Pedro Santos


10 publicações feitas.



o que é API?

O que são APIs e como elas podem ser usadas no marketing?

Todos os dias usamos incontáveis aplicativos para facilitar a nossa rotina e pensar por um segundo em ficar sem eles é quase um cenário catastrófico, não é mesmo?

No entanto, mesmo sendo fãs dessas tecnologias, não sabemos como elas funcionam direito, nem sequer pensamos sobre o que está por trás de tudo isso.

Uma dessas ferramentas que colaboram enormemente, mas mesmo assim são pouco compreendidas ou até mesmo conhecidas são as APIs.

Se você quiser entender mais sobre elas e descobrir como podem ajudá-lo com suas estratégia de Marketing, então continue lendo este post!

O que é uma API?

API é a sigla de “Application Programming Interface” em inglês que é comumente traduzida para o português como interface de programação de aplicativos.

Em outras palavras, é um conjunto de códigos e especificações para que os aplicativos se comuniquem ou interajam uns com os outros. Simplificando, um sistema de comunicação entre aplicativos.

Para que servem as APIs?

Como já dissemos, as APIs são criadas para que os aplicativos se comuniquem entre si. Isso permite, por exemplo, compartilhar uma postagem de blog na sua rede social favorita.

Uma das grandes vantagens das APIs é que isso facilita muito o trabalho dos programadores, já que eles não precisam criar um aplicativo inteiro a partir do zero. Eles podem usar APIs para integrar o aplicativo que estão criando com outros já existentes.

Exemplos de aplicação das APIs

Redes sociais

Pode ser o Facebook, Twitter, LinkedIn, Instagram ou Pinterest. Todos eles possuem APIs que os integram a outras plataformas.

Mas como essa integração funciona exatamente? Basicamente, ela permite que você compartilhe o conteúdo de um site em seu perfil de uma rede social como o Facebook, por exemplo.

Você só pode fazer isso porque uma das APIs da rede social — no caso da API do Facebook: Graph — foi integrada ao sistema de gerenciamento de conteúdo do blog.

Outro exemplo ainda no Facebook são jogos para a plataforma. Existem inúmeros jogos que podem ser baixados e mantidos conectados ao seu perfil de rede, mesmo que eles não sejam do próprio Facebook.

As APIs também são as que permitem que seja possível programar publicações em redes sociais. Ferramentas como o Hootsuite, Buffer, Postcron, etc, usam APIs para essa tarefa.

Kit Marketing nas Redes Sociais

Comparadores de preço

Outro exemplo do uso de APIs são os comparadores de preços. Google Shopping, Decolar.com, Buscapé e etc, trabalham de forma eficiente graças às APIs.

Elas são responsáveis ​​por identificar os valores de produtos e serviços online e atualizar a plataforma com os melhores preços.

Pagamentos online

Existem várias opções de pagamento e transação online: PayPal, PayU, Nubepago, entre outros, e, quando você usa qualquer uma delas para receber pagamentos em seu site, há uma API que está trabalhando tudo isso, conectando seu site à plataforma de pagamento online.

Graças a eles, o usuário não precisa colocar suas informações bancárias em todos os lugares onde realiza suas compras.

Ao fazer um pagamento por cartão de crédito, por exemplo, em uma loja online, o site usa uma API que envia as informações para outro programa que é responsável por verificar se todos os dados bancários estão corretos,e se assim for, a compra é concretizada.

Como você pode ver há inúmeros casos em que as APIs trabalham de maneira discreta para que as plataformas e os aplicativos funcionem corretamente, executando ações que parecem ser automáticas.

Toda essa automação é bastante interessante e facilita o dia a dia de quem usa a Internet, seja para consumir, se divertir ou se manter informado. Mas como o foco do nosso site é marketing, vamos para a próxima pergunta.

Como as APIs são usadas no marketing?

Para os usuários, a função das APIs pode passar despercebida, mas para uma empresa, nunca.

No marketing, as APIs podem ser usadas tanto nas integrações de aplicativos para redes sociais quanto em integrações com outros aplicativos.

A criatividade não tem limites quando falamos de marketing, então vamos te dar algumas sugestões sobre como usar as APIs nesta área, mas temos certeza que você encontrará muito mais:

Integre seu site com suas redes sociais

Você provavelmente já os integrou há muito tempo. Hoje em dia é praticamente instintivo fazê-lo, só que talvez você ainda não soubesse que isso era possível graças às APIs.

Se você ainda não fez toda a integração, não espere mais. Existem várias maneiras de integrar suas redes sociais ao seu site.

Além dos botões de compartilhamento, você pode permitir que os visitantes do seu site acessem diretamente suas redes sociais. Torne esses convites realmente atraentes para obter bons resultados.

Quanto mais integrações houver entre elas, mais o seu público circulará e você poderá criar uma imagem de marca melhor, bem como aumentar o engajamento entre a empresa e o público.

Integre o Facebook Lead Ads com outras ferramentas

O Facebook Lead Ads é um recurso do Facebook que permite criar um anúncio em que os usuários são convidados a deixarem seus dados básicos e se tornarem leads, sem precisar sair da plataforma da rede social.

Se esse recurso do Facebook for integrado por meio de uma API com outras ferramentas de automação, você poderá facilitar várias tarefas.

Imagine que cada novo lead proveniente do Facebook possa automaticamente fazer parte da sua lista de email marketing, por exemplo, seria fantástico. E este é apenas um exemplo do que você pode fazer ao integrar o Facebook Lead Ads com outras ferramentas.

Para fazer essas integrações, você não precisa ser um especialista em TI, você pode fazê-lo com muita facilidade diretamente na plataforma do Facebook.

Dentro da página da sua marca você só tem que ir para Ferramentas e depois para Configuração de Clientes em Potencial, a partir daí você só precisa seguir as instruções que o próprio Facebook dá a você para fazer a integração com seu CRM.

Integre a ferramenta com seu sistema de automação de marketing

Assim como facilitará muito a integração da ferramenta que você usa para criar seus formulários, integre sua ferramenta de pagamento ao sistema de automação de marketing também.

Não há nada melhor do que segmentar seu público em sua ferramenta de automação de marketing, certo? Agora imagine isso feito automaticamente, porque é possível através desse tipo de integração.

No momento em que o cliente paga, ele não é mais apenas um lead, agora é um cliente, e seu software de automação pode receber essas informações se estiver integrado à sua ferramenta de pagamento.

Integre formulários ao seu sistema de automação de marketing.

Estamos na era dos formulários online, por isso, não perca a oportunidade de gerar contatos por meio dessa técnica também.

Para isso, você pode aproveitar as várias ferramentas disponíveis online para isso, como: Typeform, SurveyMonkey, Wufoo, etc.

Se o seu site usa algum deles, nada melhor do que integrar a ferramenta que você usa para criar seus formulários, com o seu sistema de automação de marketing.

Independentemente do fluxo de informações que você recebe, a integração dessas ferramentas permitirá que você tenha mais tempo para outras tarefas que ainda não foram automatizadas.

Integre seu site com ferramentas de localização

Se você tem uma empresa física nada melhor do que integrar seu website ao Google Maps, há várias funcionalidades das quais você pode se beneficiar com essa integração.

Como você pode ver, existem muitas opções de aplicativos que você pode utilizar de APIs para ajudá-lo na sua rotina de marketing. Temos certeza de que, ao ler essas recomendações, você pensou algumas ferramentas que você usa diariamente e que pode fazer essa integração.

Além disso, quanto mais integrações existir entre suas ferramentas, mais facilidade você terá para gerenciar as métricas obtidas. Com tudo em um só lugar, a análise é muito mais prática.

Gostou de finalmente descobrir o que são as APIs e como elas podem auxiliar nas suas estratégias de Marketing Digital? Então confira também o nosso conteúdo completo sobre automação de marketing!

automação de marketing e vendas

guia completo do Facebook Analytics

Guia completo do Facebook Analytics: saiba como crescer seu negócio com essa ferramenta

As ferramentas de análise são uma excelente forma de entender melhor os hábitos de navegação e o comportamento do público enquanto ele interage com os canais digitais da sua empresa.

Buscando trazer diferenciais para esse mercado — e concorrer com o Google Analytics —, o Facebook vem aprimorando cada vez mais sua solução nesse campo: o Facebook Analytics (FA).

A ideia é acompanhar diversas métricas que ajudem a compreender a jornada do cliente ao longo do site da empresa, aplicativo para smartphone, chatbot do Messenger e página do Facebook. Vejamos, então, por que você deveria usar essa plataforma e como ela funciona. Confira!

Por que usar o Facebook Analytics?

Os recursos do Facebook Analytics foram desenvolvidos especialmente para anunciantes terem uma perspectiva mais ampla das etapas pelas quais os usuários passam até tomarem uma decisão de compra.

Isso permite analisar o comportamento das pessoas em diversos meios e dispositivos, o que está de acordo com a tendência de estratégias omnichannel.

Sem contar que é possível conhecer melhor a audiência com auxílio dos dados demográficos, estatísticas de conversão e outras informações relevantes. Tudo isso em conjunto será útil para otimizar a atuação digital da sua empresa, além de criar propagandas mais efetivas na rede social de Mark Zuckerberg.

Como configurar a ferramenta?

Agora que você já sabe a motivação pela qual as marcas devem considerar o uso do Facebook Analytics em suas ações de Marketing Digital, vamos ver como configurar a aplicação.

Canais da web

Se você quer registrar as interações dos usuários do seu site ou blog no FA, é necessário ter um Pixel de rastreamento instalado. Trata-se de um recurso usado principalmente para acompanhar o desempenho das conversões dos anúncios nessa rede social.

Sendo assim, você vai precisar ter uma conta de anunciante na plataforma. Basta acessar o Gerenciador de Negócios ou o Gerenciador de Anúncios, escolher o menu que fica no canto superior esquerdo da tela e selecionar Pixels.

Depois é só seguir as instruções, gerar o código do pixel e inclui-lo no seu site ou blog. Depois de algum tempo os dados já ficam disponíveis para serem visualizados na interface do Facebook Analytics.

Aplicativos para smartphones e chatbots

Nos apps para iOS e Android, a configuração é feita utilizando o kit de desenvolvimento que o Facebook fornece. Se necessário, converse com o seu time de TI ou com os profissionais da empresa responsável pela manutenção da sua aplicação móvel.

O mesmo vale para o caso de o seu negócio contar com um chatbot para o Messenger.

Página no Facebook

Para acompanhar os dados referentes a uma página no Facebook não é preciso se importar com passos trabalhosos e configurações. Basta acessar diretamente o FA ou entrar no Gerenciador de Negócios, clicar no menu no canto superior à esquerda e selecionar Analytics.

Vale lembrar que muitos dos relatórios da ferramenta utilizam eventos para compor os gráficos de compra e determinar o que caracteriza que uma pessoa foi de uma etapa à outra do funil de vendas.

Portanto, lembre-se mais uma vez da importância de um profissional ou empresa de tecnologia no processo de setup.

Pronto! Seu Facebook Analytics já está configurado para receber dados de diversas fontes. Se quiser agrupá-los, é só entrar na plataforma, abrir a primeira caixa que fica abaixo do cabeçalho em que diz Analytics e selecionar os canais desejados.

Feito isso, você pode abrir os dados diretamente ou criar um grupo com a combinação de fontes desejada.

Marketing no Facebook

Como funciona o Facebook Analytics?

Agora que já configuramos o que era necessário, precisamos entender os recursos que a ferramenta oferece. Vejamos, então, quais são as funcionalidades que os tomadores de decisão mais devem se atentar na plataforma.

Já dentro do FA, encontramos uma série de opções no lado esquerdo. Elas vão variar de acordo com as fontes que você ajustou, conforme vimos na seção anterior, então não se preocupe se alguns relatórios e métricas não estiverem disponíveis para você.

Visão geral

Nessa tela você terá um panorama das informações mais importantes, como:

  • número de novos usuários;
  • número de usuários ativos por hora ao longo do último dia e também da semana;
  • dados demográficos (gênero, idade e localização);
  • engajamento com as publicações na página do Facebook (publicações com mais reações, número de reações ao longo do tempo, quantidade de compartilhamentos etc).

Usuários ativos

A aba de usuários ativos mostra o número de usuários únicos e de usuários novos em um período. Nela, também podemos visualizar a evolução de certas métricas ao longo do tempo, como o número de eventos, usuários únicos e a perdurabilidade.

A perdurabilidade equivale ao número de usuários ativos por dia dividido pelo número de usuários ativos no mês. Ela traduz uma das inúmeras maneiras de se medir o engajamento em um determinado canal.

Por fim, existe a possibilidade de ver a porcentagem de usuários de cada gênero, agrupados por faixa etária.

Receita

Nesta seção, podemos examinar como está a atividade em termos de compras. Métricas como receita total no período, quantidade de pedidos e receita média por compra estão disponíveis.

Também é possível ver informações de gênero e faixa etária das pessoas que compraram.

Funis

O FA oferece a funcionalidade de criar funis para facilitar a visualização da jornada dos visitantes. Ao mensurar o progresso de conversões de acordo com a sequência de ações dos usuários selecionadas por você, fica mais claro identificar as experiências que geram mais lucratividade para o seu negócio.

Aqui, um exemplo interessante é mapear a porcentagem de usuários que comentam um post da sua marca no Facebook, visitam o seu site e então realizam uma compra.

Retenção

Aqui, podemos descobrir qual é a porcentagem de usuários que seguem utilizando os seus canais digitais depois de uma interação inicial.

É possível filtrar os dados por certas propriedades (canal, localização, idioma, tipo de dispositivo etc.) e por intervalo de tempo (diária, semanal e mensalmente).

Analisar a retenção é uma maneira de entender se a sua empresa está causando uma boa primeira impressão nos meios em que mantém contato com o cliente e o que motiva as pessoas a permanecerem conectadas à sua marca.

Coortes

As coortes representam um grupo de pessoas que realizaram uma sequência de dois eventos que você tenha definido. Alguns exemplos são:

  • realizar uma compra depois de fazer uma busca no site;
  • realizar uma compra depois de instalar o aplicativo;
  • visualizar um conteúdo depois que o chatbot enviou uma mensagem no Messenger.

Para criar as coortes, só é preciso escolher os dois eventos encadeados e, se desejar, filtrar por uma das propriedades disponíveis (o padrão é deixar na opção Geral).

Em seguida, poderá visualizar os detalhes das coortes segundo o número de eventos, valores cumulativos (em termos financeiros) ou retenção de usuários.

Detalhamentos

Os Detalhamentos nada mais são que tabelas dinâmicas em que você consegue agrupar dados de atividade dos usuários com um filtro de até três parâmetros.

Assim, fica mais prático verificar as características mais marcantes das pessoas que interagem com a sua empresa e como é esse comportamento.

Colocamos abaixo algumas sugestões:

  • atividade dos usuários segundo cidade, faixa etária e gênero;
  • visualização da página segundo país, região e cidade;
  • compra segundo o dispositivo e cidade.

Eventos

Os eventos são interações específicas que as pessoas fazem no seu site, blog, aplicativo, página ou outro canal.

Neste relatório, eles ficam organizados em uma tabela cujas colunas principais mostram o número de vezes que os eventos foram executados em um determinado período, a quantidade de usuários que fizeram determinada ação e a receita que certos eventos geraram para a empresa.

Se pretende ver mais informações, é só clicar sobre o evento.

Sobreposição

Nesta aba, temos uma função similar ao relatório de Detalhamento. A diferença é que aqui você verá o número de usuários (geral ou que fizeram determinado evento) segundo um parâmetro de sua escolha.

A visualização é na forma de um gráfico com círculos representando os conjuntos e que podem se sobrepor — um diagrama de Venn.

Valor vitalício

No relatório de valor vitalício ou lifetime value, temos acesso ao quão valioso um cliente é para o negócio — dia após dia, semana após semana ou mês após mês.

Se preferir, poderá filtrar os dados por todos os usuários (pessoas que fizeram uma compra e também que não fizeram) ou apenas por usuários pagantes.

Dados demográficos

Além de vermos a quantidade de usuários por faixa etária e gênero, temos a porcentagem de pessoas por país, cidade e idioma.

