Maurício Baltazar

Suporte ao Cliente na Rock Content

Publicitário em formação, do time de Suporte ao Cliente da Rock Content. Pisciano caricato, ama divas pop (respira por Britney Spears), moda e filmes de terror.
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Marketing no WhatsApp

Entenda tudo sobre marketing no WhatsApp e 10 dicas para montar uma boa estratégia!

O WhatsApp é um dos aplicativos mais populares no Brasil. Com cerca de 1,3 bilhões de usuários ativos por mês — sendo que 120 milhões deles se encontram no país —, o app se tornou muito importante para a comunicação.

E, como sabemos, todo fenômeno virtual pode se tornar uma grande oportunidade para fazer e divulgar negócios. Tanto que logo surgiram estratégias para fazer marketing digital no WhatsApp.

É possível promover produtos e serviços e estabelecer um ponto de contato e estimular um relacionamento positivo com os clientes.

De olho nisso, foi lançada uma ferramenta exclusiva para empresas e que desembarcou recentemente no Brasil: o WhatsApp Business. Se usar o aplicativo já era vantajoso, agora é ainda mais.

Quer saber como usar o WhatsApp nas suas estratégias de marketing? Então, continue lendo este post!

O WhatsApp Business

Criado em 2009, o WhatsApp é o aplicativo de mensagens instantâneas mais utilizado no mundo, estando na frente até mesmo do Facebook Messenger.

Por meio dele, as pessoas podem trocar mensagens de texto, imagens, vídeos e áudios, além de fazer chamadas. Tudo isso requer apenas um número de celular e uma conexão com a internet.

Não é de espantar que ele rapidamente se popularizou no Brasil, onde substituiu o SMS e ganhou grande adesão, tamanha sua praticidade.

Hoje, o WhatsApp conta com recursos relacionados às tendências das redes sociais, como o compartilhamento de status que desaparecem após 24 horas (algo similar ao Snapchat e ao Instagram Stories).

Isso pode ser devido ao parentesco do aplicativo com o Facebook após a sua compra pela companhia em 2014, em uma venda estimada em impressionantes 22 bilhões de dólares.

Assim como a rede social de Mark Zuckerberg, tudo começou como um espaço para promover interações entre os usuários, mas que logo se manifestou como uma interessante oportunidade para as empresas.

E, com o embalo do WhatsApp, surgiu um ponto de contato para as empresas aproveitarem.

Desse modo, diversos negócios locais começaram a usá-lo para marcar e desmarcar compromissos, como academias, salões de beleza e clínicas médicas e odontológicas.

De quebra, surgiram novas ideias, como:

  • estabelecer um novo canal de suporte ao cliente;
  • divulgar novos produtos e serviços para os clientes fiéis;
  • entrar em contato com os fornecedores;
  • e até mesmo realizar transações comerciais.

Por isso, surgiu a necessidade de um aplicativo próprio para gerenciar todas essas interações de forma organizada. Então, em 2017, foi criado o WhatsApp Business.

O design ainda é bem similar à versão comum, mas logo deve haver novas features exclusivas, como um sistema compras e pagamentos.

E o melhor: toda empresa que já tinha um número próprio para o app pode fazer a transição para a versão empresarial e usufruir de suas funcionalidades.

Mas quais são essas funcionalidades?

As funcionalidades do WhatsApp Business

Perfil empresarial

A 1ª e mais importante novidade é que, diferentemente dos perfis normais dos usuários, você pode inserir informações essenciais do seu negócio, como:

  • endereço;
  • site;
  • email;
  • segmento; e
  • horário de funcionamento.

Esse perfil aparecerá como um perfil verificado, e a ideia é que no futuro haja uma forma de encontrá-lo em um campo de busca, tal qual nas demais redes sociais.

Por isso, tenha cuidado na hora de preencher os seus dados. Afinal, o seu perfil é um cartão de visitas para os seus clientes e potenciais clientes.

Mensagens rápidas

Assim como o WhatsApp “normal”, há como acessar o app via desktop pelo WhatsApp Web.

No modo business, é permitido utilizar as ferramentas pelo computador para o controle das mensagens enviadas e recebidas.

Assim, é possível gerenciar a comunicação de forma prática e profissional.

Outra vantagem oferecida é o envio de mensagens automáticas enquanto ausente. Lembra do horário de funcionamento do perfil? Há como configurar uma mensagem pronta para o período em que estiver fora do trabalho.

Tags

Para facilitar ainda mais a organização, o WhatsApp Business inclui a possibilidade de utilizar tags para identificar as suas conversas.

Com elas, você pode marcar as conversas em categorias — como “novo cliente”, “pago” e “pagamento pendente” — e criar etiquetas — tais quais “promoção” e “agendado”.

Então, dependendo do seu negócio, você pode categorizar todos os contatos e conversas para deixar claro quais são os tipos de interação e criar um manual de como lidar com cada uma delas.

Métricas

No marketing digital, estamos sempre falando o quão importante é avaliar as suas métricas, uma vez que elas indicam a performance do seu negócio e como melhorá-la.

E, com o app para business, você mensurar alguns dados de envio e leitura de mensagens, como as que foram enviadas, entregues e lidas.

Monitore essas estatísticas e use-as sempre como referências para otimizar as suas ações.

As vantagens do WhatsApp

Se as empresas já começaram a adotar o WhatsApp entre as suas ações de marketing e foi criada, inclusive, uma versão empresarial, é porque há vantagens em seu uso.

Você sabe quais são elas?

Rapidez

Essa é uma vantagem tanto para você quanto para o usuário.

Enquanto muitas informações passam batidas no email e nas redes sociais, no WhatsApp você tem certeza de que a sua mensagem chegou.

Com ele, você tem uma entregabilidade garantida.

E, como os usuários usam constantemente para conversar com amigos e familiares, é certo que eles, no mínimo, devem ver que a sua mensagem está lá.

Familiaridade

O aplicativo atinge todas as idades!

Talvez você ainda não saiba, mas é uma tendência que os aplicativos de mensagens instantâneas fiquem cada vez maiores, ultrapassando até mesmo as redes sociais.

Ou seja, entre os jovens algo já está garantido…

Todo o movimento social media e o tradicional email ainda podem parecer meio nebulosos para os mais velhos.

Contudo, para a nossa alegria, eles já estão no WhatsApp e constituem uma parcela importantíssima no mercado.

Comodidade

Enquanto no email, nas redes sociais e, principalmente, nas ligações, a comunicação pode soar interruptiva, no WhatsApp o usuário escolhe a hora que quer se comunicar.

Nele, há como visualizar e responder somente quando e se quiser, o que já evita todo o receio de receber telefonemas.

Além disso, eles já se sentem confortáveis com o aplicativo — o que gera uma predisposição maior para que se sintam igualmente tranquilas em chamar a sua empresa por meio do app, caso precisem.

O sucesso com marketing no WhatsApp

Assim como toda estratégia de marketing, é imprescindível planejar muito bem como serão as suas ações para promover a sua marca e ajudar os seus clientes.

Primeiro, tenha em mente:

  • qual é o seu objetivo;
  • o que exatamente será feito; e
  • qual será o retorno.

Logo você vai colher os frutos.

Para isso, o WhatsApp se prova como um dos canais mais versáteis de promoção, assim como o email marketing.

Entretanto, aqui temos uma vantagem:

As pessoas usam o aplicativo com maior frequência do que o email.

A maior parte dos adultos dá uma olhada no email diariamente, mas confere as suas mensagens no celular ao longo de todo o dia.

Sendo assim, as chances são bem maiores de a sua mensagem ser lida.

A seguir, listamos as melhores formas para você utilizar o aplicativo na sua empresa. É só escolher as que funcionam melhor:

Melhore o relacionamento com os seus clientes

Uma das dificuldades que vários empreendimentos possuem é manter um bom relacionamento com os clientes e fidelizá-los após a aquisição do produto ou do serviço.

E acredite: é bem melhor mantê-los por perto, uma vez que a fidelização é mais rentável do que adquirir novos clientes devido ao alto valor do CAC.

Se eles realizaram a compra, foi para atender uma necessidade.

Muitas vezes, eles podem precisar de ajuda na utilização do produto ou do contato mais próximo para aproveitar frequentemente o serviço.

Porém, eles podem não falar — e isso é pior ainda.

Algumas medidas já ajudam, como um time e uma cultura de sucesso do cliente ou emails estruturados e recorrentes.

O WhatsApp é mais um canal no qual investir para atingir as suas metas.

Uma inspiração é o case WhatsCook, da Hellmann’s, que identificou um problemão na hora de cozinhar e que todo mundo acaba passando: você tem ingredientes, só não faz ideia do que preparar com eles.

Por isso, eles criaram uma espécie consultoria para dar aquela ajuda.

Basta ver o que você tem na sua cozinha, mandar para eles, e um chef vai te ajudar com uma receita pelo aplicativo.

Legal, não é mesmo?

Dê suporte ao seu cliente

Você pode disponibilizar o WhatsApp como mais um espaço para as pessoas pedirem ajuda — e, assim, aumentar a sua retenção de clientes.

Toda empresa enfrenta dificuldades com produtos e serviços que dão errado uma vez ou outra.

Isso não significa que sua empresa não tem qualidade. Não mesmo!

Entretanto, você precisa estar preparado para resolver isso direito.

E é aí que entra o suporte ao cliente!

Mapeie todos os tipos de problema que o seu consumidor pode ter e o ajude o quanto antes. Melhor ainda se isso for feito por uma equipe especializada.

Não precisa pensar somente em problemas sérios. Ajudar vai desde uma dúvida sobre o horário de uma reunião até algo realmente mais complexo.

O WhatsApp pode ser incrível para essa função. Trata-se de mais um lugar para se colocar à disposição, tirar dúvidas, dar orientações, receber feedbacks — tudo de forma prática e acessível.

Lembre-se somente de que os consumidores esperam um modo de comunicação rápido e direto, com respostas preferencialmente imediatas. OK?

Divulgue novos produtos e serviços

Além de ajudar e de melhorar o seu relacionamento com o cliente, você pode estabelecer algumas formas de divulgar e vender os seus produtos e serviços.

Tem clientes fiéis? Então, por que não apresentar suas novidades para ele?

Especialmente, para negócios com ofertas sazonais, é uma oportunidade incrível de estimular uma recorrência nas compras.

Por exemplo:

Se você tem uma loja de roupas, aproveite para chamar os seus clientes para um evento de lançamento das novas peças. É um convite simples, informal e bastante agradável.

Outra forma de alavancar as vendas é oferecer cupons de desconto por lá. Um benefício bem claro para manter contato com a empresa, certo?

E, além disso, há como combinar as vendas com outros canais em estratégias multicanais.

Shopgram teve uma ideia incrível de criar tags no Instagram e, se o cliente curtir uma foto com alguma delas e já estiver cadastrado na base, o produto já vai direto para o carrinho de compras.

Em seguida, ele recebe uma mensagem no WhatsApp falando sobre o frete e a forma de pagamento. Fantástico!

Entretanto, o cuidado aqui vem dobrado!

  • Não mande mensagens promocionais em excesso para não ser bloqueado nem marcado como spam;
  • encare a filosofia do sucesso do cliente e não tente vender apenas por vender. Venda para que o consumidor alcance os resultados esperados e confie ainda mais na sua empresa. Ou seja, faça ofertas que realmente vão valer a pena.

10 dicas de ouro do marketing no WhatsApp

1. Seja pessoal

Envie mensagens personalizadas. O app é usado principalmente para pessoas conversarem com outras pessoas. Portanto, jamais mande correntes.

Use o 1º nome do contato no início da mensagem e mande algo que realmente possa interessá-lo.

Ainda assim, mantenha uma postura profissional e respeite o espaço do usuário. Isso não significa ser sério o tempo todo.

Você pode (e deve!) ter uma relação amistosa. Pode até mandar alguns memes, dependendo do tom da conversa…

2. Não inunde seus contatos com propaganda

Assim como no email marketing, o seu pior pesadelo deve ser uma marcação como spam.

Comunique e não seja invasivo. Justamente por ser um espaço mais íntimo, mantenha o seu fluxo de publicações baixo.

Melhor ainda: tente ser objetivo e deixe que o consumidor lidere a conversa.

E, para continuar crescendo, fique de olho nos seus resultados, veja o que dá certo ou não e vá sempre otimizando as suas interações para manter a sua base de contatos por mais tempo.

3. Tenha uma estratégia multicanal

O WhatsApp é uma ferramenta ótima para manter um bom relacionamento, dar suporte e promover seus produtos e serviços, mas em hipótese alguma deve ser a única presente em seu marketing.

Ele funciona somente como um auxílio.

Por exemplo:

Você pode conciliar com divulgação nas redes sociais e produção de conteúdo para ser encontrado mais facilmente, além de alguns anúncios no Google AdWords.

Escolha os canais certos e os conecte de forma poderosa para sua comunicação dar certo em todas as instâncias.

4. Faça um planejamento estratégico

O planejamento das ações é essencial em qualquer estratégia de marketing digital — e com o WhatsApp não poderia ser diferente.

Especialmente por se tratar de um canal tão pessoal, em que as mensagens chegam diretamente no celular do cliente.

Nesse plano, é necessário estabelecer os seguintes pontos:

  • tipos de conteúdos a enviar (fotos de novos produtos, vídeos de divulgação, apenas texto com códigos promocionais etc.);
  • horários ou faixa de horário em que eles devem ser enviados;
  • situações que motivam o envio de uma mensagem (novo produto disponível, período de descontos, inauguração de uma filial etc.).

Isso vai permitir que sua marca só entre em contato quando for oportuno e evitar que a comunicação desrespeite o espaço do consumidor.

5. Comunicação pelo WhatsApp

Quando seus clientes entrarem em contato ou responderem uma mensagem que você enviar, é importante não deixá-los esperando e retornar o quanto antes.

Por esse motivo, o mais interessante é contar com um aparelho e um número exclusivo para a comunicação via WhatsApp.

Já que o aplicativo só precisa de uma conexão à internet para funcionar, é possível desabilitar a rede de telefonia móvel do celular para evitar que uma ligação indesejada atrapalhe a interação com os consumidores.

Além disso, outra boa prática é instruir o colaborador responsável a utilizar o WhatsApp Web ou o aplicativo para desktop, já que o uso de um teclado de computador e de uma tela maior pode facilitar o trabalho e dar mais rapidez aos diálogos.

6. Conecte-se com quem já é cliente

Receber mensagens de um número desconhecido é bastante desagradável e até considerado como uma espécie de spam.

Por isso, o WhatsApp não é a ferramenta ideal para se comunicar com potenciais clientes ou gerar leads — afinal, isso pode prejudicar a reputação da sua marca.

O mais recomendado é utilizar o aplicativo para se conectar com usuários que já são seus clientes e que deram algum tipo de permissão para você lhes enviar mensagens — como preencher um cadastro na loja, submeter informações em um formulário online ou adicionar o seu WhatsApp por iniciativa própria.

7.Forneça o serviço de atendimento ao cliente por WhatsApp

Uma forma de estreitar o relacionamento com o seu público é tirar dúvidas e promover outros tipos de atendimento por meio do WhatsApp.

Em vez de exigir que o cliente ligue para um SAC e enfrente um tempo de espera, você pode prestar um serviço mais ágil, simples e agradável.

Certifique-se de que o responsável por responder as requisições atenda o cliente o mais rápido possível, sem que isso atrapalhe a qualidade do atendimento.

Essa prontidão é fundamental porque as comunicações por celular já têm um caráter imediatista — e respeitar essa característica será o diferencial para encantar seus clientes.

Vale lembrar que o WhatsApp não tem um sistema de busca como as redes sociais, então apenas os usuários que tiverem o contato da empresa poderão chegar até ela por meio do app.

Sendo assim, garanta que o seu site, cartão de visita, perfis nas redes e outras mídias tenham o número específico para WhatsApp.

8. Faça vendas diretamente pelo app

Para permitir que os seus clientes fechem compras diretamente pelo WhatsApp, providencie um catálogo com seus produtos (pode ser PDF, landing pages ou até mesmo ecommerce) para que eles possam escolher o que desejam.

Em seguida, por meio das mensagens, dê a eles a oportunidade de conferir a disponibilidade dos artigos e a opção de reservar um produto e efetuar o pagamento na loja.

Se a sua empresa trabalhar com encomendas, deixe claro qual é o prazo de entrega e envie o código de rastreamento para o cliente acompanhar.

9. Invista no pós-venda

Depois que o consumidor efetuar a compra, faça um trabalho de pós-venda perguntando se ele foi bem atendido, se teve uma boa experiência para adquirir o produto e se o artigo estava em boas condições.

Depois disso, deixe passar alguns dias e agende um follow up para avaliar a satisfação do cliente com o produto em si. Verifique se atendeu às expectativas e se ele enfrentou algum problema de uso que você possa ajudar a resolver.

