Zuk Chagas

Analista de Marketing e Designer Gráfico

Faz três coisas desde que nasceu (e certamente continuará fazendo até o fim dos tempos): desenha, toca guitarra e torce pro São Paulo. É nerd desde quando ser nerd não era tão legal assim.
15 publicações feitas.



tamanho de imagens para redes sociais

O guia completo dos tamanhos de imagens para Redes Sociais em 2019

Conheça os tamanhos de imagens das principais redes sociais do mundo.


(Clique no player para o ouvir a narração do nosso post! Deixe nos comentários o que achou)

Para todos que estão produzindo conteúdo para redes sociais em alguma estratégia de marketing digital, estar atento ao tamanho de imagens para redes sociais é tarefa obrigatória.

E, temos que ressaltar, que seu foco não deve ser apenas o Facebook.

Outras redes sociais crescem a cada dia, como por exemplo o Youtube e o LinkedIn, e ganham importância no cenário de divulgação de conteúdo e estratégias de marketing.

Por isso, é vital que você saiba todos os tamanhos de imagens de redes sociais que irá usar e pretendemos deixar todas as dicas mastigadas neste post!

Tanto no computador, tablet ou telefone, todos estarão de olho na divulgação do seu conteúdo.

Portanto, seja para sua página pessoal, seja para fan page de seu negócio, tenha atenção aos dados a seguir, para que o tamanho de imagens para redes sociais tenham o melhor aproveitamento possível.

Tamanho de imagens no Instagram:

A rede social de imagens e vídeos vem do universo mobile. Dentro do aplicativo o usuário não possui a opção de alterar o tamanho das imagens.

Apesar disso, quando visualizado em navegadores comuns, o Instagram possui imagens em tamanhos previamente estabelecidos.

As empresas e grandes marcas tem explorado cada vez mais o Instagram, com perfil de imagens e com vídeos e até anúncios através dessa rede social.

  • Avatar: 180 X 180 px
  • Imagem quadrada: 1080 X 1080 px
  • Imagem vertical: 1080 X 1350 px
  • Imagem horizontal: 1080 X 566 px

Tamanhos de imagem nas Redes Sociais: Instagram

Insira este infográfico no seu site:

<a href="https://rockcontent.com/blog/tamanho-imagens-redes-sociais/" target="_blank"><img title="Tamanho das Imagens para Redes Sociais - Rock Content" src="https://rockcontent.com/blog/wp-content/uploads/2016/09/03-instagram-960x797.png" alt="Tamanho das Imagens para Redes Sociais - Rock Content" /></a>

Clique aqui e veja o infográfico completo.

Se você quer saber como criar um perfil para sua empresa no Instagram, basta clicar aqui!

Principais tamanhos de imagem no Facebok

Começaremos, claro, com a mais importante delas: o Facebook.

O Facebok dispensa qualquer apresentação e é a rede social mais popular do Brasil.

É preciso frisar que há diferenças entre o tamanho das imagens em desktop e em equipamentos mobile, como tablets ou smartphones.

Outro detalhe importante é a diferença entre a postagem com links e imagens. Por isso vale analisar a diferença entre postar um link que contenha uma imagem ou postar este link dentro do texto e subir uma imagem independente para sua publicação.

Para uma rápida compreensão, quando o conteúdo que você pretende postar contém um link, este automaticamente será carregado, mostrando uma prévia do que contém – em geral uma imagem.

Outro um fator de grande importância é no caso de anúncios. Sua imagem não pode conter mais de 20% de texto. Isso irá impedir que um anúncio seja aprovado pelo Facebook.

Ou seja, escreva bem pouco na sua imagem e deixe as informações para a descrição da publicação. Este é um requisito do Facebook para permitir o impulsionamento das suas publicações.

Facebook Perfil:

  • Imagem de Capa: 851 X 315 px
  • Vídeo de Capa: 820 X 425 px
  • Imagem de Perfil: 180 X 180 px

Facebook Página:

  • Imagem de Capa: 820 X 312 px
  • Vídeo de Capa: 820 X 312 px
  • Imagem de Perfil: 180 X 180 px

Facebook Grupos:

  • 820 X 250 px

Facebook Eventos:

  • 500 X 262 px

Tamanhos de imagem nas Redes Sociais: Facebook

Insira este infográfico no seu site:

<a href="https://rockcontent.com/blog/tamanho-imagens-redes-sociais/" target="_blank"><img title="Tamanho das Imagens para Redes Sociais - Rock Content" src="https://rockcontent.com/blog/wp-content/uploads/2016/09/01-facebook-1-960x1089.png" alt="Tamanho das Imagens para Redes Sociais - Rock Content" /></a>

Clique aqui e veja o infográfico.

Quer aprender como criar uma página no Facebook para sua empresa? Confira este post!

ebook marketing no facebook

Principais tamanhos de imagem no Twitter

O Twitter já é uma rede social muito estabelecida e popular, tanto no Brasil quanto no mundo. Quase toda empresa com presença online possui um perfil ativo no Twitter, e se não possuem, deveriam.

As imagens são bastante utilizadas nessa rede. Tanto em capas e perfis, quanto em postagens.

  • Imagem de capa: 1500 X 500 px
  • Imagem de perfil: 400 X 400 px
  • Post com imagem: 900 X 450 px ou 1080 X 1080 px
  • Post com link: 520 X 254 px

Tamanhos de imagem nas Redes Sociais: Twitter

Insira este infográfico no seu site:

<a href="https://rockcontent.com/blog/tamanho-imagens-redes-sociais/" target="_blank"><img title="Tamanho das Imagens para Redes Sociais - Rock Content" src="https://rockcontent.com/blog/wp-content/uploads/2016/09/04-twitter-960x1010.png" alt="Tamanho das Imagens para Redes Sociais - Rock Content" /></a>

Clique aqui e veja o infográfico completo.

Se você quer mais informações sobre a criação de uma página para sua empresa no Twitter, confira este post agora!

Marketing_no_twitter_CTA para o blog (com botão de dl) 630x300

Principais tamanhos de imagem no LinkedIn

O LinkedIn é a mais popular rede social profissional do mundo. Por ela empresas e candidatos à vagas conseguem se encontrar e ampliar o seu networking

A rede para contatos profissionais possui variações das imagens em relação ao usuário empregador/empresa para o usuário empregado/candidato a emprego.

Vamos apresentar as medidas para ambos os perfis. Confira!

Perfil pessoal:

  • Avatar: 130 X 130 px
  • Foto de capa: 1.584 x 396 px

LinkedIn perfil corporativo:

  • Avatar: 130 X 130 px
  • Foto de capa: 1.584 x 396 px

Posts:

  • Post com imagem: 520 X 320 px
  • Post com link: 520 X 272 px

Insira este infográfico no seu site:

<a href="https://rockcontent.com/blog/tamanho-imagens-redes-sociais/" target="_blank"><img title="Tamanho das Imagens para Redes Sociais - Rock Content" src="https://rockcontent.com/blog/wp-content/uploads/2016/09/06-linkedin-960x1266.png" alt="Tamanho das Imagens para Redes Sociais - Rock Content" /></a>

Se você ainda não possui uma conta na rede social aprenda como montar um perfil campeão no LinkedIn. Para criar uma página empresarial com perfeição no LinkedIn, confira este post e este outro conteúdo sobre o assunto. E para se tornar um especialista no assunto, confira o Curso de Marketing Pessoal no LinkedIn da Universidade Rock Content

Clique aqui e veja o infográfico completo.

marketing no linkedin ebook

Principais tamanhos de imagem no Google +

Uma tentativa da Google em substituir o decadente Orkut (que acabou, definitivamente, em setembro de 2014), o G+ não conseguiu a força pretendida até hoje pela empresa.

Porém, o Google+ ainda tem importância e não deve ser ignorado pela sua empresa!

  • Capa: 968 X 545 px
  • Avatar: 250 X 250 px
  • Post com imagem: 502 X 282 px
  • Post em destaque: 502 X 892 px
  • Post com link: 502 X 250 px

Tamanhos de imagem nas Redes Sociais: Google Plus

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<a href="https://rockcontent.com/blog/tamanho-imagens-redes-sociais/" target="_blank"><img title="Tamanho das Imagens para Redes Sociais - Rock Content" src="https://rockcontent.com/blog/wp-content/uploads/2016/09/08-googleplus-960x748.png" alt="Tamanho das Imagens para Redes Sociais - Rock Content" /></a>

Clique aqui e veja o infográfico completo.

Não sabe como montar um pefil para sua empresa no Google+? Temos a resposta para você neste post.

Confira os principais tamanhos de imagem no YouTube

O site de compartilhamento de vídeos, Youtube, tem particularidades quanto ao canal do usuário, que cada vez mais ganha contornos de rede social, com compartilhamentos de vídeos de outros usuários, curtidas, comentários e mensagens inbox.

Imagem de capa do canal:

  • TV: 2560 X 1440 px
  • Desktop: 2560 X 423 px
  • Tablet: 2560 X 423 px
  • Informações principais: 1546 X 423 px

Ícone do canal:

  • 500 X 500 px

Tamanhos de imagem nas Redes Sociais: YouTube

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<a href="https://rockcontent.com/blog/tamanho-imagens-redes-sociais/" target="_blank"><img title="Tamanho das Imagens para Redes Sociais - Rock Content" src="https://rockcontent.com/blog/wp-content/uploads/2016/09/02-youtube-960x778.png" alt="Tamanho das Imagens para Redes Sociais - Rock Content" /></a>

Clique aqui e veja o infográfico completo.

marketing no youtube

 

Principais tamanhos de imagem no Pinterest

Pinterest já está ocupando espaço significativo com um novo formato de compartilhamento, específico para imagens com alta velocidade de interação e compartilhamento.

O Pinterest possibilita ao usuário mostrar para quem o segue as imagens que ele considera interessantes e úteis.

Nesse site as postagens de imagem são chamadas de Pin.

  • Avatar: 160 X 160 px
  • Pin: 236 X x px (não há limitação de altura)
  • Capa das pastas: 200 X 200 px e 100 X 100 px

Tamanhos de imagem nas Redes Sociais: Pinterest

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<a href="https://rockcontent.com/blog/tamanho-imagens-redes-sociais/" target="_blank"><img title="Tamanho das Imagens para Redes Sociais - Rock Content" src="https://rockcontent.com/blog/wp-content/uploads/2016/09/07-pinterest-960x790.png" alt="Tamanho das Imagens para Redes Sociais - Rock Content" /></a>

Clique aqui e veja o infográfico completo.

Ainda não começou a usar o Pinterest na sua empresa? Descubra como montar um perfil empresarial!

Guia Completo do Pinterest para Empresas

Principais tamanhos de imagens no Tumblr

O Tumblr é uma rede social toda voltada para imagens e compartilhamentos. A interface simples e o estilo da rede fizeram com que ela rapidamente se popularizasse.

Por ser uma rede bastante informal, abre portas para diversos perfis divertidos e outros com imagens altamente profissionais e belíssimas.

O Tumblr pode ser uma porta para as empresas se relacionarem mais de perto com o seu público.

  • Avatar: 100 X 100 px
  • Imagem da capa: 590 X 340 px

Tamanhos de imagem nas Redes Sociais: Tumblr

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<a href="https://rockcontent.com/blog/tamanho-imagens-redes-sociais/" target="_blank"><img title="Tamanho das Imagens para Redes Sociais - Rock Content" src="https://rockcontent.com/blog/wp-content/uploads/2016/09/09-tumblr-960x734.png" alt="Tamanho das Imagens para Redes Sociais - Rock Content" /></a>

Clique aqui e veja o infográfico completo.

Principais tamanhos de imagens no WhatsApp

O WhatsApp é uma das principais mídias de comunicação atualmente.

A ferramenta também já é usada por empresas e tem criado novas funcionalidades para possibilitar que as marcas gerem receita a partir do aplicativo.

Por esse motivo, é importante o conhecimento das melhores formas de utilizar imagens dentro do app de comunicação.

  • Imagem de capa: 590 X 340 px
  • Avatar: 100 X 100 px

Tamanhos de imagem nas Redes Sociais: Whatsapp

Então…

Gostou dos nosso post sobre tamanho de imagens para redes sociais? Você pode ver todas essas medidas em um lugar só conferindo o nosso super infográfico na íntegra:

Infográfico: tamanhos de imagens nas Redes Sociais

Esperamos ter tirado todas as dúvidas sobre os tamanhos a serem utilizados das imagens nas suas redes sociais.

Agora você tem todos os dados que precisa para divulgar seus artigos, imagens e materiais! E se você ficou com alguma dúvida, quer dar alguma dica ou falar qualquer coisa, só deixar um comentário!

Bônus: Materiais e conteúdos sobre redes sociais

Para você que está procurando informações sobre redes sociais nós preparamos algo especial.

Confira a seguir a lista com alguns conteúdos que já foram publicados aqui no marketingdeconteudo.com e alguns ebooks da Rock Content que certamente irão ser uteis para você e sua estratégia de marketing:

Marketing nas Redes Sociais [KIT GRATUITO]

kit de marketing nas redes sociais

Agora você pode se dedicar aos estudos! Boa leitura!

Universidade Rock Content

Marketing de Conteúdo e Design

A importância do Design no Marketing de Conteúdo

Já há alguns anos, design deixou de ser um termo em inglês que estudantes e profissionais de áreas correlatas tinham dificuldade em explicar para seus pais e avós para tornar-se um termo amplo e presente nas mais diferentes situações.

Podemos dizer que o termo sofre com essa banalização? Não exatamente.

Design de bolo, design de sobrancelha, design de cabelo etc. Design tornou-se uma palavra que agrega valor.

A popularização do termo trouxe a tona que é notória a sua importância, o que vem fazendo com que o mercado enxergue o design como uma atividade fundamental.. O benefício consequente para os profissionais de design é a valorização do serviço.

Nos dias atuais o design deixa de ser visto como algo supérfluo para ocupar uma posição de destaque estratégico. E no marketing de conteúdo isso não poderia ser diferente.

De acordo com a Content Trends 2017, 71% das empresas já adotam estratégias de marketing de conteúdo. Isso significa que 7 de cada 10 concorrentes seus estão atraindo clientes e gerando receita através de marketing de conteúdo.

E o que tem o design a ver com isso? Muito simples.

Ele te difere dos seus concorrentes.

Design é uma das principais ferramentas para mostrar o quão autêntica é a sua marca. Sendo assim, o design, mais do que bom, deve ser original e transmitir os seus valores e culturas. Chamamos essa prática de branding, mas esse não é o nosso foco (ainda).

O que precisa ficar claro aqui é que um bom design faz o seu conteúdo se destacar.

Por mais que seja um conteúdo textual, um bom design faz com que o leitor se interesse por ele.

Joseph Kalinowski — diretor criativo na Content Marketing Institute — diz que “ter um design fraco ou de mal gosto pode fazer com que o seu conteúdo seja ignorado ou se perca no feed”.

Joe Pulizzi — fundador da Content Marketing Institute — tem uma opinião bem parecida. Diz ele que “se o design não gera engajamento ou chama atenção, o seu conteúdo pode nunca ser lido”.

Neil Patel — co-fundador da Crazy Egg e da Hello Bar — diz que “é mais fácil transmitir uma mensagem através de design e imagens, o que vai gerar mais tráfego e mais compartilhamentos nas redes sociais”.

Além disso, um estudo feito pela Ethos3 — We Live in a Visual World — indica que 90% das informações assimiladas pelos cérebro são visuais!

Sabendo de tudo isso, vamos aos principais pontos

Atratividade

Ao falar sobre marketing de conteúdo, muito fala-se sobre escaneabilidade.

Uma boa escaneabilidade permite que o leitor encontre rapidamente os pontos principais dentro de um conteúdo.

Mas e o que é que faz o seu conteúdo ser notado entre tantos outros conteúdos?

Somos bombardeados por informações 24 horas por dia, por todos os lados, em inúmeras plataformas. Ser notado no meio desse turbilhão de opções é um desafio diário para qualquer criador de conteúdo.

Afinal, o seu conteúdo por ser excelente, mas para que as pessoas o leiam, ele precisa ser também visualmente atraente.

Isso nada tem a ver com beleza. Tem a ver com destaque.

Um bom design não precisa ser complicado. Ele precisa sintetizar uma ideia de forma rápida e simples. E o que determina se um design é efetivo é a quantidade de cliques e/ou conversões que ele atrai.

Consistência

O que é bonito ou feio é impossível de ser determinado. Filosoficamente, debate-se desde sempre sobre “o que é belo?”, mas isso envolve tantas variáveis que se torna impossível de determinar. Mas algo que podemos controlar é a consistência do nosso design.

Um design consistente torna o seu conteúdo facilmente identificável.

Vamos pensar da seguinte forma: você produz conteúdos incríveis. Mas as pessoas não sentem-se atraídas por eles pois eles não são visualmente atrativos. Seu conteúdo não tem acessos. Logo, você decide investir em design.

O designer começa a criar imagens para os seus conteúdos, que começam a ser mais acessados. As pessoas agora sabem que o seu conteúdo é excelente!

Como o design que acompanha os seus conteúdos é consistente, as pessoas conseguem diferenciar o que é produzido por você ou não só de bater o olho! Elas passam a acessar os conteúdos pois reconhecem que aquela imagem é sua e sabem que os seus conteúdos valem a pena serem acessados.

Você é reconhecido! As especificidades do seu design consistente deu ao seu conteúdo uma “cara própria” e diferenciada.

O design engaja o público!

Aqui na Rock Content, nós trabalhamos duro para manter a consistência do nosso design e procuramos sempre criar novas formas de juntar design e conteúdo.

Quando você se torna referência, eventualmente você começa a ser copiado. Por isso é importante inovar sempre!

Design e conteúdo funcionam melhor quando estão juntos

Assim como feijão com arroz, pão com manteiga e morango com leite condensado. Já dizia a minha mãe, “junte uma delícia com outra delícia e tenha duas delícias”. 😀

Um estudo que já vem sendo feito há 10 anos pela Design Management Institute and Motiv, Inc. mostra que entre 2004 e 2014, marcas que usam o design para guiar suas estratégias de marketing (como a Apple e a Coca-Cola) mantém vantagem significativa no mercado de ações, superando o S&P por extraordinários 219%.

Sabemos o orçamento que essas marcas investem em design é absolutamente fora da curva, mas não é necessário investir rios de dinheiro para ter um design consistente e funcional.

Um bom designer pode dar conta do recado e, se a estratégia for bem traçada, quando houver mais demandas de design e novas contratações forem necessárias, a sua receita também terá aumentado, possibilitando essas contratações.

Assimilação

Como já foi dito e repetido, o cérebro humano trabalha melhor se visualmente estimulado.

Dessa forma, podemos concluir que a sua mensagem pode ficar muito mais clara e o seu público pode ficar muito mais esclarecido se aliarmos design ao conteúdo.

E isso pode ser feito de diversas formas.

