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Hashtags mais usadas

Descubra quais são as 100 hashtags mais usadas no Instagram

Hashtags são ferramentas muito utilizadas no Instagram, no entanto, você sabe qual é a utilidade delas? Algumas são muito populares, sendo utilizadas até mesmo bilhões de vezes. Veja um ranking com as 100 primeiras para entender melhor esse mecanismo.

As hashtags já fazem parte do cotidiano de muitos usuários das redes sociais. Elas têm sempre temas relacionados às fotos, servindo como uma ferramenta de segmentação. Diante de uma imensidão de diferentes termos, você já se perguntou quais são as hashtags mais usadas no Instagram?

O aplicativo aceita a entrada desses termos, reunindo todas as ocorrências e organizando-as por ordem de relevância ou cronológica. Assim, os usuários podem acessar milhões de fotos marcadas com essas tags. Que tal entender mais sobre as hashtags?

Neste post, você vai conhecer melhor sua função, como elas são usadas e ainda quais são as 100 mais populares do Instagram. Confira!

O que são as hashtags?

Como o próprio nome diz, são tags de marcação que os usuários do Instagram podem colocar em seus posts. Elas funcionam como etiquetas que classificam a categoria dessas fotos.

Naturalmente, nem todo mundo usa assim. No entanto, é sempre importante pensar na segmentação da foto, para então utilizar a hashtag mais adequada na sua descrição.

Na prática, a hashtag é feita sempre que o “#” é seguido de qualquer palavra. Dessa forma, é possível simplesmente usar o termo que você quiser e então dar início a uma nova “etiqueta” para que mais fotos sejam marcadas com aquela palavra.

Assim, toda nova ocorrência daquela hashtag será registrada junto com as outras, compilando cada foto com essa marcação dentro de uma listagem.

Qual é a proposta da hashtag?

Geralmente, quem posta uma foto no Instagram espera que ela seja vista. Independentemente do número de visualizações, também é importante que as pessoas certas cheguem até essa publicação.

Se você se interessa por moda e faz publicações desse tipo, você pode utilizar #fashion. Assim, essa hashtag se transforma em um link que, quando acessado, levará o usuário para todas as outras postagens marcadas com #fashion.

A segmentação é a proposta principal do uso dessa ferramenta. Dessa forma, a postagem vai atrair pessoas que têm interesse naquela hashtag. Do mesmo modo, essa foto estará posicionada em uma categoria específica, relacionada ao termo utilizado.

Certamente, quem procura por esse termo tem interesses em comum. Diante disso, cada vez mais a hashtag se tornou algo estratégico.

No entanto, nem sempre há um conhecimento amplo sobre esse mecanismo, o que faz com que muitas das hashtags mais usadas sejam inseridas sem esse viés estratégico. Isso acontece porque nem todo mundo quer atrair seguidores ou dar visibilidade às suas postagens.

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Como usar as hashtags como um recurso de marketing?

Já há algum tempo as empresas têm estabilizado sua presença online, principalmente nas redes sociais. O Instagram é uma plataforma rica em possibilidades de marketing e exposição de marca, e as hashtags são um recurso importante de segmentação. Elas ajudam a dar a devida visibilidade às postagens, possibilitando encontrar o público certo da marca.

As hashtags mais usadas pelos usuários até podem ser aplicadas nessas publicações, no entanto, são amplas demais e atraem um público não tão segmentado assim, de acordo com a marca. O ideal é realizar uma pesquisa para entender quais termos atrairão mais visibilidade.

Outra forma de utilizar as hashtags é no desenvolvimento de planos de marketing digital. Um exemplo são os lançamentos de produtos. As marcas podem divulgar toda a campanha utilizando uma hashtag, para assim ter essa “etiqueta” específica que vai ajudar na localização de seus posts.

Campanhas de engajamento

As campanhas de engajamento visam trazer o usuário para mais perto da marca, dando a ele a oportunidade de participar de algo. Nesse caso, as hashtags são criadas por marcas para que o seu público as replique, gerando conteúdos que tenham esses termos. Geralmente, sorteios e outras campanhas dessa linha são as que mais conseguem engajar seguidores para que eles usem as hashtags.

Quais são as hashtags mais usadas no Instagram?

Há uma infinidade de termos utilizados para taguear fotos, em temas infinitos e da maneira como o usuário quiser, já que não há restrições. Alguns são muito populares, especialmente os mais generalistas, sem tanta segmentação definida.

A seguir, confira uma lista com as 100 hashtags mais usadas no Instagram e veja o número de ocorrências registradas em cada uma delas!

  1. #love: 1,221B
  2. #instagood: 704M
  3. #photooftheday: 478,6M
  4. #fashion: 456,5M
  5. #beautiful: 445,0M
  6. #happy: 413,8M
  7. #cute: 404,3M
  8. #tbt: 401,4M
  9. #like4like: 393,9M
  10. #followme: 374,3M
  11. #picoftheday: 363,1M
  12. #follow: 357,3M
  13. #me: 341,6M
  14. #selfie: 329,4M
  15. #summer: 320,6M
  16. #art: 319,4M
  17. #instadaily: 311,6M
  18. #friends: 299,3M
  19. #repost: 295,8M
  20. #nature: 286,4M
  21. #girl: 282,4M
  22. #fun: 277,6M
  23. #style: 268,7M
  24. #smile: 258,7M
  25. #food: 252,4M
  26. #instalike: 252,3M
  27. #family: 246,9M
  28. #travel: 245,3M
  29. #likeforlike: 244,3M
  30. #fitness: 238M
  31. #follow4follow: 220,3M
  32. #igers: 220,2M
  33. #tags4likes: 216,6M
  34. #nofilter: 213,6M
  35. #life: 211,7M
  36. #beauty: 211,2M
  37. #amazing: 204,8M
  38. #instagram: 197,2M
  39. #photography: 191,8M
  40. #photo: 179M
  41. #vscocam: 179M
  42. #sun: 176,1M
  43. #music: 174,6M
  44. #followforfollow: 169,7M
  45. #beach: 169,7M
  46. #ootd: 162,3M
  47. #bestoftheday: 159,6M
  48. #sunset: 159,5M
  49. #dog: 159,0M
  50. #sky: 158,9M
  51. #vsco: 156,2M
  52. #l4l: 153,4M
  53. #makeup: 152,9M
  54. #foodporn: 145,7M
  55. #f4f: 144,2M
  56. #hair: 139,9M
  57. #pretty: 137,9M
  58. #cat: 132,8M
  59. #model: 131,9M
  60. #swag: 130,8M
  61. #motivation: 126,6M
  62. #girls: 124,3M
  63. #party: 122,8M
  64. #baby: 122,5M
  65. #cool: 122,1M
  66. #gym: 118,1M
  67. #lol: 116,9M
  68. #design: 114,8M
  69. #instapic: 113,2M
  70. #funny: 112,8M
  71. #healthy: 111,7M
  72. #christmas: 108,9M
  73. #night: 108,3M
  74. #lifestyle: 108,2M
  75. #yummy: 107,1M
  76. #flowers: 106,8M
  77. #tflers: 105,6M
  78. #hot: 105M
  79. #handmade: 103,1M
  80. #instafood: 103,1M
  81. #wedding: 102,5M
  82. #fit: 101,9M
  83. #black: 100,8M
  84. #일상: 100.7M
  85. #pink: 99,98M
  86. #blue: 99,24M
  87. #workout: 98,62M
  88. #work: 98,40M
  89. #blackandwhite: 96,60M
  90. #drawing: 95,95M
  91. #inspiration: 93,11M
  92. #holiday: 92,02M
  93. #home: 91,72M
  94. #london: 90,10M
  95. #nyc: 89,65M
  96. #sea: 88,27M
  97. #instacool: 87,31M
  98. #winter: 86,86M
  99. #goodmorning: 86.71M
  100. #blessed: 85,46M
Ferramenta Instagram AnalyticsPowered by Rock Convert

Quais são as principais hashtags e como elas têm avançado na lista?

Todas essas 100 hashtags mais usadas têm um propósito e um comportamento na forma como os usuários do Instagram as utilizam. Ao longo dos anos, algumas avançam nessa lista, enquanto outras são superadas.

Tão importante quanto listá-las é conhecer um pouco mais das principais. A seguir, entenda melhor o uso de alguns desses termos e como eles têm se comportado.

#love

Absolutamente a hashtag mais utilizada no Instagram — e esse posto é ocupado há bastante tempo —, #love é um termo amplo e bem generalista. Afinal, qualquer foto em que há demonstração de amor ou algo que o usuário ame é passível do uso dessa hashtag.

#instagood

A vice-líder da lista é um tanto quanto inusitada, mas só para quem não está habituado ao Instagram. A #instagood é utilizada como uma forma de orgulho por um clique bem executado — ou pelo menos essa era a proposta quando o termo surgiu, já há algum tempo.

#tbt

A oitava colocada na lista é uma das hashtags mais usadas e que geram mais engajamento no Instagram. Ela funciona quase como uma campanha, em que #tbt é uma sigla para “Throwback Thursday”, que significa algo como “lembranças de quinta-feira”.

O uso é simples: às quintas, os usuários usam #tbt em fotos antigas, como uma forma de relembrar momentos especiais. Apesar de ser popular, #tbt caiu duas posições no ranking nos últimos meses.

#fashion

Uma das mais importantes, ela avançou e ocupou o quarto lugar das mais usadas em 2018. Sua aplicação fica por conta das fotos de visuais, de roupas e de tudo que for relacionado à moda. Essa é uma das hashtags mais usadas por influenciadores digitais.

#art

Conceito amplo e um tanto quanto subjetivo, a arte tem seu lugar também como uma das hashtags mais populares do Instagram.

Para quem gosta de usá-la e para quem é amante da arte, uma boa notícia: ela avançou 7 posições nos últimos meses, chegando ao 16º lugar entre as 100 mais usadas. Exposições, quadros, esculturas, pinturas e muito mais elementos se relacionam bem com essa hashtag.

#nature

Entre as maravilhas da natureza está a possibilidade de vivenciar lugares incríveis e que podem render registros inesquecíveis.

Naturalmente, quem consegue essas boas fotos não hesita em postá-las no Instagram. Por conta disso, #nature subiu 9 posições na lista das 100 mais usadas, chegando ao 20º lugar em 2018.

#beautiful

Quem não se interessa por algo bonito? Pessoas, paisagens, objetos e o que mais puder carregar esse adjetivo será devidamente posicionado na hashtag #beautiful.

Ela ocupa o 5º lugar entre as 100 principais, mostrando que a amplitude da recorrência desse termo ajuda na popularização. Nos últimos tempos, no entanto, ela perdeu o 4º lugar, ocupado por #fashion.

As hashtags mais usadas no Instagram mostram como há diversidade e imensas possibilidades entre as postagens dos usuários. Seja no uso pessoal, seja no marketing, usar o termo correto é fundamental para posicionar adequadamente uma postagem!

E já que o assunto é Instagram, saiba como ganhar mais seguidores por meio de 27 dicas infalíveis!

25 TEDs para profissionais de Marketing

Conheça os 25 melhores TED Talks para profissionais de Marketing Digital

Aprender coisas novas pode ser muito divertido. E, claro, extremamente importante para nosso desenvolvimento pessoal e profissional.

Uma das maneiras de aprender coisas novas é fazer testes e analisar os resultados. Outra, muito mais rápida, é prestar atenção em quem já é especialista em algo. Como assistir palestras, por exemplo.

Por isso, fizemos uma curadoria de 25 das melhores palestras e TED Talks disponíveis na Internet para quem trabalha com Marketing Digital ou quer aprimorar seus conhecimentos na área.

Antes de pular para o conteúdo e ver todas as palestras, os vídeos estão divididos em 3 categorias:

  • vídeos curtos (até 10 minutos);
  • vídeos médios (de 10 a 18 minutos);
  • vídeos longos (maiores de 18 minutos).

Outro aviso importante: a maioria dessas palestras têm legendas em português, mas algumas delas só em inglês, geradas automaticamente pelo YouTube.

Agora que você já sabe disso, é hora de começar a aprender!

Vídeos curtos (até 10 minutos)

1. Shimpei Takahashi: Jogue este jogo para ter ideias originais

Shimpei Takahashi cresceu sonhando com a chance de trabalhar projetando brinquedos. Mas quando iniciou sua carreira, enfrentou a dificuldade que tantos criativos já enfrentaram: o bloqueio para criar algo novo e que seja um sucesso.

Sua solução para esse problema foi Shiritori, um jogo muito criativo capaz de desbloquear sua mente e deixar o fluxo da criatividade aparecer.

2. Dan Cobley – O que a Física me ensinou sobre Marketing

Dan Cobley sempre adorou Física e estudou muito o assunto na sua juventude. Porém, os caminhos da vida o levaram até a Google, onde ele trabalhou como Diretor de Marketing.

Nessa palestra, ele compartilha com as pessoas como a 1ª Lei de Newton pode ajudar a pensar em branding, como o Princípio da Incerteza de Heisenberg auxilia na compreensão dos consumidores e muito mais.

3. Kevin Allocca – Por que vídeos se tornam virais

Kevin Allocca tem o que é o emprego dos sonhos para muitos: ele vê vídeos no YouTube 8 horas por dia. Nessa palestra, ele compartilha os 4 principais padrões que ele percebeu em todos os vídeos virais dos últimos anos.

Para quem quer trabalhar com marketing de conteúdo para vídeos, os ensinamentos de Allocca são essenciais.

Manual do uso de Vídeos no MKT Conteúdo

4. Reny Gleeson – 404: A história da página não encontrada

O erro 404 dos sites (aquele que aparece quando tentamos acessar um endereço que não existe na página) é, na verdade, uma excelente ferramenta para lidar com o seu visitante.

