João Dobbin

Gerente de Implementação na Rock Content. Part time marketer, full time dad.


7 publicações feitas.



Ferramentas de vendas

As 31 melhores ferramentas de vendas para dar agilidade ao seu time

Usar as ferramentas certas em sua empresa pode ajudar seus vendedores a ter um desempenho cada vez melhor. Por isso, conheça as 31 melhores ferramentas para aumentar as vendas!

As vendas de um negócio não crescem da noite para o dia, e também não existe uma fórmula ou ferramenta mágica que faça seus resultados triplicarem.

O sucesso nas vendas está na sintonia entre todos os elementos do setor comercial como equipe, processos, estratégias e sistemas utilizados. Todos eles, unidos, jamais serão vencidos — principalmente se focados no mesmo objetivo.

Seguindo a ideia da conectividade e união desses elementos, as tecnologias e ferramentas de gestão são muito bem-vindas, não é mesmo?

Por isso, saiba como fazer a escolha das ferramentas mais adequadas para seu tipo de negócio com a nossa lista completa das melhores soluções e suas aplicabilidades.

Conheça cada uma delas e veja quais podem ajudar a criar uma sintonia entre seus elementos comerciais.

Para relacionamentos e experiências comerciais mais significativas

Começando a lista por uma das bases mais fundamentais para o sucesso das vendas: o relacionamento com o cliente.

1. Sistema CRM

Não adianta, se você quer ter um desempenho alto nível com vendas, você simplesmente precisa de um sistema de CRM.

A produtividade e eficiência do seu time só vai alcançar o nível de estado da arte se você medi-las constantemente e tomar decisões embasadas com métricas de desempenho, e não em achismos.

Para tanto, é necessário um sistema que consiga ter controle de pipeline, relatórios, KPI’s, análise histórica de performance e integrações com outros sistemas como ERP’s ou plataformas de automação de marketing.

Para conseguir previsibilidade, por exemplo, é preciso medir tudo isso e mais e muito mais.

2. Pipedrive

Organização é um dos requisitos básicos para um bom vendedor, pois contribui muito para ele saber qual lead abordar, no momento certo e com o discurso adequado. Contudo, como se manter organizado quando a sua cartela de clientes é grande? Usando um CRM!

Existem vários modelos de CRM. Entretanto, se essa ferramenta ainda é novidade para o seu time, opte por uma com a interface simples e intuitiva, como o Pipedrive.

O sistema permite ao vendedor registrar todas as informações de um consumidor, desde o seu primeiro contato até o pós-venda. Já para o gerente de vendas, o Pipedrive é útil para montar estratégias.

O sistema gera relatórios que contribuem para a tomada de decisões e ainda permite acompanhar o desempenho de cada membro do comercial.

Outro ponto positivo do CRM da Pipedrive, além da gestão de vendas, é a opção de integrar com outras ferramentas. Essa possibilidade otimiza o trabalho do vendedor, que não precisa trocar de sistema na hora de realizar suas tarefas.

3. RD Station

Explore as ferramentas usadas em seu departamento de marketing. A RD Station, por exemplo, mesmo sendo um sistema de automação de marketing, pode ajudar a sua equipe comercial a aumentar as vendas.

A RD reúne várias informações sobre o lead, como os tipos de materiais que ele baixou, a frequência que ela acessa o site, as páginas mais visitadas, quantos e quais emails ela interage mais, quais emails ela abre e outros dados estratégicos.

Sabendo disso, o vendedor pode fazer um contato bem mais personalizado e próximo com o lead, podendo agradá-lo na primeira conversa. Atendimento bem feito, mais chances de fechar a venda, concorda?

4. Outreach

Se o RD Station permite a automação das campanhas de acordo com segmentações, é importante sair quais delas e em qual ordem um lead foi sensibilizado, certo? Principalmente quando ele faz contato com a empresa.

Nessas situações, é preciso entender o quão bem nutrido ele está em relação aos diferenciais do negócio, e com o Outreach, as campanhas e ações de vendas automatizadas poderão ser colocadas em ordem.

Ele pode ser integrado com o CRM do negócio, e assim, permitir a busca por campanhas cadastradas, sua publicação para uma lista de prospecção e posteriormente, análise de desempenho, seja por email ou mensagem de voz.

5. Ghostery

Quando vamos avaliar a qualidade de um lead, um dos vários pontos que você deve verificar é o site dele. Vários elementos evidenciam que foi investido tempo e dinheiro ali, como:

  • Número 0800 disponível;
  • Suporte com chat em tempo real;
  • Landing pages;
  • Fotos e vídeos personalizados.

Mas além desses elementos visíveis, podem haver outros que você não consegue ver apenas acessando e navegando no site.

Por exemplo, eles usam ferramenta de automação de marketing? Qual a plataforma de e-commerce ele está usando?

Essas e outras informações você pode obter com o Ghostery, que verifica códigos de rastreamento deixado por essas ferramentas e pode ser facilmente instalado como extensão do Google Chrome, veja:

Ferramentas de vendas 3

Além de ter melhor noção do tamanho do investimento feito no site, você pode usar esse tipo de informação para descobrir o processo de compra desse lead e se prevenir de objeções.

Imagine o cenário:

“Vi que vocês possuem automação de marketing, certo? Para contratar uma ferramenta como essa, é preciso autorização de todos os sócios ou apenas do diretor de marketing? Quanto tempo levou o processo?”

Você precisa entender o processo de compra para fechar mais vendas.

6. Datanyze Insider

O Datanyze Insider é também uma extensão do Chrome que dá algumas informações sobre ferramentas utilizadas, mas mais do que isso: fornece inteligência comercial completa sobre a situação da empresa, como receita média, número de funcionários, telefone, endereço e mais.

Veja:

Ferramentas de vendas 2

Além disso, você pode exportar essas informações para sistemas de CRM, como o Salesforce, e construir um pipeline.

7. SEMRush

Sim, sim, já falamos muito do SEM Rush aqui, e como ele é ferramenta essencial para o time de marketing. Mas ele também pode ser muito bem aproveitado pelo time de vendas.

Com ele, você consegue equiparar o site do seu prospect ou lead com o de seus principais concorrentes, extrair inteligência de como ele está atualmente — palavras-chave que estão levando usuários ao seu site, backlinks e mais — e apresentar uma análise aprofundada.

Esse raio-x pode funcionar para chamar a atenção (hey, seus concorrentes já estão executando ações para ficar na sua frente digitalmente), ou para montar um plano de ação com base no cenário atual deles.

Você pode exportar dados e montar gráficos que ilustrem melhor a situação, como no exemplo abaixo:

Ferramentas de vendas 5

“Poxa João, mas eu não ofereço serviços de marketing”, tudo bem, mas os relatórios do SEM Rush podem dizer muito da maturidade do seu prospect, e você pode decidir se ele pode inclusive ser um bom fit para comprar seu produto, por exemplo.

É comum achar que o SEMRush só pode ser utilizado pelo setor de marketing. Afinal, é uma das ferramentas queridinhas desses profissionais. Entretanto, o seu time de vendas pode se beneficiar com ele.

Para propostas irrecusáveis

Outra etapa fundamental para a conversão de mais vendas é criar propostas personalizadas e de maneira ágil, e algumas ferramentas oferecem soluções nesse sentido.

8. Proposify

Essa ferramenta permite a criação de propostas mais eficientes, ou seja, com objetividade, mas garantindo que todos os aspectos estarão discriminados no documento.

É possível utilizar vários templates de propostas já disponíveis na biblioteca da aplicação, que, aliás, foi construída a partir de cases de sucesso de outros usuários, por exemplo. Seus layouts são modernos e transmitem bastante confiabilidade.

Também pode ser integrada com outras soluções de vendas, como os CRMs e sistemas de assinatura digital, e além disso, os usuários da Proposify conectados em determinada negociação podem interagir e receber notificações do andamento do documento.

9. Profit Story

Para melhores vendas, é preciso saber negociar. E nesse sentido, é preciso entender que a maioria dos clientes tentará barganhar o preço dos produtos e serviços.

Com o Profit Story é possível calcular a margem de lucro da propostas em poucos segundos e fechar a venda sem que o novo valor ou forma de pagamento sugerida pelo cliente impacte as finanças da empresa.

A ferramenta também auxilia em outros cálculos complexos da área comercial, mas que também podem ser utilizados na elaboração de propostas, como:

  • valor do custo unitário por produto;
  • valor do preço de vendas;
  • break even do negócio;
  • comparativo entre a estratégia ou proposta de preço.

Para fazer a gestão das informações sobre seus clientes

Sistemas CRM naturalmente garantem a gestão dos dados sobre os clientes, mas algumas soluções podem servir de apoio estratégico.

Empresas que atuam com uma equipe de sucesso do cliente, por exemplo, podem usar soluções dessa modalidade para armazenar informações de toda ordem que julguem necessário para a conexão perfeita e uso posterior.

10. Evernote

Trabalhar com inside sales normalmente implica que você vai conversar bastante no telefone ou em ferramentas como Skype ou Google Hangouts.

De qualquer forma, você vai precisar tomar nota de muita coisa que seu prospecto disser.

Toda aquela informação valiosa que você vai conseguir — especialmente se aplicar o framework GPCT — precisa ser lembrada e levada em conta tanto para elaborar uma proposta, quanto para lembrar de pontos importantes das reuniões e negociações.

Por isso, o Evernote é um software fantástico, que permite que você crie um tipo de “cadernos virtuais”, salve e compartilhe as anotações em tempo real com outros envolvidos no relacionamento.

Ele também pode ser acessado em smartphones e tablets com um app proprietário, e possui diversos modos de uso, recursos como escrita com caneta stylus e muito mais.

