Miguel Santanna


6 publicações feitas.



Métricas SaaS

Entenda tudo sobre métricas SaaS e principais indicadores que você precisa acompanhar

Não existe uma fórmula de gestão que funcione perfeitamente para todas as situações. Cada empresa possui suas especificidades, que variam de acordo com o segmento de atuação, o tipo de consumidor que atende, o mercado geográfico em que se insere, e assim por diante.

Entretanto, se existe alguma coisa que não muda, é o fato de que todas as empresas precisam mensurar indicadores (ainda que os indicadores possam ser diferentes conforme cada caso). Não é diferente para as empresas de Software as a Service, que precisam ficar de olho em métricas SaaS.

Nesse post, vamos desvendar quais são as métricas que uma empresa de modelo SaaS deve acompanhar. Por meio desse controle, é possível estabilizar as finanças do negócio e criar condições propícias ao crescimento. Ele é um elemento-chave, indispensável, para o sucesso. Está preparado para conferir as métricas da nossa lista? Então, vamos lá!

Ticket Médio

Essa é a primeira métrica na nossa lista, não porque seja tão importante por si mesma, mas porque ela será útil para entender melhor a dinâmica das outras métricas. Você vai notar que vamos falar em ticket médio, pelo menos, mais duas vezes ao longo deste post. Então, é necessário saber do que se trata.

O ticket médio corresponde ao valor médio que um cliente gasta comprando seus produtos, ao longo de um certo período. O período depende da natureza da empresa mas, tratando-se de SaaS, o padrão é considerar o gasto mensal. A fórmula deste indicador é:

TICKET MÉDIO = FATURAMENTO TOTAL NO PERÍODO ÷ CLIENTES ATIVOS NO PERÍODO

O ticket médio aumenta quando você convence seu cliente a comprar mais produtos (cross-sell), ou comprar uma versão mais cara do mesmo produto (up-sell). Você pode entender melhor usando alguns exemplos práticos:

  • um cliente da Adobe assina uma licença para ter acesso ao Photoshop; se a Adobe convencê-lo a assinar, também, uma licença para acessar outros softwares de edição de imagem, temos cross-sell.
  • um cliente do Google assina a opção de 1Tb no serviço de armazenamento Drive. Se o Google convencê-lo a assinar a opção de 10Tb, temos up-sell.

LVT

Lifetime Value é a métrica SaaS que indica quanta receita um cliente gera, em média, ao longo de toda a sua relação com a sua empresa. Quanto maior for essa receita, melhor. Isso significa que, idealmente, você quer clientes que:

  • tenham um ticket médio alto;
  • tenham uma relação prolongada com sua empresa.

Para alcançar o primeiro objetivo, é preciso ter estratégias eficientes de cross-sell e up-sell. Enquanto isso, para alcançar o segundo objetivo, é preciso foco em retenção de clientes.

Churn Rate

Churn Rate é a métrica que aponta quantos clientes sua empresa perdeu no período, isto é, aqueles que deixam de assinar o serviço que você oferece. Obviamente, o churn ideal é o mais baixo possível.

Churn está relacionado a problemas de satisfação, que fazem com que o cliente busque seus concorrentes diretos ou opte por serviços alternativos. A insatisfação pode ter origem na qualidade do produto, nos preços e termos de pagamento ou, ainda, no relacionamento com o cliente.

Agora, um aparte. Quando uma métrica começa a apontar que as coisas estão tomando o caminho errado, você tem que tentar descobrir porquê isso está acontecendo. No caso do churn, especialmente, essa busca pelo problema é extremamente importante.

Se os clientes começarem a abandonar sua empresa, mas você não entender o motivo, não poderá agir de maneira eficiente para controlar a situação. E, enquanto dá voltas em círculos, vai perder ainda mais clientes. Além disso, mesmo que você conquiste novos clientes, enquanto o churn não for resolvido, eles também não vão ficar com a sua empresa por muito tempo.

Resumindo: qualquer mudança no churn precisa ser rapidamente avaliada, e suas raízes, eliminadas.

MRR

Monthly Recurring Revenue é um indicador da receita recorrente mensal. Graças ao modelo de negócios SaaS, que se baseia justamente na venda de acesso aos softwares por meio de uma assinatura, esse indicador é extremamente relevante para a sua empresa, que deve buscar um MRR cada vez mais alto.

Perceba que o foco, neste caso, não é na “receita”. É na “recorrência”. Você pode ter um excelente mês, em termos de ganhos; porém, se este dinheiro não for entrar no caixa novamente no mês seguinte, de que adianta? Para garantir o futuro do negócio, é preciso ter confiança na recorrência da receita que seus clientes trazem.

Existe uma outra versão do MRR que é ainda mais interessante; um indicador chamado Comitted Monthly Recurring Revenue (CMRR).

Nesse caso, é feita uma projeção da receita futura, considerando o quanto será recebido dos clientes atuais e desconsiderando o valor relativo à assinatura de clientes que têm baixo potencial de renovação do serviço. Essa é uma forma simples de estimar o quanto sua empresa realmente vai faturar, se não conquistar nenhum novo cliente.

CAC

Custo de Aquisição de Clientes é a métrica SaaS voltada a calcular qual é o investimento necessário para conquistar um novo cliente. É claro que esse valor é influenciado por inúmeros fatores, incluindo:

  • a importância que sua organização dá ao marketing: empresas que não priorizam o planejamento de marketing, não conseguem desenvolver uma estratégia adequada e, assim, acabam investindo mais do que o necessário para conquistar clientes, o que leva a um CAC maior;
  • a atenção que o seu negócio atrai entre os consumidores: por exemplo, empresas altamente inovadoras costumam atrair atenção com menos esforço, o que leva a um CAC menor;
  • a reputação da sua empresa no mercado: empresas com má reputação precisam desembolsar mais para trazer novos clientes, já que existe uma resistência e incredulidade da parte dos consumidores, o que leva a um CAC maior.

Idealmente, você deve buscar um CAC reduzido. A maneira mais simples de fazer isso é apostando em uma estratégia de marketing otimizada, para garantir mais resultados com menos investimento.

Para calcular o CAC, utilize a seguinte fórmula:

CAC = (INVESTIMENTO EM MARKETING + INVESTIMENTO EM VENDAS) ­÷ NÚMERO DE NOVOS CLIENTES

Payback Time

Payback Time é um termo genérico para uma métrica que calcula o tempo necessário para obter de volta o valor investido em certa ação ou projeto. Nesse momento, queremos que você pense, especificamente, no Payback Time do CAC. Em outras palavras, o tempo necessário para recuperar o valor gasto na aquisição de um cliente.

Para que você entenda melhor, veja dois exemplos.

A empresa A tem um CAC de R$100 por cliente. Ela vende uma assinatura básica de um software, ao preço de R$9,90. Nesse cenário, o Payback Time será de 10 meses.

A empresa B tem um CAC de R$90 por cliente. Ela vende uma assinatura básica de um software, ao preço de R$10,90. Nesse cenário, o Payback Time será de 8,25 meses.

A segunda empresa está em clara vantagem. Quanto menor for o payback time, maiores as chances de que, mesmo que o cliente desista do serviço que sua empresa oferece, você ainda não fique no prejuízo. Se uma empresa não consegue recuperar o valor investido em aquisição de novos clientes, porque eles desistem do serviço antes de gerar receita o suficiente para compensar este valor, a sustentabilidade do negócio em longo prazo está ameaçada.

E como você pode reduzir o payback time? Bem, há dois caminhos:

  • reduzir o CAC;
  • aumentar o ticket médio dos clientes.

Caixa

Muitas empresas não consideram o caixa como um indicador. Porém, há um bom motivo para que ele seja utilizado como métrica SaaS!

É que as empresas SaaS, em muitos casos, são startups. Isso significa que, enquanto estão validando sua proposta, elas ainda dependem fortemente de investimentos externos. Nesse caso, ter controle do quanto resta destes investimentos recebidos é indispensável para o planejamento estratégico, na definição do orçamento para as ações que serão desenvolvidas e, até mesmo, para a detecção da necessidade de um novo aporte financeiro.

