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O que é E-A-T

O que é E-A-T e como ele impacta diretamente nas estratégias de SEO

E-A-T significa “Expertise, Authoritativeness and Trust”, ou expertise, autoridade e confiabilidade. O conceito faz parte das diretrizes de avaliação de qualidade do Google, aparecendo como um (provável) importante fator de rankeamento para muitos sites.

Embora ainda existam controvérsias sobre esse fator de rankeamento, otimizar seu site com base no conceito de E-A-T já pode ser considerada uma boa prática de SEO. Isso porque, na pior das hipóteses, você estará aumentando as chances de obter mais tráfego.

Neste artigo, falaremos sobre o que é E-A-T e como ele impacta as estratégias de otimização de sites. Abordaremos táticas para melhorar esse fator em suas páginas e, assim, conseguir mais visitas. Quer entender tudo sobre o assunto? Então, siga conosco e aproveite a leitura!

O que o Google tem falado sobre o E-A-T?

Em fevereiro de 2019, o próprio Google confirmou que E-A-T é uma parte muito importante de seu algoritmo. A imagem abaixo comunica o posicionamento da empresa:

De qualquer forma, vamos olhar mais profundamente para o assunto. No Google, existe um documento chamado Quality Raters’ Guidelines (QRG), que está cheio de discussões sobre Expertise, Authoritativeness and Trust (E-A-T). Trata-se de um conjunto de práticas de SEO recomendadas pelo próprio buscador.

Segundo o blog do Google Webmasters, a empresa desenvolve essas diretrizes para ajudar profissionais a entenderem o que o Google quer ver em um site em termos de qualidade. Inclusive, os profissionais do Google incentivam todos a estudarem o material:

Mas não se preocupe: nós fizemos isso por você e trouxemos as informações mastigadas aqui. Em uma entrevista para a CNBC interview, o vice-presidente de buscas do Google, Ben Gomes, afirmou:

“Você pode olhar para as diretrizes de rankeamento como uma direção de para onde queremos que o algoritmo de busca vá. Elas não dizem como o algoritmo está classificando os resultados, mas eles mostram fundamentalmente o que o algoritmo deve fazer.”

Em outras palavras, podemos interpretar que é só uma questão de tempo para que E-A-T ganhe alta relevância no algoritmo do Google — e, consequentemente, nas estratégias de SEO.

Qual é o impacto do E-A-T no YMYL (e o que é YMYL)?

Segundo o Google, o primeiro passo para um bom rankeamento é entender o verdadeiro propósito da página. Isso pode até parecer filosófico demais, mas não é.

Na verdade, o propósito da página é algo que pode ser respondido com uma pergunta bem prática: “como você pretende ajudar os visitantes?”. Sites ou páginas sem um benefício claro têm menor quantidade de expertise, autoridade e confiabilidade, ou seja, recebem as piores posições.

Como uma forma de proteger o usuário contra fraudes, aparentemente, o Google valoriza ainda mais o E-A-T nos sites do tipo Your Money or Your Life (YMYL). Esses são websites das áreas médica, jurídica ou financeira.

Em outras palavras, sites YMYL são aqueles que aconselham as pessoas a tomarem decisões importantes. Normalmente, eles também se empenham em vender produtos online — por isso, o Google fica “de olho” neles.

No entanto, ninguém sabe ao certo quais sites são considerados YMYL pelo Google. Então, se você dá qualquer tipo de orientação ou conselho para seus leitores, é importante ficar atento ao E-A-T — especialmente, se você aceita transações por cartão de crédito.

Em resumo, o que o Google diz é que sites com informações médicas, jurídicas, financeiras, entre outras, devem vir de fontes consideradas autoridades em suas áreas. As páginas também devem se basear em fatos acurados e representar consenso científico (ao menos, nas áreas em que existe algum consenso).

Quais são as características de páginas com alta e baixa qualidade?

Como vimos até agora, o próprio Google costuma se pronunciar sobre os fatores importantes para o rankeamento. Ou seja, não há motivos para se desesperar, desde que se mantenha atualizado — tanto se já tem uma página quanto se pretende desenvolver um site e criar um blog para produzir conteúdo.

Além de tudo que já falamos, o maior buscador do mundo lista as características dos sites e páginas de alta qualidade. Será que você tem seguido as diretrizes certas? Veja a seguir.

Características de páginas com alta qualidade

De acordo com o Quality Raters’ Guidelines (QRG), a primeira característica de uma página de alta qualidade é, justamente, um alto nível de E-A-T. A lista completa inclui:

  • alto nível de expertise, autoridade e confiabilidade, incluindo o E-A-T do editor e/ou autor dos artigos e informações contidos nas páginas;
  • um número considerável de conteúdos principais de alta qualidade;
  • informações suficientes sobre quem é o responsável pelo site ou informação suficiente sobre atendimento ao cliente, caso a página primária de compra inclua transações financeiras;
  • reputação positiva do site que é responsável pelo conteúdo principal da página.

Características de páginas com baixa qualidade

Entre as características das páginas que tendem a apresentar um baixo rankeamento, estão:

  • nível inadequado de E-A-T;
  • baixa qualidade do conteúdo principal;
  • informações insuficientes no conteúdo principal sobre o propósito da página;
  • o título do conteúdo principal é exagerado ou chocante;
  • anúncios que distraem o leitor do conteúdo;
  • ausência de informações suficientes sobre o criador do conteúdo (o anonimato não é visto com bons olhos pelo Google);
  • reputação razoavelmente negativa do website ou do criador do conteúdo.

Se uma página apresentar várias das características acima, é bastante provável que ela receba um rankeamento ruim.

Qual é a importância do E-A-T do autor dos textos?

Existem dois tipos de E-A-T: o E-A-T de todo site (ou de toda marca) e, se aplicável, o E-A-T dos autores do conteúdo do site. Ambos são muito importantes!

Inclusive, o Google diz que uma página deve ser considerada de baixa qualidade se o autor dela ou website não tiver conhecimento suficiente para o tópico. Ou seja, há diferença entre um artigo de finanças escrito por um economista e outro artigo escrito por um redator profissional.

Aqui no blog da Rock Content, por exemplo, temos diversos artigos escritos pelos próprios sócios da empresa. Você pode ler, por exemplo, os posts do Vitor Peçanha, co-fundador da Rock.

Por mais que o redator seja excelente em Marketing de Conteúdo, nada garante que ele realmente sabe o que está falando. Essa avaliação incentiva o ghost writing. Afinal, nesse caso, o site pode contar com alguém para ajudar a redigir o conteúdo, mas a palavra final será do especialista.

No fundo, o que o Google procura fazer é replicar na internet o que já acontece offline. Se você está procurando aconselhamento fiscal, você prefere ler um artigo escrito por alguém com um diploma de Jornalismo? Ou opta por alguém que tenha sido contador por décadas e é conhecido como uma autoridade nesse campo?

Da mesma forma, se você foi diagnosticado com uma doença, você gostaria de ler artigos sobre sua condição escritos por um especialista em SEO? Ou prefere conteúdos criados por um médico que vem tratando essa condição há anos?

Em outras palavras, a maioria das pessoas quer ler artigos escritos por pessoas com E-A-T: expertise, autoridade e confiabilidade.

É importante observar que isso não diminui a importância dos redatores. Pelo contrário: faz com que eles se especializem cada vez mais, ao mesmo tempo em que contam com o aval dos especialistas no tema.

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Como os algoritmos medem o E-A-T?

Embora o Google não divulgue detalhes sobre o funcionamento dos algoritmos, existem alguns aspectos que, provavelmente, fazem parte da equação. Veja a seguir quais são eles.

Menções sobre o autor

Sim, mais uma vez, o E-A-T do autor aparece como um critério para o E-A-T da página como um todo. O Google implementou uma importante atualização de algoritmo em 7 de fevereiro de 2017. Essa foi a primeira tentativa do buscador de determinar quais sites têm um bom E-A-T.

A partir desse dia, diversos sites perderam posições para outros que tinham autores mais reconhecidos. A autoridade de um autor pode ser medida de várias formas, como backlinks de fontes confiáveis apontando para seus conteúdos e menções como especialista no assunto abordado.

De um modo geral, o autor é visto como autoridade quando, ao pesquisar sobre ele no Google, você encontra informações que provam que ele atua consistentemente na área sobre a qual escreve. Portanto, o buscador favorece profissionais experientes e com reputação.

Detalhe: o Google acredita que pode determinar quais menções são espontâneas e quais são pagas (ou seja, “fabricadas” artificialmente). Há uma grande diferença entre uma menção de um colaborador da Folha de São Paulo, por exemplo, e um jornalista conceituado da Folha.

Evidências científicas

O Google não quer ser responsabilizado por indicar conteúdos prejudiciais aos usuários. Por isso, como vimos anteriormente, é importante embasar seus conteúdos com evidências científicas e informações que são consenso na área. Isso é válido, especialmente, para os sites YMYL.

Revisões

Empresas sérias e comprometidas com o que fazem costumam estar no negócio em longo prazo. Por isso, fazem revisões de seus conteúdoscorrigindo erros e atualizando informações para levar o melhor a seus usuários.

O Google também leva isso em consideração. De qualquer forma, não basta atualizar um conteúdo apenas para ter uma data mais atual. A qualidade e a veracidade do que é escrito é que deve determinar a frequência das atualizações.

Reputação da empresa

É um pouco difícil dizer ao certo como o Google avalia a reputação de uma empresa. Entretanto, ninguém tem dúvidas de que o gigante da internet tem acesso a inúmeras informações e inteligência para fazer isso.

Basicamente, tudo é levado em consideração, desde menções da marca em veículos de imprensa confiáveis até comentários de clientes nas redes sociais.

Como melhorar o E-A-T?

Até agora, aprendemos que o E-A-T é uma parte importante dos algoritmos do Google. Um site sem expertise, autoridade e confiabilidade tem muito menos chances de obter um bom rankeamento.

A boa notícia é que autoridade é algo que pode ser construído. Em outras palavras, você não precisa ser um gigante de conteúdo para conquistar a primeira página das buscas. Basta saber otimizar continuamente os pontos certos.

Veja agora as maneiras de melhorar o E-A-T seguindo as dicas do próprio Google.

Garanta boas avaliações

O que as pessoas falam na internet sobre o seu negócio realmente importa. O Google parte do pressuposto de que boas empresas terão avaliações positivas de diversas fontes, como clientes reais, especialistas na área e veículos de imprensa.

Se você comercializa produtos, os reviews de marketplaces e sites de compras são muito importantes. Em todo caso, avaliações de redes sociais também têm grande peso.

De um modo geral, o que o Google tenta fazer é determinar o sentimento público geral em relação ao seu negócio. Então, fique tranquilo quanto às exceções. Qualquer marca recebe um ou outro review negativo de um cliente que estava estressado em determinado dia. O mais importante é olhar para a média das opiniões.

Agora, se a maioria das pessoas está reclamando da sua marca, produto ou serviço, é fundamental investir energia para melhorar a satisfação dos consumidores. Como você pode perceber, SEO e sucesso do cliente andam lado a lado.

Além disso, há algumas questões que podem servir como um alerta para as suas avaliações:

  • seus concorrentes têm significativamente mais comentários online? Caso sim, isso pode ser um sinal de que a concorrência é mais reconhecida como uma autoridade;
  • as outras empresas têm um número muito maior de avaliações positivas do que você? Procure descobrir se isso ocorre;
  • o sentimento geral das avaliações da sua marca é negativo?

Consiga menções na Wikipédia (ou tenha sua própria página)

A Wikipédia é bastante mencionada no QRG do Google, deixando claro que o buscador a reconhece como um site confiável. Isso vai contra o que se acreditava até então, já que especialistas em SEO costumavam dizer que os links da Wikipédia não importavam (pois são links nofollowed e não passam no PageRank).

No entanto, ao que parece, o Google mede mesmo os links nofollowed e menções sem link quando estes vêm de sites com autoridade alta. Interessante, né?

Ter sua própria página da Wikipédia não é fácil, mas é possível. Para isso, é preciso seguir os padrões da Wikipédia, que incluem como pontos principais:

  • todas as informações sobre sua empresa devem ser verificáveis;
  • a marca deve ter recebido uma cobertura significativa de fontes confiáveis.

Como você pode ver, os critérios da Wikipédia são muito semelhantes ao E-A-T, certo? É por isso que é difícil fingir autoridade. Ter uma página da Wikipédia pode ajudar a melhorar sua autoridade percebida, mas você não pode obter uma página da Wikipédia a menos que já seja visto como uma autoridade.

De qualquer forma, há uma alternativa: conseguir menções positivas da sua empresa em outras páginas da Wikipédia. Em algumas áreas, você pode editar artigos por lá para mencionar sua empresa.

Mas atenção: isso deve ser feito com extremo cuidado e bom senso. Se a comunidade da Wikipédia perceber que você está se autopromovendo, seu link será removido rapidamente.

Tenha menções de sites com autoridade alta

Esse é provavelmente o aspecto mais importante do E-A-T. Na sigla, a letra “A” significa “autoridade”. Na internet, a maneira mais comum de conquistar autoridade é sendo mencionado por fontes confiáveis, como veículos de imprensa e grandes portais de conteúdo.

Como comentamos, o Google tem uma capacidade cada vez maior de determinar quais menções na Web realmente são confiáveis. Então, é importante ficar atento.

Se um link ou uma menção for fácil demais de ser obtida, a tendência é de que não ajude muito. Aqui, se encaixam links pelos quais você pagou ou, de alguma forma, incentivou o proprietário do site a falar de sua empresa.

O mesmo vale para os casos em que você forneceu conteúdo. Isso não tira a validade de guest posts, mas, sem dúvida, uma menção em um artigo desse tipo tem menos peso do que a citação espontânea de um especialista.

Boas menções em sites com autoridade alta são geralmente difíceis de conseguir. Contudo, se você quer ser conhecido como uma autoridade, é de vital importância que você encontre maneiras de obtê-las. Algumas ideias para ser mencionado em sites importantes são:

  • publicar uma pesquisa original;
  • resumir pesquisas científicas atuais;
  • fazer networking com jornalistas por meio das redes sociais;
  • criar conexões offline com pessoas que são reconhecidas como autoridades em sua área.
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Obtenha menções em fóruns

Se as pessoas estiverem realmente entusiasmadas sobre a sua marca, a tendência é que elas a citem em fóruns da internet. Por um lado, pode parecer improvável que as menções em fóruns vão ajudar seu SEO. Afinal, isso é algo que poderia ser facilmente forjado. No entanto, quem afirma não somos nós, e sim o próprio Google:

No entanto, não se engane: o Google sabe determinar quais menções são dignas de contribuir para o E-A-T e quais não são. Só de olhar um fórum ou até mesmo o Yahoo Respostas, você já deve ter facilidade de perceber se uma conversa é real ou se é gerada artificialmente por um profissional de marketing.