Ele tem um uso gratuito e limitado, e também versão paga. Vale a pena conferir!

11. Onenote

Outra ferramenta similar ao Evernote, o Onenote é fabricado pela Microsoft, e, como todas as suas outras soluções, oferece opções de integração com as demais que pode trazer uma série de benefícios para os resultados.

Ou seja, o Onenote busca todos os dados registrados na conta Microsoft do usuário e deixa disponível na nuvem para consultas e edições no ambiente online.

É possível organizar links, imagens, desenhos, textos, tabelas, áudios e muito mais.

12. Google Keep e Docs

São duas soluções distintas da Google e muito eficientes para o armazenamento de informações e compartilhamento de edição.

Imagine uma teleconferência para discutir os detalhes de um contrato de prestação de serviços. As duas partes possuem uma versão do documento, mas querem, juntas, fazerem algumas alterações e aditivos no documento.

Com o Google Docs, por exemplo, é possível criar um documento e compartilhá-lo com diversos usuários, configurando seus acessos apenas para visualização ou acesso completo.

O Keep é uma ferramenta excelente para fazer anotações virtuais de um evento ou reunião, por exemplo. Porém, ao contrário do Docs, a adição de imagens externas, como a logo do site de um cliente, não pode ser inserida diretamente, mas por meio do Google Drive.

No caso do Docs, essas inserções são diretas. Além disso, toda alteração no conteúdo pode ser discriminada, apontando, inclusive, quem foi o usuário responsável por ela.

Mais um detalhe: Google Keep e Docs são gratuitos.

13. Dropbox

A ideia do Dropbox é simples, e talvez seja isso que a coloque como uma das ferramentas para vendas mais versáteis da lista. Permitir o armazenamento de documentos e fotos na nuvem e garantir que eles possam ser acessados remotamente.

Sua simplicidade é tão grande que o próprio Steve Jobs quis comprar a empresa no passado, e com a negativa, criou tempos depois o Icloud, que oferece o serviço similar, porém, inclusivo para os usuários da Apple.

E como ele pode ser usado nas vendas?

Uma empresa pode ter um conjunto de documentos que definem os processos de implantação de seus serviços, mas demandam que os clientes preencham algumas informações para que a personalização seja feita corretamente.

Assim, compartilhando tais dados pelo Dropbox, é possível criar uma pasta de documentos com acesso restrito dos usuários cadastrados e até mesmo receber uma notificação quando alterações nos documentos forem executadas.

Ou seja, se o vendedor mandou e o cliente não respondeu em dois dias, é possível fazer um contato para que o processo não esfrie.

Com a mesma agilidade, assim que o arquivo for finalizado o vendedor pode agilizar a etapa seguinte para surpreender o lead com a eficiência e personalização.

E se der algo errado, ainda é possível consultar seu histórico para identificar os responsáveis pelas últimas modificações.

14. Dragon

O Dragon é um aplicativo disponível para iOS e Android muito prático para realizar anotações por meio de voz sobre uma reunião ou insights de vendas, por exemplo.

Além disso, tais dados podem ser convertidos em mensagens de texto, email e até aplicativos de mensagens instantâneas facilitando assim, o andamento das negociações.

Com a ferramenta é possível, inclusive, customizar algumas palavras como termos técnicos e fazer sua integração com outras soluções dessa lista, como o Dropbox e Evernote.

Para prospectar eficientemente

Não é mistério para nenhum gestor que a etapa da prospecção deve estar em total sintonia com a área de marketing da empresa, por isso, as ferramentas mais estratégicas serão compartilhadas entre os dois setores.

15. Find that Lead

Com o nome, sobrenome e URL da empresa já é possível descobrir o email da pessoa que você quer prospectar usando o Find that Lead.

Muitas vezes a quantidade de leads gerada pelos canais de inbound na quantidade necessária não é atingida, portanto ainda é preciso manter um trabalho paralelo de outbound.

Essa é uma ferramenta, no entanto, que traz outros benefícios e soluções. Atenção às suas características:

  • é uma extensão do Google Chrome, o que permite captar emails do LinkedIn, Twitter e sites dos clientes que forem visitados na aba;
  • permite criar listas de prospecção eficientes e em poucos minutos ao determinar as variáveis que definem a buyer persona da estratégia;
  • pode ser usada para verificar se o email de um prospect está correto;
  • permite pesquisa e localizar o email do tomador de decisão de um negócio, no caso de empresas que atuam no mercado B2B.

A mistura de estratégias inbound e outbound marketing, aliás, continua sendo a escolha da maioria das empresas.

Para trazer um dado mais preciso, de acordo com a pesquisa Martech, 58,1% dos negócios ainda apostam nesse mix de ações de prospecção e relacionamento.

16. Hunter

O princípio é o mesmo do Find that Lead. Você está navegando na internet e acha um lead perfeito que combina com a sua empresa. No entanto, não consegue visualizar o email dele.

Provavelmente, você vai ficar decepcionado em ver aquela oportunidade escapar, certo?

Com o Hunter essa realidade pode mudar. A extensão feita para o Google Chrome encontra os domínios de email em um site ou em redes sociais, como o Linkedin. E tem mais: ele já salva esses contatos em ferramentas como o CRM da Pipedrive, inserindo-os no seu funil de vendas.

Bom, nunca mais um endereço de email será problema para seu time de vendas!

17. Charlie App

O Charlie App é excelente para reunir informações para uma reunião já agendada. Para perceber seus efeitos, é preciso agendar a reunião no Google Calendar.

Ele então roda uma pesquisa utilizando dados de atividade dos envolvidos na reunião em redes sociais para apresentar um relatório por email:

Ferramentas de vendas 1

Desnecessário dizer o quão rico isso pode ser para iniciar a conversa, quebrar o gelo e ter informações valiosas sobre o prospect e sua empresa, para negociação futura.

O lado ruim é que ele depende de atividade nas redes sociais de seus leads e prospects, além de só funcionar para quem aceitou o convite de reunião no Google Calendar, Apple Agenda, Outlook ou iCal — esses dois últimos apenas no app para iOS.

18. HubSpot Sales Tool

O antigo sidekick, agora Sales Tool, é parte da solução de CRM da HubSpot e possui versão grátis para testes com limitações, e a versão paga por usuário, com as soluções completas e sincronizadas.

A extensão da Sales Tool, ajuda-o a definir templates de email, acompanhar taxas de abertura e cliques para saber melhor como e quando agir.

19. Linkedin

A gente sabe que todo profissional de vendas precisa ser bem relacionado. E que o LinkedIn pode ser uma ótima arma para prospectar oportunidades, certo?

Pensando nisso, para melhorar ainda mais o seu desempenho, use o Linkedin Sales Navigator.

A ferramenta é oferecida pela própria rede social e tem como objetivo conectar compradores e vendedores.

Com esse serviço, você consegue achar clientes que mais se encaixam ao seu perfil de negócio, insights para oferecer soluções e ferramentas para construir um relacionamento mais próximo.

Além disso, a ferramenta ainda conta com uma extensão do Google Chrome, que permite com que você veja o perfil do LinkedIn da pessoa com a qual você está trocando emails, como mostra a imagem abaixo:

Ferramentas de vendas 4

Isso facilita não apenas o relacionamento com o lead que você está trabalhando no momento, mas também abre novas portas com as conexões que você vai realizar!

Para comunicar e interagir com seus clientes

O contato frequente com os clientes é essencial para negócios que atuam no mercado B2B. Quanto maior for o prolongamento dos contratos de serviço ou fornecimento, melhores são os lucros do negócio.

Ou seja, adotar ferramentas que otimizam a comunicação, aumentam a variedade de formatos e canais para atendimento das necessidades dos clientes e permitem o acompanhamento regular, é fundamental para seu sucesso.

20. Google Hangouts e Skype

O primeiro contato de um lead ou prospect costuma ser por email ou telefone, e o principal objetivo desse contato inicial é marcar uma próxima reunião.

E se ela não for presencial, é preciso que você tenha acesso a recursos como câmera para manter o contato visual valorizado por muitos, compartilhamento de tela para ilustrar um pensamento ou demonstrar sua ferramenta e envio de arquivos em tempo real.

O Google Hangouts, ferramenta gratuita da gigante da busca oferece tudo isto e com menor burocracia que seu concorrente Skype, além de normalmente ter uma conexão mais fluida.

Por que listar o Skype, então? Bem, ele tem um excelente ponto positivo: você consegue salvar o contato na agenda do skype e entrar em contato com o lead de uma maneira mais eficiente do que no Google Hangouts.

Sim, há o chat do Gmail, mas pela experiência geral, o “vínculo” criado com o skype costuma ser mais forte.

Soluções de teleconferências como essas suprem a necessidade do contato mais pessoal com os clientes, demonstram o potencial inovador da empresa, que além de usar recursos modernos, consegue fazer o acompanhamento à distância sem nenhum prejuízo para a qualidade dos serviços.

21. Appear.in

Na mesma linha do Skype e Google Hangouts, uma ferramenta de vídeo e áudio conferência que muitas vezes passa despercebida é o Appear.in.

Com um layout simples, agilidade e funcionalidades tão boas quanto as dos outros dois, este pode ser uma das suas principais ferramentas de inside sales.

Inside sales é sobre comunicação remota, portanto alternativas nunca são um excesso. Existem empresas que não utilizam o skype, ou não usam o Hangouts, por variados motivos. E você deve estar preparado para propor alternativas.

22. Discador XLite

O telefone é o maior aliado e a principal ferramenta de trabalho de quem trabalha com inside sales. Nada substitui uma ligação, não importa quão excelente ficou o seu email.

Por isso, um bom software para discar para seus leads é fundamental. As opções podem ir desde as mais simples como o X-Lite, até outras ferramentas mais robustas que integram com sistemas de CRM, exportam dados, e muito mais.