Atitudes como essa contribuem para estreitar o relacionamento entre o público e a empresa e aumentar as suas chances de fidelizar mais clientes.

10. Envie mensagens personalizadas

O recurso “Listas de Transmissão” pode parecer ideal para enviar uma novidade ou promoção para os clientes sem precisar escrever a mensagem para cada um dos contatos.

Com essa funcionalidade, é possível enviar o mesmo texto para até 256 usuários, desde que eles tenham o seu número salvo em seus respectivos smartphones.

Porém, para obter resultados mais eficazes, o melhor é atingir as pessoas com textos personalizados e recomendações de acordo com suas preferências.

Por isso, avalie o uso de um sistema CRM na sua empresa e utilize-o para entender melhor os seus consumidores e favorecer um maior engajamento via WhatsApp.

Podemos concluir que o marketing no WhatsApp é uma estratégia viável e com benefícios bastante interessantes.

A maior proximidade com o público, a intensificação das vendas e o aumento da satisfação dos clientes certamente são os mais impactantes.

Pronto! Agora que você já sabe sobre como funciona o marketing no WhatsApp, é hora de melhorar os seus investimentos em social media.

Para isso, separamos um kit com guias de marketing de todas as redes sociais. Confira!

Marketing nas redes sociais

slogan

O guia completo do Slogan: aprenda o que é e como criar o da sua empresa!

Uma das metas de toda empresa é chamar a atenção do seu público da melhor maneira possível. Afinal, uma empresa não seria nada sem atrair seus clientes ideais, certo?

Parte essencial de um empreendimento bem sucedido são as estratégias de divulgação e um bom branding, mas antes mesmo de começar a fazer isso, é necessário ter uma identidade pré-definida.

Tenho certeza que você já sabe que você precisa de um logotipo para a parte visual, mas já pensou que também precisa de um slogan?

Definitivamente, ele não serve somente para as grandes marcas: pequenas e médias também podem (e devem!) se beneficiar de um bom slogan.

Sua função é utilizar uma frase para ganhar espaço na memória do consumidor e tornar-se uma das opções que ele vai se lembrar quando precisar de um determinado produto ou serviço.

Se você ficou interessado em conseguir um slogan, continue a leitura e descubra como fazer o seu!

O que é um slogan?

Um slogan é uma frase curta que busca representar uma marca para promover a rápida identificação e memorização de seus produtos e serviços pelos consumidores.

Pela sua origem etimológica, ele vem do termo “sluagh-ghairm”, em gaélico. “Sluagh” é referente à “exército”, enquanto “ghairm” significa grito. Sendo assim, a união dá origem a expressão referente ao “grito de guerra”.

Podemos pensar nele como a etiqueta de uma roupa, que fica presa para se tornar uma associação instantânea com ela, podendo até mesmo se tornar uma referência popular.

Também chamado de frase de impacto, é uma oportunidade incrível de demonstrar o seu posicionamento e mostrar no que a sua marca se destaca dos concorrentes.

Podemos até mesmo listar as funções que um slogan pode ter:

  • Demonstrar a oferta de valor de seu produto ou serviço, trazer à tona o que torna a sua marca diferente da concorrência e deixa evidente porque escolher ela.
  • Fazer parte das marcas lembradas pelos consumidores e potencializar a fidelização de clientes.
  • Aumentar o impacto de suas ações de divulgação e melhorar o efeito delas com uma identidade bem construída.

Assim, o slogan vai ser mais um método de fortalecer a personalidade da sua marca, melhorar sua percepção com o público e, assim, atrair e fidelizar mais clientes!

Além disso, eles não servem somente para anunciar um produto ou serviço.

Em campanhas políticas ou convites religiosos, eles também são bastante utilizados. Você deve se lembrar da frase “Yes, we can” do ex-presidente Barack Obama durante sua campanha eleitoral.

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Elementos de um slogan

O termo “frase de impacto” já diz tudo: é necessário ser forte e facilmente memorável, a ponto de ser viciante. Para atingir isso, alguns elementos podem ser trabalhados em um slogan.

Primeiramente, ele deve ser curto. A intenção é conseguir ser gravado rapidamente, e é bem mais difícil decorar frases longas, correto?

Para otimizar a memorização, recomenda-se utilizar palavras que são absorvidas sem dificuldade. Ou seja, nada de usar termos somente porque são elegantes. Não se trata somente de fixar a mensagem, o objetivo é fixar a marca.

Outro atributo de um slogan é ser como um convite para o consumo. Portanto, ele deve corresponder às expectativas que seu negócio é capaz de atender. Assim, seja honesto e inclua os objetivos da marca de acordo com a sua funcionalidade.

Como criar um slogan extraordinário

Pronto, você já sabe o que é um slogan e porque ele é importante para o seu negócio.

Mas acredite, criar um não é tão fácil quanto pode parecer.

Em poucas palavras, ele deve ser capaz de dar transparecer a história da marca, qual o seu conceito, os benefícios que ela pode trazer, e o que a faz especial.

Resumindo, o slogan deve dar a entender porque o seu produto ou serviço é a melhor opção.

Vamos lá!

1. Conheça o seu público

No início de toda estratégia de comunicação, um dos passos iniciais é saber exatamente quem é o público que vai comprar o seu produto ou serviço.

Porém, não basta só descobrir a faixa etária, gênero, renda e outros índices demográficos dos clientes. Essas informações são importantes, mas elas não dão profundidade suficiente para a criação de peças e textos.

Assim como na produção de conteúdo, nós recomendamos que você tenha uma persona em mente para direcionar todos os seus esforços de comunicação. O conceito de persona pode ser tido como um perfil semificcional que representa o seu cliente ideal.

Simples, não é mesmo?

Mas ao criar uma narrativa para essa pessoa, você é capaz de entender quais são os objetivos e dificuldades dela, como ajudá-la e como comunicar isso para ela.

Você vai criar o seu slogan para uma pessoa que realmente pode existir, diferente da abrangência dos dados, que não remetem à um rosto, por mais precisos que eles possam ser.

Em um exemplo prático, seria negativo utilizar termos em outro idioma ou palavras difíceis se a sua marca tem uma abordagem mais popular. Com a persona, você consegue entender como fazer essa abordagem por meio de um vocabulário acessível.

Guia para criação de personas

2. Mostre porque você é o melhor

O slogan vai ser mais um meio de expandir a personalidade da sua empresa, e é claro que você quer destacar aquilo que há de melhor, certo?

Comece listando tudo aquilo que torna a sua empresa diferente da concorrência, seja o preço, a tradição, a qualidade, enfim, aquilo que a separa das outras.

Isso se trata de estabelecer o diferencial competitivo, bastante usado durante vendas, e que pode ser argumentado para uma frase de impacto capaz de convencer o consumidor a escolher sua marca.

Podemos citar o slogan da Volkswagen: “Você conhece, você confia”, que aponta a tradição como a razão para escolhê-la.

3. Tenha um posicionamento

Além de mostrar os pontos nos quais você se destaca, é possível indicar para o consumidor os benefícios e as funcionalidades dos seus produtos e serviços dentro do seu ramo.

Dessa forma, você se posiciona de acordo com a utilidade da sua marca e mostra como ela se encaixa na vida do comprador, do que ela trata e o que ele vai ganhar ao optar por ela.

Um bom exemplo é o slogan da Nescau: “Energia que dá gosto”, cuja função como bebida para começar o dia já fica clara.

4. Faça listas de palavras e combine-as

Na hora de montar o slogan, uma boa tática é elaborar listas com palavras que se relacionem com a sua marca, priorizando adjetivos, verbos e substantivos que tenham fit com o seu objetivo.

Nos adjetivos, comece os mais comuns e seus antônimos, e então vá direcionando para os quese possam descrever a sua marca. Por exemplo, “moderno” e “tradicional”, “leve” e “profundo”, “complexo” e “prático”, entre outros.

Já na hora dos verbos, procure relacionar com o ramo de atuação. Lembre-se das ações que o cliente vai tomar com os seus produtos, e o que ele pode sentir e fazer depois.

Se é relacionada à indústria alimentícia, vale a pena colocar “saborear”, “provar”, “comer”, “degustar” e “apreciar”. Não se esqueça de inserir alguns mais gerais também, como “amar”, “recomendar” e “aprovar”.

Por fim, coloque nos substantivos tudo aquilo que entre no universo da sua marca. Para uma marca de produtos para cabelo, pode ser interessante falar sobre nutrição, hidratação, brilho, maciez, movimento e cor.

Além disso, não se limite e tente inserir algumas palavras irreverentes que não saem da sua cabeça ou que tenha lembrado por acaso. Surpreendentemente, elas podem te ajudar a tornar seu slogan mais criativo.

Com tudo isso em mãos, é hora de partir para a próxima fase do brainstorming e realizar testes com o material que você já tem. Vá ligando as palavras que você conseguiu até formar algumas frases curtas.

Não pare nas primeiras tentativas, porque é importante conseguir uma boa variedade de opções. Tenha em mente algumas dicas:

Seja honesto

Não prometa nada que o seu produto não consiga cumprir. O consumidor vai se decepcionar, pode reclamar e, muito pior, colocar em risco a sua reputação no mercado.

É melhor ser sincero e atender suas expectativas. Esse é o caminho para torná-lo fiel à sua marca e até mesmo se tornar um promotor dela.

Seja direto

Economize palavras e cite somente o essencial. Sua empresa pode ter inúmeras qualidades e pode fazer maravilhas para o seu cliente, mas você não precisa falar tudo isso de uma só vez.

É bem mais difícil gravar uma longa frase do que algumas poucas palavras, certo? Por isso, tente deixar o seu slogan curto, sem ultrapassar 8 palavras.

Aposte naquilo que realmente vá convencê-lo e deixe que o cliente descubra os outros benefícios em uma descrição mais aprofundada na embalagem do produto ou em seu site.

Seja grudento

O slogan deve ser divertido e de fácil repetição. Por isso, aposte em palavras fortes e tente fazer um bom jogo de com também, incluindo rimas ou trocadilhos, por exemplo.

Além disso, uma boa técnica é repetir o nome da marca dentro dele, como alguns já fazem. Isso ajuda a reforçar o nome da empresa em associação com a mensagem transmitida.

Uma outra consideração é também associar com o seu logotipo. Caso você já tenha um, é bom retomar os seus valores transmitidos e até mesmo a sua estética.

5. Escolha os finalistas

Pronto, após a combinação de palavras e formulação das frases, chegou o momento de escolher entre os slogans.

Antes de tudo, faça uma revisão gramatical para conferir se está tudo de acordo com as normas ortográficas e não levá-los adiante com pequenos erros que podem prejudicar a sua imagem. Parece bobo, mas é bem importante fazer isso.

Numa triagem inicial, fale os slogans em voz alta. Com isso, você consegue identificar o que é sonoro e fica mais fácil na cabeça. Dessa forma, já selecione as melhores opções.

Teste os finalistas com os seus familiares e amigos, e verifique a aceitação de cada um.

Veja quais são os seus prós e contras, faça a correção do que for necessário e estabeleça um ranking entre eles..

Por fim, identifique se algum deles já está sendo usado por algum empreendimento. Caso tenha uso disponível, registre ele no nome de sua empresa e o aplique em suas ações de marketing.

primeiros passos no marketing digital

Melhores slogans: veja exemplos para se inspirar!

Como já falamos dos procedimentos para a criação de um slogan, acredito que você esteja curioso para ver alguns.

Por isso, separamos alguns dos melhores slogans de marcas em seus respectivos ramos, mas vale dizer que você pode tomar notas e se inspirar em todos eles, viu?

Slogans de Alimentos

  1. Bis – “Quem pede um, pede bis.”
  2. Coca-Cola – “Sinta o sabor.”
  3. Nescau – “Energia que dá gosto.”
  4. Danoninho – “Vale por um bifinho.”
  5. McDonalds – “Amo muito tudo isso.”
  6. Pepsi – “Pode ser bom. Pode ser muito bom. Pode ser Pepsi.”
  7. Tang – “Preparou, bebeu, faz.”
  8. Hellmann’s – “A verdadeira maionese.”
  9. Guaraná Antartica – “O Original do Brasil.”
  10. Kellogg”s – “Desperte o tigre em você.”
  11. Kit Kat – “Faça uma pausa com KitKat.”
  12. Bauducco – “Da família Bauducco para sua família.”
  13. Cacau Show – “Um Show de chocolate.”
  14. Coca-Cola – “Viva o lado Coca-Cola da vida.”
  15. Toddynho – “O seu companheiro de aventuras.”
  16. Pepsi Twist – “Todo o sabor de Pepsi com um toque de limão.”
  17. Nestlé – “Pare o mundo que eu quero Nestlé”
  18. Maggi – “O caldo nobre da galinha azul.”
  19. Leite Moça – “Você faz maravilhas com leite moça.”
  20. Itambé – “O melhor do leite para sua família.”
  21. Gatorade – “Com Gatorade você mais longe.”
  22. Batom – “Compre batom, seu filho merece batom.”
  23. Chandelle – “Quem experimenta não troca por nada.”
  24. Elma Chips – “É impossível comer um só.”
  25. Haagen-Dazs – “O mundo se derrete por ele.”
  26. Parmalat – “Porque nós somos mamíferos.”
  27. Red Bull – “Red Bull te dá asas.”
  28. União – “Fazendo sua vida mais doce.”
  29. Sal Cisne – “A pitadinha que faz a diferença.”

Slogans de Remédio e Cosméticos

  1. Doril – “Tomou Doril, a dor sumiu.”
  2. Band-Aid – “Cura 2 vezes mais rápido.”
  3. Oral B – “A marca mais respeitada pelos dentistas.”
  4. Colgate – “Sorriso saudável, sorriso Colgate.”
  5. Rexona – “Rexona não te abandona, nunca.”
  6. Cepacol – “Contra os inimigos da boca.”
  7. Coppertone – “A marca da sua pele.”
  8. Johnson & Johnson – “A vida inteira com você.”
  9. Neutrox – “O salva-vidas do seu cabelo.”
  10. Pastilha Vick – “Diga adeus ao bichinho do rrhan-rhan.”
  11. Jontex – “Não tem contra-indicações.”
  12. Lux – “Nove em cada dez estrelas usam Lux.”
  13. Natura – “Bem Estar Bem.”
  14. Axe – “A primeira impressão é a que fica.”
  15. Close Up – “Fale de perto com Close Up.”
  16. Garnier – “Cuide-se.”
  17. Melhoral – “Para você ficar legal, tome Melhoral.”

Slogans de Automóveis

  1. Ford – “Viva o novo.”
  2. Volkswagen – “Você conhece, você confia.”
  3. Honda Civic – “Além de tudo, é lindo.”
  4. Chevrolet – “Conte Comigo.”
  5. Peugeot – “Peugeot. Emoção em movimento.”
  6. Nissan Sentra – “O sedã que veio para mudar o sedã.”
  7. Mercedes-Benz – “O Futuro do Automóvel.”
  8. Mitusbishi Pajero – “O Mundo é 4×4.”
  9. Jeep – “Só Existe Um.”
  10. Ford – “Viva o novo.”
  11. Fiat Punto – “Você no comando.”
  12. Volkswagen – “Perfeito para sua vida.”
  13. Chevrolet – “Andando na Frente.”
  14. BMW – “Puro Prazer de Dirigir.”
  15. Citroen – “Imaginação em tudo.”

Slogans de Bebidas Alcóolicas e Cigarros

  1. Skol – “A cerveja que desce redondo.”
  2. Orloff – “Eu sou você amanhã.”
  3. Campari – “Só ele é assim.”
  4. Camel – “O sabor de uma nova aventura.”
  5. Free – “Questão de bom censo.”
  6. Brahma – “A número 1.”
  7. Derby – “O sabor que conquistou o Brasil.”
  8. Hollywood – “O Sucesso.”
  9. Brahma – “A número 1.”
  10. Camel – “O sabor de uma nova aventura.”
  11. Kaiser – “Mais que gostosa surpreendente.”
  12. Bohemia – “A primeira e melhor cerveja do Brasil.”
  13. Antartica – “Boa! Só se for Antarctica.”
  14. Itaipava – “Não tem comparação.”
  15. Carlton – “Um raro prazer.”
  16. Marlboro – “Venha para onde está o sabor. Venha para o mundo de Marlboro.”
  17. Conhaque Dreher – “Deu duro, tome um Dreher.”
  18. 51 – “Uma boa idéia.”
  19. Smirnoff – “Bons amigos a gente faz com Smirnoff.”