E por que o Google analisa informações em fóruns? Simples: por mais que sites como TripAdvisor e Wikipédia sejam úteis, muitas vezes, as informações mais úteis vêm de usuários em discussões informais.

Mais uma vez, não veja essa dica como um indicativo para espalhar spam por aí. O mais importante é monitorar as menções de marca na internet para saber como está a sua imagem. A partir daí, você pode implementar melhorias no seu posicionamento para que as pessoas falem mais sobre os seus produtos ou serviços.

Seja confiável

Uma das atualizações do Google que tem relação com o E-A-T foi o Medic, que ocorreu em agosto de 2018. Desde então, o gigante das buscas passou a citar a palavra “segurança”:

Muitos dos sites que caíram nas buscas do Google após essa atualização tinham problemas de confiabilidade, como:

  • alta quantidade de comentários negativos online;
  • clientes que reclamaram por não conseguirem um reembolso;
  • artigos médicos sem referências científicas ou que faziam afirmações contradizendo o consenso científico atual.

Mostre o E-A-T em seu site

Como o Google diz, o E-A-T é determinado, principalmente, por meio de links e menções fora do site. Todavia, isso não exclui a importância de otimizar o E-A-T em seu próprio website.

Uma das maneiras de trabalhar esse ponto é mostrar como a sua empresa se esforça para ser mais confiável e especialista naquilo que faz, bem como nas informações que apresenta ao público.

Neste artigo, falamos muito sobre o E-A-T, que faz parte do algoritmo do Google. Por fim, para que você possa ir além na sua estratégia de SEO, é importante entender como os buscadores avaliam e rankeiam os conteúdos em relação aos mais diferentes critérios.

Então, aproveite e faça a leitura do artigo algoritmo do Google: entenda como funciona e saiba como rankear em 2019!

O que especialistas de SEO podem aprender com o Google AdWords

O que especialistas de SEO podem aprender com o Google AdWords

Investir em tráfego pago e buscar tráfego orgânico são, naturalmente, estratégias que partem de princípios opostos. Ainda assim, por meio do Google AdWords, é possível conseguir insights valiosos para otimizar suas técnicas de SEO. Quer saber como? Contamos neste artigo!

O que SEO e Google AdWords têm em comum? A resposta simples é que ambos são utilizados por profissionais de marketing digital para gerar tráfego para o conteúdo de sua empresa. Na prática, porém, sabemos que fazem isso de forma diferente.

A distinção é clara. Enquanto o SEO tenta otimizar conteúdos para que sejam encontrados de forma orgânica por meio de mecanismos de busca, o Google AdWords é uma ferramenta de anúncios que atinge um público pré-segmentado. De qualquer forma, seria errado afirmar que as técnicas são excludentes.

O que é, então, que especialistas de SEO podem aprender com o Google AdWords? É o que vamos responder ao longo deste texto. Primeiramente, vamos nos debruçar sobre as diferenças entre tráfego orgânico e pago para, depois, indicar como utilizar uma técnica para aprimorar a outra. Confira!

Quais são as diferenças entre tráfego pago e orgânico?

A partir do momento em que uma empresa decide se lançar na internet, ganha um novo desafio: gerar tráfego.

A maneira como esse tráfego é construído depende de muitos fatores, desde a urgência da companhia em se estabelecer online até o orçamento que tem disponível para gastos com marketing digital.

As empresas que optam pela opção mais barata e com maior prazo de realização vão, provavelmente, inserir o SEO em sua estratégia. Trata-se de um conjunto de técnicas que visam otimizar os conteúdos da empresa para que, assim, possam ranquear bem e ser encontrados em mecanismos de busca como o Google.

Nesse caso, o tráfego gerado é chamado de orgânico. O SEO (Search Engine Optimization) é um dos pilares do Inbound Marketing, abordagem que visa atrair o cliente até a empresa, invertendo a lógica do marketing tradicional.

Por outro lado, companhias que não querem passar por todo o processo de otimização de conteúdo para mecanismos de busca e que têm mais recursos para investimento podem optar por caminhos para gerar tráfego pago. Nesse quesito, o Google AdWords se destaca como uma das principais ferramentas disponíveis.

O que é o Google AdWords?

O AdWords é a plataforma de publicidade do Google. Trata-se da ferramenta mais lembrada quando falamos de mídia paga na internet.

Líder no mercado desde sua criação, em 2000, a plataforma trabalha com a venda de anúncios que, baseados em palavras-chave, são exibidos em locais de interesse para o usuário.

Você já notou, por exemplo, casos em que os primeiros resultados de uma busca no Google vêm acompanhados de uma pequena tag contendo a palavra “ad”? Ou já percebeu que um carrossel de anúncios antecede as buscas por produtos?

Esses materiais não estão ali por acaso. Eles são fruto do investimento em tráfego pago feito por alguma empresa.

anúncios no google

O tráfego pago é, portanto, uma forma de pagar para que clientes sejam direcionados até o seu blog ou website.

Por meio do Google AdWords, é possível segmentar os anúncios para que eles sejam exibidos apenas para usuários com maior potencial de conversão. É o caso de pessoas que estejam pesquisando um produto ou serviço semelhante por meio do motor de busca.

Sendo assim, entendemos que a utilização de links patrocinados e outras formas de anúncio é uma maneira de buscar resultados em curto prazo, mesmo que isso leve a um aumento no investimento.

Técnicas de SEO, por sua vez, buscam alcançar resultados semelhantes com menos investimento e maior prazo para realização.

Como fazer com que SEO e Google AdWords trabalhem juntos?

Já ficou claro como SEO e Google AdWords são estratégias de certa forma antagônicas, concorda?

Enquanto a primeira tem como objetivo otimizar conteúdos para que eles sejam encontrados facilmente pela persona, a segunda cria anúncios segmentados para atingir o usuário no momento em que ele estiver realizando uma busca.

Mas como tudo na internet está de algum modo integrado, será que é possível utilizar os conceitos e funcionalidades do Google AdWords para aprimorar as técnicas que trabalham com tráfego orgânico? A resposta é sim, e veremos alguns exemplos a seguir.

Palavras-chave negativas

Durante a definição da segmentação de uma campanha de mídia paga, selecionamos palavras-chave que são pertinentes para a empresa na esperança de atingir pessoas que utilizam o termo em suas buscas.

Palavras-chave negativas são aquelas que indicamos que devem ser deixadas de fora.

Em uma campanha que impulsione um pacote de turismo nacional, por exemplo, a palavra “internacional” pode ser indicada como uma palavra-chave negativa.

Dessa forma, otimiza-se o investimento, já que usuários que estejam buscando viagens para o exterior não são do interesse da empresa e, portanto, não devem ser atingidos.

Você deve estar se perguntando como o SEO pode se aproveitar disso. Como a geração de tráfego orgânico está diretamente ligada à produção de conteúdo, você deve se questionar, por exemplo, se a sua marca definitivamente não vai utilizar o termo indicado como negativo.

Afinal, caso se trate de uma busca popular, por que não gerar conteúdo relacionado?

É aí que as duas estratégias podem ser integradas. As palavras-chave deixadas de fora no seu processo pago de segmentação podem ser utilizadas em outro contexto para gerar conteúdo para seu blog, site ou redes sociais.

Title tags e meta descriptions

Os title tags e as meta descriptions são, respectivamente, o título e a pequena descrição que acompanham o resultado de uma busca no Google.

Para fins de SEO, esses detalhes são extremamente importantes, já que compõem as primeiras informações visíveis ao usuário após a busca.

title tag e meta description

Assim, não dar a devida importância a esses quesitos pode ser fatal para sua estratégia de tráfego orgânico.

Um especialista em SEO vai, de tempos em tempos, checar a efetividade dos title tags e meta descriptions e realizar alterações visando sua otimização. Ainda assim, fazer com que sua performance seja satisfatória pode se mostrar uma tarefa desafiadora.

Mais uma vez, o Google AdWords pode dar uma mãozinha. Para isso, vá até o Google Console, identifique suas title tags que são bem ranqueadas mas deixam a desejar na conversão e pense em maneiras de melhorar seus resultados.

Nesse momento, o papel do AdWords será o de testar a efetividade dos novos títulos e metas.

Para tal, crie uma campanha na plataforma e inclua as title tags a serem testadas no título do anúncio.

Utilizando as ferramentas de mensuração disponibilizadas pelo AdWords, note quais apontam para a melhor performance na conversão de cliques. As que apresentarem melhor resultado podem ser usadas como suas novas meta descriptions e title tags.

Combinações de palavras

Por mais que exista um enorme número de profissionais que buscam entender a forma como as pessoas realizam suas pesquisas no Google, a verdade é que cada indivíduo tem o seu próprio método.

Quem nunca ouviu falar, por exemplo, de pessoas de idade mais avançada que incluem “por favor” e “obrigado” em suas buscas?

Para não deixar que essas peculiaridades prejudiquem a precisão de seus anúncios, o AdWords conta com um recurso chamado “correspondência ampla“.

Assim, mesmo que determinada pesquisa não corresponda precisamente à palavra-chave de sua campanha, o anúncio ainda será exibido, desde que haja algum contexto.

Para entender melhor, imagine que a keyword de sua campanha é “viagem para Noronha”. Graças ao sistema de correspondência, seu anúncio será exibido mesmo que haja variações na busca.

Assim, pesquisas contendo a expressão “comprar passagem para Noronha” ou até eventuais erros gramaticais como “viajem para Noronha” poderão ter seus anúncios exibidos.

busca no google por "noronha"

Além de não deixar buscas relacionadas escaparem, sabe qual é a outra boa utilidade do sistema de correspondência ampla? Ele é um excelente gerador de insights para a criação de conteúdo pertinente.

Afinal, saber o tipo de vocabulário e construção de frases utilizado pelos usuários em suas buscas é extremamente valioso para um bom trabalho de SEO.

A partir daí, você pode utilizar os insights oferecidos pelo AdWords para trabalhar sua estratégia de tráfego orgânico.

Para isso, procure conhecer todas as variações de buscas relacionadas às suas palavras-chave e crie um conteúdo de qualidade e atrativo para seu público. Assim, quem sabe, ele chegará até você sem precisar de um anúncio pago.

Extensões e CTAs

Quando falamos de mecanismos de busca, as extensões são os pequenos atalhos que detalham algum aspecto específico do negócio.

No contexto de uma agência de viagens, para trazermos um exemplo, elas podem ser botões com os dizeres “reserve aqui”, “onde comer”, “o que fazer”, “confira hotéis” etc.

Em uma campanha do AdWords, você pode adicionar até dez extensões. A ideia é, além de otimizar a experiência do consumidor, permitir que a empresa destaque atributos únicos de seu negócio.

Assim, extensões destacando o atendimento 24 horas, entregas grátis e ofertas exclusivas são bastante comuns.

Esses botões são responsáveis por levar o usuário diretamente até a página de seu interesse. As extensões devem sempre estar carregadas no AdWords, mesmo que como meras opções para a plataforma.

Além de facilitar a vida do cliente e ajudar a empresa a organizar seus diferenciais, elas podem ser uma excelente forma de desenvolver bons calls to action.

Como sabemos, os chamados CTAs são links ou botões que incentivam a pessoa que está consumindo o conteúdo a tomar algum tipo de ação — que pode ser o download de um app, a assinatura de uma newsletter, o acesso a um artigo do blog, entre outras coisas.

Portanto, os CTAs são cruciais para a eficiência de uma estratégia focada no tráfego orgânico.

Ao observar as extensões utilizadas na campanha, é possível destacar as que performam melhor no quesito conversão de cliques.

A partir daí, basta adaptar a frase ou palavra utilizada para criar um CTA comprovadamente efetivo. Além disso, alinhar a linguagem utilizada em seus anúncios e seus conteúdos orgânicos é excelente para o estabelecimento da imagem de sua marca.

Performance geográfica

Se você perguntar a um especialista em AdWords quais são as funcionalidades mais úteis da plataforma, provavelmente ouvirá sobre a capacidade de mensurar resultados.

O nível de detalhe proporcionado pelas análises da plataforma faz com que toda sua estratégia de marketing possa ser beneficiada.

Um exemplo interessante é a análise de performance geográfica. Quando trabalhamos com SEO, podemos dividi-lo em diversas categorias.

Uma delas busca atingir uma audiência mais próxima de sua localidade física. Isso é ressaltado pelo fato de que diversas pessoas utilizam o smartphone para encontrar negócios próximos da área em que estão.

Mesmo que você não conte com um local físico, é possível utilizar os dados proporcionados pelo AdWords para buscar maior relevância em âmbito regional ou nacional.

Para isso, vá até a plataforma e filtre os resultados das campanhas por suas localidades. Quais áreas produzem maior conversão de cliques? Quais são responsáveis por uma boa parcela das vendas geradas?

Com essas informações em mente, você pode usar o Google Trends para avaliar os termos utilizados por usuários.

Observe as frases e palavras mais empregadas para se referir ao mercado em que você está inserido, usando como filtro a região que você definiu como mais produtiva. Fique de olho na variação desses termos para definir se sua popularidade está crescendo ou diminuindo.

A partir daí, cabe ao seu time de conteúdo gerar um material pertinente aos usuários daquela área geográfica.

Isso pode ser alcançado por meio da redefinição de palavras-chave ou simplesmente da geração de conteúdos focados em gerar leads naquele público específico.

Entender que técnicas de SEO e Google AdWords podem sim trabalhar juntas é um importante passo em direção ao melhor aproveitamento dos esforços de marketing digital.

O fato de que o SEO trabalha com tráfego orgânico enquanto o AdWords é uma ferramenta de anúncios pagos não significa que ambos não devam ser partes integrantes da mesma estratégia.

Assim, faça proveito dos dados oferecidos pelo serviço depublicidade do Google para realizar melhorias na otimização de seus conteúdos para motores de busca.

Alinhar a linguagem dos anúncios com a utilizada em seu blog e redes sociais é importante para afirmar sua identidade. SEO e Google AdWords devem, então, ser utilizados de forma a colaborar entre si.

E aí, pronto para aplicar essas dicas em sua estratégia de SEO? Viu como o Google AdWords pode servir como ferramenta para melhorar seus esforços de tráfego orgânico? Continue seu aprendizado com este artigo que detalha como reduzir os custos envolvidos no AdWords!

Guia do Google AdsPowered by Rock Convert
Conheça a janela de notícias do Facebook: uma nova tentativa de contrapor a onda de fake news

Conheça a janela de notícias do Facebook: uma tentativa de contrapor a onda de fake news

Facebook realiza uma nova ação para recuperar seu prestígio. A rede social lançou, no início do mês, uma nova ideia: agregar a plataforma uma janela de notícias de qualidade. Mas, como aconteceu ultimamente, a notícia dividiu opiniões.

