Joana Moraes


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Tendências do marketing educacional para 2019

Impulsione os resultados da sua IES com as 7 melhores tendências do Marketing Educacional para 2019

Em um cenário de dificuldades para Instituições de Ensino Superior, a grande aposta é o Marketing Digital como forma de aproximação das instituições com o público.

Em meio ao cenário negativo, muitas faculdades se beneficiam pelo crescimento da popularidade dos cursos EAD no Brasil.

Segundo a Veja, o Ensino a Distância em 2018 foi a modalidade escolhida por cerca de 1,5 milhões de alunos de nível superior e já representa quase um terço dos novos entrantes.

Fica claro que o segmento de Educação não está imune à Transformação Digital. Assim, é cada vez mais necessário se empenhar para entregar valor, mudando estruturas tradicionais dentro das instituições.

Ter uma boa produção de conteúdo será apenas um dos fatores para o sucesso da sua Instituição de Ensino em 2019.

Prepare-se para levá-lo a um próximo nível, acompanhando as ferramentas e estratégias do momento.

1. Omnichannel

A estratégia Omnichannel se baseia na interligação de diferentes canais de aquisição de alunos.

As estratégias de captação de alunos offline não serão abandonadas, mas o objetivo de 2019 será estreitar a relação entre esses meios tradicionais e a captação online.

Nesse sentido, um canal deve ajudar o outro no fortalecimento da relação da Instituição de Ensino com os alunos. Afinal, para eles, a marca por trás de todos esses canais é a mesma e o que importa é a experiência como um todo.

Para isso, é essencial ter a equipe de atendimento preparada para gerenciar vários canais de comunicação e ter os times alinhados em relação a informações como os fechamentos de matrícula, materiais mais acessados e outros dados.

Em meio a tantas ferramentas de marketing, ter um sistema de Business Intelligence (BI) facilita a integração de toda a base de dados.

Esse tipo de software compila os dados para permitir a construção de relatórios que te auxiliarão na análise das estratégias para a equipe. Ele facilita o gerenciamento dos canais e ajuda a medir os resultados.

Dessa forma, as tomadas de decisão serão muito mais inteligentes e assertivas.

2. Conteúdo em vídeo

O conteúdo em vídeo é indispensável para os cursos à distância, isso todos sabemos.

Atualmente, até cursos presenciais adotam recursos de mídia online para dinamizar o aprendizado dos estudantes.

Além disso, o Vídeo Marketing pode ser utilizado para atrair potenciais alunos, sendo uma forma excelente de persuadir e engajar os visitantes do site, além de ajudar a aumentar o tráfego orgânico.

Na Content Trends – Educação de 2018, averiguamos que as Instituições de Ensino consideram os vídeos como um dos fatores mais importantes para o processo de aquisição de alunos:

Tendênciais do marketing educacional funil

Esse formato de conteúdo digital inclui os webinars e videoposts e pode ser adaptado para blog, redes sociais e até Landing Pages.

De acordo com a Single Grain, as Landing Pages com vídeos têm o potencial de conversão aumentado em 800% vezes, e eles fazem com que 88% dos visitantes fiquem mais tempo no site.

O conteúdo em vídeo é especialmente relevante nas redes sociais, pelo poder de viralização e pela popularidade dos Stories sobretudo entre o público jovem.

Dessa forma, os vídeos são também úteis para melhorar o engajamento e satisfação dos alunos atuais!

È importante lembrar que eles serão assistidos e compartilhados pelo celular, e portanto devem ser otimizados também para uso mobile.

Manual do uso de Vídeos no MKT Conteúdo

3. Marketing de experiência

Engana-se quem pensa que apenas os produtos tangíveis podem ser testados.

O marketing de experiência também é aplicado na Educação para gerar um diferencial e mostrar o valor do serviço!

Por exemplo, as aulas experimentais e tourspelo campus podem ser utilizados para que o futuro aluno ganhe mais confiança na Instituição de Ensino.

Outra ideia é disponibilizar um tour virtual para apresentar a infraestrutura para os futuros alunos! Veja o exemplo no site da Uninorte:

Tendências de marketing educacional exemplo

E esse tipo de experiência deve estar disponível não apenas quando solicitado!

As instituições que utilizam essas possibilidades de forma ativa, convidando os interessados a experimentar aquilo que oferecem conquistam muito mais alunos e seus pais, que em muitos casos são os responsáveis pela avaliação de custo-benefício.

Por isso, é relevante deixá-los testar as qualidades da Instituição para aumentar a confiança antes mesmo da matrícula.

4. Conteúdo gerado pelo usuário

O famoso boca-a-boca está mais vivo do que nunca. Além de tudo, ele está evoluindo para se alinhar ao cenário digital.