Leads por Estágio

Esse é um post do Marketing de Conteúdo, então, não poderíamos encerrar nossa lista sem mencionar um indicador ligado ao marketing.

Um lead passa por vários estágios até a conversão em venda. Ele começa como um lead não-qualificado; depois, torna-se um lead qualificado pelo marketing; e, finalmente, um lead qualificado pelas vendas.

No primeiro estágio, é meramente aquele visitante do site que compartilhou alguma informação com você. No segundo, é o lead que baixou um e-book, um whitepaper ou algum outro material específico. No terceiro, é o lead que está se inscreveu para usar a versão de teste do software ou preencheu um cadastro para falar com sua equipe de vendas.

Controlar a quantidade de leads por estágio em determinado período é uma boa maneira de visualizar o funil e identificar gargalos que, posteriormente, vão prejudicar a taxa de conversão.

Este é o fim da nossa lista de métricas SaaS. O tema merece atenção total, como ferramenta para garantir o sucesso da empresa. A máxima “o que não se pode medir, não se pode melhorar”, proferida no século XIX, pode ter-se tornado clichê, mas ainda é verdadeira.

Por outro lado, é preciso tomar cuidado com aqueles indicadores que não são relevantes. Em vez de apoiar a tomada de decisão, eles apenas aumentam desnecessariamente sua complexidade. Essas são as métricas de vaidade, e você pode aprender mais sobre elas nesse post. Confira!

Marketing de Conteudo e Dados

investir em Marketing de Conteúdo

Marketing de Conteúdo para empresas SaaS: 9 táticas infalíveis!

O marketing de conteúdo é uma ferramenta poderosa para qualquer empresa; porém, isso não significa que todas as empresas vão aplica-la da mesma maneira. Cada segmento tem suas particularidades, ou melhor, aquelas táticas infalíveis para garantir o melhor resultado.

O foco do nosso post, dessa vez, é no Marketing de Conteúdo para empresas SaaS. Você vai aprender quais são as táticas infalíveis que não podem faltar na sua estratégia. Confira!

1. Concentre-se em conteúdo útil

Um erro comum é achar que Marketing de Conteúdo deveria ser vendedor, algo imposto ao visitante, como uma espécie de propaganda pesada em forma de artigo ou e-book.

O questão aqui é que se trata exatamente do contrário: o Marketing de Conteúdo busca conquistar o cliente da maneira mais natural possível, ajudando-o a tomar uma decisão autônoma e consciente para comprar seu produto.

Se o conteúdo não deve ser “propagandista” (na falta de uma palavra melhor), então como deve ser? Cuidado para não achar que a resposta é “divertido” ou “curioso”. Sim, essas são características positivas, mas não o ponto central.

Lembre-se de que você quer construir autoridade e para fazer o cliente entender melhor seu produto. Por isso, o conteúdo deve, antes de mais nada, agregar valor. Em outras palavras, o Marketing de Conteúdo para empresas SaaS é focado em utilidade, relevância.

2. Publique estudos de caso

Conteúdo com estudos de caso não é ideal para atrair tráfego, mas é essencial para converter em vendas.

Uma pessoa pode chegar ao blog da sua empresa e ler todos os artigos que estão publicados lá — especialmente se eles forem úteis, como ressaltamos no item anterior — e, ainda assim, nunca comprar nada.

Porém, no momento em que ela descobre casos reais de sucesso dos usuários do seu SaaS, ela passa a ter um bom motivo para comprar também.

Estudos de caso funcionam especialmente bem no caso de empresas SaaS B2B, em que a decisão de investir em um fornecedor é mais complexa. Nesse caso, casos de usuários satisfeitos podem ajudar a acelerar o processo, principalmente se forem bem detalhados.

3. Crie um site apenas para conteúdo

Ter um blog dentro do site da sua organização é comum. Mas algumas empresas levam o Marketing de Conteúdo tão a sério que criam um site específico, apenas para publicar. O domínio é diferente e, muitas vezes, não relacionado ao domínio da própria empresa.

A própria Rock Content — com o site Marketing de Conteúdo — é um exemplo dessa tática em andamento. No mundo das empresas SaaS, a Adobe também criou um site exclusivamente para publicação de conteúdo próprio.

A questão é que, ao adotar essa tática, você pode posicionar melhor seu conteúdo. Isso faz com que ele ganhe mais força e reputação na rede. É claro que, como resultado, ele também vai alavancar o site da sua empresa.

mini checklist de blog

4. Aposte em perguntas e respostas

Para uma empresa SaaS que atua com um ramo muito técnico, apostar em perguntas e respostas pode ser uma alternativa inteligente para gerar tráfego sem precisar de muito esforço.

Esse formato favorece a resolução de problemas, e uma pessoa que precise de informações pontuais e objetivas será facilmente atraída para a sua página.

Quer um bom exemplo? Empresas de SaaS ligadas a contabilidade ou comércio exterior, por serem áreas com inúmeras regras, que podem causar dúvidas tanto no profissional recém-formado quanto no gestor com anos de experiência.

Na hora em que eles precisarem resolver uma dessas dúvidas rapidamente, certamente vão apreciar uma página de perguntas e respostas com excelente conteúdo.

5. Peça por reviews e avaliações

Que tal incluir na sua estratégia algum conteúdo feito por terceiros? Melhor ainda, reviews e avaliações de pessoas que sejam consideradas autoridades no seu segmento.

Esse tipo de material garante credibilidade, o que é indispensável para convencer os clientes a adotar seu SaaS.

Leve em consideração que essa decisão atravessa barreiras, como a transição entre softwares e o esforço de implementação.

Portanto, tudo que você possa fazer para torna-la mais fácil, para fortalecer a seriedade e confiabilidade de sua marca, dando mais segurança aos prospectos, é válido.

6. Publique guest posts

Trazer pessoas de boa reputação para publicar nos canais da sua empresa é ótimo. O contrário também é. Os guest posts são artigos escritos sob o nome da sua empresa, mas publicados no site, blog, rede social ou outro canal de um parceiro.

Esse terceiro, é claro, precisa ser escolhido com cuidado. Deve ser alguém relacionado ao segmento em que você atua e, ao mesmo tempo, com uma audiência diferente ou maior do que a sua.

Quer um exemplo prático? Imagine uma empresa que oferece um software de emissão de Nota Fiscal, publicando seu guest post no blog de uma empresa que fornece software para controle de estoque.

Essa é uma tática superpoderosa para aumentar sua audiência, pois seu conteúdo vai alcançar pessoas que normalmente não o leriam. E o mais importante é que você não precisa investir recursos financeiros.

Você pode obter o mesmo resultado que uma campanha de Adwords produziria (ou, quem sabe, um resultado até melhor) sem gastar nem um centavo.

7. Envolva seus usuários na produção de conteúdo

Geralmente, quando falamos em UGC,User Generated Content, ou Conteúdo Gerado pelos Usuários, estamos nos referindo a uma destas possibilidades:

  • avaliações do seu produto;
  • comunidades de resolução de dúvidas.

A primeira alternativa é vista, principalmente, no mundo do e-commerce. Enquanto isso, a segunda alternativa é bem mais interessante para a estratégia de Marketing de Conteúdo para empresas SaaS.

Na realidade, essas comunidades de usuários não são desconhecidas no mundo da tecnologia; já existem comunidades para linguagens de programação, para games, para equipamentos.

Criar uma comunidade para os usuários do seu SaaS não é uma grande inovação, mas é uma receita de sucesso.

Essas comunidades agregam, para o usuário, um atrativo que vai além da sua utilidade prática: é a interação. Enquanto isso, para a empresa, é um meio de gerar conteúdo sem precisar produzi-lo. Neste caso, trata-se apenas de um trabalho de moderação.