Tecnologia

Aqui, temos o percentual de usuários por canal, versão do sistema operacional, modelo do dispositivo e a informação de uso com ou sem o login do Facebook.

Diante de todas essas funcionalidades, recomendamos que você teste o Facebook Analytics para o seu negócio e se familiarize com os relatórios da plataforma. Ao analisar as informações da maneira certa, você certamente encontrará ideias para melhorar suas estratégias dentro e fora da rede social.

E então, quer conhecer outras soluções para otimizar a presença da sua organização nessa mídia tão popular? Confira o nosso conteúdo completo sobre como otimizar as suas conversões com o Facebook Ads!

otimize suas conversões com facebook ads

Google Acadêmico

Google acadêmico: como usar essa rica ferramenta de pesquisas do Google

O Google Acadêmico é uma ferramenta rica do Google que possibilita uma pesquisa avançada para projetos acadêmicos!

Se você nasceu antes da popularização da internet, deve se lembrar que o acesso à informação era bem mais difícil. Trabalhos acadêmicos dependiam das grandes enciclopédias, livros e jornais. Muitos desses materiais eram caros e parte dos estudantes dispunham de um bom tempo nas bibliotecas para que fosse possível produzir suas pesquisas.

Alguns desses “costumes” ainda são levados até hoje, mas é inegável que a internet mudou completamente o a vida e o modo de estudo dessas pessoas.

Além da informação ser facilmente encontrada em sites, portais e mecanismos de busca, há ainda páginas especializadas para a procura de materiais de estudo, como no caso do Google Acadêmico.

Nesse post você vai conhecer mais da ferramenta e como você pode se beneficiar com ela.

O que é o Google Acadêmico

Se você ainda não conhece, o Google Acadêmico é mais um dos diversos serviços oferecidos pela Google. Em 2004 foi lançado como mais um dos serviços de busca do Google, já em 2006, a plataforma começou a realizar pesquisas também em língua portuguesa e rapidamente se transformou em um poderoso mecanismo de busca de materiais acadêmicos muito ricos e úteis em informação.

A ferramenta é um buscador de livros, teses, resumos, literatura escolar, entre outros tipos de publicações. O layout da página é bem parecido com famoso mecanismo de busca do Google e ele ordena os resultados por ondem de relevância.

É uma excelente ferramenta de auxílio em pesquisas e trabalhos acadêmicos, mas como tudo que está na rede, precisa de cautela em sua utilização.

Quais as vantagens do Google acadêmico?

Sem contar com a grande vantagem de poder fazer suas pesquisas de forma mais eficiente e facilitada, sem a necessidade de sair de casa em busca de bibliotecas e até mesmo sem precisar investir em materiais de estudo.

O Google acadêmico possui diversas funcionalidades que justificam as vantagens de seu uso.

Abaixo vamos mostrar algumas delas, mas antes, é importante destacar, que em algumas das funcionalidades citadas abaixo, é necessário que se tenha uma conta no Google. O cadastro e os serviços são gratuitos. Veja:

  • Busca avançada: apesar de ser bem parecido como a ferramenta de busca da Google, o Google Acadêmico possibilita que você refine ainda mais suas buscas, conseguindo resultados mais satisfatórios. Isso porque a ferramenta dispõe da “Busca Avançada” que permite que você faça suas pesquisas de maneira mais precisa, como por exemplo, focando os resultados de um único autor ou periódico;
  • Minha biblioteca: com essa funcionalidade, você pode armazenar trabalhos acadêmicos que foram encontrados em suas pesquisas, caso queira ter acesso posteriormente;
  • Minhas citações: nessa opção você pode criar um perfil público. Dessa forma ele será exibido nos resultados de pesquisa do Google Acadêmico. Assim é possível também acompanhar de uma maneira simples quem cita suas publicações;
  • Minhas atualizações: essa funcionalidade recomenda artigos para você de acordo com seu histórico de buscas;
  • Alertas: aqui você pode criar alertas referentes a determinadas palavras-chave ou temas, desse modo, quando novas publicações forem indexadas segundo esses critérios, você é avisado;
  • Métricas: possibilita que você faça consultas dos periódicos mais relevantes por área, hierarquizados por número de citações recebidas.

Quais as desvantagens do Google acadêmico?

Como podemos ver, o Google Acadêmico oferece muitas vantagens, mas como nada é perfeito, a ferramenta tem também suas desvantagens. Elencamos abaixo quais são elas:

  • Falta de resultados para determinadas áreas: infelizmente a ferramenta não dispõe de muitos resultados para todas as áreas de conhecimento. A parte de “Humanidades”, por exemplo, é bastante defasada;
  • Forma de hierarquização dos resultados: os primeiros resultados que aparecem em uma busca são aqueles que foram mais citados. Mas àqueles que não são bem rankeados de acordo com as técnicas de otimização de sites, podem ter mais dificuldade em aparecer nos melhores resultados. O que quer dizer que algumas fontes relevantes podem ficar de fora, pois são são adequadas a esses critérios;
  • Resultados de buscas: de vez em quando, em algumas buscas aparecem resultados de fontes que não são acadêmicas ou mesmo não confiáveis ou desatualizadas.
  • Sem garantia de acesso: apesar de o Google Acadêmico ser uma ferramenta gratuita, ele apenas indica as fontes, o que não garante acesso a todos os resultados, pois alguns artigos e publicações cobram uma taxa para que seja possível o seu acesso.

Como usar o Google acadêmico?

Agora que já mostramos a você como tudo sobre o Google Acadêmico, vamos te ensinar a como utilizá-lo. Conforme já explicamos, a ferramenta é bem parecida com o mecanismo de buscas do Google, mas há alguns detalhes na plataforma que podem facilitar e melhorar sua busca.

Acesso

Para acessar o Google Acadêmico, basta entrar no link:  https://scholar.google.com.br/

Pesquisa

No campo de busca, digite o que você deseja pesquisar. Assim como no buscador tradicional do Google, aqui você também pode filtrar os resultados. Por exemplo, por período de tempo da publicação, por relevância ou data e, se você quer que a pesquisa seja feita em toda a web ou somente em páginas em português.

Busca avançada

Para usar a busca avançada, clique na seta que está localizada no canto direito do campo de busca. A seguir, preencha os campos que podem te auxiliar a ter mais precisão na pesquisa. Você pode encontrar artigos das seguintes formas:

  • Com todas as palavras;
  • Com a frase exata;
  • Com no mínimo uma das palavras;
  • Sem determinadas palavras;
  • Onde as palavras devem ocorrer, em qualquer lugar do artigo ou no título do artigo;
  • Exibir artigos de autoria de determinado autor;
  • Exibir artigos publicados em determinado periódico;
  • Exibir artigos entre datas a sua escolha.

Minha biblioteca

Para começar a usar a biblioteca é bem simples, basta clicar em “Minha biblioteca” e no botão vermelho “ativar”. Quando quiser utilizar a ferramenta para guardar artigos e livros e facilitar o acesso recorrente, basta clicar em “salvar” embaixo de cada resultado de pesquisa .

Se desejar ver todos os artigos salvos na sua biblioteca, basta clicar em “Minha biblioteca”.

Se você tem um perfil no Google Acadêmico, todos os artigos de sua autoria serão inclusos automaticamente na sua biblioteca. É possível também ver todo o conteúdo que tiver citado.

Minhas citações

Para usar a funcionalidade de “Minhas citações” e assim monitorar as citações das suas publicações que aparecerão nos resultados de pesquisa, você precisará fazer um perfil, preenchendo um pequeno cadastro com dados como: nome; afiliação; email para verificação; áreas de interesse e página inicial.

Caso não tenha um site ou e-mail referente a uma instituição, é só deixar o espaço em branco.

O próximo passo é adicionar os artigos que você escreveu para adicionar a seu perfil. Se houver necessidade, você poderá depois editar, excluir ou adicionar mais artigos. Se preferir, pode pular essa etapa e fazer isso depois.

Por último, você deverá escolher como a ferramenta deverá proceder nos seus artigos que são atualizados. Se deverá atualizar automaticamente — esse é o recomendado — ou se antes de ocorrer a atualização, enviarem um e-mail a você para analise e confirmação.

Alertas

Para receber atualizações recentes é simples. Clique em “Criar alerta”, digite a palavra-chave, seu endereço de e-mail e depois clique no botão vermelho “criar alerta”. Você pode criar quantos alertas desejar.

Os alertas serão recebidos por e-mail, e se, posteriormente, você não quiser receber sobre determinado assunto, você poderá cancelar.

Métricas

Se você deseja analisar a visibilidade e influência de artigos publicados recentemente, é só utilizar a ferramenta “Métricas”.

A ferramenta exibirá uma relação com os 100 periódicos mais citados, enquanto as colunas “Índice h5” e “Mediana h5” organizam o ranking com média de referências que seus artigos obtiveram, ou seja, permite que você faça um exame mais minucioso nos índices métricos dos artigos exibidos, pois oferece diversos hyperlinks para isso.

Além disso, exibe resultados em um ranking organizado pelo número de referência.

Você pode visualizar a análise métrica de periódicos com nove idiomas diferentes (inglês, chinês, português, alemão, espanhol, francês, italiano, japonês e holandês). Essa opção fica no canto esquerdo da tela.

É possível  também fazer uma busca mais apurada nos periódicos em inglês. Você pode escolher entre oito categorias temáticas diferentes.

Configurações

Se você quer alterar algumas configurações como número de resultados por página, idiomas, entre outros dados da sua conta, clique em configurações.

Extensão no navegador

É possível adicionar a Extensão do Google Acadêmico no seu navegador do Google Chrome ou Mozilla Firefox. Assim você terá acesso fácil e rápido a plataforma a partir de qualquer página da web.

Pronto! Agora você está preparado para utilizar todos os recursos do Google Acadêmico de maneira eficiente. Lembre-se de que apesar de ser uma ferramenta com artigos, documentos e publicações ricos em dados e informações, é preciso estar sempre atento ao que você utiliza como fonte.

Assim como há outras ferramentas que dispõe de fontes falsas ou desatualizadas, com o Google Acadêmico por ocorrer o mesmo. Portanto, sempre cheque e esteja atento as informações disponibilizadas.

Agora que você já sabe tudo sobre o Google Acadêmico, talvez esteja interessado em outras ferramentas para aprender mais. Conheça os cursos da Universidade Rock Content!

Universidade Rock Content

webinar

O que é e como apresentar um webinar de sucesso

Esqueça quase tudo que costumava envolver uma palestra ou seminário tradicional: aluguel de sala, cadeiras, sistema de som, projetor, telão e até estacionamento.

Hoje em dia já é possível dar palestras e aulas pela internet em tempo real, tornando tudo mais fácil e atingindo muito mais pessoas.

É isso que chamamos de webinar, também conhecido como hangout. Um webinar nada mais é do que um seminário online sobre um tema específico, geralmente transmitido ao vivo.

O objetivo desse post é justamente ser um guia para quem deseja fazer webinars. Aqui você vai conferir um passo a passo para colocar tudo em prática. Fique com a gente!

Faça o download deste post inserindo seu e-mail abaixo

Não se preocupe, não fazemos spam.
Powered by Rock Convert

O que é Webinar

Webinar é uma estratégia do Marketing Digital e consistem em aulas online para um público-alvo específico. O webinar pode ser transmitido tanto ao vivo, quando previamente gravado e disponibilizado para os usuários.

Esse tipo de formato de conteúdo tem ganhado muita força, uma vez que pode ser utilizado como geração de leads.

Outro motivo que faz com que esse formato ganhe forças é a possibilidade de ser transformado em um infográfico, eBook, demonstração de um produto ou serviço etc.

Benefícios: o que você ganha com um webinar

As marcas e empresas têm investido cada vez mais em webinars devido aos inúmeros benefícios que eles trazem.

Veja cada um deles e entenda como produzir um pode trazer resultados incríveis na sua estratégia de Marketing Digital!

Atenção

Enquanto muitos sites brigam pela atenção do público, quem faz um webinar costuma sair na frente. Muitas pessoas preferem participar de um evento ao vivo do que ler um artigo em um blog, por exemplo.

Quando você convida sua audiência para um evento, fica mais difícil ser ignorado.

Engajamento

Para o seu público, ver seu rosto ao vivo na câmera é excelente. Isso cria uma conexão muito maior entre vocês do que a comunicação através de texto, áudio ou vídeos gravados.

E a interação também cresce, já você pode responder dúvidas em tempo real. Como consequência, você ganha um público mais engajado e propenso a fazer o que pede.

Autoridade

Só o fato de você aparecer como apresentador já cria uma espécie de autoridade instantânea. Além disso, quando você assiste a um seminário ao vivo, fica fácil perceber quando o palestrante domina o assunto.

Se você se concentrar em entregar conteúdo de alto valor para sua persona, pode ter certeza que sua autoridade vai aumentar.

Tráfego

Webinars são ótimos para trazer visitantes até seu site, além de gerar inscrições para sua lista de emails.

Muitas vezes, só o fato de você fazer uma aula ao vivo para seu público gera uma série de consequências positivas, desde curtidas na fanpage até venda de produtos secundários que não foram anunciados no webinar.

Vendas

Dizem que a melhor forma de vender qualquer produto ou serviço é pessoalmente.

Porém, a segunda melhor forma é um webinar. A diferença é que, através da internet, você consegue escalar o seu alcance.

Dessa maneira, você transmite seu conteúdo para uma série de pessoas e também faz a oferta de venda para todas elas.

Um webinar com bom conteúdo é a melhor preparação antes de vender algo. Além disso, responder dúvidas ao vivo ajuda a fechar muitas compras de pessoas que estavam indecisas.

Ebook Marketing de Conteúdo para Vendas Complexas

Objetivo: o que você espera do seu webinar?

Agora que você já sabe quais são os benefícios de um webinar, é hora de conhecer os diferentes objetivos que sua apresentação pode ter.

Algumas das metas mais comuns são:

  • Gerar novas leads: quando o tema do seu webinar é amplo, você tem a chance de atrair a atenção de muitas pessoas, gerando novos inscritos na sua lista de emails;
  • Qualificar suas leads atuais: você pode rodar um webinar para quem já está na sua lista de emails, apresentando um conteúdo mais avançado ou detalhado.

Dessa forma você educa seu público e deixa ele mais próximo da decisão de compra.

  • Converter leads em clientes: como falamos anteriormente, webinars são ótimas oportunidades para fechar vendas (e costumam apresentar altas taxas de conversão).

É importante lembrar, entretanto, que para vender você precisa entregar conteúdo de qualidade durante o próprio webinar.

  • Melhorar o relacionamento com os clientes: é muito comum fazer webinars exclusivos com conteúdos extras, tutoriais e respostas ao vivo. Isso é muito bem visto por quem já comprou de você e ajuda a reter os clientes.

Tema: você vai falar sobre o quê?

Uma vez definido o objetivo do seu webinar, você precisa escolher um tema para ele. A maioria das pessoas está muito ocupada no cotidiano, por isso o título do seu seminário precisa ser bastante atrativo.

Se você não sabe por onde começar, analise os conteúdos de maior sucesso entre seu público. Eles costumam ser um ótimo ponto de partida.

Vejamos um exemplo:

Se um dos posts mais acessados no blog de uma empresa é “Como automatizar a emissão de notas fiscais”, este tema pode ser transformado em uma aula ao vivo.

Durante o encontro, o apresentador pode mostrar um tutorial de como fazer o processo passo a passo, quais ferramentas usar, etc.

Outra dica é olhar com atenção para as palavras-chave que trazem mais visitantes ao seu site.

Se determinados tópicos têm despertado o interesse da sua audiência, a tendência é que eles também funcionem para webinars.

Preparação técnica e logística: como deixar tudo funcionando

Depois de escolher o tema do webinar você estará empolgado para criar o conteúdo.

Mas antes disso é importante adiantar alguns outros aspectos da preparação:

Data

Quanto antes você marcar o dia e horário no calendário, mais rápido conseguirá se programar.

