Tassia Dias


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Orçamento de marketing

Entenda o que você precisa ter em mente para definir o orçamento de marketing da sua empresa em 2019

Se você tem uma empresa, com certeza já está mais do que ciente da importância de um orçamento (ou budget) bem planejado.

E isso vale para qualquer setor — inclusive o marketing! Mas será que você já conhece as melhores estratégias para definir o orçamento destinado às atividades de marketing da sua empresa?

Se você tem dúvidas sobre esse assunto, veio ao lugar certo.

No post de hoje, vamos dissecar o planejamento de orçamento para o setor de marketing da sua empresa.

Quais são os gastos de marketing?

Um orçamento não é simplesmente um número aleatório.

Não adianta levantar de manhã dizendo “este ano, minha empresa vai dedicar R$50 mil ao orçamento de marketing”.

Para que o número total faça sentido, é preciso planejar individualmente cada um dos gastos que ele precisa bancar. Então a verdadeira pergunta é: quais são os gastos de marketing da sua empresa?

É lógico que cada empresa tem gastos diferentes. Pensando em diferentes negócios, podemos chegar aos seguintes exemplos do que deve ser considerado na hora de planejar o orçamento:

Agência ou prestadores de serviços

Talvez o seu setor de marketing não faça tudo internamente.

Muitas empresas apostam em um setor interno com foco estratégico, mas terceirizam a execução a agências ou profissionais freelancers especializados. Nesse caso, é preciso considerar o custo dos contratos dentro do orçamento de marketing.

Impressão

O marketing ainda trabalha muito com materiais impressos, como cartazes, folders, catálogos e cartões de visitas.

Ao longo de um período mais extenso, como um semestre ou um ano, esse gasto acaba somando montantes altos, especialmente porque são impressões especiais e de alta qualidade. Portanto, não se esqueça de incluir esse item no orçamento.

Anúncios digitais

A maioria das empresas já aderiu ao uso dos anúncios digitais, como Google AdWords e Facebook Ads.

Eles podem ser utilizados para promover posts do blog da empresa, páginas de produtos, landing pages e assim por diante.

Eles são uma boa estratégia para obter maior visibilidade e conquistar leads, por isso é interessante investir neles. Os anúncios com lances mais altos são exibidos mais vezes. Não deixe de considerar esse item ao elaborar seu orçamento de marketing.

Licenças de software

Mesmo que a sua equipe de marketing atue em uma frente mais estratégica, provavelmente vai precisar de softwares para a realização de diversas tarefas.

Por isso, é preciso considerar o investimento em softwares relacionados ao seu negócio, sejam eles destinados ao tratamento de imagens, produção de texto ou até mesmo automação de marketing.

Eventos

Os eventos corporativos também fazem parte do escopo do setor de marketing.

Não se esqueça de incluir no orçamento um valor destinado a organizar a participação da empresa em feiras e exposições, ou promover eventos próprios.

Dentro desse valor, é necessário considerar diversos outros itens, como locação de espaço, buffet, sonoplastia, decoração, construção de estande, desenvolvimento de brindes e segurança. Conforme o tipo de evento, os gastos (e o montante necessário) podem variar muito.

Qual é a meta do marketing?

De um ano para o outro, a meta do setor de marketing pode mudar drasticamente.

Por exemplo, uma empresa que acabou de ser lançada no mercado vai estar mais focada no posicionamento e divulgação da marca, a fim de atrair seus primeiros clientes.

Já uma empresa com muito tempo de estrada pode focar na fidelização dos clientes para proteger sua fatia de mercado.

Cada uma delas vai conduzir seu marketing de acordo com essas metas distintas. E, da mesma maneira, cada uma vai ter gastos diferentes com marketing.

O que isso tudo significa?

Para determinar o orçamento de marketing para um ano, é preciso levar em consideração a meta que o setor pretende alcançar no período.

Usando as empresas do nosso exemplo, a primeira provavelmente vai gastar muito mais com anúncios, enquanto a segunda pode concentrar seu investimento em ferramentas de suporte e em um time de customer success bem estruturado.

É por esse motivo que o planejamento de budget precisa ser feito junto com o planejamento estratégico.

Não adianta pedir para o seu pessoal do financeiro preparar um orçamento de marketing, pois eles simplesmente não sabem como esse dinheiro vai ser utilizado.

A melhor opção para definir é alinhar os times para estabelecer um plano financeiro e de marketing que atuem em conjunto.

Como estimar valores?

Muito bem, você já sabe quais são alguns dos possíveis gastos de marketing e, também, como distribuir o orçamento entre eles de acordo com as metas do setor. Mas ainda não chegamos ao principal: como estimar o valor que deve ser atribuído a cada categoria de gasto?

Existem diferentes respostas para essa pergunta. Todas são válidas, então, você pode usar o método que achar mais conveniente.

Usando referências anteriores

Se a categoria de gasto diz respeito a algo que você já fez ou já utilizou antes, então, você tem alguma referência do quanto precisa disponibilizar.

Por exemplo, se um dos itens no seu orçamento é o pagamento da agência de marketing, e você já trabalhou com uma agência no passado, pode usar o contrato anterior como referência base.

Isso não significa que você vai trabalhar com a mesma agência este ano. E, se trabalhar, pode ser que os valores sejam diferentes. Mas, pelo menos, você está partindo de uma estimativa bem fundamentada para o seu orçamento.

Realizando cotações

Se você nunca teve um gasto similar no seu orçamento de marketing, pode realizar uma cotação, apenas para ter uma ideia dos valores praticados no mercado.

Ligue para alguns fornecedores, passe informações gerais e peça uma proposta de valor. Depois, faça a média ou use a cotação mais alta para basear o orçamento.

É claro que essa cotação não será precisa. Por exemplo, se você acha que a empresa vai organizar um evento durante o ano, pode fazer uma cotação para os gastos com buffet; o problema é que você não tem a menor ideia, ainda, de quantas pessoas teria nesse evento ou de qual seria o cardápio ideal para a ocasião.

Afinal, é apenas uma estimativa — talvez a empresa nem faça o evento, quem sabe?

Trabalhando com uma margem de segurança

Como você provavelmente notou, os dois métodos que apresentamos são imprecisos. E é por isso que a margem de segurança é indispensável para o seu orçamento de marketing.

Basicamente, você deve estimar sempre um pouco a mais para cada item do orçamento — uma boa margem é de 15% a 20% do valor.

Levando em consideração a disponibilidade financeira da empresa

Os dois primeiros métodos pressupõem que existe uma boa flexibilidade para acomodar os gastos de marketing na sua empresa. E isso funciona muito bem para as empresas de médio e grande porte.

Mas, por outro lado, os pequenos negócios podem enfrentar uma restrição de recursos.

Nesse caso, o melhor método é partir do valor que pode ser disponibilizado ao setor e, então, distribuí-lo entre os gastos previstos. Esse processo é, basicamente, uma questão de alocação.

Se você tem apenas R$20 mil para o marketing no próximo ano, como você vai distribuir esse dinheiro entre os itens do orçamento?

Para isso, é claro, leve em consideração uma estimativa de quanto cada item vai custar e tenha consciência de que você precisará fazer um esforço muito maior para negociar preços e reduzir custos.

Pode ser que você tenha que eliminar alguns itens menos importantes no seu planejamento. Por isso, é indispensável ter em mente as metas estratégicas do setor e priorizar os itens que realmente trarão impacto.

Por que fazer um orçamento de marketing?

Já falamos bastante sobre como fazer o orçamento para o setor de marketing da empresa. Antes de encerrar esse post, vamos reforçar a importância dessa prática?

Planejar o orçamento de marketing é importante para assegurar que os recursos da empresa estejam sendo bem empregados.

Assim, evita-se desperdícios em atividades que não trarão retorno ou, até mesmo, optando por opções mais caras sem um bom motivo.

O orçamento bem feito também é uma segurança para os planos e perspectivas da empresa.

Quando existe um orçamento, você consegue comparar o planejado com o real, determinando se os gastos estão dentro do que havia sido previsto e autorizado no começo do período.

Dessa maneira, vai saber que os recursos da sua empresa não estão sendo utilizados aleatoriamente.

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Marketing digital para PMEs
Web Experience Management

11 benefícios do Marketing Digital

No seu dia a dia, certamente você já percebeu como a internet transformou a sua vida. Só para ficar em alguns exemplos, você sempre recorre ao Google para resolver qualquer dúvida e não larga as redes sociais para saber das últimas novidades dos seus amigos. É verdade ou não é?

Se a internet transformou o dia a dia das pessoas, o que dizer então das empresas? Para acompanhar as mudanças de hábitos, elas precisaram adotar novas ferramentas, canais e formatos. Por isso, cada vez mais negócios aproveitam os benefícios do Marketing Digital.

As pequenas e médias empresas, em especial, percebem ainda mais as vantagens das estratégias digitais, que permitem a elas competirem de igual para igual com os grandes.

Vamos ver agora, então, os 11 principais benefícios do Marketing Digital, especialmente para pequenos negócios:

1. Ter uma presença online para ser encontrado

Atualmente, ao ter um contato com alguma marca, muitos consumidores já perguntam diretamente pelo seu site ou redes sociais. Eles gostam de conhecer a identidade da marca, saber mais informações e sentir confiança antes de fazer uma compra.

Por isso, você precisa ter uma presença online consistente, em diferentes canais, para que o consumidor encontre a sua empresa na internet.

Afinal, os consumidores estão sempre na web para se informar e interagir. Se você não estiver por lá também, para marcar presença na lembrança deles, outras empresas concorrentes vão ocupar o seu lugar.

2. Gerar engajamento com a persona

A internet permite que, além de atrair um cliente e aumentar as oportunidades de vendas, as empresas possam criar relacionamentos duradouros com o cliente.

A grande diferença que a comunicação digital trouxe é que ela não é uma via de mão única: as marcas podem oferecer conteúdos relevantes, muito além da publicidade puramente comercial, e os consumidores podem responder e interagir com as empresas.

Com essa interatividade, os laços que se criam entre marcas e consumidores são muito mais fortes. E, num cenário em que a concorrência está cada vez mais acirrada, conquistar o engajamento da persona é essencial para se manter na sua lembrança.

3. Acompanha a jornada de compra

Antes, a jornada de compra dos consumidores era relativamente simples. Primeiro, ele via uma publicidade na TV ou no jornal, ia até uma loja física e tomava a decisão lá dentro, onde também fazia o pagamento.

Hoje, porém, essa jornada está muito menos linear e previsível — e muito mais digital.

O consumidor pode pesquisar preços no computador, comparar alternativas pelo celular, ir até o shopping e experimentar os produtos, voltar para casa e comprar no e-commerce. Mas pode também fazer tudo diferente disso para comprar o mesmo produto.

Ainda bem que o Marketing Digital permite acompanhar toda essa jornada de compra. Por todos os canais pelos quais o consumidor passa — site, Facebook, blog, loja virtual etc. —, as marcas podem estar presentes com conteúdos e ofertas interessantes.

Assim, fica mais fácil ajudar o cliente a resolver todas as suas dúvidas e objeções e influenciar sua decisão de compra.

a jornada do cliente

4. Conquistar a fidelização dos clientes

Mesmo depois de finalizar uma venda, é importante as empresas manterem contato com o cliente para estimular uma recompra ou uma recomendação da marca para outras pessoas — o famoso boca a boca, que agora se tornou online e pode alcançar muito mais gente.

Essas estratégias de marketing, que fazem parte da fidelização de clientes, costumam valer muito mais a pena que o processo de aquisição, que pode ser trabalhoso e custoso.

Na internet, então, você tem diversas ferramentas e canais para não perder o contato com o cliente. Conteúdos de blog, por exemplo, podem nutrir o relacionamento com a empresa e despertar o interesse em uma nova compra. Outro exemplo: ofertas personalizadas por e-mail podem sugerir produtos complementares à última compra do cliente.

O importante é conhecer bem o perfil e os interesses de cada pessoa para fazer as ofertas certas, pois ela precisa se sentir notada e valorizada pela sua empresa para voltar a comprar. Por isso, também é bom oferecer vantagens para quem já é cliente.

