Otavio Andrade

Especialista em Inbound Marketing e Inside Sales na Rock Content.

Desenvolve novas parcerias com foco em marketing e vendas e colabora consultivamente com o crescimento dos parceiros. Trabalhou em grandes empresas como GE, Vale, Camargo Corrêa e FIAT em áreas financeiras e de desenvolvimento de negócios, criando projetos com visão 360º da empresa.
38 publicações feitas.



Como contratar bons vendedores para a sua equipe de Inside Sales?

Se você trabalha com vendas de qualquer tipo, é bem capaz que tenha que se deparar com frequência com a análise de currículos, realização de dinâmicas e contratação de vendedores.

Até mesmo administradores experientes ainda sofrem com algumas dúvidas quando o assunto é Inside Sales. Afinal, como garantir que o time de vendedores está completamente alinhado e pode trazer os melhores resultados possíveis?

O segredo para a composição de uma equipe acima da média está ainda na contratação do pessoal: levar um tempo a mais analisando o perfil de cada colaborador para saber com o que realmente ele pode contribuir para o quadro geral pode ser o que falta para que você bata metas e continue crescendo.

Quer entender melhor o que deve ser considerado e como contratar um vendedor Inside Sales? Siga a leitura e descubra como funciona o modelo, quais características devem ser buscadas e como escolher o colaborador perfeito para a sua instituição!

O modelo de vendas Inside Sales

O modelo de vendas Inside Sales tira os vendedores do “campo de batalha” e traz todos para as instalações físicas da instituição.

A ideia é que eles vendam o produto ou serviço por meios que não os presenciais (online ou por telefone), ganhando tempo para fazer investidas mais certeiras e convencer um maior número de clientes em potencial.

Com isso, os vendedores não precisam enfrentar a correria do trânsito do dia a dia e se atrasar para reuniões e acabam não criando situações desfavoráveis para que a venda seja concluída, aproveitando um maior número de oportunidades — tudo bem pertinho do empregador.

Entretanto, não pense que só porque os vendedores não estão batendo de porta em porta e estão fazendo suas tarefas de dentro das instalações da empresa eles estão mais livres e desimpedidos.

Ao contrário do que pode parecer, para que o modelo funcione bem, os processos devem estar  muito bem estruturados para que o fluxo do trabalho não acabe afogando ninguém.

Inside Sales para Iniciantes

Como o Inside Sales pede um estilo de vendas mais consultivo

Ao se falar em vendas remotas (ou de dentro da empresa), a maioria das pessoas já imagina uma central de telemarketing e está pronta para descartar o modelo.

Na realidade, porém, as duas coisas são bastante diferentes: no Inside Sales, não há um script a ser seguido e o vendedor não procura “empurrar” seu produto para quem está do outro lado da linha.

Ele pede um estilo de vendas bem mais consultivo que agressivo, já que os representantes do negócio são treinados (e comissionados) para oferecer soluções personalizadas que acabem de vez com as dores dos clientes, preocupando-se menos como volume das interações realizadas e mais com sua qualidade.

Assim, tal como um médico, o vendedor neste caso deve ser capaz de entender todos os sintomas de dos clientes e receitar algo que, além de ser financeiramente interessante, dará a ele a “cura” para seus problemas.

Como identificar o perfil do funcionário ideal para o seu negócio

Uma boa maneira de encontrar as características que são desejáveis nos colaboradores que comporão o time de vendas é criar uma lista das tarefas que eles irão desempenhar a partir das etapas do processo de vendas do negócio.

Um funcionário responsável por inserir informações no CRM, sistema de gestão do relacionamento com o cliente, por exemplo, deve ser organizado.

Aquele responsável por filtrar informações, deve ser crítico. O colaborador que precisa vender uma ideia e explicar informações técnicas deve ser detalhista, e por aí vai.

Identificadas as qualidades necessárias para o desempenho das tarefas, vale divulgar exatamente aquilo que a vaga exige: assim você já deixa claro o que será necessário para a contratação e elimina pessoas que estejam fora daquele perfil

O que buscar ao formar uma equipe de vendedores Inside Sales

Não existe um perfil único de vendedor que seja capaz de atender às expectativas de instituições de todos os formatos e tamanhos: cada modelo de empreendimento possui necessidades especiais e deve buscar nos profissionais qualidades que sejam úteis no desenvolvimento de suas atividades.

Pensemos em uma empresa de marketing de médio porte, assim, que deseje ampliar suas atividades e aumentar o número de vendedores Inside Sales em seu quadro de funcionários.

Neste cenário, seria interessante entrevistar pessoas com perfis de comportamento diversos e fazer dinâmicas simulando dificuldades que encontrariam em seu cotidiano na companhia, para que se possa compreender como elas encaram os desafios colocados em seu caminho.

O ideal, em tese, é que os vendedores contratados tenham um perfil comunicativo e saibam lidar com as pressões da profissão sem perder o foco, já que assim eles podem passar sua mensagem e engajar mais facilmente clientes em potencial com seu alto poder de persuasão.

Logo, mesmo que o profissional com este tipo de perfil nunca tenha vendido nada na vida, talvez valha a pena confiar em seu potencial e apostar que ele irá se dar bem em Inside Sales: desde que esteja disposto a estudar bastante aquilo que irá vender e manter-se constantemente atualizado.

A diferença entre vendedores tradicionais e de Inside Sales

As vendas tradicionais (também chamadas de Outside Sales) são aquelas em que o vendedor vai presencialmente até o cliente oferecer produtos ou serviços, podendo contar com ciclos mais longos de fechamento — ou seja, diversas reuniões até o aperto de mão final que fecha a venda.

Já no Inside Sales, a maioria das conversas e negociações são feitas a distância, utilizando as vantagens que a tecnologia proporciona: contatos, telefonemas e ligações por vídeo são feitas para que, enfim, se chegue a um consenso sobre a venda.

Os vendedores tradicionais pensam menos na coordenação entre seu departamento e o de Marketing, já que sua prioridade é fechar o máximo de vendas possíveis seja qual for o deslocamento necessário.

Os dois modelos não são excludentes e coexistem em sintonia até os dias atuais. Entretanto, o contato à distância tem se mostrado cada vez mais vantajoso tanto para vendedores quanto para compradores, já que poupa o dinheiro e tempo gastos em deslocamentos desnecessários.

É claro que muitas empresas ainda precisam daquele aperto de mão que mencionamos para concretizar transações: o que o Inside Sales propõe, porém, é que o encontro pessoal ocorra apenas para que se feche o contrato e colha assinaturas.

Vendedores Inside Sales, assim, precisam atuar como verdadeiros consultores do negócio, conhecendo todas as suas peculiaridades, captando em uma simples conversa os problemas de seu cliente em potencial.

Ele estabelece um paralelo entre marketing e vendas para aumentar a satisfação dos compradores e o alcance de suas estratégias.

Características desejáveis para o vendedor insides sale

Como já explicamos, os funcionários neste modelo de vendas devem ser comunicativos e devem ter alto poder de persuasão. Além disso, existem algumas outras características que também são desejáveis para que se garanta o sucesso da estratégia e contratações que acertem na mosca.

Confira alguma delas.

1. Ter sede de aprendizado

Não ter preguiça de correr atrás de conhecimento é essencial tanto para profissionais que são novos na área quanto para os mais experientes, afinal, o cotidiano do mercado traz sempre novos desafios e exige criatividade do vendedor Inside Sales.

Aprender sobre os processos e produtos da companhia é primordial, já que assim ele demonstra autoridade no assunto para o cliente e consegue mostrar que sua solução fará a diferença para ele.

2. Saber ouvir e aplicar o feedback em suas atividades

Saber lidar com problemas e ser comunicativo é bastante importante, mas não mais que saber ouvir. Lembra quando comparamos os vendedores com médicos? Pois então, eles devem escutar as queixas do clientes para propor uma solução que elimine de vez seus problemas.

É bastante provável que, só por uma boa conversa, o próprio cliente conte ao vendedor suas história, dificuldades e metas a serem alcançadas, de forma que estar atento a tudo isso é extremamente importante.

3. Fazer uma boa gestão do tempo

Uma boa performance está atrelada a uma boa gestão de tempo — e isso é uma máxima para qualquer tipo de atividade: não é só porque o vendedor não vai até o local físico de seus clientes que não deve se preocupar com o tempo que gasta nos afazeres do dia a dia.

É preciso que o colaborador seja organizado e saiba manter sua agenda em dia, programando ligações (inclusive por vídeo), controlando o tempo gasto em cada uma delas e reportando-se aos seus superiores informando o que está fazendo durante a jornada de trabalho.

4. Ser curioso

Existem clientes que não gostam de abrir o jogo e dizer exatamente o que precisam, sendo essencial que o profissional saiba exatamente o que perguntar para conseguir fechar negócio.

Ser curioso, assim, pode ser a melhor maneira de ajudar alguém: o vendedor deve saber o que e quando perguntar, de forma que tudo se complemente e faça sentido.

Agora que você já entendeu como contratar um vendedor Inside Sales e já está pronto para fazer uma seleção de qualidade para o seu negócio, que tal aprender a utilizar estratégias de Marketing e Vendas de alta performance para impulsionar os resultados da sua empresa? Nos vemos no próximo post!

Marketing e vendas de alta performance ebook

Custo por lead

Custo por lead: como devo precificar?

Todo negócio de sucesso dá atenção especial ao controle da entrada e saída de valores, medindo de perto os gastos com todos os seus processos, etapa por etapa.

Especialmente no que diz respeito a gastos com marketing, é importante que o valor seja o suficiente para de fato atrair a maior quantidade possível de leads, mas não tão caro a ponto de impactar as atividades da companhia.

O custo por lead, por exemplo, é algo que varia muito de empresa para empresa e, se mal calculado, abala qualquer instituição logo em sua estrutura: os valores envolvidos na conversão devem ser gerenciados para que não haja erros na precificação de serviços e produtos e, consequentemente, prejuízos de qualquer tipo.

Mais do que afetar a saúde financeira do negócio, o custo por lead é capaz de determinar se uma ação ou campanha está seguindo o caminho correto e produzindo os resultados esperados, ou se deve ser modificada para que tenha um alcance maior.

Mas, afinal, você realmente sabe como calcular um lead? No post de hoje ensinamos você a descobrir quanto vale cada lead gerado em sua estratégia inbound, bem como o que este conhecimento pode alterar na realidade da sua instituição e qual métricas neste sentido podem contribuir para uma boa gestão. Siga a leitura e entenda.

O que é custo por lead?

Ao criar um planejamento para o marketing de seu negócio, uma das primeiras atitudes tomadas pelo administrador é estipular um orçamento, certo? Ele representa o valor máximo que podem ter os investimentos realizados para atrair mais clientes para seu negócio (e potencialmente fechar um maior número de vendas) .

Imagine que o você tenha gasto 100 mil reais de seu orçamento de marketing desde o planejamento até a finalização de uma campanha e que, durante este período, você conseguiu atrair a atenção de 20 mil pessoas (clientes em potencial), que mostraram-se interessadas no seu produto.

O custo por lead (CPL) é justamente a divisão entre o valor gasto em sua campanha e o número de pessoas que efetivamente mostraram-se interessadas no seu produto, ainda que você não tenha fechado contrato com elas (ou seja, convertido seus leads). Neste caso hipotético, ele é 5 reais.

kit de geração de leads

Como o conhecimento do custo por lead pode aumentar a performance do negócio?