8. Invista em outros formatos

Lá no começo do post, falamos sobre o uso de vários canais para o Marketing de Conteúdo. Agora, vamos aumentar o nível mais um pouco: que tal investir em diferentes formatos?

Quando a palavra “conteúdo” é usada, automaticamente lembramos do texto, mas a verdade é que este não é o único formato e, na realidade, pode nem ser o mais eficaz. Uma grande parcela da audiência que consome conteúdo prefere o áudio ou, ainda, o vídeo.

Nossa sugestão, portanto, é que você incorpore podcasts e vlogs ao seu arsenal. Eles permitem fazer coisas que não ficam tão bem em um artigo ou e-book — como, por exemplo, realizar uma demonstração do seu SaaS em funcionamento.

Esses conteúdos também são uma forma de humanizar a marca, dando a ela, literalmente, voz e rosto. Além disso, eles podem ser mais convenientes para a sua audiência, o que impacta diretamente o engajamento.

9. Acompanhar indicadores relevantes

Os indicadores têm um grande poder, eles são como o painel de controle de uma aeronave, que aponta quando algo começa a dar errado, para que você possa tomar providências antes que seja tarde demais.

É assim que você pode comprovar o sucesso da sua estratégia de marketing de conteúdo (ou qualquer outra estratégia), ou, ainda, altera-la se necessário. Vamos ver alguns exemplos de indicadores relevantes?

Leads por Estágio do Ciclo de Vida

Em inglês, Leads by Lifetime Cycle. É um indicador que mede a quantidade de leads não qualificados, dos que estão no estágio de qualificação pelo marketing e dos que estão no estágio de qualificação por vendas.

Assim, é possível comparar as proporções entre eles, o que ajuda também na identificação de onde podem estar surgindo gargalos em seu funil de vendas.

Taxa de Leads / Clientes

O principal objetivo do Marketing de Conteúdo para empresas SaaS é gerar leads que possam, através dos processos certos, ser convertidos em clientes.

Não adianta completar apenas metade desse objetivo, gerando leads sem conseguir novos clientes, por esse motivo é relevante acompanhar um indicador que aponte a proporção entre eles.

O ideal é que a taxa seja próxima de 1, o que indicaria que todos os leads estão sendo convertidos em clientes. É claro que isso não acontece, mas fique de olho para que a relação entre leads e clientes não fuja ao controle!

Leads por canal

O Marketing de Conteúdo pode ser desenvolvido por meio de diferentes canais: blog, redes sociais, e-mail. Então, é uma boa ideia monitorar quantos leads estão sendo gerados por cada um deles.

Dessa forma, você consegue identificar quais são mais proveitosos para a sua estratégia, e concentrar esforços naqueles que trarão melhor retorno.

É isso, caro leitor: chegamos ao fim da nossa lista! Entre as 9 táticas infalíveis de Marketing de Conteúdo para empresas SaaS que apresentamos aqui, você encontrou desde dicas para o desenvolvimento do conteúdo até recomendações de indicadores de desempenho.

Agora, que tal aprender um pouco mais? Aproveite que você já está por aqui, e confira também os nossos materiais recomendados:

MATERIAIS RECOMENDADOS
👉 Descubra as melhores estratégias de geração de leads para empresas SaaS
👉 Conheça as principais ferramentas de marketing para SaaS
👉 Como escalar as vendas do meu SaaS?
👉 Como avaliar a qualidade do meu produto SaaS?

reduzir-custos-para-saas

Como reduzir custos para SaaS: entenda agora!

A tecnologia tem contribuído cada vez mais para mudar a forma como as empresas operam. Segundo o relatório “Nuvem corporativa no Brasil: no ponto crítico da adoção acelerada” desenvolvido pela Capgemini, o SaaS deve ser adotado por aproximadamente 92% das empresas brasileiras até 2020. Isso inclui os setores privado e público. Porém, muita gente ainda se pergunta se vale a pena e como reduzir custos para SaaS. O nosso objetivo hoje é responder a essas questões.

Descubra a partir de agora o que é SaaS, como ele funciona e por que vale a pena adotar o modelo nas vendas da sua empresa!

O que é SaaS e como ele funciona?

O SaaS (Software as a Service) é um modelo de estrutura operacional na nuvem (online) oferecida por um provedor de recursos de cloud computing. O sistema pode ser padrão (modelo pronto) ou exclusivo, ficando hospedado em servidores virtualizados e sob total domínio do provedor.

Diferente dos softwares tradicionais, o SaaS é acessado por meio de um link digitado no navegador web (Google Chrome, Mozilla Firefox, Internet Explorer, entre outros). Além disso, precisa ter um login e senha cadastrados para navegar por ele.

Quais são as principais vantagens de migrar para um modelo de vendas SaaS?

As vantagens são muitas. Por isso nos concentramos nas mais importantes. Veja agora como o SaaS ajuda a reduzir custos na empresa e impulsionar as vendas:

Reduz a necessidade de investimentos em infraestrutura física

Quando a empresa opta pelo modelo de software como serviço (SaaS), passa a depender de uma infraestrutura de TI mais enxuta, pois o sistema e os dados ficam hospedados em servidores de terceiros. Como consequência, não precisa mais investir na aquisição de servidores próprios, máquinas de refrigeração, switches, hubs, cabeamentos e outros elementos físicos.

Além de reduzir custos com aquisições de equipamentos, a empresa também reduz o espaço necessário para acomodá-los, podendo utilizá-lo de outra forma ou entregar ao proprietário, caso seja alugado.

A empresa não precisa mais se preocupar com manutenções

E não é só no investimento em aquisições que a empresa economiza. A manutenção das máquinas e do próprio software deixa de ser uma preocupação. Com menos equipamentos em posse da empresa o volume de serviços necessários para as manutenções cai, resultando em uma grande economia financeira.

Com relação ao software, no modelo SaaS, o provedor assume total responsabilidade pelas manutenções que, muitas vezes, acontecem sem que você nem perceba. Nesse caso, além dos custos financeiros a empresa economiza tempo de mão de obra com a função.

As atualizações ficam por conta do provedor de serviços

SaaS é um modelo de software que está envolto por diversos tipos de tecnologia e, por isso, é totalmente dependente de atualizações. Os recursos de cloud computing, de codificações e de segurança evoluem rapidamente, e o SaaS precisa acompanhar as mudanças, pois depende inteiramente deles.

Nesse caso, os provedores possuem uma política rigorosa de gerenciamento de patches (pacotes de updates), isentando a sua empresa da função. Isso quer dizer que você não precisa mais comprar e baixar as atualizações. Apenas confie no provedor de SaaS.

Elimina a necessidade de pagar por licenciamentos

A maioria das empresas que usa softwares hospedados em seus próprios servidores paga por uma licença de uso a empresa desenvolvedora, já que os direitos de propriedade continua sendo dela e esse é um meio mais barato de contar com a tecnologia.

Porém, quando a empresa migra para um modelo de vendas por meio do SaaS, não precisa mais ter esse tipo de custo. A empresa paga apenas uma mensalidade fixa, que é bem mais em conta do que os licenciamentos, passando a ter seus dados e sistemas em um ambiente exclusivo na nuvem.

Diminui custos com mão de obra especializada

Se considerar que não precisará mais fazer downloads, instalações, atualizações e manutenções no software, bem como gerenciar os pacotes de updates, a contratação de mão de obra especializada passa a não ser mais tão necessária.

A sua empresa pode até ter uma equipe própria de TI, mas os profissionais devem ser remanejados para funções mais vitais, como o gerenciamento da estrutura online, medição da disponibilidade dos serviços e desempenho, por exemplo. Assim, ajuda o negócio a manter a qualidade das ferramentas e prestação dos serviços via internet sem gastar tanto.

Ajuda a empresa otimizar os processos

Um software no modelo SaaS vai além dos tradicionais e ajuda a empresa a usar os recursos disponíveis na medida certa. Isso quer dizer que os desperdícios são eliminados por meio de processos mais otimizados. Por exemplo: quando é adotado o SaaS, a empresa passa a contar com uma estrutura adaptável a demanda do negócio. Dessa forma, a empresa usa apenas o que precisa, eliminando capacidade de TI ociosa.

