Leonardo Borja

Especialista en Inbound Marketing y en Marketing de Contenidos


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softwares de vendas

Descubra os 7 melhores softwares de vendas para você implementar na sua empresa

Melhorar a metodologia e a gestão de vendas é essencial para uma empresa crescer no mercado.

Assim, conhecer e aderir ao uso de um bom software de vendas, como um bom CRM, pode tornar esse objetivo mais fácil de ser alcançado. Isso porque, com o constante avanço tecnológico, as metodologias e ferramentas orientadas para vendas também acompanham esse processo.

Se você quiser otimizar a sua gerência comercial e acompanhar o avanço tecnológico, trazemos neste post algumas ferramentas que podem ajudar nesse processo. Dessa forma, você pode se organizar melhor e economizar tempo, energia e recursos.

Além disso, é preciso também ter paciência ao apresentar essas novidades à sua equipe de vendas, mesmo que ela seja enxuta.

Conheça as principais opções de softwares de vendas que selecionamos e confira as que melhor se adequam à sua realidade.

Softwares de venda: conheça os principais

Listamos aqui uma relação de sete ferramentas de vendas mais usadas e que podem atender os objetivos da sua empresa.

1. Salesforce

O primeiro e mais conhecido software de vendas é o Salesforce. A ferramenta foi a primeira solução na nuvem para gerenciamento de vendas.

Hoje, o Salesforce atende a mais de 100.000 empresas e domina aproximadamente 15% do mercado mundial. A empresa chegou ao topo fornecendo uma série de recursos que são essenciais para as instituições que querem melhorar o gerenciamento.

Entre suas ferramentas, o software ajuda você a encontrar os melhores leads para cada empresa, além de contatar seus clientes com agilidade. Ele também se destaca por ser extremamente responsivo: entre as opções do mercado, é o que melhor oferece funções via mobile.

Para contar com a Salesforce em favor da sua empresa, você precisa contratar um plano de acordo com suas necessidades.

Para entender se essa é uma boa ferramenta para sua empresa, você pode recorrer ao free trial de 30 dias como um teste, que dá acesso ao conjunto de recursos e funcionalidades. Se você as considerar eficazes, poderá contratar os serviços do Salesforce para sua empresa.

2. SugarCRM

O SugarCRM também é uma ótima opção de software de vendas. A ferramenta oferece automação em marketing, vendas e suporte.

Ela ainda conta com o benefício de ser extremamente intuitiva e fácil de usar. Dessa forma, o software é tratado sem problemas, mesmo por aqueles que nunca usaram um CRM antes.

Vale ressaltar que o atendimento e suporte oferecidos pela SugarCRM são extremamente positivos. Por isso, pode ser uma boa opção gerenciar vendas e organizar seu CRM de maneira prática.

3. Agendor

O Agendor funciona como um CRM que centraliza o registro de clientes e mantém seu histórico de compras. Assim, o software auxilia no conhecimento do perfil de cada cliente, analisando o desempenho dos fornecedores.

O Agendor é um software brasileiro e oferece relatórios detalhados de gerenciamento e facilidade de uso. Por isso, é também considerado uma ótima ferramenta de gerenciamento.

4. Zoho

Zoho é um software de vendas criado na Índia e tem quase 20 anos de existência. A empresa oferece um software bom e relativamente barato quando comparado a outras ferramentas.

Entre suas funcionalidades, a Zoho oferece uma visão completa do ciclo de vendas. Por isso, o software se destaca por ser fácil e ter muitos anos de experiência no mercado.

A ferramenta dá acesso a relatórios com informações importantes e você pode integrar o aplicativo com o Outlook, enviar emails e ter todos os documentos organizados.

5. Insightly

Entre as várias opções de mercado, o Insightly se destaca por ser um ótimo software para profissionais liberais e pequenas empresas. Isso porque oferece uma versão gratuita que permite trabalhar com até 2.500 clientes.

No entanto, se você deseja trabalhar com outros recursos do Insightly, pode comprar a versão paga.

Ele permite a integração com Google Apps, Evernote e Dropbox e também oferece um CRM muito competente, que permite pesquisar os perfis de redes sociais de clientes em potencial.

6. Hubspot Sales

O HubSpot Sales é um produto de comércio eletrônico inteligente que você pode utilizar para criar e automatizar processos de vendas relevantes.

A melhor parte é que, mesmo que você não tenha habilidades de codificação, pode efetivamente aproveitar este software. Isso pode lhe ajudar a economizar muito tempo, uma vez que o programa automatiza as operações vitais relacionadas a vendas.

Outra vantagem importante é automatizar emails e lembretes de acompanhamento sem torná-los monótonos e impessoais.

Os recursos essenciais são: modelos de relatórios e relatórios personalizados, integração com o Outlook e o Gmail, perfis de caixa de entrada, gerenciamento de pipeline e automação de vendas.

Entre os melhores elementos das vendas da HubSpot, estão as notificações automáticas, que disparam toda vez que um cliente em potencial executa ações como abrir um email, clicar em um link etc.

Além disso, você não precisa se preocupar com a entrada de dados, pois pode facilmente importar seus contatos.

A HubSpot Sales se conecta bem com o HubSpot CRM para permitir que você monitore seu pipeline de vendas, bem como o desempenho de seus representantes.

Se suas necessidades de gerenciamento de vendas são simples, você pode optar pelo plano gratuito. A Hubspot oferece uma ótima avaliação grátis que permite testar todos os principais recursos do software primeiro.

7. Pipedrive

O Pipedrive é um líder de mercado que oferece pacotes flexíveis de preços para empresas de qualquer porte. Há também uma útil avaliação gratuita que você pode usar para verificar se o software atende às suas necessidades.

O que faz do Pipedrive uma das melhores soluções de software de vendas do mercado?

Para começar, oferece uma visão geral amigável e eficiente do pipeline de vendas, já que possui uma metodologia comercial incorporada.

A plataforma mostra suas vendas em diferentes estágios, o que ajuda você a identificar as transações que precisam ser promovidas. Você também pode acompanhar o progresso de cada venda individualmente, bem como as ofertas para os leads.

O Pipedrive se destaca de outros softwares de vendas porque você pode usá-lo como seu gerente de vendas para selecionar os negócios e as atividades certas para se concentrar. Por esse motivo, a ferramenta é uma grande vantagem para gerentes de vendas e proprietários de empresas.