O X-Lite é uma ótima ferramenta. Além de permitir que você ligue para os seus clientes usando o computador, vai te ajudar a economizar muito no final do mês.

23. Postgrain

O Postgrain é uma solução de marketing para criação e programação de postagens no Instagram. Porém, também oferece outras funcionalidades como realizar interações com os usuários e monitorar seus comentários.

As redes sociais são uma fonte de dados sobre o comportamento dos clientes muito importante, e com ela, é possível personalizar ações de vendas e o relacionamento com os clientes.

Além disso, elas continuam sendo a estratégia para geração de leads mais utilizada. Outro dado da Martech aponta que 85,7% de suas empresas respondentes disseram que postagens nas redes sociais são suas estratégias mais utilizadas.

É importante lembrar que softwares de Business Intelligence usam o Big Data para traçar tendências de consumo e produzir informações estratégicas que dão apoio estatístico às ações comerciais.

Ou seja, organizar as ações e acompanhar a movimentação das redes sociais traz uma série de benefícios e impactos para o negócio e seus resultados de vendas.

Para capacitar melhor sua equipe

24. Universidade Rock Content

Bom, você deve ter achado estranho esse subtítulo, não é mesmo? Sim, a Universidade Rock Content não é uma ferramenta. Na verdade, ela é uma plataforma online com vários cursos sobre marketing digital.

Por que ela está nessa lista? Simples! Um dos maiores influenciadores no aumento das vendas é ter uma equipe qualificada. No cenário atual, a aprendizagem deve ser constante, pois o consumidor (tanto B2B quanto B2C) está mais exigente.

Além de investir em treinamentos específicos, incentive as pessoas a fazerem cursos que possam somar ao conhecimento de vendas.

Na Universidade da Rock, além do curso de inbound sales, você pode melhorar suas técnicas de SEO, branding, email marketing e muito mais. É muito bom explorar outros assuntos e ampliar a mente e motivar o pessoal!

Curso Inside Sales

25. Feedly

O Feedly também é uma maneira de incentivar o aprendizado contínuo da equipe de vendas, além de mantê-la atualizada sobre os acontecimentos de seu mercado de atuação.

Assinar os principais blogs do setor e dos próprios clientes a partir do Feedly garante que todas essas informações possam ser lidas posteriormente, em ordem cronológica e modo offline.

Membros do time externo de vendas não precisarão passar horas de aeroporto ou na sala de espera dos clientes sem ter um conteúdo útil para ler.

Para deixá-la mais produtiva e organizada

Não importa o tamanho de uma equipe, a criação de processos e canais para a organização das ações tem um papel fundamental no sucesso das vendas e define seu potencial de escalada, ou seja, de manter a estrutura o máximo possível enquanto produz melhores resultados.

26. Trello

Já falamos aqui e não custa repetir: organização é fundamental para um vendedor. Enquanto o CRM é mais focado na gestão de vendas, o Trello é ideal para organizar outras atividades da empresa.

A ferramenta permite a criação de quadros para ordenar as tarefas diárias e fazer comentários em projetos que envolvem mais gente, por exemplo.

Com as informações concentradas em um só lugar e bem estruturadas, fica mais fácil se dedicar a conexão com o lead para fechar uma venda.

27. Slack

A rotina de um vendedor é tão corrida, que abrir um email parece uma missão impossível. Nessas horas, o Slack pode ajudar o seu time a se comunicar com mais rapidez.

Recados urgentes, marcações de reuniões internas, compartilhamento de arquivos importantes, tudo isso pode ser feito via Slack.

Você ainda pode criar canais com temas e times específicos para trocar as informações com as pessoas certas. É como um Whatsapp corporativo. Legal, né?

Mas como o Slack pode ajudar o time de vendas? Simples! Gastando menos tempo com questões de rotina, sobra mais prazo para trabalhar os leads

28. CircleBack

Em um passado não muito recente, as agendas eletrônicas eram a revolução para o armazenamento de contatos. Depois que os smartphones dominaram a sociedade e o mundo corporativo, porém, ela ficou obsoleta.

Mas, como toda certeza no mundo das tecnologias, as funções da agenda dos aparelhos celulares também foram melhoradas.

Essa é a lógica do Circleback, que ajuda cada membro da equipe de vendas a organizar seus contatos telefônicos, emails, redes sociais e endereços.

De forma automatizada e inteligente, ele também elimina contatos duplicados, pesquisa novos contatos e permite o scaneamento de cartões de visitas e o posterior armazenamento padronizado de seus dados.

29. Any.do

A ferramenta Any.do é gratuita e disponível para Android e iOS, o que significa que pode ser utilizada na palma da mão dos membros da equipe de vendas.

Permite a criação de lista de tarefas e a visualização de seu progresso em um calendário simples de gerenciar. Seu conceito central está em segmentar grandes metas ou projetos, em pequenas taredas de uma lista, determinando prazos e responsáveis para cada uma delas.

É como uma solução de gestão de projetos de grande porte, mas que visa a integração da equipe e organização das execuções de suas tarefas.

Para converter mais negócios

Todo mundo sabe que o esforço comercial exige não só atenção, como também investimentos na atração e convencimento do lead. Ou seja, na eminência de uma venda, e necessário ser resoluto. Algumas soluções podem ajudar nesse sentido.

30. Hellosign

Com tantas etapas remotas no relacionamento com o cliente, a parte da assinatura de um contrato também poderia ser solucionada digitalmente, não é mesmo? É o que a extensão do Chrome faz, permite que o cliente utilize uma assinatura digital para concluir a compra.

Existe uma diferença entre assinatura digital e eletrônica, sendo que a primeira é mais segura e conta com a criptografia para aumentar sua segurança no ambiente online.

Então, com o HelloSign, a empresa faz o upload do documento em formato pdf e o cliente gera sua assinatura para fechar o negócio.

O HelloSign possui uma versão gratuita que permite a geração de três assinaturas, mas o plano completo aumenta consideravelmente suas possibilidades.

31. Docusign

Usa o mesmo princípio da solução anterior e é o mais conhecido no mercado por sua interface amigável e intuitiva tanto para os vendedores quanto para os clientes.

O Docusign possui a versão desenvolvida pela empresa, que é cobrada mensalmente, e a do cliente, que pode usar o pacote gratuito com algumas assinaturas liberadas, ou fazer sua contratação caso tenha o uso recorrente.

Esse tipo de solução pode ser utilizada por equipes de inside sales em suas negociações e até mesmo em sistemas de lojas ou delivery com assinaturas realizadas na tela de um tablet com caneta especial, por exemplo.

O sucesso em vendas vem de uma conta simples: subtraindo o que é investido dos valores ganhos nas vendas, é preciso ter um saldo positivo. E crescente, é claro.

E para que isso seja possível, é necessário montar uma equipe de alta performance de vendas e escolher as melhores estratégias e ferramentas comerciais.

Quanto mais eficiência a força de vendas demonstrar, maiores serão os lucros do negócio. Por isso, a escolha entre essas ferramentas deve considerar a contribuição que elas farão ao processo, e não somente a inclusão de uma nova tecnologia para as transações da empresa.

Agora que você conheceu todas essas ferramentas, aproveite também para conhecer também o nosso conteúdo completo sobre Marketing e Vendas de alta performance.

Marketing e vendas de alta performance ebook

Diferença entre inbound e inside sales

Você entende a diferença entre Inside e Inbound Sales?

A confusão entre o que realmente significa inside e inbound sales é mais comum do que algumas pessoas pensam. E, por incrível que pareça, são duas coisas que compartilham mais diferenças do que semelhanças.

Ambas metodologias fazem parte de um escopo que envolve uma estratégia de inbound marketing.

Porém, elas possuem papéis diferentes na prática. Entenda a seguir a definição de cada uma, suas diferenças e semelhanças.

Definição de Inside Sales

Inside sales, ou vendas internas, significa ter uma equipe remota, que vende de dentro da sua empresa para outras, via telefone, skype, tecnologias de discagem e outras ferramentas que permitam contato remoto entre seu time de vendas, e os leads.

Assim, você consegue mesmo com um time enxuto de vendas, contactar e fechar negócios com o maior número possível de leads, sem aumentar demais o seu custo de aquisição por cliente.

Isso é o oposto de field sales, ou vendas em campo (tradução livre). Que é quando o vendedor realiza visitas de prospecção, diagnóstico e fechamento, presencialmente.

Um modelo não anula o outro, porém o time de inside sales opera sob custos bem menores com relação à outras modalidades, pois não é preciso arcar com viagens, traslados e similares.

É uma maneira enxuta de manter um time de vendas a todo vapor. Foi um dos grandes diferenciais no crescimento estrondoso da gigante Salesforce, por exemplo.

Além da redução de custos, um time de inside sales traz eficiência e melhor previsão de vendas.

Com auxílio de bons sistemas de CRM (Customer Relationship Manager), é possível medir mais precisamente a conversão de cada etapa do seu funil de vendas, podendo tomar decisões mais acertadas para cada vendedor individualmente, facilitando o treinamento e processo de vendas.

Time de Inside Sales

Uma equipe de inside sales normalmente é composta por:

  • SDR’s (Sales Development Representative)
  • Sales Representative (ou Account Executive, em muitos casos)
  • Sales Operations ou operações de vendas

No primeiro caso, são os profissionais que atuam mais no topo do funil de vendas.

Eles procuram qualificar as oportunidades geradas pelo marketing e, então, passá-los ao vendedor, que fará as próximas reuniões para levantar informações suficientes para uma proposta matadora (aqui na Rock usamos o framework GPCT).

