descubra cada um e as principais estratégias para alcançá-los

Aprenda aqui os objetivos do marketing de maneira detalhada e completa e descubra como alcançá-los com sucesso na sua empresa!


(Clique no player para ouvir a narração do conteúdo)

O marketing pode ser entendido como um conjunto de estratégias que visa agregar valor às marcas, produtos, serviços e, principalmente, às relações entre empresas, clientes, colaboradores, parceiros, governos e sociedade em geral.

O marketing deve identificar e satisfazer as necessidades de todos os agentes envolvidos nessas relações. É o papel dessa área fazer com que um bem, serviço ou ideia sejam disseminadas e compradas pelo público-alvo de uma organização.

Entender a definição de marketing não parece ser tão complicado, não é verdade?

Mas e os objetivos de marketing? Você tem ideia do que pode ser alcançado se usarmos essa metodologia como meio?

Pois é, muitas vezes sabemos definir claramente um conceito, mas não compreendemos onde é que ele pode nos levar de acordo com a sua aplicação.

Por isso, selecionamos 7 objetivos de negócio que podem ser atingidos com a implementação do marketing. Confira a seguir!

1. Vender mais

Esse é o objetivo mais básico de se entender e o mais utilizado pelas empresas com fins lucrativos. Apesar de o marketing não se tratar apenas de ações de vendas, grande parte de suas estratégias ajuda a atrair e a converter novos clientes.

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Além disso, é sempre bom lembrar que produtos e serviços raramente se vendem sem um empurrãozinho do marketing.

E é aí que podemos lembrar de alguns dos elementos do Marketing Mix, como estabelecer um preço competitivo, distribuir a oferta nas praças com maior potencial de compra e fazer a promoção das mercadorias para o público certo.

As receitas com o aumento das vendas devem ser bem superiores ao valor investido em marketing. Caso contrário, a empresa terá prejuízos e isso provará que suas estratégias foram aplicadas erroneamente.

2. Fidelizar clientes

Não basta apenas trazer novos clientes, é preciso conquistar a sua lealdade e fazer eles comprarem mais vezes no mesmo negócio.

Você já deve ter ouvido falar que é que é mais barato manter um cliente ativo do que captar novos compradores, certo? Então, saiba que não é só mais em conta, como também mais fácil, especialmente por lidar com um público sobre o qual uma empresa já possui um maior conhecimento (dados cadastrais, histórico de compra, etc.).

Para esse propósito, podem ser utilizadas diversas estratégias de marketing, como o marketing de relacionamento, marketing de conteúdo, programas de fidelidade, cross-sell, upsell, entre outras.

Enfim, as ações que manterem os clientes engajados com uma empresa no pós-venda e que os façam ter uma experiência de compra mais completa, como a oferta de produtos complementares, ajudam a reter e a fazer esses consumidores continuarem comprando.

3. Aumentar a visibilidade de marcas e produtos

Antes de pensar em vender ou fidelizar clientes, uma marca, um bem ou um serviço precisarão do marketing para se tornarem conhecidos.

É aqui que dois dos principais braços do marketing entram em ação: a publicidade e a propaganda. Eles reúnem uma série de práticas, como pesquisa de mercado, definição de personas e divulgação para expandir a consciência de uma oferta e seus respectivos valores.

O importante é fazer uma marca ou oferta ganharem visibilidade e popularidade com as pessoas certas, nos canais certos e nos melhores momentos.

Por exemplo, não adianta uma loja de moda feminina, que só vende localmente, investir rios de dinheiro para atrair o interesse de homens e de pessoas de outras regiões; bem como seria ineficiente fazer uma divulgação no Twitter, se o seu público-alvo se engaja mais pelo Facebook, Instagram e Snapchat.

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4. Gerenciar uma marca

Gerir ou gerenciar uma marca nada mais é do que uma definição bem simplificada do conceito de Branding.

O Branding abraça um leque de técnicas que faz uma marca se tornar mais forte, consolidada e com uma percepção positiva perante o público em geral. É o que estimula uma pessoa a comprar pelo que uma marca representa e não somente pelo seu produto em si.