5. Ganhar autoridade de marca

Marcas que atuam ativamente no ambiente digital, como por meio de um blog corporativo, site e mídias sociais, de acordo com as estratégias de Marketing de Conteúdo, têm grandes chances de se tornar uma marca de autoridade.

Por meio dos seus conteúdos, ela resolve dúvidas, esclarece conceitos importantes e mostra que domina os assuntos do seu mercado. Mas o que a empresa ganha com isso?

Dessa forma, ela se torna uma referência para clientes, que passam a confiar mais na empresa, além de formadores de opinião, veículos de comunicação, até mesmo concorrentes, que começam a citá-la também em seus conteúdos.

Uma das evidências de que a marca conquistou autoridade é o seu posicionamento nos resultados da busca do Google. Estar nas primeiras posições significa que você é uma referência para o mercado!

Isso atrai mais interessados para a sua empresa e desperta a confiança no que você produz. Afinal, é natural confiar mais em quem entende do assunto, né?

6. Competir com empresas maiores

Muitas vezes uma empresa pequena tem receio de iniciar uma estratégia de Marketing Digital por acreditar que estará em desvantagem em relação aos concorrentes de grande porte.

Porém, essa diferença é muito mais gritante no marketing offline, que geralmente exige investimentos mais robustos. Anunciar na TV, no jornal ou no rádio é inviável para a maioria das pequenas e médias empresas, o que acaba destacando apenas quem tem mais verba.

Já o ambiente online oferece melhores condições de equiparação dessa diferença.

Você já pode ter excelentes resultados mesmo sem investir em mídia. Com publicações consistentes em um blog corporativo e nas redes sociais, por exemplo, já é possível atrair interessados e engajar a audiência.

E, caso uma pequena empresa queira investir em mídias pagas, pode começar com uma verba pequena e também ter ótimos resultados.

O importante é que as estratégias sejam focadas no público certo e que as técnicas sejam executadas profissionalmente — com eficiência e qualidade —, mesmo que os recursos sejam limitados.

7. Segmentar o público

Diferentemente do que ocorre nos meios tradicionais de comunicação, na internet é possível falar com um público muito específico que esteja interessado em um produto ou serviço.

E, embora o potencial de alcance da internet seja enorme (e esse é também um dos benefícios do Marketing Digital), o seu grande diferencial é o poder de segmentação do público.

A segmentação é possível desde o primeiro contato do visitante com a marca, por meio de um anúncio nas redes sociais, por exemplo. Isso faz com que toda a experiência de compra seja mais satisfatória e gere um sentimento positivo no usuário, que vai receber apenas conteúdos direcionados ao seu perfil, interesses e comportamentos.

A segmentação também pode ser usada para oferecer conteúdos e ofertas de acordo com as etapas da jornada de compra. Dessa forma, um envio de e-mail marketing só é realizado quando a empresa identifica que o usuário já está na etapa desejada (mais maduro para a compra, por exemplo).

Mas como a internet permite isso? Simples: é o próprio usuário quem fornece informações sobre ele mesmo, seja por conta própria (ao preencher um formulário, por exemplo), seja por meio dos cookies do seu navegador (que rastreiam seus passos na web).

Assim, as empresas podem analisar esses dados sobre os consumidores e elaborar estratégias segmentadas para cada tipo de público.

8. Personalizar as ofertas

Mais interessante que segmentar o público de anúncios e os contatos de e-mail marketing é personalizar a comunicação. Afinal, mesmo dentro de um segmento de público, cada indivíduo tem um perfil diferente e vive diferentes momentos de vida.

Por isso, a personalização aparece com força no marketing atual, especialmente porque o Marketing Digital permite criar conteúdos e ofertas únicos para cada pessoa.

Como a internet faz isso? Da mesma forma que explicamos antes: é possível saber diversas informações sobre cada usuário, desde os seus interesses até o seu histórico de navegação, o que embasa as estratégias de personalização.

9. Obter resultados de longa duração

O Marketing Digital oferece meios pagos e orgânicos de divulgar a sua empresa e se relacionar com os clientes. Entre os orgânicos, estão a otimização para buscadores (SEO) e o Marketing de Conteúdo que, entre outros benefícios, oferecem resultados duradouros.

Um blog jamais perde os conteúdos publicados, bem como a reputação que conquistou ao longo do tempo. Eles ainda podem ser acessados anos depois da sua publicação e continuam gerando acessos e conversões (se ainda forem relevantes para o público).

Portanto, uma estratégia de conteúdos bem pensada e desenvolvida gera ativos para a empresa, que continua obtendo resultados com aqueles posts ao longo do tempo, mesmo que eles fiquem lá “parados”.

10. Poder mensurar todos os resultados

O marketing offline tem algumas restrições quanto à mensuração dos resultados.

Por exemplo, você não tem como saber exatamente quantas pessoas visualizaram um anúncio no jornal ou um outdoor na rua. Mais difícil ainda é saber quantas pessoas foram comprar o seu produto depois de ver um anúncio da sua empresa.

Com o Marketing Digital, por outro lado, é possível saber tudo isso. Como dissemos, a internet permite rastrear todos os passos dos clientes, desde um clique em um link do e-mail marketing até a finalização de uma compra na loja virtual.

Por isso, você consegue saber exatamente quantas pessoas acessaram a sua página, quantas delas compraram e qual foi o retorno dos investimentos em publicidade.

Para isso, diversas métricas são colocadas à disposição pelas redes sociais, pelas plataformas de anúncios (como o Facebook Ads e o Google Adwords) e pelos softwares de análise de dados (como o Google Analytics).

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Porém, são tantas métricas que você pode acompanhar, que é importante saber priorizar os dados que merecem mais atenção. A esses dados, damos o nome de KPIs (Key Performance Indicators, ou Indicadores-Chave de Performance).

Os KPIs são aquelas métricas que estão relacionadas aos objetivos e metas traçados no planejamento da estratégia e que representam um resultado efetivo para o negócio.

Número de impressões, taxa de conversão, custo por clique (CPC), retorno sobre investimento (ROI) e custo de aquisição de clientes (CAC) são alguns exemplos de KPIs que você pode acompanhar para saber se a sua estratégia está performando bem.

11. Excelente custo-benefício

Muitos empresários podem olhar para os benefícios do Marketing Digital e acreditar que, para aproveitar tudo isso, é preciso ter muito dinheiro.

Porém, como dissemos, as empresas de pequeno e médio porte são as que mais percebem as vantagens do Marketing Digital, pois os investimentos são acessíveis e conseguem trazer resultados expressivos para o negócio.

Mesmo com baixos orçamentos, você já consegue colocar a sua publicidade no ar e atrair muitos interessados, como acontece com links patrocinados e Facebook Ads. Até mesmo sem investimento algum em mídia, como em SEO ou redes sociais, é possível construir a sua presença online.

Além disso, outra grande vantagem dos investimentos em mídias online é que você só é cobrado quando obtém resultados. Como assim?

Os modelos de cobrança mais comuns da publicidade online são o Custo por Clique (CPC), Custo por Mil Visualizações (CPM) ou Custo por Aquisição (CPA). Dessa forma, o anunciante só precisa pagar quando um cliente clica no seu anúncio, visualiza ou faz uma compra. Ou seja, paga apenas quando tem algum resultado com o seu investimento.

Mas, para usufruir do custo-benefício do Marketing Digital, as estratégias precisam ser focadas. Quanto mais bem segmentado for o seu público-alvo, menos dinheiro você vai desperdiçar e maior é a tendência de atingir clientes em potencial — portanto, melhor será o seu custo-benefício.

Então, antes de começar a gastar a verba que a sua empresa tanto suou para conseguir, trate de pensar bem na sua estratégia.

É dessa forma que o Marketing Digital se revela uma excelente opção para as pequenas e médias empresas, que geralmente têm menos dinheiro para investir, mas podem explorar todas as oportunidades com estratégias criativas.

Executando as estratégias de Marketing Digital

O mais importante, ao iniciar uma estratégia de Marketing Digital, é conhecer as oportunidades que o investimento oferece, mas sem perder de vista que os resultados só aparecem com as estratégias sendo executadas com cuidado e aprimoradas mês a mês.

Mesmo com a possibilidade de já ter resultados nos primeiros passos da estratégia, é preciso ter paciência para perceber o retorno mais expressivo que vem com o tempo.

Quanto mais você trabalhar o Marketing Digital da sua empresa e consolidar a sua presença online, mais retorno você terá com os conteúdos que já estão publicados, com a lista de contatos que só tende a crescer e com a audiência que será cada vez mais engajada.

Pretende iniciar uma estratégia de Marketing Digital para sua empresa e quer a garantia de não cometer nenhum erro que prejudique seu investimento? Então leia agora o nosso post sobre os erros de Marketing Digital em que a sua empresa não pode mais cair!

Guia Marketing Digital

Googlebot

Googlebot, entenda como funciona o robô do Google

Você já se perguntou como o Google conhece tantos sites para retornar milhares (ou até mesmo milhões) de páginas nos resultados das nossas pesquisas no buscador?

Apesar de um pouco extensa, a resposta pode ser resumida em uma palavra: Googlebot.

Caso nunca tenha ouvido falar no Googlebot, não se preocupe. Neste post, vamos entender o que é esse recurso tão particular do Google, como ele funciona e qual é o seu impacto para o site da sua empresa.

Acompanhe!

O que é o Googlebot?

O Googlebot nada mais é do que um programa de computador desenvolvido pelo Google com a finalidade de rastrear as páginas públicas de toda a web.

Também chamado de crawler, spider ou bot (versão encurtada de robot), esse software navega de página em página por meio dos links que encontra em busca de novas webpages ou conteúdos atualizados.

Todos eles serão adicionados ao índice do Google, um processo conhecido como indexação.

O índice funciona como um banco de dados do mecanismo de busca.

É lá que ficam armazenadas as informações que o Googlebot conseguiu examinar nas páginas pelas quais passou, como a URL, o título e o conteúdo em formato de texto.

Para conseguir inspecionar as bilhões de páginas existentes na internet, o Google precisa manter diversas instâncias desses bots funcionando simultaneamente em um conjunto de computadores.

Vale lembrar que os outros buscadores têm os seus próprios bots. Por isso, usamos Googlebot para nos referirmos ao crawler específico do Google.

Como funciona o processo de rastreamento?

O processo de rastreamento do Googlebot precisa ter um ponto de partida.

O programa utiliza uma lista de URLs já definida anteriormente com base em rastreamentos já realizados.

Essa lista também é atualizada com a ajuda dos próprios webmasters, que podem enviar seus sitemaps diretamente pelo Search Console (uma ferramenta gratuita com diversos recursos que permitem analisar a situação do seu site no Google).

À medida que o Googlebot visita os sites dessa lista, ele detecta os links presentes em cada página e os inclui na fila de páginas a rastrear.

Conforme ele encontra conteúdos novos, mudanças nas páginas e links quebrados (quando um link não direciona para uma página válida e exibe o código de erro 404), envia essas informações ao índice para que ele seja atualizado.

Qual é o impacto do Googlebot no seu site?

Agora que você entende como funciona o processo do Google para fazer o rastreamento e a indexação de páginas, fica mais fácil compreender de que modo o Googlebot impacta o seu site.

O Google domina o mercado de buscas, contando com mais de 90% de participação — o que faz dele o buscador mais utilizado no mundo.

Tamanha quantidade de usuários explica o fato de esse mecanismo de busca ser uma excelente fonte de tráfego para muitos sites (e por que não para o seu?).

Contudo, o requisito mais básico para que isso ocorra é que o Google conheça o seu site.

Ou seja, ele precisa estar presente no índice para ter a possibilidade de aparecer no SERP, sigla em inglês para Search Engine Results Page ou página de resultados das pesquisas.

Quanto mais relevante for o conteúdo das suas páginas, maiores serão as chances de elas aparecerem com um bom posicionamento nas pesquisas e atrair a atenção dos usuários.

Mas isso já entra no assunto de Search Engine Optimization (SEO)…

Sendo assim, na próxima seção, vamos focar em maneiras de garantir que o Googlebot consiga visitar as suas páginas.

Como saber se o Googlebot consegue rastrear o seu site?

Para que uma página seja rastreável pelo crawler, é necessário construí-la com os padrões de HTML e não mantê-la com acesso pública, já que o bot não consegue transpor um sistema de acesso protegido por senha.

