Ivan de Souza

Analista de Marketing na Rock Content.

Jornalista, publicitário, marketeiro e blogueiro nas horas vagas. Também gosta de heróis japoneses e pão de queijo.
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como preparar o seu e-commerce para o próximo ano

Saiba como preparar o seu e-commerce para o próximo ano

Confira quais foram as principais tendências de mercado apontadas pela E-commerce Trends 2018 e descubra como preparar o seu e-commerce para ser um sucesso no próximo ano!

Com a chegada do fim do ano e o início dos planejamentos para o próximo, a grande maioria das lojas virtuais compartilham um mesmo objetivo central: aumentar as vendas.

Essa necessidade é a responsável, muitas vezes, pelo investimento em estratégias de Marketing Digital, por possuírem essa mesma natureza virtual e por serem capazes de gerar resultados significativos.

Para que você conheça melhor o cenário do mercado de e-commerce e a forma como são utilizadas essas estratégias, o time de Inteligência elaborou a segunda edição da pesquisa E-commerce Trends.

Confira neste post os principais insights e resultados proporcionados pela pesquisa. Acompanhe!

Quais são os principais resultados da E-commerce Trends?

Para que você compreenda de forma mais prática, os resultados foram divididos entre e-commerces e consumidores. Vamos começar conferindo os dados relativos às lojas:

Primeiro levantamos os perfis dos profissionais de e-commerce e também os indicadores de desempenho dos seus negócios online.

Qual é o perfil das empresas entrevistadas?

Entre os entrevistados, 52% dos entrevistados são profissionais que trabalham em e-commerce.

Como é a satisfação dos profissionais em relação às vendas online?

A satisfação do cliente é notada pelo cliente quando ele compra algum produto ou serviço e o compara às suas expectativas. Caso a experiência de compra e usabilidade não o atendam, ele ficará insatisfeito.

Por outro lado, se ele se encantar pelo seu produto ou serviço desde o momento da aquisição até o recebimento e uso, terá uma boa percepção do serviço e, como consequência, ficará satisfeito.

A partir disso, levantamos na pesquisa o nível de satisfação dos profissionais em relação às vendas do e-commerce. Deles, apenas 8,9% se dizem muito satisfeitos, 31,3% afirmam estarem satisfeitos, 46,9% revelam estarem insatisfeitos e 12,9% disseram estar muito insatisfeitos.

Como é a estrutura de negócio do e-commerce?

46,7% das lojas virtuais disseram ter uma equipe de marketing. As principais funções que os times de marketing desempenham são voltadas para o gerenciamento de redes sociais, campanhas de email marketing e anúncios em mídias pagas.

Além disso, 55,7% dos negócios disseram ter lojas virtuais somente, ou seja, não possuem loja física.

Quais são os principais desafios dos e-commerces?

1. Aumentar o volume de vendas

Todo e-commerce passa por desafios a partir do momento em que inicia o negócio online. Aumentar o volume de vendas lidera os objetivos que as lojas virtuais mais querem conquistar, correspondendo a 68,2% dos respondentes.

Afinal, o volume de transações comerciais é um dos principais indicadores de crescimento das lojas virtuais. Para atingir o break even e escalar o negócio, é preciso vender cada vez mais.

2. Aumentar a conversão

O segundo desafio é aumentar a taxa de conversão no site, correspondendo a 58,4% dos respondentes.

Da mesma forma que uma loja física precisa receber muitas pessoas para aumentar as chances de converter alguns deles em consumidores, uma loja virtual precisa ter um alto número de visitantes de modo que parte deles se converta em clientes.

De nada adianta o e-commerce ter muitas visitas por mês se a conversão for baixa.

Por isso, tirar dúvidas do cliente, produzir conteúdos estratégicos, promover esses conteúdos, além de trabalhar a divulgação do negócio via redes sociais e email marketing são algumas ações praticadas por lojas virtuais que visam melhorar a conversão conforme apontamos neste post.

Claro que, mesmo a conversão sendo boa, o tráfego do site não pode ser deixado de lado. Até porque, quanto mais visitantes, maiores são as chances de venda. Por isso, aumentar o tráfego do site foi o terceiro desafio apontado por 48,6% dos entrevistados.

3. Aumentar o tráfego

Para conseguir mais tráfego de qualidade, algumas ações como SEO para e-commerce e Marketing de Conteúdo não podem ser deixadas de lado.

Empresas que adotam boas práticas de SEO, ao determinar palavras-chave vinculadas às suas página de produtos, conseguem aumentar as chances de atrair pessoas que procuram por elas em motores de busca, como é o caso do Google.

Já aquelas que têm uma estratégia de Marketing de Conteúdo conseguem demonstrar conhecimento e autoridade em sua área a partir dos conteúdos produzidos.

Dessa forma, o ranqueamento nos mecanismos de busca também são impactados, gerando um maior tráfego qualificado ao blog da empresa. Falaremos mais a respeito disso em seguida.

SEO para E-commerce

De que maneira os e-commerces divulgam seus negócios?

Para atrair tráfego para a loja online, convencer os visitantes a comprarem e conquistar a confiança do usuário, é muito importante ter um blog.

Por essa razão, e-commerces têm adotado essa estratégia cada vez mais, 89,7% deles disseram fazer Marketing de Conteúdo. 41,9% disseram que, a partir do blog, conquistaram aproximadamente 9 vezes mais visitantes e 13 vezes mais clientes.

A adoção do Marketing de Conteúdo para e-commerce ajuda a adquirir e manter clientes a partir de conteúdos que comprovem o conhecimento e a autoridade do negócio.

Além disso, os e-commerces que fazem Marketing de Conteúdo apresentaram 10 vezes mais visitantes e 15 vezes mais clientes. Para saber como isso acontece, é preciso metrificar as conversões de clientes que chegam por meio dessa estratégia.

Entre os entrevistados, 22,3% disseram não metrificar os resultados de conversão de Marketing de Conteúdo, enquanto 47,1% dos respondentes afirmaram que metrificam.

Agora vamos analisar o perfil e o comportamento dos consumidores que participaram da pesquisa.

Quais são as razões que levaram os consumidores a comprarem em e-commerce?

De todos os entrevistados, 98% disse já ter feito compras em lojas virtuais. Segundo 70,9% deles, a principal razão que os levaram a comprar em e-commerces foi a possibilidade de pagar preços mais baratos se comparados às lojas físicas.

Existem razões que explicam porque os preços de e-commerces são mais baixos. A primeira delas é que os custos do negócio são menores por não envolver pagamento de aluguel e muitos funcionários, por exemplo.

Entre os respondentes da pesquisa, 69,8% alegaram a facilidade na hora de fazer compras em lojas virtuais. Afinal, uma compra em e-commerce pode ser concluída em poucos cliques e as formas de pagamento costumam ser diversas, justamente para atender as possibilidades de todos que queiram comprar.

Checar avaliações dos produtos oferecidos e estar por dentro das novidades que a loja oferece em seu mix online são outras facilidades que os consumidores podem levar em conta na hora de efetuar a compra.

Sobre a comodidade na hora de comprar, 67,1% apontaram este como o ponto de decisão. Geralmente, o frete grátis é visto como o principal fator de conforto, razão pela qual as campanhas de “dia do frete grátis” costumam impulsionar as vendas online.

E por falar em frete, o que impediu os demais 2% de comprarem online foi o fato de considerarem as taxas de frete muito altas (55,6%) assim como a falta de confiança (33,3%) e a vontade de experimentar o produto pessoalmente antes de adquiri-lo (44,4%).

Para solucionar essas objeções, é sugerível fazer um levantamento dos valores de frete que as empresas do ramo estão cobrando e também de quanto os clientes estão determinados a pagar.

Fazer Marketing Digital para se posicionar como autoridade do seu segmento pode resolver a falta de confiança por parte do público, outra grande culpada pela desistência das compras.

Para contornar esse problema, ofereça a eles um bom atendimento de modo a sanar suas dúvidas e mostre a opinião de outros consumidores para que eles se sintam confiantes em realizar a compra.

97% dos entrevistados revelaram já terem adicionado produtos desejados no carrinho de um e-commerce, mas não finalizaram a compra. Os principais motivos que os levaram a isso fora o fato do frete ser muito caro (82,3%), ter repensado sobre a necessidade de compra (48,8%) e o prazo de entrega ser muito demorado (40,7%).

Como os consumidores têm comprado em e-commerce?

Segundo os participantes da pesquisa, 72,2% das compras feitas pelos consumidores em lojas virtuais são realizadas via notebooks, seguidas por smartphones (50,1%) e desktops (38,3%). Este é um sinal importante de que as empresas precisam ter seus sites adequados para dispositivos móveis.

Além disso, 88,9% dos entrevistados disseram receber e-mails com ofertas de e-commerce. Destes, 60,9% afirmaram já ter realizado uma compra por conta de e-mails recebidos de lojas virtuais.

Embora algumas pessoas digam que o e-mail marketing está morto, isso não é verdade. Segundo profissionais de marketing em empresas B2C, estratégias de e-mail marketing obtêm taxas de conversão de até 15%.

Como funciona o abandono de carrinho em e-commerce?

O abandono de carrinho é um dos maiores desafios enfrentados por proprietários de negócios online. De acordo com a pesquisa, 82,3% dos entrevistados afirmaram já ter deixado produtos no carrinho de compra.

Além de estar altamente relacionado com fretes caros, como mencionado, outras razões apontadas foram: prazos de entrega demorados, falta de opção de pagamento desejada, curiosidade em descobrir o valor do frete, insegurança em relação aos meios de pagamento, checkout confuso, exigência da criação de uma conta e não ter desconto.

Por essa razão, consideramos o abandono de carrinho um dos principais indicadores de desempenho apontados pela E-commerce Trends. E se quiser saber ainda mais sobre o assunto, confira também o nosso conteúdo completo sobre Google Analytics para e-commerces e melhore ainda mais o seu negócio no próximo ano!

Ebook Google Analytics para e-commerce

Tag Hreflang

O que é Tag Hreflang e como usá-la para gerar resultados reais no SEO internacional

Analistas de Marketing precisam estar em constante ligação com o nicho e, quando trabalham para empresas que visam alcançar outros países, isso inclui conhecer mercados globais. E, em termos de Marketing Digital, a Tag Hreflang é um item fundamental nesse tipo de estratégia.

Se você não sabe o que é essa tag ou para que ela serve exatamente, não se preocupe. Redigimos este post com essa intenção e convidamos você para lê-lo até o final para que você possa compreender, aplicar e ter resultados a partir dela. Vamos lá?

O que é Tag Hreflang?

Introduzido pelo Google em dezembro de 2011, o atributo hreflang permite que você mostre aos mecanismos de pesquisa qual é a relação entre páginas da web em idiomas alternativos. Ou seja, é muito útil quando você cria conteúdo específico para um público local.