Sem um bom trabalho de Branding, marcas como Coca-Cola, Apple, Samsung e Bombril teriam mais dificuldades em serem líderes de seus respectivos mercados, já que seriam comparados com a concorrência somente pelas características técnicas das suas ofertas.

Enfim, o papel do Branding é agregar, projetar e defender valores para uma marca e seus produtos. E esses valores devem gerar identificação, empatia e desejo de compra por parte dos consumidores.

5. Construir boas relações com consumidores e parceiros

Aqui é onde o marketing de relacionamento se faz mais presente. Ele é útil para nos lembrar que bons negócios começam com boas relações entre as partes envolvidas.

Durante as fases de pré-venda, os clientes procuram identificar seus problemas e conhecer as soluções possíveis. Nessas horas, é muito importante que uma empresa esteja presente e construa um diálogo de aproximação com o público.

Ações como postar conteúdos interessantes em blogs, enviar newsletters com materiais educativos e interagir com os seguidores nas redes sociais são boas maneiras de criar uma relação positiva com os consumidores. São pequenas atitudes que fazem diferença quando o cliente estiver tomando sua decisão de compra.

Em relação aos parceiros de negócio, como fornecedores, revendedores e distribuidores, o argumento e as atitudes são parecidas. Nesse caso, ainda há a possibilidade de agendar reuniões pessoais e fazer ligações sem necessariamente ter um tom comercial.

Enfim, quanto melhor for a relação com esses agentes, mais as negociações tendem a ser favoráveis. Elas podem resultar, por exemplo, em descontos nas renovações de contrato, ganho de espaço nas prateleiras dos revendedores, etc.

6. Educar o mercado

O marketing, mais especificamente o marketing de conteúdo e o Inbound Marketing, é extremamente útil para facilitar as vendas de produtos e serviços mais complexos.

É o caso, por exemplo, de alguns serviços de T.I., sistemas de gestão e plataformas de automação de marketing. Essas ofertas, para terem vendas mais qualificadas e contratos mais duradouros, precisam de clientes que saibam o que estão comprando.

Por isso, as empresas que apostam na criação de artigos, e-books, webinars, templates e pesquisas de mercado costumam ser mais bem-sucedidas nas vendas. Afinal, esses materiais servem como referência para o público que precisa se informar melhor e tomar uma decisão de compra mais embasada.

De brinde, as empresas ainda criam uma imagem de autoridade na sua área de atuação, reforçando bons valores, como credibilidade, confiança e boa reputação.

7. Engajar colaboradores

O marketing não é valioso apenas para criar relações lucrativas com consumidores, clientes e parceiros de negócio. O público interno de uma organização também pode ser alvo das ações de marketing.

Nesse segmento, a estratégia mais comum é o Endomarketing. O objetivo dela é engajar os colaboradores com os propósitos, valores e metas de uma empresa ou instituição.

Para isso, são utilizadas algumas ações conhecidas, como a premiação por metas, eventos internos, gamificação e outras.

Há de se levar em conta que os funcionários são os porta-vozes de uma organização. São eles os responsáveis pelo bom funcionamento da casa e pelo bom relacionamento com os demais públicos. Por isso, ele precisa ser valorizado e motivado, pois sem os estímulos adequados, a qualidade na entrega dos resultados é ruim.

Nessa lista, reunimos os principais objetivos de marketing. Claro que existem outras metas mais específicas, como qualificar o atendimento, gerar e nutrir leads, aumentar seguidores, estar bem posicionado nos motores de busca, etc.

De todo modo, a ideia é fazer você abrir os olhos para a variedade de oportunidades de negócio que o marketing pode gerar. Assim, quando pintar um objetivo ou uma meta organizacional para ser atingida, você saberá como o marketing pode ser útil para o seu sucesso.

Quer entender como é possível implementar o marketing digital em sua empresa? Descubra agora mesmo com nosso ebook gratuito!