O CPL é o responsável por mostrar se a estratégia de um negócio está sendo financeiramente interessante ou se, por outro lado, deve ser completamente modificada, auxiliando na verificação de processo em um estágio tão inicial da venda como a captação de clientes.

Ter um controle pleno das finanças do negócio garante que ele continue crescendo – e conhecer o preço por lead em especial permite que o administrador entenda se os gastos em marketing estão valendo a pena ou não.

Ao se compreender qual solução permite que se gere mais leads a um custo mais reduzido, é possível decidir com propriedade onde os recursos da empresa devem ser alocados.

Assim, se certas ofertas de conteúdo são mais eficazes para converter leads, será possível produzir conteúdos que sigam a mesma linha, ao passo que ofertas que acabam convertendo menos podem ganhar atenção menor.

Como calcular o custo por lead?

Calcular o CPL é bastante simples. Em termos matemáticos, basta aplicar a fórmula:

  • CPL = Investimento de Marketing  / Número de Leads

Uma vez que as estratégias mais utilizadas pelas empresas de tecnologia para a geração de leads são posts em redes sociais (86,7%), envio de email marketing (82,7%), posts em blog (77,6%) e compra de mídia (64,3%), os gastos com criação e manutenção de sites, conteúdo, sofwtares de gestão e inbound marketing, Google Adwords, Facebook Ads e custos semelhantes também devem entrar na conta, compondo o investimento de marketing.

​Para clarear as coisas, vamos ver mais um exemplo prático de aplicação do CPL: imagine que sua empresa criou uma nova estratégia de inbound marketing e, para desenvolvê-la e aplicá-la, investiu o valor de 3 mil reais, tendo um retorno total de 2.190 cliques na landing page feita para a ação.

Para além disso, imagine que esta landing page tenha gerado um total de 328 leads. O custo do lead, neste caso, pode ser calculado da seguinte forma:

  • CPL = 3.000 (Investimento de Marketing) / 328 (Número de Leads)
  • CPL – Aproximadamente R$9,15.

Vale mencionar que, segundo estudos da Martech, o CPL é 3 vezes mais barato para empresas que usam o modelo de prospecção inbound, sendo que cerca de 82% dos participantes responderam que não sabiam quanto estava esse valor em seus negócios.

​É claro que, inicialmente, o custo por lead não pode ser o único fator a ditar o sucesso de uma estratégia de marketing: inicialmente, identificar quantos leads são necessários para que haja conversões é essencial, para que depois se passe para precificações de margem de lucro e teto que pode ser pago por cada lead.

Quais outras métricas trabalham em conjunto com o CPL?

O gestor deve acompanhar várias métricas para garantir que seu negócio está crescendo de maneira saudável e também para que possa gerenciar a eficácia de seus investimentos. Entenda o que mais pode ser levando em consideração neste sentido:

Custo por Clique

O custo pro clique (CPC) mede em especial o custo médio do clique obtido a partir de campanhas que utilizam links patrocinados em redes sociais (como Facebook e Instagram), no Google e em outras ações de marketing, e pode ser calculado a partir da seguinte fórmula:

  • CPC = Valor do Investimento / Número de Cliques

Lead por Venda

O lead por venda (LPV) permite que se verifique a quantidade de leads necessários para que uma conversão ocorra e se gere uma venda para a empresa. Representa outra maneira de se acompanhar a eficácia da campanha e o quão boa em captar clientes ela é. Pode ser encontrado a partir da seguinte fórmula:

  • LPV = Número de Leads / Número de Vendas

Custo por Venda

O custo por venda (CPV) de cada ação de marketing nada mais é que a junção do custo por lead e o lead por venda (ignorando-se valores de produção, equipe de vendas e manutenções). É dado pela fórmula:

  • CPV = Custo Por Lead (CPL) x Lead Por Venda (LPV)

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Quanto cada novo cliente custa para o negócio?

Seguindo as métricas que listamos, o gestor pode criar um processo de vendas controlado e de alta performance, realizando os ajustes que se fizerem necessários durante o curso da campanha para que as vendas se efetivem.

Isto porque um grande número de instituições são bastante eficientes no momento de gerar audiência, mas muito fracos no momento de realmente fechar as vendas, enquanto tantos outros sofrem justamente com o contrário, fechando negócios, mas não obtendo um nível aceitável de leads.

Com a construção de uma estratégia sólida de mensuração de Inbound Marketing, atrair e fidelizar clientestorna-se um processo cada vez mais escalável e repetível, possibilitando que a companhia saiba exatamente quanto precisa para trazer novos clientes para seu bojo e possa continuar fazendo este cálculo enquanto estiver em pleno funcionamento.

Vale lembrar que, segundo pesquisas, técnicas de inbound marketing que levam em conta mídias sociais, blog e SEO geralmente trazem para as companhias um CPL cerca de 61% menor que leads gerados por métodos tradicionais. Medir e comparar este valor com o passar do tempo pode ser um método eficaz para que o marketing digital ganhe mais espaço dentro das empresas.

Logo, além de possibilitar que se encontre os números em cada etapa do processo, calcular o custo por lead permite ainda que se visualize onde trabalhar para alavancar vendas e conseguir uma performance cada vez melhor.

É preciso ter métricas semelhantes para cada etapa do funil de vendas?

Sim, é essencial que todo gestor acompanhe bem de perto as métricas envolvidas em todas as etapas do funil de vendas, e não apenas na geração de leads.

Nós já apresentamos alguns conceitos importantes (CPC, LPV, CPV), mas apenas a realidade do negócio é capaz de indicar o que é interessante de ser seguido.

É com base nessas métricas, ainda que o gestor poderá acompanhar o retorno sobre investimento (ROI) de sua estratégia, sendo capaz de determinar se de fato o investimento feito no negócio trouxe o retorno esperado ou se está consumindo ativos da empresa – já que, segundo dados da HubSpot72% das organizações que calculam ROI dizem que sua estratégia de marketing é eficaz.

Para além de se atrair e converter o cliente, é preciso fidelizá-lo e mantê-lo ao seu lado o máximo possível. Assim, torna-se interessante também descobrir o Lifetime Value (LTV) de seu cliente e apostar na geração de conteúdo para o seu público a fim não perdê-lo nunca mais.

​A conclusão financeira quanto deve levar em conta os canais utilizados e suas características, bem como ocorrer apenas após o ciclo completo da campanha (desde a geração de leads até a conversão do cliente).

Agora que você já entendeu como calcular o custo por lead e sabe a importância de se acompanhar métricas ligadas ao CPL, que tal saber se a sua estratégia de marketing de conteúdo está performando bem? Nos vemos no próximo post!

Métricas de vendas e Marketing

LTV: o que é e como calcular o Lifetime Value da sua empresa

Qual é o valor de um cliente?

À 1ª vista, essa pergunta pode parecer impossível de responder.

Afinal, nenhum negócio sobrevive sem clientes, e só quem é empreendedor sabe o esforço necessário para conseguir cada um deles.

Porém, as ferramentas digitais mudaram a forma com se faz negócios, e um dos motivos é a possibilidade de medir quase tudo em uma estratégia de marketing e vendas.

Entre os elementos que você pode (e deve) conhecer bem, está o lifetime value — que responde a pergunta que abriu este post.

Na prática, essa métrica pode ensinar muito sobre vários aspectos da empresa e ajudar você a se organizar melhor para garantir um futuro saudável para o seu empreendimento.

Quer saber mais sobre lifetime value e como usar esse indicador no dia a dia para tomar decisões melhores? Então vamos lá!

O que é lifetime value?

A tradução do termo inglês “lifetime value” ou LVT é “valor vitalício” e pode ser facilmente entendida quando a colocamos no contexto certo. Essa métrica estima o lucro líquido da vida de um cliente dentro da empresa.

O valor vitalício de um cliente é quanto dinheiro ele vai dar à sua empresa por todo o tempo em que comprar de você.

Como assim?

Vamos dar um exemplo para ficar mais fácil de entender:

Pense que um dos seus clientes fez 4 compras ao longo de 2 anos, e depois nunca mais comprou nada.

Cada compra teve um valor diferente:

  • a 1ª teve o valor de R$ 25,00;
  • a 2ª, de R$ 100,00;
  • a 3ª, de R$ 120,00; e
  • a última, de R$ 80,00.

Assim, você poderia dizer que o lifetime value (ou LTV) dessa pessoa foi de R$ 325,00, que é a soma total dos valores gastos por ela durante todo o período que foi cliente.

Naturalmente, a ideia desse indicador não é fazer uma conta separada para cada cliente.

Isso seria demorado e pouco eficiente.

O objetivo é analisar todos os clientes, de forma geral, e encontrar a média de valor gasto e tempo de permanência.

A partir disso é que os ajustes serão feitos, tanto para aumentar o valor quanto para fazer com que os clientes fiquem por mais tempo antes de deixar seu produto ou serviço em busca de outra coisa.

Por que esse indicador é essencial para a saúde do seu negócio?

Não é preciso pensar muito para entender como o LTV é essencial para a saúde de uma empresa.

Saber com precisão quanto dinheiro, em média, os clientes gastam e por quanto tempo eles usam o seu produto ou serviço pode ajudar a:

  • definir o orçamento máximo de marketing para não gastar demais com aquisição e perder dinheiro no longo prazo;
  • saber quanto de receita pode esperar para os meses à frente, baseado no histórico de vendas e no LTV;
  • encontrar falhas específicas que levam os clientes a desistir do serviço muito cedo; e
  • encontrar oportunidades mal aproveitadas para melhorar a aquisição e a retenção.

Em outras palavras, calcular e acompanhar o lifetime value é fundamental para lançar luz sobre algumas das decisões mais importantes de gestão e marketing que você precisa tomar.

Como calcular o lifetime value sem complicação?

Você já deve ter percebido, pelo exemplo acima, que não é complicado calcular o lifetime value dos seus clientes.

Porém, para facilitar, existe uma fórmula básica para que ninguém erre na hora de fazer essa conta.

É só seguir o seguinte modelo:

LTV = (ticket médio × média de compras por cliente a cada ano) × média de tempo de relacionamento

Vamos colocar alguns dados reais para ficar mais fácil enxergar a conta.

Vamos supor que o valor gasto, em média, pelos seus clientes todo mês seja de R$ 400,00.

O valor é pago por mês, então a média de transações por cliente todo ano será 12 (1 por mês).

Por fim, digamos que o tempo médio de relacionamento (desde a compra até o cancelamento) seja de 3 anos.

A fórmula, com esses números, deixaria o cálculo assim:

LTV = 400 (ticket médio) x 12 (número de compras ao ano) x 3 (tempo de duração do contrato)

LTV = (R$ 400,00 × 12) × 3

LTV = R$ 4,8 mil × 3

LTV = R$ 14,4 mil

Nesse caso, o lifetime value dos seus clientes seria de R$ 14,4 mil.

Esse seria o valor total investido por um cliente na sua empresa.

Se o tempo de permanência for menor do que 1 ano, é só multiplicar o ticket médio pelo número de compras total.

Por exemplo:

Se o tempo de contrato aqui fosse de 10 meses, a conta seria apenas:

LTV = R$ 400,00 × 10

LTV = R$ 4 mil

Quais indicadores são importantes para o lifetime value?

O LTV é um indicador poderoso, mas, como qualquer métrica, tem que ser analisado dentro de um contexto.

Isso significa comparar os dados coletados com outras métricas relevantes.