Ao trazer o conteúdo gerado por alunos e ex-alunos em formatos criativos e atrativos, a sua instituição de ensino aproveitará o marketing de recomendação e aliando-o às novas tecnologias que ajudam a dinamizar essa estratégia.

O User Generated Content (UCG) pode aumentar em 90% o tempo que os usuários gastam no seu site, e ainda aumenta as chances de os usuários retornarem à sua página!

Por exemplo, se sua Instituição de Ensino já possui um blog, aproveite para compartilhar depoimentos escritos pelos seus próprios alunos para dar uma perspectiva mais realista e confiável à qualidade da IE.

Além disso, você pode estimular a geração de conteúdo por alunos, criando momentos e cenários para que eles compartilhem experiências cotidianas na instituição.

A Universidade da Califórnia em Los Angeles, por exemplo, promoveu a hashtag #sceneatUCLA para incentivar que os alunos compartilhem fotos de cenários interessantes no campus.

Veja abaixo o exemplo do post na conta do Instagram da UCLA, que menciona na descrição o perfil da aluna que tirou a foto:

Tendências do marketing educacional exemplo 2

Interaja você também com seus alunos para criar um clima de comunidade na instituição e fazer com que eles se tornem defensores da sua marca!

5. Marketing de influenciadores

Ao mesmo tempo que a importância do conteúdo gerado por usuários aumentou, os usuários se tornaram mais criteriosos em relação a quem comunica o nome da marca.

O marketing de influenciadores é hoje a grande aposta de muitas marcas.

O influencer têm o papel de compartilhar sua realidade como aluno e ao mesmo tempo melhorar a visibilidade e a imagem da instituição, mostrando suas vivências pessoais.

Assim, eles conseguem atingir seus seguidores com muito mais credibilidade e naturalidade do que, por exemplo, um ator famoso em uma propaganda atingiria.

É provável que sua instituição já possua alunos com grande poder de influência nas redes sociais.

Então, tente conhecer melhor o seu público para descobrir essas pessoas, e incentive-as a compartilhar mais experiências positivas dentro da instituição!

Infográfico sobre Influenciadores Digitais

6. Uso de Chatbots

Muitas Instituições de Ensino já começaram a utilizam Chatbots para agilizar e dar escalabilidade ao atendimento aos estudantes interessados em se matricular.

A tendência é que essa ferramenta de comunicação automatizada se torne ainda mais difundida, sofisticada e aceita por usuários no próximo ano com o desenvolvimento das tecnologias de machine learning e inteligência artificial.

Assim, será possível aproximar ainda mais a linguagem com o seu público e torná-la o mais humanizada possível, além de alinhada à identidade da empresa e ao tipo de conversa.

Em vez de o potencial aluno ter que procurar um telefone para contato ou uma sessão do site que com perguntas mais frequentes, ele pode solucionar suas dúvidas de forma instantânea no chat!

Todavia, o uso dos Chatbots não deve substituir a sua equipe de Inside Sales ou atendimento ao aluno.

Na verdade, eles servem para ajudar o trabalho dessas pessoas, que podem se concentrar na parte mais complexa do atendimento, otimizando a gestão de tempo e recursos dentro da IE.

7. Novas estratégias de retenção

Com a queda na captação de alunos em cursos presenciais, as IES começaram a se preocupar ainda mais em manter os alunos já matriculados.

Desde então, as equipes começaram a ser reestruturadas para organizar melhor a tarefa relacionada a fortalecer o relacionamento com o aluno e melhorar a taxa de retenção.

Dentre algumas das novas táticas implementadas, podemos citar a gestão inteligente dos perfis nas mídias sociais, que deixam de ser usados esporadicamente e sem qualquer planejamento.

Além disso, em 2019 mais IEs adotarão plataformas de desenvolvimento da carreira do aluno, para entender melhor as necessidades e interesses dos alunos e auxiliá-los a atingir seus objetivos.

A ideia é tornar a relação o mais personalizada possível e fazer com que estudar na sua instituição faça sentido aos seus estudantes durante toda a jornada.

Assim, eles podem direcionar os esforços para o objetivo almejado, e sua Instituição de Ensino poderá fazer parte da construção do futuro dos alunos!

Afinal, este é propósito da Educação.

Se depois de conhecer todas essas tendências você ainda quer conhecer ainda mais estratégias e técnicas para impulsionar os resultados da sua IE, então confira também o nosso material sobre Marketing de Conteúdo e Inbound Marketing para o setor educacional!

Marketing-de-conteudo-para-instituicoes-de-ensino

Por que ter um blog para sua Instituição de Ensino Superior

Por que você precisa de um blog para sua Instituição de Ensino Superior?

Cada vez mais, Instituições de Ensino Superior têm migrado o foco das campanhas tradicionais e integrado o marketing offline com o marketing online para atrair e engajar alunos.