A jornada do Facebook oscila entre uma inocente rede social e uma teoria da conspiração.

Cada movimento do Facebook afeta o mundo do marketing, já que a economia global por internet depende, em grande parte, de criar territórios neutros e inclusivos em que as pessoas possam interagir, apesar de suas diferenças.

Infelizmente, há mais de um ano que a neutralidade dessa rede é fortemente questionada.

Para tentar reduzir a repercussão negativa, o Facebook propôs uma nova iniciativa direcionada a qualidade da informação.

A seguir, contaremos tudo sobre a nova janela de notícias do Facebook. Acompanhe!

O problema da qualidade da informação

Se observamos o panorama político mundial, tudo parece um jogo de xadrez em que cada movimento tem uma intenção estratégica oculta.

E o ponto é: de qual lado joga o Facebook? Mark Zuckerberg é um humanista visionário que vê a conectividade como um direito humano ou um empresário à frente de um monopólio global que comercializa dados sigilosos para influenciar na política e na sociedade?

Frente a essa crise de credibilidade, o CEO do Facebook vem realizando diferentes ações para recuperar seu prestígio.

No entanto, ele parece ter entrado em um círculo vicioso em que, a cada iniciativa, surgem novos detratores.

A nova iniciativa do Facebook

A ideia é criar uma janela dentro da rede com notícias de “qualidade”. Dessa forma, o usuário terá a possibilidade de satisfazer sua demanda de informação sem ter que sair da plataforma. Mas, terá o Facebook a capacidade de entregar um serviço sério e qualificado?

Maior pluralidade de informações

O algoritmo sabe os gostos e tendências dos usuários. Dados precisos que nem eles mesmos lembram —em muitos momentos — e, contrariando os princípios jornalísticos, usam para agradar em vez de buscar informar a realidade objetivamente.

Seria confiável que no feed apareça algo que só agrada a uma pessoa? Como construir uma pluralidade de pensamentos se a rede nos isola dentro de nosso critério? Como funcionaria isso levando ao âmbito da distribuição de informação?

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Distribuição, não produção de notícias

Você ficaria surpreso de saber que, em vez de ser um serviço gratuito, somos nós que trabalhamos para o Facebook, pagando com nosso tempo de permanência e com os conteúdos que geramos.

É como o Uber: uma empresa de transporte de passageiros que não tem frota de carros própria.

O Facebook é uma empresa de compartilhamento de conteúdos que não gera nenhum conteúdo.

A plataforma usaria, então, a mesma lógica para alimentar a janela com notícias?

As respostas para esse questionamento ainda não estão claras — principalmente em relação a seleção dos sites e publicações que serão consideradas qualificadas e confiáveis.

As fake news

Infelizmente, as notícias falsas se tornaram comuns, com o objetivo de desinformar e criar o caos. Como isso será controlado no âmbito jornalístico se não conseguiram controlar no âmbito social?

Essa iniciativa criou uma onda de críticas e controvérsias que coloca uma grande dúvida sobre como continua essa história e sua influência no mercado.

Restará ao Facebook aprender com o Google, uma empresa de igual magnitude que sabe lidar melhor com a qualidade das informações que organiza?

E, se você quer se informar mais sobre o assunto, leia nosso artigo sobre a ferramenta do Google para jornalistas.

Saiba como se posicionar antes, durante e depois de uma crise de marca nas redes sociais

Saiba como se posicionar antes, durante e depois de uma crise de marca

Apesar de indesejada, uma crise de marca pode ser revertida se a empresa souber identificar sua ocorrência e implementar um bom gerenciamento de crise, adotando um plano de emergência com boas práticas.

Crise. Sempre que essa palavra aparece, causa arrepios e preocupações, não é verdade? Assim como acontece na economia de um país ou até mesmo em um relacionamento conjugal, uma crise de marca pode abalar as estruturas e vir acompanhada de muitas incertezas.

Diante desse momento de insegurança, muitas empresas ficam sem saber como proceder.

Afinal, será que é possível reduzir os comentários sobre o caso? Ou, pelo contrário, é melhor assumir os problemas publicamente? E qual é o papel das redes sociais nessa história toda?

Responder a essas questões é um desafio para todas as organizações que enfrentam turbulências. Então, se você está passando por um momento desses ou deseja se prevenir em relação a futuros problemas, chegou ao lugar certo.

Neste artigo, vamos explicar:

  • o que é uma crise de marca;
  • quais os impactos dessa situação sobre as empresas;
  • como identificar se sua marca está passando por uma crise;
  • o que é gerenciamento de crise;
  • quais são os principais momentos que compõem a crise;
  • como criar um plano de gerenciamento de crise;
  • quais ferramentas e metodologias que podem ser utilizadas;
  • quais são as boas práticas da gestão de crises;
  • exemplos reais de gerenciamentos de crises bem-sucedidos.

Com as informações que você verá aqui, ficará claro como sua marca deve se posicionar antes, durante e após uma crise de marca. Isso será fundamental para manter sua reputação e continuar fidelizando clientes.

Quer entender tudo sobre o tema? Acompanhe!

O que é uma crise de marca?

Uma crise de marca é qualquer acontecimento ou sequência de eventos com capacidade de abalar a imagem que uma empresa tem diante do mercado ou de seus consumidores, criando incertezas e ameaças aos objetivos da organização.

Para compreender o conceito de crise de marca mais profundamente, é válido olhar para a definição de branding.

Segundo o livro Administração de Marketing, dos renomados autores Philip Kotler e Kevin L. Keller, branding (ou gestão de marca) consiste em posicionar produtos e serviços no mercado, mostrando ao consumidor “quem” é o produto, para “que” ele serve e “por que” o potencial cliente deve se interessar por ele.

Em outras palavras, branding nada mais é do que a gestão de uma marca. Para isso, as empresas utilizam diversas estratégias e táticas de gerenciamento e monitoramento — tudo com o objetivo de transmitir uma determinada imagem ao público.

A partir do momento em que essa imagem fica ameaçada ou sofre prejuízos consideráveis, é possível afirmar que há uma crise de marca. A crise é, portanto, uma manifestação desalinhada com o projeto e os valores da marca.

Alguns exemplos de situações que desencadeiam crises de marcas são:

  • recalls de produtos;
  • falhas de mercadorias;
  • problemas de segurança;
  • vazamentos de informações de clientes;
  • desrespeito ou discriminação a consumidores;
  • descumprimento das leis fiscais ou ambientais;
  • declarações polêmicas de líderes.

Quais impactos essa situação pode causar para a empresa?

Uma crise de marca corrói a percepção de qualidade, gera associações negativas à marca e reduz a lealdade à empresa. Entre seus inúmeros impactos, estão os seguintes.

Redução do Brand Equity

Brand Equity é o patrimônio de uma marca, ou seja, quanto ela vale no mercado. Por se tratar de algo intangível, o valor da marca não está associado apenas à infraestrutura ou ao faturamento da empresa, mas também à sua imagem.

Com isso, qualquer evento que abale a percepção que as pessoas têm de uma marca acaba reduzindo o valor de mercado dela.

Prejuízos financeiros

Quando o Brand Equity de uma empresa cai, o valor de suas ações também diminui. Assim, a companhia sofre com prejuízos financeiros.

Basta lembrar da operação Carne Fraca no Brasil. Imediatamente, os valores das ações de empresas envolvidas nas investigações caíram. Foi o caso das marcas pertencentes à BRF.

Além disso, um efeito da crise de marca é a perda direta de vendas. Junto a isso, há a queda na demanda de outros produtos associados à mesma marca.

Quer um exemplo real? Um recall do suco de maçã da marca Ades fez com todos os outros sabores de sucos também registrassem quedas nas vendas.

Conflitos com stakeholders

Parceiros, acionistas, consumidores, colaboradores e fornecedores. Todos eles têm uma determinada imagem da sua empresa e, é claro, querem fazer negócios com quem eles confiam.

A partir do momento em que deixam de confiar na sua marca, é possível que queiram se retirar da organização ou romper a parceria.

Redução da fidelidade

Toda empresa sabe das dificuldades enfrentadas para captar e fidelizar consumidores. Marcas com boa reputação criam um senso de pertencimento, fazendo com que o público queira ser parte do grupo de pessoas que utilizam certos produtos ou serviços.

Esse é o caso da Apple. Afinal, quanta gente faz questão de dizer que prefere o Mac ao PC?

Por outro lado, ninguém quer se associar a uma marca com má reputação. Imagine que sua marca preferida de tênis é multada por incentivar o trabalho infantil. Certamente, você repensará se continuará usando seus produtos, não é?

Em muitos casos, o público chega a ficar com vergonha de ser visto utilizando a marca. Sendo assim, nem é preciso dizer que a fidelidade dos consumidores acaba sendo afetada.

Queda de eficiência da comunicação

Quando criança, você provavelmente ouviu a história do menino que mentia sobre a aproximação de um lobo, uma das fábulas de Esopo.

Por diversas vezes, um pastorzinho anunciou que um lobo perigoso se aproximava do vilarejo em que vivia. Ele gritava “Lobo! Lobo!”. No entanto, o aviso sempre se revelava uma mentira. Era uma brincadeira do menino, que se divertia ao assustar os vizinhos.

Isso até que, um certo dia, um lobo realmente apareceu e o pastorzinho gritou desesperadamente por ajuda. Só que, dessa vez, ninguém acreditou nele. Como os camponeses já haviam sido enganados algumas vezes, pensaram que era outra brincadeira e nada fizeram para ajudar. O resultado foi que o lobo comeu todo o rebanho.

A fábula acima ilustra o que acontece na comunicação durante uma crise de marca. Por mais que a empresa invista altos valores para reverter a situação, quem acreditará nas palavras de uma organização que descumpriu seus próprios valores, promessas ou posicionamento?

Diminuição da capacidade de atrair switchers

Switchers são aqueles consumidores que ficam entre duas marcas, ora comprando uma, ora adquirindo produtos da outra.

Diante de uma crise da marca “A”, digamos, esses usuários tendem a comprar somente a marca “B” — pelo menos, até que esqueçam do que aconteceu ou até que a imagem de marca seja restaurada.

Como identificar se a sua marca está passando por uma crise de imagem?

Da mesma maneira que uma doença traz sintomas que podem ser percebidos no corpo humano, uma crise de marca também vem acompanhada de certas pistas que permitem identificá-la.

Mas onde e como encontrar os indícios de uma crise de imagem? Para isso, o ideal é ficar atento às recomendações a seguir.

Monitore as redes sociais

Atualmente, quando alguém quer saber mais sobre sua empresa ou produto, a tendência é ir direto às redes sociais.

Por isso, é muito importante acompanhar uma variedade de canais de comunicação, tanto suas próprias mídias (páginas e perfis da marca) quanto de terceiros (comentários em outros sites ou notícias na imprensa, por exemplo).

Além disso, fique de olho em sites como Reclame Aqui. Sites de reclamações ou avaliações de serviços também funcionam como um ponto de coleta de informações sobre a sua empresa.

É claro que ter um ou outro cliente insatisfeito é normal. Contudo, se a marca não estiver tomando providências para atendê-los, essas queixas podem desencadear uma crise de marca nas redes sociais e outros canais.

Para acompanhar notícias e comentários sobre sua marca, você pode utilizar os Alertas do Google, conforme o exemplo abaixo. Para isso, basta acessar o site, digitar o termo ou expressão que deseja acompanhar e mexer nas opções, caso queira.

Se quiser aprender mais, confira nosso artigo completo sobre o Google Alerts.

Google Alerts

Analise suas métricas e indicadores

Analisar os indicadores de sucesso da empresa também é importante para entender a reação do público quando existe um novo produto, serviço ou campanha. Mais do que isso, as métricas podem mostrar insatisfações gerais.

Às vezes, um baixo engajamento pode indicar uma desaprovação ou boicote do público. Assim, dependendo da situação, a marca precisará adotar uma postura mais ativa o quanto antes.

Acompanhe os pontos de vulnerabilidade

Pontos de vulnerabilidade ou fraquezas são aquelas áreas ou assuntos críticos dentro da empresa que podem desencadear crises.

Pode ser um serviço que não está com a qualidade ideal, um setor que vem gerando reclamações ou até mesmo preços mais altos do que a concorrência.

Identificar esses aspectos — e a análise SWOT pode ajudar nisso — é importante para descobrir a existência de uma crise logo em seu início.

Ao acompanhar os pontos acima, você poderá perceber se a sua empresa está passando por uma crise de imagem ou se tudo está sob controle.

No entanto, nem todas as dificuldades são iguais em intensidade e, por isso, também é válido entender a gravidade da crise. Veja a seguir as características presentes em cada situação.

Crise de marca leve

É normalmente causada por fatos e informações sem provas, vindos de fontes pouco confiáveis, ou ainda afirmações que não passam de opiniões. Seus sintomas incluem confusão por parte do público.

Porém, nesse caso, parte dos consumidores ainda defende a empresa. Um exemplo é o caso em que um cliente relatou ter encontrado um rato dentro de uma embalagem de Coca-Cola, situação que jamais foi provada.

Crise de marca moderada

Aqui, já existem sintomas mais sérios, como queda nas vendas e pedidos de ressarcimento em massa por parte de clientes. É o caso de certas montadoras de automóveis que passaram por recalls.

Crise de marca grave

Ocorre quando um acontecimento afeta não apenas a confiança que o consumidor tem na marca, mas também coloca em risco sua saúde ou integridade.

Um exemplo no Brasil foi o caso do Hopi Hari, no qual a falha em um brinquedo do parque de diversões causou a morte de uma pessoa.

Até hoje, a empresa ainda sofre com a repercussão do caso. Há quem afirme que o equilíbrio financeiro da marca nunca mais foi restaurado.

O que é gerenciamento de crise?

Gerenciamento de crise é um processo que busca corrigir os impactos causados por uma adversidade, evitando ou minimizando os prejuízos para a organização, além de preservar sua reputação no mercado.

Em muitos casos, trata-se de um amplo processo administrativo que envolve diversas ou até mesmo todas as áreas da empresa, assim como seus respectivos gestores. Normalmente, é criado um comitê e indicado um líder que coordenará a equipe para superar os desafios trazidos pela emergência.

Juntos, os membros do comitê de gerenciamento de crise definem os próximos passos a serem tomados nas diversas áreas, como os setores jurídico, operações, produto, financeiro, recursos humanos, marketing etc.

Existem empresas que contam até mesmo com um manual de crise previamente elaborado, facilitando a recuperação.

Além disso, como já mencionamos, uma crise de marca sempre afeta a imagem da empresa junto aos seus stakeholders. Por isso, é fundamental contar com um plano de comunicação, que pode ser desenvolvido pela equipe interna e até mesmo por uma agência de relações públicas ou assessoria de imprensa.