Nos modelos tradicionais de TI, isso não é possível. A empresa teria que gastar para manter o software completo, mesmo que ele não fosse usado em sua capacidade máxima.

A empresa paga apenas pelo que usa

No modelo SaaS, o pagamento pelos serviços é baseado na assinatura de uma plano com pacotes de serviços adequados as necessidades do negócio. Paga-se uma mensalidade com valor fixo mais uma taxa que varia de acordo com o consumo de recursos e ferramentas adicionais. Sendo assim, a empresa paga exatamente pelo que usa, nada a mais, nada a menos.

Isso permite que os custos com tecnologia passem a ser fixos e os gestores ganham previsibilidade no controle orçamentário.

Melhora a inteligência do negócio

Com a ajuda do Big Data Analytics, o SaaS permite que a empresa analise dados automaticamente, entregando relatórios com informações mais precisas sobre as projeções de demanda e tendências comportamentais dos clientes. Essa tecnologia ajuda os gestores a economizarem tempo e dinheiro com testes, partindo logo para as estratégias com maior potencial de atração e fidelização.

E tem mais. Se o SaaS englobar métodos de CRM (Custom Relationship Management), a empresa pode estreitar as relações com os clientes mais facilmente e aumentar o ticket médio deles.

Transformacao Digital e Marketing

Permite gerar renda recorrente

Sabemos que para o cliente continuar comprando é preciso vender produtos e serviços com ciclo de vida mais curtos e que demandem atualizações e upgrades. O SaaS facilita essa estratégia, pois possibilita que a empresa crie uma fonte de renda recorrente a partir da entrega de serviços agregados via internet.

Produtos que demandam serviços adicionais para complementar e melhorar o funcionamento, tornam os consumidores mais dependentes da empresa, o que prolonga o ciclo de vida do cliente e reduz o Churn Rate (taxa de abandono).

Exige um baixo custo inicial

Em um modelo tradicional, a empresa precisaria contratar uma equipe de desenvolvedores para projetar, testar e lançar o software, além de ter que arcar com uma série de custos adicionais, como atualizações, manutenções e licença de uso.

No SaaS, você só precisa escolher o melhor plano de serviços e começar a usá-lo, pagando apenas uma mensalidade com valor equivalente ao espaço, ferramentas e outros recursos que preferir. Esse é um dos fatores que mais tem contribuído para o surgimento de startups e novos modelos de serviços.

Se o capital inicial exigido for baixo, o ROI (Return On Investiment) pode acontecer mais rápido, tornando o negócio ainda mais viável financeiramente.

Entrega maior segurança

O provedor de SaaS também fica responsável por grande parte da segurança do ambiente. Ele usa a criptografia dos dados e senhas, impedindo que essas informações fiquem legíveis caso haja uma quebra de códigos e, consequentemente, uma invasão.

Além disso, os dados e os códigos-fonte (estrutura do software) ganham backups constantes, com replicações enviadas a servidores auxiliares localizados a quilômetros de distância. Qualquer ocorrência de perda ou dano aos dados e sistemas podem ser convertidos em questão de minutos com o acesso às cópias atualizadas e intactas.

Oferece disponibilidade

No SaaS, a empresa fica segura contra desastres naturais e acidentais (causados pelo homem). Caso o Data Center seja atingido fatalmente de alguma forma, o provedor conta com outro, redundante, para ser ativado e entrar em ação logo em seguida. Isso faz com que os sistemas fiquem sempre no ar, preservando o acesso aos dados e funcionalidades.

Exitem provedores que já oferecem uma disponibilidade de 99,99% do tempo, o que é muito bom para quem vende produtos e serviços online.

Proporciona mobilidade

Se você pretende ter equipes de trabalho remotas e estender as funções corporativas para além dos muros da empresa, o SaaS será uma ótima solução. Independentemente do dispositivo utilizado (computador, notebook, tablet ou celular), as páginas e botões se ajustam ao tamanho da tela, mantendo as funcionalidades vitais.

Como a conexão é online, os trabalhos podem ser feitos a partir de casa, fila do banco, durante uma viagem ou outras ocasiões. O fato é que o SaaS agrega mobilidade aos dados e sistemas, aumentando a produtividade da empresa.

Entrega desempenho

Os modelos de software as a service também são escaláveis. Ou seja, se o software tiver um pico de acessos, o servidor não cai. Em vez disso, ele se expande para suportar a alta demanda, retornando ao tamanho original após o volume de acessos. Essa é uma estrutura elástica.

Caso o negócio sustente os novos padrões de demanda, significa que ela está desenvolvendo e o SaaS atende as novas necessidades entregando um ambiente na medida certa para a empresa crescer de forma sustentável.

Agora que você já sabe como reduzir custos para SaaS, não perca mais tempo e dinheiro. Comece hoje ainda a planejar a migração para o SaaS e eleve o patamar de negócios da sua empresa.

Gostou da novidade? Aproveite para descobrir também como usar o conteúdo para impulsionar as vendas da sua empresa!

Marketing de Conteudo e Dados

SaaS

Entenda o que é e como funciona o software como serviço (SaaS)

Você já se perguntou qual é a função da tecnologia?

Para muitos, o principal objetivo é promover melhorias, seja no bem-estar, seja na acessibilidade das pessoas, seja na produtividade das empresas.

Seguindo essa ideia, uma sigla que vem chamando bastante a atenção das empresas é SaaS.

Provavelmente você já ouviu falar ou até mesmo utiliza um de seus recursos, mesmo que não saiba.

Não acreditou nisso? Então vamos lá!

Se você já utilizou o Dropbox, o Google Drive ou conversores como o Free PDF, temos o prazer em lhe informar que eles são SaaS!

Não conhece nenhum desses? Calma, pois temos 2 cartas na manga que certamente você conhece bem:

A Netflix (sim, esse fenômeno mundial também é um SaaS!) e, rufem os tambores… a Rock Content! Sim, nós também somos!

Então, para que você conheça todo esse universo e como ele funciona, criamos este conteúdo bem completo. Nele, abordaremos os seguintes tópicos:

  • o que são empresas SaaS;
  • quais são os benefícios e as vantagens desse serviço;
  • quais são as diferenças entre empresas SaaS e os softwares;
  • qual é o custo inicial para a aplicação;
  • quais são as formas de cobrança;
  • quais são os desafios desse modelo de negócio; e
  • qual é o cenário das empresas SaaS no Brasil.

E então, está preparado para conhecer tudo sobre Software as a Service?

Tenha uma boa leitura!

O que são empresas SaaS?

Antigamente, uma queixa constante dos empreendedores era a quantidade de softwares que eles deveriam adquirir para executar diferentes funções dentro de suas empresas.

Um software para controlar o estoque, outro para o fluxo de caixa, mais um para emissão de nota fiscal… E a fila não para por aqui!

Essas aquisições incluíam a compra do software, o pagamento de suas licenças, um computador para recebê-lo, além de um servidor para interligar diferentes usuários dentro da organização.

Não podemos nos esquecer das elevadas taxas de manutenção e de atualização que essas soluções apresentam.

Ufa! Muita coisa, não é mesmo?

Pensando nisso e na total insatisfação dos clientes com os recursos, surgiu a ideia de criar o software como serviço.

O objetivo é que a empresa não precise mais comprar, pagar a licença, manter atualizado o software. Nada disso!

O programa fica na internet, basta acessar e utilizá-lo!

Não precisa ter ele instalado no seu computador. Apenas é necessário ter acesso à web.

Você pode estar se perguntando em que “área” da internet esses programas ficam hospedados.

Para isso, precisamos falar sobre cloud computing, ou computação na nuvem.

Essa é uma tecnologia que disponibiliza um espaço para o armazenamento de dados na rede virtual da internet.

Mas então, o que são empresas SaaS?

