Por Hubify

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Publicado em 2 de janeiro de 2020. | Atualizado em 8 de janeiro de 2020


A cultura data-driven é um conceito e uma estratégia que utiliza os dados como fonte de geração de informações para análise e avaliação de performance da gestão, também aplicada ao marketing e em todas as ações que envolvem o comportamento, o interesse, o vínculo e a fidelização de leads e clientes!

O uso de dados para obter informações reais sobre processos e atividades faz cada vez mais parte da gestão de empreendedores e líderes que desejam tomar decisões com base nos resultados numéricos efetivos.

Todos os dias, as empresas produzem um material vasto, repleto de dados que, quando decodificados corretamente, agrupam um conjunto de informações úteis para avaliação dos riscos e oportunidades do negócio.

É a chamada cultura data-driven que se instaurou como uma fonte enriquecida de elementos capazes de direcionar um gestor e sua equipe a resultados surpreendentes, permitindo que as ações de marketing, inclusive, sejam beneficiadas por esse conceito.

Este post foi elaborado para quem deseja alavancar o negócio utilizando os dados como suporte e a informação como recurso potencializador de melhorias e estímulo voltado para a satisfação e fidelização do cliente. Quer saber mais? Vamos!

O que você verá neste post:

  • O que é data driven?
  • Entenda a importância de criar uma cultura data-driven para sua empresa
  • Quais são as vantagens da cultura data-driven para o marketing digital?
  • Como as empresas estão implementando o data-driven?
  • Como fazer para aplicar o data-driven na empresa?

O que é data driven?

A cultura data-driven é um conceito relativamente novo, embora os dados estejam presente no mundo corporativo há muitos anos. A principal função do data-driven é filtrar elementos de um volume grande de dados e transformar em informações verdadeiramente relevantes para o negócio.

Não se trata de uma ferramenta específica, mas de um novo olhar sobre as perspectivas de resultados satisfatórios das empresas, tendo por base tudo que elas produzem em suas rotinas e que os dados apresentam claramente.

É essencial perceber que as ações do presente estão conectadas às ações do futuro e que cada uma delas podem ser responsáveis pela manutenção e longevidade do negócio — sem um entendimento do caminho percorrido, dificilmente será possível saber aonde se deseja chegar.

Entenda a importância de criar uma cultura data-driven para sua empresa

Muitas ferramentas já foram implementadas nas empresas com o objetivo de organizar os processos, fornecer informações por meio de relatórios, eliminar o trabalho manual, centralizar as atividades em um mesmo ambiente e promover agilidade e eficiência, para facilitar as interações com os clientes.

Tudo isso é válido e ganhou um novo formato depois que a cultura data-driven (ou conceito de orientação a dados), chegou ao mercado com uma promessa inovadora de proporcionar ao empreendedor toda a base necessária de decisão, substituindo os velhos hábitos da suposição.

Com a cultura data-driven em vigor e correta transformação dos dados em informações, gestores e líderes decidirão com segurança sobre os rumos do negócio. As decisões sobre a retirada de um produto do mercado ou lançamento de algo novo, por exemplo, não terão mais o feeling como fiel escudeiro.

Com a geração de dados, coleta, compilação e conversão em uma mensagem clara e objetiva, certamente, a empresa ganhará maior eficiência e autonomia para permanecer no mercado e se tornar referência em sua área.

Quais são as vantagens da cultura data-driven para o marketing digital?

Se data-driven é uma cultura orientada a dados, nada melhor que utilizar suas funcionalidades nas estratégias de Marketing Digital. Todas as ações são voltadas para a atração, retenção e conversão de potenciais clientes, logo, os dados gerados nesse tráfego são de extremo interesse da área de marketing.

Ao pensarmos nas etapas dofunil de vendas — na geração, nutrição e conversão de leads — o data-driven tem papel de total relevância para fornecer os dados sobre o comportamento de cada lead dentro do site e quais são as chances de se tornarem clientes.

Cada visita, interação, cliques em conteúdos específicos, assinatura de newsletter, retorno ou tempo de permanência, são comportamentos mensuráveis que determinam o tipo de abordagem que as equipes de marketing ou vendas devem ter com os leads.

Os dados mensuráveis podem ajudar a elaborar um plano mais abrangente e direcionado ao público-alvo que se deseja atingir, mas isso só é possível com uma adequada leitura e interpretação do que cada elemento quer dizer dentro de um emaranhado de informações desconexas.

Soluções inteligentes comoBusiness Intelligence e Big Data são recursos que a tecnologia disponibiliza para tornar o data-driven uma estratégia eficaz e traduzir os fundamentais  movimentos dentro do site da empresa.

O foco maior do data-driven está em quantificar o volume de dados diários e selecionar conforme o tipo de acesso, interesse do lead e jornada potencial de compra.

Além disso, como o volume de dados é muito grande e apresenta risco de falhas, o ideal é considerar a confiabilidade como um fator determinante para análise — os dados devem direcionar o pensamento à formação de uma opinião concreta sem muitos esforços.

O data-driven pode ser aplicado em empresas de qualquer segmento e porte, desde que existam dados a serem coletados e interpretados. É notável o quanto as informações extraídas de um sistema confiável servem para amparar decisões complexas que esbarram, principalmente, nas questões de gestão e finanças.