Se o marketing tradicional já não funciona como antes para a cética geração dos Millenials, quem dirá para a nova Geração Z, que desconhece um mundo sem a Internet e é também a geração das incertezas no mercado de trabalho.

Diante das dúvidas em relação ao futuro e o ceticismo desses jovens, destacam-se as marcas que sabem como se posicionar e são capazes de criar empatia com os possíveis clientes.

Assim, uma Instituição de Ensino Superior que entende bem o tipo de informação que seu potencial estudante procura, tem maior probabilidade de fornecer as respostas que ele quer ouvir e, assim, gerar autoridade e iniciar um relacionamento.

Por entenderem bem esse cenário, muitas faculdades e universidades já conseguiram superar esse desafio e sair na frente dos concorrentes com uma solução bem simples: criar um blog!

Continue a leitura para aprender como usar um blog para sua Instituição de Ensino Superior e como ele pode ajudar a captar, reter alunos, e ainda reduzir os custos de aquisição de cada estudante.

Como é o mercado do Ensino Superior?

No competitivo mercado de Instituições de Ensino Superior, é um desafio superar as campanhas semestrais dos gigantes. Felizmente, o Marketing de Conteúdo possibilita uma concorrência mais justa de pequenas e grandes empresas na Internet.

Porém, essa estratégia não é mais uma novidade. A Content Trends – Educação averiguou que 76,5% das Instituições de Ensino brasileiras já começaram a utilizá-la, fazendo com que a média de visitas no site seja 34.4 vezes maior do que a de uma Instituição de Ensino que não adota o Marketing de Conteúdo.

Isso porque no mundo digital, quem ganha mais visibilidade não é a instituição com mais tradição ou maior orçamento, mas a que oferece o conteúdo mais valioso ao público.

Embora muitos profissionais do marketing educacional acreditem que os textos tenham perdido espaço para o conteúdo em vídeo, uma pesquisa da MStoner constatou um cenário diferente.

A maioria dos adolescentes de fato prefere artigos e mensagens de texto de sua IES do que vídeos, e consideram muito importante que a instituição tenha conteúdo escrito no site.

A Content Trends – Educação também constatou que 67,8% dessas instituições de ensino têm um blog como canal de divulgação de conteúdos, atrás apenas das redes sociais.

Content Trends Edu

4 Motivos para criar um blog para sua Instituição de Ensino Superior

Com outras faculdades, universidades e centros universitários aderindo a essa ideia e o seu público pedindo por ela, você ainda tem motivos para escolher ficar para trás?

Vamos às grandes vantagens que justificam a necessidade de incorporar o blog à sua estratégia de marketing digital:

1. Aumentar a visibilidade da instituição

O principal objetivo das IES pesquisadas com a criação de um blog é a geração de leads para o time de vendas.

Mas uma IES só vai conseguir gerar um número satisfatório de leads pela página se tiverem um bom posicionamento digital. Afinal, os “visitantes” estão no primeiro estágio dos funis de marketing e vendas do Ensino Superior:

funil de vendas para blog para sua instituição de ensino superior

Imagine promover um evento para possíveis alunos e quase ninguém aparecer. O número de leads conquistadas com aquele evento seria nulo ou baixíssimo, certo?

No marketing digital, também funciona assim. Quanto mais visitantes o seu site tiver, mais leads poderão ser geradas para futuramente passar pelos outros estágios até a matrícula.

No mais, a criação de um blog para sua Instituição de Ensino Superior possibilita explorar outros assuntos que não estejam diretamente relacionados à própria IES, atraindo as pessoas que ainda não conhecem sua marca.

Por isso, não fale apenas da própria instituição. É preciso fornecer informações úteis aos alunos e tentar sanar suas dúvidas.

Além de conteúdos que o site institucional já possui (como notícias e informações acadêmicas), o blog é o espaço ideal para se conectar com o potencial estudante.

Ainda, não basta ter um conteúdo extremamente relevante – é preciso que ele seja identificado pelos mecanismos de busca como o Google.

Para isso, o texto deve estar otimizado para SEO, com palavras chaves relevantes, padronização de formatação, design responsivo, otimização para leitura em aparelhos móveis e linkagens.

Aprenda tudo sobre SEO

Essa otimização para os mecanismos de busca possibilita que a sua página seja facilmente encontrada pelo Google sem você precisar recorrer aos anúncios pagos, o que reduz seu custo de aquisição de clientes.

(Entenda melhor sobre o tráfego orgânico e pago neste link)

Dessa maneira, o seu blog poderá ser um ótimo canal de geração de leads e de captação de alunos organicamente, por meio do Inbound Marketing Educacional para ajudar seu time de vendas a aumentar o número de inscritos e matriculados!