Além disso, lembre-se da meta estipulada. Se o objetivo do seu webinar for vender, por exemplo, pode ser interessante marcar para o início do mês (período em que as pessoas têm mais dinheiro).

Convidados

Ter convidados especiais é ótimo para atrair ainda mais pessoas, dar um tom de novidade e trazer conteúdos ainda melhores. Se você for contar com outros palestrantes, é importante avisá-los com antecedência.

Plataforma de transmissão

Do ponto de vista técnico, fazer webinars nunca foi tão fácil. Atualmente o Google Hangouts on Air permite fazer transmissões gratuitas sem limite de participantes!

A ferramenta é integrada com o Youtube, portanto seu webinar será transmitido ao vivo justamente através da sua conta do Youtube.

Para isso você terá que integrar sua conta do Gmail com o Youtube. Os passos são os seguintes:

  1. Crie uma conta no Gmail;
  2.  Comece um canal no Youtube;
  3. Faça a integração do com o Youtube;
  4. Faça o download e instale o plugin do Hangouts no seu navegador.

Com o Hangouts on Air você terá uma ótima plataforma a custo zero.

Só não esqueça de testar a transmissão previamente e se certificar de que tudo está funcionando!

Se no futuro você desejar dar um toque ainda mais profissional, poderá testar outras ferramentas, como o WebinarJam ou o Easy Webinar Plugin.

Essas plataformas apresentam recursos extras, como integração com serviços e Email Marketing, envio de lembretes por SMS aos participantes, questionários ao vivo na tela, entre outros.

Landing Page

Uma landing page ou página de captura nada mais é do que a página em que as pessoas farão a inscrição para participar do seu webinar.

Lá elas terão que inserir pelo menos o email para que sejam avisadas de tudo que estiver relacionado ao evento.

Além disso, a página deve conter o tema do seminário, data e outras informações relevantes.

Divulgação: como atrair audiência para sua apresentação

Chegou a hora de atrair inscritos para o seu webinar. Aqui você pode contar com diferentes canais de comunicação, usando tanto tráfego orgânico como tráfego pago.

As principais dicas são:

Envie um email para os seus assinantes

Se você possui assinantes de newsletter no seu blog ou qualquer outra lista de potenciais clientes, essa é a hora de mandar um convite para eles.

Afinal de contas, são pessoas que já acompanham o seu trabalho e provavelmente terão interesse em participar.

Divulgue nas suas redes sociais

Prepare chamadas em todos os seus canais convidando o público para participar do webinar.

Experimente usar vídeos curtos no Facebook, Instagram, Snapchat e Youtube.

Também vale usar cards e imagens, tanto no Facebook como no Instagram. Não esqueça de sempre deixar um link para a sua landing page.

Kit Marketing nas Redes Sociais

Faça anúncios

Caso você tenha alguma verba para investir, vale apostar em mídias pagas como o Facebook Ads e Google AdWords.

No caso do Facebook, você pode fazer um post na sua fanpage falando sobre o webinar e depois apenas impulsioná-lo.

Inclua alguns Calls to Action no site

Um call to action (ou simplesmente CTA) é uma chamada para ação, convidando o usuário a tomar uma determinada iniciativa.

Nesse caso, você pode incluir banners na lateral do site ou até mesmo no meio e no final dos posts do seu blog.

Além disso, pode incluir links no próprio texto do blog, caso o assunto do post esteja relacionado com o que você vai mostrar na apresentação.

Avise seus parceiros

Se você tiver outros palestrantes convidados no webinar, é provável que eles estejam dispostos a divulgar o evento também.

No entanto, é importante que eles não se sintam obrigados a fazer nenhuma divulgação, a não ser que isso seja parte do acordo entre vocês.

Conteúdo: o que você precisa para encantar o seu público

Até agora você já conheceu os benefícios de um webinar, os prováveis objetivos da sua apresentação, a definição do tema, a parte técnica para colocar seu seminário no ar e as principais dicas para a divulgação.

Mas tudo isso só faz sentido se você tiver uma peça-chave: um conteúdo matador.

O erro nº 1 dos iniciantes

Ao preparar o conteúdo para um webinar, muitos iniciantes pensam o seguinte:

“Se eu ensinar tudo que sei, ninguém vai comprar meu produto ou serviço”.

Essa percepção até faz sentido do ponto de vista do organizador, mas tente se colocar no lugar da audiência.

Quando você vê que uma pessoa está entregando um conteúdo de alto valor e passando o máximo de conhecimento a você, sem dúvida a sua admiração e confiança por ela crescem.

Consequentemente, as suas chances de fazer negócio com essa pessoa também aumentam.

Ou seja, na hora de planejar o conteúdo do seu webinar, não tenha medo de entregar o que você tem de mais valioso.

É dessa forma que você vai gerar o máximo de engajamento possível.

Roteiro

Por mais que você tenha pleno domínio do assunto que vai tratar no webinar, não deixe de fazer um roteiro.

A quantidade de detalhes pode variar conforme a sua necessidade, mas o ideal é que você tenha pelo menos os pontos principais.

Aqui vai a nossa dica de estrutura:

  • Introdução e sua história pessoal (5 a 10 minutos);
  • Apresentação principal (25 a 30 minutos);
  • Perguntas e respostas (10 minutos).

Além disso, lembre-se de que você deve terminar sua apresentação principal com um call-to-action (chamada para ação).

Você pode usar os últimos 5 minutos da apresentação principal para fazer a oferta de um produto, sugerir que a sua audiência assine uma lista de e-mails exclusiva ou simplesmente pedir que as pessoas curtam a sua página do Facebook.

Apresentação visual

É muito comum usar uma apresentação de slides durante o webinar.

O fato de ter textos e imagens na tela facilita para o próprio organizador e também para o público, que consegue acompanhar e fazer anotações.

Algumas opções para montar os slides são o famoso PowerPoint, o Keynote (caso você use Mac), o Prezi ou até mesmo o Google Slides, que pode ser acessado pelo Google Drive.

Contudo, você não vai querer fazer uma palestra chata. Pelo contrário: sua missão é captar e reter a atenção da audiência, mantendo todos engajados.

Para isso, você deve preparar um design agradável e chamativo. Separe um tempo para testar diferentes cores, fontes e imagens a fim de deixar sua apresentação bonita e moderna.

As dicas gerais são: use fontes de tamanho grande; resuma o conteúdo em frases curtas; ilustre com ícones e imagens; e varie as cores ao longo da apresentação.

Kit Super Apresentações

Recapitulando

Usar webinars no seu negócio é, sem dúvida, uma das melhores formas de se conectar com a sua audiência.

Através das apresentações ao vivo e online, você pode facilmente conseguir mais tráfego, mais engajamento, mais vendas e mais clientes felizes.

Então que tal recapitular os passos para apresentar um webinar de sucesso?

Ah, também incluímos aqui uma sugestão de cronograma para te ajudar ainda mais:

Três semanas antes do evento:

  • Definição do objetivo;
  • Definição do tema;
  • Definição da data;
  • Contato com palestrantes parceiros.

Duas semanas antes do evento:

  • Configuração da landing page;
  • Divulgação (e-mail, redes sociais, site ou blog, parceiros, anúncios pagos).

Na semana do evento:

  • Testes com a plataforma de transmissão;
  • Preparação do conteúdo (roteiro, slides).

No dia do evento:

  • Teste da conexão com a internet;
  • Teste do áudio, câmera, enquadramento, luz, microfone, etc;
  • Envio de email de lembrete aos inscritos;
  • Apresentação do webinar (introdução, interação com o público, apresentação principal, call-to-action, perguntas e respostas, agradecimentos).

Após o evento (caso se aplique):

  • Envio dos slides por email para os participantes;
  • Envio da gravação para quem não conseguiu assistir;
  • Pesquisa de satisfação;
  • Configuração de landing page para novas pessoas que quiserem acessar a gravação.

Esperamos que este conteúdo tenha te ajudado a entender melhor os passos necessários para um webinar de sucesso.

Por mais que pareça muito difícil agora, não deixe de fazer o seu. Com o tempo, só vai ficar mais fácil. Além disso, os benefícios são muito maiores do que qualquer imprevisto ou nervosismo que possa surgir.

ebook-marketing-digital-baixe-agora

Marketing Empresarial

Faça um marketing empresarial eficiente em 5 passos

O marketing empresarial pode ser definido como todo o conjunto de ações promocionais que tem o objetivo de captar novos clientes e atender as demandas e fidelizar os atuais, garantindo o sucesso da organização.

É uma estratégia que engloba o marketing de uma empresa como um todo, envolvendo as ações de marketing on-line e off-line, dependendo do trabalho em conjunto de toda a equipe da sua empresa para garantir a conquista das suas metas organizacionais.

O marketing empresarial é indispensável para a construção da imagem da sua empresa no mercado, posicionando a marca junto aos seus clientes, aos seus concorrentes e a todo o mercado consumidor.

São várias as ações que sua empresa deve investir para fazer um marketing empresarial eficiente. Entre as melhores práticas, podemos destacar:

1. Saiba quais são os 4 Ps do marketing

Os 4 Ps do marketing são a base para a construção de qualquer estratégia promocional. Sem conhecer a fundo esses 4 elementos, são grandes as chances de a sua empresa não alcançar os seus objetivos de marketing.

Os 4 Ps do marketing são:

1.1. Produto

O P de produto se refere àquilo que a sua empresa está oferecendo aos seus consumidores, sendo ele um produto propriamente dito ou até mesmo um serviço.

É muito importante que este produto vá além da simples oferta de um material. Ele precisa ser desenvolvido com o objetivo de solucionar um problema do seu cliente, ajudando-o a conquistar os seus objetivos.

Para se destacar dos seus concorrentes, o ideal é que a sua empresa consiga apresentar diferenciais claros na concepção dos seus produtos, elementos que o tornem únicos e, assim, desejáveis pelo seu público-alvo.

1.2. Preço

Como o próprio nome sugere, o preço é o valor monetário que os clientes da sua empresa terão que pagar para adquirir os seus produtos ou os seus serviços.

Além de estar diretamente relacionado aos lucros da sua organização, o preço pode ajudar a atrair a atenção do público para o seu negócio.

Um preço mais alto que a média do mercado pode, por exemplo, ajudar a transmitir a ideia de que os produtos e os serviços da sua empresa são de maior qualidade, atraindo a atenção de um público selecionado.

Por outro lado, preços baixos podem atrair a atenção de um grande número de consumidores, ajudando a aumentar o número de vendas.

1.3. Praça

A praça é o ponto comercial da empresa, o local onde os produtos e os serviços são comercializados.

Ela se refere não apenas ao local físico, mas também a todos os ambientes virtuais em que a sua empresa está inserida, como um site e um e-commerce. Ela é um dos elementos que mais influencia na experiência de consumo do seu cliente.

Uma loja desorganizada e suja pode causar uma má impressão em seu cliente, fazendo o mesmo ter receio de entrar ali. Já um site confuso e cheio de erros de programação pode fazer com que o cliente abandone a página antes de fechar o negócio.

1.4. Promoção

A promoção está diretamente relacionada à divulgação dos produtos e dos serviços da sua empresa, envolvendo todos os canais que serão utilizados para tornar a sua empresa conhecida no mercado, sejam eles digitais ou tradicionais.

Mas, para garantir o sucesso de seu negócio, o ideal é que a sua empresa invista nos canais nos quais os clientes estão presentes. Assim, toda a sua comunicação será mais eficiente, gerando melhores resultados para a organização.

2. Conheça bem o público de sua empresa

Conhecer bem o público da sua empresa também é muito importante para construção de uma estratégia de marketing empresarial.

É conhecendo bem o seu público que você será capaz de criar mensagens mais eficientes, capazes de inspirar e fazer os seus clientes desejarem as soluções apresentadas pela sua empresa.

O conhecimento do seu público também poderá ajudar na criação de melhores argumentos de venda, ajudando a melhorar os lucros do seu negócio.

E não se esqueça: conhecer o público da sua empresa é mais do que definir o seu público-alvo. Isso envolve também o desenvolvimento de buyer personas e a compreensão das dúvidas e dos problemas que o seu cliente enfrenta no dia a dia.

3. Utilize o marketing de conteúdo a seu favor

O marketing de conteúdo é outro elemento muito importante em uma estratégia de marketing empresarial.

Além de atrair a atenção dos seus clientes de forma espontânea, o conteúdo produzido pela sua organização pode ajudar você a se posicionar como uma autoridade no mercado, que domina todos os elementos relacionados à sua área de atuação.

E, ao contrário do que muita gente pensa, esse conteúdo não precisa ser apenas no formato de blog posts e de e-books.

A sua empresa também pode desenvolver materiais impressos, como jornais, revistas e até mesmo materiais em formato de vídeo. Mais importante do que a forma em que o conteúdo é apresentado é a relevância que ele terá para o público da sua organização.

4. Acompanhe de perto tudo o que é dito sobre a sua empresa

O marketing empresarial tem relação direta com o branding e com a forma com que os consumidores percebem a sua marca.

Por isso, é muito importante que você acompanhe de perto tudo o que é dito sobre a sua organização, seja nas redes sociais ou no boca a boca entre os seus consumidores.

Conheça bem todas as características que fazem a sua empresa e os seus produtos serem admirados e entenda quais são os erros e os pontos fracos que estão sendo discutidos no mercado.

Com essas informações, você poderá alinhar toda a sua estratégia promocional, reforçando os seus pontos fortes e trabalhando para corrigir os pontos fracos da sua organização.

5. Não se esqueça do endomarketing

Muitas empresas investem pesado em campanhas para atrair novos clientes e se esquecem de que os seus colaboradores são elementos essenciais para o sucesso do negócio.

Por isso, é muito importante que a sua organização invista no endomarketing e na integração de sua equipe, fazendo com que todos os membros da organização trabalhem juntos para a conquista do seu objetivo.

Além disso, demonstre que a sua empresa se preocupa com o bem-estar de todo o seu time de colaboradores e que quer garantir que eles tenham um ambiente propício para o desenvolvimento do seu trabalho.

Com uma equipe de colaboradores motivada e comprometida com os objetivos da sua empresa, você será capaz de oferecer produtos e serviços de maior qualidade para os seus consumidores, aumentando os lucros da sua organização.

Agora que você já sabe como fazer uma estratégia de marketing empresarial eficiente, é hora de colocar em prática tudo o que aprendeu para atrair mais clientes e torná-los fiéis à sua marca.

Gostou deste post? Aproveite e acesse o nosso post no qual explicamos as leis da persuasão para você aprender a convencer, converter e transformar os seus leads em clientes fiéis da sua organização.

Como divulgar ebook

10 dicas infalíveis para divulgar seu ebook e conquistar o público!

O ebook é uma das táticas mais utilizadas em uma estratégia de marketing de conteúdo.

Segundo a pesquisa Content Trends 2017, esse formato é o preferido das empresas para se usar no meio de funil (48,5%) e também é o material rico mais empregado (34,5%).

Os números chamam a atenção porque criar um ebook dá um pouco de trabalho.

Tem que definir o tema, escrever o texto, diagramar o conteúdo, cuidar do design e preparar o lançamento do material.

Entretanto, os esforços não param por aí!

Por acaso, você sabe como divulgar um ebook?

Não adianta produzir um excelente ebook se ele não for divulgado da melhor maneira, certo?

Esse material deve cumprir uma função importante em uma estratégia de marketing.

Ele pode ser usado para gerar e qualificar leads, educar seu mercado, aumentar a reputação da marca, entre outros objetivos.

Pensando nisso, selecionamos as 10 principais formas de promover seus ebooks. Fique conosco!

1. Crie blog posts falando sobre o tema do ebook

Se sua empresa tem um blog, não hesite em usá-lo para divulgar seu ebook. Afinal, é um canal próprio da marca e com total liberdade de publicação.

Você pode utilizar o blog para promover um ebook com a criação de posts temáticos.

Aqui, é legal desenvolver um artigo que fale sobre o assunto do material em questão, algo que traga um aperitivo para o público.

Você pode trazer algumas ideias expostas no ebook, mostrar imagens do conteúdo, falar sobre sua importância ou o que mais despertar a curiosidade e o interesse nos leitores.