Sites criados em Flash, por exemplo, não são rastreáveis pelo Googlebot.

Inclusive, o uso dessa tecnologia já é considerado ultrapassado no mercado de busca e em outras áreas.

Superados esses requisitos, um cuidado que é preciso ter é verificar o robots.txt.

Trata-se de um arquivo que fica na raiz do site e define as páginas ou diretórios aos quais os bots podem ter acesso ou não.

Essa verificação é importante porque o profissional que desenvolveu o site pode ter configurado para que o Googlebot e outros bots não façam o rastreamento das páginas enquanto elas estiverem em fase de testes.

Por algum equívoco ou esquecimento, acontece de o robots.txt permanecer com essa restrição, impedindo que o Google e outros buscadores indexem as webpages.

E uma das maneiras mais simples de fazer essa verificação é por meio do Google Search Console, que citamos anteriormente.

Dentro da ferramenta, acesse a opção “Rastreamento” e depois “Erros de rastreamento”.

Na aba “Busca de robots.txt”, é possível visualizar se o Googlebot teve algum problema para rastrear o seu site nos últimos 90 dias.

Aliás, dentro da opção “Rastreamento” também existem as “Estatísticas de rastreamento”.

Com esse recurso, você consegue ver informações sobre a atividade do Googlebot dentro do seu site, como o número de páginas rastreadas por dia e o tempo que ele leva para fazer o download de uma página.

Também existe a opção de “Buscar como o Google” e analisar como o buscador processa as páginas do seu website.

Basta inserir a URL e clicar em “Buscar”. Depois, é só conferir os detalhes do teste para garantir que tudo está funcionando corretamente.

Por fim, concluímos que o Googlebot é parte essencial da inclusão do seu site no Google e a frequente atualização do índice conforme você renova ou adiciona novos conteúdos.

Se por algum motivo você bloqueá-lo ou dificultar o seu trabalho de rastreamento, poderá perder uma das melhores fontes de tráfego orgânico que existem e, possivelmente, deixar passar ótimas oportunidades com usuários com o potencial de se tornarem clientes.

Se você gostou deste post, continue se informando com nossos posts sobre SEO e o funcionamento dos mecanismos de busca.

Fica a sugestão de conferir o passo a passo completo e definitivo para indexar as suas páginas no Google!

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Title tag

Title tag: tamanho, importância e dicas de títulos para o seu conteúdo

Quando damos início a uma estratégia de otimização de um site ou de um blog para os mecanismos de busca, precisamos considerar uma série de fatores dentro e fora das nossas páginas.

E, no que se refere ao SEO on page, um dos aspectos que devemos dar bastante atenção é a title tag.

Por isso, preparamos este post para explicar exatamente o que é esse elemento, por que ele é importante e como você pode otimizá-lo dentro das suas páginas web.

Confira!

O que é title tag?

A title tag é uma marcação do código HTML (<title> e </title>) que representa o título de uma página.

Alguns exemplos de onde esse título aparece escrito são:

  • na aba do navegador;
  • na Search Engine Results Page (SERP), a página de resultados de pesquisa de buscadores, como o Google e o Bing;
  • nos posts de redes sociais, quando compartilhamos um link.

Ou seja, o texto incluído nessa tag permite que o usuário identifique o tipo de conteúdo que ele pode esperar dentro daquela página.

Pelo menos, essa é a sua principal finalidade, apesar de alguns responsáveis por websites utilizarem a péssima prática de escolher uma title tag para atrair atenção para um assunto quando o tema da página é totalmente diferente.

Por que incluir uma title tag?

Se a sua página não possui a title tag, o navegador provavelmente mostrará o nome do arquivo HTML.

No caso das redes sociais, pode ser que apareça a mensagem e título não encontrado, comprometendo o engajamento quando seus conteúdos são compartilhados.

No que se refere aos mecanismos de busca, a ausência de um título eventualmente faz com que o algoritmo desses sistemas opte por exibir um cabeçalho, parte do texto da própria página ou outra informação relacionada.

Devido a essa aleatoriedade, é mais interessante elaborar títulos com as palavras que você realmente deseja que o seu público-alvo veja e inseri-los adequadamente na sua title tag.

Contudo, vale lembrar que incluir uma title tag não significa que os buscadores vão exibi-la exatamente da maneira como você definiu.

Pode ser que eles ajustem a forma como o título aparece nos resultados, de modo a apresentar uma palavra-chave da busca do usuário, por exemplo.

Qual é o tamanho ideal da tag de título?

Você provavelmente já deve ter reparado que o título de diversas páginas listadas nos resultados de pesquisa aparecem cortados, com reticências no final.

Como existe um limite de caracteres para os sites de busca exibirem esses títulos na Serp, o conteúdo de title tags muito extensas acaba reduzido.

Para se ter uma ideia, no caso do Google, o título deve estar contido em uma largura de 600 pixels.

Se os caracteres não couberem nessa restrição, o sistema aplicará a redução.

Uma maneira de visualizar essa particularidade é reparando como o espaço que o termo “AAA” ocupa é maior que “iii”.

Note que alguns caracteres são mais largos que outros, especialmente quando estão em caixa alta.

O problema é que isso pode cortar palavras relevantes para o seu site e para a sua marca, alterando o sentido planejado para o título e até mesmo prejudicando o volume de cliques na Serp para a sua página.

Sendo assim, o mais recomendado é que o tamanho da title tag não ultrapasse os 60 caracteres.

Já que o limite se baseia em pixels, como já explicamos, esse número oferece uma boa margem.

Mas será que vale a pena toda essa preocupação com o título?

É o que veremos a seguir…

Qual é a importância de uma title tag otimizada?

Além do limite recomendado de caracteres, existem outras boas práticas para otimizar a title tag.

Esse tipo de melhoria é importante principalmente porque os mecanismos de busca analisam diversos fatores para determinar o posicionamento da sua página — os chamados fatores de ranqueamento.

E entre eles está o título.

Dessa forma, sua marca terá melhores condições de aparecer entre os primeiros resultados e despertando mais interesse por parte dos usuários e atraindo mais cliques para o seu site.

Por esse motivo, separamos algumas dicas de como fazer um bom título. Confira:

Quais são as boas práticas para criar um bom título?

Crie títulos descritivos

Tenha sempre em mente o limite de 60 caracteres e crie títulos que realmente ajudem a descrever o que o visitante vai encontrar na página.

Transmita essa informação em poucas palavras e use as palavras-chave mais importantes da webpage, mas cuidado para não ser genérico demais.

Títulos muito curtos e que não explicam muita coisa dificilmente são atrativos para as pessoas.

Insira a palavra-chave à esquerda

Inserir a palavra-chave o mais próximo possível do início do título pode chamar mais a atenção dos usuários, já que a informação central que descreve a sua página é, provavelmente, uma das primeiras coisas que eles procuram em cada um dos resultados da Serp.

Com títulos mais relevantes, você vai aumentar suas chances de conseguir mais cliques nos buscadores e aumentar o tráfego para o seu site.

Inclua a nome da sua marca

Se for possível incluir o nome da sua marca na title tag sem que isso afete o limite de 60 caracteres, procure fazer isso no final do título.

Essa medida ajuda o usuário a identificar rapidamente a quem aquela página pertence e tem bastante apelo com quem já conhece a sua empresa.

Um exemplo desse padrão seria: “Título da página | Sua marca”.

Evite títulos duplicados

Também é válido ter o cuidado de não criar mais de uma página com o mesmo título porque isso mostra ao Google e aos outros buscadores que o seu site trabalha com conteúdos únicos e relevantes.

Indícios de que você tenha páginas ou parte delas duplicadas representam um mau sinal para os buscadores, o que pode causar uma penalização no posicionamento das suas páginas.

Percebemos que a title tag é um fator relevante para identificar as suas páginas, mas ainda mais pertinente em termos de SEO.

Saber como otimizar esse elemento é, portanto, parte essencial de uma estratégia para melhorar o posicionamento do seu site nos motores de busca, destacar-se diante dos concorrentes no Serp e intensificar a número de visitas orgânicas.

Gostou deste post? Deseja se aprofundar no assunto e saber mais sobre a otimização de sites e blogs?

Então, confira um dos melhores artigos que já produzimos sobre o tema: “O que é SEO: o guia completo para você entender o conceito e executar sua estratégia”!

 Kit Domine o Google
Site Institucional

Site institucional: o que é e por que ter um?

Você já possui um site institucional? Muitas pessoas acreditam que não precisam mais criar um site, visto que as redes sociais abrigam muitos usuários. Dessa forma, eles pensam que é mais saudável concentrar todas as forças lá.

Porém, isso está longe de ser verdadeiro. Os sites institucionais ainda são muito importantes para as empresas.

Além de manter um canal de contato duradouro com todos os tipos de clientes (inclusive com aqueles que não possuem redes sociais), é uma poderosa ferramenta para aumentar o número de clientes.

Neste post, explicaremos quais são as principais características de um site institucional e as 5 principais vantagens que sua empresa terá caso faça páginas de qualidade. Acompanhe:

As principais características de um site institucional

Um site institucional de sucesso é aquele que foi feito sob medida para suprir as necessidades da empresa, dos clientes e dos principais interessados. Sendo assim, é uma ferramenta importante de comunicação da empresa com o público.

As principais características são:

Todos os pontos destacados são importantes para que as páginas sejam rápidasrelevantes e, por consequência, esteja nas primeiras posições de buscadores como o Google.

5 motivos para criar um site institucional

Listamos 5 motivos importantes para te ajudar a entender quais são os impactos de um site institucional para o seu negócio. Confira:

1. Fortalece a imagem da empresa

A imagem da empresa fica mais forte quando está presente nos principais canais disponíveis. Quando falamos de presença digital, a importância é ainda maior.

Uma pesquisa revelou que mais de 100 milhões de brasileiros estão conectados à internet. Isso significa que as suas ações on-line podem alcançar metade da população do país.

Sendo assim, um número muito maior de pessoas estará disponível para ver os seus conteúdos e passíveis a adquirir o seu produto ou o seu serviço.

2. Passa credibilidade

Se a sua empresa deseja se mostrar “antenada” e mais próxima do cliente, você deve estar representado on-line.

Quando um usuário procura pelo site de determinada empresa, entre outras coisas, deseja saber como ela interage com as novidades do mundo on-line e acessar mais informações que auxiliem o usuário no momento da decisão de qual empresa contratar.

Sendo assim, quando uma instituição não possui uma página na internet, ela já começou atrás dos seus concorrentes.

O motivo é simples: os negócios que não possuem uma página oficial são vistos como ultrapassados e que não possuem tecnologia suficiente para atender aos clientes.

3. Disponibiliza informações importantes

Outra vantagem importante é ter disponível um local em que os consumidores possam consultar informações importantes, atualizadas e confiáveis sobre a empresa.

Além de dados comuns — como dias de funcionamento e horário de abertura e de fechamento —, é interessante divulgar a relação de produtos e de serviços.

Quando os sites destacam os detalhes do que é oferecido, os clientes compram com mais convicção e têm menos chances de se arrependerem.

Mais do que isso, um site institucional que possua uma base de conhecimento, por exemplo, receberá menos ligações sobre suporte.

Nos casos de empresas que atendam presencialmente, se as pessoas conseguem resolver os seus problemas em casa, terão menos motivos para saírem de casa.

As vantagens são várias! Além de melhorar a eficiência da equipe, você deixará o seu consumidor mais satisfeito.

4. Atrai pessoas interessadas

Um bom site institucional deve contar com espaço para blog. Nele, a sua empresa criará conteúdo atrativo e relevante para o seu público-alvo.

Em vez de simplesmente postar conteúdo relacionado aos seus produtos ou à sua instituição, o seu site pode abordar as questões que são mais importantes para o seu público.

Pensando naquilo que as pessoas mais temem e precisam saber antes de tomar uma decisão no processo de compra, você fará com que as pessoas tenham um contato próximo com a sua empresa.

Obviamente, nem todos os contatos (ou leads) se transformarão em clientes. Porém, será mais uma possibilidade de atrair pessoas com o perfil da empresa. Além disso, essa estratégia possui baixo custo se comparado às demais.