São organizações que desenvolvem e comercializam os softwares, considerados como serviços.

Elas são responsáveis por manter a estrutura do sistema e disponibilizá-lo aos seus clientes.

Além disso, elas também ficam com a responsabilidade de manter a segurança dos dados, garantindo a confiabilidade das soluções.

Quais são os benefícios e as vantagens?

Agora que você já sabe o que é um Software as a Service, mostraremos algumas vantagens. Confira:

Menor custo para utilização

Como falamos no tópico anterior, com o SaaS você não precisa comprar o software, obter a licença, ter um computador específico para isso e gastar para manter o programa atualizado.

O custo é bem menor (falaremos dele mais a frente).

Não precisa de máquinas para hospedar o software

O software estará hospedado na nuvem, sem a necessidade de um computador físico para mantê-lo.

Isso gera mais agilidade, praticidade e usabilidade.

Acesso em qualquer lugar

Também já falamos que, para utilizar um SaaS, você só precisa estar conectado à internet.

Isso permite que você utilize um programa mesmo se estiver em uma viagem, a quilômetros de distância da sede de sua empresa.

Com o avanço da disponibilidade da internet, cada vez mais a área de cobertura se estende e gera mais possibilidades de uso.

Opções customizáveis às necessidades do cliente

Se o software não atender perfeitamente a sua necessidade, é possível adquirir pacotes adicionais, customizando o serviço e aumentando a sua eficiência.

Atualizações de forma automática

Com um software comum, você terá que investir na atualização, sempre pagando novas e elevadas taxas.

Já com o software como serviço isso não é necessário.

As atualizações são feitas automaticamente, pois o programa está hospedado na internet.

Integrações com outros sistemas de forma facilitada

Outra grande vantagem do SaaS é a possibilidade de integração com outros sistemas.

De forma inteligente, os softwares já são criados para permitir essa integração, de maneira simples e rápida.

Quais são as diferenças entre empresas SaaS e softwares?

Agora, vamos ressaltar quais são as principais diferenças entre empresas SaaS e softwares.

A 1ª e grande diferença é onde os dados dos clientes ficam hospedados.

Enquanto o software deve ser instalado em uma máquina de propriedade da empresa contratante, o SaaS é acessado por um navegador web, ficando os dados salvos na nuvem.

O software como serviço não requer uma instalação específica para cada cliente e possui suas customizações padronizadas, de modo com que o usuário escolhe os pacotes que mais satisfazem suas necessidades.

Além disso, para uma empresa ser caracterizada como SaaS, o software deve ser focado em serviço e necessariamente acessado por um navegador web ou aplicativo desenvolvido para o acesso pelos dispositivos móveis.

Qual é o custo inicial para essa aplicação?

Tudo bem, agora você já conhece também as vantagens do SaaS.

Mas qual é o custo inicial para utilizar essa aplicação? É o que vamos mostrar agora!

Se você quiser utilizar um SaaS, saiba que o valor cobrado é limitado à assinatura.

A Netflix, por exemplo. Você não precisa baixar no seu computador nem instalar atualizações.

Basta entrar no site, cadastrar-se, pagar o valor da assinatura (você pode escolher o plano que mais lhe servir) e pronto! Já pode ver seus filmes e séries favoritas.

Para as empresas o procedimento é o mesmo.

A percepção de valor é ainda maior, pois esses softwares se propõe a resolver grandes problemas, que seriam solucionados com investimentos bem mais altos.

Então, é preciso deixar claro que o SaaS não é visto como um gasto, mas sim como um investimento (muito bom, por sinal!).

Quais são as formas de cobrança?

Se você possui uma empresa ou quer abrir um negócio para oferecer soluções SaaS, deve pensar bem na forma de cobrança aos seus clientes.

Isso pode interferir diretamente nas suas vendas e, claro, na lucratividade do seu negócio.

Por isso, vamos mostrar algumas opções que os empreendedores possuem.

Antes de iniciarmos, não se assuste!

Vamos mostrar 3 formas, mas já avisamos que a última é a melhor e mais querida entre as empresas. Veja:

Boleto bancário

O boleto bancário é muito utilizado no comércio comum.

A pessoa entra em um site, visualiza um produto, adiciona ao carrinho de compras e, no momento de escolher a forma de pagamento, prefere o boleto.

Até aí tudo bem. O problema é que muitas pessoas que clicam nessa opção não fazem o pagamento.

Se você coloca um plano de assinatura, por exemplo, e dá a opção de pagamento por boleto, o cliente pode simplesmente deixar de pagar depois de um período curto.

Isso atrapalha todo o planejamento da empresa.

Porém, não oferecer o boleto é uma decisão também arriscada.

Isso porque uma grande parcela da população não possui cartões de crédito ou de débito (as próximas opções).

Então, você pode acabar limitando o seu público.

Além disso, financeiramente o boleto é interessante para a empresa, pois a taxa cobrada é baixa.

Então, para que você não tenha problemas e possa oferecer o pagamento por boleto e ainda manter uma boa taxa de conversão de vendas, veja algumas dicas:

  • envie o boleto por e-mail ao seu cliente;
  • envie lembretes antes do vencimento do boleto, caso não tenha sido pago;
  • fique de olho em qualquer problema para o pagamento, seja leitura do código de barras ou aceitação do registro.

Débito no cartão de crédito

O débito no cartão de crédito é a principal modalidade utilizada pelos consumidores.

Porém, essa opção não é tão interessante aos empreendedores, e isso é explicado pelas altas taxas cobradas.

As operadoras dos cartões de crédito cobram taxas elevadas, normalmente variando entre 3 e 8%, além de outros encargos.

Esse custo extra deve ser levado em consideração no cálculo de preço para que a margem de lucro objetivada seja mantida.

Como dica, tente negociar essas taxas e condições com as operadoras.

É muito importante fazer isso e sempre dar opções ao público, seja de parcelamentos ou diferentes bandeiras dos cartões.

Débito em conta corrente

Por fim, como dissemos, aqui está a melhor forma de cobrança na visão da empresa: o débito em conta corrente!

Essa opção é vantajosa porque o pagamento é feito na hora, com maior praticidade.

Além disso, apresenta baixo custo e alta fidelização dos clientes, mantendo uma boa taxa de renovação de assinaturas.

Porém, alguns bancos já não estão satisfeitos com esse tipo de operação, já que ela possui uma rentabilidade menor para eles, e começam a não aceitar a alternativa.

Ainda, é preciso que a empresa conte com um sistema de gestão financeira para controlar todos os pagamentos e falhas, garantindo um bom desempenho.

Quais são os desafios desse modelo de negócio?

As empresas SaaS, apesar de entregarem uma gama enorme de vantagens e possibilidades, têm um grande desafio pela frente:

Convencer seus clientes de que concentrar seus dados em nuvem é seguro!

Empresas de pequeno e médio porte, normalmente, não enxergam grandes problemas na utilização de SaaS, até porque a economia gerada é muito significativa, ainda mais para negócios desses tamanhos.

Já as grandes organizações mantêm um certo receio em armazenar seus dados sigilosos e estratégicos em nuvem.

Os envolvidos acreditam que ainda é mais seguro manter todos os arquivos em mãos.

Por isso, o maior desafio de empresas que oferecem softwares como serviços é mostrar que a tecnologia de hospedagem na rede virtual da internet tem, sim, a sua segurança, que vem sendo aprimorada a cada dia.

Como é o cenário das empresas SaaS no Brasil?

Para entender melhor o cenário das empresas SaaS no Brasil, devemos levar em consideração uma pesquisa feita em uma iniciativa conjunta entre a Rock Content, SaaSholic, Signal Hill, e Redpoint e Ventures.

Foram ouvidos 597 representantes de empresas, principalmente startups.

Como resultados, a pesquisa mostrou que quase metade das empresas provedoras de SaaS estão no estado de São Paulo (47,8%,), seguido de Santa Catarina (16,3%) e Minas Gerais (11,3%).

