Renato Mesquita

Especialista em Marketing.

Especialista em Marketing.
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o que é marketing

O que é Marketing: tudo que você precisa saber sobre o assunto

(Este é o primeiro áudio deste conteúdo, no qual abordamos a definição e a história do Marketing)

Áudio 2: Conceitos e tipos de Marketing

Áudio 2: Estratégia de Marketing na prática

Você sabe o que é Marketing?

Se esta foi a principal dúvida que te trouxe até aqui, posso dizer que você encontrou o lugar certo.

Neste artigo vamos explicar o conceito, quais os principais tipos de marketing que existem e diversas outras informações para você entender como começar.

Se você já um profissional de marketing ou está num nível mais avançado, este artigo provavelmente não é para você! Fique à vontade de utilizar nossa busca para encontrar conteúdo mais avançado!

Neste post, você aprenderá:

Agora vou te explicar detalhadamente o que é este conceito e outros detalhes muito interessantes sobre o assunto!

Conceito: o que é marketing?

O primeiro passo para começarmos a compreender o que é Marketing é definir o conceito.

Marketing é uma palavra proveniente da língua inglesa, apesar de estar intrínseca à cultura mundial.

Em inglês, market significa mercado e Marketing pode ser traduzido como mercadologia, um estudo das causas, objetivos e resultados que são gerados através das diferentes formas como nós lidamos com o mercado.

Marketing é a ciência e a arte de explorar, criar e entregar valor para satisfazer as necessidades de um mercado-alvo com lucro. Marketing identifica necessidades e desejos não realizados. Ele define, mede e quantifica o tamanho do mercado identificado e o potencial de lucro.

Philip Kotler – Marketing Management

Segundo o American Marketing Association, a definição do termo é a seguinte: “O Marketing é uma atividade, conjunto de instituições e processos para criar, comunicar, entregar e trocar ofertas que tenham valor para os consumidores, clientes, parceiros e sociedade em geral.”

Ou seja, o Marketing é uma série de estratégias, técnicas e práticas que tem o principal objetivo de agregar valor às determinadas marcas ou produtos a fim de atribuir uma maior importância das mesmas para um determinado público-alvo, os consumidores.

Se engana quem acredita que o Marketing tem apenas como o objetivo vender algo.

Este conceito se aprofunda em tudo que envolve este processo, bem como a produção, logística, comercialização e pós-venda do produto/serviço.

Origem do Marketing

Por mais que seja um campo de pesquisa e conhecimento relativamente novo, o marketing está presente nas nossas vidas a muito, muito tempo.

Grande parte dos estudiosos diz que o marketing na forma como o conhecemos teve origem no início dos anos 1900, mas a própria definição do conceito diz que: “… marketing envolve a identificação e a satisfação das necessidades humanas e sociais.”.

Bem, todos nós temos necessidades e a humanidade as tem bem antes de 1900, certo? Segundo os estudiosos, as transações evoluíram, desde a Antiguidade até o século XIX, tomando a forma que conhecemos hoje.

O marketing como campo de estudo apareceu quando a concorrência entre empresas começou a ficar acirrada e mercadólogos passaram a criar teorias sobre como atrair seu público e aumentar suas vendas.

O pensamento na época era “vender a qualquer custo”.

Essa ideia começou a ganhar mais força próximo do final da Segunda Guerra Mundial, em 1945, quando os EUA estavam se recuperando de uma crise econômica e as indústrias precisavam vender mais, a qualquer custo.

A palavra marketing é derivada do latim “mercare”, que se referia ao ato de comercializar na Roma Antiga. Logo, se tornou o símbolo de incrementar os esforços para aumentar as vendas.

Bom, para falar bem a verdade, no começo de tudo as táticas de marketing eram baseadas em mentiras e truques para enganar o consumidor.

Ainda bem que evoluímos até o inbound marketing, não é? P.T. Barnum era o grande mentor dessas práticas, através do seu livro The art of money getting.

Grande parte das desconfianças com os profissionais de marketing vem das práticas sugeridas nesse livro. Muito obrigado, P.T!

Os primeiros estudiosos e o surgimento do marketing como área do conhecimento

Para evoluir e deixar de ser um punhado de práticas para dissuadir o público, estudiosos passaram a desenvolver e testar métodos de marketing mais eficientes, principalmente a partir dos anos 40.

Walter Scott realiza um brilhante estudo sobre o uso da psicologia na propaganda, mostrando como o incentivo ao comportamento humano esperado leva ao consumo e como essa é uma ferramenta útil para as empresas.

Bartels, Polanyi e Peter Drucker passam a estudar o marketing “puro” mais a fundo, tornando-o uma forma de pensamento prático, mas que para muitos era considerado subjetivo, quase uma “arte”.

Bem, quanto a isso podemos ter algumas dúvidas, mas quando Drucker lança seu livro “A prática da administração”, os empresários e investidores passam a considerar o marketing como um investimento à ser considerado.

Atualmente as linhas de pensamento do marketing tradicional são lideradas por Kotler e Keller, através do famoso “Administração de marketing”, com sua primeira edição de 1967.

Ele trata a linha de pensamento como algo voltado para o consumidor, onde as empresas não devem pensar apenas em vender e lucrar, mas em conhecer o público e criar campanhas que conversem com ele.

A história do Marketing

homem estudando

Definir de maneira precisa quando foi que o Marketing surgiu é praticamente impossível, já que essa é uma atividade tão antiga quanto as primeiras trocas e vendas realizadas pelas antigas civilizações.

Naquela época já eram utilizadas as estratégias de Marketing que hoje conhecemos, com características não tão bem definidas, mas bem semelhantes.

A forma de comunicar-se com o objetivo de mostrar o valor de seu produto ou serviço para seus consumidores com o intuito de concluir uma venda parece básico demais, mas isso é o marketing.

Hoje em dia é fácil identificar quais marcas e empresas trabalham seu Marketing de maneira exemplar e quais precisam se dedicar mais.

Atualmente, o Marketing se tornou algo tão essencial para qualquer processo de compra que as empresas que não fazem isso de uma boa maneira são praticamente desprezadas.

Linha do tempo do Marketing

Breve linha do tempo da história do Marketing e tudo que envolve a atividade, inclusive uma de suas principais ferramentas, a publicidade.

  • O início de tudo: como dissemos, estipular uma data específica para o início do Marketing é praticamente impossível. Mas listaremos como as primeiras interações entre pessoas com o interesse de venda e compra.
  • 1450: A invenção de Johannes Gutenberg, a primeira máquina de impressão com o tipo mecânico móvel deu início a Revolução da Imprensa e também contribuiu bastante para o desenvolvimento do Marketing.
  • 1730: As primeiras revistas começaram a ser impressas e anúncios puderam ser veiculados em suas páginas assim como nos jornais.
  • 1839: A popularização dos pôsteres nas ruas auxiliou a viralização de algumas publicidades.
  • 1867: Outdoors começaram a ser utilizados e a era dos enormes anúncios se iniciou.
  • 1920 a 1949: A era de ouro do rádio trouxe benefícios para diversos tipos de publicidade. Durante esse período a televisão e telefones também começaram a ser utilizados na veiculação de anúncios.
  • 1950 a 1972: Televisores ultrapassam a relevância de rádios, revistas e jornais e se tornam a principal forma de anúncio da época. Telemarketing surge como uma prática comum de anúncios.
  • 1973 a 1994: A era digital começa a surgir e mostrar seu verdadeiro potencial. Novas maneiras e fazer marketing, publicidade e vender produtos se tornaram o alvo dos marketeiros da época.
  • 1981 a 1984: Os primeiros microcomputadores são produzidos e começam a ser comercializados para os lares americanos.
  • 1990 a 1994: Popularização dos telefones celulares que haviam sido inventados em 1973. Modelos menores e com mais funcionalidades agradam o público e crescem espantosamente.
  • 1990 a 1998: A televisão ultrapassa os jornais e os canais de TV paga passam a arrecadar cada vez mais com a publicidade em seus comerciais.
  • 1995 a 2002: Boom da tecnologia, internet, mobile e e-mail.
  • 1995 a 1997: Search Marketing se inicia logo com os primeiros motores de busca como Ask.com. Serviços que auxiliam os usuários a encontrar as informações e produtos que eles desejavam. Em apenas 2 anos houve um crescimento de 54 milhões de usuários de motores de busca no mundo. Durante esse período o termo SEO (Search Engine Optimization) começou a ser utilizado.
  • 1998: Evolução dos motores de busca chega a um novo patamar com o surgimento de Google e MSN. Além disso, a era dos blogs se inicia e em um ano mais de 50 milhões de blogs são criados.
  • 2000: Surgimento do Inbound Marketing e uma nova era de compartilhamento de informações, design e aproximação do cliente se inicia e ele se torna o centro das atenções. Agora o objetivo não é anunciar como um louco, as empresas criam valor em suas marcas e mostram isso para seus consumidores através da educação.
  • 2003 à 2004: Redes sociais mais influentes de nossa era surgem e começam a se consolidar: LinkedIn e Facebook. Em 2006 surge o Twitter.
  • 2007: Mobile passa a ser levado em consideração por empresas de diversos nichos.
  • 2010: E-mail marketing ganha força e passa a ser utilizado de maneira mais pessoal, evitando spams.

A Hubspot produziu um infográfico completíssimo sobre a linha do tempo do Marketing, vale a pena conferir!

A evolução do conceito de marketing

1950

“A prática da administração” de Drucker dá os primeiros passos para a difusão do marketing, onde ele é tratado como uma força para vender mais através de processos que envolviam o consumidor, atraindo a atenção de administradores e empresários.

1960

Em 1967 Philip Kotler lança a primeira edição de “Administração de marketing”, precedido pelo “pai” do Marketing Theodore Levitt com o artigo “Miopia em marketing”.

A partir daí, artigos científicos, pesquisas e dados relevantes passaram a ser publicados e difundidos, as estratégias de marketing foram estudadas mais seriamente e o mercado passou a utilizar cada vez mais essas técnicas. Kotler deu a definição usada até hoje do marketing onde ele “… é um processo social onde as pessoas adquirem algo que desejam, através da […] negociação de produtos e serviços […]”.

1970

O marketing passou a ser obrigatório para as empresas.

Grandes marcas possuíam escritórios internos que trabalhavam em contato constante as agências de publicidade da Madson Avenue, os conhecidos Mad Men. Governos, organizações civis e religiosas passam a utilizar as estratégias de marketing adaptando-as às suas necessidades.

A ideia de “vender a qualquer custo” é espelhada por “satisfação em primeiro lugar”.

1980

Os anos 80 são os anos do modismo.

Gurus de marketing aparecem com teorias seu teor científico, mas levando o marketing as massas. Com isso, passou a ser uma preocupação de empresas de todos os tamanhos e em todos os seus departamentos.

Em meio a esse boom, grandes autores de marketing ficaram no esquecimento, como Al Ries que fez a primeira definição de posicionamento de marca e Jay Conrad Levinson, o primeiro a falar sobre marketing de guerrilha.

1990

A tecnologia chega nos anos 90 trazendo o CRMcustomer relationship management – e as lojas virtuais.

Os avanços tornaram possível a gestão de relacionamento com clientes em larga escala. Além de criar uma via de comunicação que tem sido altamente difundida com os anos.

A personalização de marca virou obrigação e o marketing passou a ser focado para a sociedade, com o foco em ações e causas sociais.

2000

00′ é o ano do mobile, internet a cabo, viralização, crossmedia, e-commerce e redes sociais.

É o primeiro exemplo de poder do cliente, desde as primeiras ideias do marketing nos anos 50. A maneira como as empresas ofertavam, comunicavam e distribuíam seus produtos mudou completamente, principalmente com o e-commerce.

Aqui, a mídia espontânea e as interações sociais começam a tomar espaço da propaganda tradicional, o que mudou a forma de se fazer marketing e comunicação.

2010

Período em que a transformação digital começa a tomar forma.

Marketing de busca (SEO/SEM), inbound marketing, marketing de relacionamento, marketing de conteúdo.

Apesar de alguns já aparecerem antes, em 2010 se tem o crescimento de formas de marketing focadas em como o consumidor se comporta e se relaciona com a empresa e o produto/serviço.

A ideia aqui é inserir a marca no dia a dia das pessoas, esquecendo o marketing intrusivo e investindo em relacionamento.

Search Engine Marketing

O marketing de busca aparece com a tendência para os próximos anos, juntando conteúdo (marketing de conteúdo / SEO), com os buscadores (Google) e marketing nos buscadores (SEM).

Os três trabalham em conjunto – sem esquecer das outras formas de Marketing Digital – e a tendência é haver uma evolução natural, como ocorreu da década de 50 até agora.

CTA Marketing Digital


 

(Se você clicou para começar a ouvir por aqui, é porque já sabe os conceitos básicos de Marketing)

Os quatro P’s do Marketing

mix de marketing

Também conhecido como Marketing Mix ou Composto de Marketing, este são as variáveis que ditarão e influenciarão na maneira como suas estratégias devem ser montadas e também atuaram na forma como o mercado responde às suas investidas.

Agora conheça as características dos quatro P’s: Preço, Praça, Produto e Promoção.

  • Preço: Ponto bem autoexplicativo. Referente ao valor e como será cobrado do cliente o seu produto. Além da definição do valor, outros pontos como a maneira que será cobrada e outras estratégias voltadas ao pagamento são abordadas.
  • Praça: Refere-se ao local seu produto será comercializado. Este ponto pode ser um pouco confuso quando analisamos o contexto de um e-commerce, já que está situado na internet e pode ser entregue para qualquer lugar do mundo (dependendo da logística de cada negócio).
  • Produto: Este ponto é importante pois deixa claro quais são as características do produto ou serviço que sua empresa está disponibilizando no mercado. Também ajuda a defini-lo e molda-lo.
  • Promoção: Simples, este último ponto refere-se às estratégias que serão utilizadas para a divulgação do produto ou serviço. É onde entra a publicidade.

4 P's do marketing

É importante entender que, apesar de muito importante, o marketing mix é somente um modelo para se conseguir classificar melhor as atividades do marketing, mas não pode nunca limitá-las.

Hoje em dia com os vários avanços tecnológicos, principalmente a Internet, existem vários cenários em que os 4Ps do marketing já não se encaixam perfeitamente.

Um bom profissional de marketing deve entender como eles funcionam para poder extrair seus princípios e aplicar a outros cenários.
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O que é então a Administração de Marketing?

O que difere o estudo do marketing para a publicidade e propaganda e o que esses cursos superiores ou técnicos ensinam, é que a publicidade e propaganda vai preparar o material que melhor vai comunicar com o público da marca.

Eles serão os responsáveis por criar o projeto, o conceito e a peça. Seja ela um folder, uma peça do marketing digital ou até mesmo uma propaganda.

A administração de marketing atua antes e depois dessa criação acontecer. Os profissionais responsáveis por essa área devem entender o consumidor, o que ele quer, o que ele precisa, como o produto está adequado a isso.

Depois deve entender qual é o perfil desse público e como chegar até ele. E isso engloba tudo: desde a persona até a linguagem.

Cabe a ele também, mapear qual o canal que vai distribuir aquela peça. Televisão? Jornal? Internet? Lojas de departamento? Conveniência? Não importa. Importa mesmo aonde o público está e como ele consome a informação.

Ai sim os profissionais da criação poderão pegar essas informações e pensar como atingir o público determinado.

Após esse processo, a distribuição deve ser feita.

E não para por ai. Uma das coisas mais importantes em qualquer estratégia é mensurar os resultados e medir a eficiência e eficácia daquele projeto. É importante ter KPIs bem definidos do que se espera atingir com a comunicação.

Se os resultados foram esperados ou melhores do que o esperado, significa que tivemos sucesso. Se ela não performou como pensado está na hora de passar etapa por etapa, não para culpar alguém, mas para ver onde foi o erro e consertar para a próxima campanha.

Se pensarmos em uma palavra que poderia definir o que é essa tal de administração de marketing, podemos falar: estratégia. Sem estratégia, sem saber onde estamos, para onde queremos ir e como chegaremos lá, os esforços não são focados e terão garantia de resultados.

Também são atribuições da área:

  • Desenvolver planos de marketing;
  • Identificar oportunidades de crescimento da área;
  • Desenvolver a melhorar comunicação de forma a fortalecer a marca;
  • Desenvolver as melhores ofertas para o mercado consumidor;
  • Comunicar o valor que deve ser entregue pelo produto/serviço;
  • Mensurar o que está sendo feito.

Para ler também os conceitos e qual o profissional indicado para fazer a Administração de Marketing, leia esse artigo.

As filosofias de administração de marketing

Ao longo dos anos diferentes objetivos para o marketing surgiram, mas qual deveria ser escolhido por cada empresa?

Os diferentes interesses envolvendo a organização, os clientes e a sociedade, trouxeram 5 orientações básicas que direcionavam os objetivos de marketing da empresa.

Elas são conhecidas como filosofias de administração de marketing e são divididas em: orientação para produção, orientação para produto, orientação para vendas, orientação para marketing e orientação para marketing holístico.

Orientação para produção

Provavelmente é um dos conceitos mais antigos.

Ele sustenta que os consumidores procuram por produtos fáceis de encontrar e de baixo custo. Portanto, as empresas procuram alta eficiência de produção, com baixos custos e distribuição em massa. É uma ideia adotada por empresas de tecnologia e commodities.

Orientação para produto

A orientação para produto sustenta que consumidores dão preferência para produtos de qualidade e desempenho superiores à média, ou que tem características inovadoras. Essa é a antítese da produção, aqui, as empresas têm foco em produzir itens de qualidade e aperfeiçoá-los ao longo do tempo.

Um novo produto não será necessariamente bem-sucedido, ele precisa ser promovido, vendo e distribuído de forma adequada.

Orientação para vendas

Aqui, as empresas partem da ideia de que os consumidores nunca compram os produtos da organização na quantidade suficiente, por vontade própria (olá consumismo!).

Assim, são criadas ofertas e promoções para que o cliente compre mais unidades, mesmo se não houver a necessidade. A ideia que reina aqui é do ex VP de marketing da Coca-Cola: vender mais coisas, para mais gente por mais dinheiro, a fim de se obter lucro.

A orientação de marketing

Essa orientação surgiu em meados dos anos 50. A ideia aqui parte da filosofia de “sentir-e-responder”.

É centrada no cliente e procura encontrar o produto certo para o consumidor e não o contrário, como é mais comum. O consumo acontece quando a empresa é mais eficaz que os concorrentes na criação, entrega e comunicação dos produtos.

Orientação para marketing holístico

O marketing holístico é quase uma evolução das outras orientações. Ele reconhece que no marketing “tudo é importante” – desde o consumidor, até os funcionários e a concorrência.

Existe uma interdependência entre o marketing e seus efeitos, as ações de uma área precisam ser coerentes com a outra e criar unidade. O marketing holístico procura harmonizar as complexidades da atividade para funcionar com algo único.

Entenda o Ciclo de vida do mercado

Nada dura para sempre – e o mesmo se aplica ao mercado.

São notáveis, de tempos em tempos, as mudanças que acontecem no mercado e nos hábitos de consumo da população. Percebemos que a evolução acontece, inevitavelmente, e que ela simboliza o fim de determinado ciclo de vida do mercado.

As empresas precisam ficar atentas aos grandes acontecimentos que influenciam na curva do mercado – questões como política, hábitos de consumo e mentalidade da população de uma determinada geração são determinantes para traçarmos boas estratégias de atuação no mercado.

O ciclo de vida compreende quatro etapas bem definidas: lançamento, crescimento, maturidade e declínio.

1. O lançamento

A fase de lançamento tem como característica a aquisição de novas competências, conquista e desenvolvimento de tecnologias diferenciadas ou outras coisas que são capazes de transformar a forma de pensar do mercado.

Um grande exemplo disso, por exemplo, são as televisões de LED. Pouco se falava desse tipo de tecnologia. De repente, o mercado começou a aprimorar os eletrônicos e transformar a forma de pensar do consumidor, mostrando os reais benefícios desse tipo de tecnologia.

As empresas que conseguem aprimorar sua produção e aperfeiçoar rapidamente cada uma dessas novas competências e tecnologias acabam conquistando vantagens competitivas consideráveis em relação aos seus concorrentes.

Os investimentos nessa fase são necessários, então a rendibilidade nesse período tende a ser baixa – mas tudo é compensando quando os reais resultados começam a aparecer.

2. O crescimento

O crescimento é a segunda fase. Naturalmente, com o aparecimento de uma nova tecnologia ou competência, o mercado começa a demandar aquele novo tipo de produto.

Nesse caso, é preciso estar preparado para as demandas do mercado.

Vamos pensar no exemplo das televisões de LED citadas anteriormente: em um primeiro momento, poucas pessoas entendiam o real benefício desse tipo de produto.

Porém, na medida em que o mercado foi sendo educado a respeito das vantagens desse novo investimento, foi crescendo a demanda por produtos como esse, aumentando consideravelmente a quantidade de consumidores e empresas que trabalham com esse tipo de tecnologia.

3. A maturidade

No momento de maturidade, o mercado já está uniforme em relação à tecnologia ou competência em questão. A concorrência já está estabilizada, e a população já consumiu esse produto no momento de “febre”.

Nesse ponto da curva, a tecnologia já está estagnada, perdendo sua atratividade, as empresas que tinham que se adequar a essa demanda já fizeram sua parte, e tudo está fixo naquele momento (provavelmente, nesse momento, em algum lugar do mundo alguém está estudando outra forma de aperfeiçoar os produtos – e o ciclo se iniciará novamente).

4. O declínio

Quando a tecnologia atinge sua maturidade e perde o atrativo para o desempenho da concorrência e empolgação do público, inicia-se o declínio.

Geralmente nessa fase conseguimos perceber uma modificação considerável na linha de evolução antes investida pelos concorrentes.

Muitas empresas desistem desse mercado e vão em busca de novas tecnologias e competências para lançar mais uma tendência – e inicia-se assim um novo ciclo.

Ciclo de vida do produto ou serviço

Também é necessário considerar que os produtos e serviços também possuem um ciclo de vida específico, com base no crescimento ou declínio do mercado consumidor daquele tipo de mercadoria.

Todos os produtos desenvolvidos pelo mercado apareceram para resolver algum problema ou aproveitar-se de oportunidades que estavam passando despercebidas no mercado.

A mesma lógica do ciclo de vida do mercado se aplica aqui: é notada uma nova demanda; empresas se esforçam para gerar os melhores produtos e serviços para garantir que o público compre aquele produto; acontece um verdadeiro barulho no mercado, onde as pessoas buscam, desesperadamente, encontrar aquele produto em questão – todos estão comprando; o mercado estagna e o produto começa a sair de linha devido ao surgimento de uma nova tecnologia.

Quer saber quanto sua empresa deve investir em marketing? Confira nossa calculadora!

A evolução do Marketing

evolução do marketing

Durante todos esses séculos de mudanças e evoluções o marketing foi feito de inúmeras maneiras diferentes.

Assumir uma forma diferente, com outra abordagem e características bem distintas umas das outras, mas sempre com o mesmo objetivo: fazer com que um consumidor interaja com sua marca e torne-se um cliente.

Pensando nisso listamos algumas das maneiras que já existiram e ainda existem de fazer marketing, mas antes disso mostraremos duas classificações que separam o marketing: Outbound Marketing e Inbound Marketing

Outbound Marketing

Seu objetivo principal é atrair o consumidor de maneira incisiva. Telemarketing, mala direta, e-mails de spam, anúncios em revistas, outdoors, pop-ups em sites e remarketing.

Todas essas maneiras de fazer o marketing tem o objetivo de mostrar sua marca e produtos antes de tudo. Apesar de efetiva, esse tipo de abordagem costuma ser cansativa para o consumidor.

Tendo em vista que ele pode se deparar com alguns anúncios em momentos importunos.

Quer aprender tudo sobre o assunto? Faça o curso de Outbound Marketing & Sales da Universidade Rock Content! É grátis!

Inbound Marketing

Técnicas desenvolvidas com o objetivo de educar e criar um relacionamento com os consumidores.

Apesar de possuir a mesma intenção de vendas, no Inbound Marketing sua marca é trabalhada de maneira diferente.

Em vez de anunciar seus produtos e preços, os marketeiros ensinam o mercado, ganham autoridade e aí sim, auxiliam os consumidores no processo de compra.

E mesmo após a venda o trabalho não é finalizado.

Os clientes continuam sendo educados e “mimados” para que eles se tornem evangelistas de sua marca. Para conhecer mais detalhes sobre essa tática, veja nosso blog específico sobre Inbound Marketing!

Apesar dessa enorme diferença entre as duas modalidades, o Outbound existe desde o início, da época mais primitiva, do Marketing.

Enquanto isso, a vertente mais amigável e saudável, o Inbound Marketing é praticado há alguns anos, mas foi recentemente que o conceito tomou força graças a Brian Halligan e Dharmesh Shah, criadores do conceito e fundadores da Hubspot.

Guia definitivo do Inbound Marketing

Alguns tipos de Marketing

Agora que você conhece a divisão que separa todos os tipos de Marketing, conheça alguns dos principais modelos que já existiram e que ainda são praticados no mundo.

Marketing Direto

Utilizando informações precisas do público-alvo como nome, telefone, endereço, interesses entre outros, são criadas mensagens diretas para esse consumidor. Os canais de contato utilizados são: e-mails, ligações, mensagens e mala direta.

Marketing Indireto

Uma maneira mais sutil de veicular sua marca ou empresa em momentos que os consumidores não estão esperando. Normalmente utilizado durante filmes, novelas, jogos e quaisquer outros momentos em que não nos deparamos com um anúncio propriamente dito.

Marketing Social

Empresas que apoiam e patrocinam grandes eventos culturais como shows, filmes e quaisquer outras causas sociais. Este tipo de Marketing gera uma imagem positiva da marca perante a população.

Endomarketing

Essa é uma estratégia de marketing voltada para ações internas nas empresas. Isso mesmo, em vez de focar no externo, ações de endomarketing tem como objetivo promover e envolver os próprios colaboradores de uma determinada organização.

Marketing Viral

Essa modalidade tem como principal característica possuir um baixo custo ou orçamento, mas que gere um alto impacto. São utilizadas maneiras não convencionais para executar as atividades de marketing.

Marketing Digital

Uma das vertentes mais atuais do Marketing que tem como seu principal canal de atuação o meio digital.

Marketing de Conteúdo

Modelo de Marketing que ganhou enorme relevância nos últimos anos. Após perceber a necessidade e importância de gerar conteúdos que sejam capazes de educar seus consumidores, empresas passaram a adotar esta tática de Inbound Marketing.