Como as empresas estão implementando o data-driven?

Quem atua no mercado com vendas de produtos ou serviços online precisa gerar tráfego intenso e leads propensos a ser tornarem clientes efetivos. Quando um visitante chega no site ou blog, pode ainda não saber o que deseja ou se quer realmente adquirir algo.

Na maioria das vezes, sua visita é impulsionada por uma busca aleatória, um anúncio ou indicação de amigos ou parentes. A chegada pode ser tímida, sem maiores pretensões e avançar conforme o interesse e a necessidade de compra.

No próximo passo, já podemos chamá-lo de lead e observar se suas interações estão propensas às compras ou apenas ao consumo de conteúdo relacionado. A segunda opção não pede ainda uma abordagem direta da equipe de vendas, pois o lead ainda não demonstrou o desejo efetivo de compra.

Somente depois que ele fizer as primeiras manobras em direção à conclusão de uma etapa é que se pode dizer que há uma potencialidade de vínculo mais profundo com altas chances de conversão em vendas.

Mas como data-driven atua nesse cenário? Toda a descrição que acabamos de fazer geram dados e permitem a leitura de um histórico de acesso, desde quando o cliente ainda era um visitante, passou ao estágio de lead e se fidelizou de vez na sequência.

Sem a cultura data-driven implementada, pode ser que se levasse um tempo bem maior para coletar esses dados e transformar em informações reais e objetivas. Até lá, a concorrência já terá atuado na captura desse lead, fidelizando como um cliente diferenciado ao identificar do que ele de fato precisa.

As ferramentas de tecnologia e gestão servem para otimizar os processos, personalizar as estratégias e oferecer ao visitante, lead, consumidor ou cliente, uma experiência diferenciada da concorrência para que a fidelização seja um processo gradual e duradouro.

Sem as boas informações, as empresas terão dificuldades de encontrar o melhor caminho para chegar ao lead e envolvê-lo em ações de direcionamento e condução ao fundo do funil que é finalidade de qualquer negócio interessado no recorde de vendas.

Como fazer para aplicar o data-driven na empresa?

Assim como qualquer ferramenta ou ideia nova causa impacto e altera a rotina dos processos e da equipe, também aderir a um novo conceito de análise e gestão vai criar uma repercussão dentro da empresa.

É primordial envolver a todos e compartilhar não apenas a novidade de aplicação, mas contextualizar sobre a importância de contar com informações confiáveis para que todos se disponham a aderir à cultura data-driven.

Promover a mudança do mindsete estimular o exercício contínuo de aplicação e uso de dados vai ajudar na adequação ao novo formato de trabalho e fazer com que todos se empenhem mais, seja para a excelência do atendimento, seja para execução das tarefas diárias.

Como aplicar o data-driven para alcançar e garantir melhores resultados

Assim como no marketing nutrimos os leads, a aplicação da cultura data-driven dentro da empresa deve ser potencializada por um discurso eloquente e suportado por uma metodologia bem desenhada.

Além do mindset transformado, um bom sistema vai ajudar a agrupar esses dados e elaborar relatório com as melhores informações. Para isso, toda a gestão deve estar alinhada quanto às diretrizes e aos resultados aplicáveis ao negócio utilizando o data-driven.

O restante do time precisa confiar e sentir que a inovação trará benefícios para a empresa e para os colaboradores. Assim, todos entrarão em sintonia, dialogando com a mesma linguagem em busca de grandes resultados.

Outro aspecto a considerar é que as ações do dia a dia devem ser facilitadas para motivar a equipe e aumentar a produtividade. Sistemas robustos, repletos de particularidades tendem a desmotivar caso a equipe encontre dificuldade de gerar ou localizar dados e informações em tempo hábil.

Não esqueça de utilizar todas as fontes possíveis que possam gerar dados, mercadológicos, econômicos, comportamentais dos visitantes e potenciais clientes, pois não se pode afirmar qual ou quais os canais com melhor disponibilização de informações confiáveis.

Essas fontes podem originar de sistemas, mídias sociais, CRM, feedback de clientes e usuários. Nenhum dado isolado dará a empresa as informações necessárias a tomada de decisão, logo, a centralização e a conexão entre eles é que vai produzir um relato esclarecedor e seguro.

Em se tratando do marketing, a aplicação do data-driven será direcionada a segmentação, a criação deconteúdo relevante, a personalização, a oferta de melhor experiência, ao acompanhamento de resultados com adoção de medidas corretivas ou preventivas, além de maior e melhor integração entre departamentos.

Tenha foco em dados internos e externos — ferramentas de CRM, Google Analytics, Instagram Insights, Facebook Analytics são excelentes para ajudar a traçar o perfil do consumidor para adoção de estratégias mais bem elaboradas.

É assim que fazem empresas como Amazon e Netflix quando desejam compreender o comportamento do consumidor, suas preferências, para estudar melhores práticas de atração — é a cultura data-driven a serviço da excelência e da visibilidade de marca — utilizando dados emétricas para colher informações específicas.

Se você gostou deste post,que tal conhecer a Hubify e todos serviços que oferecemos para ajudar as empresas? Disponibilizamos uma equipe especializada e capacitada, especialmente para atender a qualquer tipo de desafio!

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