Laura Ribeiro

Redatora na Rock Content.

Formada em Comunicação Social com complemento em História, e especializada em criação narrativa para redes sociais. Isso quer dizer que costuro, jogo e leio algum livro enquanto posto no Twitter.
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videos no instagram

10 dicas para alcançar resultados incríveis com seus Vídeos no Instagram!

O Instagram ainda é um dos grandes queridinhos dos profissionais de marketing digital, e vem trazendo provas diárias de sua efetividade em qualquer campanha bem bolada.

O que mais impressiona é que o app não estagnou depois de adicionar o famoso modo Stories, bastante similar às funções do Snapchat, e já trouxe novas atualizações permitindo vídeos de até um minuto e até mesmo uploads autodestrutivos em conversas privadas.

Manter-se atualizado com as novidades do Instagram pode fazer toda a diferença na hora de montar sua estratégia digital, mas sabemos que isso não é tarefa fácil.

Pensando nisso, compilamos aqui algumas várias dicas para você aproveitar ao máximo da ferramenta de vídeos do app, que vem trazendo ótimos resultados para milhares de usuários ao redor do mundo.

Quer aprender mais? Então continue lendo nosso texto!

Instagram Vídeos ou Vine?

Em 2013, após a compra do Instagram pelo Facebook, uma das primeiras mudanças vistas foi a possibilidade do app suportar uploads no formato de vídeo.

Na época, essa atualização foi responsável pela enorme queda de acessos e usuários no app Vine, usado, até então, pelo Twitter.

As diferenças entre os apps não demoraram a aparecer, e podemos enumerar 3 aqui, caso você ainda esteja se perguntando qual a melhor opção:

  • Os vídeos no Instagram podem ter até 60 segundos contra 6 segundos do Vine;
  • Pelo Instagram é possível usar filtros;
  • Instagram tem 11 vezes mais usuários que o Vine;

Claro que ambos os aplicativos têm propostas completamente diferentes, mas é interessante ter em mente essa divisão antes de escolher em qual investir para sua próxima campanha de marketing.

10 dicas para complementar sua estratégia de marketing com vídeos no Instagram

1. O “por trás das câmeras” ainda é efetivo

Sabe aquele making of maravilhoso de filmes e séries que sempre parecem fazer sucesso nas redes? Pois é, a formula ainda é preciosa para empresas de todos os tipos.

Experimente mostrar mais sobre a rotina da sua empresa, pegando carona na humanização do seu negócio.

Prove que existem pessoas por trás das centrais de atendimento, que o produto é feito com carinho, que cada etapa da produção é cuidadosamente fiscalizada e, além de sanar a curiosidade de muitos de seus fãs, você ainda reforça a autoridade do seu negócio no mercado.

Afinal de contas, quem sabe, faz ao vivo.

marketing em vídeos

2. Invista em tutoriais

O que a sua empresa sabe fazer de melhor? Vale sempre a pena investir em tutoriais que estejam relacionados ao seu negócio de alguma maneira.

Pense nisso como uma oportunidade de se aproximar do público e ainda investir na sua educação. Vídeos são um excelente formato para tutoriais, e podem ajudar na diversificação do seu conteúdo produzido.

Se você tem uma empresa de bolos, por exemplo, tenha certeza de que seus seguidores adorariam assistir um vídeo mostrando como funciona alguma receita de sua especialidade.

Se você tem uma empresa de marketing, porém, vale investir em tutoriais passo a passo que ensinem os usuários a postar alguma coisa, ou usar alguma nova ferramenta no mercado.

Caso esteja em dúvida, vale sempre perguntar e checar em primeira mão o que o seu público quer aprender com você.

3.Aprenda a usar Hashtags

Hashtags estão disponíveis desde os primórdios do Instagram e, assim como no Twitter, Tumblr e Facebook, são fundamentais para que o usuário possa encontrar conteúdo relacionado à palavra chave utilizada com a cerquilha (#).

Saiba descobrir as principais hashtags para o seu nicho e distribua-as pelo seu conteúdo.

Com o tempo, você poderá criar sua própria hashtag e convidar os seus usuários para também submeterem suas fotos utilizando-a.

Boas hashtags auxiliam no processo de descoberta das suas fotos e vídeos, e são o canal mais fácil para encontrar novos seguidores no app. Atente-se apenas para não floodar nas descrições de seus vídeos, caso contrário as chances de atrair um público não interessante para o seu negócio serão grandes.

4. Não tenha medo de promover os seus produtos

O Instagram Vídeos é uma ótima oportunidade de promover os seus produtos, e vídeos de demonstração sempre são buscados por usuários que ainda estão em dúvida na hora de fechar a compra.

Aproveite do potencial do Instagram para mostrar tudo o que o seu produto pode fazer, seja ele físico ou um serviço, e com certeza você ajudará no aumento da conversão no seu negócio.

Pense em maneiras criativas de fazer essa promoção, e não desperdice a oportunidade de mesclar um pouco de storytelling nas suas campanhas para gerar mais engajamento.

5. Encontre o tom de sua persona

Você provavelmente já sabe disso, mas nunca é demais reforçar: antes de começar qualquer estratégia de marketing, é fundamental que você tenha sua persona muito bem desenvolvida.

Isso porque é preciso estar atento ao tom de voz usado para tratá-los online, bem como ter controle sobre o modo de abordar cada tipo de assunto, adequando-o para que o seu conteúdo seja capaz de transmitir a mensagem com o mínimo de ruído para sua persona.

Você pode encontrar o tom por meio dos Testes A/B, interagindo diretamente com o seu público ou mesmo analisando sua concorrência.

Guia para criação de personas

6. Aposte em conteúdos gerados pelos usuários

UGC, ou User Generated Content, é o nome dado a todo tipo de conteúdo gerado pelo seu público e relativo ao seu negócio.

Esse tipo de alternativa é uma chance de ouro na busca por engajamento e aumento do alcance de sua marca e, o mais importante, é totalmente gratuito.

Com o Instagram Vídeos fica ainda mais fácil de conseguir conteúdo produzido diretamente pelo seu público. Quer experimentar? Convide-os a gravar algo curto, demonstrando como eles fazem uso do seu produto. Sugira uma competição e premie o vídeo mais criativo.

Em pouco tempo a internet estará povoada por conteúdo com a sua marca, permitindo que o alcance cresça e alcance amigos de amigos de amigos do seu público já cativo.

7. Insista na sua identidade visual

Sua marca aposta em um logo azul com fundo verde? Então esforce-se para manter todos os seus vídeos mais ou menos nesse padrão. Precisa de um exemplo? Observe as propagandas de operadoras de celular.

Praticamente todas são muito bem pensadas nesse quesito, utilizando filtros de cores ou organizando o cenário do vídeo para que apenas uma cor prevaleça.

Estar atento à identidade visual auxilia no momento de tornar sua marca de fácil identificação no mercado, além de fazer com que suas postagens sejam instantaneamente reconhecidas pelo público, diferenciando-o da concorrência.

8. Construa um FAQ

Sabe aquelas perguntas que sempre aparecem nos seus comentários? Vídeos no Instagram podem ajudar a resolvê-las de uma vez por todas!

Para o primeiro FAQ, separe um conteúdo geral, mas interessante e capaz de realmente ajudar o seu público. Pegue perguntas básicas como “Como faço para comprar na loja?” ou “Onde encontro mais informações de contato?” e traga uma explicação concisa.

Depois disso é possível fazer vídeos temáticos, ensinando a usar o produto ou revelando truques para que o usuário tenha a melhor experiência possível com sua compra.

9. Esteja atento aos Memes

Memes são conteúdos que acabam replicados na internet ao ponto de serem considerados virais. Aproveitar da onda de um meme específico pode ajudar no momento de otimizar as suas postagens e garantir maior engajamento com o seu público.

Nos últimos meses, por exemplo, o Mannequim Challenge (um desafio em que o usuário era convidado a fazer um vídeo com várias pessoas paradas, como se subitamente o tempo houvesse congelado) foi replicado milhões de vezes por empresas e usuários comuns das redes sociais.

Quem conseguiu se aproveitar dessa onda e incluir a hashtag nas suas postagens garantiu um aumento de visualização de seu conteúdo muito maior que a média dos dias normais.

Portanto, fique de olho nas redes sociais e não deixe passar nenhuma novidade. Principalmente se ela viralizar.

Kit Marketing nas Redes Sociais

10. Desafie-se

Cansado do mesmo conteúdo todo dia? Desafie-se a criar coisas novas pelo Instagram e esteja certo de que os seus visitantes adorarão!

Se a sua empresa investe no ramo de esportes, por exemplo, vale a pena buscar um desafio físico, uma escalada ou um jogo importante para filmar na sua conta.

Se o seu negócio, porém, está na área de tecnologia mobile, lembre-se daqueles vídeos de teste de resistência de smartphones que fazem muito sucesso sempre que saem.

O importante aqui é sair da sua zona de conforto e buscar investir na criação de conteúdo irreverente para sua marca, sem deixar de respeitar os parâmetros de sua própria persona.

Se você continuar fazendo apenas o mesmo, logo não dará mais motivos ao seu público para que ele se lembre do seu negócio.

Lembre-se que um dos segredos para fazer sucesso no Instagram é saber pensar no seu próprio formato. Não adianta fazer vídeos fora do celular e depois recortar pedaços pensando que aquilo fará sucesso.

Se o seu conteúdo não for específico para o formato em que você quer distribuí-lo, esqueça-o. Nessas condições é muito mais difícil dar certo.

Quer saber mais sobre o Instagram e como gerar muito mais tráfego e engajamento? Então aproveite para conferir nosso ebook sobre “Como melhorar seus resultados orgânicos no Instagram”!

Até a próxima!

Instagram Stories Ebook

Pinterest

Esqueça os preconceitos: descubra por que dar uma chance para o Pinterest!

Você já sonhou com uma área de favoritos completamente visual, interativa e com opções de compartilhamento?

E se seus produtos pudessem ser expostos nessa área e, melhor ainda, exibidos para usuários com interesses semelhantes?

Pois diga olá para o Pinterest, uma rede social completamente diferente de tudo o que você já viu e que já domina vários setores do mercado, podendo dar um boost maravilhoso para o seu negócio!

Ficou curioso para saber mais?

Então continue lendo porque no texto de hoje apresentaremos essa maravilhosa ferramenta que pode sim ser incorporada às suas estratégias de marketing digital!

Quer aumentar o alcance da sua marca agora? Então vamos com o Pinterest!

O que é o Pinterest?

O Pinterest nada mais é que uma rede social centrada no compartilhamento de imagens que permite que usuários capturem fotos ou links diretamente da internet para construir quadros de interesse.

A rede se autodenomina como um “catálogo mundial de ideias”, e essa é a descrição perfeita para entendermos como funciona sua dinâmica.

O Pinterest foi criado nos Estados Unidos em meados de 2010 e, em 2011, já tinha sido nomeada como um dos melhores websites pela revista Time, alcançando, hoje em dia, a marca dos 100 milhões de usuários ativos.

Aqui no Brasil, porém, o Pinterest demorou um tanto mais para fazer sucesso, mas, hoje em dia, já é uma das principais alternativas de marketing para segmentos como moda, maquiagem, artesanato e decoração.

A rede é usada, principalmente, para gerenciar e classificar imagens, chamadas “pins”, em pastas (também chamadas de pinboards) divididas por assuntos, e então compartilhadas nas suas principais redes, exatamente como uma barra de favoritos visual.

Com cerca de 80% dos usuários da rede sendo do sexo feminino, já dá para imaginar como essa ferramenta é valiosa para negócios que atuem com esse público, não é mesmo?

Tamanho de imagem nas redes sociais

Como usar o Pinterest?

Separamos abaixo um pequeno tutorial para você aprender como aproveitar ao máximo todo o potencial do Pinterest.

Acesse o site e utilize a tela principal para criar o seu cadastro.

Você pode escolher integrar sua conta com a do Facebook, facilitando o login e já adicionando os seus amigos à sua rede.

pinterest

No processo de cadastramento a rede pedirá que você selecione os seus principais interesses a partir de uma lista pré-montada.

Esse passo é fundamental para começar no Pinterest, uma vez que ajudará a classificar melhor o tipo de conteúdo que será sugerido para o seu usuário.

Assim que o cadastro for finalizado, você já pode começar a montar suas pastas e pins de interesse.

Na barra de busca principal, basta digitar as tags do tipo de pasta que você quer montar.

Digamos que você tenha interesse em descobrir mais sobre o universo do marketing de conteúdo. Para isso, digite “marketing de conteúdo” na barra e aperte enter.

pinterest

Logo em seguida o Pinterest deve trazer os principais resultados para a busca.

O critério de classificação aqui é um tanto menos complexo que o do Google, mas leva em consideração popularidade do Pin, visualizações e marcações feitas por outros usuários, relevância com a palavra chave, possibilidade de estar na pasta de algum contato seu e, por fim, a origem do pin.

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Colocando o mouse sobre a imagem (ou “pin”) de seu interesse, aparecem alguns botões como o “enviar” (símbolo de um avião de papel), “Curtir” (símbolo de coração) e o “salvar”.

Na primeira opção, você pode escolher enviar o Pin diretamente para algum usuário já adicionado na sua rede ou mesmo compartilhar no Facebook e Twitter.

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Curtir apenas envia uma notificação para o usuário criador do pin e registra na sua rede que é esse tipo de conteúdo no qual você tem interesse.

O último botão, “salvar”, é provavelmente o mais importante no Pinterest, uma vez que permitirá que você efetivamente salve as imagens e as adicione em pastas (ou pinboards) próprias.

Experimente clicar no botão e observe a tela que se abrirá. Aqui você selecionar a pasta de origem para esse tipo de conteúdo.

Caso você não tenha uma pasta específica para marketing de conteúdo, clique no símbolo vermelho na parte inferior da tela e selecione “Criar Pasta”.

Digite o nome desejado para essa coleção e clique em “criar” no canto inferior direito.

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E agora é só repetir o passo para adicionar novos pins a essa pasta. Observe que, quando clicar na opção de salvar sobre uma imagem que curtiu, você pode já selecionar a pasta destino e fazer a categorização instantânea.

Para ver uma pasta criada, clique no símbolo de “perfil” ao lado da busca no canto superior e selecione o título desejado.

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Caso queira adicionar alguma imagem diretamente do seu site, você pode tanto instalar uma extensão para o seu navegador, habilitando o botão de “salvar” sobre qualquer tipo de conteúdo, quanto usar o botão de “Salvar Pin” que pode ser encontrado dentro de qualquer uma de suas pastas.

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Daí é só selecionar se você deseja enviar diretamente do computador ou, se preferir, copiar um link e personalizar o seu envio.

Por fim, lembre-se sempre de que você pode editar a sua pasta e torná-la mais específica, facilitando na hora do buscador do Pinterest classificar os resultados relacionados.

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Adicione uma descrição, selecione a categoria e coloque uma capa relevante. Caso queira, você ainda pode tornar essa pasta privada para você ou adicionar colaboradores para que possam construir juntos um pinboard.

Principais estatísticas do Pinterest

Agora que você já entendeu a dinâmica de funcionamento do Pinterest, vamos às principais estatísticas da rede.

Hoje em dia, sabemos que o site (que já vale mais de 11 bilhões de dólares) tem uma média de 100 milhões de usuários ativos, com nada mais, nada menos, que 2 bilhões de pesquisas mensais na sua área de busca.

Um dado muito interessante é que apenas 67% de usuários da rede são milennials, ou seja, jovens e jovens adultos nascidos até o ano de 2000.

Aqui no Brasil, porém, é bem mais fácil encontrarmos adultos que fazem uso da rede, principalmente quando o setor gira ao redor das áreas de artesanato, culinária e saúde.

Outro dado relevante é a respeito das recomendações da própria rede.

Anualmente são oferecidos cerca de 1.5 trilhões de recomendações de pins para os usuários com gostos semelhantes, e isso pode incluir a pasta sobre marketing de conteúdo que acabamos de ensinar como montar.

O site tem ainda uma média de 20 terabites de dados gerados diariamente pela inserção de novos pins e informações na rede, sendo que cada nova postagem tem um tempo de vida médio de 3.5 meses. Bem maior que o do Facebook, que não chega a durar mais do que 4 dias.

Agora, se você quer chegar já acertando, vale conferir esses dados do Expanded Ramblings:

  • A média de duração de um pin é 1600 vezes maior que a de um post no Facebook;
  • Imagens sem rostos ganham 23% mais compartilhamento que as outras;
  • Imagens claras são compartilhadas 20 vezes mais que as escuras;
  • Um CTA na descrição dos seus Pins gera um aumento de 80% no engajamento do usuário;
  • As buscas no Pinterest cresceram 81% entre os anos de 2014 e 2015;

O Pinterest ainda está em crescimento no Brasil, mas já vale começar a usar a rede e expandir a sua área de influência.

Com o aumento de usuários fora dos Estados Unidos, não demorará para que também vire tendência aqui no país.

social media trends

Pinterest para empresas

O Pinterest ainda está longe de ter a popularidade do Facebook ou do Instagram, mas é um nicho importantíssimo para diversos segmentos do mercado.

Caso você tenha uma conta pessoal, como ensinamos a montar acima, é importante buscar agora o upgrade para a conta corporativa.