Marketing digital para PMEs

Como fazer email marketing

Aprenda como fazer um email marketing incrível

A combinação entre personalização, grande alcance, baixo custo de implementação, eficácia e retorno claro é o que torna o email marketing uma excelente forma de comunicação para conquistar novos clientes em qualquer tipo de empresa.

No Marketing Digital o email é uma das principais maneiras de criar e nutrir relacionamentos com uma base de contatos. Seja para promover conteúdos especiais (ebooks, whitepapers, infográficos), divulgar eventos ou webinars, enviar newsletters ou nutrir leads, uma campanha de emails é a opção certa.

Para te ajudar a entender melhor essa ferramenta, vamos mostrar todos os passos de como fazer email marketing no seu negócio! Vamos começar?

 Primeiro, você sabia que…

  • 59% dos profissionais de marketing afirmam que emails são a melhor forma de gerar receita no mercado B2B. (BtoB Magazine)
  • Emails são a principal fonte de geração de leads para 89% dos profissionais de marketing. (Forrester Research)
  • A probabilidade de você conquistar um click-throught em um email é 6x maior do que em um tuíte. (Campaign Monitor)
  • Quando uma compra é resultado do recebimento de uma mensagem de marketing, emails tem a maior taxa de conversão (66%) se comparado com redes sociais, anúncios e outros. (DMA)
  • Uma mensagem tem 5x mais probabilidade de ser vista em um email do que no Facebook. (Radicati)
  • Email marketing tem um ROI de 3.800%. A cada R$ 1,00 investido, há um retorno de R$ 38,00. (DMA)
  • 29% dos profissionais olham para o ROI na hora de avaliar a eficiência dos emails. (DMA)
  • 77% do ROI do email vem de campanhas segmentadas, personalizadas e disparadas por um evento do usuário. (DMA)
  • Funcionários passam, em média, 13 horas de trabalho semanais checando suas caixas de entrada. (McKinsey & Company)
  • 92% dos usuários adultos usam emails, com 61% deles utilizando diariamente. (Pew Research)
  • 83% dos profissionais de marketing do mercado B2B utilizam newsletters para suas estratégias de marketing de conteúdo. (Content Marketing Institute)
  • 76% dos times de marketing veem um crescimento considerável em suas listas de email. (Ascend2)

Confira outras estatísticas valiosas sobre email marketing no Brasil com o relatório completo da Email Marketing Trends 2017.

Por que usar emails?

Emails são extremamente pessoais. Se um usuário forneceu seu endereço eletrônico para a sua empresa, significa que ele deseja receber conteúdo relevante sobre o seu negócio, e não um monte de spam e informações relevantes.

Até 2017, é esperado que existam 1.1 bi de contas de email. É um número considerável, não é mesmo?

Considerando que emails são pessoais e extremamente personalizáveis, eles se tornam uma ferramenta valiosa para criar e nutrir contatos com suas leads e clientes.

A partir do momento que você envia uma série de conteúdos relevantes para suas listas – sim, você deve ter mais de uma! – e mensura o retorno gerado dessas ações, o retorno sobre investimento fica cada vez mais claro, e você consegue entender quais estratégias funcionam melhor para o seu negócio.

Resumindo: emails são largamente usados, eles permitem personalização e ajudam o seu negócio a se conectar diretamente com seus futuros e atuais clientes.

Como conquistar listas de emails

Uma boa lista de emails é um dos principais ativos de qualquer empresa.

Afinal, você tem uma compilação de endereços de usuários dispostos a receber uma mensagem da sua empresa. Uma grande oportunidade, certo?

Um erro clássico que você não pode cometer aqui é comprar uma lista de emails. Como você vai criar mensagens personalizadas para usuários que você nem conhece?

Para conquistar contatos para a sua lista, existem ferramentas certas.

Landing pages oferecendo materiais ricos são uma excelente opção.

Ebooks, white papers, infográficos, e qualquer outro conteúdo relevante, podem ser atrativos para conseguir emails em troca de conteúdo relevante.

Formulários ao longo do blog e site também são indispensáveis. Incentive os seus leitores a se inscreverem na sua lista para receberem atualizações diretamente em suas caixas de entrada.