A Tag Hreflang adiciona um sinal aos mecanismos de busca no momento em que um usuário está fazendo uma consulta em determinado idioma e espera encontrar um resultado nessa língua em vez de uma página com conteúdo semelhante em outro idioma.

Por exemplo, se você criar uma versão em inglês da sua página inicial originalmente feita em português, deverá marcá-la como “inglês” usando hreflang = “en” para que as pessoas que tenham um endereço IP cujo mecanismo de pesquisa tenha motivos para acreditar um país de língua inglesa seja mostrado nessa página em inglês em vez de português.

Isso pode diminuir sua taxa de rejeição e aumentar suas conversões, garantindo que seu público-alvo chegue à versão da sua página mais apropriada para ele.

CONTEÚDO RECOMENDADO
👉 [Ebook gratuito]: Os segredos do tráfego orgânico

O Hreflang também pode ser usado para mostrar que você tem conteúdo voltado para variantes de um único idioma. Se esse for o caso, você pode segmentar suas páginas ainda mais especificamente ao estender o atributo hreflang com anotações que indicam para qual região o conteúdo está localizado.

Por exemplo, para a Espanha a hreflang é “es-es” enquanto no México a hreflang é “es-mx”. Isso é particularmente útil para segmentar geograficamente os usuários e para controlar as variações de moeda, frete, sazonalidade e cultura.

Claro que outros fatores de SEO podem substituir o atributo hreflang e fazer com que uma versão diferente da sua página tenha uma classificação mais alta. Para fornecer aos mecanismos de pesquisa os sinais mais claros possíveis sobre o idioma em que as páginas devam ser exibidas e em qual idioma, verifique se você está usando outras práticas recomendadas de SEO internacionais, sobre o qual falaremos um pouco mais para frente.

Como essa ferramenta funciona?

Agora que você já sabe o que é a Tag Hreflang, vamos ver como é o seu funcionamento.

Onde a Tag Hreflang pode ser inserida

A Tag Hreflang pode ser colocado na marcação na página, no cabeçalho HTTP ou no sitemap. Use apenas um desses locais. Se você escolher o sitemap, o Hreflang Sitemap Tool pode ajudá-lo.

Como identificar a Tag Hreflang

Ela deve ser referenciado em toda as páginas. Se o seu site vende produtos a clientes no Brasil, Japão e Argentina, os atributos hreflang da sua página inicial podem ter esta aparência:

<link rel = “alternate” href = “http://rockcontent.com” hreflang = “pt-br” />

<link rel = “alternate” href = “http://rockcontent.com/jp/” hreflang = “jp-jp” />

<link rel = “alternate” href = “http://rockcontent.com/es/” hreflang = “es-ar” />

Se você localizar outros aspectos no conteúdo do seu site (como moedas, endereço local e número de telefone, por exemplo), a probabilidade de lidar com restrições desse tipo será menor.

Códigos de idioma e região ISO

O formato ISO 639-1 é suportado pelo Google para códigos de idioma, e você pode ir mais a fundo usando o formato ISO 3166-1 para apontar regiões específicas. Contudo, nem todos os códigos são intuitivos (por exemplo, o código para o África do Sul é “za”). Assim, fique atento para não inserir o código errado, o The hreflang Tags Generator Tool pode ajudar.

Você pode usar várias tags hreflangs em uma página se quiser mostrar que ela é para usuários em mais de um país ou área. Por exemplo, se a página segmenta pessoas que falam espanhol na Colômbia e no México, você pode indicar isso assim:

<link rel = “alternate” href = “http://rockcontent.com” hreflang = “es-co” />

<link rel = “alternate” href = “http://rockcontent.com” hreflang = “es-mx” />

Não se esqueça de incluir um atributo hreflang geral sem o código da região para capturar os pesquisadores falantes do espanhol no Chile ou outras áreas do mundo dos quais você deseja tráfego:

<link rel = “alternate” href = “http://rockcontent.com” hreflang = “cl” />

Segmentação geral com padrão x

Se a sua página exibir conteúdo em vários idiomas ou apenas solicitar que um usuário o selecione, você poderá usar o x-default para mostrar que a página não está segmentada especificamente. Isso parece assim:

<link rel = “alternate” href = “http://rockcontent.com/” hreflang = “x-default” />

Como a Tag Hreflang atua no rankeamento

Embora a Tag Hreflang não ajude diretamente a aumentar o tráfego, ela pode entregar o conteúdo certo para os usuários certos. Ele ajuda os motores de busca a trocar a versão correta da página para a SERP baseado na localização e nas preferências de idioma de cada visitante do seu site.

CTA de download para o kit: Domine o Google

Meu site precisa da Tag Hreflang?

A Hreflang Tag é útil, principalmente, para as empresas que busquem entrar e crescer em outros países e procurem saber como fazê-lo via Marketing Digital. Afinal, ao contrário da cannonical tag, o Google consegue identificar as versões originais e faltas dos conteúdos uma vez que a Tag Hreflang consegue mostrar ao Google as diferenças existentes entre as páginas baseadas nos idiomas de modo a diferenciá-las numa busca.

Como implantar a Tag Hreflang?

Para aplicar a Tag Hreflang, é preciso, antes de tudo, conferir se todas as páginas traduzidas do seu site possuem a tag dentro do código HTML.

Após essa verificação, trate de colocar a sigla do idioma para o qual a tradução foi feita, tal como “es-es” no caso do espanhol da Espanha ou “en-uk” para o inglês da Inglaterra, por exemplo.

Inserir a Tag Default também é importante para que os conteúdos sejam exibidos para todas as pessoas que façam uma busca, pois, por mais que não haja uma especificação de idioma no computador com o qual ele realiza a procura no Google. Para fazer isso, basta colocar a URL da página e indicar para qual idioma ou país você quer gerar o código para, só depois, inserir dentro da tag.

Se o seu site ou blog for em WordPress, ele mesmo já conta com uma ferramenta chamada Hreflang Tangs Lite com a qual você consegue criar e inserir a tag numa página ou post.

Caso você não entenda de programação e prefira uma versão mais simples para inserir a tag em páginas HTML do seu site ou blog, você pode recorrer ao The Hrefland Tags Generatos Tool que gera uma linha de código com a tag que deve ser incluída no HTML das suas páginas, principalmente as que requeiram atenção internacional.

Portanto, o objetivo principal da tag não é aumentar o tráfego do seu site, mas sim fazer com que o conteúdo alcance o público certo uma vez que o Google desfaz confusões ao indicar a versão certa do conteúdo.

Isso faz uma enorme diferença no rankeamento do conteúdo, pois as páginas do seu site passam a ter a relevância calculada pelo algoritmo de acordo com a forma como elas são vistas pelos usuários.

Assim, se a sua empresa possui alcance para outros mercados fora do país, a Hreflang Tag pode ajudar a fazer com que o conteúdo apareça para esse público da maneira correta, sobretudo ao estarem aliadas às boas práticas de SEO internacional. Aliás, vamos falar sobre ele agora.

Qual a relação entre Tag Hreflang e SEO internacional?

A primeira impressão que temos quando pensamos em SEO Internacional é como levar um site a ser atingido ao público de outros países. Deixamos este tópico por último a fim de fixar um ponto importante: a internacionalização de um site não se trata somente de traduzi-lo para outra língua.

Também é necessário entender assuntos que seja de pertinência global, além de analisar a concorrência que esteja inserida em cada mercado.

E quando falamos de fazê-lo via SEO, há três formas de fazê-lo:

1. via Hreflang Tag (como você pode ver a partir deste post);

2. o endereço da URL usado no seu domínio;

3. o conteúdo feito para o público-alvo de acordo com a sua localização e idioma.

Caso os conteúdos dos sites sejam apenas traduções, isso os torna irrelevantes para o público-alvo de outro país, pois devem ser levados em consideração outros aspectos como cultura, economia e comportamentos. Por essa razão, é preciso compor outra estratégia quando o objetivo é alcance internacional

A URL é o fator mais importante para essa adaptação, pois é isso que fará o Google entender o país e o idioma de um site. Dessa forma, uma URL pode ter um country code top-level domain (ccTLD), subdomínio ou subdiretório:

  • ccTLD: URLs que têm uma identificação do país após a marca. Por exemplo: dominio.br
  • subdomínio: o indicativo de região vem antes da marca, tal como: br.dominio.com
  • subdiretório: região indicada em outro nível. Por exemplo: dominio/br

Como você conseguiu ver, o atributo hreflang é essencial para diminuir sua taxa de rejeição, aumentar suas conversões e mostrar que seu blog tem conteúdo voltado para variantes de um único idioma.

Quer aprofundar os seus conhecimentos sobre alcance orgânico? Então leia nosso Guia Completo de SEO!

o que é seo

Comissão de vendas: um guia completo de como definir e estruturar o pagamento do seu time

Comissão de vendas: um guia completo de como definir e estruturar o pagamento do seu time

Estabelecer o tipo de comissão de vendas na sua empresa é muito importante para que os vendedores estejam alinhados com suas metas comerciais e saibam o quanto ganharão por isso. Neste post, trazemos todas as informações necessárias para escolher o modelo ideal para você.

Muitos profissionais que trabalham com gestão de marketing se empenham para trazer cada vez mais oportunidades de negócios que devem ser transformadas em vendas pela equipe comercial. A comissão de vendas costuma ser o principal motivador dos vendedores, pois, quanto mais clientes trouxerem para o negócio, mais dinheiro eles ganham!

Mas quais pontos são importantes para desenvolver o plano de comissionamento? E quais são os principais tipos de comissões existentes no mercado?

Para responder a essas e outras perguntas, redigimos este guia e convidamos você para que leia até o final!

O que deve ser levado em conta para montar o processo de comissão de vendas?

Para escolher o modelo de comissões a ser aplicado na sua empresa, algumas considerações devem ser feitas. Aqui, apontamos as principais.

Metas da empresa

Antes de determinar qual tipo de comissão será aplicado no seu negócio, é preciso estabelecer quais metas devem ser atingidas pela empresa para que ela alcance o seu objetivo.

Assim, cada vendedor saberá que, apesar de ser comissionado, deverá se esforçar para atingir a meta necessária para o negócio.

Regras

Em seguida, é preciso determinar quais serão as regras de vendas e suas comissões. Essa etapa é muito importante para que todos estejam alinhados com o quanto precisam vender e quanto ganharão por isso.

Sazonalidade

Se o seu negócio tiver períodos sazonais, em que as vendas possam aumentar ou diminuir, é recomendável considerá-los ao determinar o comissionamento. Afinal, épocas de maior demanda, por exemplo, podem ter um esquema de comissões diferente por conta do alto volume de vendas e vice-versa.

Período entre venda e pagamento

Esse ponto é de suma importância para a saúde financeira da empresa. Há casos em que a comissão é paga ao vendedor no momento da venda, e outros em que ele precisa esperar pelo mês seguinte ou aguardar o pagamento da compra chegar ao caixa primeiro.