Agora que já falamos sobre a visibilidade para a instituição, vamos falar sobre como o blog será relevante para os leitores.

2. Conquistar futuros alunos

Além de atrair, o conteúdo do blog deverá ensinar e ajudar os leitores. Um blog interessante poderá aumentar a probabilidade de conversão de visitantes em leads e alunos.

(Dê uma olhada neste artigo para aprender a converter leads em alunos, e este aqui sobre a ferramenta de automação de marketing que é indispensável para fazer isso acontecer).

Mas o que é um conteúdo relevante para esse jovem? Isso vai depender do perfil do aluno da IES e de seu momento no processo de compra.

Uma dica muito boa para entender melhor quem é esse aluno, levando em conta também suas dores e interesses e, assim, produzir um conteúdo que será útil a ele, é a criação de personas para sua IES.

Guia para criação de personas

Mas sua persona pode estar em diferentes estágios da jornada do estudante até a matrícula: descoberta, consideração ou decisão.

A grande vantagem de criar um blog para sua IES, neste caso, é poder comunicar com esse jovem durante todos estágios de compra, antes dele chegar ao fundo de funil.

Portanto, sua instituição poderá iniciar um relacionamento com o potencial aluno de graduação desde o ensino médio, fornecendo informações sobre vida acadêmica, estudos, cursos ou carreiras.

Veja este post sobre a carreira em Administração, por exemplo, que já gerou quase 10 mil visualizações no blog da Faculdade de Rondônia:

psot do blog para sua instituição de ensino superior

Imagine só quantas leads puderam ser geradas com este post e outros no blog!

Com um blog, você pode conversar também com os potenciais alunos de pós-graduação sobre os benefícios da especialização, oportunidades na área, dicas de networking (como neste post no blog da Fundação Dom Cabral) ou mesmo os custos (veja este post da UCEFF).

Um detalhe importante: além de ter em mente quem são as personas e o qual o tipo de conteúdo adequado, é preciso saber como falar com ela.

Novamente, o blog será seu instrumento para acertar na linguagem com o estudante, a partir do momento que você se aproximar ainda mais dele.

Veja a seguir como o blog promove essa aproximação com o aluno!

3. Fortalecer a relação com os atuais alunos

Ainda segundo a Content Trends de Educação, o maior desafio em Marketing de Conteúdo para as instituições de ensino pesquisadas é produzir conteúdos que engajem o público.

E ter esse engajamento é indispensável para o sucesso do blog. Além disso, aumentar a confiança na relação com o estudante facilita a fidelização com a marca, podendo melhorar a taxa de retenção de alunos.

Além disso, encantar o atual aluno pode fazer com que ele seja um promotor da marca, aumentando a credibilidade da Instituição de Ensino Superior!

Para estabelecer uma linguagem com seus alunos, a IES deve ter bem claro:

  • Seus valores e diferenciais;
  • Como os alunos conversam e interagem;
  • A forma com que a instituição pode contribuir .

Para ajudar nessas tarefas, é válido promover o diálogo com os alunos, fazendo perguntas, abrindo espaço para comentários e sugestões e promovendo o blog tanto nas redes sociais quanto presencialmente.

Kit Marketing nas Redes Sociais

Obviamente, não adianta ter um discurso impecável e não ser na prática uma instituição parceira do estudante e oferecer um ensino de qualidade. Portanto, não abre mão dos investimentos na infraestrutura e no corpo docente.

Falando em corpo docente, é interessante convidar os professores a contribuírem para o blog com seus próprios posts e contar aos alunos algo sobre sua experiência e gosto pela área na qual atua!

Neste caso, os posts devem ser feitos de forma menos acadêmica, para potenciais alunos com algo que interessa a eles.

Mas para falar a verdade: quem mais conhece os seus alunos, seus interesses e linguagem do que eles mesmos?!

Por isso, outra ótima ideia é trazer seus próprios alunos para escrever para o blog da sua IES!

Esse conteúdo, por ser um depoimento da vida acadêmica, pode abordar sobre as qualidades da instituição, o início de carreira ou outros assuntos diversos.

Por exemplo: a Universidade de Vermont, nos Estados Unidos, tem uma sessão no blog reservada para os alunos compartilharem dicas e conselhos, como uma forma de tangibilizar o papel da IES em ajudar os alunos alcançar seus objetivos.

Seus alunos podem também aproveitar a oportunidade para explicar sobre os assuntos que dominam e melhorar a reputação nas redes já pensando no mercado de trabalho.

Ainda, podem ser produtores de conteúdo freelancers para a sua instituição! (Gostou da ideia? A gente te explica como colocá-la em prática!)

E como saber se o investimento tem gerado bons resultados em relação à visibilidade, captação e engajamento de alunos?