Da mesma forma, toda lead que se torna um novo cliente, já passou por esse processo e forneceu o endereço de email para você. Logo, crie uma lista personalizada para clientes atuais e aproveite todo o relacionamento que já foi construído com eles!

Entenda tudo sobre geração de contatos e leads com este material completo sobre o tema:

ebook geração de lead

Conteúdo para campanhas de email

Existe uma variedade de opções quando falamos sobre conteúdo para campanhas de email marketing.

O primeiro deles, e talvez o mais óbvio, é utilizar os conteúdos do seu blog para sua campanha.

Sempre que postar um novo artigo, envie o para a sua lista de contatos! Claro, contanto que eles tenham optado por receberem esse tipo de conteúdo.

Essa é uma prática que o Neil Patel exerce até hoje. Sempre que um novo post é publicado, ele envia uma mensagem para toda a sua base.

como fazer email marketing

Você também pode criar conteúdo exclusivo para suas listas de email. Por exemplo, se você identificou uma  tendência grande de estudantes se inscrevendo nas suas listas, você pode criar um post exclusivo falando sobre o mercado de trabalho no seu mercado para ajudar esses universitários.

Conteúdo promocional também pode fazer parte da sua campanha de email marketing, contanto que ele não domine. Enviar promoções, descontos e ofertas para a sua base é uma boa ideia em momentos específicos, e principalmente para clientes antigos.

O mais importante é ter em mente que o conteúdo enviado precisa ser pertinente com o que seus contatos esperam!

O segredo de emails de sucesso

Um bom email é um conjunto de vários fatores, mas tudo começa com um bom layout.

A abertura de emails em smartphones aumentou mais de 80%, logo, um layout responsivo deve ser a sua primeira preocupação ao criar emails.

Com isso, você garante que a sua mensagem será carregada corretamente em qualquer dispositivo.

Logo depois, é preciso pensar na formatação do conteúdo. Você pode optar por utilizar formatos HTML, com texto simples, ou os dois.

O exemplo anterior do Neil Patel é totalmente em plain text. Isso garante que ela será carregada por qualquer provedor. Também é possível optar por layouts mais elaborados, utilizando imagens e mais informações, o que é bem comum em newsletters.

como fazer email marketing

Mas então, é isso? Quase.

Bons emails possuem títulos matadores.

Um bom título é o segredo das mensagens que possuem grandes taxas de abertura.

Uma boa headline possue entre 6 e 11 palavras. A melhor forma de encontrar qual delas traz mais resultados, faça testes A/B entre diferentes títulos para um mesmo email.

Aquele que obtiver a maior taxa de abertura é o melhor para a sua campanha!

Basicamente, pense em criar emails bonitos, claros e simples, que se adequem a qualquer dispositivo e transmitam a mensagem de forma fácil para os leitores.

Ferramentas para a sua campanha de email marketing

Existem duas coisas que estragam uma campanha de email marketing: emails que não chegam na caixa de entrada e emails que não chegam na caixa de entrada.

Com bons títulos, conteúdo de qualidade e listas com bons contatos, a chance de você não cair no SPAM ou ter unsubscribes na sua lista caem consideravelmente.

Mas nada disso adianta se a sua mensagem não chegar até os usuários.

Para facilitar o seu planejamento, garantir que as mensagens sejam devidamente entregues – e até te ajudar a mensurar os resultados – contar com uma ferramenta de email marketing é bem importante.

A mais famosa delas é o MailChimp. Ele é uma mão na roda para criar mensagens e enviá-las para sua lista.

Existem diversos templates de email, e ele até cria uma versão de texto da sua mensagem (se você optar por HTML) para garantir que ela será aberta por sua lista.

Além, disso, fica muito mais fácil mensurar a taxa de recebimento e abertura dos emails.

Se você usa alguma ferramenta de automação de marketing como a RD Station ou Hubspot, tudo isso já está integrado nela!

Entenda como fazer um email marketing – passo a passo

Passo 1 – Defina um objetivo:

Determine quais os objetivos a serem atingidos e tenha-os em mente durante todas as etapas do processo para poder medir os resultados que a campanha gerou.