Normalmente, esse tipo de situação é a porta de saída do seu site. Mas não precisa ser.

Nessa palestra bem-humorada, Reny Gleeson ajuda a explicar como uma página de erro 404 personalizada pode ser uma ferramenta poderosa para a sua estratégia digital.

5. Derek Sivers – Como começar um movimento

Nesse vídeo, Derek Siver não precisa de muito tempo para mostrar como você necessita de apenas 2 pessoas para começar um movimento. É, sem dúvidas, um dos conteúdos mais impactantes para quem trabalha com branding.

Vídeos médios (de 10 a 18 minutos)

6. Margaret Heffernan: Porque está na hora de parar de cantar de galo no trabalho

Qual o segredo para a produtividade coletiva? Essa é a pergunta que a líder empresarial Margaret Heffernan busca responder nessa palestra. E spoilers: envolve a participação de supergalinhas.

Usando experimentos científicos e exemplos de times que alcançaram a solução para alguns problemas dificílimos, Heffernan propõe um novo método de organização corporativa para alcançar o melhor de todos os colaboradores do seu time.

7. Seth Godin – Como as ideias se espalham

Em 2003 (portanto há mais de uma década), Seth Godin foi certeiro na sua interpretação sobre como a Internet mudou a maneira de trabalhar com Marketing.

Tantos anos depois, nós ainda temos muito a aprender com a sua apresentação sobre como as ideias se espalham e o que é necessário fazer para o seu produto (qualquer que seja) ser comentado pelo público.

8. Simon Sinek – Como grandes líderes inspiram ações

Segundo Simon Sinek, a maior parte das empresas comete um grande erro de comunicação: falam apenas o que fazem e como fazem, se esquecendo do principal: porque fazem o que fazem.

De acordo com ele, empresas que conseguem comunicar os seus “porquês” alcançam maior sucesso em suas ações de Marketing.

Nessa palestra, ele apresenta seu modelo do Círculo Dourado e como utilizá-lo na prática.

9. Seth Godin – As tribos que lideramos

Existem muitas razões para conhecer Seth Godin. E aqui ele mostra mais uma delas.

Para quem trabalha com Marketing Digital, as visões de Seth sobre o assunto são preciosíssimas e ajudam a compreender a melhor maneira de nos comunicarmos com as diferentes tribos online.

10. Tim Urban – Dentro da mente de um procrastinador mestre

Tim Urban é um blogueiro e escritor. Como muitos dos profissionais criativos de Marketing, ele sofre com os prazos para cumprir suas tarefas.

Nessa palestra, ele usa de muito bom humor (e excelentes recursos gráficos) para explicar como funciona a mente de um procrastinador e como tentar mudar esse sistema para ser mais produtivo em todas as áreas da sua vida.

11. Rory Sutherland – Lições de vida de um publicitário

O Marketing Digital é novo, recente. Quem trabalha na área hoje está explorando uma região ainda não mapeada.

Mas isso não significa que não existam lições a se aprender com o Marketing Tradicional, como essa palestra de Rory Sutherland deixa claro.

O publicitário, com anos de experiência nas costas, fala muito sobre o poder da percepção das pessoas e o valor intangível dos produtos que comercializamos.

12. Amanda Palmer – A arte de pedir

O Marketing de Conteúdo é sobre atrair e não interromper o consumidor. Mas, eventualmente, precisamos interagir diretamente com o público e pedir que ele faça alguma coisa.

É nessa hora que muitos profissionais travam, sem conseguir elaborar bons CTAs que encaminhem o público pelo funil de vendas das suas estratégias.

Amanda Palmer é uma especialista nisso. Com sua formação em artes e experiência como estátua-viva nas ruas, ela se aperfeiçoou na arte de pedir e criou uma carreira disso. Nessa palestra, ela divide um pouco desse conhecimento com o público.

marketing de conteudo primeiros passos

13. Kevin Slavin – Como os algoritmos moldam nosso mundo

A vida de um profissional de Marketing Digital gira ao redor dos algoritmos. Precisamos entendê-los se quisermos ter bons desempenhos em redes sociais como o Facebook e Instagram ou no Google.

Aliás, um campo inteiro de conhecimento dentro do Marketing Digital é dedicado exclusivamente a compreender os mecanismos de busca para otimizar nosso conteúdo a nosso favor.

Por isso a palestra de Kevin Slavin sobre a utilização moderna de algoritmos é essencial para nosso futuro profissional.

14. Joseph Pine – O que os consumidores querem

Essa palestra já tem quase uma década, mas ainda é tão relevante quanto na época do seu lançamento.

Nela, o autor Joseph Pine (do livro Customização em Massa), não entrega uma lista com o que os consumidores querem ou não querem.

Porém, ele dá todas as informações para que você possa moldar suas campanhas para acertar exatamente no desejo do seu público.

15. Robert Legato – A arte de criar o impressionante

Robert Legato é um dos grandes artistas de efeitos visuais em Hollywood, vencedor do Oscar por Titanic, As Aventuras de Hugo Cabret e Mogli: O Menino Lobo.

Nessa palestra, ele conta algumas das suas técnicas para criar imagens impressionantes. Porém, o mais interessante do ponto de vista de Marketing são os conceitos de Legato sobre como nossa percepção da realidade é ajustada para buscar uma experiência, algo impressionante.

16. Lera Boroditsky – Como a linguagem molda a maneira como pensamos

Em campanhas de Marketing, nosso objetivo é comunicar ao público uma certa ideia ou valor referente à marca que representamos.

Para conseguir isso da maneira mais satisfatória possível, precisamos dominar a linguagem utilizada ou corremos o risco de não transmitir exatamente o que queremos.

Essa palestra de Lera Boroditsky, uma cientista cognitiva, oferece uma perspectiva interessante sobre como a linguagem molda o nosso pensamento.

17. Celeste Headlee – 10 maneiras de ter conversas melhores

Se a sua profissão depende da sua capacidade de conversar com as pessoas, é importante dominar o básico do diálogo e como conduzi-lo da melhor forma.

Seja no atendimento, trabalhando em redes sociais ou em reuniões, saber como conversar de maneira produtiva é uma habilidade importante para um profissional de Marketing.

Nessa palestra, a radialista Celeste Headlee ensina as 10 regras que ela aprendeu em sua profissão sobre como ter conversas melhores.

Vídeos longos (mais de 18 minutos)

18. Elizabeth Gilbert – Alimentando a criatividade

Em 2009, a autora de Comer, Rezar e Amar passou por um conflito interno bem grande: o que fazer depois de lançar o maior sucesso da sua carreira? Como não sucumbir à pressão de tentar controlar sua inspiração e criatividade e lidar com o possível fato de que você, talvez, nunca seja tão criativo como um dia foi?

Esse dilema virou uma das palestras mais emocionantes e importantes para todos aqueles que trabalham em áreas criativas.

19. Steve Johnson – De onde vêm as boas ideias

Você já parou para se perguntar como surgem as boas ideais na sua cabeça? Se nós soubéssemos de onde elas vêm, seria muito mais fácil surgir com algumas soluções durante aquelas reuniões mais complicadas no trabalho.

Steve Johnson resolveu dedicar seu tempo e trabalho para perseguir as boas ideias e identificou alguns padrões que ajudam a criar o tipo de ambiente que é propício para o surgimento de inovações. Ele chama isso de Rede Líquida.

Nessa palestra, ele explica o conceito e fala sobre como aplicá-lo no dia a dia.

20. Andrew Stanton – As Pistas para uma Grande História

Andrew Stanton é o roteirista de filmes como Toy Story, Procurando Nemo, Wall-E e Monstros S.A. Ele é, também, uma das principais razões para os sucessos dos filmes da Pixar.

Nessa palestra, ele compartilha a sua visão sobre o funcionamento das histórias e como cativar seu público.

Para quem trabalha com Marketing Digital, conseguir dominar a arte do storytelling é essencial para se comunicar de forma eficaz com sua audiência.

Nesse vídeo, Stanton partilha dois segredos do storytelling. O primeiro é atiçar a curiosidade do público. O segundo é… bem, você terá de ver para saber.

21. Morgan Spurlock – A melhor TED Talk já vendida

Morgan Spurlock é um documentarista conhecido pela sua abordagem inventiva nos assuntos que trata em seus filmes.

Em 2011, ele lançou uma das suas obras mais famosas: The Greatest Movie Ever Sold, um documentário sobre a relação entre a publicidade e a produção cinematográfica nos EUA.

Nessa palestra, ele fala sobre os bastidores da produção desse projeto.

O teor do conteúdo é crítico em relação à certas práticas do mercado publicitário, mas é justamente por isso que precisamos consumi-lo.

22. Dan Pink – O quebra-cabeça da motivação

Se pudéssemos definir o Marketing Digital de uma maneira muito simplista, poderíamos dizer que se trata de um conjunto de técnicas praticadas online com o objetivo de motivar o consumidor a realizar uma ação.

Nessa palestra, Dan Pink ( analista e escritor) faz reflexões sobre a psicologia por trás dos mecanismos da motivação humana.

O conteúdo mostra como o modelo de oferecer incentivos para motivar as pessoas têm sido refutado cientificamente várias vezes, mas, mesmo assim, continua sendo usado no nosso setor.

Qual a alternativa para isso? Como motivar o seu público? É isso que essa palestra ensina.

23. J.J. Abrams – A caixa misteriosa de J.J. Abrams

Um dos criadores de Lost, J.J. Abrams é um cineasta com uma marca registrada: seu amor por mistérios. E por como vendê-los ao público.

Nessa palestra, ele fala sobre sua paixão por caixas misteriosas e como elas são a base para o engajamento do público, seja um filme, uma apresentação de Steve Jobs ou, claro, uma campanha de marketing.

24. David Allen – A arte da produtividade sem stress

Marketing é uma área que exige grande produtividade dos seus profissionais, o que gera uma carga enorme de stress para todos.

Nessa palestra, o coach David Allen (especialista em produtividade) fala sobre como é possível aprender a transformar o stress em capacidade produtiva e ganhar vantagem no seu ambiente de trabalho.

25. Chip Kidd – A arte das primeiras impressões

Nós temos o hábito de julgar o livro pela capa, mesmo sabendo que isso pode ser prejudicial.

No Marketing, é importante usar desse hábito do ser humano a nosso favor para passar nova mensagem da melhor maneira ao consumidor.

Nessa palestra, o designer gráfico Chip Kidd conta as duas principais técnicas que designers usam para comunicar as coisas de forma visual (e como podemos aplicar isso no dia a dia).

E, aí? Gostou de aprender ainda mais sobre o universo do marketing com esses incríveis TEDs?

Então aproveite também para conhecer também o nosso guia completo sobre Marketing Digital!

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TikTok: o que você precisa entender sobre a rede social do momento

TikTok: o que você precisa entender sobre a rede social do momento

Os números são de muito destaque e o uso do aplicativo se mostra muito divertido e amplo. O TikTok tem ganhado espaço no mercado, fazendo frente a concorrentes de peso, como Facebook e Instagram. O sucesso, no entanto, tem origem principal em uma eficiente estratégia de negócio.

Os aplicativos são mais úteis, funcionais e importantes desde que os smartphones surgiram. Paralelamente às funcionalidades que ajudam o cotidiano, há também o segmento de diversão.

Em meio a essa categoria, um aplicativo vem se destacando: o TikTok! Ele é a rede social do momento e está alcançando números muito relevantes de downloads desde 2018.

O TikTok tem feito barulho e disputa lugar com redes sociais já aclamadas, como Instagram e Facebook, graças ao seu direcionamento divertido e segmentação para o público jovem.

Ficou curioso para saber de onde vem tanto sucesso e por que ele é tão baixado? Neste post, você entenderá o que precisa saber sobre o TikTok e conhecerá mais alguns detalhes sobre esse aplicativo. Vamos lá?

Como o TikTok surgiu?

O TikTok é um aplicativo que surgiu a partir da fusão com o Musical.ly, que tinha um direcionamento voltado para a música.

Essa linha se manteve, porém, a proposta de seus criadores era expandir a atuação e realmente desenvolver um aplicativo que disputasse com os gigantes do segmento.

A partir desse movimento de fusão, novas ideias foram implementadas para uma abordagem diferente na oferta ao usuário. A proposta era levar um aplicativo mais completo e que, principalmente, permitisse interação entre os usuários.

Esse novo conceito fez com que o TikTok fosse mais do que somente um aplicativo de dublagem e música, se tornando uma rede social.

O que mais impressiona ao observar o TikTok é a velocidade com que ele conseguiu seu “boom”. A fusão com o Musical.ly aconteceu em agosto de 2018 e, em outubro do mesmo ano, o aplicativo já superava em número de downloads alguns gigantes como o Facebook, o YouTube e o Instagram.

Era um sinal de que, ao menos naquele momento, a estratégia parecia estar direcionada para o caminho certo.

O que motivou o crescimento do TikTok?

Os movimentos do TikTok no mercado foram devidamente pensados e estudados, o que ajuda a entender o seu crescimento.

A desenvolvedora do aplicativo é a chinesa ByteDance, que já tinha em sua estratégia a segmentação de mercado para o público jovem e o foco em música.

Ao observar o sucesso que o Musical.ly atingiu, os chineses entenderam que, ali, havia uma grande oportunidade de negócio.

A ByteDance adquiriu o Musical.ly, justamente, para ampliar a sua atuação. Assim, a empresa começou a explorar o mercado ocidental, que já estava habituado e engajado com o antigo aplicativo.

Essa estratégia foi um dos grandes segredos que resultaram no rápido avanço em downloads e no crescimento da popularidade do TikTok.