Essa comparação ajuda a completar o quebra-cabeça que mostra a situação real e completa do seu negócio, ou seja, mostra o que está funcionando bem e o que precisa de maior atenção para melhorar.

Veja algumas das métricas mais importantes para avaliar junto como o lifetime value:

Churn rate (taxa de abandono)

O churn rate mede quantas pessoas cancelam seu produto ou serviço a cada mês.

Quanto mais alto esse indicador, pior será o seu LTV.

Por isso, é importante avaliar o churn de forma isolada.

Isso vai ajudar você a perceber se o índice de abandono está alto demais e encontrar formas de aumentar a satisfação e a retenção dos clientes.

Custo de aquisição de cliente (CAC)

O custo de aquisição talvez seja a métrica mais importante de comparar com o LTV, pois indica quanto a sua equipe de marketing e vendas gasta para fechar cada venda.

Se o valor do seu CAC (que geralmente é gasto antes da venda acontecer) for muito próximo ou até maior que o seu lifetime value (valor que será recebido no decorrer de anos), a saúde financeira do negócio está em sério perigo.

Por isso, a regra é sempre manter o CAC bem mais baixo do que o LTV.

Ticket médio

O ticket médio também é levado em conta para determinar o seu LTV.

Assim, avaliá-lo de forma isolada é de grande ajuda para encontrar oportunidades de aumentar o valor recebido da base de clientes.

Conforme esse valor sobe, o lifetime value também aumenta, o que é muito bom para todo o negócio.

Como aumentar o LTV do seu negócio?

O objetivo é sempre fazer com que os clientes fiquem com você o maior tempo possível e que o valor investido por eles aumente com o tempo.

Como completar essa missão dupla?

Uma coisa é certa:

Não existem atalhos, apenas técnicas e boas práticas que você precisa seguir.

Quanto antes começar a usá-las, mais rápido verá o retorno.

Se você realizar as 4 ações abaixo, vai se dar muito bem com o LTV e com as outras métricas que listamos acima:

Invista em marketing de conteúdo

O marketing de conteúdo, quando bem executado, tem o poder de atrair muitos clientes para o seu negócio, não importa qual seja o tamanho ou o segmento de mercado em que você atua.

Há muito envolvido em uma estratégia de conteúdo, como a criação de um blog e investimento em SEO.

O mais importante, porém, é se planejar bem, executar com precisão e ter paciência.

marketing de conteudo primeiros passos

Leve a fidelização de clientes a sério

A fidelização de clientes é um esforço contínuo, o qual tem que estar na cultura da empresa.

Se os clientes não forem prioridade de todos, alguma parte do processo vai deixar claro o descaso — e o churn vai aumentar.

Atendimento de qualidade durante todo o processo comercial e uma estratégia real de pós-venda fazem tanta diferença quanto melhorias no produto ou preços competitivos.

Implemente o Sucesso do Cliente

O Sucesso do Cliente vai além do atendimento, já que requer atenção aos mínimos detalhes para garantir que o cliente sempre tenha os melhores resultados com o que comprou.

Basicamente, o papel do gerente de Sucesso do Cliente é garantir que todo o valor prometido na venda seja entregue, além de prever possíveis problemas e evitá-los antes mesmo que aconteçam.

Fique de olho na transformação digital

A transformação digital trouxe avanços incríveis e continua a se espalhar pelos mais diversos níveis da sociedade.

Fique de olho nas formas que esse fenômeno já mudou e ainda vai mudar o seu ramo de mercado.

Esteja disposto a arriscar e inovar com soluções tecnológicas que vão enriquecer a experiência do cliente e gerar mais valor sem aumentar os custos para ele.

Quem faz isso hoje vai colher os frutos mais à frente.

Como o lifetime value não é apenas um esforço para o presente — mas também para o futuro — essa prática é mais do que válida.

O lifetime value é crucial para a saúde de qualquer empresa, e não é um número difícil de medir.

Não se esqueça de acompanhar esse indicador de forma constante e comparar os dados com outras métricas.

Isso vai te dar a visão ampla tão necessária para conquistar resultados melhores.

Que tal acompanhar as métricas mais importantes de marketing e vendas em uma ferramenta só, completa e simples de usar?

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Busca avançada no Google

É possível encontrar tudo no Google? Aprenda como fazer uma busca avançada no maior buscador do mundo!

Está muito errado quem pensa que encontrar informações no Google se limita em jogar palavras-chave no buscador.

O gigante da tecnologia conta com formas menos conhecidas, porém muito mais caprichadas de pesquisar qualquer coisa que se tenha vontade (qualquer coisa mesmo!).

Dessa forma, o resultado é mais acertado e focado exatamente naquilo que você quer encontrar — acontece menos, por exemplo, a possibilidade de se deparar com resultados de busca que não têm muito a ver com seu objetivo inicial.

Esse mecanismo é chamado por aqui de busca avançada do Google. Quer saber tudo sobre ele e otimizar ainda mais sua rotina de trabalho? Então preste bem atenção no que temos a dizer!

Guia do SEO 2.0

Pesquisa de correspondência ampla

Precisamos antes entender como as pesquisas são feitas na forma usual e mais comum para assim entender sobre o mecanismo de busca avançada do Google: ela é chamada de “pesquisa de correspondência ampla”.

Nesse tipo de pesquisa, o que acontece é o seguinte: imagine que você quer saber mais sobre tênis de corrida com amortecedores.

Ao jogar exatamente a frase no buscador, o Google não vai pesquisar de maneira literal sobre tênis de corrida com amortecedores.

Além desses resultados, que ocasionalmente poderão aparecer em uma frequência maior, alguns resultados variantes também serão mostrados. Veja alguns exemplos:

  • melhores tênis para corrida;
  • tênis de corrida com amortecedores masculinos;
  • tênis de corrida com amortecedores femininos;
  • importância dos amortecedores em tênis;
  • tênis para corrida e tênis para caminhada.

Esses resultados relacionados podem incomodar mais do que deveriam. Se você está com pressa ou precisa exatamente encontrar informações sobre tênis de corrida com amortecedores, perderá certa quantidade de tempo “desviando” de artigos e anúncios que não falam exatamente sobre a dúvida inicial.

A busca avançada do Google

É justamente por isso que a busca avançada do Google é tão importante.

Pense nos casos em que a vontade não é comprar um tênis, porém fazer uma produção acadêmica ou responder perguntas importantes para o trabalho. O stress com a falta de eficiência é ainda maior, assim como o tempo gasto e as possibilidades de cometer deslizes com o resultado encontrado por causa do desvio de informações.

Não existe apenas uma maneira de pesquisar em modo avançado: o Google conta com inúmeras formas de otimizar a pesquisa a partir dos objetivos de quem a faz.

Pensando nos mais diversos cenários, separamos um compilado com as melhores formas de explorar o maior buscador do mundo.

Veja a seguir algumas delas!

Frases específicas

No caso de situações onde a frase é muito grande, o Google te deixa mais sujeito a se confundir com os resultados: exatamente como mostramos no exemplo do tênis.

Se a busca fosse apenas “tênis de corrida”, seria muito mais fácil encontrar resultados mais exatos.

A técnica das frases específicas, então, entra como possibilidade de encontrar resultados acertados nos casos onde existem muitas palavras-chave importantes para a pesquisa.

Para que o Google responda a sua pergunta é muito simples: coloque o termo desejado entre aspas e rapidamente você terá a resposta que procura.

No caso dos tênis, em vez de jogar de forma aleatória o termo, pesquise assim: “Tênis de corrida com amortecedores”. Eu fiz o teste por aqui e os resultados foram realmente muito mais eficientes.

Enquanto no primeiro exemplo os resultados que eu queria encontrar se misturaram com outros relacionados, ao usar as aspas, os primeiros cinco resultados estavam relacionados exatamente à tênis com amortecedores.

Após aqueles resultados, os outros ainda estavam muito relacionados ao tópico, mesmo que de forma menos literal.

Tipos de documento

Este tipo de pesquisa ajuda muito a quem busca exatamente por um tipo específico de documento, mas não quer passar horas clicando em todos os links até encontrar o que precisa.

Antes da busca propriamente dita, digite “filetype:” ou “ext:”, como no exemplo:

filetype:pdf Karl Marx – O Capital

Isso pode ser feito com todo e qualquer outro tipo de documento. É possível, também, mesclar as táticas: se o título do artigo for muito grande ou específico, use as aspas entre o nome.

Sites relacionados

Encontrou um site muito legal e quer descobrir outros que também falem sobre aquele assunto? Ou quer descobrir se aquele site está presente de outras formas na internet? É possível fazer isso no Google!

É só digitar related: e, após o código, inserir o site de preferência. Por exemplo:

related:www.vice.com

Fazendo a pesquisa, pude encontrar outros sites da própria Vice, além de alguns que trabalham com assuntos relacionados ao abordado por ela.

O related não funciona apenas com sites. Também é possível pesquisar por termos e encontrar outros sites que falam sobre algum assunto do seu interesse.

Termos dentro do corpo do texto

Esqueça o título do artigo: com essa pesquisa, não importa o tema principal do site, o Google fará uma pesquisa focada na parte de “dentro” do conteúdo.

Para isso, digite intext: e, após os dois pontos, digite as palavras-chave, como no exemplo a seguir:

intext: seo para iniciantes

Excluir uma palavra do termo pesquisado

Pense que, hoje em dia, uma palavra, seja ela de qual língua for, pode ter inúmeros significados.

Veja um exemplo muito comum ao explicar este tópico aqui na internet: a palavra “lead”. Ela tem dois grandes significados que podem atrapalhar a busca de uma pessoa, dependendo do seu objetivo principal.

Nós, do marketing digital, temos um significado específico de lead. No jornalismo, porém, lead significa algo como as informações principais de uma notícia, tudo que deve ser acrescentado no início da peça jornalística para que, dessa forma, o leitor seja bem informado.

No caso de um marketeiro que quer conhecer mais sobre o “nosso lead”, é só pesquisar assim:

lead -jornalismo

Colocando o sinal de menos ao lado da palavra que você quer excluir da pesquisa, o Google vai trabalhar para excluir o termo ou tudo que tenha relação com a palavra-chave indesejada. Muito legal, não é mesmo?

Termos esquecidos

Quer lembrar daquele artigo super legal que você leu no passado, mas não lembra exatamente o nome dele?

Por mais que o Google tenha uma inteligência muito avançada a respeito de palavras-chave soltas e consiga encontrar com certa facilidade alguns conteúdos quando palavras são “jogadas”, é possível ter chances altas de acertar mais rápido.

Veja só este exemplo: pense no título deste artigo que você está lendo aqui e agora. O título é grande e específico, e você só se lembra de alguns termos. Dá para fazer o seguinte:

google busca avançada tudo.

Existem altas chances do Google entender que você quer encontrar o nosso artigo, porém a tarefa fica mais difícil caso existam muitos outros conteúdos sobre o assunto. Faça, então, a busca avançada:

* como fazer uma busca avançada no * do mundo.

Dessa forma, o Google vai procurar as palavras que poderiam estar localizadas nos asteriscos e encontrar o artigo que você quer.

Isso pode ser feito, também, com termos. Às vezes, nos lembramos apenas de uma parte de algum termo técnico ou até de algo mais simples. É só colocar o asterisco no lugar da palavra esquecida e deixar o resto para o Google dar um jeitinho.

Termos dentro de um site

Hoje em dia os sites estão cada vez mais otimizados em relação a layout e conteúdo. Ainda existem, porém, aqueles buscadores internos que não funcionam tão bem.