As páginas institucionais podem ser bons destinos para campanhas pagas. Se a sua empresa possui eventos ou promoções específicas, é interessante utilizar links patrocinados como Google AdWords ou Facebook Ads para divulgá-las.

Fazer landing pages dentro do seu site institucional fará com que as pessoas tenham mais detalhes sobre o anúncio que acessaram.

5. Aumento o número de clientes

Por fim, caso o seu site seja bem criado e alimentado, você poderá esperar por crescimento no número de clientes.

O 1º motivo para isso está na maior visibilidade que a sua empresa terá no ambiente virtual.

Porém, isso não é tudo. Como vimos, a produção de conteúdo relevante é uma boa arma para que as suas páginas estejam entre as primeiras colocadas no Google.

Dessa forma, pessoas interessadas em comprar produtos ou em contratar serviços oferecidos por você terão, facilmente, acesso aos seus principais dados.

Mais do que isso: um site institucional pode rastrear as pessoas que estão interessadas nos seus serviços e exibir anúncios para que elas reconsiderem a sua oferta.

Ou seja, mesmo que você não tenha uma loja virtual, é possível aumentar as suas vendas.

Você verá como sua empresa estará muito mais segura para crescer caso crie um site útil e importante para os seus usuários.

Vale salientar, porém, que você não deve apostar na criação de qualquer site, mas páginas que agradem os seus clientes em beleza, conteúdo e velocidade.

A criação deverá obedecer planos e objetivos expostos na estratégia de trabalho. Sendo assim, não veja o processo de criação de um site institucional como um mal necessário, mas como uma ferramenta importante e essencial para que a sua empresa cresça.

Você quer que sua companhia aumenta as vendas? Então, comece agora mesmo a planejar sua estratégia. Não sabe como fazer? Não se preocupe! Basta ler o post “Planejamento de marketing digital: como fazer e 5 erros que destroem sua estratégia”.

Mercadologia

Mercadologia: o impacto do marketing nos resultados da empresa

Se você chegou até este post, certamente já ouviu falar da mercadologia como um conjunto de práticas para aumentar suas vendas.

Mas você realmente sabe o que esse conceito significa e como ele impacta nos resultados da sua empresa?

O conceito de mercadologia (também chamado de marketing em algumas traduções) é o estudo do mercado com o objetivo de aumentar a competitividade de uma organização, serviço ou produto e, por consequência, conseguir mais lucro.

Em outras palavras, muito além de pensar maneiras de aumentar suas vendas finais, a mercadologia parte de estudos aprofundados para te ajudar a posicionar sua empresa estrategicamente.

Ela faz isso por meio de investigações que nos permitem:

  • entender melhor as expectativas dos consumidores;
  • analisar sua força diante dos concorrentes;
  • descobrir oportunidades para expansão;
  • aumentar o valor da sua marca; e
  • investigar vários outros aspectos do seu negócio.

Ou seja, o aumento das vendas é o nosso objetivo final.

E, neste texto, vamos te explicar como usar a mercadologia na prática para chegar a esse resultado.

Vamos lá?

O uso da mercadologia para entrar no mercado

Um dos momentos mais importantes na história de qualquer empresa é o go to market (a entrada em um determinado mercado).

Esse momento pode ser a abertura de um novo negócio, o lançamento de um produto e até a internacionalização de uma companhia.

Para você ter uma ideia, uma mera mudança de rótulo já é um go to market, já que se trata de uma novidade para o mercado.

Quem empreende sabe que no go to market não dá para sair atirando para todos os lados e ver onde e quando seu produto funciona.

Você precisa se preparar antes, fazer testes de aceitação com a audiência e preparar o terreno para obter um retorno positivo logo de cara.

Ou seja, você precisa de estudos mercadológicos.

Uma análise profunda do mercado vai te ajudar a traçar o melhor plano para lançar o seu produto ou serviço e garantir que ele seja um sucesso!

Para criar um plano de go to market, você precisa realizar um estudo mercadológico de 2 etapas:

1ª etapa

  • Quem é seu alvo, o público para o qual você deseja vender?
  • Onde ele está?
  • O que valoriza?
  • Por quais motivos escolheria você diante de tantas opções?

Você pode descobrir isso realizando testes de validação com a própria audiência.

Com a internet, você pode distribuir formulários e promover pesquisas de mercado facilmente.

Essas pesquisas te ajudarão, inclusive, a saber se realmente há público para o produto ou serviço que você pretende lançar no mercado.

2ª etapa

  • Como você vai atingi-lo para que compre seu produto?
  • Onde seu produto será vendido?
  • Como será divulgado?
  • Quanto vai custar?

Para isso, você poderá se basear em tendências de mercado.

O marketing de conteúdo é, atualmente, a melhor maneira de impactar as pessoas na internet.

Da mesma forma, as vendas remotas têm crescido em companhias de todo o mundo, provando que é possível escalar seus resultados comerciais mantendo um time mais enxuto.

Os estudos da concorrência também podem ajudar na hora de definir como você vai alcançar seu público (vamos explicar isso no próximo tópico).

A análise da concorrência com estudos mercadológicos

O benchmarking é uma técnica de mercadologia baseada em análise comparativa.

Resumidamente, você monitora o que os parceiros e concorrentes estão fazendo com o objetivo de descobrir os pontos fortes e fracos de seus produtos e processos.

Os pontos fracos se tornam ações a serem evitadas na sua companhia, e as melhores práticas são absorvidas e replicadas.

Olhar para a concorrência é extremamente importante, pois entender as estratégias do seu competidor é uma excelente maneira de encontrar o caminho certo para superá-lo.

E cabe aqui apontar que fazer benchmarking é muito diferente de fazer espionagem industrial.

O benchmarking foca principalmente na observação dos competidores, mas nunca colhe informações sigilosas sobre eles, OK?

Existem várias ferramentas que podem ajudar a fazer o monitoramento de concorrência de forma legal e tranquila.

No universo do marketing digital, por exemplo, é possível utilizar plugins e plataformas para descobrir:

  • como seus concorrentes se posicionam na internet;
  • quais são seus principais canais de aquisição; e
  • com que frequência eles publicam conteúdo.

Essas informações ajudarão você a criar um plano de ação para atingir o seu alvo certeira e rapidamente.

Então, você poderá colocar os esforços do seu time de marketing na atração de clientes e otimizar as vendas da sua companhia, como falaremos agora.

A mercadologia na geração de novos clientes

A maior responsabilidade de um time de marketing é entregar oportunidades suficientes para o time de vendas fechar novos contratos e gerar o lucro esperado para a empresa.

Como explicamos no começo deste post, atirar para todos os lados não é uma opção.

Para atrair e conquistar clientes, também é preciso muito mais do que uma propaganda legal do seu produto.

No final das contas, o que você precisa é prover a solução perfeita para a pessoa correta e na hora certa — uma tarefa nada simples…

Assim como na elaboração de um plano go to market, para ser um sucesso absoluto nas vendas, 1º você precisa saber quem é a pessoa correta para abordar suas características e necessidades.

Segundo, precisa traçar toda a jornada de compra dela, do 1º contato com sua empresa ao fechamento da venda.

A melhor maneira de obter essas informações é por meio de uma pesquisa de persona, um estudo mercadológico realizado com seus melhores clientes com o objetivo de definir o perfil do seu cliente ideal.

Dessa forma, você saberá exatamente quem precisa atrair, com que linguagem se comunicar, o que dizer, onde dizer e — o mais importante — a maturidade da pessoa em relação à decisão de compra.

Por fim, vale dizer que esses são apenas 3 exemplos de momentos em que a mercadologia impacta diretamente nos resultados da sua empresa.

Afinal, os estudos mercadológicos podem ser úteis em várias etapas dos processos de marketing — na hora de mandar um email, escrever um blog post, compartilhar uma imagem nas redes sociais…

Gostou deste post e quer colocar tudo isso em prática agora mesmo?

Listamos 5 ferramentas bastante acessíveis que vão te ajudar a criar uma estratégia de marketing completa na sua empresa. Confira!

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mitos de seo

Os 17 mitos de SEO que prejudicam sua estratégia e seus resultados

SEO é um tema cercado por diversas teorias e práticas sobre fatores de rankeamento, penalizações e atualizações de algoritmos. É tanta informação que, às vezes, é difícil filtrar o que é certo ou errado.

E, para complicar mais um pouco, esse é um tema bastante dinâmico.

Por exemplo, uma técnica que funcionava bem há alguns anos pode não ter efeito algum atualmente.

Assim como existem as práticas que muitos davam como inúteis, mas que ainda exercem um peso significativo nos resultados de busca.

Essa confusão caracteriza bem os mitos de SEO. Eles são os maiores vilões dos profissionais de marketing que lutam arduamente para colocar o seu site ou blog na primeira página do Google.

Por essa razão, vamos apontar e derrubar os 17 maiores de mitos de SEO que estão atrapalhando suas estratégias de marketing digital. Acompanhe!

1. Os principais resultados de pesquisa são rápidos de se alcançar

O primeiro mito a ser eliminado é que o SEO pode produzir resultados em curto prazo. Assim como o marketing de conteúdo, as estratégias de otimização para motores de busca precisam de mais tempo para trazer um retorno perceptível.

Isso dependerá muito da concorrência pelas palavras-chave escolhidas. Por exemplo, se você vai começar um trabalho de SEO sobre o termo “marketing digital”, saiba que terá que suar bastante a camisa para conseguir um lugarzinho na primeira página.

Afinal de contas, trata-se de uma palavra com uma enorme concorrência, onde agências de marketing, universidades e blogs especializados disputarão o mesmo espaço.

Por isso, muito se recomenda apostar nas palavras-chave de cauda longa, como “curso de marketing digital” ou “marketing digital para iniciantes”.

Além de serem mais específicas e segmentadas, a concorrência é menor. Logo, o topo pode ser alcançado com menores dificuldades.

2. O topo está garantido depois de conquistado

Se depois de muito trabalho, você conquistou o top-3 do ranking do Google ou do Bing para uma das suas palavras-chave, parabéns! Isso é sinal de que agora o post pode ser deixado ali que não perderá o trono? De maneira nenhuma!

Quais garantias você tem de que um outro concorrente não vai melhorar um post ou uma página que perdeu lugar na classificação anteriormente?

Também pode acontecer da abordagem que você fez em um ano ficar defasada no outro. É como escrever sobre SEO, já que novas técnicas e teorias são abordadas ao longo do tempo.

Portanto, fique de olho constantemente no posicionamento das suas páginas no ranking e, se for necessário, atualize-as com novas informações e dados.

3. As palavras-chave se tornaram irrelevantes

Muita gente acreditou que, após o lançamento do Google Hummingbird (nova versão do algoritmo do Google implementada em 2013), as palavras-chave perderiam toda sua força como fator de busca.

O fato é que as palavras-chave seguem muito importantes, visto que ainda é a maneira mais fácil de o Google corresponder um site à uma pesquisa feita em seu campo de busca.

A diferença é que o algoritmo se tornou mais inteligente. Ele sabe que pode enviar resultados de “Futebol de Salão” para as pessoas que pesquisarem por “Futsal”, assim como mostrar “notebooks” para quem busca por “laptops”, por exemplo.

Enfim, o Google tornou a relação entre sites, resultados de busca e usuários mais natural e menos presa às correspondências exatas. Mas as palavras-chave continuam importantíssimas nesse filtro.

4. Guest Blogging não dá mais resultados

Nos anos de 2014 e 2015, diversos posts sobre a morte do guest blogging pipocaram nos sites e blogs que falavam sobre SEO.

A verdade é que a prática de escrever como convidado em outras páginas nunca foi condenada pelo Google, até porque é difícil para o algoritmo identificar um guest post.

Os sites que estavam sendo penalizados eram aqueles que enviavam links para outras páginas de forma exagerada, sem ter um contexto ou uma ligação lógica entre os conteúdos.

O Google entendia isso como uma prática maliciosa e puniam os sites malandros com perdas no ranking ou até com a remoção da sua indexação.

O guest blogging bem feito, com conteúdos de qualidade em páginas relevantes, que tenham a ver com o seu blog e que direcionem links contextuais, segue funcionando muito bem.

5. Todo link externo recebido é bem-vindo

Esse é um argumento que começamos a desmistificar no tópico anterior. Quantidade de links recebidos de outros sites não é a mesma coisa do que qualidade.