Saber qual desses modelos é o mais apropriado faz parte do processo de escolha sobre qual tipo de comissão usar, tópico sobre o qual falaremos agora.

biblioteca de vendas

Quais são os tipos de comissão de vendas?

Reunimos aqui os principais tipos de comissão em times de vendas para que você possa escolher o mais apropriado para o seu negócio.

Comissão por vendas

Nesse tipo de comissão, os vendedores podem receber uma porcentagem correspondente a cada venda feita. O pagamento pode ser feito no momento da venda, ou no final do mês, junto com o salário.

É um tipo de comissão fácil de compreender. Contudo, é preciso estar atento a alguns pontos antes de definir este padrão de comissão no seu negócio.

Por exemplo: se seus clientes pagam com cartão de crédito e você acerta as comissões com seus vendedores na hora da venda, é necessário ter dinheiro no caixa disponível para isso, visto que o pagamento feito com cartão só chegará à conta da empresa no mês seguinte.

Outro exemplo: se o seu produto tiver um custo muito alto, a porcentagem determinada para a comissão também pode atrapalhar. Afinal, se a margem de lucro for baixa, ao pagar a comissão, é preciso que a venda valha a pena.

Comissão e salário juntos

Empresas que contam com um time comercial e pagam a ele tanto o salário fixo quanto as comissões costumam adotar esse modelo.

Nesse caso, a comissão pode ser tanto fixa, isto é, preestabelecida sobre o valor de cada venda, ou variável, pois muda de acordo com as metas determinadas pela empresa.

Vejamos um exemplo de comissão fixa. Se um funcionário vende 10 produtos, ele ganha 5% de comissão. Caso ele venda mais, a porcentagem das comissões aumenta.

Já nas comissões variáveis, de antemão, o vendedor sabe se poderá ganhar mais. Assim, dependendo do tipo de venda que ele fizer, a comissão poderá ser maior, o que o estimula a vender mais, tendo em vista que ganhará mais.

Além disso, pagar um salário também demonstra que o trabalho do vendedor é reconhecido pela sua empresa, não se tratando apenas das vendas feitas por ele. Até porque o time comercial costuma ter outras tarefas em suas rotinas de trabalho, como:

Comissão pura

Aqui, todo o dinheiro que o funcionário ganha é proveniente das comissões sobre as vendas fechadasDe acordo com as leis brasileiras, esse tipo de comissão dá ao vendedor o direito de um salário mínimo caso ele não consiga vender bem durante o mês.

O benefício desse modelo de comissão de vendas é que os vendedores se esforçarão para vender o máximo que conseguirem. Se eles forem bem-sucedidos, seu negócio ganha.

Caso não sejam, seu gasto máximo será referente a um salário mínimo (que é bem mais em conta do que o custo de um vendedor sênior, por exemplo) para cada um.

Caso opte por esse modelo, deixe seus funcionários que recebem comissão pura munidos de todas as ferramentas necessárias para vender mais, além de investir em treinamentos como o Curso de Inside Sales da Universidade Rock Content.

Comissão por faturamento

A comissão por faturamento tem o seu cálculo baseado no que a empresa conseguiu faturar no mês anterior. Ou seja, o faturamento equivale ao total do que foi vendido e coletado antes dos custos serem retirados.

Então, se o seu negócio faturou R$ 50 mil no mês e a comissão estabelecida para o time comercial é de 5%, os vendedores receberão um total de R$ 2.500,00.

Planilha de metas diarias para time de vendas

Comissão por margem de lucro

Esse modelo de comissão ocorre quando o vendedor recebe uma porcentagem fixa por venda, contudo, o cálculo da comissão é baseado no lucro gerado no final do mês.

O lucro bruto é calculado por meio da diferença entre o faturamento e os custos totais do negócio. Por essa razão, é um tipo de comissão mais sustentável para a empresa, uma vez que o vendedor receberá a comissão do que verdadeiramente entrou para o caixa da empresa.

Vamos supor, por exemplo, que o seu produto custe R$ 2.000,00, sendo que o lucro por venda é de R$ 1.000,00 e você estabeleceu uma comissão de 10% em cima desse valor. Isso significa que cada funcionário que vendê-lo receberá uma comissão de R$ 100.

Comissão por recebimento

Esse é um modelo de comissão voltado para empresas que fazem vendas a prazo e recebem o valor delas parcelado.

A vantagem desse tipo é que ele permite ter mais controle do dinheiro que entra no seu caixa, pois as comissões são passadas aos vendedores somente após você receber o pagamento referente à parcela da venda.

Comissão escalonada

A comissão escalonada determina um aumento progressivo da porcentagem que deverá ser paga ao vendedor. Por exemplo:

  • se ele vender R$ 5 mil, recebe uma comissão de 5%;
  • se vender entre R$ 10 mil e R$ 20 mil, sua comissão passa a ser de 10%;
  • e assim por diante.

Esse é um modelo que incentiva o time de vendas a ficar cada vez melhor, pois, quanto mais eles conseguirem vender, mais receberão por isso.

Taxa de colocação

Nesse tipo de comissão de vendas, um valor fixo é estabelecido como a comissão que o funcionário vai receber. Por exemplo: um vendedor ganha R$ 500 de comissão a cada produto vendido.

Ainda que se trate de um valor fixo, ele pode estimular os vendedores, que tratarão de vender mais para ganhar mais dinheiro em cima do volume de vendas.

Comissão limitada

Aqui, existe um limite de comissões que cada vendedor pode ganhar. Por exemplo: se a empresa determinou que R$ 20 mil é o teto máximo que cada colaborador recebe em comissões, uma vez que esse valor seja atingido, não se ganha mais nada além disso, mesmo que ele venda mais.

Há quem diga que esse tipo de comissão não é o melhor para motivar a equipe de vendas, pois os vendedores podem se acomodar após atingir o limite de comissões, apresentando um desempenho ruim.

Draw

Nesse tipo de comissão, o vendedor recebe um “adiantamento” do dinheiro para começar a vender o produto ou serviço.

A expectativa é que ele venda mais do que a quantidade dada até o final do mês e que é descontada da comissão no momento do pagamento. Até porque, se o vendedor não atingir a meta estabelecida pelo negócio, ele precisa devolver o dinheiro que foi emprestado.

Se, por um lado, esse modelo é bom para os vendedores iniciantes que se esforçam para fechar vendas, por outro, pode ser desmotivador para os profissionais que têm mais experiência no trabalho com vendas.

Comissão residual

Comissão residual é um tipo de comissão em que o vendedor continua recebendo mesmo após o fechamento da venda, contanto que o cliente permaneça ativo.

Esse modelo não é muito comum, mas pode ser aplicado em negócios que trabalham com serviços de assinatura, por exemplo. Assim, com a condição de que o cliente continue pagando a recorrência, o vendedor recebe uma porcentagem em cima disso.

Comissão por território

Para as empresas que trabalham com clientes de regiões específicas, a comissão por território pode ser uma boa saída.

Afinal, ela permite que os times de vendas foquem o aumento da cartela de clientes de uma determinada região, além de incentivar o trabalho em equipe, uma vez que todos os vendedores são pagos por vendas na região, e não individualmente.

Esses são os 12 principais tipos de comissão de vendas de maior presença nas equipes comerciais. Se você estiver a ponto de escolher um para o seu time, recomendamos uma profunda análise dele a fim de tomar a decisão mais acertada.

Aliás, além de entender como funcionam os modelos de comissão de vendas, se você também quer saber como gerenciar, qualificar e escalar a sua equipe, baixe este e-book e aprenda a estruturar e otimizar o seu time de vendas para conseguir resultados incríveis!

Times de vendas: ebook
Intro para canal do YouTube: como fazer e quais os melhores programas de edição

Intro para canal do YouTube: como fazer e quais os melhores programas de edição

Com tantas opções que as pessoas podem encontrar nos mecanismos de busca, é essencial que o seu negócio se destaque e chame a atenção do público logo de primeira. Esse é um dos atributos de uma boa intro para canal do YouTube, assunto que trazemos neste artigo.

Quando falamos de marketing digital, não basta criar uma persona e compor o funil de vendas pelo qual ela passa.

Também é necessário saber em quais canais online você conseguirá atrair o seu público e engajá-lo a ponto de convertê-lo em cliente.

Em 2020, até 80% dos conteúdos serão consumidos no formato de vídeo, assim, é essencial que o seu negócio esteja presente em plataformas de vídeo e que conte com uma boa intro para canal do YouTube.

A intro — forma reduzida de “introdução” — para canais do YouTube é uma maneira de garantir que os vídeos tenham uma aparência ainda mais profissional.

Igualmente conhecida como vinheta, ela atribui aos vídeos uma identidade única que também serve para diferenciar o canal da sua empresa de outros da concorrência.

Existem formas variadas de criar uma intro apropriada para o seu canal do YouTube.

Para que você saiba quais são e a importância que ela tem para a sua estratégia digital, redigimos este artigo e convidamos você a lê-lo até o fim. Vamos lá?

O que é a intro para canal do YouTube?

Um vídeo de introdução no YouTube nada mais é do que um clipe de curta duração que expressa o que os conteúdos do canal querem passar. Por isso, a intro precisa ser exibida no começo do vídeo.

Para produzir uma intro, você pode usar diversos formatos de vídeo, como animações, visual clássico ou simplesmente o seu logo passando pela tela.

Contudo, é fundamental que essa apresentação siga a identidade da sua empresa (de modo que o público identifique imediatamente que se trata do seu negócio) e tenha em torno de 10 segundos de duração.

A partir do momento em que seu canal no YouTube for criado, produza a intro para incluí-la nos vídeos; dessa forma, você aumenta as chances de ter mais visualizações, compartilhamentos e engajamento.

Por que é tão importante fazer a intro para canal do YouTube?

O YouTube Brasil ocupa a segunda posição entre os sites mais acessados do país, perdendo apenas para o Google. Isso mostra quão importante é incluir um canal do YouTube na estratégia de marketing digital.

Porém, não basta simplesmente ter um canal na plataforma, é preciso estar atento à identidade visual dos seus vídeos, que precisa estar condizente com o seu produto e com a sua empresa. Dessa forma, o público conseguirá associar o canal ao seu negócio.

A intro, em particular, acaba sendo vista como uma das marcas do seu canal. É importante também que ela tenha o mesmo ritmo dos seus vídeos, pois seria muito incoerente ter uma introdução dinâmica e os conteúdos publicados serem morosos, por exemplo.

Além do mais, a introdução do canal funciona como uma forma de atrair o público. Por isso, ela precisa ser curta mas impactante, de modo que as pessoas que a assistam tenham interesse em se inscrever no seu canal.

O que não pode faltar na intro do seu canal do YouTube

Agora, reunimos as principais características que não podem faltar na sua intro.