Para encontrar termos e palavras-chave dentro de um portal, também não é difícil.

Primeiro vem a palavra-chave. Vamos supor que você quer ler algo sobre o Twitter aqui no Marketing de Conteúdo. Dessa forma, a pesquisa será assim:

twitter site:marketingdeconteudo.com

Isso pode ser feito com absolutamente qualquer palavra-chave em qualquer site da internet. Faça o teste e comprove!

Termos nos títulos de uma página

Ao contrário da dica que demos a respeito de palavras-chave dentro do conteúdo, também é possível pesquisar especificamente sobre o título. É só colocar intitle: e, depois, inserir a palavra-chave:

intitle: seo para iniciantes

Essa é uma maneira simples e “mão na roda” de descobrir rapidamente sobre conteúdos que já existem na internet antes de produzir o próprio, ou de analisar como andam conteúdos concorrentes sobre o mesmo assunto do seu artigo.

Termos na url

Se você quer encontrar conteúdos que estejam especificamente identificados na url de um site, adicione dois códigos diferentes.

Primeiro, é preciso especificar o site. Para isso, digite site: e coloque o endereço a seguir. Depois, é hora da palavra-chave: adicione inurl: e, depois dos dois pontos, coloque o termo desejado. O resultado ficará dessa forma:

site:marketingdeconteudo.com inurl:seo

Com as dicas passadas neste post, já é possível se considerar quase que um expert em busca avançada no Google! É preciso ter em mente, porém, que o buscador dispõe de vários outros truques que variam de acordo com a necessidade de quem faz a pesquisa.

Se surgir uma demanda nova que não foi solucionada neste artigo, então, use o que você aprendeu sobre os mecanismos avançados e dê um Google!

E aí? Gostou deste conteúdo? Se você acredita que já tem o que é preciso para arrasar na hora de pesquisar por qualquer coisa na internet, descubra tudo o que você precisa saber sobre SEO na edição de 2018 do SEO Trends!

Meta tags

O que são meta tags e como elas impactam o SEO?

Em um cenário cada vez mais competitivo nos motores de busca, ter uma estratégia consistente de Marketing de Conteúdo e SEO deixou de ser uma opção e passa a ser mandatório.

Assim, é necessário compreender essa estratégia desde seus pilares mais básicos.

Um deles são as meta tags. Apesar de parecer apenas um detalhe, elas podem fazer toda a diferença na sua estratégia.

Neste post, vamos abordar tudo que você precisa saber sobre as metas tags e os respectivos impactos que elas proporcionam às ações de SEO.

Confira!

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O que são meta tags?

Meta tags são comandos em HTML que descrevem o conteúdo de uma página para os mecanismos de busca, ou seja, fornecem dados como título ou breve resumo sobre o assunto abordado para programas externos — um meio para seu blog ou site conseguir boa qualificação nos buscadores.

Por meio das meta tags também é possível indicar a autoria do responsável pelo desenvolvimento da página. Elas são um meio de passar instruções aos sites de busca.

Elas normalmente não são visíveis aos usuários, mas estão em que ele realizam suas pesquisas.

Elas são dedicadas a prover informações relevantes e dar instruções, então é importante fornecer os dados mais importantes para o buscador, como a palavra-chave, por exemplo.

Quais os benefícios que as meta tags conferem ao SEO?

De forma geral, as meta tags constituem elementos relevantes para as estratégias de SEO de qualquer empresa, já que são importantes para o rankeamento e, portanto, para o fluxo de visitantes para seu site.

Contudo, nem todas elas propiciam resultados efetivos.

Logo, antes de decidir colocá-las em prática é necessário conhecer as funções e características de cada uma delas, dedicando esforços somente às que realmente estão alinhados aos seus propósitos de Search Engine Optimization.

Quais são as principais meta tags para SEO?

Meta description

As meta tags de descrição são responsáveis por tornar uma página da web clicável — os links azuis que aparecem quando você procura alguma informação nos mecanismos de pesquisa. É com base na descrição contida nesse link que o usuário se sentirá motivado a clicar ou não para visitar a página.

Desse modo, elas precisam ser exatas, bem determinadas e que facilitem a localização das informações-chave que usuário procura. Em termos de SEO, é a meta tag de descrição que vai aumentar as chances da sua página ser aberta.

Para tanto, o padrão meta tag de descrição deve atender os limites de tamanho ideal, que geralmente gira em torno de 140 a 300 caracteres.

Também vale ressaltar que a meta description deve ser original: nunca duplique ou copie.

Meta keywords

As meta tags de palavras-chave já foram muito utilizadas há alguns anos com o objetivo de ajudar o site de busca interpretar a relevância dos conteúdos publicados na web, pois seus algoritmos tinham dificuldade de realizar essa análise de forma eficiente.

Contudo, os webmasters perceberam que era possível alcançar um bom ranqueamento ao incluir em diversas palavras-chaves nos materiais dos seus sites, pouco importando se elas guardavam alguma relação lógica com a essência do conteúdo.

Em virtude disso, as meta keywords deixaram de ser consideradas pelos mecanismos de busca, pois direcionavam os usuários a páginas que não tinha relação com o objeto da pesquisa. Além disso, elas nunca são exibidas a quem está pesquisando, então não justifica o Google utilizá-las.

Hoje, as meta keywords são muito úteis para descobrir as palavras-chaves que os principais concorrentes empregaram para otimizar seus respectivos sites.

Title tag

Dentre todas os tipos de meta tags, a title tag (também conhecida como SEO title) é essencial para sua estratégia de SEO — elas impactam diretamente nas classificações das pesquisas e, ao contrário de outras meta tags, também estão visíveis para usuário. Isso torna mais fácil que eles encontrem o que realmente estão procurando.

As meta tags de título, via de regra, são exibidas no título do resultado de busca, que aparecem na cor azul.

Se você deseja rankear para uma palavra-chave específica no Google, é importante ter uma página específica e criar title tags exclusivas para cada uma delas.

Além disso, é fundamental que as tags de título seja bem redigida, pois ainda que bem posicionadas, elas podem receber poucos cliques. Acompanhe algumas das boas práticas para a title tag:

  • evitar a repetição da palavra-chave mais de uma vez no título;
  • evitar o uso forçado das palavras-chave;
  • usar entre 50 e 68 caracteres;
  • colocar a palavra-chave selecionada para página no início do título;
  • não utilizar o nome da empresa no início dos títulos dentre outros.

Meta robots

Com as meta tags robots você tem a possibilidade de indicar aos mecanismos de pesquisa o que deseja que eles façam com a sua página. Comandos como:

  • Index/Noindex: Assinala o seu intuito de mostrar sua página nos resultados das pesquisas ou não;
  • Follow/Nofolow: Informa o que os mecanismos de busca devem fazer com os links das páginas — se devem confiar e segui-las ou não;
  • Noarchive: Orienta o Google a não exibir aversão cache da página;
  • Nosnippet: instrui o site de busca a não exibir em seus resultados a descrição da página.

As meta tags são um importante instrumento para o rankeamento, na medida em que tornam mais compreensível o entendimento do buscador sobre o conteúdo de suas páginas.

Se você gostou deste post e quer continuar aprendendo mais sobre conteúdo e SEO, confira nosso ebook dos primeiros passos em Marketing de Conteúdo!

marketing de conteudo primeiros passos

SEO Local

SEO Local: descubra como usá-lo para atrair mais clientes!

Descubra nesse artigo o que é e como fazer o SEO local para atrair cada vez mais clientes e visibilidade para a sua empresa!

A pesquisa por mobile é uma tendência mundial e o Google revelou que 86% dos usuários de smartphone fazem pesquisa de compras usando o aparelho.

O Google também reforçou a importância do mobile nas buscas orgânicas, com punição dos sites que não se adaptarem ao web design responsivo.

Entre as muitas mudanças causadas pelas novas tendências, uma delas se destaca: a importância do SEO local.

O que é SEO local?

O SEO, Search Engine Optimization, consiste na otimização de páginas do site e do domínio como um todo para alcançar posicionamento orgânico nos mecanismos de busca.

A estratégia já é usada há anos por empresas de diferentes segmentos e tamanhos para melhorar o ranking das páginas em sites de busca como Google, Yahoo, Bing e outros e aumentar o tráfego do site e as vendas.

O que seria então o SEO local?

O SEO local é uma estratégia que visa outras alternativas de otimização para permitir que o usuário encontre uma solução perto do local no qual ele se encontra e assim tenha acesso mais fácil ao serviço ou produto que pesquisa.

Por exemplo, se você pesquisar por “restaurante japonês” no smartphone, o Google entende que você busca por um resultado próximo a você, com o qual possa entrar em contato imediatamente e ter o problema solucionado, podendo se deslocar até o local no menor tempo.

Para tal ele apresenta os resultados de restaurantes de comida japonesa que estão mais próximos, de acordo com a sua localização no momento da busca.

O SEO local também funciona quando o usuário faz uma busca do tipo “restaurante japonês na liberdade” e apresentará os resultados mais relevantes da busca, mesmo que a localização no momento seja outra.

Dessa forma, podemos compreender o SEO local como uma tentativa dos mecanismos de buscas de oferecer resultados mais precisos e relevantes para o usuário.

Mas como a estratégia pode interferir no plano de marketing digital de uma empresa?

Quais os benefícios do SEO local?

O objetivo inicial do SEO local é ser vantajoso e prático para os usuários, entretanto, muitas empresas podem se beneficiar da solução.

Principalmente PMEs que encontram nessa alternativa uma possibilidade de concorrer diretamente com companhias maiores.

Para isso precisam caso executar corretamente a otimização local e levem as atualizações do algoritmo do Google em consideração.

Entre os benefícios das buscas locais para empresas menores, destacam-se:

Atrair um novo público

O SEO local permite atrair potenciais clientes que estão próximos ao negócio, mas que ainda não o conheciam, como turistas, por exemplo.

Ao pesquisar e encontrar o negócio, próximo e bem avaliado, com todas as informações acessíveis, a primeira impressão já é positiva.

Aumento nas vendas

Com um número maior de pessoas encontrando o negócio ao pesquisarem no smartphone, aumentam também as oportunidades de crescimento nas vendas.

Fidelização de clientes

Um bom atendimento e qualidade no serviço ou produto oferecido são essenciais para fidelizar o cliente que conheceu o negócio por meio de uma busca local.

Clientes fidelizados fazem propaganda espontânea, portanto, priorize a qualidade do atendimento e incentive resenhas positivas.

Presença online mais relevante

Estar entre os resultados orgânicos e os resultados da busca local é fundamental para aumentar a confiança do usuário na empresa e fazer com que ele adicione valor à imagem do negócio.

O SEO local oferece diversas vantagens para negócios de diferentes áreas e desde a atualização “Pigeon” do Google, este tipo de especificação tem ganhado mais peso e permitido que negócios locais se destaquem nos resultados das buscas.

Para que a empresa possa ter uma posição de destaque entre os resultados, entretanto, é fundamental que ela siga uma série de boas práticas relacionadas ao SEO local, com uso de palavras-chaves relevantes e outras soluções para que os mecanismos de buscam entendam qual a real relevância do site para aquela pesquisa.

Como aproveitar essa estratégia de marketing digital?

Como qualquer estratégia de marketing digital é necessário trabalhar corretamente o SEO local para que ele proporcione os resultados esperados.