Slogans de Bancos e Cartões

  1. Mastercard – “Existem coisas que o dinheiro não compra. Para todas as outras existe Mastercard.”
  2. Banco do Brasil – “Todo seu.”
  3. Caixa – “Vem para Caixa você também, vem!”
  4. American Express – “Ser um associado tem seus privilégios.”
  5. Visa – “Porque a vida é agora.”
  6. Bradesco – “Sempre à frente.”
  7. Citibank – “Só o melhor para você.”
  8. Itaú – “Feito Para Você.”

É possível perceber que há algumas variações em cada mercado. Em relação às comidas e bebidas, são feitas repetições e trocadilhos para conseguir memorizar instantaneamente, enquanto na indústria automobilística é valorizada a liberdade, e nas bebidas é priorizada a tradição.

Esses são somente alguns, mas existem diversos outros slogans super famosos que você deve saber de cor, como o da Havaianas “Todo mundo usa.”, Globo com o “A gente se vê por aqui”, e Marisa e o seu “De mulher para mulher, Marisa”.

A base deles é a criatividade, que resultou em slogans tão bons que ficaram marcados no conhecimento popular. Faça um investimento e crie o seu também, afinal uma boa imagem é essencial para chegar no topo!

O slogan é somente uma parte da identidade corporativa, que é completamente necessária para uma boa gestão da sua marca.

Se você quer melhorar isso, não perca tempo e confira como fazer uma incrível gestão de marca por meio do branding

Ebook Branding

CTAs e plugins para wordpress

CTAs e plugins para converter: aprenda tudo com nosso guia prático!

Certamente, você já sabe que ter um blog é essencial para a sua estratégia de marketing de conteúdo. Afinal, é lá onde você vai montar o seu espaço para compartilhar os seus artigos e capturar leads, não é mesmo?

Segundo nossa bíblia pesquisa anual, a Content Trends 2017, 71% das empresas brasileiras já investem em marketing de conteúdo e, entre as que ainda não investem, 58,3% pretendem adotar.

Ou seja, a internet não é mais um campo de batalha apenas para os setores concorridos, como marketing digital, mas para todos os que você conseguir imaginar. Você precisa se preparar para conquistar os primeiros lugares no Google.

E claro, fazer isso não é fácil: é preciso esforço nas redes sociais, frequência na publicação de conteúdos e atualizações constantes em seu blog.

O que você não deve saber é que não é um requisito ser um web master para manter o seu blog atualizado. É natural se sentir assim ao ter que implementar novos features.

I have no idea what i'm doing

Surpreendentemente, é bem mais fácil do que parece e você mesmo consegue fazer diversas ações para aumentar as suas taxas de engajamento e permanência.

Aqui na Rock, nós indicamos o WordPress, a plataforma mais usada e intuitiva para criar um blog. Por isso, elaborei este pequeno guia para te ajudar a otimizar o seu blog rapidamente com CTAs e plugins.

Este é um guia rápido com dicas que podem ser aplicadas em instantes, mas todos os tópicos e otimizações podem ser estudados mais a fundo também, viu?

Então, vamos lá!

Aprenda tudo sobre Marketing Digital

Este guia completo vai ensinar para você tudo sobre marketing digital e como aplicá-lo.


Revendo os conceitos

Antes de passar as dicas, precisamos recapitular brevemente alguns conceitos e qual a necessidade de fazer uso dos CTAs e plugins em seu blog.

CTAs

Um CTA, ou call-to-action, é uma chamada que vai fazer o leitor ou visitante do seu blog tomar uma ação. Eles podem ser feitos em formatos visuais ou de texto, e servir a diversos propósitos.

Por exemplo, você já deve ter notado como diversos blogs possuem banners para páginas de conteúdos ricos e sempre fazem convites para ler um outro artigo durante e no fim de cada texto, certo?

Colocar CTAs é essencial para manter o usuário dentro do blog, levá-lo para o próximo passo do funil de vendas e atingir o segundo estágio da nossa metodologia de crescimento.

Afinal, eles convidam o leitor a tomar ações, interagir mais com o seu blog, atrair mais visitantes e se tornar um leitor engajado.

Após o primeiro estágio, quando você já possui uma estratégia de marketing de conteúdo definida e começa a atrair tráfego relevante, é hora de se tornar uma máquina de tráfego, atrair assinantes e contatos para sua base de email.

Por isso, se você quer sucesso no meio digital, é totalmente necessário investir em boas call-to-actions. Caso contrário, é impossível avançar, e aposto que você não quer ficar estagnado.

Plugins

Plugins são pequenos programas que adicionam novas funcionalidades a um programa maior. Em um WordPress, eles habilitam extensões que permitem novas funções dentro do seu blog.

Na prática, existem diversos plugins que podem te ajudar com coisas que você nem mesmo imaginava, tanto em versões pagas, quanto gratuitas.

Mesmo que fique encantado com eles, baixe somente o essencial, já que eles tendem a deixar o blog mais pesado, viu?

CTAs na prática

Como já falamos anteriormente, os CTAS podem estar em diversos formatos e servir a inúmeros propósitos. Após escolher o seu objetivo, você deve escolher onde ele será colocado e em qual forma será feito.

Nos blogs, os mais usuais são banners, colocados nas sidebars (barras laterais) e dentro dos posts, e chamadas dentro dos artigos. Ambos buscam levar o leitor a tomar a ação desejada, seja baixar um ebook ou torná-lo um assinante da sua newsletter.

Além disso, existem pop-ups que agem como CTAs e podem ser configurados com plugins e ferramentas de automação de marketing, como os disponíveis na RD Station.

1. Banner

Normalmente, o que as pessoas mais sentem dificuldades de inserir no blog são os banners, presentes na sidebar ou no próprio conteúdo. Eles são utilizados para levar o leitor para outra página, como uma landing page ou um formulário de contato.

Ao preparar um banner, o objetivo principal é que ele tenha uma mensagem clara. Podem ser usadas fotografias e ilustrações, mas é essencial ter uma legenda direta e atrativa.

Se você ainda não tem um time de design, não deixe isso te impedir. É possível produzir um banner tranquilamente com algumas ferramentas práticas de edição encontradas online, sem precisar ser um mestre do design.

Nós sugerimos utilizar o Fotor, um banner maker gratuito, onde você precisa somente escolher as dimensões, fazer a peça e baixá-la.

Fotor - Ferramenta para fazer banner

Após ter o banner em mãos, é hora de colocá-lo no blog. O primeiro passo é sempre inserir a imagem em sua biblioteca de mídia.

Biblioteca de mídia do wordpress

 

Na sidebar, basta ir em widgets, arrastar uma caixa de texto na posição onde ficará o seu CTA, colar o comando e editá-lo de acordo com as especificidades da landing page ou formulário.

Entenda o passo a passo:

— Vá em Aparência > Widgets.

Painel de aparência com widget no wordpress

 — Arraste uma nova caixa de texto na ordem em que você deseja que o seu CTA apareça na sidebar.

Configurar banner na caixa de testo de widget do WordPress

 — Cole o seguinte comando na caixa de texto e na opção “Texto”:

<a href=”LINK_DO_SITE”><img src=”LINK_DA_IMAGEM” alt=”TITULO DA IMAGEM”></a>

Colando texto no Widget do WordPress

4º — Faça as edições necessárias dentro dos parênteses e salve.

Em “LINK_DO_SITE”, cole a URL da sua landing page ou formulário.

Em “LINK_DA_IMAGEM”, cole a URL da imagem, que você pode buscar na biblioteca de mídia.

Em “TITULO DA IMAGEM“, cole o título do seu ebook.

4.1º — Vá em Mídia > Biblioteca, e clique no banner.

Biblioteca de mídia do wordpress 2

4.2º — Copie a URL da imagem.

URL da imagem no anexo

Texto da imagem

CTA na sidebar do blog

Pronto, o CTA já estará no ar e pronto para você converter mais leads!

Já para colocar o CTA dentro de um conteúdo, é só você clicar para adicionar a mídia dentro do post, fazer a edição da imagem com o link para onde ela deve direcionar e inserir. Caso esteja adicionando em algum post antigo, lembre-se de salvar as alterações, ok?

 — Vá em “Posts”, passe o cursor sobre o título do post desejado e clique em “Editar”.

Editar post no wordpress

 — Clique em Adicionar Mídia e adicione uma nova imagem ou selecione a que já está na biblioteca.

Adicionar mídia em post no wordpress

 — Após selecionar a imagem, desça a caixa e clique em “Link para”.

 — Selecione a opção URL personalizada, cole a URL da sua landing page ou formulário lá e clique em inserir no post.

Inserir link na imagem

 

 

5º – Com a imagem no texto e na posição correta, clique em “Atualizar” e o CTA estará linkado dentro do seu conteúdo.

CTA no conteúdo

Para começar, pense nos materiais ricos e formulários que precisam ser divulgados e onde tem maior fit.

Na sidebar, escolha os mais recentes ou importantes e tente fazer alguns testes A/B. Já nos conteúdos, procure unir temas que se relacionem para um resultado melhor, ok?

2. Conteúdo

Outra parte importante da atualização dos conteúdos é atualizar os CTAs dentro dele. Cada conteúdo deve ser visto como parte de uma estratégia para levar o seu leitor para a próxima etapa do funil ou conquistar mais leads qualificadas.

Pense nos seus conteúdos mais acessados e passe a vê-los como uma chance de potencializar sua aquisição e nutrição com o funil de vendas presente não só em seus processos de automação, mas como um caminho intuitivo para o leitor.

Caso eles sejam de topo de funil, ao fim do texto, convide o leitor para ler um conteúdo de meio de funil que pode ajudá-lo a solucionar o seu problema. Já se for um conteúdo de meio, procure levar o leitor para um de fundo de funil, sempre relacionando os conteúdos por etapa do funil.

É só alterar o texto do post e fazer a linkagem correta para o próximo passo.

 — Assim como para os banners dentro do conteúdo, entre em posts e vá no artigo desejado. Lá, insira o texto com o novo CTA.

Novo CTA em texto

2º – Selecione a sua chamada e clique em “Inserir/Editar link”. Após colar o link da sua landing page ou formulário, é só atualizar o post.

Linkando CTA em texto

Na medida em que mais conteúdos forem sendo adicionados ao blog, mais oportunidades você terá de fazer um caminho macro para o visitante se tornar um cliente.

marketing de conteudo primeiros passos

Plugins: quais utilizar

Os plugins possuem funções muito diferentes entre si, mas alguns deles são essenciais para otimizar o seu blog na conversão de leads, aumento de velocidade e segurança.

Na maior parte das vezes, só é necessário ativá-lo, mas alguns deles requerem passos de instalação.

1. Rock Convert

O Rock Convert foi desenvolvido pela equipe da Rock Content para facilitar o gerenciamento de banners de CTA.

Através dele é possível criar CTAs personalizados para cada categoria do seu blog e escolher onde você deseja posicioná-los: no topo ou no fim dos conteúdos.

O plugin também permite a configuração de parâmetros de UTM para acompanhar as conversões e a disponibilização de blog posts em PDF para capturar assinantes de email.

screenshot Rock Convert

Preço: Gratuito

Link para Download.

2. WordPress Related Posts

Além dos CTAs orientarem os leitores para outro conteúdo, este plugin permite que prévias de artigos relacionados apareçam ao fim de cada post. Dessa forma, é possível aumentar o seu tráfego interno em até 10%.

Ele é bem simples de ser usado. Basta baixar e ativar o plugin para as sugestões começarem a aparecer.

WordPress Related Posts

Preço: Gratuito

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3. WordPress Popular Posts

Este plugin permite exibir um ranking dos artigos mais acessados do seu blog em uma análise diária, semanal ou desde o início da contagem.

Normalmente, ele é posicionado na sidebar e pode ser configurado para exibir o número de visitas ou só ordenar os posts de acordo com o ranking, a quantidade que eles aparecem, miniatura da foto de destaque, autor, categoria, entre outras informações.

Após baixar e ativar o plugin, é só ir em Widgets, posicionar ele na ordem da sidebar e fazer as configurações desejadas de exibição.

WordPress Popular Posts

WordPress Popular Posts no visual do blog

Preço: Gratuito

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4. Hello Bar

O Hello Bar é um plugin que permite criar uma barra ou pop up para converter mais leads em seu blog, entre outros benefícios proporcionados.

Entre os objetivos que você pode alcançar estão: promover um desconto ou lançamento, aumentar o contato com os seus visitantes e pedir que eles te liguem, crescer sua base de e-mails, ganhar likes no facebook, ou até mesmo customizar um especial.

Utilize nosso link de afiliado e receba 1 mês de acesso grátis a Hello Bar. Basta se cadastrar aqui.

 — Vá até o site da Hello Bar, insira a URL do seu blog e faça login com a sua conta do Google: https://www.hellobar.com/

Hello Bar

 — Você vai chegar nesse painel. Escolha qual o objetivo que você deseja com a sua barra.

Defina o objetivo na Hello Bar

— Agora é só configurar os settings da sua barra de acordo com o objetivo. Vamos fazer com o de crescer nossa base de contatos para newsletter, por exemplo.

Configurando settings na Hello Bar

 — Customize a barra de acordo com o tamanho e posição, quando ela deve aparecer, se ela deve acompanhar o leitor até ele descer a página, cor, targeting, entre outros.

Customizando a Hello Bar

 — Com a barra configurada, é só você baixar o plugin do WordPress, que já vem configurado com a sua barra pronta e subir ele no WordPress.

Download da Hello Bar para WordPress

Plugin baixado? É só ativar e em alguns instantes a barra vai aparecer em seu blog. Depois, é só acompanhar seus resultados no próprio site da Hello Bar.

Preço: Gratuito, versão básica.

Link para Download.

5. Akismet

O plugin Akismet é um dos melhores plugins anti-spam para o WordPress, deixando o seu blog mais seguro e mantendo somente comentários relevantes para os seus artigos.

Depois de baixar o plugin, é necessário seguir alguns passos para ele começar a funcionar. Em nosso FAQ Rock Content, nós já passamos as instruçõe e vamos deixar aqui também.

 — No painel do WordPress do seu blog, vá em: Plugins > Plugins Instalados > Ativar sua conta do Akismet.

Ativar conta do Akismet no WordPress

 — Clique em Obtenha sua chave e você será redirecionado para o site do Akismet.

Obtenha sua chave do Akismet

3º — Clique em GET AN AKISMET API KEY.

GET AN AKISMET API KEY

 — Preencha o formulário e clique em Sign up.

Formulário do Akismet

 — Selecione o plano gratuito clicando em Get Basic.

Plano gratuito do Akismet

 — Na página seguinte, do lado direito na opção What is Akismet worth to you? coloque o valor de $0, agora do lado esquerdo preencha o formulário.

Formulário do Akismet 2

 — Copie o código do campo Akismet API Key.

 — Cole o código no campo Digite manualmente sua chave API e clique em Use esta chave.

Obtenha sua chave do Akismet

Pronto, a configuração foi feita com sucesso!

Preço: Gratuito

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6. W3 Total Cache

Esse plugin aumenta a velocidade do seu blog reduzindo o tempo de carregamento ao compactar os arquivos CSS e JavaScript, diminuindo o acesso ao banco de dados e utilizando o cache dos navegadores, além de um serviço CDN.

Depois de instalado, basta ativá-lo e fazer as configurações desejadas para deixar o seu WordPress mais veloz!

Vá em “Plugins Instalados” e clique em settings para configurar.

Configurar W3 Total Cache

Nesse guia da Shout Me Loud, você encontra as instruções completas para fazer o set up do W3 Total Cache com suas diversas funcionalidades.

Preço: Gratuito, versão básica.

Link para Download.

Caso você tenha interesse em conhecer mais alguns plugins, não deixe de conferir nosso post: Os 30 melhores plugins de wordpress para seu blog.

Como disse, este é um guia breve de como você pode otimizar o seu blog rapidamente para melhorar a experiência do usuário e aumentar a sua taxa de conversão, mas é possível fazer implementações ainda mais sofisticadas com o apoio de um desenvolvedor.

Porém, não dependa desse auxílio. Não perca tempo e comece a otimizar seu blog agora mesmo com essas opções. Garanto que você consegue!

thumbs up gif

Além disso, você também não pode deixar de se manter atento ao SEO do seu blog. Ainda não sabe bem como fazer isso? Então, confira nosso post e aprenda como fazer SEO On Page!

o que é seo

Como profissionais do marketing digital podem usar o business intelligence?

Acredito que você já deve ter ouvido falar sobre o que é business intelligence, mais uma das tendências do mercado que estão bombando ultimamente no marketing digital.

Além disso, tenho certeza que você sabe do quão importante são os dados para uma estratégia de negócio. Sim, ter feeling é essencial também, mas não dá para contar só com ele para tomar decisões.

Com o mercado mega competitivo, os profissionais da área precisam saber interpretar bem algumas métricas para elaborar ações melhores.

Essa é exatamente a atuação do business intelligence no marketing digital.