Se você tem interesse no assunto, recomendamos o curso gratuito de Marketing de Conteúdo da Universidade Rock Content! O material é gratuito e eles ainda oferecem um certificado para aqueles que forem aprovados na prova de conclusão de curso.

Marketing Pessoal

Neste tipo de marketing, podemos defini-lo como o conjunto de estratégias, aplicadas de maneira coerente e planejada, que farão com que você atribua um maior valor a sua imagem pessoal

Marketing de Relacionamento

O marketing de relacionamento nada mais é que todas as ações tomadas pela empresa como forma de criar e manter um relacionamento positivo com os seus clientes.

Além destes tipos que citamos ainda existem uma infinidade de outros tipos de marketing que surgem o tempo todo. O mercado e os consumidores sempre estão mudando e isso é um dos principais motivos que geram a necessidade de novos modelos de marketing.

Marketing de produto

O Marketing de Produto é um tipo (ou “vertente”, ou “escola”) de Marketing cujo foco é conectar produtos e pessoas.

Sua meta é encontrar os consumidores certos para um determinado produto e criar uma maneira de vendê-lo que seja interessante para estes consumidores.

Para esse trabalho, entender o perfil do comprador é indispensável.

Vamos definir as funções do Marketing de Produto em poucas palavras?

Como você pode imaginar, portanto, o Marketing de Produto é essencial quando um produto novo está sendo lançado no mercado.

Outra situação em que seu papel é crucial é quando um produto que já existe vai ser introduzido em um novo mercado, no qual os consumidores ainda não o conhecem.

Mais um uso interessante do Marketing de Produto é para testar a recepção de um pequeno grupo de consumidores a um novo lançamento, antes de liberar o produto para o público em geral.

 

(Se você clicou para começar a ouvir por aqui, é porque já sabe os conceitos básicos e os principais tipos de Marketing)

O que fazem os profissionais de marketing?

Para você ser um profissional de marketing você precisa, antes de tudo, ter uma mente analítica.

Métricas e números farão parte da sua profissão e é essencial que você tenha familiaridade com eles.

O profissional de marketing é responsável por detectar e avaliar novas oportunidades de negócios.

É sua função desenvolver um planejamento e estratégia para atrair e encantar o consumidor, propagando a mensagem e o produto de uma marca.

Ele deve sempre medir o impacto e resultados de suas ações (por isso é tão importante ter uma mente analítica), além de ser criativo e inovador para buscar por novas soluções para ações para sua empresa.

Também é papel do profissional de marketing entender a fundo seu público-alvo – só sabendo exatamente para quem ele está vendendo sua linguagem e campanhas poderá ser adaptado a esse público.

É essencial que a curiosidade faça parte de seu perfil – um bom profissional de marketing está sempre procurando por novas tendências mundiais e se mantendo atualizado com o mundo da mídia e da comunicação.

Por isso o domínio da língua inglesa e outras línguas estrangeiras é tão importante: ele precisa procurar por referências, estudos e novas ideias e fazer isso apenas em sua língua materna pode ser extremamente limitante.

Domínio de diversas ferramentas também é um grande diferencial de um profissional de marketing de qualidade.

Entender de SEO, Adwords, redes sociais e ser um mestre do Google Analytics faz com que esse profissional entenda melhor suas metas e o que fazer para atingi-las.

Não há uma fórmula perfeita para um profissional de marketing. O importante é foco, olho nas metas, determinação e conhecimento para atingir seus objetivos.

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Estratégia de Marketing: o que é e como fazer?

Alguns termos se espalham tão rapidamente que todo mundo começa a usá-los, muitas vezes sem realmente entender o que significam.

Então, quando falamos em ter uma estratégia de marketing, o que isso realmente significa?

A própria ideia de traçar uma estratégia dá uma noção de que é preciso se planejar, pensar bem antes de tomar qualquer medida prática.

Mas, uma estratégia bem-sucedida é mais do que uma preparação antecipada. Envolve também um acompanhamento durante a execução do projeto. Isso envolve:

Definir objetivos claros

Como há muitos objetivos possíveis, e várias maneiras de alcançar cada um, escolher o que você pretende alcançar com o marketing digital é o primeiro passo para uma estratégia de sucesso.

Depois de definir claramente o que se pretende alcançar, é muito mais fácil se concentrar apenas nas ações que ajudarão a empresa nisso, e ter noção de quanto tempo isso vai demorar.

Por isso, podemos dizer que uma estratégia de marketing só funciona quando tem objetivos bem definidos e compartilhados por todos na empresa.

Se comunicar de forma constante

É verdade que esse requisito é importante em qualquer setor de toda empresa, mas no que diz respeito a uma estratégia de marketing, é importante reforçar esse aspecto.

Alguns ainda caem no erro de pensar que fazer marketing significa trabalhar apenas com a inspiração e a criatividade, mas não é bem assim.

Há muitos processos e estruturas envolvidos nesse trabalho, e a boa comunicação garante que todos os profissionais façam o seu melhor a cada momento.

Seguir boas práticas

Seguir boas práticas da indústria também tem um papel importante no sucesso da sua estratégia. Mas, o que significa isso?

Especialmente quando falamos de marketing digital, tudo muda muito rápido. Então, seja qual for o assunto — desde SEO à e-mail marketing —, é preciso se manter atualizado.

Isso inclui ler blogs especializados (como esse!), investir em treinamentos e testar novas possibilidades de acordo com o que você observa ao longo da estratégia.

Fazer isso vai te ajudar a continuar relevante, mesmo que aconteçam mudanças radicais.

Analisar resultados

Como saber se a estratégia está funcionando? A única forma é por acompanhar e analisar os resultados do trabalho que está sendo feito.

No caso do marketing isso acontece por analisar o que chamamos de métricas e KPIs. Essas métricas são dados relevantes sobre pontos específicos do planejamento.

Por exemplo, é possível saber quantos novos clientes a empresa conseguiu, quanto lucro isso trouxe, entre outras informações.

Depois é só comparar isso com os objetivos definidos e ver se o negócio está no caminho certo ou não.

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5 elementos indispensáveis uma estratégia de marketing vencedora

A estratégia de cada empresa deve ser única, levando em conta o público a ser atingido, os objetivos da empresa, os recursos disponíveis e uma série de fatores.

Mas, alguns elementos são indispensáveis para qualquer marca que espera fazer do marketing digital uma arma. Veja quais são eles:

1. Personas sólidas

As personas são fundamentais para uma estratégia de marketing dar certo. Elas serão o norte de tudo o que virá depois, então errar na criação das personas seria um grande problema.

Por isso, siga os passos corretamente sem pular etapas, pense bem nas perguntas que vai fazer aos seus clientes atuais e monte uma persona sólida.

Também não se preocupe em criar personas demais. Uma ou duas (no máximo) são mais do que suficientes.

2. Bons canais de marketing

Existem muitos canais de marketing que você pode explorar, e o melhor é que não precisa escolher só um deles.

A única regra é não manter funcionando um canal que você não encara com seriedade ou que não é relevante para o seu negócio.

Podemos destacar entre os principais canais:

  • Blog: O canal mais fácil e conhecido para produzir conteúdo e ganhar credibilidade com seu público;
  • Redes sociais: Facebook, Twitter, Snapchat, Instagram, LinkedIn e outras redes são canais perfeitos para se manter próximo ao seu público;
  • Canal de vídeos: Seja uma página em seu site ou um canal no Youtube, os vídeos chegaram para ficar e são muito úteis para uma estratégia;
  • E-mail marketing: Manter uma newsletter é simples, barato e super eficiente para manter os seus fãs engajados;
  • SEO: Não se engane, o Google pode ser um importante canal de visitas para o seu site.

3. Ferramentas de qualidade

Um bom profissional precisa de boas ferramentas, certo? Com o marketing não é diferente, e o que não falta são ferramentas para te ajudar no dia a dia.

Desde bancos de imagens gratuitas a ferramentas de análise de métricas, há tanto recursos gratuitos quanto pagos que são essenciais para que as suas tarefas sejam feitas sem problemas.

Já fizemos algumas listas de ferramentas úteis para:

4. Entender o ambiente digital

Já teve a infelicidade de chegar num lugar e ver alguém se comportar de maneira completamente inapropriada?

É isso que acontece quando uma empresa resolve investir em marketing digital, mas não tira tempo para entender como funciona esse ambiente.

O resultado é deixar todos em volta — nesse caso os prospectivos fãs da marca — desconfortáveis, e causar vergonha para si.

Por entender algumas regras de conduta da internet, é possível evitar muitas dores de cabeça e garantir que os resultados não sejam prejudicados.

5. KPIs apropriados

Já falamos como os KPIs são importantes na hora de analisar os resultados da estratégia, mas é preciso escolher indicadores apropriados para medir os objetivos que você escolheu.

Existem KPIs para vendas, marketing, atendimento, SEO e tudo que for relevante para as suas metas. Basta escolher e acompanhar.

Pois é, ter uma estratégia de marketing bem montada e segui-la de perto não é opcional para quem deseja mesmo se beneficiar do poder que o marketing digital tem para os negócios.

Felizmente, você já sabe o que fazer e está pronto para começar seu planejamento!

Universidade Rock Content

Quais são os objetivos do Marketing?

Os objetivos do Marketing são:

  1. Vender mais;
  2. Fidelizar clientes;
  3. Aumentar a visibilidade de marcas, produtos e serviços;
  4. Gerenciar uma marca;
  5. Construir boas relações com consumidores e parceiros;
  6. Educar o mercado;
  7. Engajar colaboradores.

Para ler como cada objetivo desse é alcançado, leia nosso artigo completo sobre os objetivos de marketing.

Os 5 melhores livros sobre marketing

A Vaca Roxa, de Seth Godin

livros de marketing - 1

Um dos livros mais clássicos sobre marketing.

Godin fala nesse livro sobre o desafio de ser diferente da concorrência e se destacar em um mercado cada dia mais competitivo. Leitura obrigatória para os interessados em marketing.

Marketing 3.0 – As Forças Que Estão Definindo o Novo Marketing Centrado No Ser Humano, de Philip Kotler

Marketing 3.0

Kotler discorre nesse livro sobre o novo modelo de marketing, que enxerga os consumidores como seres únicos e com desejos diferentes. Confira um resumo do livro aqui.

Marketing de Permissão, de Seth Godin

livros de marketing - 6

De novo citamos Seth Godin, um dos maiores autores de marketing.

Em marketing de permissão, Godin introduz o Inbound Marketing e ensina como fazer e criar conteúdo que atraia os consumidores para sua marca. Confira um resumo do livro aqui.

Contágio – Por Que As Coisas Pegam, de Jonah Berger

Livro de marketing - Contágio

Como viralizar e ter sucesso com o público? Nesse livro, você aprenderá a ciência por trás de conteúdos extremamente populares – e como fazer algo

As 22 Leis Imutáveis do Marketing, de Al Ries e Jack Trout

As 22 Leis imutáveis do Marketing

Segundo os autores, existem 22 leis do marketing não podem nunca ser quebradas sem que você comprometa seu planejamento. Confira um resumo do livro aqui.

Filmes sobre marketing: 0s 5 filmes que todo profissional de marketing deveria ver

Obrigado por Fumar (Thank you for Smoking) – 2005

Obrigado por fumar explora a indústria do cigarro e o poder do marketing e da publicidade em influenciar os hábitos de consumo da população.

Cidadão Kane (Citizen Kane) – 1941

Um dos filmes mais clássicos do ramo, Cidadão Kane explora o poder da imprensa americana em construir mitos.

No – 2012

Um dos melhores filmes (e baseado em fatos reais) para entender o poder da propaganda e da sua mensagem, ao acompanharmos a jornada de um jovem publicitário ao tentar derrubar a ditadura no Chile

A Rede Social (The Social Network) – 2010

A rede social explora a origem e crescimento da maior rede social da atualidade, o Facebook. Essencial para entender as redes sociais.

O Lobo de Wall Street

Conta a história de Jordan Belfort, a construção da sua riqueza e sua decadência. Muito interessante para conhecer mais a fundo os detalhes mais sórdidos do mercado.

Falar sobre um tema tão amplo como o Marketing costuma não ser uma tarefa fácil.

Este pequeno artigo foi desenvolvido com o intuito de auxiliar a sua compreensão no que diz respeito ao Marketing.

Caso você tenha dúvidas, sugestões ou quaisquer comentários sobre o texto, aproveita a aba de comentários abaixo e compartilhe seus pensamentos conosco.

Quer também entender tudo sobre marketing de conteúdo? Confira nossa enciclopédia, o maior material em língua portuguesa sobre o assunto!

Quer aprofundar ainda mais seus conhecimentos? Confira alguns conteúdos ricos:

Bônus: os melhores blogs, livros e filmes para você aprender mais sobre marketing

Sabemos que, depois de tanta teoria, pode ser um pouco difícil assimilar tudo que falamos por aqui sobre marketing. E acreditamos que a prática, aliada a teoria, é uma fórmula mágica para o sucesso.

Por isso aqui vamos listar blogs, livros e filmes para você aprender muito mais sobre o assunto de uma maneira prática e objetiva.

Os 8 melhores blogs nacionais sobre marketing

Marketing de Conteúdo

O blog da Rock Content é um dos mais completos blogs sobre marketing do Brasil. A maior parte dos seus conteúdos são focados em Marketing Digital, Marketing de Conteúdo e SEO. Mas todas as vertentes do marketing são abordadas. O blog ideal para estar atualizado com o mercado e aprender com os mais completos conteúdos.

Mundo do Marketing

O Mundo do Marketing é um portal completo que analisa o mercado do marketing no Brasil. Lá você pode encontrar artigos e muita informação para todos profissionais interessados em Marketing.

Resultados Digitais

Se você está procurando resultados reais com marketing digital, o blog da Resultados Digitais é leitura obrigatória. Os posts são diretos e instrutivos e irão te ajudar muito a construir uma estratégia de marketing digital eficiente.

Ideia de Marketing

Artigos sobre design, publicidade, comunicação, branding e muito mais. O Idéia de Marketing fala sobre os mais diversos assuntos do mundo de comunicação e marketing.

Saia do Lugar

Blog essencial sobre empreendedorismo sem enrolação. O Saia do Lugar é o site para você que deseja empreender e entender melhor sobre negócios.

Viver de Blog

Blog de Henrique Carvalho, onde você vai encontrar dicas para alavancar o seu próprio blog. Henrique é referência no marketing digital.

Brainstorm 9

O Brainstorm 9 fala sobre criatividade e inspiração nas mais diversas áreas: negócios, mídias sociais, publicidade, comunicação. Um prato cheio para todo profissional de marketing.

Outbound Marketing

Blog referência em assuntos relacionados a integração de vendas com estratégias de marketing. Focado em geração de resultado no curto prazo, o blog da Outbound Marketing fala também sobre negociação, Inbound e formas criativas de gerar leads.

Os 5 melhores blogs gringos sobre marketing

Marketo

O blog da Marketo é um dos mais completos do mercado, com posts sobre mídias sociais, automação de marketing, marketing de conteúdo e email marketing.

KISSmetrics

O Kiss Metrics é focado em métricas para marketing. Lembra que falamos da importância de uma mente analítica?

Seth Godin

Seth Godin foi fundador de uma das primeiras empresas de marketing digital, a Yoyodyne, que foi comprada pelo Yahoo em 1998. É um dos gurus do marketing atual.

HubSpot

A HubSpot é uma das maiores empresas de Inbound Marketing do mundo e seu blog é um prato cheio para quem quer aprender sobre o assunto.

Mashable

Site de notícias e tendências, essencial para se manter atualizado com o que anda acontecendo no mercado.

Guia de Carreiras em Marketing

O que é sistema de informação e quais são as suas características?

O que é sistema de informação e quais são as suas características

Toda pessoa que deseja empreender tem dificuldade para gerir o negócio.

Mesmo tendo conhecimentos na área de administração e gestão financeira, é difícil aplicar a teoria na prática e as situações do dia a dia extrapolam os conhecimentos que se tem.

Então, o que fazer para ter mais eficiência e eficácia no gerenciamento da sua empresa? A dica é entender o que é sistema de informação.

Esse sistema tem como elemento fundamental a informação e, por isso, sua finalidade é tratar, armazenar e fornecer dados e informações que possam apoiar os processos e funções realizados na empresa, além de também subsidiar a tomada de decisões.

Para entender mais, siga a leitura conosco!

O que é sistema de informação?

A primeira questão a se pensar em relação a esse assunto é que o sistema de informação não está restrito a um hardware ou software.

Esse é um conceito bastante comum e que assusta algumas pessoas, mas que precisa ser desconstruído, já que esses sistemas são muito mais abrangentes.

Na verdade, o objetivo dos sistemas de informação é entender e analisar como ocorre o impacto da adoção das tecnologias de informação nos processos de decisão gerenciais e administrativos das empresas.

Por isso, como já foi afirmado, seu elemento principal é a informação, já que é isso que vai embasar as tomadas de decisão. Mas de onde surge essa informação?

Basicamente, da interação que ocorre entre procedimentos, pessoas e tecnologias, que trabalham em conjunto com os sistemas de informação para alcançar as metas definidas pela empresa.

Nesse sentido, vale destacar que o sistema é dividido em subsistemas.

Um deles é social (incluindo pessoas, informações, processos e documentos) e o outro, automatizado (composto por máquinas, redes de comunicação e computadores).

Isso demonstra que realmente as pessoas são fundamentais para essa ferramenta.

Quais são as características desse sistema?

O sistema de informação pode trabalhar com diversos elementos. Entre eles estão software, hardware, banco de dados, sistemas especialistas, sistemas de apoio à gestão etc.

Ou seja, estão inclusos todos os processos informatizados, que podem disponibilizar a informação correta e fazer a empresa funcionar de maneira adequada.

No entanto, existem algumas características inerentes a esse sistema que devem ser levadas em consideração. Veja quais são elas.

Relevância

O sistema deve gerar informações relevantes e necessárias à empresa, que devem ser geradas em tempo hábil e ser confiáveis.

Assim, essas informações têm um custo próximo ao esperado pela organização e atendem aos requisitos de gerenciamento e operação da empresa.

Integração

Deve haver uma integração entre o sistema de informação e a estrutura da empresa.

Dessa forma, é mais fácil coordenar os departamentos, setores, divisões e outros tipos de unidades organizacionais.

Além disso, esse processo de integração facilita e agiliza a tomada de decisões.

Fluxo independente

Essa característica é bastante diferenciada, porque, ao mesmo tempo em que há um fluxo de processamento de dados, que ocorre de maneira interna e externa, também há um fluxo independente dos sistemas de informação.

Ele está integrado aos subsistemas existentes e, por isso, age de forma mais rápida e com menos custo.

Controle

Não é obrigatório, mas os sistemas de informação podem conter ferramentas de controle interno, cuja finalidade é assegurar que as informações geradas são confiáveis e atuar de maneira a proteger os dados controlados.

Diretrizes

Servem para garantir que os objetivos da empresa serão atingidos de maneira objetiva, eficiente e direta.

Quais são os tipos de sistemas de informação?

Como existem diferentes tipos de informação e elas são categorizadas em nível, também há diferentes tipos de sistemas.

Cada um deles tem especificidades e particularidades, sendo voltado para o fornecimento de determinado tipo de informação.

Esses diversos tipos de sistemas trabalham de maneira integrada, atendendo a interesses empresariais diversificados. Eles atuam nos níveis estratégico, operacional, de conhecimento e tático.

Para simplificar, existem 4 sistemas de informação principais. Eles são bastante conhecidos e utilizados nas organizações do mundo todo. Veja quais são.

ERP

Os sistemas Enterprise Resource Planning (ou planejamento de recursos da empresa) são softwares que integram diferentes processos e dados da empresa, reunindo-os em apenas um local.

Dessa forma, os dados de todos os departamentos da organização são integrados e armazenados.

Os dados fornecidos pelos softwares ERP ajudam a trazer mais agilidade aos processos e permitem cumprir a produção por demanda, também chamada de just in time.

O objetivo é reduzir os estoques e até mesmo eliminá-lo, evitando os gastos com armazenamento.

Um exemplo de funcionamento do software ERP é no momento da venda de uma mercadoria.

Enquanto a venda é realizada, os departamentos de produção e de compras são automaticamente alertados.

Assim, é possível verificar se há todos os produtos ou se será necessário adquirir algo. Além disso, é possível identificar a necessidade de repor os estoques.

CRM

Os softwares Customer Relationship Management (ou gestão do relacionamento com os clientes) automatizam todas as funções relativas ao contato com os clientes, permitindo que as organizações coletem e armazenem os dados de contato, as preferências dos clientes, o histórico de compras deles etc.

Assim, a empresa pode contatar os clientes para estratégias específicas, com o objetivo principal de atender às necessidades dos consumidores de maneira antecipada.

SCM

Já os sistemas Supply Chain Management (ou gestão da cadeia de fornecimento) integram os diferentes processos relativos os fornecedores de serviços, produtos e informações.

A finalidade é criar valor para o consumidor, satisfazendo-o quando ele adquire um produto ou serviço.

Assim, esse tipo de software integra os dados relativos a fabricantes, fornecedores e pontos de venda, garantindo que os produtos sejam entregues nas quantidades necessárias e no prazo correto, evitando a falta de mercadorias e o excesso de estoque.

Assim, alcança-se um bom nível de serviço ao mesmo tempo em que os gastos são reduzidos.

É importante ressaltar que esse software é composto pelos sistemas de gestão de suprimentos e componentes, da cadeia de suprimentos, da estrutura de produto, do rastreamento de origem e uso e de controle da cadeia de suprimentos.

Dessa forma, consegue-se fazer desde a previsão de vendas, inventário e classificação de itens até reduzir o custo de manipulação e criação de peças.

SIG

Os Sistemas de Informação Gerenciais são bastante voltados para o apoio à tomada de decisões e atuam nos níveis estratégico, operacional e tático.

As informações podem ser fornecidas por meio de gráficos, planilhas ou, mais comumente, relatórios.

No caso dos relatórios, eles podem ser categorizados em 4 tipos, como você verá a seguir.

Relatórios programados

São uma das formas mais tradicionais para o fornecimento de informações. Como o próprio nome afirma, eles são programados, ou seja, são gerados de acordo com uma programação.

Alguns exemplos de relatórios programados são os de vendas por dia e por semana e as demonstrações financeiras mensais, por exemplo.

Relatórios de exceção

São gerados em situações excepcionais com a finalidade de obter informações específicas.

Por exemplo, um relatório focado na lista de inadimplentes ou um que apresente os clientes que ultrapassam o limite de crédito ofertado.

Informes e respostas por solicitação

Apresentam as informações de acordo com a solicitação do empreendedor.
Por isso, não fornecem dados específicos, mas sim uma visão geral para que o gestor possa analisar os dados rapidamente e encontrar soluções imediatas.

Relatórios em pilhas

As informações são colocadas em pilha na área de trabalho em rede do gestor ou empreendedor. Assim, ele pode acessar o relatório sempre que quiser ou precisar.

Como o sistema de informação ajuda o funcionamento da empresa?

Como vimos, os sistemas de informação possuem diferentes níveis e funcionalidades. Por isso, é evidente que esses softwares ajudam a empresa a funcionarem de maneira mais adequada.

Por meio da adoção desses sistemas, o gestor consegue reunir uma série de informações importantes, que podem impactar tanto no atendimento aos clientes quanto nos processos internos.

Além disso, a obtenção desses dados permite que o gestor ou o empreendedor analise os dados e interprete-os.

Dessa forma, as informações podem ser usadas para a tomada de decisões estratégica, controlando as informações e os dados e assegurando que a empresa esteja funcionando com o máximo de eficiência.

Com isso, o resultado é um ganho de competitividade, já que o empreendedor consegue identificar falhas e oportunidades, atendendo a demandas não sanadas e a nichos específicos de mercado e diferenciando-se da concorrência.

Considerando tudo o que foi visto neste post, podemos entender que os sistemas de informação, independentemente de seu tipo ou características, é fundamental para qualquer empresa, desde as mais pequenas até as grandes corporações.

No caso das pequenas e médias, serve como um orientador para a tomada de decisões. Para as grandes, ajuda a organizar os dados, reunir as informações e organizar as tomadas de decisões, que passam a ser mais estratégicas.

Agora que você já sabe o que é sistema de informação, que tal conhecer um pouco mais sobre o mundo da Gestão Financeira? Veja nossa planilha sobre ferramentas para marketing, vendas e gestão!

Central de ferramentas de marketing, vendas e gestão

como se tornar profissional de marketing

Saiba como se tornar o profissional de marketing digital mais desejado do mercado

O universo do marketing digital oferece uma infinidade de possibilidades para carreira de quem se interessa na área. São muitas opções de especializações para capacitar os profissionais que vão trabalhar em empresas que têm o investimento cada vez maior em digital.

Em 2013, quando eu entrei de cabeça nesse mundo fugindo do jornalismo tradicional (minha formação) a convite de um grande amigo (Obrigado, Alberto <3), a minha vida mudou.

Tudo mudou mesmo! O conteúdo não era mais só um texto. Tinha que ser otimizado para buscadores e focado em personas. O lead também não era o mesmo do jornalismo. O que antes eram partes do meu texto viraram contatos que eu precisava aprender a gerar e passar para vendas.

Resumindo, eu tive que começar do zero mesmo.

Como eu estava correndo atrás do prejuízo e contra o relógio, eu precisei me dedicar muito para começar a gerar valor. Além disso, para me sentir bem por estar fazendo um bom trabalho.

Passei por um período absurdo de evolução e aprendizado que, certamente, foram facilitados pelo mercado que resolvi me aventurar. Trabalhar com marketing digital é uma maravilha pela facilidade de aprendizado que podemos ter de forma rápida, dependendo apenas do nosso esforço.

Temos uma quantidade absurda de conteúdos gratuitos e pagos, de diferentes formatos (texto, áudio, vídeo e imagens) que acabam quase se equiparando à necessidade de uma graduação na área.

Resolvi escrever esse artigo para ajudar quem está nesse mesmo desafio que eu já estive e também para que está alguns passos além. Desenvolvimento profissional é um assunto muito importante e cada um tem sua opinião. Aqui eu vou compartilhar algumas das questões que acho relevante.

Para começar, na minha humilde opinião, o maior erro de qualquer pessoa é assumir que sabe demais.

O princípio mais importante sobre desenvolvimento profissional

Existem alguns pontos que podemos traçar para identificar o momento que você está atualmente em sua carreira.