O processo é rápido e bastante simples, e garante algumas vantagens voltadas exclusivamente para negócios, como o Pinterest Analytics, uma poderosa ferramenta para avaliar os dados de acesso e uso de seu conteúdo, garantindo insights sobre o seu público e como ele faz uso do seu material.

O Analytics inclui:

  • Quais conteúdos vêm sendo linkados diretamente de seu site;
  • Visitantes únicos;
  • Quais Pins estão recebendo mais compartilhamentos;
  • Dados de acesso mobile e desktop e como isso afeta a sua performance;
  • Quantos usuários estão chegando ao seu site pelo Pinterest;
  • Análise estatística em dado período de tempo.

Não só isso, uma conta corporativa inclui também algumas variações na hora de montar os seus pins, como a exibição de preços, quantidade disponível do material em estoque e interatividade com exibições geolocalizadas.

É importante lembrar que, no Pinterest, as regras para adaptação de conteúdo para sua persona também valem. Conhecer o seu nicho e saber se aproximar dele com a linguagem correta garantes pontos positivos na hora de converter os usuários com o máximo de eficiência.

A Universidade de Minnesota publicou um estudo recente a respeito dos tipos de públicos e os conteúdos mais populares na rede, e isso inclui: culinária, DIY, decoração, moda, casamentos, design, beleza e conteúdo infantil.

No marketing, o Pinterest torna-se uma vitrine virtual, podendo exibir produtos de maneira rápida e organizada, mas lembre-se de que você estará sempre competindo com outros pinboards tão ou mais eficientes quanto o seu.

Por isso, esteja atento à melhor maneira de apresentar o seu produto e serviço e entenda como é possível trazer um conteúdo que perpasse por essas categorias sem perder a essência do seu negócio.

Guia Completo do Pinterest para Empresas

5 Hacks para quem quer otimizar suas postagens

Como já falamos, o sistema de busca do Pinterest avalia alguns requisitos para tornar os pins mais relevantes para cada busca. Assim, é possível buscar alguns atalhos para otimizar seu conteúdo e favorecer o seu aparecimento no feed de mais usuários.

Aproveite então desses 8 hacks que separamos para você garantir melhores resultados em qualquer campanha de marketing na rede:

  1. Preencha uma descrição para seu perfil e adicione uma capa. Esse tipo de detalhe torna o seu usuário muito mais profissional e interessante para usuários que estão buscando conteúdos na rede. Lembre-se que o Pinterest é focado, majoritariamente, no visual, portanto, é preciso que você se atente para essas questões;
  2. Encontre o melhor momento para fazer suas postagens. Normalmente os horários considerados ótimos para o Pinterest variam entre 2 e 4 da tarde e 8 da noite à 1 da manhã. Mas é preciso estar atento e observar como o seu público se comporta na rede para que você possa tirar o maior proveito disso.
  3. Insira o widget do Pinterest no seu website e aproveite para instalar o botão de Pin no seu conteúdo. Assim fica muito mais fácil de garantir que suas imagens caiam na rede de maneira orgânica, sem depender de repins e sugestões do próprio Pinterest.
  4. Lembre-se de personalizar o seu perfil adicionando o endereço do seu website na descrição.
  5. Aproveite para marcar outros usuários nos seus pins, sempre buscando fazer isso de maneira natural, seja por identificar um conteúdo que talvez interesse, seja para estabelecer diálogo com outra marca.
  6. Compartilhe Pins em suas Newsletters. Você pode criar uma sessão exclusiva para isso nos seus e-mails semanais, sempre exibindo o que tem de mais novo ou está se tornando tendência no Pinterest.
  7. Use do SEO no Pinterest. Tudo o que você sabe sobre SEO pode ser muito bem utilizado no Pinterest. Considere utilizar palavras chave com alta relevância para seu público, aproveitando de ferramentas como o Google Keyword Planner, mas sem se esquecer de valorizar a experiência do usuário e evitando um flood de palavras chaves e tags nas postagens.
  8. Entenda qual o melhor CTA. Aqui você pode aproveitar de todo o potencial dos testes A/B para entender que tipo de CTA é melhor para o seu público. Recomendo experimentar com links diretos para seus produtos, chamadas para compartilhar e até links para outras redes sociais.

Curtiu? O Pinterest está só começando, mas o site já promete várias atualizações para as opções de contas corporativas.

O potencial de crescimento e chances de garantir uma conversão estão cada vez mais atraentes. Aproveite das facilidades oferecidas pela rede e não perca mais tempo: vá agora e crie sua conta!

Aproveite também para conferir nosso glossário de redes sociais e fique por dentro de mais 176 termos para você otimizar seu vocabulário!

pinterest

O que são e como criar campanhas com Públicos Personalizados no Facebook!

Você já sonhou em aproveitar do potencial do seu e-mail marketing para as redes sociais?

Pois saiba que desde 2013 o Facebook já oferece uma ferramenta de personalização de públicos com base nas suas mailing lists, permitindo que todos os endereços e telefones obtidos de suas leads sejam incorporados às suas estratégias de marketing nas redes sociais.

O Facebook, especificamente, tem mais de um 1,6 bilhão de usuários ativos todos os dias, então a chance de seus clientes estarem ali conectados é bem grande.

Essa alternativa pode ser um divisor de águas na maneira como você lida com a promoção de conteúdos e anúncios no Facebook e Instagram, garantindo controle otimizado sobre quem vê e interage com suas campanhas.

O uso dos Públicos Personalizados no Facebook é um avanço na arte de anunciar nas redes sociais, portanto aproveite de nosso post de hoje e comece agora mesmo a utilizar esse recurso!

O que são os públicos personalizados do Facebook?

Públicos Personalizados são uma opção de segmentação do próprio Facebook que permite que você integre sua lista de e-mails e telefones com o sistema de anúncios da rede.

Ou seja, você ganha um domínio muito maior sobre quem acessa seus anúncios gerados, podendo criar campanhas específicas para esse público que já conhece o seu negócio.

De maneira didática, esse recurso segue 3 passos principais:

  • Primeiro, você constrói sua lista de e-mails e telefones de contatos interessados no seu segmento. Pode-se usar Landing Pages, formulários estáticos de captura, Hello Bar e tudo mais que o seu negócio permitir. Caso tenha dúvidas sobre esse primeiro passo, esse post do nosso blog pode ajudar.
  • Em seguida, você pode fazer o upload da lista organizada para o Facebook, para que ele faça uma comparação dos e-mails e números fornecidos com os utilizados para o cadastro na rede, identificando, assim, os usuários da rede que já tiveram contato com seu negócio.
  • Por fim, você é autorizado a criar anúncios segmentados para esse grupo de contatos importados, podendo criar campanhas já adaptadas aos seus interesses tanto no Facebook quanto no Instagram.

O Facebook também tem a opção de buscar por Públicos Semelhantes. Lembre-se que essa alternativa é bem diferente da de Públicos Personalizados, uma vez que busca potenciais contatos que possam vir a se interessar no seu negócio, enquanto que o Público Personalizado inclui apenas pessoas das quais você já tem o contato de e-mail ou telefone.

Sabendo usar os Públicos Personalizados, é possível integrar estratégias de criação de Públicos semelhantes para potencializar sua campanha. Portanto, vale experimentar com os dois e analisar os resultados.

Públicos Personalizados do seu site vs Público Personalizado

Antes de começarmos a criar anúncios, porém, é fundamental que você entenda a diferença entre a criação de Públicos Personalizados do seu site e a criação de Públicos Personalizados normais, que é o que estamos tratando aqui nesse post.

A criação de públicos personalizados do seu site é um tipo de segmentação que aproveita da existência de um pixel do Facebook no seu website para capturar dados dos visitantes e, mais tarde, vale-se de suas informações em anúncios de direcionamento especial.

Ao contrário da criação dos Públicos Personalizados normais, essa alternativa é automática e independe da demonstração de interesse do cliente no seu negócio, bastando apenas uma visita ao seu site.

É preciso tomar cuidado com esse tipo de solução, principalmente se a pessoa visitante não tiver real interesse no seu empreendimento.

Portanto, diferencie bem esses dois públicos personalizados e não utilize uma mesma campanha para os diferentes segmentos.

Como criar públicos personalizados do Facebook?

Atualmente é possível aproveitar da facilidade oferecida pelo Gerenciador de Anúncios na criação dos públicos personalizados, tirando a dependência do usuário da instalação do Power Editor.

Antes de começar, é recomendado que você tenha um mínimo de mil pessoas cadastradas como público personalizado, caso contrário é possível que o potencial de alcance dessa ferramenta seja desperdiçado.

Caso queira apenas experimentar a alternativa, porém, sinta-se livre para criar a sua primeira campanha!

Para isso, acesse o seu Ads Manager, ou Gerenciador de Anúncios e selecione a primeira opção de “Criar um Público personalizado

públicos personalizados no facebook

A seguir, você tem 4 opções para a criação do seu público:

públicos personalizados no facebook

São eles:

  • Arquivo do Cliente: É sobre essa alternativa que falaremos hoje. Aqui temos a opção de criar a segmentação baseada nas listas de e-mails e telefones de contato obtidas pelo seu negócio.
  • Tráfego do Site: Essa opção compreende o que já explicamos acima, a respeito da criação de Públicos Personalizados do seu site. Aqui você captura informações de usuários que visitaram o seu link para a geração de anúncios.
  • Atividades em aplicativos: Essa alternativa é ideal para empresas que tenham apps ou jogos no Facebook. Com ela você cria listas de usuários que tenham executado determinada ação dentro desses aplicativos, seja um registro, um clique específico em algum local, uma determinada pontuação etc.
  • Envolvimento no Facebook: Aqui é levado em consideração o engajamento de usuários com sua publicação na hora de criar anúncios. Também é uma boa alternativa na hora de segmentar, além de ser uma opção recentemente nova na criação de Públicos Personalizados.

Clique em Arquivo do Cliente, e vamos seguindo o com o passo a passo.

Na próxima tela aparecerá a opção para importar contatos:

públicos personalizados no facebook

O mais interessante aqui é a opção de integração com o MailChimp, que permite que suas mailing lists sejam diretamente importadas do seu login para o Facebook.

A opção que usaremos, porém, é a de escolha de arquivos ou uso de dados diretos. Por isso, selecione a primeira alternativa e espere até que a próxima página carregue.

públicos personalizados no facebook

Aqui você tem a possibilidade de usar 15 identificadores diferentes para classificação. Isso significa que você pode utilizar 15 opções para o afunilamento dos contatos obtidos.

Quanto mais informação você providenciar, melhores as chances de correspondência do usuário na rede.

Caso queira carregar um arquivo, o próprio Facebook disponibiliza esse modelo em Excel para ser copiado.

Tente sempre organizar sua lista de acordo com a ordenação dos identificadores no topo da página. Um exemplo seria:

elizabet@fb.com,1-(650)-561-5622 ,Elizabeth,Silva,94046,Menlo Park,CA,US,10/21/68,1968,F

Observe que temos na seguinte ordem: O e-mail da pessoa, seu número de telefone, primeiro nome, sobrenome, CEP de onde ela mora, Cidade, Estado, País, Data de nascimento, ano de nascimento e gênero.

Essas informações podem ser obtidas e organizadas nos seus formulários de Landing Page, por exemplo, mas não precisam ser tão específicas caso o seu negócio não comporte pedir, por exemplo, o CEP do usuário.

Apenas lembre-se de quanto mais informação você disponibilizar, mais fácil será de encontrar o usuário no Facebook, além de otimizar as suas opções de segmentação.

Enfim, agora que você subiu a sua lista ou colou os dados das leads como no modelo acima, é hora de dar um nome para sua audiência e avançar na criação de Públicos Personalizados no Facebook.

Usando o exemplo acima, você terá a opção de classificar os indicadores utilizados de acordo com o seu tipo:

públicos personalizados no facebook

Esteja atento a essa alternativa e, assim que tudo estiver corretamente classificado, clique em Carregar e criar no canto inferior direito da página.

públicos personalizados no facebook

Pronto! O seu primeiro público personalizado está criado.

7 maneiras de usar os públicos personalizados de forma criativa

Agora que você já tem um público personalizado ativo, é hora de fazer bom uso dessa ferramenta. Aqui vão 7 alternativas interessantes para você trabalhar:

1. Busque Jornalistas e Bloggers influentes na sua área

Anunciar para um grupo de influenciadores do seu mercado é uma estratégia que pode dar muito certo, principalmente se o seu objetivo for expandir o alcance de sua marca.

Crie públicos segmentados de acordo com a sua atuação, optando pelos bloggers, escritores, vloggers, jornalistas ou qualquer pessoa atuante que possa ser considerada formadora de opinião na sua área.

Assim, caso essas pessoas interajam com o anúncio, há grandes chances de que ele alcance um público ideal para o seu empreendimento, valendo-se da autoridade do influenciador como ponto positivo para sua marca.

2. Consiga mais likes para sua página

Você pode aproveitar das listas de e-mails e números coletados para chamar mais usuários para curtir suas páginas!

Crie anúncios que tenham o CTA chamando para visitar sua página e convide os visitantes a deixar um like para acompanhar as suas principais novidades, assim você garante que quem já se interessou uma vez por seu negócio no processo de fornecimento dos dados, possa também acompanhar seu negócio pelas redes sociais.

E não se esqueça de excluir da lista pessoas que já tenham curtido sua página! Assim você acaba economizando dinheiro e tendo mais eficiência na lista de anúncios.

3. Busque Leads Frias de e-mail marketing

Leads Frias é o nome dado para toda lead que se recusa a interagir com suas ações de marketing, mesmo que ela tenha se inscrito nos formulários de captura de dados por livre e espontânea vontade.

Você pode segmentar e utilizar as informações dessas pessoas para criar públicos personalizados no Facebook, e então bolar campanhas direcionadas especificamente para esse grupo.

Tente entender o motivo pelo qual essas pessoas pararam de interagir com seu negócio e não tenha medo de experimentar novos formatos, assuntos e CTAs para alcançá-las.

É uma ótima chance de tentar reaquecer essas leads e garantir mais resultados para suas futuras campanhas de marketing.

4. Converse com as pessoas pelo primeiro nome

Chamar a lead pelo primeiro nome é uma estratégia comprovada e que traz resultados maravilhosos para boa parte das suas ações publicitárias e, principalmente, no e-mail marketing.

Nas redes sociais isso não seria diferente, e agora com a alternativa de segmentação de públicos personalizados, você pode fazer isso na velocidade da luz.

Agrupe contatos de acordo com o primeiro nome (recomendo começar com nomes mais populares, como João, por exemplo) e então crie o texto de seus anúncios utilizando o nome da pessoa.

5. Integre com o LinkedIn

Pelo LinkedIn é possível exportar os contatos de sua rede, e daí aproveitá-los na criação desses públicos personalizados.

Nesse caso, porém você precisa lembrar que a lista gerada será de pessoas que tem interesse profissional no seu usuário, o que nem sempre significa que seriam boas leads para o seu negócio, de maneira direta.

Portanto, faça antes uma pesquisa e avalie se vale a pena criar segmentos de anúncios para esse tipo de público, e que tipo de discurso seria efetivo na sua conversão.

6. Recupere clientes antigos

Lembra daquele cliente que comprou uma vez na sua loja e nunca mais voltou? Existem uma série de motivos plausíveis para que isso tenha acontecido, mas um deles pode ser o fato de seu negócio não estar mais dialogando com aquela persona de maneira efetiva.

Esse tipo de cliente provavelmente já conhece e confia no seu negócio, portanto, é interessante manter um contato mais próximo, valendo-se da autoridade da sua marca para assegurar o relacionamento.

Por isso, busque mais a respeito desses clientes, entenda o que os levou a não realizar uma segunda compra, e então use esses dados para elaborar uma boa campanha pelo Facebook.

Você pode até oferecê-los algum cupom ou condição especial de recompra.

7. Faça mais Upsell

Isso mesmo que você leu! Com a segmentação de públicos, você pode criar listas de pessoas que já possuem o seu produto, e então gerar campanhas personalizadas voltadas para o upsell.

Planeje listas com usuários ativos, e segmente de acordo com o tipo de compra feita.

Fale das vantagens que os usuários que já fizeram upgrade encontraram e como eles conquistam melhores resultados.

Ofereça condições exclusivas para quem visualizar o anúncio, e vale até exibir feedbacks positivos de clientes satisfeitos.

Investir em campanhas criativas é fundamental para o sucesso das campanhas de públicos personalizados no Facebook.

Lembre-se de otimizar a sua captura de e-mails e estudar a sua persona para descobrir o que realmente funciona para ela.

Testes A/B podem ser seus melhores amigos nesse momento, principalmente se você quer melhorar os resultados do seu negócio. Portanto, estude e não deixe de baixar nosso material sobre como usar essa alternativa para otimizar suas conversões e gerar mais resultados!

Até a próxima!

criar uma página no Facebook para sua empresa

8 dicas incríveis para você otimizar suas conversões em páginas mobile

O uso do mobile como alternativa favorita dos usuários online vêm crescendo de maneira exponencial no Brasil e no mundo.

Sabemos que, no ano passado, a preferência pelo acesso mobile ultrapassou, e muito, a preferência pelo acesso por desktops em casas do país inteiro.

Segundo pesquisa da Tapestry, mais de 68% dos brasileiros já usa o dispositivo para acompanhar informações e ler artigos diariamente, e isso inclui o acesso ao seu blog.

A otimização de páginas mobile surge então como uma necessidade primária para qualquer website.