  • ao fazer a intro, parta do princípio de que o visitante pode nunca ter ouvido falar de você. Portanto, apresente-o ao que você tem e diga por que ele deve se inscrever no seu canal;
  • faça uma intro curta. Você deve ser capaz de divulgar rapidamente o que há de melhor no seu canal. Ela deve informar a seus visitantes quem é você, como é seu conteúdo e quando eles podem esperar novos envios;
  • cative seus espectadores nos primeiros segundos;
  • mostre em vez de dizer. Se o seu canal tem uma pegada maior de comédia, torne o seu trailer engraçado. O trailer do seu canal é o seu argumento de venda para possíveis inscritos, então, pense em como você pode convencer os espectadores novatos a se inscreverem;
  • peça aos espectadores que se inscrevam no seu canal do YouTube. Seu trailer também precisa mostrar um cartão final quando o vídeo terminar, oferecendo ao público uma maneira fácil de se inscrever;
  • usar um vídeo enviado recentemente pode não mostrar a amplitude de seu talento em um único tiro, então, faça o trailer comunicar aos possíveis fãs do que seu canal é feito.
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Quais são os melhores programas para fazer a intro do canal do YouTube?

Listamos aqui os principais programas que podem ajudá-lo a criar a intro dos seus vídeos no YouTube.

IntroChamp

O IntroChamp permite que você faça introduções de vídeos em apenas alguns minutos. O programa conta com uma vasta biblioteca de mídia para fazer a sua intro.

Apesar de o IntroChamp não contar com vídeos gratuitos, é possível comprar templates a partir de US$ 4,98.

Ivipid

Uma das características mais interessantes do Ivipid é que ele tem muitas intros baseadas nos filmes de Hollywood.

Algumas podem ser baixadas gratuitamente, mas a resolução é baixa; além disso, elas trazem a marca d’água do programa e têm uma duração maior que a recomendada para uma intro de YouTube.

No entanto, a partir de US$ 1,99 você também pode obter intros com uma resolução alta. Para isso, basta escolher o tema, inserir o texto e a imagem, selecionar a qualidade do vídeo e sua intro está pronta.

Intro Maker

Você pode usar o Intro Maker para criar animações com seu próprio logotipo, além de contar com efeitos surpreendentes. Você pode fazer uma intro gratuitamente ou escolher uma opção premium a partir de US$ 10.

Para isso, basta clicar no design que se encaixa melhor na sua ideia de vídeo e fazer o upload do seu logo no formato JPG ou PNG. Não importa que a imagem não tenha fundo transparente, o próprio Intro Maker fará algumas perguntas para garantir a qualidade do produto final.

Então, você receberá um link para fazer o download do seu vídeo com o logotipo animado no seu endereço de e-mail.

Wondershare Filmora

O Wondershare Filmora permite que você insira tanto textos quanto logos nos vídeos de introdução do YouTube. Aliás, ele conta com títulos animados e etiquetas que podem ser combinadas com fundos e músicas customizadas.

Para atender a todos os nichos, o Wondershare conta com uma diversa biblioteca de temas de intros voltadas para as áreas de negócios, tecnologia, moda, beleza, gastronomia, entre muitas outras.

Você pode baixar gratuitamente o Wondershare para Windows. Mas, caso queira explorar todos os recursos, não ter marca d’água nos vídeos e contar com apoio técnico, é possível comprar planos premium anuais ou vitalícios.

FlixPress

O FlixPress é um dos sites mais conhecidos para criar intros no YouTube. A partir dele, é possível escolher modelos pré-prontos de vídeo e inserir os textos que você mesmo redige.

Caso você monetize ou tenha interesse em monetizar o seu canal, ainda é possível ajustar as condições de acordo com intros que você já obteve no FlixPress. O programa tem quatro tipos de planos premium, mas você pode começar a usá-lo gratuitamente clicando aqui.

99Freelas

O 99Freelas é um dos sites mais conhecidos por freelancers do mundo inteiro por ser um espaço onde é possível disponibilizar serviços como criação de sites e também produção de vídeos.

Portanto, se você preferir que um freelancer crie a intro do seu canal do YouTube em vez de comprar templates pré-prontos, confira a relação de profissionais que oferecem seus serviços na plataforma.

Sony Vegas

O Sony Vegas não é um programa feito exclusivamente para vinhetas, mas sim para edição de vídeos. No entanto, ele oferece alguns modelos de intro para que você possa fazer a introdução do seu canal no YouTube.

Por ser um software um pouco mais complexo, caso você não tenha conhecimento de edição de vídeo, é recomendado delegar a tarefa a um profissional da área de criação.

Biteable

O Biteable é uma ferramenta que lhe permite criar intros de forma totalmente gratuita. Ele conta com mais de 85 mil clipes do Shutterstock, além de animações.

Para começar a fazer vídeos no Biteable, basta escolher o template de sua preferência, personalizá-lo e baixá-lo quando estiver pronto.

A marca d’água aparece nos vídeos, mas você pode removê-la ao usar a versão paga do programa.

Com as dicas acima, vai ser mais fácil produzir a intro para o seu canal do YouTube. Mas cuidado! Lembre-se de que o seu usuário também deseja um conteúdo relevante, e não só uma intro chamativa.

Portanto, a intro do seu canal pode ser vista como uma assinatura dele. O YouTube recebe uma média de 30 milhões de visitas por dia, logo, ter uma introdução que realmente chame a atenção ajuda a ganhar destaque em meio à multidão.

Mas, após criar a sua intro para canal do YouTube, é preciso geri-lo, certo? Por isso, convidamos você a ler este post em que ensinamos a gerenciar o seu canal do YouTube com maestria!

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Entenda o que é e como funciona o lançamento semente

Entenda o que é e como funciona o lançamento semente

O lançamento semente pode ser feito mesmo que ainda não exista um produto. Na realidade, ele é desenvolvido a partir de análises feitas com o público antes que o lançamento aconteça.

É normal que as empresas que desejam alcançar maiores resultados em marketing digital precisem investir em novas soluções. Porém, esse investimento precisa ser certeiro, isso é, atender precisamente ao que o público busca. Uma das maneiras de fazer isso é por meio de um lançamento semente.

Mas o que é o lançamento semente? Quais são os diferenciais e as vantagens desse tipo de lançamento? Como ele pode ser colocado em prática? Para responder a essas perguntas, redigimos este post. Portanto, leia-o até o fim para saber como ele pode ser aplicado no seu modelo de negócio!

O que é o lançamento semente?

O produto ou serviço oferecido no lançamento semente é baseado em uma pesquisa e análise prévia feita com públicos que têm maior potencial de se tornarem clientes da sua oferta.

Portanto, o lançamento semente é uma estratégia de marketing que tem a finalidade de testar quão receptivo o mercado está para o consumo de um determinado produto.Por isso, a principal característica desse tipo de lançamento é que ele pode ser feito mesmo que você ainda não tenha um produto pronto.

Aliás, é por isso que o lançamento tem esse nome: a exemplo de uma semente, ele ainda será plantado para o consumo dos clientes — e você o planta justamente após ter a percepção de que vale a pena fazê-lo.

Por isso, esse tipo de estratégia é muito usado em ações de marketing digital, sobretudo para o lançamento de infoprodutos.

Uma vez que a audiência tenha sido criada e conquistada, a ela é ofertado um novo produto que resolve seu principal problema.

Outro ponto interessante do lançamento semente é a possibilidade de rentabilizá-lo antes mesmo de o produto estar totalmente desenvolvido. O pré-lançamento, por exemplo, pode oferecer vantagens àqueles que fizerem a compra antes do lançamento, como um superdesconto.

Com a entrada desses valores, você pode investir no desenvolvimento do produto. Ou seja, em termos práticos, os próprios clientes se tornam os investidores da sua oferta.

Quais são os benefícios do lançamento semente?

O lançamento semente traz alguns benefícios aos profissionais e empresas que o adotam. Aqui listamos os principais.

Investimento eficiente em uma nova solução

Toda vez que alguém lança um novo produto ou serviço, corre o risco de esse lançamento não dar certo.

Por mais que sejam feitas pesquisas de mercado a fim de saber o comportamento dos consumidores, assim como seus desejos e necessidades que podem ser atendidos por uma nova solução, o lançamento ainda é uma aposta.

Contudo, ao fazê-lo pelo método semente, esse risco torna-se menor, pois é o público que demonstra qual tipo de produto ou serviço quer comprar, desde que resolva o problema que ele tem.

Construção de lista de leads

Quanto você acha que vale um lead da sua base? Pergunte aos seus concorrentes; um deles certamente estaria disposto a fazer uma proposta pela sua preciosa base. Isso porque leads podem ser convertidos em oportunidades de negócio.

Ao fazer um lançamento semente, você aumenta a geração de leads da sua base. Quando o lançamento for feito, nem todos os leads serão convertidos em clientes, mas eles podem ser nutridos com outros conteúdos para entrar na jornada de compra de outros produtos da sua empresa.

Engajamento com o seu público

O passo inicial de qualificação dos leads para que eles se transformem em venda é o engajamento. O time de marketing pode fazer isso via ações de e-mail, redes sociais e outros canais de marketing.

A comunicação com a sua audiência aumenta a conexão entre ela e a sua marca e fortalece o engajamento.

Por mais que as mensagens tenham como foto de perfil a sua logomarca, por exemplo, as pessoas sabem que existe um ser humano do outro lado respondendo. Essa percepção é fundamental para a sua empresa, pois pessoas não se relacionam com marcas, e sim com outras pessoas.

Educar o mercado

Como o lançamento semente tem como pontapé inicial o contato com o público que tem uma dor a ser sanada, os conteúdos do pré-lançamento têm a finalidade de educar o mercado quanto a esse problema e suas possíveis soluções.

Ao educar o seu mercado, você o deixa ciente dos problemas que ele enfrenta, das soluções mais apropriadas e das razões pelas quais é preciso contratar a sua solução.

Ser visto como autoridade na sua área

Uma vez que você eduque o mercado e se torne uma referência em determinada área, o seu público passa a vê-lo como uma autoridade.

O lançamento semente traz uma solução pela qual o seu público aguardava avidamente. Para isso acontecer, é preciso conhecer bem as dores da sua audiência, o que, consequentemente, fará você ser visto como uma autoridade na área.

As pessoas compram daqueles que são vistos como autoridades. Vejamos um exemplo prático: ao entrar em uma loja e ver o produto de uma marca famosa e confiável e outro cuja marca você não conhece, por qual você optaria? Pelo primeiro, certo?

Seu público faz o mesmo: ele compra de quem verdadeiramente entende do assunto, ou seja, de quem é autoridade no mercado.

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Como colocar o lançamento semente em prática?

Agora que você já entendeu o que é lançamento semente e quais são os seus benefícios, vejamos como ele pode ser executado por meio de 6 passos.

Passo 1: plante a ideia no seu público

Neste primeiro passo, crie conteúdos relacionados ao produto que pode ser lançado. Envie-os por e-mail à sua base de leads, faça blog posts e publique nas redes sociais conteúdos que falem sobre o assunto para que ele já seja assimilado pelo público.