Aposto que você também tem interesse em técnicas e resultados otimizados, não é mesmo?

Continue a leitura e descubra como o business intelligence consegue dar um upgrade fantástico em sua performance no marketing digital!

Antes de continuar sua leitura, aprenda tudo sobre Marketing Digital

Este guia completo vai ensinar para você tudo sobre marketing digital e como aplicá-lo.


Por que dados são tão essenciais?

Já falamos sobre a relevância dos dados na introdução, mas precisamos frisar algumas coisas.

Eles são tão importantes porque justificam toda e qualquer tomada de decisão com embasamento em fatos concretos.

Ao ver o que está funcionando e o que não está para sua empresa e para o mercado, é possível fazer uma análise do cenário e elaborar estratégias com maiores chances de obter sucesso nele.

O processo se inicia com a coleta, que pode ser de seus próprios registros, dos concorrentes e da sua área de atuação de forma geral.

Com eles em mão, é hora de trabalhar para colocar essas informações em contexto.

Assim,  é possível fazer interpretações que permitem nortear os próximos passos.

Dessa forma, para que os dados não se tornem apenas um gasto de tempo arquivado, é preciso investigar e, assim, gerar insights que vão melhorar os seus processos e o seu retorno sobre investimento, o famoso ROI.

Existe uma diversidade incrível do que pode ser coletado, que dá origem a reports demográficos e comportamentais, por exemplo.

Entre as estatísticas, você deve estabelecer os Key Performance Indicators — KPIs —, que são os indicadores principais que vão revelar o desempenho do seu negócio nas atividades que ele se propõe.

Se você ainda não sabe pelo o que procurar, confira as principais métricas de marketing que você deve mensurar para validar seus esforços.

O que é business intelligence?

Pronto, já sabemos porque é necessário conseguir os dados mais significativos e que eles devem convergir em informações relevantes para a sua estratégia.

Porém, não é realmente complicado fazer essa coleta, relatórios, e todo esse processo continuamente?

Para isso, existem os softwares de business intelligence.

Eles agrupam o que for importante para o seu negócio e aplica em dashboards.

Eles revelam estatísticas capazes de apresentar indicadores de performance específicos e velados até então, além de insights que podem transformar o seu negócio.

O BI — sigla para abreviar business intelligence, já que ainda vamos falar bastante sobre ele — é o meio para atingir os objetivos da inteligência competitiva, outra tendência que vem pipocando no mundo dos negócios.

A inteligência competitiva trata de um processo informacional para a melhor tomada de decisões possível, estrategicamente e operacionalmente falando.

Ela reduz riscos e induz a maior probabilidade de alcançar o sucesso desejado.

Assim, o business intelligence é o sistema operacional de tecnologia de informação que faz uso de dados para permitir boas análises com informações que auxiliam na tomada de decisões estratégicas pela equipe responsável.

Várias ferramentas, métodos e aplicações são contemplados.

A coleta não se restringe aos sistemas internos, mas também abrange fontes externas, o que permite a implementação e aperfeiçoamento das suas técnicas de benchmarking.

Com o histórico das atividades, as métricas e os KPIs definidos, é possível configurar mensurações personalizadas que vão além das métricas usuais e garantem indicadores que não seriam conhecidos com relatórios feitos de forma separada e sem cálculos integrados automaticamente.

Ainda dentro do processo, alguns consideram que há uma divisão entre o BI e o Business Analytics.

O primeiro encontra processos para otimizações mais momentâneas, enquanto o segundo busca tendências e permite se preparar para o futuro.

De qualquer forma, ambos ajudam na estruturação de uma estratégia com potencial para crescimento.

A exibição dos dados pode atender aos mais diversos setores, desde o CEO até o time de vendas.

Dessa forma, toda a empresa ganha independência ao poder consultar o que precisa, sem necessariamente ter que recorrer ao time de TI ou pelos responsáveis pelos relatórios.

Quais são os benefícios do business intelligence no marketing digital?

O espaço na web mostra cada vez mais competitivo e todos os detalhes fazem a diferença.

Logo, os marketers precisam utilizar todas as ferramentas que estão ao seu alcance para ser um player vitorioso.

A maior vantagem do meio digital é justamente a possibilidade de mensurar quase todos os resultados e processos com o big data.

Mesmo com tantos dados disponíveis, a maior parte dos profissionais encontram certa dificuldade na coleta e interpretação deles.

O business intelligence surge como a solução para facilitar esse processo e permitir um novo olhar sobre as indicações de desempenho do seu negócio.

Devido ao avanço tecnológico dos softwares de BI, é possível acompanhar em tempo real os seus clientes no funil de vendas.

Assim, você vê como eles estão se reagindo diante aos seus esforços, o rendimento de suas campanhas de marketing e como se encontra o seu desempenho em uma visão global.

São muitas as informações encontradas, certo?

Elas tornam possível identificar padrões de comportamento e quais são os seus clientes mais rentáveis, tornando possível alocar o seu budget a fim de um ROI com maior previsibilidade

Dessa forma, é possível tomar decisões assertivas, fazer melhorias na estratégia e alinhá-la com o seu corpo operacional.

Tudo isso com base nos seus próprios dados e com benchmarking dos seus concorrentes, de forma a reduzir custos, corrigir processos internos e encontrar novas oportunidades de negócio de forma rápida e prática.

Resumindo: o BI é um modo de reduzir o seu tempo gasto em mensuração e análise, e não depender somente de relatórios semestrais e anuais a partir de análises constantes de como o seu negócio se encontra.

Isso permite torná-lo altamente reativo ao que estiver acontecendo e preventivo em relação a tendências identificadas, melhorando incrivelmente a eficiência de suas ações.

Além disso, o business intelligence é aplicável em todo o processo, desde a concepção do plano de marketing até a hora de vender.

Ele analisa o marketing de forma integral e melhora a experiência do cliente.

Como realmente usar o business intelligence no marketing digital?

Os softwares mostram diversos dados diferentes que podem se ajudar, como as leads, de onde e como elas chegam, seu avanço no funil de vendas, o fluxo comercial da empresa, o direcionamento de recursos e performance de campanhas, entre outros.

Esses dados se encontram em um painel, que além da análise, permite pensar em ações que podem ser tomadas para melhorar suas atividades de business intelligence.

Por isso, fizemos uma lista onde você pode conferir algumas delas!

1. Dashboards e suas visualizações

A maior parte dos softwares de BI apresentam um painel com as estatísticas mais importantes para a sua análise.

Podemos comparar ele com o painel de um carro, que apresenta as informações para que o motorista possa continuar a dirigir de forma segura e bem sucedida.

O dashboard faz o mesmo com seu negócio: apresenta um panorama onde é possível identificar o que está andando bem e onde precisam ser feitas correções.

Os KPIs mostram o desempenho e determinam onde seus recursos podem ser melhores aplicados, além de observar se as mensagens estão atingindo seu objetivo.

No seu dashboard, você pode — e deve! — incluir desde KPIs básicos até os mais complexos.

Alguns KPIs são:

​Já os mais complexos podem incluir:

  • custo por lead;
  • visitantes que finalizam as compras e a porcentagem que converte;
  • vendas fechadas por canais de aquisição.

As possibilidades são infinitas!

É bem mais fácil entender a sua performance com um display visual, que economiza dados irrelevantes para seus objetivos ao reter somente os seus KPIs e colocá-los lado a lado.

Assim, são percebidos insights e informações que poderiam estar escondidos.

2. Análises prescritivas e preditivas

Com o estudo do que for apresentado no painel, é possível separar dois cenários:

  • o prescritivo, que aponta situações que podem ser corrigidas e otimizadas com aplicações momentâneas;
  • o preditivo, que indica tendências dos consumidores pelo seu comportamento e ajuda o time de marketing e vendas a se preparar para o futuro.

A empresa pode ser mais proativa — o ideal — ao invés de reativa.

Ou seja, ter a habilidade de lidar com os problemas antes que eles já estejam prejudicando ao identificá-los desde seu início, ou até mesmo pela sua possibilidade de acontecer.

Um ótimo exemplo processual é o profissional de marketing que utiliza da proatividade para engajar e atingir o público com a melhor mensagem e meio possíveis.

Isso é feito por meio de predições comprovada numericamente, sem seguir sua intuição cegamente e acabar quebrando a cara.

Em uma aplicação prática, podemos nos inspirar nos marketers que procuram diversificar suas fontes de tráfego ao identificar de onde ele chega e pensar de forma proativa, ao invés de reativa.

Afinal, os algoritmos dos mecanismos de busca mudam e podem fazer os visitantes e leads caírem da noite para o dia, e consequentemente, a sua receita também.

Portanto, é melhor identificar como solucionar um problema que pode te dar dores de cabeça no futuro antes mesmo dele ocorrer.

3. Comunicação completamente integrada

Os softwares de BI conseguem fazer uma cobertura incrível dos diversos meios pelos quais os seus clientes transitam.

Essa cobertura vai desde o momento inicial em que eles convertem pela primeira vez, até quando já são leads qualificadas.

A integração entre os canais de marketing e vendas é essencial para toda empresa, compondo um bom vendarkertintg também.

Com esse rastreamento e a conexão entre os ambientes digitais, você consegue insights dotados de uma visão sistêmica ampliada, economiza tempo e melhora seus processos nos pontos chave de conversão.

Assim, é possível elaborar mensagens consistentes em canais integrados para uma jornada do consumidor alinhada.

Ao unir sua data, é possível perceber a origem de seus visitantes e leads, o melhor horário para se comunicar com eles, em qual meio eles convertem mais, entre outros.

Essas informações ajudam seu time de marketing a organizar percursos com padrões reativos para identificar avanço nos estágios do funil de venda.

Esses modelos auxiliam até mesmo na publicidade offline.

Eles identificam o comportamento de suas leads durante a jornada do cliente, que permite a produção de novas estratégias, métodos e materiais que atendam melhor a sua demanda.

4. Conhecimento dos clientes e seus desejos

Os KPIs ficam a seu critério, mas entre eles devem se encontrar alguns dados essenciais para identificar quem é realmente o público dos seus produtos e serviços.

A análise dos dados é capaz de identificar quem são os clientes que geram maior verba para a sua empresa.

Assim, você consegue estabelecer padrões entre eles para realmente compreender quem eles são, o que eles buscam e o que eles encontram na sua marca.

Ao identificar seus desejos e reações positivas, seu time pode criar personas e, a partir disso, elaborar campanhas que foquem nos consumidores mais rentáveis, e que os atinjam da melhor forma possível, aumentando a sua receita.

Muitas vezes, o grupo que garante o fluxo comercial não é quem faz as aquisições mais caras, mas os que possuem maior frequência e recorrência com valores em compras. Então, tenha cuidado nessa análise!

Quando você encontrar esse público, é hora de concentrar seus esforços de marketing e adaptar o processo de vendas que os melhor acomodam.

Ao saber para quem vender e qual o melhor momento para fazer isso, você garante segurança para seu processo comercial, algo que várias empresas encontram muita dificuldade.

Atualmente, a maioria dos profissionais de marketing utilizam somente o Analytics, que apresenta dados fantásticos, mas que precisam de grande competência para serem administrados.

Se você quiser melhorar suas habilidades na ferramenta, não deixe de conferir nosso Guia Completo do Google Analytics!

Ele é necessário para todo marketer, mas o business intelligence pode ser uma oportunidade melhor por conseguir integrar todos os dados que você precisa e gerar informações mais complexas com maior facilidade.

Dessa forma, você consegue estratégias baseadas em estatísticas e aumentar a probabilidade de você sair na frente do mercado.

E o BI não se aplica somente para grandes empresas. PMEs também podem encontrar oportunidades fenomenais e competir até mesmo com os maiores players de seu mercado tendo esse auxílio.

Alguns softwares de BI que podem te ajudar:

Os dados já dominam os modelos de negócio atuais, e o business intelligence já se apresenta como uma tendência que certamente vai se consolidar no marketing digital.

Você já percebeu que análise de dados é fundamental no marketing, certo? Então que tal aprender como usar o Google Analytics para fazer análises inteligentes? Aprenda como em nosso ebook completo sobre o tema!

Guia Completo do Google Analytics

Benchmarking para redes sociais

Benchmarking para Redes Sociais: multiplique o seu engajamento aprendendo com outros!

Se você possui uma estratégia alinhada de marketing certamente não mede esforços em social media.

Nesse cenário, entra o benchmarking para redes sociais, capaz de mostrar como o seu desempenho se encontra ao lado de seus concorrentes.

Aposto que você já fez a seguinte pergunta: “Como estou me saindo em relação à concorrência?”.

O benchmarking permite não só identificar os seus pontos altos e baixos diante do mercado, mas também descobrir onde outras empresas estão acertando e errando.

Assim, você pode aprender com elas e, enfim, conseguir tomar as melhores decisões possíveis para futuras ações.

Além disso, checar os seus resultados fora de contexto não faz sentido nenhum: o que pode ser bom para você, pode não estar no mesmo nível do mercado. O benchmarking dá significado à sua análise e permite tirar conclusões assertivas do que é realmente satisfatório.

Quer saber como você se encontra diante de seus concorrentes e aprender a se colocar na frente deles?

Continue a leitura e descubra o que é o benchmarking para redes sociais e como aplicá-lo para aumentar o seu engajamento nesse meio.

O que é o benchmarking para redes sociais

É natural comparar o seu próprio trabalho com o de outras pessoas para saber como está seu desempenho, não é mesmo?

O princípio do benchmarking é justamente esse, mas como uma estratégia de inteligência de mercado.

Trata-se de comparar sua empresa com o seu setor, alguns dos destaques dele e seu concorrentes, no intuito de conseguir insights que vão mostrar claramente o que você está fazendo hoje e como pode aprimorar suas ações.

O próprio significado da palavra benchmark tem sua origem em “referência”. Talvez você ainda não tenha pensado nisso, mas dados sozinhos são completamente subjetivos.

Em toda análise é preciso colocar perspectiva para entender os resultados reais e saber se as suas práticas estão equivalentes às melhores do mercado.

Você pode se comparar a partir de noções quantitativas e qualitativas com outras empresas, com médias gerais do setor e também consigo mesmo.

É possível que você não tenha uma estratégia definida nesse campo, mas provavelmente já tem alguma prática em benchmarking.

Mesmo com algumas pesquisas de mercado ocasionais, é preciso ter uma metodologia estabelecida para não ficar no escuro quanto ao seu posicionamento.

A pergunta de ouro que deve você deve fazer é “O que estamos fazendo é suficiente?”. Se você acredita que sim, então continue com o bom trabalho.

Caso ache que há espaço para melhorias, o que acontece na maioria das vezes, com o benchmarking você vai encontrar insights para otimizar seus resultados com base em ações que comprovadamente deram certo.

O benchmarking para redes sociais funciona com o mesmo princípio.

Só que o objeto de estudo é o desempenho em social media da sua empresa, do seu setor e dos melhores players que se encontram nele.

Porque você precisa fazer social benchmarking

Enquanto algumas métricas são totalmente imprevisíveis e privadas, o meio digital apresenta resultados claros e em grande parte públicos, o que garante maior assertividade em sua pesquisa.

Com uma mensuração precisa, torna-se claro o que está trazendo bons resultados e onde ações de otimização devem ser aplicadas.

Além disso, o processo em marketing digital é acelerado, o que requer mudanças constantes, bem como correção de erros. O social benchmarking permite identificar tendências e manter sua estratégia sempre atualizada.

Se você leva tempo para produzir posts e publicá-los, é preciso garantir que está fazendo do jeito certo, e a melhor maneira de ter certeza é avaliar lado a lado com outras referências.

Sem isso, há chances de você estar perdendo tempo precioso em ações que não estão gerando os efeitos esperados.

O processo é válido para todos os segmentos. As empresas grandes não podem correr o risco de errar em suas publicações e queimar seu filme, ao passo que empresas pequenas devem saber se o investimento de tempo e dinheiro está valendo a pena.

Mesmo sendo necessário, não significa que esse acompanhamento te faz refém da concorrência. O objetivo é usar dados dos seus adversários a seu favor.

O benchmarking é essencial para sua estratégia de marketing nas redes sociais: ele é capaz de indicar novas tendências, auxiliar na tomada de decisões e levar ao desenvolvimento de novas estratégias e habilidades, promovendo melhores resultados para sua empresa.

Existe uma grande variedade de métodos e métricas que podem ser avaliados. Você só precisa estabelecer um processo definido e fazer ele com um intervalo regular para identificar seu progresso contínuo e conseguir novas ideias para planejamentos seguintes.

Os 4 métodos de benchmarking para redes sociais

O benchmarking trata de comparação, mas isso é muito amplo, correto? Afinal, é possível se comparar com outras empresas, com todo um setor de forma geral, consigo mesmo, com campanhas. Enfim: as possibilidades são diversas. .