Tendo feito muito sucesso nos EUA, o Musical.ly também era chinês, ainda que tivesse uma sede na Califórnia. A partir disso, a popularização do antigo aplicativo aconteceu mais facilmente. Na fusão com o TikTok, esse movimento de rápida conquista de público foi natural.

Os valores da operação

A operação era ambiciosa, e os números envolvidos nela mostraram muito bem o quanto a ByteDance apostava que entrar no mercado americano seria um bom negócio.

A fusão entre TikTok e Musical.ly movimentou nada menos do que valores entre 800 milhões a 1 bilhão de dólares.

A transição

De certo modo, a transição da marca Musical.ly para TikTok foi um tanto quanto rápida e muito prática. O aplicativo simplesmente mudou de nome!

Quem tinha o Musical.ly instalado no smartphone percebeu de um dia para o outro que ele havia mudado de novo e, agora, funcionava de forma diferente. Apesar de questionável, essa alteração foi estratégica.

De maneira automática, a ByteDance aproveitou, em um primeiro momento, toda a base de usuários americanos que o Musical.ly tinha, apenas inserindo a nova proposta de aplicativo no antigo sistema.

Ainda que isso tenha causado certo impacto, com possíveis usuários desinstalando o aplicativo, outros foram pelo caminho da curiosidade. Ao perceberem um sistema mais interessante, o engajamento aconteceu.

Como foi o início do TikTok no mercado americano e mundial?

Talvez o que mais surpreenda no crescimento do TikTok seja a rápida ascensão que o aplicativo obteve em menos de um ano, indo além do mercado asiático.

Apesar de assustar quem vê de fora, todo esse movimento foi devidamente pensado. Afinal, qual empresa investiria 1 bilhão de dólares sem a certeza de que o negócio teria excelentes perspectivas de expansão?

Em apenas 3 meses do funcionamento do novo TikTok, 130 milhões de usuários ativos já podiam ser contabilizados no aplicativo. Números tão impactantes serviram para animar os investidores, que, naquele momento, entenderam que o planejamento realizado poderia ser alcançado.

A estratégia de negócio

No momento da fusão, a ByteDance tinha metas claras, e elas giravam em torno de números: 500 milhões de usuários ativos. A proposta era atingir essa marca para, então, recuperar todo o investimento obtido e começar a lucrar com o aplicativo.

O caminho parece aberto para isso, já que o número de downloads do aplicativo não para de subir. Só em dezembro de 2018, o TikTok foi baixado por 75 milhões de usuários, o que constituiu um recorde.

Hoje, o total de instalações em smartphones já atingiu a marca de 1 bilhão. Essa era a chancela que a ByteDance precisava para começar o projeto de lucratividade com o aplicativo.

A monetização

Apesar de ser totalmente gratuito, o TikTok tem amplas possibilidades de monetização, e foi justamente por isso que houve todo esse movimento de fusão.

A principal forma de ganhar dinheiro é muito simples: a publicidade. A partir de dezembro de 2018, os anúncios começaram a ser testados no aplicativo, e os usuários já puderam visualizar campanhas de empresas de todos os tipos.

Afinal, uma grande base de usuários ativos e números impactantes de downloads são um prato cheio para atrair anunciantes para o TikTok. Contudo, o aplicativo prezou por manter publicidade segmentada, ou seja, que realmente interesse aos usuários.

Por ter um público mais jovem, o espaço foi aberto para empresas que ofereçam produtos e serviços adequados a essa faixa etária.

Antes dos anúncios, no entanto, já havia uma forma de monetizar. Como há muitos perfis de artistas em início de carreira, o TikTok permitia doações de seguidores. Nessa oportunidade, a forma de lucrar era ficar com um percentual do dinheiro que era repassado às celebridades.

Como funciona o TikTok?

O TikTok é um aplicativo muito próximo da ideia do antigo Musical.ly: estimular a criatividade de músicos, permitindo que eles façam apresentações diante da câmera do smartphone por meio de conteúdo em vídeo.

No entanto, as mudanças do aplicativo trouxeram várias possibilidades de edições, além de funções como dublagem e muitas outras formas de gerar conteúdo.

O próprio aplicativo disponibiliza um acervo de canções que podem ser dubladas pelos usuários, o que torna o uso bem divertido.

Por estarem na plataforma há bastante tempo, muitas dessas pessoas já se tornaram bem populares e têm milhões de seguidores. Essa característica aproxima o TikTok das outras redes sociais, e esse novo formato foi fundamental para o crescimento do aplicativo.

Hoje, também há funções já vistas e exploradas para ganhar seguidores no Instagram, como filtros, adesivos e uma série de outras funções de edição. Juntos, esses elementos dão aos usuários as ferramentas necessárias para explorar a criatividade.

O uso vai muito além das dublagens e das músicas, com todo tipo de conteúdo divertido sendo gerado para um público jovem e que engaja com muita facilidade.

Como conseguir seguidores no InstagramPowered by Rock Convert

Hashtags

O aplicativo também permite segmentar os vídeos por meio de hashtag. Assim, como no Instagram, é possível encontrar diferentes temas com os termos inseridos após o “#”.

Para quem quer ganhar popularidade no TikTok, usar esse recurso é fundamental para ter visibilidade.

Mensagens

A maior proximidade com o conceito de rede social abriu espaço também para as mensagens diretas, também já muito utilizadas no Instagram.

Os usuários podem se comunicar de maneira mais efetiva com quem seguem, além de todos os outros perfis do TikTok.

Variedade de conteúdo

Ao acessar o TikTok atualmente, é possível perceber como o aplicativo não se limitou apenas à temática musical.

Os conteúdos são de todos os tipos, criados por pessoas de todas as idades, porém, sempre com uma característica principal: o humor.

Desde os vídeos fofinhos de cães e gatos até pessoas dançando, tudo ajuda a criar um ambiente leve e muito interessante ao usuário.

Musers

Os Musers estão para o TikTok assim como os youtubers estão para o YouTube. Esses usuários geram conteúdo há bastante tempo, se dedicando bastante à proposta da plataforma.

Por terem praticamente se profissionalizado, seus vídeos são mais famosos e acessados. Eles também fazem o papel dos influencers, tão comentados ultimamente, em especial, quando o assunto é marketing de influência.

Uso

Para começar a usar o TikTok é muito simples: basta baixar o aplicativo, que está disponível tanto para usuários iOS quanto Android. É possível sincronizar com contas como a do Twitter, Facebook ou Instagram, para ter um perfil rapidamente no aplicativo.

Todo o sucesso do TikTok tem uma explicação e, por trás dele, uma boa estratégia e um plano de negócio. A tendência é que ele cresça ainda mais, conquistando mais usuários e abrindo novas formas de monetizar.

Agora que já conhece esse verdadeiro fenômeno, veja este guia de tamanhos de vídeos para redes sociais em 2019 e melhore seus resultados em cada uma das plataformas!

SEO para Google Imagens

Conheça as nossas 20 dicas de SEO para Google Imagens e aumente o tráfego do seu blog

Você já ouviu falar em SEO para Google Imagens? Sim: técnicas para otimizar seus conteúdos de mídia para rankearem melhor nas buscas online. Conhece?

Se não conhece, precisa conhecer. Especialmente depois de uma recente alteração no Google, que pode aumentar muito seu tráfego via imagens (ficou interessado? Falaremos mais sobre isso a seguir!).

Com 1 em cada 3 buscas na Internet sendo por imagens, há um potencial enorme de tráfego na rede para ser conquistado no Google Imagens. Se seu site estiver preparado, seus resultados podem ser incríveis.

Mas, para isso, é necessário realizar uma série de medidas para adequar suas imagens aos rigorosos requisitos do Google. Para ajudar, nós preparamos um guia completo com todas as dicas que você pode colocar em prática hoje mesmo e aumentar as visitas do seu blog ou site.

Nesse artigo, você aprenderá porque é importante fazer SEO para Google Imagens e os 20 fatores a ter atenção para rankear melhor. Interessado? Então vamos lá!

Por que fazer SEO para Google Imagens no seu blog ou site corporativo?

Não podemos mentir: trabalhar para otimizar seus arquivos de mídia para os buscadores é cansativo.

Será que vale a pena fazer isso? Será que o SEO para Google Imagens é recompensador e trará vantagens para sua estratégia de Marketing de Conteúdo? Nós acreditamos que sim e separamos 3 excelentes argumentos para te convencer.

Confira!

É uma fonte adicional de tráfego

Em 2013, o Google anunciou uma mudança no sistema do Google Imagens, implementando um botão de “Ver imagem”. Se o usuário clicasse ali, era direcionado à URL da imagem em questão, não precisando visitar seu site de origem.

Nos meses seguintes dessa mudança, o tráfego geral de visitas pelo Google Imagem caiu muito. Porém, em fevereiro desse ano, a empresa anunciou uma nova mudança que revertia a situação: agora não há mais botão “Ver imagem”, o que obriga os usuários a acessar os sites para encontrar a mídia em tamanho completo.

O resultado? Um aumento geral de 37% de acessos pelo Google Imagens. Impressionante, não é mesmo?

Com esse novo fluxo de pessoas sendo direcionados para sites, quem conseguir se destacar no Google Imagens poderá ganhar uma fonte adicional de tráfego.

Ajuda a viralizar seu conteúdo

Dizem por aí que uma imagem vale mais do que mil palavras. Pode até não ser verdade, mas elas guardam um poder incrível em termos de viralização.

Por exemplo: posts com imagens costumam ter 650% mais engajamento do que artigos apenas com palavras.

Mais engajamento significa mais chances do conteúdo viralizar, aumentando sua exposição online.

Mas, para isso acontecer, as pessoas precisam encontrar suas imagens no Google. E isso só com otimização e muito trabalho.

Diminui o tempo de carregamento do seu site

Mesmo que você não tenha interesse nenhum em conquistar tráfego pelo Google Imagens, poderá se beneficiar com as dicas desse artigo.

Nós falaremos sobre isso mais a diante, mas uma das técnicas de SEO para imagens envolve diminuir o peso dos arquivos. Com fotos mais leves, sua página carrega mais rapidamente, o que melhora a experiência do usuário, sendo recompensado pelo Google.

Ou seja: trabalhar com SEO para Google Imagens ajuda seu site como um todo a rankear melhor.

E aí, convencido? Se sim, continue lendo esse artigo para aprender como rankear melhor as suas imagens na Internet!

CTA de download para o kit: Domine o Google

Como otimizar as suas imagens para serem encontradas no Google?

Agora que você já compreendeu a importância de fazer SEO para Google Imagens em seu site ou blog, a grande questão que fica é: como fazer esse trabalho? Quais as melhores práticas para garantir um bom ranqueamento das suas imagens?

Nós listamos abaixo 20 dicas para otimizar o ranqueamento das suas imagens, levando em consideração os elementos que são considerados pelo Google. Confira:

1. Nome do arquivo da imagem

O primeiro elemento para o ranqueamento das suas imagens começa ainda no seu computador, antes mesmo do upload da imagem para seus servidores: o nome do arquivo delas.

Para otimizar suas imagens para o Google, precisamos entender uma limitação dos crawlers do buscador. Eles são excelentes para compreender textos e a relevância de certos conteúdos usando um algoritmo e dando valor às palavras-chaves.

Porém, ainda estão aprendendo a ler imagens. Aliás, pense um pouco nessa problemática: como comunicar o conteúdo de uma imagem para um robô?

Por exemplo, imagine que um crawler vai ler o código HTML do seu novo artigo, que fala sobre os diferentes tipos de malas disponíveis no mercado.

Você seleciona uma bela imagem de uma bolsa de mão para ilustrar o trecho que explica esse tipo de mala para o seu leitor. Porém, o nome do arquivo é “IMG448.png”. O que o crawler terá acesso é isso:

  • <img src=”IMG448.png”/>

Como dá para notar, não é uma informação muito útil para explicar o conteúdo da imagem que você utilizou no artigo. Agora veja como ficaria o código se o arquivo fosse melhor nomeado:

  • <img src=”bolsa_de_mao_couro_marrom.png”/>

Mesmo sem ver a imagem, conseguimos imaginar como ela é com um nome desses, certo?

2. Legenda da imagem

Você sabia que legendas embaixo de imagens são lidas, em média, 300% mais do que o conteúdo do texto em si?

Isso significa que as legendas são excelentes oportunidades para engajar seus leitores. E também o Google.

O próprio buscador admite que usa as legendas para extrair informações e tentar compreender a imagem. Lembra que o crawler não consegue vê-la? Então, qualquer elemento ajuda a comunicar ao robô o que tem naquele conteúdo.

Isso não significa que você deva inserir legendas em 100% das imagens nos seus artigos, mas deve usar esse recurso sempre que tentar rankear um arquivo visual em específico.

O segredo para escrever uma boa legenda é inserir informações que:

  • ajudem a compreender o conteúdo da imagem;
  • tenham a palavra-chave que queremos rankear;
  • complementem o conteúdo do artigo.

Vamos retornar ao nosso exemplo do texto sobre diferentes malas. A mesma foto de uma bolsa de mão de couro marrom pode ilustrar dois tipos de conteúdo: um com tipos de malas para o trabalho e outro para turistas.

Uma boa legenda para um artigo com dicas para viajantes seria assim:

O viajante pode levar uma bolsa de mão de até 10 quilos no avião”.

Essa legenda explica o conteúdo da imagem (é uma bolsa de mão), tem a palavra-chave que queremos (“bolsa de mão”) e complementa o conteúdo do artigo especificando que se trata de uma foto que relaciona bolsas e turismo.

3. Alt text

Todas as imagens na Internet têm um atributo ALT, que serve para descrever o conteúdo delas.

Esse é o fator mais importante para fazer SEO para Google Imagens.

