Google Analytics para E-commerce

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Sumário
30 extensões do Google Chrome de marketing digital
Parte 1

30 melhores extensões do Google Chrome para profissionais de Marketing Digital

Existe um universo de extensões do Google Chrome de marketing digital que podem facilitar bastante a vida do profissional da área. Escolher entre elas, no entanto, pode ser desafiador.

Algumas são gratuitas, otimizam o desempenho do navegador e personalizam a experiência do usuário de acordo com aquilo que ele precisa, ou seja, aumentam sua usabilidade.

Em excesso, porém, podem até mesmo aumentar o consumo de energia do computador.

Para evitar essa sobrecarga e até assegurar a privacidade das informações dos usuários, fizemos uma lista de 30 extensões que são indispensáveis e seguras para o profissional de marketing digital. Confira quais delas podem estar fazendo falta no seu navegador.

Análise de conteúdo

1. MozBar

O MozBar oferece uma informação simples, porém, extremamente estratégica: a análise da autoridade do domínio, páginas e até mesmo dos resultados das SERPs.

2. BuiltWith

Essa ferramenta permite identificar quais as soluções, widgets e aplicativos foram utilizados em um site. Ao pesquisar concorrentes e até mesmo autoridades do mercado, é possível identificar estratégias que precisam ser combatidas ou podem ser aplicadas no negócio.

3. SimilarWeb

A SimilarWeb oferece diversas informações sobre um site, como seu tráfego, métricas de engajamento, posições de ranqueamento nos mecanismos de buscas, de suas palavras-chave e recursos de pesquisas.

É possível aplicar a ferramenta tanto para analisar o próprio desempenho quanto para analisar sites de referência e concorrentes.

4. Ocean.io

O Ocean.io pode ser usado não só por equipes comerciais, como também para a análise de conteúdos e qualificação de leads ainda na gestão da área de marketing.

Ele permite identificar o profile de qualquer empresa nas redes sociais ao acessar seu website, inclusive, de seus profissionais. O status, localização, informações de contato, atividades sociais e relações com outras companhias também podem ser filtrados.

Isso é fundamental para o processo de qualificação de leads, para a personalização dos conteúdos e para as estratégias de marketing que serão aplicadas para convertê-los.

5. User-Agent Switcher

Os visitantes de um site podem fazer logins em diferentes navegadores e plataformas, e essa extensão ajuda na investigação da usabilidade nesses diferentes ambientes.

Considerando que existem smartphones que usam Android, iOS e Windows Phone, é crucial entender como a experiência está sendo ofertada para o usuário, não é mesmo?

Produção de conteúdo

6. Grammarly

Essa ferramenta oferece um apoio fundamental para a produção de conteúdo, melhorando a escrita ao indicar erros de gramática, ortografia e mais.

No marketing digital, transmitir uma informação de forma otimizada é fundamental, porém, se ela tiver erros de português, a imagem da empresa e do profissional responsável ficará seriamente comprometida.

7. Evernote Web Clipper

Capturas de tela com qualidade: essa extensão garante que uma imagem que possa enriquecer o texto seja devidamente captada.

Algumas edições simples, como colocar setas para dar destaque a determinados trechos, também estão disponíveis no Evernote Web Clipper, o que agiliza e garante uma qualidade maior na utilização de capturas de telas.

8. Google Scholar

Conteúdos mais avançados no funil do marketing exigem maior aprofundamento no tema. Nesse sentido, o Google Scholar permite realizar pesquisas na web de materiais e publicações de nível acadêmico.

9. Zest

Outra solução que otimiza a pesquisa de conteúdos relacionados à empresa e que possam ser compartilhados nas redes sociais.

O Zest também é um site que produz conteúdos e, portanto, tem um critério rigoroso para a criação de posts de qualidade, nas informações oferecidas e otimização.

Produtividade

10. Linkclump

Pesquisas extensas exigem a abertura de muitos links e, com essa ferramenta, é possível selecionar vários endereços para abrir ao mesmo tempo.

Pode ajudar bastante no processo de criação de conteúdo, pesquisa de palavras-chave e quem são os concorrentes na primeira página do Google.

11. Save to Pocket

No marketing digital, a quantidade de referências e conteúdos relevantes que um profissional encontra em suas pesquisas é muito grande, porém, nem sempre é fácil administrá-las.

Usando o Save to Pocket, é possível organizar todos os conteúdos por categorias que valem a pena serem lidos novamente, compartilhados ou linkados em materiais futuros.

12. Push by Zapier

Ferramenta para auxiliar no gerenciamento de fluxo de trabalho que envolve outros aplicativos e sistemas, fazendo com que todos eles funcionem juntos.

Além disso, considerando todos os alertas que esses sistemas auxiliares podem gerar, ele cria um “push” único, que garante que o profissional mantenha sua disciplina e produtividade.

13. Todoist

ferramenta já é famosa e muitos profissionais de marketing digital utilizam para organizar suas tarefas. Assim, usar sua extensão garante um controle ainda mais efetivo, além da inclusão direta de dados da pesquisa que estejam relacionados às atividades cadastradas.

14. Focus

Uma extensão fundamental para aqueles profissionais que se perdem em sites e redes sociais sem nem perceberem.

Com o Focus, é possível cadastrar os endereços que mais roubam a atenção do profissional, garantindo que ele dê avisos caso o acesso esteja além do convencionado.

Ele também permite cadastrar objetivos de vida e lembretes regulares, mantendo o foco do profissional.

15. Calendly

O Calendly funciona como um calendário automatizado capaz de checar a disponibilidade de outros usuários, profissionais da empresa, e claro, potenciais clientes.

A partir da disponibilidade, também garante que reuniões sejam agendadas e que outros profissionais que precisam ser relacionados sejam associados ao evento.

Segurança e privacidade

16. Ghostery

É uma das extensões mais antigas e eficientes quando o tema é segurança e privacidade de dadosEla bloqueia rastreadores que, durante a navegação, espiam e seguem o usuário pela web.

17. Privacy Badger

O Privacy Badger é muito parecido com o Ghostery e foi desenvolvido pela Electronic Frontier Foundation (EFF). A ferramenta também bloqueia anúncios de espionagem que seguem o usuário durante sua navegação.

18. Password managers

O Google Chrome oferece seu próprio gerenciador de senhas, mas essa extensão paga também é uma ferramenta muito eficiente, permitindo memorizar mais de uma senha para os usuários em diferentes sites e aplicativos.

SEO

19. Keywords everywhere

Identificar quais palavras-chave são compatíveis com o planejamento de marketing e têm maior aderência com os leads de uma empresa é essencial para a estratégia de Inbound.

Com essa ferramenta, é possível buscar keywords, consultar como está sua competição, avaliar seu desempenho, identificar como usá-las em link building e muito mais.

O uso de ferramentas de SEO é comprovadamente eficaz para conquistar melhores resultados. Segundo a SEO Trends 2018, por exemplo, 53% das empresas que adotam alguma delas consideram seus efeitos muito positivos.

Pesquisa SEO Trends 2018

20. Ubersuggets

Com o funcionamento similar ao da Keyword everywhere, o Ubersuggets também permite que as pesquisas sejam filtradas de diversas maneiras, inclusive, por país e língua falada localmente. Isso permite que a estratégia seja muito mais personalizada.

21. PageSpeed Insights

Um dos fatores que prejudicam a estratégia de SEO e a experiência do usuário é o atraso no carregamento da página. Essa extensão monitora seu desempenho e o tempo de resposta do servidor.

Também identifica quais elementos do site estão atrasando o carregamento, o que permite fazer o ajuste mais preciso.

22. Page Analytics do Google

Entender o comportamento do usuário ao visitar o site é determinante para identificar para onde sua atenção é direcionada. Assim, as informações e produtos que devem ser colocados em destaque podem ser mais bem posicionados.

23. SEO Quake

É similar ao MozBar e, portanto, apontada como uma de suas concorrentes, por também mostrar as métricas importantes para as SERPs.

Porém, em vez de usar métricas próprias, apresenta na barra aquelas mais tradicionais, como Page Rank e outros parâmetros de SEO.

24. SEO Site Tools

Além de criar uma estratégia de SEO eficiente, é preciso analisar a concorrência, seu comportamento nas mídias sociais, formas de construir o link building, métricas e detalhes de seu tráfego. A extensão oferece todas essas informações.

Social Media

25. Hashtest

As hashtags são essenciais para conectar usuários que estejam pesquisando um assunto relacionado ao produto ou serviço de uma empresa, então, devem ser escolhidas estrategicamente.

Essa solução oferece exatamente a análise da probabilidade de sucesso de uma hashtag.

Inclusive, ela é extremamente funcional e permite enviar o resultado da pesquisa para a área de transferência, aumentando a agilidade na hora da postagem.

26. Crystal

O Crystal analisa contatos do networking — ou potenciais clientes — a serem contatados apenas analisando seus perfis nas redes sociais, como o LinkedIn. Assim, é possível descobrir como se comunicar com eles, identificando qual abordagem pode ser mais efetiva, por exemplo.

Também pode ser usada para ajudar na construção de buyer personas para novos produtos e serviços de uma empresa, buscando perfis de usuários que estejam dentro do segmento e grupo de interesse.

27. Facebook Messenger

É verdade que, entre as extensões de produtividade, citamos aqui o Focus, justamente, para evitar que o profissional perca muito tempo em aplicativos e redes sociais como o Facebook.

Porém, no marketing digital, o Facebook é uma ferramenta indispensável, e sua extensão oferece muito mais do que o acesso às conversas no chat.

Desse modo, permite também checar as amizades e relacionamento criados, avaliar a timeline, fazer pesquisas e checar notificações.

Para reforçar sua função na estratégia, a Social Media Trends 2018 mostra que 94,4% das empresas respondentes estão nas redes sociais para interagir com seus clientes.

social media trends

28. Easy Twitter

Essa extensão permite o gerenciamento com facilidade da conta na rede social. Usa um pop-up simples no navegador que permite a visualização da timeline, quais as menções realizadas, e claro, os trendings topics.

Como as redes sociais são importante canais de interação com os clientes e fortalecimento da autoridade da marca, ter agilidade na hora de responder às menções é fundamental.

29. Instagram web

Similar ao Easy Twitter, porém, para o Instagram. Permite curtir fotos, interagir com clientes e outros profissionais em uma janela.

30. Logout 4 all

A extensão realiza o logout de todas as redes sociais depois que elas forem usadas. Pode ser muito interessante para empresas e profissionais que alternam computadores em turnos, por exemplo, ou em visita a clientes.

Critérios para a escolha das extensões do Google Chrome de marketing digital

Por serem ferramentas de otimização das rotinas de trabalho, o raciocínio mais natural é de querer usar o máximo possível.

No entanto, a dependência pode prejudicar o desempenho do profissional, que poderá ter sua atenção dispersa e até mesmo colocar em risco a privacidade do usuário.

A extensão Hover Zoom, por exemplo, permite fazer uma busca por imagens mais rápida ao consultar diversas fontes ao mesmo tempo, só que diversos relatos de usuários já mostraram que, ao mesmo tempo, o comportamento de utilização da internet é monitorado e, posteriormente, repassado para empresas de adwares.

O Bitmoji, por outro lado, permite a criação de avatares para serem utilizados no Slack, Chrome e Gmail. Mas será que é realmente necessário para a rotina diária do profissional?

É preciso ter em mente que as soluções certas podem tornar o trabalho mais ágil e qualificado, mas as extensões também podem drenar os recursos do computador, como a memória RAM e o tempo de uso do processador.

Por isso, estabelecer alguns critérios na hora de escolher as extensões do Google Chrome é essencial. Considere:

  • melhorias que farão no fluxo de trabalho;
  • frequência em que serão acionadas;
  • impacto no desempenho de navegação;
  • possibilidade de colocar a privacidade do usuário em risco.

Configurações das extensões do Google Chrome que protegem o usuário e seus dados

Além do cuidado ao escolher as ferramentas que realmente facilitarão as atividades online, também é possível investir em configurações que tornam sua atuação ainda mais segura.

Limite a atuação das extensões em apenas alguns sites

Acessando pela barra de endereços o menu do Chrome com o atalho “://extensions/”, é possível clicar nos “Detalhes” de cada extensão. Nas opções, será possível selecionar:

  • em todos os sites;
  • em sites específicos;
  • ao clicar.

Prefira extensões de fontes confiáveis

Considere a autoridade do responsável pelo desenvolvimento da ferramenta e analise comentários de outros usuários em fóruns especializados. Pedir sugestões para outros profissionais da área de marketing digital também pode ser uma boa alternativa.

Crie perfis de usuários diferentes

Para aqueles profissionais que utilizam o mesmo computador para atividades pessoais e da empresa, é possível criar perfis diferentes e escolher para cada um deles quais extensões utilizar.

Navegação em sites de bancos, gerenciamento de senhas e outros recursos serão organizados e estarão seguros de acordo com o perfil utilizado no momento.

Essa divisão também pode ser feita com uma extensão chamada Extensity. Nela, um ícone que apresenta um grupo de pessoas permite criar mais de um perfil e determinar para cada um deles quais as extensões devem ser acionadas durante a navegação.

Adote extensões de segurança

Na lista acima, algumas extensões buscam garantir uma navegação mais segura. O HTTPS everywhere, por exemplo, foi desenvolvido pela Electronic Frontier Foundation (EFF), que luta pelos direitos dos usuários na internet.

A extensão força o site a usar sua versão criptografada, mais segura para a navegação.

O marketing digital exige que seus profissionais tenham uma visão global e atualizada do mercado. Com as soluções do Chrome, esse desafio pode ser consideravelmente facilitado.

