Por Ana Júlia Ramos

Redatora freelancer da Rock Content

Publicado em 17 de fevereiro de 2019. | Atualizado em 12 de agosto de 2019


O modelo B2C, ou “Business to Consumer”, existe naquelas empresas em que o público-alvo é o consumidor final. Conheça as particularidades do conceito e aprenda a definir objetivos com foco na melhoria da proposta de valor e na promoção de entregas de qualidade para o público!

Todo empreendimento tem particularidades diferentes e objetivos singulares.

Enquanto um fornece soluções de TI para bancos, o outro pode trabalhar com a venda de itens de decoração. Além da proposta de venda desses dois exemplos ser (obviamente) diferente, o que muda também é o modelo de negócio.

Empresas com foco no consumidor final, ou seja, que fornecem soluções diretamente para o cliente — e não para outras empresas — são chamadas de B2C. É justamente o caso da loja de decoração citada no início do post.

Compreender os conceitos que envolvem o modelo é fundamental para melhorar o relacionamento e a entrega de valor para o público. Hoje, além de definir o B2C, vamos listar as principais vantagens em estudar e aplicar as estratégias no seu empreendimento!

O que é o modelo B2C?

Conforme já adiantamos no início do post, uma empresa pode trabalhar com diferentes públicos. No caso do B2C, a venda é destinada para o consumidor final, ou seja, alguém como você.

É o caso de lojas de móveis, roupas, sapatos, supermercados, agências de viagem, salões de beleza ou qualquer outro negócio que tenha como objetivo vender para clientes e não para empresas.

B2B ou B2C: qual é a diferença?

Enquanto o B2C tem como foco o consumidor final, o B2B abraça um outro público. Do inglês “Business to Business”, ou seja, “Negócio para Negócio”, o foco desse modelo é oferecer soluções para outras empresas.

É importante ter em mente que os dois grupos contam com necessidades e estratégias de marketing bem distintas: o público final preza muito mais por aspectos do dia a dia como promoções, estética (cor, tamanho), resolução do problema no momento da compra e a proposta de valor que vem junto do produto ou serviço.

Quando falamos sobre o B2B, estamos lidando com aspectos mais duráveis, como a eficiência e experiência em utilizar aquele serviço. Podemos dizer que o B2C tem maior peso no lado emocional, enquanto o segundo grupo segue a linha racional.

Um cliente que compra uma cama não tem os mesmos objetivos ou necessidades de um que compra soluções em TI para uma empresa. Ter isso em mente é fundamental para começar a trabalhar nas particularidades do seu público.

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Quais são as principais vantagens?

Trabalhar com o B2C agrega inúmeras vantagens para o seu negócio. Por isso, é tão importante compreender em qual dos dois ele se encaixa! Só assim será possível desenvolver estratégias de venda que realmente façam sentido e aumentem as possibilidades de conversão.

Uma das principais vantagens do modelo é o feedback instantâneo.

Modelos B2B podem levar algum tempo até que seja possível coletar feedbacks a respeito do produto ou serviço. Em vendas diretas, porém, a troca de experiência é muito mais rápida — o que dá para a empresa maior agilidade para melhorar aspectos necessários.

Por isso, trabalhe com canais de relacionamento com o cliente: atualmente, as redes sociais são uma ótima estratégia para nutrir o diálogo com o consumidor.

A experiência do cliente é outro ponto muito interessante que a venda B2C proporciona: em uma era de negócio em que as pessoas prezam cada vez mais por humanização por parte das marcas e querem ser vistas de verdade, trabalhe com a personalização.

Pequenas atitudes como chamar o cliente pelo primeiro nome, mostrar que você o escuta de verdade, compreender as suas dores e vender o seu produto no momento oportuno — sem aquela sensação de “empurrar” alguma coisa — já são capazes de aumentar infinitamente a satisfação do comprador.

Como traçar as melhores estratégias?

Se você lida diretamente com o consumidor final, sabe que existem inúmeras vantagens, mas os desafios também são grandes. Ao mesmo tempo em que feedbacks diretos e instantâneos são muito bons, um serviço que deixou a desejar pode acabar com a reputação de uma empresa em poucos minutos.

Por isso, é preciso pensar na melhor estratégia de divulgação e entrega do produto para evitar descontentamentos e prejuízos nas vendas. Listamos alguns pontos de atenção!

Invista no suporte

Tenha um canal aberto — e eficiente — para que o cliente possa tirar as suas dúvidas a respeito do produto, antes ou depois da compra. Pense que esse momento de questionamento, quando mal resolvido, tem grandes chances de gerar clientes detratores da marca. Um bom suporte ao cliente deve ser visto como base na estratégia B2C.

Conheça o seu cliente (de verdade)

Você acha que conhece o seu cliente até aquele momento em que ele age de forma completamente inesperada. Afinal, pessoas são únicas e não é possível prever todas as ações de alguém.

De toda forma, é preciso se adiantar a respeito de quem são aqueles que entram diariamente em contato com os seus serviços. Além do público-alvo, que é mais fácil de ser visualizado em um negócio, a criação de uma persona é fundamental para promover campanhas e estratégias de vendas com maiores chances de conversão.

Desenvolva uma boa estratégia de marketing

Agora que você já conhece o seu cliente e tem um canal aberto de comunicação, é hora de traçar as melhores formas de chegar até ele.

Para gerar uma estratégia de marketing eficiente, a persona é um ótimo artifício capaz de responder a perguntas importantes:

  • Onde o seu público se informa?
  • Quais são os seus canais preferidos nas redes sociais?
  • Quais são as suas prioridades ao comprar um produto?
  • Quais são as suas principais dores e dúvidas no momento?

Além de trabalhar canais de divulgação comuns na publicidade — como a propaganda paga, os panfletos e o próprio ponto de venda — o mapeamento de conteúdo também merece atenção.

Sabemos que o comportamento do consumidor foi completamente modificado e que as ferramentas de conversão não são as mesmas do passado: é só pensar no e-commerce ou no Instagram, que já permite a venda direta pela plataforma.

Por isso, desdobre as práticas do Marketing de Conteúdo em sua estratégia de vendas. Assim, você conquistará a pessoa certa, na hora certa e por vontade própria. Toda aquela história de “invadir” a rotina do consumidor com assuntos desnecessários não existe mais.

Para isso, você precisará definir estratégias de conteúdo que façam sentido para o público. Desenhe a jornada de compra do cliente ideal e, a partir dela, insira as informações necessárias para nutri-lo à medida que o interesse pelos seus produtos vai crescendo.

No final de tudo, a principal lição que pode ser retirada de uma boa estratégia do modelo B2C é fidelizar o cliente a partir de boas práticas de retenção e promover conteúdo de qualidade que faça sentido na hora certa. Pensando nisso, preparamos um material completo que vai ajudar você a desenvolver um mapeamento de conteúdo de primeira linha!



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