O alt text serve para descrever o conteúdo da imagem em questão. Ele é útil, pois ajuda pessoas com deficiência visual (e que usam leitores de tela) a compreender o conteúdo, mas também são exibidos quando o navegador do usuário não consegue carregar o arquivo da imagem por alguma razão.

Ele é, também, mais um dos fatores que o Google usa para tentar entender uma imagem e sua relevância para o usuário.

Na hora de escrever o conteúdo do atributo alt, é importante descrever o que está na imagem de forma objetiva e breve, preferencialmente usando a palavra-chave que queremos rankear (mas sem excessos). Veja um exemplo:

  • ruim: <img src=“bolsa_de_mao_couro_marrom.png” alt=“”/>
  • ruim: <img src=“bolsa_de_mao_couro_marrom.png” alt=“bolsa de mão de couro marrom mala bolsa mochila bagagem couro melhores marcas preços imperdíveis” />
  • bom: <img src=“bolsa_de_mao_couro_marrom.png” alt=“bolsa de mão de couro marrom colocada no compartimento de bagagens de um avião” />

4. Contexto da imagem

Segundo o Google, um dos elementos de SEO para Google Imagens é o contexto em que a imagem é utilizada.

É importante que a figura seja adicionada ao seu artigo na parte em que ela é mais relevante. Isso porque o algoritmo do Google usa o conteúdo dos parágrafos perto da imagem como contexto para compreender o conteúdo dela.

Então, se você estiver falando sobre “Melhores plantas para apartamento”, por exemplo, é interessante colocar uma foto de uma dessas plantas para contextualizar.

Já a mesma imagem não será muito útil e nem terá a mesma força se for adicionada perto de parágrafos sobre “tipos de vasos” ou “ferramentas de jardinagem”.

5. URL da imagem

Lembra quando mencionamos a importância de estruturar a URL do seu site corretamente para rankear melhor no Google? A lógica é a mesma quando falamos de imagens.

Por isso, as dicas que demos anteriormente também são úteis quando queremos rankear no Google Imagens.

O importante é organizar a URL dos seus arquivos de mídia de forma lógica e concisa, para comunicar rapidamente ao buscador que aquilo é uma imagem e qual seu conteúdo.

6. Engajamento com a imagem

Imagine que você faz uma busca por “mochilas infantis” no Google Imagens. Você começa a olhar os resultados e uma foto em específico chama a sua atenção no fundo da lista: é uma mochila azul com um adesivo engraçadinho colocado nela.

Você clica na imagem, depois vai até a página onde ela está hospedada para ler o artigo.

Algumas semanas depois você faz a mesma busca e, surpresa, aquela imagem que antes estava no fim dos resultados, agora está no topo. O que aconteceu?

Basicamente, o seu clique (e o de muitas pessoas) informou ao Google que aquela imagem é relevante. No caso, o adesivo engraçadinho chamou a sua atenção e de outros usuários, o que gerou mais cliques e importância para a foto.

Por isso é importante usar imagens que sejam originais e impactantes em seu site e tentar otimizá-las para o ranqueamento, já que aquelas figuras que geram mais engajamento, rankeam melhor também.
SEO para E-commerce

7. Dimensões da imagem

Faça um teste nesse momento: abra uma nova aba no seu navegador e procure por alguma imagem no Google. Pode ser, por exemplo, “filhotes de cachorro”.

SEO para Google Imagens exemplo
Notou algum padrão além do fato de todas as fotos serem ultra fofinhas? Se você prestou atenção, deve ter reparado que a vasta maioria das imagens mostradas terem mais ou menos as mesmas dimensões.

O Google tende a favorecer imagens mais ou menos retangulares, em proporções como 16:9 ou 4:3.

Isso faz com que dimensões como 1366 x 768 (16:9) ou 720 x 480 (4:3) ranqueiem melhor do que imagens totalmente fora do padrão (como alguma coisa muito horizontal ou muito vertical).

Ah, se essas dimensões parecem familiares para você, é porque elas são: os formatos 16:9 e 4:3 costumam ser usados em resoluções de vídeos, como TVs, Cinemas e no próprio YouTube.

8. Tamanho do arquivo

Você já sabe que o tempo de carregamento de uma página é fator essencial para ranqueá-la no Google. Quanto mais lento, pior o seu posicionamento. Quanto mais rápido, melhor.

O que talvez você ainda não saiba é que as imagens de uma página são o principal fator a influenciar o seu tempo de carregamento.

Isso significa que imagens mais leves rankeam melhor do que arquivos mais pesados, o que abre a necessidade de comprimir e reduzir o peso das suas mídias.

Existem ferramentas que ajudam a fazer esse trabalho. A mais famosa é o Photoshop, da Adobe, mas é um software pago. Confira abaixo uma lista de alternativas gratuitas que fazem o mesmo trabalho:

9. Metadados da imagem

Toda imagem tem certa quantidade de informação guardada nela, normalmente gerada pelo dispositivo que a capturou.

Uma foto tirada com sua câmera, por exemplo, guarda as informações como o tempo de exposição, tamanho da abertura do obturador, se usou flash ou não.

Essas informações são chamadas de metadados e são úteis para muita coisa, mas não são muito importantes caso não estejamos falando de aspectos técnicos de Fotografia.

Por isso, é importante limpar esses metadados que não sejam tão importantes para você, para diminuir seu tamanho e facilitar seu tempo de carregamento.

Você pode fazer isso de forma muito fácil:

  • clique com o botão direito do seu mouse sobre o arquivo da imagem no seu computador, indo até Propriedades.
  • SEO para Google Imagens exemplo 2

  • depois Detalhes. Ali, há uma opção para remover os metadados do arquivo.
  • SEO para Google Imagens exemplo 3

  • selecione um por um ou marque todos de uma vez e pronto!

SEO para Google Imagens exemplo 4

10. Compartilhamentos da imagem

Um fator curioso que aumenta o ranqueamento de uma imagem é a quantidade de vezes que essa mídia foi reproduzida em outros sites via embed.

Embed é uma tag HTML que permite que um arquivo de mídia (foto, música, vídeo) de um site seja incorporada em outra página. Quanto mais isso acontece com uma imagem, mais o Google a enxerga como relevante e a ranqueia melhor.

Isso é extremamente útil quando elaboramos infográficos e outras imagens ricas em conteúdo. Uma boa ideia é facilitar e incentivar o embed dessas mídias em outras páginas para melhorar o ranqueamento delas no Google Imagens.

11. Posicionamento da imagem na página

Nós já mencionamos que a posição da imagem no artigo em que ela está inserida é essencial para o seu ranqueamento no Google. Isso acontece porque o conteúdo dos parágrafos próximos da figura ajuda a fornecer contexto ao buscador.

Porém, existe outro elemento de posicionamento que garante melhor ou pior ranqueamento para uma imagem: se ela está perto do topo da página ou não.

O Google recomenda que a principal imagem do seu artigo, aquela que melhor complementa seu conteúdo, deve ficar perto do topo da sua página. Assim, ela ganhará o maior impacto no ranqueamento e fortalecerá a palavra-chave que você quer destacar.

12. Textos dentro da imagem

O Google não recomenda que se coloque uma grande quantidade de texto dentro da imagem que se quer rankear. Isso acontece por dois motivos:

      • o primeiro é que o crawler do buscador não consegue ler esse conteúdo. Isso o torna “inútil” em termos de ranqueamento, já que só está disponível para o usuário;
      • o segundo é que esse texto não está disponível para as ferramentas de tradução automática do Google, o que pode piorar a acessibilidade e experiência do usuário, o que prejudica o ranqueamento da página.

O que o buscador recomenda é que todo texto importante esteja em HTML, acessível ao crawler e oferecendo contexto para as imagens.

No caso de infográficos, é importante lembrar que eles devem ser acompanhados de artigos que tenham informações úteis e expliquem o conteúdo, fornecendo o contexto que o Google pede.

13. Imagens responsivas

Já faz algum tempo que são feitas mais buscas no Google por dispositivos móveis como um smartphone ou um tablet do que por um desktop.

Os dispositivos móveis não são mais o “futuro da Internet”, mas o presente. E se seu site não é responsivo para se adequar a isso, então você tem um grande problema de ranqueamento nas mãos.

Sites que não sejam responsivos são penalizados pelo Google e não aparecem com destaque em buscas feitas em dispositivos móveis. O mesmo acontece com imagens no Google Imagens.

Se você usa uma versão superior a 4.4 do WordPress para gerenciar seu site ou blog, isso não é um problema para você, porque essa versão já formata as imagens como responsivas por padrão.

Porém, se esse não é o seu caso, você deve fazer isso manualmente usando o atributo srcset. O Google ensina como fazer isso nessa página!

14. Relevância da imagem

Os avanços em inteligência artificial para identificar o conteúdo de uma imagem são impressionantes, mas a sua aplicação no mercado ainda é tímida. São poucos os robôs ou algoritmos em uso atualmente que conseguem “ler” uma foto.

Com o Google é a mesma coisa, como já dissemos. A diferença é que o algoritmo do Google Imagens já consegue fazer algum tipo de busca visual para identificar se aquela imagem é ou não o que a pessoa procura.

O sistema não é muito sofisticado, mas é bom o suficiente para que não mostre uma imagem de filhote de cachorro (mesmo com toda a otimização de SEO possível) em uma busca por “Torre Eiffel”, por exemplo.

Por isso, só use a imagem que realmente quer usar. Se for um artigo sobre venda de carros, use uma imagem de um carro e não uma foto qualquer sobre outro assunto.

15. Dados estruturados

O Google Imagens usa o sistema de dados estruturados para criar certos “selos de destaque” para otimizar a busca dos seus usuários.

Funciona assim:

Se você faz um artigo que seja de um dos temas compatíveis com os selos do Google, pode usar os dados estruturados em suas imagens. Assim, elas ganharão o selo e indicarão ao usuário que é exatamente o que ele procura.

O Google Imagens é compatível com 3 tipos de dados estruturados:

  • vídeos;
  • receitas;
  • produtos.

Isso significa que, se sua imagem for relacionada a um desses assuntos, você pode usar os dados estruturados para ganhar o selo de destaque e ver sua imagem rankear melhor no Google Imagens.

Por exemplo: se você tiver um site de receitas especializadas em chocolate, pode usar os dados estruturados para que suas imagens ganhem o selo de “receitas”. Assim, se alguém buscar “receita de bolo de chocolate” no Google Imagens, terá mais chances de entrar no seu site, pois a foto terá uma indicação que se trata do que a pessoa quer.

Pesquisa SEO Trends 2018

16. Open Graph e Twitter Card

Lembra que nós dissemos que quanto mais a imagem do seu site é incorporada em outras páginas, mais relevante ela é para o Google?

Pois bem. Se você criar conteúdo de qualidade, ele será compartilhado organicamente pelos seus leitores nas redes sociais. Isso significa que é possível fazer com que suas imagens sejam incorporadas várias e várias vezes com esses compartilhamentos.

Para isso, você deverá configurar corretamente as meta tags das imagens para redes sociais pelo Facebook Open Graph e Twitter Card.

Isso parece grego para você? Não se preocupe: nós temos um guia completo que ensina como configurar suas imagens para o Open Graph e Twitter Card. É só seguir as instruções e dará tudo certo!

17. Sitemap de imagem

Um sitemap é uma ferramenta essencial para o SEO da sua página, já que ele indica ao crawler do Google a hierarquia dentro do seu site e como ler o seu conteúdo de forma prioritária.

Você provavelmente tem um desses no seu blog ou site. Mas você sabia que pode criar um sitemap exclusivo para suas imagens? Quem recomenda isso é o próprio Google.

O buscador incentiva e ensina como criar um sitemap de imagens para facilitar o trabalho do crawler de achar seus arquivos de mídia e, claro, garantir um melhor ranqueamento para seu site.

18. SafeSearch

Cada vez que uma imagem ou página é marcada como negativa ou bloqueada por um usuário, o Google marca um “pontinho negativo” para o SEO do seu site ou da mídia em questão.

Como tem de tudo na Internet, é comum que pais fiquem preocupados com os conteúdos que os filhos têm acesso online. Para isso, o Google criou o SafeSearch, que filtra materiais impróprios para crianças dos seus resultados de pesquisas.

Portanto, se uma imagem imprópria para menores for exibida em um dispositivo com o SafeSearch ligado, esse conteúdo será marcado como negativo e bloqueado, o que diminuirá o seu ranqueamento no geral.

É por isso que, caso seu site trabalhe com imagens que são impróprias para menores, é necessário indicá-las ao Google para que você não sofra punições. Uma das maneiras mais simples de fazer isso é agrupar todas essas mídias em um local de URL comum.

Por exemplo:

  • http//www.seusite.com.br/adulto/imagem.png

Então, no seu sitemap de imagem, indique ao Google que aquele conteúdo é adulto.

Outra forma é usando metadados para marcar suas páginas como conteúdo adulto. Todas as imagens ali serão filtradas pelo SafeSearch e não serão exibidas para usuários com o sistema ativado, o que impede que você sofra punições.

19. Formato da imagem

Nem todo formato de imagem consegue ser captado pelo Google Imagens. Por isso, use o formato correto se quiser ser ranqueado adequadamente.

Os aceitos são os seguintes:

      • JPEG;
      •  PNG;
      • MBP;
      • GIF;
      • WebP;
      • SVG;
      • imagens in-line.

Formatos como TIFF ou Raw, por exemplo, mais usado em fotografias profissionais, não aparecem no Google Imagens.

O formato mais usado é o JPEG, pois é aquele com maior capacidade de compressão e consegue entregar arquivos com tamanhos pequenos. Porém, como ponto negativo, ele não trabalha com transparências, como o GIF e PNG.