A grande vantagem de criar artigos sobre o ebook está na naturalidade de usar um canal próprio para isso.

Além do mais, em um post, você tem mais espaço que as landing pages para convencer os visitantes a baixarem o conteúdo.

A desvantagem pode estar justamente no texto de divulgação. Se ele não criar expectativa e interesse no público, certamente os downloads serão menores.

2. Escreva CTAs em outras postagens

Além de criar um post temático, outra maneira de divulgação é escrevendo CTAs que levem os visitantes até a landing page do ebook

Essas chamadas devem ser inseridas em outros posts do seu blog. Se já existem outros artigos que falem sobre o mesmo tema do ebook, coloque um CTA de divulgação neles; caso você venha a produzir conteúdos similares, faça a mesma coisa.

O importante é que essa conexão entre o conteúdo do post e o link para a página de conversão do ebook seja natural.

Os leitores precisam ver aquele convite como algo que irá complementar o conhecimento adquirido na primeira leitura.

As vantagens estão em aumentar os pontos de divulgação do ebook e atrair mais interessados ao longo do tempo.

Em contrapartida, só há desvantagem se o CTA for introduzido em posts que não tenham muito a ver com o material. Nesse caso, você correria o risco de atrair um tráfego não qualificado, o que diminuiria bastante suas taxas de conversão.

3. Utilize banners laterais e pop-ups

Em muitos blogs, a barra lateral é usada para colocar caixas de inscrição em newsletter e expor os posts mais populares, não é verdade?

Nesse caso, que tal aproveitar esse espaço para colocar um banner de divulgação para os ebooks?

Você pode produzir um título chamativo e inserir um botão que leve os visitantes interessados até a página de conversão.

Outra opção com ainda mais cara de publicidade são os pop-ups.

Pode parecer que não, mas as caixas que aparecem de surpresa na abertura, no meio da navegação ou ao fechar a página podem funcionar bem.

Para obter sucesso com os pop-ups, o ideal é fazer a divulgação em páginas que abordem assuntos parecidos com o do ebook.

Além disso, é indicada a divulgação ebooks mais básicos e que exijam a troca de uma ou, no máximo, duas informações dos visitantes.

A ideia é fazer o público acessar o material após clicar no CTA do pop-up. Assim, as pessoas podem pular etapas para consumir o ebook.

E uma das vantagens dos pop-ups é justamente essa: fazer as pessoas baixarem os ebooks sem precisarem ir para as landing pages.

Já a desvantagem é que esse formato de divulgação pode irritar parte do público.

4. Faça posts orgânicos nas redes sociais

Saímos do blog e agora vamos para outro meio essencial para a divulgação de ebooks: as redes sociais.

Nelas, você deve aproveitar todos ou quase todos os perfis da empresa para compartilhar a landing page do ebook.

Um post no Facebook, alguns tweets, um link na bio ou no Stories do Instagram (já que os links não são clicáveis nos posts), um vídeo falando sobre o ebook no YouTube, enfim, formas não faltam de promover esse material rico.

Uma dica boa para fazer essa divulgação é montar um calendário de publicação de acordo com os melhores dias e horários, ou seja, com os períodos em que o público mais se engaja.

As vantagens são: aumentar o alcance do seu ebook e ter a possibilidade de os seguidores compartilharem espontaneamente (viralização, boca a boca).

Já a desvantagem está no limite do alcance orgânico nas redes sociais, especialmente no Facebook.

Kit Marketing nas Redes Sociais

5. Anuncie nas mídias sociais

Se o alcance orgânico pode atrapalhar, isso pode ser resolvido com posts patrocinados.

Não se fala muito em investimento em anúncios em uma estratégia de marketing de conteúdo, mas ele é necessário em alguns momentos.

O ebook geralmente tem uma missão a cumprir, logo, ele pode precisar de um empurrãozinho para que os resultados apareçam.

Diante disso, vale a pena deixar uma grana para promover seu ebook no Facebook, no Instagram, no Twitter e em outras plataformas.

Nessas horas, ferramentas como Facebook Ads serão suas parceiras.

Ela possui diversos tipos de anúncios, diferentes objetivos, recursos mais avançados (como testes A/B) e ainda permite a divulgação não só no Facebook, como também no Instagram.

Mas o mais legal mesmo do Facebook Ads é sua capacidade de segmentação.

Você pode direcionar seus anúncios a partir de dados demográficos, de informações sobre interesses pessoais e de compras e até de uma lista de emails predeterminada.

As vantagens, obviamente, estão em ampliar a exposição do ebook e aumentar a taxa de conversão na landing page.

Por outro lado, caso a segmentação não seja bem-feita, esse investimento poderá sair caro e ineficaz.

facebook ads

6. Promova o ebook no Google Adwords

Além das redes sociais, pode valer a pena, também, pagar para a landing page do ebook aparecer no topo das pesquisas do Google.

Para isso, será necessário utilizar o Google Adwords.

Nele, você pode comprar um conjunto de palavras-chave relacionadas ao seu ebook, segmentar o público-alvo (localização, idioma, gênero, etc.) e criar um anúncio que promova o material.

Essa tática é interessante caso você tenha uma garantia de que parte dos leads gerados ou qualificados pelo ebook vá comprar no futuro.

Só assim esse investimento terá algum retorno. Do contrário, ele será mais um custo e pode não ser tão compensador.

Falamos isso porque você estaria pagando por cliques ou por CPM para um público que estará no topo ou no meio do funil.

Eles não trazem um retorno direto. Sua contribuição é indireta e dependente de outras ações para se converterem em vendas.

Nesse caso, o investimento em Facebook Ads também deixaria de valer a pena? Não.

Os anúncios em redes sociais são diferentes porque eles não focam apenas em conversão, há os benefícios de consciência de marca e engajamento social, por exemplo.

Guia Completo do Google Adwords

7. Envie o material por email marketing

Se você já tiver uma lista de emails, é legal aproveitar essa oportunidade para promover seus ebooks.

Diferentemente de outros meios de divulgação, o email é algo mais pessoal e direto.

Além disso, se você criou sua lista de forma orgânica, os contatos que nela estão já possuem algum interesse em seus conteúdos ou ofertas.

Isso facilita bastante as coisas. Afinal, já há uma predisposição daquelas pessoas em saber o que você tem a oferecer para elas.

No entanto, não basta sair enviando o ebook de qualquer maneira e para qualquer contato.

Primeiro, você deve pensar no público-alvo do material: será que todos que estão na lista gostariam de receber esse ebook?

Será que todos estão no mesmo estágio do funil de vendas? Quem eu quero converter com esse material?

Segundo, você precisa pensar em uma campanha atrativa para divulgar o ebook. Isso envolve a escolha do dia e horário de envio, a criação de um título atrativo, a escrita do texto para despertar o interesse do público, o desenho e o posicionamento do CTA, etc.

Esses detalhes são básicos, mas se forem cuidados com carinho, seus resultados com o email marketing podem ser surpreendentes.

ebook email marketing

8. Faça guest posts

Voltando ao ambiente dos blogs, uma alternativa interessante para promover seus ebooks é escrevendo como convidado em outras páginas.

O bom e velho guest post é uma das principais práticas de link building, que é o trabalho de conseguir links externos que redirecionem para o seu site e, por consequência, aumentar sua audiência e sua classificação nos motores de busca.

No entanto, o objetivo maior aqui é fazer o público de outros sites e blogs baixar o material divulgado.

Para isso, o método é simples.

Basta encontrar um parceiro que esteja disposto a ceder um espaço em sua página para você publicar um artigo e inserir um CTA para a landing page do ebook em alguma parte do post.

Esse tipo de promoção só apresenta desvantagens se você fechar um acordo com um site ou um blog com um público que não seja compatível com o da sua empresa, que tenha uma audiência baixa demais ou que o universo temático seja bem diferente do seu.

Fora isso, seu ebook ganha mais alcance orgânico e conversões.

9. Peça para o público interessado divulgar o ebook

Sabe aqueles seguidores e clientes mais entusiasmados com sua empresa ou aqueles sites e perfis que podem se beneficiar divulgando seus materiais?

Então, esses públicos fazem parte de uma espécie de mídia conquistada.

Você não tem controle absoluto sobre eles, mas pode tirar proveito da sua contribuição.

Por exemplo, se você acaba de lançar um ebook que fale sobre “os benefícios dos cartões controlados por aplicativos”, é interessante falar sobre esse material com economistas, blogs especializados e influenciadores digitais.

Você pode pedir um post, um compartilhamento ou até simples um retweet.

O importante é agregar uma audiência relevante e validar a qualidade do ebook com a aprovação de quem conhece do assunto ou tem bastante influência na internet.

Assim como no guest post, a única desvantagem está em conseguir parcerias com perfis que não sejam interessantes para o seu negócio.

Como construir defensores para sua marca

10. Participe de fóruns e grupos de discussão

Enviar links em posts, comentários e respostas de grupos de discussão é uma prática que costuma ser vista por muitos como spam.

No entanto, só se configura spam se o mesmo link for exposto a todo momento e sem qualquer contexto.

Inserir um link para a landing page do seu ebook é algo que deve ser feito de forma natural.

Por exemplo, se você quer publicar o lançamento do material em um fórum, faça uma breve apresentação e mostre como aquela comunidade pode se beneficiar.

Caso você queira divulgar o ebook nos comentários, faça isso quando o tema do material ajudar a responder a dúvida ou contribuir com o debate levantado no post. O que não pode é ser forçado!

Mas onde é que se pode fazer essa divulgação? Há diversos grupos temáticos no Facebook, no Google + e no LinkedIn que podem ter a ver com sua área de atuação.

O que esses métodos têm em comum?

A promoção de um ebook pode ser por canais próprios, por meios patrocinados e por mídia conquistada.

Qualquer que seja o modo, vemos uma coisa em comum: a necessidade do contexto na divulgação do material.

Em nenhum dos métodos ele pode ser divulgado de forma solta.

É preciso ter um alinhamento com o tema do post, com o funcionamento de cada rede social, com o público de cada anúncio e com o perfil de cada parceiro promocional.

Em todos eles, a disseminação do ebook deve ser vista como algo natural. Dessa forma, ele terá mais chances de atrair mais visitantes e gerar mais conversões.

Saber como divulgar ebook é muito legal. No entanto, você precisará de uma boa landing page para conquistar e qualificar leads e captar as informações do público interessado no material.

Logo, vale muito a pena entender como essas páginas de conversão funcionam.

Para isso, confira nosso post: Landing pages: um guia para gerar páginas que convertem.

Marketing Industrial

Marketing Industrial: saiba como montar uma estratégia de resultados

De maneira geral, podemos definir o marketing industrial como o relacionamento envolvendo 2 empresas.

Em inglês, o termo usado é o B2B, que significa business to business.

É o marketing de uma companhia que não se destina ao consumidor final, mas sim a outras organizações.

Se o tema parece confuso, pense que as empresas podem criar produtos não apenas para atender a clientes individuais, mas também a outros negócios e organizações.

É o caso de indústrias que desenvolvem máquinas de grande porte que não têm serventia para consumidores comuns.

No entanto, elas são úteis para outras companhias — como automobilísticas e de construção civil — que dispõem de recursos para grandes compras e demanda para produzir em grande escala.

Sendo assim, para essas indústrias, é preciso se comunicar com outras empresas (consumidoras) de maneira a divulgar seus produtos com eficiência.

Para tanto, o marketing industrial surge como estratégia viável.

Está ficando mais claro agora?

Então não deixe de acompanhar este post até o final para saber mais sobre o assunto e aprender a montar uma estratégia de marketing industrial realmente eficiente para os seus interesses.

Boa leitura!

O que é marketing industrial?

O marketing é a atividade que atua na promoção de determinada oferta para atrair e reter clientes.

Nesse sentido, o marketing industrial é a uma solução especificamente criada para os objetivos das companhias que precisam direcionar sua mensagem para outras companhias.

A ideia por trás do B2B é construir relações sólidas e duradouras entre as empresas, criando condições para a existência de grandes vendas em longo prazo e a interação com um número maior de pessoas do que no business to client (B2C).

Isso depende da criação de acordos entre as companhias, referentes tanto à produção quanto à compra e envio dos produtos, o que faz com que esse tipo de venda se torne mais complexa.

Para ficar ainda mais fácil a compreensão sobre o que é o marketing industrial, compare uma loja que vende produtos diretamente aos clientes com uma indústria que oferece uma série de produtos para uma loja em especial.

No 1º caso, para que a loja venda bem, ela precisa construir uma estrutura para tanto:

  • ter uma boa equipe de vendas;
  • investir em preços interessantes dentro do mercado; e
  • trabalhar com soluções úteis para o consumidor.

Já no caso da indústria que vende para a loja, o processo de venda é ainda mais exigente, pois o perfil do consumidor é diferente.

E, mais do que seduzir esse consumidor, é preciso garantir uma venda segura e lucrativa para que ela seja mantida em longo prazo.

É aí que entra o marketing.

É ele que pode trazer as informações adequadas a respeito da qualidade do produto oferecido e salientar outros diferenciais como preços praticados.

Em suma, é por meio de uma estratégia de marketing (no caso, de marketing industrial) que será possível convencer clientes de que existem bons motivos para colocar aqueles produtos em sua loja.

Quais são os benefícios do marketing industrial?

Sendo usado de maneira estratégica, o B2B permite aumentar consideravelmente os lucros de uma empresa.

Com ações capazes de diferenciá-la no mercado em que atua, é possível criar valor e, dessa forma, impactar de maneira positiva os clientes em potencial.

O marketing industrial possui diferenças significativas em relação ao marketing tradicional, especialmente em relação ao tipo de público que precisa ser atingido.

Agora, não é mais o cliente que precisa ter sua atenção conquistada, mas sim outras empresas.

Ainda assim, em essência, seu propósito continua sendo o mesmo, ou seja, aproximar uma marca do público com o qual ela precisa se comunicar.

Nesse ponto, é preciso desenvolver estratégias capazes de alcançar esse perfil específico.

Quando isso acontece, a empresa pode se beneficiar de oferecer uma abordagem diferenciada e específica.

É bom lembrar que, no B2B, a comunicação precisa ser mais voltada para a garantia de desempenho e resultados do que necessariamente para a realização de um desejo projetado no consumo de algum produto.

Por isso, é preciso desenvolver uma estratégia racional, diferenciada e realmente capaz de agregar valor ao cliente.

Para tanto, o marketing industrial bem-feito conta com embasamento quantitativo que evidencia os benefícios que uma companhia terá ao adquirir a sua solução.

Dessa forma, ele permite às empresas conhecerem melhor o seu público, o que dá a elas condições para planejar suas ações em função do devido entendimento do mercado em que atua e as possibilidades oferecidas pelo consumidor.

Com pesquisa e análise de dados é possível identificar tendências e comportamentos, assim como desenvolver estratégias mais eficientes.

Além disso, trabalhando com indicadores qualitativos e quantitativos, a indústria pode fazer do controle um diferencial em sua atuação.

Nesse sentido, o marketing digital surge como uma alternativa a ser considerada.

Com suas inúmeras possibilidades de KPIs, ele permite o acompanhamento praticamente em tempo real do que acontece dentro de uma campanha.

A partir do crescimento do marketing digital, as empresas passaram a ter, mais do que a possibilidade de investir na construção de uma estratégia online, a obrigação de ocupar um espaço interessante nesse meio.

Sendo assim, é interessante saber como lidar com isso.

Como criar uma estratégia de marketing industrial?

Assim como acontece no B2C, o B2B começa sempre com a devida identificação do público-alvo, afinal de contas, é em função dele que a estratégia será desenvolvida.

É preciso saber que tipo de atividade pode ser beneficiada com aquilo que a sua empresa oferece como solução.

Identifique, então, a persona desse público, isto é, alguém que será a representação do seu cliente ideal.

Consequentemente, surgirão as ações de marketing focadas nessa representação.

Em função disso, trabalhe com canais específicos para atrair sua persona para o site da sua empresa.

Pensando nas oportunidades do marketing digital, isso envolve ações específicas em redes sociais, no Google AdWords e na produção de tráfego orgânico, ou seja, aquele que você não paga para obter.