Aliás, quando há um manual de crise, normalmente, ele é elaborado pelos profissionais de comunicação.

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Quais são os principais momentos que compõem a crise de marca e como determinar cada um deles?

Vamos continuar mergulhando no assunto “crise de marca”? Quanto mais familiaridade você tiver com suas características, mais fácil será identificar o momento pelo qual a empresa está passando.

Como consequência, as medidas necessárias serão tomadas na hora certa, evitando prejuízos ao caixa e à imagem da companhia. Então, veja agora quais são as fases de uma crise e os momentos que compõem cada uma delas.

Antes da crise de marca

As situações de anormalidade, muitas vezes, podem ser evitadas pelas próprias organizações, desde que essas mantenham análises e fiquem atentas a cenários de risco.

Inclusive, aqui está um ponto importantíssimo. O gerenciamento de crise, que citamos há pouco, não serve apenas para quando a crise já se instalou.

É altamente indicado que as empresas façam um gerenciamento de crise preventivo, mesmo quando não há nada grave ocorrendo. Afinal, ele servirá justamente para prever possíveis problemas e adversidades.

Quando a própria companhia analisa todas as potenciais crises que poderiam impactar sua marca, ela pode criar planos de contingência.

Por isso, quando se trata da fase pré-crise, é importante conhecer os sintomas que indicam a iminência de uma turbulência. São eles:

  • baixa fidelização de clientes;
  • falta de inovação nas diversas áreas da empresa;
  • ausência do uso tecnologias e baixa adesão à transformação digital;
  • problemas e dificuldades no atendimento ao cliente;
  • queixas recorrentes em redes sociais e portais de reclamação;
  • quedas nos indicadores-chave de performance;
  • alto turnover de funcionários;
  • esforços em comunicação pouco estruturados;
  • conflitos constantes entre a equipe;
  • insatisfação de acionistas, parceiros, clientes e colaboradores.

Não seria exagero afirmar que a fase que antecede o “estouro” é a mais importante. Não por acaso, assim como uma doença que é detectada em sua fase inicial, problemas empresariais identificados mais cedo podem ser contornados sem grandes dificuldades.

Durante a crise de marca

Quando uma crise de imagem já está instalada, o cenário é bem diferente. Aqui, você provavelmente saberá que está enfrentando problemas.

No entanto, há gestores que tardam a se convencer de que realmente precisam tomar medidas para remediar a situação. Então, quanto antes você se certificar de que está passando por uma crise de marca, melhor.

Para isso, veja a seguir os sintomas que aparecem durante essa fase:

  • alto índice de menções negativas sobre a marca nas redes sociais;
  • reportagens e notas na imprensa com críticas ou suspeitas;
  • investidores, parceiros e acionistas pedindo satisfações;
  • ataques à empresa por parte de clientes, ativistas, sites, jornais etc.;
  • queda nas vendas;
  • queda no valor das ações ou no valor estimado da marca;
  • perda de foco e produtividade na equipe devido à insegurança.

Depois da crise de marca

Como saber se o pior já passou? Depois de tomar as medidas necessárias e implementar um plano de gerenciamento, a fase pós-crise costuma ser caracterizada por:

  • queda nas menções à marca nas redes sociais e na imprensa;
  • retomada dos índices de vendas e do valor de marca;
  • recuperação da normalidade nas relações com os stakeholders;
  • aumento do número de currículos e candidaturas recebidos;
  • aumento da produtividade da equipe.

Após a crise de marca, o momento é de buscar aprendizados para evitar que os problemas voltem a acontecer.

Apesar dos indicadores de que o pior ficou para trás, a marca ainda poderá sentir os efeitos das adversidades por algum tempo. Então, vale ficar de olho nos indicadores e trabalhar forte a imagem da companhia.

Como criar um plano de gerenciamento de crise?

Considerando as diferentes fases mencionadas acima, é possível elaborar um plano de gerenciamento que sirva a diferentes propósitos: prevenção, combate à crise e melhorias após a superação dos imprevistos. Para facilitar a implementação, dividimos essas ações em etapas. Confira.

1. Avalie a situação

Antes de qualquer coisa, você precisa traçar um panorama da crise de marca. Quão ruim ela é? Converse com funcionários que possam esclarecer a situação, entenda o que realmente aconteceu e como a imprensa e o público em geral estão interpretando a situação.

Nesse momento, as ferramentas de monitoramento de mídia podem ajudar você a obter uma visão geral rápida de como os consumidores estão respondendo nas mídias sociais.

Uma delas é o BuzzSumo, uma plataforma de monitoramento de mídias sociais que permite verificar os assuntos mais falados do momento, bem como os influenciadores sociais.

Após acessar o site, utilize a guia “Trending Now” para ver o que o público está falando sobre sua marca.

BuzzSumo.com

Então, avalie: o sentimento em relação à empresa mudou drasticamente? Suas menções de marca dispararam? Essas duas métricas podem indicar o quão viral é a crise, assim como se as pessoas estão falando sobre isso de forma positiva ou negativa.

No entanto, antes de entrar no modo de crise, verifique se a cobertura negativa está vindo de uma única fonte ou de vários locais.

Em certos casos, pode ser melhor responder diretamente a quem está insatisfeito, em vez de emitir uma declaração pública.

2. Atribua deveres e comunique

Assim que souber exatamente o que aconteceu, você precisa informar os seus colaboradores. Conte sobre a situação sem esconder nenhum ponto e explique o que a empresa fará para lidar com a dificuldade.

Junto a isso, atribua deveres e deixe claro quem poderá se comunicar com a imprensa. Mostre como responder a quaisquer perguntas iniciais enquanto você elabora sua resposta oficial. É muito importante que os funcionários não fiquem discutindo a crise publicamente sem a sua opinião.

Decida também quem ficará responsável por encabeçar o gerenciamento de crise e lidar com as relações públicas. Mantenha a equipe executiva informada e atue como ponto de contato com os stakeholders (parceiros, clientes, funcionários etc.). Além disso, registre cada detalhe, ação tomada, resposta externa e resolução.

3. Entenda seus públicos

Antes de dar uma resposta oficial, pense em quem a crise vai impactar e com o que eles se preocuparão. Por exemplo, se você foi afetado por uma violação de dados, provavelmente, seus clientes ficarão mais preocupados se os detalhes do cartão de crédito e as senhas foram roubados, em vez da perda temporária de acesso ao serviço.

Em outras palavras, sua declaração não pode ser genérica. Ela deverá trazer soluções diretas para os problemas que ocorreram, caso contrário, o público se sentirá abandonado.

A boa notícia é que, mais uma vez, você pode rastrear as palavras-chave mais utilizadas sobre a sua empresa no momento. Esses termos possivelmente darão pistas sobre quais são as preocupações iniciais do público.

Além do já citado BuzzSumo, outras opções de ferramentas gratuitas de monitoramento de redes sociais são Social MentionHowSociable e Hootsuite.

Fonte da imagem: mentionlytics.com

Na imagem acima, você pode ver que a ferramenta Social Mention avalia pontos como o sentimento e a paixão do público em relação a uma marca. Esses são ótimos indicadores para avaliar a situação de uma crise.

4. Decida como responder

Depois de compreender em detalhes a situação, é hora de responder à crise. Com base em como ela pode afetar seus stakeholders, decida qual é o melhor canal de resposta. Algumas das principais opções são:

  • comunicar-se por meio das redes sociais (em texto ou vídeo);
  • emitir um comunicado de imprensa;
  • agendar uma entrevista coletiva;
  • fazer uma postagem no blog;
  • combinar as alternativas anteriores.

Se houver muita gente discutindo a crise nas redes sociais, é natural que a situação peça uma resposta pública. Ao elaborar sua declaração, certifique-se de que você está sendo transparente.

Além disso, se a empresa tiver errado em algum ponto, assuma a responsabilidade. Aborde o que realmente aconteceu (se fizer sentido) e mostre como a marca está corrigindo o problema.

Uma boa prática de gerenciamento de crise é jamais fingir que nada aconteceu. Negar os problemas só fará com que eles fiquem ainda maiores.

5. Faça sua mensagem ser ouvida

Mais do que dar uma boa declaração, é importante fazer com que ela seja ouvida. Entre em contato com jornalistas com os quais você se relaciona e responda àqueles que estiveram escrevendo sobre a crise. Se a crise foi detectada nas mídias sociais (algo bem provável nos dias atuais), publique uma resposta sobre isso também.

Apesar de não ser algo obrigatório, a criação de um vídeo respondendo à crise pode ser uma ótima estratégia. Isso não apenas ajuda a manter sua resposta humana, como também faz com que as pessoas confiem mais no que está sendo dito.

Além disso, também vale a pena responder a algumas das perguntas dos usuários de redes sociais. Se você estiver sobrecarregado com mensagens, priorize os defensores e influenciadores da marca, pois eles terão o maior impacto.

6. Meça o impacto de suas declarações e postagens

Depois de publicar as declarações necessárias, é hora de ver se elas surtiram efeito. Como suas palavras estão sendo recebidas? O monitoramento de redes sociais permitirá acompanhar de que maneira as pessoas estão respondendo. Verifique se o sentimento sobre a marca está mudando e, se necessário, tome novas medidas.

Se você tiver enviado um comunicado à imprensa por meio de uma ferramenta de distribuição de relações públicas, por exemplo, poderá acompanhar quantas pessoas abriram o conteúdo, bem como a quantidade de tempo que passaram lendo a declaração.

Então, você poderá acompanhar os jornalistas de acordo com essas respostas. É o caso das plataformas DinoDifundir e BrandPress, que permitem criar e enviar press releases.

7. Saiba quando parar

Independentemente do tamanho da crise, a tendência é que, mais cedo ou mais tarde, o burburinho acabe se estabilizando.

O tempo necessário para isso varia conforme o acontecimento. De todo modo, quando as menções negativas à sua marca começam a cair drasticamente, é hora de você parar de lembrar a todos o que aconteceu.

Nesse momento, tenha como foco começar a reconstruir o valor e a imagem da marca. Mais do que isso, lembre-se de que é impossível agradar a todos.

Então, depois de fazer tudo o que estava sob sua responsabilidade, pare de responder aos insatisfeitos — especialmente, se eles forem haters com pouca influência.

8. Aprenda com os erros e previna-se

É claro que, depois de uma crise, tudo o que você quer fazer é relaxar e respirar fundo. Ainda assim, vale a pena aproveitar o momento para aprender com os erros e criar um plano de prevenção. Assim, você poderá evitar que a mesma coisa aconteça novamente, causando novas crises.

Em geral, o público perdoa marcas que erram uma vez. O segundo erro costuma abalar a confiança que as pessoas têm na empresa.

Por mais que elas não vejam as situações como atos de má-fé, todo mundo prefere fazer negócios com marcas sólidas e bem posicionadas.

Algumas medidas que você adotar para evitar uma nova crise são:

  • configure alertas para picos de menções nas redes sociais. Com isso, você identificará quaisquer discussões negativas em andamento;
  • crie diretrizes de redes sociais para os colaboradores, evitando que eles coloquem a marca em uma situação complicada;
  • conte com senhas fortes, mantenha os computadores atualizados e proteja a organização contra vírus;
  • certifique-se de que todos os dados sejam armazenados em backup com segurança, evitando a perda deles;
  • teste todas as campanhas de marketing e relações públicas com grupos focais ou funcionários que não façam parte da equipe de comunicação. Isso ajudará a identificar qualquer expressão que possa ofender alguém ou ser mal interpretada;
  • desenvolva relacionamentos com os principais influenciadores de relações públicas e redes sociais, pois eles ajudarão a moldar a opinião pública se a crise voltar a bater.

Quer exemplos reais? Veja 3 casos de gerenciamento de crises bem-sucedidos

Toda marca está sujeita a passar por momentos de dificuldade. Então, que tal se inspirar em empresas que superaram as crises de imagem? Os casos abaixo são belos exemplos.

1. Spoleto

Em 2012, a rede de restaurantes Spoleto se deparou com um vídeo criticando o atendimento em seus restaurantes.

A sátira, criada pelo canal Porta dos Fundos, alcançou mais de 400 mil visualizações no YouTube e mexeu com a imagem da marca.

No entanto, em vez de se retratar ou tentar se defender, a empresa decidiu aproveitar a situação. A Spoleto procurou os criadores do vídeo inicial e encomendou uma continuação da piada, dessa vez, divulgando o seu próprio serviço de atendimento ao cliente.

A reação bem-humorada da marca fez com que a imprensa recebesse bem o caso, algo que não é comum. Genial, não é mesmo?

2. Ruffles (Elma Chips)

Outro case interessante é o da Ruffles. A marca vinha sendo questionada nas redes sociais por causa da quantidade de ar dentro das embalagens de batatas fritas. Vários consumidores se sentiam enganados porque, segundo eles, os pacotes tinham mais ar do que batatas.

Para rebater os julgamentos, a marca publicou um infográfico em sua página oficial do Facebook. A imagem dizia: “Saco de Ar? Isso é mito. Entenda o porquê no caminho da batata Ruffles até a sua boca”.

Utilizando um recurso educativo e visual, a empresa explicou de forma objetiva seu processo de empacotamento e por que o ar é necessário nas embalagens. Se você ficou curioso, a resposta é que ele evita que as batatas cheguem quebradas ao cliente.

Além disso, a marca mostrou que a proporção de batatas dentro de cada pacote é a mesma há anos. Com isso, a Ruffles conseguiu manter a credibilidade junto ao público.

3. Brastemp

Para a Brastemp, a crise iniciou quando um cliente da marca publicou um vídeo contando que, devido a problemas técnicos, ficou mais de 90 dias sem sua geladeira.

O título “Não é uma Brastemp” fazia uma crítica ao posicionamento da marca. O assunto chegou a alcançar os trending topics mundiais do Twitter.

Felizmente, a organização agiu rápido para contornar o problema. Começou admitindo o erro em seus canais oficiais e solucionando o problema do consumidor.

Depois, verificou a origem da falha no atendimento e repetiu o treinamento com os colaboradores do setor.

Com explicações transparentes sobre o que havia ocorrido, a marca conseguiu manter sua boa fama — e ainda ganhou credibilidade por tratar tudo de forma honesta.

Como vimos ao longo deste conteúdo, uma crise de marca pode acontecer com praticamente qualquer empresa. Em vez de ignorar o problema ou, simplesmente, torcer para que as pessoas esqueçam o ocorrido, você pode utilizar boas práticas para reverter a adversidade.

Assim, a imagem da sua organização pode até melhorar, já que, cada vez mais, o público valoriza a transparência e a disposição de resolver problemas.

Agora que você já sabe como gerenciar uma crise de marca, aproveite para ler nosso manual sobre atendimento ao cliente e aprender as melhores estratégias de contato!