Por exemplo: vamos supor que a sua ideia seja lançar um curso que ensine as pessoas a fazer uma melhor gestão do tempo. Para que o seu público tenha ciência de que esse é um problema que deve ser levado em consideração, crie conteúdos como “as 9 razões pelas quais você está sempre sem tempo”, por exemplo.

A chave aqui é divulgar a sua ideia e construir um relacionamento com seus clientes em potencial. Por isso, os conteúdos de topo de funil são os mais indicados neste estágio.

Passo 2: crie a sua lista de pré-lançamento

Mesmo que você ainda não tenha desenvolvido um produto, o objetivo do lançamento semente é justamente testar a viabilidade do lançamento.

Para criar uma lista de contatos exclusiva para o lançamento, conte com uma landing page que fale dessa oferta que está por vir e divulgue-a em todos os seus canais online para captar leads que tenham interesse nesse produto.

Usando o mesmo exemplo sobre gestão do tempo, a landing page pode ser voltada para essa ideia e convidar os seus visitantes a informar seus e-mails para receber dicas e orientações sobre como gerir melhor o tempo pessoal e profissional.

Afinal, lembre-se de que, como o produto ainda não está feito, é você o responsável pela construção do relacionamento com o seu público.

Para conseguir o maior número possível de inscritos, divulgue a landing page para sua lista de contatos, em suas redes sociais e também via anúncios de mídia paga, como Google AdWords, Facebook Ads ou Instagram Ads.

Passo 3: envie conteúdos para a sua lista

Os formatos desses conteúdos podem ser bem variados: histórias em redes sociais ou e-mails e webinars exclusivos que abram espaço para perguntas e respostas são os mais usados no lançamento semente.

O mais importante é que esses conteúdos sejam divididos em módulos para haver uma maior interação com o público. Portanto, o ideal é que os e-mails e postagens em redes sociais façam parte de uma sequência.

Vejamos alguns exemplos que ilustram isso melhor: se você realizar um webinar, faça ações de e-mail marketing convidando seus leads a participar.

Isso deve incluir, pelo menos, um e-mail falando sobre o assunto do webinar, outro enviado no mesmo dia comunicando que faltam poucas horas e o último disparado na hora do webinar para avisar ao público que ele já começou.

O mesmo deve ser feito nas redes sociais: uma publicação sobre o webinar que será apresentado e outro post relembrando que faltam poucos dias ou horas para ele começar.

Aqui não se aplica uma mensagem como “estamos ao vivo”, porque as pessoas que usam as redes nem sempre veem as publicações em tempo real, de modo que podem acabar vendo o aviso horas depois, após o término do webinar.

Passo 4: desenvolva o produto ou serviço para o lançamento

Ao analisar o engajamento que os membros da sua lista têm com você e o interesse deles por um produto ou serviço ligado ao assunto escolhido, é chegada a hora de desenvolver aquilo que será capaz de sanar a dor do seu público.

Porém, lembre-se de que para realizar esse lançamento é preciso levantar tudo que será necessário para compô-lo e entregá-lo ao cliente.

No caso de um infoproduto, como o curso de gestão do tempo que usamos como exemplo, é necessário saber em qual plataforma ele será hospedado, os meios de pagamento mais adequados ao seu público e também a forma como eles receberão suporte após a compra.

Passo 5: convide o seu público para o lançamento

Convide as pessoas da sua lista para conhecerem a sua oferta do modo que faça mais sentido ao seu negócio.

O lançamento pode ser feito tanto para a sua lista quanto nos canais online — convidando as pessoas para a sua página de compra, ou por meio de um webinar de lançamento que traga uma oferta exclusiva àqueles que o assistirem até o fim.

Esse é o momento mais importante do método semente, pois é justamente quando o lançamento ocorre. É preciso que todos os passos anteriores tenham sido executados com excelência para que as pessoas estejam realmente dispostas e com vontade de comprar o produto o quanto antes.

Para reforçar isso, existe a oferta exclusiva. Ela pode ser feita na forma de desconto para aqueles que fizerem a compra no mesmo dia ou em benefícios incluídos somente no dia de lançamento — podem ser outros produtos de parceiros ou serviços que a sua empresa pode prestar para quem comprar no dia.

No caso do produto de gestão do tempo, cada pessoa tem os seus percalços e objetivos que a fazem querer gerir melhor o seu tempo, certo? Então, uma consultoria individual que a guie nesse caminho por meio do curso pode ser um bônus incrível.

Caso você use esses bônus, é fundamental apontar ao público quanto eles custam normalmente, para que ele perceba a vantagem que tem ao fazer a compra no dia do lançamento.

Por exemplo: “Este produto custa X reais e este outro custa Y reais, mas, ao comprar o nosso curso de gestão do tempo hoje, você recebe os dois inteiramente grátis!”.

Passo 6: analise os feedbacks

O objetivo do lançamento semente é obter as perspectivas reais do seu público e criar para ele um produto ou serviço a partir de feedbacks. Por isso, o último passo desse tipo de lançamento é analisar os feedbacks referentes à sua oferta após ela ser lançada.

Assim, caso ela ainda não tenha atendido por completo às expectativas do seu público, você poderá ajustá-la para que se torne mais adequada.

Ao seguir esses passos, você poderá fazer o lançamento semente do seu produto ou serviço. Mas lembre-se de que tão desafiador quanto captar um cliente é mantê-lo na sua base.

Para fazer isso da forma certa a ponto de transformá-lo em um defensor da sua marca, confira este ebook que escrevemos sobre o assunto.

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Sistema de gestão: quais as vantagens e como escolher o melhor para seu negócio

Sistema de gestão: quais as vantagens e como escolher o melhor para seu negócio

Os sistemas de gestão podem organizar todas as tarefas que devem ser executadas por você e por todas as pessoas que trabalham na sua empresa. Por essa razão, ele é visto como um otimizador de processos e de tempo de trabalho.

No cenário dos pequenos negócios, é muito comum que diversas tarefas operacionais sejam feitas por um número enxuto de funcionários.

Com isso, resta pouco tempo disponível para desenvolver estratégias que tragam maiores resultados para o negócio, a não ser que a empresa conte com um sistema de gestão.

Para que você entenda como esse tipo de sistema funciona, quais são as suas vantagens e também o que deve ser levado em consideração ao escolher um, leia este post até o fim!

O que é um sistema de gestão?

Um sistema de gestão empresarial é um programa voltado para gerir todas as tarefas executadas dentro de uma empresa. Como ele automatiza todos os processos operacionais, é uma ferramenta essencial para pequenos negócios.

Assim, tanto você quanto a sua equipe podem se dedicar mais às estratégias que visem a aumentar as vendas do negócio. Uma vez que o sistema de gestão centraliza todas as informações da sua empresa, você passa a ter uma visão mais ampla de tudo o que acontece. Isso facilita bastante a tomada de decisões.

Quais são os tipos de sistema de gestão?

Existem dois tipos de sistemas de gestão de negócios: ERP e CRM.

ERP é a sigla de Enterprise Resource Planning, cujo significado é Planejamento de Recursos da Empresa. Portanto, ele é um programa que tem a função de controlar e acompanhar os recursos financeiros do seu negócio, assim como a parte fiscal.

Assim, o ERP se encarrega do gerenciamento de informações como: faturamento e compras, tarefas administrativas, dados dos colaboradores, recebimento de receitas, pagamento de despesas e tributos aplicados nos processos envolvidos. Ele ajuda inclusive na otimização das vendas.

O CRM, sigla de Customer Relationship Management ou Gestão de Relacionamento com o Cliente, é uma ferramenta que permite a gestão dos contatos que a empresa estabelece com seus leads, com o objetivo de transformá-los em clientes e conseguir fidelizá-los.

Algumas empresas têm o costume de listar os seus contatos em planilhas de Excel ou, até mesmo, em arquivos de papel.

Isso dificulta o acompanhamento para que essas pessoas virem clientes de fato. O CRM organiza todas essas informações e cria um histórico de contato no perfil de cada um, permitindo que você veja o quão próximo o consumidor está de comprar o seu produto ou serviço.

Quando o sistema de gestão é necessário?

A partir do momento em que uma empresa, mesmo sendo pequena, passa a ter funcionários exercendo variadas atividades ligadas a cada setor do negócio (financeiro, marketing, vendas, atendimento etc.), essa é a hora de implantar um sistema de gestão para simplificar e automatizar os processos mais burocráticos e menos estratégicos.

Dessa forma, problemas que envolvam qualquer um desses setores podem ser resolvidos e evitados, visto que o sistema faz com que todas as tarefas fiquem unificadas em um só canal, melhorando a performance do trabalho.

Sem um software de gestão, você e a sua equipe acabam correndo o risco de entrar em um fluxo de retrabalho, isto é, ter mais de uma pessoa executando a mesma tarefa. Esse fato causa um mau aproveitamento do seu capital humano.

Quais são as vantagens de um sistema de gestão?

Reunimos aqui os 4 principais benefícios na hora de contratar um sistema de gestão.

1. Economia de recursos

Como o sistema é capaz de integrar todos os processos do seu negócio, isso envolve menos esforço por parte de você e dos seus colaboradores na execução das atividades.

Além disso, a solução faz com que você economize recursos, sobretudo de contratação de novos funcionários, uma vez que a sua equipe atual conseguirá realizar com eficiência as tarefas que já têm.

Desse modo, é possível focar nas ações que podem aumentar a lucratividade do negócio.

2. Redução de falhas nos processos

Ao integrar as ações da sua empresa com o sistema de gestão, você consegue reduzir as chances de falhas nos processos. Afinal, o software faz com que você otimize o tempo de trabalho da equipe.

Também é possível prever pontos de melhoria no negócio, pois a unificação das tarefas atribuídas ao sistema ajudam o gestor a tomar as melhores decisões nos processos que acontecem no ambiente de trabalho.

3. Padronização de processos

Ao ter um sistema de gestão, um dos primeiros passos é padronizar os processos para que correspondam ao escopo de trabalho do negócio. Assim, o trabalho se torna mais consistente, sobretudo em empresas que se encontram em status de escalabilidade.

4. Mais dados sobre o negócio

Alguns empresários têm dificuldades para saber em qual nível o empreendimento se encontra. Isso faz com que eles tomem decisões embasadas em “achismos”, por não terem acesso a dados claros e confiáveis.

Logo, a principal função do sistema de gestão é permitir o acompanhamento de todas as ações da empresa sob um único viés, gerando relatórios necessários para analisar o quadro atual da empresa e conduzi-la pelo caminho certo.

Como escolher um sistema de gestão para a sua empresa?

Agora que você já sabe o que é um sistema de gestão e as suas vantagens, veja o que é fundamental levar em conta na hora de escolher um para a sua empresa.

Analise o lado prático do software

O sistema de gestão precisa ser de fácil manuseio para que tanto você quanto os demais membros da empresa se adaptem bem à mudança, sobretudo se o produto contratado for um ERP que envolve todos os setores.