Por exemplo, se você tem um blog que fala sobre futebol, receber muitos links de sites sobre moda, celulares ou informática pode ser ruim.

Afinal, como o Google não vê correlação entre esses temas, e provavelmente entre os conteúdos também, é natural que ele entenda como uma tentativa de enganar o algoritmo.

O Google sempre considerou o link building como uma das principais maneiras de crescer no ranking, desde que esses direcionamentos tenham sentido e relevância.

6. Todo link externo enviado é ruim para o site

Se é tão bom para o seu site receber links relevantes de outras páginas, por que é que você não pode fazer o mesmo?

Pois é, tem muita gente que acredita que enviar links para outros sites vai expulsar seus visitantes.

A questão aí não é perder tráfego, mas sim prezar por uma boa experiência de aprendizado do público.

Por exemplo, se você traz um dado de uma pesquisa feita por outro site, faça um redirecionamento para essa página. As demais informações desse levantamento podem interessar ao seu público.

Além de ajudar seus leitores, você pode ganhar algumas menções desses sites, especialmente se avisá-los que estão sendo linkados.

Enfim, trata-se daquela velha frase: “gentileza gera gentileza”.

7. As meta-descrições não são importantes

Quem consome SEO como conteúdo há algum tempo já deve ter lido que as meta descrições (aquelas que ficam embaixo do título da página nos resultados de busca) não exercem uma influência direta na classificação.

Realmente, elas não são um fator de rankeamento. No entanto, não podemos esquecer que conversam diretamente com o público. São espaços de até 160 caracteres que podem e devem ser usados para convencer os usuários a clicarem nos títulos.

Portanto, se ela pode influenciar a decisão das pessoas, por que não seria relevante para os resultados de busca?

8. O Google encontrará o seu novo conteúdo rapidamente

Outro mito que corre pelas lições e práticas de SEO é que basta você publicar um novo post em seu blog que o Google irá indexá-lo prontamente.

Sentimos muito em te dizer que o Google não faz esse tipo de mágica. Alguém ou algo precisa avisar aos seus algoritmos que uma nova página foi colocada no ar. Sem uma indicação, esse processo poderá demorar alguns dias para acontecer.

Por outro lado, você pode facilitar a vida do buscador se usar algum plugin que gere e atualize o sitemap do seu site automaticamente (como Google XML Sitemaps, para o WordPress) ou se compartilhar o post em alguma rede social.

9. Conteúdo longo não é garantia de conquista do primeiro lugar nos resultados

Muitos acreditam que quanto mais palavras um post tiver, mais bem rankeado ele será. Mais uma vez caímos no mito da quantidade mais importante do que qualidade.

Não há garantias de que um texto com mais de 2 mil palavras será mais bem posicionado do que um de 800 para uma mesma palavra-chave ou assunto.

De um modo geral, eles podem até possuir um desempenho melhor por serem mais detalhados e apresentarem mais informações, porém isso não é via de regra.

Um texto de 800 palavras, sendo conciso, objetivo e bem explicativo sobre um determinado tema, pode agradar muito mais aos usuários e, consequentemente, ao Google.

10. Quanto maior for a quantidade de páginas, melhor será o rankeamento do site

Outro erro grave nessa relação entre quantidade e qualidade tem a ver com o número de páginas em seu site.

Querer que os motores de busca indexem mais páginas sobre uma palavra-chave não fará o seu domínio subir na classificação — a não ser que essas páginas criadas tenham um alto grau de relevância e qualidade.

Mas, de modo geral, é mais vantajoso fazer um único post mais completo sobre um assunto em vez de dividi-lo em várias páginas.

Afinal, é melhor ter uma página excelente nos principais resultados do que várias medianas no fim da primeira, na segunda ou na terceira página do Google.

11. Campanhas de links patrocinados ajudam nos resultados orgânicos

Anúncios no Google Adwords podem até fazer o seu site aparecer no topo dos resultados de pesquisa, mas não dos orgânicos. Uma coisa tem absolutamente nada a ver com a outra.

Os dois meios utilizam critérios bem distintos. A principal diferença está em um dos métodos de classificação do Adwords, que é o valor pago para uma determinada palavra-chave no leilão.

Ainda assim, o recomendado é trabalhar com as duas estratégias ao mesmo tempo, visto que elas mais se complementam do que competem entre si.

12. As redes sociais não afetam em nada a classificação dos motores de busca

Essa pode ser considerada uma polêmica no universo do SEO, já que não há nada que prove que, por exemplo, um post muito compartilhado nas redes sociais é garantia de melhor posicionamento no ranking.

No entanto, há de se considerar mais o fator humano do que o do algoritmo do Google. Afinal, se um post está sendo compartilhado e acessado por uma grande quantidade de pessoas, isso será um sinal de que a página é relevante.

13. Otimizar imagens é bobagem

Quem se esquece disso pode não dar muita bola ou até desconhecer práticas como inserir uma tag alt text, preencher a descrição ou ajustar o nome do arquivo da imagem.

São três ações simples, mas que fazem o Google e outros motores de buscas lerem as imagens que você publica no site.

Isso vai impactar positivamente tanto nas buscas textuais quanto nas pesquisas do Google Imagens.

14. Pesquisas de palavras-chave são desnecessárias

Esse mito pode ser derrubado com dois argumentos. O primeiro é que, como as palavras-chave seguem como um dos principais critérios de qualificação de páginas, a pesquisa continua sendo necessária para achar os melhores termos para cada página.

O segundo é que nem sempre o seu insight ou intuição têm as melhores sugestões de palavras-chave. Trabalhar com dados que relevem a relevância e a popularidade dos termos é bem mais seguro, não é verdade?

Portanto, continue fazendo pesquisas de palavras-chave e não abra mão das ferramentas que podem ajudar com isso, como o Keyword Planner e o SEMrush.

15. Palavra-chave no domínio rende um melhor rankeamento

De uns anos para cá, ter a palavra-chave principal no domínio já não significa muita coisa para os resultados de pesquisa.

Antigamente, se uma oficina especializada na manutenção de carros importados nomeasse o seu site como “www.mecanicadecarrosimportados.com.br”, tinha mais chances de aparecer nos primeiros resultados para as pesquisas por “mecânica de carros importados”.

Atualmente, o conteúdo e a usabilidade da página são mais fatores mais relevantes, já que isso faz mais diferença para o público do que o domínio do site.

16. As tags de cabeçalhos influenciam diretamente na classificação dos resultados

Esse é um mito que ainda costuma ser bastante propagado pela internet. De cara, não queremos desvalorizar as famosas tags H1, H2, H3, etc., que servem para classificar e organizar hierarquicamente o conteúdo de uma página.

Elas até nos ajudam a dividir um texto em blocos e a facilitar o nosso entendimento sobre o conteúdo. Para os motores de busca, as tags também exercem essa função de hierarquizar um conteúdo.

No entanto, elas não são consideradas fatores de rankeamento. Ainda assim, é importante usá-las, pois as tags, ao contribuírem com a experiência de navegação do público, influenciam indiretamente a classificação das páginas.

17. Se o conteúdo for excelente, isso será o suficiente para rankear bem

Um conteúdo útil, valioso e memorável para o público pode trazer inúmeros benefícios para uma página, mas ele não fará todo o trabalho de rankeamento sozinho.

Afinal, se outros sites estão escrevendo conteúdos tão bons quanto os nossos para as mesmas palavras-chave, o que estará diferenciando-os na classificação?

É nessas horas que outros fatores pesam na balança, como:

  • quantidade e qualidade de links externos recebidos;
  • compartilhamento do post nas redes sociais;
  • imagens otimizadas;
  • boa usabilidade;
  • design responsivo;
  • velocidade de carregamento, etc.

O problema desses mitos de SEO é que muitos deles se tornaram práticas e pensamentos habituais de diversos profissionais de marketing. Por isso, não é tão simples escancarar que eles podem ser os causadores de uma possível falta de tráfego, engajamento ou conversões em seu site.

Mas se você observar bem, notará que eles foram desmistificados porque não faziam mais sentido no que se refere à entrega de uma boa experiência ao usuário e de relevância para os motores de busca.

Enfim, coloque-os em prática e confira se os seus resultados não vão melhorar.

Se você chegou até aqui e desvendou os 17 maiores mitos de SEO, saiba que o assunto ainda não foi esgotado. Para dominar ainda mais o tema, confira o nosso post Glossário de SEO: 82 termos que você precisa saber!

Vai ser jogo rápido e você sairá do próximo texto eliminando as suas principais dúvidas sobre SEO.

SEO para iniciantes

As 21 melhores dicas de SEO para iniciantes!

O Google é o ponto de partida para quem quer encontrar qualquer coisa na internet.

São mais de 40.000 buscas por segundo, no mundo inteiro.

Para cada uma dessas buscas, o difícil trabalho do Google é encontrar as páginas mais relevantes para o usuário. Ou seja, o que o usuário realmente quer ler quando busca por aquelas palavras.

Você sabe como o Google faz isso?

Basicamente, catalogando todas as páginas que ele encontra e atribuindo a elas um ranking, conhecido como PageRank.

Depois, quando alguém busca por um termo, o Google filtra todas as páginas que possuem aquele termo e ordena por esse ranking.

Ou seja, quanto melhor o ranking da sua página, maiores as chances de ela aparecer em primeiro lugar nos resultados de busca.

E isso não se aplica apenas ao Google. Todos os motores de busca se utilizam das mesmas práticas.

Para melhorar o ranking das suas páginas e se posicionar bem nos resultados de busca, é importante que o SEO faça parte da sua estratégia de Marketing de Conteúdo.

Não sabe por onde começar?

Reunimos neste artigo as 21 melhores dicas de SEO para iniciantes.

Vamos lá:

Aprenda tudo sobre Marketing Digital

Este guia completo vai ensinar para você tudo sobre marketing digital e como aplicá-lo.


O que é SEO?

Primeiro de tudo, é importante entender o que significa esse tal de éss-í-ôu (dica: essa é a pronúncia correta!).

SEO significa Search Engine Optimization. Em tradução literal, Otimização para Motores de Busca.

O nome já dá uma boa dica, certo?

SEO é o conjunto de técnicas que visam aumentar o ranking do seu site e da sua página e melhorar seu posicionamento nos resultados do Google e de outros motores de busca.

Consiste em preparar seu site como um todo e cada página que o integra para informar corretamente aos motores de busca qual o conteúdo que existe ali.

As práticas de SEO se dividem entre on-page e off-page.

SEO on-page são as técnicas que você aplica na sua própria página: conteúdo, tempo de carregamento, melhorias no código, entre outros.

SEO off-page são as técnicas ligadas a elementos externos à sua página, por exemplo, a obtenção de links de outros sites apontando para o seu.

Guia do SEO 2.0

Por que SEO é importante

Existe uma grande demanda por conteúdo na internet.

Na verdade, é possível dizer que toda a internet é baseada em conteúdo.

Tudo que você publica ou comenta nas redes sociais, em blogs, sites, portais de notícias… tudo isso é conteúdo que está sendo produzido!

Do outro lado, existem as pessoas com suas demandas por conteúdo.

Tudo que você lê, ouve ou assiste na internet é conteúdo que está sendo consumido: por você e por outras bilhões de pessoas ao redor do mundo.

Então, como fazer para o seu conteúdo se destacar?

A palavra é uma só: relevância.

Se existe uma demanda para o seu conteúdo, significa que ele é relevante para um grupo de pessoas.

Você só precisa garantir que esse grupo encontre a sua página.

O papel do Google nessa história é que ele é o detentor da demanda, em grupos bem segmentados.

Por exemplo, todos que buscam pela palavra-chave “marketing de conteúdo” no Google são parte de um grupo segmentado cuja demanda é saber mais sobre Marketing de Conteúdo.

O SEO ajuda você a canalizar essa demanda para o seu site de maneira orgânica, ou seja, sem precisar pagar por campanhas de anúncios.

Isso quer dizer que se você souber informar ao Google qual o conteúdo da sua página, ele pode entregar para você uma grande quantidade de pessoas interessadas no que você está publicando.

São visitantes altamente qualificados, porque eles já estão buscando pelo seu conteúdo. Por isso, possuem grande potencial para se tornarem leads e, futuramente, clientes.