Nessa lógica, além de tentar conquistar clientes, a estratégia precisa também encantar os clientes atuais da empresa.

Para tanto, podem ser usadas ações de engajamento e de relacionamento em campanhas criadas para redes sociais, explorando o potencial de sites como o Facebook e o Instagram, assim como em campanhas de e-mail marketing, por exemplo.

Já com o inbound marketing, é possível agregar valor a uma marca ao oferecer conteúdo de qualidade envolvendo aquilo que a empresa vende.

Da mesma forma, é importante investir no de pós-venda, quando a companhia busca manter um relacionamento capaz de preservar o seu cliente.

A ideia é fazer com que ele vá além, participando dos canais da organização em ambiente online, de maneira que isso estimule novas conversões.

Por fim, a construção de uma estratégia de marketing industrial exige o trabalho com análises de rotina capazes de verificar sempre se os indicadores de resultado estão de acordo com seus interesses.

Como dito, essa é uma vantagem do marketing realizado em ambiente digital:

Ele oferece ferramentas que simplificam esse processo de controle e acompanhamento de maneira que se torna possível agir com mais rapidez diante de qualquer necessidade de intervenção.

Basicamente, uma estratégia de marketing digital B2B é simples, envolve capacidade de gerar engajamento e permite controle preciso.

Uma vez montada, a tendência é que ela traga vantagens significativas para a atuação da empresa no mercado.

Qual é a importância dessa estratégia dentro do marketing digital?

No tópico anterior, citamos o marketing digital. Não é à toa.

No momento em que vivemos, ele se configura como uma solução útil para a divulgação das empresas, em especial por conta do controle que permite das estratégias montadas.

É bom se lembrar de que dificilmente uma empresa não estará presente em ambiente online — algo que, no caso do B2B, faz toda a diferença.

De acordo com a Social Media Trends 2018, 94,4% das empresas respondentes estão presentes nas redes sociais.

Mais do que estar online, as empresas precisam demarcar seu território em ambiente digital.

Sendo assim, quanto maior for a presença da sua empresa nesse meio, mais possibilidades você tem de se aproximar seu consumidor ideal, tendo como interagir com ele a ponto de identificar suas necessidades, desejos e ambições.

Tudo isso permite à sua empresa tornar as soluções que oferece compatíveis com as reais necessidades desses clientes, tudo pensado de maneira estratégica e com maiores chances de resultados.

Assim, com uma boa estratégia de marketing digital, é possível melhorar a imagem de uma companhia no ambiente online aos olhos de possíveis clientes.

Com uma visibilidade interessante nos mecanismos de busca, o alcance da sua marca se potencializa, fazendo com que os termos relacionados ao seu segmento estejam associados à sua empresa.

Isso traz para ela os benefícios da presença online massiva e permite a construção de um relacionamento interessante com o seu público, baseado em uma experiência diferenciada.

Enfim, assim como acontece com o B2C, o B2B também precisa ser devidamente compreendido para gerar estratégias capazes de diferenciar uma empresa no meio em que atua.

Quando isso acontece, a tendência é que essa empresa consiga se divulgar com maior eficiência e, dessa forma, conquistar parceiros importantes para a sequência de suas atividades.

Agora que você sabe o que precisa a respeito de marketing industrial, não deixe de conferir também o nosso post sobre marketing de conteúdo para mercado imobiliário e saiba como encantar clientes com essa estratégia.

 ebook marketing digital
Marketing baseado em contas

Marketing baseado em contas: entenda essa estratégia e como ela pode beneficiar o seu negócio

Você já ouviu falar em marketing baseado em contas ou Account-Based Marketing?

Abreviado como ABM, essa estratégia não é das mais novas, porém começou a se tornar mais comentada nos últimos anos.

Isso se deve à popularização que o uso desse tipo de marketing teve nas empresas B2B de diversos portes.

No entanto, mesmo com essa abertura de mercado para o ABM, muitos profissionais de marketing ainda não compreendem muito bem o conceito e a aplicação dessa estratégia.

Preparamos este artigo para mostrar do que se trata o Account-Based Marketing e listamos uma série de dicas para implementar esse método em sua empresa.

Confira a seguir!

O que é o marketing baseado em contas?

Pode-se entender o ABM como uma estratégia personalizada de marketing B2B focada em uma determinada empresa-alvo (conta).

Todas as ações de marketing, relacionamento e vendas são focadas no perfil, nas necessidades e nos objetivos dessa conta.

Em vez de direcionar os esforços para atrair e converter a maior quantidade possível de prospects e leads qualificados, o marketing baseado em contas vai na direção oposta.

Você é quem escolhe as empresas que deseja ter como clientes.

A partir daí, toda uma campanha personalizada de marketing é preparada para converter essa conta específica.

Apesar de o foco ser no coletivo, a comunicação segue individual

Quando você monta uma estratégia de Inbound Marketing em conjunto com email marketing, por exemplo, o relacionamento é feito individualmente com cada lead, certo?

Essa estrutura é mantida no ABM.

A diferença é que todos os leads de uma determinada empresa passam a ser incluídos em um grupo segmentado.

Em vez de tentar vender suas soluções para cada uma dessas pessoas, você trabalha os benefícios coletivos. Ou seja, os ganhos que a empresa pode ter com sua oferta.

Mas e os leads gerados de outras empresas?

Bem, esses serão mantidos em suas campanhas normais de Inbound e email marketing. A ideia não é opor diferentes estratégias, e sim complementá-las com o marketing baseado em contas.

Esse é um tipo de marketing que se concentra em um público-alvo bem restrito para obter mais sucesso.

Afinal, se você se aprofunda na relação com poucas contas, fica mais fácil promover conteúdos e ofertas que gerem mais valor para elas, não é verdade?

Qual é o papel da tecnologia no funcionamento do ABM?

Existe, hoje, um maior interesse das empresas B2B e dos profissionais de marketing no ABM.

Isso está relacionado com as oportunidades oferecidas pela tecnologia.

Por exemplo, para escolher quais contas serão alvos de uma campanha, é preciso uma análise de dados bem apurada para ter mais chances de acertar.

Com o uso de ferramentas como as plataformas de automação de marketing e os sistemas de CRMs, é possível fazer essa análise com base nos prospects e leads que se relacionam melhor com a empresa.

Mas como montar uma campanha personalizada e escalável?

Com os sistemas de automação de marketing, força de vendas e email marketing, fica tudo mais simples. É possível automatizar, customizar e monitorar os contatos feitos com as empresas-alvo.

Perceba que o uso da tecnologia simplifica e facilita a elaboração de estratégias de ABM para as mais diversas empresas.

Como colocar o Account-Based Marketing em prática?

Para entender melhor o funcionamento do ABM, selecionamos 8 táticas para aplicar esse método com sucesso em sua empresa.

1. Crie uma base de leads qualificados para o ABM

Vamos começar com as etapas de pré-seleção das contas.

A primeira delas é a formação de uma base de leads que sirva como amostra para a escolha das empresas-alvo.

Para que essas contas entrem em seus critérios de seleção, é preciso fazer uma filtragem delas. Uma das melhores maneiras de peneirar esse público-alvo mais específico é formando uma lista de emails.

Geralmente, essas listas são formadas por contatos que demonstraram interesse em seus conteúdos ou ofertas.

Muitos novos leads são formados apenas com informações básicas, como nome e email — o que é pouco para escolher uma empresa-alvo.

Portanto, a missão é continuar esse relacionamento até extrair informações mais relevantes desses contatos, como os nomes, os tipos e os tamanhos das empresas em que eles trabalham, bem como seus respectivos cargos.

Se você conseguir uma montar uma base de leads qualificadas dessa maneira, a escolha das contas será mais tranquila.

2. Alinhe as equipes de marketing e vendas

Uma das vantagens do Account-Based Marketing é o alinhamento entre os times de marketing e vendas, também conhecido como vendarketing.

Esse alinhamento é necessário, porque os dois setores precisam se unir para determinar os critérios de escolha e os perfis das contas que serão alvos das campanhas.

Aliás, as campanhas também serão planejadas e executadas em conjunto pelas duas equipes.

Eles precisam compartilhar metas, indicadores e acordos de nível de serviço (SLAs), e devem definir formas de complementar suas ações de relacionamento com as empresas.

3. Defina os critérios de seleção de contas

Com os times de marketing e vendas reunidos, é hora de estabelecer as regras para escolher as empresas-alvo.

A preferência vai, naturalmente, para as empresas que podem trazer um maior valor para os possíveis contratos assinados.

Em contrapartida, é importante considerar os clientes de acordo com sua localização, tipo de negócio, tamanho, participação no mercado e sua influência com o público.

Também é importante levar em conta outros aspectos desenvolvidos ao longo da sua relação prévia com essas empresas.

Por exemplo, o nível de educação da empresa com a oferta que você comercializa e o engajamento delas com suas publicações no blog, redes sociais e email são importante fatores de análise.

As empresas que atenderem seus critérios devem ser avaliadas como prováveis alvos para suas campanhas e os seus esforços passarão a ser direcionados para elas.

4. Entenda como cada uma dessas empresas funciona

Depois de escolhidas as contas, é o momento de estudá-las. Faça uma pesquisa sobre a estrutura organizacional dessas empresas.

Procure saber quem são os tomadores de decisão, por quantas pessoas passam a compra de um produto/serviço, qual o ciclo médio de compra e se essas empresas já possuem experiência com as soluções que você vende.

Além disso, levante informações como os objetivos, desafios e problemas da organização. Assim, você saberá de que forma seu negócio pode ajudar essas empresas a solucionarem suas dores.

Você pode fazer essa pesquisa por meio de buscas na internet, de entrevistas ou de formulários em landing pages (desde que seja ofertado um material rico em troca).

5. Prepare os conteúdos personalizados

Agora, é hora de colocar a mão na massa e criar os conteúdos direcionados para cada uma dessas contas.

A personalização é imprescindível nessa estratégia, pois o conteúdo de uma campanha não serve para a outra.

Os materiais precisam ser pensados com foco nos problemas e interesses de cada conta.

Mesmo que duas empresas-alvo reúnam características parecidas, os conteúdos devem ser distintos, já que sempre haverá um aspecto relevante que as diferencie (como a experiência de uso do serviço e a organização interna).

Por isso, é recomendada a seleção de pouquíssimas contas para serem alvos dessas campanhas. Imagine o trabalho que você teria para criar diferentes tipos de conteúdos personalizados para cada uma dessas empresas?

6. Desenhe os fluxos de nutrição de cada conta

O contato com essas empresas deve ser feito predominantemente por email, já que essa via permite uma comunicação mais direta (um-para-um).

No entanto, fazer esses contatos manualmente é algo que tomará muito tempo e encarecerá sua campanha.

A melhor coisa a ser feita é criar e automatizar fluxos de nutrição para essas contas. Para isso, prepare um caminho sequencial e que encaminhe os leads para o fundo do funil.

Você pode fazer isso enviando conteúdos que eduquem mais esses públicos a respeito da sua solução em um tom mais direto, abordando os problemas e objetivos dessas empresas. Afinal, é preciso manter a personalização.

7. Acompanhe as notícias e as mídias sociais das contas

Ao longo da sua relação de pré e pós-compra com essas empresas, é natural que ocorram mudanças nos perfis dessas companhias.

Pode ser um corte de investimentos, um crescimento acima do esperado, uma mudança no comando ou uma inclusão de novos produtos no portfólio.

Existe uma série de fatores que pode afetar a maneira como você se relaciona com essas contas.

Diante disso, é indicado que sua companhia continue estudando e monitorando essas empresas mesmo que elas já sejam alvos de suas campanhas ou que já sejam seus clientes.

Você pode fazer isso ao acompanhar as novidades sobre essas empresas por meio de seus sites, blogs e redes sociais.

A imprensa especializada também pode ser uma boa fonte de informações sobre elas.

Uma boa ideia é criar um alerta no Google Alerts para ficar por dentro de tudo que sai na mídia sobre seus potenciais e atuais clientes.

8. Mensure e otimize suas campanhas

Por fim, não poderíamos deixar de falar da mensuração de resultados em uma estratégia de marketing digital, não é mesmo?

No caso do marketing baseado em contas, é importante medir tanto as métricas de engajamento quanto de vendas.

No primeiro grupo, é relevante mensurar todos os indicadores que indiquem o quanto os leads de uma conta interagem com seus conteúdos, como a taxa de abertura de emails, taxa de cliques e compartilhamentos.

No segundo grupo, o indicado é focar no indicadores que dão uma ideia da eficiência das campanhas e dos investimentos feitos neles. Os principais são os leads qualificados para vendas, o ROI e o Lifetime Value.

Detalhe: lembre-se de que cada campanha deve ser mensurada à parte, ok? Cada conta é uma história com estratégias e investimentos diferentes!

Então, você está preparado para utilizar o ABM?

As campanhas de Account-Based Marketing precisam ser personalizadas e focadas em cada uma das contas visadas.

Além disso, elas precisam do suporte de outras estratégias de marketing, como o Inbound, o Marketing de Conteúdo e o email marketing, além de de ferramentas que facilitem a aplicação, como as plataformas de automação de marketing e os CRMs.

Algumas táticas também não podem ser deixadas de lado, como a criação de uma base qualificada de leads, a definição de critérios de seleção, o alinhamento de marketing e vendas e o estudo sobre essas empresas.

Daí em diante, tudo dependerá muito da criatividade e das condições de cada negócio para se relacionar e converter essas contas em clientes.

Para fechar, pensamos que você vai gostar de saber mais sobre um dos conceitos que levantamos ao longo do texto e que é essencial para o bom funcionamento do ABM: o vendarketing.

Para isso, confira nosso artigo: Vendarketing: alinhando Marketing e Vendas com resultados excepcionais.

facebook ads ou google adwords

Facebook Ads ou Google Adwords: qual é o melhor para seu negócio?

No marketing tradicional, anúncios em jornais e revistas são uma maneira comum de divulgar um negócio e promover vendas.

Pois bem, no marketing digital, nós temos um elemento similar: os Ads, ou seja, anúncios online. Similar no conceito, porém, bem mais poderoso!

Existem vários canais (chamados de “mídias pagas”) que você pode usar para divulgar ads. Neste artigo, vamos focar nos dois principais: Facebook Ads e Google Adwords. Eles ganham o pódio graças a sua abrangência, aos recursos que oferecem e aos resultados que garantem.

Mas, e se você precisasse escolher apenas um deles, qual seria o melhor?

A resposta a essa pergunta exige um pouco de análise, já que Facebook Ads e Google Adwords possuem algumas características bem distintas entre si. Cada um deles tem forças e fraquezas.

Nesse artigo completo, você vai entender a fundo as particularidades de cada um e descobrir qual deles é o mais indicado para a sua estratégia. Vamos lá?

O que é o Facebook Ads?

O Facebook Ads é a alternativa mais usada no que se refere a “paid social”, ou seja, anúncios em redes sociais. Embora existam serviços de ads em várias outras redes – como LinkedIn, Twitter e Instagram -, o Facebook ainda é considerado o canal de maior retorno.

O motivo é seu grande potencial de alcance. Veja em números:

  • O Facebook tem o maior número de usuários ativos por mês: mais de 1.28 bilhão
  • E chega a 1 trilhão de visualizações por mês
  • Totalizando um potencial de alcance de 43.8% de todos os usuários de internet do mundo!

Como funciona o Facebook Ads?

O Facebook Ads permite criar anúncios com texto e foto, que podem redirecionar para a fanpage da sua empresa ou diretamente para um website externo.

Uma característica interessante dessa ferramenta é a alta segmentação do público que vai visualizar seu anúncio.

O Facebook consegue realizar essa proeza com a ajuda dos próprios usuários: afinal, a maioria das pessoas preenche seu perfil na rede social com uma riqueza de detalhes!

Dessa forma, você consegue determinar no seu anúncio fatores como sexo, localização (cidade, estado, país), idade, status de relacionamento (que pode ser utilizado se o estado civil do público for um fator relevante), profissão e até mesmo interesses pessoais.