Além disso, outro dado interessante encontrado na pesquisa é que a maioria das empresas com esse modelo de negócio foi criada com investimento próprio (71%).

Está gostando dos dados? Vamos mostrar mais!

Acredita que 60% das empresas ouvidas relataram que recuperaram seu CAC em menos de 6 meses?

Isso é uma ótima realidade! Mostra que as finanças estão saudáveis.

Indo além, 67% dessas marcas mostraram que possuem uma relação de LTV/CAC superior a 3!

Como modelo de vendas, o inside sales é o mais querido entre as empresas de SaaS no Brasil.

52% optam pelas vendas dentro de suas sedes.

Enquanto isso, as vendas de campo (42%) e vendas self-service (37%) apresentam números menores.

Então, esse estudo mostra um grande potencial das empresas SaaS no Brasil.

Empreendedores estão enxergando as necessidades e criando opções de solução para as empresas e consumidores.

Software as a Service, ou SaaS, é um grande fenômeno que vem mudando muito os conceitos e ideias das pessoas.

Devemos avaliar as vantagens e aplicações de cada recurso e enxergar como eles podem ser importantes para os negócios.

É claro que ainda há alguns desafios a serem superados, como a falta da sensação de segurança em disponibilizar dados estratégicos na rede virtual da internet.

Porém, é preciso criar medidas para isso e mostrar ao público que é, sim, uma ótima escolha, pensando que essa é uma tendência natural!

Agora que você já sabe o que é SaaS e como ele funciona, aprenda agora mesmo sobre inbound marketing!

 marketing-de-conteudo-primeiros-passos
Canais de comunicação

6 canais de comunicação com o cliente nos quais você precisa estar presente

O investimento na comunicação com os clientes e com os potenciais clientes é uma das medidas mais eficazes quando pensamos em promover o engajamento com o público de uma empresa.

Ao conhecer bem as características da audiência com a qual você deseja estabelecer esse relacionamento mais próximo e pesquisar seus meios preferidos de interação e de consumo de informação, é possível determinar as melhores formas de contato.

Por isso, neste post, selecionamos os principais canais de comunicação, com os quais você será capaz de oferecer um atendimento rápido, eficiente e humanizado. Confira!

1. Ligações

Ainda que as transformações da era digital tenham trazido novas maneiras de se comunicar — como o email e os aplicativos de mensagem instantânea —, há meios tradicionais que não perderam a sua importância.

Esse é o caso das ligações, que ganharam opções como Skype, WhatsApp e Google Hangouts.

A comunicação por texto pode funcionar bem em diversas situações, mas um contato por ligação tem as vantagens de:

  • transmitir as informações de maneira mais clara e detalhada;
  • resolver um problema do cliente rapidamente; e
  • obter sua reação imediata.

Além disso, em uma conversa por voz, temos formas mais evidentes de perceber a satisfação do cliente enquanto ele se comunica com a empresa.

Aspectos como entonação, articulação das palavras e momentos de silêncio ajudam a definir se a pessoa tem sentimentos positivos ou negativos em relação a um determinado assunto ou à sua marca.

Apesar desses benefícios, as ligações podem ser invasivas para algumas pessoas.

Por isso, certifique-se de que o cliente aceitou receber informações por esse meio e se lembre de se apresentar e de dizer o motivo da ligação logo no início da chamada.

O ideal é utilizar este meio para contatar pessoas que já conheçam a sua empresa e que estejam no fundo do funil de vendas.

Quem já está pronto para fechar uma compra, em geral, deseja falar o quanto antes com um representante de vendas, em que os canais de comunicação de caráter imediato — como as ligações — são os mais indicados.

Portanto, fique atento:

Ligações para oferecer produtos ou serviços para quem nunca demonstrou interesse pela empresa (as chamadas cold calls) são ineficazes e bastante inconvenientes, podendo manchar a imagem da companhia.

2. SMS

A comunicação por mensagens short message service (SMS) é outra maneira de estar próximo dos seus clientes, especialmente se a empresa souber utilizar as técnicas de SMS marketing.

Algumas possibilidades de envio são:

  • lembretes sobre algum detalhe que precisa da ação do cliente;
  • atualizações sobre a situação de um pedido ou serviço;
  • número referente ao código de barras para pagamento de um boleto;
  • cupom de desconto para compras online; e
  • aviso sobre eventos da empresa na região.

A grande vantagem desse canal é que as mensagens chegam diretamente no celular das pessoas, notificando-as de imediato.

Essa capacidade de chamar a atenção faz com que o SMS tenha ótimas taxas de abertura e de leitura.

Por se tratar de mais um canal bastante pessoal, o SMS também é indicado para contatar leads que estejam no fundo de funil.

3. Email

O email já é um canal amplamente utilizado pelas empresas, especialmente devido à facilidade de envio e à variedade de ferramentas de email marketing disponíveis no mercado.

O que faz do email uma alternativa tão pertinente de comunicação é que o usuário visualiza ou responde às mensagens apenas quando decide dedicar tempo e atenção a essa atividade.

Se não for nem importante, nem atrativo, ele pode simplesmente ignorar ou excluir o email.

Por esse motivo, é fundamental elaborar emails com informações úteis para as pessoas.

É possível enviar materiais promocionais de tempos em tempos. Mas, para criar engajamento com o seu público, você deve nutri-lo com conteúdos e temas relevantes.

Não se esqueça, também, de escrever o assunto de modo a despertar a curiosidade.

Afinal, ao lado do remetente, é essa informação que ajudará a definir se o destinatário abrirá o email ou não.

Mostre-se aberto a receber respostas. Deixe claro que há um ser humano por trás dos envios que valoriza a interação com o seu público.

E tenha cuidado com a frequência de emails que você envia para a sua base de usuários cadastrados.

Mensagens demais podem ser extremamente inoportunas e, em alguns casos, farão com que os leads marquem seus comunicados como spam.

Seguindo essas recomendações, você poderá conduzir os leads por todas as etapas até a conversão, enviando email marketing com um material apropriado, condizente com o momento em que os usuários estiverem dentro do funil.

Ou seja:

Não se pode enviar sempre o mesmo conteúdo para toda a base. É preciso levar em conta se as pessoas estão na fase de descoberta, consideração ou decisão.

4. Chat online

Outro recurso interessante é o chat online, presente no próprio site da empresa.

Dependendo da solução de chat, ela mostra informações sobre a página que o usuário está visualizando e há quanto tempo ele permanece nela.

Assim, se um visitante estiver na landing page de um produto ou serviço durante alguns minutos, por exemplo, o operador pode decidir mostrar a janela de chat e oferecer ajuda ou alguma informação ao usuário.

Isso faz dessa ferramenta um recurso ideal para o relacionamento com consumidores no topo do funil, que ainda estão conhecendo a sua marca.

É possível tirar todas as suas dúvidas e falar mais sobre a empresa, influenciando o visitante a avançar na jornada de compra.

Mas não é só isso!

Essa também é uma maneira ágil de prestar atendimento online.

Em vez de esperar a resposta de um email ou de ligar para uma central, quem já é cliente pode iniciar uma conversa no chat da empresa e receber ajuda diretamente por esse canal.

Vale lembrar que já existem soluções de chat automatizado, conhecidos como chatbots.

São softwares desenvolvidos para interagir com os usuários, sendo que os mais simples funcionam com comandos básicos e os mais complexos são baseados em inteligência artificial e capazes de compreender a linguagem natural.

5. Aplicativos de mensagem

Aplicativos de mensagem instantânea — como Telegram, WhatsApp e Facebook Messenger, canais também chamados de offsite chat — proporcionam uma experiência de interação parecida como o chat.

A grande diferença é que o lead ou o cliente tem a facilidade de se comunicar com a empresa diretamente de um aplicativo que ele está acostumado a utilizar para conversar com seus contatos.

Não é preciso entrar em um site específico e só então iniciar um chat com um operador ou representante de vendas.