Por isso, Kevan Lee, diretor de marketing do Buffer, uma das melhores ferramentas de social media existentes, separou 4 métodos baseados nas definições do Kevin Shively, head de marketing da Simply Measured, uma ferramenta fantástica de mensuração.

Aspiracional

No benchmarking aspiracional, você deve buscar aprendizado com os líderes do mercado, as organizações com maior presença nas redes sociais e suas melhores práticas. Agora, é hora de sonhar alto.

Sua função é completamente motivacional. Ao ver táticas estruturadas que geram engajamento, você pode dissecar as publicações, conseguir alguns insights aplicáveis nas suas páginas e, assim, conquistar uma página no mesmo nível dos melhores.

Procure empresas que se encontram nas listas das melhores companhias, como a Forbes 2000, ou então as melhores PMEs. O importante é se inspirar em quem você admira e aprender como fazer social media com eles.

Trended

Essa forma de benchmarking busca a comparação consigo mesma em atividades passadas e, assim, definir objetivos e projeções realistas com essas comparações em mente. Dessa forma, é possível definir metas que você pode realmente alcançar.

Ao olhar para seu próprio histórico, devem ser observados quais foram os melhores resultados atingidos até então. Com base no que deu certo, é possível continuar reproduzindo o que foi feito e mesclar com novas ideias para otimizar seu processo criativo e executivo.

Além disso, há como verificar a média do seu desempenho ao longo do tempo, identificar como se dá o seu crescimento e reconhecer quais ações foram responsáveis por isso. É essencial saber o que foi feito no passado para mirar nos acertos e não repetir erros passados.

Earned

Tal método encontra nas campanhas o seu objeto de análise. Não precisam ser necessariamente de suas promoções anteriores ou então cases de sucesso alheios. O importante é identificar campanhas com bons retornos e encontrar insights do que foi feito para isso ser alcançado.

Mais do que um acompanhamento de estratégia, o benchmarking earned busca mostrar pontos a serem adotados e evitados no planejamento de campanha, a fim de potencializar seus resultados ao máximo.

Com análises de ações que conseguiram engajamento, será identificado o que se relaciona diretamente e da melhor forma com o consumidor.

O seu objetivo não deve ser somente reproduzir o que já foi feito de bom, mas juntar pontos de sucesso com inovações para criar novas jogadas de social media.

Inspiracional

Chamado de competitivo por Shively, esse método busca estabelecer objetivos a partir de linhas de performance e crescimento de competidores diretos. Ou seja, os seus concorrentes são a fonte de pesquisa para encontrar oportunidades de crescimento nas redes sociais.

Porém, Kevin Lee acha que isso é um pouco restrito. Assim, ele troca o método competitivo por inspiracional, e inclui influenciadores e parceiros do seu mercado como fontes de inspiração.

Dessa forma, assim como no benchmarking aspiracional, você vai encontrar motivação extra para formular metas incríveis. O único fator é que as comparações devem ser feitas com negócios do seu setor.

Passo a passo do social benchmarking

Comparação é natural, mas é preciso estabelecer processos que te permitem identificar oportunidades e ameaças, como aplicar novas técnicas e enxergar crescimento em seu desempenho. Comparar uma vez não é suficiente, é preciso acompanhamento.

Por isso, existem alguns passos que você pode adotar para compor uma estratégia de benchmarking organizada e continua.

1. Selecione quais empresas você vai analisar

De acordo com os métodos explicados anteriormente, você deve escolher empresas para analisar seu desempenho nas redes sociais. Podem ser gigantes do mercado, parceiros, organizações que você admira e concorrentes diretos.

Obrigatoriamente, você deve escolher a si próprio como objeto de pesquisa também. Como você iria se comparar se não selecionou a si própria para análise, certo?

2. Defina indicadores de análise

Após escolher os alvos, é necessário fazer um recorte do que você está procurando. Para tal, você deve escolher métricas que estejam alinhadas aos seus objetivos. As que possuem maior relevância são os Key Performance Indicators, os KPIs, essenciais em todo negócio.

Existem vários objetivos em redes sociais, como aumentar o reconhecimento de marca, otimizar conversões, conquistar mais leads, promover um relacionamento saudável com os consumidores, engajamento com a comunidade, entre outros.

As métricas compõem uma lista ainda mais extensa. Você pode conferir a lista completa no nosso artigo Métricas de Redes Sociais: um manual prático para aprender o que e como analisar. Entre elas, vale ressaltar:

  • Engajamento
  • Alcance
  • Frequência de publicações
  • Crescimento do canal
  • Quantidade de posts
  • Menções e o que estão falando da sua empresa
  • Taxa de resposta

Partindo para um exemplo prático, se sua meta é melhorar o relacionamento com os consumidores, provavelmente você vai ficar de olho nas métricas de engajamento, como número de curtidas, seguidores, comentários e interações, e verificar qualitativamente como isso ocorre.

Os objetivos e métricas estão diretamente ligados uns aos outros. Antes de começar a pesquisa em si, ambos precisam estar definidos para poupar tempo e analisar somente o que realmente vai fazer a diferença.

Outra dica é priorizar taxas, ao invés de quantias brutas. Dessa forma, você vai conseguir enxergar uma performance linear. O mais importante para a estratégia é a consistência.

Se um concorrente já tem 10 mil seguidores e passar a ter 12 mil, ele vai ter crescido 2 mil, um resultado legal. Agora, se você passa de 2 mil para 4 mil, mesmo com um crescimento numérico igual, é mais significativo, ao considerar que dobrou a quantia de fãs. Quantias podem ser relativas, mas taxas não.

Por fim, lembre-se que é sempre bom analisar coisas que vão além de números. É possível analisar o tom da comunicação, o design das publicações e o conteúdo que os outros estão oferecendo. Todos esses dados vão fazer a diferença para o seu planejamento de social media.

3. Coletando dados: ferramentas adequadas

Com as empresas e KPIs definidos e ordenados, é hora de coletar os dados. É importante que a mensuração seja bem feita para que as comparações sejam corretas.

Como se trata de uma enorme quantidade de dados, não é fácil calcular médias de performances na mão. Existem gráficos disponibilizados por alguns canais, como o Facebook Audience Insights e o Twitter Analytics, mas que não possuem a profundidade necessária.

A boa notícia é que existem ferramentas para monitoramento de redes sociais, dentre as quais algumas oferecem serviços de benchmarking.

3.1. Quintly

O Quintly permite acompanhar diversas páginas ao mesmo tempo, fazer benchmarking com seus concorrentes e, assim, otimizar a sua performance.

Com ele, é possível analisar todas as suas redes sociais em um só canal e com a profundidade adequada. Além disso, ele permite a comparação com concorrentes e elaboração de diversas métricas de social media, incluindo algumas personalizadas.

Já fizemos um review sobre a ferramenta, e de fato podemos concluir que ela é bastante flexível, completa e personalizável. Vale a pena o investimento se você quer vencer nas redes sociais, ou ao menos testar o seu free trial de 14 dias.

3.2. Buzzsumo

O Buzzsumo é uma das ferramentas mais populares porque oferece insights do que está dando certo e como está sendo disseminado. Ela identifica conteúdos com palavras-chave definidas e até mesmo quando um competidor faz uma nova publicação.

Ele faz comparações detalhadas para o seu benchmarking e realiza o acompanhamento de diversas redes sociais, o que é bem interessante por juntar vários canais e análises de concorrentes em um só local.

3.3. LikeAlyzer

Por meio de métricas pré-definidas, o LikeAlyzer faz o cálculo do desempenho de suas fan pages e compara com o das principais páginas do seu setor.

O método deles funciona por meio de um scoring que varia de 1 a 100 e pontua aspectos que podem ser melhorados em seus esforços nas redes sociais.

3.4. SocialBakers

A SocialBakers tem um desempenho fantástico em sua versão paga. Ela aponta quais são as maiores e mais populares marcas do seu setor, considerando sua audiência e o crescimento de suas páginas.

Ela faz mensurações, posiciona sua empresa diante do mercado e faz relatórios completos com tendências sobre social media, de forma geral e para setores específicos.

3.5. Simply Measured

Com diversos relatórios interessantes sobre suas fanpages nas principais redes sociais — Facebook, Twitter e Instagram —, o Simply Measured apresenta os conteúdos que estão bombando e faz uma análise de concorrentes e suas páginas.

Além da mensuração, é uma ótima ferramenta para monitoramento de conteúdos compartilhados e conversões.

4. Comparação e análise: oportunidades e erros a serem encontrados

Pronto, você já selecionou as empresas e os dados importantes que precisava. Portanto, chegou a hora de fazer comparações e averiguar como está seu desempenho.

Essa interpretação segue na perspectiva de inteligência de mercado. Ao avaliar no que você está indo bem e o que pode ser melhorado, você deve documentar sua estratégia.

É importante que esses dados sejam repassados para seu time, para que isso seja materializado em publicações que otimizem o engajamento do público e os resultados.

O processo deve ser feito novamente para conferir o que outras empresas fizeram nesse meio tempo e quais resultados sua empresa atingiu nas redes sociais.

Não basta fazer só uma vez, é um acompanhamento constante, que permite gerar insights com os outros e aprender também com suas próprias conquistas.

A frequência de acompanhamento é variável. Ela depende do quanto uma empresa é ativa nas redes sociais, como é seu fluxo de publicações, qual o engajamento da marca e quanto tempo é gasto para a coleta de dados e comparação entre as métricas escolhidas.

Não há como deixar de investir em redes sociais e o meio digital está se tornando cada vez mais competitivo. Portanto, perder tempo com erros já cometidos não é uma opção.

É preciso apostar em ações que geram resultados positivos para um desempenho à frente dos seus concorrentes.

O benchmarking para redes sociais é a forma de potencializar seus esforços, conseguir inspirações práticas e aplicáveis. Por isso, não o deixe de lado: use as técnicas e ferramentas a seu favor e seja um mestre em social media.

Além das comparações com seus concorrentes, você também precisa saber como o seu desempenho se encontra diante do mercado. Por isso, não deixe de conhecer as 17 melhores pesquisas de Marketing e Vendas do mundo e retire insights para a sua empresa.

Parar de postar

Descubra o que acontece com o SEO do seu blog se você parar de postar!

É impensável não ter o seu negócio encontrado online atualmente. 70% das empresas brasileiras já adotam o marketing de conteúdo para aumentar sua visibilidade online e vêm mostrando resultados incríveis com seus blogs, segundo a Content Trends.

Contudo, algumas delas ainda não possuem uma estratégia alinhada e acabam deixando grandes intervalos entre suas publicações.

Você provavelmente já deve saber da importância de uma frequência de postagem constante e bem planejada. Sim, ela é essencial, mas você sabe exatamente o que acontece com o SEO do seu blog se deixa isso de lado e para de postar?

Realmente, pode ser difícil fazer atualizações constantes no blog. Seria bem mais fácil deixar os conteúdos antigos trazendo tráfego e publicar só de vez em quando, não é mesmo?

Já podemos adiantar que fazer isso está longe de ser uma boa ideia e não vai acrescentar nada de bom para o seu posicionamento nos mecanismos de busca e tráfego.

E não se trata somente de rankings. É preciso transmitir compromisso com o leitor para conseguir torná-lo em um cliente.

Ficou curioso para saber o acontece se você parar de postar? Então, continue a leitura e descubra por que não fazer isso!

Você precisa de um blog, e ele precisa ser bom

Com a Internet, a relação entre as marcas e os consumidores mudou. Os usuários possuem liberdade para escolherem aquilo que querem consumir. Marketing invasivo não é mais legal e seus resultados diminuem a cada dia.

Logo, é preciso criar conteúdos atrativos que levem visitantes até você e sejam interessantes para convertê-los em clientes. Os blogs se mostram como o espaço ideal para isso, com a publicação de textos e uma estrutura ideal para otimização de conversão.

O Inbound Marketing já vem mostrando resultados mais rentáveis e, ao contrário do que alguns dizem, ele não morreu. Definitivamente, ele está vivo e mais empresas vêm investindo nele a cada ano.

Na mesma proporção em que ele é adotado, a concorrência na web aumenta. Mais empresas constroem seus espaços virtuais, logo a batalha nos mecanismos de busca fica ainda mais acirrada. Portanto, é preciso ir com tudo para se destacar nesse meio.

Conteúdo de qualidade é a chave para atrair mais visitantes e dominar os primeiros lugares. Porém, as pessoas estão cada vez mais ansiosas por novidades. Ninguém quer entrar em um site antigo, que pode soar ultrapassado. Quase sempre é preferível conferir algo que ainda esteja atual, certo?

Esse mindset não fica apenas na imaginação, ele conta como um dos fatores de rankeamento. Considerando que o Google está cada vez mais empenhado em compreender os desejos de seus usuários, as atualizações dos conteúdos, o domínio e as páginas também entram em seus algoritmos.

Os crawlers interpretam que conteúdos extensos e com atualizações recentes são os melhores. Além disso, quanto maior o fluxo de publicação em seu blog, maior será o número de visitas dos robôs que seu domínio vai receber. Essa é uma chance a mais para aumentar sua relevância na web.

Assim, novos conteúdos e atualizações dos que já existem, interferem em seu SEO e devem ser adotados para conquistar melhores posições nos mecanismos de busca.

Só lembre-se que o que os algoritmos do Google estão realmente focados mais na semântica e na qualidade deles, o que realmente conta para o usuário. Portanto, nada de produzir conteúdos fracos só para aumentar em volume ou adotar práticas black hat. Isso não trará resultados positivos.

O importante é encontrar o seu ritmo e produzir bons materiais dentro dele. Só assim, você consegue atrair novos visitantes, fazer com que eles se tornem recorrentes e, eventualmente, virem seus clientes.

O que realmente acontece se você parar de postar

Em 2016, Robert Ryan, um dos mestres do marketing digital, conduziu um experimento que esclareceu essa questão. Ele passou 251 dias sem publicar nada novo em seu blog, ou seja, 8 meses e 7 dias sem nenhum conteúdo fresco.

Eis o que ele encontrou:

  • O tráfego orgânico reduziu em 32% em comparação com o período anterior.
  • O tráfego orgânico caiu 42% no total.
  • O tráfego da página de contato declinou 15%.
  • As conversões do site diminuíram 28%.
  • A palavra-chave principal deles caiu da primeira posição para o sexto lugar no Google.

Só de bater o olho nesses dados, já dá para perceber que não dá para ficar sem publicar. Mas vamos nos aprofundar um pouco mais e entender direito o motivo desses resultados.

Efeito cascata

A maior parte do tráfego que os blogs recebem vem de pesquisas orgânicas, nas quais o usuário se interessa pela informação que procura. Para ajudar o usuário, o Google estabelece seus algoritmos para criar um ranking do que pode ser melhor para atendê-lo.

Naturalmente, conteúdos antigos e sem updates são vistos com mal olhos, uma vez que são bem maiores as chances de ele estar ultrapassado. Assim, nas primeiras posições vão se encontrar artigos mais recentes ou atualizados nos últimos 2 anos, ainda mais se a busca for por uma palavra-chave altamente competitiva.

Ao deixar o seu blog parado, o Google interpreta ele como desatualizado e penaliza não somente seus artigos antigos, mas o seu domínio. Dessa forma, todas as suas páginas caem algumas posições nas SERPs.

Segundo a Search Engine Watch, o conteúdo que está em primeiro lugar costuma receber 33% dos cliques, o segundo já recebe cerca de 18% e o terceiro recebe, em média, 11%. A partir de então, o tráfego decai de forma assustadora.

No experimento de Robert Ryan, ele foi do número um para o sexto lugar. Considerando a porcentagem de cliques que cada posição recebe, ele parou de atrair 33% das pessoas que buscavam pela palavra-chave e passou a trazer somente 4%.

Agora, vamos supor que essa palavra-chave possui 100 mil buscas mensais. Imagine só passar de 33 mil visitas com só um conteúdo para somente 4 mil? Imagine então esse efeito em todo o seu blog. Dá até arrepios só de pensar nisso.

Menos visitantes, significa menos pessoas vendo seus conteúdos, gostando deles e, claro, convertendo em leads para se tornarem clientes. Com esse tanto a menos de visitas e conversões, você poderia arruinar seu processo de Inbound Sales e, consequentemente, o seu negócio.

Resumindo, parar de postar, faz seu domínio perder autoridade, suas posições caem no Google e passam a trazer muito menos visitantes que se convertem cada vez menos em leads.

Além disso, o tráfego orgânico caiu em 42%. Esse volume é relativo a uma penalização do Google. Uma estratégia de Inbound Marketing leva tempo até escalar, então é um desperdício com seus investimentos perder tráfego e leads somente por falta de publicações e atualização de conteúdos.