Como bom nerd que sou, vou imaginar que estamos em um RPG e que vamos dividir o conhecimento/estágio da carreira de cada um em níveis:

  • Level 1 – Você está no início: Possivelmente ainda não tem experiência ou apenas um breve conhecimento que adquiriu por meio de estudos. Efetivamente nunca botou a mão na massa. 100% curioso e disposto a fazer o que aparecer na frente.
  • Level 2 – Você sabe uma coisa ou outra: Apesar de não ter uma vasta experiência você já gastou boas horas lendo e até mesmo botou a mão na massa para executar alguma coisa. Talvez teve uma experiência durante um estágio ou até mesmo um projeto pessoal. Aqui você tem segurança para encarar um desafio e confia mais no seu conhecimento.
  • Level 3 – Você sabe bem o que está fazendo: Nesse momento você tem segurança e tranquilidade para executar tarefas e entrar em discussões sobre seu trabalho. Seu conhecimento e experiência te permitem fazer análises relevantes e seu trabalho dificilmente é contestado.
  • Level 4 – Você é bom/foda no que faz: Aparentemente você é uma referência na sua área de atuação ou especialidade. Tem cases de sucesso de estratégia que criou e executou. Já treinou pessoas e conseguiu deixar sua marca onde trabalha ou com projetos freelancers que faz.

Para cada um desses quatro níveis é preciso um grau de comprometimento diferente para alcançar seus objetivos. Certamente alguém que está nos dois primeiros níveis precisa ralar muito mais do que quem já está um pouco mais consolidado na carreira.

Apesar disso, acredito que é nos níveis 3 e 4 que encontramos o maior número de profissionais que acreditam ter alcançado o “nirvana” de suas carreiras e que sabem muito.

Gastar algumas horas estudando, lendo e até mesmo conversando com outros profissionais da área pode parecer desnecessário. Afinal, seus conhecimentos já estão mais do que consolidados, certo?

Errado.

Os profissionais mais fantásticos que eu conheci até hoje são pessoas que, independente do nível que elas estejam, são comprometidas em sempre aprender mais.

Ponto chave: não seja arrogante ao acreditar que não existe mais nada a ser aprendido. Possivelmente você sabe muito sobre a bolha que sua área de atuação te permite ver. Lembra da infinidade de oportunidades do marketing digital? Pois é, com certeza existem novas áreas para você começar a se aventurar e se tornar um profissional mais completo!

Como identificar suas prioridades de desenvolvimento

Então, você já entendeu que vai continuar aprendendo e se desenvolvendo para sempre? Ótimo! Chegou o momento de definir por onde começar, ou quais vão ser as suas prioridades. Possivelmente essa prioridade estará ligada à sua realidade, que deve se encaixar em um dos três cenários à seguir:

  • Você já tem uma noção do que quer fazer ou qual especialidade quer seguir;
  • Você ainda não decidiu, mas já trabalha e sua rotina vai ditar seu aprendizado;
  • Você não tem ideia de nada, mas que aprender.

Se você já possui um objetivo claro de trabalhar em alguma empresa ou área de marketing, isso vai te ajudar bastante. Focar seus esforços em um canal por vez pode ser uma boa alternativa.

Na grande maioria dos casos, quem está entrando na área de marketing vai ter que fazer um pouco de tudo. Vamos nos deparar com times de marketing bem reduzidos e pouco especializados. Isso quer dizer que você vai botar a mão na massa o tempo todo e em todas as áreas de atuação do marketing. Na minha opinião, essa é a forma mais interessante de aprendizado.

Além de conseguir a oportunidade de aprender a aplicar uma estratégia completa de marketing digital, você nunca estará confortável no seu trabalho (o que garante um crescimento constante).

Agora, se você não sabe nada de marketing digital e quer aprender mesmo assim, um bom ponto de partida é o framework do T-shaped marketer

Recomendo a leitura do artigo do pessoal da Growth Tribe para entender mais sobre isso com calma.

profissionais de marketing

T-shaped Marketer Framework

Faça o download gratuito dessa planilha e avalie os seus conhecimentos em Marketing:




Esse framework define de forma bem abrangente quais são os conhecimentos necessários para um profissional de marketing de ponta. Não se desespere achando que você precisa ser especialista em tudo, mas aqui vão grandes conceitos que realmente podem fazer a diferença na sua carreira.

Como encontrar a melhor forma de aprender

Encontrar conteúdo nunca foi tão fácil. Apesar de parecer ser simples, às vezes a gente acaba se perdendo nesse ponto. Basta jogar no Google o que você precisa aprender e devorar o conteúdo que encontrar? Talvez isso realmente te ajude bastante no nível 1 e 2. Possivelmente isso não te ajudará nos níveis 3 e 4.

O conteúdo básico de quem está começando e engatinhando em alguns assuntos é bem tranquilo de encontrar.

Quanto mais avançados forem seu conhecimento e experiência (em qualquer área), mais difícil será encontrar novas referências relevantes para aprender. É nessa hora que as pessoas começam a ficar preguiçosas para buscar mais conhecimento.

Talvez você precisará gastar uma energia extra para conversar com alguém de outra empresa, gastar um dinheirinho a mais para ir num evento ou até mesmo aceitar fazer uma certificação digital/presencial.

A minha fórmula (nada secreta) para continuar aprendendo sempre é simples: invista em todos os formatos possíveis.

Existem alguns tipos de conteúdo que realmente vão te fazer enxergar as coisas de outra forma e também pegar mais informações que o comum: palestras, podcasts, entrevistas e cases de sucesso.

Já escrevi um artigo sobre as referências que eu utilizei. Caso você queira mergulhar mais nesse assunto, recomendo a leitura desse conteúdo.

A arma secreta do aprendizado

Além desses formatos, acredito que o bom e velho networking nunca falha. Aqui também vemos um erro muito comum. Expandir sua rede de contatos não está 100% ligada a conectar com as pessoas no LinkedIn ou Facebook para pedir ajuda.

Antes de pedir, ofereça ajuda.

Sou uma pessoa extremamente tímida e realmente sofro cada vez que preciso fazer uma palestra ou falar para um grande número de pessoas. Apesar disso, sempre conversei muito com pessoas de outras empresas para ajudar com estratégias de conteúdo, marketing digital ou até mesmo gestão de equipes de marketing.

Sempre ajudei sem pedir nada em troca. Sinto que vivemos numa bolha onde poucas pessoas estão realmente dispostas a ajudar umas às outras e isso é um erro na minha opinião. Apesar de nunca ter feito nada esperando algo em troca, sempre que precisei da ajuda de alguém eu fui 100% atendido.

Conecte-se, gere valor mutuamente e não espere nada em troca.

Sobre oportunidades, energia gasta e ir atrás de algo que você realmente quer

Sempre que eu converso sobre carreira e desenvolvimento me perguntam a mesma coisa: “Renato, o que você acha que foi o principal responsável por te fazer chegar tão longe em pouco tempo?”

Eu gosto de dividir essa resposta em duas partes:

1º: Nunca fiz nada esperando algo em troca. Sempre me dediquei para fazer tudo que me foi proposto e isso impactou diretamente no meu desenvolvimento. Sempre encarei os desafios que me foram propostos e os que eu mesmo me propus, da mesma forma.

Não espere nem ache que você merece receber algo em troca apenas por ter realizado uma tarefa. Faça tudo da melhor forma possível para o seu próprio bem!

Independente de ter o retorno/reconhecimento ou não, você teve a oportunidade de se desafiar além da sua zona de conforto e sempre que isso acontece nós aprendemos muito!

2º: Outro fator primordial para o meu desenvolvimento foi não acreditar que 8 horas por dia bastariam para me fazer chegar onde eu queria.

Durante minhas 40 horas semanais como qualquer CLT, eu tinha a oportunidade de botar a mão na massa, aceitar muitos desafios e realmente testar tudo que eu estava aprendendo fora das horas de trabalho.

O investimento que você faz no seu desenvolvimento está diretamente ligado ao número de horas que você gasta.

Já tive uma época de acordar às 5 da manhã para ler e escrever. Já tive época de ficar acordado até muito tarde lendo, assistindo palestra e ouvindo podcast. Já tive época de chegar muito cedo e sair muito tarde do trabalho.

Enfim, acredito que todos esses momentos devem e precisam existir caso seu objetivo não seja ser apenas mais um profissional no mercado. Meu objetivo nunca foi esse.

Se seu objetivo é grandioso, invista a energia necessária para alcançá-lo ou alguém fará isso no seu lugar.

CONTEÚDOS RECOMENDADOS
👉 Kit Marketing Digital: Primeiros Passos
👉 Guia do Inbound Marketing
👉 Marketing de Conteúdo: Primeiros Passos
👉 Enciclopédia do Marketing de Conteúdo

Duas frases motivacionais para embalar seu desenvolvimento

Sim, eu sou cafona e gosto de frases motivacionais para me animar! 😀

Existem duas frases que me deixam pensando bastante sobre continuar aprendendo e crescendo na minha carreira. Apesar de ser diretor de marketing na maior empresa de Marketing de Conteúdo da América Latina eu ainda tenho muito chão e aprendizado pela minha frente.

Sem mais delongas:

  • The wolf on the hill is not as hungry as the wolf climbing the hill
  • What got you here won’t get you there

Ambas as frases possuem um tremendo significado para continuar se desenvolvendo sempre. Independente do nível que você está e do que você já alcançou, sair da sua zona de conforto permite que você alcance sempre mais.

Para nós que trabalhamos com marketing digital isso deve ser uma rotina.

Muita coisa muda o tempo todo e se você não está disposto a evoluir sempre, você ficará para trás.

Sobre como se tornar o profissional de marketing mais desejado do mercado

Ao contrário do que você pode ter pensado, o título desse conteúdo não é para me promover. De verdade mesmo!

Acredito que todos os passos que escrevi nesse artigo podem ajudar qualquer pessoa a se tornar um profissional diferenciado. Durante qualquer processo seletivo fica claro para os entrevistadores quem são as pessoas que realmente querem crescer e fazer algo maior.

Como diretor de marketing da Rock Content esse é, quase sempre, o perfil do profissional que buscamos. Queremos pessoas que estão dispostas a aprender e evoluir constantemente. Isso é realmente diferencial no mercado.

Agora eu quero saber a sua opinião

Concorda, discorda, acha que eu viajei muito ou gostaria apenas de comentar pelo artigo?

Escreve aí embaixo o que você achou e bora conversar.

lista de emails

Guia para construir sua Lista de Emails e multiplicar os seus assinantes em pouco tempo

Sempre que falamos em geração de leads, existe uma dúvida que preocupa e tira o sono de muitos profissionais de Marketing Digital e empreendedores: como construir uma lista de emails.

Além disso, este ponto também costuma ser uma das partes onde mais pessoas têm dificuldades.

Embora não exista uma receita de bolo para criar uma lista de emails, você encontra facilmente centenas de sites com receitas milagrosas para o sucesso.

Apesar de não existir esse passo a passo perfeito que funciona para qualquer negócio, há alguns caminhos que te auxiliam a chegar ao sucesso. E é disso que vamos falar aqui.

Pensando nisso, vamos te auxiliar a compreender a importância e também como criar a sua própria lista de emails.

Confira!

Por que ter uma lista de emails?

Antes de mais nada, compreender qual é a importância disso vai nos auxiliar a te explicar como criar a sua própria lista. Afinal, de que adianta este post se você acha que o email morreu?

Segundo estudos de mercado, em 2015 o uso do email bateu recordes. Para que você tenha ideia do quão grandiosa esta ferramenta ainda é, no ano passado foram disparados mais de 205 bilhões de emails diariamente em todo o mundo.

Considerando uma população mundial de 7 bilhões de pessoas, seria como se cada habitante da Terra mandasse quase 30 emails todo dia.

Mas, obviamente, este número de usuários não é tão alto, então podemos jogar essa média de emails disparados diariamente para casa dos 100 ou até 200 emails todos os dias.

Até aí tudo bem, já deu para ter uma perfeita noção do quanto o uso do email ainda é relevante para qualquer negócio. Seja ele pequeno, médio ou grande, trabalhar o relacionamento com pessoas interessadas no seu negócio, prospectos e até mesmo clientes por meio do email é o caminho mais fácil para o sucesso.

Sem a sua própria lista de emails, dificilmente você conseguirá manter um contato tão próximo dessas pessoas, para que:

  • Elas desenvolvam mais empatia e interesse pelo seu negócio ou marca;
  • Sejam nutridas com conteúdos relevantes para auxiliá-las a caminhar no seu funil de vendas;
  • Quando clientes, você possua um canal direto e pessoal de comunicação com cada um deles.

O outro principal benefício de ter sua própria lista de email

Certamente se você está lendo este conteúdo, sua presença online já está estabelecida ou ela está começando a se desenvolver. Certo?

Por isso, mais do que certo, sua empresa precisa possuir uma página nas redes sociais de preferência do seu público. Não entraremos na discussão de como escolher a rede social ideal para o seu negócio, para isso, leia este material sobre como escolher uma rede social para sua empresa.

Estar presente em redes sociais é mais do que essencial. Lá você consegue ter contato com pessoas que tenham interesse na sua marca, conteúdos que produz e outros motivos que possam fazer alguém seguir seu perfil.

Isso é extremamente relevante, mas existe um pequeno problema: quem segue sua empresa nas redes sociais não é um contato seu.

Ao contrário do que alguns profissionais de marketing acreditam, métricas de vaidade como número de curtidas no Facebook e seguidores no Instagram não são tão importantes assim.

Vale lembrar que, apenas no Facebook, menos de 5% dos seus seguidores conseguem ver os conteúdos de sua página de forma orgânica.

De qualquer forma, o ponto em questão nem é este. O que queremos dizer é que uma pessoa que te segue no Facebook não necessariamente é uma lead para o seu negócio.

Você não possui informações vitais como:

  • Nome;
  • Email;
  • Telefone;
  • Cidade;
  • Empresa onde trabalha.

Apesar de todas estas informações serem exibidas no Facebook dos seus seguidores, você não consegue exportar essa lista de pessoas para fora da rede social.

No final das contas, os seus seguidores não são seus. Eles são do Facebook.

Compreendeu onde queremos chegar?

Por onde começar a construção da sua lista de emails

Agora que você compreendeu que o ponto mais importante desta lista é que ela é completamente sua, podemos dar continuidade ao conteúdo deste guia.

Aqui na Rock Content nós gostamos de falar que existem três etapas básicas para que você consiga criar e aumentar o tamanho da sua lista de emails. São pontos que nós mesmos passamos e continuamos a aprimorar até hoje.

Você precisa se preocupar com:

  • Criar uma oferta relevante;
  • Possuir uma página de captura (Landing Page);
  • Site e páginas otimizadas para conversão.

Agora vamos explicar detalhadamente cada um destes pontos para que você compreenda o passo a passo do processo.

Criar uma oferta relevante

Talvez essa seja uma etapa um pouco complexa para algumas pessoas. Criar uma oferta relevante pode gerar muitas dúvidas e, principalmente, um medo tremendo de não ter uma ideia magnífica que engaje o seu público.

Antes de mais nada, pare e pense na persona do seu negócio. A representação fictícia do cliente ideal do seu negócio tem problemas assim como nós e, sem dúvida, você consegue descobrir qual é a maior dor dessa pessoa.

Uma vez que você consiga identificar este problema, a próxima etapa é criar o conteúdo ideal. Nem sempre ele virá no formato de um ebook. Este também é um ponto um pouco confuso para algumas pessoas.

Quando falamos em ofertas relevantes, tenha em mente que, para atrair novos visitantes (aumentar sua lista de emails pode ser considerada a etapa inicial do funil de vendas, o topo do funil) você precisa de conteúdo que chame a atenção do maior número de pessoas:

O que ditará o formato ideal para a sua oferta definitivamente será a principal forma como a sua persona obtém novas informações.

Se ela é uma pessoa que lê blogs e gosta de formato de texto, talvez os ebooks e white papers sejam a resposta.

Caso seja uma pessoa que goste de ouvir conteúdos ou ver conteúdos em mídias diferentes, os webinars, podcasts e uma certificação em vídeo podem ser a melhor opção.

Neste ponto, existe uma infinidade de possibilidades que você pode testar. O que vale frisar é: sem conhecer sua persona e produzir o conteúdo que seja relevante para ela, possivelmente sua oferta não trará resultado algum.

Então, antes mesmo de começar a escrever, gravar o vídeo ou planejar um webinar, entenda quem é a persona do seu negócio e o que ela precisa.

Guia Prático para Divulgação de Conteúdos

Possuir uma página de captura (Landing Page)

Uma vez que a sua oferta esteja criada, a próxima etapa é criar o local ideal para que ela seja promovida. Neste caso, estamos falando das Landing Pages ou páginas de captura.

O objetivo dessas páginas é bem claro: transformar um visitante em lead.

Quando pensamos em landing pages, alguns pontos precisam ser esclarecidos.

  • Estas páginas têm um único objetivo: transformar visitantes em leads (vale repetir);
  • Elas não têm o objetivo de mostrar sua marca para o visitante;
  • Elas não têm o objetivo de fazer com que o visitante conheça suas redes sociais;
  • Landing pages não são um lugar para apresentar conteúdos que não tenham o objetivo de aumentar a conversão da página;
  • As páginas de captura devem ser criadas com extrema atenção para convencer o visitante de preencher seu formulário, independente do tamanho dele.

Gostamos de expor a importância desses pontos por alguns motivos simples. Muitas landing pages não possuem um resultado interessante de conversão por erros básicos.

Elas acabam contando com links que podem tirar o visitante da página, ou o copy do conteúdo não está bem trabalhado e não convenceu o usuário sobre a qualidade e o quanto relevante aquele conteúdo pode ser para ele.

Enfim, a criação de uma landing page pode ser muito mais trabalhosa do que parece.

A estrutura de uma landing page de sucesso

Agora, vamos explicar ponto a ponto algumas partes relevantes da estrutura ideal de uma página de captura campeã:

  • Imagem de capa: Deve indicar ao visitante o objetivo daquela página. Seja ela para se inscrever em um webinar, baixar um ebook ou se cadastrar para uma certificação;
  • Conteúdo: Títulos, subtítulos e todo o restante do conteúdo deve convencer o visitante a realizar a ação desejada. Em quase 100% das vezes, essa ação é preencher o formulário para receber o conteúdo em troca;
  • Formulário: Apesar de algumas pessoas não gostarem de formulários longos, o que definirá o tamanho do seu é a sua própria necessidade. Em alguns casos nós utilizamos formulários de dois campos, mas a grande maioria dos nossos possui 6 campos. São grandes, mas para a Rock Content faz sentido;
  • Thank you page: A página de obrigado é a próxima etapa – após a conversão – que deve ser criada junto com a página de captura. É nela que o usuário receberá o conteúdo ou as indicações para usufruir da oferta que ele acaba de obter acesso. Seja receber um email, marcar na agenda a data do webinar ou clicar em um link para baixar o conteúdo.

Caso você falhe na criação de qualquer uma das etapas acima, a taxa de conversão da sua página (a métrica que comprova o resultado de seus esforços) será bem abaixo do que você deseja.

O que definirá qual é a melhor imagem, conteúdo ou tamanho do formulário dependerá única e exclusivamente dos testes A/B que você realiza nas suas landing pages.

No início deste post, nós falamos sobre o aprimoramento das técnicas que são feitas e refeitas. É exatamente isso que nos possibilita obter resultados expressivos com o aumento da nossa lista de emails.

Sempre estamos testando oportunidades de melhoria para descobrir se conseguimos melhorar as conversões de nossas páginas de captura.

Seguem alguns exemplos de landing pages da Rock Content:

lista de emails

lista de emails

lista de emails

Site e páginas otimizadas para conversão

Outra incrível fonte de captação de emails é independente de tudo isso que falamos até agora. Ao tornar as suas páginas otimizadas para conversão, ou seja, otimizadas para gerar leads, você consegue potencializar (e muito) o número de emails que chegam na sua base.

Imagine que o site da sua empresa, ou o blog corporativo, já possui uma quantidade considerável de acessos. Neste exemplo diremos que, mensalmente, suas páginas somam 100 mil acessos.

Além disso, você utiliza uma ferramente de captura de emails como Hellobar, Summome, LeadIn e também conta com um campo para assinatura de newsletter na sidebar do seu site.

Até aí, tudo bem?

No final do mês, o seu site obteve 100 mil acessos de forma orgânica. O SEO do seu site está em dia, os links estão chegando e o tráfego de custo zero (tráfego orgânico) começa a impulsionar sua geração de leads.

Como é possível?

Nesta situação específica, os seus esforços de geração de leads, como o Pop-up e a sidebar, estão gerando 5% de conversão de visitantes em leads. No final do mês, isso representa 5.000 novos emails sendo gerados de forma orgânica para o seu negócio.

Sabe o que é o mais interessante dessa estratégia? Ela é extremamente real e possível de alcançar.

Como gerar leads utilizando a Hellobar

Aqui na Rock Content, nós utilizamos a Hellobar em nossos três blogs. Marketingdeconteudo.com, saiadolugar.com.br e comunidade.rockcontent.com.

Utilize nosso link de afiliado e receba 1 mês de acesso grátis a Hello Bar. Basta se cadastrar aqui.

Em cada um dos nossos blogs, esta ferramenta de captura de emails possui um formato distinto, com uma chamada diferenciada e uma promessa diferente.

Na grande maioria dos casos, estamos convidando o visitante do site a se cadastrar na nossa newsletter para receber em primeira mão os principais conteúdos do blog.

No caso do blog Marketing de Conteúdo, o pop-up aparece de forma instantânea assim que um novo usuário acessa nosso domínio:

lista de emails

Esse é o pop-up que surge na tela do usuário. O conteúdo tem o objetivo de chamar a atenção do visitante com uma promessa incrível, apresentando um case de sucesso da Rock Content.

Esse tipo de conteúdo pode ser otimizado e testado para obter resultados incríveis.

Ficou curioso para saber qual é nossa taxa de conversão com esse pop-up?

lista de emails

Criamos este popup há quase um ano e já realizamos diversos testes para encontrar a melhor receita. Atualmente, nossa conversão é de 4.6% de visitante em lead.

Mensalmente, contamos com quase 500 mil vistantes por mês. Aí deixo a matemática com você para estimar o quanto estamos gerando mensalmente com essa estratégia.

Apesar da Hellobar ser uma ferramenta paga, ela também possui uma versão gratuita, onde você pode utilizar uma estratégia semelhante. O importante é encontrar a ferramenta que mais funciona para você e a forma que este pop-up será exibido.

Depois de quase um ano realizando testes, comprovamos que o formato que mais gera resultado para a Rock é este que cobre a tela toda. Para o seu negócio pode ser diferente e, para descobrir isso, você precisa testar por conta própria.

kit de geração de leads

19 estratégias que podem ser utilizadas para construir e aumentar sua lista de email

Após passarmos pelos pontos básicos de uma estratégia para criação de uma lista de emails, é hora de colocar a mão na massa.

O que não faltam são estratégias que você pode utilizar para começar sua lista do zero e também aumentar sua lista já existente.

Muitas dessas dicas podem parecer até básicas, mas na maioria dos casos, são detalhes que deixamos passar e, consequentemente, oportunidades que estamos perdendo.

1. Indicação de Clientes

Todo cliente do seu negócio é uma pessoa potencial para trazer novos contatos. O marketing boca a boca sempre foi uma estratégia extremamente relevante e você deve utilizar isso a seu favor.

Sempre que fechar um contrato com um novo cliente ou realizar uma venda de produto, comunique com o cliente por email e pergunte se ele não teria interesse em indicar seu produto ou serviço para algum conhecido.

Pode ter certeza que pelo menos uma pessoa conhecerá algum interessado!

2. SEO

Você se lembra do exemplo que demos agora a pouco sobre como geramos leads para a Rock Content através do tráfego orgânico?

Pois é, utilizar as otimizações para motores de busca a seu favor pode ir muito além de apenas trazer tráfego para seu domínio. É extremamente relevante lembrar que tráfego sem conversão é uma ótima forma de não fazer seu investimento valer a pena nesta estratégia.

Então, sempre que for pensar em aumentar o tráfego do seu site, considere o que pode ser feito para gerar leads: sidebar para conversão, ferramentas de captura de email, CTAs no blog e assim por diante.

Guia do SEO 2.0

3. Mídia paga (PPC)

Utilizar estratégias de compra de mídia pode ir muito além da promoção das suas páginas finais de venda.

O que acontece na maioria dos casos é que algumas empresas focam apenas nas palavras-chave, que representam exatamente o fundo do funil de vendas. Ou seja, as palavras-chave que linkam diretamente para ação de compra.

Neste caso, utilize tanto Google Adwords como o Facebook Ads para promover landing pages de materiais únicos que você já possua ou que tenha acabado de criar.

Uma ótima dica para essa estratégia é utilizar as audiências customizáveis do Facebook Ads para encontrar pessoas que possuam gostos e interesses semelhantes a outras pessoas que já estejam na sua base.

Aqui na Rock Content nós utilizamos essa estratégia e temos resultados incríveis. Pode testar!

4. Co-marketing

Pode ter certeza que você não é a única pessoa interessada em aumentar ou criar sua própria lista de emails. Saiba que neste exato momento existem pessoas que também estão lendo este post e outros conteúdos na internet com o mesmo objetivo que você.

Como utilizar isso a seu favor?

Encontre empresas que tenham objetivos, personas e interesses semelhantes ao seu. Torne-se parceiro destas empresas e desenvolva projetos e ofertas em conjunto. Isso é chamado de co-marketing e é uma das formas mais incríveis de obter resultados com geração de leads.

Quase qualquer formato de conteúdo pode ser utilizado para realizar um co-marketing. A Rock Content sempre realiza, pelo menos uma vez por mês, uma parceria a fim de conquistar novas leads e alcançar um público que talvez ainda não conheça nossos serviços.

O alinhamento é essencial para o sucesso dessa estratégia. Para aprender mais sobre co-marketing, leia este artigo.

5. Guest posting

Assim como a parceria de co-marketing, a troca de guest posts também é uma forma muito interessante de aumentar sua lista de emails.

Apesar desta prática ter um foco principal na troca de links, pensando numa estratégia de Link Building, os guest posts também podem te auxiliar a gerar leads.

Sempre que você produzir um conteúdo que vai ser publicado em um blog diferente do seu, lembre-se de procurar parceiros que falem de assuntos semelhantes ou que estejam ligados ao seu (aqui vale a mesma regra do co-marketing).

Quando você publica um artigo em um blog diferente, a possibilidade de comunicar com públicos que ainda não te conhecem é bem maior.

Por isso, sempre que for publicar um artigo num blog terceiro, lembre-se de utilizar CTAs que levaram para alguma landing page com oferta ou convide o leitor a assinar sua newsletter.

Guia completo para Guest Blogging ebook

6. Crie uma Newsletter

Uma das formas mais fáceis de criar sua lista de emails do zero é através de newsletters.