Então, avalie quais extensões do Google Chrome de marketing digital são indispensáveis para você, adote as medidas de segurança necessárias e aumente sua performance profissional.

Depois de fazer a revisão e atualização das suas ferramentas, não deixe de conferir quais são as tendências do marketing digital para 2019 e analise como suas novas extensões podem ajudar a se dar bem nelas!

Content Trends 2018

Melhores estratégias para links internos
Parte 2

Links internos: conheça as 7 melhores estratégias para gerar resultados

Gerar tráfego qualificado é uma parte muito importante em qualquer estratégia de marketing digital. Além de atrair as pessoas certas, é preciso fazer isso em larga escala, a fim de conquistar autoridade, gerar leads e, por fim, fechar vendas.

Entre as muitas estratégias que estão à disposição para chamar a atenção do cliente ideal, é relativamente pequeno o número de empresas que investem para valer nos links internos. O motivo disso é simples: elas não sabem o que estão perdendo!

A linkagem interna tem um papel fundamental no desempenho de um website, tanto nos mecanismos de pesquisa quanto aos olhos dos usuários.

Quer aprender como aproveitar melhor esse recurso e conquistar ótimos resultados? Então, vamos lá!

Neste artigo você vai ver:

  • o que são links internos;
  • por que os links internos são relevantes para a sua posição no Google;
  • principais motivos para levar a linkagem interna do seu site a sério;
  • como fazer uma auditoria completa dos seus links internos;
  • 7 táticas de linkagem interna que vão impulsionar seus resultados.

Entenda o que são links internos

Links internos são aqueles que apontam para outra página do mesmo site. Por exemplo, você pode encontrar neste post vários links para outros artigos aqui do blog.

Como todos estes links estão no mesmo domínio (o blog da Rock Content), são todos links internos.

Mas se eu linkar para alguma página da Wikipédia, por exemplo, o link em questão já estaria fora do domínio da Rock e seria, portanto, um link externo.

Aliás, o link building geralmente está no centro das atenções quando o assunto é rankear no Google.

No entanto, agora vamos ver por que você também precisa dar atenção à linkagem interna.

Por que os links internos são relevantes para a sua posição no Google

Sim, a linkagem interna de um site pode mudar radicalmente sua posição nas páginas de busca.

Existem casos reais em que uma página pulou muitas posições na classificação do buscador com nada mais que uma mudança de estratégia nos links internos.

Eu estou falando de mudanças muito expressivas, como:

Isso revela duas verdades vitais:

  1. O Google dá valor à forma como você distribui os links das próprias páginas internamente.
  2. O buscador recompensa quem tem uma estratégia real e ativa em vez de simplesmente colocar um link interno ou outro de vez em quando.

Mas por que o Google dá tanta importância assim aos links internos?

Primeiro pela forma como o buscador “escaneia” a web em busca de conteúdo. Para oferecer aos usuários sempre os melhores resultados para suas pesquisas, o Google nunca para de vasculhar a internet em busca de conteúdo novo e atualizado que possa considerar relevante sobre qualquer tema possível.

Para fazer essa varredura, o Google usa robôs, chamados de spiders, que começam analisando algumas páginas.

Então, eles seguem os links contidos nessas páginas para expandir sua busca e analisam as páginas para as quais os links apontam.

Os spiders repetem esse processo milhões de vezes até conseguirem avaliar uma quantidade enorme de conteúdo por toda a web.

Assim, em resumo, os links são vitais para que o Google continue encontrando os melhores conteúdos e oferecendo bons resultados aos usuários de forma rápida.

Esse motivo, por si só, já deveria fazer você ficar de olhos bem abertos quanto à linkagem interna do seu site. Mas há, pelo menos, mais 3 motivos para fazer isso.

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👉 Link Building: os 9 erros que você deve evitar
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👉 Backlinks: por que você não sai do lugar sem eles?

Principais motivos para levar a linkagem interna do seu site a sério

Se você não fazia ideia de que precisa dar atenção aos links internos como forma de alavancar a presença digital do seu negócio, não está sozinho.

Muita gente investe a maior parte do tempo e do dinheiro em outras ações para aumentar o posicionamento no Google e aumentar o tráfego orgânico.

Levando em conta a quantidade de práticas existentes para otimizar os mais de 200 fatores de rankeamento do Google, isso é normal.

Mas veja 3 motivos importantes para levar a sério a criação de uma estratégia de links internos bem estruturada para o seu site.

Melhorar a experiência do usuário

O primeiro motivo para linkar seu conteúdo de forma planejada é porque isso contribui para que a experiência do usuário seja mais completa e ele tire mais valor do que você tem a oferecer.

Por exemplo, neste guia completo você encontra vários links para outros conteúdos que complementam o assunto e abrangem seu conhecimento sobre a importância do tema.

Sem eles, o valor deste post seria consideravelmente menor para qualquer leitor, pois mesmo que desejasse saber mais, precisaria fazer novas buscas até encontrar material adicional.

E pense bem: qual é a dificuldade de incluir links de forma contextual nas suas páginas internas e posts do seu blog? É algo simples, rápido e que aumenta muito o valor do seu site aos olhos do usuário.

Impulsionar conteúdos novos e estratégicos

Você deve concordar comigo que existem alguns conteúdos estratégicos para o sucesso da sua empresa. Esses precisam ser tratados de forma especial no que se refere à divulgação e ao rankeamento — e uma das maneiras mais simples e práticas de impulsionar um conteúdo é por meio da linkagem interna.

Basta que você escolha alguns posts do blog ou pontos específicos da navegação — como o menu principal ou a barra lateral — para colocar o link, talvez até com um CTA

Além disso, quando você linka para conteúdos novos e recém-lançados, eles são indexados mais rapidamente pelo Google, o que aumenta as chances de receberem uma classificação alta nas SERPs.

Mover possíveis clientes pela jornada de compra

Por último, não podemos deixar de fora o fato de que a boa escolha dos seus links internos também ajuda a mover seus leads pela jornada de compras. Como?

Por exemplo, uma empresa que deseja gerar leads inbound poderia criar uma série de posts de blog sobre o mesmo tema geral, todos voltados para o topo do funil.

Depois, era só colocar um link em cada post para um e-book que aprofunda o assunto de interesse da persona.

Outra opção é incluir links em conteúdos de meio de funil com chamadas para conversar com um consultor ou pedir um orçamento. Nesse caso, o link de destino deveria ser uma página de contato.

a jornada do cliente

Como fazer uma auditoria completa dos seus links internos

Antes de partir para a ação e tentar colocar links para seus conteúdos mais importantes em todas as páginas do seu site ou blog, é preciso dar um passo atrás e se preparar bem.

Não se esqueça de que o Google privilegia quem tem uma estratégia, e não quem faz linkagem sem qualquer noção de propósito.

Por isso, você precisa fazer uma auditoria dos seus links internos, ou seja, saber qual a situação do seu site nesse aspecto.

Só depois disso é que terá condições de ajustar o que está errado de acordo com as melhores práticas.

Uma boa forma de fazer uma auditoria dos seus links internos é por usar o Ahrefs, uma das ferramentas de SEO mais usadas e respeitadas do mundo.

A ferramenta Site Audit oferece uma visão completa de todos os problemas de SEO que o seu site pode ter, mas, falando especificamente dos links internos, vale a pena focar nas análises de:

  • incoming links: encontra páginas órfãs (sem links) e problemas com links nofollow;
  • outgoing links: detecta links para redirecionamentos e links quebrados.

Outra opção completa para auditar seus links internos é com a ferramenta da SEMRush chamada Internal Linking Report. Ela contém uma seção só com os erros e problemas de linkagem interna, além de instruções claras sobre como resolver o problema.

7 táticas de linkagem interna que vão impulsionar seus resultados

Depois de fazer a auditoria completa com ferramentas de qualidade, é provável que você já tenha corrigido muitos erros de linkagem interna no seu site, o que é ótimo.

Mas ainda existem algumas táticas que podem beneficiar (e muito) o desempenho das suas páginas nos mecanismos de busca.

Veja 7 ações que você deve tomar para impulsionar seus resultados e conquistar o tão sonhado tráfego orgânico para aumentar as oportunidades de negócio:

1. Capriche no texto âncora

O algoritmo do Google está cada vez mais inteligente na hora de ler e indexar as páginas, o que faz com que a análise de palavras-chave e links internos seja muito criteriosa.

O texto âncora — no qual o link está presente — serve para contar ao Google do que o link se trata.

Por isso, é muito melhor incluir um link de forma contextual e didática do que usando expressões como “clique aqui”.

2. Apresente conteúdos recomendados

Apresentar uma seleção de conteúdos recomendados — seja por meio de um plugin, seja de forma manual no meio de um artigo — é outra forma prática de incluir links internos.

Essa tática é válida também porque torna mais fácil escolher apenas conteúdos que realmente estão ligados, de alguma forma, ao post atual.

Isso é muito importante porque não adianta focar só na quantidade de links, é preciso ficar atento à qualidade e relevância deles para o momento atual do usuário.

3. Crie uma hierarquia de links internos

Como já ressaltamos, nem todos os conteúdos serão de igual importância na sua estratégia digital. O mesmo vale para as páginas fixas do seu site.

Então porque tratar todos da mesma forma ao planejar sua estratégia de links internos? É recomendado que você estabeleça uma hierarquia de links internos, de preferência de forma bem documentada e organizada.

Assim, você saberá sempre quais conteúdos precisam ser linkados com mais frequência e até escolher alguns para colocar em seções fixas, como os menus de navegação que aparecem em todas as páginas.

4. Equilibre a distribuição de links em cada página

A versão resumida dessa tática é: vale mais a pena linkar para um bom conteúdo do que para 10 páginas que não têm nada a ver com o assunto de que você está falando.

Em geral, você pode colocar vários links na mesma página, e até deve fazer isso. Mas uma página com 100 links, por exemplo, diz para o Google que o seu critério de recomendação talvez não seja tão confiável.

Outra forma de equilibrar a distribuição de links internos é lembrar-se de linkar para os artigos mais recentes, e não focar só nos conteúdos e páginas principais. Assim, seus novos conteúdos também serão impulsionados.

5. Use a navegação para linkar suas páginas mais importantes

A navegação geralmente aparece igual em todas as páginas de um site, principalmente no cabeçalho e no rodapé. Alguns sites também contam com barras laterais que podem ser usadas para mostrar CTAs.

Links contidos nessas seções são entendidos como mais importantes pelo Google, e podem receber uma classificação mais alta nas páginas do buscador.

Isso sem contar que o tráfego direcionado a elas é maior por conta da alta exposição. Pensando nisso, não deixe de aproveitar a navegação para linkar páginas estratégicas do seu negócio.

6. Use suas páginas mais relevantes para impulsionar um conteúdo muito importante

Já pincelamos essa dica um pouco antes nesse artigo, mas vale listá-la aqui também. Algumas páginas merecem mais destaque do que outras, principalmente as que trarão retorno financeiro maior.

Por isso, sempre que for apropriado, coloque links internos de forma natural apontando para páginas que farão o usuário avançar na jornada de compra.

Aumentar os links internos para landing pages com materiais ricos, eventos e pedidos de consultoria e orçamentos pode transformar seus resultados.

7. Mantenha seus links internos a 3 cliques de distância

Existe uma boa prática de SEO que determina que todos os links da sua página devem estar a, no máximo, 3 cliques de distância.

Se o usuário precisar dar mais de 3 cliques para acessar o conteúdo de um link seu, é provável que ele não o faça. E mais, o Google sabe disso e também dará menos importância a esses links.

Investir em uma estratégia de links internos é um passo relativamente simples, mas que trará ótimo retorno para o seu negócio.

Use as dicas mostradas aqui para fazer uma auditoria completa das suas páginas e traçar o melhor caminho rumo ao topo das páginas de pesquisa.

Agora que você já sabe como dominar os links internos, aprenda como aplicar as demais práticas de rankeamento em sua estratégia digital. Baixe agora mesmo nosso guia completo sobre SEO e aproveite!

o que é seo

Viralização do ovo
Parte 3

A história e os segredos da viralização do ovo de 40 milhões de likes

Todo mundo que está no Instagram sabe que as curtidas são a principal moeda de troca na busca por relevância. Tem gente e até empresas que pagam para ganhar curtidas e parecerem mais interessantes na rede de imagens.

Porém, abrir a carteira pode não ser a melhor estratégia para ganhar notoriedade no Instagram. Pelos menos foi o que pareceu no último dia 13 de janeiro, quando a socialite americana Kylie Jenner perdeu o título de foto mais curtida do Instagram para… um ovo.

Isso mesmo, a simples foto de um ovo caipira — sem edição nem nada, vale ressaltar — ultrapassou a caçula do clã Kardashian e empresária do ramo da beleza e atingiu o marco de 20 milhões de curtidas.

No momento em que esse conteúdo estava sendo escrito (16 de janeiro), já contabilizava 45 milhões de likes e contando!

Mas como um ovo viralizou ao ponto de driblar uma blogueira mundialmente famosa e o próprio ranking do Instagram? É isso que tentaremos desvendar nesse artigo que, peço desculpas antecipadamente, está cheio de trocadilhos.

O que surgiu primeiro: o ovo ou a Kylie Jenner?