Se compararmos esse meio com o SMS, percebemos outras peculiaridades.

Uma vantagem dos apps é que eles têm mais recursos interativos, como mostrar se um contato está online ou não e se ele visualizou suas mensagens.

Por outro lado, uma desvantagem desses aplicativos é que eles dependem de uma conexão com a internet, seja por WiFi ou com um plano de dados móveis.

Por isso, é crucial conhecer bem o seu público. Esse conhecimento vai ajudá-lo a determinar qual é ou quais são os canais de comunicação mais adequados para atingi-lo.

Com isso em mente, você pode usar os aplicativos de mensagens para:

  • dar mais informações sobre seus produtos;
  • receber pedidos de encomendas; e
  • enviar informativos e atualizações, assim como os que citamos na seção sobre SMS.

6. Notificações push

As notificações push são mensagens curtas e precisam da permissão do usuário para recebê-las.

Os casos mais usuais são as enviadas por aplicativos no smartphone e por sites no navegador web.

Por se tratar de um aviso, é muito provável que o usuário visualize a sua mensagem ou, pelo menos, uma parte dela.

Porém, ele decide quando (e se) vai interagir com aquela notificação, abrindo o seu aplicativo ou o seu site para ver mais informações.

É uma forma de demonstrar respeito à decisão do cliente e atingir pessoas qualificadas.

Já que elas autorizaram receber as mensagens da sua empresa, as chances são que realmente estejam interessadas no que você tem a dizer.

É possível trabalhar com notificações push em todas as fases do funil de vendas, mas as utilizadas nos navegadores são particularmente adequadas para potenciais clientes, ainda na fase de descoberta.

Você pode configurar um alerta para perguntar a um visitante que esteja lendo um post no blog da empresa se ele gostaria de receber notificações sobre novos conteúdos.

Basta uma confirmação — não é preciso pedir nenhum dado de contato — e ele já vai poder ver suas mensagens.

Como dissemos, você pode escolher entre diversos canais de comunicação para prestar o melhor atendimento possível aos seus clientes e estabelecer um relacionamento mais próximo com eles.

Mas, mais importante do que determinar em quais desses meios sua organização deve focar, é ter a preocupação de entregar uma boa experiência ao consumidor enquanto ele estiver em contato com a sua marca.

Isso fará toda a diferença, destacando a sua empresa diante dos seus concorrentes e criando excelentes condições para encantar os clientes, de verdade.

Gostou deste post? Então, que tal continuar se informando sobre o tema?

Baixe agora mesmo este manual de boas práticas de atendimento ao cliente!

Manual de boas práticas no atendimento ao cliente

Tutorial de SEO

Tutorial de SEO: otimize seu blog em 7 passos

Search Engine Optimization (SEO) significa otimizar seu conteúdo de modo que ele apareça mais facilmente nas buscas feitas por usuários.

Ao usar esse recurso corretamente, seu site aparece com maior facilidade para quem interessa: o possível cliente.

Ao mesmo tempo, é necessário buscar práticas otimizadas. Com a concorrência querendo posições nos buscadores, seu blog deve estar preparado para consolidar um ótimo efeito.

A boa notícia é que conquistar os resultados desejados não é uma tarefa difícil. Agindo estrategicamente, você sairá à frente dos demais e poderá obter todas as vantagens desse recurso.

Pensando nisso, preparamos um tutorial de SEO para deixar o seu blog matador e cada vez mais alto nos resultados. Não perca essas dicas e descubra o que fazer!

Os benefícios de uma atuação otimizada de SEO

O SEO é, acima de tudo, uma ferramenta que pode ajudar o seu negócio a deslanchar na internet.

Associando-o a uma boa estratégia de produção e divulgação de conteúdo, os resultados são muito satisfatórios.

Reconhecer os benefícios, portanto, é uma forma de entender o que você perde ao não seguir um bom tutorial de SEO para garantir a otimização.

Em geral, as principais vantagens de utilizar uma estratégia como essa são:

Conquista de posições melhores nos buscadores

Entre as empresas ouvidas no SEO Trends 2017, em quase 80% delas um dos principais resultados obtidos com SEO foi o crescimento do tráfego orgânico.

Esse efeito tem um motivo principal: com uma boa estratégia, o seu site ganha posições entre as buscas de determinadas palavras-chave.

Como resultado, aumenta-se a visibilidade e o alcance da marca, gerando um número maior de visitas para determinado conteúdo.

Além disso, essa questão tem a ver com o comportamento do usuário. Sozinha, a 1ª posição do Google recebe quase 30% dos cliques de uma pesquisa.

Com isso, ocupar posições melhores e mais altas significa ampliar as chances de receber uma visita.

O resultado, portanto, é que o seu endereço passa a atrair um fluxo maior de pessoas quando o SEO é feito corretamente.

Maior qualificação do tráfego

Tão importante quanto chamar o usuário para o seu blog é garantir que ele esteja interessado no que você tem a oferecer.

O tráfego qualificado é formado pelos usuários que já têm algum conhecimento sobre o que o seu negócio aborda. Por causa disso, estão mais próximos de se tornarem clientes.

Com o SEO bem-feito, é possível conquistar exatamente essas pessoas. Ao aparecer em posições elevadas em resultados de pesquisas específicas, o seu site se torna a resposta para a dúvida do usuário.

Para ficar claro, imagine uma loja que vende móveis. Como parte da estratégia de SEO, ela possui conteúdos do tipo “como escolher o melhor sofá para sala”.

Com um bom ranqueamento, ela conseguirá atrair quem já está pensando em comprar esse item, aumentando a qualificação do tráfego.

Fortalecimento da autoridade de mercado

Um dos objetivos e dos benefícios do marketing de conteúdo é construir e fortalecer a autoridade da marca.

Ao oferecer, com qualidade, o conhecimento e as respostas de que o público necessita, o negócio se torna uma autoridade no assunto.

Porém, não adianta ter uma ótima produção se ela não chega a quem é de interesse, certo? Afinal, as pessoas precisam ter acesso ao conteúdo para que ele seja, de fato, relevante.

O SEO é o responsável por fazer essa ponte. Ele ajuda a aumentar a exposição dos conteúdos, ampliando as chances de que eles recebam visitas.

Com isso, mais gente poderá ter acesso ao que o seu empreendimento diz, contribuindo para a construção de um público sólido e uma autoridade ainda maior.

Aumento das oportunidades de negócio

Fazer com que os usuários cheguem ao seu blog tem um objetivo principal: convertê-los em clientes.

Em parte, isso tem a ver com o fato que 81% dos compradores atuais realizam pesquisas online antes de fazer a aquisição. Ou seja, as pessoas estão procurando, e a sua empresa deve estar entre os resultados se quiser vender.

Essa tarefa, é claro, não é imediata e é preciso passar por fases como a geração de leads, uso do funil de vendas e assim por diante. O resultado desejado é a conquista da venda.

Com um SEO otimizado, isso é possível. Mais usuários chegam ao seu site e, com isso, criam um relacionamento de consumo de conteúdo, por exemplo. Ou, então, deparam-se com uma landing page e convertem na oferta.

Tendo um número maior de visitantes, portanto, há maiores oportunidades para serem trabalhadas de várias formas. Com isso, também aumentam as chances de ampliar as vendas.

Ampliação do retorno sobre investimento

O fato é que, ao seguir um tutorial de SEO, é possível alavancar uma métrica fundamental: o retorno sobre investimento (ROI).

Ao aumentar o alcance da marca e ao indexar mais palavras-chave, amplia a autoridade. Com isso, a marca fica conhecida — ou seja, há um aumento do brand awareness — e vender fica menos complexo.

Além disso, o SEO ajuda na geração de leads e no trabalho de conversão do time comercial. De fato, os leads da pesquisa orgânica têm uma taxa de fechamento de venda de quase 15%. Em comparação, a taxa de ações outbound é de apenas 1,7%.

Ao vender mais e gastar menos para isso, a empresa maximiza o retorno do investimento em marketing digital e gera melhores possibilidades de negócio.