Manual do Atendimento ao ClientePowered by Rock Convert
Realtime Content Insight

Google lança ferramenta baseada em dados para jornalistas

Buscando “construir um futuro mais forte para o jornalismo”, Google anuncia nova ferramenta, voltada para produtores de notícias.

O Google acaba de lançar uma nova ferramenta para as redações de jornais. A grande necessidade, no momento, é fortalecer os conteúdos e recuperar a dinâmica econômica dos meios de comunicação.

Um ano atrás, fomos testemunhas de uma nova forma de posicionamento das grandes empresas de dados. Surgiu, assim, um problema de credibilidade. O Google, lançou, prontamente, uma ferramenta com foco na produção dos meios de notícia.

Chamada de Google News Initiative, a ideia é “construir um futuro mais forte para o jornalismo”, ajudando a usar as métricas geradas pelas ferramentas de análise, para aumentar o número de renda por assinaturas.

Nessa semana, o site de busca lançou sua mais recente novidade: Realtime Content Insight.

Continue conosco para saber mais sobre o tema!

Google News Initiative

Google News Initiative surgiu como uma forma de fazer frente a crise de credibilidade e confiança que as empresas digitais sofreram nos últimos anos. Notícias falsas, escândalos eleitorais, manipulação de dados, informações equivocadas etc.

Dessa forma, o Google colocou a autoridade como centro ao associar o selo de qualidade do setor jornalístico. A empresa não só abre novas possibilidades de monetização para os meios de comunicação, como também promove a qualificação dos conteúdos gerados.

Ferramentas da iniciativa

Falemos agora das ferramentas que compõem esse projeto, começando pelas duas que já existiam.

NCI — News Consumer Insights

É uma forma de ajudar os editores a criar negócios viáveis, trabalhando com o Google Analytics focado em assinaturas. Com essa ferramenta é possível descobrir:

  • quais são os leitores mais valiosos para um site;
  • qual é a forma mais efetiva de chegar a eles;
  • como criar uma base de usuários fiéis;
  • como promover engajamento entre os leitores.
  • como converter usuários em assinantes que paguem por conteúdos qualificados e com informação valiosa.

Para isso, a ferramenta usa do conceito de funil, dividindo os usuários em quatro tipos:

  1. leitores ocasionais;
  2. leitores leais;
  3. amantes da marca e sua linha editorial
  4. assinantes.

Estudando os dados, e pontuando os leitores, são fornecidas informações para que eles avancem pelo funil.

DMB — Data Maturity Benchmark

É uma ferramenta de engajamento e monetização da audiência do site. Ela cria um diagnóstico para que se saiba em que lugar se encontra um canal de conteúdos, com relação a maturidade dos dados, e que gere informes para que os editores saibam quais passos devem realizar para avançar.

A ideia é aproveitar todas as oportunidades para gerar valor, promover o compromisso e aumentar a relações de pagamento direto.

RCI — Realtime Content Insights

E, para finalizar a grande novidade, o novo produto do Google proporciona informação em tempo real que ajuda os gestores dos jornais a saber quais artigos são os mais populares e quais são as tendências de tema no momento, entre sua audiência.

Para usar é muito simples: é necessário entrar pela conta do Google e autorizar a ferramenta para que se use os dados do Google Analytics.

A ideia é qualificar as decisões que são tomadas no que se refere a criação e distribuição de conteúdos, para atrair mais assinantes.

A partir disso, será possível monitorar o desempenho dos conteúdos em tempo real, além dos seguintes benefícios:

  • identificar quais artigos do site são tendência;
  • saber de onde vêm os visitantes;
  • definir territorialmente, por meio da geolocalização, as tendências;
  • visualizar e trabalhar os dados em um desktop prático e com um ótimo design.

Com essa nova ferramenta, o Google teve a capacidade de criar uma alternativa para a crise dos meios de comunicação ao mesmo tempo que fortalece e qualifica a economia dos conteúdos.

Se você quer conhecer todos os segredos do site de busca, leia também nosso artigo com 52 aplicativos do Google para os mais diferentes objetivos.

Google Ad Manager: como usar essa plataforma para gerenciar seus anúncios

Como simplificar o gerenciamento de seus anúncios com a plataforma Google Ad Manager

O Google Ad Manager promete simplificar a criação dos seus anúncios, oferecendo uma melhor experiência aos usuários, com alcance em diferentes plataformas e momentos. Se você deseja começar a monetizar as suas páginas, precisa conhecer essa novidade.

Investir em anúncios na internet é uma ação bastante conhecida e adotada por empresas de diferentes setores. O investimento é capaz de atrair novos clientes e aumentar as vendas, além de expandir rapidamente o conhecimento da marca.

Agora, estamos diante de uma novidade que promete simplificar a criação da publicidade e gerar mais resultados para as marcas: o Google Ad Manager.

Trata-se de uma plataforma capaz de vincular os anúncios em canais de comunicação onde as pessoas assistem, jogam ou interagem, com a promessa de uma melhor experiência aos usuários!

Para quem deseja monetizar suas páginas ou blog, os recursos dessa nova ferramenta prometem ajudar bastante e gerar uma melhor rentabilidade.

Quer saber como essa nova ferramenta funciona e todos os seus diferenciais? Então, confira este conteúdo e fique por dentro dessa novidade para alcançar todos os benefícios!

O que é o Google Ad Manager?

O Google Ad Manager é uma plataforma criada pelo Google para um melhor gerenciamento dos anúncios veiculados na internet. A promessa dessa novidade é oferecer melhores retornos para os anunciantes, junto de uma experiência agradável ao público.

Uma das reclamações dos profissionais de marketing é a complexidade de gerir todas as campanhas de anúncios e garantir bons resultados.

Mesmo as pessoas que detêm um conhecimento avançado sobre as ferramentas podem ter dificuldades com a gestão e identificação das melhores práticas — por exemplo, saber onde colocar os anúncios e os valores.

Além disso, estamos vivendo na era da experiência dos clientes. O público se tornou bastante exigente e não gosta de ser interrompido quando está em uma atividade, como navegar na internet. Por isso, os anúncios tradicionais entram em confronto com essa mudança.

Uma prova disso é o grande crescimento do Inbound Marketing, modelo que investe no compartilhamento de conhecimento e boa experiência ao público.

Então, uma das premissas do Google Ad Manager é justamente trabalhar junto com os usuários para oferecer uma experiência mais agradável, usando a rede de publicidade, mas mantendo o perfil nativo nos anúncios.

Como essa plataforma funciona?

A plataforma de gerenciamento de anúncios funciona como uma central que reúne os investimentos da empresa, os quais são mostrados de forma simplificada e de fácil utilização.

A ferramenta tem recursos para direcionar o tipo de anúncio mais apropriado para o usuário, aumentando a possibilidade de conversão e o retorno sobre o investimento.

O painel central apresenta os dados de tráfego do site, rede de anúncios, aplicativos, jogos e outras possibilidades da marca. É também mostrada uma previsão de quantas impressões podem ser geradas com as ações.

Além disso, com a plataforma é possível trabalhar a rede de Google AdSense e Google Ad Exchange para a otimização dos anúncios, gerando a maior receita possível para cada impressão de anúncio.

Quais são os recursos que ela apresenta?

Agora, vamos mostrar todos os recursos oferecidos dentro da plataforma do Google Ad Manager. Acompanhe!

Formatos

Com o aumento da variedade de dispositivos para acessar a internet, tornou-se fundamental que os anúncios sejam adaptáveis a qualquer dispositivo usado pelos usuários.

Um tipo de anúncio que não seja responsivo certamente não terá sucesso em um mundo em que o acesso pelos celulares e outros dispositivos móveis só tende a crescer.

Então, o Google Ad Manager permite que a publicidade seja veiculada em diferentes formatos de forma imersiva, seja em dispositivos móveis, seja em desktop.

Com mais formatos possíveis, os anúncios se tornam mais harmônicos com a atividade do público, sendo considerados como anúncios nativos. Eles apresentam uma performance muito melhor que a dos tradicionais, justamente por não terem a cara daqueles anúncios invasivos e interruptivos.

Vídeo

Os vídeos representam uma grande tendência no marketing digital. O número de empresas que estão investindo nesse tipo de mídia só aumenta.

Para se ter uma ideia, segundo pesquisas, até 2020 a expectativa é que o tráfego da internet por meio de vídeos represente cerca de 80%.

Pesquisas também mostram que 72% das empresas que adotaram o vídeo marketing como estratégia verificaram um aumento nos resultados. Ou seja, se você ainda não está criando vídeos, não pode perder mais tempo!

Nesse sentido, a plataforma do Google Ad Manager promete ajudá-lo. Com diferentes formatos possíveis para os vídeos, a plataforma direciona o conteúdo ideal para o usuário, levando em consideração o local em que ele está assistindo.

O recurso de vídeo ajuda a monetizar o conteúdo e gera uma receita bem atrativa!

Gerenciamento de rendimento

O gerenciamento de rendimento é um recurso para otimizar o seu investimento e agregar um maior retorno.

A ferramenta utiliza o conceito de machine learning para oferecer uma experiência mais agradável aos usuários e, ao mesmo tempo, direcionar melhor os seus investimentos.

Hoje, com os anúncios tradicionais, muitas vezes a receita é gerada em detrimento da experiência do usuário, mas isso não precisa acontecer! É possível alinhar uma boa utilização da página com a exposição dos anúncios, criando peças de alta performance.

Por isso, esse recurso é um dos mais interessantes e promete aumentar bastante o ROI de suas campanhas.

Dados e insights

Mais uma vez, o algoritmo do Google promete ajudar as empresas em busca de aumentar as vendas. O aprendizado de máquina consegue mostrar dados para basear as decisões e torná-las mais certeiras.

Todos os dados relativos ao seu negócio podem ser reunidos e gerar insights poderosos e altamente lucrativos!

Brand safety

Não podemos nos esquecer da proteção de dados. Com o Google Ad Manager, suas plataformas, seus sites e seus aplicativos estarão seguros.

O sistema é capaz de evitar fraudes, pirataria e malwares. Além disso, a plataforma exige do anunciante que sejam tomadas medidas de prevenção, como certificados de segurança, protocolo HTTPS e exibição de anúncios em SafeFrames.

Também é possível revisar todos os seus anúncios em uma só plataforma. Isso, com certeza, faz muita diferença e otimiza o trabalho dos profissionais de marketing.

CONTEÚDOS RECOMENDADOS

👉 Google AdWords: o que é, como funciona e como você pode utilizá-lo a seu favor

👉 Google Analytics: um guia para usar essa ferramenta

👉 Google Search Console: o guia definitivo

Quais são os principais termos e conceitos mostrados?

Para utilizar a ferramenta do Google Ad Manager, você precisa estar familiarizado com os principais termos e conceitos. Confira a lista a seguir.

Inventário

O inventário compreende todos os espaços possíveis para que você faça a vinculação dos anúncios. Dentro da plataforma, o inventário é composto por blocos de anúncios e estes podem ser agrupados por canais.

Tags do editor do Google

As tags do editor do Google são utilizadas para mapear as atividades dos usuários. São snippets de códigos que devem ser colocados nas páginas em que se deseja fazer o monitoramento.

Programação

O conceito de programação dentro da plataforma compreende o processo de configuração e gerenciamento das campanhas de anúncios.

Dentro do Ad Manager, o anunciante cria as peças publicitárias e toda a segmentação do público-alvo para direcionar melhor o seu investimento.

Previsão

A previsão mostra a quantidade de inventário que estará disponível no futuro. Essa previsão gera uma inteligência para antecipar as demandas e utilizar o investimento de forma mais inteligente.

Relatórios

Os relatórios são os painéis que você utilizará para acompanhar o desempenho das campanhas ativas ou concluídas.

Os relatórios dentro da plataforma são bem personalizáveis, de acordo com a necessidade do anunciante.

Administração de conta

A administração de conta, também chamada de admin, representa o conjunto de ferramentas e tarefas necessárias para administrar a rede. Essas atividades podem ser a inclusão de novos usuários ou até mesmo a ativação de recursos.

Como o Google Ad Manager mostra os anúncios?

Para entender como a ferramenta mostra os anúncios, precisamos analisar alguns conceitos adicionais.

Os blocos de anúncios são as partes dos inventários criados. Esses blocos são os espaços em que você deseja adicionar os anúncios dentro de suas páginas.

Para cada um dos blocos, você deverá adicionar as tags, tanto em páginas da web como em aplicativos para dispositivos móveis.

Quando o usuário visualiza o seu conteúdo, o Google faz a interpretação pela tag e direciona o anúncio do Ad Manager.

Para otimizar o seu investimento, a cada vez que um anúncio é solicitado ao Ad Manager, a ferramenta utiliza a inteligência de máquina para escolher o anúncio de maior chance de conversão. Isso aumenta a taxa de cliques e de conversão.

Quais são as diferenças para o Google AdSense?

As plataformas do Google Ad Manager e Google AdSense apresentam diferenças bem significativas.

Dentro do Ad Manager, é possível gerir todo o tráfego de diferentes redes de publicidade ou anúncios vendidos diretamente, enquanto isso não é possível no AdSense.

No Google AdSense, você só precisa inserir as tags dentro das páginas para ver os anúncios. No Ad Manager você também consegue isso, desde que permita que o AdSense faça a exibição por meio do Manager.

Outra diferença marcante entre as plataformas é a possibilidade de gerar a competição dos anúncios do AdSense com outras redes de anúncios para, assim, maximizar as conversões. Isso só é possível no Ad Manager.

Outro recurso exclusivo do Manager é a criação dos relatórios com todas as atividades de veiculação dos anúncios, juntamente do desempenho alcançado.

Por fim, a forma de monetização também é diferente. Enquanto no Google AdSense você é pago diretamente pelo Google, no Manager o pagamento é feito pelos anunciantes ou rede de anúncios.

Como montar uma peça pela plataforma?

O bloco de anúncio é a unidade básica do relatório no Google Ad Manager. Para criá-lo, basta seguir o passo a passo que destacamos:

  • faça login na sua conta do Google Ad Manager ou cadastre-se;
  • clique em “Inventário” e, então, em “Bloco de anúncios”;
  • é possível criar o inventário com até cinco níveis hierárquicos. Então, selecione o bloco para escolher a hierarquia;
  • clique em “Novo bloco de anúncios” para adicionar um bloco logo abaixo dos selecionados ou, então, clique em “Nível atual” para um bloco no mesmo nível do presente;
  • insira o código para identificar o bloco. Para isso, crie um código de fácil identificação, uma vez que esse termo não poderá ser alterado posteriormente. Você poderá reutilizar os códigos, desde que estejam em níveis de blocos de anúncios diferentes;
  • insira um nome e descrição para o bloco de anúncios;
  • determine o tamanho para o bloco de anúncio;
  • depois disso, clique em “Salvar”.