Profissionais que atuam na área já há alguns anos apontam que as tendências das buscas é que elas se tornem mais locais, impactando diretamente empresas que possuem essa preocupação – e também as que não ainda não desenvolveram estratégias específicas.

Algumas táticas são quase unânimes entre os especialistas e separamos aquelas que têm apresentado melhores resultados.

Citação de NET local

A sigla NET faz referências as três informações essenciais sobre o negócio: nome, endereço e telefone.

São as primeiras informações que devem aparecer para o usuário que realiza a busca, pois ele já terá a opção de entrar em contato ou seguir até o local, caso deseje.

Segundo uma pesquisa da Inside, 41% das empresas que possuem os dados NEP inconsistentes possuem problemas para ranquear as páginas localmente.

A NET deve constar em todas as páginas do site, para o caso do usuário estar navegando, e também como resultado direto nos motores de buscam.

No primeiro caso é usual que esses dados de contato estejam no rodapé fixo, no segundo caso as informações podem ser adicionadas a partir do Google Meu Negócio.

Esses dados não devem ser adicionados no formato de imagem, pois isso impede que o buscador os identifique, também é necessário que o telefone contenha o código da área, para que seja possível relacioná-lo com uma localização.

Avaliações locais positivas

Um dos primeiros elementos que são observados ao fazer uma pesquisa para a contratação de um serviço ou produto é a avaliação de outros consumidores.

É fundamental deixar essa opção habilitada para que os usuários possam avaliar e fazer comentários sobre o negócio.

Caso as avaliações estejam ruins, use esse feedback para investigar o que precisa ser melhorado e convide clientes fieis a fazerem as avaliações.

Desabilitar a caixa de avaliação passará a impressão que a empresa tem algo a esconder e impede que o negócio se beneficie da experiência de outros consumidores que gostaram da experiência.

Além da opção de avaliação que aparece diretamente nas buscas, como parte das informações do Google Meu Negócio, diversas buscas oferecem como resultado sites de avaliação ou guias, como o TripAdvisor, Guia da Semana e também guias locais.

Para aparecer nos resultados para essas pesquisas é fundamental otimizar as listas nesses diretórios locais, além de manter as informações corretas, pois é comum dados incorretos e desatualizados nesses diretórios.

Google Meu Negócio

Como já demos a entender, o Google Meu Negócio é essencial em uma estratégia de SEO local, caso ainda não tenha sua empresa inscrita, comece agora!

Após inscrito no serviço do Google uma série de recursos podem ser aproveitados para otimizar o posicionamento do site e fazer com que ele se torne mais relevante para os mecanismos de busca e, principalmente, para o usuário.

Alguns dos cuidados com a configuração que podem ser destacados, incluem:

  • Adicione uma descrição do negócio com mais de 400 palavras, preferencialmente, com links e termos relevantes;
  • Inclua o negócio nas categorias adequadas;
  • Carregue diversas fotos com boa qualidade, incluindo uma foto de perfil com alta resolução;
  • Adicione os horários de funcionamento do negócio;
  • Preencha as informações básicas corretamente: nome, endereço e telefone;
  • Habilite a opção de avaliações e comentários para os clientes.

Com o Google Meu Negócio preenchido corretamente as chances de obter bons resultados nas buscas locais crescem consideravelmente, além de oferecer as informações de forma mais interessante e intuitiva para o usuário.

Site responsivo

Quando se fala em SEO local o site responsivo é a base de toda a estratégia.

Com as buscas no mobile aumentando exponencialmente e o Google atualizando seu algoritmo para valorizar esse aspecto, é imprescindível que o usuário possa acessar o site de qualquer dispositivo.

Lembre-se que um site de fato responsivo é organizado de outra forma no mobile visando oferecer as informações mais relevantes para o usuário sem prejudicar a navegabilidade e a intuitividade no processo.

Os dados sobre a empresa devem continuar acessíveis e as imagens devem ser configuradas de forma a atender essa demanda.

SEO local nas páginas

O SEO local exige alguns esforços semelhantes ao SEO On Page tradicional quando o tema é otimização das páginas.

As táticas mais recorrentes talvez já sejam conhecidas, mas é importante reforçar que, se o objetivo é ser encontrado localmente, é interessante fazer referências locais no conteúdo que está sendo produzido.

É possível citar a cidade ou região em aspectos relevantes da página, como: título da página, URL, título alt da imagem, etc.

Marketing de conteúdo local

Por fim, a relevância em uma cidade ou região se constrói falando sobre esse assunto.

Não por meio de fatos da cidade, mas podem ser criados conteúdos apresentando os principais atrativos turísticos da região, falar sobre as opções de passeio, indicar eventos regionais típicos, entre outros.

Além do conteúdo criado para um blog próprio, os backlinks e as redes sociais continuam relevantes para este tipo de SEO.

Segundo uma pesquisa da Moz, os backlinks locais influenciam em 18,3% o posicionamento, enquanto as redes sociais, 5,8%.

Isso mostra que, mesmo localmente, se preocupar com as estratégias tradicionais é fundamental.

Para auxiliar no desenvolvimento de uma publicação mais voltada para as exigências do Google para negócios locais é possível utilizar plugins, como o Yoast SEO e o Yoast SEO local, entre outras ferramentas que auxiliam no processo.

Quando investir em SEO local?

Após essa série de dicas e benefícios sobre o SEO local, o leitor pode se questionar se a estratégia seria ou não relevante para a empresa na qual trabalha.

Uma boa forma de refletir sobre isso é pensar quantos clientes próximos ao negócio tem sido impactados positivamente.

Se este não é um público que tem ganhado atenção na estratégia de marketing digital, talvez seja a hora de repensar a atuação online.

As vendas estagnadas também podem indicar que a empresa não está explorando adequadamente o potencial dela com potenciais clientes que estão próximos ao negócio, mas que ainda não o conhecem.

Quer mais informações sobre SEO local e como desenvolver uma estratégia sólida de marketing digital? Confira o guia completo do SEO Local!

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erros de marketing digital

Os 13 maiores erros de Marketing Digital que sua empresa pode cometer

Você tem uma empresa e trabalha com Marketing Digital.

Sempre acreditou que sua estratégia seria o suficiente para obter os resultados que você e sua equipe esperavam. Mas algo está dando errado.

O retorno está abaixo do esperado e você não sabe o que está acontecendo.

É hora de repensar. E, talvez, por mais duro que isso pareça, você descubra que a sua estratégia se encaixa em alguns dos maiores erros de Marketing Digital que sua empresa pode cometer.

Se esse for o seu caso, continue lendo o post, porque nós vamos te ajudar a solucionar isso!

1. Não conhecer o Inbound Marketing

No marketing nada é estático. A oscilação é constante e o empreendedor que não acompanha essas mudanças fica preso em métodos ultrapassados e pouco eficientes.

Um dos erros nos quais pessoas que trabalham com marketing costumam cometer é a insistência na estratégia Outbound.

A técnica de Outbound Marketing é basicamente aquela da publicidade corriqueira que vemos na TV, Outdoors, Telemarketing, Spam, etc. Chama-se atenção do cliente quando ele não espera, o que pode parecer invasivo.

No caso do Inbound Marketing o método é diferente. Não é preciso marketing invasivo.

Produza conteúdo relevante, seja útil para o cliente, disponibilize informações importantes, não envie emails mecânicos e mantenha-se solícito. O cliente virá até você.

2. Não usar o Email Marketing ao seu favor

Umas das estratégias que fazem parte do Inbound Marketing é não usar spam. Se você enche a caixa de email dos seus clientes é hora de parar. O único resultado disso é o cancelamento da assinatura.

Ninguém quer ter a caixa de mensagem lotada de lixo eletrônico. Esse tipo de marketing não funciona mais.

Aproveite seu banco de dados e promova o seu conteúdo. Planeje um email diferenciado, menos automático, não exagere na frequência e escreva conteúdo com o propósito de manter os seus clientes.

3. Não planejar a estratégia de Marketing Digital

Marketing é planejamento e foco. Se você não tem uma estratégia a seguir é bem provável que os seus objetivos fiquem dispersos.

O plano de marketing envolve as suas metas, o público que você pretende atingir e como você vai fazer isso. Um erro comum desse tipo de estratégia é deixá-la no papel.

Marketing é um processo contínuo, não adianta traçar um plano que você não consegue cumprir. Isso também envolve verificar o resultado das suas campanhas, como falaremos no próximo tópico.

4. Não mensurar o tráfego orgânico

Não adianta ter um planejamento se você não sabe quais são os resultados gerados.

Por exemplo, se você fizer uma campanha em um post do Facebook e também fizer uma Call to Action (CTA) no seu blog, como vai saber qual gerou mais cliques? Mensurando os acessos, é claro!

O empreendedor que não avalia qual conteúdo e campanha está influenciando o seu comprador comete um grande erro de Marketing Digital. Uma dica é usar o Google Analitycs para analisar o alcance do seu conteúdo.

Guia Completo do Google Analytics

5. Não investir no site da empresa

O site da sua empresa é o seu portal principal. É o local no qual o cliente irá encontrar toda a informação e conteúdo que ele precisa, tudo de forma fixa e aprofundada.

Focar em posts de redes sociais e deixar o site de lado é um dos erros mais comuns entre pessoas que almejam sucesso no Marketing Digital

É importante entender o site como o seu principal meio de trabalho. Isso porque é principalmente por lá que você vai publicar o seu conteúdo completo, fazer as suas chamadas para ações e reter clientes.

O cliente que confia na excelência do seu trabalho é visitante assíduo do seu site.

6. Não promover o conteúdo

Acabamos de falar que o site da empresa é importante, ok. Mas isso não quer dizer que devemos esquecer da relevância das redes sociais.

Esteja presente em todas as que fazem sentido para o seu negócio e promova o seu conteúdo por lá. Faça campanhas, use uma linguagem adequada a cada uma e seja solícito.

Clientes costumam interagir pelas redes sociais, quanto mais presente você estiver, melhor. A empresa que não é frequente nas redes sociais pode parecer desatualizada. Não cometa esse erro.

7. Focar na importância da empresa e não do produto

O cliente não quer saber o quanto a sua empresa é maravilhosa ou sobre como a história de vocês é tocante. Ele quer saber se o problema dele será solucionado e se a empresa é relevante no que ele procura.

Invista em informação e conteúdo para que essa necessidade seja suprida. Se você for excelência no ramo em que trabalha, todos saberão como é a sua empresa. E não vai ser por você ter contado e sim porque o cliente descobriu isso sozinho.

8. Não conhecer as buyers personas da empresa

É importante saber quem são os seus potenciais clientes. A partir daí você começa a trabalhar de acordo com o que essas personas procuram.

Muitas empresas cometem o erro de não fazer uma pesquisa sobre o que os seus clientes esperam e qual o perfil deles, daí o provável motivo da empresa não gerar leads.

Utilize essa ferramenta incrível para criar suas buyer personas.

9. Não entender a jornada do cliente

Usar Marketing Digital requer atenção na jornada do cliente. Algumas empresas deixam esse item de lado. Se você não entende em qual estágio o seu possível cliente está, como vai criar um conteúdo que traga ele para a sua empresa?

A jornada se divide em 3 estágios

  • Awareness: Quando o cliente descobre que tem um problema e começa a querer aprender sobre ele.
  • Consideration: Quando entende o problema e consegue algumas informações sobre como resolvê-lo.
  • Decision. Decisão de compra, quando o cliente está no momento da ação e decide o que fazer para resolver o problema.