  • Imagens podem ser adicionadas nos seus blogposts para auxiliar em explicações, dando exemplos ou sintetizando ideias mais abstratas. A famosa frase “entendeu ou quer que eu desenhe?” é bem aplicada à essa situação.
  • Infográfico é um poderoso tipo de conteúdo visual que gera engajamento, instrui o público e é visualmente atrativo. Infográficos podem ser extensos e tratarem de um assunto longo e complexo ou pode ser uma imagem pequena, que pode complementar uma ideia em um blog post, em um ebook ou pode ser compartilhada nas redes sociais. Esse tipo de conteúdo tem um grande potencial viral. Enfim, existem diversos tipos de infográficos e você pode saber mais sobre o assunto clicando aqui.

  • Iconografia é a sintetização máxima de uma ideia. Ícones são geralmente pequenas imagens bastante simplificadas que passam uma mensagem. No caso de um infográfico, ícones são amplamente utilizados pois já há um excesso de informações no mesmo lugar. Sendo assim, quanto mais sintetizada forem as imagens que formam esse infográfico, melhor.
  • Vídeos estão em seu auge no que se refere a conteúdo digital, e essa crescente não tem nenhuma previsão de mudar de curso. Vídeos são simples de serem feitos, qualque celular filma vídeos com uma qualidade honesta. Editar vídeos também não tem segredo.

  • Animações são um pouco mais complexas de ser produzidas, mas às vezes uma imagem estática não é o bastante para que uma informação fique totalmente clara. Nesses casos, uma animação pode resolver o problema. Ou então, vale adicionar movimentos simples a uma imagem pelo simples fato de que ela chama mais atenção.

O uso de design em estratégias de marketing de conteúdo não é apenas importante; é imprescindível!

Por mais que você não esteja apto a basear toda a sua estratégia em design como grandes empresas fazem, não ignore este detalhe. O preço a ser pago por isso será muito maior do que o investimento em um bom designer.

Se quiser saber mais sobre design, visite o nosso artigo sobre o assunto.

Finalizo com uma dica importantíssima. Design é importante e pode mudar os seus resultados drasticamente: para melhor ou pior!

Tenha muito cuidado com isso! Faça design voltado para a persona, e não para o seu gosto pessoal. Pesquise, teste e entenda a sua audiência. Não insista em um design que te leva para longe dos seus objetivos.

Até a próxima!

o que faz um designer gráfico

O que faz um designer gráfico? Contamos as atividades desse profissional com exemplos!

Vivemos em um mundo repleto de problemas.

Por sorte (ou não tanto), existem milhões de pessoas no mundo e — quase sempre — algumas pessoas sabem a melhor forma de resolver a maioria destes problemas.

Quando o problema exige criatividade, técnica, bom gosto estético e uma pitada de talento, possivelmente esse problema será resolvido por um designer gráfico. É importante frisar que esse conhecimento pode ter sido adquirido de maneira formal (curso superior, técnico etc.) ou autodidata.

Pois é, um designer gráfico pode ser qualquer um que domine as linguagens, ferramentas e conceitos por trás da prática do design gráfico.

O profissional que se habilita em design gráfico – através de ensino formal ou autodidata – torna-se apto a resolver estes problemas, uma vez que a profissão não é regulamentada.

Mas afinal, o que faz um Designer Gráfico?

Resolvendo problemas

O design é um campo de estudo extremamente amplo e a resolução de problemas de design exige técnicas diversas e bastante complexas. Sendo assim, nem todo designer gráfico será apto a resolver todos os tipos de problemas.

Um designer, ao longo de sua carreira, vai adquirindo novas habilidades e/ou se especializando em outras.

O foco que a carreira do designer terá é determinada por ele mesmo, baseando-se em suas afinidades pessoais e/ou às suas necessidades profissionais.

Existem designers que sabem pouco sobre muitas áreas dentro do design, outros que buscam a expertise em áreas específicas, outros sabem muito sobre tudo. Isso varia de acordo com o tempo de experiência e a dedicação do profissional em aprender várias coisas.

Cada um desses profissionais resolvem um tipo diferente de problema, de uma forma diferente.

Podemos dividir estes problemas em algumas categorias.

Produção gráfica

Sempre que existe a necessidade de criação de um produto com a finalidade de ser impresso, um designer com conhecimentos em produção gráfica será acionado.

Via de regra, essa é uma das funções mais tradicionais exercidas por um designer gráfico.

Na produção gráfica, um designer pode desenvolver:

  • Cartazes
  • Folders
  • Folhetos
  • Catálogos
  • Revistas
  • Jornais/periódicos
  • Banners
  • Adesivos
  • Rótulos
  • Embalagens
  • Outdoor
  • Cartão de visita
  • Papelaria
  • Etc.

Para tal, o profissional deve dominar algum software de edição de imagens (como o Photoshop), um software de editoração (como o InDesign) e é recomendável que ele domine algum software de imagens vetoriais (como o Illustrator).

Esse profissional também deve saber lidar com questões gráficas, como cores na escala CMYK e Pantone, ter noções de produção gráfica em si (cortes, facas, dobras, vernizes, tipos de papel, sangria, etc.) para que o resultado impresso final não tenha erros.

Como geralmente a tiragem de uma impressão é muito grande, erros são inadmissíveis. Por conta disso, é comum que algumas provas sejam feitas antes da produção final, evitando falhas.

Quando um designer se propõe a criar algo que será impresso, é importante que ele tenha esses conhecimentos para não depender dos arte-finalistas das gráficas.

Geralmente essas pessoas são muito competentes, mas existem detalhes da produção que podem ficar diferentes do esperado justamente porque o designer e o arte-finalista não pensaram da mesma forma.

Design digital

Dominando as ferramentas básicas de criação computadorizada (como Photoshop e Illustrator) um designer pode também criar peças para serem utilizadas na esfera digital.

São imagens que serão utilizadas na a construção de um site, blog ou perfil em redes sociais. Imagem de perfil, imagem de capa, imagens para serem compartilhadas, banners em sites, adaptação de logo etc.

CONTEÚDOS RECOMENDADOS
👉 [Ebook gratuito]: Marketing no Facebook
👉 [Ebook gratuito]: Marketing no Instagram
👉 [Ebook gratuito]: Marketing no LinkedIn
👉 [Ebook gratuito]: Marketing no Twitter
👉 [Ebook gratuito]: Marketing no Youtube

A diferença entre essas duas primeiras categorias é que as imagens digitais apresentam uma escala de cores diferente: o RGB. As imagens também possuem menores resoluções e são muito mais leves.

O fato de hoje em dia haverem diversos dispositivos digitais onde essas imagens podem ser exibidas (desktop, notebook, smartphones, tablets etc.) exige que o profissional tenha experiência para saber finalizar o arquivo de forma que a imagem fique boa em todas essas diferentes plataformas.

Criação de Logotipo

Essa é uma atividade extremamente comum na vida de um designer gráfico.

Todo mundo conhece alguém que precisa/quer de um símbolo que represente aquele novo empreendimento.

Mas a criação de logotipo é muitas vezes menosprezada.

Essa é uma tarefa que exige muito estudo, pesquisa, planejamento e conhecimento. Saiba mais sobre este assunto clicando aqui.

A maioria dos designers faz esse tipo de trabalho, mas fazê-lo com maestria é para poucos.

Criação de identidade visual

Esta categoria complementa a anterior.

Ao criar uma marca, toda a identidade visual deve ser planejada seguindo as características predominantes do logo.

As cores, formas e composições devem apresentar uma conformidade estética.

A criação de uma identidade visual engloba, inclusive, a criação de um manual de marca (ou manual de identidade visual).

Este manual é um documento que indica as formas de se aplicar o logo da empresa, as cores que podem ser usadas, tipografias, enfim, uma série de obrigatoriedades referentes à marca em questão.

Seguir a risca este documento ajuda a fortalecer a imagem da marca.

Ilustração

Essa é uma categoria bastante ampla e que gera controvérsias.

“Ilustrar não é desenhar?”, você deve estar se perguntando. Mas todo designer sabe desenhar. Certo?

Errado.

Desenho ou ilustração é uma das muitas ferramentas que os profissionais têm. Mas não dominar técnicas de ilustração não impossibilita a prática das tarefas de um designer.

Quando um trabalho específico demanda uma ilustração, caso o designer não domine essa técnica, há a necessidade de contratar uma outra pessoa que o faça (um outro designer que ilustre, um artista plástico, seu sobrinho que desenha bem etc.).

Além disso, existem diversos estilos de ilustração. Um ilustrador não necessariamente domina todos os estilos. Existem ilustradores que se identificam com estilos diferentes e praticam para adquirir a expertise naquele estilo diferente.

A seguir, alguns exemplos de estilos de ilustração e seus respectivos artistas.

Serge Birault

Serge Birault

Animação

Alguns designers se especializam também em animações.

Aqueles craques na ilustração geralmente se dão bem no mercado de animação tradicional 2D (estilo Disney). Os que se dão bem com fotografia e trabalhos manuais pode gostar mais da técnica de stop motion.

Os designers gráficos mais puristas (e com menos habilidades de ilustração) pode ser dar bem em motion graphics (gráficos em movimento). E ainda existem aqueles que fazem animações em 3D.

Animação tradicional

Essa é a técnica de animação mais antiga e talvez a mais trabalhosa. Ela requer do animador um conhecimento de ilustração avançado pois o mesmo deve ilustrar as animações quadro a quadro.

Vamos entender melhor.

Via de regra, essa animações são feitas com 12 quadros por segundo. Isso significa que, para obter 1 segundo de animação, são necessários 12 desenhos diferentes.

Porém, existem várias etapas de desenho.

  1. Rough: na primeira, apenas esboços bem simples são feitos, para verificar se os movimentos ficarão naturais e fluidos.
  2. Tie down: Depois disso, algo mais detalhado e limpo é executado para guiar a próxima etapa.
  3. Clean up: os contornos do desenho são definidos e as primeiras cores são adicionadas.
  4. Final: todos os detalhes são adicionados ao desenho (cores e sombras).

Veja todas as etapas exemplificadas no vídeo abaixo.

Stop Motion

Essa técnica é parecida com a técnica de animação tradicional, porém nela, ao invés de desenhos, trabalha-se com composições físicas. Nessas composições, os objetos são animados manualmente.

Suponhamos que queremos animar um personagem caminhando.

Primeiro, deve-se criar esse personagem. Nos exemplos mais comuns, esses personagens são feitos de massa (e possuem um esqueleto de sustentação).

Tendo o “boneco” pronto, posicionamos ele na cena e usamos uma câmera fotográfica para registrar aquela pose.

Altera-se a posição das pernas do boneco sutilmente, e outra foto é tirada. Move-se a perna do boneco mais um pouco e tiramos outra foto.

Repete-se o processo diversas vezes, até o resultado final ser atingido.

Essa técnica também pode ser aplicada sem a utilização de bonecos, mas também de personagens reais. Veja alguns exemplos abaixo.

Veja aqui um excelente exemplo da interação entre o uso de animação tradicional e stop motion:

Motion Graphics (gráficos em movimento)

Essa técnica de animação é mais simples que a de animação tradicional, mas explora outras possibilidades.

Nela, o designer utiliza gráficos previamente gerados e atribui movimentos baseados em opacidade, rotação, escala e posição para criar suas animações.

O software mais utilizado para executar essas animações é o Adobe After Effects, que conta também com diversos efeitos e plug ins para diversificar ainda mais as possibilidades.

Confira um exemplo abaixo:

Animação 3D

Talvez seja a técnica de animação mais popular atualmente por ter sido utilizada em 14 dos 16 premiados pelo Oscar com o prêmio de “melhor animação do ano”.

Essa técnica é extremamente complexa, pois ela consegue se aproximar do real com uma precisão inacreditável.

Inclusive, muito do que vemos nos filmes hoje em dia é feito por computação gráfica (ou você acha mesmo que cidades inteiras são destruídas para gravar um filme?).

Para animações 3D mais simples, apenas um designer consegue resultados satisfatórios.

Mas para produções cinematográficas, equipes de dezenas, às vezes centenas de artistas são responsáveis pela produção.

Modelagem 3D

Ainda no âmbito 3D, um designer que saiba fazer animações tridimensionais sabe também modelar objetos em 3D.

Uma coisa não necessariamente depende da outra, na verdade.

Um animador 3D pode receber os elementos prontos e apenas executar a animação.

E um designer que domine as técnicas de modelagem tridimensional pode ser essa pessoa que envia os objetos em 3D.

Grande parte do que vemos no mercado publicitário, não é real.

Garrafas, latas, potes, doces, biscoitos, bolachas, sorvetes, picolés… a maioria dessas coisas tem aquela aparência surreal nas fotos das propagandas ou embalagens justamente por não serem reais!

São imagens geradas por computador, após um trabalho minucioso de modelagem em 3D.

O que faz um designer gráfico: modelagem 3D de um sorvete feita por designer gráfico

Web Design/Product design

Criação de web sites e aplicativos é uma atividade bastante comum para designers gráficos. Mas nem todo designer tem o conhecimento necessário para finalizar um site/aplicativo/software e entregá-lo funcionando.

Isso acontece pois, para fazer esses produtos funcionar, é necessário ter conhecimento de algumas linguagens de programação.

Um designer gráfico geralmente desenvolve o layout do produto.

Se ele tiver alguns conhecimentos básicos de programação, ele pode executar o trabalho de front end, que seria aplicar esse layout criado em uma página de internet ou aplicativo.

Com conhecimentos mais avançados, ele pode fazer o que é chamado de back end. Nessa etapa, o programador (que pode ser o designer) gera todos os códigos necessários para fazer o produto de fato funcionar.

UI Design

User interface (interface do usuário) é uma área do design que estuda os elementos de um layout e como o usuário vai interagir com os mesmos.

Um bom design de interação é aquele que apresenta elementos simples e intuitivos, onde o usuário consegue cumprir as funções propostas de forma natural.

UX Design

User experience (experiência do usuário) trata de fatores mais lúdicos em relação ao produto de design final e o usuário.

Um bom design de experiência não só entrega o que o usuário sabe que precisa, mas também o que ele nem sabia que precisava.

Isso faz com que o usuário se sinta bem ao usar o produto e crie um vínculo emocional com a marca. Sendo assim, UX design (embora esteja nessa categoria) pode ser aplicado à diversas áreas do design, não só gráfico, mas também de produto etc.

Versatilidade

Infelizmente, o trabalho do designer gráfico é bastante menosprezado.

Frases do tipo “você vai me cobrar isso tudo por um desenho?” ou “você vai me cobrar isso tudo por algo que vai levar uma hora para fazer?” são bastante comuns.

Mas como a profissão não é regulamentada e muitos profissionais estão no mercado sem precisar de um diploma de ensino superior, existe essa impressão de que é um trabalho que pode ser facilmente executado por qualquer um.

O que deve ser levado em conta é que muitos designers estudaram e estudam muito (design está sempre mudando e evoluindo e necessita de estudo constante) para conseguirem executar os seus trabalhos o mais rápido e com maior precisão.

Agora que sabemos um pouco melhor sobre o que faz um designer gráfico, sabemos também como é um trabalho difícil e que deve ser valorizado.

Se você teve dificuldades de entender alguns termos deste artigo, visite o nosso glossário de design gráfico clicando aqui.

Até a próxima!

Rotinas-de-Marketing

como fazer um portfólio

Aprenda como fazer um portfólio bonito e que mostre o seu talento

Aprenda, nesse conteúdo completo, como fazer um portfólio! Dicas, passo a passo e tudo o que você precisa para conseguir o job.


Se você pretende seguir ou já trabalha em uma carreira que envolve criatividade (design, artes gráficas, marketing, artes plásticas, publicidade, redação, jornalismo, etc…) muito provavelmente você sabe o que é um portfólio, certo?

Caso não saiba, sem desespero, explicarei logo adiante:

Portfólio nada mais é do que uma compilação dos seus melhores trabalhos para mostrar para o mundo — incluindo um futuro possível contratante — do quão bom, capaz, criativo e contratável você é!

Muito importante o tal do portfólio, certo? Mais do que isso: indispensável.

Existem inúmeros excelentes profissionais muito bem-sucedidos em áreas criativas que sequer possuem ensino superior formal.

Nessas áreas, geralmente o portfólio conta muito mais do que um currículo. Em alguns casos, o currículo sequer é solicitado. Os contratantes querem saber do que você é capaz de produzir e não se você já fez intercâmbio na Moldávia Ocidental, é fluente em javanês e fez estágio naquela agência moderninha que já ganhou alguns prêmios de procedência questionável.

Sendo assim, neste artigo vou tentar explicar as formas mais fáceis de fazer um portfólio funcional e eficiente.

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Tipos de Portfólio

Portfólio físico

Na era pré-internet, era muito comum para profissionais criativos andar por aí com pastas e/ou envelopes enormes, cheios de trabalhos em formatos A3 ou até mesmo A2 de suas obras primas para entrevistas.

Confesso que, estando no mercado desde 2006, só precisei do meu portfólio impresso uma única vez, quando concorri para uma vaga de estágio ofertada por uma instituição de ensino pública.

Mas não há muito segredo para a criação deste portfólio. Apenas tenha a versão impressa de todos os seus melhores trabalhos e leve até a entrevista. Uma recomendação óbvia seria a de organizar as peças de forma que não seja complicado mostrá-las aos entrevistadores e carregue tudo em uma pasta ou envelope que comporte bem as obras.

Portfólio digital

Com a popularização do advento da internet, tudo passou a ser compartilhado virtualmente. Isso criou a necessidade de digitalização do portfólio.

Sendo assim, alguns meios para mostrar os trabalhos para o mundo foram criados. Vamos listar alguns deles:

PDF

Se você não sabe o que é PDF, recomendo uma breve pesquisa por esta sigla no nosso post sobre formatos de imagem.

Mas o que importa aqui é que PDF é um formato que apresenta peculiaridades extremamente úteis quando a sua intenção é mostrar vários trabalhos para alguém.

  • Primeiramente, é um formato adotado como padrão para diversos processos, como emissões de notas fiscais online, ebooks etc.

Isso significa que dificilmente você vai enviar um PDF por email e vai receber como resposta “olá, tudo bem? O PFD não abriu.” por que virtualmente todo mundo já precisou abrir um PDF na vida e já possui um leitor de PDFs instalado em sua máquina.

Caso não tenha, o melhor leitor de PDF do mercado — o Adobe Acrobat Reader — é gratuito e pode ser baixado clicando aqui.

  • O segundo ponto é que PDFs podem ter várias páginas em um só arquivo. Qualquer visualizador de PDF vai possibilitar com que quem quer que seja consiga navegar através dos seus diversos trabalhos e projetos. Vamos aprender mais pra frente como criar um PDF com uma compilação dos seus trabalhos.