O que vale ressaltar aqui é que não estamos falando de uma newsletter estilo Submarino, Netshoes ou RicardoEletro (não temos nada contra as empresas!).

lista de emails

Diferente do que algumas empresas costumam fazer, newsletters devem ser uma forma de se comunicar com suas leads. Não necessariamente utilizar este canal apenas para promoção e ofertas.

O ponto importante para que sua newsletter seja um sucesso e que muitas pessoas tenham interesse nela é simples: o conteúdo que você compartilha precisa ser sensacional.

Se você já tem um blog, melhor ainda!

Selecione os melhores conteúdos do seu blog em um mês e mande-os para as pessoas da sua base ou os interessados na newsletter. Assim você consegue gerar valor para essas pessoas e também aumenta o tráfego de email do seu blog.

Outro ponto que precisa ser discutido aqui é que, na hora de criar seu formulário para uma newsletter, tome muito cuidado com os campos que você incluirá para a conversão.

O que quero dizer é o seguinte: uma newsletter não é uma oferta que requer uma troca tão grande com o usuário. Isso significa que você não precisa incluir 5 campos para que a pessoa se inscreva.

Idealmente, você só vai pedir o email do visitante para que ele comece a receber seus emails mensais.

Parece muito pouco?

Muitas vezes, o usuário que aceita entrar na sua newsletter pode estar tão longe da realização de uma compra ou contratar seu serviço, que você pode perder vários contatos que, um dia, podem se tornar um cliente.

A newsletter é uma ferramenta incrível, porque mantém você em contato com pessoas que podem despertar interesse no seu serviço meses depois da primeira conversão.

Por isso, quando for criar sua newsletter pense no seguinte:

  • Crie um conteúdo incrível;
  • Compartilhe apenas os melhores posts, serviço ou qualquer coisa que você queria promover;
  • Lembre-se sempre de promover alguma oferta. Essa oferta terá um formulário completo e, assim, você terá todas as informações desse usuário.

Ao fazer isso todo mês, consequentemente, aquele usuário pode converter em uma segunda oferta e, assim, você terá todas as informações sobre ele para que possa começar a trabalhá-lo no seu funil de vendas.

guia newsletter

7. Faça palestras e participe de eventos

Por mais estranho que isso possa parecer, quando você está em eventos presenciais como palestrante – ou apenas como um participante comum – você tem uma enorme possibilidade de gerar leads.

Como palestrante, você gera uma tremenda autoridade e pode ter certeza que qualquer coisa que você promova poderá gerar bons resultados. Seja promover seu blog, site, newsletter ou até mesmo uma oferta que seja relevante para aquele público.

Se você for para um evento como um participante, coloque em prática suas habilidades de networking e troque cartões, conversando com o máximo de pessoas possível.

8. Crie uma pesquisa

Desde 2015, a Rock Content começou a focar muito na criação de pesquisas para o mercado brasileiro.

Desde explicar como o marketing de conteúdo tem sido aceito no mercado, como empresas de tecnologia utilizam ferramentas de marketing ou como as instituições de ensino estão se adaptando às mudanças recentes em marketing.

Pesquisas são uma incrível forma de geração de leads, pois geram muita autoridade para o seu negócio e são facilmente promovidas por terceiros.

Elas dão um trabalho danado para serem criadas, mas valem a pena!

Caso você tenha ficado curioso, confira algumas das pesquisas da Rock Content:

pesquisas de marketing

Crie um desafio (promoção) online

Quem é que não gosta de ganhar um prêmio?

E a premiação pode ser qualquer coisa. Uma camisa, adesivo, caneca ou uma viagem pra Disney (isso você pode ter certeza que todo mundo vai querer).

De qualquer forma, utilizar sorteios, promoções e desafios são uma ótima maneira de aumentar sua lista de emails. Eles têm um potencial para viralização muito maior, já que as pessoas estão concorrendo a um prêmio e tudo que elas precisam fazer é deixar o email em troca.

Simples, não é?

9. Crie mais de um tipo de subscrição de email

Newsletters são a parte mais básica de qualquer estratégia de email marketing para aumento de uma lista de emails.

Caso você queria levar isso mais adiante, que tal criar tipos diferentes de assinaturas para sua lista de emails, que segmentarão diretamente cada pessoa para o tipo de conteúdo que elas tem mais desejo de receber via email?

Um exemplo bem interessante disso é criar uma lista das pessoas que gostariam de receber as atualizações do seu blog, outra para as pessoas que têm interesse em serem notificadas sempre que uma nova oferta for criada ou ainda uma opção para aqueles que queriam saber de novidades de produtos ou serviço que você oferece.

10. Crie novas ofertas mensalmente

Isso é aqui é o pote de ouro!

Apesar de requerer um esforço considerável para criar uma oferta todo mês, uma vez que isso se torne uma rotina, seus resultados de geração de leads podem alcançar níveis incríveis.

Aqui não tem segredo. O ideal é testar formatos diferentes, conteúdos segmentados ou até mesmo bem abrangentes.

Na Rock Content nós realizamos pelo menos três lançamentos por mês. Um deles é bem abrangente e fala sobre um assunto bem topo de funil para conseguir atrair novos contatos para nossa base.

As outras ofertas do mês costumam ser mais segmentadas para um público específico a fim de auxiliar no processo de venda.

11. Use seus canais de social media

Agrupar todas as práticas aqui, assim fica uma coisa mais uniforme. Imagine que, assim como a Rock Content, o seu negócio possua 6 canais de social: Facebook, Twitter, LinkedIn, Instagram e Google +.

A ideia aqui é utilizar todos esses canais a seu favor para aumentar sua lista de emails. Promova as landing pages dos seus materiais, webinars, podcasts e até mesmo a sua própria newsletter nos seus canais sociais.

Além disso, utilize as Bios (os pequenos resumos sobre você no seu perfil) em cada uma das redes sociais para inserir links que sejam relevantes para seus seguidores.

Kit Marketing nas Redes Sociais

12. Promova ofertas em grupos do Facebook e Linkedin

Além dos seus próprios perfis em redes sociais, existem alguns canais que vão te auxiliar e encontrar um grupo específico de pessoas com interesses em comum. Grupos no Facebook e LinkedIn são locais importantíssimos para você explorar.

Encontre um grupo que seja relevante para o seu público, um lugar onde você sabe que suas personas estarão e promova suas ofertas nesses canais.

Vale lembrar que o bom senso sempre será seu aliado nesse caso. Não adianta ficar postando a mesma coisa milhares de vezes com o objetivo de alcançar o maior número de pessoas ou para melhorar seus resultados. Isso pode ser visto de forma negativa e até mesmo te prejudicar.

13. Exporte seus contatos do LinkedIn

Aposto que você não sabia disso, acertamos?

O LinkedIn é a única rede social que permite que os usuários exportem os emails de todos os seus contatos. Utilize isso a seu favor!

Utilize este grupo de pessoas que já estão conectadas com você para utilizar como uma possível audiência customizada no Facebook Ads para promover alguma oferta específica que você pretende lançar.

14. Utilize seu canal no Youtube para gerar leads

Se você também possui um canal no Youtube e já produz alguns vídeos com certa regularidade, comece a utilizar este canal para promover suas ofertas.

Tanto com calls to action dentro dos vídeos em formato de texto que o Youtube permite, como também nas próprias descrições do vídeo, onde você pode selecionar diversos materiais complementares para que os seus seguidores possam baixar.

15. Utilize Pop-ups de entrada, saída e específicos para páginas especiais

Já passamos por esta parte de páginas otimizadas para conversão, mas neste ponto vamos falar especificamente dos pop-ups e diferentes tipos que você pode utilizar.

Nós utilizamos pop-ups de entrada, ou seja, assim que um novo usuário acessa nossos blogs, ele receberá aquela tela com a chamada para fazer parte da nossa newsletter. Essa é apenas uma das possibilidades do uso dos pop-ups.

Caso você não goste desta estratégia — ou ela não esteja dando resultados que você gostaria — também existe a opção de criar pop-ups que serão exibidos assim que o usuário demonstrar a intenção de sair da sua página.

16. Pop-ups de saída

Este formato possui uma particularidade. Já que você consegue identificar quando o usuário vai fechar a página de acordo com o caminho que o cursor dele vai percorrer até o X do navegador, você pode se aproveitar disso.

O mais comum são pop-ups com textos, que falarão algo neste sentido:

  • “Opa, já está indo? O que você acha de baixar um ebook gratuito sobre o assunto x? CLIQUE AQUI”;
  • “Que pena que você está indo embora. Antes de sair, você gostaria de assinar a nossa newsletter e receber nossos conteúdos em primeira mão?”;
  • “O que? Você está indo embora? Antes disso eu gostaria de te dar essa oferta gratuita para que você aprimore seus conhecimentos sobre o assunto X”;
  • As opções são diversas e tudo vai depender da sua criatividade e testes para encontrar o melhor conteúdo.

Aqui vai um exemplo de pop-up de saída que encontramos durante as pesquisas para escrever este post:

lista de emails

Bem esperto, não é?

16. Pop-ups especiais

Como você já deve ter visto, quase todas as páginas dos nossos blogs possuem o mesmo Pop-up.

Isso é interessante e consegue atingir um grande número de pessoas. Apesar disso, começamos a realizar alguns testes nos últimos meses criando variações do pop-up exclusivo para alguns conteúdos.

O que descobrimos? Os resultados são surpreendentes!

lista de emails

Neste print, temos quatro exemplos simples que já foram realizados para o blog marketingdeconteudo.com.

Cada um deles é uma opção única que é exibida apenas em uma página. Isso quer dizer que esses pop-ups possuem cores, textos e uma chamada diferente dos demais e isso os torna extremamente especiais e relevantes.

Nosso post sobre O Guia do Marketeiro das Galáxias é um caso a parte. Desde o seu lançamento, obtivemos uma incrível marca de 11.9% de conversão de visitantes em leads.

Apesar do baixo volume de contatos que isso representa, foi uma ótima comprovação de que este formato funciona bem.

lista de emails

Neste caso, o conteúdo utilizado também está diretamente ligado ao conteúdo do post.

Sempre que criamos alguma coisa bem única, pensamos em uma forma de criar uma conversão que chame a atenção do leitor.

17. Utilize CTAs nas top 50 páginas mais acessadas do seu blog

Acesse sua conta do Google Analytics e descubra quais são as 50 páginas mais acessadas do seu site ou blog.

Certifique-se que, pelo menos, as 50 mais acessadas possuam um CTA que levará um visitante a uma possível oferta ou possibilidade de conversão.

Assim você consegue criar diversas opções de conversão para um visitante do seu site.

18. Inclua CTAs ao longo do seu texto

Assim como a dica anterior, este ponto é extremamente relevante. Sempre que você estiver produzindo um artigo para seu blog, lembre-se de criar calls to action para landing pages de ofertas relevantes e que façam algum sentido.

Não adianta rechear suas páginas com CTAs que não façam sentido!

19. Crie ferramentas que auxiliam sua persona

Essa é outra tática que utilizamos com bastante frequência aqui na Rock Content. Assim como a criação de pesquisas, criar ferramentas não é uma tarefa tão simples. Apesar disso, os resultados são fantásticos.

Atualmente, contamos com algumas ferramentas que ajudam muito nossas personas. Algumas delas são:

Gerador de personas
Máquina de títulos
Calculadora de Marketing
Ferramenta Guru PME
Gerador de nome
Gerador de política de privacidade
Gerador de carta de demissão
Gerador de Contrato de Confidencialidade
Gerador de Política de Reembolso

Todos os quatro projetos acima são ferramentas que agregam muito valor para nossa audiência. Além disso, todas as quatro foram criadas em parceria com outras empresas. O co-marketing nos auxilou a potencializar os resultados de forma ainda mais expressiva.

Identifique o principal problema da sua persona e pense se existe alguma maneira de auxiliá-la criando uma ferramenta que gere valor, seja gratuita e que também possa ser utilizada várias vezes.

Construir uma lista de emails é impossível?

Definitivamente não.

Neste post nós explicamos detalhadamente o processo para que você consiga gerar seus primeiros emails e trilhar seu caminho para o sucesso.

Alguns dos exemplos podem não fazer sentido para o seu negócio caso você tenha uma equipe muito reduzida, mas, de qualquer forma, é interessante sempre conhecer outras possibilidades de geração de leads.

Leads são oportunidades!

Por isso elas são tão importantes. Quando você gera uma lead, basicamente você está adquirindo informações de uma pessoa que demonstrou, de forma espontânea, interesse por algo relacionado a sua empresa (conteúdo, produto ou serviço).

E você não passa informações suas para qualquer pessoa, não é?

Para saber tudo sobre geração de leads, confira o nosso ebook : Geração de Leads: O Guia Completo

lista de emails: download ebook geração de leads

O que é conteúdo de qualidade

Após escrever 155 posts eu finalmente descobri o significado de conteúdo de qualidade

O que é um conteúdo de qualidade?

Se você trabalha com marketing digital e executa qualquer tipo de estratégia de conteúdo eu posso presumir que talvez esta resposta esteja na ponta da sua língua:

“Conteúdo de qualidade é aquele que tira a dúvida da persona e consegue explicar um determinado assunto de forma completa.”

Outra resposta esperada pode ser “É aquele conteúdo que consegue ser melhor que todos os resultados do Google. Um conteúdo de qualidade sempre merece o primeiro lugar nas buscas orgânicas.”

Acertei?

Pois é, precisamos conversar sobre esse assunto.

Este post foi originalmente postado no Marketing Hackers, o canal da Rock Content no Medium. Os dados são de um ano atrás — mas este conteúdo é extremamente atual.

Recentemente o Diego Gomes me enviou um email com três conteúdos e uma missão que me deixou extremamente animado. Fazer um paralelo entre três artigos e chegar na definição de o que é conteúdo de qualidade da Rock Content.

Após escrever aproximadamente 155 artigos nos últimos três anos, acredito que acumulei uma bagagem interessante (conto um pouco das histórias aqui) e agora vou compartilhar essa experiência com você.

Este conteúdo é longo, mas eu garanto que ao final da leitura você vai perceber que valeu a pena!

Antes de começar, veja quais são os artigos que baseiam essa reflexão

O primeiro artigo da lista foi um conteúdo do Larry Kim (CEO da MobileMonkey e Founder do WordStream) que me fez pensar bastante nesse assunto.

Neste artigo ele fala exatamente sobre essa definição de conteúdo de qualidade que os profissionais de marketing acreditam e o que isso realmente é para ele.

Além disso, no mesmo email ele me lembrou de um conteúdo antigo da Ginny Mineo (Na época do artigo ela era Gerente de estratégias de marketing de conteúdo do blog de marketing da Hubspot) sobre testes de frequência de postagem/densidade e aprofundamento do conteúdo.

Esse estudo de caso é de 2015 – sim ele é antigo, mas continua muito relevante – e nos fez executar estratégias de volume de publicação dobrado e foi muito importante pra gente.

O último artigo da lista foi uma das últimas contribuições dele mesmo no Marketing Hackers. Um artigo sobre o que ele aprendeu com Nassim Taleb sobre Marketing de Conteúdo (também recomendo a leitura) onde compartilha alguns dos conhecimentos aprendidos em dois livros do Taleb e como isso pode ser interpretado na nossa rotina.

Foda, né?

Uma lista com três artigos extremamente relevantes, conteúdo de altíssima qualidade escrito por profissionais que sabem muito bem o que estão falando.

Como criar a minha interpretação da definição do conteúdo de qualidade

Anteriormente, eu disse que ao longo dos últimos três anos nós passamos por algumas experiências bem interessantes com nossa estratégia de conteúdo. Sempre estamos olhando para fora e buscando informações que possam nos colocar à frente dos nosso concorrentes.

Nossos experimentos com estratégias servem de laboratório para soluções que podemos apresentar para nossos clientes no futuro e esse é outro motivo que nos norteia a sempre estar buscando coisas novas.

Chega um ponto em que fazer o feijão com arroz do marketing de conteúdo não é o suficiente para te colocar onde você deseja estar.

No nosso caso, o lugar onde queremos estar é no topo do maior número de palavras-chave sobre marketing que existem em português.

Segundo o SEMrush (atualmente em abril de 2018) estamos indexados para mais de 94,1k palavras-chave, sendo que quase 14,7k delas estão na primeira página e 4,4k estão no top três.

posições semrush marketing de conteúdo

Para chegar até aqui nós tivemos que pensar, repensar, analisar, testar, revisar e testar novamente milhares de estratégias de conteúdo.

Desde de modificações simples no SEO Title de uma página para melhorar o CTR de nossas páginas na SERP até na reestruturação do processo de blogs, a forma como pensamos pautas e o volume de publicação.

Atualmente temos cinco blogs sob a responsabilidade do time de marketing da Rock Content:

Apenas no marketingdeconteudo.com temos mais de 1.500 posts publicados desde setembro de 2013. Isso sem contar pelo menos 300 artigos que deletamos de tempos em tempos. Sim, nós deletamos artigos, mas isso é papo para outro artigo.

Durante todo esse tempo, na minha cabeça, o conteúdo de qualidade era exatamente aquilo que eu falei na introdução do artigo.

Só que, sem perceber, eu já não concordava com essa definição.

Os resultados que obtivemos nos últimos 4 anos me fizeram ver conteúdos e resultados de formas diferentes. Assim como minha percepção do marketing de conteúdo evoluiu, a minha percepção do conteúdo de qualidade também mudou bastante.

Afinal, o que é conteúdo de qualidade

Agora fazemos o primeiro paralelo desse conteúdo. Larry Kim afirma em seu artigo que conteúdo de qualidade nada mais é do que aquele que traz resultados reais.

Um dos nossos maiores problemas é acreditar que nosso conteúdo é fantástico apenas por ele ser incrível (na nossa opinião).

Eu concordo plenamente com esse argumento e consigo me lembrar de vários momentos em que escrevi artigos que eram de ótima qualidade e, mesmo assim, não foram capazes de trazer um resultado expressivo.

Antes de continuarmos, quando falo em resultados reais, quero dizer:

  • Artigos que rankeam bem nos buscadores;
  • Trazem um bom volume de visitas;
  • Conteúdos que são capazes de gerar leads para sua empresa;
  • Conteúdos com a capacidade de transformar um visitante em cliente.

Resultados que importam para sua empresa e não apenas para o seu ego.

Resultado: Conteúdo de qualidade que gera resultados X Conteúdo de qualidade que eu amo

Apesar de concordar com a opinião de Larry Kim, parte de mim ainda não se conforma em afirmar que apenas esses conteúdos são de qualidade. Para mostrar um pouco das diferenças entre alguns tipos de conteúdos de qualidade, como todo bom marketeiro data driven,vamos aos números.

Uma consulta rápida no wordpress do marketingdeconteudo.com me gerou o seguinte resultado:
Painel admin do marketingdeconteudo.com

De todos os 155 artigos que escrevi para o principal blog da Rock Content, o wordpress indica que esses 5 são meus conteúdos de maior sucesso quando segmentamos em vizualizações.

Agora vamos um pouco mais afundo no resultado do artigo do topo da lista utilizando o Analytics e nosso CRM para compreender os resultados reais dos artigos:

(todos os resultados a seguir são o acumulado de visitas totais de setembro de 2013 à abril de 2017)

1. Post mais acessado: O que é Marketing

  • Resultados de tráfego:
Post "O que é marketing"

Data de publicação: Dezembro de 2014

Sessões "O que é marketing digital"

O artigo “O que é Marketing” é o 2º post mais acessado do blog. Desde sua publicação ele obteve, sozinho, quase 480 mil sessões, valor que representa 7,5% de todo o tráfego do blog nesse período.

Agora vamos falar em $$$.

  • Economia em AdWords

Keyword overview para marketing no Semrush

Nosso artigo de marketing já está na primeira posição para a head tail há algum tempo. Um termo extremamente relevante para o nosso blog que trás muitas visitas todos os meses.

Outra análise que mostra o resultado do marketing de conteúdo e que fazemos com frequência é sobre a economia em Google Adwords.

Fazer um apanhado desde sua publicação seria impossível, então faremos esse cálculo com base nos números atuais.

Se considerarmos que o custo por clique (CPC) da palavra-chave “marketing” é de R$3,49, podemos dizer que para trazer 439 mil clicks (número de sessões no print do analytics) durante todo esse tempo, caso estivéssemos investindo em Adwords para trazer o mesmo resultado, teríamos que ter gastado R$1.532.110,00.

Sim, mais de um milhão e meio de reais para trazer esse resultado. É uma quantia bem considerável, certo?

Agora vamos além.

  • Receita gerada para a Rock Content

A primeira análise que fizemos desse estilo foi publicada em um artigo do Diego Gomes sobre um artigo da palavra-chave “marketing digital”. Você pode conferí-lo aqui.

(Confira também a segunda análise, feita em 2017 e com os dados atualizados de como este post já gerou 2 milhões de reais para a Rock Content.)

Nessa análise vamos olhar o que realmente foi gerado de receita para a Rock Content com esse artigo. Agora estamos falando de números reais e não suposições como na economia em AdWords.

Primeiramente, utilizamos nosso CRM para compreender o caminho feito pelas pessoas que tiveram o primeiro contato com a Rock Content através do artigo “O que é Marketing”.
Análise de pessoas que tiveram o primeiro contato com a Rock Content por meio do post "O que é marketing"

De todas as pessoas em nossa base atualmente, 774 delas tiveram o primeiro contato com a Rock Content através do artigo. Dessas pessoas, 137 chegaram a se tornar MQLs (leads qualificadas pelo marketing) que aqui na Rock Content são as “levantadas de mão”. Ou seja, conversões que demonstram interesse real de um lead em se tornar cliente da Rock.

Agora o mais interessante.

Desse total, tivemos três clientes que fecharam com a Rock Content!

Parece pouco? Então vamos traduzir isso em termos de resultados.

  • Nosso ticket médio atual está em R$1.750,00 e nosso contrato tem um prazo mínimo de 12 meses.
  • Assim, cada novo cliente representa, na prática para a Rock Content, uma receita de R$21.000,00 no valor total do contrato anual (ACV — Anual Contract Value).
  • Portanto, podemos fechar a conta que somente esse artigo trouxe R$63.000,00 em receita para a empresa! Tudo isso graças aos três clientes que tiveram seu primeiro contato no post.

Para fechar, o resultado total do artigo foi:

  • 385.079 visitantes únicos
  • 671 leads
  • 137 MQLs
  • 3 Clientes
  • R$63.000,00 de ACV

Logo, podemos dizer que o artigo sobre marketing tradicional obteve um resultado impressionante desde sua publicação.

Apesar de todos esses resultados e de ser um bom artigo, na minha opinião de autor ele não é um dos artigo que eu mais me orgulho. Não é o conteúdo de qualidade mais foda que já produzi. Agora, para comparar, vamos analisar o resultado de um artigo que pra mim é incrível:

2. Posts de qualidade: Case de 1.772% de crescimento

O artigo em questão é um dos meus favoritos. O case do resultado que obtivemos em 2014 e 2015 e todo o detalhamento de estratégias e o que foi feito. Sério, é incrível. Conteúdo de qualidade mesmo.

Antes de analisar os resultados de ambos, é necessário compreender que foram publicados em períodos diferentes.

Enquanto um foi publicado em dezembro de 2014, o outro foi para o ar em novembro de 2015. De todo jeito, a análise ficará clara quando analisamos os resultados e o ponto que eu quero chegar.

Post sobre o case de crescimento

A seta indica a data de lançamento: dezembro de 2015

Acessos post case de crescimento
Bem diferente do artigo de marketing, esse conteúdo ocupa a 393 posição no ranking dos posts mais acessados desde setembro de 2013. Atualmente o resultado dele representa apenas 0.02% de todo o tráfego do blog, com 1.330 sessões desde seu lançamento.

Além da diferença gritante nos resultados de tráfego, o restante das comparações também continua no mesmo nível.

  • Economia em Adwords

Quando pensamos em economia em Adwords, por ser um tema muito específico, a palavra-chave longtail tem pouquíssima busca e não estamos bem rankeados.

  • Receita gerada para a Rock Content

Por mais triste que seja, o resultado que obtivemos com o conteúdo de case de 2015 realmente passou longe do que eu gostaria.
Primeiro contato com o post de case

Além disso, um número bem pequeno de leads. MQLs então… geramos apenas 8, que vieram desse artigo e não tivemos nenhuma receita gerada através do case.

Bem diferente né?

E a dúvida que não quer calar: qual é a diferença entre os dois e o que classifica apenas um deles como um conteúdo de qualidade?

Possivelmente, a primeira e mais relevante das diferenças é que um deles foi criado com foco nas personas da Rock Content; enquanto o outro foi criado com o objetivo de compartilhar uma experiência, não levando em conta as personas que consumiram o conteúdo.

Não me entenda errado, esse artigo é essencial para solidificar nossa autoridade como especialistas em Marketing de Conteúdo da Rock Content.

Apesar disso, se o objetivo é aquisição de tráfego orgânico, possivelmente a melhor opção é analisar a fundo sobre o que você quer/gosta de escrever versus o que tem potencial de rankeamento.

Sim, isso pode gerar uma diferença tão absurda.

Considerações finais e aprendizados que podemos tirar dessa pequena análise

Até dói no coração fazer uma análise dessas.

Lá no fundo, você tem certeza que esses conteúdos não são perenes. O que realmente mostrará resultados a longo prazo são artigos como os da palavra-chave marketing.

Pois bem, o que devemos levar de aprendizado aqui sobre conteúdo de qualidade:

  • Você não é sua persona: Pense no seu público sempre. Não no que te agrada mais.
  • Nem sempre os conteúdos que você mais gosta são perfeitos: Aqui falamos de resultados e por isso devemos deixar nosso ego de lado. Foque em personas, palavras-chave e objetividade para alcançar resultados.
  • Conteúdo de qualidade até o momento é: Um mix de conteúdo que você ama com o conteúdo que sua persona ama (capaz de resolver os problemas que estão tirando o sono dela).

Qual é a relação entre conteúdo de qualidade e volume de publicação

O que é conteúdo de qualidade para Larry Kim, por mais que eu queira concordar, infelizmente não posso ser 100% a favor da opinião dele.

Uma das coisas que ainda não falei é que, segundo Kim, para um conteúdo de qualidade ser encontrável é necessário um volume muito alto de produção de conteúdo. Algo que muitas empresas não conseguem manter.

Inclusive, na próxima parte do artigo eu falarei sobre nossas experiências com o aumento de volume de publicação (e quais foram os efeitos disso para nossa estratégia).

A partir de agora começamos a fazer o paralelo entre o argumento anterior sobre conteúdo de qualidade, volume de publicação e os textos de Larry Kim e da Ginny Mineo, ex-Hubspot.