Portanto, publique e continue atualizando, principalmente os conteúdos que trazem melhores resultados e com palavras-chave mais concorridas.

Credibilidade gera conversões

Cerca de 90% dos consumidores fazem pesquisas, buscam comparações e procuram referências online antes de realizar uma compra. Ou seja, estar fora do meio digital não é mais uma opção, independentemente do seu mercado.

Segundo a lógica do Inbound Marketing, isso faz ainda mais sentido, já que o consumidor é que chega até você. É no seu blog onde as pessoas vão procurar se informar e, se você fizer um bom trabalho, vão ser convertidas em leads, passar pelo processo de nutrição e se tornar clientes.

Agora, considere qual seria a impressão que você teria se entrasse em um blog com a intenção de procurar por algo que precise e, mesmo que tivesse um conteúdo fantástico, estivesse completamente desatualizado.

Tenho quase certeza que você não sentiria confiança para assinar a newsletter deles ou então falar com um consultor. Você poderia até mesmo pensar que eles não estão caminhando bem, já que não se mostram mais ativos no espaço virtual deles.

Acredite, isso pode acontecer. Todo canal em que sua empresa se mostra presente passa uma impressão para o visitante. Está em suas mãos fazer com que ela seja positiva. O blog é um cartão de visitas, então é necessário mostrar que você se preocupa com o usuário e mostrar que o seu negócio é confiável.

Segundo uma pesquisa de Jeff Bullas, outro mestre do marketing, quase 70% dos consumidores acreditam que um blog traz mais mais credibilidade a um website. Entre os fatores que trazem credibilidade:

  • 30% vem de conteúdo de qualidade
  • 17% vem de um bom design
  • 15% vem da regularidade na publicação de um blog
  • 13% vem de uma boa presença nas redes sociais

As empresas com conteúdo dão a entender que elas querem uma boa relação com seus consumidores. Afinal, se elas se preocupam em elaborar materiais para ajudá-los, porque não iriam ser igualmente colaborativas com seus clientes, não é mesmo?

Ou seja, podemos concluir que um blog é um canal incrível para você ganhar a confiança do seu visitante. Invista em conteúdos realmente relevantes, um bom design, SEO on page e esteja nas redes sociais também.

Contudo, lembre-se: blogging vai além de demonstrar expertise. Trata-se de construir relacionamentos e transmitir confiança e credibilidade.

Naturalmente, se você construir um espaço virtual consistente, ele vai atrair mais visitantes e ganhar mais conversões, que vão aumentar a rentabilidade do seu negócio.

Mesmo que você já tenha um repertório enorme de conteúdos, não se acomode com o tráfego de posts antigos. Atualize seu blog constantemente e prepare conteúdos frescos que não vão mostrar somente para o Google que você se preocupa, mas mostrar para o visitante que o seu blog vale a pena acompanhar.

É bem provável que você não cogite ser tão extremo quando o Robert Ryan e fique 8 meses sem publicar novidades, porém imprevistos acontecem. Esteja sempre preparado e tenha conteúdos reserva.

Mesmo que seja só um mês sem publicar, isso faz a diferença e pode ser o fator que vai te diferenciar dos seus concorrentes. E claro, você quer sair na frente, não é mesmo? Portanto, continue com seu blog super ativo.

Você já sabe que não deve parar de postar em seu blog, mas já sabe como vai fazer para manter um fluxo constante de publicações? Não deixe de conferir nosso guia de calendário editorial e entenda como e porque a sua empresa deve criar um.

Wil Reynolds

Wil Reynolds: conheça a trajetória de um dos maiores mestres do SEO

Você já ouviu falar no Wil Reynolds? Possivelmente, ainda não, mas ele é alguém que vale a pena conhecer.

Mesmo não sendo tão famoso quanto Mark Zuckerberg — criador da maior rede social do mundo — ou Neil Patel — com sua polêmica campanha no Instagram —, ele continua sendo uma grande personalidade no mundo do marketing digital.

Responsável pela fundação da SEER Interactive, Wil ajuda empresas a crescer com estratégias de SEO desde que entrou no mercado. Entre elas, figuram nomes importantes, como o Linkedin e a Harvard University.

O mestre do SEO, mesmo não gostando de ser chamado assim, está sempre inovando. O que o motiva são ações que realmente geram resultados: the Real Company Shit Stuff.

Ele moldou a indústria do SEO com suas estratégias inovadoras e alinhadas, que vão além  da geração de links e aumentar posições nos rankings, e procuram mesmo é fazer os investimentos valerem a pena e com um ROI espetacular.

Wil Reynolds faz isso com paixão, fundou sua empresa e hoje é um dos profissionais mais respeitados no marketing, tudo isso com uma trajetória completamente inspiradora.

Por isso, continue lendo e descubra tudo sobre Wil!

A trajetória de Wil Reynolds

Will Reynolds palestrando em evento

O profissional começou sua carreira em 1999, logo após se formar na University of Delaware. Sua graduação não foi em um curso de comunicação ou computação, como a maioria dos grandes nomes na área, e sim em economia.

Desde cedo, ele tinha habilidade com os BBSs — Bulletin Board Systems — precursores da Internet, e isso o tornou um heavy user da web logo em seu começo. Naturalmente, ele seguiu esse caminho e foi parar em uma agência de marketing digital.

Durante seus primeiros anos empregado, ele se tornou um workaholic. Nesse período, ele chegava até mesmo a dormir no escritório, o que o fez crescer imensamente na sua profissão, o colocando como o funcionário número 1 da agência.

A visão promissora do meio digital como o futuro do marketing não foi suficiente. A empresa não tinha uma boa administração para os negócios e acabou fechando as portas. Wil saiu de lá somente com uma boa carta de recomendação e seu laptop: tudo que seus chefes puderam oferecer a ele.

Nesse momento, ele passou por uma grande dor que o marcou pelo resto de sua carreira: dedicação pode ser importante, mas não é tudo. Mesmo sendo bom no que se faz, é preciso ter uma boa capacidade administrativa.

Em entrevista, Wil disse que nunca iria querer se colocar nessa posição e ter que fazer o mesmo com alguém no seu time por não saber como gerenciar um projeto.

“Você tem um boa empresa, sabe o que está fazendo e conhece a indústria. Contudo, se você não sabe como administrar um negócio, não importa o quão bom você é no seu trabalho, isso não vai te salvar para sempre”

Após essa primeira experiência profissional, sua intenção era de continuar no ramo. Foi assim que, acidentalmente, acabou se tornando um CEO. Ninguém o contratou, então ele precisou abrir sua própria empresa para trilhar o caminho que queria. Assim, surgiu a SEER Interactive.

SEER Interactive

Em 2002, Wil Reynolds percebeu a necessidade de uma agência integrada e fundou a SEER Interactive como uma empresa individual em sua sala de estar.

Hoje, ela já possui mais de 100 funcionários distribuídos entre a Philadelphia e San Diego, sendo uma das que mais crescem na Philadelphia há vários anos consecutivos e, inclusive, levou Wil a receber o prêmio de Philadelphia Small Business Person of the Year Award em 2012.

Will Reynolds

SEO de verdade

Através do SEO, a SEER promove a otimização de sites para buscadores com SEO on page, a compreensão dos mecanismos de busca em pesquisas que ditam novas estratégias, e promove ferramentas e técnicas do marketing digital.

Seu objetivo é aumentar o tráfego e analisar seu impacto nas empresas através de serviços de SEO, PPC e Analytics, compreendendo tráfego orgânico e pago.

A SEER elabora estratégias dinâmicas capazes de fazer os objetivos do marketing tradicional convergirem no online marketing. Esse é o #RCS — real company shit stuff — que vai além de rankings e links, gerando leads e aumento no ROI.

“Nós não estamos aqui para conseguir links ou rankings para nossos clientes.”

Surpreendentemente, para Wil, o maior inimigo das ações que geram resultados é o Google. O motivo é a obsessão com seus algoritmos, que impede que diversos profissionais de SEO deem atenção para uma abordagem integrada no meio digital.

Claro que uma boa posição nos mecanismos de busca e um link building articulado faz parte do processo, mas sozinhos não são capazes de gerar dinheiro. É preciso captar o público certo, gerar leads e convertê-las em clientes numa série de processos que promovem o crescimento dos negócios.

Conseguir cliques com materiais fracos e práticas de black hat são fáceis, mas não geram resultados e só afasta o consumidor final da empresa.

Já se sabe que as pessoas procuram por textos de qualidade e coisas que realmente as interessem. Então, porque não apostar nisso para ter um melhor resultado? Confira nosso post sobre produção de conteúdo para blogs!

A dica para conseguir bons resultados é realmente investir na persona certa, e em materiais e ads de qualidade que consigam engajar com eles. Trata-se de priorizar a audiência ao invés dos algoritmos e colocar o conteúdo em primeiro lugar, como nós também acreditamos.

Na empresa

Com a lição que teve em seu primeiro emprego, Wil aprendeu que era necessário dar um passo de cada vez, então não teve pressa em realizar ações que poderiam comprometer a SEER.

Avaliando as necessidades da empresa, ele começou a escalar um bom time para trabalhar. Seus melhores funcionários são os autônomos, que sabem resolver problemas sozinhos e não têm medo de ousar para conseguir alcançar seus objetivos. Perfeccionismo é péssimo, o que ele realmente procura são melhorias contínuas.

Para conseguir profissionais com quem se sentisse confortável no trabalho, ele não tentava vender a empresa como a maioria faz. Pelo contrário, já separava características negativas e avisava com quem não daria certo trabalhar.

Hoje, ele já possui uma equipe de recrutamento para essa etapa, mas essa sinceridade já poupou vários esforços, trazendo pessoas que realmente iriam crescer lá.

Nesse mesmo espírito, Wil valoriza quem reconhece suas fraquezas. Considerando sua primeira experiência, ele contratou um responsável pelo financeiro rapidamente. Só nos primeiros 5 meses, ele descobriu que estava gastando cerca de 5 mil dólares com energéticos.

É justamente essa parte administrativa que ele não gosta tanto de exercer. Como um CEO acidental, o cargo posteriormente foi trocado com seu parceiro Rand permitindo que ele foque naquilo que realmente ama: SEO e estratégias de marketing.

Sua posição é a de Diretor de Estratégia Digital. Dessa forma, ele pode ter seu desempenho melhor aproveitado e usar das forças que encontrou em seu time para fazer com que cada indivíduo consiga um rendimento melhor na SEER.

“Eu prefiro ser uma pessoa que termina, do que uma que começa. Eu quero construir algo que dure e tenha um impacto”

Lições de Marketing de Wil

Estratégias devem ser completas

Não é suficiente ter um bom posicionamento no Google e um link building elaborado. Certamente, são etapas essenciais, porém é preciso pensar em uma estratégia maior.

Considere a criação de e-books, landing pages, fluxos de nutrição, e-mail marketing, entre outras formas de fazer converter uma lead e torná-la uma cliente!

Tráfego orgânico vai bem com o pago

O tráfego orgânico é essencial para trazer leads autenticamente, mas precisa de investimento a longo prazo. A combinação do orgânico com o pago produz resultados melhores.

Wil explica muito bem que a Internet já está cheia de anúncios em todos os lugares. Assim, com a presença do orgânico nas SERPs, o PPC pode auxiliar em palavras-chave estratégicas com Facebooks Ads e o Google Adwords, garantido presença integral na web.

Em uma pesquisa da SEER, eles descobriram que o CTR fica em torno dos 56% quando ambos são combinados, enquanto a média é de 6% para cada um individualmente.

Invista no conteúdo

A obsessão por rankings e backlinks mantém uma estratégia de SEO em um nível raso. O que atrai público são conteúdos únicos e de qualidade.

Invista em storytelling e branded content, ao utilizar histórias originais que façam parte do universo da marca e as divulgue em diversos canais, aumentando a chance de engajar com a audiência e promovendo um branding fenomenal.

Redes sociais são o futuro

Engajamento é importante e gera resultados. Quando as pessoas gostam de um conteúdo, elas o divulgam, o que atrai ainda mais público.

A internet começou por fóruns, blogs e, hoje, chegamos nas redes sociais, onde todo mundo tem voz para promover seus gostos e compartilhar com seus amigos.

Os algoritmos procuram sempre atender melhor a demanda do buscador. Naturalmente, o Google vai levar em conta cada vez mais a presença e as interações nas redes sociais. Então, é importante investir nelas desde já.

Remarketing

A melhor forma de conseguir um cliente é fazendo com que ele se interesse pelo serviço ou produto, certo?

Entre os anúncios, têm um tipo que aproveita esse interesse de forma ainda melhor: o remarketing. Ele é ótimo para investir nos PPCs, uma vez que está abordando justamente quem já demonstrou interesse em uma empresa.

Saiba como vender

Muitas vezes, mesmo sendo a melhor pessoa na sua área, você não é o melhor vendedor e, assim, acaba perdendo leads preciosas e ficando para trás de outras empresas de menor qualidade.

Wil passou por isso, até reconhecer que precisava de bons vendedores para desenvolver um processo de vendas de qualidade com o auxílio de novos funcionários e coaching.

Não só na venda final, é importante já vender o produto desde o primeiro momento. Logo, é necessário uma boa prospecção no outbound marketing ou desenvolver um bom caminho para o cliente no inbound marketing.

Wil Reynolds é um mestre do SEO que extrapola os limites do marketing e alcança resultados fantásticos, ao passo que é uma inspiração em valores humanos.

Ele é, sim, muito bom naquilo que faz. Contudo, não gosta de ser denominado um mestre ou guru, porque acredita que nada de bom virá a partir do momento em que perde a sua humildade. Ele se considera mediano sempre a procura de crescimento contínuo.

“Minha verdadeira meta é acordar amanhã e amar o trabalho que estou fazendo e amar as pessoas com quem eu posso fazer isso.”

Como diversas pessoas bem sucedidas, Wil também reconhece a importância de dar retorno para a sociedade. Ele participa de diversas fundações para moradores de rua, jovens desabrigados, câncer infantil e bem estar para comunidades menos favorecidas, em sua cidade e outros países.

Só assim, ele sente que pode aproveitar a vida, que é o que ele faz de melhor ao lado de sua família. Em uma entrevista, ele já disse que se não fosse para trabalhar no marketing, ele iria ser um concierge, de forma que pudesse fazer as pessoas terem experiências incríveis também.

É possível perceber que sua ambição não é dominar o mundo, mas fazer aquilo que tem paixão. Mesmo assim, ele está no caminho para dominar o marketing.

Agora que você sabe mais sobre Wil Reynolds, leve em conta suas lições valiosas e aprenda como construir uma estratégia de Marketing Digital vencedora para o seu cliente.

inbound marketing x outbound marketing

Inbound Marketing x Outbound Marketing: quem ganha?

Ao longo dos últimos anos, o mundo do marketing está vivenciado uma reviravolta. Com o desenvolvimento do meio digital, o outbound marketing vem cedendo lugar ao inbound marketing.

O outbound é o marketing tradicional que já estamos acostumados. Ele se materializa nas grandes mídias e em anúncios e processos de venda que soam mais intrusivos ao consumidor.

Já a metodologia inbound, desenvolve técnicas que atraem o consumidor com conteúdo relevante e de qualidade, proporcionando uma jornada de compra mais confortável, uma vez que a lead chegará por conta própria através do fluxo de nutrição.

92% dos profissionais de marketing nos EUA afirmam que o inbound é essencial para as empresas. Porém, muitas pessoas têm se enganado na concepção de que, por terem uma abordagem oposta, o outbound ficou para o passado e o certo é investir somente na outra vertente.

Assim como a Internet não acabou com a televisão, que por sua vez não acabou com o rádio, nem com a mídia impressa, o outbound não vai acabar devido ao inbound. Ambos podem — e devem — coexistir em estratégias conjuntas para um resultado incrível.

Você já sabe tudo sobre as diferenças entre esses dois tipos de marketing e onde um se sobressai ao outro? Então, continue a leitura e descubra!

Inbound Marketing

No meio digital, os usuários têm o poder de decidir por onde navegam, o que buscam e o consomem. O processo de compra também mudou: 93% dos processos de compra começam com uma busca online. A partir dessa liberdade, o modo de atrair novos clientes também teve que se atualizar. Daí surge o inbound marketing.

Através da produção de conteúdos relevantes e que levam a compra do produto final, um visitante é levado em um processo de nutrição até se tornar um cliente.

O sucesso está em não importunar o internauta, mas conquistá-lo por meio de materiais que ele busca, criando um processo de vendas menos invasivo, que respeita suas decisões e cria relacionamentos.

Por ser tudo em meio digital, ele costuma sair 62% mais barato comparado aos investimentos em outbound marketing, e ainda apresenta um ROI de 275%, segundo estudos recentes da Hubspot. Dizer que o custo é menor não é certo, afinal com os mesmos investimentos que seriam gastos totalmente em outras estratégias, é possível atingir um retorno melhor.