Plataformas online

Existem diversas plataformas online onde você pode fazer upload de todos os seus trabalhos. As plataformas gratuitas mais utilizadas são:

Behance

Atualmente a plataforma mais utilizada por profissionais criativos para divulgar os seus trabalhos. É também utilizado para fazer contatos profissionais, grupos colaborativos, pesquisa de referências e/ou inspirações.

Tornou-se a preferida entre os profissionais criativos e hoje em dia pertence a líder de mercado para softwares gráficos, Adobe.

Provavelmente o seu sucesso se deve a sua interface interativa e limpa, seus comandos simples e intuitivos e a sua preocupação com user experience e layout responsivo.

Uma plataforma feita para designers com layout e usabilidade desenvolvidas seguindo todos os parâmetros de um bom design.

É, certamente, a nossa indicação.

DeviantArt

Amplamente utilizado por artistas, é como se fosse uma grande galeria de artes virtual. Já foi mais utilizado mas perdeu espaço para o behance.

Wix

A plataforma Wix auxilia na criação de websites sem a necessidade de programação. E um de seus templates é o de site/portfólio. Bastante intuitivo, fácil de usar e cheio de recursos.

WordPress

A mundialmente famosa e querida ferramenta de blogar também pode ser usada para a criação de portfólios. O seu blog pode ser o seu portfólio, afinal.

Cargo Collective

Uma das mais tradicionais plataformas para a criação de portfólios, é bastante simples e funcional.

Dribbble

O Dribbble é a única opção não gratuita dessa lista e funciona como uma rede social de profissionais criativos. Para publicar trabalhos lá, você deve pagar um plano especial ou ser convidado. Isso faz com que o nível dos trabalhos nessa rede seja bem elevado e é sempre uma excelente fonte de inspiração. Para apenas seguir profissionais e visualizar os trabalhos, não precisa pagar nada.

Fazendo um portfólio

Agora que já sabemos o que é e sabemos das várias possibilidades de criação de portfólio, vou dar algumas dicas e explicar em passos simples como montar o seu próprio portfólio.

Produza

Por mais óbvio que possa parecer, pra fazer um portfólio você precisa ter material pronto.

“Mas eu nunca trabalhei, nunca fiz nada legal…”

Isso definitivamente não é uma desculpa.

O seu portfólio serve, inclusive, para mostrar o seu nível como profissional.

Nele você pode colocar:

  • os seus trabalhos de faculdade;
  • os seus desenhos/textos/projetos pessoais;
  • aquele trabalho colaborativo que você ajudou algum amigo a fazer;
  • trabalhos feito como freelancer;
  • aqueles trabalhos que você já fez pro seu tio ou pro amigo da sua mãe;
  • trabalhos executados em locais onde você já tenha trabalhado (caso você já tenha experiência profissional);
  • etc.

É importante que você mantenha seu portfólio atualizado com os seus melhores trabalhos. E mesmo que você não considere o seu trabalho assim tão bom, não tem problema! 😀

Se você é iniciante e está buscando por uma vaga de estágio, por exemplo, já é esperado pelo contratante que os seus trabalhos não sejam de um nível superelevado.

Um profissional experiente não aceitaria uma vaga de estágio, entende?

E até os seus primeiros trabalhos, por mais que apresentem falhas e não tenham um nível técnico tão apurado, podem mostrar ao contratante o seu bom gosto e o seu potencial de evolução. Isso conta muito para um contratante que busca um profissional em quem ele deseja apostar as suas fichas.

Tendo selecionado os seus melhores trabalhos, hora de montar o portfólio.

Portfólio em PDF

Muito embora eu seja adepto de portfólios em plataformas online, alguns contratantes pedem o um arquivo multipaginado em PDF com as suas obras.

Existem diversas formas de fazer isso.

Usando InDesign ou Illustrator

Se você é um designer e tem afinidade com os softwares da adobe InDesign ou Illustrator, não será um problema para você criar um arquivo novo com várias páginas.

Lembre-se que este é um arquivo para ser visualizado no computador, e não para impressão. Desta forma, é recomendável que as suas páginas tenham um tamanho adequado para a visualização web. Recomendamos 1920×1080 pixels, que é o tamanho padrão de vídeos em HD. Deixarão as imagens do seu portfólio com uma qualidade boa e um tamanho aceitável.

Use a primeira página como capa. Faça um layout simples e funcional. Mostre o seu bom gosto e talento nestes pequenos detalhes. Na capa, coloque informações como o seu nome e o seus contatos.

Depois disso, distribua os seus trabalhos pelas páginas.

Dica: no InDesign, o atalho para importar uma imagem é ctrl+D (Windows) ou command+D (Mac).

Se você é um artista gráfico, não hesite em acrescentar pequenos textos explicando os projetos. Destacar partes importantes de artes mais detalhadas também é uma boa opção.

como fazer um portfolio

como fazer um portfólio

Ilustração e detalhe

Tendo organizado todas as páginas do seu portfólio, exporte o PDF.

Dica: no InDesign, o atalho para exportar é control+E (PC) ou command+E (Mac).

Quando for exportar, selecione a opção de exportar em “PDF (print)”. Por mais que este arquivo não seja para impressão, utilize essa opção (a outra opção seria PDF (interactive), que é usada para outros fins).

Na hora de exportar, recomendamos que você use as opções listadas abaixo. São as mesmas opções que usamos para exportar os ebooks da Rock Content.

como fazer um portfólio

como fazer um portfólio

como fazer um portfólio

Nas demais opções, deixe tudo como estiver.

Pronto. O seu portfólio em PDF está pronto para ser enviado!

Usando o Google Docs

Se você não sabe usar ou não tem os programas citados, não se desespere.

Você pode gerar PDFs a partir da ferramenta gratuita Google Docs.

Você pode inserir as suas peças clicando em “Inserir” e depois em “Imagem”. Uma janela de upload vai abrir. Nela, você pode simplesmente arrastar a imagem para o espaço indicado para efetuar o upload. Você pode também clicar no botão para localizar a imagem no seu computador e efetuar o upload.

Os demais passos são bem parecidos com os passos anteriores: mantenha o seu layout organizado, adicione notas adicionais, detalhes importantes etc.

Quando tudo estiver pronto, siga os passos abaixo para fazer download do seu portfólio em PDF.

como fazer um portfólio

Arquivo > Fazer download como > Documento PDF (.pdf)

Pronto, o arquivo já pode ser enviado!

Portfólio no Behance

A plataforma gratuita de portfólios mais usada atualmente é o Behance. E não vou ensinar a fazer o portfólio nessa plataforma apenas pelo hype. É que ela é muito boa mesmo!

O primeiro passo é acessar a plataforma.

Só de entrar no site os olhos já lacrimejam. São tantas peças incríveis que a gente se pergunta: chegarei um dia nesse nível? Precisamos acreditar que sim! Busquemos sempre a evolução e o aperfeiçoamento.

Depois de babar um pouco, clique no botão “inscrever-se”.

Na tela que surgir, preencha os dados e clique em “inscrever-se” novamente.

Pronto, a sua conta no Behance foi criada.

Escolha agora os seus interesses, para que o seu feed fique mais personalizado.

Clique em “Perfil”. Esta página é o seu portfólio. Ela ainda está vazia.

Comece clicando em “Edit. Perfil” para completar as suas informações. É importante que as pessoas consigam te contatar depois de visitarem o seu portfólio.

Volte para o perfil e haverá em destaque, na parte de “projetos”, um botão “Enviar arquivos”.

como fazer um portfólio

Clicando neste botão, você terá acesso a um Editor de Projetos.

Através dele você consegue fazer upload de arquivos, inserir textos, embedar arquivos etc. Ele é bastante intuitivo e não tem muito segredo.

Basicamente você deve fazer o upload dos arquivos referentes ao seu projeto e insira textos se achar necessário.

Tendo feito isso, você pode visualizar como o seu projeto vai ficar clicando em “Preview”, salvar as alterações clicando em “Save” ou continuar para a próxima etapa clicando em “Continue”.

Clicando em “Continue”, você deverá selecionar uma das imagens que acabou de fazer upload para ser a capa do seu projeto. Por ter um tamanho específico (205×160 pixels), a plataforma dá a opção de cortar (cropar) a imagem. Há também a possibilidade de fazer o upload de uma nova imagem para ser a capa do projeto. Nesse caso, crie a sua capa personalizada já seguindo essas medidas.

Nesta tela você deve também dar um nome ao seu projeto.

Clique em “Crop & continue” para seguir para a próxima etapa.

Nessa etapa (Project Settings), você poderá indicar em quais campos de criação o seu projeto se encaixa. Isso ajuda com que o seu projeto apareça nas buscas, que se baseia em tags.

Nessa etapa você também pode dar algumas informações como quais programas você usou para executar o projeto, se existem mais pessoas envolvidas no processo etc.

Nessa mesma etapa, há uma aba chamada “Discoverability”. Nela você pode acrescentar tags e aumentar ainda mais a chance do seu projeto ser encontrado.

Depois de preencher tudo, clique em “Publish”. Pronto, o seu primeiro projeto está disponível no seu portfólio Behance.

Repita a operação com os seus demais projetos.

Para enviar o seu portfólio, basta copiar o link que está no navegador quando você está no seu perfil. Ele será algo como http://www.behance.net/seunome.

Se você quiser personalizar essa URL, é muito simples. Clique no botão no canto superior direito, como indicado na imagem abaixo. Clique em configurações de conta.

como fazer um portfólio

Abrirá uma página com algumas configurações sobre a sua conta. Entre elas, a que nos interessa agora: URL do Behance.

Clique em “Editar”, troque pela URL que você desejar e clique em “Aplicar”.

Pronto! Agora você tem uma URL personalizada para enviar o seu portfólio para quem você quiser! 😀

Dicas para um bom portfólio

Seja honesto ao fazer o seu portfólio.

Já aconteceu de eu receber portfólios com peças que não haviam sido produzidas pelo candidato. Ou que o trabalho feito havia sido muito pequeno.

Por exemplo, uma foto adquirida na busca do google, com um tratamento simples e o logo de uma marca famosa aplicada sobre a imagem.

A prática de peças fantasmas é muito legal e bastante recomendadas. Porém, faça isso com propriedade.

Peças fantasma são peças criadas para clientes fictícios ou marcas famosas para dar uma encorpada no portfólio.

Você tem toda a liberdade, por exemplo, pegar o logo da Rock Content, criar um anúncio superlegal, como se nós tivéssemos te contratado, para colocar no seu portfólio.

Existem casos, inclusive, de pessoas que fizeram isso e foram, posteriormente, contratados por grandes marcas como Coca-Cola ou Nike para trabalhos reais.

Mas se você vai usar a marca da Red Bull em um anúncio fantasma, faça algo no nível da Red Bull. 😉

Não use ilustrações feitas por outros artistas, a não ser que seja em uma parceria, onde o seu trabalho seja parte importante do layout como um todo.

Por exemplo, em um trabalho que une tipografia, diagramação e usa uma ilustração como apoio, faz sentido essa peça estar no portfólio se foi feito por você um bom trabalho de tipografia e diagramação.

Ou seja: use apenas material original no seu portfólio.

Em projeto mais conceituais, explique o seu trabalho usando um texto de apoio.

No InDesign, Illustrator ou Behance, é bem fácil colocar um texto de apoio junto da peça.

Faça bom proveito do seu portfólio

Independentemente do tipo de portfólio que você decidiu adotar, todos eles têm a mesma finalidade: mostrar os seus trabalhos.

Uma vez que você está expondo os seus trabalhos, esteja pronto para elogios e críticas.

No Behance, os outros usuários podem curtir os seus projetos e até comentar. Mas enviando um portfólio em PDF por email, nada impede que o receptor responda dando feedback sobre o que você enviou.

Goze dos elogios e use as críticas como combustível para aperfeiçoar.

E tenha boas maneiras ao criticar os trabalhos alheios!

A plataforma Behance é usada por profissionais sérios e raramente você receberá um feedback apenas esculachando o seu projeto. Os profissionais tentam se ajudar, apontam falhas e dão possíveis soluções e opiniões válidas. Faça o mesmo, quando for criticar ou elogiar um projeto.

Não seja leviano. Tenha opiniões embasadas e, se não souber o que falar, talvez seja melhor ficar quieto. Boas maneiras nessas redes podem render bons amigos, contatos profissionais e parcerias. 😉

Espero ter ajudado com esse passo tão importante que é a criação de um portfólio! Caso haja alguma dúvida, opinião, crítica, elogio e/ou sugestão, deixe aí nos comentários! Um abraço!

marketing no linkedin ebook

formatos de imagem

Todos os formatos de imagem explicados e avaliados para você

Na hora de cuidar das redes sociais da sua empresa, você pode acabar se atrapalhando com os formatos de imagem: BMP, TIFF, JPEG, GIF, PNG, PDF, EPS, SVG, qual é o melhor? Descubra no nosso artigo!

As imagens são os conteúdos mais divulgados nas redes sociais (72,4%) e os que mais geram engajamento (40,8%), segundo a pesquisa Social Media Trends 2017.

Ou seja, mais cedo ou mais tarde, vai surgir a necessidade de criar imagens para suprir sua estratégia de Marketing Digital — seja durante a customização de um template, seja para as redes sociais, ou para a criação de um ebook.

E é nesse momento que nos deparamos com diversas siglas esquisitas não fazem muito sentido numa primeira olhada. Sabe, aquelas que vem no fim do nome do arquivo e parecem não fazer diferença?

MAS FAZEM!

São os diferentes formatos de imagens.

Na verdade, as siglas são as extensões correspondentes aos formatos. E é sobre isso que eu vou falar hoje.

Mas antes, você precisa entender o que é formato e o que é tipos de imagem.

Tipos de imagem

Inicialmente, vamos entender que — assim como já foi visto no nosso post exclusivo sobre design gráfico — existem dois tipos de imagens, digitalmente falando:

Bitmap e vetor.

Não confunda formatos com tipos! Esses dois tipos de imagens serão abordadas neste artigo sobre formatos de imagens. Eles possuem algumas diferenças e afetam diretamente a forma como são utilizados.

Bitmap

Também conhecido como “mapa de bits”(tradução literal) ou imagem rasterizada (do inglês raster) esses são os tipos de imagens mais comuns.

Bitmaps são, literalmente, um mapa de bits. Isso significa que a imagem é formada por diversos pontos minúsculos (pixels).

A cada um desses pixels é designada uma cor e, através de coordenadas X e Y, esses pixels de cores distintas são posicionados em uma malha e, assim, formam uma imagem.

Fotos são bitmaps.

Veja o exemplo:

formatos de imagem

Vetores

São imagens que se baseiam em polígonos formados por pontos. Estes pontos são interpretados pelo computador levando em conta as suas distâncias.

Sendo assim, os vetores são infinitamente escaláveis. Você pode aumentar um vetor o quanto quiser pois não há perda de resolução no processo.

formatos de imagem

Imagem vetorial

Vetores apresentam uma quantidade de detalhes menor que o bitmap pelas suas limitações, porém existem artistas que desenvolveram técnicas usando vetores que aproximam os gráficos de fotos reais, como no exemplo:

formatos de imagem

Agora que sabemos a diferença entre estes dois tipos de arquivos, vamos aprender sobre os diferentes formatos de imagem.

Quais são os formatos de imagem?

BMP

O significado desta sigla é, literalmente, bitmap.

Na década de 90 encontrava-se muitas imagens com a extensão “.BMP” na internet. O problema é que as taxas de compressão dos arquivos BMP são muito baixas, o que faz com que os arquivos fiquem muito pesados (para que a imagem não perca resolução).

Sendo assim, não recomendamos o uso deste formato.

TIFF

Também pode ser encontrado como apenas TIF, este formato de imagem é muito utilizado para arquivos que vão ser impressos.

Por ser um formato muito versátil (mantém a resolução, possibilita com páginas e camadas, etc), é também um formato bastante pesado.

Não indicado para o uso digital.

JPEG

Ou apenas JPG, esse é o mais famoso dos formatos utilizados digitalmente. Sua taxa de compressão ajustável é o que encoraja a sua utilização nos meios digitais.

Através dessa possibilidade, você pode equilibrar qualidade/tamanho da imagem.

Ainda assim, mesmo no mínimo de compressão mínima, o tamanho do arquivo não fica tão grande (se for uma imagem pequena, que é o ideal para a internet).

São altamente recomendadas para os meios digitais, porém não possuem o canal alpha (transparência).

GIF

A sigla significa Graphics Interchange Format (formato para intercâmbio de gráficos) e, a princípio, foi o primeiro formato de imagens com alta taxa de compressão (reduzindo sensivelmente o tamanho das imagens e possibilitando um download mais rápido).

Popularizou-se por possuir a tecnologia interlaced, que possibilita que a imagem seja carregada gradualmente. Sendo assim, o usuário poderia interromper o carregamento tendo apenas parte da imagem carregada.

Outro fator que encorajou muito o uso dos GIFs nos primórdios da internet foi a possibilidade de se ter imagens com o fundo transparente (canal alpha) e também por poder ser uma mídia não estática.

Os GIFs possuem uma limitação de cores: apenas 256 cores. Isso faz com que imagens muito complexas percam muitos detalhes.

Nos dias de hoje, GIFs são praticamente um sinônimo para animações. Este formato possibilita que diversas imagens sejam exibidas em sequência, gerando um clipe sem áudio.

formatos de imagem

Imagem em gif

GIFs animados apresentam uma altíssima taxa de engajamento, sejam os seus GIFS engraçados e memes, sejam ele um infográfico animado, como esse.

Recomendamos muito que sejam utilizados na sua estratégia de marketing digital. Produza animações exclusivas, tomando cuidado com a quantidade de detalhes e cores.

Aprenda a fazer os seus próprios GIFs clicando aqui.

GIF estático X GIF animado

Como já foi dito, o GIF é um formato de imagem bem versátil que, quando foi criado, apresentava possibilidades inovadoras para a época, tornando-o bem popular em toda a internet!

Com a evolução dos meios de transmissão de dados, a internet ficou mais rápida e as imagens no formato GIF estáticas ficaram muito datadas.

Queremos imagens nítidas e detalhadas, e a limitação de 256 cores dos GIFs fez com que as imagens nesse formato caíssem em desuso.

Por mais que elas possibilitem transparência (canal alpha), essa transparência tem muitas limitações e apresentam serrilhamentos (quando os pixels ficam muito expostos e parece que existe um erro na imagem). Logo, quando precisamos de imagens estáticas com transparência, usamos PNG.

Seria essa a morte do GIF? Definitivamente não!

A versatilidade do GIF fez com que ele continuasse forte na internet, por possibilitar animações!

Suas animações são apresentadas em aproximadamente 15 frames por segundo (ou seja, 15 imagens exibidas a cada segundo). Essa velocidade faz com que as limitações de cores dos GIFs não sejam tão perceptíveis (ou simplesmente não incomodem tanto).

Além do que, por mais que a qualidade não seja incrível e os movimentos não sejam tão fluidos, o carregamento é muito rápido. Ou seja, uma coisa compensa a outra, e o GIF animado continuou popular.