Se o usuário está mais inclinado a utilizar ferramentas desse tipo para realizar seu acesso, por que não proporcionar a melhor experiência possível na sua página?

Foi pensando nisso que decidimos fazer um guia com situações corriqueiras, mas que, se não forem bem planejadas, podem fazer com que um usuário abandone seu site terminantemente.

Ficou curioso?

Separe então um caderninho e preste atenção nessas 8 dicas fundamentais para deixar seu website mais agradável e com maior capacidade de gerar conversões no mobile!

1. Utilize o teclado ideal

Pode parecer algo básico, mas a verdade é que muitos websites não permitem o uso personalizado de teclado para cada tipo de preenchimento.

Isso quer dizer que o usuário leva muito mais tempo para completar uma tarefa que deveria ser simples.

conversoes em pagina mobile

Fonte: Marketingland

Hoje em dia existem pelo menos quatro tipos diferentes de teclado nos smartphones comuns:

  1. O básico, com a função de letras, códigos e acesso fácil à função de caixa alta;
  2. O personalizado para campos de e-mail, com o botão de @ como atalho na parte inferior;
  3. O específico para digitar em campos de URL, com a alternativa de um botão já com a extensão .com e acesso a teclas barra e ponto final;
  4. E o para telefone, composto apenas por números grandes e de acesso fácil a símbolos como a cerquilha (#).

Considere testar os campos abertos do seu website e experimentar qual teclado é o ideal para cada situação.

Saber o momento certo de cada teclado ser disponibilizado ao usuário é uma ajuda e tanto na sua experiência, e pode garantir pontos extras na sua disposição para preencher formulários e ter uma conversão muito mais acertada.

2. Cuidado com as funções de sobreposição

Lembre-se sempre de que os usuários mobile dispõe apenas da possibilidade do clique (tap) e nunca de sobreposição (hover) de algum elemento.

Ocultar conteúdos ou funções na esperança de que o usuário coloque o mouse sobre algum objeto é desperdiçar código no seu website, afinal de contas, pelo celular nós não utilizamos mouse, não é mesmo?

Tente adaptar essas funções e substituí-las por alternativas como o clique duplo ou a função de segurar o toque (hold).

Realizar testes A/B para descobrir o que realmente funciona para seu público pode ser o ideal nessas situações.

3. Considere o SEO

Hoje em dia sabemos que o Google leva em consideração a existência de um design mobile-friendly no seu website na hora de estabelecer os critérios de ranqueamento, bem como o tempo de permanência de um usuário na sua página e, de maneira geral, a sua experiência ali dentro.

Portanto, na hora de montar um site que seja adaptado para mobile, não se esqueça de considerar um layout limpo e de fácil navegação.

Lembre-se de que os dispositivos podem ter tamanhos reduzidos e, por isso, é fundamental que a fonte escolhida seja legível e as imagens inseridas possam se adaptar ao formato da tela.

Não só isso, considere também reduzir o peso de alguns arquivos.

O tempo de carregamento da página é importantíssimo para o interesse de um leitor, principalmente se estivermos falando do acesso mobile com consumo de plano de dados.

Opte por formatos mais leves para suas imagens, e reduza na quantidade de aplicações e downloads necessários para a navegação do usuário.

4. Escolha CTAs adequados para conversão no mobile

CTA também é algo fundamental de ser experimentado nas versões mobile.

O seu público pode se relacionar melhor com a inserção de um atalho de chamada direta em lugar do preenchimento de um formulário, por exemplo, e a única maneira de descobrir isso é por meio dos testes que você precisa realizar.

Lembre-se também de adaptar os botões, cores e verbos utilizados no CTA em páginas voltadas para o mobile.

Mesmo que o usuário seja o mesmo em ambas as opções, é preciso inferir que o seu comportamento pelo smartphone é fundamentalmente diferente do seu comportamento pelo computador.

5. Tenha uma página realmente interativa

Lembre-se de que a principal ação que o usuário de smartphone pode realizar é o clique (tap) na tela.

Aproveite desse recurso para gerar conteúdos que permitam o click de maneira interativa, trazendo informações adicionais, convidando o leitor a participar e, claro, tornando a sua experiência mais completa.

6. Reduza o número de campos em Landing Pages

Preencher formulários online pode não ser a atividade favorita dos usuários mobile.

O espaço reduzido, o excesso de informação e, principalmente, a falta de um teclado adaptável, comprometem a sua conversão nas Landing Pages.

Por isso, vale aqui experimentar o que realmente dá certo para você e seu público, sempre lembrando-se de manter o SEO da página atualizado.

Considere se vale a pena ter dois campos para nome (nome e sobrenome), ou se a presença de apenas um já supre as suas necessidades.

Lembre-se de que menos é mais na construção de suas Landing Pages e, se o interesse é converter, vale pensar também no lado do usuário.

Avalie campos como “Como você nos descobriu?”, “Telefone para contato“, “Cargo na empresa em que trabalha“, “usuário do LinkedIn” ou “média salarial” são realmente relevantes para o modelo de abordagem da sua empresa. Se não, exclua-os sem dó!

Lembre-se de discutir também com seu time de vendas. Essa integração pode ajudar em alguns bons insights para sua equipe!

7. Insira informações de contato

Uma pesquisa da xRd com a Telemetrics mostrou que pelo menos um terço dos usuários mobile entram nos sites buscando informações de contato como o número de chamada ou mapas.

Por isso, vale considerar uma área de contato de fácil acesso para o visitante que opta pelo smartphone.

A alternativa mais prática é a de inserir um atalho de chamada pelo celular para os números da sua empresa. Códigos como tel: e callto: podem resolver o problema, convidando o leitor a clicar no link e a iniciar uma chamada direta.

Integrando com o Skype, é possível adicionar números e usuários que levem o leitor ao seu suporte.

Essa alternativa é também válida para o desktop e, no Windows, faz com que o app do programa seja automaticamente aberto.

Aproveitar dos recursos do Google Maps também é uma boa.

É comum encontrarmos o endereço do local já marcado no mapa na parte inferior do site, permitindo que o usuário clique e seja redirecionado para a aplicação do Google, onde ele insere o seu próprio endereço para visualizar uma rota de chegada.

8. Distribua o conteúdo de maneira inteligente

Na hora de pensar seu conteúdo, é preciso também levar em consideração as diferenças da leitura no mobile.

Com uma tela menor, o usuário tem menos acesso a distrações de origem na página, mas significa também que é fundamental que você tome um tempo para otimizar esse conteúdo e realmente capturar a atenção do leitor, impedindo que ele olhe “para fora” da tela.

Claro que isso não é tão fácil assim, mas valem umas dicas de ouro na organização do conteúdo:

  • Mantenha sua versão mobile integrada com o visual da sua página no desktop. A unicidade no design é algo necessário para a identificação de sua marca e, claro, para a geração de confiança no visitante.
  • Garanta que suas Landing Pages sejam realmente limpas. No mobile é também fundamental remover todas as distrações possíveis, reduzindo a quantidade de formulário a serem preenchidos, e informando, com o máximo de objetividade, as vantagens que aquele usuário encontrará ao baixar determinado material.
  • Na hora de criar um blogpost, lembre-se de distribuir o CTA pelo conteúdo de maneira cuidadosa. Ao contrário do desktop, o usuário mobile precisa rolar a tela muito mais vezes para chegar ao final e, por isso, a presença de múltiplos CTAs ao longo do texto (sem exageros!), e em diferentes formatos, facilita na conversão e na captura de seu interesse.

Lembre-se de que o conteúdo é rei na sua estratégia de marketing digital, e na hora da conversão é fundamental que ele capture o interesse da sua persona.

Por fim, não se esqueça de testar o seu site e os impactos das mudanças aplicadas para a otimização mobile.

Você pode buscar apoio em aplicações como o Ready.Mobi, que faz uma verificação da performance do seu site e mostra como ele aparece em diferentes tipos de tela.

Com isso, é possível mirar nos principais problemas da sua página e buscar a sua otimização.

Lembre-se de observar a construção do código, a disposição dos elementos e o tamanho das imagens utilizadas no website.

Ficou interessado? Então aproveite para baixar nosso material exclusivo sobre o redesign de sites e garanta um layout muito mais preparado!

SEO para tumblr

Como fazer SEO para tumblr?

Você com certeza já ouviu falar do Tumblr, não é mesmo? Essa plataforma, com imenso potencial de crescimento, reúne o imediatismo do Twitter com o modelo de publicação tradicional para blogs, e já conta com mais de 3 milhões de usuários ativos.

Talvez você não saiba, mas, assim como qualquer outro blog, os conteúdos postados nessa rede podem sim ser indexados por mecanismos de busca e ranquear muito bem.

Foi pensando nisso que separamos aqui 7 pontos fundamentais para a otimização do seu conteúdo no Tumblr! Essa é a sua chance de integrar a rede na sua estratégia de marketing digital e garantir uma oferta muito mais diversa de conteúdo.

Preparado? Então logue no seu blog e mãos à obra!

SEO para Tumblr: Os 7 elementos principais

1. Organizando o HTML

Uma das grandes vantagens do Tumblr é a construção do código do seu blog em HTML. Isso torna a edição de temas e recursos muito mais amigável para os usuários médios, além de garantir a inserção manual de algumas tags e códigos que auxiliam no seu SEO.

A primeira delas é a definição das meta description do seu blog. Caso o tema (template) escolhido não venha com essa opção, você precisará adicionar manualmente pelo código, como no exemplo abaixo:

<meta name="description" content="Insira aqui uma descrição do seu negócio"/>

Na maior parte das vezes, porém, esse código já vem pronto, permitindo que você adicione as informações de título, descrição e palavras chave para o blog diretamente pela aba de edição do tema.

Também é possível customizar alguns padrões interessantes para o layout, como esse que adiciona o nome do seu blog após os títulos dos posts nos buscadores:

<title>{block:PostSummary}{PostSummary} – {/block:PostSummary}{Title}</title>

Vale fazer uma varredura pelo código e conferir também se as tags de H, título, negrito, noindex (essa tem de sair!) etc. estão presentes. Apesar de algumas não impactarem diretamente no seu SEO, elas com certeza ajudam na construção do seu conteúdo e no cuidado necessário com a sua escaneabilidade.

2. Link Building e o Reblog

Assim como o Twitter tem a função de retweet para replicarmos mensagens de outros usuários, o Tumblr tem um equivalente conhecido como Reblog. Essa alternativa permite que um usuário reposte o seu conteúdo no blog deles, mantendo uma linkagem direta para a fonte.

Esse é um ótimo termômetro para saber o que funciona ou não na sua estratégia no Tumblr, e é claro que uma quantidade alta de reblogs significa que seu link está sendo espalhado pela rede de maneira completamente orgânica.

Para conseguir reblogs, porém, vale o mesmo esquema do compartilhamento do Facebook: Você precisa de um bom conteúdo, uma base de seguidores interessados no seu negócio e, claro, posts que chamem para o engajamento.

Para o Link building vale sempre entrar em contato com blogs de relevância para tentar alguma parceria. Experimente propor guestposts, desafios em conjunto ou mesmo a troca de reblogs para garantir algumas notas extras!

3. Construção do conteúdo

Aqui vem a parte mais importante da sua estratégia de marketing no Tumblr. A rede social é toda sobre isso: Conteúdos de relevância.

E se você está pensando que é uma boa ideia postar os textos super legais de 3 mil palavras que performam bem no seu blog logo de cara, é hora de parar e começar de novo.

O Tumblr, assim como o Twitter, funciona em um ritmo muito mais frenético que a maioria das redes sociais. Suas postagens terão um tempo de vida definido pela quantidade de notas e reblogs que você for capaz de conquistar, e isso significa que o seu conteúdo precisa ser realmente interessante.

Não fique preso às publicações tradicionais de texto e invista no marketing de conteúdo de verdade. Experimente com vídeos, gifs, montagens, ilustrações, gráficos, áudios, textos intercalando com imagens e tudo mais que sua criatividade permitir.

Analise outros Tumbrls que fazem sucesso, chame o público a participar, levante discussões, faça parte de correntes de reblog, crie eventos e, o mais importante, não deixe de produzir.

4. Categorização e Tags

Na parte inferior de suas postagens é sempre possível escolher as tags principais para aquele assunto. As palavras aqui escolhidas servirão tanto para demarcar o conteúdo dentro do próprio Tumblr (funcionando exatamente como as populares hashtags no Twitter, Instagram e Facebook) quanto para a indexação pelos mecanismos de busca.

Aproveite de recursos como o Google Keyword Planner, SemRush ou Keyword Tool para definir as palavras chave de seu conteúdo, levando em conta a relevância e volume de busca, exatamente como nos seus blogposts.

Aproveite que o Tumblr tem um recurso de auto completar e experimente suas sugestões palavra chave. Você pode aproveitar dessa oportunidade para descobrir novos nichos para o seu conteúdo.

As tags escolhidas para seus posts também podem ser utilizadas para a criação de índices internos que facilitam a navegação.

Quer um exemplo?

Se você marcar 3 posts com a tag “Marketing”, é só criar um link nesse formato:

[nomedoseublog].tumblr.com/tagged/marketing

Assim, toda vez que a pessoa selecionar o link indicado, terá acesso apenas a esses 3 conteúdos marcados com essa tag.

Faça bom uso desse recurso para manter seu blog bem organizado e de fácil acesso para qualquer usuário!

5. URL customizada

Hoje em dia é possível preparar uma URL customizada diretamente na dashboard do seu Tumblr. Para isso, clique na engrenagem no canto superior da tela de postagem e digite, no primeiro quadro, as informações para a URL customizada.

seo para tumblr

Aqui é altamente recomendável que você utilize alguma palavra chave relevante para o seu link, uma vez que isso também é levado em consideração no momento de ranquear o seu conteúdo nas buscas do Google.

Não só isso, com uma URL amigável é muito mais provável que seu visitante sinta-se seguro na hora de clicar no link 🙂

6. Design e organização do blog

Quando falamos de design é fundamental ter em mente a experiência do usuário e, em se tratando do Tumblr, precisamos pensar tanto na estrutura do blog como um todo quanto na estrutura de cada post em particular.

Isso porque os usuários da rede recebem todas as postagens diretamente na sua timeline, sem precisar acessar um Tumblr específico para ter acesso ao seu post. Assim, a única referência de design que ele terá será a maneira como você organizou o seu próprio conteúdo.

Para isso, considere, antes de tudo, dominar o uso das Heading Tags. Isso inclui a H1 (para títulos), H2(para subtítulos) e H3(para títulos internos aos subtítulos). Essa ação não é só importante para a organização visual do seu conteúdo, mas também conta muitos pontos na hora de ser varrido pelos bots do Google.

Além disso, intercale o uso do negrito e itálico no texto, sempre tentando favorecer os critérios de escaneabilidade de um texto, além da possibilidade de uso de cores, tamanhos de fonte etc.

Na edição do conteúdo você pode sempre acessar a opção de HTML e editar diretamente no código do texto, criando as variações com as tags específicas dessa linguagem.

Já para o design do seu blog, evite temas que abusem das iFrames ou que não suportem versões mobile. É preciso estar atento a esse ponto, já que sabemos que a tendência é que os usuários tenham cada vez mais acesso à rede por meio de seus tablets e smartphones.

É também importante considerar a quantidade de imagens, vídeos, gifs e recursos que demandem download na página inicial. Lembre-se de que você deve mirar em um tempo de abertura baixo para as páginas do blog, e isso pode acabar expulsando os visitantes mais ansiosos.

7. Área de comentários

Por meio da edição do tema, é também possível definir um serviço específico para a área de comentários do seu blog.

Para muitos, a escolha natural é o serviço do Facebook, que permite a integração com a própria rede social, login automático e, o melhor de tudo, a postagem do comentário na página da pessoa; o que é maravilhoso para seu alcance e divulgação.

O que acontece, porém, é que esse serviço não tem os conteúdos indexados pelos bots do Google, o que não ajuda o seu SEO.

A outra alternativa que surge é o serviço do Disqus, muito usado pelos usuários do Tumblr e, adivinhe só, indexável pelo Google!

A solução oferecida por essa empresa, além de gratuita, é favorável para a construção de comunidades no seu website, permitindo o login por meio de redes sociais como o Twitter e Facebook e, para quem pretende investir, abre espaço para a promoção de anúncios.

O único porém é que é necessária a criação de uma conta no serviço, e isso acaba afastando alguns usuários.

Vale a pena estudar essas duas opções e, em alguns casos, até mesmo incluir as duas no seu blog. Assim os usuários podem escolher e você experimenta o que é mais popular com seu público.

E então, preparado para conquistar o Tumblr com nossas dicas de SEO?

Então não deixe de conferir também nossa lista com as redes sociais mais populares no Brasil e integrá-las à sua estratégia de marketing digital!

Snapchat vs Instagram

Instagram vs Snapchat: qual rede social você deve investir?

À sua direita, pesando apenas 57.7MB, está um dos apps mais consolidados da atualidade. Criado em 2010, comprado por Mark Zuckerberg (O bigboss do Facebook), aceito em Android, iOs e Windows Phone, com crescimento de usuários registrado em 23% nos últimos três anos e, atualmente, na versão 9.3… INSTAGRAM!

Do outro lado, pesando 129MB e na sua versão 9.39.3.0, está ele, criado por estudantes de Stanford, o queridinho das novas gerações, a promessa da revolução do marketing em mídias sociais, o app que já vale quase 22 bilhões de dólaresSNAPCHAT!