20. Fatores de ranqueamento gerais do site

Nós listamos até aqui 20 fatores exclusivos do SEO para Google Imagens. Mas o que faz o algoritmo do Google ser tão rico e eficaz é que tudo é contextualizado.

Isso significa que um elemento favorece ou prejudica outros e o ideal é que tudo trabalhe em conjunto para obter o melhor resultado possível. Ou seja: os fatores de ranqueamento gerais do seu site contribuem para o desempenho das mídias no Google Imagens.

Se sua página for otimizada para aparecer no Google, então ganhará pontos nas buscas do Imagens. Se não for, você terá problemas em conseguir resultados consistentes com suas mídias.

Por isso o ideal é fazer um trabalho completo, com todos os elementos ao redor do seu site.

Quer saber como fazer isso? Então confira o nosso material completo sobre SEO!

o que é seo

Instagram Creator Accounts

Instagram tem nova atualização: Contas especiais para produtores de conteúdo e celebridades

Nos últimos dias, o Instagram lançou um novo tipo de conta, chamada Creator Accounts, destinada a melhorar a experiência na plataforma de influenciadores digitais, celebridades e criadores de conteúdo.

Essa nova modalidade de conta permite aos usuários high profile filtrar mensagens diretas (directs) e obter análises mais detalhadas sobre seus seguidores.

Por enquanto, a atualização está sendo testada com um grupo pequeno de usuários e será lançada no ano que vem, de acordo com o The Hollywood Reporter (THR).

Segundo entrevista do gerente de produto do Instagram ao THR, “cada vez mais, os criadores de conteúdo confiam no Instagram para se conectar com seguidores e aumentar suas marcas pessoais.

No entanto, as ferramentas disponíveis atualmente para as empresas dificultam o acompanhamento do crescimento e engajamento delas ao longo do tempo.

Estamos criando a nova Creator Account que ajudará a resolver alguns desses desafios e tornar mais fácil aos criadores crescerem suas marcas pessoais no Instagram”.

A verdade é a que essa atualização veio em boa hora!

Com as ferramentas que a plataforma disponibiliza atualmente, se tornou um desafio para influenciadores e celebridades estabelecer conexões com potenciais patrocinadores e outros contatos comerciais.

De fato, o Instagram não oferecia a esse público uma experiência personalizada.

CONTEÚDOS RECOMENDADOS
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Quais são os novos recursos que essa nova modalidade de conta oferece?

  • Filtros de qualidade para mensagens diretas (directs), o que significa que os criadores de conteúdo podem limitar quem tem a capacidade de contatá-los.
  • Insights de crescimento, como dados diários e semanais sobre a contagem de follows e unfollows.
  • Rótulos flexíveis que permitem aos usuários designar como desejam ser contatados.
  • Classificação das solicitações pendentes por relevância ou tempo para garantir que solicitações importantes não sejam perdidas.
  • Filtros para mensagens diretas (directs), permitindo que os criadores classifiquem suas mensagens em lidas, não lidas e sinalizadas.
  • Análise dos Stories e IGTV, permitindo que os criadores vejam o conteúdo que eles criaram e possam entender o que pode ter levado a um aumento ou redução na contagem de novos seguidores.

Guia do IGTV para Empresas

Atualmente, o Instagram fornece algumas análises para contas de negócios, mas não com os detalhes que estariam disponíveis para usuários Creater Account.

E análises detalhadas são importante! Não apenas porque permitem que os titulares de contas avaliem o efeito de seus conteúdos com mais precisão, mas especialmente porque a falta de análises sofisticadas tornou indiretamente algumas contas mais vulneráveis a serem invadidas.

Diversas ferramentas de terceiros surgiram oferecendo os tipos de análises detalhadas que o Instagram não oferecia.

Contudo, hackers passaram a falsificar muitos desses sites. Assim, ao oferecer análises mais detalhadas, o Instagram será capaz de fornecer uma alternativa para esses serviços às vezes duvidosos.

Com essa atualização, o objetivo da nova ferramenta é dar aos influenciadores e celebridades mais controle sobre sua experiênciano aplicativo, da mesma forma que o Twitter fez com os usuários verificados. Isso demonstra que agora o foco da plataforma está voltado para esse público.

E esse esforço deve fazer com que o Instagram se torne uma plataforma mais atraente para esse público, além de armá-lo para competir com o Snapchat.

Ashley Yuki, gerente de produto do Instagram observa que os criadores são “uma parte importante de nossa comunidade”.

E continua: “Queremos ter certeza de que o Instagram é o melhor lugar e o lugar mais fácil para construir comunidades de fãs e também construir marcas pessoais de criadores”.

Se você quer saber mais sobre o Instagram e sobre como ele poder ser útil em sua estratégia de marketing digital, baixa nosso Ebook Marketing no Instagram e esteja um passo à frente dos demais.

Como montar uma planilha de controle financeiro que organize seu orçamento

Como montar uma planilha de controle financeiro que organize seu orçamento

Uma planilha de controle financeiro é indispensável para quem deseja fazer um uso mais inteligente do dinheiro. Saiba como montar uma!

Você sabe quais despesas geram os maiores gastos em cada mês? Sabe quanto dinheiro sobraria se você conseguisse evitar certos gastos impulsivos? Tem ideia de qual é valor médio de despesas recorrentes como água, eletricidade, internet e telefone?

Essas são algumas perguntas que apenas quem tem um orçamento bem organizado é capaz de responder com precisão. Para quem deseja acompanhar os gastosreduzir custos e fazer um uso mais inteligente do dinheiro, esse é um passo fundamental — e que exige bastante disciplina.

Por isso, neste post vamos mostrar como montar uma planilha de controle financeiro, que serve tanto para objetivos pessoais quanto profissionais. Continue conosco, prepare o seu editor de planilhas preferido e entenda todos os campos que ela vai precisar.

Modelo de Planilha para Controle Financeiro

Receba um template para começar a organizar sua vida financeira!


Estruture a planilha

Não existe uma forma correta de montar uma planilha de controle financeiro. O importante é que seja possível mapear as suas receitas e despesas, e manipular esses dados para saber exatamente o destino que o seu dinheiro está tomando.

Então, o essencial é que seja possível incluir cada um dos custos e ganhos, atentando para que haja um campo para data do lançamento, outro para a descrição, mais um para a categoria e outro contendo o valor.

Se preferir, separe esses lançamentos em guias, criando uma para cada mês. Outra opção é criar uma guia para todos os lançamentos e outra com o balanço mensal, calculado com base nos dados da primeira.

Esses são os campos básicos, mas uma planilha avançada precisará de mais dados, como veremos ao longo deste texto.

Crie categorias de fácil compreensão

Existe a opção de criar categorias bastante detalhadas, mas o mais recomendável é manter a sua planilha simples e evitar perdas de tempo para decidir se um lançamento diz respeito à categoria X ou à categoria Y.

Sendo assim, o ideal é encontrar um equilíbrio para que as categorias não sejam nem gerais, nem muito específicas.

Por exemplo: ao lançar despesas referentes a algum setor da empresa, você poderia separar por “descrição da despesa”, “valor”, “colaborador responsável”, “data”, “fornecedor” etc.

Quer ter uma base de quais categorias usar? Confira nesta lista de sugestão!

Receitas:

  • contribuições;
  • empréstimos;
  • rendimentos;
  • lucro;
  • outros.

Despesas:

  • alimentação;
  • compras;
  • despesas fixas e serviços;
  • dívidas;
  • doações;
  • treinamentos;
  • impostos e taxas;
  • investimentos;
  • brindes;
  • transporte;
  • outros.

Separe os lançamentos em contas distintas

Para manter a planilha ainda mais organizada, é fundamental separar as entradas por contas diferentes, como no caso de indicar que o dinheiro saiu de determinada conta bancária, de um cofre ou até mesmo da própria carteira.

Aqui, nos referimos a “conta” de maneira genérica, o que também poderia ser adaptado para meio de pagamento, como “dinheiro”, “débito na conta” e “cartão de crédito”.

Aliás, o cartão de crédito é um excelente motivo para separar as entradas na planilha por contas. Isso porque poderíamos cometer a má prática de incluir a fatura do cartão como uma despesa única, sendo que dentro dela provavelmente haverá uma série de compras individuais.

É incluindo essas despesas, item a item, que você terá uma visão mais precisa das suas finanças e tomará ações concretas para otimizar o orçamento.

Controle os seus investimentos

Se quiser elevar a sua planilha para um outro nível, crie uma guia para acompanhar em quais aplicações o seu dinheiro está, seja em renda fixa (Tesouro Direto, CDB, LCI, LCA, LC etc.), seja em renda variável (ações, opções, fundos imobiliários, fundos de ações etc.). Isso é essencial para ter uma boa noção do patrimônio que você tem acumulado em aplicações.

Aliás, esse controle tem enorme importância na gestão do seu fundo de emergência, uma reserva de recursos que diversos especialistas em finanças recomendam criar.

Ela deve ter um valor de 6 a 12 meses do custo mensal aplicado em investimentos conservadores de resgate relativamente rápido, como o Tesouro Selic.

A finalidade é ter um fundo de ativos que poderão ser utilizados em situações de imprevistos, sem precisar se endividar ao recorrer a empréstimos ou financiamentos.

Reparou que nas nossas sugestões de categorias, entre os itens da parte de receitas estava “rendimentos”? Ele será extremamente útil para um controle maior sobre o retorno dos seus investimentos.

A ideia é incluir na planilha qualquer renda que entre como juros ganhos no vencimento de uma aplicaçãodividendos recebidos de ações na bolsa, aluguel de um imóvel que pertença a sua empresa, entre outros.

Estabeleça metas

Outro conjunto de dados interessante para incluir na planilha são suas metas. Reforma do espaço, investimento em novas tecnologias, ampliação da equipe, treinamentos etc. Todos seus sonhos de consumo devem entrar aqui.

Em seguida, é recomendável que você priorize essas metas de acordo com o prazo. Uma boa classificação seria em “curto”, “médio” e “longo” prazo.

Essas definições variam, mas considerar desejos de até 1 ano como de curto prazo, de até 5 anos como de médio prazo e acima de 10 anos como de longo prazo já vai funcionar bem.

Então, estabeleça datas para cada um desses objetivos, de modo a saber em quais você vai precisar focar no momento. Além disso, colocar uma data limite vai ajudar você a se comprometer a alcançar aquele propósito, sem contar que é uma maneira de manter um acompanhamento de suas conquistas.

Tenha atenção apenas para fazer uma revisão das metas de tempos em tempos. Quando fazemos um planejamento muito para o futuro, precisamos considerar que não há como prever o que acontecerá no caminho.

Logo, é comum fazermos ajustes de direção conforme mudamos nossos momentos de vida, situação financeira e interesses.

Permita que a planilha ajude no seu planejamento

Vejamos agora como utilizar a planilha para gerar relatórios que ajudem a tomar ações concretas em relação ao dinheiro.

Evitando o endividamento

Uma das principais consequências de uma falta de organização financeira é não saber se o total de gastos supera o total de receitas durante o mês. Com o uso descontrolado do cartão de crédito, por exemplo, fica fácil estourar o orçamento e entrar em dívidas.

Logo, a planilha pode ser de enorme ajuda para que você compreenda melhor os hábitos de consumo e não gaste um dinheiro que não tem. Dessa forma, evita fazer despesas que saiam do limite, sobretudo aquelas que crescem com o tempo, como os juros do cheque especial.

Encontrando situações de descontrole

Outra informação que a planilha de controle financeiro vai dará é a média de gastos mensais. É claro que isso requer um certo tempo alimentando o arquivo apropriadamente, até que você tenha dados referentes a alguns meses.

À medida que perceber que o orçamento saiu muito da média, é um sinal de alerta de que algo está fora do esperado. Portanto, investigue a origem daquele gasto extra e procure entender se ele poderia ser evitado, afinal, temos que ter em mente que imprevistos também acontecem.

Desenvolvendo sua capacidade de economizar

Identificar os gastos dispensáveis é uma excelente alternativa para saber como é possível economizar. Para se ter uma ideia, ao visualizar a quantia gasta com supérfluos ao passar dos meses, é mais fácil conscientizar-se dos gastos evitáveis.

Assim, com a devida disciplina e autocontrole, evitará tomar determinadas decisões de compra que deixem-na mais longe de um sonho ou de um bom investimento.

Obtendo os gastos em cada categoria

Outra forma de reduzir as despesas, e que pode ser utilizada com o item anterior, é a análise de qual categoria tem os maiores gastos ao longo do mês. Com isso, você pode criar ações de mitiguem essas despesas e gerem menos impacto para o financeiro da empresa.

Os custos com serviços, por exemplo, costumam ser significativos para a empresa. Ao avaliar o foco dessas despesas, você pode identificar, por exemplo, que sua empresa tem equipamentos antigos que consomem muita energia elétrica.

Nesse caso, vale cogitar a substituição desses equipamentos por versões mais modernas.

Avaliando a qualidade dos investimentos

Detalhar os rendimentos dos seus investimentos permite enxergar com clareza quais foram as suas melhores escolhas em termos da taxa de retorno. Assim, você evita aplicações que tiveram uma rentabilidade muito baixa e tenta fazer aportes em opções mais rentáveis.

Sabendo da sua lucratividade, é possível descobrir o desempenho dos seus investimentos de modo geral ao longo do ano.

Então, você pode estudar mais sobre as possibilidades do mercado financeiro e se desenvolver como um investidor cada vez mais qualificado, buscando percentuais mais interessantes ano a ano.

Com todas essas dicas, você já tem o que é necessário para organizar o orçamento, com informações relevantes para auxiliar nas decisões que envolvem dinheiro.

Agora que já tem o conhecimento de como montar uma planilha de controle financeiro, não se esqueça de manter por perto as fórmulas e atalhos do Excel para qualquer adaptação que tenha que fazer.