Qual é a melhor frequência de postagem para fazer conteúdos de qualidade (Qualidade x quantidade)

A Hubspot realizou um teste sobre os reais benefícios do aumento do volume de publicação de um blog. E os resultados são simplesmente fantásticos.

Ele é tão surpreendente que consigo me lembrar até hoje de quando terminei a leitura do artigo em 2015. A partir dali, saí com apenas uma certeza: “Definitivamente vamos aumentar nosso volume de publicação!”

A primeira duplicação de conteúdo do marketingdeconteudo.com

Em junho de 2015, nossa equipe era pequena, todos tínhamos muitas responsabilidades, mas isso não nos impediu.

Na época, publicávamos 20 artigos mensais (5 por semana) no blog marketingdeconteudo.com. Para mudar isso, a nossa ideia foi simples e tentamos mantê-la assim para conseguir executar o projeto ousado da temida duplicação do volume de postagens.

Foi simples.

Em resumo, o que acabou acontecendo no primeiro teste foi o seguinte: passamos a publicar o dobro de artigos todo mês.

Saímos de 20 para 40 peças de conteúdo todo mês. Eram duas publicações diárias, uma pela manhã e outra à tarde. Nesse período, 99% dos nossos conteúdos já continham um mínimo de 1000 palavras, o que dificultava um pouco mais.

Naquele momento, nosso objetivo era chegar a algumas conclusões:

  • Era possível manter o nível de qualidade dos conteúdos do blog com o novo volume?
  • Isso prejudicaria as outras demandas do marketing na época? (Equipe pequena, todo mundo faz de tudo)
  • Quais seriam os benefícios a curto, médio e longo prazo para o blog?

E aí, no final das contas deu certo?

Deu demais!

Aprendemos muito no período duplicando conteúdos pela primeira vez. Bem mais do que esperávamos na época.

Para explicar os aprendizados, vou responder cada uma das conclusões que tentamos tirar no período:

  • Era possível manter o nível de qualidade dos conteúdos do blog com o novo volume?

Na época não foi.

Sofremos muito para lidar com o novo volume de publicações, não existiam freelancers suficientes para suprir nossa demanda de produção e com isso acabamos caindo o padrão do blog.

Esse foi, definitivamente, um dos principais motivos que nos fizeram parar com a estratégia 4 meses após o início.

  • Isso prejudicaria as outras demandas do marketing na época? (Equipe pequena, todo mundo faz de tudo)

No mesmo período alguns dos nossos materiais ricos também tiveram uma queda considerável na qualidade. Tanto que foi nesse período que chegamos ao formato atual dos nossos ebooks.

Apesar disso, de forma geral, nossa equipe se comportou muito bem durante a tempestade. É claro que precisamos fazer alguns ajustes em tarefas e responsabilidade, mas mesmo assim todas as metas desse período foram batidas.

  • Quais seriam os benefícios a curto, médio e longo prazo para o blog?

Aqui ficou a cereja do bolo!

Como todos sabem, Marketing de Conteúdo e SEO são estratégias de longo prazo, não é mesmo? Logo, seria impossível sentir alguma grande variação logo de cara.

O impacto a curto prazo estava mais ligado às mudanças na equipe e compreensão do tipo de esforço necessário para realizar tal tarefa.

Fora isso, também aprendemos muito sobre distribuição de conteúdo nesse período a curto prazo. Ao duplicarmos o volume de posts no blog, logo nossos perfis de social também teriam o dobro de compartilhamentos. Passamos alguns perrengues por causa disso.

Como foi dito, no curto prazo é difícil medir algo relevante. No entanto, a médio e longo prazo são os melhores resultados.

Ainda considerando que tiramos uma nota 6,5 em 10 no critério de qualidade nesse período, os resultados foram impressionantes. O grande volume de novas páginas indexando trouxe bons frutos:

  • Ganhamos um volume considerável de novas palavras-chave indexadas (119% de aumento em 6 meses)
  • Nosso leque de possibilidades de linkagem interna e externa sofreu um aumento considerável em 4 meses.
  • Conseguimos construir uma base de artigos considerável ao comparar com alguns dos concorrentes.

E o mais importante…

Os maiores aprendizados que tiramos dessa época foram:

  1. Esse grande volume de postagens nos possibilitava “atacar” qualquer palavra-chave de qualquer nicho que tivesse palavras-chave do interesse da nossa persona.
  2. Ao duplicar nosso volume nosso blog conseguiu ganhar muito terreno na frente de blogs concorrentes. Estávamos indexando mais de 200 páginas após 4 meses e mais de mil palavras-chave.
  3. Ter blog post indexado para uma palavra-chave interessante te traz uma grande oportunidade de melhoria, opcionalidade (falaremos mais sobre isso nesse artigo).
  4. Ainda que os posts não fossem o que a gente considerava como “nota 10”, eles estavam, pelos critérios de rankeamento do Google, entre os top 10 melhores posts já escritos sobre o assunto.
  5. No Brasil, temos um mercado muito menos competitivo e alcançar a primeira página do Google é consideravelmente fácil na maioria dos mercados. Isso nos trouxe centenas de oportunidades de melhoria.

No final dos 4 meses encaramos a queda da qualidade como uma pequena derrota. Nosso objetivo nunca foi deixar isso acontecer, mas foi inevitável. De toda forma, tiramos aprendizados valiosos.

Outra coisa que fizemos muito nesse período foi atualizar conteúdos antigos. Quando atualizávamos o conteúdo, o primeiro lugar no buscador era quase inevitável.

Pense no seguinte: Qual a chance de tirar uma nota 10 numa prova, ao fazê-la pela primeira vez? Agora, se você já fez uma nota 6, você sabe o que errou e na segunda tentativa vai ter uma nota muito melhor.

Resumindo: Óbvio que você deve primar pela qualidade do seu conteúdo. Mas se eu tivesse que escolher entre:

  1. Escrever 10 artigos para pegar o décimo lugar no buscador.
  2. Escrever 50 artigos para otimizar 10 para o primeiro lugar.

Eu escolheria a opção 2.

E isso nos leva à nossa segunda investida nessa estratégia.

Assim como Ragnar Lothbrok e os vikings (da série Vikings) após a primeira ida à Inglaterra, tivemos o gostinho de algo muito incrível e sabíamos que isso iria se repetir num futuro não tão distante.

Ragnar Lothbrok

A segunda investida no volume de publicação estendido

Em janeiro 2016 nossa equipe havia aumentado, contratações específicas para lidar com a demanda do conteúdo estendido e o mais importante: uma experiência e segurança de saber que apesar da tempestade, tudo aquilo seria extremamente benéfico.

Vikings

Estávamos em maior número, conhecíamos o nosso objetivo e já existia a sabedoria para lidar com grande parte dos desafios.

Possivelmente o maior aprendizado para mim foi: nunca chame a estratégia de “duplicação do volume”. Isso assusta. Conteúdo estendido é a mesma coisa, mas soa muito melhor para os ouvidos.

Dito isso, tivemos uma abordagem muito mais agressiva na parte estratégica e de acompanhamento. Definimos que, naquele momento, a nossa estratégia seria baseada em entregas semanais. Assim, elas seriam divididas da seguinte forma:

Divisão de conteúdos

Nossa tabela utilizada na época para gerenciar todas as entregas de conteúdo

Em julho de 2016 reativamos a estratégia com uma abordagem mais volumosa.

O objetivo era publicar 2 artigos por dia, 7 dias por semana. Isso totalizou 56 novos artigos todos os meses para o blog. Somando a isso, implementamos a meta de criar 4 novos artigos produzidos internamente pelo time de Marketing.

No final das contas, publicamos durante 5 meses mais de 60 peças de conteúdo todos os meses! E não se limitou a isso. Também estávamos atualizando, pelo menos, 20 artigos todos os meses. Em 5 meses foram mais de 300 artigos publicados e 100 artigos atualizados.

Será que valeu a pena? O que aprendemos, no fim das contas? São respostas simples, mas que carecem de uma boa explicação. Confira:

Avaliação e considerações finais sobre volume de conteúdo e conteúdo de qualidade

Como já havíamos passado por experiências passadas, com o volume de conteúdo on steroids, nossa equipe teve uma facilidade tremenda para lidar com a segunda investida em volume.

Estávamos seguros do resultado que poderíamos alcançar, e queríamos que isso se refletisse na execução da estratégia.

Nesse período, saímos de 3.600 palavras-indexadas no Google para mais de 5.100!

Ainda mais relevante que isso, no início da segunda investida nosso blog tinha uma média de 500 palavras-chave no top 3 do Google. No mês em que a estratégia foi finalizada, já havíamos duplicado o número. Estávamos batendo a casa de 1.100 keywords no top 3.

A título de comparação, no mesmo período nossos principais concorrentes de tráfego e palavras-chave totalizavam 3.723 e 2.732 indexadas nos buscadores. Havíamos conquistado um território absurdo!

Comparação entre tráfego orgânico e total

Esse gráfico mostra o resultado que tivemos em 2016. A linha azul representa o tráfego orgânico, e a laranja, o total. Após a sazonalidade do período de férias em julho, nosso tráfego voltou a subir consistentemente graças ao alto volume de conteúdo que nossa equipe atualizava mês após mês.

Não entrarei detalhadamente na explicação das nossas atualizações, escrevi um ebook interessante e completo sobre o assunto. Recomendo a leitura, assim você poderá aprender como fazemos nossas atualizações detalhadamente.

Ebook Atualização de Conteúdo

Ok, Renato, mas e a qualidade do conteúdo?

Durante esse período nós produzimos alguns dos conteúdos mais essenciais da nossa estratégia atual. Cobrimos um território de palavras-chave e nos consolidamos como um dos maiores blogs sobre Marketing do Brasil.

Portanto, acredito fortemente que é possível trabalhar com volume sem perder a qualidade.

Nossos critérios de avaliação de conteúdo não foram impactados durante essa segunda investida. Conseguimos manter na maioria dos casos e em alguns específicos conseguimos até elevar, e muito, a qualidade dos artigos.

É óbvio que às vezes erramos. Inclusive, de vez em quando ainda soltamos um ou outro artigo nota 6 — o que é cada vez mais raro. Ainda assim, estes experimentos nos provaram que o volume de conteúdo tem sim, um impacto brutal no resultados de um blog.

Contribuições semanais da equipe interna possibilitaram que conseguíssemos produzir conteúdos extremamente técnicos e avançados que passaram a ser um pedido recorrente dos nossos leitores.

Exemplos?

É possível trabalhar volume e qualidade ao mesmo tempo. O que será o fator decisivo para que sua estratégia seja um sucesso são dois fatores: tamanho da equipe e treinamento.

Em 2015, éramos 2 pessoas para lidar com 40 posts mensais! Quando paro para lembrar disso parece coisa de louco, é um absurdo!

Em 2016, éramos 4 para lidar com todas as demandas do blog. Assim ficou muito mais fácil, apesar de continuar sendo bastante trabalhoso. Mas nossa equipe conseguiu se planejar bastante, além de manter o acompanhamento em dia.

A parte do treinamento faz diferença pelo simples motivo de você precisar de pessoas capacitadas para garantir que seus textos sejam fantásticos.

Tanto na parte gramatical como nos conceitos. É claro que existem erros, alguns passaram e até hoje corrigimos algumas gafes. De todo jeito, o saldo foi extremamente positivo.

Como os conceitos da antifragilidade e do cisne negro se conectam com esse artigo?

Continue comigo, estamos quase lá!

Recentemente nosso CMO, Diego Gomes, escreveu um artigo fodástico cruzando alguns dos os trabalhos de Nassim Taleb (autor de livros clássicos como “A Lógica do Cisne Negro”, e “Antifrágil”) com marketing de conteúdo. Vou tentar explicar rapidamente para você conseguir acompanhar o raciocínio sem ter que ir ler o texto do Diego antes de terminar esse aqui. De todo jeito já deixa esse artigo aqui aberto ai no seu browser para você ler ele na sequência.

Conceito do Cisne Negro

Parafraseando o próprio Diego em seu artigo:

Em seu livro A Lógica do Cisne Negro, Nassim se aproveita de uma história para ilustrar o conceito chave do livro:

‘Antes da descoberta da Austrália, acreditava-se que todos os cisnes eram brancos, afinal, ninguém nunca tinha visto um cisne da cor preta. No entanto, quando a Austrália foi descoberta, ficou claro que os cisnes negros existem. Aquela descoberta mudou a biologia e o jeito de pensar do homem daquela época.’

Para Taleb, um Cisne Negro é algum um evento que é raro, tem um grande impacto na sociedade e é explicável, porém impossível de ser previsto apenas analisando o passado. Não era possível prever que o Cisne Negro existia antes de ele ter sido visto pela primeira vez.

Podemos trazer isso para a lógica do conteúdo de qualidade de forma simples: não são todos os conteúdos que tem a mágica capacidade de viralizarem ou de se tornarem um sucesso em diferentes canais de aquisição.

Lá no início do artigo eu conto sobre os resultados do artigo da palavra-chave marketing. Apesar de ter feito o artigo como objetivo de alcançar a primeira página, fazer link building e um milhão de outras coisas, nunca podemos prever o sucesso de algo. O máximo que podemos fazer é otimizar tudo e fazer um esforço a mais para aumentar as chances de sucesso.

Conceito da Antifragilidade

Mais uma vez, parafraseando o mestre Diego:
“Em Antifrágil, Nassim Taleb explica que, para sobreviver a um mundo onde é extremamente difícil fazer previsões, você precisa desenvolver a sua antifragilidade. O Antifrágil é a antítese do frágil.

Um conjunto de taças de cristal são itens frágeis, que requerem cuidados especiais. Se esses itens não forem manejados com cuidado, com certeza se quebrarão, e por isso é preciso saber lidar com essa fragilidade, para estarmos prontos para imprevistos.

É preciso acondicioná-los bem em caixas de isopor e colocar adesivos de frágil para transportá-los, para garantir que caso ocorra algum imprevisto, eles não se quebrem. Quando o inesperado ocorre, o frágil quebra.

Por outro lado, o antifrágil é algo que ganha força, se torna mais robusto, quando o inesperado acontece.”

Antifragilidade e Opcionalidade

Para concluir o raciocínio e o pequeno furto de ideias do Diego, última coisa. Para o conceito da antifragilidade fazer bastante sentido em uma estratégia de conteúdo, se o unirmos com o conceito da opcionalidade, aí o monstro sai da jaula.

“Opcionalidade é a possibilidade de você ter um grande ganho potencial, se possível um potencial de ganhos ilimitado, com um potencial de perdas limitados.”

Um exemplo para deixar tudo mais claro: Em 2016 o jogo Pokemon Go foi lançado para dispositivos móveis e rapidamente o app se tornou uma febre mundial.

Como bom marketeiro que sou, estava de olho de tudo que rolava fora do Brasil sobre o jogo e todo a loucura que estava rolando nos estados unidos. Não sabe do que estou falando?

Isso foi o que aconteceu em NY quando um Pokémon raro apareceu dentro do Central Park. Assustador!

Após ver esse vídeo era óbvio que nossa equipe precisava fazer algo. Assim pedimos para um redator freela (Thx Clara 😉 ) escrever um artigo que ligava Pokemon Go e marketing digital.

A conversa era muito simples: explicar o que era o jogo, como funcionava e como empresas poderiam se beneficiar disso. O App oferece a oportunidade para empresas comprarem itens que atraiam pokémons para suas proximidades o que poderia ser linkado à compra de algum produto ou algo do gênero.

O artigo foi produzido por R$90,00 e o máximo que poderia acontecer era ele ter um pouco de tráfego quando o jogo fosse lançado no Brasil. Não havia nenhum risco no investimento ou na criação do artigo. Era praticamente um win/win.

Duas semanas após a publicação do nosso artigo o app foi lançado no Brasil. Durante a semana de lançamento nosso artigo ocupou a primeira posição no google para ˜Pokemon Go” e ˜Pokémon Go Marketing”.

Analytics post Pokemon Go

Preciso dizer o quão incrível foi isso?

Um único artigo conseguiu impactar diretamente na meta daquele trimestre. Para que você compreenda o nível do resultado gerado por esse único investimento de R$90,00, esse foi o resultado daquele trimestre:

resultado Pokemon Go no mês de lançamento

Em oitavo lugar, nosso post sobre Pokémon Go com mais de 20 mil sessões, geradas em apenas uma semana e meia.

Unindo os três conceitos para explicar o resultado do artigo:

  • Cisne negro: Não havia como prever o sucesso do artigo. O jogo fez sucesso nos Estados Unidos, nada garantia que isso se replicaria para o Brasil;
  • Antifragilidade: Ao invés de aguardar ou desacreditar na possibilidade de ter sucesso do artigo, sempre investimos em ideias que tenham o mínimo de potencial;
  • Opcionalidade: A ideia era boa, havia um potencial de viralização e o investimento do artigo era tão baixo que caso algo desse errado, nada seria prejudicado. Na pior das hipóteses o nosso blog teria mais um artigo. Optamos pela chance do sucesso.

Resumo da obra: onde é que eu quero chegar com tudo isso?

Achei que ia ser impossível concluir esse artigo!

Se você chegou até aqui eu tenho certeza que pelo menos um comentário esse artigo merece, hein? 😉

No final do dia, após passar por todas essas experiências, escrever tantos artigos, testar tantas estratégias e passar quase três semanas escrevendo esse artigo (sim, é verdade) chegamos aos finalmentes.

Antes disso, vamos recapitular tudo que analisamos até agora

  • Conceito do conteúdo de qualidade (Larry Kim): conteúdo de qualidade é aquele que gera receita para uma empresa. É imprevisível de criar e replicar, a melhor forma de alcançá-lo é através de um grande volume de publicações;
  • Conteúdo de qualidade e volume de publicação (Ginny Mineo e Rock Content): O melhor volume de publicação para qualquer empresa é aquele que não interfira diretamente na qualidade do conteúdo. Já que essa queda de qualidade pode prejudicar outras métricas.
  • Cisne negro e a Antifragilidade (Nassim Taleb e análise do Diego Gomes): Como nunca conseguimos prever a chegada ou o sucesso de um post viral, de resultados absurdos e inesperados (cisne negro) o que podemos fazer é nos preparar da melhor maneira possível para aumentar as possibilidades de que, quando o inesperado aconteça, nós estejamos preparados para obter resultado com isso. Um estado de constante alerta, assim por dizer.

Agora ficou simples!

Chegou a hora de finalizar e contar qual é o conceito de conteúdo de qualidade na minha opinião. Melhor ainda, vou explicar como funciona uma máquina de produção de conteúdo de qualidade.

Afinal de contas, é muito melhor conseguir replicar essa fórmula diariamente (antifragilidade) do que dar alguns tiros no escuro e torcer pelo melhor.

O que é um conteúdo de qualidade e como criar um (Receita de sucesso da Rock Content)

Após escrever mais de 150 artigos durante minha experiência na Rock Content — e todos esses outros detalhes que eu escrevi ao longo do texto —, podemos dizer que eu acumulei uma bagagem considerável.

A maior delas, sem dúvida, foi finalmente ter compreendido o que todos os conceitos e receitas básicas do Inbound Marketing são capazes de gerar quando usados da forma certa.

Quando unimos Marketing de Conteúdo, SEO e uma boa escrita você tem a receita do sucesso.

Pode ser bobo falar de produzir artigos focados em persona, garantir que seus conteúdos estão otimizados, estratégia de obtenção de backlinks etc. Mas no fim do dia é isso que vai levar à perfeição.

Quando eu falo em perfeição é de verdade.

Compreender o objetivo por trás da escolha de cada palavra-chave, linkagem interna e novo artigo no seu blog.

Compreender que cada artigo tem o objetivo de falar com sua persona em um momento específico e que, no final, tudo precisa estar extremamente interligado (literalmente).

Não existe a menor chance de sucesso sem conhecer seu público e objetivo. Não espere gerar receita com seu “conteúdo de qualidade”.

É isso que vai criar a máquina de conteúdo de qualidade.

Executar com perfeição cada uma dessas estratégias é o necessário para obter o sucesso e é claro, além disso, você precisa de uma equipe que compreenda a importância de cada uma das etapas do processo.

Fica tranquilo que você não leu esse artigo até aqui para ouvir apenas isso!

O feijão com arroz garante o sucesso, mas não é suficiente!

Como eu disse, o resultado do conteúdo de qualidade surge da compreensão de todas as variáveis que impactam o resultado desejado.

Vamos supor que o seu resultado desejado é gerar receita com seu blog. Para isso, é essencial compreender quem são as personas, dúvidas e desejos delas. Esses fatores serão o combustível para gerar todo o conteúdo desde a atração até o momento da compra.

Como definir o volume de publicação ideal? Tudo dependerá da capacidade do seu time. Não existe receita de bolo para essa parte, infelizmente.

Aqui nós fizemos vários testes, muitos testes. E só conseguimos executar tais experimentos pelo simples fato de, antes de tudo, termos uma equipe comprometida com os resultados e que compreende o valor do que fazemos.

Otimizar seus conteúdos para os motores de busca é essencial para o sucesso, mas está longe de ser o suficiente. Na verdade, isso é o mínimo que você precisa fazer.

Grande parte do resultado nos motores de busca está no processo que está além da publicação de artigos. As rotinas de SEO de aquisição de backlinks, construção dos silos para linkagem interna, atualização de conteúdo baseada em resultados do Google Search Console são as estratégias que realmente vão transformar seu conteúdo, seus rankings e seu tráfego.

Quando você compreende todas as variáveis dessa equação maluca que gera os conteúdos de qualidade, tudo fica mais fácil e replicável.

Como fazemos isso na Rock Content

Atualmente estamos publicando apenas um artigo por dia, 7 dias por semana. Além disso, em alguns dias, acontecem algumas outras publicações não programadas de conteúdos do time ou externos.

Fora isso, nós aprendemos a fazer conteúdo antifrágil que, na pior das situações, nos trará resultado no longo prazo.

O que diferencia os resultados dos nossos blogs e dos nossos artigos é a profunda noção do que faz parte do nosso papel para obter resultado e quais outras partes são os fatores externos. Assim conseguimos aumentar nossas chances de obter sucesso e gerar resultados fora do padrão.

E agora, onde é que eu quero chegar?

Nossa estratégia tem funcionado como um relógio nos últimos tempos e, apesar disso, sei muito bem que possivelmente as estratégias que utilizamos para nos trazer aqui podem não ser o que nos levarão ao outro nível.

Sim, nunca estamos satisfeitos e sempre queremos mais.

Tenho objetivos pessoais bem agressivos:

Visão geral de domínio no SEMrush para Hubspot

Apesar da Hubspot ter levantado centenas de milhões em investimento (deve ser 100x maior que a Rock), eles são apenas 20X maiores que a gente quando analisamos esses números. Por outro lado, perdemos em valuation. Eles valem 2,5 bilhões (uns 300% mais que a gente).
Não dá pra ser bom em tudo, não é mesmo?

Esses são os números da Hubspot mais atuais (Maio de 2017) segundo dados do SEMrush.

Eles são o maior blog de Marketing Digital do mundo, e é esse posto que eu tenho o objetivo de chegar com o blog marketingdeconteudo.com. Não estou brincando.

Claro, ainda temos um longo caminho pela frente, o desafio é bizarro de absurdo, mas que graça teria se fosse um desafio fácil? 😉

Tenho a certeza que faremos o possível para chegar lá.

Se você chegou até aqui eu te agradeço sinceramente pelo interesse!

Esse foi, sem dúvida alguma, um dos artigos mais trabalhosos e prazerosos de escrever de toda a minha carreira trabalhando com Marketing de Conteúdo.

O conteúdo é relevante, os dados são verdadeiros e eu espero ter te ajudado muito!

Já que você leu até o fim, imagino que esteja interessado em aprender mais sobre o assunto. Montei uma lista de conteúdos para que você aprenda mais sobre o tema:

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Os maiores erros que as empresas cometem ao tentar cuidar de sua imagem na internet


(Clique no player para o ouvir a narração do nosso post! Deixe nos comentários o que achou.)

Criar uma boa reputação na internet é, sem dúvida, uma das coisas mais importantes para uma empresa ter sucesso.

Tudo que uma marca faz passa pela avaliação do público, o que inclui seus clientes atuais e prospectivos, parceiros e até concorrentes, que podem facilmente se aproveitar de uma falha para ganhar sua clientela.

Esse trabalho precisa ser feito de forma constante e com muito cuidado, pois alguns erros de branding podem aos poucos minar a reputação do seu negócio sem que você perceba.

Quer saber como evitar que isso aconteça? Veja os 10 maiores erros de branding dos quais você deve fugir.

Pagar pessoas para falarem bem da sua marca

É muito comum ver empresas se associarem a pessoas populares e produtores de conteúdo na busca por fortalecer suas marcas e ter uma boa reputação aos olhos do público.

O problema é quando essas empresas pagam por opiniões favoráveis a seus produtos e serviços.

Além de antiético, isso é também ilegal, já que as pessoas têm o direito de saber se estão vendo mesmo a opinião de seus youtubers favoritos ou um conteúdo publicitário.

As gigantes Warner Bros. e Microsoft se envolveram em escândalos envolvendo o pagamento de personalidades da web para falar bem de seus produtos.

A coreana Samsung foi ainda pior e acabou sendo multada em 340 mil dólares por pagar pessoas para falar mal de seus principais concorrentes na internet.

Esse tipo de tática, além de não dar resultados, pode facilmente causar grande transtorno para a sua empresa.

Encorajar piadistas e “haters”

É verdade que o bom humor e a descontração fazem parte do ambiente virtual e que se encaixam muito bem na estratégia de branding da maioria das empresas, principalmente nas redes sociais.

Mas você deve tomar o cuidado de nunca dar espaço para pessoas que fazem comentários ofensivos ou mesmo encorajar esse tipo de comportamento.

Mas, de que formas você poderia cair no erro de encorajar os chamados “trolls” e “haters”?

Uma maneira muito simples é se omitir caso ocorra algum caso de abuso em algum perfil da marca por parte de um usuário contra outro.

É importante considerar, acima de tudo, como deve ser o posicionamento da marca nas mídias sociais quanto a assuntos polêmicos e defesa de causas.

Outro perigo é embarcar na onda de falar mal de quem não gosta de seus produtos ou de concorrentes diretos, ou apoiar os fãs mais apaixonados que façam isso.

Se deseja alguma ação mais provocativa nesse sentido, é melhor investir no marketing de guerrilha.

Responder mal aos clientes

É natural que quando os clientes encontrem algum problema ou ponto que precisa de melhoria, se manifestem rapidamente sobre o assunto, seja por meio das mídias sociais ou de canais mais reservados.

Nesses momentos, muitas empresas simplesmente ignoram o pedido, sugestão ou reclamação e seguem com suas atividades normalmente.