Por último e não menos importante, falaremos da vantagem do controle de métricas do blog:

4. Mensurar o investimento

O marketing digital tem uma grande vantagem em relação ao mundo offline: os resultados são mensuráveis durante todo o processo.

Assim, os KPIs são definidos logo no planejamento da estratégia junto aos objetivos, e são eles que darão previsibilidade aos retornos e indicarão os erros e acertos. Sem eles, é impossível saber se as táticas deram certo, e se você deve alterá-las ou não.

Os indicadores mais comuns para medir os resultados do blog são as métricas de acesso, como número de usuários e palavras chaves ranqueadas, e as métricas de comportamento,como páginas mais acessadas e regionalidade.

Não deixe de utilizar o Google Analytics para analisar todos esses números!

Conclusão

As Instituições de Ensino Superior estão repletas de potenciais leitores e redatores de um blog, e utilizá-lo como ferramenta de recrutamento é uma oportunidade incrível.

Sendo assim, certifique-se de manter seus futuros e atuais alunos em mente em todas as fases de planejamento, produção, seleção de escritores e publicação.

Concentrando-se no público primeiro e você sairá na frente de muitas IES que têm apenas o site institucional para o branding.

Mas cuidado: o foco principal não deve ser de maximizar o volume de postagens.

Mais importante que isso é garantir um bom volume de conteúdo de qualidade com organização e uma estratégia forte para que esses resultados sejam alcançáveis!

E então, a sua IES já começou a se planejar?!

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como calcular o ROI de um evento

Como calcular o ROI de um evento?

Se você pensa que seu evento foi um sucesso apenas por ter recebido muitos aplausos e elogios, alerta vermelho! Para não cantar vitória antes da hora apenas por achar que os convidados saíram satisfeitos, vamos ajudar você a avaliar o real benefício dos eventos corporativos de forma quantitativa.

Como nas interações virtuais, em que entendemos ser imprescindível acompanhar as métricas de sucesso da estratégia, nas interações presenciais também é necessária uma análise de desempenho para entender se o investimento é válido.

Isso porque, por mais que as interações presenciais da empresa com o público sejam quase sempre benéficas para a questão de branding, pode ser que os eventos não estejam gerando um impacto positivo no balanço da empresa. Nesse caso, é importante reavaliar a forma com que esse evento foi planejado e executado se a intenção é de ter um retorno financeiro.

Quer saber como chegar a essa conclusão? Então aprenda conosco a calcular o ROI de um evento.

ROI — “Return over Investment “

Com esse indicador, os decisores podem analisar quais investimentos realmente valem a pena e quais não estão dando certo, a fim de tomar decisões estratégicas e baseadas em dados para otimizar os resultados financeiros.

Esses investimentos podem ser, por exemplo, campanhas de Marketing, novas plataformas e estratégias, treinamentos ou os eventos corporativos, sobre os quais trataremos neste artigo.

A fórmula para obter o ROI é bem simples. Basta dividir o lucro líquido (RECEITA – CUSTO) pelo investimento (CUSTO) e transformar o resultado em porcentagem.

Assim:

Como calcular o ROI

Lembrando o significado dos termos:

• receita: o que é arrecadado por conta das vendas;

• custo: todas aquelas despesas necessárias para permitir a viabilidade do investimento.

Essa fórmula pode ser utilizada para analisar o negócio de forma geral ou uma área individualmente como seria o caso do ROI de um evento.

Portanto, o valor da receita deve representar apenas os ganhos obtidos por conta de determinado projeto. Da mesma forma, o valor do custo deve representar apenas o que a empresa gastou para seu planejamento e execução.

Multiplicando a conta entre os parênteses por 100, conseguimos, então, um resultado final em porcentagem. Isso é importante para possibilitar a comparação de diferentes ações e estratégias e saber para que lado os esforços devem ser direcionados.

Mas como utilizar essa fórmula para saber se os eventos estão gerando retorno para a empresa? Continue a leitura para entender melhor!

Aplicação da fórmula

É fácil medir o ROI de um evento quando a arrecadação é imediata, com a venda de produtos e ingressos.

Nesse caso, podemos aplicar a metodologia acima considerando a receita como o total arrecadado com o evento, e o custo como o preço pago por tudo o que for necessário para realização desse evento, como gastos com organização, pessoal, comida e infraestrutura.

Vamos a um exemplo!

Imagine que você investiu:

  • R$ 20 mil no o aluguel de um espaço;
  • R$ 10 mil com o cerimonial;
  • R$ 5 mil na divulgação do evento;
  • R$ 10 mil em decoração e brindes;
  • R$ 5 mil na apresentação uma banda;

Assim, temos o total de R$ 50 mil investido.