Por que é importante estar entre os primeiros resultados de busca?

A resposta é simples: os primeiros resultados do Google são os que recebem mais cliques!

Existem diversas pesquisas a respeito da taxa de cliques na página de resultados de busca.

O que se sabe é que o primeiro resultado recebe entre 20% e 40% dos cliques, enquanto o quinto resultado fica entre 6% e 9%.

Se estamos falando de uma palavra-chave que possui 100.000 buscas por mês, são 20 a 40 mil visitas mensais para o primeiro colocado e 6 a 9 mil visitas para o quinto colocado.

Ou seja, a diferença entre o quinto e o primeiro lugar pode chegar a 35.000 visitas, nesse exemplo.

Por isso é tão importante otimizar sua página e ocupar as primeiras posições nos resultados de busca pelas palavras-chave mais relevantes para a sua empresa!

Dicas de SEO para iniciantes

Então, vamos à prática!

A seguir, separamos as melhores dicas para quem está iniciando no mundo do SEO.

E o melhor de tudo: a maioria das dicas pode ser resolvida sem necessidade de mexer no código do seu site!

1. Elabore uma estratégia de palavras-chave

Aparecer nos primeiros lugares do Google começa com uma boa estratégia de palavras-chave.

As palavras-chave são os termos que os usuários vão digitar no campo de busca do Google.

Comece definindo quais desses termos mais se relacionam ao seu negócio.

Para isso, é importante ir além dos produtos e serviços que você oferece: pense na jornada do seu cliente e no que vai interessá-lo em cada etapa.

Escolha as palavras mais importantes e comece produzindo conteúdo focado nelas.

Ter uma estratégia de palavras-chave significa que você vai concentrar seus esforços em atrair visitantes qualificados para o seu site, sem perder o foco.

2. Produza um conteúdo relevante

A base do SEO continua sendo a produção de um conteúdo relevante.

O Google tem várias formas de identificar o que é relevante para um usuário, de acordo com a palavra-chave pela qual ele buscou.

Vamos tratar de várias técnicas, a seguir, que ajudam a melhorar o ranking da sua página, mas o principal é: se o seu conteúdo não for realmente relevante para o usuário, ele nunca mais vai voltar.

Isso quer dizer que você terá perdido tempo em produzir um conteúdo que não vai gerar leads nem clientes.

Além disso, o Google tem formas de tentar “adivinhar” quando o usuário não gostou do seu conteúdo, como vamos tratar mais adiante. Então, conteúdos irrelevantes acabam sendo penalizados nos resultados de busca.

3. Vá além do superficial

É difícil saber se um conteúdo se aprofunda no tema que o usuário buscou, mas o Google conseguiu um bom critério: o tamanho do artigo.

Não existe um tamanho ideal de blog post, mas todas as pesquisas comprovam que é imprescindível ir além das 500 palavras.

Com isso, os motores de busca evitam páginas que funcionam como “iscas de cliques”, que buscam atrair visitantes oferecendo conteúdos curtos e pouco aprofundados.

500 palavras é o mínimo, no entendimento do Google, para escrever um artigo que pelo menos responda à pergunta do usuário.

No entanto, os conteúdos que ocupam as 10 primeiras posições nos resultados de busca têm geralmente mais de 2000 palavras.

Com essa extensão de artigo, é possível escrever um artigo bem completo e relevante para os leitores.

Se isso é demais para você neste momento, comece passando das 500 palavras e, aos poucos, vá produzindo conteúdos maiores.

4. Jamais copie conteúdo

Os motores de busca não toleram plágio!

Conteúdos copiados e duplicados são penalizados imediatamente.

Além da página, é possível que todo o site seja penalizado, se o conteúdo copiado ocorrer em muitas páginas daquele domínio.

Portanto, produza sempre conteúdo original!

5. Indique os conteúdos duplicados com a Canonical Tag

Às vezes, é inevitável ter conteúdo duplicado.

Isso porque, para o Google, www.seusite.com.br e site.com.br são duas páginas diferentes! Ou seja, uma terá o conteúdo duplicado em relação à outra.

A solução para isso é usar a Canonical Tag.

Trata-se de uma linha de código a ser inserida no HTML das páginas duplicadas, indicando a página original (preferencial).

A Canonical Tag tem o seguinte formato:

<link rel=”canonical” href=”www.seusite.com.br” />

A página entre aspas depois de href é a página que você quer que seja considerada pelos motores de busca como a principal.

6. Invista na qualidade da escrita

A maioria dos motores de busca é capaz de identificar, em centenas de idiomas, quando uma página possui erros de ortografia e gramática.

Conteúdo mal escrito pode ser entendido como página maliciosa ou spam. Portanto, se esses erros são muito frequentes, a página pode ser penalizada.

Mas não são só os motores de busca, certo?

Um texto cheio de erros e mal escrito também é penalizado pelos leitores. Então, capriche no português!

Como construir defensores para sua marca

7. Conquiste links externos de qualidade

Os links ainda são as “moedas de ouro” dos motores de busca.

Quando sua página recebe links de outros sites, o Google entende que o conteúdo dela é tão relevante que até mereceu uma citação.

E quanto mais citações, melhor, certo?

Bom, nem sempre!

Na verdade, ter muitos links de sites de reputação duvidosa apontando para a sua página pode ser bem ruim. Por isso, na hora de conquistar links, foque em qualidade antes de qualidade!

Claro que quantidade também é bem útil, mas apenas quando vem aliada à qualidade dos links.

Se a sua página recebe links de páginas que estão bem colocadas no ranking do Google, parte da autoridade desses outros sites é transferida para a sua página.

Portanto, construa um bom relacionamento na web e conquiste links de qualidade!

8. Ofereça links externos de qualidade

Os links são uma via de mão dupla: para conquistar links, muitas vezes você tem que oferecer links também.

Para favorecer essa prática, os motores de busca passaram a valorizar páginas que contêm links externos.

A lógica é simples: dificilmente uma página vai oferecer todo o conteúdo disponível sobre um determinado tema.

Então, se ela oferece links externos, está favorecendo a pesquisa do usuário, guiando-o por outras páginas também relevantes.

Mas cuidado: evite trocar links sempre com os mesmos (poucos) sites. Essa prática logo é percebida pelo algoritmo dos motores de busca, que acabam penalizando sua página.

9. Utilize links internos

Como dissemos no início do artigo, uma das formas das quais o Google se utiliza para encontrar novas páginas é seguindo os links.

Ao “varrer” uma página, o Google armazena todos os links que existem nela, para depois “varrer” também as páginas linkadas.

Você pode aproveitar essa lógica utilizando em seus artigos links internos, ou seja, links para outras páginas do seu próprio site.

Com isso, você está indicando para o Google que essas outras páginas existem e também são relevantes.

10. Utilize textos-âncora nos links internos

Além de seguir o link, o Google leva em consideração também o texto que foi usado como âncora para o link.

Veja a diferença:

Clique aqui versus Aprenda a usar os textos-âncora.

Os dois links apontam para o mesmo artigo, porém, no segundo caso, estamos indicando para o Google do que se trata o artigo: textos-âncora.

Vale a dica: como essa prática já foi muito usada para SPAM, nem sempre é necessário usar no texto-âncora a palavra-chave exata para a qual você quer rankear. Pequenas variações são sempre bem vindas nesse caso!

11. Ofereça uma experiência positiva ao usuário

O Google se importa bastante com a experiência que o usuário vai ter ao clicar em um resultado de busca e acessar a página de destino.

Por isso, cada vez mais, seu algoritmo consegue favorecer as páginas que oferecem uma boa experiência.

Uma das formas de que o Google se utiliza para medir essa experiência é a taxa de rejeição.

Quando um usuário permanece pouco tempo na página e sai dela sem clicar em nenhum lugar, o Google entende que a experiência foi negativa e o conteúdo não era relevante. Conforme esse comportamento se repete com outros usuários, o ranking da página tende a ser prejudicado.

Por isso, além do conteúdo relevante, a página deve oferecer uma experiência positiva.

12. Melhore o tempo de carregamento da sua página

Outra forma de medir a experiência do usuário na página de destino é pelo tempo de carregamento.

Se a página é muito lenta e demora para carregar, o Google entende que ela prejudica a experiência e, por isso, tende a diminuir seu ranking.

A preocupação do Google com o tempo de carregamento é tão grande que eles até lançaram uma ferramenta para ajudar nessa otimização, o PageSpeed.

13. Utilize a palavra-chave no início do título

O título é a frase que aparece na aba do navegador quando você acessa uma página.

Repare que, aqui no blog, ele geralmente é similar ou idêntico ao título do blog post. Com isso, estamos reforçando, para os motores de busca, qual conteúdo os usuários vão encontrar nesta página.

O título é uma área “nobre” porque, além de ser uma das primeiras coisas que os motores de busca leem do seu site, ele é também a parte clicável da sua página quando ela aparece nos resultados de busca.

A palavra-chave que você quer enfatizar no seu conteúdo deve aparecer no título, de preferência logo no início. Só tome o cuidado de fazer isso de forma natural e legível para o usuário.

14. Utilize a palavra-chave nos intertítulos

Os intertítulos são os títulos de cada seção do seu artigo.

Neste artigo, você já passou por vários deles. Eles ajudam o texto a ficar mais escaneável e legível.

Se você notou a diferença entre “Por que SEO é importante” (lá no começo!) e “Utilize a palavra-chave nos intertítulos”, é porque eles são intertítulos com pesos diferentes. O primeiro é uma tag <h2> e o outro, uma tag <h3>.

Essa hierarquia de tags <h1>, <h2> e <h3> ajuda o Google a compreender o índice do seu artigo.

O <h1>, por exemplo, deve ser usado uma única vez no artigo, de preferência em seu título, pois ali está a palavra-chave.

Mas é importante utilizar a palavra-chave também nos intertítulos do artigo, seja no <h2>, seja no <h3>.

Isso ajuda a reforçar para o Google a importância daquele termo (ou de uma variação dele) para o seu conteúdo.

Só tome cuidado de não repetir demais, pois os motores de busca podem penalizar sua página. Por isso, use com o máximo possível de naturalidade. Jamais comprometa a leitura do texto!

15. Utilize a palavra-chave na URL

A URL também é uma região “nobre” para o algoritmo do Google.

Se a palavra-chave é parte da URL, sua página ganha autoridade em relação àquela palavra.

Não é por acaso que nosso blog é marketingdeconteudo.com.

Estamos deixando claro para os motores de busca a importância dessa palavra-chave para o nosso site e todas as suas páginas.

É claro que, na maioria das vezes, o importante é colocar a sua marca antes do .com!

Porém, no restante da URL, você pode explorar a palavra-chave mais relevante para a página.

Por exemplo, no artigo sobre intertítulos que linkamos anteriormente, a URL é marketingdeconteudo.com/intertitulos/, pois essa é a palavra-chave que nós queremos enfatizar para os motores de busca.

16. Tenha URLs curtas

Seguindo o mesmo exemplo, você deve ter reparado que utilizamos apenas “intertitulos” na URL, e não todo o título do artigo, que é “Intertítulos: como deixar o seu conteúdo mais atraente de maneira simples!

O motivo é apenas um: foco!

O Google entende com isso que nossa página é relevante especificamente para aquela palavra-chave.

No passado, muitas pessoas se aproveitavam da importância de ter palavras-chave na URL e por isso, colocavam vários termos seguidos nas URLs para tentar rankear no máximo possível de palavras.

Para evitar essa prática, o Google passou a priorizar URLs pequenas e objetivas.

17. Utilize variações da palavra-chave em seu artigo

No passado, muitos sites aproveitavam para rankear uma palavra-chave repetindo-a várias vezes ao longo do texto.

Mas um bom conteúdo precisa ser escrito com naturalidade, para não comprometer a experiência do leitor.

Pensando nisso, o Google começou a considerar também pequenas variações da palavra-chave.

Por exemplo: para rankear um artigo em relação à palavra-chave “notícias esportivas”, podemos usar variações como “notícias de esporte” ou “notícias do esporte”, que os motores de busca entendem que se trata da mesma coisa e, melhor ainda, que o artigo foi escrito com naturalidade.