PNG

Podemos dizer que o PNG é como um GIF 2.0.

A sigla significa Portable Network Graphics.

Em 1995 o algoritmo de compactação do GIF (LZW) foi patenteado. Assim sendo, a Adobe investiu na criação de um novo formato que pudesse substituir o GIF e, porque não, torná-lo ainda melhor.

O PNG — embora não suporte animações — apresenta diversas vantagens em relação ao GIF.

  • Possui uma variação de cores infinitamente maior que a dos GIFs (que é de apenas 256 cores)
  • Também possui o canal alpha adicional, possibilitando inclusive variações de opacidade o que evita imagens serrilhadas e expande as possibilidades de aplicação da imagem.
  • Utiliza um algoritmo de compactação muito eficiente, gerando imagens de altíssima qualidade e um tamanho razoável para os padrões atuais de internet.

Este é, atualmente, o formato mais indicado para se utilizar em suas estratégias digitais por ter um tamanho em bits adequado e manter a qualidade das imagens altíssima!

PDF

A sigla significa Portable Document Format (arquivo de documento portátil) e foi criado pela Adobe em 1993.

Havia a necessidade de um tipo de arquivo universal, que funcionasse independentemente do software que havia sido usado para a sua execução, do sistema operacional, de sua resolução e tamanho.

PDFs são muito versáteis pois podem armazenar bitmaps, vetores, textos, podem ter diversas páginas, entre outras inúmeras funções.

Recomendamos que PDFs sejam utilizados nas seguintes situações:

  • Arquivos para impressão;
  • Manuais de marca (arquivo onde contam o seu logo e todas as explicações e considerações sobre o mesmo);
  • Ebooks.

guia definitivo do blog corporativo

EPS

Significa Encapsulated PostScript.

Também foi desenvolvido pela Adobe, mas foi posteriormente substituído pelo PDF.

Recomendamos o seu uso apenas para armazenar gráficos vetoriais com cores sólidas (sem gradientes). Na dúvida, use PDF. 😉

SVG

A sigla significa Scalable Vector Graphics.

Formato livre (sem vínculos com qualquer empresa), o SVG é um formato vetorial que pode ser reconhecido pela maior parte dos navegadores web modernos. Sendo assim, você pode usar esse formato no seu website, blog etc.

Outra função interessante do SVG é que ele pode ser animado através de programação em HTML 5.0.

Este formato tem se popularizado de forma rápido por seu tamanho ínfimo e a sua escalabilidade infinita.

Recomendamos o uso deste formato em casos onde você esteja trabalhando com o logo da sua empresa, ícones dentro de um site e animações em HTML5.0.

Redes sociais ainda não suportam o upload deste formato.

O que é canal alpha?

Depois de usar algumas vezes esse termo no conteúdo, lembrei que talvez nem todos saibam o que raios é canal alpha.

Tampouco saibam o que são canais.

Então, aqui vai uma explicação mais completa:

Imagens digitais apresentam três canais de cores: vermelho (R), verde (G) e azul (B). Estas são as três “cores luz” que os nossos olhos identificam.

As telas de computadores emitem essas três cores e, através de sua fusão e alteração de intensidades, vemos também as outras cores.

Um arquivo de imagem digital, portanto, possuem essas três cores em sua composição.

Porém, existe um canal extra que, como foi explicado posteriormente, não é suportado por todos os formatos de imagens. Este é o canal extra alpha.

O canal alpha nada mais é do que um quarto canal onde você pode ter transparência. Ou seja, a ausência (ou opacidade) da informação de cor.

Isso possibilita o uso de uma imagem em cima de outra, sem que haja um retângulo em volta da imagem.

Escolha os formatos mais eficientes

Avalie quais formatos são mais interessantes para a sua estratégia!

Acredito que com o conteúdo deste artigo, você poderá otimizar o desenvolvimento do material gráfico da sua empresa utilizando os formatos ideais para cada ocasião.

Deixei algum formato de fora da lista? Algum dado importante não foi citado? Houve alguma dúvida? Deixa aí nos comentários, que eu vou responder o mais rápido possível.

Até a próxima!

Tamanho de imagem nas redes sociais

glossário de design gráfico

Glossário de Design Gráfico: para saber pedir o job da forma certa!

Necessários para qualquer estratégia de marketing, os designers gráficos são seres excêntricos e muitas vezes se comunicam usando aparentemente uma língua própria, que só eles compreendem.

Logo, se você quer se comunicar bem com um designer, é bom ficar por dentro de alguns termos que fazem parte do universo do design.

Um fato curioso é que, por serem termos completamente comuns no dia a dia de um designer, alguns destes profissionais simplesmente não entendem que algumas pessoas “leigas” no assunto não sabem o que significam certos termos.

Então aqui vai um completo glossário de design gráfico com uma lista com os termos mais recorrentes no dia a dia destas criaturas tão pitorescas!

Índice:

 

A

 

A2/A3/A4/A5

São formatos de papel.

  • A4 é o famoso formato ofício (chamado em alguns lugares de papel/folha sulfite).
  • A3 é o dobro de um A4.
  • A5 é a metade de um A4.
  • A2 é o dobro de um A3.

E assim sucessivamente.

Adobe

Empresa líder em softwares gráficos. Desenvolve os famosos Photoshop, Illustrator, InDesign, Premiere, Illustrator, entre outros.

After Effects

Software de animação/manipulação de vídeo da empresa Adobe. Com ele você pode fazer desde textos deslizando na tela até helicópteros sendo destruídos por meteoritos em chamas vindo do espaço.

Alinhamento

Organização dos objetos em uma tela (canvas).

Objetos podem ser alinhados à direita, esquerda ou centralizados. Objetos podem ser alinhados também usando outros objetos como referencial.

glossário de design gráfico

Alpha

É um canal “extra” (além dos canais de vermelho, verde e azul) nas imagens digitais que representam transparência. Isso significa que uma imagem com canal alpha pode ter partes onde o que houver atrás dela fica aparente.

Os formatos mais comuns que suportam essa camada são GIF e PNG.

Altura “X”

É a medida que representa a altura (eixo X) de um elemento gráfico (imagem, fonte, objeto, etc).

Pode ser dado em diversas unidades de medidas, como centímetros, milímetros, polegadas, pixels, etc.

Arial

Família de fontes sem serifa criada em 1982 pelos designers Robin Nicholas e Patricia Saunders. Essa fonte está disponível para qualquer usuário de Windows desde sua versão 3.1 e foi criada para que não remetesse a nenhuma emoção, completamente neutra.

Muito parecida com a consagrada fonte Helvetica.

glossário de design gráfico

Art Noveau

Movimento artístico muito importante no design gráfico, pois implementou a xilogravura (impressão utilizando uma matriz feita de pedra) que permitiu que cartazes com ilustrações detalhadas fossem impressos em grandes tiragens pela primeira vez.

glossário de design gráfico

Cartaz de um dos expoentes da Art Noveau, Alphonse Mucha

Animação

Técnica onde imagens são exibidas em velocidade rápida em um curto espaço de tempo para darem noção de movimento a elementos gráficos.

Autodesk

Empresa que desenvolve diversos softwares gráficos como a poderosa ferramenta 3D Maya, a também ferramenta 3D 3Ds Max e o famosíssimo software para arquitetura e engenharia AutoCad.

B

Base

Base é a parte de baixo de um objeto, fonte ou layout.

Bevel and Emboss

Efeito que pode ser aplicado em fontes ou objetos, dando a impressão de que são tridimensionais. A maioria dos softwares gráficos (como Photoshop) gera esse efeito automaticamente.

Pela facilidade com o que é aplicado, acabou sendo mal usado nos anos 90 e hoje em dia o seu uso exacerbado pode ser visto como mau design, logo, seja cuidadoso ao usar esse efeito.

glossário de design gráfico

Bitmap (BMP)

Traduzindo literalmente: mapa de bits. Que é exatamente o que uma imagem digital é!

Quando temos uma imagem digital, se ampliarmos (zoom) a imagem bastante, teremos vários quadrados, certo? Esses quadrados são chamados de pixels.

Esses pixels são organizados em linhas e colunas para formarem uma imagem coerente.

E é isso que chamamos de bitmap: uma série de pequenos quadradinhos organizados em um grande espaço, como se fosse um mapa onde cada quadrado tem o seu lugar pré estabelecido para, no fim, gerar uma imagem coerente.

Blender

Poderosa ferramenta 3D completamente gratuita e de código livre. Faça download no site oficial clicando aqui.

Blur

Efeito de desfoque.

Existem diversos tipos diferentes de desfoque, como o desfoque gaussiano (gaussian blur) ou o desfoque de movimento (motion blur).

Bold (negrito)

Alteração da fonte original que deixa a letra mais espessa. Usado para destacar parte mais importantes do texto.

Brand

Não é o logotipo, símbolo ou marca gráfica. Brand é a essência da marca. Está mais relacionado ao sentido lúdico  e conceitual representado por uma marca,

Por exemplo, a Coca Cola não representa refrigerantes, sucos, e outras bebidas industrializadas. A coca cola representa um estilo de vida feliz e otimista.

Briefing

É um documento usado como guia de um projeto de design. Neste documento são especificados pontos básicos sobre o projeto, otimizando o tempo e reduzindo a chance de erros e refações.

Saiba mais sobre o assunto e aprenda a criar um briefing incrível clicando aqui.

Brush

Ferramenta encontrada em diversos softwares gráficos, o brush geralmente simula pincéis.

Programas como o Photoshop e Illustrator permitem a customização de brushes, onde é possível usar qualquer grafismo como um brush, gerando a repetição do mesmo e adicionando texturas ao trabalho final.

C

Canvas

É o nome dado a área de trabalho em um software gráfico. Pode também ser chamado de tela (tradução literal) ou palco.

CMYK

Escala de cores utilizada para impressão.

Sempre que vamos trabalhar com uma imagem que será impressa (e não apenas usada digitalmente), devemos trabalhar com a escala CMYK

CMYK significa: ciano, magenta, amarelo e preto.

Quando vamos imprimir uma imagem — se não forem utilizadas cores especiais como dourado, prateado, cores fluorescentes, etc — todas as cores vistas no impresso são resultado da mistura destas quatro cores.

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Cinema 4D

Mais um poderoso software 3D. A Adobe disponibiliza a versão light deste software junto com o seu software de animação, o After Effects.

Circulo Cromático

É uma representação simplificada das cores percebidas pelo olho humano.

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Código hexadecimal

É o código da cor para os padrões web, escrito com o sinal de sustenido (#) seguido de seis dígitos. Exemplo:

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Conceito

Quando estamos falando de design, falamos imediatamente de conceito.

Uma peça gráfica sem conceito é apenas arte. Sendo assim, conceito é o que dá ao grafismo uma significância, um motivo.

O conceito é desenvolvido e estabelecido antes da criação da peça gráfica, pois é o conceito que vai guiar toda essa criação.

Através do conceito, podemos saber que cores usaremos, que tipo de fonte, que tipo de ilustração, quais as melhores referências.

Conformidade/Coesão

Harmonização entre os elementos de uma peça gráfica de forma consciente. As coisas fazem sentido e possuem uma relação dentro de um layout.

Cores Complementares

São cores que apresentam o maior contraste entre si. Ficam em lados opostos no círculo cromático.

Pela definição de Michel Eugene Chevreul, no século XIX, a cor complementar de uma matriz é aquela que mais absorve seu espectro.

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Cropar

Verbo neológico baseado na ferramenta “crop”, presente na maioria dos softwares gráficos.

Essa ferramenta serve para recortar um pedaço específico de uma imagem, onde perde-se toda informação fora da seleção dessa ferramenta.

Sendo assim, cropar nada mais é do que “cortar uma imagem”.

Curvas

Quando dizemos que queremos um logo em curvas, isso significa que queremos o logo vetorizado.

D

DPI

Do inglês “dot per inch”, traduz-se literalmente como “ponto por polegada”.

Logo, essa propriedade de uma imagem bitmap determina a quantidade de pontos presente em uma polegada. Isso está diretamente relacionado à resolução da imagem.

Uma imagem, para ser impressa em uma qualidade aceitável, deve estar em 300dpi.

Para uso digital, 72dpi são o bastante.

Design

Resolução e criação de soluções para problemas que necessitam de um projeto onde o resultado final será um produto dotado de conceito, forma e utilidade.

O Design tem diversas vertentes.

Se o problema a ser resolvido demanda uma solução gráfica, como, por exemplo, existe um evento e necessita-se de uma peça de divulgação, o design a ser aplicado é o design gráfico.

Se o problema a ser resolvido demanda um objeto que vai auxiliar em uma atividade, como, por exemplo, uma cadeira com especificidades especiais para atender uma necessidade ergonômica e ainda agregar valores estéticos em sua forma e cor para que participe da composição de um ambiente, então temos aplicado o design de produto.

Se o problema a ser resolvido envolve uma área espacial interna de uma edificação, como, por exemplo, uma sala de estar que precisa ser bem iluminada pela luz natural, precisa ser arejada, precisa alocar uma mesa de 6 lugares e um suporte para livros, então temos aplicado o design de ambientes.

Para problemas relacionados a vestuários, temos o design de moda.

Para problemas relacionados a internet, temos o web designer.

Etc.

Designer

Profissional que estuda e aplica o design.

Diagramação

Atividade que consiste na organização e distribuição de informações textuais e imagens em uma página pré estabelecida.

Uma boa diagramação resulta em uma página com boa legibilidade — independente da quantidade de texto -, bem estruturada e equilibrada visualmente.

Drop shadow

Efeito visual que simula um sombreado automatizado pela maioria dos softwares gráficos.

Ele funciona de forma simples, apenas duplicando a forma original com um deslocamento (que pode ser configurado) e um efeito de desfoque para dar a impressão de sombreamento.

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E

Entrelinhas

Espaço entre duas linhas de texto.

Extensão (de arquivo)

Tipo de arquivo. Geralmente é representado por uma sigla que vem logo depois do nome do arquivo.

F

Fibonacci

Número de Fibonacci fazem parte da sequência de Fibonacci, que é uma sequência numérica onde o próximo número da sequência é a soma dos dois últimos números: 1, 1, 3, 5, 8, 13, 21, 34, 55, 89, 144…

Essa sequência é conhecida como a lei de proporção encontrada na natureza, proporção essa chamada de proporção áurea ou proporção de ouro.

Entenda melhor vendo o vídeo abaixo:

Flat design

É um design mais simplista que utiliza formas com cores chapadas, sem sombreamentos e degradês.

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Fonte

São diferentes tipos de letras.

Encontre os melhores sites para fazer download de fontes grátis clicando aqui.

Formato

  1. Tamanho de um arquivo.
  2. Extensão de um arquivo.

Frame

A tradução literal do inglês é “moldura”, mas em design existe outro significado.

Quando trabalhamos com vídeos/animações, o que vemos é uma grande quantidade de imagens em sequência com pequenas variações entre elas, dando a sensação de movimento. Cada uma dessas imagens é chamada de frame.

Assim sendo, frame é a menor parte de um vídeo/animação.

FPS

Sigla que significa “frame per second” (frame por segundo) é a propriedade de um vídeo/animação que determina a quantidade de imagens que vão variar a cada segundo de um vídeo/animação.

Essa propriedade também pode ser chamada de “frame rate”.

Veja abaixo um comparativo entre animações em 15 frames por segundo, 30 fps e 60 fps.

Fps Test

Futura

Desenvolvida em 1927 por Paul Renner, Futura é uma das mais consagradas e influentes famílias de fonte existentes. Ela é geométrica e sem serifa.

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G

Gestalt

Termo em alemão que significa “forma”. Contudo, no design gestalt é um complexo estudo psicológico onde, resumidamente, percebemos a unidade de vários elementos através de 6 leis básicas:

  1. Semelhança
  2. Proximidade
  3. Continuidade
  4. Pregnância
  5. Fechamento
  6. Unidade

Geração de alternativas

Etapa do projeto de design onde o designer rascunha ideias variadas para chegar em algo que possa ser “lapidado” para vir a ser o produto final.

Geralmente essas alternativas são aprovadas com o cliente para que não se perca tempo trabalhando no refinamento de um projeto que desagrade o solicitante.

GIF

A sigla significa “Graphic Interchange Format”. É um famoso tipo de arquivo que pode ser animado e possui canal alpha (transparência).

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Meu próprio auto-retrato animado no formato GIF

Gotham

Família de fonte desenvolvida em 2000 pelo designer americano Tobias Frere-Jones. Ficou famosa por ter sido por alguns anos a fonte oficial usada nas campanhas da Coca-Cola. É uma fonte geométrica e sem serifas.

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Gráfico

  1. Imagem de qualquer espécie.
  2. Forma de representação de dados numéricos com o suporte de imagens a fim de facilitar a interpretação/compreensão destes dados.

Gradiente

É quando temos a transição gradativa e suave entre cores. Degradê.

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Grid

Malha dividida em linhas e colunas utilizada para organizar e delimitar um espaço gráfico.

Ajuda a organizar e harmonizar peças gráficas, principalmente em casos onde grandes blocos de texto devem ser distribuídos pela página.

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Pode clicar para ver maior 🙂

 

H

Helvetica

Possivelmente a mais importante, mais utilizada e mais cultuada família de fontes já criada.

Foi desenvolvida em 1957 pelo suíço Max Miedinger e é uma fonte sem serifas.

Veja abaixo alguns logotipos onde a Helvetica foi aplicada.

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HTML

HyperText Markup Language.

Linguagem de programação básica usada na internet.

HTML 5.0

Upgrade mais recente do HTML que permite funções de interação avançadas, como animações geradas por códigos.

I

Illustrator

Software de imagens vetoriais líder de mercado desenvolvido pela Adobe.

InDesign

Software de diagramação líder de mercado desenvolvido pela Adobe.

Infográfico

É um produto gráfico destinado à explicação de dados de forma clara e simplificada.

Saiba mais sobre infográficos clicando aqui.

Itálico

Forma estilizada de uma fonte, onde as letras ficam ligeiramente inclinadas.

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J

Java

Uma das linguagens de programação mais utilizadas no mundo possibilita diversas funcionalidades de interação.

JPG/JPEG

A sigla significa Joint Photographic Experts Group.

Essa extensão possibilita salvar imagens bitmap com alta resolução em tamanhos mais compactos. Esse formato não possui camada alpha (um dos motivos que garante um tamanho de arquivo menor).

K

Kerning

É o ajuste da distância entre duas letras.

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L

Largura Y

É a largura de um objeto, texto ou documento.

Layer

Em português, camada.

Layers possibilitam aos designers trabalhar com imagens sobrepostas, facilitando na edição e manipulação de imagens.

A grande maioria de softwares gráficos tem suporte para layers.

glossário de design gráfico

Layout

Layout é um termo amplamente usado no design gráfico pois “criar layouts” é uma das maiores funções de um designer. Layout é nada além do produto final de um design gráfico. É a arte.