Você pode usar a visualização da linha do tempo do sistema para identificar leads promissores e fechar mais negócios. Além disso, o Pipedrive oferece backups noturnos em vários locais seguros, além de uma sólida infraestrutura de hospedagem.

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Como escolher o melhor software de vendas para implementar na sua empresa?

Automatizar vendas e marketing requer muitas considerações como recursos, preço, usabilidade e suporte.

Algumas soluções são independentes e é preciso algum recurso técnico para integrar uma plataforma de automação de marketing com um sistema CRM separado.

A automação de marketing e vendas ainda é a novidade no setor quando se trata de tecnologia, e novas plataformas estão surgindo a cada dia. Então, como escolher o caminho certo para você? Aqui estão algumas considerações necessárias:

Pense na sua audiência

Você vende para empresas ou para consumidores finais? A distinção entre B2B e B2C pode fazer a diferença quando se avalia as plataformas de vendas e marketing.

Um negócio B2C exige um componente de comércio eletrônico e a capacidade de rastrear compras.

Já uma empresa B2B pode precisar de uma maneira de gerenciar e acompanhar vários relacionamentos em uma empresa e acompanhar as transações por meio de um pipeline de vendas.

Entender como você segmentará seu público-alvo pode ajudar a restringir seu foco ao escolher uma plataforma.

Escolha o tipo de software ideal

Existem duas rotas que você pode traçar quando se trata de software de vendas e marketing.

A primeira é adquirir uma plataforma de automação de marketing e CRM separadamente e integrar as duas. A segunda é escolher um CRM que vem com automação de marketing e diversas outras funcionalidades em um só.

Existem vantagens para ambas as opções e a decisão depende do seu nível de conhecimento e dos recursos que você tem à mão.

Uma pequena empresa provavelmente obterá todas as funcionalidades de que precisa com uma solução completa — sem as despesas e dores de cabeça da integração.

Por outro lado, uma empresa maior pode precisar de funcionalidades mais robustas e ter os recursos técnicos necessários para integrar sistemas em toda a organização.

Escolha as funcionalidades de acordo com as suas necessidades

Na busca por software, sempre haverão: os recursos obrigatórios, que não são negociáveis ​​para sua empresa; os recursos interessantes, mas não necessários; e os recursos que você nunca usará.

Obter o conjunto de recursos correto pode ser crucial para facilitar o uso do software. Você precisa equilibrar a funcionalidade necessária para crescer e dimensionar sem precisar usar um software inchado que seja muito difícil de implementar e decolar.

Certifique-se da facilidade de uso

A adaptação do usuário é fundamental para empresas que implementam software de vendas e marketing.

Você e sua equipe serão capazes de navegar facilmente pelo CRM? As pessoas encarregadas pelo marketing terão os recursos necessários? Certifique-se que as respostas sejam “sim” para essas perguntas.

Faça um treinamento de uso do software

Fazer um treinamento para aprender a usar o software corretamente é fundamental.

Por mais que ele possa ser super fácil de usar, a aplicação da estratégia de marketing e vendas pode deixar o seu uso complicado. Por isso, não deixe de pedir um treinamento, pois certamente você precisará.

E por falar em treinamentos, trate também de capacitar todas as pessoas envolvidas nos seus processos de marketing e comercial e que estarão no controle do software de vendas. Confira neste artigo escrito pelo Diego Gomes, CMO da Rock Content, as principais razões e como ele investe em treinamentos de marketing para os seus liderados.

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anuncios dinamicos facebook e google

Saiba como funcionam os anúncios dinâmicos do Facebook e do Google

Existem muitas dúvidas na hora de criar anúncios em mídias como o Facebook e o Google. Por isso, toda ajuda acaba sendo muito bem-vinda. Afinal, quem investe em mídia paga tem de estar de olho nos seus anúncios, de forma que eles sejam sempre otimizados.

Para quem trabalha com vendas online, então, a exigência é ainda maior. Uma ótima solução para agilizar todo o processo das propagandas são os anúncios dinâmicos, que agrupam diversos ads sob uma única configuração.

Neste post, vamos dar um panorama do que são esses anúncios dinâmicos, com foco em como eles funcionam no Facebook e no Google Ads e veremos quais os principais benefícios dessa estratégia para o seu negócio. Acompanhe! 

O que são os anúncios dinâmicos do Facebook?

Os anúncios dinâmicos são parecidos com outros anúncios no Facebook, Messenger e no Instagram. Porém, em vez de criar uma propaganda isolada para um determinado produto ou serviço, você pode criar um modelo que utiliza as imagens e os detalhes do seu feed de dados, de forma automática, para os itens que deseja realizar o anúncio.

Isso significa economizar tempo e otimizar seu orçamento, uma vez que atinge mais pessoas. No caso da rede de Mark Zuckerberg, o Facebook Ads trabalhará com uma sistemática puxada para aqueles que demonstraram algum tipo de interesse na sua marca ou no seu produto ou serviço.

Ele fará esse trabalho por meio do pixel instalado no SDK do seu aplicativo, ou seja, no conjunto de ferramentas de desenvolvimento do software, ou em sua página online.

facebook ads

Como fazer anúncios dinâmicos no Facebook?

Antes de começar, é importante dizer que você precisará do seguinte:

  • uma conta de anúncios do Facebook: ela é essencial para a promoção de itens do seu catálogo em posicionamentos que são elegíveis nessa rede social, no Instagram, no Messenger e Audience Network. Caso não tenha, crie uma conta de anúncios agora mesmo;
  • uma página do Facebook: também é indispensável que você tenha uma página no Facebook para representar seu negócios no momento de construir seus anúncios. Se você ainda não tem, crie uma página do Facebook agora mesmo.

Feito isso, o primeiro passo é criar um catálogo no Facebook. Nesse caso, precisa apenas colocar aqueles produtos ou serviços que pretende anunciar. No começo, recomenda-se fazer alguns testes, analisar os resultados e, dependendo, aumentar a lista de ofertas.

É a partir da lista que configurará seus anúncios dinâmicos. Eles podem ser feitos em formatos como carrossel, coleção ou imagem única. Independentemente disso, ele usará as informações que você disponibiliza para cada item, conforme o modelo de ads que você estabeleceu para um determinado catálogo.