Gostou do post? Queria mais orientações de finanças, mas com o foco em empresas? Então veja como montar seu orçamento empresarial em 7 etapas!

Potencializar vendas na internet: 7 dicas para você alavancar seu e-commerce

Potencializar vendas na internet: 7 dicas para você alavancar seu e-commerce

Potencializar as vendas na internet é o desejo de todo empreendedor atuante no mercado digital. Em um ambiente tão competitivo, é fundamental adotar práticas eficientes. Saiba como potencializar suas vendas!

Você traçou sua estratégia, lidou com questões logísticas, disponibilizou o produto na internet e agora espera que o público faça sua parte: compre bastante.

Quem dera as coisas fossem fáceis assim, não é mesmo? Porém, sabemos que, além de você, diversos outros empreendedores nutrem as mesmas expectativas.

Em um cenário extremamente mutável e competitivo, como é o marketing digital, se destacar não é uma tarefa fácil, mas é completamente possível.

Uma marca que trabalha efetivamente para consolidar sua presença online e está sempre de olho nas tendências do mercado tem boas chances de potencializar vendas na internet.

Pensando nisso, elaboramos este artigo com 7 dicas essenciais para você aumentar o volume de vendas online do seu negócio. Confira!

1. Tenha uma persona atualizada

Pense na persona como a idealização do cliente perfeito para seus produtos.

A criação desses perfis facilita que as campanhas e ações da marca sejam direcionadas para o público mais propenso a percorrer todo o processo de compra.

Dessa maneira, você diminui os custos com anúncios irrelevantes e tem uma base para pensar em estratégias de marketing mais certeiras.

Achou parecido com o conceito de público-alvo? A semelhança de fato existe, mas a persona é uma abordagem mais específica.

Além dos dados demográficos (profissão, idade, sexo, cidade etc.), o perfil de uma buyer persona adiciona particularidades de sua personalidade, problemas que tem que lidar, hobbies e outras características pertinentes.

Apesar de contar com definições um pouco intuitivas, a criação da persona deve ter com uma base de estudos. Por isso, o levantamento de dados sobre consumidores e clientes em potencial é fundamental.

Por fim, lembre-se de manter a persona atualizada. Para tanto, observe a mudança de comportamento de consumidores e a flutuação de tendências no mercado

2 . Busque o primeiro lugar no ranqueamento do Google

Logo acima mencionamos a jornada de compra do consumidor. Você provavelmente lembra de sua primeira etapa, não é? Trata-se do momento em que a pessoa desconfia que tem um problema e busca pela solução para resolvê-lo.

Agora, aonde essa solução será buscada? Em um país onde mais de 65% da população está ligada à internet, não é difícil deduzir a resposta: sites de busca.

Portanto, quando o consumidor realiza a busca em motores como o Google, você vai querer se certificar de que seu site estará entre os primeiros resultados.

Afinal, cerca de 75% dos usuários nunca clicam em conteúdos que não sejam exibidos na primeira página da busca.

Então, como escalar o ranking do Google e figurar nas primeiras colocações? Essa é a questão que mantém os profissionais de marketing digital ocupados nos últimos anos.

Não há — e, provavelmente, nunca haverá — uma resposta definitiva, mas existem técnicas muito eficientes para buscar esse objetivo.

SEO

SEO — Search Engine Optimization — é um conjunto de técnicas utilizadas para otimizar páginas da web, visando melhorar o ranqueamento no Google e gerar autoridade para a marca.

A abordagem só é possível graças ao algoritmo do Google que rastreia e classifica todas as páginas baseando em sua relevância para o usuário que realizou a busca.

Para utilizar o SEO a seu favor é importante adotar algumas práticas dentro e fora do seu website. O uso de palavras-chave pertinentes a sua persona, por exemplo, é essencial para que o seu conteúdo esteja entre os resultados apresentados.

Além disso, a qualidade e tamanho do material também exerce influência direta em sua classificação.

SEO para E-commerce

Marketing de conteúdo

O marketing de conteúdo já é consolidado como uma das abordagens de marketing mais utilizadas no mercado.

A Content Trends 2018 revela que 73% das empresas que investem no cenário digital trabalham com o marketing de conteúdo.

Esse método tem como base a criação de material de qualidade e com relevância para a persona.

Por meio desse conteúdo, o seu público é atraído para a sua página, e lá você tem a oportunidade de educá-lo sobre suas necessidades e, eventualmente, apresentar seu produto como solução.

Call to action

O CTA (Call to action) é a chamada para ação. Sua importância para o marketing de conteúdo é tremenda, pois trata-se da chamada que incentiva a audiência a realizar alguma ação, como baixar algum material rico, entrar em contato com a empresa ou, até mesmo, conhecer um produto da sua marca.

Então, utilizar CTAs que convertam é fundamental para potencializar suas vendas na internet.

Ele pode vir, por exemplo, em formato de texto ou botão. O importante é que tenha apelo para solicitar a ação imediata de sua audiência.

O tipo de CTA utilizado depende do objetivo de sua estratégia e das características do seu público.

Para o aumento do número de vendas, uma boa ideia é incluir um botão que leve diretamente para a página de conversão.

3 . Pratique o retargeting

Derivado da palavra target, que traduzida do inglês significa alvo, o retargeting é uma estratégia de marketing digital.

O método visa atingir pessoas que, previamente, se interessaram pelo seu produto. Sua aplicação prática geralmente se dá pela inserção de anúncios em pontos estratégicos das páginas da web.

A princípio, a estratégia pode parecer similar com o uso de uma ferramenta de gerenciamento de Ads.

Seu diferencial, porém, é que todos os anúncios serão exibidos apenas para usuários que já visitaram o site, demonstrando interesse em comprar os produtos. Assim, a probabilidade de conversão é muito maior.

Remarketing

O remarketing é uma estratégia com muitas semelhanças ao retargeting, não apenas no nome. Por isso, costuma causar alguma confusão. Aqui, o foco ainda é atingir quem já mostrou interesse no seu produto, mas a comunicação é feita principalmente por e-mail.

É possível segmentar o envio de e-mails por listas, diferenciando os indivíduos que já realizaram compras, os que apenas visitaram o site e aqueles que abandonaram um carrinho antes do checkout.

As mensagens podem avisar sobre promoções, novos produtos ou, até mesmo, dar lembretes sobre compras não finalizadas.

4 . Invista na experiência do usuário

Imagine que você está visitando uma loja física onde todos os produtos estão bagunçados, tornando difícil a missão de encontrar o que você procura.

Além disso, a temperatura não é agradável, os atendentes são despreparados e, para piorar, a fila é gigantesca.

Você provavelmente consideraria essa uma experiência desagradável e hesitaria antes de retornar ao estabelecimento, concorda?

O mesmo vale para lojas virtuais. Obviamente o cenário é diferente, mas o conceito de experiência do consumidor é tão ou mais importante.

Isso porque a facilidade ofertada pelo uso da internet faz com que, ao notar qualquer coisa que o incomode, o cliente possa rapidamente fechar a janela e buscar outra loja online.

Por isso, certifique-se de que a experiência do usuário é a melhor possível. Seu site deve contar com produtos bem especificados, informações organizadas e possibilitar uma navegação rápida e eficiente.

O ideal é que todas as informações do site possam ser acessadas com no máximo três cliques.

Tenha um site responsivo

Mais de 44% das compras realizadas em e-commerce são feitas com o uso de um smartphone. Sabendo disso, fica clara a importância de contar com um site responsivo.

A responsividade de um site diz respeito à facilidade que ele tem em se adequar aos diferentes formatos de tela e dispositivos.

Dada a importância que os aparelhos móveis têm para a realização de compras online, criar páginas que não facilitem seu uso é uma das maneiras mais eficientes de espantar um cliente.

Por isso, ao lançar seu site, tenha certeza que ele pode ser usado efetivamente em todos os formatos possíveis.

Simplifique o processo de checkout

Outro fator essencial para potencializar vendas na internet é a otimização do processo de checkout.

Uma página de checkout bem organizada facilita o pagamento e permite que a conclusão da compra seja feita rapidamente, diminuindo o risco de abandono de carrinhos. Quanto mais formas de pagamento disponíveis, melhor.

5 . Passe confiança no momento do checkout

Por falar em checkout, sabia que a maioria dos visitantes de uma loja online não concluem esse processo? Isso porque 97% dos consumidores afirmam já ter abandonado a compra depois de selecionar itens. Um dos motivos para a alta taxa do abandono de carrinhos é a falta de confiança que os atinge na hora do checkout.

Evitar isso não é difícil. Certifique-se de que as informações referentes à sua empresa, como formas de contato e localização, estejam disponíveis para o cliente.

Além disso, incluir um sistema de atendimento por chat na página de checkout pode ajudar a passar credibilidade e resolver dúvidas de última hora. Confira outras dicas para aumentar a credibilidade do procedimento:

  • mantenha um certificado SSL atualizado;
  • exiba selos de segurança no campo de visão do usuário;
  • deixe clara a sua política de privacidade;
  • explique o que é o código de segurança do cartão;
  • para consumidores internacionais, explique taxas e tarifas.

Inclua depoimentos de compradores satisfeitos

Reserve um espaço no seu site para exibir os testemunhos de clientes satisfeitos. Muitas pessoas que desistem no meio do processo de compra o fazem por falta de confiança.

Ao ler relatos de pessoas que já passaram pela mesma experiência e terminaram satisfeitos, o caminho natural é que o consumidor aumente a confiança em relação à loja.

6 . Aposte nas redes sociais

Já não é novidade a capacidade que as redes sociais têm em potencializar as vendas na internet. Isso porque, ainda de acordo com a Content Trends 2018, 85,4% dos pesquisados utilizam as redes sociais como canal para encontrar conteúdos e informações.

Muito provavelmente sua persona também está por lá. Por isso, a inclusão das redes sociais em sua estratégia de marketing pode ser muito frutífera.

Para isso, mais uma vez, é essencial conhecer a fundo as características de sua persona. Qual rede social ela usa mais ativamente? Qual tipo de conteúdo costuma causar maior engajamento?

Observar a atuação da concorrência em redes como o Facebook e Instagram é uma ótima forma de obter esses insights e desenvolver sua própria estratégia.

A atuação de uma empresa em redes sociais vem ganhando cada vez mais possibilidades.

Funcionalidades como o Business Profile do Instagram e a ferramenta de anúncios do Facebook permitem a segmentação de público e lançamento de anúncios direcionados.

Ademais, é possível monitorar o andamento de cada campanha e tomar medidas para sua potencialização.

7 . Dê valor ao e-mail marketing

Algumas pessoas insistem em dizer que o uso de e-mails está defasado. Isso certamente não é verdade quando o assunto é potencializar vendas na internet.

O e-mail marketing segue como uma das estratégias consideradas mais eficientes para engajar, educar e se relacionar com clientes. Afinal, juntamente ao uso de mecanismos de busca, a consulta de e-mails é a principal atividade de usuários online.

A estratégia de e-mail marketing deve ser definida com base nas particularidades de sua persona.

Procure entender quais são os dias e horários que ela está mais disposta a checar tais mensagens, assim como o tipo de conteúdo que mais chama sua atenção.

Lembre-se, o e-mail não deve ser limitado a ofertas, mas também trazer conteúdos relacionados e educativos.

Para o uso eficiente do e-mail marketing, algumas práticas devem ser adotadas. O processo de teste A/B, por exemplo, busca entender o formato mais bem-aceito pelos destinatários.

Assim, são enviadas mensagens com diferenças marcantes, a fim de determinar qual foi mais bem-sucedida. Entender as preferências de seus contatos é determinante para o sucesso da estratégia.

Potencializar vendas na internet não é uma tarefa fácil, mas completamente alcançável se as técnicas certas forem utilizadas. Lembre-se que o marketing digital é um mercado extremamente competitivo, por isso, todo detalhe conta.

Entenda bem a sua persona, invista em seu engajamento e foque em produzir a melhor experiência de compra possível. Assim, o caminho natural é observar um crescimento significativo na conversão de vendas.

E então, pronto para colocar as dicas em prática e potencializar suas vendas na internet? Baixe nosso e-book para se aprofundar ainda mais nas estratégias de conteúdo para lojas virtuais!

Estratégias de conteúdo para lojas virtuais
15 melhores ideias de empreendedorismo para 2019

15 melhores ideias de empreendedorismo para 2019

Deixar de ser funcionário para ser empresário. Cada vez mais, essa busca aumenta, e isso tem gerado uma nova onda de empreendedorismo no Brasil. Muitos querem começar esse movimento, mas têm dúvidas sobre qual área a seguir, afinal, há oportunidades para muitos negócios.

Por que continuar trabalhando para alguém se você pode ter seu próprio negócio? Esse é um pensamento em crescimento no Brasil, especialmente pelo atual momento econômico, que é complicado.

O número de jovens de 18 a 35 anos que deu esse primeiro passo aumentou para 57% em 2017. Entretanto, há uma questão que ainda gera dúvidas: boas ideias de empreendedorismo!

Não há restrições na hora de abrir um negócio próprio, só que é preciso avaliar algumas questões. Investimentos, mercado, o trabalho no cotidiano e as possibilidades de lucro — tudo isso deve ser cuidadosamente estudado, já que o sucesso do empreendimento depende diretamente desses detalhes. Há muitas ótimas ideias que podem ser avaliadas!

Neste post, você verá alguns empreendimentos que têm dado ótimos resultados em diferentes regiões, para públicos específicos e com uma boa amplitude de produtos e serviços. A seguir, conheça as 15 melhores ideias de empreendedorismo para 2019!

1. Barbearia

Os homens têm desconstruindo a ideia de que os cuidados com a aparência são coisa de mulher. Um espaço que tem ajudado nisso são as barbearias.