Saiba que agir assim é um dos maiores erros de branding que você pode cometer!

Por quê?

Depois de perceber que foram ignorados, muitos clientes têm a tendência de disseminar esse acontecimento, tanto no mundo real quanto no virtual.

E, para piorar, é provável que outras pessoas, que foram ignoradas antes, se juntem à discussão. Já pensou no impacto negativo que isso teria?

Além disso, não basta dar uma resposta automática, pois isso não ameniza em nada a frustração dos clientes.

Se preocupe em dar uma resposta rápida, mas também que mostre entusiasmo e consideração pela opinião apresentada.

Se for um problema, é importante se colocar à disposição para resolver o assunto da melhor forma possível.

Não saber lidar com críticas

Quando as críticas são duras e feitas em público, infelizmente algumas empresas perdem a compostura e travam pequenas batalhas contra seus clientes pelo direito de ter a razão.

Mas, o único efeito dessas brigas é manchar a reputação da marca diante dos demais clientes. Afinal, quem iria querer fazer negócios com uma empresa que não aceita críticas?

Pense no seguinte: a sua imagem na internet é como um grande espetáculo teatral. Todos os olhos estão voltados para você. Assim, quando alguém faz uma crítica, todos param para ver qual será a sua reação.

Então, como reagir mesmo às críticas mais duras?

Se for um crítica construtiva, agradeça e aja em cima dela. Se for apenas para depreciar a sua imagem, deixe que o bom serviço e os depoimentos favoráveis de outros mostrem isso com o tempo.

Mentir sobre seus serviços

Você com certeza já ouviu que mentira tem perna curta, não é mesmo? Agora, imagine mentir em um ambiente onde as pessoas com quem você conversa estão constantemente trocando informações sobre você.

Pois mentir sobre seus serviços e produtos na internet é justamente isso! O tempo em que as pessoas acreditavam em tudo que uma empresa falava sobre si mesma já passou há muito tempo!

Hoje, a regra é pesquisar referências on-line, as mídias sociais da empresa em questão e, sempre que possível, pedir a opinião de amigos e conhecidos que já tiveram algum contato com o serviço antes.

Com todas essas ferramentas à disposição, é simplesmente impossível enganar o cliente por muito tempo. Por isso, jamais minta sobre seus serviços.

É muito melhor reconhecer suas limitações e ser honesto com respeito a elas. Muitas pessoas podem resolver te dar um voto de confiança por conta disso.

Não investir numa comunicação visual forte

A comunicação visual é uma peça muito importante da sua imagem na internet.

Se a primeira impressão é a que fica, aspectos como as imagens nas mídias sociais e um site bonito e responsivo para web e mobile, fazem uma enorme diferença para que essa impressão seja positiva.

Com tantas distrações “brigando” o tempo todo pela nossa atenção no mundo digital, é preciso se destacar, e uma boa comunicação visual é crucial para isso.

Mas o que significa ter uma comunicação visual forte? Não se trata de usar cores vivas ou exagerar nos detalhes, mas de criar uma imagem consistente entre os meios digitais.

Em outras palavras, é criar uma identidade facilmente reconhecida na internet, seja pelo esquema de cores, logotipo, fontes usadas etc.

Para aprender mais sobre boas práticas de comunicação visual e branding, baixe nosso guia completo:

Ebook Branding

Focar apenas na promoção do produto

Sabe qual é uma das piores características que uma marca pode desenvolver na internet? O egocentrismo.

E não se engane: é mais fácil do que parece ser egoísta, principalmente quando as vendas não vão tão bem quanto você esperava.

Sabe aquelas empresas que só falam de si mesmas e de como seus produtos são incríveis? Elas estão seguindo à risca a receita do fracasso!

Em um mundo centrado nos desejos — e no poder — do consumidor, as pessoas não querem saber sobre o seu produto, mas como os problemas delas podem ser resolvidos.

O seu foco deve ser sempre no cliente. Se fizer isso, ele naturalmente vai passar a confiar na sua marca.

Ignorar o planejamento de conteúdo

Produzir conteúdo é uma parte importante do sucesso de uma estratégia de branding equilibrada e bem-sucedida. Mas, antes de produzir, é preciso planejar.

Definir os objetivos, personas, pesquisar palavras-chave e escolher pautas atraentes são passos que vêm antes de apertar o botão de “publicar”.

Por insistir em pular etapas e produzir qualquer coisa só para manter um blog atualizado, muitos empreendedores acabam falhando em suas estratégias.

Se isso já aconteceu com você, não faça como aqueles que culpam o marketing de conteúdo pela falta de resultados.

Antes, procure entender o processo desde o início e faça um planejamento adequado, que seja capaz de levá-lo aos objetivos definidos.

Pensar só no momento

Em certos momentos, é possível cair na tentação de usar táticas um tanto controversas ou se aproveitar de acontecimentos importantes para chamar atenção do público.

Mas é importante se lembrar de que nada na internet é completamente apagado ou esquecido, ou seja, as ações de marketing de hoje terão influência sobre os resultados de amanhã.

Por exemplo: se posicionar diante de um acontecimento político ou causa popular pode ser favorável no momento, mas e se depois o apelo da massa for para outra direção?

Um exemplo um tanto exagerado nos ajuda a entender isso: muitas empresas apoiaram o nazismo, na época uma escolha tanto popular quanto lucrativa.

Porém, nos nossos dias — décadas depois dos fatos — isso gerou grande comoção negativa nas mídias sociais, criando verdadeiras crises para essas marcas.

A lição é clara: pense no legado que sua marca deixará para o futuro.

Deixar de monitorar aspectos importantes

Entre os erros de branding citados, essa talvez seja o pior: deixar de monitorar aspectos vitais para o sucesso da sua empresa.

Isso inclui avaliar os resultados obtidos com as diferentes estratégias — como marketing, vendas, atendimento — , as mudanças de comportamento do público com o tempo e até o que os concorrentes andam fazendo.

Marcas de sucesso tem um incrível senso de direção e baseiam suas decisões na observação que fazem de praticamente tudo à sua volta.

Ou seja, elas monitoram constantemente, por isso sabem o que fazer em seguida.

Não existe meio termo nesse caso: monitoramento malfeito resulta em uma marca mais fraca, com menor poder de convencimento diante do público.

Assim sendo, é inevitável cometer erros de branding uma vez ou outra. Mas, por fugir dos principais deles e se planejar bem, você estará em condições de cuidar da sua marca na internet sem surpresas ingratas. Com isso, os resultados serão positivos e duradouros — tudo que uma marca de sucesso precisa.

Sabemos que a gestão de uma marca e imagem na internet não é simples. Por isso, elaboramos um ebook completo sobre esse assunto! Esse post é um trecho do conteúdo. Você pode baixá-lo completo aqui!

Como cuidar da imagem da sua empresa na internet

Entenda como funciona o processo de fusão de empresas

Entenda como funciona o processo de fusão de empresas

Empresas concorrentes nem sempre são rivais durante toda a sua existência.

Em busca de vantagens para ambas, pode acontecer um processo de fusão, que sobrevém mediante um acordo firmado entre as partes.

Embora seja simples na teoria, a fusão pode ser bastante complexa na prática, dependendo do tipo das empresas envolvidas no processo — e de seu tamanho. Ainda assim, as fusões continuam a ocorrer no mercado brasileiro e internacional, devido às suas vantagens.

Para entender mais sobre esse assunto, veja a seguir como funciona o processo e conheça formas de vencer seus desafios.

O que significa a fusão de empresas

De modo simplificado, a fusão de empresas significa uma completa transformação para todas as envolvidas no processo.

Geralmente realizado entre duas organizações/sociedades distintas, esse processo faz com que as participantes de uma fusão se juntem e formem uma única empresa.

Isso significa que, se a empresa A e a empresa B passam por um processo de fusão, elas vão resultar na empresa C, que é uma terceira componente diferente das outras duas. É exatamente isso que diferencia esse processo de uma incorporação.

Na incorporação, uma empresa deixa de existir, mas a outra se mantém — só que agora de forma expandida.

Assim, a fusão significa um processo de mudança para todas as partes envolvidas, gerando uma empresa que mantém as obrigações e responsabilidades de suas originárias, mas que não segue, necessariamente, os mesmos processos de uma ou de outra.

Quais são as vantagens

Embora seja um processo complexo e que muitas vezes leva um tempo maior para ser executado, a fusão pode ser benéfica para as participantes dessa etapa. Dentre os benefícios, estão:

Possibilidade de diversificação de mercado

Por mais versátil que um negócio deseje ser, é invariável que ele acabe focando em um determinado nicho para atender melhor as pessoas que compõem o seu público-alvo.

Embora isso gere uma atuação assertiva, também limita como a empresa se posiciona no mercado, já que há menos possibilidades.

Quando ocorre a fusão, por outro lado, o horizonte de ambos os negócios se expande e há a possibilidade de realizar uma diversificação maior de mercado.

Aumento da abrangência de marca

Como há a união de dois públicos-alvo, a fusão de empresas normalmente tem um aumento da abrangência de marca.

Como é improvável que as duas empresas compartilhem exatamente o mesmo público, há um ganho importante e completamente orgânico no alcance de público.

Por si só, isso ajuda na robustez do negócio, que tem um número maior de pessoas a serem atingidas. Isso também aumenta as oportunidades de conversão em vendas.

Aumento das receitas

Com mais capacidade de mercado e exposta a um público maior, a nova empresa tem mais oportunidades de negócio.

Daí, não é de se estranhar que a sua taxa de conversão também seja maior do que das outras duas empresas, separadamente.

Com mais vendas e mais contratações há um aumento benéfico das receitas, gerando mais recursos para que o negócio continue se desenvolvendo.

Esse processo, inclusive, colabora para resolver o rotineiro problema de saturação do mercado por parte das empresas, individualmente falando.

Redução de custos

A fusão de empresas é sinônimo de sinergia em busca de objetivos comuns.

Como é necessário que haja uma completa reestruturação para que surja a nova empresa, os processos tendem a ser otimizados, os desperdícios são eliminados e, os gargalos, corrigidos.

Como resultado, a nova empresa começa com uma estrutura mais enxuta, eficiente e com uma benéfica redução de custos.

Além de aumentar a margem de lucro isso também permite o aumento de investimentos e o ganho de vantagem competitiva.

Como reduzir o tempo de negociação

Diminuição dos riscos de mercado

Com o mercado altamente competitivo, qualquer ganho de vantagem competitiva faz a diferença.

Levando em conta que a fusão de empresas permite uma união de esforços, a nova empresa se torna muito mais robusta às diversas modificações do mercado e passa a ser mais forte do que as duas, separadamente e antes da fusão.

O resultado disso é que a nova empresa corre menos riscos de mercado já que consegue ter uma tomada de decisão mais estratégica, pois usa o know-how das duas empresas que existiam antes do processo.

Melhores condições de atuação

Quando duas empresas se fundem, a terceira que se forma normalmente é maior do que as duas outras.

Com melhores perspectivas de mercado e com os riscos reduzidos, a sua atuação também fica mais facilitada.

Obter financiamentos, por exemplo, é mais fácil, já que há um volume maior de vendas e mais robustez por parte da empresa, que também é maior.

Com isso, as duas empresas conseguem se livrar de possíveis dificuldades que estivessem limitando o seu crescimento de maneira geral.

Quais são as dificuldades

Porém, como é de se esperar o processo não é simples e traz alguns obstáculos que precisam ser contornados. Por mais que ofereça todas essas vantagens, a fusão de empresas não oferece, por si só, nenhuma garantia para a nova empresa que vai surgir.

Basta um descuido para que todos os esforços sejam em vão e a decisão se transforme em um grande problema organizacional. A fim de garantir o sucesso do processo, conheça os seguintes desafios:

Unir processos e tecnologias

Por mais que haja boas práticas de gestão, formais ou não, cada empresa toca o seu cotidiano de uma forma.

Enquanto uma empresa busca a automação de tarefas para o máximo de produtividade outra pode ainda não ter adotado esse tipo de investimento.

Na fusão, essas formas diferentes de fazer teoricamente a mesma coisa se encontram e precisam ser conjugadas corretamente.

Isso porque não é relevante eliminar todos os processos de uma empresa em detrimento da outra — porque, afinal, não se trata de uma aquisição.

Isso obriga gestores e colaboradores a encontrarem uma nova forma de fazer, juntos, o que una o melhor do que cada antiga organização tem a oferecer.

Dificuldades na transformação de cultura

Para que um negócio seja bem sucedido ele precisa ter valores e uma cultura que os coloque em prática.

Como cada negócio possui sua própria visão de mercado e seus próprios objetivos, é comum que culturas sejam muito distintas entre empresas diferentes.

Enquanto uma empresa oferece mais flexibilidade, por exemplo, a outra pode ser mais focada em uma gestão vertical.

Quando há a fusão, essas duas culturas também devem se fundir e gerar uma nova visão que vá orientar todos dentro da nova empresa.

Como é de se esperar, isso gera um verdadeiro choque cultural para ambos os lados, exigindo um tempo maior de adaptação para transformar as culturas que, até então, eram utilizadas e agora não são mais.

Garantir a produtividade

O processo de fusão de empresas pode ser demorado, mas ele simplesmente não pode interromper o funcionamento do negócio.

Ao mesmo tempo em que a fusão acontece e é anunciada, a empresa precisa continuar produzindo e vendendo do melhor jeito possível.

O grande obstáculo é que justamente estão acontecendo mudanças intensas e estruturais sobre todo o funcionamento da empresa.

Com isso, há uma dificuldade inicial em manter o ritmo de produtividade, cumprindo acordos e aproveitando oportunidades, pois além de tudo isso ainda é necessário se adaptar à nova realidade.

Esse desafio precisa ser vencido rapidamente, porque se a empresa fica parada esperando o processo de mudança se completar ela acaba perdendo a nova relevância de mercado que possui.

Acompanhar os resultados

No meio de tantas modificações ainda é preciso fazer uma gestão de qualidade que seja precisa e certeira ao mesmo tempo. Não é possível fundir as empresas e deixar que as coisas encontrem, por si só, o seu lugar.

Em vez disso, é preciso estabelecer indicadores de desempenho , interno e externo, que indiquem quão bem-sucedido o processo está sendo.

Mais do que isso, é necessário acompanhar de perto esses resultados, realizando as modificações necessárias para que seja possível chegar ao sucesso.

Dicas para realizar a fusão de empresas da melhor forma possível

Depois de pesar os desafios e as vantagens e concluir que a fusão é a melhor escolha, o ideal é fazê-la da melhor forma possível, gerando resultados consistentes. Dentre as melhores práticas, estão:

Faça acordos claros

É muito importante que tudo seja definido antes mesmo de a fusão acontecer, de fato.

Quanto mais claro for o acordo entre as empresas, mais simples o processo se torna já que é menor a necessidade de lidar com imprevistos e objeções.

Ainda durante a negociação é importante definir claramente a contribuição de cada empresa, como cada processo vai ser executado, em quanto tempo e quais são os resultados esperados.

Quanto mais proteção há nesse sentido, melhores são os resultados.

Tenha uma comunicação clara

O processo de fusão pode ser estressante não apenas pela proporção que toma, mas também pela quantidade de transformações que traz para o cotidiano de todos os envolvidos.

Dependendo do caso, isso gera insegurança e receio sobre o futuro do negócio.

Para evitar essa situação, o ideal é ter uma comunicação clara e aberta com todos os colaboradores e mesmo com os fornecedores, que sofrerão impactos dessa mudança.

Ventilar informações sobre o processo de maneira consistente oferece segurança e respaldo, além de aumentar o engajamento dos envolvidos.

Defina responsabilidades

O processo de mudança — qualquer que seja ela — precisa de um líder. No caso da fusão, não é diferente.

Por isso, quando todos estiverem devidamente informados sobre o processo é muito importante definir responsabilidades claras para as pessoas certas.

Em vez de querer promover mudanças em grupos maiores vale dividir a empresa em equipes menores que tenham líderes completamente alinhados à nova cultura.

Isso permite um gerenciamento mais adequado, maior ganho de produtividade e um processo que demora menos tempo.

Comece integrando pessoas

Antes de pensar em começar a colocar os novos processos em prática é recomendado começar com a integração entre pessoas.

Explicar a nova cultura, mostrar os benefícios da mudança e estimular o trabalho colaborativo são formas de gerar maior aderência por parte dos envolvidos.

Depois desse processo inicial comece a integrar os processos. Com a ajuda das pessoas alinhadas à nova cultura, fica mais fácil conseguir processos otimizados.

Esteja disposto a ouvir

Um processo de fusão representa, na prática, o trabalho em equipe elevado à máxima potência.

Não é possível completá-lo de maneira isolada e, sendo assim, é muito importante estar aberto a novas opiniões, sugestões e assim por diante.

Quanto mais disposto você estiver a ouvir tanto as pessoas da outra empresa como seus próprios colaboradores, melhores são as chances de o processo realmente dar certo dentro do esperado.

Não apresse a mudança

Embora seja relevante determinar um tempo para que a fusão se conclua, até mesmo para fins de gerenciamento, apressar a mudança não traz resultados benéficos.

Algumas vezes, é melhor estender o tempo necessário e conseguir um resultado melhor do que fazer tudo às pressas e comprometer a nova empresa.

Por isso, é importante considerar que uma mudança desse porte leva tempo e exige passos bem estruturados. Dessa forma, é possível agir de maneira contínua e consistente em busca dos resultados.

Exemplos de empresas nacionais que passaram pelo processo de fusão

Desde as de maior porte até as menores, muitas empresas brasileiras já passaram por fusão.

O principal objetivo, é claro, é aproveitar todas as vantagens oferecidas, gerando mais penetração e participação de mercado e melhor disputa com a concorrência.

Em 2014, por exemplo, as empresas aéreas Azul e Trip decidiram se fundir, originando a Azul Trip. A união de forças criou a terceira maior empresa aérea brasileira, com 15% de participação de mercado à época.

Alguns anos antes, em 2011, a Vtex e a WX7 se uniram. As empresas do ramo de TI empresarial eram concorrentes diretas, mas tinham soluções complementares.

Com a fusão, a Vtex — o nome foi mantido, mas o processo foi de fusão — faturou quase três vezes mais do que as empresas conseguiam separadamente.

Uma das maiores fusões no mercado brasileiro, entretanto, foi entre a Sadia e Perdigão. Concorrentes históricas, elas se uniram e formaram a Brasil Foods (BRF), que já nasceu sendo como uma das maiores do mundo no ramo alimentício.

No ramo de varejo, uma fusão que chamou a atenção em 2009 foi entre o Pão de Açúcar e as Casas Bahia. Por meio da Globex, as duas empresas se transformaram em uma só, mas as marcas foram mantidas.

Conclusão

A fusão de empresas é uma forma de dois ou mais negócios juntarem esforços em busca demais competitividade e resultados melhores em geral.

Nesse caso, as duas empresas foram uma terceira, que integra processos e pessoas das outras duas.

Apesar de vantajoso, o processo pode ser desafiador e por isso é preciso colocar em prática dicas que tornem o processo otimizado.

Um espaço de operações mais harmonioso também é algo indispensável para o sucesso do processo da fusão de empresas, bem como para a sustentabilidade da empresa nascente.

Por isso, fique por dentro das melhores ferramentas digitais para garantir um ambiente de trabalho colaborativo.

Indicadores de Marketing e OKR

O que é SEO

O que é SEO: o guia completo para você entender o conceito e executar sua estratégia

(Este é o primeiro áudio deste conteúdo, onde abordamos os conceitos básicos de SEO e como o Google funciona)

Áudio 2: Principais fatores de Rankeamento

Áudio 3: Estratégia de SEO na prática

Uma das maiores ambições das empresas que investem em Marketing Digital é alcançar as primeiras posições nos mecanismos de busca — afinal, quem não quer cliques gratuitos e mais visitantes em seu site?

No entanto, estar na internet não é o suficiente para garantir que seu site, e-commerce ou blog consigam um lugar na primeira página do Google: é preciso investir em uma estratégia específica para otimizar os resultados e garantir que sua empresa alcance um bom posicionamento.

Afinal a concorrência pelas posições nos buscadores está cada vez maior com as empresas vivenciando esse período de transformação digital.

Alcançar bons rankings nas páginas de resultados, porém, pode estar mais ao seu alcance do que você imagina. Existe uma série de otimizações que você pode fazer no seu site e nos seus conteúdos visando melhorar a experiência do seu leitor e se tornar um resultado excelente aos olhos dos motores de busca.

São essas otimização que chamamos de SEO!

Nesse post você aprenderá tudo que é necessário para otimizar as suas presenças online e conquistar bons posicionamentos orgânicos (que não são anúncios pagos):

  • O que é SEO
  • Quais são os fatores que influenciam o rankeamento
  • Como criar e executar uma estratégia de SEO

Confira!

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O que é SEO (Search Engine Optimization)?

SEO significa Search Engine Optimization (Otimização para mecanismos de busca). É um conjunto de técnicas de otimização para sites, blogs e páginas na web. Essas otimizações visam alcançar bons rankings orgânicos gerando tráfego e autoridade para um site ou blog.

Essa estratégia é fundamental para sua empresa ganhar destaque, visibilidade no mundo digital e, por consequência, mais leads, clientes e faturamento para o seu negócio.

Como?

Com a otimização de site e blogs com o uso de técnicas para melhorar o rankeamento destas páginas e posicionando a sua empresa nos primeiros resultados do Google, por exemplo, aumentam (e muito) suas oportunidades de negócio, já que 90% das pessoas que fazem pesquisas no Google clicam apenas em resultados que aparecem na primeira página do mecanismo.

O principal objetivo do SEO, então, é aumentar o volume do tráfego orgânico e garantir mais visibilidade para as páginas na web.

Bacana né?

Vamos explicar a você agora, passo a passo, os conceitos mais importantes de SEO e vamos ensinar as estratégias que usamos para atingir os primeiros lugares do Google..

E tudo começa quando o usuário faz uma busca.

A psicologia da busca e os três tipos de busca

A psicologia da busca gira em torno do usuário: suas necessidades, sua forma de buscar por respostas, os resultados que ele espera ao buscar algo e etc.

De forma resumida, a psique humana frente aos mecanismos de busca passa pela necessidade de suprir um desejo específico, que pode se manifestar de formas diversas, e é papel das empresas que investem em Marketing Digital responder de forma objetiva a todas essas dúvidas e necessidades.

Por isso, quando pensamos no entendimento dos processos de pesquisa, é preciso sempre se colocar no lugar desse usuário que está buscando por alguma informação em um mecanismo de pesquisa como o Google.

E um dos primeiros passos para entender a busca do usuário é conhecer a intenção de pesquisa. Conhecer essa intenção é fundamental para conseguir atrair o público correto para o seu site.

Portanto vamos explicar para você o que leva o usuário ao Google. Existem três tipos de busca:

1. Pesquisa ou busca navegacional

Este tipo de pesquisa — também conhecida como pesquisa de atalho — é realizada quando o usuário já sabe para qual site gostaria de ir, mas talvez não se lembre da URL completa ou esteja com preguiça de digitar.

Por exemplo, se o usuário busca por “Rock Content” ou “blog da Rock Content” para encontrar nossos conteúdos, sua intenção de pesquisa é clara e, por isso, são poucas as chances deste usuário mudar seu destino final na web — essa pessoa já sabe o que procura.

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2. Pesquisa  ou busca informacional

Como o próprio nome diz, na busca informacional o usuário busca por informações, seja por meio de notícias, releases de algum produto ou artigos explicativos.

Ao contrário da pesquisa navegacional, nesse caso o usuário não sabe exatamente em qual site chegará para encontrar o conteúdo que procura, pois não é possível identificar claramente sua intenção de busca.

Por isso é tão importante que as empresas tenham um bom rankeamento no Google.

Por não saber exatamente qual site quer visitar, o usuário tende a utilizar os resultados orgânicos para procurar a solução da sua dúvida ou necessidade, e é nesse momento que o bom posicionamento do seu blog ou site é algo vantajoso para os negócios. Veja um exemplo de pesquisa informacional:

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3. Pesquisa ou busca transacional

Nesse tipo de pesquisa o usuário está buscando executar uma transação. Seja comprar diretamente um produto, encontrar uma loja, ou fazer qualquer outro tipo de transação online.

Esse tipo de pesquisa é extremamente valiosa, especialmente para e-commerces.

Agora que você já entendeu os 3 tipos de busca, no próximo tópico vamos explicar como funciona o maior mecanismo de buscas do mundo, o Google.

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Como funciona o Google?

É fundamental entender como o Google funciona para elaborar uma estratégia assertiva de SEO.

As buscas nesse mecanismo são divididas em dois grupos: resultados orgânicos (gratuitos) e resultados pagos.

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Os resultados pagos (dentro da caixa vermelha) aparecem no topo da página, sinalizados por uma marcação verde com o texto “Ad” ou “anúncio”. Para ocupar esses espaços, as empresas pagam por clique através de uma ferramenta do próprio Google chamada Google Adwords.

Guia Completo do Google Adwords

Abaixo desses resultados pagos encontram-se os orgânicos (marcados com um quadrado azul).

Esses sites das primeiras posições de busca são definidos pelos robôs do Google de acordo com o nível de relevância e autoridade que apresentam — sempre focando na qualidade de experiência do usuário.

O que é e como funciona o Google Bot

Os robôs do Google funcionam como rastreadores. Eles buscam todas as páginas na internet, entram em cada um dos links e leem tudo o que aquelas páginas têm para oferecer, salvando tudo o que encontrarem nos servidores do Google.

Dessa forma, todo o conteúdo fica organizado e bem segmentado para oferecer os melhores resultados para as pesquisas realizadas pelos usuários a respeito de um termo específico.

Para entender melhor, imagine uma biblioteca. Quando estamos buscando, por exemplo, por um livro sobre SEO, nós não precisamos ir de prateleira a prateleira para buscar por esse conteúdo — nós recebemos orientações sobre o local específico onde as informações sobre SEO se encontram, o que torna mais prático e fácil o acesso aos livros e às informações contidas nele.

Os servidores do Google funcionam da mesma forma: organizando os conteúdos para auxiliar o usuário, sempre apresentando os sites mais relevantes e com conteúdo mais completo para responder a dúvida ou necessidade que originou a busca.

Como o Google enxerga um site — e o que ele não consegue ler

Apesar do que muitas pessoas acreditam, o Google não enxerga sites da mesma forma que o usuário.

Quando pensamos na visibilidade para os mecanismos de busca, precisamos nos lembrar de que, ao contrário dos usuários, os robôs que leem o site não conseguem visualizar javascript e imagens, apenas texto e código.