O sales rep talvez seja o mais óbvio, portanto vamos ver uma descrição de cargo de inside sales da SambaTech, que talvez seja a maneira mais objetiva de descrever a função:

  • Vendas! Fechar novos negócios constantemente, sempre cumprindo as metas;
  • Executar o processo comercial (acompanhamento completo do funil) com registro em CRM;
  • Fazer reuniões com clientes (de forma remota e presencial) e apresentações comerciais, principalmente em Belo Horizonte, com disponibilidade esporádica para viagens;
  • Reportar semanalmente aos supervisores o andamento dos principais projetos e o funil de vendas da sua carteira de prospects e propostas.

Basicamente é a função de qualquer vendedor: trazer novos negócios para a empresa. A diferença é que em inside sales você pode estar de bermuda vendendo transformação digital para o CEO de uma multinacional (baseado em fatos reais).

Já o sales operations, que não é tão frequente ainda em muitas empresas, é uma pessoa responsável por medir o esforço de vendas, perceber falhas e melhorias no processo, para ajudar os gerentes e VP’s.

Inside Sales no Brasil

As vagas para inside sales no Brasil aumentam cada vez mais, na medida em que percebe-se a eficácia alcançada. Na verdade, fazendo uma rápida busca em nosso portal de vagas para marketing & vendas, são encontradas muitas vagas para “vendas internas/inside sales”.

Alguns números sobre isso podem ser melhor detalhados na pesquisa do Meetime a respeito do assunto.

Cursos e conteúdos sobre Inside Sales

A Universidade Rock Content possui um curso de Inside Sales completo, com exemplos práticos que contam um pouco dos motivos de termos alcançado tanto sucesso nessa área. Se você for um profissional que já atua na área, ou deseja atuar, o conteúdo dele é mais precioso ainda.

Existem também diversos livros que podem até não tratar diretamente de inside sales, mas estão entre os melhores livros de vendas disponíveis, e que sem dúvidas são úteis. Alguns exemplos:

Você pode conferir aqui uma lista completa com livros de vendas feita por nosso CMO, Diego Gomes. muitos outros.

Além disso, existem diversos blogs sobre o assunto no Brasil e no mundo, como o Blog da Meetime e da Outbound Marketing. Aqui no blog temos um guia completo de inside sales caso você queira implementá-lo

Definição de Inbound Sales

Inbound Sales é a mentalidade de vendas, aliado aos processos do inbound marketing.

É quando o vendedor abandona os modelos tradicionais de vendas e foca 100% no problema do comprador.

Todo o processo é construído para ajudá-lo a atingir seus objetivos, resolver suas dores, e há uma preocupação genuína em tornar a vida dele mais simples com a ajuda do seu serviço ou produto.

Ora, se no inbound marketing esse é o processo, o mesmo deve ser replicado na abordagem do lead. Não adianta nada gerar conteúdo útil, se preocupar com a jornada de compra e buyer persona na fase do marketing, e ignorar tudo isso na hora da venda. É o mesmo processo, aplicado nas etapas finais do funil de vendas.

Processo de inbound sales

As características do processo de inbound sales são:

Qualificação de leads

A qualificação passa pela necessidade de entender se aquela empresa ou pessoa realmente se beneficiará da sua solução. É a importância de ter bem documentado o que é good ou bad fit para o seu negócio.

Em inbound sales não há margem para “empurrar” um produto. É preciso levar em conta se ele está no momento de compra, e se ele tem “potencial de sucesso” com a sua solução.

Venda consultiva (de verdade!)

A venda consultiva é o coração do inbound sales. A melhor analogia possível é a de um médico.

O vendedor inbound deve ouvir as queixas do prospect ou lead, fazer perguntas para investigar melhor as possíveis causas daquelas queixas, e então oferecer um diagnóstico para solucionar esses problemas.

Modelo replicável

Já com o modelo replicável, você deve contar com ferramentas e métodos que permitem que você tenha um time escalável de inbound sales. Sistemas CRM e de automação de marketing são essenciais para que isso ocorra.

Com software de automação, você consegue verificar quais conteúdos aquela pessoa visualizou, quais páginas ela visitou do seu site, entre outros. Assim, fica mais fácil conectar com os possíveis problemas que ela está buscando resolver.

Veja o exemplo abaixo:

Lead que viu uma página

Este lead claramente está mais avançado na jornada de compra, já que visitou páginas de cases de sucesso da Rock Content. Provavelmente ele está começando a cogitar profissionalizar sua estratégia de marketing de conteúdo. A abordagem será muito mais assertiva do que um cold call, por exemplo.

Lead que baixou ebook

Mais uma vez, fica mais fácil cogitar qual preocupação do lead em questão: Melhorar o SEO da página da sua empresa. A comunicação será muito melhor recebida, pois será feita ao redor da dor dele.

Já o sistema de CRM, como falamos anteriormente, vai ser essencial para mensurar o esforço do time de vendas em qualificar, prospectar leads, e fechar novos negócios.

Além disso, para realmente escalar um time de vendas, você precisará definir processos e treinamentos, desde a contratação dos vendedores até o alinhamento de discurso de vendas focado no cliente (como citado antes, o GPCT é bastante relevante).

Vendarketing

Por fim, o smarketing ou vendarketing é o alinhamento entre marketing e vendas para gerar sempre o maior valor para o comprador. Os vendedores são as pessoas mais indicadas para alimentar o time de marketing com ideias de conteúdos que serão úteis para seu público.

Inbound marketing e sales precisam falar a mesma língua para conseguirem sucesso.

Outbound X Inbound Sales

Assim como em outbound e inbound marketing, ambos podem coexistir sem problemas, desde que bem alinhados.

Na verdade, um pode e deve aprender com o outro. A prospecção outbound, que parte do princípio de ir atrás da geração de oportunidades, abordando pessoas que não estão na sua base de contatos, pode ser conectada com todos os pontos listados acima.

Ao invés de ligar para um CEO que você tem no LinkedIn oferecendo sua solução e focando demais na venda, você pode ressaltar informações que colheu antes da ligação para conectar à possíveis problemas que sua empresa resolva e ele esteja vivenciando.

Cursos e conteúdos sobre Inbound Sales

A HubSpot tem um curso gratuito e completo sobre inbound sales! O único porém é que ele está somente em inglês. Temos um artigo no blog que vai mais a fundo nestes e outros pontos do processo de vendas inbound.

Ainda sobre livros, o excepcional The Challenger Sale, ou A Venda Desafiadora, pode não ser focado em inbound, mas suas constatações vão de encontro com as características que um bom vendedor inbound deve buscar.

Por fim, temos um ótimo vídeo explicando sobre como estruturar um time de vendas inbound e o canal do Venda Inbound tem algumas dicas excelentes para o dia a dia de um vendedor inbound.

Diferença entre inside e inbound sales

A principal diferença de inbound sales para insideé a forma com que uma organização de vendas está estruturada, como ela funciona.

Inside sales nada mais é que vendedores dentro da empresa, ligando para prospects externos.

Já inbound sales é a metodologia inbound aplicada à vendas: Se preocupar com o comprador, suas dores, problemas e objetivos, em primeiro lugar, para traçar uma proposta aliada com esses pontos.

Tudo isso exige que você atraia visitantes e gere leads para seu time de vendas trabalhar. Seja ele um time de inside sales ou field sales, utilizando a metodologia inbound sales ou métodos tradicionais.

Para isso, é preciso criar conteúdo que realmente converte e gera oportunidades de negócio, ou seja, realmente estruturar uma estratégia de marketing de conteúdo. Entenda tudo sobre o assunto com nosso ebook completo sobre o tema!

 

glossário inbound sales

Glossário Inbound Sales: os principais termos para entender essa técnica!

Vendas e marketing são igualmente responsáveis pelo crescimento de qualquer empresa. Um não existe sem o outro, apesar de muita gente ainda tentar separá-los.

O marketing precisa manter a máquina de geração de oportunidades funcionando e entregar leads de qualidade para o time de vendas, que por sua vez vai fazer contato e perceber se há uma real oportunidade, e quais ajustes precisam ser feitos na outra ponta.

Essa conversa tem que ocorrer em harmonia entre os dois lados, e por isso há o conceito do Vendarketing! Um termo para descrever essa união tão essencial para seu negócio.

Pensando em facilitar essa aproximação e ajudar também quem está iniciando nesse mundo de inside sales (mais dicas aqui), desenvolvemos um glossário com os principais termos que uma equipe de inbound sales lida rotineiramente. Acompanhe!

Índice:

 

B

B2B (Business to Business)

B2B, em bom português, “empresa para empresa”, é como é chamada uma empresa fornecedora de produtos ou serviços, para outras companhias, ao contrário de negociar diretamente com o consumidor final.

B2C (Business to Consumer)

O modelo que, então, negocia diretamente com consumidores finais, é chamado de B2C, ou “empresa para consumidor”. Um exemplo prático disso são livrarias, ou seja, B2C, enquanto editoras são normalmente voltadas para o modelo B2B (vendem os livros para a livraria vender para o consumidor).

Bad Fit

Esse é o termo usado para descrever uma lead que não se encaixa no modelo de negócios da sua empresa. Ter essa noção é tão importante quanto ter uma boa equipe de vendas. Clientes ruins trazem dor de cabeça e prejuízos!

Brand Awareness

Se fôssemos buscar uma expressão em português para traduzir “brand awareness”, seria algo perto de “notoriedade da marca” ou “percepção da marca”. Ou seja, como alguém percebe sua marca e relaciona com seu produto ou serviço.

O aumento dessa percepção e associação da sua marca aos seus serviços, a partir da visão do consumidor, é fruto de um bom trabalho de branding.