Ao seguir esse passo a passo, você criará o bloco de anúncio para seu site, blog ou app e começará a utilizar a ferramenta.

É muito importante contar com a ajuda de um desenvolvedor profissional ou de uma agência capacitada para trabalhar com essa ferramenta, uma vez que ainda se trata de uma novidade que o Google está oferecendo e, por isso, pode gerar algumas dúvidas.

Para quem é o Google Ad Manager?

Essa nova ferramenta não está disponível livremente. Existe um processo de convite e aprovação para os editores.

Devemos lembrar que o Google Ad Manager inclui o servidor de anúncios SSP do Google, que é o antigo DFP, além do AdX. Esses serviços normalmente são limitados, por isso o Ad Manager tem algumas restrições.

Para os editores que possuem o selo de Certified Publishing Partner, o serviço está disponível. Já empresas que desejam acessar os recursos dessa ferramenta e não contam com um desenvolvedor com esse certificado devem procurar uma agência com tal capacitação.

Neste guia completo, vimos muitas informações sobre a nova plataforma do Google Ad Manager. Essa solução do Google promete mais inteligência e eficiência para a gestão de anúncios, além de uma experiência mais agradável aos usuários.

Analise cada um dos recursos para entender como a sua empresa pode se beneficiar e como essa ferramenta pode ajudar.

Além disso, estude bem cada um dos principais termos que destacamos para se familiarizar com a ferramenta, que é de simples operação, mas que tem algumas restrições, como mostramos neste guia.

Agora que você já viu tudo sobre o Google Ad Manager, baixe o nosso e-book especial sobre como dominar o Google e descubra como o maior mecanismo de busca do mundo pode ajudar a sua estratégia de marketing!

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TD Web Conference: por que você precisa participar da maior conferência online de transformação digital do Brasil

TD Web Conference: por que você precisa participar da maior conferência online de transformação digital do Brasil

Você já ouviu falar na TD Web Conference? Trata-se da maior conferência online sobre transformação digital, que contará com 70 palestrantes especialistas em suas áreas. Neste texto, vamos apresentar as principais características do evento e explicar como você pode participar!

Você se lembra do mundo antes da internet? Parece que tudo mudou, não é verdade? O desenvolvimento digital que vem se desenrolando nas últimas décadas continua trazendo alterações em todas as esferas da sociedade. Para o mundo corporativo, em especial, acompanhar essa transição é fundamental.

Hoje, o uso estratégico de tecnologias é uma enorme vantagem competitiva para as empresas. Exatamente por isso, muitas companhias fazem planos para passar pelo processo de transformação digital, que é o tema principal da TD Web Conference.

Neste artigo, vamos passar as principais informações do evento, explicar as temáticas que serão abordadas e apresentar os motivos que tornam essa conferência tão importante para qualquer tipo de empreendedor. Acompanhe conosco!

O que é a TD Web Conference?

A TD Web Conference é, simplesmente, o maior evento online sobre transformação digital. Além de sua magnitude, a conferência também se destaca pela inovação: será realizada de forma completamente online, facilitando o acesso das pessoas e, consequentemente, potencializando o próprio alcance.

Em parceria com o Canaltech, o transformacaodigital.com é o responsável pela produção do evento, que tem como principal objetivo simplificar o processo de adoção de novas tecnologias em empresas.

Com mais de 70 palestrantes — tanto do Brasil, quanto do exterior —, a TD Web Conference estima um público de 50 mil pessoas e garante que dúvidas da audiência poderão ser tiradas em tempo real.

O evento acontece entre os dias 22 e 26 de abril, com palestras entre as 9 e 19 horas, e contará com 10 trilhas temáticas, entre as quais:

  • Marketing  — com palestrantes da Rock Content, Netflix, SemRush, Zoom etc.;
  • Tecnologias de transformação  —  com representantes do UOL, IBM, Siemens etc.;
  • Negócios e inovação  — com profissionais do Contabilizei, Amazon Web Services etc.;
  • Varejo  — com profissionais da Amazon, Netshoes, Visa etc.;
  • Vendas — com especialistas do LinkedIn, Plural, Salesforce etc.

Por que você precisa participar?

Independentemente do ramo em que você está inserido, a participação em um evento como esse é extremamente valiosa para qualquer profissional no mundo dos negócios. Afinal, existe forma melhor de ficar por dentro da transformação digital em empresas do que aprender com profissionais renomados?

Vale lembrar que o intuito da conferência é exatamente este: abrir caminho para que as empresas possam iniciar seu processo de transformação digital.

Com isso, ela busca atingir líderes, empreendedores e gestores de empresa que enxergam que, mais cedo ou mais tarde, esse caminho terá que ser percorrido.

Portanto, os participantes da conferência receberão insights valiosos para a aplicação na sua jornada de transformação. Vamos nos aprofundar um pouco sobre o que será tratado em cada temática.

Agências do futuro

Os palestrantes dessa trilha temática vão abordar as estratégias e modelos de negócios que podem ser adotados por uma agência.

O objetivo é indicar formas de prosperar em um mercado cuja comunicação se tornou quase autossuficiente graças à potencialização do acesso a plataformas digitais.

Indústria

Para falar de transformação digital nas indústrias, as conversas serão focadas na chamada quarta revolução industrial.

Insights sobre o futuro da indústria e dicas para acompanhar a velocidade das inovações serão temas recorrentes.

Marketing

marketing é considerado o centro de impacto das novas tecnologias. Afinal, ele é o responsável por introduzir tais novidades no dia a dia das empresas e nas estratégias que envolvem o consumidor.

Para falar sobre o assunto a TD Web Conference apresentará nomes de peso, como é o caso de Thiago Lopes, diretor de marketing da Netflix na América Latina.

Entre outros temas, as palestras abordarão as ferramentas e habilidades mais demandadas pelo atual mercado, destacando as que merecem maior investimento.

Negócios e Inovação

O constante surgimento de novos modelos de negócios é um desafio para as empresas maiores manterem a competitividade.

Na TD Web Conference, entenderemos como as organizações modernas conseguem acompanhar a demanda de inovação, além de aprender sobre a importância da tecnologia digital nesse processo.

Pessoas, Gestão e Cultura

Se a tecnologia é o fator que impulsiona a transformação digital, o material humano é o responsável por implementar suas mudanças nas organizações.

Nesta temática, os assuntos principais serão os tipos de pensamentos e atitudes mais importantes para prosperar na nova economia.

Smart Cities

Como superar as burocracias dos processos governamentais? Os palestrantes responsáveis por esse tema debaterão como a transformação digital pode otimizar os serviços públicos, tornando-os mais amigáveis a uma população cada vez mais digitalizada.

TD na prática

Além da inovação nos processos, a transformação digital demanda novos perfis de liderança. Gestores precisam agir e se portar como a imagem que esperam da empresa. Como isso pode ser feito?

Varejo

Como os varejistas podem usar a tecnologia para responder às crescentes expectativas do consumidor? O que fazer quando há uma notável demanda por personalização de conteúdo, mas cada vez menos usuários dispostos a compartilhar dados? Esses e outros assuntos farão parte das conversas sobre o setor varejista.

Vendas

Participantes de um dos setores mais sensíveis às mudanças do digital, os profissionais de vendas, que lidam diretamente com os consumidores, têm um grande desafio pela frente.

Nas palestras, será discutida a forma como a tecnologia pode ser usada como aliada por esses profissionais, sem causar nenhum tipo de atrito com os clientes.

Como você pode se inscrever?

Quer mais motivo para comparecer? Além de ser completamente online, o que faz com que possa ser atendido de qualquer lugar, a TD Web Conference não cobra nenhum tipo de taxa de inscrição.

Para se inscrever, basta acessar o site do evento até um dia antes da conferência, clicar em “inscreva-se” e preencher um pequeno formulário. Depois disso, é só esperar pelo email com a indicação dos próximos passos.

Participar da TD Web Conference é uma experiência e tanto para quem gosta de ficar por dentro das novidades e busca aumentar a eficiência do seu empreendimento.

A fim de servir como norte para a transformação digital em empresas, o evento vai reunir grandes nomes de diversas áreas do mundo dos negócios. Junto ao fato de ser totalmente gratuito e acessível, isso torna a TD Web Conference simplesmente imperdível.

E aí, já marcou em sua agenda os dias entre 22 e 26 de abril? Não fique de fora da maior conferência online sobre transformação digital! Inscreva-se agora mesmo!

TikTok: o que você precisa entender sobre a rede social do momento

Fenômeno TikTok: sua empresa deveria apostar nessa rede social?

O TikTok é uma rede social que vem batendo recordes de downloads em todo o mundo. O aplicativo já superou o Instagram nos Estados Unidos e vem chamando a atenção do público e também das empresas. Uma plataforma simples de mexer e que permite que os usuários criem vídeos bem divertidos e de forma viral!

Imagine um aplicativo com números de download maiores do que o Instagram e próximos do Facebook.

Esse aplicativo existe e se chama TikTok, um fenômeno que vem conquistando um grande número de usuários em todo o mundo.

O TikTok é considerado como uma rede social e aposta no humor para ganhar público. Diferentes empresas já enxergaram um grande potencial em utilizar essa ferramenta para conquistar o público e gerar uma maior aproximação.

No entanto, será que essa rede é ideal para sua empresa?

Vamos mostrar quais são as características dessa rede social neste conteúdo e ainda se ela pode ser usada pelo seu negócio. Acompanhe!

Plataforma de vídeos

O TikTok é uma plataforma focada na produção de pequenos vídeos, de até 15 segundos.

O usuário pode gravar o vídeo e editá-lo, inserindo efeitos diversos e ainda acrescentando uma trilha sonora.

A rede foi criada na China pela empresa ByteDance, em um acordo de união com o antigo Music.Iy. O valor desse acordo girou em torno de R$ 3,8 bilhões, em agosto de 2018.

Essa união proporcionou uma boa experiência com vídeos e áudio, ao mesmo tempo, em uma mesma plataforma com extrema facilidade de uso.

O aplicativo foi apresentado ao mundo com bastante sucesso nos Estados Unidos e Austrália, mas seu público maior está na China e Índia.

A forma de monetização do aplicativo será por meio de anúncios. O objetivo dos criadores é alcançar a meta de 500 milhões de usuários ativos por mês.

O TikTok é considerado como uma rede social porque os usuários podem postar os vídeos, editá-los, adicionar trilhas sonoras e publicá-los na rede para seus seguidores.

As empresas, claro, já ficaram de olho nesse app e o vêem como uma oportunidade para gerar uma aproximação com o público, utilizando os recursos disponíveis, principalmente na edição dos vídeos e efeitos visuais.

Números impressionantes

Quando falamos que o TikTok é um fenômeno, acredite, pois realmente é!

Em todo o mundo, o número de downloads já ultrapassou a marca de 1 bilhão. Em dezembro de 2018, o app bateu recorde de instalação mensal, com a marca de 75 milhões.

Todos esses dados foram levantados considerando as instalações por meio das plataformas do Google Play, do Android, e App Store, do iPhone, além de estimativas de downloads na China.

Para efeito de comparação, no ano de 2018 em todo o mundo o número de downloads do Facebook foi de 711 milhões e o Instagram ficou com 444 milhões. O TikTok, no mesmo período, conseguiu 663 milhões de downloads.

Os concorrentes desse aplicativo são aqueles que trabalham com vídeos, como o Instagram Stories e o Snapchat.

Público bem segmentado

Diante de números tão expressivos, você deve estar pensando em cadastrar a sua empresa na plataforma, certo? Bom, tenha calma, pois existem pontos a serem considerados.

Segundo estatísticas, os usuários do TikTok tem características bem específicas. Como a maioria dos vídeos tem o tom de humor, o público é bastante jovem, ou melhor, adolescente.

É claro que isso não impede você de usar a ferramenta se o seu público é mais velho, até porque, com o sucesso que o app vem fazendo, daqui a pouco mais gerações podem começar a utilizá-lo.

Porém, se você quer começar a usar agora, seria mais interessante focar no público com idade entre 16 e 24 anos, já que 41% dos usuários da rede social estão dentro dessa faixa.

TikTok e as estratégias de marketing

Qualquer rede de comunicação que apresente os números de cadastros similares aos do TikTok deve receber a atenção das empresas.

Esse fenômeno vem atraindo muitos jovens, com uma plataforma simples, divertida e interativa.

Para as empresas acrescentarem essa rede social como um dos canais de aquisição é preciso ter alguns cuidados.

O primeiro, como falamos, é a análise de compatibilidade entre a faixa etária do público-alvo da marca com o público da rede.

Se a sua empresa tem clientes dentro da faixa de 16 a 24 anos, os resultados podem ser ótimos.

Você pode criar vídeos divertidos, seja para mostrar o dia a dia da empresa, seja para as atividades que são feitas por trás daquilo que os clientes têm contato.

No entanto, se a sua empresa tem um perfil mais formal, com um público-alvo mais velho e com características mais sérias, investir nessa plataforma pode não trazer os resultados esperados.

Se sua empresa tem públicos bem diferenciados, com consumidores mais jovens e outros grupos mais velhos, é possível criar as estratégias e direcionar para o público mais adequado.

Tenha sempre em mente que a idade não é um limitador. Você pode criar uma peça extrovertida e conquistar consumidores mais experientes.

Da mesma forma, um jovem pode desejar conteúdos mais sérios e educativos. Pense nas diferenças.

Vídeos virais e influenciadores

Vamos ver, a seguir, alguns dos principais motivos de investir agora mesmo no TikTok.

É um fenômeno

Os números dizem tudo: o mundo está conhecendo o TikTok.

Apesar de ainda não ser tão conhecido no Brasil, essa rede social já conquistou mercados imponentes, como o chinês, indiano e o americano. Então, pode ser uma questão de tempo para conquistar fãs por aqui.

Pensando nisso, se a sua empresa investe na plataforma e ela se torna um sucesso aqui, você pode sair na frente da concorrência e criar um perfil de referência.

A plataforma já foi amplamente testada

Um grande diferencial do TikTok é que a rede social foi amplamente testada no mercado chinês antes de explodir para outros continentes. Isso fez com que erros cruciais fossem conhecidos e tratados com inteligência.

Um dos pontos que receberam investimento foi na segurança e proteção dos usuários contra assédio e uso indevido. Há diferentes filtros que podem ser usados para garantir a privacidade das postagens e dados do perfil.

Não que outras plataformas ignoram essa preocupação com segurança e tipo de utilização, mas essas outras redes tomaram medidas de proteção quando muitos usuários já tinham o app instalado.

Ou seja, o TikTok usou um mercado para montar a sua estrutura, testar suas funcionalidades e recursos, alinhar diferentes pontos e agora está pronto para conquistar públicos cada vez maiores.

Vídeo viral é com o TikTok

Qualquer marca deseja criar uma peça de marketing viral, que se espalha e atinge um grande número de pessoas.