A metodologia inbound se define em 4 etapas:

  • Atrair: por meio de conteúdos de qualidade, os usuários da web devem se tornar visitantes. A dica é atrair por meio de canais receptivos, como blogs e redes sociais.
  • Converter: esses mesmos visitantes devem gostar do material e, a partir disso, se convertem em leads, que vão passar pelo processo de nutrição. Essa etapa se dá por meio de call-to-actions, formulários e landing pages de materiais ricos, que o levam para o fluxo.
  • Fechar: depois de ser tornar uma lead, ela deve ser nutrida, a fim de fazer ela perceber o problema que possui e mostrar como resolvê-lo. Por fim, é hora de se mostrar como a solução perfeita e passar essa lead para o time de vendas, até torná-la um cliente.
  • Encantar: após a compra, é necessário criar um relacionamento e torná-lo um fã.. Por meio das redes sociais e de campanhas de e-mail marketing, esse diálogo se torna possível, ajudando na satisfação do cliente e garantindo fidelidade à marca.

Inbound Marketing 2.0

Durante o processo, diversas técnicas e materiais devem ser trabalhados. Entre eles, temos:

Uma estratégia contínua e bem alinhada com esses componentes leva a resultados fantásticos e facilmente mensuráveis. Afinal, por se tratar do meio digital, é possível conferir métricas, como tráfego e conversões, com ferramentas como Google Analytics e mecanismos de automação de marketing.

Porém, como é notável, são diversos os passos que devem ser tomados. Além disso, leva algum tempo até obter tráfego relevante para o projeto começar a escalar, de tal modo que o ROI só se mostra relevante a médio-longo prazo.

Como se trata de uma metodologia recente, também pode ser um pouco difícil encontrar profissionais de qualidade para tocar o inbound. Por sorte, já existem plataformas, como o Rockjobs, que permitem encontrar ótimos candidatos em marketing digital.

Outbound Marketing

O outbound marketing já é bem conhecido por ser aquele que anuncia a marca para os prospects, desde grandes campanhas em mídias televisivas e impressas, até ligações de telemarketing.

Hoje, existem diversas dificuldades para esse mercado, como filtros de spam, bloqueio de listas de telefones, entre outros. O público já não é receptivo às mesmas técnicas invasivas de antes, então foi preciso que o outbound também se renovasse.

Definitivamente, ele não está morto. As pessoas continuam a consumir produtos midiáticos, ainda atendem telefonemas e observam outdoors, não é mesmo?

Para chamar sua atenção, é essencial elaborar técnicas e conteúdos criativos, e investir em um público que realmente vai se conectar com eles. Uma boa forma de chegar no consumidor assertivamente é através das personas, representação do cliente ideal, que guiam a produção de todo tipo de material que serve para ela.

O digital também abriu inúmeras portas para esse tipo de marketing. É possível fazer anúncios virtuais por meio de Facebooks Ads e Google AdWords, que são ótimos para a promoção de conteúdo também.

facebook ads

Entretanto, a possibilidade de mensuração fica mais restrita ao meio digital. Para estratégias que envolvem materiais e técnicas físicas, ainda é difícil analisar os resultados, uma vez que dependem de longas, caras e demoradas pesquisas de percepção do público.

Além disso, o outbound também continua bem sucedido na prospecção de clientes. Beneficiados pelos avanços digitais, é possível alcançar os prospects corretos, conquistar leads em maior quantidade e reduzir o ciclo de vendas.

Para isso, surgem times de inteligência comercial, SDRs — Sales Development representatives — e executivos de vendas, que se dividem na tarefa de caçar os prospects, nutrir as leads e fechar o processo de venda.

Dessa forma, o processo de venda é renovado e feito de modo mais direcionado e organizado entre equipes especializadas para cada etapa.

Como o processo de vendas é milenar, já existem diversos profissionais qualificados no mercado. Quanto às campanhas, o mercado publicitário já consegue atender essa demanda, mesmo também estando em transformação. Tudo isso torna mais fácil compor um time de excelência.

As maiores vantagens do outbound marketing são ter um ROI perceptível mais rapidamente, uma vez que é possível conseguir leads a partir do momento de prospecção, e conseguir um contato mais próximo durante todo o processo de venda.

Por isso, é normal que as estratégias nessa vertente sejam mais caras e, com a transição do mercado, passem a gerar menos resultados como era antes, mesmo com novas práticas e mais cuidado ao executá-las.

Quadro comparativo: Inbound X Outbound

Inbound

  • Comunicação mais indireta.
  • Modelo de comunicação em via dupla: mais diálogo e interação.
  • Custo relativamente mais baixo.
  • Engaja mais pois o conteúdo da mensagem é mais envolvente e relevante para o público.
  • É possível acompanhar resultados em tempo real e modificar a estratégia imediatamente, se necessário.

Outbound

  • Comunicação mais direta.
  • Modelo de comunicação em massa.
  • Velocidade de ROI mais alta.
  • Atinge resultados mais rapidamente.

Situações complementares

Apesar de trabalharem em vertentes opostas, o inbound e o outbound marketing geram resultados impressionantes quando trabalhados juntos.

Novos negócios

Quando um negócio ainda está no início, divulgação é essencial para atrair clientes e conquistá-los, correto?

Como a metodologia inbound é uma estratégia de médio-longo prazo, é impossível contar somente com ela nesse período. Até conquistar boas posições nos mecanismos de busca e conseguir fazer a máquina girar, leva um certo tempo, no qual os clientes já se fazem necessários para movimentar o caixa.

Por isso, o outbound serve como uma ótima oportunidade para já prospectar clientes, conseguir receita e impedir que a equipe responsável pelas vendas fique ociosa.

Além disso, é possível já conquistar clientes estratégicos que dão credibilidade ao nome do negócio e o divulgam indiretamente no mercado. Basta fazer a prospecção corretamente e ir com garra.

Transformacao Digital e Marketing

Ticket alto

De acordo com a Hubspot, 90% dos investimentos em marketing são direcionados para o outbound marketing, restando somente 10% para o inbound.

Logo, não é surpresa que o outbound iria continuar trazendo mais lucros de modo geral, certo? Porém, a maior rentabilidade parte de clientes com ticket alto, que chegam mais por essa vertente.

Em toda venda, é essencial que o cliente se sinta confortável e tenha confiança na empresa para finalizar a compra. Isso requer contato humano, de forma que o time de SDR e executivos de vendas precisam nutrir mais suas leads. Especialmente em compras de alto valor, esse contato precisa ser ainda mais próximo.

Por desenvolver esse aspecto desde o início, o outbound ainda performa melhor na prospecção de grande empresas e quando o ticket é extremamente alto. Ainda assim, o inbound é um grande auxiliar no processo de venda com a produção de conteúdo.

Redução do ciclo de vendas

O processo do outbound envolve valores mais altos, uma vez que a lead é nutrida por uma pessoa e isso requer tempo do time comercial.

Nessa situação, os conteúdos do inbound surgem como uma solução fantástica, uma vez que ao ser enviada para uma lead, já a deixa preparada para reuniões estratégicas. O conteúdo está disponível 24 horas por dia, assim ela pode consumí-lo quando quiser e também continuar a consultá-los após as calls.

Assim, essa estratégia promove conforto para o cliente e ajuda o time de outbound a otimizar seu tempo focando em pontos estratégicos. Dessa forma, o ciclo de vendas diminui e se torna possível fechar mais deals em menos tempo.

Kit Planejamento do Funil de Vendas

Treinamento da equipe e educação do mercado

Todo time de vendas precisa ser expert no que está vendendo. Afinal só assim consegue lidar com objeções com maestria, não é mesmo?

O inbound marketing não serve somente para conquistar clientes, mas melhora também a qualificação dentro da empresa. Os conteúdos facilitam o treinamento de novos membros de uma equipe, fornecendo uma base fundamentada para o serviço e preparando-os para a prática.

Eles servem também para educar o mercado e nutrir até mesmo futuros candidatos de um processo seletivo, como os cursos da Universidade Rock Content fazem.

Dessa forma, o inbound marketing não promove somente para a aquisição de novas leads, mas a educação como um todo do mercado e da empresa, garantindo reconhecimento de marca e aprimoramento dos funcionários.

A aplicação do outbound e do inbound podem se complementar em diversas formas, otimizando os resultados que seriam obtidos caso as estratégias seguissem somente uma vertente.

É preciso analisar quais os objetivos da empresa e, assim, montar uma estratégia matadora, alinhando os pontos de como cada tipo de marketing deve se comportar na rotina de trabalho e na aquisição de prospects e leads.

Tudo indica que o inbound é o futuro do marketing, que vem se tornando mais relevante a cada ano, com resultados cada vez melhores.

Ainda assim, o outbound marketing vai continuar presente. Para ter sucesso, só é preciso ter criatividade e continuar encontrando formas de inovar, assim como em qualquer estratégia.

Se você ainda não sabe no que investir, não perca tempo e confira como planejar e implementar sua estratégia em Inbound Marketing.

Rotinas-de-Marketing

marketing para idosos

Como fazer marketing para idosos? Qual a importância desse público para minha empresa?

Você já pensou em marketing para idosos? Ainda não? Então continue lendo!

A definição de marketing, segundo a American Marketing Association, constitui-se da seguinte forma:

“O Marketing é uma atividade, conjunto de instituições e processos para criar, comunicar, entregar e trocar ofertas que tenham valor para os consumidores, clientes, parceiros e sociedade em geral.”

Apesar da proposta do marketing englobar a sociedade no geral, as promoções e estratégias são voltadas massivamente para os millennials, nascidos em pleno desenvolvimento digital.

Porém, uma parte mínima das ações promocionais englobam os idosos e, quando se voltam para eles, costumam ser datadas e estereotipadas.

É claro que as inovações partem primeiro para as gerações mais novas, mas uma hora elas chegam até a fatia mais tradicional. Por isso, é essencial pensar em estratégias que englobam quem já passou dos 65 anos.

Eles estão migrando para o meio digital exponencialmente, trabalham cada vez mais e permanecem ativos. O conceito dos avós que só ficam em casa e realizam tarefas cotidianas está por fora.

Existem inúmeras razões para investir em marketing para idosos, então vem descobrir porque e como você deve fazer isso!

Por que investir em marketing para idosos?

Só em 2015, haviam 900 milhões de pessoas acima dos 65 anos no mundo todo. Segundo a OMS, até 2050, a previsão é que esse número passe para gigantescos 2 bilhões de pessoas, totalizando um quinto da população mundial.

A população está envelhecendo cada vez mais com o avanço da expectativa de vida. Considerando a diminuição da taxa de fecundidade, a população tende a envelhecer como um todo.

Além deles representarem uma fatia demográfica enorme, os idosos possuem capacidade econômica bem maior que os jovens.

De acordo com a Bloomberg, 70% da receita disponível está concentrada nas mãos de grupos acima dos 50 anos nos Estados Unidos. Até o fim dessa década, a previsão é de que isso concentre um astronômico mercado de 15 trilhões de dólares.

Dessa forma, eles constituem um grande grupo com renda elevada e maior capacidade de compra, se qualificando um público extremamente desejado para o marketing. Só por esses fatores nós não podemos ignorar eles.

E se isso não te impressiona, saiba que os mais velhos representam o grupo que mais está aderindo as redes sociais atualmente. No âmbito comercial, 72% dos baby boomers, os novos idosos, já realizaram ao menos uma compra online, enquanto 83% deles já pesquisaram um produto antes de realizar uma compra offline.

A internet é conveniente e empoderadora. Ela funciona como um meio de se manter ativo e atualizado com o mundo. Por isso, vem ganhando cada vez mais adeptos seniors, que antes de tudo utilizam o meio digital para se manter em contato com a família, mas logo em seguida utilizam para descobrir boas compras e promoções.

Eles já possuem uma renda considerável, vão representar cada vez mais a população e estão cada vez mais ativos no meio digital: é imprescindível não ter ações de marketing nesse ambiente que não sejam voltadas para eles também.

Ou seja, além das vertentes do marketing tradicional, é possível — e necessário — investir no marketing digital para idosos. Por isso, seja criativo e utilize estratégias interessantes.

Não dá mais para subestimá-los e fazer ações antiquadas se nem eles mesmos se veem assim!

Como deve ser o marketing para idosos?

1. Comunique-se com a persona certa

É verdade que os idosos possuem alguns interesses em comum, como saúde, bem-estar, família e temas que ficam mais importantes na terceira idade. Ainda assim, os hobbies de quando eles eram mais novos continuam vivos.

Um homem que gostou de carros a vida toda não vai parar de gostar só porque envelheceu, não é mesmo? O mesmo se aplica para quaisquer outros passatempos, que permanecem ativos e inclusive se intensificam, já que eles possuem mais tempo livre para se dedicar a eles.

Também procure representatividade por meio de imagens e desenhos. Não é preciso fazer uma ação visual voltada somente para eles, basta incluí-los em representações visuais para que se sintam parte de sua marca.

Por isso, contemple uma persona com o qual possa se identificar, porém não se esqueça de segmentá-los de acordo com suas características individuais. Todo idoso é uma pessoa com gostos únicos, acima dos estereótipos.

Guia para criação de personas

2. Seja direto e claro

Você precisa ser criativo, porém não há necessidade de seguir tendências dos mais jovens e implementar firulas. O pessoal mais velho recebe melhores campanhas que transmitem a mensagens diretas. O ideal é que a pessoa consiga reconhecer o intuito da ação em até 3 segundos.

Essa ação direta também deve estar presente na linguagem visual e textual. Evite imagens carregadas, sentidos duplos e gírias modernas que possam ser inadequados.

Pensando também em uma dificuldade bem comum na terceira idade, utilize letras e avisos em tamanho grande e fáceis de serem lidos. Utilize fontes claras e aplique a escaneabilidade para a leitura ser a mais dinâmica possível.

O leitor deve conseguir ler sua mensagem e entendê-la rapidamente, ou então vai mudar para algum outro assunto com o qual ele consiga lidar melhor.

3. Foque na usabilidade

Cada vez mais os idosos migram para o digital, mas, ainda assim, eles podem ter dificuldade em assimilar certos recursos. Por isso, tente ao máximo desenvolver caminhos intuitivos para ele alcançar o objetivo de sua estratégia.

Procure utilizar banners e anúncios simples para a conversão. Após isso, opte por transições com trocas de informações curtas e objetivas. Outra ótima solução é oferecer algum serviço de troca de mensagens para seu time de suporte ou venda, que é direto e fácil de ser utilizado.

É essencial criar um caminho que eles consigam seguir sozinhos, uma vez que eles almejam continuar independentes.

4. Ganhe a confiança deles

Os consumidores mais velhos costumam ser bem mais leais a uma marca e possuem mais cautela antes de mudanças com hábitos, serviços e produtos. Por isso, é preciso ganhar a confiança deles durante todo o processo e mostrar como mudar pode ser positivo.

Sempre foque nos benefícios que seu produto traz, não no preço ou algum dado sem relevância. Mais do que vender, apresente o que ele significa e como ele melhorará a vida do sênior que for utilizá-lo.

Uma ótima dica é investir em um bom branding. Conte sua história, mostre seus valores e apresente sua visão. Você pode utilizar recursos como o storytelling e ganhar sua compra com aquilo que sua marca representa.

Faça uso de depoimentos de outros consumidores dar credibilidade à eficácia do que você está promovendo. Eles geram identificação com algum problema e mostram como seu produto solucionou ele. Eles podem vir a todo momento, em banners, sessões em seu site e até mesmo partindo de seu time de vendas.

Os idosos também prezam muito pela segurança durante a compra. Mostre como o seu negócio é seguro e comprometido com o cliente. Demonstre isso por certificados reconhecidos e métodos de pagamento, entrega, troca e devolução atenciosos.

5. Tenha um ótimo time de atendimento e vendas

Como grande parte das pessoas com mais idade não trabalham e acabam passando algum tempo sozinhos, é sempre bom mostrar disponibilidade para conversar em qualquer estágio de sua jornada do cliente.

a jornada do cliente

Ao invés da habitual dificuldade para agendar um call, prepare-se para conversar bastante e, finalmente, poder explicar seus processos com calma. Gaste tempo, seja pessoal, dê atenção e compartilhe boas histórias. É de extrema importância mostrar que você se importa com ele e com seu problema, e criar um rapport cuidadoso.

Igualmente relevante ou até mesmo mais, seu time de suporte deve ser capacitado para atender o idoso. Empatia e paciência são duas habilidades fundamentais para alcançar um bom serviço de suporte ao cliente, mas que deve ser ainda mais prestativo com as pessoas mais velhas.