Quais são os benefícios dos anúncios dos anúncios dinâmicos do Facebook Ads?

Entre outras questões, o Facebook é capaz de otimizar uma oferta para as pessoas que demonstraram algum interesse em seu site.

Isso é bom para fidelizar e também para recuperar um lead que não executou uma determinada ação que você gostaria — como uma conversão de um material ou compra.

Com os anúncios dinâmicos, as possibilidades de fazer mais negócios aumentam, uma vez que sua marca pode trabalhar produtos ou serviços de forma individual, o que aumenta as chances de converter e justifica investir na ferramenta.

Outra questão é que os anúncios dinâmicos atingem pessoas que já demonstraram interesse por produtos e serviços parecidos aos seus. Além disso, você também pode excluir públicos nos quais você não tem mais interesse, o que otimiza seus recursos.

Por meio dessa estratégia, é possível seguir em diversos caminhos. Mas, como acontece em qualquer situação no Marketing Digital, é válido testar e avaliar se os resultados fazem sentido e estão sendo eficientes para a sua empresa.

Como funcionam os anúncios dinâmicos no Google Ads?

No Google Ads, a lógica dos anúncios dinâmicos segue a mesma lógica do Facebook. A diferença é em relação às especificidades da plataforma: enquanto o buscador trabalha com pesquisas, o Facebook é uma rede social.

No caso do Google, é importante destacar que os anúncios dinâmicos não indicados para sites que realizam mudanças contínuas — como aqueles que realizam ofertas diariamente, por exemplo, e é o próprio Google que faz essa recomendação.

Caso você tenha um inventário poderoso de produtos e serviços, por exemplo, naturalmente precisará de uma grande quantidade de palavras-chave e segmentações, não é mesmo? Além disso, também é preciso levar em conta a atenção com estoque e as possíveis entradas de produtos novos.

Dessa forma, lembramos que mesmo uma empresa muito bem estruturada pode perder determinadas pesquisas relevantes. Por isso, é interessante investir nos anúncios dinâmicos.

Você pode deixar o buscador utilizar o índice da sua página, por exemplo, de forma a gerar ads de forma automática. No caso de atualização do site, haverá um novo rastreamento, de forma que seja usada a versão mais recente.

Guia Completo do Google Adwords

Como criar anúncios dinâmicos no Google Ads?

Para que os anúncios dinâmicos sejam aproveitados ao máximo, é importante que você se atente às seguintes práticas recomendadas:

  • antes que você crie anúncios, realize ajustes para que a sua página seja otimizada. A qualidade do seu site é tão essencial e importante quantos os anúncios que você veiculará. Aqui, o Google dá algumas dicas sobre como você pode melhorar sua página;
  • recomenda-se também que você crie descrições para que os seus anúncios sejam mais eficientes. Nesse caso, é importante que assegura que essas propagandas sejam de fato relevantes para as pessoas que pretende alcançar e atender. Clique aqui e veja como você pode criar ótimos anúncios;
  • é indispensável que você pense nos dispositivos móveis. Afinal, muitos anúncios serão visualizados por meio deles.Aqui, você entende como deve melhorar seu site para esses diferentes formatos;
  • também é crucial se certificar de que sua página seja acessível. Quando o conteúdo das páginas são criados de forma dinâmica, o Google pode encontrar algumas dificuldades para que eles sejam reconhecidos e, assim, existirá uma barreira para que os anúncios sejam criados. Clicando aqui, você aprende em detalhes como deixar seu site mais acessível;
  • por fim, vale destacar para você realizar campanhas em um único idioma. Caso o domínio da sua página contar com páginas em diversos idiomas, deve-se criar um novo conjunto de anúncios para cada um deles.

Conforme você pôde perceber, essas são algumas das solicitações do Google para que a configuração funcione de forma efetiva. Em linhas gerais, isso acontece para que você possa aproveitar o Google Ads ao máximo.

Em seguida, você poderá definir se prefere que o site todo faça anúncios dinâmicos ou se você quer que alguns segmentos sejam especificados. Isso pode ser realizado por meio da delimitação de páginas que contam com palavras particulares, seja nas URLs, nos títulos ou até no corpo.

Outra questão interessante é que é possível deletar os anúncios dinâmicos as páginas que tenha “indisponível” ou “esgotado” ou no texto. Dessa forma, você economiza dinheiro e nem deixa o cliente em uma situação chata.

Você também pode escolher uma segmentação mais refinada, utilizando uma planilha de URLs. Tudo dependerá da natureza da sua empresa, mas o buscador não recomenda que você utilize poucas páginas nessa modalidade — afinal, o tráfego incremental não será tão expressivo. 

Quais os benefícios dos anúncios dinâmicos no Google Ads?

A questão não é que você nunca mais terá trabalhos para fazer anúncios por meio do Google. Na verdade, está longe de ser isso. Mas a vantagem aqui é que existe uma evidente economia de tempo no momento de mapear as palavras-chave, além dos lances para cada produto ou serviço, por exemplo.

Também há o fator da geração de títulos de forma automatizada, que são relevante para a sua marca e também para os seus potenciais consumidores.

Além disso, é essencial dizer que você mantém o total controle em relação ao seu orçamento, como acontece em qualquer campanha bem desenhada do Google Ads. Por conta disso, a sugestão é que você experimente construir alguns anúncios de produtos, de forma que analise se os resultados são eficientes para você.

O mais importante de tudo é sempre testar, pois é só dessa maneira que você chegará à conclusão de que essa estratégia é importante para as suas vendas.

O que você achou dessas ideias relacionadas aos anúncios dinâmicos do Facebook e do Google? Como você pôde conferir ao longo do texto, é possível realizar muita coisa por meio dessa modalidade de ads.

Mais uma vez, reforçamos de que o mais importante é que você realize inúmeros testes e avalie se os resultados realmente estão valendo a pena para os seus negócios.

Lembre-se sempre que é apenas por meio das experimentações é que você encontrará os formatos e os investimentos mais adequados à sua marca, não é verdade?

Para continuar se atualizando a respeito do assunto, aproveite para aprender como otimizar suas conversões com o Facebook Ads!

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O que é Marketing de Afiliados

O que é Marketing de Afiliados e como você pode ganhar dinheiro com isso?


Já faz alguns anos que o termo Marketing de Afiliados ganhou a internet, mas muita gente ainda tem dúvidas sobre o que realmente ele significa na prática.