Aliás, o Facebook Ads até simplificou a tarefa da segmentação, com o recurso de “lookalike audiences”, ou seja, “audiências similares”.

Esse recurso permite que os anunciantes façam o upload de informação sobre clientes ativos, do seu sistema para o Facebook.

Então, o Facebook aplica filtros combinando com esta informação.

O resultado é que os anúncios produzidos vão atingir usuários com um perfil similar ao dos clientes da empresa, aumentando a chance de sucesso.

Outra característica do Facebook Ads é o fator visual. Imagens e vídeos podem ser usados nos anúncios, fazendo com que eles se integrem melhor ao feed de notícias dos usuários.

Por isso, o resultado é mais suave e, ao mesmo tempo, mais persuasivo do que os anúncios somente com texto.

O Facebook Ads pode trabalhar com pagamento por cliques ou por visualizações. O pagamento por visualizações é feito a cada mil exibições do anúncio, e também conhecido como CPM (“custo por mil”).

Para terminar, existem dois tipos de anúncios diferenciados no Facebook que você precisa conhecer:

  • História patrocinada: Um tipo de anúncio que é exibido para amigos de pessoas que já curtiram sua página. Ele mostra as interações que os usuários estão tendo com sua página, como compartilhar um post ou votar em uma enquete. É uma espécie de boca-a-boca virtual.
  • Post promovido: Você sabia que um post orgânico só atinge, em média, 16% dos usuários que curtem uma página? Com o post promovido, ao invés de criar um anúncio, você impulsiona uma postagem real. Ela vai para o topo do newsfeed dos seus seguidores, ganhando mais visibilidade entre os usuários que já curtem a página.

Quem o Facebook Ads alcança?

No Facebook Ads, os anúncios são exibidos para as pessoas com base no perfil que você determinou e no comportamento que elas apresentam online.

Esse é um ponto que precisa destaque porque, como você vai perceber mais à frente, é um sistema completamente diferente do utilizado pelo Google Adwords.

Com o Facebook Ads, um usuário pode ver seu anúncio mesmo que ele não tenha demonstrado ativamente nenhum interesse em algo relacionado.

Ou seja, você vai captar muitas pessoas que estão no estágio de “descoberta”. Por isso, para que haja conversão, o seu anúncio (e a oferta que ele traz) precisa ser muito atrativo.

facebook ads

O que é o Google Adwords?

O Google Ads é uma ferramenta de marketing digital que já está consolidada há bastante tempo. Ele foi lançado em 2000, com apenas 350 anunciantes.

Nesses anos, a ferramenta se tornou sinônimo de “paid search”, ou “busca paga”. Mas é importante lembrar que outros mecanismos de busca, como o Bing, também oferecem serviços parecidos.

A grande vantagem do Google Adwords, comparado aos concorrentes, é o seu alcance. Basicamente qualquer usuário de internet no mundo utiliza o Google diariamente.

Vamos colocar isso em números mais precisos:

  • São mais de 40.000 pesquisas realizadas no Google por segundo
  • E 180 bilhões de pesquisas por mês
  • Com o Google Adwords, 2.6 bilhões de pesquisas por mês exibem ads dos anunciantes
  • Totalizando um potencial de alcance de 90% de todos os usuários de internet do mundo!

Porém, essa não é a única vantagem. O Google também está ficando cada vez mais sofisticado, com o uso de inteligência artificial e aprendizagem automática.

Por isso, ele tem o potencial para se tornar, cada vez mais, um elemento integrado à vida da população.

E, através do uso dos ads, qualquer anunciante pode embarcar nessa integração entre as pessoas e o mundo digital.

Como funciona o Google Ads?

O Google Ads permite criar anúncios de texto redirecionando para seu website, um hotsite, uma página de midias sociais. Ele funciona assim: você cria um anúncio e dá um lance na palavra-chave escolhida.

Quando alguém fizer uma busca pela mesma palavra-chave que você utilizou no seu anúncio, ele vai ser exibido junto com os resultados, nas posições de topo.

Com o Google Adwords, você paga por cliques efetivos. Aliás, é daí que vem o nome “PPC advertising”: pay-per-click, ou seja, Custo Por Clique. Lembre-se de que o Facebook tinha a opção CPC e também a opção de CPM.

Entre o seu anúncio e os concorrentes, o que define qual deles será exibido para o usuário?

O valor que você está pagando é um fator, com certeza. Mas nem tudo é decidido com base em “quem tem o maior budget de marketing”.

Na verdade, o Google Adwords leva em consideração, em primeiro lugar, a qualidade e relevância dos anúncios.

Isso garante a longevidade do próprio Google: quando o usuário, ao fazer uma busca, recebe um anúncio relevante, isso aumenta a qualidade da sua experiência com o buscador.

Ou seja, ele vai usar o Google mais vezes no futuro.

Um dos principais fatores usados para medir a relevância de um anúncio é a própria taxa de cliques. Se ela for alta, isso indica que o anúncio possui mais apelo e qualidade para os usuários.

Rede de pesquisa vs. Rede de display

Antes de encerrar, é preciso fazer uma última explicação sobre o funcionamento do Google Adwords.

O Google Adwords possui duas redes.

A rede de pesquisa, que explicamos aqui, coloca anúncios dentro do próprio buscador Google. Eles aparecem misturados aos resultados de pesquisa do usuário.

Porém, existe também a rede de display.

A rede de display permite colocar os anúncios em diversos sites que participam do programa de afiliados da Google, e também no Youtube.

Os anúncios divulgados através da rede de display podem ser mais visuais.

Para determinar em quais sites afiliados seu anúncio será exibido, a Google leva em consideração o segmento de atuação, tentando posicionar os ads em sites compatíveis com a oferta que está sendo feita.

Quem o Google Adwords alcança?

Como nós já explicamos, o Google Adwords atinge pessoas que buscam pela mesma palavra-chave usada no seu anúncio.

Por isso, ele gera uma conversão mais alta, se comparado ao Facebook Ads. O motivo é que o anúncio exibido está sempre alinhado com o que os usuários estão procurando (e precisando) naquele momento.

Mas existe um outro lado dessa moeda. Se o usuário não busca pela palavra-chave, ele nunca vai ver seu anúncio no Google Adwords.

Muitas pessoas podem estar por aí, sem saber que têm um problema – e que o seu produto ou serviço pode resolvê-lo. O Google Adwords não vai ser a opção mais efetiva para atingir esse grupo.

Guia Completo do Google Adwords

Qual é o mais apropriado?

Então, voltamos ao embate entre Facebook Ads e Google Adwords. Você provavelmente já percebeu: não podemos dizer que um deles é melhor do que o outro.

Ambos são canais de divulgação muito poderosos. O que acontece, na verdade, é que um deles será mais apropriado para o objetivo da sua empresa.

Para quem busca uma melhoria direta nos resultados de vendas, o Google Adwords é a opção mais adequada. O primeiro motivo é que ele apresenta uma taxa de conversão mais alta.

O segundo motivo é que o usuário que clica no anúncio já estava pesquisando pelo assunto. Portanto, ele está em um estágio de “interesse”, mais próximo de efetuar a compra.

Por outro lado, se você busca construir ou consolidar a marca do seu negócio e desenvolver relacionamento com o público, então deveria escolher o Facebook Ads.

E uma boa dica é usar o anúncio para direcionar os usuários à sua fanpage, e não ao site.

Sua meta deve ser fazer com que o usuário curta sua página, para receber atualizações e conteúdos.

Tenha em mente que esse é o começo de um trabalho de longo prazo; estes usuários provavelmente não vão comprar nada imediatamente.

Combinando Facebook Ads com Google Adwords

E aqui está a pegadinha final: você não precisa escolher apenas uma opção. Facebook Ads e Google Adwords não são rivais! Como esses canais atendem a objetivos diferentes, você pode mesclar o uso dos dois.

O primeiro vai atrair consumidores em potencial para gerar nova demanda; enquanto isso, o segundo vai atender a uma demanda que já existe.

E, combinados, eles vão garantir máxima visibilidade para o seu negócio.

Se o orçamento permitir, use ambos. Se não, experimente com cada um deles por um tempo. Observe qual deles traz o maior ROI para seu negócio.

E, por falar em ROI…

Como otimizar as campanhas para aumentar o ROI?

Agora, vamos falar sobre o que mais preocupa os anunciantes: o ROI, ou seja, Retorno Sobre Investimento, dos anúncios no Facebook Ads e no Google Adwords.

O ROI é uma maneira de acompanhar o valor que os ads geram para sua empresa, comparada ao investimento feito neles. Nem sempre essa relação é direta ou imediata.

Por exemplo se um anúncio gera leads que vão entrar no seu funil de vendas, esses leads podem só realizar uma compra daqui a meses. Mesmo assim, o anúncio certamente gerou valor para sua empresa.

É claro que você deseja obter o maior retorno possível sobre o investimento feito. Então, aqui vão algumas dicas importantes para a otimização das campanhas.

Em primeiro lugar, um conselho de Shuki Mann, da LIXFIX: o processo de otimização precisa estar alinhado com os objetivos que você está tentando atingir.

Isso significa que um anúncio focado em gerar vendas será otimizado de maneira diferente de um anúncio focado em gerar brand awareness.

Em cada caso, você precisa trabalhar elementos diferentes do anúncio para obter os melhores resultados.

Como otimizar ads no Google Adwords?

Quality score

Para o Google Adwords, a otimização começa com o “quality score”, ou seja, pontuação de qualidade.

Segundo o próprio Chief Economist do Google, Hal Varian, essa pontuação é composta por três itens: CTR, relevância e qualidade da página de redirecionamento.

O CTR – Click Through Rate é a taxa de cliques no anúncio. Como nós já dissemos antes, esse KPI é mais importante para garantir visibilidade ao seu anúncio do que o valor do seu lance na palavra-chave.

Pense no CTR como o feedback dos próprios usuários sobre a qualidade do anúncio.

A relevância é analisada através da linguagem e do contexto do anúncio. Ele precisa estar bem relacionado à palavra-chave da busca.

A qualidade da página de redirecionamento determina se o anúncio é útil. O que o usuário encontra ao clicar no seu anúncio?

Ele precisa encontrar a informação que está procurando. Para isso, é preciso excelente conteúdo e facilidade de navegação na página. Além disso, transparência sobre as políticas do site também é importante.

Palavras-chave

Trabalhar esses três elementos do quality score vai garantir um bom posicionamento aos seus anúncios no Google Adwords. Mas não pare aí!

A escolha de palavras-chave também é um fator primordial para o sucesso, e precisa ser cuidadosa.

Palavras-chave muito amplas geralmente possuem alta concorrência, o que significa que o preço por clique será maior.

Além disso, elas podem gerar boa conversão, mas não será necessariamente de usuários com o perfil que você busca. Ou seja, mesmo clicando no anúncio, o usuário não vai comprar.

Por isso, é recomendado o uso de palavras-chave do tipo “long tail”. Elas são compostas de vários termos. Possuem menos buscas no total, mas o usuário que pesquisa por elas estará mais alinhado com sua oferta.

Guia do SEO 2.0

Redirecionamento dos ads

Até agora, nós falamos sobre como otimizar a posição em que seus anúncios aparecem nas buscas. Mas, e como melhorar o desempenho desses anúncios?

Um erro comum é criar anúncios que redirecionam para a página inicial do site da empresa. Embora essa “estratégia’ possa dar resultados, você não está aproveitando totalmente o potencial do anúncio.

Pense bem: você já sabe exatamente o que aquele usuário buscou, a pesquisa que o levou a encontrar seu anúncio. Aproveite essa informação e redirecione o anúncio para uma página específica – de preferência, uma landing page.

Assim, você poderá capturar mais informação e gerar um lead, antes que o usuário comece a explorar seu site (ou simplesmente vá embora).

Análise de métricas

Nossa última dica para a otimização é linkar o Adwords com o Google Analytics. Isso vai facilitar o monitoramento de indicadores relevantes, enquanto você faz testes com seus anúncios.

Já que estamos falando sobre análise de métricas e ROI, os parâmetros do ValueTrack são um recurso importante. Eles permitem acompanhar as palavras-chave que geram mais vendas (ao invés de simplesmente aquelas com maior taxa de conversão).

É possível fazer até uma vinculação ao CRM da empresa, embora uma planilha também funcione normalmente.

Assim, você consegue de fato determinar quais palavras-chave e anúncios estão gerando mais dinheiro para o seu negócio, e comparar ao investimento que você está fazendo em cada um deles.

Como otimizar ads no Facebook Ads?

Segmentação e Design

Enquanto a otimização do Google Adwords começava com um “quality score” composto por três elementos, no Facebook Ads a otimização pode ser resumida a dois fatores. Trata-se de segmentação e design.

Nós já discutimos um pouco sobre segmentação para o Facebook Ads lá no começo desse artigo.

Você já viu que é possível usar uma grande quantidade de critérios, tanto demográficos quanto de interesses do usuário, e fazer diferentes combinações entre eles.

Mas esse não é o único tipo de segmentação que o Facebook Ads oferece. Você também pode separar seus grupos de anúncios conforme a “posição” em que serão exibidos.

É possível criar anúncios para exibição em computadores ou em aparelhos mobile. Quando o anúncio aparece em um computador, ele pode ser posicionado no feed de notícias ou na coluna lateral.

Cada um desses grupos é otimizado de maneira diferente. Leve em consideração o que um usuário esperaria encontrar e o que ele buscaria em cada um destes quatro posicionamentos.

Agora, vamos falar da imagem – um ponto que gera dúvidas em relação à otimização. Porém, no final, tudo se resume aos Testes A/B.

Use pelo menos 2 ou 3 imagens diferentes para cada anúncio, e observe qual delas gera os melhores resultados.

Ao mesmo tempo, é importante que exista consistência entre todos os seus ads. Ou seja, todos eles precisam estar alinhados com a identidade visual do seu negócio.

As imagens devem ser de alta qualidade.

Se você estiver criando um anúncio para exibição no newsfeed, esse detalhe é ainda mais importante. Tenha certeza de usar imagens com, pelo menos, 600 pixels de largura.

Testes A/B

Uma palavrinha sobre os testes A/B no Facebook Ads: eles podem ficar complicados rapidamente! Entre diferentes combinações de imagem, título e texto, você pode chegar a dezenas de anúncios em teste.

Portanto, procure ser organizado desde o começo, criando grupos de anúncios bem definidos.

Análise de Métricas

Se métricas são importantes no Google Adwords, é claro que elas também não podem ser esquecidas no Facebook Ads.

E vale a pena lembrar que ele tem seu próprio recurso para monitorar o desempenho dos anúncios – é o Facebook Pixel.

Mesmo assim, vale a pena linkar o Facebook Ads com o Google Analytics. O Pixel não consegue acompanhar como os anúncios interagem com métricas do seu site, como o tempo médio que o usuário fica no site.

Métricas de vendas e Marketing

Fadiga dos ads

Uma dica final: no Facebook Ads, os anúncios enfrentam o que chamamos de “fadiga”. Eles ficam ultrapassados e não geram mais os mesmos resultados, depois de algum tempo.

É muito diferente do Google Adwords, em que um bom anúncio pode ser mantido rodando por anos!

Esse efeito de fadiga está relacionado à própria natureza do Facebook. Em uma rede social, a informação passa e é substituída rapidamente. Os usuários buscam sempre algo novo.

Por isso, para manter a performance dos seus anúncios, é preciso revisá-los e modifica-los regularmente.

O que você achou do nosso artigo sobre Facebook Ads e Google Adwords? Nessa leitura, você:

  • Aprendeu o funcionamento básico de cada um
  • Identificou as características, forças e fraquezas que os diferenciam
  • Entendeu que, se possível, vale a pena investir nos dois – com objetivos diferentes, é claro
  • Conheceu diversas formas de otimizar os ads para obter um ROI elevado

Apesar de longo, este conteúdo ainda não cobre tudo que é preciso saber para dominar a arte dos ads no Marketing Digital.

Então, quer aprender um pouco mais? Aproveite e leia também nosso Guia Prático para criar uma campanha efetiva de Facebook Ads!