Criar esse material viral é bem difícil e na maioria das vezes apresenta um alto custo. Isso não é uma verdade quando se trata do TikTok.

O engajamento nessa rede social tem índices mais altos do que em outras redes, uma vez que o usuário não consegue simplesmente rolar o feed. Ele vai passando pelos vídeos e interagindo.

Nos Estados Unidos a média de tempo que os usuários gastam navegando na plataforma é de 46 minutos por dia. O número de usuários ativos por mês no país é de 26 milhões.

Então, seus vídeos no TikTok podem alcançar um grande número de pessoas e com um custo extremamente baixo, para não dizer nulo.

O público é bem segmentado

Facebook, Instagram e outras redes sociais têm um público abrangente: Jovens, adultos e idosos.

Isso traz algumas vantagens, como a amplitude para as postagens, mas também há o lado negativo.

O TikTok concentra suas postagens no público entre 16 e 24 anos. No entanto, outro grupo representativo é o de 24 a 30 anos. Essa alta concentração mostra um potencial para as marcas que têm o foco nessas faixas etárias.

Ter uma plataforma que concentra exatamente a faixa etária do seu público pode representar uma taxa de atração e conversão bastante altas, mais do que em outras redes.

Um bom lugar para explorar o marketing de influenciadores

O TikTok tem um potencial gigantesco de ser um canal usado pelos influenciadores digitais.

Infográfico sobre Influenciadores DigitaisPowered by Rock Convert

Como a utilização da plataforma é extremamente simples e com efeitos bem interessantes, esses influenciadores podem usar a rede com maior frequência e interações.

O YouTube hoje é o canal mais querido entre os influenciadores. Porém, há uma concorrência grande para conquistar a atenção do público.

Para as empresas, trabalhar com um grande influenciador digital no YouTube pode ter um custo bem representativo!

Como o TikTok ainda pode ser considerada como uma novidade aqui no Brasil, tentar usar o poder dos influenciadores nessa rede é uma ideia a se levar para frente!

Sobre os anúncios, bem comuns em outras plataformas sociais, como o Facebook Ads ou Instagram Ads, o TikTok ainda faz testes para encontrar as melhores práticas.

Há uma preocupação em não tornar o espaço um concentrado de anúncios e, assim, espantar o público. Essa preocupação faz muito sentido, até pelo público que concentra.

No entanto, devemos ficar de olho nessa novidade para não perder as oportunidades que ela apresenta!

Lições do TikTok

O TikTok é um app viral, que conquistou números expressivos com rapidez. Seu público é bem característico e muitas empresas acabam não conseguindo explorar essa ferramenta pela incompatibilidade do público.

Porém, essa rede social pode gerar uma análise bem interessante. Sabemos que as redes servem como um canal de entretenimento por meio de conteúdo.

Postagens interessantes, com materiais que, de certa forma, chamam a atenção dos usuários e entregam valor conseguem alto engajamento, enquanto peças puramente publicitárias podem não ter o mesmo efeito.

A proposta do TikTok é justamente dar o poder aos usuários de criar conteúdos criativos por meio de uma plataforma que facilita a manipulação de vídeo e áudio ao mesmo tempo, com diferentes efeitos e filtros.

Não é preciso ser um expert em manipulação de vídeos, conhecer a fundo os efeitos, saber trabalhar com áudio, nada disso! A plataforma é simples e interativa. Qualquer pessoa pode criar os conteúdos, editá-los, torná-los únicos e publicar isso para sua rede de seguidores.

Ou seja, a lição que fica é que não podemos nos esquecer de que as redes sociais também são plataformas de entretenimento e não um canal publicitário puramente. Devemos transmitir o poder de criação ao público e deixar que a criatividade se aflore.

O engajamento dos usuários pode ser muito alto e isso representa ótimas oportunidades para as empresas. Porém, quem deseja investir nessa rede social deve ficar atento com as características do público-alvo.

Avalie todos os pontos e veja como essa rede pode beneficiar a sua empresa e trazer melhores resultados. O segredo de tudo é montar uma boa estratégia de marketing!

Já que falamos em estratégia,não deixe de ler nosso conteúdo sobre os 10 elementos para ter sucesso nas redes sociais. Confira agora e melhore os seus resultados!

Kit Marketing nas Redes SociaisPowered by Rock Convert
Dia do consumidor: o que o comércio pode esperar dessa data

Dia do consumidor: o que o comércio pode esperar dessa data

Você já preparou seu comércio para o dia do consumidor? Essa data, comemorada no dia 15 de março deste ano, está em constante expansão e é cada vez mais aguardada pelos consumidores. Neste texto, você vai entender a importância e crescimento da data, além de suas tendências.

Você já ouviu falar no dia do consumidor? A data, criada em 2014, representa uma ótima oportunidade de alavancar as vendas do seu comércio.

Considerada a época mais importante para o varejo no primeiro trimestre, a expectativa é que os consumidores se engajem cada vez mais nas atividades deste dia.

O crescimento da data é comparado com a difusão da Black Friday no Brasil, evento que praticamente dobrou entre 2014 e 2015, no que diz respeito ao conhecimento do público geral.

Com a antecipação para o dia, que ocorre em 15 de março, cabe ao comerciante se preparar para explorar a oportunidade.

Neste artigo, vamos abordar a relação do público com a data, falar sobre suas expectativas em participar e os tipos de produtos que tendem a vender mais. Além disso, vamos nos debruçar sobre as tendências para o consumo neste ano que podem influenciar o dia do consumidor.

O que o público sabe sobre o dia do consumidor?

Você tem dúvidas de que o dia do consumidor apresenta um imenso potencial para o aumento de suas vendas? Pois saiba que essa incerteza não é compartilhada pelos compradores.

De acordo com pesquisa realizada pelo Google, 81% dos entrevistados apresentavam a pretensão de realizar alguma compra na data em 2018.

Isso representa um crescimento de 51% em relação à mesma pergunta feita em 2017. Dado o aumento da disposição em efetuar compras, fica fácil observar que o conhecimento sobre a data está se expandindo entre os consumidores.

A tendência é que esse crescimento acelerado siga ocorrendo em 2019.

E, já que estamos falando de tendência, vamos analisar um dos maiores indicadores de mudança de comportamento na internet: as buscas realizadas pelo usuário.

O mesmo estudo do Google, já citado neste texto, se debruçou sobre as buscas feitas na internet nas semanas que antecederam o dia do consumidor nos últimos anos. O resultado é esclarecedor.

Entre 2016 e 2017, ocorreu um aumento de 32% nas buscas. Acha impressionante? Você ainda não viu nada!

Para o ano de 2018, o aumento com relação ao ano anterior foi de simplesmente 91%. Ou seja, o volume de buscas sobre a data comemorativa praticamente dobrou em apenas um ano.

Quais foram as principais buscas realizadas?

Quando uma pessoa quer encontra alguma coisa na internet, utiliza palavras-chave para que o buscador encontre os resultados mais pertinentes.

Analisando os termos utilizados nas buscas, é possível receber insights sobre suas intenções em participar do dia.

Busca de palavras-chave para o dia do consumidor

Em 2017, 30 milhões de buscas por produtos foram realizadas na data comemorativa, representando um aumento de 23% em relação ao ano anterior. A pesquisa específica por varejistas subiu 15%, chegando á casa dos 4 milhões.

Já a busca pela palavra-chave “dia do consumidor”, o mais específico que alguém pode chegar ao procurar pelo evento, teve um crescimento de 9% em 2017, alcançando a marca de 100 mil pesquisas realizadas.

Quer saber outra curiosidade que possibilita uma percepção valiosa? 73% das pessoas que realizaram compras no dia do consumidor de 2018 começaram a fazer suas buscas pelo menos uma semana antes da chegada do dia.

Isso reforça uma ideia que já vinha sendo especulada: o período de aumento das compras vai além de apenas um dia.

O que é a semana do consumidor?

A aproximação de qualquer data comemorativa gera uma curiosidade geral nas semanas que a antecedem.

Portanto, é de se esperar que as pessoas comecem a demonstrar interesse antes mesmo da data marcada, como vimos no último parágrafo. Assim, podemos considerar esse período como a semana do consumidor.

Para corroborar essa ideia, observamos que as principais lojas virtuais do Brasil apresentam um crescimento de visitas representativos na semana antes do dia do consumidor: são 13 milhões de acessos a mais que o normal.

Além disso, o índice de download de apps dessas lojas crescem 26% ao longo da semana, 3% a mais do que na data marcada.

O que esperar das compras realizadas nessa data?

Já é evidente que o público geral apresenta, mais do que nunca, conhecimento e interesse sobre o dia do consumidor.

Mas quais são suas preferências na hora da compra? Que tipo de produto os interessa mais? Saber informações como essas é crucial para compreender o comportamento dos clientes que pretendem participar da celebração.

Para começar, a principal influência indicada pelos consumidores na hora de realizar compras em sua data é o preço.

Esse e foi o motivo apontado por 46% dos entrevistados pelo Google para justificar suas decisões. Em segundo lugar vem a confiança que a pessoa tem na loja, citada por 42% dos respondentes.

O frete, que já é naturalmente um fator relevante nas compras por e-commerce, reforça sua importância no dia e semana do consumidor: 29% afirmam que decidem em que loja comprar com base no valor cobrado pelo frete e no tempo estimado de entrega.

Portanto, facilitar o envio das mercadorias é uma excelente vantagem competitiva.

Quanto os consumidores estão dispostos a gastar?

Ora, se o fator que mais influencia na decisão de compra é o preço, precisamos compreender qual valor os consumidores estão dispostos a investir no dia do consumidor, concorda? Para entender isso, vamos dar uma olhada nas tendências de gasto em compras para este semestre:

  • 17% pretendem gastar mais de R$ 2000;
  • 19% projetam gastos entre R$ 1001 e R$ 2000;
  • 16% querem gastar entre R$ 501 e R$1000;
  • 10% estimam seus gastos entre R$ 301 e R$500;
  • 7% vão gastar entre R$201 e R$ 300;
  • 10% planejam gastos entre R$ 101 e R$200;
  • 22% impõem um limite de R$100 reais em seus gastos com compras.
Expectativa de gastos no dia do Consumidor

Os dados referem a um Google Survey realizado entre os dias 11 e 13 de janeiro de 2019, e contam com as respostas de 1000 participantes. O ticket médio da expectativa de compras neste semestre é, portanto, 921 reais.

Mas qual a expectativa de gasto para o dia do consumidor, especificamente? Em 2017, foi realizado um estudo nesse sentido.

Na ocasião, 58% dos entrevistados declararam a pretensão de limitar seus gastos em, no máximo, R$ 500. Enquanto isso, 15% indicaram a inclinação em investir mais de R$2.000 na data.

Qual tipo de produto é mais atraente nessa data?

Olhar para os produtos adquiridos pelo público no ano passado é uma excelente forma de receber insights sobre as preferências do ano atual.

Em 2018, no dia do consumidor, a categoria de alimentos e bebidas foi campeã disparadas de vendas, equivalendo a 35.4% do total.

Em segundo lugar, com 27.7%, vêm artigos de moda e beleza, seguidos de perto pelos eletrônicos, com 17.1% das compras. As categorias seguintes foram:

  • smartphones — 14%;
  • eletrodomésticos e eletroportáteis — 13.7%;
  • móveis e decoração — 10.8%

Em 2019, a tendência é que alimentos e bebidas sejam novamente os campeões de vendas.

Pelo menos é a tendência se depender dos 50% de entrevistados pelo Google que declararam que esperam descontos nesse segmento no dia do consumidor.

Aliás, sabia que muitas pessoas estão aguardando por esse dia para realizar suas compras?

A mesma pesquisa que utilizamos para apresentar as últimas informações indicam que, dentre as pessoas que deseja comprar um smartphone, 61% está aguardando as ofertas do dia dedicado ao consumidor.

Expectativa de compras para o dia do consumidor

Efeito parecido aparece quando falamos de computadores (62%), móveis (53%) e televisões (59%). No geral, 58% dos consumidores esperam pela data para comprar os itens desejados.

Onde as compras serão realizadas?

O dia do consumidor tem forte apelo para lojas físicas; 39% dos interessados pretendem adquirir seus produtos por meio de métodos completamente offline.

O número impressiona, principalmente se comparado aos da Black Friday. Na ocasião, que é considerada uma das datas mais importantes do comércio mundial, apenas 19% dos compradores ignoram os métodos online.

Mesmo com a preferência por lojas físicas, a internet não deixa de representar um papel importante no processo de compra.

Em 2018, 75% das pessoas que realizaram compras consideraram a internet um fator crucial para que decidissem visitar a loja. Ainda no assunto, 50% admitiram realizar buscas no Google antes de finalizar a compra.

E para 2019, qual é a intenção dos compradores? Existe um aumento nos interessados em realizar transações online, mas a força dos métodos convencionais segue presente. Confira:

Canais para compras no dia do consumidor
  • 39% pretendem comprar em lojas físicas;
  • 29% querem apostar nas ofertas online;
  • 32% declaram que vão utilizar ambos os métodos.

Repare que os números são bastante parecidos. Isso indica que uma abordagem eficiente pode ser integrar sua loja física com a online, utilizando técnicas de marketing digital para atingir a totalidade dos interessados.

Quais as tendências gerais para consumo em 2019?

Para finalizar, vamos dar uma olhada em algumas das tendências macro de consumo para 2019. Embora não sejam especificamente voltadas para o dia do consumidor, é seguro dizer que elas têm o potencial de afetar o comportamento de compra na data.

Um mundo sem plástico

Em julho de 2018, o Rio de Janeiro se tornou a primeira capital brasileira a abolir o uso de canudos plásticos.

A proibição é uma resposta a uma pressão popular que vem em constante crescimento nas últimas décadas: preservar o ecossistema do planeta. No momento, o plástico é o grande vilão.

Se você assiste noticiários que tratam de questões ambientais, provavelmente já viu imagens de ilhas de plástico boiando no oceano ou animais tendo sua vida prejudicada por ingerir o material.

A grande visibilidade alcançada pelo assunto fez com que os consumidores começassem a se posicionar contra marcas que não utilizam práticas ecologicamente corretas.

Portanto, produtos ou embalagens contendo plástico ou materiais biodegradantes, são cada vez mais preteridos pelos consumidores.

Isso tem ligação direta com o conceito de consumidor 4.0, que além de produtos e experiências de qualidade, exige que as empresas assumam suas responsabilidades como parte da sociedade.

Em pesquisa realizada pela Euromonitor International, em 2017, mais de 18% dos entrevistados se mostraram dispostos a pagar mais por produtos com embalagens recicláveis.

Assim, a implementação do chamado marketing verde pode se tornar um diferencial para um empreendimento.