Portanto, todas as informações precisam ficar disponíveis em um painel que apresente a empresa como um todo, pois isso faz com que todos os processos estejam integrados e todos os membros do negócio tenham uma visão macro da companhia.

Pense no custo-benefício

Implantar um sistema de gestão na sua empresa requer um investimento financeiro. Embora, em um primeiro momento, isso se assemelhe a um gasto, priorize os benefícios que a solução poderá trazer em curto, médio e longo prazo.

Por exemplo, se os funcionários responsáveis por trazer mais vendas ocupam grande parte da carga horária de trabalho fazendo o cadastro manual das oportunidades de venda, o sistema otimizará esse tempo. Desse modo, eles podem se concentrar verdadeiramente nas vendas, o que aumentará a receita do negócio.

Cheque a segurança das informações

O programa de gestão precisa priorizar a segurança das informações. Afinal, estamos falando dos dados valiosos sobre o seu negócio.

Por isso, é fundamental que os arquivos sejam criptografados. Também é essencial que os servidores contem com código SSL, para que todas as informações inseridas tenham confidencialidade total.

Ao seguir esses pontos, você poderá tomar a decisão certa ao escolher um sistema de gestão que atenda ao cotidiano da sua empresa da maneira mais eficaz.

Se resolver optar pelo CRM, recomendamos também a leitura deste post que traz as 12 melhores ferramentas disponíveis no mercado!

Microinfluenciadores: entenda o que são e como utilizá-los na sua estratégia de Marketing

Microinfluenciadores: entenda o que são e como utilizá-los na sua estratégia de Marketing

Quem trabalha com gestão de Marketing costuma ter um desafio constante: desenvolver estratégias e ações que levem a empresa aos resultados esperados. Porém, nem sempre o orçamento é o suficiente, fazendo com que se opte por soluções de menor custo e efetivas como contar com microinfluenciadores.

A primeira dúvida que surge ao se levantar essa ideia é: microinfluenciadores não são aqueles famosos por terem milhões de seguidores nas redes sociais? Embora algumas pessoas possam pensar assim, na verdade, eles não são.

Portanto, para que você saiba quem são os microinfluenciadores e o quão importantes eles podem ser para a sua estratégia, acompanhe este post até o final. Vamos lá?

O que são os microinfluenciadores?

Ter o apoio dos maiores influenciadores do mercado geralmente tem um resultado positivo na estratégia de Marketing Digital. Afinal, ela é baseada no alcance e no envolvimento das mídias sociais que esses influenciadores dirigem, o que nos garante exposição a uma enorme audiência.

Porém, além dos influenciadores, temos também os microinfluenciadores. Esse é um termo relativamente novo e sem muita conexão com os influenciadores que têm fama e dinheiro. Os microinfluenciadores são usuários de mídias sociais com seguidores significativamente menores, porém, mais relevantes.

O termo “microinfluenciadores” imediatamente nos faz pensar em quantidade, como o número de seguidores e o alcance da mídia social. Essa, no entanto, é uma visão míope que requer investigação mais profunda. A essência do termo está na proximidade entre as pessoas.

Por exemplo, um grupo de ciclistas conectados nas mídias sociais tem uma influência maior na decisão de compra de outro ciclista do que qualquer influenciador em evidência.

Portanto, a microinfluência não é definida pelo número de seguidores sociais, mas pela relevância do nicho em questão. Até porque o número de seguidores não permite prever se alguém vai comprar ou não. Tendo isso em mente, parece que mais e mais marcas tendem a envolver microinfluenciadores.

Quais são as outras vantagens de ter um microinfluenciador?

Os microinfluenciadores podem ter menos seguidores do que os grandes influencers, mas usar os micros pode ter um valor mais lucrativo. Afinal, as pessoas são mais influenciadas por relacionamentos íntimos e confiança, e isso é o que eles trazem.

Por essa razão, é comum que as empresas optem por trabalharem com esse tipo de influenciados digital. Eles investem pessoalmente em seu marketing pessoal, de modo que se tornaram fontes confiáveis de recomendação de seus seguidores. O que quer que esses microinfluenciadores digam, seus seguidores certamente assinarão embaixo.

Como encontrar microinfluenciadores?

Agora que você entendeu como funciona o trabalho com microinfluenciadores, deve estar se perguntando onde pode encontrá-los, certo?

Bom, a primeira dica é: não escolha alguém aleatoriamente. Certifique-se de que os seus influenciadores estão alinhados com a imagem da sua empresa.

Como dito, a maioria desses influenciadores são pessoas comuns. Assim, investigue-os em seus perfis de mídia social para se certificar de que são as pessoas certas para representar a sua empresa, pois, a última coisa que você quer, certamente, é trabalhar com alguém que comprometa a reputação de sua marca.

Você também quer ter certeza de que não está trabalhando com microinfluenciadores que representam marcas em conflito com seus produtos ou serviços.

Por exemplo: imagine alguém que administre uma empresa que cria produtos veganos e que evitar a crueldade contra animais faça parte da missão da marca. Seria uma ideia muito ruim trabalhar com um microinfluenciador que promova empresas que vendem jaquetas de couro, por exemplo.

Por isso, comece com seus seguidores existentes. É mais fácil trabalhar com alguém que conhece sua marca e já pode ter alguns de seus produtos.

Quem sabe, talvez eles até tenham postado sobre sua empresa no passado. Reserve algum tempo para descobrir se alguém que postou sobre sua marca nas mídias sociais tem muitos seguidores.

Ferramenta Instagram AnalyticsPowered by Rock Convert

Como iniciar uma estratégia com microinfluenciadores?

Agora que você já entendeu como encontrar os microinfluenciadores, separamos aqui algumas dicas para começar uma estratégia com eles para a sua empresa.

Use ferramentas para ajudá-lo a analisar possíveis influenciadores

Existem plataformas que ajudam na conexão entre microinfluenciadores e marcas. O Klear é um deles. O sistema analisa mais de 500 milhões de perfis em 60 mil categorias diferentes dos últimos cinco anos.

Ele permite que você restrinja sua pesquisa por rede, como Twitter, Instagram, YouTube ou blogs.

Se você quiser trabalhar com influenciadores nessa rede, pode se conectar diretamente a eles por meio dessa plataforma.

Você pode até trabalhar com vários influenciadores para cada campanha. Depois, você verá as análises de cada uma delas com informações valiosas.

O Klear mostra essas informações para cada influenciador em todas as plataformas sociais que elas usam para promover seus produtos.

Dessa forma, é mais fácil avaliar quais influenciadores estão tendo mais sucesso com sua marca. Estas são as pessoas com quem você vai querer trabalhar no futuro.

Há outro motivo pelo qual você deve usar ferramentas para analisar seus microinfluenciadores: você não pode simplesmente presumir que conhece o público-alvo deles.

Por exemplo: vamos supor que a sua empresa esteja segmentando homens entre 25 e 45 anos que moram na cidade de São Paulo ou nos arredores dela. Você, então, encontra um influente em potencial que é um homem de 22 anos que mora em São Paulo com 20 mil seguidores no Instagram. Perfeito, certo? Depende.

Só porque um microinfluenciador se encaixa no seu mercado-alvo não significa que seus seguidores também o façam. Se 80% dos seguidores dessa pessoa não se encaixarem no perfil da sua persona, procure outro microinfluenciador para representar seus produtos.

Microinfluenciadores com contas de negócios do Instagram, geralmente, têm análises detalhadas e insights sobre seus seguidores. Isso ajudará você a garantir que seus microinfluenciadores tenham os mesmos seguidores que se encaixam em seu mercado.

Como resultado, você verá uma taxa de engajamento maior, o que aumenta a credibilidade do que você está vendendo.

Peça para microinfluenciadores compartilharem uma história

Ter microinfluenciadores postando sobre sua marca é uma estratégia de Marketing eficaz. Mas, você precisa encontrar maneiras de maximizar o engajamento.

Dizer às pessoas que um produto é ótimo não é tão eficaz quanto mostrar que é ótimo. Uma das melhores maneiras de conseguir isso é dominando a arte de contar histórias.

Peça aos seus microinfluenciadores para que expliquem como seu produto melhorou suas vidas. Eles podem fazer isso postando nas redes sociais ou compartilhando essas histórias em suas avaliações on-line. Isso adiciona credibilidade à sua marca e produtos.

Construa relacionamentos de longo prazo com microinfluenciadores

Quando você procura um microinfluenciador para representar sua marca e agregar credibilidade aos seus produtos, pense em procurar alguém com quem possa criar um longo relacionamento de trabalho.

É mais fácil continuar trabalhando com os mesmos influenciadores em vez de encontrar um novo sempre que você quiser executar uma campanha. A não ser que o envolvimento deles seja baixo e os seguidores não responderem. Nesse caso, não há problema em você cortar os laços.

Mas se as coisas correrem bem nas primeiras campanhas, veja o que mais você pode conseguir com esse influenciador.

Digamos que você comece postando no Instagram. Em seguida, você pode passar para publicações no Facebook ou compartilhar sua história de sucesso em seu site.

Depois disso, peça a eles que escrevam comentários sobre seus produtos em vários sites de terceiros.

Repetição é fundamental. Quanto mais você conseguir que seus microinfluenciadores postem e falem sobre sua marca de forma consistente, mais eficaz será sua estratégia de Marketing.

Descubra quais microinfluenciadores seus concorrentes estão usando

Se você não pode vencê-los, junte-se a eles. Essa é uma estratégia comprovada pelo tempo e funciona. Se a campanha de Marketing de um concorrente está indo bem com um microinfluenciador, copie e fale com o influenciador.

Essas pessoas geralmente não estão vinculadas por contratos, portanto, você também pode buscá-las para que falem sobre seus produtos. Sobretudo quando se trata de nichos que não podem apostar em mídia paga, por exemplo.

Imagine uma empresa cujos produtos não atendam as regras de publicidade do Facebook e Instagram e, portanto, não possam ser divulgados por meio de anúncios. Em vez disso, o que pode ser feito é pedir que o microinfluenciador fale a respeito dos produtos em suas redes sociais.

Encontre microinfluenciadores a partir de hashtags

Hoje em dia, as hashtags são tudo quando se trata de Marketing em redes sociais. Você precisa saber quais hashtags são as mais comuns em relevância para sua campanha de Marketing e usar essas hashtags nas postagens de seus microinfluenciadores.

Aprenda tudo sobre Redes Sociais

De acordo com Amy Porterfield, autenticidade e engajamento são tudo quando o assunto é microinfluenciadores, pois eles podem ter um número menor de seguidores, mas seu envolvimento com o público é o verdadeiro negócio.

Afinal, eles estão ativamente envolvidos com seus seguidores de modo que, quando eles falam, as pessoas ouvem.

Assim, encontre esses influenciadores por meio de pesquisa de hashtag, podcasts e sugestões e faça contato com eles. Mas lembre-se: é muito importante investir em pessoas que já estejam engajadas com a persona que você pretende atingir.