Recentemente os dois aplicativos entraram em uma batalha sangrenta pela supremacia do uso da sua bateria, principalmente depois da inclusão do novo modo Stories no Instagram.

Quer saber quem vence esse duelo? Então continue lendo e descubra qual o app campeão!

Round 1: Dados e estatísticas

A melhor maneira de começarmos essa briga é analisando os dados e estatísticas de cada app.

Você pode até achar injusto colocarmos no ringue o Instagram, já tão bem instalado no mercado, com o quase-recém-nascido Snapchat; mas a verdade é que ambos os aplicativos foram lançados em 2010 e 2011, respectivamente.

A diferença é que, aqui no Brasil (e em boa parte do mundo), o Snapchat só começou a ganhar força no início de 2013, quando o Instagram já havia conquistado sua fatia no mercado.

Enfim, vamos aos dados do nosso primeiro Round!

Instagram

Snapchat

Usuários ativos diariamente 500 milhões 200 milhões
Tempo diário de permanência no app 12min 11min
Fotos compartilhadas por dia 95 milhões 13 milhões
Celulares com o app instalado 42% 19%
Tamanho inicial de instalação (iOS) 57.7MB 129MB
Versão Atual 9.3 9.39.3.0
Avaliação dos usuários (Android) 4,5 3,9

Com um golpe direto, é mais do que óbvio que esse primeiro round é todo do Instagram.

Por enquanto ele sai sem maiores arranhões, mas é interessante observar que, no tempo diário de permanência no aplicativo, a diferença entre os dois ainda é consideravelmente pequena.

Esse dado pode nos dar alguns insights a respeito da maneira com que as pessoas fazem uso de ambos os aplicativos.

Com o lançamento do Instagram Stories, é muito provável que esse número tenha se equilibrado, principalmente se lembrarmos de que, em março desse ano, o Snapchat tinha uma média de permanência de 25 a 30 minutos diários.

instagram snapchat

Round 2: Consumo do celular

Nesse round temos três aspectos para considerar: Consumo de bateria, consumo de memória e espaço ocupado no celular

Consumo da bateria

Infelizmente o Snapchat não tem nem como competir na primeira fase. Dentre os apps mais populares para smartphone, ele é considerado um dos com maior índice de consumo de bateria, perdendo apenas para o recém-viralizado Pokémon Go (que chegou a estimular a compra de Power Banks para os treinadores mais assíduos).

Consumo de memória

Para medir a quantidade de memória necessária para cada aplicativo, levamos em consideração seu tempo de abertura e quanto ele forçava o celular para manter-se ativo.

Usando um Motorola G2 de exemplo, é possível perceber que o Snapchat chega a pedir quase 18 segundos para iniciar a tela e carregar a câmera frontal (além de travar no carregamento dos filtros), indo contra 2 segundos do Instagram.

Claro que os números variarão de acordo com o seu modelo de smartphone, quantidade de espaço disponível no celular, uso de memória etc., mas você pode fazer um teste rápido em casa com a ajuda de um cronômetro e anotando o tempo de carregamento de cada app.

Consumo de espaço

Para saber o quanto cada um desses aplicativos também usa do armazenamento do celular, é só acessar as opções do seu aparelho e conferir os números.

instagram snapchat

Fonte: Buzzfeed

Os valores podem variar de acordo com o uso que você faz de ambos os apps, mas existem grandes chances do Snapchat estar entre os primeiros da sua lista.

Isso porque o aplicativo tende a baixar todos os snaps dos seus amigos de antemão e guardá-los no seu aparelho, para facilitar no momento de assistir.

Mas, como você pode imaginar, a longo prazo isso pode devorar o espaço livre do smartphone.

Claro que o Instagram também não é nenhum mocinho nessa história: Os vídeos e fotos tiradas pelo app continuam no seu Cameral Roll, o que vai consumindo seu espaço ao longo do tempo.

A vantagem é que aqui é só você acessar a área de imagens do seu celular e deletá-las. Simples assim.

Mas, mesmo nesse combate, temos uma boa notícia: ambos os aplicativos possuem opções internas para reduzir todo esse consumo de dados, memória e espaço do seu celular.

Não funcionam como soluções definitivas, mas certamente podem ajudar:

Pelo Instagram, você pode acessar as opções de uso de dados e selecionar para reduzir o consumo de dados do aplicativo.

Não só isso, há também no app a opção de não salvar as fotos tiradas no seu celular. Seus 100mb livres agradecem!

Já pelo Snapchat, você pode acessar as suas opções e selecionar o modo avião para o app.

Assim ele não fará mais download automático dos snaps alheios e você ganha mais autonomia para escolher o que baixa ou não para seu celular.

E bem, quem vence esse round?

Levando em consideração que o Snapchat é um app bem mais pesado e que demanda bem mais do seu aparelho, não temos como não coroar o Instagram o vencedor da rodada! Mais um ponto para o app!

instagram snapchat

Round 3: Usabilidade

Chegamos ao terceiro round contando duas vitórias para o Instagram e, ao que tudo indica, ainda longe da virada desse duelo.

Usabilidade é um conceito fundamental quando pensamos em aplicativos, e indica a facilidade com que as pessoas conseguem se adaptar às funções e características de determinada ferramenta.

Isso se dá tanto pelo design quanto pela própria estrutura do aplicativo, e varia enormemente entre o Snapchat e o Instagram.

Uma boa maneira de explicar a diferença de posicionamento dos dois aplicativos diante da usabilidade é usando os termos “passivo” e “ativo”.

Assim que você clica no ícone do Instagram, a primeira tela que nos é apresentada é a do feed, com a aba stories na parte superior e as últimas fotos dos seus contatos em lista.

Ele não o convida a executar nenhuma ação imediata, e coloca o usuário em estado de contemplação. Por isso, o app sugere uma postura passiva.

Já o Snapchat nos joga diretamente na câmera ligada, convidando-nos a executar uma ação (postar um snap).

Por conta disso, consideramos que ele nos indica uma postura ativa.

O que acontece é que estamos acostumados a apps de postura mista, com sugestões mais passivas que ativas (a exemplo do Facebook e do Twitter que trazem nossa timeline logo no início, com a área de interação reduzida), o que conta pontos para o Instagram na hora de entendermos a sua lógica de funcionamento.

Não só isso, sabemos que, apesar do Snapchat constantemente adicionar novas features, elas não são tão intuitivas, dependendo de nossa exploração para conseguirmos descobri-las (Você pode conferir aqui 18 funcionalidades secretas desse app!).

Então, sem mais delongas, concluímos que esse round traz mais uma vitória para o Instagram. Não concorda?

Experimente sugerir o Snapchat para qualquer pessoa que ainda não conheça sua lógica. As chances dela desistir logo no início são altíssimas.

instagram snapchat

Round 4: Anúncios

Não faz nem uma semana que o Snapchat anunciou o Snap Audience Match e, enquanto ainda não temos dados sobre essa nova opção, já podemos adiantar que essa pode ser a rasteira que faltava para o app virar esse combate.

Analisar o vencedor quando o quesito é anúncio é um tanto mais complexo do que parece.

Além dos recém lançados Snap Audience Match, Snapchat Lifestyle Categories e Lookalikes, o Snapchat tem também algumas alternativas muito interessantes como os Geofiltros locais, Filtros patrocinados e os resultados de “snaps ao vivo” para eventos ou tags globais.

Essas alternativas são completamente diferentes do modo de anúncio do Instagram, que se vale da integração com o Facebook como uma de suas melhores armas.

Não só isso, o app também permite o uso de hashtags e a criação de posts patrocinados no próprio aplicativo, que aparecem na timeline de usuários da sua área de interesse.

A grande vantagem do Instagram, além da existência do Instagram for Business e a possibilidade de avaliar métricas de verdade, está no fato dele estar aberto para toda a comunidade do app, permitindo que qualquer pessoa encontre sua conta sem a necessidade de tê-la como contato, e isso garante uma área de alcance muito maior que o Snapchat.

Antes de definir um vencedor, porém, precisamos considerar a proposta de cada app.

O Snapchat foi criado para ser uma rede social privada, portanto, um alcance massificado (ainda) faz menos sentido do que na lógica de funcionamento do Instagram.

Cada rede é positiva (e funciona) na construção de seus anúncios, então o mais lógico aqui é considerarmos um empate.

instagram snapchat

Round 5: Filtros

A essa altura do combate você deve estar certo de que a resposta para o quinto round é previsível, não é mesmo?

Mas, falando sobre filtros, temos algumas boas considerações a fazer.

O Instagram foi o primeiro a popularizar o conceito de filtros prontos para fotos e vídeos, e hoje já conta com uma biblioteca com mais de 40 opções para os usuários, além das alternativas de edição de cores, contraste, definição da imagem etc.

Já no caso do Snapchat as opções são bem mais reduzidas, mas com um diferencial que pode virar esse combate: o aplicativo tem alternativas únicas de filtros, incluindo os patrocinados, que são a razão para muitos usuários continuarem compartilhando suas fotos e vídeos.

instagram snapchatinstagram snapchat

Os filtros patrocinados estão ficando cada vez mais populares, e vêm sendo usado para a promoção de filmes, como o Esquadrão Suicida, marcas, como o Gatorade, e até eventos, com a ajuda dos Geofiltros.

Essa última opção é uma das alternativas mais interessantes do app, e garante o uso de filtros exclusivos de acordo com a sua localização (é muito provável que o seu bairro, por exemplo, já tenha um geofiltro próprio!).

Portanto, se olharmos apenas para a quantidade de opções, é claro que o Instagram está na frente, mas levando em conta a interação e a variedade, é inegável a vantagem do Snapchat nesse quesito, principalmente se você estiver pensando do ponto de vista das oportunidades de negócio que esses filtros podem gerar.

Então… Ponto para o Snapchat! O Round 5 é todo seu.

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Fonte: Giphy

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Confronto Final – Instagram vs Snapchat: Quem vence na hora de montar sua estratégia de marketing?

Agora que sabemos que o Instagram vence em 3 dos 5 quesitos analisados, é óbvio que ele é a melhor alternativa para sua estratégia de marketing, não é verdade?

Errado!

Apesar de entendermos que o Instagram ainda é superior ao Snapchat em vários desses quesitos, a decisão pelo aplicativo ideal para o seu negócio precisa de uma análise muito mais profunda, levando em consideração, principalmente, os dados do seu próprio empreendimento.

Antes de tudo, entenda a proposta de cada aplicativo.

Mesmo que o Instagram tenha adicionado a alternativa de fotos com tempo de expiração, exatamente como o Snapchat, é preciso considerar onde o seu público está e, claro, que tipo de campanha você pretende fazer.

Faça uma pesquisa com sua persona, descubra mais sobre seus hábitos e então invista em canais de comunicação apropriados para a audiência do seu negócio.

Lembre-se de que é possível desenvolver ótimas campanhas em ambos os aplicativos, mas que, para isso, é preciso dominar as especificidades de cada um.

Ainda está na dúvida de qual app escolher? Então experimente com os dois.

Aproveite para realizar testes A/B e medir os resultados. Crie cupons de expiração no Snapchat, posts patrocinados no Instagram, eventos ao vivo em ambos os aplicativos e veja o que funciona melhor.

Até lá, o combate continua sem real vencedor, obrigando ambos os aplicativos a trazerem atualizações cada vez mais sofisticadas (ainda bem!).

Lembre-se de considerar a integração desses dois apps com outras redes sociais e de estudar muito sobre o assunto. Aproveite também para tirar um tempinho e dar uma olhada no nosso Kit de Marketing nas Redes Sociais.

Esse pode ser o primeiro passo para o sucesso da sua estratégia de marketing digital!

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Glossário de Redes Sociais

Glossário de Redes Sociais: 176 termos de Social Media que você precisa conhecer!

Quando o assunto é rede social, todo mundo já se sente um pouquinho apto a falar. Mas, você sabe o que é Geotagging, investe na captação de UGC, ou já acompanha a métrica ROR no seu negócio?

Foi pensando nisso que preparamos um glossário de redes sociais super atualizado que, com certeza, ajudará a entender melhor o profundo (e sempre em expansão) universo das mídias sociais (e te deixará com aquele arzinho desabe tudo!).

São 176 termos que fazem parte do dia a dia de todo profissional de social media, e agora é sua vez de dominá-los.

Ah, e não deixe de conferir nosso ebook de marketing nas Redes Sociais para ter um material completo sobre todas as redes sempre com você!

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Confira o nosso índice de letras para você se guiar melhor dentro do nosso Glossário!

1. #

Sinal tipográfico para cerquilha, conhecido no universo das redes sociais como Hashtag.

É utilizado para indicar palavras relevantes dentro de determinado contexto, indexando-a no diretório de busca de redes como o Twitter, Facebook, Google+ e Instagram, por exemplo, em forma de hiperlink ou atalho para busca daquele conteúdo marcado.

A

2. AddThis

Empresa especializada em ferramentas online para mídias sociais e conteúdo, incluindo o popular plugin do WordPress para compartilhamento de postagens nas redes sociais.

3. Alcance de uma publicação

Termo utilizado para indicar quantas pessoas tiveram acesso a determinada publicação em uma rede social (principalmente o Facebook), sendo uma das principais métricas avaliadas na gestão de redes sociais e para a elaboração de novas estratégias de alcance e engajamento de público.

4. Algoritmo

Sequência de regras ou formulações utilizadas para a resolução de um problema.

Esse conceito é usado com certa constância na definição de ferramentas internas ao Google ou Facebook, por exemplo, em que a indicação de um algoritmo é o responsável pela realização de buscas inteligentes, classificação de postagens, segmentação de públicos etc.

5. Analytics

O termo “Analytics”, aqui no Brasil, está comumente relacionado à ferramenta Google Analytics, que permite a análise de dados de seus websites e o acesso a informações como número de visitantes, tempo de visita, origem de entrada no site etc.

Redes sociais, como o Twitter e o Facebook, também possuem a funcionalidade de análise de dados internos, ou analytics, garantindo o acesso a informações de seu públic nas contas sob seu domínio.

O Guia Completo do Google Analytics

Entenda como usar esta incrível ferramenta de análise.


6. Anúncio

Anúncios, ou Ads, são postagens pagas que ocupam lugares estratégicos dentro das redes sociais. No Facebook, eles podem ser encontrados no canto direito da tela, e são organizados e selecionados de acordo com os interesses do usuário.

É uma ferramenta interessante para a promoção de conteúdo pontual na rede e, pelo Facebook, está aberta para qualquer usuário que queira experimentar.

Facebook ads ebook

7. API (Application Programming Interface)

Uma API compreende padrões de programação que permitem o acesso a determinado app ou software, além da sua integração com outras funções customizadas.

O Graph API, do Facebook, e o Fabric, do Twitter, são as duas API mais conhecidas e replicadas das redes sociais atualmente.

8. Automação de Marketing

A automação de marketing refere-se ao uso de ferramentas que objetivem a automatização de seus processos de marketing digital, tornando o processo de gestão mais organizado, ágil e escalável.

Pode ser utilizada em conjunto com o e-mail marketing, por exemplo, e para algumas redes sociais, pode ser incorporado e auxiliar no agendamento de postagens e organização de um calendário editorial.

automação de marketing e vendas

9. Avatar

É a imagem geralmente utilizada como foto de seu perfil na rede social. Avatar também pode significar uma personificação sua dentro do mundo digital, como vemos em jogos online de simulação, por exemplo.

10. Avaliação (Facebook)

Pelo Facebook, é possível avaliar lugares e empresas que tenham suas próprias páginas na rede. Para isso, uma escala de 1 a 5, indicado por estrelas, é utilizada para medir o seu nível de satisfação com relação ao local.

Essa avaliação tem forte impacto na imagem do negócio, portanto, é fundamental saber coletar esses feedbacks e transformá-los em vantagens competitivas.

11. Ask.fm

O Ask.fm foi um dos sucessores do Formspring, uma rede social de pergunta e resposta bastante popular em meados de 2010, aqui no Brasil.

A rede teve o modelo incorporado como funcionalidade pelo Tumblr, e também foi bem aproveitada por empresas para a geração de FAQs anônimos, o que garantia o engajamento do público.

B

12. Big Data

De maneira resumida, Big Data indica uma grande quantidade de dados complexos reunidos em determinado local. Essas informações precisam ser polidas e organizadas, para só então poderem ser analisadas com alguma precisão.

Em redes sociais, é possível aproveitar do potencial do Big Data para a obtenção de informações privilegiadas sobre seu público, tendências da área e oportunidades de negócio.

Transformacao Digital e Marketing

13. Bit.ly

Website gratuito utilizado para a redução de URLs antes do compartilhamento de links, garantindo também alguns dados para a análise de acesso dos endereços escolhidos.

14. Bio

Derivado de Biografia, a Bio é uma expressão amplamente utilizada em redes sociais (como o Instagram) para indicar suas informações de perfil.

Pode-se incluir nome, idade, país de origem ou link para o portfólio por exemplo.

15. Block

O termo “block” é mais conhecido no Twitter, mas é válido para a maioria das redes sociais como sinônimo da limitação de acesso de determinado usuário às suas informações.

A ação de block garante o bloqueio de uma conta a fim de impedir que hajam futuras interações com o solicitante, sem limitar, porém, as suas outras funções.