Imagine agora que a empresa arrecadou R$ 100 mil com o ingresso dos pagantes, R$ 100 mil com patrocinadores e mais R$ 50 mil com a venda de produtos nos stands, totalizando R$ 250.000 de receita.

Ao aplicar a fórmula do ROI, temos que R$ 250.000 – R$ 50.000 / 50.000 será igual a 4.

Multiplicando por 100, encontramos o ROI de 400%, isto é: o retorno do evento seria de 4 vezes o investimento inicial.

Isso quer dizer que, analisando o custo e a receita, esse evento teve um retorno excelente! Mas sabia que podemos também analisar esses retorno do ponto de vista não-financeiro?

Veja abaixo outros aspectos importantes para avaliar o retorno do evento!

Retornos intangíveis

Agora que você já entendeu como calcular o ROI, deve também se atentar para outros fatores relevantes na avaliação do investimento.

Isso porque nem todo evento tem como prioridade a geração de receita para a empresa. Essa questão depende dos objetivos traçados inicialmente.

Além do cálculo explicado de retorno baseados no custo e na receita, há certamente de se levar em conta outros fatos mais difíceis de serem mensurados.

Branding

Estar presente em certos eventos melhora a confiança de atuais clientes em relação a sua empresa, melhorando os índices de retenção, além de ajudar a fortalecer a autoridade da marca para potenciais clientes.

E esse impacto é, sem dúvidas, maior ainda quando o evento é promovido e organizado pela própria empresa.

Para saber o quanto o evento ajudou na gestão da marca, é preciso ficar de olho nos feedbacks presenciais e os feedbacks das redes sociais e da mídia convencional.

Para receber um feedback mais pontual da percepção dos convidados, é útil aplicar pesquisas durante e após o evento, para averiguar se seus objetivos realmente foram alcançados.

Da mesma forma, a avaliação do que está sendo dito na mídia ou nas redes sociais servirá para identificar os pontos fracos e fortes do evento, contribuindo para melhorias em futuras ocasiões.

Por exemplo, utilizando as hashtags, é possível acompanhar os comentários e engajamento do público e como a imagem da marca foi impactada.

Benefícios para funcionários e parceiros

A experiência de fazer parte de um evento com sua equipe pode se tornar inesquecível para quem faz parte da empresa!

Ainda, eles terão a oportunidade de desenvolver o networking, terão chances de aprendizado e poderão sair do evento mais motivados e satisfeitos em relação a seu trabalho relacionado à empresa.

E todos nós sabemos que a felicidade é um ótimo motor para a produtividade!

Ademais, estar em um evento com outras empresas, sejam elas patrocinadoras, sejam convidadas ou organizadoras, faz também com que os funcionários entendam melhor o mercado, a concorrência, fornecedores, clientes e todo o universo dos stakeholders.

Assim, o posicionamento da marca fica mais claro e pode se tornar um motivo de orgulho dos funcionários e parceiros e até mesmo um fortalecedor de laços.

Para saber o quanto o evento os ajudou, é só fazer uma pesquisa por questionários diretamente com essas pessoas.

CONTEÚDOS RECOMENDADOS
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Oportunidades de negócio

Dependendo do tipo de evento, as vendas não acontecem imediatamente.

Pode ser que um ciclo de venda iniciado durante o primeiro contato no evento só se feche depois de meses! Veja que, nesse caso, o evento foi essencial para a captação de um novo cliente, mas não foi contabilizado no cálculo da receita na época.

Portanto, se um evento abre possibilidade de vendas mesmo depois de certo tempo de sua realização, faça registro das leads do evento e acompanhe-as para aumentar as chances de conversão de clientes!

Esse registro de leads pode ser feito rapidamente com a ajuda de aplicativos ou plataformas, dando fim à papelada tradicional.

Cuidados importantes

Agora que você já entendeu a importância de analisar os retornos tangíveis e intangíveis do investimento, vamos listar algumas outras variáveis a se considerar para garantir o sucesso do evento!

Se a intenção for gerar bons retornos para a empresa, se atente para os fatores mencionados abaixo.

Custo de oportunidade

Tempo é dinheiro!

Assim, além do custo contábil considerado, não podemos nos esquecer de calcular se as horas gastas pelos funcionários no evento compensaram o que eles teriam produzido se estivessem trabalhando normalmente.

Quanto tempo de evento foi necessário para gerar essa receita? Seria mais interessante ter gasto as horas em outras atividades para a empresa, ou em outros tipos de investimentos?

Para saber a resposta, entenda a média de produtividade por hora de cada funcionário e o quanto deixou de ser produzido durante as horas gastas durante o evento ou mesmo com preparação e deslocamento.

Imprevistos

Pode ser que o valor previstos para o custo seja muito maior que o imaginado por conta de alguma despeja indesejada antes, durante ou após o evento.