Gostou de saber como utilizar microinfluenciadores? Não deixe de seguir estudando e veja as melhores práticas para fazer marketing no Youtube.

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Script de vendas: por que e como você deve montar um

Script de vendas: como montar um guia para seu time comercial

Quando um vendedor entra em contato com as leads geradas pela equipe de marketing, sua função é transformá-las em clientes. E, para ter certeza de que essa conversão está sendo feita da maneira certa, deve seguir um script de vendas que funciona como um guia que traz todos os passos do discurso comercial.

Os times de marketing têm como objetivo, nas empresas, gerar oportunidades de venda. E você já parou para pensar em que os vendedores fazem para convertê-las em clientes?

Há quem diga que bons vendedores são aqueles que têm lábia, um poder de convencimento capaz de transformar leads em clientes. Mas, será que isso é mesmo verdade? Certamente não.

O script de vendas é um roteiro que traz o passo a passo de como o vendedor deve abordar os prospects (ou seja, aqueles que têm potencial, mas ainda não se tornaram clientes) para fechar a negociação.

E, para que você saiba a importância que um script desses tem para um negócio, e também como montar um para a sua empresa, fique conosco até o final deste post, pois vamos mostrar tudo!

Por que o script de vendas é mais comum para vendedores internos?

Alguma vez você já ouviu o termo “processo de vendas”? Ele existe porque, de fato, a venda precisa seguir um processo previamente construído — e chamamos isso de script de vendas.

Em empresas que usam de as estratégias de Inbound Marketing, as vendas internas ocorrem dentro da empresa, ou seja, por meio de ligações telefônicas, conferências por Hangouts ou Skype e, no caso de vendas simples, até mesmo por e-mail ou redes sociais.

Contudo, é difícil fazer uma venda sem estar na presença do cliente, naquele tradicional “olho no olho” cuja negociação termina com um saudoso aperto de mão, não é mesmo?

Por essa razão, o vendedor interno precisa seguir o script para ter certeza de que a negociação está ocorrendo da forma certa.

Portanto, desde o momento em que o vendedor encontra uma lead com potencial para se tornar um cliente, ele deve seguir um roteiro que venha a tornar isso realidade.

Quando falamos em vendas complexas, essa abordagem costuma ser dividida em três momentos:

  • conexão;
  • reunião;
  • apresentação de proposta.

A conexão é uma ligação rápida cuja finalidade é saber se a lead tem chances de se tornar um cliente.

Por isso, nela, o vendedor precisa perguntar o que despertou o interesse dela pelos materiais da sua empresa (no caso de ser uma inbound lead), quais são os desafios e dificuldades que a distanciam de seu objetivo como consumidora (no caso de vendas B2C) ou como negócio (no caso de vendas B2B) e, o mais importante de tudo, se resolver esse problema é uma prioridade agora.

Caso a lead tenha passado por essas três perguntas e o vendedor perceba que vale a pena ir adiante, é marcada uma reunião que, nada mais é, do que uma conversa por telefone ou videoconferência com a finalidade de entender o que o possível novo cliente busca e como a sua empresa pode ajudá-lo a chegar lá.

Caso a reunião seja bem-sucedida, a proposta é apresentada, desde que o prospect não demonstre ser “bad fit”, isto é, parte de um grupo leads do B2B que apresentam sinais de que não serão bons clientes.

Por exemplo: uma empresa que oferece uma solução que funcione a longo prazo precisa que o cliente esteja com ela por um longo prazo também.

Do contrário, se ela demonstrar ao vendedor que poderá rescindir o contrato num curto prazo, sua entrada como cliente não será interessante para a empresa por se tratar de um possível churn.

E como o script de vendas pode ser aplicado por vendedores externos?

Ao contrário dos vendedores internos, aqueles que vão ao encontro presencial com o prospect dificilmente podem ficar consultando o script de vendas para fazer as perguntas certas nas horas certas — a fim de conduzir a reunião pelo processo comercial que leve a pessoa a dizer “sim” em vez do já conhecido e frustrante “vou pensar e, qualquer coisa, falo”.

Caso o roteiro de vendas seja extenso (sobretudo aqueles aplicados em médias e grandes empresas), o vendedor deve lembrar dos pontos mais importantes que montam o escopo de toda a conversa comercial, mesmo que sejam os quatro pontos fundamentais da venda que são:

  • Valor: este ponto diz respeito ao preço, ou seja, é quando o cliente precisa de um preço melhor para fechar o negócio;
  • Credibilidade: aqui, o cliente precisa acreditar que a sua solução é, de fato, a que ele vem procurando para resolver o problema que tem;
  • Urgência: não basta ter o dinheiro para comprar e acreditar no seu produto ou serviço, ele deve precisar disso agora para fechar negócio após a apresentação da proposta comercial ou dentro do mês (afinal, boa parte dos vendedores têm metas mensais);
  • Autoridade: se o prospect não for a pessoa que toma a decisão de compra, o vendedor deve envolver esse decisor na negociação a fim de obter o “sim” ou “não”.
CONTEÚDOS RECOMENDADOS

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Quais são as vantagens do script de vendas?

Alguns vendedores até podem ser bons e demonstrarem ter um talento comercial nato. Porém, se você confia os números do negócio que você gere ao “dom” de alguns vendedores, você correrá um sério risco.

Afinal, se esses vendedores talentosos deixarem a sua empresa ou você precisar treinar e escalar o time comercial, contratando mais pessoas, como conseguirá medir a competência desses novos representantes comerciais sendo o “dom” a única métrica?

Ao contar com um script de vendas, é possível analisar as aptidões comerciais de um vendedor, pois ele sabe conduzi-lo de forma estratégica durante uma negociação.

Portanto, mesmo aqueles que não tenham um talento comercial nativo, podem ser bem-sucedidos na carreira de vendas se souberem aplicar bem o script.

Em quais situações o script de vendas pode ser usado?

A venda complexa pode ser dividida em três momentos: conhecimento, educação e oferta. Vejamos agora como cada um é trabalhado e porque o script é tão importante neles.

A etapa do conhecimento ocorre nos primeiros momentos da reunião com o prospect. É assim chamada porque é quando o vendedor passa a conhecer mais sobre o possível novo cliente, quais são os problemas pelos quais ele passa e quais soluções podem ajudá-lo.

Essas informações são de suma importância na etapa seguinte, a educação. Nela, o vendedor apresenta ao prospect como poderá ajudá-lo por meio da solução oferecida pela sua empresa.

Afinal, um cliente não compra um produto pelo fato de ele ser maravilhoso, mas sim por como ele soluciona os seus problemas. Se isso não ficar claro para o prospect, ele não comprará.

Por fim, a oferta é a etapa final, pois nela o vendedor apresenta a sua solução, além de tirar confirmações e contornar objeções para a venda ser concluída com sucesso.

E, quando falamos em conclusão bem-sucedida, não nos referimos à venda e sim ao processo feito de acordo com o script.

Nem mesmo o melhor vendedor do mundo consegue vender em todas as negociações. Não há problema nenhum em perder uma venda, desde que o script tenha sido executado com sucesso a ponto de saber que a venda não ocorreu por outras razões (tais como o cliente ainda não estar no momento de compra ou no mesmo estágio do Uncle Bernie).

Como montar um script de vendas?

Da mesma forma que o roteiro de um filme traz tudo que nele acontece, um script de vendas deve prever tudo o que acontece no processo comercial.

Portanto, para construí-lo, é necessário fragmentá-lo em todos os momentos da negociação que listamos abaixo.

Objetivo

Há vendedores que costumam começar a reunião falando do seu produto ou serviço e este não é o melhor caminho.

Como dissemos, eles pouco importam para o cliente. Por isso, o primeiro ponto do script é saber qual é o objetivo do prospect.

Planejamento

Um vendedor não vai querer oferecer ao possível novo cliente uma solução que ele já conheça, pois isso seria o mesmo que chover no molhado.

Por isso, é importante saber o que o prospect anda fazendo para resolver o problema que tem.

Desafios

Porém, se apenas tomar ações para resolver os problemas que temos, de fato, os solucionasse, a vida seria muito mais fácil, não é mesmo? Mas, como a vida não é assim, todo cliente passa por desafios para alcançar os seus objetivos.

Tempo

Vendas estão ligadas à metas que podem ser semanais, mensais, trimestrais, semestrais ou anuais.

O tempo de compra de um cliente pode variar, afinal, empresas pequenas dão respostas rápidas, enquanto empresas grandes podem demorar até mais de 1 ano para assinar um contrato.

Por isso, o vendedor precisa saber o tempo da jornada de compra do cliente.

a jornada do clientePowered by Rock Convert

Orçamento

De nada adianta a oferta ser a melhor do mundo se estiver fora do alcance do cliente. Por isso, é essencial que o representante de vendas confirme que o produto ou serviço cabem no bolso do cliente.

Autoridade

Se a negociação é feita com a pessoa que não poderá tomar a decisão de compra, não será possível avançar com ela, a não ser que o decisor seja envolvido em algum momento da conversa, mesmo que seja unicamente o da proposta.

Implicância

A compra do produto ou serviço que a sua empresa oferece trará benefícios ao cliente, eles são reunidos na implicância que será causada na vida ou negócio do cliente.

Consequência

O contrário também pode acontecer. Uma vez que o cliente opte por não comprar a solução da sua empresa, o que acontecerá com ele?

O vendedor deve expor o que ocorrerá caso o negócio não seja fechado, por mais difícil que seja. Este é um dos pontos mais fortes do script no que diz respeito à conversão da venda, pois muitos clientes decidem comprar baseados no que eles perderão em vez do que ganharão ao fechar um negócio.

Estes são os pontos principais de um script de vendas que podem ser aplicados em variados processos comerciais, tais como Inside Sales e Inbound Sales.

E se você não sabe a diferença que existe entre os dois, confira este texto que escrevemos à respeito.

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Emoji para Facebook

Emoji para Facebook: saiba a forma correta de como usar

Sabe aquela carinha que você coloca nas mensagens do Facebook, WhatsApp e outros aplicativos? O nome desse elemento é Emoji. Ele vem encantando usuários de vários tipos, sobretudo os que usam Emoji para Facebook!

Ter um perfil empresarial nas redes sociais não significa, obrigatoriamente, seguir uma linguagem formal e engessada. É possível e até mesmo bem-aceito que, em plataformas como o Facebook, se use Emojis para comunicar com o público.

Porém, deve-se ter cuidado para, ainda sim, passar credibilidade nos conteúdos veiculados.

Veja, em nosso post, as boas práticas e quais os Emojis que fazem mais sucesso. Acompanhe!

Afinal, o que são Emojis?

Antes de falarmos sobre as formas corretas de usá-los, precisamos deixar claro o seu significado. Muita gente acha que Emoji e Emoticon são a mesma coisa, mas isso é um erro!

O Emoticon veio primeiro. Em 1982 só era possível utilizar caracteres básicos de texto. Então, os Emoticons eram elementos simples, criados para expressar emoções humanas, como feliz =) ou triste =( .