C

CAC – Customer Acquisition Cost

Essa é a métrica de quanto custa um cliente, somando os gastos com vendas e marketing. Para fazer o cálculo simplificado, estabeleça um período — mensal, trimestral, anual — e faça a seguinte operação:

  1. Reúna os salários da equipe de marketing, custo com mídia, propaganda, ferramentas, etc. Some-os aos salários, comissões e tecnologias da equipe de vendas.
  2. Divida então esse montante pelo número de clientes adquiridos no período preestabelecido.

Por exemplo: Se você teve gastos de R$100.000 com marketing e vendas naquele mês, e gerou 50 novos clientes, o seu CAC foi de R$2.000 por cliente. É uma métrica essencial para verificar seu ROI. Já falamos mais profundamente sobre CAC aqui no blog.

Call

Do inglês “ligação”, é como normalmente as reuniões de inside sales são chamadas. Devido ao vocabulário com uma maioria de termos na língua inglesa, é habitual ouvir quem está no meio dizer que “tem um call agora” ou similares.

Churn

Churn é uma das principais métricas para empresas que operam no modelo de receita recorrente, normalmente por meio de assinatura. Representa a % de clientes que cancelaram o serviço em um determinado período de tempo.

Mas mais do que isso, é uma métrica que mostra se a empresa está atingindo um crescimento saudável, ou se está em situação delicada, pois o churn representa o tamanho da perda financeira causada pelos cancelamentos daquele mês, trimestre ou ano. Por isso, mantenha sua equipe de Customer Success preparada para monitorar e evitar o churn!

Ciclo de Vendas

Ciclo de vendas é o tempo médio que de uma negociação bem-sucedida. Pode variar bastante entre empresas. Produtos e serviços mais complexos costumam ter ciclos mais longos e com mais etapas, enquanto outros trabalham com ciclos mais curtos.

Cold calling/e-mail

São técnicas de prospecção frias, ou seja, tentativas de contato sem ter havido uma geração de demanda anterior.

Vai na contramão da metodologia de inbound e são métodos estatisticamente mais ineficientes de procurar por potenciais clientes, como já conferimos antes.

Conversão de topo ou meio de funil

É quando um visitante toma a ação de clicar na oferta de conteúdo, normalmente por meio de um botão de call-to-action, e é levado até uma landing page, com um formulário pedindo alguns dados.

Em troca de seus dados, obtém um material que vai ajudá-lo com algum problema ou dúvida. O conteúdo que motivou a conversão do visitante em lead é um ponto extremamente relevante para o time de inbound sales entender qual o problema ele está precisando resolver agora, e em qual etapa da jornada do cliente ele está.

Conversão de fundo de funil

Ao contrário da conversão de etapas anteriores da jornada do cliente, essa é uma já focada na última, a decisão. Ou seja, já teve um problema, se educou quanto à resolução e agora procura por alguma empresa para ajudá-lo.

Normalmente são botões na home do site, como “fale com vendas” ou formulários de contato, orçamento e similares.

Conexão

A conexão é a primeira etapa de um processo de inside sales. O vendedor recebe a lead que passou pelo marketing e foi qualificada, e faz o primeiro contato. Normalmente por telefone, ou e-mail. Existem dois principais objetivos em uma ligação de conexão:

  1. Confirmar que o lead tem um problema que você pode ajudá-lo.
  2. Marcar uma reunião.

São ligações rápidas que levam entre 10 a 20 minutos normalmente, sempre com o vendedor tentando identificar uma dor e, caso faça sentido, marcar uma próxima reunião.

CRM (Customer Relationship Management)

Sigla em inglês para “gerenciamento de relacionamento com clientes”, o CRM é uma boa prática de vendas, mas que hoje normalmente significa uma ferramenta de CRM.

São softwares que ajudam vendedores a manter o controle do seu pipeline, visualizando suas oportunidades, preenchendo relatórios para análise de performance e gerando dados para avaliação do processo de vendas da empresa.

Cross-selling

O cross selling é uma técnica de vendas que consiste em vender um produto, baseando-se no sucesso ou funcionalidade de outro. O grande trunfo disso é que seu cliente já disse “sim” para o que você estava negociando, permitindo que você ofereça outros produtos ou serviços, que poderão contribuir para a experiência de uso dele como um todo, sem que você pareça estar forçando a barra ou empurrando algo, pois o foco está no cliente!

Assim, você aumenta o ganho médio por venda, ao mesmo tempo que entrega mais valor na experiência de compra. Um exemplo de cross-selling é vender um celular e oferecer uma capa protetora ou um serviço de seguro contra roubo.

D

Decision Maker

Normalmente abreviado “DM”, esta é a peça chave para que o processo de vendas seja bem-sucedido. Como o nome sugere, é a pessoa que realmente decide, quem realmente precisa ser convencido no final. A presença deles nas etapas de vendas é vital para a concretização de uma negociação.

Downsell

Quando um cliente contrata um pacote específico de serviços, mas no meio do contrato vigente decide reduzir essa demanda e, consequentemente, o valor pago, ele realiza um “downsell”.

É algo que prejudica o crescimento de empresas, principalmente com modelo de assinaturas, pois contribui com a taxa de churn, ou seja, dinheiro que ela deixou de receber.

F

Follow-up

É o trabalho de acompanhar a próxima etapa do ciclo de vendas. Se um vendedor faz uma reunião e vai depender de uma resposta do prospecto para seguir a negociação, ele deve agendar uma ligação de follow-up para saber dos próximos passos, por exemplo.

Como já falamos antes aqui, você precisa de um follow-up matador para ter uma taxa de conversão igualmente matadora.

Funil de vendas

O funil de vendas é um mapeamento do comportamento do seu cliente nas etapas de compra. Compreender o processo de compra é passo fundamental em direção a um planejamento comercial previsível e escalável. O funil é normalmente definido em 3 principais etapas:

  1. Topo do Funil
  2. Meio
  3. Fundo

No topo do funil é onde você deve concentrar a maior força para atrair pessoas que ainda não conhecem a empresa ou solução, mas estão buscando informações a respeito de problemas comuns ao de seus clientes atuais, ou ideais. No meio do funil, você começa a filtrar e ter uma menor quantidade de pessoas, mas mais engajadas em descobrir possíveis soluções para um ou mais problemas. E, por fim, o fundo do funil é quando a pessoa já está decidida em resolver o problema e está pesquisando por quem ou como fará isso.

O funil de vendas é similar à jornada do cliente, porém mais pensado do ponto de vista da empresa, enquanto a segunda é pensada a partir da perspectiva do cliente. Aqui na Rock Content usamos o marketing de conteúdo para avançar nossa persona no funil de vendas de maneira eficaz.

G

Good fit

O oposto do bad fit, significa um lead que se encaixa nos critérios considerados importantes para se beneficiar do produto da sua empresa. Identificar good e bad fits é um processo que deve ser aperfeiçoado por todo seu time de marketing e principalmente vendas!

GPCTCI/BA

Essa sopa de letrinhas pode ser confusa no início mas é na verdade o básico de uma metodologia de inbound sales. Cada letra significa uma informação a ser colhida que vai influenciar no processo de qualificação da lead:

 

  • G = Goal: O objetivo de negócios do cliente. Aumentar faturamento, dobrar base de clientes. É a meta dele!
  • P = Plan: O que ele está fazendo hoje para chegar no objetivo? Quais são os canais de aquisição e ações de marketing?
  • C = Challenges: Os principais desafios, gargalos, problemas, dificuldades que ele enfrenta no momento, e o impedem de conquistar seus objetivos.
  • T = Time: Em quanto tempo ele precisa chegar no objetivo (G).
  • C = Consequences: O impacto de não atingir aquele objetivo no prazo especificado.
  • I = Implications: Quais as mudanças positivas que aconteceriam, caso ele tivesse sucesso.
  • B = Budget: Determina se o lead possui caixa para investir na sua solução ou quanto ele está disposto a investir para solucionar seu problema.
  • A = Authority: Qual o nível de autoridade da pessoa com quem você está conversando, se ela tem o necessário para tomar uma decisão de compra ou não.

Esse processo é utilizado na etapa de qualificação.

I

Inside Sales

Diretamente relacionado à metodologia de inbound, inside sales é quando você adota uma equipe interna de vendas, que utiliza ferramentas como telefone e softwares de áudio e videoconferência para vender.

É uma maneira de reduzir custos e otimizar recursos da sua empresa.

J

Jornada do Cliente

A jornada do cliente é o caminho que a sua persona percorre até o momento de decisão. Do ponto de vista do time de vendas, é importante entender em qual etapa da jornada o prospecto está, para qualificá-lo ou não para o próximo passo da venda. O que acha de começar a modelar a jornada do seu cliente?

L

Lead

Um lead é quando você tem informações únicas de um visitante do seu site. Ele normalmente entrega esses dados por meio de um formulário, para fazer o download de um e-book, acessar promoções ou fazer contato.

A geração de leads é o principal motor de uma metodologia de inbound marketing.

LTV (Lifetime Value)

Uma métrica de difícil tradução para a língua portuguesa, mas que significa, resumidamente, o quanto um cliente vale para uma empresa, a projeção de quanto ele vai trazer de faturamento ao longo de seu ciclo de vida enquanto cliente.

Encontrar este LTV é importante para saber quanto de retorno realmente cada cliente traz. Para isso, você deve comparar essa métrica com o custo de aquisição de clientes (CAC). Se o LTV estiver abaixo, é preciso realizar mudanças.

M

Margem

A diferença entre o custo do produto ou serviço e seu preço de venda. O cálculo da margem permite identificar até que ponto você pode dar descontos sem abrir mão do lucro, mesmo que este seja menor.

Marketing Qualified Lead (MQL)

É um lead que já está mais próximo da etapa de decisão, baseado em seu comportamento em relação a outros. É importante definir quais ações um lead deve tomar para ser considerado qualificado por sua automação de marketing, e então passado para vendas.