Empreendedores que não compreendem a jornada do cliente criam conteúdos errados para as suas personas.

10. SEO – Não investir nos mecanismos de busca

Você já viu aqueles posts de empresas lotados de tags e se sentiu confuso? Fica claro que essa empresa não entende muito bem como o SEO (Search Engine Optimization) funciona.

No caso do uso de palavras-chave, deve-se ter muito cuidado na hora de inseri-las ao longo do seu conteúdo. O ideal é fazer a linkagem de forma natural e útil para o visitante.

Para ranquear o seu blog corporativo é preciso investir em otimização. Foque em palavras-chave long tail também, pensando no geral para o específico. Por exemplo, se você fizer um post sobre dietas, ao invés do título ser “Dietas Milagrosas”, você pode colocar “Como Emagrecer Com Dietas Milagrosas”.

Percebe como é mais específico? A chance do seu blog aparecer na segunda pesquisa é muito maior do que na primeira.

Link Building

Sempre que fizer um post procure interdisciplinaridades no seu próprio conteúdo, linkando assuntos parecidos, assim você aumenta o tráfego dentro da sua própria plataforma.

11. Não produzir conteúdo relevante

Aqui podemos usar o mesmo argumento do SEO. O que mais tem na internet é conteúdo, e de todos os tipos. Se a sua empresa produz conteúdo superficial vocês serão só mais uma no mercado.

Seja especialista na sua área, assim quando o cliente pensar no produto que você produz ele vai saber que você entende do assunto.

Um exemplo: Igor é vendedor de um depósito de construção. Ele vendeu uma torneira para o João, e o cliente quer ajuda. João não sabe instalar essa torneira, seria legal se o Igor soubesse dar dicas para ele.

Porém, Igor não tem essas informações mais práticas e aprofundadas, ele só sabe informações superficiais dessa torneira: a marca, o preço e algumas utilidades.

Você tem alguma dúvida de que se o Igor soubesse explicar com mais profundidade como usar esse produto, João ficaria muito mais satisfeito e teria em Igor uma referência?

Assim funciona com conteúdo. Tenha domínio em relação ao seu produto e se torne referência relevante na sua área.

12. Não prestar atenção na concorrência

Acontece muito. Algumas empresas ficam ilhadas em seus mundinhos e esquecem de pesquisar o mercado, analisar ações alheias e acompanhar o novo. Isso não tem a ver com copiar ideias da concorrência ou algo do tipo.

Prestar atenção no conteúdo da concorrência é importante para medir o seu próprio trabalho. Às vezes você pode enxergar erros e acertos na estratégia deles que você poderia evitar ou melhorar. É questão de estar ligado em tudo que acontece na sua área. Fique antenado!

13. Não cuidar do layout

Todo mundo já entrou em um site com um layout de doer as vistas, nessa hora tudo que você quer é achar o “x” e fechar a janela.

Acontece que algumas empresas produzem conteúdo relevante e ações atrativas, mas pecam no layout do site,blog, CTA ou da landing page.

Foque em cores mais claras, use imagens bem posicionadas, escreva títulos com clareza e pense na escaneabilidade do texto. Além disso, analise tudo o que fizer no site da empresa.

Por exemplo, se o seu CTA não está gerando leads, que tal mudá-lo de lugar? Talvez o posicionamento não esteja chamativo. Verificar os resultados das suas estratégias é indispensável no Marketing Digital.

Gostou de conhecer os principais erros de Marketing Digital? Então não deixe de conferir também o nosso material completo sobre o assunto:

ebook marketing digital

mitos de marketing

9 maiores mitos de Marketing Digital

Você acredita que empreender há 10 anos era a mesma coisa que empreender nos dias de hoje? É bem provável que a sua resposta tenha sido “não”, afinal, a verdade é que o mundo se modificou muito e as transformações vão continuar em ritmo cada vez mais acelerado.

Certas coisas, entretanto, não mudam: a incerteza, o medo de arriscar e a falta de garantias que nos confortem plenamente na hora de empreender. Se eu perguntasse como as rápidas mudanças afetam a sua empresa ou o seu desejo de empreender, o que você diria?

Talvez você sinta que as dúvidas ainda são uma grande barreira, que impede o seu negócio de começar, mas saiba que a melhor arma contra isso é a informação.

Quanto mais você se informar, aprender e se interessar sobre o que causa uma incerteza, mais você será capaz de criar soluções para contornar as adversidades.

Nesse contexto, em que observamos o desconforto de muitos empreendedores na hora de lidar com a insegurança, criamos um guia para informá-lo sobre um assunto que retrata muito bem as mudanças pelas quais as empresas modernas vêm passando: os mitos de Marketing Digital.

Veja agora a lista com 9 das crenças mais equivocadas desse campo tão relevante e entenda como os empreendedores podem lidar com elas de modo a não prejudicar os seus negócios.

Boa leitura!

1. Tenho um pequeno negócio e é melhor ainda não investir em marketing

Nos primórdios do Marketing Digital, era comum ouvir que ele era indicado apenas para quem já tinha um mix de marketing robusto. Porém, na realidade de hoje, isso não faz mais sentido.

A capacidade que as ações de comunicação e divulgação online têm de direcionar a sua mensagem a um público mais propenso a consumir seus produtos ou serviços é um dos maiores benefícios em comparação com os meios tradicionais.

Exigindo um investimento muito baixo ou até mesmo nulo para começar (veremos mais sobre esse assunto adiante), isso se traduz em vantagens para negócios de todos os portes — principalmente as pequenas e médias empresas.

Vamos tomar o marketing de conteúdo como exemplo.

Se você desprender um esforço para oferecer materiais relevantes, criando uma rede de pessoas que consomem regularmente as informações que você produz e aumentando a confiança na sua marca, é possível competir com concorrentes com uma estrutura maior que a da sua organização.

Aliás, se o seu negócio for pequeno e tiver um público-alvo muito específico, isso pode ser ainda melhor. Com o conteúdo certo, você terá condições de se tornar referência na sua área e chegar ao seu nicho por meio de informações realmente úteis e interessantes para essas pessoas.

2. Preciso ter bastante conhecimento técnico

Outro mito é o de que quem for se aventurar pelo Marketing Digital precisa ter um conhecimento muito avançado em termos técnicos.

O empreendedor pode aprender sozinho! Por meio de materiais completos e informativos, disponibilizados gratuitamente, inclusive, é possível começar e fazer muito mais do que se imagina.

Existem canais de Marketing Digital em que você pode trabalhar sem ter habilidades de programação ou formação muito técnica. Para se ter uma ideia, já existem diversas plataformas no mercado que fornecem interfaces práticas e intuitivas para ações como:

  • construir um site de qualidade;
  • criar um blog para a publicação de conteúdo relevante;
  • gerenciar perfis em redes sociais pertinentes para o público da sua empresa;
  • usar técnicas de SEO para melhorar o posicionamento do seu site/blog nos mecanismos de busca, como o Google.

3. Preciso de uma equipe grande

Outro engano muito comum é o pensamento de que a conquista de uma boa presença online só ocorre com uma equipe grande e trabalhando a todo vapor.

Como explicamos na seção anterior, para quem deseja fazer marketing online, existem diversas ferramentas criadas especificamente para facilitar esse trabalho.

Quer fazer postagens de forma programada? É possível.

Quer publicar conteúdos como artigos e ebooks, feitos sob medida para o seu público? Você é capaz.

Quer fazer páginas de captura de forma simples e rápida? Você também pode.

Não há, hoje, muitas desculpas para deixar de aproveitar as vantagens e os recursos existentes. Pense em aprender de forma gradativa. Conforme for ganhando experiência, você fará melhores escolhas sobre as soluções mais adequadas para organizar o seu tempo e o marketing da sua empresa.

Enfim, tenha em mente que uma pessoa dedicada e disciplinada é capaz de obter resultados muito mais expressivos que uma equipe com membros dispersos.

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4. As campanhas custam muito caro

Talvez o maior de todos os mitos que circulam sobre a implementação do marketing online tem relação com o custo. A verdade sobre o assunto, contudo, é que as despesas costumam ser bem menores que aquelas que temos em ações na TV, no rádio, em outdoors e em outras mídias tradicionais.

É claro que o custo também vai depender dos seus objetivos de marketing, afinal é de se esperar que metas muito ousadas tenham uma demanda maior por recursos e exijam estratégias mais complexas.

Suponha que você pretenda compartilhar conteúdos relevantes com a sua base, ao mesmo tempo em que melhora o relacionamento com ela. Para isso, é possível utilizar redes sociais, por exemplo.

Plataformas como o Twitter, Facebook e LinkedIn não cobram pelo uso e são ferramentas importantes, que os profissionais de Marketing Digital — dos iniciantes aos mais experientes — utilizam com frequência.

Por outro lado, não podemos esquecer das ações pagas, como a compra de anúncios em mídias sociais e os links patrocinados em mecanismos de busca. Ainda que sejam despesas diretas, elas não necessariamente são práticas caras, já que podem oferecer um ótimo custo/benefício.

Para entender como isso funciona, é válido saber que as plataformas de anúncios online mais utilizadas no mercado possuem o recurso de segmentação da audiência. Isso permite escolher certas características que correspondam ao público que você deseja atingir (localização, faixa etária, idioma etc.), aumentando as chances de ele interagir com a campanha e tornando-a mais eficiente.

Vale lembrar que o período de veiculação dos anúncios também será determinante no orçamento — quanto mais tempo você mantiver uma campanha no ar, mais precisará pagar. Por isso, é importante contar também com estratégias de longo prazo, o que nos leva novamente à produção e divulgação de conteúdo.

Enquanto os materiais publicados em nome da sua empresa podem atrair visitantes para o seu site ou blog e manter potenciais clientes engajados com a sua marca ao longo do tempo, a estratégia de mídia paga deixa de gerar resultados assim que você interrompe o andamento da campanha.

5. Marketing digital é fácil se comparado ao marketing tradicional

Há quem pense que basta escrever alguns posts no blog, publicar nas redes sociais esporadicamente e esperar que alguns dos seus conteúdos viralizem para a empresa ter retorno com as suas ações online. Contudo, é preciso muito mais do que isso.

Apesar de muitas das estratégias de Marketing Digital serem simples de se implementar, elas precisam seguir uma série de etapas para que realmente deem certo.

Planejamento, consistência nas ações, monitoramento frequente dos resultados e testes são alguns dos procedimentos que você deve seguir se quiser alcançar o sucesso com as suas campanhas.

É algo que demanda conhecimento sobre a sua audiência, sobre o mercado do qual a sua empresa participa e sobre os processos e propósitos das metodologias de marketing online. Trata-se de um esforço que não é complexo, mas que exige bastante dedicação.

É por isso que muitos especialistas da área gostam de deixar claro que o Marketing Digital é simples, mas não é fácil.

6. Marketing Digital é só para empresas com operações online

Podemos usar o Marketing Digital para uma série de objetivos de negócio, como ampliar o reconhecimento da marca, fidelizar clientes e gerar leads. Repare que esses exemplos representam propósitos que independem do fato de a empresa ter operações exclusivamente pela internet ou não.

Ou seja, mesmo que você tenha uma loja física ou um negócio local, as ações de marketing online podem ajudar a gerar mais oportunidades para a sua organização, além de melhorar o relacionamento com o público que já o conhece.