Já no final dos anos 90 é que os Emojis deram as caras, literalmente. O recurso começou no Japão, mas não demorou para ganhar o mundo.

De tempos em tempos vemos novas atualizações e mais opções. Além das emoções humanas (Emoticons), hoje dá para representarmos com imagens os lugares, esportes, símbolos e pessoas — até o querido Papai Noel está entre as opções!

Mas por que usar os Emojis?

Certamente você já ouviu a frase de que “uma imagem vale mais do que mil palavras”. Os Emojis provam que isso é verdade.

Uma simples carinha feliz em meio a uma mensagem composta por um conjunto extenso de palavras é capaz de agregar uma proximidade do leitor com as empresas.

Duvida? Então você precisa conhecer a pesquisa realizada pelo Dr. Ownen Churches, da Universidade Flinders, na Austrália.

Ele se dedicou para estudar como o uso dos Emojis influenciava no comportamento das pessoas e fez uma grande descoberta: nosso cérebro consegue interpretar essas imagens como rostos humanos reais!

Ou seja, quando nós incluímos um Emoji em uma mensagem, o usuário tem uma percepção mais próxima, uma conexão maior. Isso pode intensificar o que desejamos transmitir.

Por exemplo, se você deseja falar para alguém que está irritado, ao inserir o Emoji correto ao final da frase, a pessoa terá essa percepção mais clara do que simplesmente com o texto escrito.

Será que Emoji para Facebook é bem-aceito em páginas de empresas?

Estamos vivendo a era da experiência. Os consumidores se tornaram mais exigentes e querem uma comunicação mais rápida e eficiente.

Para atender essa exigência, as empresas tiveram que aderir a vários canais de interação, como aplicativos de mensagens e as redes sociais.

No entanto, o usuário não quer um contato mecanizado. Ele quer proximidade com a marca, saber com quem ele está falando.

Por isso, utilizar Emojis no Facebook de empresas é uma grande sacada! Afinal, eles conseguem dar um tom de descontração, proximidade e ainda intensificam aquilo que você deseja transmitir.

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Mesmo aquelas empresas com perfil mais sério podem usufruir dessas imagens, basta saber utilizar da melhor maneira possível.

Para se ter uma ideia, empresas como Bud Light, Chevrolet e Ford já aderiram ao poder dos Emojis, criando campanhas de divulgação somente com as ilustrações.

A Ford utilizou uma estratégia bem interessante para gerar engajamento com o público. Ela lançou a campanha Ford Focus “Let’s Go”. Nela, a empresa disponibilizava Emojis e stickers exclusivos do carro.

Como resultados, a montadora relata que mais de 25 mil downloads dos Emojis foram feitos diariamente, no período de 10 dias. Além disso, a publicação nas redes sociais alcançou mais de 40 mil compartilhamentos, o que gerou um número grandioso de impressões, ultrapassando a marca de um milhão!

Se você for pensar no baixo custo dessa ação e no efeito, foi uma baita estratégia!

Quais são os números dos Emojis?

Você sabia que existe até o Dia Mundial dos Emojis? A data é comemorada em 17 de julho!

No Brasil, o Emoji que mais utilizamos é aquele da carinha feliz com olhos de coração.

Segundo dados divulgados pelo Facebook, mais de 700 milhões de Emojis são utilizados diariamente na rede social. Além disso, no Messenger, mais de 900 milhões de mensagens são trocadas por dia contendo apenas as imagens, sem qualquer texto!

Como utilizar o Emoji correto?

Então a receita para o sucesso é encher as mensagens de Emojis? Nada disso! Mais do que adicionar as imagens aos seus textos, é preciso saber escolher bem qual se encaixa corretamente e o momento certo de usá-las.

Com um simples Emoji você pode mudar totalmente o sentido da sua frase. Então, tome cuidado!

Para utilizar corretamente as imagens você precisa pensar no contexto da mensagem. Existem alguns Emojis que podem apresentar um duplo sentido ao leitor e, por isso, devem ser evitados para que não haja confusão.

Além disso, certifique-se que o seu público vai entender a mensagem utilizando as imagens. Não faz nenhum sentido criar uma campanha com símbolos que a sua audiência não tem conhecimento, certo?

Ainda, tome cuidado com o excesso de Emojis nas suas frases. Você deve usar o recurso com cautela. Criar uma mensagem com uma grande mistura de imagens e textos pode prejudicar a experiência do seu público.

Também é bastante recomendado que você não utilize o recurso quando tiver tratando uma reclamação ou crítica. Esses momentos devem ter uma seriedade maior e se você usa um Emoji, pode transparecer ao usuário que você não está levando isso a sério.

Então, como vimos ao longo deste conteúdo, utilizar os Emojis nas campanhas das empresas é uma excelente estratégia, desde que feita com planejamento e bom senso.

As imagens conseguem intensificar a comunicação e dar mais ênfase naquilo que você deseja expressar. Além disso, os Emojis podem ser úteis para humanizar a marca, aproximando o público e gerando uma comunicação mais eficiente.

Tenha atenção com os pontos que listamos, com os momentos certos e errados para se usar as imagens. Assim você conseguirá criar boas mensagens e engajar seus seguidores

Para continuar se aprofundando em Mídias Sociais confira nosso curso de Gestão de Mídias Sociais. Com esse curso da Universidade Rock Content você vai aprender o que é necessário para gerenciar uma estratégia completa de redes sociais para empresas.

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Capa para Facebook

Capa para Facebook: confira 7 dicas para otimizar a sua

Por mais que não pareça, a capa do Facebook é um ponto estratégico dentro de uma página na rede social. Confira 7 formas de otimizar sua capa e captar a atenção do público.

As redes sociais mudam constantemente. Às vezes são mudanças internas, porém quem utiliza mídias sociais como ferramenta de trabalho deve acompanhar todas elas.

O Facebook, rei das redes sociais, está presente no dia a dia de uma grande parcela da população mundial.

Sendo assim, toda marca presente nessa plataforma deve estar atento às mudanças e, sempre que puder, aprimorar a sua página para causar a melhor impressão possível.

Neste post trataremos sobre um elemento que, apesar de importante, muitas vezes não é levado muito a sério para quem cria uma página: a capa.

Sim, pode parecer diferente fazer um post só para falar dela, mas ainda que não acredite, você pode explorar esse detalhe mais do que imagina. Continue lendo e descubra como!

7 dicas para otimizar a sua capa para Facebook

Se você tem a mesma foto de capa faz já um bom tempo, chegou o momento de mudar.

Com certeza muitas coisas se modificaram desde a última vez que você trocou a sua imagem, começando desde as especificações. Então, vamos às dicas para você aprimorar a sua capa!

1. Pense no conceito que quer transmitir

A primeira coisa que você deverá fazer é pensar no conceito que quer transmitir.

Pense na sua persona e o tipo de imagem que pode causar impacto nela. Essa imagem vai permitir que você se conecte com seu público e será uma das primeiras formas de comunicação entre vocês.

Dê uma olhada nas estatísticas do Facebook e faça uma análise dos seus seguidores, você pode encontrar informações que podem ajudar a escolher uma capa que cause impacto. 

2. Decida se vai colocar uma foto, um vídeo ou um slide de fotos

Agora você pode colocar uma imagem, um vídeo ou uma apresentação multimídia na capa do Facebook.

Se quiser colocar uma apresentação multimídia é só clicar na primeira opção no canto superior esquerdo da imagem da capa para fazer a alteração.

O Facebook vai selecionar algumas fotos da sua linha do tempo, mas você pode fazer a edição como preferir. Se as imagens não forem do tamanho adequado a plataforma vai fazer a adaptação.

Se decidir colocar um vídeo, lembre-se que deve ter pelo menos 820 x 312 pixels e deve durar entre 20 e 90 segundos — ele será reproduzido em loop. O Facebook recomenda que, para melhores resultados, o vídeo escolhido deverá ter 820 x 462.

Subir um vídeo como capa do Facebook é tão fácil quanto subir uma imagem, só precisa seguir as instruções dadas pela plataforma.

E lembre-se um vídeo pode criar mais engajamento que uma foto.

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3. Siga as normas do Facebook para criar a sua capa

Quando você cria sua página no Facebook você concorda com os termos da plataforma, caso contrário você pode até perder a sua página.

Portanto, lembre-se que as capas não podem ter conteúdo falso, que induzam ao erro, tendenciosos, ou que violem os direitos autorais de alguém.

4. Lembre-se das medidas da capa

O Facebook atualizou essas medidas recentemente. As dimensões da foto da capa são 820 x 312 nos computadores e 640 x 360 em telefones celulares. É recomendável ter no mínimo 400 pixels de largura e 150 pixels de altura.

Na própria página de ajuda do Facebook informam que um arquivo sRGB JPG, de 851 x 315 pixels, carrega mais rapidamente. Para isso ele deve ter até 100 KB.

No caso da imagem conter texto ou logotipo os arquivos PNG proporcionam melhores resultados.

5. Verifique que toda a informação importante da sua imagem aparece

Mesmo que você siga as recomendações do tamanho da imagem, pode ser que a foto não apareça por completo.

Portanto, verifique se após a publicação a sua imagem mostra tudo o que você considera importante.

Lembre-se de fazer esta conferência tanto no computador quanto em um telefone celular.

6. Integre a sua capa com o resto do seu perfil

Você pode integrar a sua capa com o resto da sua página de várias maneiras.

Pode colocar elementos na sua foto de perfil que conversem com elementos da capa. No entanto, tenha em mente que a foto de perfil das páginas de Facebook não aparecem mais em cima da foto da capa, agora isso só acontece nos perfis pessoais.

Você pode colocar uma seta, por exemplo, apontando o botão de chamada à ação que está na parte inferior da capa à direita. A sua criatividade não tem limites, explore ela!

7. Você pode colocar texto na sua imagem

A imagem da sua capa pode ter texto sim, mas considerando a recomendação que o Facebook da para todas as imagens veiculadas.

Eles recomendam que uma imagem não deve ter mais do que 20% de texto, isso porque uma ilustração com muito texto piora a experiência do usuário.

É considerado como texto as letras inseridas na foto ou ilustração, logotipos baseados em texto e marcas d’água.

Para descobrir se a imagem que você quer utilizar está dentro da porcentagem de texto recomendável você pode usar uma ferramenta da própria plataforma que indica se a porcentagem de texto é correta, baixa, média ou alta.

Se a sua imagem for considerada com muito texto, você pode mudar a fonte ou reduzir o tamanho da letra, do logo ou da marca d’água.

Com essas 7 dicas você poderá criar uma capa de Facebook que chame a atenção do seu público e que colabore com a criação da imagem da sua marca.

Se interessou pelo assunto? Quer aprender mais sobre marketing em redes sociais? Então, faça a sua matrícula no curso de Gestão de Mídias Sociais da Universidade Rock Content e comece a aprender hoje mesmo!

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