Com cada vez mais serviços, elas também têm pensado em criar ambientes receptivos e agradáveis, que ofereçam mais do que somente um corte de cabelo, mas toda uma experiência e a sensação de um clube.

Um dos primeiros investimentos é um espaço, próprio ou alugado. Há também os equipamentos profissionais e os produtos. Pensando em um negócio eficiente e de destaque, mas pequeno, é preciso começar com um capital de cerca de R$ 10 mil.

Também é importante contar com, pelo menos, mais um profissional, se for possível. Esse pode ser o início de um negócio de muito sucesso!

2. Canil

Esqueça aquela ideia antiga de um canil para cães abandonados. Essa não é uma das ideias de empreendedorismo que vamos apresentar. Os canis funcionam como creches, ou até mesmo hotéis para cachorros.

Eles podem ficar lá durante uma viagem dos donos, enquanto um dos cães da casa está no cio, ou em uma série de outras ocasiões. Para isso, a oferta é de um serviço específico, com uma área adequada e profissionais capacitados e que saibam lidar com cachorros.

O investimento inicial não precisa ser muito grande, contando apenas com equipamentos específicos para os cuidados, um bom espaço e um volume inicial de ração e água.

Cerca de R$ 8 mil deve ser o suficiente para o negócio começar a andar e, então, o capital de giro sustentar as operações. Com uma boa divulgação e um trabalho dedicado, as chances de o negócio crescer são muito grandes!

3. Passeadores de cães

Ainda na área de pets, uma empresa de passeadores de cães é uma ótima alternativa. Muito comum nos EUA, em um mercado que lucrou US$ 1 bilhão em 2018, a ideia tem chegado no Brasil com sucesso.

São pessoas que criam negócios próprios e se responsabilizam por buscar cachorros em vizinhanças e levá-los na rua. Esse é um hábito muito importante para os animais, mas a falta de tempo impede que alguns donos consigam fazer.

O mais interessante é que o investimento é muito pequeno. Sendo assim, quem tem experiência no trato com cães e tem interesse no negócio, precisa investir cerca de apenas R$ 1 mil, que se dará com publicidade e divulgação do serviço. Uma das melhores ideias de empreendedorismo!

4. Loja de bijuterias

Acessórios compõem um ótimo mercado, sempre com espaço para empreendedores com boas ideias. As bijuterias são baratas, bonitas e oferecem a possibilidade de mais opções para quem gosta, ou seja, para cada look, há um item diferente!

Já deu para perceber como pode ser vantajoso ser um revendedor, certo? Com uma boa estratégia de marketing, divulgando o trabalho nas redes sociais, essa pode ser uma chance de ter sucesso! Você pode escolher dois formatos de negócio:

  • em um espaço físico, o que demandaria um investimento maior, de cerca de R$ 5 mil para receber os cliente;
  • vender por um e-commerce e pelo Instagram, opção para a qual R$ 2 mil seria o suficiente.

Basta decidir pela melhor forma de operação, trabalhar na divulgação e colher bons resultados.

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5. Infoprodutos

Com o crescimento do mercado digital, os infoprodutos ganharam maior destaque.

Infoprodutos são materiais de informação — gratuitos ou pagos — distribuídos no ambiente online.

Com a crescente de estratégias de marketing digital, você já pode imaginar sua popularidade e importância nos dias atuais. Os infoprodutos são focados, em sua maioria, em cursos online e EAD.

Os principais tipos de infoproduto são ebooks, audiobooks, videoaulas, podcasts, kits. Já os assuntos mais buscados de infoprodutos são: alimentação e bem-estar, carreira, negócios, desenvolvimento pessoal.

Para colocar esse tipo de empreendimento em prática você precisará de um computador e ferramentas de edição (de texto, áudio ou vídeo, dependendo do formato que escolher). Um valor inicial de R$ 1 mil já se faz suficiente.

6. Serviços contábeis

Muito importantes, os serviços contábeis nem sempre têm o devido valor, pelo menos, até a malha fina pegar empresas ou pessoas físicas. Para profissionais qualificados, é fundamental se colocar no mercado para oferecer seu trabalho, muito além da época do Imposto de Renda.

Um dos segredos é saber divulgar seu trabalho, posicionando seus serviços como fundamentais e mostrando quais podem ser a consequências de não contar com o suporte de um contador.

Seu trabalho pode ser até mesmo em regime home office, o que gera apenas o custo com computador e equipamentos, caso você não tenha. O investimento inicial pode ir de R$ 1 mil a 5 mil.

7. Manutenção de bens

Oficinas mecânicas, serviços de jardinagem, conserto de eletrônicos, reforma de imóveis e muitos outros.

trabalho de manutenção é fundamental em diversos segmentos, e é possível ter uma empresa lucrativa quando você encontra o nicho certo dentro da sua localidade. Sempre haverá alguém precisando desse tipo de trabalho.

Tudo que é necessário, inicialmente, é ter conhecimento amplo e técnico em determinada área que resulte em serviços de manutenção. Assim, invista em divulgação do trabalho, sempre pensando na sua persona. Entre espaço físico para atender seus clientes e equipamentos para o trabalho, você deverá investir cerca de R$ 10 mil.

8. Comidas saudáveis congeladas

A alimentação saudável tem dado espaço para ótimas ideias de empreendedorismo nos últimos anos.

Refeições fit, veganas ou simplesmente mais leves são a busca de quem trabalha e não tem tempo para cozinhar. Para atender a essa demanda, as comidas congeladas são fundamentais! Sem conservantes, elas mantêm o sabor e as propriedades saudáveis.

Para aproveitar essa oportunidade, é necessário ter uma cozinha industrial, ainda mais se a procura for alta. De início, pode ser necessário um orçamento de cerca de R$ 20 mil.

E não se esqueça: um trabalho de marketing é fundamental para alcançar as pessoas que têm interesse nesses produtos!

9. Moda plus size

A aceitação é um passo importante para pessoas acima do peso, e a moda plus size é uma forma de dar a essas pessoas a possibilidade de se sentirem bonitas sem a necessidade de se enquadrar em padrões.

São roupas em tamanhos maiores que, geralmente, não existem em lojas mais tradicionais.

Se você é designer de moda, pode trabalhar em suas próprias peças, ou apenas revender. Essa quebra de conceitos e padrões é crescente, e o resultado disso é um mercado pronto para ser explorado. O investimento inicial gira em torno de R$ 5 mil a 10 mil.

10. Produtos para barba

Do mesmo modo que as barbearias crescem, os cuidados mais cotidianos também conquistam os homens. As linhas de cuidados com a barba fazem sucesso e são fundamentais para cuidar dos pelos do rosto.

Desde a limpeza até a hidratação dos fios, um barbudo precisa ter tudo em casa! Esse mercado não se limita aos cosméticos: há pentes, necessaires e itens que reforçam o orgulho de ser barbudo, como canecas e camisetas.

Um revendedor pode conseguir bons lucros, bastando que saiba divulgar o seu empreendimento. Um orçamento inicial de R$ 5 mil pode ser o ideal.

11. Itens sustentáveis

Já há algum tempo, a sustentabilidade é um tópico importante ao redor do mundo, e isso também impacta o consumo e os itens que a sociedade usa. Um bom exemplo são os canudos de plástico, já proibidos em diversas regiões do Brasil. Por que não dedicar um empreendimento para produzir esses itens?

Apesar de ser um mercado que requer conhecimento mais técnico, também é um segmento que concentra ótimas oportunidades de negócio.

É possível ter bons lucros e ainda ajudar o mundo a se tornar um lugar melhor para as futuras gerações. Para viabilizar a iniciativa, pode ser necessário um investimento de R$ 10 mil a 20 mil.

12. Blog de assuntos específicos

Os blogs nunca deixaram de estar em alta, mas, nos últimos tempos, eles engajam muito mais. Depois de aprender como criar um blogvocê pode falar sobre o assunto que melhor domina: moda, alimentação, esportes, filmes, séries e o que mais quiser.

Essa é uma das ideias de empreendimentos com menor custo, mas que pode ter um bom retorno. Essa lucratividade costuma vir por meio de publicidade. Se o seu conteúdo é bom e tem acessos, empresas com produtos e serviços relacionados aos temas que você aborda vão querer anunciar.

Isso aumenta a autoridade do seu blog e ainda torna você uma personalidade respeitada, o que abre outras oportunidades de negócio. Para começar, basta ter uma conexão com a internet e um computador!

mini checklist de blog

13. Soluções digitais para empresas

A era da transformação digital já está entre nós, e uma série de serviços já estão adaptados: delivery de alimentos, marketing, sistemas empresariais e muitas outras alternativas.

Nesse mercado, você pode oferecer o desenvolvimento de softwares e aplicativos ou trabalhar com soluções de marketing digital. Não necessariamente é preciso um espaço físico, o que reduz os investimentos. Com divulgação, por exemplo, o orçamento gira em torno de R$ 2 mil para começar.

14. Varejista de moda streetwear

O mercado de streetwear passa por um verdadeiro “boom”! Roupas, tênis e acessórios — tudo dentro de um conceito iniciado nos EUA e popularizado no Brasil ao longo dos anos.

As inspirações do skate, do grafite e do rap são o ponto de partida para gerar esse mercado que vende bastante.

Você pode ter a sua própria marca ou ser um revendedor. Para ambos, é preciso ter estudo, conhecimento e vivência dessa cultura, além de um capital inicial de cerca de R$ 5 mil a R$ 10 mil.

15. Foodtrucks

Os foodtrucks estão por toda parte, e você encontra todo tipo de cozinha, desde cervejas artesanais até os hambúrgueres! Basta ter talento com a culinária, encontrar um ponto adequado e regularizar a situação do seu trailer junto à prefeitura local. É certeza de sucesso!

Nesse procedimento, pode ser que seu custo seja um pouco alto se você não tem o carro adequado. Caso tenha, entre equipamentos e documentação, seu custo pode ser de R$ 30 mil a R$ 40 mil, mas o lucro promete ser bastante alto.

Boas ideias de empreendedorismo estão em todo lugar! Encontre uma na qual você veja futuro e tenha preparo suficiente para fazê-la decolar. Essa é a sua chance de trabalhar para si próprio e conseguir a tão sonhada solidez financeira.

Fique mais um pouco com a gente! Aproveite o assunto e entenda como calcular o orçamento do seu negócio!

Google Instant Apps

O que é Google Instant Apps e como ele mudou a forma de armazenamento em Androids

Se você ainda não conhece o Google Instant Apps, saiba que está perdendo uma boa oportunidade de aproveitar melhor os recursos dos aplicativos, sem prejudicar a memória do seu aparelho celular.

É difícil encontrar alguém que não tenha um problema com isso, certo? Começamos a baixar este e aquele app e, quando vemos, estamos com dificuldades no celular. Além da falta de espaço, não é raro o aparelho ficar mais lento, prejudicando outras funções.

O Google Instant Apps foi lançado em 2016, mas podemos dizer que 2018 foi um ano chave para a sua consolidação, principalmente em função da liberação do recurso para os jogos.

Confira nosso artigo! Vamos explicar como isso funciona, o que você precisa fazer e indicar também as vantagens para os desenvolvedores!

O que é Google Instant Apps?

O Google Instant Apps é uma solução tecnológica criada pelo Google para facilitar o acesso aos aplicativos disponíveis para o sistema Android.

Nesse primeiro momento, ao viabilizar a visualização instantânea dos apps, a ferramenta funciona como uma espécie de teste. O usuário tem como entender as principais funcionalidades antes de baixar o app.

Mas não se trata de uma versão “demo”. Ele consegue, via navegador, ter acesso às experiências oferecidas pelo aplicativo.

A proposta é que, a partir dessa possibilidade, os usuários possam aproveitar melhor os recursos, sem precisar fazer a instalação no celular.

Isso é possível porque os desenvolvedores podem disponibilizar, por exemplo, partes de seu app.

Por que o Google Instant Apps é importante?

Para se ter ideia da importância do Google Instant Apps, o seu lançamento é considerado um marco na evolução dos apps. E a resposta do público foi excelente: desde o lançamento da versão Beta, em 2016, o recurso já reúne mais de 500 milhões de usuários.

Essa informação foi divulgada pelo Google, que apresentou a novidade ao mercado em 2016 e tem liberado a opção do Instant Apps de forma gradativa nos países no qual atua. No Brasil, o recurso está disponível na Play Store desde 2017.

Entre os seus benefícios, destaca-se o fato de o usuário ter à disposição a velocidade de um app desenvolvido para web, mas com design e diversos outros recursos dos apps nativos.

Estamos falando de mais facilidades para o usuário, e da geração de novas oportunidades para as empresas, que podem desenvolver diversos tipos de soluções para os seus clientes.

Como funciona o recurso?

Entendido o conceito, vamos ver como é possível explorar os recursos dessa ferramenta.

Usuários

Primeiramente, é importante compreender a experiência do usuário.

O app instantâneo será iniciado apenas quando o internauta clicar para abri-lo. O serviço é gratuito e, se não quiser mais acessá-lo, basta alterar as configurações na loja.

Para fazer alterações, siga esses passos:

  1. abra o app Configurações no seu aparelho celular ou outro dispositivo;
  2. acesse o Google e, em seguida, o Instant Apps;
  3. mova o botão de opção para ativar ou desativar os apps instantâneos.

Detalhe: se a opção não aparecer, isso quer dizer que os apps ainda não estão disponíveis no seu aparelho.

Outra informação importante o usuário: o uso dos apps dependem da qualidade da sua conexão à internet, porque é preciso estar online para fazer uso do recurso (na maioria dos casos).