Além disso, é possível que haja algum incidente (espero que não!) que descontente os convidados e cause uma má impressão da marca.

Infelizmente, é preciso considerar e fazer todo o possível para recuperar a imagem da empresa.

O trabalho relacionado a eventos corporativos vai bem além da parte de logística e organização. Afinal, como qualquer outra estratégia no Marketing, devemos sempre traçar bem os objetivos, como medi-los e como alcançá-los!

Assim, esperamos que seus próximos eventos sejam ainda mais bem sucedidos após esta leitura!

Gostou de saber como calcular o ROI de um evento? Então, continue acompanhando e descubra o que fazer com todas as leads de eventos geradas no seu estande!

Indicadores de Marketing e OKR

O que é metodologia AIDA?

Descubra o que é AIDA e como aplicar na sua estratégia de Marketing Digital!

A origem dessa metodologia é atribuída ao americano E. St. Elmo Lewis, pioneiro de Publicidade e Propaganda que iniciou seus trabalhos no final do século 18.

A AIDA explica que, para o guiar o consumidor até a compra, devemos atrair sua atenção, manter o interesse e criar o desejo para então levá-lo a tomar uma decisão.

  • A = Atenção
  • I = Interesse
  • D = Desejo
  • A = Ação

No início, o modelo era utilizado principalmente na elaboração de anúncios impressos, propondo que eles deveriam conter elementos visuais para cada uma dessas etapas.

Assim, a receita do sucesso era baseada em: imagem atrativa, subtítulo interessante, corpo do texto educativo e contatos do anunciante para levar o consumidor ao produto.

Obviamente, isso foi muito antes do surgimento da Internet. Lewis nem sonhava com o potencial da AIDA para o sucesso do Marketing Digital, mas já entendia a importância e alguns princípios básicos para converter clientes.

E esses princípios são aplicados até hoje tanto em marketing quanto em vendas, diante da necessidade de guiar o cliente na jornada de compra.

Vamos te explicar cada uma dessas etapas na prática e como usar o conceito para aumentar as vendas!

Como funciona a metodologia AIDA?

A evolução do marketing permitiu que o AIDA passasse a ser utilizado também em outras formas de divulgação de uma marca ou produto, como propagandas na televisão e Marketing de Conteúdo no meio digital.

Mas não adianta conhecer a sequência de etapas pelas quais o consumidor deve passar, sem de fato saber quem ele é.

Existem fatores importantes como idade, estilo de vida, cultura e motivações, que influenciam o modo de pensar das pessoas, refletindo no seu comportamento e também nas decisões de compra.

Antes de aplicar o modelo AIDA na sua estratégia de marketing, portanto, leve em consideração qual a persona que sua marca quer alcançar.

Tendo isso em mente, agora vamos discutir melhor o que cada palavra do acrônimo AIDA significa.

Vamos explicá-las separadamente logo abaixo:

Guia para criação de personas

Atenção

A sua persona deve saber que você existe, caso contrário não descobrirá o valor do que você tem a oferecer.

Mas como atrair atenção?

Seja inteligente e use diferentes tipos de linguagem para convencer (ao contrário de obrigar) o potencial cliente a parar o que estiver fazendo para focar em você!

Mas cuidado com propagandas incômodas em momentos desapropriados.

Não será nada agradável para uma pessoa vendo um programa de viagens, por exemplo, ser interrompida por um anúncio sobre materiais de construção.

Por outro lado, talvez ela pare e preste bastante atenção caso apareça uma chamada interessante de promoção para passagens aéreas.

Então para chamar a atenção dos possíveis clientes de forma positiva, leve em conta:

  • localização: esteja onde a sua persona pode ser encontrada;
  • momento: saiba quando ou com qual frequência ela estará lá;
  • fator de choque: cause algum impacto ao seu interlocutor.

Interesse

Você conseguiu chamar a atenção!

Mas como fazer com que esse potencial cliente continue ali te ouvindo até que você passe a mensagem que gostaria?

Sendo extremamente relevante para o público que você está tentando alcançar.

A pessoa acabou de te conhecer e agora já começa a criar confiança e conexão e considerar o que você tem a dizer. Dê um empurrãozinho para despertar ainda mais a curiosidade!

Para isso, sua mensagem deve ser vista como uma oportunidade de resolução de um problema.

É preciso saber bem o que sua persona precisa e focar nessa necessidade ou problema, além de mostrar como você pode ajudá-la a resolver.

Portanto, seja coerente com a primeira impressão causada. Se na primeira etapa você utilizou uma pergunta para atrair atenção, agora é a hora de cumprir a promessa e começar a explicar como e porque você entregará valor.

Nessa hora, é válido usar dados e outros argumentos de persuasão que ajudem a informar, educar e engajar seu público em torno de suas questões.