Para investigar o sucesso do ovo, precisamos voltar um pouquinho no tempo. A história toda começou no dia 4 de janeiro, quando o usuário @world_record_egg postou a foto de um ovo caipira, sua primeira e única postagem na rede social até então.

viralização do ovo

Além de marcar alguns famosos na postagem, a legenda continha um chamado público:

“Vamos alcançar juntos um recorde mundial e conseguir a postagem mais curtida do Instagram. Batendo o atual recorde mundial que pertence a Kylie Jenner (18 milhões)! Vamos conseguir 🙌 #CurtaOOvo #SoldadosDoOvo #GangueDoOvo”

A foto a que o perfil se refere é o anúncio da socialite Kylie Jenner para o nascimento de sua filha, Stormi. A imagem da bebê segurando a mão da mãe havia sido postada no dia 6 de fevereiro de 2018 e tinha mais de 18 milhões de curtidas.

Mas quem são essas pessoas?

Bom, Kylie se tornou conhecida do público em 2007, quando foi ao ar a primeira temporada de Keeping Up with the Kardashians, reality show do canal E! que conta o dia a dia de sua família.

Em 2016, ela criou uma marca de maquiagem chamada Kylie Cosmetics que, em apenas dois anos, movimentou mais de 630 milhões de dólares. Com isso, a jovem atingiu o posto de 5ª celebridade mais rica dos Estados Unidos, segundo a Forbes Magazine (wow!).

Outro fato relevante é que podemos afirmar sem sombra de dúvidas que boa parte do sucesso da marca veio do poder de influência da própria Kylie, que se tornou um ícone de beleza após sete anos de construção de imagem no Instagram.

Para você ter uma ideia, o perfil dela tem mais de 5.000 postagens — a maioria, selfies em que está sempre superproduzida, diga-se de passagem — e 124 milhões de seguidores.

Já o ovo… Bem, o perfil, ainda anônimo, já tem 7 milhões de seguidores e uma data de criação que não conseguimos rastrear. O que, é claro, abre a possibilidade para várias especulações, como a de mudança de nome de usuário.

Em entrevista concedida ao Buzzfeed News, o perfil se apresentou como Galinha Henrietta, afirmou viver no interior da Inglaterra e disse que decidiu criar o desafio para se divertir enquanto participa do Janeiro Seco, uma campanha para evitar o consumo de álcool durante todo o mês.

Em seguida, como toda pessoa esperta que ganha um pouco de espaço na internet, o ovo abriu uma lojinha num site colaborativo de criadores e já está vendendo camisetas e moletons personalizados com a mesma imagem que o tornou famoso.

A foto, também descobriu-se mais tarde, foi feita por um homem chamado Serghei Platanov que, com o perdão do trocadilho, ficou chocado com a repercussão da imagem.

“Meu objetivo era tirar uma simples foto de um ovo. Por diversão. Nunca na minha vida eu poderia imaginar que isso seria um hit”, disse ao The Insider. Ele também contou que nem usa redes sociais e finalizou com “o ovo é só um ovo”.

Porém, mesmo que não se possa afirmar muita coisa sobre o ovo caipira, algo podemos dizer com toda a certeza: Kylie Jenner, ainda que temporariamente, está comendo poeira nessa corrida.

Nossa ferramenta, o Instagram Analytics, revelou que a taxa de engajamento (soma das médias de likes e comentários dividida pelo número de seguidores) do ovo é 680% maior do que a da socialite.

Resumindo a história, não importa de onde esse ovo surgiu, ele realmente é um hit! E já está inspirando outros ao redor do mundo: nos últimos dias, já surgiram limões e até batatas com o mesmo objetivo, agora também no Twitter. Resta saber apenas até onde isso vai.

Por que esse ovo deu omelete?

Ok, o ovo recordista é apenas um meme. Por que então isso é importante para um portal de marketing?

Para começar, porque o ovo driblou o algoritmo do Instagram, que tem diminuído cada dia mais o alcance orgânico das postagens. E, enquanto muitos usuários lamentam que só queriam o feed cronológico de volta, quem trabalha com mídias sociais sabe que o buraco é bem mais embaixo.

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Há muito tempo, desde que foi comprado pelo Facebook em 2012, o Instagram está seguindo a escola Mark Zuckerberg de monetização: limita o alcance das postagens, forçando as empresas a pagarem para chegar aos próprios seguidores.

Ou seja, mesmo que você tenha milhares de seguidores que amam a sua marca, suas postagens não serão vistas a menos que:

  1. você invista dinheiro nisso;
  2. todos os seguidores ativem a notificação de nova postagem. O que, convenhamos, ninguém faz. Talvez seu concorrente para te espiar.

Em segundo lugar, porque tem muito profissional trabalhando duro e quebrando a cabeça para conseguir o mesmo resultado e não chegando nem perto de criar um case de marketing viral.

Por isso, mais do que nunca, episódios como o recorde do ovo (ainda que advindos de um meme) chamam a atenção dos especialistas e se transformam em objeto de estudo.

E, analisando esse caso específico, podemos identificar alguns elementos que ajudaram o ovo e que você pode levar em conta na hora de tentar criar o seu viral.

Contexto

Primeiro, a pessoa misteriosa por trás do recorde do ovo soube onde fazer sua campanha. No Facebook, que está em declínio entre os jovens, a coisa não teria funcionado.

O Instagram ainda é uma rede na qual as pessoas ainda se mobilizam e passam boa parte do seu dia produzindo e consumindo conteúdo. Tanto é que os mais seguidos e curtidos sempre viram notícia no mundo todo.

Você pode não conhecer nenhuma música de Selena Gomez, mas certamente sabe que era a pessoa mais seguida da rede de imagens até pouco tempo (não é mais). Mas quem é a pessoa mais seguida do Facebook? Eu não me lembro nem de ter ouvido falar.

Absurdo

O Instagram é uma vitrine um tanto quanto incômoda. Muitas selfies, muita gente querendo se vender, muita briga de ego… E é exatamente isso que o torna o desafio do ovo tão potente!

O fato de ser um ovo a deter um dos títulos mais importantes no mundo dos influenciadores digitais é, sejamos sinceros, ridículo. Tão ridículo que beira a comicidade.

Se fosse uma empresa tentando derrubar a Kylie Jenner, certamente não obteria o mesmo resultado. Mas a gente apoia o ovo e dá o like só para rir junto do absurdo da coisa.

Chamado épico

Tirando a cartada da psicologia óbvia, vou recordar aqui que somos seres fundamentalmente sociais. Gostamos de participar das coisas e nos sentimos excluídos quando não fazemos parte de um grupo.

Por isso, o convite para fazer parte de um movimento coletivo é muito forte, já que nos dá a oportunidade de fazer parte de algo maior do que nós mesmos.

Essa é, inclusive, uma excelente técnica de gamificação! Afinal de contas, você não está apenas dando um like no Instagram, mas fazendo parte de um marco da internet! Quem vai querer ficar de fora?

Daqui a alguns anos, vamos sentar numa mesa de bar com os amigos e lembrar daquela vez em que um ovo bateu um recorde mundial e poder dizer “eu estava lá e ajudei”.

Outros cases de viral marketing que “chocaram” a internet

O caso do ovo de 40 milhões de likes é o mais recente, mas não é o único exemplo de campanhas que recorreram a contexto, absurdo e chamado épico para viralizar. Separei outros dois casos para você dar uma olhada:

Dollar Shave Club

Uma startup de serviços de assinatura para a barba. Ela permite que você se cadastre e que todos os meses receba em sua casa uma caixinha com lâminas, espuma e até loção pós-barba, dependendo do pacote.

Só de escrever essa descrição eu já fiquei entediada, mas as campanhas dos caras são tão geniais que eu compraria só para dar apoio moral — se vendesse no Brasil.

Esse vídeo, que viralizou como uma das campanhas mais criativas da internet, provavelmente teve um baixíssimo orçamento e conta com uma pessoa vestida de urso, uma raquete de tênis, a bandeira dos Estados Unidos e um aspirador de pó (???). Vale a pena assistir:

The Million Dollar Homepage

Em 2005, o estudante britânico Alex Tew precisava de dinheiro para arcar com as despesas da faculdade. Sua meta era clara: arrecadar um milhão de dólares.

Então, em vez de despender tempo com ideias de negócio mirabolantes ou campanhas de financiamento coletivo, ele simplesmente criou um site com um milhão de pixels e anunciou que estava vendendo cada um por US$ 1 no eBay. E assim nasceu a The Million Dollar Homepage!

O argumento de venda era simples: comprando um pixel, você ganha um anúncio no site e aumenta o page-rank da sua página. E coisa viralizou a tal ponto que os últimos mil pixels do site foram vendidos por US$ 38,8 mil, quase 40 vezes mais do que o valor original.

E como eu sei que você está se perguntando: sim, Alex conseguiu seu primeiro milhão e o site está no ar até hoje. Você mesmo pode ver clicando aqui.

Uma lição para conseguir a sua galinha dos ovos de ouro

Muito mais do que o absurdo, o contexto ou o chamado épico, todos os cases mencionados neste artigo têm em comum o fator simplicidade:

  • Recorde do ovo: a pessoa não escolheu uma imagem elaborada;
  • Dollar Shave Club: a campanha é claramente de baixo-custo;
  • The Million Dolar Homepage: é só uma página com anúncios.

Todos tiveram pouco investimento porque uma ideia com potencial viral geralmente é simples e não querer muito. Às vezes, a gente é que estraga elaborando demais.

Como aprendizado pessoal, posso dizer que vou despender mais tempo deixando as ideias doidas fluírem do que pensando em algo sensacional pronto para viralizar. E você, o que aprendeu?

Se quiser saber mais sobre marketing no Instagram, temos um conteúdo completo sobre o assunto.

conteúdo abrangente
Parte 4

Entenda o que o Google quer dizer com abrangência do conteúdo e conquiste as melhores posições

Você gastou muito tempo se preparando para iniciar a sua estratégia de marketing de conteúdo.

Além de todo o planejamento, dedicou-se a criar e otimizar um blog com as melhores práticas de SEO. Agora, é hora de produzir, de fato, o conteúdo.

Ao buscar as recomendações do poderoso Google, você descobre que a chave para ranquear na primeira página é abrangência do conteúdo. Porém, na prática, o que isso significa?

Conteúdo de qualidade” é um termo vago, até porque muita gente acha que tem conteúdo melhor do que o dos concorrentes.

Para não ficar só no achismo, que tal descobrir de uma vez por todas o que o Google quer dizer quando fala sobre conteúdo de qualidade?

Para começar, é preciso entender o conceito de content comprehensiveness que a companhia estabeleceu. Vamos lá!

O que é content comprehensiveness?

Em tradução livre do inglês, o termo “content comprehensiveness” seria algo como “facilidade de compreensão do conteúdo”.

Em outras palavras, é a sua habilidade de deixar o conteúdo do jeito que o seu público quer e precisa. Sem dúvida, uma tarefa bem difícil.

Mas ela pode ficar mais fácil de compreender (sem trocadilho) e aplicar se você levar em conta estes 5 princípios básicos ao produzir cada peça de conteúdo.

1. Intenção

“O que a minha persona quer quando faz uma busca no Google?” é a pergunta que você deve se fazer antes mesmo de começar a planejar o seu conteúdo.

A mesma pessoa pode esperar resultados completamente diferentes de acordo com a etapa da jornada de compra em que se encontra.

Cabe a você descobrir que tipo de dúvida ou problema a sua persona quer sanar ou resolver. A partir daí, já terá o norte que o seu conteúdo precisa para fazer sucesso.

Saber a intenção do usuário ao fazer uma busca ajudará, por exemplo, a determinar o tamanho do conteúdo que produzirá sobre o tema.

2. Implicações

Depois de saber que tipo de conteúdo a sua persona quer, é preciso considerar como ela vai ficar depois de consumi-lo, de que modo ela será afetada.

De maneira bem resumida, as implicações tratam de como o seu conteúdo afetará o público.

Páginas que envolvem a saúde, bem-estar ou vida financeira dos leitores — chamadas de YMYL — recebem um tratamento ainda mais cauteloso do Google.

Por exemplo, um post sobre investimentos na bolsa de valores pode afetar consideravelmente as economias do leitor.

Assim, para esse tipo de pesquisa, o Google vai priorizar conteúdos escritos por economistas e outros especialistas em ações.

3. Subtópicos

Se o seu conteúdo for longo, de acordo com a intenção de busca do público, vale expandir a busca do termo principal para encontrar subtópicos que tratem de nuances relevantes do assunto.

Nos artigos longos, como guias, essas divisões são essenciais. Afinal, você tem a chance de se aprofundar mais em uma pequena parte de um assunto amplo. É até possível que muitos leitores entrem na página em busca de um subtópico específico.

No entanto, lembre-se que os subtópicos também são necessários em artigos menores, para aumentar a escaneabilidade do conteúdo.

4. Perguntas

Quais perguntas a sua persona se faz? E, mais ainda, como ela gostaria de receber a resposta? Pensar nisso também é fundamental para que você escolha os temas certos e fale em uma linguagem que a sua audiência gosta de ouvir.

As perguntas são constantes no maior site de pesquisas do mundo, e os seus possíveis clientes fazem buscas usando esses termos. Adaptar-se a isso fará grande diferença.

5. Tendências

Por mais que alguns assuntos estejam sempre em evidência, não há nada de errado em se aproveitar de tendências e assuntos relevantes no momento para conquistar posições no Google.

Descobrir o que faz mais sucesso entre a sua audiência, e incluir conteúdo relacionado a essas tendências nos seus posts, pode ajudar a subir os degraus que faltam para alcançar o topo das buscas.

Content Trends Enterprise

Por que se preocupar com o que o Google considera conteúdo compreensivo?

O Google é o maior buscador do mundo, e não dá para simplesmente ignorá-lo como canal de atração.