Sendo assim, quando fizermos a estrutura de um site ou blog post com imagens, é fundamental trabalhar bem em cima do texto alternativo (alt text) de cada uma delas, colocando uma descrição completa que auxiliará os robôs a entenderem do que se trata aquela figura.

Quando não trabalhamos o texto alternativo das imagens, o Google acaba vendo estes espaços como furos no site. É como se toda esta área das imagens fosse um fundo branco, sem conteúdo relevante para os leitores.

Vale lembrar que um bom texto alternativo em imagens ajuda em questões de SEO e rankeamento!

(Se você clicou para começar a ouvir por aqui, é porque já sabe os conceitos básicos de SEO e como o Google funciona)

Como chegar ao topo – Os principais fatores de rankeamento do Google

Atualmente, quando falamos em fatores de rankeamento, sabemos que existem mais de 200 fatores que realmente impactam nos resultados de uma SERP.

Aqui entraremos em alguns detalhes mais básicos, mas caso você queira ver a lista completa com todos os fatores que influenciam o SEO da sua página, confira o nosso artigo sobre o assunto.

On Page

Os fatores on page são aqueles que devem ser trabalhados dentro do próprio site ou página, e são fundamentais para que os mecanismos de busca percebam que seu conteúdo está relacionado aos termos buscados pelos usuários.

Os principais fatores On Page são:

Qualidade do conteúdo

Existem dois fatores principais para o rankeamento no Google: Link Building (que veremos mais à frente) e a qualidade do conteúdo.

Desde o lançamento do Google Panda, o algoritmo procura identificar conteúdos de baixa qualidade para otimizar os resultados para o público.

Ou seja, quanto melhor for o seu conteúdo, melhores as chances de você figurar nas primeiras posições nas SERPs.

Tamanho do conteúdo

O tamanho influencia diretamente nos rankings do Google. Em uma pesquisa feita pela  Search IQ, a média de tamanho dos conteúdos que figuram nas primeiras posições era de aproximadamente 2.500 palavras.

Isto porque o Google procura os conteúdos mais completos, que esclareçam as dúvidas dos leitores.

Mas isso não é uma regra! Tudo depende de como a sua persona reage ao tamanho dos seus conteúdos e, principalmente, o seu conteúdo responde de maneira completa a dúvida que levou à sua persona até ele?

Independente do tamanho do texto, a persona precisa ler o seu conteúdo e ter todas as suas dúvidas resolvidas. Caso contrário, procurará outro texto que esclareça melhor os seus questionamentos.

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Imagem: SerpIQ

Título interno

O title tag é o título interno do seu blog, aquele que o leitor verá quando já tiver acessado o seu conteúdo. É muito importante destacar que ele deve ser diferente do seu SEO title, que será um fator externo e deverá levar o leitor ao seu texto.

Os dois títulos possuem funções diferentes. A função do título interno é fazer com que o leitor que já acessou o seu post tenha ainda mais interesse em ler o conteúdo.

A liberdade quanto ao uso de caracteres e à posição das palavras-chave permitirá títulos mais criativos e que aumentem o desejo  o no leitor de consumir o conteúdo.

Você deve gastar o maior tempo possível para elaborar um bom título, afinal ele é a primeira impressão que o leitor tem do seu texto.

Os principais fatores de atenção em um título On Page:

  • Deve despertar a curiosidade do leitor;
  • Apresentar benefícios da leitura;
  • Fazer uma promessa (que será cumprida);
  • Precisa ter a palavra-chave (não obrigatório estar totalmente à esquerda como no SEO Title);
  • Não possui limite de caracteres.

SEO Title

O SEO Title é o título que aparece nas SERPs e possui a função de levar o leitor até o seu conteúdo.

Como exemplo de SEO Title, usamos o mesmo post que mostramos acima para que você consiga entender com clareza as diferenças entre o título interno e o SEO Title:

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Ele é um dos fatores mais importantes tanto para rankeamento quanto para garantir uma alta taxa de cliques (CTR) no seu conteúdo.

Os principais fatores para um ótimo SEO Title são:

  • Precisa ter aproximadamente 55 caracteres;
  • Palavra-chave à esquerda;
  • Título mais objetivo.

URLs amigáveis

As URLs são um fator direto de rankeamento. O Google também identifica o uso das palavras-chave no endereço da sua página.

Além disso, quanto mais amigável ela for, mais fácil para os leitores clicarem e serem direcionados para a sua página.

Um exemplo de URL amigável:

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Quanto menos elementos além da palavra-chave tiver na sua URL, melhor. É importante evitar o uso de números em listas, por exemplo.

Caso você atualize e amplie aquela lista, você terá um número errado na sua URL. E uma das principais regras de SEO é: nunca atualize a sua URL depois do conteúdo ser indexado.

As melhores práticas para se fazer uma URL amigável são:

  • conter a palavra-chave;
  • ter no máximo um subdomínio;
  • ser curta e facilmente interpretável;
  • conter hifens para separar as palavras(o Google não lê espaços);
  • ser relacionada ao título do post.

O que você deve evitar:

  • URLs que não fazem nenhum sentido para o leitor;
  • números nas URLs;
  • URLs enormes;
  • caracteres indevidos (pontos, letras maiúsculas, etc.);
  • abusar de subdomínios (ex.: seusite.com/blog/conteudos/marketing).

Heading Tags

As headings são fundamentais para identificar a prioridade dos conteúdos existentes na página. No código, é possível observar até seis headings, apresentando o conteúdo mais importante (H1) e seus subtítulos (H2 a H6).

Dessa forma, o Google identificará a hierarquia das informações do seu conteúdo.

A importância da hierarquia:

  • Mostra para o Google as informações mais importantes do seu texto;
  • Facilita a interpretação dos crawlers;
  • Buscadores definirão os principais temas abordados no post;
  • Otimiza a leitura dos textos (escaneabilidade).

Como fazer:

  • Utilizar H1, H2 e H3 no seu conteúdo;
  • Palavra-chave SEMPRE no H1 e se possível em um H2;
  • Utilizar long tails nos intertítulos;
  • Usar apenas UM H1 por página;
  • H4 para frente são estéticos.

Para entender melhor, veja um fragmento de um dos nossos posts. O H2 aqui é o título “Visão geral de uma estratégia de conteúdo” e os outros subtítulos “Planejamento” e “Execução” são H3.

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LSI: o uso da palavra-chave

O uso das palavras-chave mudou bastante desde o lançamento do hummingbird.

Antes:

  • Keyword stuffing funcionava;
  • Conteúdo de baixa qualidade rankeava;
  • Foco na palavra-chave exata.

Depois:

  • Análise semântica;
  • Qualidade do conteúdo;
  • Foco na intenção do leitor.

Desta forma, é importante saber fazer um bom uso das suas palavras-chave dentro do conteúdo. É importante usá-las no H1 title page e, sempre que possível, em pelo menos um H2.

É importante que a sua palavra apareça no princípio do conteúdo para os crawlers do Google logo verem que aquela página está falando do tema proposto.

Não existe um número exato de vezes que a palavra-chave deve aparecer no conteúdo. O importante é evitar forçar com que ela apareça muitas vezes. O uso deve acontecer de forma natural.

Atualmente o Google faz uma análise semântica dos textos, chamado LSI (Latent Semantic Index), fazendo com que seja importante para o rankeamento da sua página que o Google encontre palavras relacionadas ao tema que você está falando. Como no exemplo abaixo:

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Além disso é mais importante usar variações daquela palavra-chave do que fazer um uso estrito da mesma. Segue o exemplo:

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Tempo de permanência na página

O tempo de permanência na página é um dos principais fatores de rankeamento do Google, afinal é uma forma de mostrar ao buscador que aquele conteúdo é de boa qualidade.

Quanto mais tempo o leitor permanece na página, com mais eficiência o Google interpreta que aquele conteúdo responde a dúvida da persona. Caso o leitor entre e imediatamente saia da página, o Google entende que este texto não agrada ao público (caso isso se repita constantemente).

Como ampliar o tempo de permanência na sua página:

  • Conteúdo de qualidade;
  • Faça uma boa introdução – que funciona para convencer o leitor a permanecer até o final do texto, apresentando os benefícios que ele terá com essa leitura;
  • Use frases de conexão – usar frases e perguntas que mantenham a curiosidade do leitor durante a leitura: “e não é tudo”, “e tem mais”, “quer saber o que mais você pode conseguir?”
  • Intertítulos que apresentem benefícios claros.

Otimização de imagens para SEO

Como nós já comentamos, o Google não enxerga imagens da mesma forma que o usuário. Ele precisa de elementos textuais para entender do que se trata aquela imagem e apresentá-la como resultado em alguma busca. Por isso, é preciso que, ao subir uma imagem para o seu blog ou site, você se atente a 3 elementos:

O nome do arquivo

Deve ser a palavra-chave separada por hifens. Como já falamos, o Google não lerá os espaços.

Evite salvar imagens com o nome “794743.jpg”.

O texto alternativo (alt text)

O alt text é o principal fator para um imagem. Ele é importante não só para apresentar ao Google do que se trata aquela imagem, mas também para estes casos:

  • Leitores de tela – leitores de tela são muito utilizados por pessoas com deficiência visual. Com imagens, o leitor lê e recita o alt text para o usuário;
  • Descrição em imagens quebradas – se a imagem estiver quebrada no blog, o alt text será exibido no lugar;
  • Descrição das imagens nas buscas do Google.

Muitos especialistas alegam que o alt text deve ser uma descrição literal da imagem (pensando nos leitores de tela e nas descrições no Google e imagens quebradas). Outros afirmam que o ideal é que o alt text seja a sua palavra-chave.

Aconselhamos que você siga as duas opções. Faça uma descrição da imagem utilizando a palavra-chave.

Tamanho da imagem

Imagens muito pesadas podem comprometer o carregamento da sua página. O tempo de carregamento é outro fator importante para o Google.

Linkagem interna

A linkagem interna é fundamental para o Google. A partir dela, os crawlers vão analisar a experiência do usuário nos seus posts e para quais outros conteúdos você está enviando o seu leitor.

Além disso, quanto mais links internos um conteúdo específico receber, maior será a relevância que o Google interpretará que você dá para aquela páginas. É como se você dissesse: “Google, essas são as páginas mais importantes do meu site/blog”.

Design Responsivo

Como vimos na linha do tempo, o Google prioriza sites mobile friendly no momento de definir o posicionamento das páginas.

Se a sua página não está otimizada para aparecer bem em aparelhos mobiles, você pode perder muitas posições no buscador.

Tempo de carregamento

A altíssima velocidade que possuímos hoje na internet levou o público a ser um pouco impaciente. Hoje em dia você não quer esperar mais do que 3 ou 4 segundos para uma página carregar.

O Google leva isso em consideração e o tempo de carregamento é fundamental para um bom rankeamento. Páginas que demoram a carregar tendem a ter um tempo de permanência na página muito pequeno.

Meta Description

Apesar de não ser um fator que influencia diretamente no rankeamento daquela página, a meta description é um código que tem como função explicar para o usuário qual é o conteúdo abordado naquela página e, com isso, atraí-lo para a leitura do conteúdo.

Pensando em meta description, este é um fator que influencia consideravelmente na taxa de cliques do seu site — por isso é fundamental que ela siga algumas particularidades recomendadas para atingir bons resultados:

  • Usar a palavra-chave – aparece em negrito nas SERPs;
  • Resumir e induzir o leitor a ler o seu conteúdo (benefícios);
  • Aproximadamente 150 caracteres;
  • Não usar um pedaço da introdução;
  • Não enganar os leitores.

Botões de Compartilhamento

Assim como as meta descrições, os botões de compartilhamento não serão diretamente um fator de rankeamento. Porém é uma prática fundamental para você ter uma página totalmente otimizada.

Você, assim como o Google, deve sempre pensar na experiência do seu usuário, e botões de compartilhamento visíveis e bem localizados podem facilitar bastante a vida do seu leitor.

Off Page:

Os fatores off page são aqueles externos ao seu site.

O Google valoriza bastante esses quesitos, pois eles representam a autoridade do seu conteúdo/site e como as pessoas têm sido beneficiadas com ele: quanto melhor o conteúdo disponível, mais as pessoas falam sobre ele e mais backlinks você recebe.

Os backlinks são links de outros sites voltados para o seu. Para o Google, quanto maior a quantidade de sites externos de relevância apontando para o seu site, mais autoridade você tem em relação aquele assunto e melhor seu rankeamento nos mecanismos de busca.

Os sinais sociais são o número de menções e compartilhamentos da sua marca nas redes sociais. Eles também têm uma influência grande nos resultados da sua marca na busca orgânica.

Não deixe de utilizar botões de compartilhamento em redes sociais no seu site, como já falamos. Outro fator importante é o volume de menções à sua marca na web e fora dela. Quanto mais as pessoas falam de você — online ou offline — mais credibilidade você inspira. E este e é um fator que pode aumentar a taxa de cliques do seus resultados orgânicos.

Principais fatores de rankeamento Off Page:

Link Building

O Link Building é a parte mais importante do SEO off page. É a parte que garantirá a autoridade da sua página e do seu domínio e se destacará como uma grande referência para o Google.

Ele funciona como indicações. Todo site que linka para você está te indicando como um bom conteúdo. Quanto mais indicações você receber, maior será a sua relevância.

Quanto maior a relevância do link que te apontou tem, mais respeito você receberá por parte do buscador. Ainda assim, receber links de domínios com relevância inferior à sua é muito positivo.

É importante também receber links de sites que tenham autoridade no tema que você está falando. Caso você receba links de um site que fale de temas que não têm nada a ver com os seus, a relevância deste link não será tão grande.

O Link Building é um fator tão importante que poderíamos continuar nesse artigo falando apenas disso. Para não perder o foco no assunto principal, vou deixar o link para o artigo do nosso blog sobre link building.

Autoridade

O principal fator para conquistar autoridade é o Link Building, mas não é só disso que vive a autoridade de um domínio.

Domínios mais antigos possuem uma autoridade maior que domínios muito recentes.

A quantidade de conteúdos que um domínio posta também influenciará diretamente na sua autoridade.

Localidade

A localidade é um fator que influencia diretamente no SEO. O Google procura apresentar resultados de acordo com a sua localidade.

Por exemplo: se você está em São Paulo e fizer uma busca para comprar alguma coisa, o Google apresentará nos resultados lojas em São Paulo.

Ele identifica o seu posicionamento e sempre procurará trazer os resultados mais acessíveis para você.

Social

O engajamento e menções nas redes sociais também influenciarão os rankings do seu site. O Google está de olho em como as pessoas têm engajado com o seu conteúdo.

Desta forma, você ganha autoridade e o Google verá que o seu post agrada aos usuários. Como ele sempre quer dar a melhor experiência para eles, o seu conteúdo poderá ser melhor posicionado.

No próximo capítulo vamos te explicar tudo sobre Link Building!

Segredos do Tráfego Orgânico

(Se quiser aprender e entender como aplicar uma estratégia de SEO na prática, clique neste áudio)

Como planejar e executar uma estratégia de SEO

Passo #1: Pesquisa de palavras-chave

Ufa! Aprendemos muitos conceitos até agora. Chegou a hora de botar a mão na massa!

Para obter o tráfego orgânico que você tanto deseja, é essencial que o conteúdo publicado em seu blog seja relevante para alguém. Até aí você já sabe, mas como é que as pessoas encontrarão o seu conteúdo? Por meio da consulta nos motores de busca que são realizadas através de palavras-chave.

Sim, estamos engatinhando até chegar no ponto.

Antes de você obter o acesso em sua página, um usuário deve ter uma dúvida ou problema que anseia sanar, esteja ele procurando a resposta a uma dúvida boba sobre diferenças entre serviços, guias práticos para realizar uma determinada tarefa ou até mesmo fazendo uma busca detalhada para compreender um conceito a fundo.

Como é que você consegue encontrar os termos mais buscados pelo seu público-alvo?

Temos duas respostas para este questionamento:

  • Conheça muito bem as personas do seu negócio;
  • Realize uma pesquisa de palavras-chave para encontrar as melhores oportunidades para o seu nicho.

Neste momento não entraremos em detalhes sobre personas, mas você precisa compreender o quão importante é a criação, definição e conhecimento de quem é seu público-alvo (personas). Uma vez que você conhece o perfil do seu cliente ideal, a missão de prever o seu comportamento de busca e identificar quais são seus principais problemas torna-se uma tarefa mais simples.

Por que estamos dizendo isso? Para realizar uma pesquisa de palavras-chave que faça sentido é essencial que você saiba tudo sobre seu cliente. Afinal, essa pesquisa nada mais é que uma definição de quais temas são mais interessantes para o seu público em termos de palavras-chave e quais delas têm o melhor volume de buscas.

Ou seja, a pesquisa de palavras-chave é a principal maneira de encontrar as melhores oportunidades para atacar em um blog.

Qual é a importância da pesquisa

Como você está lendo este nosso material, certamente você é uma pessoa interessada em marketing e SEO. Apesar disso, podemos estar enganados e você está em busca das primeiras informações sobre o assunto.

Em quaisquer situações existem alguns pontos sobre a produção de conteúdo que devem ser ressaltados:

  • Quem produz conteúdo apenas por produzir nunca obterá resultado algum;
  • Um blog nunca alcançará seu potencial máximo sem que exista um planejamento por trás da produção daquele conteúdo.

Seguindo em diante, encontramos alguns pontos de convergência nas frases acima. Ficou claro que sem definição de objetivos e um planejamento ideal, um blog nunca te auxiliará a criar novas oportunidades de negócio, se tornar uma autoridade no assunto ou educar o mercado.

A pesquisa de palavra-chave é fundamental para o sucesso em qualquer tipo de blog.

Sem ela, seus conteúdos possivelmente nunca alcançarão os resultados esperados. Possivelmente porque esse tipo de afirmação é forte demais. Em uma situação de extrema sorte algum de seus posts pode ter uma palavra-chave que seja relevante para seu público.

Para um pouco e pense: não seria fenomenal se você conseguisse fazer com que todos os conteúdos do seu blog fossem capazes de obter bons resultados? Não ter que depender da sorte e parar de dar tiros no escuro é o que você precisa, caso deseje ter um blog que sirva como a principal ferramenta de atração para sua marca ou negócio.

Principais objetivos

Esperamos que os motivos que justificam a importância da pesquisa de palavras-chave tenham ficado claros para você. Caso você ainda não tenha compreendido, sugiro que volte e recomece a ler essa sessão! Sem entender a real necessidade de começar a usar essa ferramenta, você nunca conseguirá alcançar o potencial máximo de sua estratégia de marketing de conteúdo!

Chega de terrorismo!

O objetivo mais comum — em quase 100% dos casos — é o aumento do tráfego orgânico de um blog. Vamos nos ater a esse objetivo no momento.

Para aumentar o tráfego orgânico de um blog existem duas formas distintas, porém bem semelhantes, de atacar as oportunidades. Ambas envolvem palavras-chave, obviamente, mas cada uma delas apresenta uma particularidade única:

  • Palavras-chave head tail – Head tail;
  • Palavras-chave de cauda longa – Long tail keywords.

Complicou?

Calma, agora você entenderá mais sobre os dois tipos de palavras-chave que existem e que devem ser levados em consideração na hora de escolher o objetivo de sua estratégia.

Tipos de palavras-chave

Se você já se indagou: “Ahn? Existe mais de um tipo de palavra-chave?!”, sentimos lhe informar que sim, existe, mas fique tranquilo. A diferença é facilmente compreendida e, uma vez que você entender o conceito, até mesmo o trabalho de realizar a pesquisa ficará mais fácil.

Head tail keyword

As head tail keywords são as palavras-chave que possuem o maior volume de buscas mensal para um determinado nicho. Um exemplo desse tipo de keyword é “marketing”, com mais de 70 mil buscas mensais nos motores de busca. Você consegue imaginar o volume de tráfego orgânico que um conteúdo bem rankeado para esta palavra-chave pode conseguir?

Apesar do grande volume, o problema deste tipo de palavra-chave é que a concorrência é monstruosa! Estamos falando de milhares de conteúdos, sites e todo tipo de material possível rankeando para apenas uma palavra-chave extremamente abrangente.

Afinal, se pararmos para pensar rapidamente, acompanhe a enorme variação do termo “marketing” que podemos encontrar:

  • Marketing;
  • Marketing pessoal;
  • Marketing digital;
  • Marketing empresarial;
  • Marketing tradicional.

E assim por diante.

Logo, o que deve ser levado em consideração na hora de focar em head tail keywords na sua pesquisa de palavras-chave:

  • A oportunidade é incrível. O volume de tráfego sempre é maior, mas a concorrência também acompanha esse enorme volume.
  • A grande concorrência aumenta a necessidade de conteúdos muito trabalhados, completos e nada superficiais.
  • Necessidade extrema de uma estratégia de Link Building muito forte para conseguir melhorar o rankeamento
  • A necessidade de monitoramento do conteúdo é constante. Apenas postar e esquecer um artigo certamente não trará retorno algum. Os conteúdos e sites que ocupam as primeiras colocações estão fazendo atualizações diárias para permanecer nessas posições.
  • Apesar do grande volume de tráfego orgânico, ele costuma ser menos qualificado, já que qualquer tipo de pessoa que procure por um determinado termo pode parar na sua página.
  • Essas palavras-chave são genéricas.

Long tail keyword

No extremo oposto da sala nós encontramos as palavras-chave de cauda longa, também conhecidas como long tail keywords. Conhecidas como o pote de ouro do marketing de conteúdo, essas palavras-chave são longas e muito mais específicas e rankear bem para uma dessas palavras-chave é uma tarefa um pouco mais simples.

Onde está a beleza nisso?

Imagine que você possui um blog de moda masculina e está criando um conteúdo fenomenal sobre camisetas polo listradas. Certamente existe um público fiel desse tipo de camisa que sempre está em busca de novas oportunidades e promoções para comprar mais um modelo. Como você é espertinho, dentro do seu conteúdo existe um link para uma oferta em um e-commerce de que você é parceiro. Logo, de cada venda proveniente do link da sua página, algum cascalho ($) sobra para você.

Se ao criar este post a palavra-chave for apenas camisa (head tail), o volume de buscas será enorme, bem como a concorrência. Já explicamos isso, mas estou retomando para que você compreenda perfeitamente aonde quero chegar. Imagine que seu post está rankeando muito bem, está na primeira página, e você está conseguindo um mar de acessos orgânicos diariamente.

Apesar disso, os resultados não estão acompanhando o número de acessos. Em um mês a sua página recebeu 10.000 acessos orgânicos, mas apenas 10 pessoas clicaram no CTA (call-to-action) da sua oferta. Apenas 1% de todo o acesso que seu post recebeu foi convertido na sua oferta. Isso é ruim, mas pode ser melhorado.

Como isso é possível? Long tail keywords!

Após analisar as oportunidades, você mudou a palavra-chave do conteúdo para “camiseta polo listrada”. O tráfego orgânico sofreu drasticamente e foi para 1.000 acessos mensais. Apesar disso, o número de conversões permaneceu o mesmo, mas, na conta das proporções, você está ganhando mais! 10% de todos os acessos estão convertendo e você começa a ganhar mais dinheiro com seu anúncio.

Apesar da história longa, acreditamos que a diferença entre long tail e head tail keywords tenha ficado clara.

Confira as principais características desse tipo de palavra-chave:

  • Menor volume de tráfego, mas extremamente qualificado.
  • Conteúdos mais direcionados a um determinado ponto específico.
  • Melhores para esclarecer dúvidas do usuário rapidamente.

Agora que você compreendeu detalhadamente o conceito por trás de uma pesquisa de palavra-chave e as especificidades de cada tipo de palavra-chave, vamos te explicar como executar a sua própria pesquisa.

Kit Domine o Google

Como fazer a sua própria pesquisa

Chegou a hora de colocar a mão na massa. Agora vamos colocar em prática tudo o que foi dito até o momento para que você consiga estruturar uma boa pesquisa de palavra-chave a fim de descobrir quais são os melhores termos para a sua produção de conteúdo.

1º passo: Compreenda quem é a persona e quem é o foco do seu conteúdo

Começaremos pelo ponto que vai direcionar a pesquisa. Aqui na Rock Content todos os conteúdos que são produzidos possuem uma particularidade em comum: sempre são direcionados para uma persona específica.

Atualmente, possuímos quatro personas. Apesar disso, não conseguimos criar um conteúdo que seja interessante para duas delas ao mesmo tempo. Cada uma de nossas personas é única e possui interesses, dificuldades e se comunica de forma diferente. E é por essa razão que devemos compreender a importância de realizar a pesquisa de palavra-chave com este foco.

Uma vez que isso esteja claro, vamos em diante.

O primeiro passo para uma pesquisa de palavra-chave de sucesso é identificar com qual persona você quer se comunicar. Todas as informações sobre sua persona serão relevantes para que seu futuro conteúdo seja um sucesso.

2º passo: Definindo o tema

Agora que já identificamos quem é a persona em foco da nossa pesquisa de palavra-chave, podemos dar continuidade ao processo.

Existem várias formas de começar uma pesquisa. Ela pode ser baseada em conhecer o que os concorrentes estão fazendo, pode ser uma busca por palavras-chave ainda não trabalhadas e também pode ser guiada pela escolha de um tema específico.

Neste nosso exemplo focaremos nesta última opção. A pesquisa de palavra-chave com foco em um tema específico. Isto nos auxiliará a encontrar quem são os players do mercado e também nos permitirá focar em certas palavras-chave essenciais para um determinado nicho.

Guiaremos a sua pesquisa como se estivéssemos criando uma para nosso blog, marketingdeconteudo.com.

Neste exemplo, definimos que o tema foco do mês é marketing digital.

3º passo: Escolhendo as ferramentas

Atualmente, existe uma infinidade de ferramentas de SEO que podem ser utilizadas a seu favor. Mais adiante neste conteúdo, nós apresentamos uma lista de ferramentas que poderão te auxiliar neste trabalho.

Para o nosso assunto utilizaremos três em especial:

  • Keyword planner (planejador de palavras-chave do Google);
  • SEMRush;
  • Keywordtool.io.

Todas as ferramentas serão essenciais para a busca, identificação e análise de termos que possam representar boas oportunidades para o tema que escolhemos.

Agora utilizaremos cada uma das três para encontrar palavras-chave sobre marketing digital:

3º passo: Utilizando as ferramentas – A pesquisa

Keyword planner

Ao utilizar a ferramenta do Google Adwords, você pode encontrar não apenas ideias de palavras-chave, mas também o volume de buscas mensal de cada uma das variações disponíveis.

Após acessar a tela inicial do Adwords, clique em Ferramentas e selecione o Planejador de palavras-chave. A seguir, você será redirecionado a seguinte página:

o que é seo

As duas primeiras opções da sessão “Encontrar novas palavras-chave” são onde você focará seus esforços.