Dessa forma, o seu público vai querer saber mais sobre o assunto, e você poderá passar para a próxima etapa.

Desejo

Só o interesse não é suficiente para que o consumidor chegue à última etapa. Então, não se esqueça também de criar o desejo.

Sua persona já sabe que existe um problema e uma solução e começa a entender que a resposta pode estar na sua marca, então é o momento de mostrar todas as suas qualidades.

Se você provar que você domina o assunto e que sua marca trará grandes vantagens, aumentará o número de conversões.

Contudo, é importante ter em mente que o volume de pessoas que chegam a esta etapa será menor do que o das etapas anteriores.

Afinal, se mesmo após a sua tentativa de despertar interesse a persona ainda não tenha se engajado, quer dizer que ela não se identificou com o problema ou com suas soluções propostas.

E isso não quer dizer que sua estratégia falhou!

É exatamente por isso que a jornada de compra de um cliente é frequentemente associada a um funil: quanto mais ao fundo, menos pessoas interessadas.

Dessa forma, é importante não perder a conexão com as pessoas que avançam no funil, e entregar mais valor e fortalecer o relacionamento com a marca.

E se você estiver se perguntando: mas como entregar mais valor?

Explique bem os benefícios e qualidades do que você tem a oferecer, apresente cases de sucesso, avaliações de cliente e tudo o que você tiver para gerar mais confiança.

Se o consumidor viu valor o suficiente e está satisfeito com a sua resposta, agora está preparado para tomar uma ação:

Kit Planejamento do Funil de Vendas

Ação

Agora que você finalmente despertou o desejo, é crucial manter a urgência que o consumidor tem para dar um próximo passo.

O seu papel agora é facilitar o caminho do consumidor até a ação.

Essa ação é a compra? Não necessariamente.

Depende muito de como acontece a jornada do seu consumidor e o que você planejou para o final. A ação pode ser, por exemplo, a de acessar o seu site, ver um vídeo ou se inscrever para um seminário.

Deixe o mais claro possível como a pessoa pode tomar essa ação, ou você corre o risco de perdê-la!

No caso de um anúncio impresso, por exemplo, é crucial deixar todas as informações de contato para que o leitor saiba exatamente como proceder até efetivar a ação sugerida pelo cartaz.

Como aplicar a AIDA no Marketing Digital?

Entendeu todas as etapas da AIDA, mas ainda não está claro como incorporá-la à sua estratégia online? Não se preocupe, falaremos sobre isso agora mesmo!

Existem várias maneiras de aplicar a metodologia AIDA no universo do marketing.

Na esfera do marketing Digital, ela está em ações de remarketing, anúncios em vídeo, campanhas de e-mail marketing e em blogs corporativos, por exemplo.

Quando falamos de Marketing de Conteúdo, a AIDA é importante tanto na produção de conteúdo para o blog quanto na parte técnica do site que complementa esse conteúdo.

Ela deve estar presente da seguinte forma:

Atenção

Em primeiro lugar, seja encontrado pela sua persona no Google.

Crie títulos impactantes para sua persona que contenham a palavras-chaves relevantes para ela e que caibam dentro dos padrões de exibição do Google (entre 55 e 67 caracteres).

Além de estar atento ao Title Tag, domine as outras técnicas de SEO para aumentar a visibilidade do seu domínio e se fazer estar no local no momento em que seu público estiver.

Guia do SEO 2.0

Interesse

Após o clique, a primeira impressão que o leitor da sua página conta bastante!

Por isso, otimize o design e faça um conteúdo inicial capaz de convencer o leitor a continuar a leitura (aprenda a fazer uma introdução de alta performance aqui!).

Tente instigar o público ao máximo e incentivá-lo até mesmo a acessar outros conteúdos no blog.

Desejo

Agora que você já passou certo valor, a persona vai entrar para o estágio de meio de funil.

Assim, já é aceitável falar também sobre a própria marca ou produto para tentar conquistar o seu leitor.

Neste momento, os conteúdos ricos como e-books, guias e tutoriais podem ser de grande ajuda.

Ação

Uma vez que você conseguiu prender o usuário até este momento, é hora de direcioná-lo a interagir diretamente com você.

Afinal, você produziu um conteúdo por um motivo específico. Então faça o leitor entender esse motivo e elimine o risco das pessoas simplesmente fecharem a página ao satisfazerem-se com a resposta.

O CTA — ou chamada para ação — deve se destacar no layout e estar bem posicionado na tela.

Fora isso, ele deve ser simples para não dar trabalho ao consumidor, tomando o menor tempo possível (vamos dar um exemplo real no parágrafo a seguir!).

Quer obter ainda mais resultados com a sua estratégia digital? Então conheça também o nosso guia completo sobre Marketing de Conteúdo