Além disso, se a sua estratégia for bem executada, você garante que as pessoas certas cheguem até o seu conteúdo, ou seja, pessoas que podem se tornar clientes e até defensoras da sua marca.

Só isso já faz a opinião do Google valer muito, já que esse canal é mais confiável do que outros, como as redes sociais, que frequentemente diminuem o alcance orgânico em favor de anúncios.

Além disso, o Google não é de fazer promessas vazias. Basta ver como as pessoas ficam desesperadas com cada simples rumor com respeito a uma mudança drástica no algoritmo.

Então, se o buscador prometeu que vai avaliar as posições das páginas com base na qualidade do conteúdo, acredite e se prepare para isso o quanto antes.

Quais os principais motivos para criar conteúdo de qualidade aos olhos do Google?

Produzir conteúdo abrangente e que tenha o selo de qualidade do Google vale muito a pena para todos os que se dedicam a fazer isso.

Não importa o tamanho do seu negócio nem o segmento em que atua, pode ter certeza de que, se o seu padrão de qualidade para os conteúdos da sua marca for elevado, ele terá os seguintes benefícios.

SEO

O primeiro — e mais óbvio — motivo é que criar conteúdo de acordo com o padrão do Google melhora as suas chances de se posicionar bem nas buscas.

Com isso, vem o aumento do tráfego orgânico qualificado, que significa maior alcance da sua mensagem e dos seus produtos.

Guia do SEO 2.0

Experiência do usuário

A experiência do usuário não deve ser uma prioridade só porque é um dos fatores que o Google considera. Pelo contrário: deve ser prioridade porque você não terá resultado nenhum, independentemente de que posição esteja nas pesquisas, se as pessoas acessam e não gostam do seu conteúdo.

E conteúdo de qualidade melhora radicalmente a experiência do usuário.

Autoridade de marca

As pessoas buscam por empresas que passem credibilidade e nas quais elas sintam que podem confiar. Um bom conteúdo faz total diferença em como as pessoas verão o seu negócio.

Conteúdo de qualidade, que gera valor real sem interesse imediato, mostra compromisso. Ele, por sua vez, gera confiança, e confiança torna mais fácil romper objeções de venda.

Capacidade de persuasão

Persuasão é a arte de convencer pessoas a respeito de uma ideia, propósito ou da compra de um produto. A melhor forma de convencer alguém é por meio de argumentos bons, que apelem para:

  • a capacidade delas de raciocinar de forma lógica;
  • as suas emoções e os seus sentimentos mais íntimos, que entram em ação mesmo quando não percebem.

O conteúdo bem produzido é capaz de persuadir, o que resulta em conversões para o seu processo comercial.

Como criar conteúdos abrangentes e bombar os seus resultados no Google?

Como produzir conteúdo que o Google considera relevante e abrangente? Essa é a grande questão, ainda mais considerando que o número de empresas que já investe em conteúdo cresce a cada ano.

A resposta está nas 4 dicas que você vai ver abaixo. Não existe segredo, nem fórmula mágica. É bem provável que você já tenha visto em outro lugar o que vai ler aqui.

A diferença mesmo está em você. Isso mesmo: está em você e na sua capacidade de aplicar o que vai ler agora. Se agir de acordo com as dicas, seu blog será bem visto pelo Google e, principalmente, pelo público.

1. Desenvolva (e atualize) a sua persona

Conhecer a fundo sua persona é a missão número 1. Se não cumprir essa etapa, nada do que falamos até agora é possível.

Considerar a persona errada, ou não ter persona nenhuma, vai te atrapalhar em todas as etapas na missão de criar conteúdo compreensível e abrangente aos olhos do Google.

Mesmo que você já tenha uma persona bem definida, atualize-a sempre que necessário. Com esse detalhe você evitará o risco de criar estratégias ultrapassadas e pouco eficazes.

2. Crie conteúdo difícil de replicar

Conteúdo diferenciado e difícil de replicar nem sempre significa fazer o artigo mais longo que existe sobre determinado tema.

Não se esqueça de que a contagem de palavras nem sempre é o melhor indicador de qualidade, mas sim a forma como o material vai impactar o público e satisfazer a sua intenção de busca.

Estamos falando sobre pesquisa profunda, entrevista com especialistas, técnicas de storytelling e outros recursos que façam do seu conteúdo algo único.

3. Foque a sua atenção em tópicos específicos

Vale mais a pena se tornar referência em uma série de tópicos específicos que se relacionam entre si do que tentar falar sobre todos os assuntos que cercam a sua área de atuação.

Você se lembra de que as pessoas sempre buscam autoridades? Especialistas em um assunto, ou uma série de tópicos relacionados, conseguem criar uma imagem melhor nesse sentido do que generalistas.

4. Use recursos visuais de qualidade

Gerar valor para o usuário é o seu foco principal, certo? Recursos visuais de qualidade só vão acrescentar. Use-os na medida certa e você vai ver como o seu público se sentirá motivado e engajado com o conteúdo de forma geral. Isso inclui imagens de alta resolução e vídeos bem elaborados.

Produzir conteúdo abrangente e de alta qualidade tem muitos desafios, alguns dos quais você só conhecerá na prática. Mas os resultados compensam bastante.

Quem toma tempo de descobrir o que a persona quer e precisa, e fala com ela da forma mais certeira possível, sempre terá benefícios a colher.

Agora que você entendeu a importância da abrangência do conteúdo para a experiência do leitor, não deixe de conferir nosso ebook sobre Copywriting, para descobrir a essência dos textos que convertem!

ebook de copywriting

Marcador schema.org
Parte 5

Otimize o seu conteúdo para pesquisas de voz com o marcador schema.org

Todos que trabalham com marketing — seja um gerente ou um analista — precisam estar por dentro das novidades do mercado a fim de trazer inovações e ideias de valor para dentro da empresa.

Pesquisas por voz é uma delas e, por isso, redigimos este artigo sobre como você pode otimizar os seus conteúdos para elas usando o marcador schema.org.

Para que você saiba o que é esse marcador, como você pode usá-lo e por que as pesquisas por voz são tão importantes para a sua estratégia de marketing digital, convidamos você a ler este post até o final!

Vamos lá?

O que é o marcador schema.org?

O schema.org é um tipo de marcador de dados estruturados — essencialmente, um tipo de código — que você inclui no seu site ou blog para facilitar o entendimento que os motores de busca têm sobre ele.

Ele foi projetado para ser uma linguagem de mecanismo de pesquisa universal e foi desenvolvido em conjunto pelo Google, Microsoft, Yahoo! e Yandex.

Ele tem vários benefícios para o SEO, entre eles, o fato de que, se os mecanismos de pesquisa entenderem melhor o seu conteúdo, é maior a probabilidade de ele ser visto como um resultado relevante nas pesquisas.

O marcador schema.org também oferece ao seu site ou blog uma chance muito maior de aparecer como um resultado relevante, como um featured snippet ou uma resposta rápida, que são usados ​​como fontes de respostas na pesquisa por voz.

E, à medida que mais formas de indexação de conteúdo online e sua disponibilização em dispositivos de voz são desenvolvidas, dados estruturados feitos via schema.org são, muitas vezes, o cerne deles.

Portanto, embora o uso do schema.org para marcar seu conteúdo não garanta a presença em dispositivos de voz, ele pode melhorar significativamente as chances do seu conteúdo ser exibido dessa forma.

CTA de download para o kit: Domine o Google

Por que pesquisas por voz são tão importantes?

Tanto o Google quanto os demais buscadores vêm constantemente mudando a maneira de lidar com as consultas de pesquisa, com a forma como os usuários pesquisam as informações de que precisam e até mesmo com nossas ações em relação aos resultados de busca em geral.

A pesquisa por voz é uma função que permite aos usuários fazer pesquisas na web usando os motores de busca por meio de comandos de voz falados, em vez de digitar.

Assim, o Google Voice Search, por exemplo, pode ser usado em pesquisas para computadores e dispositivos móveis.

Em alguns casos, os usuários precisam dizer um comando para avisar o Google que uma pesquisa de voz será feita (tal como dizemos “siri” ao usar um iPhone).

Isso pode ser feito por meio de um comando de voz em determinados dispositivos móveis e sistemas operacionais. ou tocando ou clicando no ícone do microfone à direita do campo de pesquisa principal do Google.

Além da maneira com que os usuários ativam e usam os comandos de pesquisa por voz, há pouca diferença entre uma pesquisa por voz falada e uma consulta de pesquisa digitada regularmente.

Os usuários são levados para uma página de resultados típica do mecanismo de pesquisa, independentemente de terem falado ou digitado, com algumas exceções em potencial.

Os usuários que pesquisam rotas para um local usando um dispositivo móvel podem ver uma SERP diferente de um usuário de desktop que pesquisa as mesmas informações, por exemplo.

Em geral, no entanto, as consultas de pesquisa por voz geralmente retornam resultados semelhantes, se não virtualmente idênticos, às consultas digitadas. É muito mais fácil e conveniente falar sua consulta do que digitá-la.

O futuro das pesquisas por voz nos motores de busca

A Pesquisa por voz do Google faz parte do assistente virtual do Google, o Google Now, há muitos anos.

A combinação dos poderosos algoritmos de busca do Google com a sofisticada tecnologia de processamento de linguagem natural (PNL) é o motivo pelo qual a maioria das pessoas concorda que o Google Now é significativamente mais preciso que os assistentes virtuais Siri da Apple, Cortana da Microsoft ou Alexa da Amazon, apesar de os três serem muito semelhantes em função.

Pode ser tentador pensar no Google Voice Search como um produto autônomo, mas quando você olha como a gama de produtos do Google se desenvolveu nos últimos anos, podemos realmente imaginar como o futuro da pesquisa será daqui a vários anos.

Basta, por exemplo, acompanhar as análises de conversões no Google Analytics. O Google se esforçou para tornar mais fácil identificar conversões a partir de vários dispositivos, e até mesmo considerar a adição de dados de consulta de voz ao Google Search Console.

Isso ocorre porque o Google sabe melhor do que ninguém que, a maneira como procuramos por informações na web mudou, e um caminho único para a otimização é completamente impraticável no ambiente on-line de hoje.

Como ocorre com muitos produtos do Google, a adoção da Pesquisa por voz do Google cresceu de forma constante desde a sua introdução. Dados do relatório anual Tendências da Internet de Mary Meeker mostram o quão popular se tornou a pesquisa por voz do Google nos últimos anos.

Atualmente, as consultas navegacionais têm sido os usos mais comuns da pesquisa por voz, mas provavelmente veremos não apenas pesquisas cada vez mais sofisticadas num futuro próximo, mas também um volume muito maior de consultas de pesquisa por voz em geral.

Segundo o relatório de Meeker, uma em cada cinco pesquisas em dispositivos Android é uma pesquisa por voz. Além disso, o pesquisador chinês do Baidu, Andrew Ng, especula que até 2020, aproximadamente 50% de todas as buscas serão feitas por meio da tecnologia de reconhecimento de voz.

Guia Completo do Google Analytics

Como aplicar pesquisas por voz no seu Marketing Digital usando o schema.org?

Agora, vamos falar sobre como usar o marcador schema.org com o objetivo de ter um melhor posicionamento nos resultados de buscas feitas pelo seu público.

Uma vez que tenha decidido aplicá-lo no seu site ou blog corporativo, siga os passos abaixo.

Passo 1: acesse o Assistente de marcação para dados estruturados do Google.

schema 1

Passo 2: selecione o tipo de dados que você planeja marcar. Existem várias opções listadas. Essa lista não é muito grande. Se você estiver aplicando no seu blog, pode optar por “artigos” que é um dos tipos mais comuns de conteúdo.

schema 2

Passo 3: cole a URL da página ou artigo que você deseja marcar. Se você tiver apenas o HTML, poderá colá-lo. Em seguida, clique em “começar a marcar”.

schema 3

A página será carregada na ferramenta de marcação e fornecerá a área de trabalho para a próxima fase de marcação de itens.

Você verá a página que você escolheu no painel esquerdo e os itens de dados no painel direito.

Passo 4: selecione o tipo de elementos a serem marcados. Em casos de artigos, selecione o nome dele para adicionar a marcação “Nome”.

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Quando terminar de selecionar, escolha “Nome” para que a ferramenta o adicione aos “itens de dados” no painel direito.

Schema 4.2

Passo 5: continue adicionando itens de marcação. Use a lista de itens de dados como um guia e realce os outros itens em seu artigo para adicioná-los à lista de marcação.

Você provavelmente não poderá marcar todos os itens da lista, por isso, adicione apenas os que puder.

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Passo 6: crie o HTML. Quando terminar, clique em “Criar HTML”.

schema 6

Em seguida, você verá o HTML da sua página com os dados relevantes inseridos nos pontos selecionados.

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Passo 7: adicione a marcação do schema à sua página.

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Em seguida, você deve acessar o seu CMS (ou código-fonte, se não estiver usando um CMS) e adicionar os snippets destacados nos pontos apropriados.

Encontre os marcadores amarelos na barra de rolagem para localizar o código do marcador schema.

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Uma alternativa simples é fazer o download do arquivo HTML gerado automaticamente, copiá-lo e colá-lo no seu CMS ou código-fonte. Ao clicar em “concluir”, você será apresentado a uma série de “próximas etapas”.

Passo 8: use a ferramenta de teste de dados estruturados para descobrir como sua página ficará com a marcação adicionada.

Em vez de analisar uma página publicada, analise o código que a ferramenta gerou para você. Depois que o código é colado, clique em “visualizar”.