Passo 2 – Segmente seu público

É importante criar uma campanha personalizada para o seu público-alvo. Para isso, segmente a sua lista de emails de acordo com os fatores que forem importantes para o seu negócio ou produto: sexo, idade, localização, lead, cliente, etc.

Também leve em consideração os resultados de campanhas anteriores, tais como: compras anteriores, taxa de abertura de emails, etc.

Passo 3 – Ofereça um conteúdo valioso para seu público

A relevância é a regra de ouro para qualquer conteúdo.

Antes de escrever um email se coloque na posição de quem vai recebê-lo e pense nos benefícios que aquele conteúdo tem para a sua persona.

Crie um conteúdo amigável e interessante, que faça com que as pessoas queiram visitar o seu site para ter mais do mesmo. Seja cativante e use uma linguagem simples e pessoal. Menos é mais nessa hora.

Passo 4 – Crie um assunto irresistível 

Apesar de o campo do assunto do seu email ter uma única função – fazer o leitor abrir o email – não o menospreze nem por um segundo.

Afinal, ele é muito importante e pode determinar o sucesso ou fracasso de todos os seus esforços. Ao criar um assunto, procure usar entre 25 e 40 até 50 caracteres, que é a média exibida por cada provedor.

📧 Gere assuntos incríveis automaticamente com o Gerador de Assuntos de Email.

Passo 5 – Tenha consciência da importância do design

 

Muitas pessoas ainda não têm consciência da importância e da eficiência de um bom trabalho de design. Em um email marketing ele é fundamental para reter a atenção de quem está lendo, garantir que a mensagem seja aberta, gerar cliques e vendas.

Nos dias de hoje o design deixou de ser somente um “trabalho artístico”, e se tornou parte importante da estratégia de comunicação de um produto ou serviço.

O design é a principal forma de chamar a atenção do público-alvo e se destacar no meio de tantas ofertas existentes no mercado. Investir em um bom design criado para causar impacto visual é fundamental no conjunto de ações para que uma campanha de email marketing seja bem sucedida e tenha um bom retorno.

Passo 6 – Destaque seu call to action

 

O seu call to action (chamada para ação) é o seu link, o botão que irá direcionar o leitor para a página que você deseja, e por tanto deve estar bem posicionado e muito bem visível. Algumas dicas:

  • Mantenha sua chamada na parte de cima do email.
  • Use cores e contrastes para chamar a atenção ao botão da chamada.
  • Crie um sensação de urgência – se a duração de uma oferta for limitada, isso encoraja a pessoa a agir rapidamente.
  • Deixe sua chamada em uma posição de destaque, isolando-a do resto dos elementos do email.

Passo 7 – Monitore os resultados

Uma campanha de email marketing não termina quando você clica no botão de envio. Na verdade, boa parte do trabalho da campanha vem depois.

Você precisa monitorar a taxa de abertura dos seus emails, taxa de cliques e taxa de conversão. Isso permitirá que você saiba se sua campanha está atingindo o resultado esperado e, caso não esteja, que você saiba exatamente onde está o problema.

Uma campanha de email marketing pode trazer resultados palpáveis para o negócio.

Emails são valiosos tanto para vender mais, quanto para criar e nutrir relacionamentos. Mesmo com a alta das redes sociais, essa ainda é uma forma pessoal e personalizada de conversar com pessoas que se interessam no seu negócio.

Procure criar listas com contatos fortes, e segmenta-a em outras menores para ser mais eficiente com as suas campanhas.

Lembre de usar layours simples e responsivos, além de pensar em títulos matadores que vão cativar os contatos a abrir sua mensagem.

Procure contar com ferramentas de automação e de email marketing para facilitar a sua vida!

Mensurar os resultados também é uma parte importante das campanhas de email marketing. Afinal, como descobrir o que está funcionando?

Se você ainda tem alguma dúvida sobre o assunto, baixe nosso guia completo de email marketing!

glossário de email marketing