Uma boa técnica é mostrar-se presente logo após a compra para garantir a satisfação do cliente e ir acompanhando ele, caso seja um serviço contínuo. Dessa forma, é possível demonstrar que sua marca está lá durante toda a sua jornada, criando uma experiência do consumidor incrível.

6. Invista no conforto de seu consumidor

Se nem mesmo os jovens, que estão em seu auge físico, estão saindo de casa e optando por tudo online, porque as pessoas de maior idade fariam isso?

Um diferencial que você pode apostar é no conforto. Entregas personalizadas, consultorias e serviços em casa podem ser boas soluções para eles e investimentos para você.

Pensando já no âmbito digital, invista bem em seu tráfego orgânico para ser encontrado rapidamente. Cada vez mais, os idosos apenas jogam o que querem saber no Google, porém não vão gastar tempo com longas pesquisas em sites mal produzidos.

Não pense duas vezes em otimizar suas estratégias de SEO e manter um blog corporativo estruturado para rankear melhor e aparecer antes de seus concorrentes.

Guia do SEO 2.0

7. Abuse de boas técnicas do marketing tradicional

Sim, a geração mais velha está indo com força em direção ao meio digital, mas isso não significa que eles abandonaram as mídias antigas.

Hoje em dia, é necessário se adaptar e se manter presente onde o seu consumidor está. Como os idosos estão em transição, é ideal ganhar espaço em diversos lugares.

Então, que tal combinar ações físicas e televisivas com sua estratégia digital? A audiência continua alta e é sempre bom se manter presente em todos os meios que são relevantes para suas personas.

Além disso, vá com força em ações promocionais que os façam se sentirem especiais e possam ser compartilhadas com os amigos e família, tanto no boca a boca, quanto no virtual. Promoções 2 por 1, campanhas sazonais, cupons de desconto fazem bastante sucesso.

Outra ótima oportunidade é sempre os lembrar de datas especiais para compras, como aniversários e comemorações. O big data está aí para te ajudar com isso!

Não é tão difícil adotar essas táticas, certo? Você só precisa considerar essa parcela mais do que relevante da sociedade ao elaborar suas estratégias para garantir que eles se identifiquem com sua marca e consigam utilizá-la facilmente.

Agora que você já sabe porque e como investir em marketing para idosos, que tal saber mais sobre como segmentar seu público com personas? Aprenda o que são Buyer Personas e como criá-las!

Ebook Marketing de Conteúdo e Dados

seo on page

Aprenda aqui como fazer o SEO on page do seu site ou blog

Seu blog não está rankeando como você queria? Melhore isso aprendendo a fazer SEO on page nesse guia completo, simples e com dicas práticas.

O grande objetivo do marketing digital é gerar visibilidade online que traz resultados, não é mesmo?

Para ganhar esse reconhecimento, é essencial fazer boas estratégias de SEM, Search Engine Marketing, que engloba tanto técnicas de SEO, quanto de anúncios pagos, como o do AdWords.

O SEO, Search Engine Optimization, consiste em um processo de otimização de um site para que ele fique mais amigável para os mecanismos de busca.

Essas estratégias levam a um melhor posicionamento e, assim, atraem tráfego orgânico para seu blog.

Esse tráfego é essencial para o desempenho de seu blog, uma vez que ele é espontâneo, estável, atrai visitantes qualificados e não exige investimentos financeiros altos, que dão um boost rápido, porém com pouca consistência.

Vale ressaltar que o orgânico não é inimigo do pago, mas que ambos devem se complementar! Entretanto, é essencial aparecer organicamente para conteúdos que sejam relativos ao seu mercado. Caso você não apareça, passará despercebido e, certamente, vai perder diversas oportunidades incríveis.

O que realmente é o SEO on page?

As técnicas de SEO podem ser divididas entre on page e off page.

O SEO on page é aquele cujas otimizações são feitas dentro do próprio endereço, incluindo o conteúdo e a estrutura das páginas.

Já as estratégias off page consideram fatores externos ao blog, como backlinks e divulgação do conteúdo.

Com bons esforços em SEO on page, é possível rankear bem nos mecanismos de busca, conquistar backlinks e buzz nas redes sociais, fazer um branding fantástico e conquistar reconhecimento de mercado até formar fãs. Tudo isso de forma natural e segura.

Muito se fala da importância do SEO em geral, mas é preciso colocá-lo em prática. Tenho certeza que você sabe que um conteúdo de qualidade importa, mas você já descobriu porque precisa colocar aplicar técnicas SEO on page?

Se ainda não, continue lendo e saiba como se beneficiar com elas!

Guia do SEO 2.0

Por que você precisa de SEO on Page?

O mercado digital é extremamente competitivo e não há como deixar de estar online e aparecer nos mecanismos de busca. Não só aparecer, é preciso estar na frente de seus concorrentes para ter um resultado melhor.

Por isso, novas estratégias de SEO surgem todos os dias e continuam sendo constantemente adaptadas com as mudanças recorrentes nos motores de busca, que avaliam os conteúdos e posicionam eles na ordem de relevância para o que foi pesquisado.

Todos os fatores que o Google leva em conta, convergem para o mesmo objetivo: um conteúdo seja útil e tenha um valor único para quem o procura, de forma que ele não tenha que voltar para a SERP  — a página com os resultados que aparece quando um usuário faz uma busca.

Parte desses esforços devem partir da otimização das páginas do seu site, promovendo uma melhor experiência do usuário em termos de conteúdo informativo, de qualidade e usabilidade também.

É só pensar no que sua persona gostaria de compartilhar. Dificilmente, o compartilhamento seria de um conteúdo raso e com uma acessibilidade meia boca, certo?

Guia para criação de personas

Os usuários buscam blogs que os deixem confortável e sejam originais, de forma que eles aprendam algo, possam dividir com seus colegas e voltem para acompanhar novos updates.

As páginas de busca funcionam como campos de batalha pelas posições mais altas, portanto, as técnicas de SEO on page precisam ser feitas constantemente. É um trabalho contínuo, mas que vale a pena por trazer um retorno seguro e com investimentos financeiros menores.

Existem diversos guias espalhados pela rede sobre como conseguir as melhores palavras-chave e técnicas de on page optimization, sempre em debate, devido às atualizações constantes que o Google promove.

O importante é não cair nas práticas black hat e investir em técnicas atuais e com eficácia comprovada.

Como fazer SEO on page?

Basicamente, todos os esforços são nas próprias páginas do seu blog, porém requer esforços no conteúdo, principalmente no quesito palavra-chave, e no desenvolvimento na estrutura do endereço.

1. Title tag

A title tag não é nada mais do que o título da página do seu blog, que vai aparecer na SERP quando o usuário realizar a pesquisa dele. E porque ela é tão importante? Porque ela dá a prévia do que o seu conteúdo se trata tanto para o leitor, quanto para os motores de busca.

Por isso, uma ótima estratégia é deixar a palavra-chave como o primeiro termo que vai aparecer em sua title tag. Um bom exemplo é o desse conteúdo mesmo, cujo título se inicia logo com a palavra-chave que escolhemos: SEO on page.

Caso não tenha como ser a primeira expressão, tente deixá-la o mais à esquerda possível, de forma que o leitor consiga a identificar o quanto antes.

Utilize também os chamados modifiers em seus títulos. Eles são termos de impacto que vão provar o valor do seu conteúdo. Suas variações incluem: “melhor”, “descubra”, “aprenda”, “saiba”, “o guia completo”, entre outras.

Por fim, não se esqueça de manter o tamanho das title tags com no máximo 63 caracteres, de forma que a frase não fique cortada ao meio. Não há uma contagem oficial de letras, uma vez que esse dimensionamento é feito por pixels, mas essa quantidade garante uma boa margem de erro.

2. URL

Além das title tags, as URLs de um post são lugares estratégicos que podem dar uma prévia para o seu leitor e os motores de busca.

Invista em URLs com termos claros e que tenham a ver com o seu conteúdo. Inclua a palavra-chave que você deseja rankear, pelo menos. É possível até mesmo utilizar somente ela compondo o link e descrever o seu conteúdo.

Endereços fáceis de entender são muito mais amigáveis para o Google e para os leitores compartilharem. Lembre-se que muitas pessoas não utilizam os botões de compartilhamento das redes sociais e preferem copiar e colar os links para compartilhá-los.

Assim, evite utilizar números, combinações desconexas e termos muito longos. Evitar números é ainda mais importante, porque permite a atualização do conteúdo sem necessariamente ter que trocar a URL.

Por exemplo, caso o post se trate de uma lista, como essa “Marketing no Facebook: 50 dicas fantásticas”, se de 50 dicas expandirmos para 60, não precisaremos trocar o endereço, que já está somente como “dicas-marketing-no-facebook”.

Caso seja necessário alterar uma URL para correção e ele já tenha sido indexado pelo Google, não se esqueça de fazer um Redirect 301 para não perder a autoridade que sua página criou e a sua posição no ranking das SERPs.

3. Meta Description

Sabe aqueles textos que aparecem abaixo da title tag nos mecanismos de busca? Essas são as meta descriptions. Elas servem como um anúncio do que é o seu texto e porque o leitor deve acessá-lo.

Quando ela é bem-feita, a meta description é capaz de convencer o leitor porque o seu conteúdo é o melhor para resolver a dúvida dele e aumentar sua CTR (click-through-rate).

A meta descrição não consta oficialmente como um fator para rankeamento, porém é extremamente necessário para atrair tráfego qualificado para seu conteúdo. Como tráfego é um fator de rankeamento, é mais um plus.

Ao escrever uma meta description, seja sincero com o seu leitor e faça um resumo atrativo do que o seu conteúdo realmente trata. Assim, é natural que você atraia tráfego qualificado e reduza sua taxa de rejeição, otimizando a performance de seu blog.

4. Palavra-chave

Não é segredo que a seleção das palavras-chave, devem ser de acordo com o seu negócio e com sua persona, correto?

Mesmo assim, muitas pessoas ainda acreditam que é necessário manter uma alta densidade de uma palavra-chave e chegam até mesmo a colocá-la repetidamente no texto. Isso é um conceito ultrapassado e que faz com que seu conteúdo seja marcado como spam.

O Google sempre prioriza a experiência do usuário, tenha em mente semântica e insira as palavras-chave de forma natural, tornando o texto agradável para o seu leitor. Só é realmente necessário colocar elas em sua title tag, em seu H1 e ao menos algum H2, e entre as 100 primeiras palavras do conteúdo.

Faça bom uso das LSI (latent semantic indexing) que nada mais são do que sinônimos relacionados a sua palavra-chave. É possível encontrá-las sempre na parte inferior de cada SERP, onde ficam as pesquisas relacionadas ao que foi pesquisado.

Os segredos do tráfego orgânico

5. Valor do conteúdo

Os mecanismos de busca estão sempre buscando o melhor conteúdo para os buscadores. Conteúdos que sejam aprofundados sobre um determinado assunto e possam sanar as dúvidas do leitor em diversos aspectos.

Segundo a Backlinko, os conteúdos mais bem colocados no Google possuem cerca de 2000 palavras. Dessa forma, tente elaborar materiais supercompletos e que vão tirar todas as dúvidas da sua persona, principalmente para temas competitivos.

Além disso, para o que já foi criado, é importante continuar com a atualização do conteúdo. Isso mostra que sua página está preocupada em ajudar o leitor e que seu material está enriquecendo, melhorando suas posições.

Para dar uma prévia do seu conteúdo e se tornar autoridade em uma busca, procure elaborar listas e respostas assertivas em seus artigos. Suas listas podem aparecer logo nas caixas de pesquisa, como uma resposta que o Google seleciona como útil para o leitor.

6. Conteúdos visuais

Assim como um conteúdo informativo e de qualidade, os conteúdos visuais podem ser ótimos para aumentar o tempo de permanência do usuário na página e diminuir o bounce rate. Por isso, invista em recursos multimídia e não se esqueça de deixá-los otimizados também para SEO.

Para as imagens, deixe o arquivo com um nome próximo à sua palavra-chave e sempre coloque o alt text, que é a legenda do que a imagem se trata.

Isso aumenta as chances de sua imagem aparecer no Google Imagens, outra uma fonte de tráfego que deve ser otimizada para SEO, e auxilia visitantes que não conseguirem carregar a imagem ou deficientes visuais.

Já para vídeos, se eles forem publicados no Youtube, lembre de incorporá-los ao conteúdo da forma certa e com técnicas de SEO para Youtube, para também rankear melhor por lá.

marketing-no-youtube

7. Design responsivo, prático e ágil

Atualmente, o acesso via mobile tem um volume massivo na web. Não é a toa que o Google penaliza sites que não são adaptados para outros dispositivos e prioriza os que funcionam melhor para a usabilidade do visitante.

Assim, tenha em mente que a sua equipe precisa fazer alterações constantes em seu template, de forma que o site tenha um design responsivo nos mais diversos aparelhos e suas telas.

Também é importante deixar o seu blog com uma arquitetura bem definida em todas as páginas. Tente deixar o mais prático possível para que o leitor consiga acessar o que precisa com, no máximo, 4 cliques até alcançar o seu objetivo.

Considere o caminho que ele precisaria fazer até chegar em um artigo específico. Primeiramente, ele chegaria na Home, precisaria ir na sessão de artigos antigos, poderia visitar a categoria correspondente e enfim, clicar no post.

Basta deixar o caminho mais curto e fácil para o usuário. Uma opção incrível é verificar o seu sitemap e ver quais páginas estão mais difíceis de serem acessadas.

Além disso, é essencial considerar a velocidade do seu site. Segundo a Munchweb, 75% dos visitantes deixariam de acessar um site se ele demorasse mais de 4 segundos para carregar. Dessa forma, é imprescindível deixá-lo veloz.

A melhor forma de otimizar o carregamento de uma página é utilizando um serviço de hosting de qualidade, mas outras opções incluem a instalação de plugins específicos para isso, compactar suas imagens ao máximo e bloquear o arquivo xlmrpc.

8. Link building

Outro fator importante para o Google, é a linkagem feita dos conteúdos, tanto externa quanto interna. Tudo isso faz parte do link building.

Os links externos devem sempre ser feitos para domínios com autoridade, de forma que o Google perceba que você está associando a sua página a outros materiais de qualidade. Assim, tenha nomes populares do seu mercado como referência, aumentando a confiança que o leitor vê em você também.

Quanto aos links internos, o objetivo deles é aumentar o tempo de permanência da sessão dos usuários em seu blog. Para isso, tente linkar ao menos 2 ou 3 conteúdos próprios em todos os seus conteúdos.

Kit Marketing nas Redes Sociais

9. Compartilhamento nas redes sociais

A divulgação dos conteúdos é um elemento essencial para um bom SEO off page, mas deve ser incentivada na própria página dos conteúdos também.

Em seu blog, facilite ao máximo o trabalho do seu leitor para compartilhar seu artigo em suas redes sociais. A Brightedge levantou uma pesquisa onde aponta que os botões de compartilhamento aumentam em até 700% a taxa de social sharing.

Insira eles em lugares estratégicos e fáceis de serem identificados. Os locais mais indicados são no topo do conteúdo, no fundo dele e na sidebar, acompanhando o usuário à medida em que ele desce a página.

Incentive o compartilhamento por meio de CTAs  (Call to Actions) também. Ao final de textos que sejam relevantes e tenham maior potencial de engajamento, encoraje o leitor a compartilhar seu artigo nas redes sociais deles.

Para conferir como está o SEO on page de suas páginas, uma excelente ferramenta gratuita é o MOZ Toolbar, que permite visualizar diversos elementos importantes citados aqui. Ele é um plugin para seu navegador que consegue verificar a title tag, a meta description, a URL, entre outros.

Todos esses 9 tópicos podem — e devem — ser acompanhados ao longo do tempo. Para conseguir fazer isso, você pode utilizar uma planilha. Assim, você consegue verificar como está a situação de suas páginas e quais próximos passos tomar.

A Hubspot fornece uma ótima planilha e explica passo a passo quais itens verificar, como title tag, meta description, URL, palavra-chave, imagem, entre outros.

O ideal é que esse controle já comece logo no início de suas publicações, mas caso você já tenha material, insira eles na planilha e vá otimizando inicialmente os conteúdos que geram mais resultados. O ritmo normal é conseguir atualizar de 5 a 10 páginas por semana.

Os processos de SEO são investimentos contínuos e com resultado a longo prazo, mas que trazem resultado com investimentos financeiros e um ROI fantástico. Com trabalho árduo é possível fazer um post de meio milhão de reais.

Por isso, sempre busque otimizar seus conteúdos, teste e coloque em prática o que der melhores resultados para o seu blog.

Agora que você já sabe o que é SEO on page, porque ele é essencial em seu blog e quais aspectos ele contempla, é hora de colocar seus conhecimentos em prática!

E para medir os resultados, use o Google Analytics com a ajuda do nosso guia completo.

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