Desenvolvedores

No caso dos desenvolvedores, segundo informações divulgadas pelo Google, é importante lembrar que não se trata de um novo aplicativo. São usados os mesmos códigos-fonte para a versão instantânea.

A proposta é que seja um complemento para o aplicativo e não que haja uma substituição definitiva.

Não é obrigatório oferecer essa opção para o usuário, então, depende da decisão da empresa.

Assim que liberada a visualização do aplicativo via módulos, o processo geralmente leva um dia para ser implementado.

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Quais as vantagens para o usuário?

Listamos a seguir algumas das principais vantagens do Google Instant Apps. Confira!

Liberação de espaço

A falta de espaço para armazenamento de dados é um dos pontos negativos dos aplicativos. Os usuários muitas vezes resistem a fazer a instalação porque não querem perder espaço nos seus dispositivos.

O desenvolvimento de serviços nas nuvens tem ajudado a melhorar essa questão, mas nem sempre é a melhor solução ter um app web.

Essa é uma das vantagens do Google Instant Apps. O usuário tem como aproveitar os recursos principais dos aplicativos sem fazer a instalação no aparelho.

Do ponto de vista dos desenvolvedores, a ferramenta também permite que a empresa direcione melhor os recursos para as necessidades específicas do seu cliente. Por exemplo, uma rede de fast food pode oferecer um instant app para quem faz uma busca de localização.

Assim, estamos falando não apenas de liberar mais espaço, mas de oferecer um produto mais customizado, que atenda às demandas do público.

Em termos de navegação, ela é similar à de uma página na web. Ou seja, ao fechar a janela, o usuário não está mais logado no app.

Uma dúvida recorrente é sobre o uso off-line. Tudo vai depender do tipo de funcionalidade oferecida. Mas sim, em alguns casos é possível usar o app mesmo sem estar conectado à internet.

Mais usuários

Com as facilidades oferecidas aos usuários, os desenvolvedores viram de imediato um aumento no número de adesões aos aplicativos.

Resultados divulgados pelo Google mostram que os resultados foram bastante positivos nessa frente.

Além da questão do armazenamento, importante para os usuários que têm dificuldades para fazer esse tipo de manutenção, tem pesado a possibilidade de se conhecer melhor os recursos antes da instalação.

Essa é uma situação bem comum: a pessoa fica sabendo de um aplicativo, gosta das funcionalidades, mas acaba não dando sequência à instalação.

Com a possibilidade de usar os recursos, pode embasar melhor a sua decisão de fazer o download.

Isso vale tanto para os aplicativos pagos, como para os gratuitos.

Mais facilidades

Nos materiais de divulgação do Google Instant Apps, um dos aspectos que têm sido destacados pelo Google é a oportunidade de se aproveitar melhor os recursos dos aplicativos.

O Vimeo, por exemplo, registrou um aumento de 130% na duração das sessões dos usuários depois da possibilidade de visualização instantânea.

Ainda no quesito facilidades, destaca-se a questão do compartilhamento. A pessoa consegue enviar um link e o acesso acontece pelo app, mesmo se a pessoa não tiver o aplicativo instalado no seu dispositivo.

Mais jogos à disposição

Para quem gosta de um jogo no celular, o Google Instant Apps é uma excelente opção.

O número de usuários que baixa jogos tem crescido bastante e, nesse caso, nada melhor do que conseguir fazer um teste antes, correto?

Visando a esse público, o Instant Gameplay tem aumentado o volume de games disponíveis nesse formato. A proposta é que o usuário, se achar que este é o caso, faça a instalação depois de experimentar os produtos.

Recursos customizados

O próprio Google tem defendido que o desenvolvimento dos apps instantâneos visa promover a difusão do uso de aplicativos, criando um ambiente mais propício para essas soluções.

Com a possibilidade de oferta dos apps por meio de módulos específicos, a proposta é oferecer o app certo, no melhor momento possível. Daí a necessidade de ter algo que possa ser acessado com facilidade pelo usuário.

Vislumbra-se, dessa forma, uma evolução para essa área, na qual poderemos ter à disposição milhares de aplicativos, mas sem o ônus de ter que guardá-los nos nossos dispositivos móveis.

E não estamos nos referindo apenas à questão do espaço de armazenamento, mas também a própria organização dos arquivos, que pode ficar complicada quando temos um alto número de opções.

Como será a evolução?

Lançado em 2016 em versão beta, o Google Instant Apps já evoluiu bastante nos últimos anos. Isso significa que o Google tem investido para promover os aprimoramentos necessários.

Um aspecto positivo tem sido a resposta dos usuários e, claro, dos desenvolvedores. Os testes da ferramenta foram feitos por empresas importantes e elas têm aprovado a experiência.

O NY Times Crossword, por exemplo, informou recentemente que incrementou em duas vezes o tempo da sessão após o lançamento da versão Instant App do aplicativo nativo.

Uma prova da importância que o Google tem conferido à ferramenta foi a inclusão, em março de 2018, da opção de jogos.

Foi anunciado, ainda, o aumento da capacidade de 4 Megas para 10 Megas para as versões do Google Instant Apps. Essa foi uma mudança importante, até para que os desenvolvedores consigam oferecer experiências mais completas para os usuários.

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O guia completo do Google Search Console

Entenda o que é mídia programática e como usar dessa estratégia

Mídia programática: saiba o que é e como usar essa estratégia

A automação do marketing não é bem uma novidade, até porque está inserida no contexto da transformação digital, que tem impactado inúmeras atividades cotidianas da nossa sociedade.

É nessa linha que devemos enxergar a mídia programática: estamos nos referindo à compra automática de espaços publicitários.

Neste post vamos ajudá-lo a entender como isso é feito e, principalmente, os benefícios que são obtidos pelos anunciantes que optam por esse caminho. Acompanhe!

O que é mídia programática?

Começando com uma definição bem simples, o que diferencia a mídia programática dos modelos tradicionais é o fato de a compra de espaços publicitários acontecer por meio das plataformas tecnológicas.

Na prática, então, estamos nos referindo à automação do processo de compra de mídia, o que implica no uso de soluções digitais para chegar aos melhores resultados em termos de otimização.

Detalhe: esse tipo de formato nasceu, claro, para atender às demandas das plataformas digitais, mas hoje se estende também para os chamados meios offline.

Em mercados mais maduros, como o dos Estados Unidos, ela tem avançado de forma significativa nos últimos anos. Para se ter uma ideia, dados da E-marketer mostram que, em 2018, cerca de 80% das vendas de anúncios digitais foram feitas por meio desse sistema.

Se no início dessa história o grande atrativo era a questão do custo, hoje isso mudou. Interessa, principalmente, o emprego dos recursos digitais para refinar a segmentação usada nas campanhas. Ou seja, o que tem sustentado o crescimento da mídia programática em todo o mundo é a eficiência, baseada na precisão da programação e na qualidade da entrega.

Vamos entender melhor como isso funciona no próximo tópico. Confira!

Como ela funciona?

Para entender o funcionamento da mídia programática, o primeiro aspecto a ser considerado é que ela demanda o envolvimento de diferentes tipos de empresas.

Assim, embora tenha uma mecânica simples, ela torna-se mais complexa do que o modelo tradicional, porque traz novos players para o negócio.

Além disso, é preciso considerar a mudança na forma de pagamento da mídia. Ela não acontece por meio de preços fechados para determinados horários ou faixas de programação, e, sim, a partir dos leilões.

Mas como isso funciona? Simples: a compra e a venda de mídia é realizada a partir de plataformas específicas, nas quais os chamados publishers inserem o seu inventário (é assim que chamamos os espaços publicitários disponíveis para comercialização).

Trata-se, então, de um processo automático, uma vez que as empresas interessadas em anunciar nesses canais de comunicação farão as consultas e o fechamento da compra por meio dos sistemas, praticamente sem precisar da interferência humana no processo.

É óbvio que, como ocorre em todo processo de automação de marketing, ainda precisamos de muita inteligência humana atuando, principalmente para o direcionamento estratégico da campanha.

Todo o processo de execução, porém, é feito automaticamente e com o uso de softwares altamente eficientes para realizar a seleção do público-alvo e a entrega dos anúncios.

Quem é quem na mídia programática?

Para você ter uma noção dos termos mais importantes da área, listamos abaixo os mais usados.

DSP (Demand Side Platform)

São as plataformas empregadas para a compra de mídia em tempo real. É por meio delas que o anunciante pesquisa nas Ad Exchanges, por exemplo.

SSP (Supply Side Platform/Sell Side Platform)

É por meio das SSPs que é feita a venda do inventário. São nessas plataformas que os publishers oferecem o inventário disponível.

DMP (Data Management Platform)

São as plataformas responsáveis pelo monitoramento dos usuários. Eles fazem isso a partir da inserção de cookies e, a partir daí, têm condições de fazer entregas mais segmentadas, de acordo com os interesses daquela marca.

Ad Exchange

Podemos pensar nas ad exchanges como uma espécie de marketplace de publishers. Ou seja, elas reúnem os inventários de diversos tipos de sites interessados em comercializar espaços publicitários em suas páginas. As negociações ocorrem em tempo real (RTB), por isso o uso do termo “bolsa de anúncios”.

Trading Desk

Nesse caso, estamos nos referindo a operações especializadas na compra via DSP. São agências que trabalham como uma mesa de operação, procurando otimizar os investimentos e promover a entrega de outros tipos de serviços.

Quais ferramentas utilizar nessa área?

Veja, a seguir, informações de duas ferramentas que podem ajudar quem está iniciando sua jornada na mídia programática:

  • Criteo: no Brasil desde 2011, a operação francesa é uma das principais para retargeting. Destaca-se, especialmente, em função do ROI. Ou seja, otimiza o retorno do investimento feito nesse tipo de campanha.
  • AdRoll: a especialidade dela é a mesma: retargeting. Mas tem um diferencial importante: ela é uma das parceiras oficiais do Facebook para a realização de campanhas desse tipo.

Quais as vantagens da mídia programática?

Principalmente no começo das atividades de mídia programática, qualquer um responderia rapidamente que o principal benefício seria o baixo custo dos anúncios.

Se pensarmos que a mídia geralmente tem um peso grande no orçamento do marketing, entendemos que esse foi um apelo importante para facilitar o emprego desses sistemas por parte do mercado.

Com o amadurecimento do mercado, o foco mudou para outras frentes. Vamos ver quais são:

Eficiência

A eficiência da mídia programática é um dos seus diferenciais, e não ocorre por acaso: está baseada na possibilidade de o anunciante chegar ao público de interesse da marca de forma mais certeira, com baixo índice de dispersão.

E, nesse caso, o mérito é da tecnologia: ela ajuda bastante na seleção do público e também no monitoramento dos resultados. Em outras palavras, temos uma mídia mais técnica, baseada em dados, o que permite refinar as estratégias de segmentação.

Maior precisão

Um bom trabalho de segmentação não é importante apenas para a mídia paga, mas para todas as atividades relacionadas ao marketing digital, certo?

E ela se torna cada vez mais importante, uma vez que assistimos nos últimos anos à multiplicação no número de usuários e de players na internet.

Além de uma seleção mais cuidadosa sobre quem vai ter a oportunidade de ver o anúncio (que fica por conta da tecnologia), para ter sucesso nessa área é importante atentar para a qualidade da mensagem.

Como ocorre no modelo tradicional, o trabalho da mídia é fundamental para proporcionar o contato, porém, a conversão depende de outros fatores, como a força criativa do anúncio.

Uma dica importante, no quesito criação, é estudar bem o tipo de CTA que fará parte do banner, por exemplo. Além de atrair o anunciante, lembre-se de que o direcionamento é fundamental para a mensuração dos resultados.

primeiros passos no marketing digital

Monitoramento

Esta é uma vantagem importante: todos os processos são devidamente monitorados, então, o anunciante tem maior precisão para aferir o que aconteceu com cada campanha.

Mais do que simplesmente mensurar, o monitoramento é vital para a realização dos ajustes. E, como a compra ocorre em tempo real, não é preciso esperar para mudar a programação. O anunciante consegue, assim, redirecionar suas iniciativas para obter melhores resultados.

Custo

Ainda que o valor do anúncio não deva ser considerado essencial para definir o uso da mídia programática, existe, sim, uma vantagem nesse quesito.

Primeiro, porque na maior parte dos casos estamos falando da realização de leilões, e não de preços fechados. Além disso, pesa nessa questão o volume de inserções. Sem falar que é comum vincular o pagamento à exibição.

Retargeting

Citamos em vários momentos a eficiência da mídia programática, mas vamos enfatizar isso lembrando da importância das ações de retargeting a partir do uso desse sistema.

O uso dessa estratégia tem se intensificado, justamente por causa do alto ROI. E, nesse caso, não faz muito sentido abrir mão da mídia programática, correto? Se a proposta é exibir o anúncio para quem já entrou em contato com a marca, por que abrir mão de soluções tecnológicas que garantem mais precisão à abordagem do anunciante?

Mídia programática: mais eficiência para o marketing

Os especialistas têm alertado para a necessidade de tornar o trabalho da área de marketing cada vez mais técnico. Não faria sentido deixar a mídia fora desse contexto, daí a relevância conquistada pela mídia programática.

No início houve certa resistência do mercado, mas hoje, já se reconhece que a necessidade de aprimorar a execução das tarefas de mídia passa por esse processo de automatização.

Em um primeiro momento parece complicado lidar com tantos sistemas diferentes, mas um está ligado ao outro e, na maioria das vezes, nem é preciso se deter tanto às questões técnicas. Como tem sido comum nessa área, as plataformas são intuitivas, e é possível aprender as noções básicas.

Como vimos, a mecânica da compra da mídia programática não é complicada: anunciantes e publishers conectam-se via plataformas para fazer a compra e a venda de mídia, num ambiente mais seguro.

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