16. Blog

O termo deriva das palavras “web” e “log”, e é geralmente mantido por usuários ou empresas para o compartilhamento de conteúdo focando em um tema específico.

No Brasil, temos a expressão “blogar” para designar o ato de postar em um blog.

17. Blogger

O termo pode indicar tanto um blogueiro quanto o serviço de hospedagem gratuita de blogs oferecido pelo Google. O Blogger permite, por meio de sua conta do Google, a criação de sites em .XHTML com a extensão .blogspot.com, aproveitando-se da integração de outros serviços do Google (como o Picasa, para hospedagem de fotos, e Google Plus, para compartilhamento de conteúdo) para incrementar o serviço.

18. Blogosfera

Termo utilizado no Brasil no início da popularização dos Blogs no país, indicando uma comunidade (em rede) de blogs ao redor do mundo.

O conceito foi muito utilizado pela UOL Blog e, apesar de aparecer em uma e outra notícia, atualmente está em desuso.

19. Blogueiro

Ver: Blogger.

20. Branding

Conjunto de soluções fundamentais para a nutrição e sobrevivência de uma marca no mercado. Engloba todas as questões desde a sua formação até sua gestão contínua, como identidade visual, estratégias de posicionamento e relação com público etc.

21. Brandjacking

É uma ação danosa a qualquer empresa por meio da tomada de sua identidade online, promovendo conteúdos que possam denegrir sua imagem. Os Brandjackers utilizam perfis fakes para garantir esse tipo de ação.

22. Brand Persona

A Brand Persona é um personagem capaz de reunir em si todas as características e valores que uma marca deseja transmitir ao seu público.

Nela estarão espelhadas a linguagem e o tom da empresa, sempre se adequando à identidade do negócio.

23. Buffer

Buffer é uma ferramenta online para a gestão de redes sociais capaz de centralizar todas as suas contas em um lugar só.

Além de permitir a pré-definição de horários para subir seus posts, o Buffer também garante a visualização de estatísticas avançadas das postagens, fornecendo mais um ponto de análise de sua estratégia de mídias sociais.

24. Buzzsumo

Ferramenta de pesquisa e monitoramento de conteúdo online que permite a identificação de temas populares no momento, bem como a localização de influenciadores em mídias sociais diversas.

Essa é uma ótima alternativa para encontrar ideias de conteúdos populares para seu site ou blog.

C

25. Campanha (Facebook)

Reunião de um ou mais anúncios (ou conjuntos de anúncios) pagos no Facebook e todo o processo que envolve a sua publicação, monitoramento e gestão.

26. Canva

Ferramenta online e gratuita de criação gráfica. Ficou popular pela facilidade de uso e layouts pré-prontos com filtros e regulagem de cores, brilho, saturação etc.

Permite a geração de imagens (já configuradas) voltadas para redes sociais diversas, além de abrir a possibilidade de compra de fotos de stock para suas peças.

27. Capa (Facebook)

Capa, ou Cover, é a imagem localizada no topo de um perfil ou página no Facebook. Atualmente asdimensões pedidas são 685 x 450px.

Tamanho de imagens de redes sociais

28. Caption

O termo, que também pode ser traduzido como “legenda”, é utilizado em redes como o Instagram, indicando a descrição que acompanha a postagem de fotos ou vídeos.

É comum que no caption estejam inseridas também as Hashtags para aquela postagem.

29. Chat

Conversação, ou bate-papo, a distância e em tempo real, baseando-se no envio de mensagens textuais.

chatbots e marketing

30. Check-in

Como o próprio nome indica, a função de check-in é utilizada para sinalizar a entrada do usuário em algum local ou cidade diferente da que ele estava. O 4square foi um dos primeiros apps a popularizar o termo nas redes sociais, que hoje é utilizado em larga escala pelo Facebook.

O usuário comum pode selecionar a opção de check-in na tela de status do Facebook e então gerar uma marcação compartilhável com a sua localização atual.

31. Círculos (Google+)

Grupos de pessoas que formam uma rede de conexão no Google+. É possível segmentar esses grupos de maneira personalizada, como família, clientes, amigos etc.

32. Clickbait

O clickbait indica todo tipo de link clicável formulado para atrair o usuário a uma página externa com pouca, ou nenhuma, relação com a expectativa gerada anteriormente.

Um exemplo muito comum inclui as postagens com títulos sensacionalistas que são contrapostos pelo conteúdo. Esse tipo de postagem geralmente é feita com o intuito de gerar visitas ou impressões para um determinado link.

33. Comentário

Esse conceito é utilizado em praticamente todas as redes sociais para indicar uma mensagem, geralmente pública, enviada por um usuário de maneira direcionada a uma postagem qualquer.

34. Comunidade

Termo popularizado no Orkut. Indica um grupo de pessoas com interesses comuns que decidem se juntar online para a troca de informações ou compartilhamento de experiências.

35. Conexão (LinkedIn)

São as pessoas adicionadas à sua rede do LinkedIn. Funciona de maneira semelhante aos “amigos” do Facebook.

36. Conta Privada (Twitter)

Termo utilizado para indicar contas de usuários que optaram por limitar o acesso aos seus Tweets, liberando-os apenas para usuários previamente aceitos em sua rede de contatos.

Contas privadas são indicadas por um pequeno cadeado ao lado do nome do usuário. Essa opção pode ser ativada ou desativada a qualquer momento pelas configurações de conta.

37. Conversão

Ver: Taxa de Conversão.

38. CPC

Custo por clique. Métrica usada para a definição do valor a ser pago, pelo cliente, para cada clique em anúncio patrocinado colocado em seu site.

39. CPM

Custo por Mil Impressões. Expressão usada para definir o valor médio a ser pago para cada mil impressões (aparições) de um banner em um site.

Diferentemente do CPC, essa alternativa não depende dos cliques dos usuários, mas apenas de sua visualização na página.

40. Creative Commons

Organização não governamental sem fins lucrativos responsável pela geração de licenças menos restritivas que o tradicional Copyright, facilitando o modelo colaborativo sem retirar o direito autoral por parte do criador.

41. Crowdfunding

Financiamento coletivo.

Modelo de obtenção de recursos bastante popular hoje em dia, em que usuários (geralmente com o auxílio de plataformas como o Catarse ou Kickstarter) buscam fundos para a realização de seus projetos mediante oferta de recompensas exclusivas.

42. Crowdsourcing

Processo coletivo de obtenção de ideias, ações ou conteúdos, funcionando principalmente por meio de comunidades online em lugar do modelo tradicional de fornecimento.

43. CSM

Ver: Sistema de Gerenciamento de Conteúdo

44. CTR

Taxa de cliques. É uma métrica utilizada para indicar a quantidade de cliques que um conteúdo, ou anúncio, recebeu dividido pelo número de vezes em que ele foi exibido para alguém (seja por visualização em redes sociais, rankeamento orgânico ou e-mail marketing, por exemplo).

45. Curtir (Facebook)

Também conhecido como “like”, o “curtir” é usado quando o usuário gosta ou simpatiza com a postagem marcada. No Facebook é sinalizado por uma mão fechada com o polegar para cima, enquanto que no Instagram o seu símbolo é um coração.

D

46. Delicious

Serviço gratuito usado para a guarda e compartilhamento de links para acesso em qualquer dispositivo. Semelhante à função de “favoritos” da maioria dos browsers.

47. Denunciar como Spam

Função semelhante à de provedores de e-mail, permite que o usuário denuncie ao moderador da rede social qualquer conteúdo que julgue inapropriado ou que possa ser considerado como spam.

Geralmente vem acompanhando da opção de bloquear o responsável pela postagem.

48. Digg

Rede social de notícias que permite que seus usuários votem em seus artigos favoritos, fazendo com que eles apareçam em primeiro para os outros membros da rede e aumentando o alcance daquela informação.

49. Direct (Instagram)

Função similar à de Mensagem Privada, no Facebook, e de Mensagem Direta, Twitter. As mensagens recebidas por Direct, no Instagram, ficam disponíveis em uma tela separada da Timeline e são todas privadas para os usuários envolvidos.

50. Discover (Snapchat)

Funcionalidade exclusiva do Snapchat que separa notícias ou postagens de empresas parceiras para a visualização de qualquer usuário da rede. Boa parte delas leva a páginas externas de blogs ou redes sociais das empresas.

51. Disqus

Sistema gratuito de comentários que podem ser incorporados em blogs ou sites. Muito popular hoje em dia. Inclui também a possibilidade de integração com redes sociais variadas, criando pequenas comunidades dentro do próprio serviço.

52. DM (Twitter)

Direct Messages, ou mensagens diretas, são mensagens particulares enviadas entre usuários do Twitter.Elas ficam localizadas em uma janela separada da timeline e são todas privadas.

E

53. E-book

Livro eletrônico (ou digital). Popularmente utilizado como material rico para captura de leads.

54. E-mail Marketing

Alternativa de marketing que utiliza o e-mail como foco da difusão de mensagens e conteúdos, além de estabelecer o contato de maneira direta com o usuário após a manifestação de seu interesse no negócio.

55. Embed

Função de incorporar, ou embutir, um conteúdo multimídia em áudio ou vídeo ao seu site ou página por meio da inserção de códigos (geralmente em HTML) pré prontos.

56. Emoji

Expressão japonesa para a representação imagética em lugar de palavras, usada em mensagens eletrônicas e em páginas da web. Popularmente conhecido por Smiley (rosto amarelo com um sorriso). Podem ser encontrados em praticamente todos os sistemas operacionais para celular juntamente ao teclado.

57. Emoticon

Representação gráfica textual para substituir palavras ou emoções, a exemplo de 🙂 (sorriso) ou ;-( (tristeza). Em algumas redes sociais (como o Facebook), são automaticamente substituídas por Emoji.

58. Engajamento

Envolvimento ou interação voluntária de um público com determinado conteúdo ou marca. Hoje em dia, é um dos maiores desafios das organizações que buscam a gestão de redes sociais.

F

59. #F4F

Expressão utilizada no Twitter e Instagram para a troca de seguidores nessas redes, garantindo que aquela pessoa que o seguir terá a sua solicitação de de amizade em retorno.

60. Facebook

Rede Social de maior relevância no atual cenário Brasileiro, fundada por Mark Zuckerberg em meados de 2004. Hoje em dia conta com mais de 1.5 bilhões de usuários ativos.

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61. Facebook Insights

Ferramenta do Facebook para visualização de estatísticas de acesso, alcance dos posts, dados demográficos, cliques, crescimento social das páginas e interação com suas postagens na rede social.

62. Favorito

Pode significar tanto a marcação de uma página pela função do browser, para posterior leitura, quanto a marcação de um tweet (no Twitter) como de interesse pelo usuário.

63. Fan Page

São as famosas páginas no Facebook. Funcionam como perfis, mas dispensam a adição de amigos para permitir a função de “curtir” pelos seus fãs, adotando um tom mais corporativo.

Geralmente criadas para empresas, projetos, causas e figuras públicas.

64. Feed

Formatação de dados nas redes sociais (ou blogs) para o fornecimento de conteúdo de maneira organizada e cronológica.

Pode ser entendido como a Timeline que demonstra as atualizações dos seus contatos em uma rede, ou o RSS de um blog.

65. Filtros (Instagram)

Os filtros são edições pré-programadas disponíveis no Instagram para decoração de fotos e vídeos, incluindo alterações como saturação, contraste, brilho etc.

66. Flickr

Rede social voltada para a postagem e compartilhamento de imagens. Muito utilizada por fotógrafos. Permite a integração com outras redes sociais, além da visualização da imagem em tamanho original.

67. Followers

Seguidores. De maneira geral, são usuários que se inscrevem em sua rede social a fim de receber as suas principais atualizações.

68. FollowFriday, #FF

A Hashtag #FF é utilizada no Twitter por usuários que queiram indicar contas interessantes de seremseguidas. Para isso, é comum (sempre na sexta-feira) colocar o #FF seguido dos usuários precedidos de @.

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69. Formspring

Rede social de perguntas e respostas muito popular no Brasil em meados de 2009 e 2010. Na época, foisubstituída pelo Ask.fm e, hoje em dia, pelo Curious Cat.

70. Foursquare

Rede social voltada a geolocalização que garante a descoberta de lugares e pontos relevantes da cidade de acordo com o seu interesse. Permite o compartilhamento de experiências, avaliação de lugares e a realização de Check-ins em mapas virtuais.

G

71.Geofiltro

Geofiltros são filtros utilizados no Snapchat para ilustrar uma foto ou vídeo de acordo com a localização dousuário, aproveitando-se da função GPS do app.

72.Geotagging

É o processo de marcação de uma foto a partir de sua localização. Algumas redes, como o Instagram, fazem essa ação de maneira automática, sugerindo localidades próximas ao ponto de fotografia com base nas informações do GPS do seu aparelho.

73.GIF

Formato muito popular de arquivo que suporta imagens estáticas ou animadas.

74.Google+

Rede Social do Google que surgiu em 2011 e permite integração com outros serviços da empresa como o Blogger, Youtube etc.

75.Google Trends

Ferramenta do Google que mostra, por meio de gráficos, as principais tendências de busca pela internet. Muito útil na geração de conteúdo relevante e atualizado.

H

76. Hangouts

Serviço do Google para chat e chamada por voz e vídeo. Para smartphone, integra versões SMS e MMS.

77. Hashtag

Ver: #

78. Home

Início. Expressão usada para indicar a página inicial de um site, blog ou rede.

79. Hootsuite

Sistema de gestão de marcas por meio de redes sociais, integrando em plataformas como o Twitter, Facebook, LinkedIn, Tumblr e Google+.

I

80. Impressões

Mesmo que visualizações. Ver: CPM

81. Impulsionar publicação

Funcionalidade no Facebook que permite ampliação da divulgação de um conteúdo específico mediante pagamento. Ver: Post Patrocinado

82.Inbound Marketing

Forma de marketing que visa ganhar o interesse do público de forma não invasiva, apoiando-se em questões de SEO, marketing de conteúdo e estratégias em redes sociais.

83. Inbox (Facebook)

Área que reúne suas mensagens privadas no Facebook, indicado pelo símbolo de um balão de fala.

84. Influenciador

Usuário com grande área de alcance nas redes sociais e capaz de influenciar na decisão de compra ou interação de outros usuários comuns.

85. Instagram

Rede social voltada pra o compartilhamento de fotos e vídeos de maneira instantânea, garantindo área de comentários e integração direta com outras redes sociais.

Voltada principalmente pelo uso mobile, apesar de possuir uma versão de visualização para Desktop.

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86. Instagram Stories

Similar ao Stories, do Snapchat, o Instagram Stories permite o compartilhamento ao vivo de imagens com prazo de validade de 24h. Ao contrário das postagens normais do app, as fotos do Stories vão para uma seção separada da sua timeline, disponível para seus seguidores.

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87. Instamizer

Serviço de agendamento de postagens do Instagram. Permite a sincronização de múltiplas contas e agendamento das suas postagens de maneira intuitiva.

88. Instant Messaging (IM)

Aplicação que permite a troca instantânea de mensagens de base textual entre duas ou mais pessoas.

L

89.Like

Ver: Curtir

90.Link

Também conhecido como Hyperlink, é uma ligação ou endereço que leva a um conteúdo, documento ou página da web.

91.Link Building

Técnica de Marketing que envolve a aquisição de links de redirecionamento para seu site em websites de relevância, e igual fornecimento de hyperlinks para blogs, páginas ou conteúdos de seus parceiros como forma de retribuição.

92. LinkedIn

Rede social voltada para a formação de contatos profissionais. Permite a construção de um perfil com base na representação de seu currículo, indicando formações acadêmicas, publicações, interesses de mercado etc.

Garante a interação direta entre perfis de empresas e a busca por vagas de emprego.

93. Lista (Twitter)

Alternativa de segmentação de usuários de acordo com interesses, criando timelines alternativas dentro do Twitter.

94. Live Stories (Snapchat)

Reunião de snaps realizada pelo próprio Snapchat em torno de algum assunto em particular. Esse conteúdo é então disponibilizado para todos os usuários da rede de maneira contínua.

Qualquer pessoa pode contribuir com as Live Stories desde que enquadrada dentro dos limites geográficos do evento ativo.

95.Live Streaming

Formato de distribuição instantânea de conteúdo multimídia por meio da internet. Esse modelo não se dá pelo armazenamento de dados no seu computador, mas sim pela transmissão de dados em stream.

É um método muito utilizado para a realização de webinars ao vivo.

M

96.Marketing de Conteúdo

Alternativa de marketing que visa a construção de uma relação de confiança com seu público por meio da criação de conteúdo relevante, atraindo e gerando valor para sua marca.

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97. Mashup

Expressão usada para designar conteúdos que tenham sido criados a partir da aglutinação de vários outros, criando algo completamente novo. Muito semelhante ao conceito de remixagem.

98. Meerkat

Serviço de live-stream integrado com o Twitter que permite a transmissão simultânea de vídeo por meio de smartphones.

99. Meme

Nas redes sociais, memes são imagens, expressões, prints, vídeos, gifs etc. passados de maneira viral entre usuários de maneira contínua.

Alguns exemplos populares incluem imagens da Gretchen, Leonardo Di Caprio com o Oscar ou O Iluminado com legendas humorísticas.

100. Mene

Versão satirizada dos memes. A expressão surgiu no Brasil, e é usada para designar a reapropriação de um meme feita de maneira satírica. Os menes não tem a taxa de viralização de um meme.