18. Escreva uma boa meta description

A meta description não é mais um fator de rankeamento, mas ela ainda tem uma grande importância.

É ela que aparece na página de resultados de busca, logo abaixo do título e da URL da página.

Ou seja, o usuário que realizou uma busca vai ler (ou escanear rapidamente) sua descrição e ela será um fator decisivo para definir se ele vai clicar ou não.

Além disso, se ela contém a palavra-chave pela qual o usuário buscou, a palavra ficará em negrito na descrição, chamando ainda mais a atenção do usuário.

Por isso, seja direto e objetivo na sua descrição, deixando claro o que o usuário vai encontrar em sua página.

Mas cuidado: “pedir” cliques na meta description pode ser penalizado pelo Google!

19. Utilize textos alternativos às imagens

O Google já consegue identificar o conteúdo da maioria das imagens, utilizando reconhecimento facial e outros padrões que são facilmente identificáveis nas imagens.

No entanto, isso não ajuda em nada o SEO.

Para otimizar sua página, o que conta mesmo é o texto alternativo (ou Alt Text) de cada imagem.

O texto alternativo é a palavra-chave da imagem.

Além de reforçar o conteúdo da página, você ainda começa a rankear nos resultados da Pesquisa de Imagens do Google.

20. Tenha poucos “níveis” de navegação

A “home” é a página mais importante de um site e os motores de busca levam isso em consideração.

Portanto, quanto mais longe da “home” uma página estiver, menos relevante ela é, certo?

Bom, mesmo que isso não seja verdade no seu caso, é assim que o Google vai interpretar.

Se aquele seu conteúdo importante só é acessível depois de 3 ou 4 cliques a partir da home, tem alguma coisa errada!

Aposte em uma hierarquia mais “horizontal” para os conteúdos do seu site e não deixe o usuário ter que passar por muitas páginas até chegar ao que é relevante para ele.

Além de comprometer a experiência do usuário, isso prejudica o ranking da sua página.

21. Nunca altere a URL de um post

As vezes você pode olhar os artigos antigos que seu blog possui e descobrir que alguns deles estão com a URL grande e pensar em alterar.

Mas NUNCA faça isso!

Quando você altera a URL de um post antigo você pede todo o histórico de tráfego que ele possui e, com isso, o Google o vê como um artigo novo.

Ou seja, todo o ranqueamento que você tinha conseguido passa a não existir.

CONTEÚDOS RECOMENDADOS
👉 O Guia Completo do Google Analytics
👉 O Guia Completo do Google Adwords
👉 [EBOOK GRATUITO]: Google Search Console
👉 [KIT GRATUITO]: Domine o Google
👉 Relatório completo: SEO Trends 2018
👉 SEO: O Guia Definitivo da Rock Content

Conclusão

SEO é um aprendizado que nunca termina, principalmente porque os motores

de busca estão sempre mudando os critérios dos seus algoritmos. O que um dia já foi importante, pode ser irrelevante no presente, e vice-versa.

Além disso, o Google e demais buscadores raramente divulgam o que as páginas devem fazer para rankear melhor, então muito do que se sabe de SEO é baseado em “engenharia reversa” e experimentos.

No entanto, seguindo essas 20 dicas de SEO para iniciantes que preparamos, você já começa muito bem! Afinal, elas são baseadas em premissas que dificilmente vão mudar no curto prazo.

Agora, se você está em busca das primeiras posições entre as palavras-chave mais concorridas (e geralmente mais valiosas para o seu negócio), você vai precisar ir além!

E nem é tão difícil quanto parece.

Aceita o desafio? Então dê uma olhada nas nossas dicas avançadas de SEO.

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Métricas de vaidade

Por que nós precisamos falar sobre as Métricas de Vaidade?

Já falamos muitas vezes sobre a importância de medir seus esforços no marketing digital.

Especialmente quando falamos de redes sociais, existem diversos números e indicadores que podem confundir até mesmo experientes profissionais.

Visto essa confusão, há o perigo de nos prendermos em métricas de vaidade, ao contrário daquelas que realmente importa para compreender o sucesso de nossas ações.

Vamos, neste artigo, apresentar melhor quais são estas métricas, porque são chamadas dessa forma, e como evitar cair na ilusão de acompanhá-las, além de é claro, quais métricas devem receber mais atenção.

Acompanhe a seguir!

O que são métricas de vaidade?

Se formos resumir o que são métricas de vaidade, poderiam ser descritas como toda informação coletada e acompanhada por profissionais, que na verdade não ajudam a tomar decisão nenhuma.

Não significa que são métricas que você deva ignorar, mas apenas que não são as que ditarão a saúde do seu negócio, em uma visão do todo.

Com o crescimento acelerado das redes sociais, muitas empresas decidiram investir na gestão e presença deles nas redes.

O que é uma decisão extremamente acertada, mas não adianta simplesmente criar a página da sua empresa ou patrocinar anúncios sem um objetivo claro.

Imagine criar uma campanha do Google AdWords e não saber exatamente quais métricas acompanhar (saiba aqui)?Quanto dinheiro você poderia perder?

E o problema com o Facebook ou outras redes, é que as vezes não fica tão claro quanto dinheiro você perde, quanto como é no AdWords.

Quais são as métricas de vaidade?

Lembre-se: Métricas de vaidade são todas aquelas que não te ajudam a tomar decisões de negócios mais acertadas.

Portanto, todo dado que não motive uma mudança, pode ser considerado uma métrica de vaidade até certo ponto.

Algumas métricas de vaidade tem sim seu valor, não se engane quanto a isto, mas simplesmente não merecem tanta atenção quanto outras, não devem ser consideradas KPI’s de um projeto.

Alguns dos exemplos mais clássicos são:

1. Likes, +1, coraçãozinho no twitter e afins

Quando perguntado “como vai indo suas campanhas no Facebook?”.

Ainda é muito comum ouvir a resposta “vai indo muito bem! Conseguimos X likes”. Ok, ótimo! Mas o que você faz com essa informação?

Posso ter dado like por ter gostado do título, ou da imagem do gif de gatinho que você colocou junto.

Mais uma vez, não há informação suficiente que conduza alguma tomada de decisão, por isso essa é talvez a mais perigosa e principal métrica de vaidade que alguém pode ter.

Se você ainda quer saber se ainda pode valer a pena comprar likes, sugiro que leia com atenção esse post a respeito.

2. Downloads de apps

Se você possui um app, com certeza deveria direcionar muitos esforços para que as pessoas fizessem o download dele!

Porém, é preciso entender melhor o quão relacionado com faturamento e usuários pagos esse número significa.

O download de apps gera um custo transacional para empresas e muitas vezes a taxa de desinstalação está acabando com esse número.

Para quem ainda está criando o app ou lançou ele há pouco tempo no mercado, o número de downloads é com certeza muito importante.

Mas no longo prazo, tenha cuidado. Mensure a citada taxa de desinstalações, downloads x cadastros (usuários) e, claro, usuários pagantes do seu app.

Se você recebe poucos downloads mas muitos cadastros, poucas desinstalações e os usuários fazem uso das funções pagas deles, você está bem!

E se você tem dúvidas de como usar o marketing de conteúdo para apps, temos um post a respeito bem interessante.

3. Cliques

Outra métrica que frequentemente pode soar interessante e rica, mas pode se tornar mera vaidade.

A taxa de cliques é importante para saber se você está conseguindo levar pessoas ao seu site, blog, anúncio, ou o que quer que seja. Mas sem que você tenha seu objetivo por trás da métrica muito bem definido, é um número vazio.

Se você possui muitos cliques, mas uma baixíssima taxa de conversão ou tempo de permanência na página, é preciso reavaliar para qual página você está levando o visitante, e se ela está alinhada com a expectativa da chamada.

São os riscos dos famosos “clickbaits” – chamadas que prometem algo super revelador mas que só estão ali para atrair cliques.

4. Compartilhamentos

Sim, eu sei, se muitas pessoas compartilham seu conteúdo, significa que algo deu certo!

Enquanto que sim, é uma afirmação verdadeira, o número de compartilhamentos não diz necessariamente nada quanto ao sucesso da sua estratégia (ainda).

Especialmente quando o que fora compartilhado tantas vezes tenha sido uma mensagem de humor ou qualquer outra coisa sem um objetivo claro por trás.

O compartilhamento dos seus conteúdos ajuda a levar mais tráfego para o site, porém, uma vez conquistado esse tráfego, você precisa captar a atenção do leitor e movê-lo em seu funil de vendas, entregando conteúdo de qualidade (não sabe como? Clique aqui!), para assim entender realmente a efetividade do desempenho de sua gestão de redes sociais.

5. Taxa de Rejeição

Não se assustem, não é para parar de acompanhar ou se preocupar com a taxa de rejeição de seu blog ou site!

Como falamos antes, essas métricas não devem ser ignoradas mas sim compreendidas sobre qual espaço ocupam em sua estratégia e, principalmente, qual é o seu objetivo final além delas.

A taxa de rejeição significa quanto usuários abandonam sua página antes de cumprir certos requisitos do Google, para que ela não seja considerada como rejeitada pelo usuário.

Além de tempo em cada uma, se o usuário não interage com nenhum dos links listados, ela pode ser considerada como página rejeitada, da mesma forma.

Existem páginas com tráfego mais alto e maior rotatividade de usuários que irão, naturalmente, apresentar taxa maiores de rejeição.

Se uma página de contato como “fale conosco” está recebendo poucas interações, pode ser mais preocupante.

Tudo isso depende, é claro, do que você quer extrair de informação quando analisa sua taxa de rejeição, ou bounce rate. Para se aprofundar melhor em como utilizar essa métrica, visite esse artigo.

6. Seguidores

Em qualquer rede social, seja Facebook, Twitter ou Instagram, o número de pessoas que acompanham a página quer dizer algo próximo de nada, enquanto métrica de negócios.

É claro que ter muitos seguidores ou fãs nas redes sociais é interessante, mas não está diretamente relacionado ao sucesso da sua empresa.

Mesmo o instagram, que ainda não foi totalmente explorado em sua versão para negócios, possui métricas mais interessantes de serem acompanhadas.

7.Pageviews, ou visualizações da página

Por si só, esta é uma métrica de vaidade pois não diz nada a respeito da evolução do site ou blog.

Ao contrário de visitantes únicos, esse dado do Analytics pode facilmente estar equivocado ou mesmo assim não existem muitas decisões a serem tomadas a partir do seu número.

Um site pode ter 10.000 visualizações e 100 visitantes, ou 10.000 visualizações de 10.000 visitantes. São cenários bem diferentes e que exigem atitudes diferentes.

Uma dica para entender melhor as métricas do Google Analytics é conferir esse artigo.

Existem outras métricas de vaidade que poderíamos citar aqui, mas basta sempre considerar a regra: Se não te ajuda a tomar decisão de negócios, talvez não seja a principal métrica que você deva acompanhar!

Quais métricas realmente importam no marketing digital?

Ok, então você já entendeu o que podem ser métricas de vaidade, certo? Bom, mas afinal o que devemos acompanhar para medir o crescimento do seu negócio?

Cada vez mais profissionais de marketing são pressionados para provar o retorno de suas campanhas de acordo com o investimento realizado.

E para um bom cálculo de ROI, existem certas métricas que você deve acompanhar, de acordo com o objetivo definido de suas campanhas. Vamos listar algumas.

1. Taxa de Conversão de Campanhas

Vamos supor que você fez uma campanha no Google AdWords e precisa comprovar o ROI dela (mais sobre ROI em AdWords).

Supondo que você está atraindo muito tráfego e recebendo muitos cliques. Mas desse tráfego pago, quanto realmente converte?

E entenda por “conversão” o objetivo que você definiu anteriormente. Seja a venda final, seja um pedido de contato com vendas – lembre-se que as métricas de vendas diferem muitas vezes de marketing!

O papel da campanha é gerar oportunidades, especialmente quando falamos de serviços B2B. Acompanhe qual a % de conversões você está obtendo.

Nem sempre o objetivo da conversão é de vendas. Pode ser, por exemplo, o download de um material rico, para ajudar na geração de leads, algo efetivo especialmente em redes sociais como o Facebook, como falamos nesse vídeo.