Facebook Ads

O Guia Prático para criar uma campanha efetiva de Facebook Ads

Se alguma vez, ao longo da sua estratégia de marketing digital, algum amigo, conhecido, parente ou colega de trabalho te falou que você não devia investir em Facebook Ads, saiba que ele está completamente enganado.

É muito provável que o argumento usado por eles é relacionado a empresas que não estão tendo retorno em seus investimentos no Facebook, mas isso vai totalmente contra as mais de 1 milhão de empresas que investem cerca de 8 milhões de dólares em anúncios do Facebook por ano!

Entre 2010 e 2015, houve um crescimento de assustadores 680% em todo o investimento direcionado ao Facebook Ads.

Agora você deve estar se perguntando: o que diferencia as empresas que não obtiveram retorno sobre seus investimentos das mais de 1 milhão de empresas que investem constantemente em anúncios na rede social Facebook?

A resposta é relativamente simples: a qualidade da campanha.

Como toda campanha de marketing digital, existem pontos sensíveis e importantes que devem ser bem trabalhados, sempre levando em conta o seu público e o seu objetivo principal.

Agora, adivinhe: você vai aprender tudo o que você precisa para criar uma campanha efetiva de Facebook Ads neste e-book, certo?

Certíssimo!

Criamos um guia prático para você criar uma campanha efetiva de Facebook Ads para a sua empresa, montar os melhores anúncios que o seu mercado já viu e conseguir mensurar o seu retorno sobre o investimento realizado.

Agora, mãos à obra!

mulheres vendo um anúncio do facebook

O que é Facebook Ads?

O Facebook Ads é o sistema de mídia paga do Facebook que oferece uma grande variedade de formatos de anúncios. É extremamente eficaz graças às diversas opções de segmentação disponíveis para os anunciantes o que gera maior número de conversões.

O Facebook Ads é hoje uma das mídias pagas mais eficientes para o Marketing Digital. Os seus anúncios possuem uma grande variedade de formatos para a campanha, não se limitando apenas aos textos. Isso gera maiores possibilidades de conversão de acordo com o seu público.

Além disso o poder de segmentação do Facebook Ads é enorme e você pode detalhar para a ferramenta o perfil do público que você deseja alcançar.

Facebook ads ebook

Vamos em frente com mais alguns conceitos fundamentais:

Entendendo alguns termos importantes

Para começarmos, é preciso entender alguns termos básicos que vão ser usados ao longo do material.

Primeiro, é importante lembrar que você precisa ter uma fanpage criada!

Agora, vamos falar sobre termos comuns dentro da ferramenta de gerenciamento e criação de anúncios que são importantes e você deve estar familiarizado com eles.

Pixel de conversão

O pixel de conversão é uma pequena linha de código que permite o acompanhamento da efetividade dos anúncios fora do Facebook dentro de outras páginas web.

Feed de notícias

O feed já é um velho conhecido, é em torno dele que está o coração de toda a experiência de uso do Facebook.

É onde a sua audiência tem contato, procura e acha toda a informação que é do seu interesse.

Post de página não publicado

Ao criar Ads que possuem um direcionamento específico de público, eles não aparecem com uma postagem normal dentro da sua timeline.

Eles são exibidos diretamente no feed de notícias do usuário, com o mesmo formato de uma postagem.

ROAS (Return over Ad Spend)

O ROAS, ou Retorno Sobre Gasto em Ad, é o ROI das campanhas de Facebook Ads.

Ele mede a efetividade da campanha de marketing, calculando quanto de receita foi gerada para o negócio por cada dólar investido na campanha.

Conversion Lift

O Facebook Conversion Lift — com a tradução livre de Conversão Elevada — é uma ferramenta que permite acompanhar os negócios adicionais gerados pelos anúncios criados no Facebook para a empresa, tanto online quanto offline.

O Conversion Lift permite que o time de marketing acompanhe quanto de receita adicional está sendo gerada e como incluir isso no plano de marketing.

Guia Marketing Digital

Do que é feito um anúncio, afinal?

Você já está familiarizado com os termos básicos (e também o funcionamento básico) do Facebook, certo?

O uso geral é bem intuitivo e, ao longo dos anos, o design, as funcionalidades e a experiência do usuário tiverem melhorias significativas.

Mas ao criar um anúncio, nos deparamos com mais alguns pontos com os quais não temos contato todos os dias e eles são partes importantes da construção do Ad.

Como um quebra-cabeças, eles se encaixam perfeitamente para criar a melhor experiência possível para o usuário ao interagir com o seu anúncio.

Eles são divididos em 4 partes e nós vamos dar uma olhada em cada uma.

Criativo

A parte “criativa” de um anúncio é composta por todos os elementos relacionados à sua marca, sejam eles gráficos ou não.

A parte gráfica é o que compõe visualmente o seu anúncio — texto, imagens —, e nós vamos falar mais a fundo disso adiante, agora é importante entender que o Facebook também preza pela sua marca.

Os anúncios também são uma forma de criar um conexão emocional entre o seu público e o seu negócio, e tudo o que você fala e faz é tão importante em um Ad quanto na comunicação geral da sua marca.

Uma marca forte consegue transmitir a sua mensagem via anúncios e cria campanhas que conseguem atingir os seus objetivos.

Uma campanha é baseada em todos os esforços necessários para atingir um objetivo definido — cliques em um website, curtidas ou download de apps são exemplos de objetivos para uma campanha.

Segmentando o público

É uma das partes mais interessantes da plataforma de anúncios do Facebook.

Assim, é possível criar o público ideal para o seu anúncio, além da possibilidade de ter vários públicos diferentes para anúncios e objetivos diferentes.

Core Audiences (audiência principal)

É uma audiência criada a partir de dados demográficos: localização, estilo de vida, estágio da vida, características de compra, etc.

Esses dados são colhidos através das informações contidas no seu perfil e através do seu comportamento dentro da plataforma.

Audiências personalizadas

A personalização da audiência é uma opção dentro dos anúncios que permite que você encontre sua audiência já existente entre os usuários do Facebook.

Audiências similares

Se você possui uma lista de consumidores ou usuários que são importantes para o seu negócio e cujas características você já conhece, é possível criar audiências similares

Essa audiência pode ser similar a uma audiência personalizada que você criou.

Facebook Exchange

É possível utilizar plataformas externas de publicidade (demand-side platform ou DSP) para entender as características de comportamento do usuário fora da plataforma e utilizar esses dados para criar anúncios condizentes com esses comportamentos.

Partner Categories

O Facebook possui parceiros externos que fornecem dados através de pacotes de opções de segmentação, esses dados são baseados em atividades fora do Facebook e podem ser usados na criação de anúncios.

Guia para criação de personas

Compra de anúncios

Ao comprar publicidade online, existem alguns termos que são muito usados para definir a forma de pagamento e cobrança.

Custo Por Ação (CPA)

É o custo médio que você está pagando por cada ação que o usuário realiza nos seus anúncios.

Bons anúncios encorajam mais pessoas a interagir com a ação desejada, quanto mais ações (cliques/interações) houver no seu anúncio, menor vai ser o seu custo por ação.

Custo Por Clique (CPC)

O CPC já é um velho conhecido dos anunciantes online.

É o quanto você paga, em média, por cada clique realizado no seu anúncio. O CPC médio é calculado através do custo total do anúncio / total de cliques

Custo por 1.000 impressões (CPM)

O custo por mil mostra a média que você está pagando para cada mil impressões do seu anúncio.

Uma impressão é cada uma das vezes que o Ad é mostrado, havendo interação ou não. Ele pode ser calculado através da fórmula: custo total do ad / (total de impressões/1.000).

Impressões

É o número de vezes que o seu anúncio foi exibido.

Em mobile, uma impressão é contada na primeira vez em que é vista.

Nas demais plataformas do Facebook, um anúncio é impresso na primeira vez em que ele é exibido no Feed de Notícias, ou cada vez que é exibido na Coluna Lateral do Facebook.

Anunciando

Na hora de ter contato com os anúncios, alguns termos vão aparecer constantemente e é importante entender cada um deles ao criar a sua campanha.

Ad / Anúncio

Um anúncio inclui o seu criativo (imagem e textos), a sua audiência especificada e a forma de pagamento/preço pago por esse anúncio.

O seu ad é exibido junto com histórias que são relevantes para a sua audiência, então é importante que o seu anúncio também seja.

Cliques

Cliques equivalem ao número total de cliques no seu anúncio.

Dependendo do que você está promovendo, pode ser participações em um evento ou instalações de aplicativo.

Publicação impulsionada

Uma publicação impulsionada aparece no Feed e aumenta significativamente o seu alcance.

O impulsionamento é feito diretamente do Feed e o Facebook costuma sugerir que você impulsione as suas publicações com melhor desempenho.

Uma grande vantagem de impulsionar é conseguir direcionar o seu post para diferentes grupos, baseado na sua performance.

Publicação patrocinada

A publicação patrocinada é o meio termo entre um post comum e um ad.

Ao patrocinar um post, eles será mostrado como “Patrocinado” e a sua audiência será limitada às pessoas que curtiram a sua página e aos seus amigos.

Publicações patrocinadas aparecem mais alto no Feed de Notícias, então é mais provável que a sua audiência as veja.

Conversões

Conversões são ações completas realizadas pelo usuário, como compras ou adicionar produtos ao carrinho de compras em um site.

Visualizações de vídeo

É o número total de vezes que o seu vídeo foi visualizado por 3 segundos ou mais.

Para aprender ainda mais termos você pode consultar o Glossário de termos de propaganda e o Glossário geral de termos.

A estrutura básica de uma campanha

Todas essas informações são essenciais para criar uma boa campanha e um bom anúncio.

Mas, na prática, uma campanha é composta da seguinte forma:

campanha no facebook das

A campanha é o principal.

Lá, você decide os objetivos principais e a principal forma de engajamento do seu usuário.

Os Ad Sets são conjuntos de anúncios, neles é possível determinar a frequência de impressão dos anúncios, orçamento, forma de pagamento e localização do anúncio.

Por fim, os anúncios são o conjunto de tudo isso, além do texto, imagem, vídeos e call-to-actions que serão vistos pelo usuário.

Boas práticas para uma campanha efetiva

Você já percebeu que o Facebook é uma ferramenta intuitiva, bem direta e que procura facilitar todas as ações realizadas pelos usuários.

Pensando nisso, existem boas práticas focadas na criação dos anúncios que procuram levar essas ideias ao público da sua empresa.

As boas práticas são divididas em 3 partes:

  • Boas práticas para marcas;
  • Boas práticas criativas;
  • Boas práticas de planejamento;

E agora vamos ver cada uma delas!

ebook marketing nas redes sociais

Boas práticas para marcas

A maneira como os usuários descobrem e interagem com tudo ao seu redor mudou muito ao longo dos anos.

Ao inserir sua marca no mundo dos ads, você precisa usar a visão, o som e o movimento para capturar atenção e construir uma marca forte no mundo dos anúncios.

O chamado de “centro da descoberta” para os usuários é o Feed de Notícias.

Lá está concentrado todo o conteúdo que as pessoas terão contato, e o seu precisa se destacar!

É no Feed que você capta a atenção do usuário, sendo diferente, criando conteúdo que ele considera interessante e que vai fazê-lo assistir o seu vídeo até o fim.

A melhor forma de explorar os sentidos do seu usuário ao criar anúncios é usar vídeos.

Vídeos são interativos, diretos e mostram o conteúdo de uma maneira mais interessante e atraente.

dicas para o facebook ads

Mas, acredite, não são todas as pessoas no mundo que desejam ver os seus anúncios.

É triste, mas é uma realidade!

E ao contrário do que você está pensando agora, isso é excelente.

Imagine que o público da sua campanha é composto por 5 milhões de pessoas, mas, de todas elas, apenas 50.000 estão realmente interessadas no seu produto e estão dispostas a realizar uma compra.

Isso quer dizer que você teve 4.950.000 impressões que não geraram nenhum tipo de retorno para o seu negócio!

Não, isso não é bom.

Uma das ferramentas mais importantes para a sua marca ao anunciar no Facebook é trabalhar bem a segmentação e criação do público!

Não pense em falar com todos, pense em falar com aqueles que vão se identificar com a sua marca e a sua mensagem.

Boas práticas criativas

O método base de um anúncio através do Facebook é o “building for Feed”, que pode ser traduzido para “construindo para o Feed”.

Lembra que o feed de notícias é o centro de atenção de todos os usuários?

Então, a parte criativa dos anúncios precisa ser otimizada para que os seus anúncios (e até mesmo os seus posts) sejam autênticos e transmitam as ideias que a sua marca deseja passar.

exemplo de anúncio no facebook

A ideia do “build for feed” é bem simples, mas funciona muito bem.

O objetivo é fazer conexões verdadeiras com a sua audiência, gerando engajamento com a sua marca e construindo boas ideias.

Por isso, a primeira coisa que você deve considerar é a sua audiência, ela é a base de tudo o que você vai fazer.

E por isso, você deve contar histórias, que vão ser entregues para as pessoas certas na hora certa.

Crie histórias para compartilhar com a sua audiência que vão refletir sua personalidade e incentivar as interações com a sua marca.

Além disso, crie conteúdo de apoio à sua principal história.

Não é possível criar conteúdo engajante e significativo 365 dias por ano, mas é possível criar conteúdo específico para certos momentos.

Lembra da visão, som e movimento?

O criativo dos seus anúncios precisa ter os três.

Você tem alguns poucos segundos para convencer o usuário a assistir o seu vídeo ou interagir com o seu anúncio e essa é a hora de mostrar que a sua marca e o seu produto são sensacionais, usando de recursos e elementos visuais que vão ajudá-lo a transmitir esse valor.

O seu conteúdo em si precisa ter relação com a sua marca.

Seja um vídeo, imagem ou foto, lembre-se de manter a temática ligada à sua marca e ao seu negócio, marcante e replicável em diferentes formatos e situações.

Para fotos e imagens, existe uma regra chamada de 80/20.

Você não pode ter mais que 20% de texto na foto, caso contrário o anúncio será reprovado.

Boas práticas de planejamento

Nós sempre falamos aqui na Rock que planejamento é a alma do negócio, ou pelo menos de uma campanha bem-sucedida.

Antes de criar o primeiro anúncio, tirar a primeira foto ou escrever a primeira frase é preciso planejar como será a sua campanha e o que você espera dela.

O primeiro passo é se perguntar “Quais são os meus objetivos e como o Facebook pode me ajudar a alcançá-los?”.

Sem saber claramente aonde você deseja chegar, fica bem difícil encontrar a melhor forma de chegar até lá.

Você pode escolher qualquer um dos objetivos abaixo:

opções no facebook das

Uma das principais maneiras de descobrir se você está no caminho certo é definir quais são os indicadores-chave de performance que você precisa acompanhar.

Os KPIs são a forma de acompanhar os resultados e ver se você está a caminho do objetivo definido.

Escolha indicadores que juntem os esforços em mídias digitais, acompanhamento a curto prazo e sucesso a longo prazo.

Um bom KPI fornece insights interessantes — é possível descobrir onde ocorrem mais conversões, qual o custo de um novo cliente vindo do Facebook e várias outras coisas.

Planejar também significa escolher bem o seu público.

Falamos anteriormente que segmentar os usuários é uma parte muito importante da sua estratégia de Facebook Ads, e continua sendo!

A sua audiência é diretamente relacionada ao seu objetivo.

Você pode criar uma campanha de remarketing, ou de novas curtidas ou até mesmo para oferecer ofertas a clientes da sua loja.

A cereja do bolo para planejar sua campanha é usar o pixel de conversão fornecido pelo Facebook.

O pixel de conversão é uma pequena linha de código fornecida para acompanhar a performance dos seus anúncios fora do Facebook.

Com ele é possível saber as atividades e conversões de usuários originais do seu ad.

Para criar um novo pixel, vá no Gerenciador de anúncios > Ferramentas> Pixels.

pixel de conversão

Agora você pode criar um novo pixel em “Pixel de rastreamento de conversão”:

rastreamento

E acompanhar os seus pixels atuais em “Pixel do Facebook”:

pixel de conversão

Dentro do anúncio é possível ativar o rastreamento do Pixel selecionando a opção “Rastrear todas as conversões do meu pixel do Facebook”.

rastreamento

Criando a campanha

Ok, já falamos muito da teoria, agora é hora de colocar a mão na massa!