Essa forma de se trabalhar com o marketing é muito popular e vem fazendo com que pessoas consigam obter dinheiro com a internet, sem a necessidade de realizar grandes investimentos.

Se você tem dúvidas a respeito do tema ou ainda não sabe qual alternativa do Marketing de Afiliados é a mais viável para a sua realidade, acompanhe o post de hoje e esclareça, definitivamente, as principais questões!

O que é Marketing de Afiliados?

Principalmente na última década, a internet tornou-se um ambiente fértil para empreendedores e até mesmo para aqueles que não estão totalmente inseridos no mundo dos negócios, mas buscam oportunidades de ganhar algum dinheiro online.

Entre as inúmeras inovações que ganharam espaço com essa possibilidade de empreender — como o próprio Marketing de Conteúdo —, está o marketing (ou programa) de afiliados.

Na prática, funciona basicamente da seguinte maneira: uma empresa X (chamada de produtora ou vendedora) lança um produto na internet.

Para ajudar na divulgação e impulsionar as vendas, ela conta com afiliados, ou seja, pessoas — como eu e você — que podem divulgar o produto nas redes sociais e de várias outras formas.

Quando um cliente faz a compra via divulgação de um afiliado, um link personalizado é utilizado na transação.

Este contabiliza vários números importantes para metrificar o sucesso da estratégia e, a partir daí, estipula quanto aquela pessoa vai receber pela divulgação. O valor pago aos afiliados pode ser entendido como uma espécie de comissão pelas vendas e conversão dos clientes.

Quem são as pessoas que fazem parte do Marketing de Afiliados?

Conforme adiantamos ao explicar o conceito de Marketing de Afiliados, existem pelo menos 3 grupos de pessoas fundamentais para que a estratégia seja bem-sucedida ao final.

Elas são chamadas de produtores (ou vendedores), afiliados e clientes.

Produtores ou vendedores

São as empresas adeptas do Marketing de Afiliados. Quando um negócio em questão pretende fazer o lançamento ou divulgação de um produto, ele pode buscar por plataformas de afiliados como forma de impulsionar as vendas.

Ao contar com a ajuda dos afiliados, a empresa aumenta exponencialmente sua cartela de clientes e suas vendas, sem precisar gastar uma quantidade muito maior de dinheiro em anúncios — que não são tão efetivos como eram no passado, já que o cliente na internet está cada vez mais qualificado e exigente.

Afiliados

Os afiliados são uma espécie de funcionários comissionados dos vendedores. Eles são responsáveis por “vestir a camisa” daquele produto, usando estratégias de venda online e Marketing Digital para atingir o maior número de pessoas possível.

Além de divulgar o produto nas redes sociais, é muito comum que os afiliados trabalhem com a criação de conteúdos de blogs, usando de estratégias do Inbound Marketing para conquistar leads e convertê-los em vendas.

primeiros passos no marketing digital

Clientes

A função dos afiliados é a de alcançar os clientes certos na hora certa.

Como o nome já consegue explicar, esse grupo de pessoas é baseado naqueles que de fato fecharão a compra, passando de leads para consumidores efetivos e impactados de maneira genuína pela estratégia desenvolvida pelos afiliados.

Quais são os tipos de divulgação existentes?

Os vendedores podem estabelecer alguns parâmetros para definir o sucesso de um afiliado e, consequentemente, quanto ele vai receber ao final das vendas.

A seguir, falamos um pouco mais sobre as principais categorias de divulgação:

CPC — Custo por Clique

Na categoria de Custo por Clique, a função do afiliado é trabalhar ao máximo com campanhas de divulgação que sejam chamativas e interessantes o suficiente para o cliente clicar na página.

Nesse caso, não é preciso que uma venda seja realizada, já que o que vale são os cliques em banners, anúncios ou qualquer publicidade que tenha sido divulgada pelo afiliado.

Pode-se dizer que o CPC é a forma menos complexa na escala, já que o maior e principal foco de atenção do afiliado será desenvolver campanhas com alta possibilidade de cliques, e não necessariamente dignas de conversão.

CPA — Custo por Ação

Neste caso, não basta clicar nos anúncios do produto. A comissão do afiliado será calculada quando o cliente, além do clique, fizer qualquer tipo de ação dentro da página. Pode ser a realização do cadastro, o envio de dúvidas ou até mesmo a efetivação da compra.

Ao contrário do CPC, o Custo por Ação demanda que, além de uma boa campanha de divulgação e mídia, o afiliado consiga criar uma página interessante o suficiente para vender o produto ou criar interesse suficiente para que o cliente sinta vontade de interagir com aquele conteúdo.

CPM — Custo por Mil Impressões

O CPM é baseado em um valor fixo, criado pelo anunciante, que fará o pagamento sempre que o anúncio atingir mil visualizações no blog do afiliado.

Afiliados que já têm uma boa quantidade de views em seus blogs tendem a criar um interesse maior e conseguir mais benefícios com o Custo por Mil Impressões, já que serão pagos de forma recorrente e terão um controle maior sobre o pagamento.

CPV — Custo por Vendas

Conforme o nome já adianta, o Custo por Vendas paga o afiliado sempre que houver alguma compra por parte do cliente.

As compras podem ser contabilizadas a partir de códigos ou links gerados, que associam a transação com o afiliado em questão e comprovam que aquela venda foi feita a partir da divulgação de uma pessoa específica. Além disso, eles processam a comissão de forma automática.

Quais são os benefícios de se tornar um afiliado?

É muito fácil compreender por que uma empresa pode lucrar facilmente com essa estratégia, porém, o assunto também gera dúvidas. Será que o Marketing de Afiliados realmente vale a pena? Nossa resposta é sim!

Uma boa vantagem de se tornar um afiliado é que não é preciso fazer altos investimentos para começar a trabalhar.

A opção é uma ótima ideia para pessoas que querem ganhar algum dinheiro com a internet e não têm tempo ou possibilidade de fazer uma reserva para começar um empreendimento.

Além disso, não é preciso desenvolver um produto, já que o afiliado realiza a divulgação de algo que já existe e tem sua reputação no mercado.

Cabe ao afiliado a tarefa de viralizar e conquistar vendas, porém, toda a dificuldade de lançar um produto do zero não será de sua responsabilidade.