101. Menção (Twitter)

Termo utilizado quando o usuário é mencionado na rede por meio de uma @.

102. Messenger

Serviço de chat integrado ao Facebook, servindo como um aplicativo individual para a gestão de envio e recebimento de mensagens entre usuários da rede social.

103. Métricas de Vaidade

Indicadores considerados sem muita validade para o real diagnóstico dos resultados de suas ações de Marketing Digital, além de não servirem para a definição de novas estratégias online.

São assim chamadas, porém, por serem positivas para a “vaidade” do usuário, gerando satisfação pelos valores. Um exemplo é a quantidade de acessos em um link que não especifica o número de usuários reais que visualizaram o conteúdo efetivamente.

104. Microblog

Modelo de publicação reduzida de mensagens, a exemplo do Twitter (140 caracteres) e, em muitos casos, do Tumblr.

105. Mutar (Twitter)

Funcionalidade que permite o silenciamento de usuários no Twitter sem que você precise, necessariamente, deixar de segui-lo. Ele continua dentro da sua rede de amigos, mas suas mensagens não são mais indexadas à linha do tempo.

106. My Space

Rede social fundada em meados de 2003. Inclui um sistema interno de e-mails, fórums, trocas de fotos, mensagens e grupos. Foi muito popular nos Estados Unidos para divulgar artistas e bandas da época.

N

107.Net Promoter Score (NPS)

Métrica utilizada para medir o índice de satisfação e lealdade de um cliente com base na pergunta: “Em uma escala de 0 a 10, o quanto você recomendaria nossa empresa para alguém?”.

Esse valor é fundamental para entender os pontos que precisam de mudança em um serviço.

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108.News Feed (Facebook)

Págna inicial do Facebook após o login na rede social. Inclui todas as atualizações de amigos e páginas seguidas. No Twitter, essa mesma página é conhecida como Timeline.

109.Notificação

Mensagem que avisa de alguma novidade ou atualização em redes sociais. Se um usuário interagir com uma postagem sua no Facebook, por exemplo, você recebe uma notificação na rede ou no celular (caso habilite essa função).

O

110.Ocultar Publicações (Facebook)

Opção no Facebook que pode ser selecionada para postagens (texto, imagem, vídeo etc.) de maneira individualizada a fim de ocultá-la em seu feed de notícias. É possível selecionar a opção de ver menos publicações daquele mesmo tipo no futuro.

111.Orgânico

Expressão utilizada no marketing para indicar um público “voluntário”, ou que tenha chegado ao seu conteúdo por meio de motores de buscas ou indicações não pagas (como ads ou banners rotativos, por exemplo).

O Marketing de Conteúdo visa o aumento do tráfego orgânico de um site, em contraste com o tráfego patrocinado (por meio de anúncios).

Segredos do Tráfego Orgânico

112.Orkut

Rede Social muito popular no Brasil (mais de 30 milhões de usuários) que teve suas atividades encerradas em 2014.

113. Ow.ly

Serviço de encurtamento de URLs semelhante ao Bit.ly, com o diferencial da integração com o Hootsuite que permite

P

114.Pasta (Pinterest)

No Pinterest, pastas indicam coleções de Pins classificados segundo seu próprio critério. É possível seguir uma pasta ou adicionar o seu conteúdo a uma nova coleção.

115.Pay Per Click (PPC)

Modelo de anúncio em que é cobrado por quantidade de cliques em anúncios online tanto em blogs quanto em buscadores. Diferentemente da cobrança por impressão, esse modelo conta apenas com a interação do usuário com o ad.

116.Pay with a Tweet

Termo utilizado quando o acesso a determinado conteúdo pode ser garantido em troca de um tweet,substituindo a cobrança em dinheiro por divulgação online. Essa condição é bastante comum no download de infoprodutos.

117.Periscope

Rede social com foco na transmissão ao vivo de vídeos entre usuários

118.Permalink

Endereço ou link de um post específico, dentro de um blog, que se mantem sem mudanças.

119.Phishing

Tentativa fraudulenta de se obter informações particulares como logins, senhas e informações de cartão de crédito pela tentativa de se replicar layouts de instituições de confiança, principalmente por e-mails.

120.Pin (Pinterest)

Pins são equivalentes aos “favoritos” das redes sociais. No Pinterest um usuário pode “pinnar” qualquerconteúdo online que deseje, colocando-o em pastas virtuais para posterior consulta.

121.Pinterest

Rede social voltada para o compartilhamento de imagens por meio da criação de pastas e itens que podem ser marcados como favoritos pelo usuário. É possível agregar qualquer imagem online e organizá-las em pastas.

Guia Completo do Pinterest

122. Pocket

Alternativa para salvar links, vídeos, textos, ou mesmo conteúdo de outros aplicativos de maneira rápida e online. Tem a opção de compartilhar suas histórias guardadas com seus contatos.

123. Podcast

Tipo de produção em áudio, geralmente seriada, comumente distribuída por de RSS.

124.Post

Publicação. Entradas de textos (podendo ser acompanhada por imagens, áudios, gifs, vídeos etc.) em blogs, sites e redes sociais, geralmente dispostos de maneira cronológica.

125. Post Patrocinado

Posts patrocinados indicam determinados conteúdos que foram pagos por pessoas ou organizações para que tivessem maior alcance em redes como o Facebook, Twitter e Instagram.

Essas postagens costumamaparecer em primeiro nas linhas do tempo e sempre estão indicadas como conteúdo de patrocínio oupromoção.

126. Power Editior

Ferramenta do Facebook para a gestão de anúncios na rede, garantindo maior controle sobre suas campanhas.

Q

127. Quora

Website de perguntas e respostas com modelo base semelhante ao do Yahoo Respostas aqui no Brasil. Tem apresentado crescimento nos últimos anos, principalmente com a comunidade estadunidense.

R

128. Reactions (Facebook)

Similar ao curtir, mas com o diferencial de permitir a reação a posts com expressões diferentes, como “amei” e “triste”, que são contabilizados individualmente.

129. Recomendar (LinkedIn)

Função disponível no LinkedIn que permite a recomendação de determinadas habilidades por parte dos conexões da rede. Essas recomendações são apresentadas na parte inferior do perfil.

130.Reddit

Website social em que usuários têm suas postagens avaliadas positivamente ou negativamente, influenciando no seu aparecimento nas páginas de discussões da rede.

131.Regram

Similar ao Retweet, mas usando no Instagram. Implica na ação de repostar uma fotografia de outro usuário.

132.ROI

Retorno sobre Investimento, em português, é uma métrica bastante utilizada em gestão de redes sociais e indica quanto houve de retorno financeiro após a aquisição de determinado investimento (tanto para ferramentas quanto para infraestrutura).

Em redes sociais, é possível calcular a conversão de leads por anúncio pago em Facebook, por exemplo.

133.ROR

Retorno do Relacionamento. Métrica que indica o valor conquistado após o investimento na relação com o público. Pode ser utilizada como complementar ao ROI, e é fundamental em campanhas com foco na geração de engajamento.

134. Reply (Twitter)

Replies, no Twitter, indicam respostas diretas por meio da menção de um usuário e Tweet anterior.

Ela implica o uso do botão “reply” ou “responder” indicado por uma seta abaixo do tweet de seu interesse, e estabelecerá uma linkagem cronológica da conversa que pode ser exibida na linha do tempo da rede.

135.Retarget

Estratégia de marketing que busca apresentar anúncios de seus produtos (em outros sites ou redes) a pessoas que já visitaram a sua página, segmentando-as em grupos de anúncios específicos.

136.Retweet (RT)

A função de Retweet é semelhante ao compartilhamento automático do Facebook, e indica que um usuário replicou o seu Tweet na própria linha do tempo no Twitter.

137.RSS

Sumário de conteúdos em feed, dispostos de maneira cronológica, pertencente a um blog, site ou página, por exemplo, que apresenta as últimas novidades postadas com um link direto para o original.

É uma maneira de acompanhar as atualizações de sites com alta frequência de postagem.

S

138. SAC 2.0

Serviço de atendimento ao consumidor que utiliza do potencial das redes sociais para um contato mais próximo e adequado às exigências atuais dos usuários, permitindo a sua interação em tempo real.

139. Screenshot

Também conhecido como captura de tela. É a reprodução da imagem da tela do seu computador.

140. Segmentação de Públicos

A segmentação de um público depende da inteligência do consumidor acumulada por um negócio. Ela garante a divisão, de acordo com critérios específicos, dos consumidores de um negócio, permitindo ações (de marketing, atendimento ou vendas) melhor direcionadas para seus interesses.

141. Seguidores (Twitter)

Usuários que acompanham suas postagens pelo Twitter.

142.SEO

Search Engine Optimization engloba uma série de práticas para o aumento da visualização orgânica de uma página ou conteúdo por meio de buscadores como o Google.

Concentra-se na otimização da formatação do conteúdo, uso de palavras chave, além do entendimento das principais regras de rankeamento dos mecanismos de busca.

Guia do SEO 2.0

143. Selfie

Fotografia em autorretrato, geralmente digital. A expressão vem da palavra “self” (eu, própria pessoa) em inglês e entrou no Oxford English Dictionary em 2013.

A palavra é amplamente utilizada em redes sociais como o Instagram e Facebook, incluindo tanto legendas de fotos quanto hashtags.

144. Share

Mesmo que “compartilhar”. É utilizada no Facebook quando um usuário decide replicar determinada postagem em um grupo ou linha do tempo.

145. Skype

Software gratuito da Microsoft que permite o contato entre usuários por meio de chamadas em vídeo, áudio ou texto de maneira instantânea.

146. SlideShare

Plataforma social de compartilhamento online de slides, permitindo também a incorporação desse conteúdo em sites, blogs e redes sociais como o LinkedIn.

147. SMS

Serviço de envio de mensagens primariamente utilizado por celulares. Pode ser incorporado em estratégias de atendimento ao consumidor e em campanhas de marketing com base em textos.

148. Snapchat

Aplicativo social que permite que usuários enviem fotos e vídeos com tempo de expiração de 24h. Essa é uma das redes com maior crescimento de base de usuários nos últimos anos, e já esconde uma imensa variedade de funções no app.

149. Snapcode

QR code escaneável utilizado para a identificação de usuários do Snapchat A leitura desse código garante a adição do user à sua rede de contatos.

150. SoLoMo

Social, local e mobile. Termo utilizado para a indicação de apps e ferramentas que tenham por base noções de geolocalização, social (criação de redes e interações de usuários) e a plataforma mobile, a exemplo do Foursquare.

151. Sorteie.me

Ferramenta utilizada para a realização de sorteios no Facebook. Tem integração direta com a rede e permite a geração de cupons para sorteios de acordo com as interações dos usuários com sua rede.

152. Spam

Termo utilizado para indicar mensagens repetitivas, sem caráter informativo, postadas de maneira repetitiva em redes sociais.

Também indica aqueles e-mails com ofertas que não solicitamos, mas insistem em poluir nossa caixa de entrada.

153.Status (Facebook)

Um status no Facebook indica uma atualização em texto postada na timeline. O campo para preenchimento fica na parte superior da página principal da rede, com a mensagem ‘No que você está pensando?”.

154.Story (Snapchat e Instagram)

Listagem de snaps que duram 24h dentro do Snapchat. Podem ser criadas stories pessoais ou em comunidades pré-determinadas (London Stories é uma delas).

Recentemente o Instagram aderiu essa mesma forma de postagem.

Ebook Instagram Stories

T

155. Tag (verbo)

Indica a marcação do usuário em uma postagem e a criação de um link de retorno para o seu perfil na rede social. Pelo Twitter essa ação é conhecida como Menção (mention).

156.Taxa de cliques

Ver: CTR (Taxa de cliques)

157. Taxa de conversão

Métrica utilizada, principalmente, na medição dos resultados de estratégias e campanhas de marketing, indicando geração de leads, solicitação de orçamentos etc.

Pode ser calculada com base na definição de objetivos (compras em um e-commerce, por exemplo) de acordo com o número de acessos no site ou rede, aproveitando-se de ferramentas como os CTAs de páginas do Facebook ou links em redes sociais para otimizar o resultado.

158.Thread

Nas redes sociais, uma Thread implica no encadeamento de mensagens de forma cronológica, incluindo a postagem original e respostas de usuários.

Um exemplo comum de Thread é a organização de respostas a e-mails, de modo que a conversa seja disposta na ordem de chegada de cada mensagem.

159.Throwback Thursday, #TBT

Expressão popularizada no Instagram e usada por usuários que decidem relembrar fotos antigas (sempre na quinta-feira). Hoje em dia o #TBT também é utilizado no Facebook e Twitter, e pode fazer parte de uma estratégia de marketing em redes sociais de qualquer negócio.

160. Timeline

Linha do tempo, em português, indica a organização cronológica de postagens em redes sociais dispostas para visualização do usuário.

161.Troll

Usuário mal intencionado com o único objetivo de gerar conflitos e controvérsias online. Deu origem à expressão “não alimente o troll”, indicando a necessidade de se evitar esse tipo de usuário e não lhe dar corda para os conflitos iniciados.

162. Tumblr

Plataforma de blogs com postagens intercambiáveis. Permite que o usuário suba texto, imagem, vídeo, gifs animados, áudio, links, citações etc. Diferencia-se das outras plataformas pela comunidade única e flexibilidade de conteúdo e formatação dos blogs.

163. Trending Topics, #TT

Termo popular entre usuários do Twitter. Indica os principais temas falados em um espaço de tempo dentro da rede social. Podem ser visualizados por cidade, país ou de modo global.

164. Tweet (verbo)

Adaptado para o português como “Twittar”, indica a ação de postar uma mensagem de até 140 caracteres pelo Twitter.

165. Tweetdeck

Plataforma de gestão de redes sociais voltada para o Twitter, especificamente. Tem algumas opções como a visualização ao vivo de postagens, filtragem inteligente, além da alternativa de postagem agendada.

166. Twitter

Rede social de microblogging que permite aos usuários a postagem instantânea de mensagens (Tweets) de até 140 caracteres, além de vídeos, imagens, gifs animados, enquetes etc.

Muito buscada pela velocidade com que as informações correm dentro da rede social.

Marketing no Twitter

167. Twitpic

Serviço complementar ao Twitter muito usado antes da implementação da função de upload de gifs e fotos. Funcionava como um depósito de imagens com integração direta com o Twitter, incluindo número de visualizações e área para comentários desvinculado dos “replies” da rede.

U

168. UGC – User Generated Content

Refere-se a qualquer tipo de conteúdo gerado de forma espontânea e, geralmente, sem interesses financeiros, pelo consumidor final, a exemplo de fanarts, paródias, resenhas, wikis etc.

Pode ser usado como termômetro para o nível de engajamento do público de um negócio.

169. Unfollow (Twitter)

Também conhecido como “Deixar de seguir”, é o ato de se desligar de algum usuário no Twitter, deixando de receber suas atualizações na sua Linha do Tempo.

170.URL

Endereço virtual de rede que pode tanto estar na internet, quanto na intranet. Popularmente entendido como link ou endereço de alguma página online.

V

171. Vine

O termo Vine pode tanto indicar a rede social especializada no compartilhamento de vídeos curtos (e comprada pelo Twitter em 2012), quanto pode indicar esses mesmos vídeos subidos na rede.

172. Viral

Termo utilizado para designar qualquer texto, imagem ou conteúdo que se espalhe com alta velocidade pela internet (geralmente pelo elevado índice de compartilhamento), gerando aumento exponencial de visitação quando comparado com as taxas normais de acesso do negócio.

173. Visualização

A visualização de uma postagem é contabilizada assim que o usuário tem acesso, em sua tela, ao conteúdo. Ele pode passar por ela ou interagir. Em ambos os casos, a visualização é registrada.

174. Vlog

Junção das palavras Vídeo + Blog.

175. Vlogger

Vlogger, também conhecido como Vlogueiro ou Youtuber (quando hospedado na plataforma) é o indivíduo responsável pela produção de conteúdo em vídeo (Vlogs) nas redes.

W

176. Webinar

Um tipo de conferência online de mão única, geralmente no formato de palestras ao vivo, que permite comunicação via chat com os espectadores.

Agora que você já domina os principais termos do universo das redes sociais, é hora de voltar à internet com novos olhos. Não deixe de continuar acompanhando nossas postagens, e esteja sempre atento às constantes transformações que o mundo do social media nos traz.

Erro 404

O que é o erro 404 e como utilizá-lo a seu favor!

Error 404: Page not Found.” Quantas vezes você já recebeu essa mensagem enquanto navegava pela internet?

Esse tipo de erro (que é mais comum do que imaginamos!) pode ser a porta de saída para muitos visitantes de seu site, que acabam desistindo da navegação quando encontram a página padronizada do erro.

Mas é possível transformar esse problema em um diferencial para o seu website.

Quer aprender como? Então não deixe de ler o nosso post de hoje!

O que é o Erro 404?

O Erro 404, ou como também costuma aparecer, “Page not Found“, é uma resposta HTTP que indica a possibilidade de se comunicar com o servidor do endereço solicitado, mas a impossibilidade de encontrar nele o que foi pedido.

Isso pode indicar tanto um erro de digitação no endereço, um link para um local inexistente (experimente!), ou uma página que foi movida e perdeu aquele direcionamento.

De maneira prática, os códigos iniciados por um 4 indicam um grupo de erros em que a causa está no usuário ou cliente, e não do servidor.