O time de marketing deve ouvir o time de vendas sobre qual é o comportamento de compra que eles estão buscando. Assim, é possível criar conteúdos adequados para todas as etapas do funil de vendas.

Monthly Recurring Revenue (MRR)

Comumente chamado por sua sigla, MRR é uma métrica que mostra o valor de receita recorrente que uma empresa receberá.

O principal desafio de empresas que recebem valores recorrentes, como as de Software as a Service (SaaS), é manter o MRR atual, ao mesmo tempo que aumentam esse valor, com novos clientes e aumentando o valor pago pelos atuais (upsell).

P

Pipeline

Pipeline é como um vendedor se refere as oportunidades que ele tem no momento. Para conquistar previsibilidade de resultado em vendas, é preciso analisar o pipe da empresa para perceber como as negociações estão sendo desenvolvidas pela equipe.

Pitch de vendas

Pitch é como é chamado um discurso de vendas, um argumento que justifica a compra de um produto ou solução.

Prospecção

É o processo de procurar e identificar potenciais compradores. Existe a prospecção fria, que consiste de ações mais intrusivas, como e-mails ou ligações com pouca ou nenhuma verificação se há algum interesse ou problema por parte do prospecto em ouvir o que você tem a dizer.

Na metodologia inbound, a prospecção envolve um prévio interesse do prospecto, que você capta gerando conteúdo relevante para ele. Se você acertou a mão na persona, será uma prospecção bem mais efetiva.

R

Reunião de Qualificação

É a segunda etapa do processo de inbound sales. Depois de realizar a conexão e marcar uma reunião, é preciso levantar todos os pontos necessários para identificar se há uma oportunidade real de fazer negócio, ou não. Reunidas todas as informações e considerando que o lead tem um problema que pode ser resolvido pela sua solução, é marcado um próximo passo, a reunião de solução.

Reunião de Solução

Se o lead passou pela qualificação, a etapa subsequente e que define o inicio do trabalho ou o fim das negociações é a Reunião de Solução. É nela que o vendedor apresenta o produto ou serviço alinhado aos problemas e objetivos do cliente, mostrando como ele vai ajudá-lo.

S

Sales Development Representative (SDR)

SDR ou, em alguns casos, BDR (Business Development Representative), é um profissional responsável por contactar e pré-qualificar leads, gerando novas oportunidades para o time de vendas.

Sales Qualified Lead (SQL)

Um SQL é um lead que já interagiu com conteúdos chave definidos junto ao marketing, e foi qualificado pelos critérios do time de vendas para os próximos passos do processo de compra.

Service Level Agreement (SLA)

SLA é um acordo comum firmado entre duas partes, onde um se compromete a cumprir com certas exigências do outro, e vice-versa.

Um exemplo: O time de marketing se compromete a entregar pelo menos 100 leads qualificados todo mês para que time de vendas faça contato. Por sua vez, o time de vendas se compromete a realizar pelo menos 3 tentativas de contato com um lead, antes de desistir de falar com ele.

T

Taxa de conversão

Taxa de conversão é uma porcentagem que identifica quantos visitantes você tem no site que de fato baixam um eBook e se tornam leads, por exemplo. Ou pode ser a taxa de conversão em vendas: Um vendedor que faz 10 reuniões e fecha 1 venda tem uma taxa de conversão de 1%, por exemplo.

Ticket Médio

O ticket médio significa quanto, em média, um cliente gasta com você. Para calculá-la, você precisa de duas informações:

  • Faturamento total de vendas
  • Número de novos clientes

Defina um período (mensal, trimestral ou anual) e divida esse número para ter algo próximo do seu ticket médio. Por exemplo:

  • Em um mês, sua empresa faturou R$120.000, vendendo para 70 novos clientes. Portanto, 120.000/70 = R$1.715
  • Neste mês em questão, seu ticket médio fora R$1.715 por cliente.

 

U

Upsell

Quando um cliente contratou um plano específico, mas contrata novos serviços ou produtos no decorrer do projeto, aumentando o valor mensal pago (MRR), ele realizou um upsell.

 

V

Venda Transacional

Ao contrário do modelo recorrente — MRR — uma venda transacional é a forma mais antiga de vender algo. Trata-se de uma negociação de um produto ou serviço pontualmente. Normalmente, esse tipo de venda tem um foco maior no produto do que no cliente, ao contrário de modelos de assinatura, e há um risco maior devido a falta de previsibilidade de receita.

Vendarketing

Como citado no inicio do artigo, vendarketing é o resultado de uma sinergia total entre o time de marketing e o de vendas, que trabalharão em conjunto para gerar cada vez mais negócios para a empresa.

Ainda não conseguiu aplicar todos os termos na realidade da sua empresa? Confira esse artigo sobre quais as principais métricas de vendas que você deve acompanhar para aprofundar ainda mais seu conhecimento!

Domine a arte do SEO com as 8 boas práticas de backlink que contamos nesse post!

Já falamos de backlink e link building aqui no blog algumas vezes. Reforçamos sua relevância em uma estratégia de marketing digital e SEO.

Mas este que já é um assunto que gera muitas dúvidas – e consequentemente vários mitos – está em evidência ainda maior depois da recente atualização do Penguin, já que agora as verificações de backlink pelas quais ele é responsável, agora acontecem em tempo real.

A ideia deste artigo é apresentar como manter sua estratégia de SEO saudável e dentro dos parâmetros legais do Google, com boas práticas de backlink que você pode aplicar agora.

Confira!

1. Tenha paciência

Tenha em mente que para uma boa estratégia de backlinks, é preciso paciência e muito trabalho.

Hoje, talvez mais do que nunca, não adianta conseguir uma tonelada de links de baixa qualidade e de natureza questionável. Isso aumenta suas chances de receber punições do Google e consequentemente perder tempo e dinheiro.

SEO leva tempo e funciona como um jogo de paciência entre você e os mecanismos de busca. Talvez seja exatamente por isso que é chamado de estratégia.

Desconfie de quem promete resultados milagrosos em pouco tempo. Atingir resultados maduros em SEO leva tempo, e a manutenção deles requer tanto esforço e disciplina quanto no início.

2.Defina objetivos e metas

Como em toda ação de marketing, você deve começar uma estratégia de link building definindo objetivos a serem alcançados por meio dela, antes mesmo de tentar conseguir backlinks e gerar conteúdo.

Com metas, o trabalho de paciência citado fica mais fácil de lidar, já que você terá KPI’s bem definidos para acompanhar e saber se seu trabalho rendeu frutos, ainda que não tenha atingido o objetivo final.

Além disso, é importante ressaltar que esses objetivos definidos devem estar diretamente relacionados com os objetivos de negócio da sua empresa.

Um exemplo de objetivo ruim é “conseguir 10 backlinks”. Isso não diz nada a respeito de métricas de negócio, por si só.

Já é um desafio provar o valor do SEO para muitas empresas, visto o prazo de sucesso citado anteriormente. E por conta desse desafio que é importante definir objetivos realistas e alinhados aos da empresa, e mais estratégicos do que “conseguir X backlinks”.

Por exemplo, você pode definir que quer conseguir backlinks para aumentar o tráfego orgânico em X% e reduzir o custo de aquisição de clientes em Y%, o que consequentemente aumentará o lucro em Z%.

Foque em grandes conquistas de longo prazo e não pequenas vitórias imediatas.

3.Verifique os backlinks de seus concorrentes

Uma das boas práticas de backlink mais eficaz, é usar ferramentas que avaliam quem está enviando um link para seus concorrentes digitais e então abordar esses sites e oferecer um link substituto, com conteúdo e informações melhores do que o que ele estava apontando antes.

Hoje, as principais ferramentas para isso são:

  1. SEMRush – Bem completa, com visão geral do domínio, palavras-chave indexadas e backlinks, o SEMRush é parte vital de praticamente qualquer estratégia de marketing digital. É paga, a partir de U$69,95, e é possível fazer uso gratuito, porém limitado;
  2. Monitor Backlinks – paga (a partir de U$25 por mês), porém disponibiliza um período de testes que é gratuito, e há bastante informação e conteúdo para ajudá-lo no começo;
  3. AHRefs – Outra excelente ferramenta, com algumas funções adicionais e maior robustez. Porém, é bem mais cara (a partir de U$99 por mês), com a única alternativa para testá-la sendo também paga – teste 7 dias por U$7.

Conseguir links de domínios que já apontam para seus concorrentes pode ser desafiador em diversos momentos, é preciso avaliar vários fatores antes de sequer abordá-los. Vamos dar algumas dicas.

  • Verifique a relação do seu concorrente com essa empresa. Use o whois para identificar quem é responsável por aquele domínio e se informe para saber se são empresas pertencentes ao mesmo grupo ou da mesma pessoa. Lembre-se, tempo é um ativo muito valioso aqui.
  • Verifique a qualidade dos backlinks do seu concorrente. Links externos de má vizinhança não valem seu esforço para conseguir. Tenha em mãos um checklist para verificar a  qualidade de um link, e se ele não se enquadra em estratégias black hat que podem vir a te prejudicar no futuro.
  • Procure especialmente por backlinks para conteúdos educativos que seu concorrente esteja recebendo, faça algo mais atualizado e completo, e informe o veículo que você possui uma fonte de informação mais robusta e atualizada para que ele torne o artigo dele também mais completo. Além disso, links de conteúdos valem mais para o Google do que outros tipos de links.

Conseguir backlinks envolve muito relacionamento também. Simplesmente sair por aí pedindo links dificilmente vai te gerar bons resultados.

Personalize seus e-mails, mantenha follow-ups e trate essa prática como uma prospecção de backlinks, quase que como uma prospecção de vendas, com toda a documentação e acompanhamento necessária.