Um outro ponto muito positivo é que os afiliados estão livres de taxas de envio, impostos ou qualquer outro valor referente ao produto. Além disso, não existem mensalidades ou valores a serem pagos para as plataformas de afiliados.

Sendo assim, pode-se dizer que a liberdade, a praticidade e o baixo custo são os principais pontos positivos em se tornar um afiliado.

Quais são as melhores plataformas de afiliados?

Agora que você compreendeu o conceito, é importante saber que as plataformas são fundamentais para conectar vendedores e afiliados. Confira a seguir algumas das principais!

Hotmart

A Hotmart é uma das melhores opções no mercado atual quando falamos sobre plataformas de afiliados. A empresa trabalha principalmente com a venda de cursos online e disponibiliza toda a estrutura necessária para definir valores a serem pagos para os afiliados.

Além disso, quem está do outro lado também se beneficia muito, já que a plataforma conta com milhares de cursos que variam entre temas muito amplos.

Dessa forma, o afiliado tem liberdade para escolher aquele que mais combina consigo e com sua audiência, caso ela já exista.

Monetizze

A Monetizze tem uma função muito interessante de vincular o Google Analytics e é focada principalmente na conversão de clientes.

Além de fazerem uma “gestão” do produto e dos afiliados, os recursos da plataforma permitem ter informações atualizadas a respeito de métricas fundamentais para melhorar a conversão e, consequentemente, aumentar a comissão conquistada pelos afiliados.

Aprenda tudo sobre Google Analytics

Afilio

A Afilio, que foi criada em meados de 2008, propõe uma ideia interessante e focada em performance: o cliente só paga quando seu produto mostra resultados reais e validados pela plataforma.

O fato de realizar o pagamento somente depois das conversões faz com que o cliente se sinta mais confiante e seguro em relação à plataforma. Ela também trabalha com audiências internacionais.

Eduzz

A Eduzz conta com um recurso que permite recuperar abandonos ou vendas perdidas como um todo.

Dessa forma, nenhuma lead é desperdiçada e, tanto o vendedor quanto o afiliado, contam com estratégias que identificam motivos pelos quais os clientes abandonaram a compra, podendo, dessa forma, traçar planos eficazes de melhoria.

Além disso, a transferência bancária é feita diretamente na conta do afiliado, e a plataforma conta também com uma organização eficiente de todos documentos necessários.

Como você viu, o Marketing de Afiliados é uma estratégia atual e que pode oferecer vários benefícios para todos os envolvidos no processo, seja produtores, afiliados ou clientes.

Depois de ler este artigo, você acredita que o Marketing de Afiliados pode ser uma ideia interessante?

Se a resposta foi positiva, não deixe de conferir o nosso Guia prático da divulgação de conteúdos!

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Beacon e marketing de proximidade: o que você precisa saber para mandar ofertas em tempo real

Imagine você entrar em um estabelecimento comercial e o seu smartphone começa a tocar, enviando as promoções e ofertas do local.

De repente, até aparece algo que foi feito especialmente para você! Pois bem, isso é mais do que possível graças aos beacons.

Quando se trata dos avanços tecnológicos mais relevantes, podemos dizer que a personalização do atendimento, utilizando quase nenhuma interação humana e geolocalização para fazer marketing é algo valorizado pelo mercado.

Por isso, trazemos esse post para falar dos beacons, algo que está transformando a experiência do cliente nos mais diversos estabelecimentos.

Quer saber melhor sobre como essa inovação funciona? Continue acompanhando o post conosco!

O que é beacon?

A tradução livre para o termo beacon é “farol”, o que já pode fornecer a ideia de como essa tecnologia funciona. Pois bem, podemos definí-lo como dispositivo de geolocalização que funciona em ambientes fechados.

Muitos chamam o beacon de GPS indoor, porque consegue localizar onde uma pessoa se encontra dentro do local, bem como os seus movimentos com boa precisão.

Os beacons são dispositivos que, quando instalados no local, conseguem identificar qualquer dispositivo móvel, tal como os smartphones. Utilizam a tecnologia BLE — Bluetooth Low Energy — , um tipo de bluetooth que gasta menos energia.

Saiba que o nome “beacon” foi patenteado pela Apple. Portanto, muitas vezes o termo iBeacon também é utilizado para se referir a essa inovação, principalmente quando a referência está nos dispositivos que reconhecem os smartphones da marca.

Apesar disso, o mercado se posicionou rapidamente, dando o nome de “dispositivo BLE” para essa tecnologia, mesmo que, por costume, a maioria das pessoas chame de beacon.

É importante ressaltar que muitos confundem o beacon com a tecnologia NFC (Near Field Communication). Apesar de ambos serem parecidos e utilizarem a tecnologia wireless para se comunicarem com outros dispositivos, são diferentes em alguns pontos cruciais.

O NFC é bem menos invasivo, pois o seu raio de alcance é bem menor, de apenas alguns centímetros. Além disso, para se conectar, é solicitada a autorização para acessar o aparelho do usuário.

Por exemplo, se o consumidor encontra uma vitrine que possui a tecnologia NFC para fornecer mais detalhes dos manequins, é possível encostar o celular para obter essas informações. Deu para perceber como isso foi uma iniciativa do cliente?

Pois bem, o beacon funciona  de forma um pouco diferente. Vamos detalhar o processo no próximo tópico.

Como funciona o beacon?

Além de consumir menos energia do dispositivo, quando comparado com o bluetooth comum, o beacon emite ondas de rádio, sendo possível uma maior penetração nas paredes de um estabelecimento. Realmente é a ferramenta ideal para locais fechados.

Então, quando um cliente entra no local, consideramos o beacon como um emissor de sinais e o smartphone do consumidor como o seu receptor.

Caso o cliente tenha o aplicativo da loja instalado em seu celular e o bluetooth esteja ligado, este poderá receber notificações e outras ações promocionais daquela loja.

Essas ações podem ser as mais diversas, desde apenas guardar a informação que a conexão entre os dispositivos ocorreu, realizar ações pré-determinadas e até o envio de notificações. É possível também a realização do check-in nas redes sociais.

Transformacao Digital e Marketing

O que é preciso ter em mente é que o grande objetivo do beacon é melhorar a experiência do cliente no estabelecimento, por meio da tecnologia da geolocalização e do marketing de experiência, tornando-a inesquecível.