A ferramenta de teste mostra como o artigo ficará nos resultados de pesquisa do Google.

schema 8

Se necessário, você pode editar o HTML diretamente na ferramenta de teste para atualizar o schema e visualizar os resultados novamente.

Pesquisa por voz para outros tipos de conteúdo: notícias e podcasts

Desde janeiro de 2018, o Assistente do Google (e por extensão, os dispositivos de voz do Google) suporta nativamente podcasts e notícias.

Isso significa que, se você tiver uma notícia ou um podcast, ao marcá-los com schema, eles serão qualificados para inclusão e ficarão disponíveis para qualquer pessoa que fizer uma busca no Google.

Vejamos agora cada caso.

Notícias

Neste artigo lhe ensinamos como usar a ferramenta do Google Notícias para gerar mais tráfego. Uma vez que você já tenha notícias publicadas no seu site ou blog, o próximo passo é usar o marcador schema.org usando um dos três tipos abaixo:

Vídeos de notícias também podem ser incluídos e devem ser marcados usando o schema para objetos de vídeo.

Podcasts

Em vez de usar a marcação schema.org, a criação de uma ação de podcast exige que você exponha um feed RSS válido ao Googlebot, o que se encaixa nos requisitos descritos na página de como criar uma documentação de ação de podcast do Google.

A documentação também descreve as tags RSS que você deve usar em um nível de podcast a fim de torná-lo disponível para exibição como resultado de busca e também no Google Podcasts.

Agora que você já sabe como otimizar o seu conteúdo para pesquisas por voz usando o schema.org, deve ter percebido também o quão importantes são as ferramentas por voz, o que nos faz lembrar que o Áudio Marketing é outra estratégia que você deve levar em consideração.

E para saber mais sobre o assunto, confira o nosso conteúdo completo sobre como usar áudio para melhorar os seus resultados de marketing.

Áudio MKT

Tendências do marketing educacional para 2019
Parte 6

Impulsione os resultados da sua IES com as 7 melhores tendências do Marketing Educacional para 2019

Em um cenário de dificuldades para Instituições de Ensino Superior, a grande aposta é o Marketing Digital como forma de aproximação das instituições com o público.

Em meio ao cenário negativo, muitas faculdades se beneficiam pelo crescimento da popularidade dos cursos EAD no Brasil.

Segundo a Veja, o Ensino a Distância em 2018 foi a modalidade escolhida por cerca de 1,5 milhões de alunos de nível superior e já representa quase um terço dos novos entrantes.

Fica claro que o segmento de Educação não está imune à Transformação Digital. Assim, é cada vez mais necessário se empenhar para entregar valor, mudando estruturas tradicionais dentro das instituições.

Ter uma boa produção de conteúdo será apenas um dos fatores para o sucesso da sua Instituição de Ensino em 2019.

Prepare-se para levá-lo a um próximo nível, acompanhando as ferramentas e estratégias do momento.

1. Omnichannel

A estratégia Omnichannel se baseia na interligação de diferentes canais de aquisição de alunos.

As estratégias de captação de alunos offline não serão abandonadas, mas o objetivo de 2019 será estreitar a relação entre esses meios tradicionais e a captação online.

Nesse sentido, um canal deve ajudar o outro no fortalecimento da relação da Instituição de Ensino com os alunos. Afinal, para eles, a marca por trás de todos esses canais é a mesma e o que importa é a experiência como um todo.

Para isso, é essencial ter a equipe de atendimento preparada para gerenciar vários canais de comunicação e ter os times alinhados em relação a informações como os fechamentos de matrícula, materiais mais acessados e outros dados.

Em meio a tantas ferramentas de marketing, ter um sistema de Business Intelligence (BI) facilita a integração de toda a base de dados.

Esse tipo de software compila os dados para permitir a construção de relatórios que te auxiliarão na análise das estratégias para a equipe. Ele facilita o gerenciamento dos canais e ajuda a medir os resultados.

Dessa forma, as tomadas de decisão serão muito mais inteligentes e assertivas.

2. Conteúdo em vídeo

O conteúdo em vídeo é indispensável para os cursos à distância, isso todos sabemos.

Atualmente, até cursos presenciais adotam recursos de mídia online para dinamizar o aprendizado dos estudantes.

Além disso, o Vídeo Marketing pode ser utilizado para atrair potenciais alunos, sendo uma forma excelente de persuadir e engajar os visitantes do site, além de ajudar a aumentar o tráfego orgânico.

Na Content Trends – Educação de 2018, averiguamos que as Instituições de Ensino consideram os vídeos como um dos fatores mais importantes para o processo de aquisição de alunos:

Tendênciais do marketing educacional funil

Esse formato de conteúdo digital inclui os webinars e videoposts e pode ser adaptado para blog, redes sociais e até Landing Pages.

De acordo com a Single Grain, as Landing Pages com vídeos têm o potencial de conversão aumentado em 800% vezes, e eles fazem com que 88% dos visitantes fiquem mais tempo no site.

O conteúdo em vídeo é especialmente relevante nas redes sociais, pelo poder de viralização e pela popularidade dos Stories sobretudo entre o público jovem.

Dessa forma, os vídeos são também úteis para melhorar o engajamento e satisfação dos alunos atuais!

È importante lembrar que eles serão assistidos e compartilhados pelo celular, e portanto devem ser otimizados também para uso mobile.

Manual do uso de Vídeos no MKT Conteúdo

3. Marketing de experiência

Engana-se quem pensa que apenas os produtos tangíveis podem ser testados.

O marketing de experiência também é aplicado na Educação para gerar um diferencial e mostrar o valor do serviço!

Por exemplo, as aulas experimentais e tourspelo campus podem ser utilizados para que o futuro aluno ganhe mais confiança na Instituição de Ensino.

Outra ideia é disponibilizar um tour virtual para apresentar a infraestrutura para os futuros alunos! Veja o exemplo no site da Uninorte:

Tendências de marketing educacional exemplo

E esse tipo de experiência deve estar disponível não apenas quando solicitado!

As instituições que utilizam essas possibilidades de forma ativa, convidando os interessados a experimentar aquilo que oferecem conquistam muito mais alunos e seus pais, que em muitos casos são os responsáveis pela avaliação de custo-benefício.

Por isso, é relevante deixá-los testar as qualidades da Instituição para aumentar a confiança antes mesmo da matrícula.

4. Conteúdo gerado pelo usuário

O famoso boca-a-boca está mais vivo do que nunca. Além de tudo, ele está evoluindo para se alinhar ao cenário digital.

Ao trazer o conteúdo gerado por alunos e ex-alunos em formatos criativos e atrativos, a sua instituição de ensino aproveitará o marketing de recomendação e aliando-o às novas tecnologias que ajudam a dinamizar essa estratégia.

O User Generated Content (UCG) pode aumentar em 90% o tempo que os usuários gastam no seu site, e ainda aumenta as chances de os usuários retornarem à sua página!

Por exemplo, se sua Instituição de Ensino já possui um blog, aproveite para compartilhar depoimentos escritos pelos seus próprios alunos para dar uma perspectiva mais realista e confiável à qualidade da IE.

Além disso, você pode estimular a geração de conteúdo por alunos, criando momentos e cenários para que eles compartilhem experiências cotidianas na instituição.

A Universidade da Califórnia em Los Angeles, por exemplo, promoveu a hashtag #sceneatUCLA para incentivar que os alunos compartilhem fotos de cenários interessantes no campus.

Veja abaixo o exemplo do post na conta do Instagram da UCLA, que menciona na descrição o perfil da aluna que tirou a foto:

Tendências do marketing educacional exemplo 2

Interaja você também com seus alunos para criar um clima de comunidade na instituição e fazer com que eles se tornem defensores da sua marca!

5. Marketing de influenciadores

Ao mesmo tempo que a importância do conteúdo gerado por usuários aumentou, os usuários se tornaram mais criteriosos em relação a quem comunica o nome da marca.

O marketing de influenciadores é hoje a grande aposta de muitas marcas.

O influencer têm o papel de compartilhar sua realidade como aluno e ao mesmo tempo melhorar a visibilidade e a imagem da instituição, mostrando suas vivências pessoais.

Assim, eles conseguem atingir seus seguidores com muito mais credibilidade e naturalidade do que, por exemplo, um ator famoso em uma propaganda atingiria.

É provável que sua instituição já possua alunos com grande poder de influência nas redes sociais.

Então, tente conhecer melhor o seu público para descobrir essas pessoas, e incentive-as a compartilhar mais experiências positivas dentro da instituição!

Infográfico sobre Influenciadores Digitais

6. Uso de Chatbots

Muitas Instituições de Ensino já começaram a utilizam Chatbots para agilizar e dar escalabilidade ao atendimento aos estudantes interessados em se matricular.

A tendência é que essa ferramenta de comunicação automatizada se torne ainda mais difundida, sofisticada e aceita por usuários no próximo ano com o desenvolvimento das tecnologias de machine learning e inteligência artificial.

Assim, será possível aproximar ainda mais a linguagem com o seu público e torná-la o mais humanizada possível, além de alinhada à identidade da empresa e ao tipo de conversa.

Em vez de o potencial aluno ter que procurar um telefone para contato ou uma sessão do site que com perguntas mais frequentes, ele pode solucionar suas dúvidas de forma instantânea no chat!

Todavia, o uso dos Chatbots não deve substituir a sua equipe de Inside Sales ou atendimento ao aluno.

Na verdade, eles servem para ajudar o trabalho dessas pessoas, que podem se concentrar na parte mais complexa do atendimento, otimizando a gestão de tempo e recursos dentro da IE.

7. Novas estratégias de retenção

Com a queda na captação de alunos em cursos presenciais, as IES começaram a se preocupar ainda mais em manter os alunos já matriculados.

Desde então, as equipes começaram a ser reestruturadas para organizar melhor a tarefa relacionada a fortalecer o relacionamento com o aluno e melhorar a taxa de retenção.

Dentre algumas das novas táticas implementadas, podemos citar a gestão inteligente dos perfis nas mídias sociais, que deixam de ser usados esporadicamente e sem qualquer planejamento.

Além disso, em 2019 mais IEs adotarão plataformas de desenvolvimento da carreira do aluno, para entender melhor as necessidades e interesses dos alunos e auxiliá-los a atingir seus objetivos.

A ideia é tornar a relação o mais personalizada possível e fazer com que estudar na sua instituição faça sentido aos seus estudantes durante toda a jornada.

Assim, eles podem direcionar os esforços para o objetivo almejado, e sua Instituição de Ensino poderá fazer parte da construção do futuro dos alunos!

Afinal, este é propósito da Educação.

Se depois de conhecer todas essas tendências você ainda quer conhecer ainda mais estratégias e técnicas para impulsionar os resultados da sua IE, então confira também o nosso material sobre Marketing de Conteúdo e Inbound Marketing para o setor educacional!

Marketing-de-conteudo-para-instituicoes-de-ensino

Gerar resultados com anúncios nas Redes Sociais
Parte 7

Tudo que você precisa saber para gerar resultados com anúncios nas Redes Sociais

Os anúncios nas redes sociais são importantes para potencializar as ações de comunicação nessas plataformas e, assim, escalar os resultados.

Outra questão importante: a mídia paga nesses canais ajuda a melhorar também o desempenho orgânico das suas publicações.

A regra de ouro para ter sucesso nessa estratégia é respeitar as particularidades de cada rede social. Táticas genéricas não funcionam, uma vez que o perfil do público é diferente, assim como a linguagem que deve ser adotada.

Este artigo tem o objetivo de mostrar os benefícios dos anúncios nas redes sociais. Para isso, vamos apresentar as características das principais plataformas e dar dicas do que deve ser considerado no uso da publicidade nesses canais. Acompanhe!

Anúncios nas redes sociais: como ser bem-sucedido?

A precisão na definição dos objetivos da campanha é determinante para o sucesso (ou fracasso) da sua estratégia.

Assim, o primeiro passo para ter bons resultados nessa frente é indicar quais são as necessidades da sua marca naquele momento.

Conscientização

A ideia é conscientizar o público sobre a existência do seu produto ou serviço? Apresentar a sua marca? Essa situação é comum para quem está iniciando um negócio ou mesmo para quem precisa ampliar o alcance da sua comunicação.

Consideração

A marca é relativamente conhecida, mas não tem apresentado bons resultados em termos de engajamento? Se esse é o caso, tecnicamente, vamos dizer que o objetivo da sua campanha é trabalhar a consideração do público.

Conversão

A meta é melhorar a resposta do público para as suas CTAs (call to actions)? O foco, então, são as conversões. Lembre-se de que elas não envolvem apenas vendas propriamente ditas. Cadastros, downloads, compartilhamento, enfim, a definição sobre a conversão depende do que você espera com aquela campanha.

Um erro comum nas estratégias de marketing digital (e que se repete no planejamento da publicidade nas redes sociais) é cair na armadilha de que é possível “abraçar o mundo”. Ou seja, atingir vários objetivos ao mesmo tempo.

Não se engane: quanto mais segmentada for a campanha, melhor. Defina um público prioritário, aquele que tem maior potencial, e delimite bem o que espera de resposta.

Ao fazer isso, os resultados são melhores em termos de performance, e fica bem mais fácil, também, fazer a mensuração.

Como veremos nos próximos tópicos, os objetivos podem até orientar o uso de determinada plataforma, uma vez que algumas redes funcionam melhor para conversão, enquanto outras são mais indicadas para o trabalho de conscientização.

É claro que, nesse caso, estamos nos referindo a marcas que têm forte presença em todas as redes sociais.

Vamos esclarecer como isso funciona na sequência. Confira!

Quais os cuidados no planejamento?