Em contraste, códigos iniciados pelo 5 indicam erros internos do servidor ao tentar processar a solicitação enviada.

Ah! E não confunda com o erro 403. Diferentemente do 404, esse código aparece quando fazemos uma requisição válida, mas que é negada pelo servidor.

Redirecionamento para o 404

Temendo quebrar a confiança do visitante (quem gosta de acessar um site com links quebrados?), muitos websites acabam redirecionando todo resultado 404 para a sua homepage (por meio do HTTP 301), mas isso pode confundir o usuário ainda mais, deixando-o sem retorno sobre o erro cometido.

Transparência é a sua melhor aposta nesse caso.

Crie uma página de erro 404 capaz de informar o visitante sobre o ocorrido, além de indicar sobre o próximo passo para que ele tenha seu problema solucionado.

Isso pode trazer resultados muito melhores para a experiência do usuário do que o simples redirecionamento.

Erro 404 e SEO

Antes de tudo, você precisa saber que páginas de erro 404 não são indexadas por motores de busca.

Segundo o próprio Google, essas páginas não impactam no seu rankeamento de maneira direta, mas sabemos bem que o tempo de permanência no site, e a experiência do usuário, são fatores que não podem ser ignorados por quem deseja alcançar as primeiras posições no buscador.

Não só isso, existem também algumas ações que você pode tomar assim que identificar o primeiro retorno de 404 dentro do seu site (como links quebrados, por exemplo):

  • Aproveite de ferramentas como o Dead Link Checker (gratuita!) para varrer o seu website em busca de links quebrados e tome providências para substituí-los!
  • O Redirect 301 é uma ótima alternativa para corrigir erros comuns de digitação no seu site. Tem algum link em que as pessoas costumam trocar uma e outra letra na hora de digitar? Crie um redirecionamento automático, assim você evita perder visitantes.
  • Crie uma página de erro 404 que seja a cara do seu negócio!

Você não precisa fugir do erro 404, mas, saber transformá-lo em um diferencial estratégico, pode ser necessário para melhorar os resultados no seu site.

Como personalizar a página de erro?

Se você está preocupado com experiência do usuário, uma página de erro 404 personalizada é mais do que fundamental para seu negócio.

Se você usa o WordPress, é possível aproveitar de plugins com ótimos recursos de criação de páginas substitutas para o tradicional “Page not Found“.

Caso prefira, também existe a possibilidade de se editar a página “404.php” que vem acompanhando a maior parte dos templates da plataforma.

Para editar a página que vem com o WordPress, você pode usar um editor de texto comum e acrescentar as informações necessárias (já já mostraremos as melhores práticas!).

Mas, se você for do tipo de pessoa que prefere passar longe de códigos e programação, os plugins certamente serão seus melhores amigos.

Quais elementos são fundamentais para minha página de erro 404?

Os elementos da sua página de erro dependerão, e muito, do seu estilo de negócio.

Mas podemos começar enumerando três pontos indispensáveis na sua personalização:

  • Links que levem para as principais categoria do seu site e, claro, para a página inicial.
  • Caixa de pesquisa interna. Essa opção ajuda o usuário a se localizar no seu site e, quem sabe, até encontrar outros conteúdos que lhe interesse!
  • Um layout organizado na experiência do usuário. Se chegar no erro já é um incômodo, é seu trabalho tentar proporcionar a melhor experiência possível para seu visitante.

Com esses três pontos, você pode até aproveitar da página de erro padrão para adicionar as informações mais relevantes ao layout tradicional e economizar um tanto de trabalho.

Mas, se seu objetivo é conseguir algo capaz de destacar seu site dos demais, é bom considerar outras alterações:

  1. Mensagem de erro amigável: Dispense o tradicional “Page not Found” por algo mais simples para o visitante. Explique o que houve e proponha uma solução.“Ops, parece que o link que você seguiu está no lugar errado. Que tal usar a nossa busca para dar uma checada? Não deixe de nos contatar caso encontre algo grave!”Bem mais atraente, não é mesmo?
  2. Mantenha o layout da página integrado com o do seu site. Não dê ao visitante a impressão de que ele está em outro lugar, mas sim que você sabe o que houve e tem tudo sob controle.
  3. Adicione links relevantes. Pode ser uma lista dos mais lidos, das últimas postagens, da central de ajuda, do formulário de contato etc. Escolha algo que tenha a ver com sua persona e tente ajudá-la. Não se esqueça de que esse também pode ser um momento para divulgar seus links.
  4. Convide o leitor a colaborar. Nada melhor para o engajamento do que mostrar ao visitante que ele faz a diferença naquele site. Disponibilize uma alternativa para que o erro seja reportado à sua equipe pelo próprio usuário, e não deixe de agradecer depois pela ajuda!

7 exemplos criativos para o erro 404 do seu website (e o que você pode aprender com eles!)

E então, já tem algumas ideias para montar sua página de erro?

Aproveite que separamos alguns dos resultados 404 mais legais da web e comece a elaborar o seu!

1. Hubspot

erro 404

A página de erro da Hubspot segue um estilo mais leve, muito adequado à persona do seu negócio e à linguagem utilizada nos seus conteúdos.

Além de ser simples, ela nos direciona de maneira efetiva para o blog, o demo da sua ferramenta ou para sua página de produtos.

Rolando um pouco a tela temos então acesso às principais linkagens do site, servindo de mapa para um usuário que talvez estivesse perdido.

2. RD Station

erro 404

A página da RD Station, porém, adota um visual bem mais sóbrio.

Ela integra perfeitamente com o layout do site, e recomenda um botão de retorno no navegador em lugar de recomendar uma nova busca, contato ou links importantes.

Como já disse, é fundamental buscar entender como sua persona interage, e daí montar uma página de erro que tenha elementos que conversem com ela de maneira efetiva.

3. Cacau Show

erro 404

O erro 404 da Cacau Show segue o estilo visual da maioria dos produtos da marca, e aqui traz uma explicação bem mais user-friendly, apresentando os possíveis problemas que possam ter levado o usuário até aquele endereço.

Não só isso, você tem a busca de fácil acesso no canto direito superior, além de um link para a Home do site.

3. Twitter

erro 404

Apesar de manter as cores do site, o Twitter opta por uma página de erro com layout bem diferente do resto da rede social.

Aqui temos todas as opções ocultas e um redirecionamento para a página inicial.

A barra de busca é outro ponto importante que valoriza a experiência do usuário na página.

4. MailChimp

erro 404

O MailChimp também adota uma veia bem mais humorística na construção da sua página de erro 404.

A empresa aproveita-se da imagem do seu mascote para mostrar que, bem, você acabou caindo no lugar errado.

Mas, é claro que eles não deixam isso barato.

O site aproveita para explicar que o endereço digitado não pôde ser encontrado no sistema, e sugere ainda que você utilize a sua busca. Simples, bonito e efetivo.

5. Disney

erro 404

A Disney também opta por um design bem mais minimalista e simples de usar.

Essa é uma ótima alternativa se você não quiser desconcentrar o usuário da sua última atividade, desejando apenas que ele retome sua atividade normal.

7. Bluegg

erro 404

E é claro que você pode adicionar outros elementos na sua página de erro.

A Bluegg, empresa britânica, aproveitou-se de um meme para criar um link divertido e dinâmico ao mesmo tempo.

Eles optaram pela inserção de um vídeo direto do Youtube e um link para a página inicial do site. E só.

Essa liberdade criativa é fundamental para criar algo novo e marcante para sua empresa.

E agora? Já está preparado para criar as melhores páginas de erro 404 na internet?

Não deixe de colocar tudo o que aprendeu aqui em prática e aproveite para visitar nosso guia com os melhores plugins para o WordPress!

Pode ser o upgrade que faltava para seu site!

seo para youtube

TUDO o que você precisa saber sobre SEO para Youtube e um pouco mais!

Com mais de 1 bilhão de visitas mensais, o Youtube hoje é um dos maiores buscadores online, ficando atrás apenas do Google.

A rede social de vídeos entra também como parte importante da estratégia de produção de conteúdo da maioria das grandes empresas, e é terreno fértil para a proliferação de ideias e novidades em qualquer área.

Você já sabe sobre a importância do SEO (search engine optmization) na produção textual e organização do seu blog, não é mesmo? Mas, sabia também que essa ferramenta pode dar uma forcinha para o rankeamento de vídeos?

O post de hoje vai te deixar a par de todas essas novidades, bem como garantir que você saia sabendo todo o processo de otimização de seus vídeos pelo Youtube!

Ansioso? Então continue lendo e prepare um bloquinho para anotar nossas dicas!

E vale a pena investir no Youtube?

Antes de começarmos, é fundamental que você esteja consciente das principais estatísticas do Youtube. A rede tem o segundo endereço de web mais visitado na internet, segundo o Alexa, e conta com mais de 300 horas de vídeo sendo subidas a cada minuto no seu servidor.

Só esses dados já seriam suficientes para entendermos a relevância do Youtube na busca por alcance de públicos no marketing digital, mas é claro que tem muito mais por aí:

  • São mais de 2.35 bilhões de horas de vídeos assistidos por mês;
  • Mais da metade das visitas à rede vêm de dispositivos mobile;
  • A média de cada visita ao Youtube dura 40 minutos;
  • Há uma média de 1 bilhão de visualizações de vídeos por smartphones diariamente;
  • A busca de vídeos didáticos (com ‘how to’ no título) cresce uma média de 70% ao ano;
  • Está disponível em 88 países com versões localizadas;

Apesar de sedutor, não é apenas o alto índice de atividade na rede que garantirá o sucesso de seu canal ou vídeo.

Atrair o público, retê-lo e, mais do que isso, engajá-lo no Youtube, demanda um planejamento de marketing cuidadoso, bem como a constante atenção com sua otimização de conteúdo.

SEO para Youtube? Isso funciona?

Sim, funciona.

O Youtube usa um sistema de rankeamento e categorização algo semelhante ao do Google, portanto, tudo o que você aprendeu sobre SEO para blogposts e sites será muito útil de agora em diante!

Se você ainda não tem conhecimento nenhum sobre SEO, dê uma olhadinha no nosso material completo (e gratuito!) sobre o assunto!

Você já se perguntou o que os vídeos que aparecem em primeiro na nossa busca pelo Youtube têm em comum?

A rede usa uma série de fatores para a organização do conteúdo, indo, desde o histórico de nossos interesses e buscas pela web, até a confiabilidade do canal que o hospeda.

Boa parte desses fatores engloba ações de engajamento do seu público, que serão fundamentais para o destaque de relevância do conteúdo. Mas é claro que você também pode fazer a sua parte.

Confira abaixo os critérios mais utilizados para a classificação dos vídeos nas buscas e resultados do Youtube (sem ordem de importância):

  • Informações contidas no título (Title Tags);
  • Retenção da audiência (tempo de visualização  x tempo total do vídeo);
  • Palavras Chave na descrição;
  • Visualizações;
  • Tags;
  • Duração do vídeo;
  • Compartilhamento;
  • Link building;
  • Quantidade de seguidores conseguidos após a visualização do vídeo;
  • Comentários;
  • Curtidas e descurtidas;

Agora que você já sabe o que importa no vídeo, vamos conferir como potencializar esses aspectos no seu conteúdo.

marketing em video

9 dicas de otimização de vídeos no Youtube

Vamos agora fazer um scan completo do seu conteúdo.

Gravou um vídeo, ou já tem algum algo carregado no Youtube? Aproveite para abrir as configurações principais e ir otimizando à medida que for lendo esse artigo.

Assim você terá certeza de que não perdeu nada!

1. Nome do arquivo

Pode parecer bobeira, mas o nome do arquivo de vídeo que será carregado no Youtube tem um grande impacto no entendimento da rede sobre a temática do seu conteúdo.

Abandone os “semtítulo.mp4” ou “versãofinal.avi” e renomeie o arquivo antes de upar para nomes que sintetizem o assunto principal tratado no seu vídeo.

Se você está postando um tutorial de maquiagem, por exemplo, vale considerar “Tutorial como fazer maquiagem para noite.avi”.

Observe a presença de algumas keywords, como “tutorial”, “como fazer” e “maquiagem para noite” no título.

Isso ajuda tanto na organização quanto na categorização do conteúdo internamente à rede.

2. Título do seu vídeo

Assim como na escolha dos títulos para posts, a escolha de títulos para vídeos é vital para o SEO para Youtube.

Palavras chave à esquerda, texto intrigante, título com menos de 70 caracteres. Sempre!

Considere algo que seja capaz de sintetizar a ideia do seu vídeo, mas sem falsas promessas.

Se você colocar algo como “Aprenda a fazer bolo de fubá” no título, e o vídeo não caminhar para mostrar esse conteúdo, é muito provável que o usuário feche a página antes do final, e isso é um tiro no pé na hora de buscar uma boa posição no Youtube.

Considere também o uso de palavras chave relevantes para seu nicho.

A opção por frases específicas (Longtails) é uma boa maneira de ranquear em assuntos menos competitivos, e daí o recurso de auto-completar do Youtube é de grande valia, já que mostra pesquisas comumente feitas pelos usuários da rede.

Experimente: Abra o Youtube e vá na caixa de busca.

Ali, digite “SEO para”. Sua busca será completada com alguns termos como “…para Youtube” ou “…para WordPress”, por exemplo.

Aproveite essas sugestões para montar seu título de maneira atraente para o público.

Quer fazer uma pesquisa mais aprofundada de Palavras chave? Recomendo que leia também esse artigo sobre keywords e aproveite dos recursos do Keyword Planner do Google.

CTA de download para o kit: Domine o Google

3.Tamanho do vídeo

Espera, o tamanho do vídeo também importa? Apesar desse critério não ser tão claro, é comum termos vídeos mais longos ranqueando em primeiro.

Não significa que você deve passar agora todos os seus materiais para duas a três horas de duração, mas é fundamental você garantir que seu vídeo tenha um tamanho apropriado para transmitir o tipo de conteúdo prometido para o usuário. Nem mais, nem menos.

Opte por conteúdos com mais de 5 minutos, e observe a duração média dos vídeos classificados em primeiro para o mesmo tema.

Lembre-se também de disponibilizar versões em HD e com alta resolução, o que significa uma boa qualidade da imagem mostrada.

Lembre-se também de que o seu vídeo deve ser interessante do começo ao fim.

O abandono do conteúdo é falta grave para seu índice de rankeamento, e pode gerar penalidades para sua classificação.

Tente encontrar o equilíbrio: Conteúdos longos o suficiente para transmitir uma mensagem relevante, mas curtos (e interessantes) o bastante para manter fixa a atenção do usuário.

4.Descrição do conteúdo

Assim que você começa o upload do vídeo, tem a chance de preencher algumas informações a respeito do arquivo.

A descrição, infelizmente, é a mais negligenciada pelos usuários e, de algum modo, uma das mais importantes para a boa classificação nos buscadores.

O que acontece aqui é que os buscadores ainda não são capazes de “ler” o seu vídeo ou música (com a exceção de identificar se o conteúdo é protegido por lei), então dependem de todas as informações textuais que você puder fornecer naquele momento.

A descrição será uma grande referência para o buscador, então você pode aproveitar para colocar ali toda e qualquer informação relevante, destacando o uso de longtails e headtails que, com certeza, garantirão algum resultado na hora de classificar o conteúdo.

E claro, lembre-se, ainda na descrição, de chamar os usuários a inscreverem no seu canal e a conhecer as suas outras redes sociais!

Kit Marketing nas Redes Sociais

5.Tags

As Tags do seu vídeo funcionarão como o campo de palavra chave do seu blog, com o diferencial de que ainda é bem positivo considerar mais de uma keyword (tente algo em torno de 6 a 8 tags!).

Lembre-se de que o Youtube tem direta integração com o buscador do Google, então não deixe de buscar palavras que possam ranquear também na aba de “vídeos” do Google, e não apenas nos resultados do Youtube.

Nesse caso, o Google Trends e o Planejador de Palavras Chaves  são uma ajuda e tanto!

Lembre-se de tentar utilizar uma Keyword que esteja presente tanto no título, quanto na descrição, exatamente como recomendamos para blogposts.

6. Divulgação

O engajamento e visualização do seu vídeo também são primordiais para o rankeamento, você já sabe disso, então, por que não investir em divulgação nas suas outras redes?

Lembre-se de espalhar os links de seus novos vídeos e criar playlists com os conteúdos mais interessantes.

Não só isso, incorpore o vídeo diretamente nos seus blogposts, compartilhe nas redes sociais, linke o conteúdo na sua assinatura de e-mail e, claro, invista em link building para seus vídeos.

Fazer uma listagem dos vídeos antigos também ajuda quando houver a produção seriada de algum conteúdo, além de garantir um fluxo de visitação interna no seu canal.

Outra alternativa de divulgação é participar de listas de discussões, como o Yahoo Respostas ou o (agora em expansão) Quora.

Com um conteúdo de relevância, será natural o compartilhamento de seu vídeo.

7.Anotações

Você já reparou pequenos mensagens que aparecem, de maneira translúcida, ao longo de alguns vídeos?

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Essas são as anotações, um recurso do próprio Youtube que pode ser usado por qualquer um na área de edição do vídeo, juntamente com a adição de legendas.

Essas inserções são positivas para adendos ou mesmo CTAs dentro do seu próprio vídeo.