Pesquise, crie relacionamentos, produza conteúdos e então vá atrás backlinks!

4.Faça Guest Posts inteligentes

Já mencionamos que gerar conteúdo de qualidade e publicá-los em sites de qualidade e relevância é uma boa prática bastante recomendada, pois você conquistará um backlink saudável e natural.

Porém, é importante ressaltar alguns pontos que você deve observar antes de de procurar oportunidades de Guest Posting:

Variação de textos-âncora

Você pode ler mais sobre textos-âncora e entender qual seu real valor em estratégias de SEO, mas basicamente eles ajudam a guiar os robôs do Google com as palavras-chave que levam a outros links.

Com essa percepção, muitos profissionais decidiram abusar da prática de guest posting com repetição de textos-âncora, o que depois da inclusão da nova versão do Penguin, colocam esses guests posts na mira da penalização do Google.

Por isso, procure:

  • Usar variações da palavra-chave ao invés da mesma palavra ou frase repetida diversas vezes;
  • Não usar excessivamente o nome da marca ou empresa;
  • Fazer um texto mais fluído e natural, evitando tudo que dê um aspecto de “só estou aqui para SEO”;
  • Produza conteúdo relevante e informativo.

Faça posts em domínios relacionados

Pense bem a respeito de guests posts e em seu propósito final.

Receber links de domínios mais fortes que o seu, mas muito distantes do seu ramo ou público vai acabar sendo mais prejudicial do que benéfico.

Agora ainda mais, já que o Penguin procura por links suspeitos que soem como spam ou puramente voltados para SEO.

5.Fuja de redes privadas de blogs

Ainda existem pessoas que caem em práticas de “link farming” e redes privadas de blog que prometem muitos backlinks que aumentarão seu tráfego e rankings no Google. Isso é um problema por vários motivos, como:

  • O Google oficialmente condena a prática de compra de links e essas redes não são nada além disso;
  • A qualidade desses backlinks é baixíssima e irá atrapalhar muito mais do que ajudar sua estratégia;
  • Ficará escancarado para o Google que você está realizando uma tentativa de manipulação de seus mecanismos de busca, e todos nós sabemos o quanto ele odeia e penaliza isso.

Se você está buscando maneiras de como conseguir mais backlinks, opte pelo caminho natural das coisas: faça infográficos excelentes, conteúdos educacionais de alta qualidade, casos de sucesso e consiga citações e links que façam sentido.

6.Seja interessante

Para receber backlinks você precisa ir além de ter um excelente website ou nome no mercado.

Existem diversas formas para você construir autoridade, fazendo com que outros sites decidam apontar para o seu por meio de backlinks.

Alguns exemplos do que você pode fazer para seu site conseguir backlinks mais facilmente:

7.Procure por links quebrados

Sim, a página 404 pode ser usada ao seu favor! Não apenas como descrevemos no artigo linkado, mas também para sua estratégia de link building.

Basicamente, você deve buscar por websites que estão com links para fontes quebradas, levando o usuário para uma página que não existe.

Produza um conteúdo ou procure no seu blog conteúdos que forneçam a informação que o site linkou, entre em contato com o webmaster responsável e oferecer esse novo link.

Pronto! Você conseguiu um backlink de qualidade ao mesmo tempo em que ajudou um possível parceiro.

Para facilitar a vida, sugiro que você instale a extensão “Check My Links”, que varre sites e apresenta um formulário marcando todos os links quebrados em vermelho, automatizando o processo.

Depois, para conseguir encontrar mais facilmente sites interessantes para o seu nicho que podem ter links quebrados, use o Google e faça uma busca utilizando os parâmetros:

“Palavra-chave” + inurl:links e

“Palavra-chave” + inurl:resources

Veja o exemplo abaixo:

boas práticas de backlink

Logo o primeiro resultado é um site que cita links interessantes relacionados aos termos de busca. Veja a lista dos 10 primeiros sites que aparecem, use o Check My Links nos que forem mais atraentes para seu objetivo e mapeie os links quebrados.

Uma boa prática é manter uma documentação e controle, tornando isso um processo.

Use planilhas para organizar os sites e links quebrados, por ordem de relevância. Isso vai ajudar a direcionar seus esforços e poupar tempo.

8. Esteja entre os links da semana

Já reparou que vários portais ou blogs especializados tem costume em realizar uma reunião semanal ou mensal de melhores links e fontes para leitura e informação acerca de um tema ou nicho específico?

Bom, essa é uma das melhores formas de conseguir backlinks de qualidade.

Caso você tenha publicado um super-post-fodástico sobre um assunto específico, e tem autoridade no meio, você pode esperar ser citado por esses veículos naturalmente.

Mas, claro, existem boas práticas para conseguir backlinks como este e facilitar o processo (a parte de produzir conteúdo excelente continua, é claro!)

Se você enviar um conteúdo pedindo um backlink de um blogueiro de alta relevância para um nicho, provavelmente vai ouvir um sonoro não.

Mas se você encontrar portais ou blogueiros que fazem posts semanais com indicações de leitura, suas chances são mais altas porque ele precisa de material para posts desse tipo.

Para encontrar domínios interessantes que produzam conteúdo dessa forma, vá até o Google e faça buscas usando as seguintes variações:

  • Palavra-chave +
    • Links da semana
    • Artigos da semana
    • Posts da semana
    • Blogs da semana
    • Melhores links
    • Melhores posts
    • Melhores blogs
    • Melhor conteúdo

E variações similares, como contendo a palavra-chave “mês” ao invés de semana. Veja o exemplo abaixo:

boas práticas de backlink

Certifique-se de usar o botão ferramentas de busca e visualizar apenas resultados do último mês, para ter certeza que esse tipo de post ainda está ativo.

Novamente, execute um processo: verifique os resultados, analise a relevância, documente tudo e parta para a aproximação!

Não custa reforçar que tudo que o Google quer punir são aquisições de backlinks suspeitas e de má qualidade.

Agora, especialmente com a atualização do Penguin, ele vai prestar cada vez mais atenção em links com caráter de spammer, textos âncoras repetindo palavras-chave ou quaisquer outras práticas de manipulação de seus mecanismos de busca.

Já falamos isso diversas vezes nesse artigo, mas procure manter uma produção de conteúdo excelente, atualize-os sempre que possível, e faça um bom link building (e por “bom” entenda-se com muito trabalho duro, métricas e processos bem definidos).

Outra dica é ficar sempre atualizado: aproveite e se informe quanto as atualizações e mudanças nos fatores de rankeamento do Google!

mitos de marketing

8 mitos do link building que só estão te afastando do topo do Google

Dentre as tantas estratégias de marketing digital na eterna batalha para conquistar as primeiras posições do Google, uma das mais importantes é o link building.

Mas você sabe o que é o tal do link building e quais são os maiores mitos que circulam por ai?

Bem, neste post vamos esclarecer essas dúvidas e te mostrar um pouco do conceito e da importância dessa estratégia para o seu ranqueamento nos mecanismos de buscas.

Então, vamos lá?

Conceito geral de Link Building

Se fizermos uma análise do passado remoto, de quando o Google ainda era uma tese de mestrado da universidade de Stanford, sua ideia geral era organizar a relevância das páginas de acordo com a quantidade e qualidade de referências feitas à elas – ou seja, backlinks que apontavam de volta para estas páginas -.

Surgia então o PageRank e a primeira noção de mecanismo de busca como conhecemos hoje.

Com o PageRank e as análises do google veio o Link Building, e essa prática pode A prática ser dividida em 2 tipos:

  1. Link building externo
  2. Link building interno

Vamos entender melhor cada um deles, a seguir.

Link building externo

Como falamos acima, o Google sempre busca entregar o melhor conteúdo buscado pelo usuário, e que tenha coerência com as palavras-chave buscadas.

Dentre os vários fatores que influenciam nos rankings do mecanismo de busca, a relevância do seu conteúdo é uma das mais importantes.

Sendo assim, para metrificar melhor essa relevância, o Google procura por quantas vezes ele é citado por outros bons e confiáveis websites.

Assim, ele pode ser um conteúdo de alta relevância e deveria estar melhor posicionado nas buscas.

As estratégias envolvem desde guest posts até a procura ativa por quem está linkando concorrentes das palavras-chave mais estratégicas para seu negócio, para então entrar em contato com eles e tentar substituí-lo por um conteúdo seu, gerando um link externo saudável para você.

Para fazer essa verificação, existem várias ferramentas, como:

Mas muita atenção! A linha entre isso ser considerado black hat é muito tênue, especialmente se você oferece dinheiro em troca de links, algo totalmente condenável e passível de punição do Google, já que você deve construir essa autoridade publicando conteúdo de altíssima qualidade e realmente útil para sua persona!

Se precisar de ajuda para gerar a sua persona, pode contar com o nosso gerador de personas!

gerador de personas

Link building interno

O Link Building interno consiste em colocar em seu site, links para conteúdos internos que complementam a informação que você quer transmitir.

Construir referências para outras páginas dentro do seu site é uma maneira de incentivar a navegação do usuário e aumentar as chances de engajamento, interações e até mesmo conversões.

Se você tiver informações que se complementam, o usuário tem uma experiência melhor e passa a confiar mais no seu conteúdo para procurar por referências.

Além disso, se o Google não identifica que o usuário clicou em links e navegou pelo seu site, sua taxa de rejeição aumenta e, apesar de não influenciar diretamente em seu posicionamento no Google, é uma métrica que pode dizer muita coisa a respeito de seu site, como já falamos aqui – olha aí nosso link building interno! 😉

O efeito de um bom Link Building

Link building é o coração de uma estratégia bem sucedida de SEO.