Por exemplo, se você entra em uma cafeteria e senta-se em uma das mesas. Imagine que o aplicativo do local com o cardápio já abra no seu celular, sendo possível fazer o pedido pelo próprio celular, bem como realizar o pagamento da conta, sem mesmo precisar chamar o garçom. Seria incrível, não?

Quais as vantagens de utilizar o beacon?

Agora que você já conhece bem esse recurso, vamos elencar algumas das vantagens de utilizar o beacon, independente do tipo de negócio. Confira quais são elas:

Fortalecimento da marca

Uma empresa que faz uso da tecnologia dos beacons sai na frente dos seus concorrentes. A explicação para isso é simples: nos dias de hoje, os negócios que utilizam de recursos como esse para melhorar a experiência de compra e de interação do cliente são altamente valorizados pelos clientes.

Portanto, entre escolher ser cliente de um estabelecimento que oferece uma jornada de compra normal e outro que oferece algo diferenciado, a grande maioria prefere a segunda opção.

Personalização do atendimento ao cliente

Quando o cliente entra em uma loja que utiliza o beacon como recurso, é possível que se sinta especial logo de cara, pois a possibilidade de resgatar o seu histórico de relacionamento com a empresa existe.

Dessa forma, será possível personalizar o atendimento, oferecer condições especiais, bem como ofertas exclusivas para ele. Percebe que, dessa forma, as chances de vender algo é muito maior?

Gestão administrativa

Saiba que essa tecnologia também pode ajudar muito na parte administrativa e na gestão de uma empresa, principalmente no setor da indústria. Com ele, é possível melhorar o controle de inventário, fazer a gestão de equipamentos e até uma melhor gestão de funcionários.

Basta instalar dispositivos nos equipamentos e nos crachás para entender a movimentação da operação ao longo do dia e, assim, verificar o que pode ser melhorado durante os processos de produção.

Onde os beacons podem ser utilizados?

Tendo em vista que você já entendeu um pouco mais sobre como os beacons funcionam, vamos trazer alguns exemplos práticos de como podem ser utilizados para resolver desafios que os negócios enfrentam atualmente.

Acompanhe a lista que criamos:

1. Interação dentro de lojas

O exemplo mais comum do beacon é a sua utilização nas lojas de varejo, muito comum nos Estados Unidos. Nesses locais, o recurso cai muito bem para aumentar a interação entre os clientes e as seções de produtos da loja.

A lógica de funcionamento é simples: ao identificar em qual área do estabelecimento o cliente se encontra, a loja envia informações e notificações personalizadas para o celular do cliente, por meio do seu aplicativo.

Há um estímulo para que o cliente conheça mais os produtos e auxiliando-o também a tomar a sua decisão de compra.

2. Fornecimento de informações em estabelecimentos turísticos

Não é somente para fazer compras que os beacons são úteis, eles podem ser utilizados para fornecer maiores informações em estabelecimentos turísticos. Tal como uma exposição de arte ou um museu qualquer.

Isso ajuda a sair da mesmice e proporcionar uma experiência diferenciada para quem está visitando a atração. Imagine só, você visitando uma exposição e a cada peça que passa recebe informações detalhadas, direto do aplicativo do seu celular.

Perceba que os beacons ajudam a levar a informação de forma mais proativa ao usuário. Principalmente quando comparado com outras tecnologias, tal como o QRCode, em que o cliente precisa escanear o código para obtê-la.

3. Melhoria de procedimentos hospitalares

Outro bom uso dessa tecnologia pode estar no ambiente hospitalar. Há várias possibilidades que podem ser implementadas para a melhoria desse ambiente. Dentre elas, destacamos a substituição da tradicional prancheta dos quartos com o prontuário do paciente.

Adotando os beacons, tudo pode ser feito pelo aplicativo, inclusive a documentação do seu prontuário. Nesse caso, tanto o médico, quanto o paciente poderão ter acesso a esse documento no momento que quiserem.

Para que isso funcione, é preciso que cada quarto do hospital ou clínica tenha um beacon instalado em suas dependências.

4. Acesso a informações de utilidade pública

Levar informações úteis para a população também pode ser feito de forma diferente, utilizando os beacons. Imagine só você chegando no terminal de ônibus e já receber informações sobre todas as linhas que passam por lá.

Essas informações podem ser tanto em relação ao horário previsto do próximo ônibus, quanto informações sobre os seus locais de paradas. Saiba que essa é uma das maneiras desse recurso ajudar em um projeto maior, que já vem sido difundido há um tempo.

Esse projeto leva o nome de cidades inteligentes ou smart cities, que possuem a proposta de tornar as cidades mais automatizadas e modernas.

5. Otimizações no setor imobiliário

Por fim, o setor imobiliário também tem muito a ganhar com essa inovação tecnológica. Um exemplo pertinente que podemos fornecer é o de enviar notificações para pessoas que estão interessadas em comprar ou alugar um imóvel, quando estão relativamente próximas de algum que está disponível.

Ou seja, basta o cliente ter o aplicativo de uma imobiliária que colocou um dispositivo beacon em seus imóveis e, assim que passar nas redondezas de algum deles, receberá todas as informações sobre as características do imóvel, bem como o contato do corretor para visitá-lo.

A contribuição para esse setor é muito relevante, visto que cada vez mais há a necessidade de reinventar-se. Afinal, as pessoas estão querendo ter uma experiência mais prazerosa quando estão buscando um lugar para morar.

E então? Conseguiu entender como um beacon funciona? Saiba que eles também fazem parte de um movimento muito maior chamado IoT. Essa sigla significa “Internet das Coisas” e vem trazendo muita inovação por meio da automação das tarefas do dia a dia, utilizando de diversos dispositivos, independente se é aplicada no ambiente corporativo ou pessoal.

Gostou desse post? Então, não deixe de conferir também o nosso conteúdo completo sobre Transformação Digital!

Transformação digital e marketing

Marketing Global

Marketing global: o que é e quais são as melhores estratégias?

A globalização é uma característica determinante da economia. Devido a ela, além das grandes empresas, companhias menores têm oportunidades inéditas em comercializar os produtos internacionalmente. Mas, para que seja eficaz, é necessário conhecer o marketing global.

Diferentemente do que ocorria no passado, atualmente, as estratégias de marketing estão mais acessíveis para empresas de diferentes tamanhos, sendo que elas podem ser pensadas de forma mais expansiva.