Quer alguns exemplos? Experimente colocar algumas anotações ao final do vídeo indicando conteúdos semelhantes àquele apresentado.

Você também pode criar pequenos trailers e usar as anotações para chamar a atenção do usuário.

Vale tudo, até mesmo pedir curtida e inscrição no canal!

Mas atenção para o flood. Um vídeo com anotações excessivas só atrapalha na visualização, e é claro que isso pode acabar espantando o espectador.

Ficou curioso com o vídeo do exemplo? Você pode conferir aqui:

E aproveite para conferir os outros Rock Hacks com as melhores dicas de marketing dadas por quem é especialista!

8. Otimizando também o canal

Não adianta um vídeo maravilhoso se o canal não for nada atraente.

Preste atenção nos principais elementos que o compõe e aproveite para vasculhar a concorrência. O que mais chama a atenção na página do outro?

Tudo é relevante para a atração do visitante, e você pode (e deve) editar pensando na identidade visual da sua marca.

Tente criar uma coerência entre o visual do seu canal e o visual da sua empresa. Decidiu um padrão para o thumbnail dos vídeos?

Use-o de maneira inteligente, variando cores e fontes de acordo com a temática, ou mesmo agrupando-os nas playlists.

Tente dialogar com seu público. Não use formatos sisudos para uma audiência jovem e descolada, por exemplo

Permaneça fiel à sua persona!

9. Adicione legendas e transcrições

Você já sabe que os buscadores não podem “ler” o vídeo, então uma boa maneira de colocar o seu conteúdo de maneira direta é fazendo a transcrição do áudio para sua descrição.

Claro que, para um conteúdo muito longo, isso é garantia de que ninguém lerá o que está escrito, mas você pode aproveitar a transcrição e transformá-la em legendas para o vídeo, incorporando-as pelo próprio Youtube.

Esse gesto não ajuda apenas no seu SEO, mas também na acessibilidade, proporcionando a visualização do seu conteúdo por pessoas com dificuldades de audição ou que não possam utilizar o áudio do computador por algum motivo.

Bacana, não é?

Gerando engajamento (e por que isso é importante)

Como já dissemos, as ações dos usuários nos seus vídeos também entram como fator de rankeamento para o Youtube.

Assim, um conteúdo interessante, útil e interativo tem muito mais chances de aparecer em primeiro do que um conteúdo incapaz de cumprir a promessa no título.

Antes de gravar o seu vídeo, pense no engajamento que você pode gerar.

Construa personas, descubra o que elas consomem, entenda como seu vídeo pode fazer parte da vida delas e, enfim, coloque tudo de maneira única no seu conteúdo.

Parece complicado, mas isso é algo que virá com a experiência construída na produção e no diálogo com seu público.

Lembre-se de rechear o seu vídeo com CTAs variadas. Inscrição no canal, curtidas no vídeo, chamada para comentários, enquetes, links externos, tudo isso vale na hora de convidar o espectador a participar.

Mostre para seus seguidores que eles são importantes, e não deixe comentário sem resposta.

Esse ponto é fundamental para a retenção dos usuários e, claro, para que eles se sintam que sua participação faz a diferença!

E o conteúdo viral? Qual o seu segredo?

O conteúdo pode ser considerado viral quando ganha uma repercussão muito maior do que a esperada, atingindo um alto nível de compartilhamento por parte dos usuários e, muitas vezes, de reapropriação em outros contextos.

Infelizmente não existe fórmula mágica para a viralização, e pode observar que não há, exatamente, um padrão dentro dos vídeos mais acessados e distribuídos internet afora.

Isso não impede, porém, que você invista em alguns pontos que possam ajudar a capturar o interesse de seu público, principalmente tomando parte na divulgação online do seu conteúdo.

 

Curtiu? Aproveita para conhecer o canal da Rock Content no Youtube, aprenda sobre como produzir um vídeo aqui, e leia nosso guia sobre Marketing no Youtube para resultados ainda melhores!

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Funcionalidades redes sociais

Facebook, LinkedIn, Twitter, Instagram e Pinterest: incríveis funcionalidades nas redes sociais que você não conhece!

Redes sociais estão em constante expansão e, às vezes, não é exatamente fácil manter-se a par de todas elas.

Nessa semana, por exemplo, o Instagram passou por uma atualização drástica nas suas funções, incluindo o modo Stories, muito semelhante ao do Snapchat, que permite que o usuário suba suas fotos em uma linha do tempo de duração máxima de 24h.

Esse é apenas um exemplo, mas redes sociais de maior acesso, como o Facebook, LinkedIn, Twitter, Instagram e Pinterest, trazem updates de maior ou menor importância que precisam ser previstos dentro da montagem de sua estratégia de marketing.

Uma atualização como essa do Instagram Stories, por exemplo, é de grande impacto para qualquer marca que tenha (ou almeje ter) um público fielmente engajado.

Mas, não se assuste! Separamos aqui 19 funcionalidades que você provavelmente deixou passar, e que agora podem ser usadas para aprimorar seu marketing nas redes sociais:

4 funcionalidades incríveis do Facebook

Indiscutivelmente a rede mais usada no mundo, o Facebook vem se aprimorando com o passar dos anos para atender as demandas e reconfigurações de seus usuários.

Dê uma olhada nessas quatro funções que podem ser uma mão na roda na hora de usar a rede!

1. Salvar links para depois

Claro que você pode usar sua barra de favoritos ou abrir um arquivo no bloco de notas para guardar os links mais interessantes do Facebook, mas por que não aproveitar de uma funcionalidade que está ali justamente para facilitar a sua vida?

A função “salvar para ler depois” foi adicionada há poucos meses e com certeza será útil na montagem de clippings em redes sociais.

Para salvar uma postagem para o futuro, apenas clique na seta no canto superior direito e selecione a opção desejada.

funcionalidades redes sociais

Você encontrará tudo o que foi salvo no link facebook.com/saved , ou pode pegar um atalho e selecionar a opção “links salvos” no menu da esquerda.

funcionalidades redes sociais

2. Coloque uma meta batida!

Chegou a 100.000 seguidores? Conseguiu fundos para algum investimento em especial? Você pode deixar todos os seus fãs a par das suas conquistas com a feature de Milestone no Facebook.

Para adicioná-la, selecione a opção na postagem de um novo status, e então conte para o mundo a sua conquista.

funcionalidades redes sociais

Você pode personalizar a meta com imagens, vídeos e texto, tornando-a mais atrativa para o seu público.

3. Emojis escondidos

Recentemente o Facebook atualizou o seu antigo modelo de emojis para o chat, mas essa novidade não afetou os básicos usados nos comentários de postagens.

Por isso, alguns comandos escondidos ainda funcionam, permitindo que você use tubarões e pinguins, por exemplo, nos seus comentários (mesmo que eles não estejam disponíveis no menu de emojis).

Aqui vão os códigos especiais mais buscados:

(y) = Símbolo de curtir
(^^^) = Um tubarão branco gigante
:|] = Um robô
:poop: = Bem, você pode tentar e descobrir esse daqui 😉
<(“) = Um penguim

Clicando nesse link você pode conferir uma lista completa de emoticons escondidos no Facebook.

4.Reorganize os itens da sua página

Quer deixar suas informações de contato no topo da página? Na sua Fan Page é possível organizar as abas de informações de acordo com a sua preferência.

funcionalidades redes sociais

Caso queira mudar algo de lugar, coloque o mouse por cima da área e selecione o botão de reorganizar (com um lápis desenhado).

Daí é só arrastar as abas como quiser, deixando a página com sua cara.

3 ações que você não conhecia no LinkedIn

Com mais de 400 milhões de usuários em todo mundo, essa rede especialmente desenvolvida para networking e oportunidades de negócio pode ser uma peça chave na sua estratégia de marketing digital.

Confira 3 ações que você pode fazer na estratégia de Marketing do LinkedIn!

1. Use vídeos e imagens no seu perfil

Você sabia que é possível quebrar grandes blocos de texto do LinkedIn com imagens, vídeos, documentos, áudio, slides etc.? Dessa maneira você pode tornar o seu perfil, ou do seu negócio, bem mais atraentes.

Esse é um recurso até bastante básico, mas boa parte dos usuários deixa passar por pura falta de atenção.

Para editar o seu perfil, clique em ‘perfil’ na parte superior da rede e depois desça para a área de resumo, clicando no ícone quadrado à direita do título.

funcionalidades redes sociais

Uma área para upload de imagens se abrirá, e daí é só escolher o seu arquivo ou inserir o link direto.

Para conferir o que pode ou não ser inserido no seu perfil do LinkedIn, é só checar nesse link oficial.

Lembrando que os arquivos não podem ter mais de 15mb quando subidos diretamente pela rede social.

2. Crie uma página para seu negócio

Usuários premium podem investir em páginas especiais para promover seu negócio ou produto.

Marcas como a Microsoft, ou a Rock Content, possuem páginas específicas que trazem feeds dos seus negócios e permitem que seus usuários as sigam, em uma lógica bastante semelhante à das Fan Pages do Facebook.

Mas, é claro que não é só isso.

Depois de criar uma página, você ainda pode investir em Showcase Pages.

Essa funcionalidade permite a criação de conteúdo segmentado de acordo com o seu produto (e persona), e fica disposto na aba direita para todos os seus seguidores e usuários da rede.

funcionalidades redes sociais

3. Conquiste uma URL única

Todo usuário ganha uma nova URL assim que cadastra sua conta na rede, mas, para otimizar as buscas que levem à sua conta, é fundamental pensar em um link que seja de fácil acesso,

Para editar sua URL, vá para o perfil e selecione “Gerenciar configurações de perfil público” dentro de “Visualizar perfil como…”. Em seguida, selecione o botão editar na coluna direita, onde um campo de texto se abrirá.

funcionalidades redes sociais

Aqui é só escolher a sua nova URL. Lembre-se de considerar legibilidade e facilidade de acesso antes de definir o link do seu profile.

5 funções do Twitter que podem mudar sua experiência como usuário

Apesar de estar perdendo espaço para o Instagram, Facebook e Snapchat, o Twitter ainda é uma rede muito popular, especialmente no Brasil.

Confira 5 funcionalidades que provavelmente você não conhecia!

1. Faça a análise dos dados sua conta (de graça!)

Essa é uma das features mais interessantes do Twitter e, infelizmente, ainda é desconhecida para boa parte dos usuários.

Para acessar o Analytics da sua conta, clique no link e um relatório dos 6 últimos meses será gerado automaticamente.

Aqui você poderá conferir a sua quantidade média de Tweets, número de menções, visitas ao perfil, novos seguidores etc.

E tudo isso acompanhado de análises de porcentagem que garantem um monitoramento completo da sua desenvoltura na rede.

funcionalidades redes sociaisAproveite desses dados para repensar sua estratégia de marketing e descobrir quais conteúdos realmente geram engajamento com o seu público do Twitter.

Você também pode fazer análises individuais dos tweets selecionando o ícone de gráfico abaixo de cada mensagem postada.

2. Marque pessoas nas suas fotos

Essa alternativa funciona exatamente como a do Facebook, com a exceção de que não há um reconhecimento facial automático.

Para taggear as pessoas, apenas suba uma foto na rede e selecione a opção “quem está nessa foto?”. Daí é só linkar o nome do usuário e pronto.

funcionalidades redes sociais

3. Descubra quem deixou de te seguir

Esse tipo de informação é fundamental para montar um termômetro da sua estratégia de marketing social.

Se determinado nicho está deixando, em peso, de seguir a sua conta no Twitter, é sinal de que algo está faltando (ou sobrando) em suas postagens,

Com a integração do Who Unfollowed Me? é possível manter registro de usuários que seguem ou deixam de seguir o seu perfil no Twitter, garantindo dados para o monitoramento da rede.

Aproveite desse tipo de informação para rever sua linguagem, estilo ou frequência de postagem. Agir com antecedência garante que você não perca ainda mais dos seus preciosos seguidores.

4. Legendas de acessibilidade

Vá em configurações > acessibilidade e marque a caixa de seleção com “Escrever descrições de imagem”. Depois de salvar , retorne para a página inicial do Twitter.

funcionalidades redes sociais

Agora, sempre que postar uma imagem, é possível adicionar uma descrição de acessibilidade para pessoas com deficiências visuais.

Lembre-se de fazer um resumo sucinto do que se passa no conteúdo postado, garantindo que ela seja de fácil acesso para qualquer tipo de usuário.

5. Seu arquivo do Twitter

Utilizando o botão de solicitação de arquivo pelo menu de configurações do Twitter, é possível obter acesso ao registro de todos os seus tweets e interações desde o início de sua conta.

funcionalidades redes sociais

Com isso você tem em mãos todo o conteúdo postado em sua rede, o que facilita a análise de mudança de linguagem e perspectiva com o passar dos anos e evolução do seu negócio.

4 segredos do Instagram

Batendo a marca de 500 milhões de usuários só nesse ano e a cada dia lançando funcionalidades novas, o Instagram está na crista da onda e conhecer melhor essa rede é fundamental.

Confira nossas dicas!

1. Modo Stories

O modo stories foi recentemente adicionado ao Instagram, e já pode ser usado por qualquer usuário da rede. Para acessá-lo, basta acessar o botão “+” no canto superior esquerdo da tela:

Grave sua imagem, customize-a com as novas opções do Instagram e então selecione o modo Story.

Pronto! Sua atualização estará visível por 24h para seus seguidores.

2. Alternar contas

Depois de anos, finalmente essa opção foi adicionada!

Agora você não precisa mais ficar logando e deslogando (e notificando todos os seus usuários da rede quando faz isso) para acessar contas diferentes no Instagram.

Para adicionar usuários novos, vá nas opções da sua conta e desça até o ponto mais baixo do menu.

Na parte inferior selecione “adicionar contas” e entre com as informações de login da sua nova conta.

funcionalidades redes sociais

Para alternar, é só abrir o seu perfil e selecionar a opção no canto esquerdo superior. Ali estarão listadas todas as suas contas.

Um botão com o seu avatar também é adicionado na barra inferior do app, indicando qual login está ativo naquele momento.

3. Reorganize filtros e ferramentas

Cansado dos 912378723 filtros adicionados no Instagram? Duvido disso, mas, caso queira, você pode gerenciar seus filtros e esconder o que não tem usado.

funcionalidades redes sociais

Para isso, selecione uma imagem e vá para a área de seleção de filtros. Gire até a última opção e escolha “Gerenciar” (botão com uma engrenagem).

Em seguida marque (ou desmarque) os filtros de sua escolha. Isso mantém sua tela de seleção mais limpa e facilita na hora de encontrar o que realmente importa.

4. Aproveite de apps periféricos

O Instagram, por si só, é um app extremamente dinâmico.

E, talvez você não saiba, mas a mesma empresa que o criou tem outros dois aplicativos periféricos que podem ser utilizados em conjunto com o app principal para tornar suas edições e postagens mais profissionais.

funcionalidades redes sociais

O Boomerang, que pode ser baixado diretamente na loja, permite que você crie mini-vídeos em loop (exatamente como gifs) e exporte-os diretamente para o Instagram para ser postado no seu feed.

A vantagem é que é possível criar esses loops e mandá-los para suas redes sociais sem perder o formato.

Já o app Layout vem para suprir a falta de uma função de colagem interna no Instagram, permitindo que você reorganize duas ou mais fotos de maneiras variadas.

Nesse aplicativo você pode selecionar bordas, aumentar imagens e tudo mais para uma colagem mais precisa.

Depois é só exportar para o Instagram e seguir com a edição nativa.

3 funções secretas do Pinterest

Essa rede social surgiu com a ideia de ser um quadro de inspiração e, por isso, é muito visual.

Descubra como aproveitar o melhor do Pinterest com as nossas dicas!

1. Descubra quem está Pinnando seu site

Você pode descobrir todos os pins do seu site copiando o endereço e alterando com o endereço do seu website: http://www.pinterest.com/source/NOMEDOSITE.com.br.

Assim o Pinterest fará uma seleção de todos os pins que vierem diretamente do link mencionado.

funcionalidades redes sociais

Ta aí uma boa ideia para monitorar o que está fazendo mais sucesso na rede e sugerir novos conteúdos na mesma linha.

Garantir Pins na rede é uma maneira fácil (e gratuita) de trazer mais visibilidade para o seu site.

2. Notifique seus fãs pelo Pinterest-mail

Isso mesmo! O Pinterest permite que você envie os seus pins favoritos por e-mail para usuários específicos (ou para você mesmo!).

Para isso, basta clicar na seta principal de compartilhamento e selecionar “Enviar por e-mail”. Você pode tanto digitar o endereço de e-mail de algum conhecido ou selecionar os usuários.

funcionalidades redes sociais

3. Tenha uma conta corporativa

Você pode converter o seu Pinterest em uma conta Corporativa. Basta clicar nesse link e acessar o botão de conversão.

funcionalidades redes sociais

As vantagens incluem a possibilidade de usar o Analytics do Pinterest, ter um widget de Pin especial para o seu negócio além da criação de campanhas pagas para aumentar o alcance de seus pins.

Não só isso, o Pinterest é uma rede social em pleno crescimento, e um achado para negócios que tratem de moda, artesanato ou produtos primariamente visuais.

Curtiu? Deixe seu comentário contando das suas features favoritas!

Você ainda pode conferir mais curiosidades sobre redes sociais em nosso artigo 19 funcionalidades do Snapchat que talvez não conheça!