Ao programar os investimentos em publicidade, é importante priorizar as redes sociais nas quais a sua marca tem uma boa resposta da audiência. A proposta aqui é ampliar o alcance e, se tudo der certo, o engajamento e, claro, a conversão.

Seguindo essa linha de raciocínio, não adianta partir para os anúncios se a resposta ainda não é positiva nos resultados orgânicos da marca.

Se esse é o seu caso, a primeira medida é entender o que está acontecendo. O seu conteúdo é relevante? O público que interessa para sua marca está presente nessas plataformas?

Enfim, quanto mais informações você conseguir reunir, melhor para a análise que precisa ser feita antes de planejar a sua publicidade nesses canais.

Lembre-se de que, entre as particularidades apresentadas por cada uma das redes sociais, destaca-se o perfil do público. Ele costuma ser distinto, principalmente, em termos de faixa etária.

Se o seu foco são os jovens, é difícil ignorar a importância de Pinterest e Snapchat, por exemplo. No outro extremo, o LinkedIn, por ser uma rede com caráter profissional, não reúne adolescentes entre seus targets prioritários.

Nessa história, Facebook é um caso à parte. Pela sua liderança e alto volume de audiência (são mais de 100 milhões de usuários apenas no Brasil), tem resultados expressivos em praticamente todas as idades e classes sociais.

Em termos de abrangência, os resultados da Social Media Trend 2018 ajudam a entender como a atenção do público tem se dividido entre os canais. No estudo realizado pela Rock Content, as redes registraram as seguintes participações:

  • Facebook – 95%
  • Instagram – 89,1%
  • LinkedIn – 69.2%
  • Twitter – 62.1%
  • Youtube – 40.2%
  • Pinterest – 19.3%

Quais os critérios que devem ser adotados em cada rede?

Facebook

Objetivos

Especifique o que pretende atingir com a campanha. No caso do Facebook, o sistema de gerenciamento de anúncio é bem intuitivo. Assim, basta indicar um dos objetivos propostos pela própria ferramenta, como:

  • cliques ou conversões no site;
  • envolvimento de publicações na página;
  • instalação de aplicativos;
  • respostas de eventos.

Para não errar, considere em qual estágio a sua marca está na jornada de compra daquele cliente: conscientização, consideração ou conversão.

Tipos de anúncios

Em linhas gerais, você poderá escolher entre foto, vídeo, carrossel (para exibir diversas imagens), apresentação multimídia, coleção ou Messenger.

Para facilitar o emprego dos tipos mais comuns, o Facebook também tem versões específicas para cadastro, direcionamento para o site (são os chamados anúncios de link) e apresentação de produtos (para este, escolha a opção “anúncios dinâmicos).

Investimento

As opções são flexíveis, você opta pelo pagamento por objetivo, impressão ou conversão. O esquema é o mesmo utilizado em outras plataformas digitais: o leilão.

Você define o orçamento para a campanha (diário ou para determinado período) e o valor do lance.

Como fazer

Acesse o gerenciador de anúncios e determine os critérios para a sua campanha.

Dicas de otimização

Aproveite os recursos de segmentação do Facebook Ads. Além dos dados sociodemográficos, há como refinar o tipo de público que será alcançado a partir de critérios mais sofisticados.

Por exemplo, se tem uma lista de e-mails, é possível usar as informações para direcionar anúncios específicos para cada grupo de leads. Assim, a oferta será personalizada de acordo com o estágio no qual aquela pessoa se encontra no seu funil de vendas.

No emprego de vídeos, lembre-se de que a sua “largada” define o sucesso da mensagem. Estudos realizados pela empresa comprovam que, quanto mais curto o audiovisual, mais efetivo o resultado.

Aprenda tudo sobre Facebook Ads

Instagram

Objetivos

Os anúncios no Instagram utilizam as mesmas ferramentas e premissas do Facebook, uma vez que as plataformas são integradas e pertencem à mesma companhia. Para se ter ideia, a sua empresa nem mesmo precisa ter um perfil específico na rede para anunciar.

O que funciona melhor por aqui? As campanhas de divulgação da marca, especialmente as direcionadas para o consumidor final. Ou seja, as ações B2C devem ser priorizadas.

Tipos de anúncios

Se a ideia é concentrar sua mídia paga apenas no Instagram, basta fazer essa indicação no sistema de gerenciamento de anúncios do Facebook.

Fique atento: só serão aceitas as opções com imagens, para preservar as características dessa rede.

A diferença, no caso das publicações comuns, é que a sua mensagem publicitária vai aparecer com o rótulo “patrocinado”.

Importante, também, lembrar-se de que o Instagram exige mais atenção com a produção de imagens, uma vez que é isso que os usuários valorizam. A recomendação é que os textos não ultrapassem 20% da área do anúncio.

Investimento

Valem as mesmas diretrizes do Facebook, então, você define o orçamento diário ou vitalício (o termo é usado para designar o período de duração da campanha).

Dicas de otimização

Para valorizar a relevância dos conteúdos, a recomendação é que os anúncios sejam feitos de acordo com o formato dos posts. Essa é uma forma de conseguir mais interação e engajamento.

Avalie a possibilidade de empregar os Stories, que são imagens ou vídeos que saem do ar depois de 24 horas. Atenção: como os anúncios aqui só serão acessados por quem visitar o seu perfil, só vale a pena usar essa opção se você já tiver um número significativo de seguidores.

LinkedIn

Objetivos

O LinkedIn tem aumentado a sua representatividade entre as redes sociais, mas mantém sua principal característica: é um ambiente voltado para o networking profissional.

Os seus números de audiência são menores que os dos concorrentes, como Facebook e Instagram, no entanto ele leva uma vantagem: a qualificação do público.

Para a publicidade, podemos dizer que funcionam melhor as abordagens B2B. Com esse foco, anúncios de caráter mais institucional têm um papel importante, uma vez que podem reforçar a construção de reputação da marca.

Por outro lado, desde que haja apelo corporativo, é recomendada também a oferta de produtos e serviços. Fique atento à questão da linguagem: no ambiente profissional é mais difícil a compra por impulso, portanto, destaque mais as condições que favorecem a venda.

Tipos de anúncios

Em temos de formatos, são disponibilizadas três opções de anúncios:

  • Sponsored Content
  • Text Ads
  • Sponsored InMail

Em todos eles, a proposta é explorar os recursos de segmentação, mais abrangentes que os das demais plataformas. A explicação é simples: eles usam também as informações relacionadas à atuação profissional.

Assim, é possível escolher o perfil do usuário de acordo com os dados sociodemográficos, a função exercida, o nível de experiência e até pelo setor da empresa.

Investimento

O custo por clique (CPC) do LinkedIn é maior que o das demais plataformas, justamente em virtude da qualificação do público. O leilão também é o método para definir o valor e você pode definir por CPC ou por CPM (custo para mil impressões).

O próprio sistema costuma fazer algumas indicações de ofertas para as campanhas, dependendo do orçamento e do nível de concorrência para aquele segmento.

Como fazer

O primeiro passo, caso ainda não tenha, é criar uma Company Page, uma vez que você precisará disso para a maioria dos formatos. A partir daí, entre nesse link e faça a configuração da sua campanha.

Dicas de otimização

Não se descuide dos testes, uma vez que eles vão ajudar a aprimorar os resultados obtidos em cada campanha.

Outra questão importante é a mensuração. A plataforma mostra diversos tipos de relatórios com os resultados da campanha. É importante avaliar e, se for necessário, fazer os ajustes para otimizar o desempenho dos anúncios.

Há consenso de que, apesar do custo mais alto, os anúncios no LinkedIn podem valer a pena em função dos resultados. A RD Station tem um case de sucesso nessa área. Conseguiu aumentar a taxa de conversão em níveis bem superiores ao alcançado em outros canais. Vale a pena analisar esse e outros exemplos.

Twitter

Objetivos

Os anúncios no Twitter podem ajudar a ampliar o seu número de seguidores, garantir maior alcance para suas mensagens (por meio do patrocínio de determinados assuntos) e gerar tráfego (ou leads, dependendo do nível de maturidade da marca na plataforma).

A base de usuários é representativa, contudo o Twitter tem se posicionado como uma rede social importante para atualização. O que pesa, no caso, é a instantaneidade, por causa da característica dos posts e do perfil do usuário.

Tipos de anúncios

O anunciante pode optar por três tipos de anúncios:

  • Tweets patrocinados (ou promovidos): embora receba o rótulo “promovido”, o resultado desse tipo de publicidade é bom, uma vez que a marca entra no feed dos usuários. Se o apelo for pertinente para a pessoa, são altas as chances de engajamento (respostas, retuíte, marcação etc.)
  • Contas promovidas: o objetivo, nesse caso, é indicado para a conquista de seguidores e para ampliar o reconhecimento da marca.
  • Assuntos promovidos: os anúncios desse tipo aparecem na lateral e também são marcados como “promovido”.

Investimento

No Twitter são oferecidos dois tipos de leilão: o lance automático (definido pelo próprio sistema) e o lance máximo (nesse caso, o anunciante define quanto quer pagar por seguidor, lead, engajamento ou clique).

A exemplo das demais redes sociais, a empresa só paga quando o usuário concluir a ação definida para a campanha. Ou seja, visitar sua página, tornar-se um seguidor, baixar um aplicativo etc.

Como fazer

Para anunciar no Twitter, o primeiro passo é configurar sua conta por meio desta página.

Dicas de otimização

No momento de segmentar a campanha, avalie a oportunidade de aproveitar opções específicas dessa rede, como direcionar a mensagem a partir do uso de determinada hashtag ou mesmo o perfil de alguém.

Como é comum nesse tipo de ambiente, é impossível ignorar a realização dos testes A/B. É a partir deles que as campanhas podem ser ajustadas de acordo com os objetivos da marca.

Você pode experimentar alterações nos textos e no tipo de segmentação, mas não esqueça da regra básica: teste apenas uma opção por vez, para que consiga validar os resultados.

Marketing no Twitter

Youtube

Objetivos

Trata-se da principal plataforma de acesso a vídeos no mundo, então, é difícil ignorar a importância do YouTube para o sucesso da sua estratégia de marketing. Dados oficiais da empresa indicam um total de 1,5 bilhão de usuários.

Você já deve ter lido ou ouvido falar sobre isso, mas vamos enfatizar: o vídeo é a “bola da vez” na internet, conquista cada vez mais espaço entre os formatos preferidos do público, inclusive para consumo nos dispositivos móveis.

Os anúncios no YouTube devem ser configurados por meio do Google AdWords, a plataforma de publicidade do Google.

Assim, se você emprega links patrocinados em suas campanhas, não terá dificuldades, uma vez que a plataforma de configuração é a mesma.

Em termos de objetivos, as opções nesse canal são bem abrangentes, uma vez que o audiovisual funciona bem para as apresentações institucionais, em prol da construção da marca, mas também rende excelentes resultados na apresentação de produtos ou serviços e mesmo de ofertas.

Tipos de anúncios

O Google AdWords oferece diversas possibilidades para os interessados em anunciar na Rede de Pesquisa e na Rede de Display, principalmente em termos de segmentação.

Especificamente no YouTube, é possível optar por três formatos:

  • In-Stream: o vídeo da marca será exibido antes ou depois dos vídeos selecionados pelo usuário que têm, inclusive, a opção de não assisti-lo;
  • Trueview: os vídeos patrocinados são exibidos nas buscas relacionadas a esse formato;
  • Banners: os formatos mais comuns são os retângulos exibidos na parte inferior do vídeo.

Investimento

A história da cobrança por leilão foi criada pela Google, então, faz sentido que esse seja o modelo de pagamento adotado na plataforma. O CPV (custo por visualização) é específico para vídeos, e contempla suas inserções no YouTube ou na Rede de Display.

Detalhe importante: o anunciante só paga quando o vídeo for visto por mais de 30 segundos ou quando for registrado algum tipo de interação do usuário com a mensagem.

Os valores das campanhas podem variar bastante, dependendo do formato e do tipo de segmentação usado na distribuição da mensagem publicitária. Por isso, é difícil determinar um custo médio para o orçamento. Mas veja isso: se investir R$ 20 reais por dia, tem direito a receber a ajuda de um especialista em publicidade no YouTube.

Como fazer

Se você está iniciando suas experiências de publicidade no YouTube, comece acessando esse link. Você vai encontrar um passo a passo completo para sua primeira campanha de vídeo, além de casos de sucesso que podem ser inspiradores.

Dicas de otimização

Otimização, no caso de anúncios no YouTube, tem tudo a ver com o aproveitamento adequado dos recursos de segmentação. É possível ir muito além da questão demográfica, focando, por exemplo, nos interesses do público.

Dependendo do tipo de material que será usado, vale a pena vincular a exibição com uma ou um conjunto de palavras-chave.

Como você viu ao longo deste artigo, publicar anúncios nas redes sociais exige atenção redobrada com o posicionamento da marca e, claro, com os aspectos técnicos .

Por isso, é importante ter noção de como funciona esse tipo de publicidade, mas, para a fase de execução das campanhas, é importante ter ajuda de serviços especializados.

Gostou do artigo? Ainda tem dúvidas sobre a melhor forma de usar as redes sociais na sua estratégia de marketing? Confira nosso kit de conteúdos sobre marketing nas redes sociais!

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Como funciona o algoritmo do Google?
Parte 8

Algoritmo do Google: entenda como funciona e saiba como rankear em 2019

O algoritmo do Google é um dos grandes mistérios da internet.

Não faltam profissionais tentando desvendar o seu funcionamento. Enquanto isso, o Google guarda a sete chaves os segredos do ranqueamento na página de resultados da busca.