Linha do tempo

Também muito chamada por sua tradução em inglês — timeline —, a linha do tempo é utilizada em vídeos e animações. É na linha do tempo que as cenas são organizadas ou objetos são animados.

A linha do tempo é um espaço horizontal onde você consegue visualizar, editar e manipular diferentes objetos ou clipes, conseguindo visualizar as suas variações no tempo.

glossário de design gráfico

Linhas guia

Também chamadas pelo nome em inglês (guidelines), são linhas “imaginárias” que você cria no seu layout para ter referenciais de alinhamento. Essas linhas geralmente são de cores bem destacadas, para que não se confundam com o seu layout e que não aparecem no resultado final.

glossário de design gráfico

Logo

Em sua essência, a palavra logo vem do grego logos, que traduzindo para o português é “significado”.

Em comunicação/design, logo é o símbolo pelo qual a sua marca/empresa/negócio é reconhecida.

glossário de design gráficoLogomarca

Muito embora possa ser encontrado nos dicionários da língua portuguesa, o termo não é usado nas línguas que criaram o ofício/ciência do design. Logo e marca tem o mesmo significado e serem utilizadas juntas geram uma redundância.

O termo é amplamente utilizado entre publicitários, mas não é nada bem visto entre os designers.

Logotipo

Quando um logo possui um suporte de texto, chamamos o símbolo total de logotipo. É a união de um logo e um texto. Veja no exemplo abaixo o logotipo do Facebook.

glossário de design gráfico

M

Marca de corte

Em produtos gráficos impressos, as marcas de corte são pequenas linhas criadas para delimitar onde o layout vai ser cortado para evitar aquela moldura branca em volta do papel.

Maya

Poderosa ferramenta de modelagem e animação 3D desenvolvida pela AutoDesk.

Montagem

É a sobreposição de imagens recortadas com o fim de gerar um resultado diferente através da fusão de imagens originais.

glossário de design gráfico

Motion graphics

É uma categoria específica de animação que anima gráficos. É um tipo de animação bastante simples, que manipula os objetos de forma mais limitada, onde os movimentos baseiam-se em rotações, escalagem, reposicionamento etc.

N

Negrito

Forma estilizada de uma fonte onde elas são mais espessas. São usadas em caso onde necessitam maior destaque.

Em inglês o termo equivalente é “bold”.

O

Opacidade

É a propriedade que objetos possuem de ter transparência. Sendo assim, um objeto pode ter transparências variadas, podendo ficar parcialmente visível em um layout através do controle de opacidade.

glossário de design gráfico

P

Pantone

Empresa que detém o sistema de cores mais utilizado e mais confiável do mundo.

A escala de cores Pantone dá códigos a mínimas variações tonais entre cores e garante que, uma vez você escolhendo certo código, a cor escolhida será impressa sempre com a mesma tonalidade.

glossário de design gráficoPath

São as linhas criadas pela pen tool.

Pathfinder

Opção encontrada em softwares vetoriais, permite que você force interações entre dois objetos. Com essa ferramenta, você pode soldar duas formas, cortar uma forma em relação a outra, fatiar formas etc.

glossário de design gráfico

Pen Tool

Uma das maiores amigas do designer — encontrada na maioria dos softwares gráficos — a pen tool (ou simplesmente caneta) permite ao profissional desenhar ponto a ponto. Você clica em um ponto inicial e o ponto seguinte vai se comportar de acordo com o ponto inicial.

Essa ferramenta é muito utilizada também para fazer o recorte preciso de fotos.

glossário de design gráfico

Photoshop

Mais tradicional e mais utilizado software gráfico do planeta. Desenvolvido pela Adobe.

Pixel

É a menor unidade de uma imagem digital.

Pixelado/pixelizado

É quando uma imagem excede a sua resolução e deixa os pixels aparentes.

glossário de design gráficoPNG

A sigla significa Portable Network Graphics. É um tipo de imagem bitmap com uma excelente taxa de compressão apresentando uma ótima resolução final.

É uma espécie de evolução do formato GIF (sem a opção de animação) pois mantém a opção da camada alpha.

Premiere

Ferramenta de edição de vídeos da Adobe.

Proporção Áurea

É a proporção que usa a sequência de fibonacci. Essa proporção foi batizada assim pois pode ser facilmente encontrada na natureza.

Entenda melhor assistindo o vídeo abaixo.

PSD

Arquivos nativos do programa Photoshop.

R

Raster

O mesmo que bitmap.

Rasterização

A conversão de imagens vetoriais em bitmap.

Refile

É o ato de cortar um impresso nas marcas de corte a fim de dar acabamento ao produto final.

Resolução

A qualidade de uma imagem, geralmente estabelecida pela quantidade de pixels contidas em cada polegada.

Respiro

É o espaço deixado entre os elementos em um layout, para deixarem a arte mais limpa e equilibrada.

S

Sangria

Quando o designer trabalha com um layout para fins de impressão, ele deve fazer a arte com um tamanho levemente maior que o produto final.

As marcas de corte delimitam o tamanho final da arte, mas essa sobra existe para evitar que haja um espaço de papel em branco em um dos lados da arte caso o refile não seja preciso.

glossário de design gráficoSans serif

Tipos de fonte que não possuem serifa.

Serifa

Característica principal de fontes serifadas. É uma pequena extensão nas extremidades das letras.

glossário de design gráfico

Stroke

Linha ao redor de um objeto ou fonte.

Dica: evite usar stroke em fontes.

glossário de design gráfico

T

Template

Layout pré-definido e muitas vezes customizável.

Thumbnail

Versão em miniatura de uma imagem ou vídeo.

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TIF

Formato de imagem raster geralmente utilizado em casos onde necessita-se de uma imagem com resolução alta devido a sua baixa compressão.

Timeline

Vide linha do tempo.

Tratamento de imagem

O ato de corrigir detalhes em uma imagem. Um tratamento pode ser uma simples correção de cores e luminosidade, até um retoque de pele, retirando marcas, imperfeições, clareando dentes etc.

glossário de design gráfico

Topo

A parte de cima de um layout ou objeto.

U

UX

Sigla que significa User Experience (experiência do usuário). Um designer UX é o responsável pela usabilidade de plataformas de interação como sites e aplicativos.

glossário de design gráfico

V

Vetor

Um vetor nada mais é do que um ponto. Esse ponto é visto pelo software gráfico como uma coordenada. Se você liga vários pontos, no fim você terá uma forma. O computador processa apenas estes pontos, o que consome muito menos memória do computador, consequentemente gerando um arquivo muito mais leve.

Por serem pontos distribuídos em um espaço, isso faz com que imagens vetoriais sejam infinitamente escaláveis sem perder resolução, uma vez que não importa o quanto você estique uma imagem vetorial, o computador continua analisando os pontos, apenas aumentando a distância entre eles.

Imagens vetoriais geralmente tem uma aparência mais simplificada, flat.

Vetorizar

É o ato de redesenhar manualmente uma imagem raster em um software vetorial.

glossário de design gráfico

 

Certamente vários termos ficaram de fora deste glossário.

Se você é designer, deixe nos comentários qual ou quais termos você sentiu falta!

Se você não é designer e tem dúvida em relação a um dos termos citados ou a respeito de algum que não foi listado, conta pra gente também!

Se quiser saber mais sobre design gráfico, clique aqui e saiba tudo sobre o assunto!

Até a próxima!

Primeiros passos no marketing digital

designer gráfico

Designer gráfico: como contratar ou se tornar um profissional qualificado para o mercado?

Uma vez que você está lendo esse artigo, permito-me concluir que você possui um par de olhos em funcionamento — a não ser que faça uso de leitores de tela para cegos.

Sendo assim, sendo agraciado pelo sentido da visão, o design gráfico está presente bem aqui. Alí. Acolá.

Quase todos os lugares para onde o seu olho estiver apontado nessa tela emitindo luz na sua frente (e em boa parte do mundo físico fora dela) possui design gráfico aplicado.

Essa premissa inicial poderia já ser o bastante para expressar a importância do design gráfico no mundo, mas infelizmente nem sempre é dada ao design a sua devida importância.

Vê-se muito no mercado – principalmente em empresas menores – pessoas pouco qualificadas exercendo a função de designer gráfico (designer é aquele que executa o design). Mas um design bem feito, por um profissional que sabe o que está fazendo, tem uma eficiência muito maior.

De acordo com um estudo realizado pela Ethos3 – We Live In A Visual World – apontou que:

  • 90% da informação enviada ao cérebro é visual;
  • Recursos visuais são processados pelo cérebro 6 mil vezes mais rápido;
  • O ser humano retém, em média, 80% do que vê, 20% do que lê e 10% do que ouve;
  • Conteúdos visuais estão 40 vezes mais suscetíveis a serem compartilhados nas redes sociais que os demais tipos de conteúdo.

Viu como é muito importante ter um material gráfico bem feito?

Está interessado em ser um guerreiro dos pixels?

Um artista de vanguarda disfarçado de empreendedor?

O cara mais cool e antenado do escritório?

Ou você quer contratar esse profissional para melhorar a forma que as pessoas veem a sua empresa?

Vamos te explicar tudo o que você precisa saber para mergulhar de cabeça no mundo do design gráfico!

Além disso, saiba também:

Aprenda tudo sobre Marketing Digital

Este guia completo vai ensinar para você tudo sobre marketing digital e como aplicá-lo.


O que faz um designer gráfico?

Desenhos legais no computador, certo?

Errado!

O designer gráfico é responsável pela criação, desenvolvimento e manutenção de estratégias do marketing e de produção de conteúdo para apoiar os produtos e outras metas.

Do conceito à execução, esse profissional vai ajudar a melhorar a experiência do usuário, trazendo vida à marca e mantendo a sua mensagem consistente em todos os canais.

A maior responsabilidade de um designer se dá pelo fato de que ele faz  “a cara” da marca.

Tudo o que é visto pelo público foi feito por um designer.

E cabe a ele manter essa aparência condizente com as necessidades e linguagem da persona, estabelecendo uma comunicação clara e objetiva.

  • O designer vai analisar necessidades;
  • Pesquisar referências;
  • Definir as diretrizes para os projetos: metodologia, cores, fontes, estilos, formatos, etc;
  • Executar a criação dos materiais gráficos: ícones, imagens, panfletos, folders, banners, posters, revistas, livretos, ebooks, ilustrações, infográficos, animações, sites, templates, apresentações, etc;
  • Se certificar de que há conformidade entre todos esses materiais (o público deve bater o olho no material e reconhecer a marca)
  • Manter-se atualizado para que os materiais sigam estilos que sejam bem aceitos pelo público.

Vamos explicar melhor cada um desses tópicos abaixo.

Análise de necessidades

Suponhamos que você contrate um designer e a sua primeira tarefa para o mesmo seja:

  • Precisamos divulgar o nosso produto. Faremos isso através de panfletos.

A primeira tarefa do designer não é a de criar o tal panfleto. É a de analisar se esse panfleto é de fato necessário.

Será um panfleto a melhor alternativa de divulgação para a sua marca?

Uma pesquisa bem feita pode indicar que, na verdade, panfletos serão apenas um grande desperdício de dinheiro e que o retorno será muito pequeno em relação ao custo que vai gerar.

Essa mesma pesquisa pode indicar que a melhor estratégia para divulgar a sua marca/produto seja a criação de uma página no Facebook, que gera ZERO de custo em impressão.

Esse é um papel importantíssimo do designer.

Ele não apenas executa. Ele também opina e orienta, embasado em dados.

Cabe também ao contratante dar ouvidos ao designer. Não trate o designer como “o cara que desenha no computador”. Ele tem conhecimentos que vão muito além disso e podem ajudar você a economizar muito dinheiro!

Pesquisa de referências

Pesquisar referências faz parte do dia a dia do designer.

As informações voam na velocidade da internet (que é muito mais rápida que a luz) e o designer precisa estar antenado a tudo o que está acontecendo.

Qual é a cor da moda? Qual é o estilo de ilustração que tem sido usado? Qual é o novo código que está ajudando as grandes marcas a gerarem milhões em receitas?

O designer possivelmente sabe responder (ou pelo menos sabe onde encontrar respostas) para todas essas perguntas.

Diretrizes

Para gerar a tão esperada conformidade entre os materiais desenvolvidos, regras precisam ser determinadas.

A primeira é a metodologia. Metodologias ajudam a otimizar tempo. Não existe uma receita de bolo no design, mas ter padrões pré estabelecidos para executar tarefas facilita e agiliza o dia a dia do profissional.

O designer também deve definir as cores e as fontes que vão representar a empresa. Ter uma paleta de cores pré estabelecida e usar sempre as mesma tipografia, são fatores primordiais na hora de fortalecer a sua marca.

O estilo que a marca vai adotar para se comunicar com a persona também é papel do designer. As imagens serão fotos reais? Ilustrações? Essas ilustrações vão ser coloridas e com efeitos? Ou vão ser mais minimalistas e com cores chapadas? Pesquisas e testes feitos pelo designer vão ser ferramentas para estabelecer essas regras de estilo.

Quais formatos serão utilizados? Imagens estáticas são mais fáceis e rápidas de serem feitas, mas animações e vídeos podem ter um grande poder de engajamento nas redes sociais. O designer também define esses formatos e inclusive a frequência de produção de cada um desses materiais.

Execução

Essa é a parte mais operacional do design gráfico e é considerada, pelos mais desavisados, como a única função real dos designers.

É aqui que a mágica acontece. Os desenhos no computador são feitos nessa etapa.

Mas é bom lembrar de que nem todo designer é desenhista (ou ilustrador, como gostam de ser chamados).

Na verdade, muitos desse materiais exigem do designer conhecimentos específicos e poucos designers no mercado são polivalentes o bastante para dar cabo de todas elas.

Podemos encontrar designer que são excelentes ilustradores, mas que não saber nada de web design ou animação.

Via de regra, em quanto mais áreas o designer atua, mais alto o seu valor de mercado.

Conformidade

Cabe ao designer verificar se os materiais executados estão “conversando entre si”. Essa conformidade visual faz com que o público reconheça a marca à primeira vista.

Atualização

Designers devem ser atentos a tudo o que acontece. Sendo nas áreas de tecnologia, na área da moda, sobre cultura pop… tudo isso influencia num bom design e na potência de conversão do mesmo.

Quanto ganha um designer gráfico?

Segundo survey da Love Mondays, a média de salário de um designer gráfico gira em torno de R$ 2.303 por mês. O salário pode variar de R$ 600 (provavelmente estágio ou part time) a R$ 14.550.

Esta estimativa salarial tem base em 928 salário(s) postados por funcionário(s) no Love Mondays para este cargo.

Quais as qualificações necessárias para ser designer gráfico?

Para se trabalhar como designer existe aqui um ponto fora da curva. Não necessariamente você precisa ter graduação formal/acadêmica na área.

Graduação é um belo diferencial, mas experiência de trabalho na área (como in-house ou agência, por exemplo) pode ser o suficiente.

Caso você tenha um portfólio matador que justifique a sua contratação e deixe claro que você vai conseguir trazer boas soluções paras as demandas diárias de design, não é a ausência de um diploma que vai te prejudicar.

Sendo assim, ter um portfólio é primordial para concorrer a essa vaga;

O mínimo que será esperado de você é a criação de imagens estáticas para transmitir mensagens rápidas à persona e gerar engajamento com o mesmo.

Contudo, existem algumas habilidades que podem destacar você na multidão.

Quais as habilidades que um Designer Gráfico deve ter?

  • Ter noções de web design e design de experiência, sabendo lidar com a criação de peças gráficas que sejam responsivas para mobile, tablet, desktop e oferecem uma experiência ao usuário compatível com as três telas;
  • Ilustração e noções de animação, podendo trabalhar com motion graphics em projetos de vídeo, gifs animados e infográficos;
  • Modelagem 3D;
  • Diagramação e tipografia;
  • Dominar ao menos os três principais programas da Adobe Creative Suite (Photoshop, Illustrator e InDesign) ou outras tecnologias similares;
  • Conhecimento de programação em HTML, CSS e JavaScript.

 

Como contratar um designer gráfico?

Encontrar designers competentes, experientes e polivalentes não tem sido uma tarefa fácil, principalmente se você não pode oferecer ao seu profissional um salário competitivo.

Por salários inferiores você conseguirá um estagiário dedicado, mas sem muita experiência.

Logo, para atrair o profissional adequado para dar cabo das demandas geradas pela sua marca, deve haver um equilíbrio entre as habilidades do candidato e quanto você pode pagar a ele.

Veja abaixo o nosso template para a contratação de um designer gráfico.

Template e descrição da vaga

DESIGNER GRÁFICO

O designer gráfico é responsável pela criação e manutenção de estratégias do marketing e de produção de conteúdo para apoiar o produto e outras metas do marketing.

Do conceito à execução, esse candidato melhorará a experiência do nosso usuário, trazendo vida à nossa marca e mantendo nossa mensagem consistente em todos os canais.

RESPONSABILIDADES:

  • Colaborar com o marketing e com o marketing de produtos para apoiar o design do site e dos outros diversos canais da empresa (blog, redes sociais, etc);
  • Ajudar a trazer novas ideias de design e de produção de conteúdo para o time através da sua experiência e expertise na área;
  • Criar templates para aumentar a eficiência do nosso time de marketing em suas rotinas de redes sociais, blog, email e outros canais;
  • Gerenciar outras necessidades do design, como apresentações, detalhes gráficos e outros.

REQUISITOS:

  • Graduação ou experiência de trabalho na área;
  • Experiência como um designer in-house ou agência. É necessário ter um portfólio para concorrer a essa vaga;
  • Essa posição exige a criação de peças gráficas para nosso time web que sejam responsivas para mobile, tablet, desktop e oferecem uma experiência ao usuário compatível com as três telas;
  • Ser um expert no Adobe Creative Suite ou outras tecnologias similares;
  • Conhecimento de HTML, CSS e JavaScript é um grande diferencial;
  • Certificação em marketing de conteúdo.

 

Análise de currículo e portfólio

Nessa etapa você deve separar o joio do trigo. Analise friamente os dados contidos no currículo.

As habilidades, aptidões e experiência são compatíveis com a vaga disponível?

Depois disso, analise muito bem os portfólios, pois — no caso dos designers — ele conta muito mais que um currículo. Temos diversos casos onde profissionais práticos apresentam portfólios muito melhores do que o de profissionais com ensino formal. Não tenha preconceito.

Com conhecimento de design ou não, você deve ter uma compreensão sobre a sua própria marca e sobre a sua persona. Analisando o portfólio você vai conseguir identificar se o profissional em questão possui uma linguagem que vai agregar valor à sua marca e vai se comunicar com a sua persona de forma clara e objetiva.

Tarefa pré-entevista

Você recebeu diversos currículos e portfólios, certo? Esperamos que sim. Agora é a hora de selecionar os seus favoritos e pedir aos candidatos um teste técnico para que as habilidades que te encantaram no currículo e portfólio sejam aplicadas às suas reais necessidades.