Os 7 passos de tutorial de SEO para otimizar seu blog

Para conquistar todos esses resultados, o SEO precisa ser otimizado. Com mais de 100 bilhões de buscas por mês somente no Google, saber como se destacar é mais importante do que nunca.

Em constante aprimoramento, os algoritmos consideram centenas de fatores. Porém, alguns são mais importantes do que outros, e reconhecê-los é o que permite a conquista dos resultados desejados.

Para acertar, siga nossa checklist de tutorial de SEO e coloque as ações certas em prática.

Confira o que fazer para melhorar a atuação:

1. Otimize as URLs

A URL ou endereço de uma página é um elemento importante tanto para o buscador quanto para o usuário.

Ela dá uma ideia do que existe naquela página e antecipa o assunto antes mesmo que a visita seja realizada.

Para entender melhor, considere essas 2 URLs:

  • www.marketingdeconteudo.com/?p=56981
  • www.marketingdeconteudo.com/tutorial-seo

Qual das 2 é mais fácil de ler e de prever o conteúdo existente?

A sua resposta, provavelmente, foi a 2ª. E, por isso, é tão importante realizar a otimização.

O ideal é que ela conte com a palavra-chave, ajudando no ranqueamento e na compreensão. Ao mesmo tempo, o ideal é deixá-la tão curta quanto possível.

Evite palavras e elementos de ligação e tente concentrar o assunto na menor estrutura viável. Assim, você criará URLs otimizadas tanto para o usuário quanto para os algoritmos dos mecanismos de busca.

Para entender ainda mais o que fazer nesse sentido, conheça nosso artigo com as melhores práticas de estruturação de URLs e veja como aplicá-las.

2. Elabore as metadescrições corretamente

Uma metadescrição é um pequeno texto que aparece abaixo do título da página nos resultados da busca.

Ela serve como um resumo do que o usuário encontrará ao clicar naquele link, funcionando como um elemento de atração.

Já que esse item pode definir se alguém visitará ou não o seu site, é importante que ele seja elaborado corretamente.

Para atender a um tutorial de SEO otimizado, acrescente a palavra-chave nessa área, de modo a aumentar a relevância.

Porém, não deixe de criar uma chamada criativa e persuasiva. Use palavras de impacto de modo a compelir o usuário a clicar na página.

Outra recomendação é manter o tamanho dentro de parâmetros ideais. O recomendado é que tenha no mínimo 120 caracteres e, no máximo, 156.

Dessa forma, ficará visível, sem textos cortados abruptamente e mantendo o máximo de resultados.

3. Escolha as palavras-chave corretamente

As palavras-chave estão entre os pontos mais importantes de um SEO otimizado. Como são os menores elementos que definem um assunto, elas são utilizadas nas buscas por usuários.

Alguém que deseja adquirir um novo tênis para correr, por exemplo, provavelmente buscará por “comprar tênis para corrida”.

Agora imagine um negócio que oferece um artigo bem ranqueado com a palavra-chave “onde comprar tênis para corrida”. Possivelmente, ele receberá a atenção de boa parte dos usuários que fazem a pesquisa.

Para obter bons resultados, esses elementos precisam ser encontrados corretamente, como com ajuda de planejadores específicos.

Em vez de priorizar as muito curtas e genéricas (chamadas de short tail keywords), dê preferência para as conhecidas como cauda longa (long tail keywords).

Elas, normalmente, contêm mais de 3 palavras e trazem uma abordagem aprofundada sobre o tema.

Embora isso diminua o volume de pesquisas, é uma forma de aumentar o tráfego qualificado e as chances de conversão.

4. Utilize as palavras-chave nos conteúdos publicados

Porém, não adianta selecionar os assuntos corretamente se eles não forem aproveitados adequadamente.

Nesse sentido, é fundamental usar as palavras-chave nos conteúdos que você publicar — especificamente, os blog posts.

Por convenção, o ideal é usar a palavra-chave selecionada, pelo menos, na introdução, na conclusão e 1 vez durante o conteúdo.

Se possível, aplicá-la em um dos intertítulos aumenta a relevância do conteúdo, especialmente se for no 1º.

Porém, fique atento a nossa dica: não use a palavra-chave em excesso (o chamado keyword stuffing). Simplesmente acrescentá-la para aumentar a sua densidade é uma prática ruim e penalizada pelo Google.

Em vez disso, dê preferência para acrescentar sinônimos e variações relevantes do tema. Como os mecanismos têm se tornado cada vez mais semânticos, a sua produção ganhará relevância e destaque.

5. Retire conteúdos duplicados

Por falar em penalidades, o plágio é um dos maiores problemas quando se fala em SEO. Se o mecanismo de busca entender que um conteúdo é a cópia de outro mais antigo, dará uma punição de não indexação.

O grande desafio, entretanto, é que pode acontecer uma situação de autoplágio. Vários endereços do seu blog podem direcionar para uma mesma página, dando a ideia de que são conteúdos diversos.

Com a análise por parte do algoritmo, ele entenderá que são conteúdos que deveriam ser diferentes e identificará o conteúdo duplicado.

Para evitar a penalização, você deve retirar os conteúdos, o que pode ser feito por meio das chamadas tags canônicas.

Ao usar o atributo, você apontará para o buscador qual é a página principal a ser indexada. Assim, ele desconsiderará as demais, evitando a duplicação e as punições decorrentes.

Também é vantajoso utilizar estratégias como tags nofollow, apontando que o algoritmo não deve seguir um determinado link.

6. Adapte para o ambiente mobile

Em 2017, o número de usuários mobile no mundo chegará a mais de 4,7 bilhões. Para 2019, a expectativa é que sejam mais de 5 bilhões. Com a chegada da internet das coisas, a tendência é que aumente o número de pessoas que utilizam recursos móveis.

Quanto aos negócios, em 2015 metade dos usuários de smartphone descobriu uma nova empresa por meio de uma pesquisa.

Esses 2 fatos demonstram que o mobile está cada vez mais presente e que ele ajudará, progressivamente, os compradores a encontrarem aquilo que precisam.

Sabendo disso, o Google passou a priorizar os sites que possuem uma versão mobile ou responsiva. Portanto, é importante que o seu site tenha um design capaz de se adaptar a qualquer tela.

Porém, é preciso ir além. Como é 108% mais difícil ler um conteúdo estando via mobile, deve-se priorizar a escaneabilidade.

Frases e parágrafos curtos, espaços em branco e imagens vêm a calhar para facilitar o acesso à informação.

Tudo isso contribui para uma experiência de usuário otimizada, levando a um melhor resultado de SEO.

7. Tenha uma estratégia de link building

Para determinar se o seu site é útil e atende aos interesses de quem pesquisa, o algoritmo considera vários fatores. Entre eles, estão a confiabilidade do conteúdo e o tempo de permanência no site.

Esses 2 elementos são muito favorecidos por uma boa estratégia de link building, ou seja, acrescentar links ao conteúdo.

Ao referenciar páginas externas de qualidade e autoridade, o buscador compreende que você está oferecendo informação útil para os usuários.

Já ao fazer link building internamente de forma adequada, é provável que as pessoas passem mais tempo consumindo outros conteúdos.

Com isso, o algoritmo entende que a sua página tem qualidade e oferece posições melhoradas.

Além de apostar nessas 2 possibilidades, não desconsidere o poder do guest blogging. Com bons parceiros, é possível aumentar o alcance de público e conseguir links de um domínio com boa reputação.

Assim, o algoritmo lê o seu site de uma forma otimizada, o que leva a um melhor resultado de ranqueamento.

Ao seguir esse tutorial de SEO, seu blog se tornará otimizado e relevante para os mecanismos de busca. Com isso, a tendência é a conquista de resultados cada vez melhores, de modo a gerar um retorno continuamente positivo para a sua atuação.

Para que nenhuma estratégia gere o efeito contrário, aproveite e conheça as penalizações do Google e como evitá-las!