2. Conversões ao longo do funil

A partir do momento que você gera um novo inscrito em newsletter ou uma nova lead que baixou um material rico e deixou informações valiosas, ele está no seu funil de vendas.

Neste momento, é preciso identificar em qual estágio ele está, e ofertar mais conteúdo que o mova adiante no funil.

Para identificar em qual etapa ele está, recomendamos que use conteúdos que estejam atrás de landing pages que peçam informações cada vez mais detalhada, de acordo com a etapa do funil que o material esteja relacionado.

Por exemplo: Se um assinante do seu newsletter baixou o seu “Guia Definitivo de SEO”, ele já está qualificado como lead, mesmo que ainda no topo do funil.

Assim, você consegue saber se está aplicando técnicas eficientes de atração (visitantes no site ou blog), conversão e retenção desses leads, ao longo do funil.

3. LTV

Do inglês “Lifetime Value”, essa métrica é muito importante pois define o quanto um cliente vale para você, realmente.

Digamos que você é um SaaS, com uma mensalidade de R$100. Se seus clientes ficam, em média, 12 meses com a assinatura, então seu LTV é de aproximadamente R$1.200.

Alguns enxergam o LTV como uma métrica exclusiva de vendas por assinatura, mas isso não diz a realidade.

Sabemos que é muito mais fácil vender para clientes que já compraram conosco antes, e quando falamos de e-commerce, isso e ainda mais verdadeiro.

Então, clientes retornando e repetindo a compra tem maior lucratividade (menor custo com lead) e portanto, um maior LTV. Mais sobre métricas de e-commerce, aqui.

4. CAC

Outro número já bastante tratado aqui, o Custo de Aquisição por Cliente ou CAC, é uma métrica chave para empresas que querem manter-se em crescimento saudável.

É basicamente quanto custa um cliente para você, e para que você obtenha um ROI verdadeiro, vai precisar ter seu CAC x LTV na ponta da língua.

Para mais informações sobre o cálculo e acompanhamento dessa métrica, visite nosso artigo dedicado a ela.

5. Número de Visitantes

Ao contrário dos pageviews, esse dado mostra quantas pessoas visitaram o site, independente de quantas vezes ela o fez.

São novos visitantes que foram acrescidos a audiência do seu blog, e não visitas retornantes.

Uma página pode ter 1 visitante que realizou 6 visitas, por exemplo.

É uma métrica importante pois mostra que você está conseguindo manter sua audiência renovada e seu funil movimentado, o que te deixa mais próximo de ter alguma previsibilidade.

Seja sensato quando analisar estes números: Você precisa de visitantes que retornem o site para que você saiba como está conseguindo reter a atenção da sua audiência mas também precisa mantê-la renovada com novos visitantes.

Observe a porcentagem de cada uma em seu tráfego e tente mantê-las balanceadas com ações de newsletter e e-mail marketing para trazer usuários retornantes, por exemplo, e ações nas redes sociais e SEO para captação de novos visitantes.

Conclusão

É importante saber que as métricas de vaidade não são totalmente dispensáveis e devem ser observadas, desde que com a consciência de que não serão responsáveis por comprovar justificar recursos alocados em campanhas de marketing digital.

As redes sociais e a atual exigência para que empresas estejam presentes nelas geraram ainda mais métricas confusas e que não nos dizem tanta coisa.

Pensando nisso, elaboramos constantemente artigos e materiais para auxiliar as empresas a atingirem resultados de negócio por meio desses canais.

Destes conteúdos, separamos 4 especialmente criados para começar do 0 campanhas e estratégias de redes sociais para gerar mais leads, oportunidades e clientes para sua empresa.

Para baixar esse kit de marketing nas redes sociais, basta clicar aqui.

bounce rate

Afinal, bounce rate afeta ou não o seus rankings no Google?

Rankear bem no Google e em outros sites de busca é algo muito importante para quem investe em marketing de conteúdo e SEO.

Afinal, o tráfego orgânico vindo desses canais é vital para uma estratégia bem-sucedida de marketing.

Mas uma dúvida que paira sobre as cabeças de muitos profissionais de marketing digital é: o bounce rate afeta ou não a posição de um site nos rankings do Google?

Para responder essa questão de uma vez por todas, vamos ver a fundo como o bounce rate afeta o seu negócio e como isso se relaciona com os critérios usados pelo Google. Vamos lá!

O que é bounce rate?

Bounce rate é a taxa de rejeição, ou seja, quando uma pessoa acessa um site e o abandona em seguida, sem interagir com ela ou se interessar por qualquer outra página.

Normalmente, a ideia de bounce rate é negativa, especialmente para sites centrados em oferecer conteúdo. Afinal, quanto maior a taxa de rejeição, menor é a interação com os materiais produzidos.

Como isso vai contra o que o Google deseja para as páginas em que rankeia no topo, surge a dúvida levantada no início do artigo.

Há vários fatores que podem contribuir para uma taxa de rejeição alta, desde a falta de um planejamento sólido de conteúdo, design mal feito, falta de links, etc.

Contudo, é sempre bom lembrar que nem todas as páginas são iguais. Enquanto algumas são feitas para receber um alto volume de interações, outras não necessitam disso.

Por exemplo, comparando um artigo com uma página de contato, por exemplo, o artigo tem uma “responsabilidade maior” de levar o visitante a acessar outras páginas do site.

Já a página de contato é focada em dar as informações de contato, e a pessoa não precisa necessariamente interagir mais ou acessar outra página depois disso.

E que dizer de quando o usuário encontra exatamente a informação que estava buscando na primeira página em que acessa? Será que isso poderia ser considerado um fracasso?

Com pontos válidos dos dois lados da discussão, como saber se o bounce rate afeta mesmo seus ranking? Isso é o que vamos descobrir agora!

O bounce rate faz alguma diferença para seus rankings no Google?

Diante de uma dúvida tão grande, nada melhor do que consultar os próprios responsáveis por essa análise, não acha?

Considerando o que o Google diz sobre o assunto, a resposta é que o bounce rate não afeta a sua posição nos rankings de pesquisa!

Ficou surpreso com a resposta? Pois é, mas existem motivos válidos por trás dessa afirmação, que esclarecem a questão de forma satisfatória:

Nem todo mundo usa o Google Analytics

Apenas páginas que possuem o código do Google Analytics podem ter suas taxas de rejeição capturadas. Como nem todos os sites usam o Analytics, essa métrica não é usada.

Mas é claro que esse não é o único fator que impede o uso da taxa de rejeição como critério de avaliação, e nem tampouco é o mais importante.

Afinal de contas, se esse fosse realmente um ponto importante para o Google ele daria um jeito de incluí-lo na avaliação, não é mesmo?

Tempo de visitação é um indicador vago demais

O segundo motivo é que o tempo de visitação do site é um indicador muito vago. Mesmo que tivesse essa informação disponível para 100% dos sites analisados, como determinar a real experiência que o visitante teve?

A própria empresa leva isso em conta ao falar sobre a taxa de rejeição em seu site oficial:

os usuários também podem sair do site depois de visualizar uma única página, caso eles tenham encontrado a informação desejada nela e não tenham interesse em acessar outras páginas.

Um visitante pode passar 10 minutos na sua página porque está lendo e relendo o conteúdo ou porque começou a prestar atenção a outra atividade e até se esqueceu do que estava fazendo.

Como o bounce rate afeta o seu site?

Na maioria dos casos, ver os visitantes abandonarem seu site logo na primeira página não representa algo bom.

Nesse cenário é muito importante entender como a taxa de rejeição pode ser prejudicial à sua estratégia digital.

Então, veja 3 maneiras pelas quais um alto bounce rate pode te atrapalhar:

Dificuldade em reter visitantes

Hoje em dia, fazer sucesso na internet é privilégio exclusivo de quem consegue atrair o público e criar aos poucos um relacionamento próximo com ele.

Se o seu site está bem rankeado no Google você provavelmente está conseguindo a primeira parte: atrair as pessoas para o seu site.

Porém, o problema é que com uma taxa de rejeição alta o trabalho de reter os visitantes é quase impossível. Como essas pessoas vão se interessar pelo que você produz se não passam nem da primeira página que acessam?

Logo, a prioridade deve ser identificar o que está fazendo com que o público perca interesse na sua mensagem e corrigir esses problemas rapidamente a fim de mantê-las no seu site por mais tempo.

Esforço consideravelmente maior para atingir os objetivos

Seja qual for o seu nicho de mercado ou sua estratégia de marketing, você tem um objetivo bem definido para o seu site.

Quer este objetivo seja que o público leia seu blog regularmente, assine uma newsletter, baixe um material gratuito ou faça uma compra, para que ele seja alcançado o bounce rate precisa ser baixo.

Afinal, qualquer uma dessas ações que citamos exigem interação, cliques, pesquisas, etc. Logo, podemos dizer que cada rejeição é uma oportunidade de conversão perdida.

Quanto mais alto for o bounce rate das suas páginas, maior será o esforço necessário para que você consiga atingir suas metas.

Gasto maior com anúncios

Se você investe em links patrocinados sabe que também existe um ranking para garantir que os anúncios mais relevantes apareçam em destaque.

Algo levado em conta para isso é a qualidade da experiência nas páginas de destino, ou seja, quanto a sua página realmente é relevante para quem clica no anúncio.

Se a maioria das pessoas que clica no seu anúncio abandona a página sem interagir com ela é sinal de que não encontrou o que procurava.

Isso tudo entra no cálculo do Adwords, que define o índice de qualidade do seu anúncio. Quanto menor a qualidade, mais caro o custo por clique.

Basicamente, isso quer dizer que apesar de não afetar o seu posicionamento no ranking do Google, o bounce rate alto pode significar grandes problemas para o sucesso da sua estratégia de marketing.

Por conta disso, é importante continuar acompanhando essa métrica de perto e usá-la para otimizar pontos específicos das suas páginas.

Quais os principais fatores de rankeamento atuais?

Já que o bounce rate não é o grande vilão do bom posicionamento nos sites de busca, o que o Google leva em conta para decidir quem fica nas posições mais nobres?

São 3 fatores principais que determinam a colocação de um site no ranking do Google. Veja agora quais são eles e como garantir que as suas páginas passem na avaliação:

Conteúdo

O conteúdo nunca foi tão importante quanto atualmente para ter uma boa colocação nos mecanismos de busca, e esse padrão só vai aumentar à medida que os algoritmos ficam mais avançados.

Afinal, o objetivo final de qualquer busca só pode ser plenamente alcançado com conteúdo de qualidade, e é isso que o Google leva em conta para separar quem ganha mais destaque nas páginas principais.

Por isso, quer estar sempre no topo da primeira página das buscas? Além de caprichar no SEO, produza o melhor conteúdo possível sobre o tema em questão!

Links

Outro elemento crucial para um bom posicionamento nos rankings de busca é a quantidade de links de qualidade para a sua página.

Links funcionam como votos de confiança de outros sites, garantindo que a sua página é relevante e confiável.

Quando os sites que linkam para o seu conteúdo já tem uma boa reputação nas avaliações do Google, esses links têm ainda mais peso.

Guest posts são, entre outras coisas, uma boa forma de conseguir links em sites relevantes e aumentar seu posicionamento.

RankBrain

RankBrain é o mais novo algoritmo de classificação do Google, responsável por ler e separar todas as páginas da web de forma a oferecer os resultados mais relevantes para quem pesquisa.

Como o RankBrain funciona? Através de inteligência artificial e aprendizado de máquina, o sistema interpreta as buscas feitas e tenta encontrar os resultados mais relevantes.

De modo mais prático, isso quer dizer que ele aprende sozinho a ser mais eficiente conforme aprende com as buscas, e classifica os sites de acordo com esse aprendizado.

Sem dúvida, ainda há muito mais que o RankBrain vai mudar na classificação de conteúdo, e o que valerá mesmo é criar páginas que entreguem o que o seu público procura.

Assim, a ideia de que o bounce rate afeta seus rankings no Google não passa de mito, apesar deste ser um indicador importante a observar. Com respeito ao posicionamento nas buscas, fique atento aos 3 critérios citados aqui e vai se dar bem com o gigante das buscas.

Além do Google, existem outras fontes incríveis de tráfego orgânico para o seu site, como o Facebook. Veja o guia completo para aumentar seu tráfego na maior rede social do mundo!