A complexidade da tarefa deve ser condizente com o cargo. Não faz sentido pedir à um candidato a vaga de estágio em design a mesma tarefa solicitada a candidato a vaga de designer pleno.

Tenha em mente qual o tipo de trabalho o seu futuro designer deve executar e a importância deles na sua estratégia.

Dê ao candidato um prazo justo para a execução das tarefas. Você quer um designer bom e veloz, claro, mas essa agilidade pode ser medida mesmo com um prazo um pouco mais extenso.

Uma vez em que ele não está acostumado com as suas diretrizes e estratégias, explique tudo muito bem e dê tempo o bastante para que ele crie algo satisfatório.

Analisando o teste técnico você vai notar se a arte foi feita às pressas ou se foi feita com esmero e dedicação.

Uma semana é um prazo honesto.

Na hora de elaborar o teste técnico, certifique-se que o que está sendo pedido foi muito bem explicado.

Dar várias opções ao designer também é uma boa estratégia. Mas lembre-se de estipular uma tarefa em comum para todos, isso facilita a análise.

Sendo assim, envie aos candidatos um email seguindo o exemplo abaixo:

 

Olá, xxxx! Parabéns!

Recebemos muitas candidaturas para nossa vaga de Design e você foi um dos selecionados para a próxima etapa.

Para a próxima fase pediremos, então, que você realize um pequeno exercício técnico.

Um dos nossos maiores desafios é criar imagens para [fins específicos] que gerem engajamento e uma alta taxa de conversão. Portanto, sua missão é criar duas artes:

1. OBRIGATÓRIO

Imagem A

Deve ser entregue no formato de X x Y (especifique a unidade de medida) em (especifique resolução em dpi) em (especifique o formato).

Recomendamos uma breve pesquisa nos nossos materiais para que a sua criação fique alinhada ao nosso padrão visual. (deixe o link para acessar os materiais, caso não haja, dê referências e explique o que você espera das artes)

2. ESCOLHA UMA DAS OPÇÕES A SEGUIR

a) Imagem B

Deve ser entregue no formato de X x Y (especifique a unidade de medida) em (especifique resolução em dpi) em (especifique a extensão).

Essa imagem será usada para (explique a utilidade da imagem). Mais uma vez, fique atento ao nosso padrão visual.

b) Imagem C

Deve ser entregue no formato de X x Y (especifique a unidade de medida) em (especifique resolução em dpi) em (especifique a extensão).

Essa imagem será usada para (explique a utilidade da imagem). Mais uma vez, fique atento ao nosso padrão visual/criação livre.

O público-alvo é formado por pessoas (defina o seu persona).

Conteúdo

O conteúdo é por sua conta, pois acreditamos no seu potencial de criação e pesquisa / Especifique o conteúdo a ser utilizado.

Nossa marca vetorizada se encontra nesse link/anexa.

A entrega poderá ser feita até às XXhXX do dia XX/XX, próxima xxxx-feira. Quando estiver tudo pronto, você deve enviar a imagem para os seguintes e-mails: xxxxx@nomedaempresa.com, yyyyy@nomedaempresa.com e zzzzz@nomedaempresa.com.

 

Quando receber os teste práticos, faça uma análise cuidadosa das peças recebidas e então, selecione os candidatos que passarão para a próxima etapa da entrevista presencial.

Entrevista presencial: faça as perguntas certas

Na entrevista presencial, algumas perguntas são chavões. Mas durante o processo de seleção de um designer gráfico, algumas perguntas são imprescindíveis.

Pergunte sobre o processo de trabalho do candidato

Organização é algo importante em qualquer carreira.

No design especificamente, o conceito de metodologia é muito básico e é introduzido logo no início de qualquer curso.

Mesmo que o candidato não tenha ensino formal, ele provavelmente já ouviu falar disso e possui os seus métodos próprios de trabalho.

Por mais que você não entenda nada de design, se o candidato for capaz de explicar o método dele, explicando rapidamente as suas etapas e deixando claro como é que ele faz uma ideia se tornar o projeto gráfico, então ele tem uma boa metodologia de trabalho.

Prazo x Qualidade

Dê ao candidato uma ocasião hipotética onde ele tenha um grande volume de trabalho e um prazo curto.

Ele pode escolher entre duas opções:

  • a de entregar todo o trabalho no prazo estipulado, mas sacrificando a qualidade do produto final por não ter tido tempo para esmiuçar e desenvolver todos os detalhes;
  • ou então o de entregar apenas parte do trabalho, mas com uma qualidade mais próxima do que considera o ideal.

A resposta correta varia de acordo com o que a cultura da sua empresa considera como primordial.

Pergunte sobre experiências anteriores

Se o candidato já tem experiência no mercado, deixe-o falar a respeito.

Isso vai ajudar numa análise sobre como ele se relaciona no trabalho, como ele pensa enquanto trabalha, possíveis falhas e/ou acertos cometidos em outras empresas e até mesmo perceber que ele não se deu bem em algum emprego passado por uma simples incompatibilidade de cultura, mas que cairia como uma luva na seu time. 😉

Faça perguntas mais técnicas

Se você possui conhecimento de design, ou se tiver uma equipe de design já formada com um gestor definido, não hesite em fazer perguntas técnicas.

Faça perguntas sobre fontes, sobre a importância de alinhamentos, hierarquia de informações, pesos e medidas.

Pergunte sobre habilidades especiais como ilustração, animação ou modelagem tridimensional.

Coloque o candidato na fogueira se constar no currículo do mesmo que ele tem domínio avançado sobre alguma ferramenta.

Isso tudo vai esclarecer diversos pontos:

  • O candidato foi honesto ao fazer seu currículo?
  • O candidato de fato domina tudo o que ele diz dominar?
  • Ele tem habilidades técnicas para compartilhar?
  • Ele admitiu não ter conhecimento sobre algo mas demonstrou-se disposto a aprender?

Ao fim dessa entrevista, certamente você estará apto a escolher o melhor candidato para a vaga disponível, equilibrando os resultados do teste técnico, do portfólio e do quão o candidato se encaixa na cultura da empresa.

Qual a importância de um Designer Gráfico para a minha empresa?

O designer é um profissional criativo, mas muito metódico e racional. Muitos pensam que a sua função é apenas a de embelezar as coisas, mas design tem muito também a ver com método e processo.

O designer gráfico então, não só vai criar belas peças gráficas, mas vai também desenvolver uma conformidade entre todas elas, criando padrões e regras que darão força para a sua marca e que vão ajudar na otimização dos processos.

Tudo fica mais rápido, prático, bonito e funcional com a presença de um designer competente.

Ter um bom designer ajuda a sua marca a se destacar de forma consciente. Imagens e elementos gráficos passam a ser parte da sua estratégia baseando-se em teorias comprovadas, e não em achismos.

Entendeu como é importante ter um designer gráfico no seu time e como o trabalho desse profissional é extremamente complexo e importante? Ótimo! Ainda não ficou claro? Leia esse artigo que conta tudo sobre design gráfico no marketing de conteúdo.

E se você quer procurar bons profissionais dessa área ou até mesmo conseguir oportunidades de trabalho em marketing, vendas e design, não deixe de conhecer o RockJobs!

designer gráfico

infográfico

Aprenda o que é e como fazer um Infográfico incrível!

Como fazer um infográfico do zero pode parecer uma tarefa assustadora, não é mesmo?

Entretanto, recomenda-se muito que as pessoas enfrentem seus medos para tornarem-se pessoas melhores.

Filosofias à parte, a criação de infográficos é de fato uma tarefa bastante trabalhosa e pode “amedrontar” até designers mais experientes.

Sendo designer ou não, se você veio até esse post é por ter algum interesse em infográficos, certo?

E através dele, vamos entender um pouco mais sobre o formidável mundo das informações auxiliadas por imagens, como criá-las e como elas podem ajudar nas suas estratégias de marketing digital.

Mas, antes de você aprender como fazer um infográfico, entenda a fundo os seguintes pontos:

O que é um infográfico?

Infográficos são dados/informações apresentados com o auxílio de recursos visuais. Sabe quando você explica algo, nota que não foi bem compreendido e pergunta ao interlocutor:

– Entendeu ou quer que eu desenhe?

Pois bem, se a pessoa não entendeu, o próximo passo será o desenvolvimento de um infográfico.

Simples assim. Sempre que usamos imagens para explicar dados, temos um infográfico.

Na prática, vemos infográficos em diversos meios de comunicação presentes no nosso dia a dia. No jornal que lemos durante o café da manhã, nos noticiários, livros e principalmente, na internet (em ebooks, sites e redes sociais).

A internet é feita de informações e quando a informação que desejamos transmitir não é tão atrativa, ou apresenta uma nível de complexidade um pouco maior, infográficos são a saída perfeita para informar e atrair a atenção do usuário.

Quais são os tipos de Infográficos?

Com a vastidão de novas mídias que surgem no mundo digital todos os dias, infográficos também tomam novas formas e novas plataformas.

Isso nos possibilita explorar diversos recursos para a melhor transmissão da informação.

Basicamente, existem três tipos de infográficos: estáticos, animados e interativos.

Infográficos estáticos

Muito embora sejam os infográficos mais facilmente encontrados, isso não significa que a sua execução seja menos trabalhosa.

Quando o infográfico é apenas uma imagem estática, torna-se ainda mais desafiador expressar e definir as informações.

Os dados precisam ser bem organizados e, geralmente, existe bastante informação textual nos infográficos estáticos.

Veja o exemplo:

como fazer um infografico

Este infográfico foi feito para explicar a complexidade do porta aviões britânico Queen Elizabeth. Para isso, o próprio navio foi ilustrado para que cada parte fosse explicada.

Note que em partes internas, o corte do navio foi ilustrado ou então uma foto do interior acompanha a informação de texto.

Infográficos assim precisam ser muito bem organizados para que não fiquem confusos. As fontes, os espaçamentos e respiros devem ser muito equilibrados.

Muitos detalhes para se preocupar.

Infográficos Animados

Um recurso muito utilizado são os infográficos animados. Neles, pela mobilidade, as informações podem ser mais bem divididas e organizadas.

Tomando o infográfico do porta-aviões como exemplo, se fosse animado em forma de vídeo, todo o conteúdo de texto poderia ser substituído por locução.

As partes do porta avião poderiam ser mostradas em etapas lineares.

Recursos de animação em 3D poderiam ser utilizados para mostrar o interior do navio, por exemplo.

Tudo isso facilitaria a compreensão do conteúdo final.

O problema são as dificuldades técnicas na execução desse material.

Profissionais que dominam animação e modelagem 3D são caros e um infográfico com um nível de complexidade muito alta pode custar bastante dinheiro.

Porém, infográficos animados não precisam ser assim tão complexos. Veja o exemplo:

Nesse vídeo infográfico, a locução explicativa é aliada aos recursos visuais animado para explicar o crescimento das redes sociais.

Neste exemplo de como fazer um infográfico, o tema é o mesmo, mas dessa vez sem locução, apenas dados escritos para serem lidos, auxiliados pela animação.

 

como fazer um infografico

como fazer um infografico

 

Os exemplos acima (feito pelo incrível site de infográficos Pictoline) são gifs animados que explicam temas diversos.

Gifs geram alto engajamento em redes sociais.

Saiba mais sobre como fazer Gifs clicando aqui.

Infográficos interativos

Esse tipo de infográfico também exige um nível técnico avançado, uma vez que envolverá, além de animações, conhecimentos de programação.

O infográfico deve ser manipulável pelo usuário, de forma que ele consiga “passear” pelas informações do infográfico por conta própria.

A revista SUPERINTERESSANTE – que é uma sumidade no quesito – tem alguns infográficos interativos excelentes, como o que pode ser acessado clicando aqui.

Por que fazer um infográfico?

Por quê eles são extremamente eficazes e por isso você deve aprender a como fazer um infográfico!

Um estudo realizado pela Ethos3 — We Live In A Visual World — apontou que:

  • 90% da informação enviada ao cérebro é visual;
  • Recursos visuais são processados pelo cérebro 6 mil vezes mais rápido;
  • O ser humano retém, em média, 80% do que vê, 20% do que lê e 10% do que ouve;
  • Os infográficos podem aumentar o tráfego do seu site em 12%;
  • Nos últimos 5 anos as buscas no Google por infográficos aumentaram 25 vezes;
  • Conteúdos visuais está 40 vezes mais suscetível a ser compartilhado nas redes sociais que os demais tipos de conteúdo.

Além disso, os infográficos são atrativos, intuitivos, as informações são absorvidas mais facilmente, oferecem mais de um ponto de entrada para informações (isto é, proporciona uma leitura não linear), ficam na memória, são auto explicativos, são extremamente compartilháveis e possuem um incrível potencial de gerar engajamento.

Quais são os recursos visuais utilizados?

Para a criação de infográficos, alguns conceitos visuais devem ser compreendidos.

Infográficos usam linguagens visuais distintas com a finalidade de transmitir informações de maneira clara e rápida.

Entenda quais são e quando usar estas linguagens:

  • Linguagem verbal

Utilizamos a linguagem verbal quando a representação gráfica/imagética de um dos itens do infográfico se torna muito complexa ou simplesmente menos eficiente.

Ao invés de correr o risco de tentar representar algo com uma forma que pode ser mal interpretada ou não compreendida, usa-se a palavra correspondente e isso pode ser texto escrito ou falado (no caso de um vídeo-infográfico com locução).

Esse recurso é utilizado quando o que se deseja representar é muito amplo ou abstrato. Ao contrário do que se pensa, não é por ser um infográfico que tudo nele precisa ser imagem.

Comumente utiliza-se linguagem verbal em títulos, legendas, blocos de textos, valores e quantidades (entre outras informações numéricas).

Ao utilizar essa linguagem, evite textos muito longos.

Em infográficos, textos tem a função de auxiliar a compreensão, e não a de passar a mensagem completa.

Se não, não seria um infográfico, mas sim uma página de livro com figuras.

  • Linguagem Esquemática

Nessa categoria podemos encontrar elementos que representam conceito abstratos como setas indicando direções, elementos que indiquem movimento (como linhas usadas para indicar que um objeto está se movendo, como o exemplo que segue).

como fazer um infografico

Também se enquadram nessa categoria elementos como gráficos, tabelas, diagramas, linhas, etc.

  • Linguagem Pictórica

A linguagem pictórica abrange representações mais literais de objetos concretos do mundo físico.

Podem ser representações fotográficas e realistas (como no exemplo dado do navio) mas também podem ser representações ilustrativas bem sintéticas e icônicas.

como fazer um infografico

É importante lembrar de que, quando falamos de representações visuais, principalmente nas menos literais, deve-se tomar muito cuidado pois pessoas diferentes interpretam coisas diferentes.

Essas interpretações são influenciadas por diversos fatores, como diferença cultural e o próprio contexto.

Isso significa que não devemos nos valer dos nossos próprios valores e tomá-los como absolutos.

Se você mostrar um ícone que representa uma borboleta para alguém e essa pessoa disser que, para ela, aquilo lembra um motor de carro, você deve repensar a imagem que você escolheu para representar a sua borboleta.

Agora que já sabemos disso tudo, mãos à obra.

Como fazer um infográfico?

1. Foco

A função do infográfico é a de informar algo. Definir sobre o que é que você quer informar é obviamente o primeiro passo.

Além do tema, defina a sua persona. Defina os seus objetivos. Defina a linguagem que você vai utilizar. Faça o escopo completo do seu infográfico.

2. Pesquisa

É hora de fazer um trabalho concreto de pesquisa para ter dados que vão nortear o seu infográfico.

Não cabe a este post render muito no assunto da pesquisa, mas fica aqui a dica de que é muito importante ter certeza da procedências das suas fontes.

Passar informações duvidosas através de qualquer meio pode arruinar a imagem da sua marca.

Alguns bons canais de informações confiáveis são os seguintes sites:

  • Banco Mundial
  • IBGE
  • Séries estatísticas: Aqui você encontra séries históricas e estatísticas divulgadas pelo IBGE.
  • OMS (Organização Mundial da Saúde);
  • WTO (Organização Mundial do Comércio);
  • Google Data: Aqui você encontra indicadores do desenvolvimento mundial.

3. Seleção

Tendo a sua pesquisa feita e toda a suas informações reunidas, é hora de peneirar.

Avalie e selecione as informações que melhor explicam o seu tema escolhido.

Faça cruzamento de dados, de uma forma que no fim você consiga passar toda a informação que deseja.

O objetivo é selecionar e não resumir um punhado de informações.

4. Redação, revisão e correção

Agora é hora de organizar o conteúdo, já pensando na estrutura do seu infográfico.

O que de fato vai pro seu infográfico final. Revise e corrija possíveis erros.

5. Rascunho

Faça um rascunho do seu infográfico já organizando as informações no formato escolhido.

Rascunhe as imagens, colocando-as nos espaços onde ficarão no produto final.

Organizar as coisas agora facilita os trabalhos que vem a seguir.

6. Execução

Hora de construir a nossa bela peça informativa e visual. Para isso, alguma ferramenta de edição gráfica se fará necessária. A seguir, algumas recomendações.

6.1. Ferramentas

  • Programas gráficos da Adobe: se você tem conhecimentos de design, usar photoshop, illustrator ou indesign (ou, por quê não, os três trabalhando juntos) é a primeira opção desta lista. A adobe é líder de mercado e, mesmo que você não saiba operar os softwares mas estiver disposto a aprender, tutoriais ensinando a utilizar essas ferramentas podem ser facilmente encontrados no youtube. Os programas são pagos, mas você pode usá-los gratuitamente por 30 dias. O download pode ser feito no site oficial da empresa.
  • Freepik: esse site grátis de imagens é uma mão na roda para qualquer designer. Se você fizer a busca “infográfico” neste site, diversos templates prontos para download surgirão. Aqui você também pode fazer download de ícones, ilustrações e fotos. Ou seja, tudo que é necessário para a criação de um infográfico. A manipulação desses arquivos adquiridos nessa página demandam conhecimento em softwares gráficos como os citados no ítem anterior.
  • Canva: ferramenta online e totalmente gratuita pra quem não é designer (se bem que até designers experientes também usam o canva, por sua versatilidade e qualidade). Aqui pode fazer peças gráficas de alta qualidade facilmente. Esse site também oferece diversos templates para manter os seus designs harmônicos e organizados. Na sessão Bloggings & Ebooks existe uma opção chamada Infographics. Nela você terá diversas opções para customizar o seu próprio infográfico. Brinque sem medo!
  • Visme: ferramenta online gratuita bastante intuitiva e de fácil utilização especializada na criação de infográficos.
  • Infogr.am: mais de 1 milhão de infográficos já foram feitos com essa ferramenta que permite a criação de gráficos, tabelas e ícones descolados. A inconveniência é que, tendo o seu trabalho pronto, você só consegue o arquivo final se tiver a conta PRO, que é paga.
  • Piktochart: essa ferramenta funciona como um tutorial passo a passo. Vai te guiando enquanto você desenvolve o seu infográfico. A sua utilização é gratuita, mas também é possível uma assinatura para que dá acesso a funcionalidades diferenciadas.
  • Venngage: essa poderosa ferramenta gratuíta conta com inúmeros templates de infográficos para serem editados com interessantes opções de customização.