Ao clicar na primeira das opções, a de procurar por novas palavras-chave utilizando uma frase, você preencherá uma série de campos que, após serem analisados, auxiliarão a ferramenta a encontrar as palavras-chave que fazem sentido para seu negócio.

o que é seo

Quanto maior o número de informações e campos preenchidos, mais exata será a análise dos dados.

No print a seguir você poderá ver a outra aba com os resultados da pesquisa que foi feita na imagem anterior.

o que é seo

Caso você não possua uma campanha de Google Adwords ativa, a ferramenta não te dará informações precisas. Você poderá analisar resultados estimados de volume e CPC.

No caso acima, a palavra-chave “marketing digital” tem um grande volume de buscas mensais, que pode variar de 10 mil a 100 mil. Além disso, a concorrência é extremamente alta. Se lembra das head tail keywords? Este é um exemplo perfeito.

o que é seo

Rolando a página para baixo você encontra ideias de palavras-chaves que são relevantes e sobre o mesmo tema.

Agora já sabemos que uma das possíveis head tails para a nossa produção será “marketing digital”. E foi assim que concluímos a primeira parte da pesquisa.

Keywordtool.io

Aqui na Rock Content nós utilizamos o Keywordtool.io para encontrar variações de uma determinada palavra-chave. Atualmente, arriscamos afirmar, essa é uma das melhores ferramentas para a tarefa.

o que é seo

Após inserir o termo cujas variações você deseja receber na tela principal do site, basta selecionar o motor de busca que você deseja analisado, bem como a língua da busca. No nosso caso, escolhemos o Google em português do Brasil.

No print seguinte você verá a primeira aba da página de resultados.

o que é seo

Como você pode observar, a ferramenta encontrou 543 variações únicas da palavra-chave marketing digital. O keywordtool.io realiza uma pesquisa minuciosa por todas as variáveis que tenham um volume de busca significativo e que incluam long tails.

A lista é extensa e é claro que existirão variações que não são tão relevantes. De qualquer forma, vale a pena exportar a lista com todos os termos encontrados, jogá-los no planejador de palavras-chave do Google (na opção de inserir uma lista de palavras) e observar o volume de busca de cada uma delas.

Vale lembrar que o Keywordtool.io é uma ferramenta gratuita e, por isso, as informações que recebemos nessa análise são superficiais e não incluem os valores do volume de busca. Caso você deseje assinar o plano pago da ferramenta, todas as informações serão divulgadas na página principal da busca.

SEMRush

Antes de começarmos a falar dessa incrível ferramenta, precisamos avisá-los que o SEMRush é pago. Apesar disso, ele tem um limite de 5 consultas por dia de palavras-chave ou sites, totalmente gratuito.

Para concluir a etapa das ferramentas, a equipe de marketing da Rock Content utiliza o SEMRush. Além de nos entregar uma análise completa de palavras-chave, variações e termos relacionados, a ferramenta também fornece uma opção que nos possibilita dar aquela espiadinha na concorrência.

Agora vamos com calma. Confira o passo a passo no SEMRush.

o que é seo

o que é seo

Após acessar a ferramenta e pesquisar pelo determinado termo desejado — continuaremos com o exemplo do marketing digital — você vai encontrar um relatório completo sobre aquela palavra-chave:

  • Volume de pesquisa mensal;
  • Número de resultados;
  • Palavras-chave relacionadas (Relatório completo a parte);
  • Variações da palavra-chave (Relatório completo a parte);
  • Lista com os 20 primeiros colocados no Google;
  • Gráfico de tendência de crescimento no volume da busca;
  • Lista com variações de Adwords para a palavra-chave

Nesse momento, vamos dar atenção ao relatório de correspondência de palavras-chave.

o que é seo

Utilizamos as informações desse relatório para encontrar as variações da palavra-chave pesquisada que representem boas oportunidades.

Alto volume de buscas e concorrência aceitável costumam ser as principais características que procuramos neste momento. Vale ressaltar que aqui encontramos uma série de long tail keywords excelentes para abordarmos conteúdos que serão utilizados para linkar a um artigo cuja a palavra-chave é uma head tail — no caso, marketing digital.

4º passo: selecionar as oportunidades e finalizar a pesquisa

Pronto! Chegamos ao final da pesquisa de palavras-chave e agora tudo o que precisamos fazer é criar um relatório com os melhores resultados e oportunidades que encontramos em todas as ferramentas que utilizamos.

o que é seo

Acima encontramos quatro termos que valem a pena e que representam boas oportunidades em uma estratégia de SEO voltada para marketing digital. Os resultados são os seguintes:

  • Keyword: Marketing Digital — Volume: 18.100 mensal
  • Keyword: Agência de Marketing Digital — Volume: 1.000 mensal
  • Keyword: O que é Marketing Digital — Volume: 1.000 mensal
  • Keyword: Marketing Digital conceito — Volume: 720 mensal

Dentre as quatro opções que selecionei acima, a palavra-chave “O que é marketing digital” é o melhor termo em que podemos focar para o tema.

Você não está entendendo o motivo pelo qual optei por uma long tail com 1.000 buscas mensais, em vez da head tail “marketing digital” com quase 18 mil buscas mensais?

Um post completíssimo sobre o assunto pode englobar muitas variações da palavra-chave em questão. No caso, “o que é marketing digital” é uma palavra-chave porque, além do volume, ela tem inúmeras variações relevantes e, quando pensamos na maneira como o usuário realiza a busca nos motores, é exatamente os termos que a grande maioria irá usar.

Outro ponto que devemos levar muito em consideração na hora de tomar essas decisões é a própria dificuldade de rankeamento que cada uma dessas palavras-chave possui. O SEMrush também nos dá essa informação extremamente valiosa e é outro argumento que utilizamos para justificar a escolha de uma palavra-chave.

o que é seo

Quando analisamos isoladamente apenas essas duas palavras-chave, esta diferença fica ainda mais clara.

A métrica de concorrência diz respeito à dificuldade de rankeamento de cada palavra-chave e esta medida vai de 0 a 1. Quanto mais próximo de 1, mais difícil será o trabalho para chegar no topo das buscas com um resultado.

  • Marketing Digital – 0.92 de dificuldade de rankeamento
  • O que é Marketing Digital – 0.30 de dificuldade de rankeamento

Sem a devida criação e busca por palavras-chave que façam sentido para o seu negócio, é muito complicado obter o resultado positivo que tanto se deseja. Espero que você consiga compreender este guia rápido que produzimos sobre pesquisa de palavras-chave.

Passo #2: Análise da página de resultados do Google para a palavra-chave principal

Agora que sabemos de onde estamos partindo, precisamos começar a entender com quem estamos concorrendo para entramos na luta para ganhar. Entrar em uma luta sem conhecer seu adversário é começar perdendo.

Por mais que tenhamos muitas palavras-chave para otimizar, sempre teremos aquela principal, com maior volume de busca e mais valor.

Por mais que as long tails sejam o foco atual da maioria das estratégias de SEO, ter uma palavra-chave principal é recomendado. Geralmente ela é a que mais pode impactar nos seus resultados e por isso merece uma maior atenção.

Uma das análises que visa ajudar o planejamento de SEO é analisar a página de resultados para uma pesquisa, ou SERP (Search Engine Results Page).

Para analisar a SERP, recomendamos o uso da ferramenta da Moz de Keyword Difficulty. Com ela você tem acesso à várias métricas importantes, além da dificuldade da palavra-chave.

Ela faz uma análise de comparação entre todos os 10 primeiros resultados e é bem intuitiva, te mostrando onde você deve direcionar seu foco para melhorar seu posicionamento.

O único problema é que ela é paga e, caso você não assine a Moz, você pode usar a Mozbar.

Se você tem habilidades avançadas no Excel, consegue fazer uma análise completa da SERP apenas exportando os dados para um CSV. Essa é uma das funções da Mozbar que mais apreciamos.

O que nós fazemos é colocar as seguintes métricas em uma planilha:

  • Links;
  • Domain Authority;
  • Page Authority;
  • Trust Flow;
  • Citation Flow;
  • Domínios diferentes linkando.

Com essas métricas em uma planilha, conseguimos analisar os concorrentes e também é possível tirar insights de onde devemos focar a nossa estratégia.

Passo #3: Análise dos concorrentes

Quando se trata de planejamento, quanto mais tempo gasto em conhecer seus concorrentes, mais confiante você ficará  para montar sua estratégia.

Quando analisamos uma SERP, nós avaliamos os 10 primeiros resultados e pegamos as métricas mais superficiais.

Quando é uma palavra-chave muito concorrida devemos focar a análise mais profunda dos 3 primeiros resultados.

Nessa análise deve-se fazer uma avaliação SWOT. Além disso também é importante:

  • Erros Onpage
    • Eles possuem muitos erros onpage? (Utilizamos ferramentas como o WooRank para isso)
    • A URL é amigável?
    • Eles usam corretamente a Title Tag e a Meta Description?
    • O que ele está deixando de fazer?
  • Conteúdo
    • Eles utilizam a palavra-chave corretamente ao longo do conteúdo?
    • É um conteúdo estático ou dinâmico?
    • Eles atualizam com certa frequência?
    • Qual tipo de conteúdo eles não utilizam? (Ex: vídeos, infográficos e etc.)
  • Redes Sociais
    • Eles têm muitos compartilhamentos?
    • São ativos nas redes sociais?
    • O site tem botões de compartilhamento?
  • Links
    • Qual a principal fonte de aquisição de links deles?
    • Consigo aproveitar dessa fonte também?
    • Como está a distribuição dos textos âncoras?
    • Utilizam táticas que podem punir eles?

Com todas essas perguntas feitas e respondidas, mesmo que em mente ou documentado, você está mais preparado para iniciar um planejamento de SEO.

Agora que já analisamos nossos concorrentes e conhecemos seus pontos fortes e fracos é hora de analisar nosso próprio site.

Analise Concorrentes Digitais

Passo #4: Análise On Page

Quando se trata do seu site, a análise tem que ser minuciosa e de alta qualidade.

Analisar o On Page do seu site é crucial para sua estratégia de SEO, pois tudo que você identificar de problemas e possíveis melhorias poderão ser resolvidos por você. Algumas vezes você pode depender do programador ou da empresa que desenvolveu o site, mas ainda assim, você tem mais controle sobre isso do que na aquisição de Links de qualidade, por exemplo, que é algo que depende de fatores externos.

Uma análise On Page é algo que pode demorar muito tempo e sites com muitas páginas tendem a dar mais trabalho nessa etapa. Já falamos da maioria dos fatores On Page no nosso capítulo sobre fatores de rankeamento do Google.

Aqui, vamos falar de novos fatores, que ainda não foram citados:

  • URL Canônica

O Google considera cada URL do site separadamente. Um erro básico de muitos sites é a página inicial poder ser acessada com o www (www.site.com.br) e também sem o www (site.com.br).

Isto divide a força da sua página inicial, e quando você não faz o redirecionamento 301 para o modelo que você escolher, acaba perdendo um pouco da força dos links, que vão para a forma que você não escolheu.

Para corrigir isso, você precisa fazer um redirecionamento 301 do site.com.br para o www.site.com.br ou vice e versa. Caso não seja possível fazer o redirecionamento, você pode colocar a tag canonical para informar ao Google qual é a URL que você quer privilegiar.

  • Sitemap

Você aprendeu aqui como o Google funciona e viu que a primeira etapa de um trabalho de SEO é fazer com que o Google indexe seu site.

O sitemap é uma forma de informar ao Google quais páginas existem no seu site e facilitar a indexação de todas elas.

Alguns plugins de SEO já possuem essa funcionalidade. Após você gerar um sitemap.xml, você precisa enviar ele ao Google através do Google Search Console.

Quer aprofundar ainda mais seus estudos? Baixe nosso guia completo do Google Search Console!

  • Erros 404

Algo muito comum é um site ter uma página com link errado ou alguém linkar seu site para uma página que não existe. Quando isso acontece, o usuário vai cair em uma página com a informação de que aquela página não existe.

Isso não é bom pra ninguém e você precisa corrigir esses erros rapidamente.

O Google Search Console tem uma funcionalidade que informa esse tipo de erro e onde ele está ocorrendo.

O que você deve fazer ao analisar tudo isso é documentar todos os erros que você encontrou e todas as melhorias possíveis que identificou.

O On Page é uma etapa essencial de análises que você deve fazer para planejar uma campanha de SEO.

Passo #5: Análise de Links

Aqui é a hora de analisar nossos links e identificar onde precisamos focar nossos esforços.

O que você precisa analisar nessa etapa:

  • Número de Links;
  • Número de domínios linkando;
  • Texto âncora dos links que você tem;
  • Domain Authority;
  • Page Authority;
  • Citation Flow;
  • Trust Flow;
  • Tipos de links que você tem. Aqui contam links de texto, imagens ou outras formas.

Tendo todas essas informações com a análise que fez de links dos concorrentes, você terá uma boa base para planejar sua estratégia de Link Building.

Passo #6: Monitoramento e acompanhamento

Além de planejar, pesquisar, produzir conteúdo e links, uma parte essencial para acompanhar a performance da sua campanha de SEO é o monitoramento de performance.

Nós recomendamos que você acompanhe as métricas definidas no relatório da situação inicial e compare sempre de acordo com o período definido para avaliação. Ele deve se tornar uma rotina, e ocorrer pelo menos mensalmente. Aqui na Rock Content, toda sexta feira é dia de revisarmos nossos erros e acertos para seguir crescendo.

Métricas e KPIs de SEO são tão importantes que separamos o próximo capítulo apenas para te explicar isso!

Conclusão e bônus

Como você pôde perceber, SEO é um assunto extremamente importante para quem está em busca de visibilidade online.

Levamos o SEO muito a sério aqui na Rock Content e também gostamos muito do assunto, por isso eu preparei uma pequena lista com conteúdos relacionados que você pode se interessar:

Caso você ainda tenha alguma dúvida sobre o assunto, nossa equipe também produziu um ebook com mais de 50 páginas que aprofunda em diversos pontos que falamos aqui nesse post.

o que é seo

Se alguma de suas dúvidas não foi respondida ou você gostaria de dar um feedback sobre nosso conteúdo, não deixe de deixar seu comentário abaixo!

Gary Vaynerchuk

Gary Vaynerchuk: conheça esse influenciador digital, o que ele faz e sua trajetória!

Tornar-se um influenciador em uma área tão disputada quanto o marketing digital é um grande feito. Mas, algumas pessoas, como Gary Vaynerchuk, conseguem chegar em outro nível.

Um dos especialistas de marketing mais reconhecidos e respeitados do mundo, Gary tem uma trajetória impressionante.

Cheio de realizações profissionais — e de críticas por seu estilo agressivo de promoção pessoal — , ele certamente é um daqueles empreendedores que merecem atenção.

Então, se inspire e aprenda lições valiosas por conhecer tudo sobre esse verdadeiro gênio do marketing e ver como tem sido a evolução de sua carreira!

Quem é Gary Vaynerchuk?

Gary Vaynerchuk

Gary Vaynerchuk, ou Gary Vee, é um dos especialistas em marketing digital mais conhecidos da atualidade, fundador da VaynerMedia, agência digital que possui como clientes empresas como General Electric, Toyota e Unilever.

Mas não se engane: Gary Vaynerchuk também é uma marca por conta própria! Só para te dar uma noção da popularidade dele, veja a quantidade de seguidores nas redes sociais:

Além de empreendedor, ele também é autor de livros sobre marketing e realiza palestras para audiências de todos os nichos de mercado. Só em 2016, foram mais de 60 palestras!

Porém, apesar de todo esse sucesso ele ainda é bastante criticado por muitos, devido ao seu status de celebridade e sua forma convencida de se promover online.

O que eles talvez não saibam é que a jornada empreendedora de Gary começou bem antes do surgimento das redes sociais ou mesmo da internet.

Empreendedor desde cedo

Algo que Gary Vee conseguiu fazer desde a adolescência foi alinhar uma paixão pessoal com o faro para os negócios. Como?

Ele era fã incondicional de beisebol — é até hoje, tanto que não esconde o sonho de um dia comprar o New York Jets, time do coração —, por isso colecionava cartões.

Com seu olhar atento, conseguia faturar milhares de dólares aos fins de semana realizando trocas e vendendo cartões por preços melhores.

Aos 14 anos ele começou a trabalhar na loja de vinhos do pai, negócio que ele levaria ao mundo digital e ampliaria em larga escala anos à frente.

A trajetória de sucesso nos negócios

Depois de terminar a faculdade, Gary continuou exercitando seu lado empreendedor, obviamente em uma escala ainda maior do que quando era criança.

O mais notável é que mesmo numa época em que mal se compreendia o que era a internet, ele percebeu que esse poderia ser o caminho para ter sucesso nos negócios.

Veja os dois negócios que ele liderou, e o que podemos aprender com isso:

Negócio de família

A loja de vinhos da família já estava bem, gerando 4 milhões de dólares por ano de receita, mas quando ainda estava cursando a faculdade Vaynerchuk percebeu a oportunidade de expandir o negócio.

A solução não seria abrir novas unidades ou aumentar o tamanho da loja física. Em vez disso, a ideia era usar a internet para vender as bebidas.

A partir daí, Gary recebeu de seu pai uma verba para gastar com publicidade e liberdade total para criar o que seria o Wine Library, uma das primeiras lojas virtuais, lançada em 1997.

Juntando as novas ferramentas que Gary havia descoberto (como o Google Adwords) às formas mais tradicionais de publicidade, o projeto deu certo e as receitas chegaram a 45 milhões de dólares em 2003.

VaynerMedia

Em 2009, Gary e seu irmão fundaram juntos a VaynerMedia, agência digital voltada para grandes empresas e focada principalmente em social media.

Atualmente a empresa conta com mais de 500 empregados e representa empresas mundialmente famosas, como Pepsico e Johnson’s.

A rápida escala da agência sem dúvida se deu pela influência que Gary possuía nas redes sociais, mas também por sua habilidade em conquistar clientes importantes logo de cara, como a NHL.

Calando os críticos, que esperavam ver o fracasso de Vaynerchuk ao competir num mercado tão concorrido, ele se mostrou mais uma vez capaz de se sobressair e criar um negócio de sucesso.

Participação em negócios de sucesso

Como já vimos, Gary Vaynerchuk não está para brincadeira quando o assunto é gerar receita, não é mesmo?

Pois fique sabendo que além dos 2 negócios principais que consideramos, ele ainda tem participações importantes em diversos outros empreendimentos importantes.

Separamos alguns empreendimentos em que Vaynerchuk teve (ou ainda tem) participação:

Investidor anjo

Vamos começar falando sobre a atuação nada tímida que Gary Vaynerchuk tem tido como investidor anjo ao longo dos anos. As empresas nas quais ele investiu incluem:

  • Twitter;
  • Facebook;
  • Tumblr;
  • Medium;
  • Uber;
  • e mais de 40 outros investimentos.

Isso mostra o quanto Gary é ativo em observar o que há de novo no mercado, e muitas vezes acertou em cheio ao apostar em startups que acabaram se tornando verdadeiros fenômenos.

Vayner/RSE

Em 2014, Vaynerchuk resolveu colocar todo a sua experiência como empreendedor e investidor anjo em um mesmo projeto.

Então, se juntou com Matt Higgins, da RSE Ventures, num projeto que passaria a ser chamado de Vayner/RSE.

Trata-se de um fundo de investimentos de 25 milhões de dólares, que já fez aportes em mais de 30 empresas até agora.

O foco principal é oferecer a primeira rodada de investimento financeiro, bem como acesso a informações e ajuda de outras empresas incubadas pelo fundo.

VaynerSports

Em junho de 2016, chegou o momento de Gary se aventurar por um nicho totalmente novo de mercado, mas ainda utilizando suas antigas habilidades e ferramentas.

Em mais uma parceria com seu irmão AJ, além de outros aliados estratégicos, nasceu a VaynerSports, uma agência de representação de atletas.

A empresa tem como foco mudar a forma como os agentes se comunicam com os atletas, os tratam no dia a dia e, acima de tudo, criam valor para os seus representados, dentro e fora de campo.

Resy

Ainda em 2014, um dos investimentos da Vayner/RSE foi no Resy, um app voltado para facilitar as reservas em restaurantes nos EUA.

A ideia do Resy é bem simples: basta abrir o app e buscar os restaurantes próximos com mesas disponíveis, escolher um, informar quantas pessoas vão e pagar.

Isso serve para clientes que não querem saber de reservar mesas em horários inconvenientes ou esperar na fila em lugares movimentados.

Para os restaurantes, é uma importante fonte de renda e fidelização do público, que de outra forma talvez não tivesse acesso a uma mesa.

BRaVe Ventures

Outra empresa inovadora na qual Gary Vaynerchuk se envolveu é a Brave, junto com Jesse Redniss e David Beck, profissionais fortes no ramo da televisão.

O foco da Brave é justamente ajudar emissoras de TV e startups a colaborarem entre si, e também realiza investimentos em startups com soluções de experiência em segunda tela.

Emissoras como CNN, Cartoon Network, TNT, CBS e TBS estão entre os clientes da BRaVe, que oferece diversos serviços e se envolve profundamente no desenvolvimento de estratégias criativas e iniciativas de negócios.

Reconhecimento e produção de conteúdo

Sim, além de tantos negócios de sucesso, Vaynerchuk ainda tem tempo para palestrar, produzir conteúdo em diferentes formatos e até se tornar alvo de matérias em veículos especializados.

Ele já foi assunto de reportagens do NY Times, The Wall Street Journal, GQ, da revista Time e apareceu na TV em programas de grande público, como dos apresentadores Conan O’brien e Ellen DeGeneres.

E com tanto material de qualidade espalhado pelos mais diversos canais da web, uma presença forte nas redes sociais e em eventos importantes mundo afora, dá para entender tanto reconhecimento.

Aliás, esse é um dos pilares do sucesso de Gary, tanto pessoalmente quanto em suas empresas. O princípio é gerar valor primeiro e tentar vender depois.

E qual a melhor forma de fazer isso? Bem, Gary Vaynerchuk encontrou várias maneiras de gerar valor espalhando seu conteúdo por aí.

Veja as principais:

Best-sellers sobre negócios

Em 2009 Gary levou todo o seu conhecimento ao mundo literário, quando assinou um contrato na casa dos 7 dígitos para escrever 10 livros sobre marketing.

O primeiro deles se chama “Vai Fundo!”, e se tornou rapidamente um dos mais vendidos nos rankings da Amazon, NY Times e Wall Street Journal!

Depois disso, Gary escreveu ainda outros 3 livros: Gratidão, Nocaute e AskGaryVee, este último baseado no programa homônimo do autor no Youtube. Todos os livros entraram na lista de mais vendidos do NY Times.

Planet of the apps

Quando a Apple decidiu promover um reality show que mostra desenvolvedores de aplicativos tentando demonstrar suas criações a fim de conseguir investimento, adivinha quem foi chamado para participar?

Gary Vaynerchuk é um dos jurados do programa, ao lado de celebridades como Will.i.am, Gwyneth Paltrow e Jessica Alba.

Palestras em eventos

Vaynerchuk também está bastante acostumado aos palcos, já que um de seus serviços — e formas de se promover como guru de marketing — são as palestras.

Entre os eventos nos quais ele já palestrou pelo menos uma vez estão o Web Summit, Icon Conference, SXSW e The Next Web, alguns dos mais famosos do mundo.

Um dos motivadores para tanta demanda é que ele é um apresentador entusiasmado e carismático, que sabe divertir e persuadir a plateia.

Blog pessoal

Como todo especialista de marketing, era de esperar que Gary Vaynerchuk também tivesse um blog pessoal, não é mesmo?

Ele compartilha pensamentos práticos sobre marketing, redes sociais e branding, além dos últimos vídeos lançados em seu canal do Youtube.

Além disso, Gary também usa seu blog como canal para promover seus materiais e realizar promoções que ajudem a fidelizar cada vez mais sua audiência.

Medium

Além do blog pessoal, ele também aposta forte no uso do Medium, não apenas por ser uma das empresas nas quais investiu, mas também por ser uma excelente plataforma de exposição e troca de ideias.

Com mais de 238 mil seguidores atualmente, ele mantém duas publicações — como se fossem blogs separados dentro da plataforma.

Alguns dos conteúdos que publica no Medium são reciclados do blog pessoal, enquanto outros são exclusivos.

#DailyVee

A esta altura já deu para perceber que Gary Vaynerchuk é uma daquelas pessoas que nunca para, certo? Ele sempre tem algo importante que requer sua atenção.

Sendo assim, ele resolveu documentar sua jornada empreendedora e publicar no Youtube um vlog diário, chamado de #DailyVee.

Já são mais de 220 episódios, que vão de menos de 5 até mais de 45 minutos de duração, e falam sobre os mais diversos tópicos (assim como é a carreira de Gary!).

The #AskGaryVee Show

Depois de passar um bom tempo montando uma equipe de produção de conteúdo, Gary decidiu lançar o The #AskGaryVee Show, um programa no qual ele responde a perguntas enviadas pelos espectadores nas redes sociais.

O interessante é que apesar de serem selecionadas com antecedência pela equipe, as perguntas são vistas por Vaynerchuk apenas na hora de gravar.

Isso garante que a autenticidade do guru, com suas respostas cheias de personalidade, seja mantida intacta.

#60SecClub

Com tantos canais de produção de conteúdo e interação com os usuários, é natural que Gary tenha conquistado alguns fãs mais apaixonados.

Recentemente ele criou uma forma de recompensar esses fãs — e claro, se promover mais um pouco enquanto faz isso —, e deu a esse projeto o nome de #60SecClub.

Funciona assim: aleatoriamente, Gary vai publicar um post no Instagram e quem curtir e comentar dentro do primeiro minuto da publicação pode ganhar um prêmio (que inclui desde brindes até viagens com Gary).

Entrepreneur.com

Por último, Gary tem vários artigos publicados no site da revista Entrepreneur.com, todos sobre marketing e produção de conteúdo voltada para vendas.

Isso mostra mais uma vez a influência que esse gênio do marketing possui e como ele se destaca no que diz respeito a manter um posicionamento de liderança e geração de valor.

Gary Vaynerchuk pode ser criticado por muitos, mas é impossível contestar que ele é um dos maiores especialistas de marketing do mundo. Seus negócios de sucesso, sua audiência incrível nas redes sociais e seu conteúdo amplamente consumido e compartilhado falam por si.

Ainda não tem certeza se investir no marketing pessoal é uma boa estratégia? Veja por que isso é tão importante para a sua carreira e se tornar um líder como Gary Vaynerchuk!

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