Neste post, explicamos o conceito de marketing global e como as médias empresas podem se apropriar das estratégias para expandir os negócios. Acompanhe:

O que é marketing global?

O marketing global consiste em, mais do que vender um produto em escala internacional, realizar as etapas de planejamento, de produção, de divulgação e de promoção em esfera internacional.

O objetivo por detrás do marketing global é possibilitar que os produtos ou os serviços da empresa alcancem novos mercados, em um nível internacional, a partir de uma oportunidade de divulgação e de comercialização.

Mesmo marcas que não pretendem expandir internacionalmente podem enfrentar a concorrência local de empresas estrangeiras, sendo cada vez mais necessário aos profissionais de marketing conhecerem as práticas globais.

Quais são as melhores estratégias da prática?

Para que você, leitor, possa aprofundar os conhecimentos sobre o marketing global, identificamos 5 estratégias usadas pelas grandes empresas internacionais.

É importante lembrar que as práticas não são inacessíveis para médias empresas, podendo ser executadas mesmo sem um escritório no país no qual se planeja a expansão.

Adequar a linguagem utilizada para cada país

A forma como a marca escolhe se comunicar com a sua persona é determinante no sucesso das vendas. A afirmação, que parece óbvia, é essencial para empresas que desejam se consolidar em um cenário internacional.

O Google, por exemplo, é uma empresa global que atua em centenas de países. Uma das razões para o bom posicionamento da marca é devido à personalização da estratégia usada em cada país, ressaltando aspectos da cultura local.

No Brasil, o Google prepara doodles específicos para datas comemorativas nacionais. O mesmo é realizado em outros locais nos quais a empresa atua.

Essa forma de adequar a linguagem permite uma aproximação com o público do mercado nacional, ainda que a estratégia seja aplicada em escala internacional.

Reconhecer a mudança dos hábitos da persona em diferentes regiões

É bastante comum que os hábitos de consumo sejam diferentes de acordo com as regiões, ainda que a persona seja semelhante entre os países.

Para ter sucesso em uma empreitada internacional, a empresa deve, invariavelmente, realizar pesquisas e estudos amplos que reconheçam as diferenças entre os públicos de cada país antes de iniciar um investimento.

Um exemplo negativo de marketing global é a China in Box. Após o sucesso alcançado no mercado brasileiro, a empresa optou por uma investida no mercado argentino utilizando as mesmas estratégias aplicadas no Brasil.

O resultado? Um grande prejuízo, pois os hábitos do consumidor na Argentina eram bastante diferentes, e a empresa não soube identificar esses aspectos antecipadamente.

Alinhar as estratégias utilizadas em todos os países

O marketing global deve ser planejado de forma a ter uma estratégia alinhada entre os diferentes países nos quais está presente ao mesmo tempo em que identifica formas de personalizar ações para o mercado nacional.

A Coca-Cola, por exemplo, atua internacionalmente desde 1919 e está em mais de 200 países. Ainda que parta de um alinhamento da estratégia geral, a marca encontrou formas de se diferenciar nos países que atua, seja com mudanças no rótulo ou na composição do produto para se adequar às preferências locais.

O lema felicidade, entretanto, está presente nas ações da marca, independentemente da cultura. Esse é o núcleo mais sólido da sua estratégia de marketing.

Se a empresa optar por desenvolver uma campanha de marketing exclusiva para cada país em que atua, a sua imagem pode se tornar confusa para o consumidor — além de perder um dos benefícios do marketing global, que é evitar a duplicidade nos esforços de marketing.

Ainda assim, a empresa deve se atentar a questões locais específicas, como os 4 Ps do marketing:

  • produto: existe a necessidade de adaptar o produto ou o serviço para atender às preferências locais?
  • preço: devido à concorrência local, quais são os diferenciais de preço que a empresa precisará adotar para ser relevante ao consumidor nesse novo mercado?
  • praça: quais são as demandas dos consumidores em relação ao local no qual realizam as suas compras? É mais vantajoso vender pela internet ou ter uma loja física?
  • promoção: a linguagem adotada para a divulgação dos produtos alcança diferentes culturas? Quais formas de personalizar a mensagem podem ser adotadas?

As respostas para essas perguntas vão variar de acordo com o mercado no qual a empresa pretende se inserir.

Sem dúvida, é muito diferente consolidar uma marca na Ásia e nos Estados Unidos, por exemplo, sendo necessário avaliar todos esses fatores.

Conhecer as regras internacionais de atuação

Uma preocupação fundamental e acessível a todas as empresas são as informações referentes às regras internacionais de atuação.

É necessário se ocupar das regras locais de patentes e de licenças, informando-se sobre a legislação para operar em determinado segmento.

Também é necessário se manter atento sobre as organizações internacionais, como a Organização Mundial do Comércio (OMC) e a Organização Mundial da Saúde (OMS) de acordo com a área na qual atua.

A Nike, por exemplo, baseou parte do crescimento em estratégias de patrocínios internacionais, e essa demanda varia de acordo com o desempenho de times em campeonatos locais.

Mas, para atuar dessa forma, a empresa precisa respeitar a legislação de cada país no que se refere a patrocínios e a taxações.

Efetuar mudanças estratégicas conforme os resultados

Para desenvolver uma estratégia de marketing global, a marca precisa ter consciência de que toda a pesquisa inicial será usada para sustentar as primeiras ações no país — mas que o melhor feedback será dado pelos próprios clientes após iniciada a atuação.

Um exemplo de empresa que busca constantemente mudanças estratégicas visando melhorar os resultados obtidos é o McDonald’s. A rede de fast-food já é reconhecida globalmente, mas continua com esforços para fidelizar clientes locais.

Entre as mudanças, destaca-se a inserção do McArabia nos restaurantes do Oriente Médio utilizando pão árabe, os macarons adicionados ao cardápio nas unidades da França e o McSpaghetti servido nas Filipinas.

Assim, constatamos que mesmo grandes companhias continuam com esforços de manter a marca relevante para o consumidor no longo prazo, utilizando do conhecimento do mercado local para realizar mudanças que agreguem à experiência do cliente.

Quer saber mais sobre marketing global e temas correlatos? Confira o post “Marketing internacional: 5 coisas que você não pode deixar de considerar” e expanda os seus conhecimentos!