Com todas essas ferramentas, ficará muito fácil fazer o seu infográfico.

A seguir daremos algumas dicas de design para que o seu infográfico se diferencie em meio a tantos outros.

6.2. Dicas de design

  • Cuidado com a hierarquia das informações.
  • Trabalhe com uma família de fontes bem completa com variações de peso. Isso ajuda a destacar pontos importantes e facilita na leitura e compreensão dos dados. Evite usar mais de três fontes diferentes. Saiba onde fazer o download de fontes clicando aqui.
  • Escolha o melhor estilo gráfico para o seu infográfico. Em alguns casos, ícones mais sintéticos serão mais apropriados. Em outros, ilustrações mais realistas ou até fotos passarão melhor as informações. O importante é que os elementos escolhidos ajudem a identificar o que é o que no seu infográfico. Diversos sites para download de imagens aqui e aqui.
  • Não se esqueça de adicionar o seu logo. Como o seu infográfico vai ficar incrível, muitos vão querer copiá-lo. Não há problema em que outros sites e blogs publiquem o seu infográfico, contanto que dêem a ele os devidos créditos. E isso muitas vezes não acontece. Logo, é interessante inclusive adicionar o seu logo em marca d’agua em cima do infográfico, para que a sua marca não possa ser apagada em algum software gráfico.

Gostou do nosso passo a passo? Então confira também o nosso infográfico metalinguístico de como fazer um infográfico!

7. Divulgação e conversão

Seu infográfico está pronto e agora é hora de mostrá-lo ao mundo.

Toda aquela informação sintetizada em forma de imagem vai agora informar milhares de pessoas.

Mas para isso, o seu infográfico deve ser devidamente divulgado.

É muito interessante usar estratégias que ajudem o seu infográfico a gerar tráfego e leads.

Escrevendo um artigo sobre o assunto do infográfico é uma forma interessante para atrair visitas, por exemplo.

Você pode usar o infográfico para explicar uma parte específica do conteúdo ou simplesmente para resumir o assunto geral com menor profundidade.

Publique o seu infográfico nas suas redes sociais, com links direcionando para o seu artigo.

Se o seu infográfico for bastante complexo, você pode usá-lo para adquirir leads.

Libere um teaser (parte do infográfico) e use-o para atrair o visitante para uma landing page onde ele vai poder baixar o infográfico completo em troca do seu email.

Disponibilize um código embedável (embed code) para caso queiram republicar o seu infográfico. Isso gera backlinks e mantém o seu infográfico sempre atrelado ao seu site. Isso demanda um pouco de conhecimento em programação html, mas uma rápida pesquisa no google te dá ferramentas que geram embed codes.

Infográficos valem a pena?

Por mais que possa ser um pouco mais trabalhoso do que os demais materiais, infográficos possuem um potencial de transmissão de mensagens as vezes muito superior à o de um texto corrido.

Na verdade, alguns assuntos são muito mais bem esclarecidos se forem “desenhados”. Além disso, a sua assimilação é de fato muito rápida e o potencial de viralização de um infográfico é muito grande (se o seu infográfico tratar de um assunto relevante para um segmento e se for muito bem feito).

São diversas as vantagens de se investir um pouco mais de tempo em um material que vai dar visibilidade e credibilidade à sua marca, além de gerar tráfego e leads.

E tudo isso pode ser feito com ferramentas gratuitas disponibilizadas na internet.

Se você já criou algum infográfico, ou tem algum exemplo que deseja mostrar, deixa pra gente nos comentários.

Espero que esse artigo tenha sido útil para você aprender a como fazer um infográfico e espero ver vários infográficos criados por vocês nos comentários. Ah, e não deixe de conferir nosso infográfico sobre a Jornada do Cliente, tanto para tirar ideias quanto para entender como o consumidor vai chegar até o seu negócio!

E se quer aprender mais sobre marketing digital, conheça os cursos da Universidade Rock Content!

universidade rock content

Qualquer dúvida, estou a disposição. Um abraço!

 

como criar um logotipo

Como criar um logotipo: o guia completo

O logotipo, ou apenas logo, é uma representação visual, composta de símbolos e palavras, que tem como objetivo identificar uma marca específica.

Chamado de logo, logotipo, marca e até mesmo do polêmico – e equivocado – termo ¨logomarca¨, aquele desenho que representa uma marca é parte importantíssima de qualquer estratégia de marketing.

O logotipo é um signo de identificação. É através dele que o público vai identificar o seu produto e/ou serviço em meio a tantos outros.

Acho que não preciso me alongar tanto para deixar claro que cuidado na criação de um logotipo é imprescindível, não é?

O que poucos sabem (ou dão importância) é que, por trás da criação de um logo, existe um trabalho extenso de pesquisa, um desenvolvimento que parte de pressupostos teóricos do design e da psicologia, envolvendo semiótica, cor, composição, conceito, etc.

Para isso, um designer leva um bom tempo para chegar ao símbolo ideal, que seja bonito e funcional para a necessidade específica do cliente.

Entretanto, se o custo desse profissional excede o seu orçamento, daremos aqui algumas dicas para ajudar você a criar um logo que seja eficiente e resolva o seu problema em um primeiro momento.

Essas dicas podem servir também para entender como é o processo de criação de um logo.

Às vezes contratamos um designer e não fazemos ideia de como um logo é concebido, e saber desses passos pode inclusive ajudar você a ser mais claro e alinhar melhor as suas ideias com as do profissional, tendo um resultado muito mais satisfatório.

É importante lembrar que não existe uma “receita de bolo” para se criar um logotipo, Cada designer tem o seu método. Daremos aqui então um panorama geral sobre como criar um logotipo.

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Seja simples

Primeiramente, devemos entender que o logo deve ser simples.

O logotipo é uma representação gráfica da sua empresa e isso deve ser sintetizado de forma que ele seja facilmente identificado, sem informações desnecessárias.

Logotipos muito enfeitados, cheios de elementos e efeitos transmitem uma sensação de desorganização.

Você não quer que a imagem da sua empresa seja essa, certo?

Como pode ser visto melhor nesse artigo, logotipo é quando unimos o ícone que dá a cara da sua marca ao título/nome da mesma.

Isso significa que o seu logotipo é metade “desenho” e a outra metade texto.

E algumas vezes, além do nome da sua marca, algum texto de apoio ou slogan é adicionado. Sendo assim, essa simplicidade também deve ser mantida na escola da fonte que vai escrever esse texto.

Perceba que “fonte” foi citado no singular. Usar mais de uma fonte em um logo não é recomendável.

Uma tipografia uniforme no seu logotipo gera conformidade visual, as coisas combinam melhor e você grava na memória visual do seu cliente o nome da sua marca escrita naquela fonte específica.

E isso faz toda a diferença.

Pense por exemplo na Coca-cola, Adidas, Disney… Todas os logos dessas marcas tem em comum uma tipografia que nos faz identificar de pronto o produto.

Até quando a fonte é usada para escrever outra coisa.

como criar um logotipo

Fonte: http://bit.ly/2ccXEcJ

Muitas fontes misturadas confundem. Mantenha-se simples!

Pesquisa

Parte importantíssima da criação de um bom logotipo, a pesquisa é primeiro passo.

Já ouviu dizer que “nada se cria, tudo se copia”?

Não é exatamente assim que as coisas são, mas ter boas referências é essencial para criar um logotipo interessante.

Primeiro, pense nos logos que você mais gosta. Aqueles logos que você bate o olho e sabe exatamente do que se trata.

Exemplos como Nike, Coca-Cola e Apple são sempre citados uma vez que é indiscutível que essas marcas são líderes de mercado em seus segmentos e facilmente reconhecidas pelos seus logotipos, certo?

como criar um logotipo

como criar um logotipo

como criar um logotipo

Vamos tomar por base o logo da Coca-Cola. Veja abaixo uma comparação entre a evolução do logotipo dessa marca e de sua principal concorrente através dos anos.

como criar um logotipo

Nota-se que há inclusive uma certa semelhança entre o primeiro logo da Pepsi (de 1898) e o primeiro logo impresso em um rótulo de Coca-Cola (em 1900).

Mas percebam que o logo da Coca-Cola passou apenas por breves ajudes e manteve-se quase o mesmo por todos estes anos — salvo a estratégia maluca de 1985 em que a empresa mudou completamente a sua marca em uma estratégia que muitos dizem ter sido toda feita por envolver uma alteração na famosa fórmula do refrigerante.

Enquanto isso, a Pepsi adotou as suas famosas cores — vermelha e azul — 50 anos após a criação do primeiro logotipo, que foi modificado diversas vezes.

Quem é a líder de mercado? A Coca-Cola.

Porém, esses exemplos são extremos. Marcas famosas que atingiram a excelência através de muitos anos de mercado. Sendo assim, pesquise também outras referências.

Pesquise os seus concorrentes

Existem empresas/marcas que oferecem o mesmo (ou quase o mesmo) que você? Quais são os benchmarks?

Tenha o logotipo dessas empresas como referência.

Não os copie, mas analise os elementos usados, as cores, e tente criar algo que faça com que o seu logotipo se diferencie, chame mais atenção e seja mais bem resolvido que os concorrentes.

Conheça a sua persona

Públicos diferentes demandam logos diferentes. Faça uma análise detalhada sobre o tipo de persona que a sua marca deseja atingir.

Pesquise os logotipos das marcas que a sua pesona mais se identifica. Você pode fazer isso com uma pesquisa verbal, conversando com amigos que se enquadram no perfil da sua persona, perguntando nas suas redes sociais, criando formulários.

Colete esses dados para direcionar melhor o resultado final do seu logotipo.

Não sabe o que é persona? Temos esse artigo explicando em detalhes o que é!

E se você preferir outra forma de conteúdo, o Peçanha gravou o vídeo a seguir explicando tudo o que você precisa saber sobre esse conceito:

Já sabe o que é persona mas tem dificuldade em criá-la? 

Clique aqui e use a ferramenta gratuita Gerador de Personas para criar a da sua empresa!

gerador de personas

Pesquise tendências

Após ficar por dentro do que os seus concorrentes estão fazendo, se atualize sobre o que tem sido feito em relação ao design. Design é algo que está em constante modificação.

O que era feito nos anos 90 é completamente diferente do que foi feito nos anos 2000, que é diferente do que é feito hoje.

Logo, pesquisar logotipos feitos hoje em dia e tomá-los como referência previne que você crie algo antiquado ou muito fora dos padrões atuais.

Pode parecer uma boa ideia fazer algo fora dos padrões para se destacar facilmente, mas dessa forma você associa a sua marca a algo muito antiquado ou “brega”, sem cuidado com a identidade visual, o que é péssimo.

Lembrando também que não há apenas “uma tendência” vigente. Tendências coexistem, se mesclam, se dividem.

Aposto que você vai encontrar o melhor estilo para representar a sua marca. Pense no que tem mais a ver com o que você quer passar para o seu público sobre você mesmo.

Separei alguns bons sites para buscar referências de belos designs de logo para você conferir:

Lembrando que alguns destes sites são especializados em logotipos, mas outros são de referências de design em geral.

Se você souber mais algum site legal de referências, não deixe de contar para a gente nos comentários!

Conceito

Com todo esses dados recolhidos durante a pesquisa, é hora de conceituar o seu logo. O que raios é isso?

Conceituação nada mais é do que determinar o que o seu logo vai passar através de suas formas.

Isso pode parece muito subjetivo, mas ter um conceito fechado pode resultar em um logotipo que expresse – mesmo que sutilmente – o serviço prestado.

Um bom exemplo de logo com um conceito muito bem pensado é o logo da empresa americana FedEx.

O conceito da sua marca deveria remeter ao seu serviço de entrega de correspondências e encomendas. Veja:

como criar um logotipo

como criar um logotipo

Poucos notam que existe uma seta no espaço em branco entre as letras “E” e “X”.

Essa seta representa que as coisas saem de um lugar e vão para outro, além de representar dinamismo e agilidade.

Outro detalhe importante desse logotipo é que todas as letras estão conectadas. Perceba que não há espaço entre elas, nem mesmo entre o “d” e o “E” de cores diferentes.

Isso mostra que o conceito da empresa é o de conectar pessoas através do seus serviços.

Parece até que foi por acaso, mas acredite, não foi. Algumas vezes o acaso ajuda, mas quando se pensa antes nesses detalhes, o trabalho fica muito mais fácil.

Esboço

Pesquisa feita, conceito fechado. É hora de encarar a folha de papel em branco.

Sim, isso mesmo que você adivinhou, vamos desenhar o nosso logotipo!

“Mas eu não sei desenhar!” você deve estar pensando em desespero. Calma, amigo!

Não é necessário ser o Leonardo DaVinci para se ter um bom logo. Mas rabiscar um pedaço de papel para organizar as ideias é uma técnica muito eficiente.

Nem os designers mais experientes pulam essa etapa e já vão direto para o computador. A distância mais curta entre o seu cérebro e o papel é usar um lápis ou caneta.

E mesmo que os seus esboços sejam só garranchos, eles ajudam na finalização do logotipo.

Veja os exemplos:

como criar um logotipo

como criar um logotipo

como criar um logotipo

Por mais que o processo de esboço deva ser livre e fluido, tudo o que foi pontuado durante a pesquisa deve ser levado em conta.

Deixe que o conceito sirva de inspiração. Pense nele como um ponto de partida e deixe as ideias surgirem no papel.

Digitalização

Enfim, é chegada a hora de sentar no computador e transformar as ideias que você tem no papel em um arquivo dentro do seu computador que possa ser utilizado em todos os seus materiais.

Esse processo de digitalização na hora de criar um logotipo também pode ser chamado de vetorização.

O termo logo em curvas também é muito utilizado para se referir a um logo em vetor.

Para essa etapa, uma noção de computação gráfica e saber utilizar softwares gráficos é essencial.

Se esse não for o caso, na internet você consegue encontrar algumas ferramentas que podem quebrar o galho.

Elas são bastante limitadas mas podem ser uma boa solução para quem não faz ideia de como manipular vetores em um software como Illustrator ou CorelDRAW.

Alguns sites que criam logotipos gratuitamente são:

Todos eles são em inglês.

Embora exista esse tipo de facilidade, o ideal mesmo é criar isso em um software apropriado.

Existem diversos softwares gráficos no mercado (os mais famoso são o Photoshop e o CorelDRAW), porém recomendamos que você crie o seu logo em um software de vetores.

Por quê? Por que como já foi visto aqui, vetores são infinitamente escaláveis! 😀

Isso significa que não importa se você vai usar o seu logo em um cartão de visita de 9x5cm ou se você vai mandar adesivar um navio cargueiro com um comprimento equivalente a 4 campos e meio de futebol: o seu logotipo ficará perfeito na arte final!

Entendido isso, vamos ver agora os softwares mais indicados para a digitalização do seu logo.

Inkscape

como criar um logotipo

O Inkscape é um software gratuito e de código aberto para a manipulação de vetores.

Você pode encontrar diversos tutoriais na internet ensinando os básicos sobre esse programa, confira um deles abaixo!

Você pode fazer o download deste software visitando o site oficial da desenvolvedora clicando aqui.

Illustrator

como criar um logotipo

Este é o programa líder de mercado no que se refere a imagens vetoriais. Possivelmente é também o mais robusto e eficiente.

É sempre a minha primeira indicação para quem deseja trabalhar com vetores.

É desenvolvido pela poderosa Adobe (líder de mercado em softwares gráficos) e, assim sendo, apresenta uma integração maravilhosa entre seus outros programas (que trabalham com imagens bitmap, edição de vídeo, animações, web design, etc).

O problema desse programa é que ele é pago, mas você pode usá-lo gratuitamente por 30 dias fazendo o download de sua versão de avaliação clicando aqui.

Você encontra diversos vídeos tutoriais sobre o Illustrator também, como esse abaixo:

CorelDRAW

como criar um logotipo

Esse software foi o líder de mercado por muitos e muitos anos, mas hoje em dia não passa de um patinho feio entre profissionais da área.

Suas múltiplas funções foram a sua ruína pois, tentando suprir todas as necessidades do designer em uma só ferramenta, tornou-se instável e não muito confiável.

Queimou o seu próprio filme, uma vez que fazia profissionais perderem horas de trabalho devido aos seus erros de funcionamento.

Não é um software ruim, mas não é visto com bons olhos.

Se mesmo assim, por algum motivo, você preferir usar este software, a nossa maior recomendação é: jamais envie seu logo com a extensão nativa do programa que é CDR.

Poucos profissionais possuem o “Corel” e não conseguirão abrir ou trabalhar esse arquivo.

Salve como EPS ou PDF para evitar transtornos.

Caso você não se dê bem com esses programas ou com as ferramentas online, um designer se fará necessário.

Mas conhecendo como o processo funciona, você saberá transmitir ao profissional com muito mais propriedade e exatidão o que é que você precisa.

Certamente o resultado será um logotipo incrível!

Tipografia

Pronto, você está com uma tela em branco aberta na sua frente, alguns rascunhos desenhados num pedaço de papel e alumas ideias na cabeça.

Vamos então começar com a parte escrita do seu logo.

Possivelmente você não pensou exatamente em que tipo de letra (fonte) vai usar no seu logo, certo?

Pois bem, tipografia é uma ciência que demanda bastante estudo, mas vamos tentar deixar as coisas o mais simples possíveis aqui.

Existem diversos tipos de fontes, mas sem dúvida uma característica que separa as fontes em dois grandes grupos é a serifa. O que é a serifa?

como criar um logotipo

Serifa são esses prolongamentos nos cantos da letra. Logo, fontes podem ser serifadas, ou não.

Sobre a serifa, siga essas duas regras simples:

  • Serifas fazem mais sentido em logotipos sérios e/ou clássicos;
  • Use fonte sem serifa em logotipos descontraídos e/ou modernos.

Temos ainda diversos tipos de fontes, mas explicações aprofundadas ficam para um próximo artigo.

Na escolha da fonte para o seu logo, uma lei que não pode ser desconsiderada de forma alguma é: legibilidade.

Não escolha fontes muito enfeitadas. Ninguém vai entender o nome da sua marca.

Confira aqui diversos sites para fazer o download de fontes grátis.

Para ajudar você nessa difícil escolha, fica aqui três dicas que podem já eliminar de cara algumas das muitas opções:

  • Nunca use: Comic Sans, ZapFino, Papyrus, Chiller, Monotype Corsiva.
  • Não recomenda-se: Arial, CooperPlate, Myriad, Impact.
  • Use sem medo: Helvetica, Bebas, Grotesk, Gotham, Museo, Raleway, Soho, Roboto, Geomanist, Din, Bodoni, ChunkFive, Cocogoose, Futura, Lato.