A ideia é que você escolha os canais mais apropriados para passar a sua mensagem e que consiga impactar as pessoas da maneira mais positiva possível, de modo a atraí-las para o seu estabelecimento.

7. Basta contratar uma boa ferramenta e os resultados virão

Existem ferramentas profissionais, voltadas justamente para negócios que queiram conseguir excelentes resultados com Marketing Digital.

Apesar de muitas delas contarem com recursos de automação, facilitarem os processos envolvidos em uma campanha e serem ótimas para melhorar a eficiência das suas ações, elas não geram os resultados por conta própria.

Por isso, é fundamental que os responsáveis pelo Marketing Digital da companhia aprimorem suas competências sobre o assunto constantemente, para que usem o talento, as percepções de mercado e outras habilidades humanas que os softwares não podem substituir.

8. Conteúdo de qualidade se vende sozinho

Ainda sobre a prática de produção e divulgação de conteúdo de qualidade — uma das estratégias mais eficazes, por sinal —, devemos lembrar que não basta criar um material impecável e esperar que milhões de pessoas cheguem até ele e o compartilhem com os amigos das redes sociais.

É por isso que o seu trabalho não termina depois de clicar no botão de publicar. É a partir daí que você terá que começar o ciclo de divulgação e avaliação da influência daquele texto, e-book, infográfico ou outro criativo, que são:

  • divulgar o link de acesso nos perfis da empresa nas redes sociais;
  • incluir esse endereço na sua campanha de e-mail marketing, especialmente se você trabalha com newsletters;
  • divulgar o material em grupos de discussão ou fóruns relevantes na sua área de atuação;
  • entrar em contato com portais ou sites de referência para o seu público, com a intenção de incentivar-los a compartilhar o seu conteúdo;
  • responder aos comentários dos leitores;
  • monitorar o número de visitas, origem do tráfego e outras métricas relevantes para você.

9. Marketing Digital é uma “moda” e vai passar

O Marketing Digital não é algo passageiro — ele veio para ficar.

Com a popularização do acesso à internet e do uso de dispositivos com uma conexão móvel, as pessoas passaram a ficar mais tempo em contato com o meio digital, seja para se comunicar, se informar ou até mesmo fazer compras.

Segundo dados do estudo Digital in 2018 — realizado pela agência We Are Social e pela empresa Hootsuite —, somente no Brasil, o número de usuários de internet é de cerca de 139 milhões de pessoas, o que corresponde a 66% da população. É uma parcela significativa, que passa em média 9 horas e 14 minutos por dia utilizando a rede.

Além disso, vale destacar que 62% desses usuários preferem realizar tarefas por um meio digital sempre que possível, o que demonstra o quanto os brasileiros se sentem confortáveis em resolver seus afazeres em um computador ou aparelho móvel.

Chegamos a esse cenário de forma gradativa, conforme a população foi se familiarizando com o ambiente online. Durante esse processo, houve uma mudança importante no comportamento do consumidor, que passou a utilizar diversos recursos e ferramentas digitais para basear as suas decisões de compra.

Agora, ele está mais exigente e procura se informar melhor sobre as empresas e o que elas têm a oferecer. Os usuários verificam como é o relacionamento das organizações com os clientes, buscam por informações e avaliações sobre os produtos e serviços, comparam preços e muito mais.

O fato é que as pessoas estão constantemente em busca de informações e soluções para os seus problemas. Essa é uma excelente oportunidade de as companhias investirem em Marketing Digital e criarem condições favoráveis para que esses consumidores as conheçam e venham a se encantar por elas.

Agora que desvendamos a verdade por trás desses mitos de Marketing Digital, você certamente terá mais confiança em dar início às suas estratégias online. Chegou a hora de implementar suas campanhas com responsabilidade, aperfeiçoar seus conhecimentos constantemente, avaliar os resultados e otimizar as suas ações.

Curtiu o post? Então, que tal algumas dicas de como começar, agora que você tem dados mais concretos sobre o assunto? Confira este nosso artigo com os primeiros passos para começar um blog!

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Retenção de clientes

Retenção de clientes: entenda como fazer e a importância disso para seu negócio

Em tese, não há quem duvide da importância das estratégias de retenção de clientes. Afinal, elas são importantes para manter a boa rentabilidade dos negócios. Além da garantia das vendas recorrentes, ter uma base de clientes estável significa reunir mais defensores para as marcas.

Dito isso, somos obrigados a reconhecer que, na prática, nem sempre as empresas dedicam a atenção necessária para essa área, optando por priorizar as ações que visam a captação de novos clientes.

Quer saber como mudar essa história na sua empresa? Então você está no lugar certo, porque separamos para este post algumas dicas para aprimorar as estratégias de fidelização da sua base.

Acredite, iniciativas simples podem fazer muita diferença no dia a dia. Porém, é importante ter disciplina para mudar o mind set da operação, ou seja, fazer com que todos na empresa entendam a importância de se trabalhar com foco na satisfação do cliente.

O que a empresa ganha ao focar nas estratégias de retenção de clientes?

Você certamente já ouviu falar que reter os seus clientes atuais é mais barato do que conquistar novos, certo? Mas você sabe como fazer esse cálculo para a sua empresa?

Então, para isso, em primeiro lugar, é importante que o planejamento das suas estratégias seja feito com base em alguns KPIs – Key Performance Indicators. Quanto mais informações você tiver sobre o seu processo de vendas, mais certeiras as suas decisões.

Pensando especificamente em retenção de clientes, um dos principais indicadores é o CAC – Custo de Aquisição de Clientes.

De forma simplificada, a ideia aqui é que você consiga reunir dados sobre o quanto a sua operação gasta, em média, no processo de captação de clientes, considerando os investimentos feitos, principalmente, pelas áreas de marketing e de vendas.

Ao avaliá-lo, é provável que você dê mais atenção ao trabalho feito com a sua base atual.

É claro que cada operação precisa considerar as especificidades do seu processo de fechamento de negócios — determinadas atividades requerem mais tempo do que outras, por exemplo —, porém o mais importante é entender o conceito: todos os dados sobre as ações realizadas precisam ser registrados e devem ser devidamente acompanhados.

Não faz sentido, num período no qual temos à disposição tantas ferramentas apropriadas para esse tipo de monitoramento, que esse tipo de avaliação seja deixado de lado.

É a partir daí que a empresa consegue aprimorar as suas estratégias e, principalmente, concentrar os seus esforços nas iniciativas que, comprovadamente, rendem resultados melhores.

Por isso, caso ainda não tenha, analise as opções de softwares de CRM existentes no mercado. Você vai descobrir que o mercado oferece hoje soluções para todos os tipos de empresa, das mais simples às mais complexas.

Pense nisso: cuidar da gestão de relacionamento com o cliente é o primeiro passo para trabalhar a retenção da sua base. Afinal, só podemos melhorar o nível de satisfação com nossos produtos e serviços quando entendemos como se dá a experiência real do cliente com a marca.

Parece óbvio, mas ainda vemos falhas graves nessa frente de atuação das organizações. Trabalha-se tanto para obter o cliente e, fechado o contrato, muitos gestores se esquecem de que este é o início de um novo funil, o de retenção.

Na prática, além da entrega eficiente, é preciso definir estratégias que garantam a qualidade do relacionamento e tornem claro para o cliente o interesse da empresa em mantê-lo na sua base.

Vamos ver no próximo tópico o que pode ser feito de concreto nessa área, porém, anote aí essa informação: há várias metodologias que podem ser adotadas para o pós-venda. No entanto, mais do que o nome da área que vai cuidar disso, o que interessa é incorporar a filosofia por trás do costumer sucess.

Como reter clientes?

1. Priorize a excelência no atendimento

Considerando que a empresa fechou a venda, partimos do pressuposto de que ela tem um bom produto ou serviço. Assim, quando pensamos na retenção, a preocupação é garantir que a experiência do cliente atenda às expectativas.

A equipe responsável pelo atendimento tem um peso enorme nessa história, mas os resultados serão melhores se ela tiver um papel mais estratégico, não se limitar a apagar incêndios.

Não é por acaso que muitas operações têm estruturado times específicos para trabalhar no sucesso do cliente, preparados para ativar estratégias de boas-vindas (onboarding) e para acompanhar a sua jornada.

Nesse caso, o objetivo é sofisticar um pouco mais o processo de atendimento, buscando de forma efetiva o melhor aproveitamento dos recursos adquiridos. Este é um dos dilemas no segmento de serviços.

O cliente compra, mas, muitas vezes até por falhas internas, não consegue usufruir os benefícios da aquisição.

2. Apresente resultados concretos

Ser ágil no atendimento das demandas dos novos clientes é importante, porém, os esforços surtirão poucos efeitos se a empresa não conseguir demonstrar o seu valor de forma concreta.

Nem sempre o serviço disponibilizado tem efeitos imediatos nos resultados da empresa, daí a necessidade de reunirmos informações que ajudem a operação a entender melhor os benefícios obtidos.

Atenção: não adianta preparar extensos relatórios para serem apresentados apenas nos períodos de renovação dos contratos ou quando o cliente manifesta o desejo de se desligar da sua base.

O ideal é fazer o monitoramento da situação de cada nova empresa e acioná-la com frequência. Para quem trabalha com grandes volumes de contas, os sistemas automatizados são bastante úteis.

Mas é importante avaliar, também, a possibilidade de ter profissionais dedicados à essa tarefa.

É fácil visualizar a importância dessas estratégias para empresas que mantêm serviços de assinatura, mas essas táticas não são exclusivas para essa área. Qualquer empresa que mantém o cadastro dos seus compradores pode desenvolver ações de fidelização para a base.

3. Fale o que o cliente quer ouvir

Parece chavão dizer que precisamos dizer o que o cliente quer ouvir, contudo, isso tem tudo a ver com o sucesso das estratégias de fidelização.  Cuidado, não se trata de “enganar” o cliente, e sim de entender suas demandas e agir sobre elas.

As operações precisam segmentar bem a base para realizar esse tipo de estratégia, e ainda garantir que haja espaço para o diálogo. O feedback do atendimento é importante, mas analise a possibilidade de sistematizar os processo de avaliação sobre a satisfação do cliente.

As metodologias de NPS é simples de ser executada e pode ajudar bastante. Certifique-se de criar condições para responder de forma individualizada às situações mais críticas.

Não faz sentido ignorar o fato de que o cliente não está plenamente satisfeito com os serviços. Muitas vezes, uma simples ligação telefônica ajuda a entender qual é o problema.

4. Organize-se em torno do cliente, não da empresa

É impossível ter uma boa estratégia de retenção de clientes se a empresa não estiver disposta a se adaptar, buscar melhorias nos produtos e serviços e, claro, no atendimento.

Para isso, muitas vezes é preciso reconhecer que o caminho escolhido para executar determinada tarefa não é o ideal do ponto de vista do cliente, ainda que favoreça a operação no dia a dia.

Medidas mais radicais vão enfrentar resistências internas. Entenda as objeções como um obstáculo que pode ser transposto ao mostramos os resultados que podem ser obtidos a longo prazo.

5. Valorize a sua marca

Quando desenvolvemos uma estratégia de captação de clientes geralmente focamos na reputação da empresa. E por que não manter essa preocupação no relacionamento com os clientes atuais?

Para isso, é importante ter um plano de comunicação bem estruturado, idealizado de acordo com a jornada do cliente na empresa. Lembre-se de que valorizar o relacionamento significa, por exemplo, entender que os clientes atuais precisam ser os primeiros a ser atualizados sobre as suas novidades.