Ideias de marketing

7 ideias de marketing digital para implementar em sua empresa

Inovar é uma palavra perigosa para você? Não deveria ser! Embora muitas empresas possuam medo de terem ideias de marketing, elas não são necessariamente perigosas.

É possível inovar sem correr grandes riscos ou colocar em perigo todas as conquistas anteriores.

Além disso, o marketing digital está baseado em entender aquilo que o seu público precisa e deseja. Dessa forma, muitas vezes, será necessário inovar para atingir esse objetivo.

Neste post, mostraremos a importância da inovação no marketing e 7 ideias para que você comece a pensar em estratégias diferentes nas suas campanhas.

Está pronto? Então continue com a gente:

Entenda a importância da inovação no marketing

O marketing digital, de certa maneira, é fruto da inovação. Enquanto a maioria das empresas estava investindo nos meios tradicionais, pessoas começaram a ver um espaço interessante nas mídias on-line.

Da mesma forma, muitos profissionais continuam testando formas de deixar os seus anúncios e os seus conteúdos ainda mais atraentes e entrar na vida do consumidor.

Por fim — e talvez o mais importante —: a inovação é a vida da empresa. Aquelas que fazem sempre a mesma coisa terá grande prejuízo ou correrá sempre atrás dos seus concorrentes.

Não quer sofrer desse mal? Veja 7 ideias que podem fazer toda a diferença na percepção da marca e no auxílio na atração de novos consumidores.

7 ideias de marketing digital para a sua empresa

1. Faça live marketing integrado ao ambiente on-line

Diante de tanta propaganda e conteúdo, é difícil fazer com que as pessoas prestem atenção àquilo que você produziu.

Fazer com que o seu conteúdo faça parte da vida das pessoas é um grande diferencial para que elas vejam as suas produções.

A estratégia é definida por atividades que façam uma interlocução entre as pessoas e as marcas, com objetivo de proporcionar uma compreensão diferente dos serviços da empresa.

Essas ações visam estimular e provocar experiências e sensações nas pessoas, gerando engajamento e envolvimento.

No meio on-line, crie campanhas com interação, ou seja, que o seu usuário possa de alguma forma experimentar os seus serviços e ter uma experiência incrível.

2. Crie produção de conteúdo multimídia

Embora na criação da estratégia e definição das personas nós já tenhamos em mente quais são os tipos de conteúdo preferidos de nosso público, é importante optar pelo ecletismo.

Produza conteúdo atrativo em diversas mídias. Isso possui diversas vantagens:

  • você entenderá ainda melhor quais são os tipos de conteúdo que o seu público mais gosta e interage;
  • a sua empresa atingirá o seu público-alvo de maneira mais completa;
  • o alcance das suas publicações será maior, uma vez que cobrirá pessoas com diversas preferências. Lembre-se de que o Facebook dá um grande peso a esse fator.

Infográficos, e-books e vídeos são sempre boas pedidas. Podcasts também são opções interessantes, visto que seu público pode continuar as suas atividades cotidianas e ouvir o que você tem a apresentar para ele.

3. Mostre cases de sucesso

Os cases de sucesso são ferramentas importantes para que seu público-alvo (ainda não cliente) possa ver que a sua empresa não fica só na conversa.

É importante mostrar para eles casos reais em que a sua empresa mudou a vida de pessoas ou de empresas.

Produza cases dos mais variados tipos de serviços oferecidos. Assim, você atingirá mais pessoas que podem se identificar com os casos. Inove ao mostrar cases de situações muito complicadas que foram revertidas pela sua empresa.

4. Use e abuse de programas de fidelidade

Nós normalmente pensamos no fundo de funil (aqueles que estão prontos para comprarem de nossas empresas) quando falamos em programas de fidelidade.

Porém, pensar no topo de funil é uma estratégia interessante. Algumas vezes o público-alvo começa um relacionamento com a empresa para aproveitar aquilo que ele acredita ser uma boa promoção.

Enquanto ele continua consumindo um produto de baixo valor (ainda que com alta qualidade), está conhecendo melhor os problemas que precisa resolver e como a instituição pode, realmente, resolvê-los de uma vez por todas.

5. Leve as pessoas aos bastidores

Levar as pessoas aos bastidores da empresa mostra à persona que a empresa é feita de pessoas. Normalmente, nós avaliamos negativamente as empresas, pensando que elas desejam apenas o lucro acima de tudo.

Quando mostramos o que elas normalmente não veem, elas criam consciência de que, mais do que isso, são pessoas que erram e acertam.

Além disso, os vários tipos de pessoas existentes em uma empresa são capazes de criar identificação com o público. É mais fácil uma pessoa de carne e osso levar emoções do que postagens completamente anônimas.

Em todo caso, as pessoas querem ver quais são as pessoas que normalmente escrevem, gravam vídeos e fazem ilustrações nas páginas.

6. Realize sorteios

Outro desejo do público é ser premiado. Em um 1º momento, nem importa tanto qual é o prêmio; o que vale é ganhar.

Porém, logo depois, as pessoas começam a ter consciência dos principais objetivos e vantagens daquilo que foi sorteado. Dessa maneira, essa estratégia é muito interessante para aqueles serviços ou produtos que acabaram de ser lançados.

A principal vantagem dessa ação é deixar o seu produto mais conhecido no mercado. Como vimos, as pessoas saberão as vantagens e as formas de uso e verão como funciona na prática.

Além disso, você pode pedir ao ganhador do sorteio para gravar um vídeo dizendo o quanto foi beneficiado com os seus serviços. Legal, não?

7. Preste atenção nos concorrentes

Você já ouviu que não deve observar os concorrentes? Se sim, esqueça isso! O mundo não se resume à sua empresa. Você pode aprender grandes lições com os erros e os acertos das outras instituições.

Verifique quais são as principais campanhas do momento, tomando nota daquilo que a sua empresa não deve repetir e o que é interessante para ser levado em consideração.

Lembre-se de não imitar a concorrência! Os clientes são espertos o suficiente para notar quando algum negócio está sendo imitado escancaradamente.

Essas foram apenas 7 ideias de marketing para você começar a inovar na sua empresa. Porém, você deve criar uma cultura do diferente na sua empresa.

Para isso, tente se inspirar em quem você acredita que tem muito a te ensinar: confira as 68 melhores frases de marketing digital para você se inspirar!