Para você entender melhor como criar a campanha vamos criar uma juntos, passo a passo!

A primeira coisa a se fazer é ir na barra de pesquisa do Facebook e digitar “Power Editor”.

O PE é uma ferramenta de criação de anúncios completa e é onde você vai criar e alterar a sua campanha!

facebook power editor

Ao entrar no Power Editor, essa é a primeira tela que você vai ver:

facebook power editor

Na parte superior temos a área para gerenciar os anúncios, ad sets e ads, públicos salvos previamente, uma biblioteca com imagens usadas anteriormente, relatórios de rendimento, as publicações em cada uma de suas páginas vinculadas e mais algumas ferramentas, pixel de conversão e configurações gerais da conta.

Na parte superior também é onde você cria as campanhas, ad sets e ads.

gerenciar anúncios

A esquerda temos Campanhas, Ad Sets e Anúncios:

anúncios no facebook

Para selecionar as campanhas, Ad sets e Ads que você deseja acompanhar (ou a que você está criando), é preciso utilizar os filtros do Power Editor.

Para isso, na barra superior, selecione Filtros:

filtros

Se você acabou de criar uma nova campanha, será aplicado um filtro automático para acompanhar apenas a nova campanha criada.

O mesmo vale para novos conjuntos de anúncios (Ad Sets) e novos anúncios.

Nas versões anteriores do Power Editor era necessário fazer o download das suas campanhas logo ao entrar na ferramenta, assim como salvar as alterações e fazer o upload novamente ao concluir a campanha e sair do PE.

Mas agora isso foi alterado, ao realizar qualquer alteração é preciso selecionar se você deseja “Descartar as alterações” ou “Revisar as alterações” e aí sim confirmar as mudanças realizadas.

Você acessa essas opções na barra superior, ao lado direito:

revisar as alterações

Lembre-se de sempre revisar as alterações para que elas sejam aplicadas!

Você também pode exportar uma planilha em Excel com todas as suas campanhas, tanto como forma de backup quanto para sempre ter seus anúncios atualizados caso precise fazer o upload no Power Editor.

Na barra superior seleciona o ícone de “Exportar e Importar”:

gerenciar anúncios

exportar e importar anúncios

Agora que você já conhece todas as funcionalidades básicas do Power Editor, vamos começar a criar uma campanha.

Para aproveitar as funcionalidades mais atuais dos anúncios no Facebook, vamos fazer dois exemplos hoje!

Uma campanha de cliques no site (para criarmos anúncios para o Instagram também) e anúncios para gerar leads.

Vamos começar com cliques no site.

criando uma campanha no facebook das

Crie um nome para a sua campanha e selecione o objetivo desejado.

Você pode escolher dois tipos de compra, através de Leilão e Preço Fixo.

leilão de anúncios

O mais indicado é manter o leilão, já que ele se aproveita de informações valiosas e você vai pagar menos por clique com certeza!

Aproveite para criar um conjunto de anúncios (Ad Set) e um Novo Anúncio.criar uma campanha no facebook das

Ao selecionar “Criar” você verá essa tela, onde é possível definir um limite de gasto máximo para a campanha, caso seja necessário:

criar uma campanha no facebook das

Ao clicar no ícone de gráfico, é possível ver gráficos de desempenho da campanha e gastos detalhados ao longo do tempo:

criação de anúncios no facebook ads

Próximo passo: Conjuntos de Anúncios.

É só selecionar a segunda opção no lado esquerdo:

anúncios no facebook

E você verá essa tela:

criação de anúncios no facebook das

Aqui começa a diversão.

O primeiro passo é definir o orçamento, ele pode ser por dia ou vitalício para toda a campanha.

Se você está realizando testes, pode separar uma quantia definida para fazer testes por alguns dias, caso tenha um budget definido para a campanha e já realizou seus testes, pode inserir o orçamento vitalício!

O orçamento vitalício também permite que você programa o horário de exibição dos seus anúncios.

programação de anúncios

Agora vamos entrar na parte do público e é bom avisar que vamos falar disso por um bom tempo!

Pegue um café, coloque uma boa música para concentrar e vamos nessa!

Segmentação é a palavra-chave para um anúncio e uma campanha de sucesso, você precisa otimizar os seus gastos e atingir o usuário certo.

Se você já possui um público salvo, pode acessá-lo aqui (e também na barra superior):

público

Se você não tem um público salvo, ou deseja criar um novo, clique em editar público.

Você vai se deparar com a tela base de edição.

Aqui, é possível trabalhar o seu público e atingir as pessoas que você deseja!

editar o público

Para exemplificar, vamos imaginar que o público que queremos atingir se interessa por marketing digital e procura por agências que oferecem esse serviço.

Vamos começar com a localização.

segmentação de público

Vamos supor que nosso público está localizado em Belo Horizonte.

É possível definir um raio além dos limites da cidade escolhida, assim, é possível abranger públicos próximos à cidade, mas que residem em municípios próximos.

localização no facebook das

Também é possivel escolher qual característica das pessoas relacionadas a essa cidade você deseja que seja contabilizada. Abaixo do mapa, selecione todos nessa localização:

localização no facebook das

Se você está em uma cidade turística, pode criar anúncios com promoções específicas para visitantes que se encontram na cidade no momento, por exemplo. As opções são infinitas!

Gênero e idade vão variar de acordo com o seu negócio e com o seu público atual.

idade no facebook das

É possível selecionar mais dados demográficos, e eles são muito interessantes!

É possível criar públicos através do seu status de relacionamento (solteiro, casado, etc), sua formação profissional, ocupação, geração, país e vários outros dados.

Alguns deles estão disponíveis apenas para os EUA, mas você pode usar a maioria!

segmentação no facebook das

Vamos selecionar formação como um dado demográfico do nosso público e também o cargo que ele ocupa.

segmentação no facebook das

segmentação no facebook das

Se a sua empresa possui ou administra mais fanpages além da sua própria, é possível criar conexões incluindo ou excluindo esses usuários. Os tipos de conexão são:

segmentação

segmentação

segmentação

segmentação

Também é possível criar combinações avançadas, usando conexões diferentes de páginas diferentes, o que é bem interessante!

combinações avançadas

Se o seu negócio precisa que o usuário tenha conhecimento de alguma língua específica, é possível selecionar um idioma como filtro dos usuários.

Aqui na Rock nós produzimos conteúdo em Português e Espanhol, portanto vamos filtrar para essas duas línguas:

idiomas

idiomasidiomas

Chegamos em mais uma parte muito interessante, que vai ajudar no desenvolvimento do seu público. Todos nós temos interesses, certo?

E no Facebook, quando gostamos de algo, costumamos dar like em fanpages ou marcar livros e filmes que já assistimos, certo de novo, não é?

Essas informações mapeiam os nossos interesses e é possível usá-las para segmentar o seu público.

interesses

Como você pode ver, podemos escolher os mais diversos interesses do nosso público.

O importante aqui é não se deixar levar pelas opções, pense na sua persona!

Para o nosso exemplo, vamos procurar por pessoas que se interessam por: marketing digital, inbound marketing, marketing de conteúdo, blogs, redes sociais, e-mail marketing e mídias sociais.

interesses

interesses

Assim como Interesses, podemos selecionar comportamentos dos usuários que são similares ao do nosso público e persona.

interesses

Existem diversos comportamentos, alguns disponíveis apenas para os EUA também, mas são muito interessantes para negócios que desejam ser específicos.

Sugerimos que você dê uma olhada em cada um deles!

Por fim, você pode salvar esse público para usá-lo novamente depois.

interesses

E aqui vai uma dica de ouro: antes de confirmar, confira o seu público em potencial!

público

Ele está lá no começo do seu público.

Se o número é muito pequeno, pare e repense a sua segmentação.

O objetivo é atingir as pessoas certas, mas um número muito pequeno não é legal.

Ao terminar nossa segmentação, vimos que o alcance potencial era de apenas 50 pessoas e esse não é um bom número.

Depois de alguns testes, percebemos que o nível educacional e cargo estavam tirando nosso alcance, então reduzimos apenas para formação universitária.

Agora você já pode definir o posicionamento dos seus anúncios.

A grande novidade aqui é que é possível anunciar direto no Instagram!

anúncios no instagram

Você pode criar um conjunto de anúncios para cada uma das posições e testar qual o seu público prefere. Hoje vamos usar todas elas.

Também é possível escolher dispositivos móveis específicos (apenas iOS ou Android), e se os anúncios serão exibidos apenas quando conectados no Wi-Fi.

O preço pode ser definido de várias formas.

Como falamos antes, é possível escolher entre CPM, CPC, CPA, Impressões e Alcance diário. O Facebook recomenda o custo por mil.

orçamento

Também é possível definir quanto você deseja pagar por clique no link.

Vamos supor que você tem uma Landing Page que está performando muito bem e a taxa de conversão é alta.

Como a maioria dos visitantes da sua LP são convertidos, optar pelo CPC pode ser uma boa solução para otimizar o seu investimento.

orçamento

A veiculação padrão dos anúncios é feita ao longo do dia, para que mais pessoas tenham a oportunidade de ver seu anúncio.

Porém, é possível acelerar os anúncios para que eles sejam mostrados muitas vezes. Nós (e o Facebook) recomendamos deixar no Padrão.

orçamento

A maior parte do conteúdo que mostramos para você aqui visa o próximo passo: criar o anúncio.

Essa é a hora de colocar em prática todas as boas ideias que o seu time teve ao longo do planejamento da campanha. Você vai encontrar a tela assim:

facebook ads

Selecione a fanpage que você deseja veicular ao anúncio e conecte a sua conta do Instagram.

Se você não tiver, pode criar uma dentro do próprio Facebook.

anúncios no instagram

A composição do seu anúncio é feita aqui.

Você deve inserir a URL de destino para quem interagir com o anúncio (pode ser uma landing page criada especificamente para essa campanha ou uma seção do seu site).

Para você identificar cada um dos campos, vamos preencher com diferentes textos:

anúncios no facebook das

Temos a opção de criar anúncios com múltiplas imagens — excelente para e-commerces e lojas de roupa — e também conferir como o anúncio se comporta em cada um dos formatos escolhidos.

Para completar o criativo, você pode escolher entre usar imagem ou vídeo. Existem características ideais para cada um deles:

anúncio em video anúncio em imagem

Caso não tenha imagens próprias (o que é um erro!), é possível utilizar algumas grátis, fornecidas pelo Shutterstock:

banco de imagens

É possível criar uma chamada para ação dentro do anúncio.

Ela é uma excelente forma de incentivar uma ação por parte do usuário, principalmente se for alguma ação específica. Os botões podem ser usados para ajudar o usuário a entender o que ele fará na página de destino e qual ação básica ele deve executar:

chamada para ação

No final do anúncio, é possível ativar o Pixel que falamos anteriormente, para monitorar as conversões:

pixel de conversão

E esse é o nosso anúncio final:

anúncios finais

Calma! Quase esquecemos do mais importante: para ativar as modificações e enviar o anúncio para análise é preciso revisar as alterações:

notificações

Agora sim! 🙂

Calma! Não nos esquecemos dos anúncios para gerar leads.

A construção é a mesma de um anúncio com outro objetivo, mas existem algumas opções a mais que são bem interessantes.

Primeiro, selecione o objetivo que você deseja:

gerar leads

Siga os mesmos passos necessários para criar uma campanha, conjunto de anúncios e anúncio. Para os anúncios com leads é preciso confirmar um pequeno termo de anúncios, por isso, leia com atenção e confirme no final!

termos de leads

Por enquanto, os anúncios de geração de leads estão disponíveis apenas para o Feed e dispositivos móveis. As demais configurações permanecem as mesmas, porém agora os anúncios são otimizados para gerar leads.

leads

A grande novidade nesse tipo de anúncio é a possibilidade de criar um formulário de leads, muito parecido com o já conhecido form de contato que é usado em landing pages.

Para criar um, vá em seu anúncio:

formulário de lead

leads

É possível customizar as informações que serão solicitadas ao usuário e também quais perguntas adicionais você deseja que ele responda. É possível inserir até 3 perguntas e você pode criar perguntas customizadas.

anúncio de lead

Para criar uma campanha de geração de leads é preciso que a sua empresa tenha uma política de privacidade declarada (e com um link de acesso).

Você também pode direcionar o seu usuário para o seu site ou para uma landing page específica após ele preencher o formulário.

anúncios de leads

anúncio de leads

anúncio de lead

Essa é a cara do seu anúncio final!

anúncio final

Lembre-se de clicar em avançar e revisar as alterações!

anúncio final

Agora vamos dar uma olhada no funcionamento do gerenciamento de anúncios.

Gerenciando seus anúncios

É importante acompanhar o desenvolvimento das campanhas, ad sets e anúncios.

Para isso, vamos usar o Gerenciador de Anúncios, a ferramenta que fornece uma visão geral de como os anúncios estão performando. Ele pode ser acessado diretamente do seu feed de notícias:

gerenciador de anúncios

E essa é a carinha dele:

gerenciador de anúncios

Selecionando uma campanha é possível ver a performance geral:

gerenciador de anúncios

A performance do conjunto de anúncios:

performance dos anúncios

E a performance de um anúncio específico:

performance dos anúncios

Lembre-se sempre de selecionar o período correto, no topo direito da página:

gerenciador de anúncios

A principal função do gerenciador de anúncios é mostrar a performance geral da sua campanha, de cada grupo e de cada anúncio.

Através dele é possível acompanhar os gastos diários, qual o tipo de pagamento (CPM, CPC, etc), alcance diário estimado, segmentação, ou seja: tudo o que configuramos na criação do anúncio! Procure acompanhar sempre o gerenciador, de preferência diariamente.

Otimizando a sua campanha

Tudo que nós falamos aqui tem como objetivo te ajudar a criar uma campanha matadora.

Mas nós sabemos que nem tudo funciona como estado da arte de primeira.

Por isso, não é nenhuma vergonha otimizar suas campanhas, alterar o que for necessário e descobrir o que gera resultados.

O gerenciador de anúncios fornece informações realmente valiosas, principalmente sobre o desempenho de diferentes anúncios, o que funciona e o que precisa ser melhorado.

Mas a melhor dica que a gente pode dar é a seguinte: teste sempre. Realize testes A/B em todos os seus anúncios (ou sempre que possível) e mantenha aquele com os melhores resultados.

Otimize o seu gasto, afinal, temos que lembrar sempre do ROI!

Relatórios e análise

Dentro dos times de marketing é importante ter relatórios que mostrem o desempenho das campanhas.

Times de marketing Banner
Dentro do Power Editor é possível criar relatórios personalizados que mostram diferentes aspectos das campanhas.

análise

É possível personalizar as colunas, de acordo com a análise que precisa ser feita:

análise

E também por alguma característica específica do público:

análise

análise

Lembre-se sempre de conferir a data de verificação e também exporte os relatórios sempre que necessário. Eles podem ser exportados em .xls e .csv.

Conclusão

Ter sucesso com Facebook Ads é um processo constante.

Os resultados chegam conforme melhorias são feitas e testes são realizados por você e sua equipe.

Mas não há dúvidas de que você precisa começar uma campanha de ads no Facebook hoje mesmo! Com mais de 1 bilhão de usuários, as possibilidades de crescimento da sua marca, engajamento social e ROI são muito grandes.

Lembre-se sempre de que, antes de qualquer coisa, a sua marca precisa deixar claro qual a sua posição, qual é o seu público e como ela deseja se comunicar com eles.

Agora é a hora de criar a sua campanha de sucesso.

Esperamos que você tenha gostado.

Até a próxima!

Aprenda também a fazer marketing no Facebook!

ebook marketing no facebook

Esse post é o manuscrito do nosso ebook O Guia Prático para criar uma campanha efetiva de Facebook Ads. Se você prefere ter o material em mãos para consulta ou leitura, pode baixar ele por esse link.