Nos serviços de assinatura, esta é uma reclamação recorrente: as empresas parecem tratar melhor quem está chegando do que as pessoas que já fazem parte da sua carteira há mais tempo.

Isso também acontece no B2B. A empresa faz ações específicas para atrair novos clientes, mas não elabora programas de fidelização.

O ideal é sempre investir nas duas frentes. Afinal, nada melhor do que ter uma base 100% estável e trabalhar constantemente na sua expansão. Na prática isso é difícil, mas sua empresa deve certificar-se de que o pós-venda não tem sido negligenciado.

6. Acompanhe as métricas cruciais

As iniciativas para retenção de clientes nem sempre vão exigir grandes esforços em termos operacionais. O mais importante é a disciplina para orientar os negócios a favor da satisfação do cliente.

Tenha em mente que, ao fazer a gestão adequada do relacionamento com os clientes, você consegue não apenas manter o cliente satisfeito, mas também detectar novas oportunidades de negócios.

Para que isso aconteça é preciso, por exemplo, acompanhar de perto o churn rate (taxa de cancelamento) da empresa, fundamental para mensurar a eficiência da equipe de vendas para manter as receitas.

Para assegurar que haja o devido engajamento do time, outra métrica que deve ser monitorada é o LTV (Lifetime value), usado para avaliar o quanto cada cliente vai gerar de receita para a empresa durante o período do seu contrato.

Atenção: quem atua com serviços de assinaturas deve relacionar esse dado com o CAC, certificando-se de que o LTV seja maior, para evitar que a conquista de clientes representem lucro e não prejuízo.

Esta é uma questão que precisa ser valorizada e deve ser enfatizada internamente, até para assegurar que as equipes se dediquem às estratégias de retenção de clientes.

Gostou do artigo? Entendeu melhor que tipo de estratégia pode ajudar a reter os seus clientes? Para saber mais, leia também nosso e-book sobre Retenção de Clientes em Agências Digitais.

Retenção de clientes em agências digitais

Fotografia publicitária

O guia completo da fotografia publicitária: o que você precisa para ter imagens de sucesso em suas campanhas

Você já ouviu falar sobre fotografia publicitária? Essa é uma excelente ferramenta para alavancar marcas e engajar o seu público.

Não há dúvidas da importância de saber utilizar boas fotografias para atrair e cativar clientes.

O uso massivo de redes sociais para atrair os mais variados públicos demonstram isso diariamente (ou vai dizer que você não morre de vontade de comer um hambúrguer quando uma fotografia dessas aparece na sua timeline?).

Neste post, você vai encontrar tudo o que precisa saber sobre fotografia publicitária, além de apresentar alguns cases de marcas conhecidas. Confira:

O que é fotografia publicitária

Fotografias vêm sendo utilizadas para atrair clientes desde o século XIX.

Como elemento complementar a conteúdos textuais, elas ajudam a chamar a atenção e a cativar clientes. Ao idealizar e produzir fotografias com o objetivo de divulgar uma marca, você está trabalhando com fotografia na publicidade.

Existem diferentes tipos de fotografias, identificados pela finalidade para a qual são criados:

  • artística;
  • científica;
  • didática;
  • jornalística;
  • etc.

Enquanto as fotografias artísticas e jornalísticas dependem do momento exato em que são tiradas, as publicitárias começam a ser planejadas antes da sua produção.

É necessário despender um tempo muito maior no processo de identificar a persona e de analisar e de compreender as mídias que darão suporte à campanha.

As fotografias publicitárias (ou comerciais, como também são chamadas) fazem parte de uma estratégia de marca e devem transmitir visualmente a essência de uma campanha e dos valores da empresa.

Em resumo, a fotografia publicitária é um importante elemento de identidade visual de marca e, portanto, deve ser projetada cuidadosamente para fazer parte de um processo de gestão de marca.

Ainda não ficou claro? Então conheça algumas marcas que utilizam fotografias publicitárias com maestria.

Cases de marcas que sabem usar a fotografia

Para exemplificar o que falamos até aqui, trazemos alguns exemplos de marcas mundialmente conhecidas que sabem tirar proveito das fotografias como elementos de identidade visual.

McDonald’s

Uma das maiores empresas de fast-food do mundo utiliza diferentes elementos visuais para fortalecer a identidade da sua marca: personagens, ilustrações, fotografias dos produtos, entre outros.

Porém, alguns aspectos são mais fortes e aparecem em quase todos estes elementos: a combinação de cores vermelho com amarelo e as formas da letra M. Você pode observar e vai identificar que eles são recorrentes nas mais variadas campanhas ao longo dos anos.

Um exemplo recente pode ser visto nesta campanha, que associou o McDonald’s à divulgação do filme Logan (2017).

mcdonalds

Mesmo com uso discreto do logotipo e com uma fotografia relativamente simples, o público facilmente reconhece a marca McDonald’s e, também, o personagem Wolverine.

É desse modo que o McDonald’s reforça a sua identidade de marca e gera reconhecimento perante os seus clientes.

Coca-Cola

Qualquer pessoa que chegou até aqui conhece a marca e, com raras exceções, já experimentou essa bebida que é muito consumida ao redor de todo o mundo.

Da mesma forma que o McDonald’s, a Coca-Cola já nasceu com uma marca forte, expressada pelo seu logotipo e pela sua cor devidamente registrada.

Toda a sua identidade visual se baseia nesses elementos fortes e, ao longo dos últimos anos, vem fortalecendo a essência da marca, que é trazer a sensação de frescor (“mate a sua sede!”) e de energia.

Toda a produção fotográfica segue essa linha, como você pode visualizar na página inicial do site internacional da marca.

coke

Independentemente do foco da campanha (Natal, Copa, datas comemorativas etc.), os componentes visuais utilizados sempre remetem à marca da Coca-Cola, facilitando a identificação do público de que se trata de uma ação publicitária da empresa.

Nike

Uma das marcas de artigos esportivos mais famosas do mundo, a Nike vem experimentando altos e baixos devido a denúncias de exploração de mão de obra em países subdesenvolvidos.

Por isso, a empresa tem passado por vários processos de reposicionamento de mercado.

Mesmo assim, as campanhas de marketing mantêm a essência da marca: a ideia de liberdade/libertação por meio da prática de atividades físicas e, ainda, de vitória/superação de todo e qualquer desafio.

Como o logotipo é muito simples (e altamente reconhecível), as campanhas da Nike utilizam muito das fotografias publicitárias, geralmente com atletas conhecidos ou pessoas que representem um cidadão comum.

É por meio das fotografias que a marca valoriza e reforça os seus valores, imbuindo processos de transformação social por meio de imagens.

Isso fica visível em uma campanha recente, na qual a empresa traz diferentes esportistas e pessoas famosas para conscientizar o seu público a refletir sobre equidade.

Dicas para melhorar as suas fotografias

Agora que você já sabe um pouco mais sobre fotografias publicitárias, deve estar se perguntando se temos algumas dicas para você.

Aqui estão alguns truques para melhorar as suas fotografias e direcioná-las para campanhas publicitárias:

Faça um bom briefing

Briefing é um documento que agrupa diversas informações e orientações para demarcar o trabalho a ser realizado. É um elemento utilizado por designers, publicitários, editores de vídeo e fotógrafos e serve como um rascunho do trabalho a ser realizado.

O briefing é realizado junto ao cliente solicitante do trabalho, e pode ser feito diretamente com o fotógrafo selecionado ou intermediado por outro colaborador da agência/escritório.

Ele deve contemplar, no mínimo:

  • alguma descrição sobre o cliente (ou que facilite a busca de mais informações sobre ele);
  • a ideia central do produto a ser desenvolvido (a fotografia publicitária, nesse caso) e os objetivos da campanha;
  • a persona da campanha;
  • a mídia na qual será veiculada (site, Instagram, Facebook, revista, outdoor etc.), que afeta elementos técnicos como a resolução da imagem, por exemplo;
  • materiais referência para a produção da fotografia (outras campanhas fotográficas, identidade visual da marca do cliente etc.).

Coloque-se no lugar da persona

Com o briefing delineado, é a hora de fazer uma pesquisa aprofundada a respeito do cliente para quem a fotografia publicitária será produzida.

Quanto mais conhecimento a respeito da essência da marca e dos valores praticados pela empresa, mais o fotógrafo vai conseguir “falar a língua” do seu cliente.

Também é importante conhecer os concorrentes do cliente e o nicho de mercado em que ele se insere.

Esse é o momento de conhecer o produto que será divulgado: experimente-o e se coloque no lugar da persona da campanha.

Se possível, saia a campo e conheça representantes do seu público e defina personas que receberão o resultado do seu trabalho.

Um material que pode te ajudar a definir o seu público é o conteúdo “Persona — O Guia Definitivo”.

Planeje a produção da foto

É preciso ter muita atenção aos elementos essenciais da fotografia:

  • cenário;
  • clima;
  • iluminação;
  • e personagens (atores, por exemplo).

Dependendo dos objetivos da campanha, cada um desses elementos deverá sofrer variações — o que significa que deverão ser meticulosamente planejados.

O melhor dia para a execução da fotografia dependerá desse planejamento, assim como a câmera a ser utilizada.

Além disso, é nessa etapa de planejamento que o cliente pode ser incluído, o que pode fazer toda a diferença e evitar retrabalhos.

Antes mesmo de bater as fotografias, uma conversa de alinhamento com o cliente na fase de planejamento pode evitar desentendimentos do que foi conversado no briefing e, se necessário, ajudar a redefinir alguns termos que foram acordados inicialmente.

Ainda, se possível, inclua representantes da persona da campanha na fase de planejamento. Eles podem trazer percepções surpreendentes sobre o produto com visões que nem mesmo a empresa que o desenvolveu teria.

Execute o que foi planejado

Seguindo o que foi planejado e devidamente acordado com o cliente, passe quantas horas forem necessárias tirando fotos.

Com a facilidade das câmeras digitais, é simples ter uma grande quantidade de imagens para escolher as melhores.

É importante se lembrar da identidade visual da empresa do cliente e incluir, nas fotografias tiradas, alguns elementos da identidade visual:

  • cores;
  • formas;
  • tipografia;
  • representantes do público;
  • etc.

Se quiser saber mais sobre identidade visual, conheça este guia sobre Design Gráfico.

Tudo isso fará muita diferença no reconhecimento e na fidelização da persona, e ficará mais fácil associar a marca à fotografia publicitária da campanha em questão.

Selecione as fotos e comece a pós-produção

Com um grande repertório de fotografias, é hora de escolher as melhores e usar a criatividade para incluir elementos necessários à campanha.

É nessa etapa em que são incluídos na fotografia aspectos que não existiam no “mundo real” durante a realização da foto: slogans, logotipo e tratamentos fotográficos (montagens, colorização, filtros, pontos de luz, entre tantos outros).

Com estes ajustes finais, as fotografias ganham acabamento profissional, e é possível dar destaques ao que é realmente essencial à campanha.

A pós-produção também garante que a fotografia publicitária esteja conectada com a proposta da campanha. A partir daí, é importante levar algumas propostas para aprovação do cliente. Atenção: a palavra-final será dele.

Com essas dicas e muita persistência, você pode começar a fazer as suas próprias fotos! Lembre-se: a fotografia publicitária faz parte de estratégias de comunicação de marca.

Se quiser saber ainda mais sobre fotografias, confira o Guia rápido para melhorar as imagens do seu produto no seu e-commerce!