Por que ele coloca um site na primeira posição em detrimento de outros? Como ele faz esse julgamento? Quais fatores realmente importam para melhorar o posicionamento?

Responder essas perguntas é o grande desafio das marcas para conquistar os primeiros lugares da SERP e ganhar mais visibilidade e tráfego orgânico.

Agora, se você também está quebrando a cabeça para responder essas perguntas, nós vamos te ajudar. Neste artigo, vamos explicar como funciona o algoritmo do Google e como ele se transformou nos últimos anos.

Isso é essencial para entender como se preparar para ele em 2019, com as dicas que vamos dar no fim do texto. Quer saber tudo? Acompanhe agora:

Como funciona o algoritmo do Google?

Era uma vez a internet. Um local inóspito, com apenas alguns sites perdidos e GIFs malfeitos.

Porém, não demoraria para esse lugar ser ocupado por centenas de páginas e internautas em busca de muita informação e entretenimento.

Para facilitar a vida de quem chegava a esse novo mundo, surgiram os mecanismos de busca, com algoritmos especializados em indexar os sites da internet. Com eles, ficava mais fácil encontrar qualquer coisa.

Porém, nem tudo eram flores… Os algoritmos ainda se baseavam em fórmulas simples para o ranqueamento. Não precisava nem ser um expert para burlar as regras e conquistar as melhores posições. Surgia assim o black hat, o grande inimigo do Google.

Para salvar a qualidade da experiência do usuário, então, os buscadores passaram a empreender uma batalha contra os vilões da internet. E, assim, os algoritmos se tornaram cada vez mais complexos.

Essa historinha dos primórdios do SEO ajuda a explicar o grande propósito do algoritmo do Google: melhorar a experiência de busca e navegação.

É com esse objetivo que o algoritmo funciona. Ele serve para descobrir, entender e organizar todo o conteúdo da internet para entregar as melhores respostas para a pesquisa do usuário.

Buscadores, em suma, são máquinas especializadas em responder dúvidas.

O melhor resultado é aquele que não só traz a resposta ao usuário, mas também oferece uma boa navegação e permite que ele realize o que deseja sem dificuldades. Mas, para chegar a esse ponto, o algoritmo do Google percorre um caminho.

Estes são os passos do algoritmo até posicionar cada página na SERP:

1. Rastreamento (Crawling)

Imagine vários robozinhos atrás de todo código e conteúdo que existem na internet. É isso que acontece no processo de rastreamento, que é feito a todo momento.

Nessa etapa, o Googlebot busca novas URLs para serem indexadas em seu enorme banco de dados. As páginas descobertas que contêm links indicam novos caminhos, que os robôs percorrem encontrando novas URLs.

Portanto, a primeira medida de uma estratégia de SEO deve ser essa: ser encontrado. Para isso, você precisa ter códigos e conteúdos que o robô consiga ler e indexar.

O robô não consegue ler conteúdos em flash, por exemplo, o que impede que eles sejam rastreados. Então, foque no desenvolvimento de sites com códigos HTML, limpos e simples e garanta que seu conteúdo esteja acessível aos rastreadores.

2. Indexação (Indexing)

A indexação é o segundo passo, que também acontece a todo momento. Após o rastreamento, as URLs já podem ir para o banco de dados do buscador. Então, agora o papel do algoritmo do Google é organizar os conteúdos de acordo com o que oferecem ao usuário.

Para fazer a indexação, os robôs analisam as suas páginas como se elas fossem apenas texto. Veja abaixo como uma página do Marketing de Conteúdo é vista pelos robôs.

Algoritmo do Google exemplo 2

Para ver as suas páginas assim, basta acessar a versão em cache e clicar em “Versão somente texto”)

algoritmo do google exemplo 3

Para que as suas páginas sejam indexadas corretamente, é importante dar atenção às palavras-chave. São elas que orientam a organização do índice de URLs do Google.

Assim, quando um usuário digita determinado termo de busca, ele já saberá quais conteúdos atendem à sua consulta.

3. Ranqueamento (Ranking)

O ranqueamento é o último passo. Ele acontece sempre que um usuário faz uma pesquisa no buscador.

De acordo com o termo de busca, o algoritmo do Google vasculha todos os conteúdos do índice e entrega os resultados que respondem a dúvida, em uma ordem que oferece as respostas mais relevantes nos primeiros lugares.

Então, dá para entender que quanto mais perto do topo uma página estiver, mais relevante ela será para a busca do usuário, aos olhos do Google.

Embora os dois primeiros passos sejam essenciais, é no ranqueamento que se concentra o foco do SEO. Afinal, ninguém quer ser apenas rastreado ou indexado ― a intenção do SEO é chegar nas primeiras posições!

Por esse motivo, existem várias pesquisas e estudos, como os realizados pela SEMrush e pela Moz. Eles analisam, na prática, os efeitos de determinada ação no posicionamento.

Além dessas análises, algumas declarações do próprio Google e de seus funcionários também ajudam a entender os fatores de ranqueamento. É o caso do canal do Google e do Google Webmasters, cheios de orientações e dicas sobre o sistema de busca.

Velocidade do site, design responsivo, usabilidade, qualidade dos backlinks, taxa de cliques na SERP e tempo de permanência na página são alguns prováveis fatores de ranqueamento identificados nos estudos.

Além disso, um site que aparece em primeiro lugar para um usuário pode não aparecer para outro, porque a SERP também é influenciada pela localização, o histórico de buscas e as configurações de pesquisa de cada pessoa.

Quais foram as principais atualizações do algoritmo do Google?

Ao longo da sua trajetória, o Google aprimorou o seu algoritmo, sempre de olho no seu propósito: melhorar a experiência do usuário. É por isso que os robôs mudaram tanto.

Estima-se que sejam mais de 500 atualizações por ano!

O algoritmo se torna cada vez mais complexo e exigente. Se antes era fácil passar por cima das boas práticas do buscador, hoje ele já possui uma tecnologia inteligente o bastante capaz de eliminar páginas que não seguem suas diretrizes.

A inteligência artificial permite até prever as intenções de busca dos usuários.

Quer saber como se deu essa evolução no algoritmo do Google? Então acompanhe as principais atualizações dos últimos anos:

Panda (2011)

Essa foi a primeira atualização, lançada oficialmente em 2011, que impactou o mercado de SEO. Com essa atualização, 12% dos resultados da busca foram afetados e milhares de sites foram rebaixados no ranking.

O Google resolveu punir páginas com conteúdos de baixa qualidade, que incluem práticas como estas:

  • Conteúdo duplicado ou copiado;
  • Keyword stuffing;
  • Textos gerados automaticamente;
  • Páginas com pouquíssimo ou nenhum conteúdo;
  • Páginas cheias de publicidade em vez de conteúdo de valor;
  • “Fazendas de links” para gerar mais backlinks.

Embora tenha sido lançado em 2011, várias atualizações do Panda foram feitas no decorrer dos anos e afetaram mais sites.

Penguin (2012)

Lançado em 2012, o Penguin afetou cerca de 3% dos resultados da busca em inglês, já no seu lançamento. Depois, ele passaria por diversas atualizações que mexeram ainda mais com a SERP.

Nesta época, o Google já estava consciente sobre a importância do SEO. Porém, a empresa queria evitar a “super otimização” dos sites, que resultava em práticas de black hat.

Por isso, o Google Penguin mirava novamente nos sites que não seguiam suas diretrizes com conteúdo de baixa qualidade, que buscava ludibriar o algoritmo.

Hummingbird (2013)

Essa atualização de 2013 foi mais focada em aprimorar os resultados de busca do que penalizar páginas e sites.

A partir do Hummingbird, as páginas não precisavam mais ter a correspondência exata da palavras-chave pesquisada pelo usuário. Com a ajuda de sinônimos, campo semântico do termo de busca e o histórico de pesquisas do usuário, o Google já conseguia entender o que ele estava pesquisando e entregar os resultados certos.

Isso evitava, por exemplo, que a pessoa pesquisasse pelo esporte “tênis” e visse vários resultados com tênis de corrida. E evitava também que as páginas fossem “super otimizadas” para uma única palavra-chave específica.

Assim, o algoritmo já evoluía para compreender a intenção de busca do usuário.

Pigeon (2014)

É a evolução do algoritmo para mostrar melhores resultados de busca local.

O algoritmo passou a considerar fortemente a localização do usuário na hora da pesquisa para entregar resultados de busca com negócios locais.

A busca por um restaurante, por exemplo, passou a exibir resultados próximos, dentro da cidade ou do bairro em que a pessoa estava.

Estima-se que metade dos sites decaíram na SERP, enquanto subiram páginas de pequenos negócios, que ganharam espaço com o SEO local.

Mobilegeddon (2015)

Uma grande atualização relacionada aos resultados da busca em dispositivos móveis vinha sendo anunciada. Finalmente, em 2015, o Google anunciou o que o mercado chamou de Mobilegeddon.

Com ela, sites mobile-friendly passaram a ganhar mais relevância nos resultados da busca em smartphones e tablets. A intenção era melhorar a experiência dos usuários de dispositivos móveis, que passaram a ver mais sites com design responsivo, melhor usabilidade e carregamento rápido.

Na prática, a atualização não causou tanto impacto, já que muitos sites já haviam se preparado para ela. Mas, depois, a otimização para o mobile foi ganhando ainda mais relevância com outras atualizações menores.

RankBrain (2015)

O RankBrain é uma evolução do Hummingbird. Se o algoritmo já estava mais evoluído para compreender as intenções de busca, agora ele passaria a usar inteligência artificial e machine learning para isso.

Com isso, o algoritmo do Google passou a interpretar ainda melhor as consultas dos usuários. Sem a intervenção humana, ele aprende automaticamente sobre a intenção de busca e entrega resultados mais relevantes.

Foi um passo gigantesco na tecnologia do buscador.

Guia do SEO 2.0

Como conquistar o algoritmo do Google em 2019? Confira 7 dicas:

Agora que você já conhece o algoritmo do Google mais “intimamente”, é hora de saber como conquistá-lo de vez!

Como dissemos, os robozinhos estão se mexendo o tempo todo, e as atualizações não param. Por isso, todo ano é bom pensar quais são as tendências mais fortes para levar o seu site até o topo.

Confira!

1. Supere a redução de cliques nos resultados orgânicos

O Google está reduzindo o tráfego orgânico do seu site.

Sim, a notícia que tanto assombra os profissionais de social media ― diminuição do alcance orgânico ― também chegou ao SEO. A tendência é que cada vez mais diminua o CTR orgânico (a taxa de cliques nos resultados orgânicos da busca).

Muitos desses cliques vão para os resultados pagos (o que provavelmente é uma das intenções do Google para atrair mais anunciantes…).

Porém, os cliques orgânicos não estão apenas migrando para lá. Eles estão também desaparecendo, simplesmente.

Com a evolução do RankBrain, que apresentamos anteriormente, cada vez mais o Google entende o que os usuários estão buscando e entrega respostas prontas na própria SERP.

É isso que o usuário obtém, por exemplo, quando pesquisa por “previsão do tempo maceió” ou “presidente da argentina”. Isso também acontece em buscas sobre filmes, séries, voos, partidas de futebol, celebridades, definições de palavras, entre outras diversas pesquisas.

algoritmo do Google exemplo 4

Para buscas como essas, o usuário não precisa mais acessar a página para encontrar a resposta. E o que acontece com o seu tráfego orgânico? Cai.

Rand Fishkin, CEO e co-fundador da Moz, aponta essa tendência e indica algumas estratégias para manter os seus acessos crescendo:

  • Na pesquisa de palavras-chave, encontre quais têm alta taxa de cliques na SERP, não apenas volume de buscas. Em pesquisas como as que exemplificamos acima, o volume pode ser alto, mas não gera acessos para o seu site.
  • Foque em palavras-chave de cauda longa, que geralmente não geram respostas prontas do Google.
  • Explore os rich snippets para se destacar na SERP e instigar o usuário a clicar no seu link.
  • Aproveite todo o tráfego orgânico que o Google ainda manda para o seu site captando o e-mail dos visitantes para criar uma estratégia de email marketing.

2. Compreenda a intenção de busca dos usuários

Basicamente, SEO consiste em fazer as pessoas buscarem por algo no Google e encontrarem a resposta no seu site.

Por isso, uma das tarefas mais importantes do planejamento da estratégia é compreender como a sua persona faz a pesquisa. Quais palavras-chave ela usa? Quais termos ela escolhe para procurar o que você oferece?

Estudos do Think With Google apontam para algumas tendências na barra de pesquisa. A primeira constatação é que as buscas estão virando conversas. Buscas como “posso usar Paypal na Amazon” ou “que laptop eu deveria comprar” estão aumentando.

Além disso, o buscador também está se tornando algo como um conselheiro pessoal. “Melhor seguro de carro para mim” ou “melhor restaurante perto de mim” são termos de pesquisa que mostram a intenção dos usuários de suprir suas necessidades pessoais.

O que isso significa para a sua estratégia de SEO?

Otimização para as intenções de busca é uma tendência importante para 2019. Coloque-se no lugar do consumidor para entender suas dúvidas e necessidades ao longo da jornada.

Além disso, com um algoritmo de busca cada vez mais complexo, você não precisa mais focar na correspondência exata da palavra-chave, nem repeti-la insistentemente no conteúdo.

Aqui entra a importância de um conteúdo bem escrito, que explore todo o campo semântico do assunto em questão. Sinônimos, variações e palavras relacionadas, utilizados de maneira natural no conteúdo, oferecem uma experiência de leitura valiosa. E ainda facilitam a vida do algoritmo.