Lembrando que isso não é exatamente uma regra. Gosto é discutível e sempre há quem encontre boas aplicações para determinadas fontes.

Mas seguir essas dicas já ajuda a evitar que a sua marca seja genérica, sem personalidade, e/ou motivo de chacotas.

Veja abaixo o consagrado logo da marca Chanel e a sua réplica usando uma fonte considerada “ruim”:

como criar um logotipo

como criar um logotipo

Conseguiu ver a diferença?

Não é uma tarefa fácil decidir qual é a melhor fonte para o seu logo. Para isso, escreva o nome da sua marca, faça várias cópias e aplique diferentes fontes em cada uma.

Mas deixemos a tipografia de lado por hora e vamos para a criação do nosso ícone/símbolo!

Talvez a fonte certa só apareça depois disso, pois será a que se encaixa melhor com o desenho.

O Símbolo

Pegue todos aqueles rabiscos que você fez e reproduza no software gráfico de sua escolha.

Se você sabe lidar com os programas, sabe que existe uma ferramenta que adiciona pontos e os manipula formando elementos sólidos. Geralmente essa é a maneira mais fácil de transformar os seus rabiscos em um logo.

Para fazer isso com mais precisão, escaneie ou tire uma foto dos seus desenhos e jogue isso dentro do programa de vetores. Você estará então vetorizando o seu logo.

Esse é um processo que pode envolver muita paciência se os seus desenhos tiverem formas muito complexas. Mas a prática gera a perfeição. Tente manipular os vetores até que a forma final te deixe de fato satisfeito.

É nessa etapa em que o conhecimento técnico e a precisão de um designer experiente torna-se extremamente desejável.

Separar parte do orçamento para contratar um bom designer deve ser sempre uma opção a se considerar, mas se não houver como, treine bastante e tente deixar o seu logo com a precisão desejada.

Procurar materiais em alguns dos sites previamente listados — Squarespace, Logo Garden e Graphic Spring, principalmente — ou buscar por ícones gratuitos em sites como o FreePic ou o Noun Project podem ser boas saídas também.

Você consegue encontrar ícones sofisticados e extremamente bem executados para usar no seu futuro logotipo. O problema é que, por serem sites grátis, outras pessoas podem usar os mesmos ícones.

Uma opção intermediária seria a de fazer o download desses ícones grátis e modificá-los nos softwares gráficos.

Customização é sempre uma boa alternativa e, trabalhando com arquivos já pronto você consegue aprender bastante sobre como eles foram feitos.

Grid, guias e alinhamento

Desde muito pequenos temos contato com alinhamentos.

Quando estamos sendo alfabetizados usamos cadernos de caligrafia para treinar a escrita, deixando as letras proporcionais e com espaçamentos adequados.

No ensino fundamental temos contato com cadernos pautados, dos quais usamos as linhas para deixar todo o conteúdo mais organizado e legíveis.

Nas aulas de geometria ou desenho geométrico temos contato com réguas, esquadros, compassos, transferidores e, principalmente, com as folhas quadriculadas.

A preocupação com alinhamentos, posicionamento e distribuição é praticada por todos desde muito tempo, mas no design — principalmente durante a criação de um logo — isso é quase uma obrigatoriedade.

Os elementos de um logotipo precisam coexistir e se complementarem de forma harmônica. E a melhor forma de atingir essa harmonia é estar sempre atento aos alinhamentos.

Logo, os grids e linhas guia existe para auxiliar nisso. Veja o exemplo abaixo:

como criar um logotipo

Podemos perceber nessa imagem um grid simples, que traz ao logotipo um belo equilíbrio.

Basicamente, trabalhou-se com duas distâncias diferentes que foram aplicadas em todo o logo.

Nesse segundo exemplo, formas circulares foram utilizadas para manter a fluidez e simplicidade das formas. Veja:

como criar um logotipo

As guias circulares também foram utilizadas no logo do Twitter:como criar um logotipo

E no exemplo abaixo da Lotus Logo Design:

como criar um logotipo

Um outro bom exemplo é o logo da Shell, que foi desenvolvido nos anos 70 quando todo o processo de criação de logos era manual.

como criar um logotipo

Podemos notar no exemplo que foi usada uma folha quadriculada e que todas as linhas partem de um mesmo ponto. Parece só um detalhe mas faz muita diferença para a força do logo.

Mais um exemplo de logo desenvolvido nos primórdios do design gráfico, o logo da Braun foi feio nos anos 60.

como criar um logotipo

Um grid simples auxiliado por formas circulares formam um logo imponente. Note também a preocupação com a simetria.

O McDonald’s usa seu famoso M amarelo há muitos anos. Note como as distâncias X e Y se repetem no logotipo, dando equilíbrio.

como criar um logotipo

Veja também como as formas do logo do Gmail se baseiam em formas sobrepostas que servem como guias, gerando um ícone marcante e extremamente equilibrado.

como criar um logotipo

Agora observe o grid da tipografia do Uber:

como criar um logotipo

Alguns logos não apresentam ícone e esse é um exemplo.

Mostrando esses logos com o grid, parece que o símbolo foi criado a partir do grid, mas isso, na verdade, é bastante raro.

O mais comum é que o “rabisco” inicial seja aprimorado e ganhe harmonia, simetria e fluidez a partir de um grid criado em cima do desenho inicial.

E não se esqueça, um símbolo não precisa se basear 100% em um grid.

Existem muitos designs incríveis de logo que não utilizam grid algum, mas há certamente há uma preocupação em relação aos alinhamentos e espaçamentos entre os elementos.

Cores

Tendo finalizado o  desenho do seu logotipo, é hora de aplicar cores.

É muito importante pensar primeiro no seu logotipo em uma versão monocromática (preto e branco).

Se ele funcionar em preto e branco — o que seria a sua versão mais simples nos casos em que o seu logotipo será aplicado em alguma mídia que não suporta a utilização de mais de uma cor — ele vai funcionar com várias cores também.

A escolha de cores para um logotipo é um assunto delicado.

Envolve gosto pessoal, conhecimento de sua persona, do seu mercado, do seu próprio produto… mas uma forma de se decidir é utilizar conhecimentos relacionados a teoria e a psicologia das cores.

Clique aqui para saber mais sobre Psicologia das Cores se você não for familiarizado ao assunto.

Coletando Feedback

Tendo finalizado algumas opções para o seu logotipo (é muito importante fazer mais de uma opção), é hora de fazer alguns testes.

Chame pessoas diferentes, mas que se encaixem no perfil da sua persona. Mostre o seu logotipo e deixe que elas deem suas impressões sobre o que estão vendo.

Analise os diferentes argumentos e escolha o logotipo que você considerar mais bem avaliado.

Esse passo é essencial para você não acabar com um logo que te agrade mas que não converse com seus cliente e sua persona, ou seja, quem vai comprar de você.

Aplicações

Tendo escolhido a opção vencedora, hora de fazer alguns testes básicos para determinar as melhores formas de aplicá-lo.

É de muita importância que você pense nas perguntas abaixo:

O seu logo funciona vertical e horizontalmente?

A maioria dos logotipos possuem suas versões horizontais e verticais.

Nunca se sabe quando o seu logo precisará ser usado em pé ou deitado, por isso tenha o cuidado de se certificar que seu logo funcione nas duas posições.

Veja, por exemplo, o logo da NBC em suas versões vertical, horizontal e apenas o ícone:

como criar um logotipo

Qual é o tamanho mínimo para que o seu logotipo seja aplicado com legibilidade?

No seu software gráfico de preferência, posicione o seu logotipo sequencialmente em tamanhos diferentes, diminuindo bastante.

Imprima essa página e analise qual é o menor tamanho em que você consiga identificar todos os elementos e ler todas as palavras.

Meça com uma régua a opção que se encaixa nessa descrição e assuma esta medida como o tamanho mínimo para o seu logotipo.

E não esqueça de especificar esse tamanho no seu manual de marca!

O seu logotipo funciona aplicado a todo tipo de fundo?

Primeiramente, teste o seu logotipo em fundo branco e em fundo preto. Se for necessário, inverta as cores do logo.

Depois, teste em fundos coloridos. E depois aplique o seu logo sobre fotos.

Se houver algum caso em que o seu logotipo fica completamente ilegível, especifique em seu manual de marca que aquela aplicação não é recomendável.

Designers sérios costumar seguir as regras de um manual de marca a risca e isso vai garantir que o seu logotipo esteja sempre legível.

como criar um logotipo

E já que mencionamos duas vezes o Manual da Marca, está na hora de explicar o que é isso e qual a importância. Acompanhe!

Manual de Marca

Como o nome já diz, o Manual da Marca é uma cartilha referente ao seu logo, que vai garantir que ele seja sempre apresentado seguindo um padrão.

O que é extremamente importante para o fortalecimento de qualquer marca.

Este documento reúne — além do seu logotipo — todas as variações do logo, todas as aplicações, todas as suas peculiaridades pontuadas e explicadas, todas as regras de aplicação.

E agora que você já sabe sobre a importância do Manual da Marca, vamos explicar também o que é o Briefing e o que isso tem a ver com seu logo.

Briefing

Se você está lendo esse artigo e é designer, possivelmente acha que esse item está fora de ordem, uma vez que o briefing é a primeira coisa a ser feita no processo de criação de um logo.

Mas calma, vou explicar!

Briefing vem da palavra inglesa brief, que significa breve.

Na linguagem do design, briefing nada mais é do que um documento inicial, antes da criação de qualquer conceito ou forma, sobre o que o projeto vai consistir.

O briefing é o que transmite ao designer o que é que o cliente quer e espera do seu logotipo (ou qualquer outra peça de design).

Assim sendo, se você não é designer, leu até aqui e aprendeu mais sobre o processo de criação de logo, mas não se considera tecnicamente apto a executá-lo, tenho certeza de que o seu briefing para o designer será bem mais detalhado e esclarecedor.

Briefings feitos por pessoas completamente leigas no assunto geralmente são muito vagos, cheios de contradições e isso resulta em uma quantidade de trabalho e retrabalho enorme para um designer.

Sabendo de todos os passos explicados nesse artigo, tenho certeza de que o resultado final do seu logotipo refletirá o conhecimento que você adquiriu agora!

Vale lembrar também que quem orienta o cliente em relação ao briefing é o designer.

Geralmente o briefing tem um formato de formulário, com perguntas que o designer considera serem pertinentes para a compreensão da tarefa a ser executada.

Mas isso pode variar e cada profissional possui o seu próprio método.

Uma conclusão e ressalvas

Criação de logotipos é um assunto extremamente complexo.

Tentei dar um panorama geral sobre o assunto para pessoas que não conhecem o mundo do design, mas quem conhece sabe que muitos pontos não foram devidamente destrinchados ou sequer foram citados.

É importante frisar que a criação de um logotipo é um trabalho muito específico dentro do design e que, até mesmo designers experientes — e extremamente competentes em outras áreas dentro do próprio design — enfrentam dificuldades em desenvolver logotipos.

E não se esqueça: nem todos vão gostar do seu logotipo! Aceite isso e seja feliz!

O importante não é que todos achem que o seu logo é bonito. O importante é que ele represente a sua marca e dê a ela o devido destaque.

Gostou do conteúdo? Conte para a gente nos comentários, seu feedback é muito importante!

E, se você quer descobrir mais sobre o mundo do marketing digital e como aplicá-lo em sua empresa, não deixe de conferir nosso ebook Primeiros Passos no Marketing Digital.

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Sabemos que em qualquer boa estratégia de marketing digital, a forma como o público interage com tudo o que oferecemos é visual.

Imagens pulam na nossa frente o tempo todo e, com um volume de conteúdo visual tão massivo e tão variado, apenas as melhores imagens de fato atingem o objetivo de prender a nossa atenção e converter aquela lead preciosa.

Logo, um desafio diário para quem trabalha com marketing digital é o de conseguir fotos de boa qualidade, que ilustrem bem os seus conteúdos e atraiam o público de forma eficiente e satisfatória.

O público é exigente e algumas imagens já são “manjadas”, não espontâneas e aparentemente forjadas. Usar imagens assim não é bom para a sua marca.

Neste artigo mostraremos 19 sites onde você encontra imagens de ótimo gosto e em alta resolução para suprir todas as suas demandas!

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1.Picjumbo

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Um dos nossos preferidos, esse banco de imagens – embora não apresente uma variedade muito extensa – disponibiliza imagens em alta resolução de altíssimo bom gosto.

O site foi criado em 2013 pelo designer e fotógrafo Viktor Hanacek. Ele tem apenas 22 anos, vive na República Tcheca.

O curioso é que ele decidiu criar este banco de imagens gratuito depois de ter várias de suas fotos recusadas por bancos de imagens tradicionais que alegavam que as suas fotos não tinham qualidade.

Em 2015, Picjumbo atingiu a marca de quase 3 milhões de downloads.

2.FreePik

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O FreePik possui um plantel de ilustradores, artistas visuais e fotógrafos freelancers que produzem novo conteúdo diariamente.

E o site possui um rigoroso processo seletivo para contratar esses profissionais e manter o nível do seu conteúdo o mais alto possível.

Os arquivos de imagens desse site é enorme e a maior parte desse conteúdo é disponibilizado gratuitamente, exigindo apenas um breve cadastro que pode ser feito a partir do Facebook com apenas um clique.

O forte do FreePik são artes vetoriais e ilustrações, o que é muito bom caso você domine softwares vetoriais, uma vez que este tipo de arquivo é facilmente editável.

Isso possibilita que você crie imagens ainda mais customizadas, além da vantagem de que vetores são infinitamente escaláveis sem nunca perder resolução.

Além de vetores, você também encontra arquivos em PSD e imagens em bitmap.

Saiba mais sobre o que são vetores e bitmaps no nosso guia de Design Gráfico aplicado ao Marketing de Conteúdo.

3.Unsplash

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Idealizado pela Crew – uma empresa criada para conectar freelancers e clientes – esse banco de imagens trabalha com a colaboração de fotógrafos do mundo todo. Apresenta fotos inusitadas e mais abstratas, porém de muita qualidade e bom gosto.

4.Pexels

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Todas as imagens desse site são gratuitas e sem nenhuma restrição de uso. São adicionadas 100 imagens em alta resolução diariamente!

5.Gratisography

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Esse site traz um acervo que conta com belas imagens, grande parte delas não muito convencionais. Ideal pra quem busca imagens bem humoradas, artísticas e inusitadas.

É idealizado pelo fotógrafo/artista Ryan McGuire que prima sempre pelo bom humor em seus trabalhos.

6.Compfight

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Compfight é uma poderosa e rápida ferramenta de busca de imagens. Entretanto, deve-se configurar a busca para encontrar imagens gratuitas.

7.I’m Free

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Ferramenta de busca de imagens do site IM Creator. As imagens são gratuitas, mas algumas requerem que você dê créditos ao autor: fique sempre atento a isso.

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8.Life of Pix

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Tenha acesso a belas imagens totalmente grátis e livre de direitos autorais. O banco de dados desse site é atualizado semanalmente.

9.4Free Photos

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Vasto banco de dados de imagens gratuitas em alta resolução organizadas em seções, o que facilita a navegação.

10.Free Refe Real Life Photos

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Mais um banco de imagens nada convencional, esse site oferece imagens gratuitas com pontos de vista um pouco diferentes do que estamos acostumados.

11.Pixabay

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Diversas imagens em alta resolução totalmente livres. Podem ser baixadas, modificadas e usadas para fins comerciais, sem atribuições.

12.Jé Shots

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Imagens para uso pessoal ou comercial sem restrições. A desvantagem é que o site não conta com um sistema de busca, logo você precisa garimpar a sua foto navegando pelas categorias.

13.StockSnap.io

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Excelente site de imagens grátis. Seu sistema de buscas facilita encontrar imagens para as finalidades que você precisa de forma ágil e eficiente.

Centenas de fotos são adicionadas semanalmente, o que garante uma variedade enorme de fotos.

14.Negative Space

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Belíssimas imagens em alta resolução e um excelente mecanismo de busca. Todas as imagens são completamente livres e podem ser utilizadas para fins pessoais ou comerciais.

15.Death To The Stock Photos

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O site de nome curioso (tradução livre: morte aos bancos de imagens), funciona de um jeito um pouco diferente.

Você se cadastra no site e recebe semanalmente um pacote de 10 imagens em alta resolução, de temas variados. Pode ser uma boa opção pra quem quer fazer um estoque pessoal de imagens em alta resolução.

16.Split Shire

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Belas coleção de imagens em alta resolução. Este banco de imagens foi idealizado pelo web deisgner Daniel Nanescu.

17.Little Visuals

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Mais um site que aposta no sistema de assinatura gratuita. Você cadastra o seu email e recebe semanalmente 7 imagens gratuitas semanalmente.

18.New Old Stock

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Esse interessante banco de imagens grátis em alta resolução apresenta uma belíssima coleção de fotos antigas. Ideal pra quem precisa de imagens com um visual vintage.

As imagens são livres de direitos autorais o que permite que sejam utilizadas gratuitamente independente de seus fins.

19.Jay Mantri

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Todas as quintas feiras Jay Mantri posta novas 7 fotos totalmente gratuitas e livres para utilização. Fotografias de muito bom gosto que certamente ilustrarão muito bem os seus materiais.

Bônus: Blue Vertigo

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O Blue Vertigo é um excelente site argentino com um compilado enorme de recursos visuais: bancos de imagens, bancos de vetores, ícones, fontes, brushes para photoshop, etc.

Alguns dos sites listados anteriormente foram, inclusive, retirados dele.

Esse site está no ar há anos e é atualizado periodicamente, servindo de referência para muitos profissionais da área de design e publicidade. Ainda continua não muito conhecido, ou seja, conteúdo quase exclusivo!

Recomendo a visita, pois você pode encontrar algo lá que não listamos ainda. Se encontrar algo legal, conte pra gente nos comentários!

Os sites que mencionamos nesse artigo tem uma variedade incrível de imagens grátis que certamente suprirão boa parte das suas demandas de imagens.

Caso você pesquise em todos esses e ainda assim não encontre a imagem ideal para o que você precisa, recomendamos que você procure um banco de imagens pago como ShutterStock (provavelmente o líder de mercado quando nos referimos a banco de imagens) ou Deposit Photos.

Nesse bancos, você tem acesso livre as buscas e pode comprar imagens avulsas de sua preferência ou pagar uma assinatura para ter acesso a uma quantidade específica de imagens por um tempo determinado.

Muito embora o acervo de imagens destes bancos pagos seja monstruosamente grande, em casos específicos nem neles você vai encontrar a imagem perfeita para a sua campanha. Nesses casos, a úncia saída é a produção da foto, o que demanda a contratação de um fotógrafo profissional.

Confira também o nosso artigo com 103 Melhores Bancos de Imagens Gratuitos!

Espero ter ajudado! Se você conhece algum outro banco de imagens em alta resolução grátis, não se esqueça de postar nos comentários!

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