Por Ivan de Souza

Analista de Marketing na Rock Content.

Publicado em 7 de junho de 2019. | Atualizado em 1 de abril de 2020


Neste artigo, vamos explicar o processo do desenvolvimento de produtos e apresentar estratégias que o destacará em meio a tantos outros. Acompanhe a leitura!

Muitos são os processos que envolvem o desenvolvimento de produtos, por isso a gestão dessas etapas é muito importante. Por isso, a comunicação entre as áreas da qualidade, da engenharia, do comercial, do financeiro, do site, do marketing, da produção, da logística, entre outras, deve fluir sem ruídos.

Pois, as tarefas são interligadas e cada setor fica responsável por uma demanda específica, a fim de que todas as informações sejam executadas com eficiência. Afinal de contas, a construção de um produto ou serviço exige técnica e estratégia. Pois só assim é possível entregar algo de valor e se destacar no mercado.

  • Qual é o seu objetivo com a criação de determinado item?
  • Existe a possibilidade de as pessoas se interessarem pelo projeto?
  • Qual será a tecnologia aplicada?
  • Existe algum requisito?
  • A funcionalidade é algo que faz parte da criação?
  • Trata-se de uma inovação?

Esses são alguns dos questionamentos que devem ser feitos, no intuito de estudar a viabilidade da proposta. Porque mesmo uma ideia genial deve se enquadrar nos critérios mercadológicos, tendo em vista que a criação de um produto é implementada para suprir necessidades e criar desejos.

A partir dessa análise conseguimos compor o problema e adequar a solução mais apropriada para o caso. Em outras palavras, é importante coletar o máximo de dados para que o produto seja capaz de atender às exigências previstas.

Neste artigo, vamos explicar um pouco do processo do desenvolvimento de produtos e ainda apresentar algumas estratégias que o destacará em meio a tantos outros. Acompanhe a leitura!

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1. Entenda a importância do desenvolvimento de produtos

A criação de um novo item é imprescindível para qualquer empresa, pois estabelece uma vantagem competitiva e ainda abre possibilidades de geração de lucro. Mas ele também deve atender às seguintes demandas:

  • Agregar funcionalidades;
  • Reduzir custos;
  • Aprimorar a qualidade;
  • Inovar;
  • Ampliar o portfólio.

Até o produto chegar ao consumidor final, ele precisa passar por diferentes procedimentos, pois, como mencionamos, há normas que viabilizam e validam o projeto. E, numa visão mais abrangente, a execução das etapas fazem a diferença, portanto:

2. Crie o conceito

O primeiro passo é criar uma diretriz para a ideia, deixando claro a estrutura, as funções básicas, mensagens associadas, entre outros.

Pois, com o objetivo definido é possível implementar pesquisas, definir os recursos tecnológicos, bem como a quantidade de pessoas envolvidas e, até mesmo, a viabilidade econômica do projeto.

É nessa fase que aprofundamos os conhecimentos sobre os requisitos dos clientes, bem como os assuntos voltados ao benchmarking, ao planejamento estratégico e às questões internas.

3. Implemente o desenvolvimento

Antes de partimos para uma escala de produção, é imprescindível elaborar um projeto do produto, no qual definiremos os componentes, o custo, o estilo.

E isso é feito por meio das anotações — pois tudo é documentado — dos testes, das homologações, bem como por meio das criações de protótipo e embalagens. Ou seja, é o momento de materializarmos o conceito, dando a ele uma alegação mais concreta.

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4. Dedique-se ao lançamento

O processo de realização, quando o produto, de fato, começa ser produzido para o mercado, é a etapa em que o planejamento se direciona para uma outra esfera.

Nessa fase é importante manter a atenção no treinamento das pessoas envolvidas, pois estamos falando do momento de validação e fornecimento. Ou seja, é a chance de experimentar tudo aquilo que foi planejado e implementado gradativamente.

Por isso, planejar o uso de materiais e utilizar equipamentos de linha, ajuda no controle da execução do lote piloto, o que já prepara para a liberação de 100% da produção, após a aprovação do cliente.

Mas é importante dizer que a liberação para o mercado não significa conclusão total do produto, porque ainda devemos considerar as influências externas.

Afinal, convivemos em um mundo onde as pessoas são diferentes umas das outras, portanto, abra a mente e permita que os consumidores moldem ideia, segundo as suas necessidades. Esteja tento a isso!

5. Diferencie o projeto

A gente sabe que precisa definir o conceito de criação no planejamento. No entanto, há distinções de delineamento na hora de escolher o propósito do projeto. Isto é, são informações adicionais para ajudar você a pensar sobre a finalidade do escopo e ajustá-las à realidade.

  • Nacionalização: são adaptações feitas pela filial — do projeto da matriz — a fim de atender às demandas locais.
  • Plataforma: conservam a estrutura básica, mas implementam reparos significativos.
  • Incrementais: metodologia usada para a redução de custos com a produção, resolver entraves de qualidade ou fazer pequenas correções em produtos concorrentes.
  • Inovadores: promove alteração significativa no processo de fabricação ou no produto. Além disso está relacionado aos produtos inovadores, cuja intenção é a de criar novos segmentos.

Sempre há intenções que acompanham o desenvolvimento de produtos, portanto eles são constituídos a partir de táticas e expectativas corporativas. Sobre isso, podemos considerar, pelos menos, quatro estratégias:

  • Dependentes: empresas que terceirizam, por não deterem autonomia para lançar seus próprios produtos.
  • Ofensivas: empresas que investem em pesquisa e desenvolvimento, pois querem se manter no topo.
  • Tradicionais: voltadas para aquelas que atuam em mercados estáveis, em que não há uma grande demanda por mudanças.
  • Defensivas: companhias que seguem as empresas líderes. Essas não investem em pesquisa e desenvolvimento e não se arriscam em novos mercados.

6. Aprenda com os exemplos

Nos quatro cantos do mundo a maioria das pessoas já ouviram falar na Apple.

A empresa está sempre inovando e se enquadra, perfeitamente, nas características de uma companhia ofensiva, pois não abre mão de investir para conquistar novos mercados.

Para que você tenha ideia, foram investidos mais de US$ 2,5 milhões em pesquisa e desenvolvimento em 2016, o que significou um aumento de 31,6% em relação aos anos anteriores.

Inclusive, a marca pretende abrir um centro específico para isso na Indonésia. Ou seja, a maça mais famosa de todos os tempos, não quer perder espaço para a concorrência.

O desenvolvimento de produtos exige habilidade da equipe que o implementa e ainda pede uma atenção especial em relação ao mercado. Com as mudanças frequentes, para agradar o consumidor, é preciso bem mais do que uma embalagem bonita.

Agora que você já sabe como é o processo de desenvolvimento de produtos, veja como inserir a sua criação no mercado.

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