Buscar links de maneiras naturais e de bons domínios (mais sobre isso logo abaixo) vai fazer com que você conquiste mais e mais posições de destaque no Google, chegando na primeira página e, em alguns casos, até mesmo na primeira posição orgânica.

Estratégias de SEO são conjuntos de boas práticas tanto on-page quanto off-page, onde todo detalhe conta.

Porém, é seguro afirmar que sem um bom link building, dificilmente você conquistará os objetivos que almeja com elas.

Se você quiser se aprofundar mais sobre como montar uma estratégia eficaz, basta acessar nosso artigo a respeito!

Os mitos do Link Building

Com uma importância desse tamanho, é natural que surjam boatos, rumores e factoides que, por serem repetidos muitas vezes, acabam sendo tomados como “verdades” por muitos profissionais, mas que não passam de mitos.

Portanto, vamos tentar esclarecer os principais mitos do link building, a seguir:

1. “Nunca aceite links de sites com um Domain Authority inferior ao seu”

Já falamos antes sobre Domain Authority aqui, mas é basicamente uma métrica criada pelos maiores especialistas mundiais em SEO, a Moz, para identificar quão forte um domínio é quando comparado com outros.

Para isso, ele avalia uma série de fatores como: Visitantes, backlinks, tempo de permanência na página, conversões e muitos outros.

Isso, porém, não diz nada a respeito da qualidade do site em si, seus posicionamentos, links, relevância dos conteúdos, qualidade do tráfego e visitantes.

Portanto, não é suficiente para afirmar que é um lugar terrível para conseguir links. Sim, é interessante dar uma leve preferência para sites com DA acima de 80 e evitar aqueles abaixo de 10, mas nada impede que um excelente site que é mais recente, por exemplo, não possa gerar links de extrema qualidade para você.

2. “Não aceite links de diretórios”

Websites do tipo “diretórios” são aqueles que listam outros sites de acordo com categorias, se tornando uma espécie de depósito de links para os mais diferentes assuntos.

Alguns seguem critérios mais exigentes e outros nem tanto.

Daí que vem esse mito: Diretórios desorganizados e sem uma boa seleção de links, com o propósito único e exclusivo de SEO para outros sites, realmente não são indicados para colocar um backlink para seu site, podendo gerar até punições do Google.

Porém, existem diretórios que são excelentes fontes de pesquisa para listas.

Por exemplo, se alguém procura por “livraria em Belo Horizonte” e cai em uma lista com as melhores livrarias em Belo Horizonte no Apontador, famoso diretório Brasileiro, você não iria querer um link para o site da sua livraria em Belo Horizonte? Claro que deveria querer!

Tenha o discernimento entre o que é um diretório de links pagos e um diretório com excelentes sites e que funciona como um recurso para o usuário.

Tente fazer um checklist de alguns pontos antes de procurar ou aceitar links de diretórios, como:

  • Critérios de seleção dos websites listados
  • Organização sensata dos links
  • Divisão por categorias e subcategorias
  • Qualidade do conteúdo dos links que divulga

Alguns diretórios trabalham com links “no-follow”, ou seja, não afetam diretamente seus rankings no Google, mas ainda assim podem te trazer um ótimo volume de tráfego.

3. “Não faça links externos ou para outros sites, ou você vai perder autoridade, PageRank, etc”

Novamente, este é um mito de link building fundamentado em algum fato.

No passado, o PageRank funcionava de tal maneira que, se uma página possuísse diversos links apontando para fora dela, então uma porção do seu PageRank seria passado à eles.

Essas são regras extremamente ultrapassadas de SEO. Não representa a realidade dos dias de hoje!

O PageRank não é único e nem o mais importante fator analisado pelo algoritmo do Google para ranqueamento orgânico (descubra mais deles aqui).

Você não deveria ficar com medo de linkar para páginas externas à sua.

Você deveria se preocupar em linkar para boas páginas externas à sua!

Uma característica comum em páginas com alto ranqueamento são os links externos, e as páginas que fazem costumam ficar acima de seus concorrentes que tem medo de fazer!

Portanto, apontar para outros sites pode estar relacionado a melhores posições.

Sempre lembrando de uma das regras de ouro: Faça a linkagem caso faça sentido e o conteúdo da outra página de fato complemente a experiência do leitor e tenha um boa qualidade!

O Google se preocupa com a experiência do usuário, portanto caso o link externo otimize a experiência do seu leitor, o buscador verá com bons olhos.

4. “Não consiga links rápidos demais, senão você será punido”

A sustentação dessa informação se baseia no fato de que, se seu site começa a ganhar links em uma velocidade acima do normal, então você está se utilizando de táticas fora do código de conduta do Google, portanto será penalizado.

Isso não é verdade. O que é verdade, é que se um padrão de links de baixa qualidade ou com um perfil “spammer” surgem em sequência, pode sim disparar uma punição do Google.

E sim, se você está rodando uma estratégia de ética duvidosa envolvendo compra de links, redes privadas e afins, você estará sujeito à suspeita e punição dos mecanismos do Google.

Mas se você está operando uma estratégia de Link Building saudável e legal, não existe razão alguma para se preocupar com a velocidade que você recebe backlinks.

5. “As variações de seu texto-âncora devem ser feitas em proporções específicas e milimetricamente posicionadas”

A ideia aqui é que seu texto-âncora deve ir de encontro à uma série de regras definidas e precisas para aumentar o ranqueamento da sua página.

Algum tipo de “regra” que seria parecido com:

  • Texto âncora com nome da sua marca = 22%
  • Com referência a sua marca = 31%
  • Com a palavra-chave exata = 16%
  • Aleatorio = 31%

Não, não há correlação com essa distribuição numérica precisa com seus resultados.

Porém, não custa repetir: Se você estiver praticando técnicas de caráter duvidoso, é provável que o Google irá verificar seus textos-âncoras e, se perceberem que muitos deles repetem a palavra-chave e pouca variação, talvez chame atenção deles e possam acabar verificando seu site manualmente.

Portanto, se você continua no caminho dos justos no mundo do SEO e link building, também conhecido como White Hat, não há com o que se preocupar aqui.

Mantenha seus conteúdos memoráveis, com referências que fazem sentido, e não vai precisar se preocupar nesse ponto.

6. “Receber mais de um link do mesmo site não é inútil”

É provado que páginas que são citadas por mais fontes únicas e domínios individuais possuem ranking melhores que aqueles que tem muitos links de menos locais.

Porém, você jamais deve recusar um bom link de um site que já fez outras menções ao seu conteúdo, pelo simples fato de não haver prejuízo algum – pelo contrário, você ainda tem muito a ganhar com isso.

A importância do Link Building vai além de SEO e rankings do Google.

Esses links vão te trazer mais tráfego e visitantes qualificados. Se você possui backlinks de sites cujos visitantes se identificam com os problemas que você também ajuda a resolver, em qualquer nível, esse é um tráfego que você deve querer muito!

É o caso por exemplo de quando somos citados por empresas como SEMRush, Resultados Digitais ou tantas outras, mais de uma vez.

7. “Nunca peça um link diretamente, ou você será penalizado”

Imagine o seguinte cenário: Sua empresa foi citada por um respeitado veículo de mídia, em uma notícia relevante e positiva.

Esse portal provavelmente recebe muitas visitas diárias e muitas delas podem ficar curiosas em conhecer mais sobre você. Você não pediria um link? Claro que sim! Sonhe com este link!

Ou ainda, uma revista ou guia local publicou uma lista de novos restaurantes vegetarianos na sua cidade. Não há problema algum em enviar um e-mail avisando que você tem um novo restaurante vegetariano e o link para seu website.

Mas a existência desse mito é compreensível. Algumas empresas fazem táticas como enviar e-mails para seus clientes pedindo links em troca de descontos ou condições especiais, ou ainda enviar e-mails oferecendo a compra de links, algo totalmente condenável, pois o Google sempre vai prezar pela experiência do usuário e relevância das citações à outros conteúdos, e é isso que deve diferenciar os sites bons dos ruins, não seu poder de compra ou barganha.

O Google pode decidir tomar ações punitivas contra quem pratica link building manipulado e artificial, mas desde que você não se envolva esse tipo de negociação, pode ficar tranquilo.

8. “Ter links de sites fora do seu nicho de mercado atrapalham seu SEO”

Algumas pessoas tem o pensamento de que o Google possui uma lógica de avaliar o nível de correlatividade entre Site A e Site B, para então afirmar se é justo aumentar os rankings daquela página devido àquele link.

Apesar de inicialmente fazer sentido, não é bem assim que funciona na prática.

Se esse link estiver colocado em contexto, vier de um bom site e não parecer estar forçando a barra no sentido de estar ali por motivos únicos e exclusivos de SEO, você pode ficar tranquilo.

Aceitar e buscar links destes sites é uma ótima tática. Inclusive criar conteúdos fora do seu nicho pode ser uma ótima ideia, como já falamos antes.

Conclusão

No fim do dia, a preocupação maior do Google sempre será com a experiência do usuário.

Ele é uma máquina de intenções que sempre visa aprimorar seus mecanismos de buscas, baseando-se principalmente em qual foi o intuito da busca e o quão satisfatória a resposta dela foi para o usuário.

O link building vai ajudar a construir a relevância de seu site perante ao Google, pois bons sites apontando para outros, significa que eles são autoridades no assunto e serão melhor colocados do que aqueles que não são citados por ninguém.

Esperamos ter esclarecido muito dos pontos envolvendo estratégias de link building, sua importância e alguns dos principais mitos envolvendo-as.

Com tanto conteúdo por aí, é importante deixar os seus mais atraentes para facilitar a citação por outros sites. Para isso, confira nosso guia de como criar um post genial, e depois de fazê-lo, porque não encontrar um outro artigo na web que possa ser complementado pelo seu?