Experiências autênticas e diferenciadas

Em resposta a produção em massa de artigos complexos e semelhantes, os consumidores tendem a, em 2019, dar preferência aos produtos mais básicos, que proporcionam uma volta ao simples com maior qualidade.

Não é por acaso que houve um aumento significativo entre aqueles que buscam produtores locais de comida, cervejas artesanais etc.

Essa “volta ao básico”, porém, não é tão simples quanto parece. Ao mesmo tempo em que querem uma experiência mais autêntica, as pessoas seguem buscando algo para afirmar seu status.

Isso explica o surgimento de clubes e campings de luxo, receitas produzidas em casa e até itens de beleza artesanal. O que buscam, no fim das contas, são produtos que os permitam expressar suas individualidades.

Em resposta à pesquisa “Beauty Survey da Euromonitor International“, 41% dos consumidores globais admitem utilizar produtos feitos em casa ao menos uma vez por semana.

Portanto, o desafio das marcas daqui para a frente é oferecer produtos que possam passar esse senso de status e individualidade.

O dia do consumidor é uma data que está em constante crescimento no Brasil, e já começa a ser comparada até com a Black Friday. Dia após dia, o público geral se torna mais consciente da existência do evento e cria expectativas para receber ofertas de diversos segmentos do mercado.

Isso é demonstrado pelo aumento das buscas relacionadas ao dia e o crescimento das intenções de compras, se comparadas com anos anteriores.

Para pessoas que trabalham no setor de vendas ou marketing, entender a relação das tendências dos consumidores com seu comportamento no dia que é dedicado a eles é fundamental.

E aí, deu para entender o que é o dia do consumidor e como ele está em crescimento exponencial no Brasil? Pretende fazer algum tipo de ação no seu negócio para a data? Dê uma olhada nesse artigo ensinando como realizar promoções no e-commerce que sejam boas para você e para sua clientela.

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Principais tendências em redes sociais para ficar de olho em 2019

Principais tendências em redes sociais para ficar de olho em 2019

Quando se trata do digital, tudo muda muito rapidamente, e isso tem impacto direto nas redes sociais. Novas tendências ditam o ritmo de trabalho e de posicionamento das marcas nessas plataformas, sempre buscando atingir melhor o público. Para 2019, alguns destaques já merecem atenção.

Ano após ano, as tendências em redes sociais trazem novas formas de se comunicar com seu público e obter melhores resultados.

Em 2019, isso não será diferente. Muitas dessas novas práticas já são executadas nas estratégias. Para isso, é sempre importante aproveitar as mudanças da era digital e considerar os hábitos de navegação e interação por parte dos usuários.

Para conseguir engajar e posicionar sua marca da forma certa, as redes sociais são hoje uma das mais importantes ferramentas de comunicação.

Se a sua empresa sabe como utilizá-la e entende como explorar esse recurso, crescem as chances de conseguir conversões e maior engajamento. Confira a seguir quais são as tendências em redes sociais para ficar de olho em 2019!

Storytelling

Para muitos usuários, as redes sociais são uma ótima oportunidade de mostrar um pouco mais de seu cotidiano.

É claro que quase ninguém expõe os momentos mais difíceis, mas essa possibilidade de contar histórias da rotina atrai muita gente, tanto quem gera esse conteúdo quanto quem consome. Quando o mesmo é feito por marcas, o interesse é igualmente grande, e isso gera maior proximidade.

storytelling tem cada vez mais espaço nas campanhas das empresas, especialmente posicionadas em redes sociais. 

É o caso de vídeos que, literalmente, trazem pequenas histórias que geram valor à marca e ao produto ou serviço que ela vende.

Para isso, esses vídeos trazem uma trajetória, desde a exposição da dor do consumidor até a chegada da solução, que vem por meio do que a marca vende.

Um exemplo muito interessante de storytelling bem trabalhado são as campanhas realizadas pela Nike no Instagram.

Se você analisar os posts na rede social, não verá fotos óbvias de sapatos e outros itens esportivos. A empresa encontrou uma maneira autêntica de se comunicar a partir de um conceito.

A marca trabalha com imagens fortes e reais de atletas das mais diversas modalidades, sempre carregando uma mensagem inspiradora em tom de superação e quebra de barreiras, tudo a ver com o slogan da marca, que é “Just Do It” — algo como “apenas faça”, no português”.

Dessa forma, o discurso da marca reforça todos os seus pilares e premissas, mas não precisa ser óbvio e anunciar modelos de tênis.

Ao conquistar o leitor com sua história e torná-lo interessado em ouvir o que a Nike tem a dizer, o ato de comprar o produto será uma espécie de consequência positiva.

O processo funciona mais ou menos dessa forma: eu me envolvi no discurso, me identifiquei, acredito no que a marca prega e, por isso, me sinto confortável — em alguns casos, até mesmo tenho orgulho em comprar algo da marca.

Mais do que simplesmente mostrar a eficiência do produto, o storytelling tem grande capacidade de envolver.

Ele é pensado e produzido para gerar um apelo emocional maior, capaz de sensibilizar o consumidor por meio da alegria, da empatia e muitos outros sentimentos.

Despertar isso é uma das chaves para obter o engajamento, trazendo essa proposta em um conteúdo muito bem produzido.

Influenciadores e microinfluenciadores

As redes sociais, em especial, o Instagram e YouTube, serviram para dar muito espaço aos influenciadores digitais, e isso tudo aconteceu de forma natural.

Pessoas que sabem como se posicionar têm carisma, abordam assuntos específicos e conseguem ter autoridade sobre esse tema. Essas são algumas características de quem, de fato, é capaz de conectar marcas e público por meio da sua capacidade de influenciar.

Com isso, o marketing de influência teve exponencial crescimento nos últimos anos, sendo também uma das principais tendências em redes sociais para 2019.

Ainda assim, dentro desse nicho, há dois “agentes” importantes para executar essa estratégia: os influenciadores e os microinfluenciadores. Vamos conhecê-los?

Influenciadores

Essas são pessoas que têm um grande alcance e facilidade de ganhar seguidores no Instagram e redes sociais em geral, sendo capazes de falar com públicos maiores, ainda que gerem conteúdo de um nicho específico.

Eles são os que trazem mais resultados. Embora nem sempre sejam supercelebridades amplamente conhecidas, seu poder de influência é muito grande na Web. Alguns exemplos brasileiros são:

  • Anitta;
  • Neymar;
  • Whindersson Nunes.

Microinfluenciadores

Eles têm chamado a atenção, justamente, pela sua capacidade de engajar. Apesar de terem menos seguidores e não serem realmente famosas junto ao público geral, essas pessoas tem um grande alcance dentro de um nicho reduzido e, principalmente, exercem uma influência muito eficaz.

Os retornos de apostar nessas pessoas podem ser muito vantajosos, especialmente, para empresas que têm no seu público uma segmentação mais exclusiva.

Vídeos

No Brasil, o consumo de vídeos cresceu 135% ao longo dos últimos 4 anos, colocando esse formato de mídia como o favorito para 71% dos usuários da Web no país.

Os números ajudam a entender como essa tendência em rede social já está mais do que estabilizada, sendo uma realidade para 2019. Essa aceitação tem acontecido graças às facilidades e à objetividade no momento de se comunicar.

Naturalmente, o conteúdo em vídeo tem maior capacidade de chamar a atenção do usuário. O apelo visual sempre será maior e, com produções cada vez mais cuidadosas, esse formato de mídia se torna ainda mais interessante.

As marcas estão investindo em grandes campanhas para a divulgação de seus produtos e também para estabilizarem constantemente seus nomes no mercado e serem referências em seus segmentos.

O mais interessante é que os vídeos podem ser usados em diferentes plataformas, o que reforça ainda mais o status de uma das principais tendências em redes sociais para 2019.

Gerenciar um canal do YouTube já possibilita integrar vídeos com o Facebook, por exemplo. Além disso, há o Instagram, com dois ótimos formatos e com grande engajamento: o Stories e o IGTV.

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Busca pela confiança dos usuários

Ao mesmo tempo em que as redes sociais aproximam marcas e usuários, há também uma incessante busca para manter um nível de confiança aceitável.

Nos últimos anos, a internet tem sido usada de forma inadequada em alguns momentos, principalmente, por conta das fake news.

A propagação desse tipo de notícia — como esta campanha falsa da Adidas — e dos boatos serviu para ligar o sinal de alerta das empresas que estão online.

Nesse contexto, as marcas têm uma responsabilidade ainda maior na comunicação com os seus seguidores. Além de trabalhar com honestidade e transparência, é necessário reforçar a relação de confiança que uma empresa e seu público-alvo devem ter.

Esse é mais um trabalho em que as campanhas direcionadas para o engajamento devem ser reforçadas e trabalhadas.

Nesse caminho, há algumas boas direções a serem seguidas. A primeira delas é gerar conteúdo interessante e que seja realmente útil à sua persona.

Tire um pouco o foco da chamada para seguir e direcione os esforços para tornar sua marca ainda mais atraente. Não se esqueça também de que é necessário interagir e dar voz ao público, já que isso gera confiança e engajamento.

Novas redes sociais

As tendências em redes sociais também apontam as novas plataformas que prometem fazer barulho no mercado. Na era da transformação digital, a todo momento, surgem novos canais de comunicação, e toda empresa que se preze precisa estar de olho.

Para 2019, já é possível observar algumas novas redes sociais que têm grande perspectiva de fazerem sucesso, atraindo mais usuários e, consequentemente, marcas.

TikTok

Muito específico e segmentado, o TikTok tem crescido bastante e feito um grande sucesso entre os jovens. A rede social permite criar conteúdos criativos, sempre em vídeo.

Alguns usam para cantar e dublar, outros para pequenas esquetes de humor e demais direcionamentos, mas sempre com esse tom leve.

Empresas que se comunicam com jovens podem conseguir bons resultados, especialmente, por meio do marketing de influência.

MeWe

A MeWe é bem recente e sua proposta é muito similar à do Facebook, com as postagens, interações e tudo mais que a já conhecida plataforma traz. No entanto, seu destaque principal é a segurança.

A rede social promete trazer total sigilo e proteção dos dados dos usuários, algo que tem sido um grande problema e que marcou 2018, inclusive, com a criação da LGPD por aqui.

Para quem se incomodou com os escândalos de vazamento de informações e pretende migrar, o MeWe pode ser interessante. Por isso, as empresas devem ficar de olho!

Reddit

O Reddit não é uma rede social nova, apesar de estar nesta lista. No entanto, seu grande potencial faz com que ela esteja sempre na mira quando o assunto são tendências.

Seu formato permite se associar a fóruns de temas de interesse, personalizar conteúdos e interagir sempre sobre os assuntos favoritos. A segmentação é realmente o forte do Reddit.

Personal branding de marcas

É um caminho cada vez mais natural e uma forte tendência em redes sociais: humanizar as marcas! Tendo isso em vista, é preciso ir além, fazendo realmente o personal branding.

Para tanto, é necessário dar uma face humana à empresa, ou seja, alguém que a representará e se posicionará como um interlocutor. Isso tem sido feito crescentemente e há bastante tempo, com ótimos resultados.

Os grandes CEOs têm muito mais espaço na Web. Para ter essa percepção, basta voltar alguns anos atrás: quantos presidentes e donos das suas marcas favoritas você conhecia?

Essas pessoas devem ser a cara da marca, levando não só a experiência da sua influência por trás de tudo que ela faz, mas exercendo também os valores dessa empresa. Isso ajuda na identificação do público com a marca.

É bem comum ver essas pessoas se posicionando, sobretudo, em suas contas nas redes sociais. Essa humanização tem um grande impacto positivo na maneira como o público enxerga a marca.

Em outros casos, a marca opta por criar um rosto que responda pelo nome da empresa.

Este é o caso da Magazine Luiza, que criou a Lu, uma personagem desenvolvida graficamente com o papel de ser a porta-voz da empresa.

É a Lu que cria todo o conteúdo do site, responde os leitores e, mais recentemente, começou a interagir com pessoas de verdade: a moda de figuras virtuais (uma espécie de novo tipo de influenciador digital) também está virando tendência por aí.

As pessoas percebem essa exposição e esse branding pessoal como uma forma de aproximação, tirando as empresas de um status de intocáveis e de altamente complexas.

Ascensão do LinkedIn

É totalmente possível afirmar: o LinkedIn é uma das principais tendências em redes sociais para 2019.

Antes visto apenas como uma plataforma de posicionamento profissional e busca de oportunidades, hoje, ele dá cada dia mais espaço para conteúdos de muito valor, entre blog posts e vídeos, como ocorre com o LinkedIn Live. Afinal, quem não está sempre em busca de mais conhecimento e insights sobre sua carreira?

O ponto é que, finalmente, os profissionais de marketing digital conseguiram perceber todo o potencial que o LinkedIn tem e, por isso, têm explorado crescentemente as possibilidades dessa rede social.

Uma das questões que ajudam a entender esse crescimento é a segmentação da plataforma. Diversos setores profissionais são abordados, o que capta uma audiência que é a mais variada possível.

O LinkedIn já conta até mesmo com seus influenciadores. Em geral, são pessoas que obtiveram sucesso no mercado de trabalho e, agora, compartilham sua experiência e conhecimento com outros profissionais.

A própria rede social trabalhou para que seu algoritmo ajudasse a impulsionar as publicações, o que tornou o ambiente mais amigável para qualquer empresa.

Quantidade vs. Qualidade

Por muito tempo era preciso investir em uma frequência muito bem estabelecida nas redes sociais. Afinal, os posts eram entregues de forma orgânica, ou seja, a hora que um conteúdo era publicado interferia diretamente no seu alcance.

Depois de redes sociais como o Facebook e Instagram modificarem todo o mecanismo de entrega dos conteúdos, não faz mais tanto sentido priorizar a frequência de postagem.

Vale muito mais a pena criar um conteúdo que capriche no storytelling, chame atenção e seja visualmente atrativo, por exemplo, do que quatro postagens medianas.

Além disso, atrair uma audiência qualificada é muito melhor do que atingir grandes multidões, porém que não se impactem diretamente pelo conteúdo.

Existe um outro ponto de atenção: o comportamento de menor tolerância em relação à anúncios, que só cresce, pode fazer com que o usuário se canse da marca ao ver uma série de postagens em sua timeline.

Se você investe em conteúdo pago e quer aumentar a vida útil do post com o objetivo apresentá-lo a um número maior de pessoas, existe o recurso de patrociná-los por um período maior de tela do que o de postagens orgânicas.

Para marcas que querem destaque, observar as tendências em redes sociais é fazer o dever de casa! Só assim, é possível captar as melhores oportunidades e manter a sua empresa sempre relevante e bem posicionada diante do público.

Gostou deste post? Aproveite para saber mais sobre os microinfluenciadores e como utilizá-los em sua estratégia de marketing!

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