Fique tranquilo: o Google saberá compreender o seu conteúdo e apresentá-lo para as pessoas certas.

3. Coloque o mobile em primeiro lugar

Desde os primeiros rumores do Mobilegeddon, a otimização para dispositivos móveis se tornou uma tendência.

Desde essa atualização, o Google empreendeu diversas ações para priorizar sites que oferecessem uma boa experiência mobile. Porém, 2018 foi o ano em que o Google finalmente implementou o mobile-first index, que deve se consolidar em 2019.

Com essa atualização, o mobile será indexado primeiramente. Isso significa que o Google começará pela versão mobile para decidir a posição em que ele aparecerá no ranking.

Isso impede, por exemplo, que os sites com problemas na versão mobile apareçam bem posicionados e prejudiquem a experiência do usuário.

Então, chegou a hora de você também colocar o mobile em primeiro lugar.

Para isso, é preciso enfrentar uma tradição dos times de design: começar os projetos pensando na versão desktop e, depois, adaptar para o celular. Natural, já que a web começou no computador de mesa. Porém, as coisas mudaram.

O conceito de Mobile First Responsive Design é uma tendência no Marketing Digital.

Essa perspectiva coloca o design responsivo em primeiro lugar nos projetos, a partir da compreensão do contexto mobile (como as buscas são feitas no celular).|

guia marketing digital

4. Deixe seu site cada vez mais rápido

Experiência mobile não significa apenas um design bonito e funcional no celular. Também significa velocidade.

Se no desktop a rapidez do carregamento é essencial, no celular ela se torna ainda mais importante. O contexto mostra isso: o usuário pode estar no trânsito buscando um restaurante para almoçar ou no shopping pesquisando horários de filmes. Ele precisa de uma resposta imediata!

O Google sabe disso e dedica todos os seus esforços para criar uma web mais veloz.

Uma das iniciativas mais relevantes para isso foi o projeto Accelerated Mobile Pages (AMP). Sites que adotam essa iniciativa percebem um aumento no CTR, já que os links são destacados na SERP, e oferecem um carregamento mais rápido para o usuário. Em 2019, esse projeto segue firme.

Outra iniciativa importante foi a adoção da velocidade como fator de ranqueamento para as buscas mobile. Desde 2010, ela já era considerada para as pesquisas no desktop e, em julho de 2018, passou a valer também para os dispositivos móveis.

Os movimentos mostram que o algoritmo do Google está cada vez mais exigente com a velocidade de carregamento.

5. Desenvolva autoridade em um assunto

O Google gosta de quem entende muito de algum assunto.

Não é por acaso que os backlinks que você recebe são tão importantes para o ranqueamento. Eles mostram que você é uma referência para o mercado.

Por esse motivo, é importante evidenciar para o algoritmo do Google em qual tema você é especialista.

Basicamente, quanto mais conteúdos de qualidade você publicar dentro de um tópico, mais relevante você será para o Google. Quando um usuário pesquisar algo dentro desse tema, o buscador terá confiança de que você vai entregar uma boa resposta.

Além disso, explore também os links internos para mostrar ao Google a relação entre um artigo e outro, bem como a hierarquia entre eles. O mais relevante, em geral, recebe mais links.

Aqui é essencial ter foco. Defina o tema em que você quer se destacar e explore todos os tópicos que ele abrange, sem fugir do principal.

Por exemplo: imagine se aqui no blog nós tivéssemos 10 artigos e 7 deles falassem apenas sobre email marketing. O Google entenderia que o blog é autoridade em email marketing, não em Marketing de Conteúdo, como é o objetivo.

Por isso, aqui abordamos todos os assuntos que estão dentro do “guarda-chuva” do Marketing de Conteúdo.

6. Garanta segurança para o usuário

Faz tempo que o Google se preocupa com a segurança do usuário.

Ainda em 2014, o protocolo HTTPS já se tornava um fator de ranqueamento para o buscador. Na época dessa atualização, o Google anunciou que daria tempo para os sites se adaptarem para ficarem mais seguros.

Em 2018, a internet viveu o caso Cambridge Analytica, que afetou milhares de usuários do Facebook. Embora o acontecido não tenha relação direta com SEO, ele acendeu o alerta sobre a proteção de dados.

Por isso, a tendência é que os esforços a favor da segurança do usuário aumentem.

Uma das iniciativas importantes do Google durante esse ano foi uma atualização do Google Chrome. O navegador passou a marcar todos os sites HTTP como “não seguro”.

algoritmo do Google exemplo 6

Que fique claro: se você tem um site HTTP, não significa que você será excluído ou rebaixado na SERP. Mas, se você migrar para o HTTPS, pode subir no ranking e ainda oferecer uma experiência mais segura para o usuário.

7. Estruture bem as suas páginas para oferecer a melhor experiência

Nenhuma das dicas acima terá efeito se você não estruturar bem o seu site.

Imagine que você tenha páginas com design responsivo e carregamento rápido. Legal, você já está passos à frente de muitos concorrentes! Mas, se o usuário entra na sua página e simplesmente não encontra o que quer, logo ele vai deixar o seu site.

Uma experiência positiva precisa ser completa, desde quando ele vê o seu link na SERP até quando finaliza o que desejava fazer.

Para isso, você deve adotar uma estrutura de site com base na arquitetura da informação. Organize os seus conteúdos em subdiretórios lógicos e adote URLs amigáveis. Isso torna a navegação do usuário mais intuitiva e facilita que o algoritmo do Google entenda o seu site.

Além disso, cada página também deve ser estruturada pensando no usuário. Não basta oferecer as informações que ele quer. É preciso oferecer uma experiência simples e agradável de navegação.

Então, utilize títulos e intertítulos, marcadores, listas numeradas, imagens, gráficos e tudo mais que possa enriquecer a leitura. Isso ajuda a manter o usuário envolvido com o conteúdo e fazê-lo interagir mais tempo com as suas páginas, além de facilitar a compreensão pelo algoritmo.

Então, agora você já pode se preparar para dominar o algoritmo do Google em 2019!

Perceba que as tendências dos últimos anos, como a velocidade do site e a otimização mobile, estão cada vez mais fortes. Mas entenda também que a tecnologia está sempre evoluindo e impulsionando melhorias no algoritmo. O seu site, então, precisa acompanhar a evolução.

Por isso, aproveite também para conferir o nosso conteúdo completo sobre como dominar o Google!

Kit Domine o Google

Parte 9

O que é Marketing Digital? Entenda o conceito e aprenda agora mesmo como fazer!

O conceito de Marketing Digital pode parecer muito claro, mas, ao mesmo tempo, é muito subjetivo. Como compreender um assunto tão abrangente? Qualquer ação da minha empresa da internet caracteriza Marketing Digital? Quais são as melhores estratégias? Como extrair o máximo potencial dessas ações?

Não resta dúvida sobre a utilidade e o crescimento do marketing digital nos próximos anos, e muita gente já sabe disso. E você? Quer estar preparado para saber tudo sobre esse assunto agora mesmo?

Se sua resposta for “sim”, criamos esse conteúdo completo para que você entenda exatamente o que é, seus principais benefícios, as estratégias utilizadas e como a sua empresa se encaixa e pode tirar proveito disso.

#1

O que é Marketing Digital?

O que é Marketing Digital?Marketing Digital é promover produtos ou marcas por meio de mídias digitais. Ele é uma das principais maneiras que as empresas têm para se comunicar com o público de forma direta, personalizada, e no momento certo.

Philip Kotler — é considerado o pai do Marketing — conceitua marketing como “o processo social por meio do qual pessoas e grupos de pessoas satisfazem desejos e necessidades com a criação, oferta e livre negociação de produtos e serviços de valor com outros”.

Porém, as maneiras de fazer com que isso aconteça sofrem mudanças quase que diariamente. Por isso, atualmente é impossível falar de marketing e ignorar que a maior parte da população mundial está conectada à internet e faz compras online.

É por isso que o Marketing Digital é a principal forma de fazer e conceituar marketing nos dias de hoje. O termo é usado para resumir todos os seus esforços de marketing no ambiente online.

Usando canais digitais — como blogs, sites, motores de busca, mídias sociais, email e outros —, as empresas tentam solucionar dores e desejos de clientes e potenciais clientes.

Você entendeu a “sacada” do conceito apresentado pelo professor Kotler? Trata-se de um processo social! É algo que depende do acordo entre duas pessoas dentro de um contexto.

Marketing Digital pode ser realizado por pessoas, empresas, universidades, ONGs, associações, igrejas… Assim, também há fatores culturais, psicológicos, geográficos, jurídicos que influenciam as pessoas na hora de comprar ou vender um produto ou serviço.

E cada um deve fazer o que pode, com os meios que tem, para encontrar as oportunidades certas nesse meio!

No vídeo abaixo o Vítor Peçanha explica quais são os conceitos mais básicos do Marketing Digital:

Observe o conceito de marketing e adicione uma camada de internet. Esse é o “espírito” do marketing digital! Meios digitais envolvem computadores, e a forma dominante de comunicação digital é a internet.

O grande fluxo de comunicação que a web proporciona, hoje, favorece estratégias ágeis, como Search Engine Optimization, Inbound Marketing e Marketing de Conteúdo, como veremos nos próximos tópicos.

Quando falamos de aumentar nossa rede, fortalecer a nossa marca e realizar melhores vendas, todos esses são objetivos em que o marketing digital é uma importante ferramenta para alcançá-los.

Para chegar lá, os meios digitais são os melhores para observar e testar a efetividade das nossas ações.

Por isso, o Marketing Digital possui os melhores meios disponíveis para calcular o retorno sobre cada investimento, definir métricas mais claras e simples de medir.

Não é à toa que esse conceito é chamado de novo marketing.

Antes de continuarmos nosso estudo sobre o marketing digital, devo avisar que esse é um post extenso. Por isso, disponibilizamos este conteúdo para download! Basta preencher o formulário abaixo:

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Contexto

Chegou o momento nostalgia! Nos anos 90, a internet passou por uma onda de crescimento, da qual muitas das principais empresas do mundo surgiram (e muitas também desapareceram).

Chamamos esse período de Web 1.0 — quando os primeiros mecanismos de busca, as primeiras vendas online e os primeiros softwares de comunicação se tornaram acessíveis.

Foi nessa época que surgiu o Google (em sua forma mais rudimentar), bem como vários outros motores de busca, e o ICQ, por exemplo. Foi neste período — o de nascimento da internet como conhecemos — que o termo Marketing Digital começou a ser utilizado.

marketing digital evolução da web

Na época, a web era apenas para pessoas e empresas mais entusiastas, o que é compreensível. Afinal, ali também havia poucos consumidores. Mas a rede foi adquirindo tração e as tecnologias foram se sofisticando sem que percebêssemos.

Em 1993, quando o primeiro anúncio clicável foi publicado, a internet possuía cerca de 130 sites no ar. Ao fim dos anos 2000, quando o marketing digital se tornou a base do que conhecemos hoje, já eram 17 milhões. Vale ressaltar que empresas como Google, PayPal e Amazon já existiam nesse período!

Mix de Marketing

Mesmo sendo digital, ainda estamos falando do marketing. E o marketing, como campo de estudo, nos fornece muitas ferramentas que se aplicam perfeitamente quando falamos de Marketing Digital. Muitas delas, inclusive, podem ser expandidas para se encaixar melhor ao mundo da internet.

Por exemplo, você conhece o conceito de 4 Ps do Marketing?

Também conhecido como Mix de Marketing, esse conceito se refere a um produto ou serviço em quatro pontos-chave:

  • Produto;
  • Preço;
  • Praça;
  • Promoção.

Assim, quando aplicado ao universo digital, existem autores que estendem esse diagrama para mais alguns elementos.

5 Ps do marketing

Com o tempo, a importância de valorizar o consumidor como parte da estratégia fez com que um novo P fosse acrescido ao conceito, o de people — Pessoas.

Nesse contexto as empresas passaram a considerar mais o poder de compra do público na hora de criar campanhas, entendendo que essas pessoas precisam ser conquistadas não apenas pelo produto e o que o envolve, mas também pelas marcas.

4 P's do marketing

8 Ps do marketing

Finalmente chegamos a era dos 8 Ps do Marketing, onde além de Preço, Praça, Produto, Promoção e Pessoas, temos:

  • Processos;
  • Posicionamento;
  • Performance.

Eles passaram a ser determinantes para identificar as ações de sucesso no Marketing.

Nesse sentido o Digital foi fundamental, porque as ações online permitem que as pessoas avaliem os resultados obtidos de maneira sistêmica e escalável, contribuindo para tornar as ações ainda mais direcionadas e estratégicas. Vamos explicar mais adiante com detalhes como isso funciona.

Conceitos chave de Marketing Digital

Assim como cada especialização tem suas especificidades, o marketing digital é um universo com seus próprios termos. Antes de começar esse post, vamos elucidar cada um desses principais conceitos.

Persona

Ao contrário das estratégias tradicionais, o Marketing Digital trabalha com o conceito de personas, que são perfis semifictícios, baseados nos seus consumidores reais, e que representam o seu comprador ideal. Assim você consegue criar ações mais segmentadas e direcionadas para as pessoas certas, poupando tempo e dinheiro.

Lead

Leads são oportunidades de negócio. São os contatos que, através de uma estratégia de Inbound Marketing, deixam suas informações chave para que você consiga identificar os seus compradores em potencial e nutrí-los com informações relevantes até que eles estejam prontos para o momento de compras.

Funil de Vendas

O Funil de Vendas, também conhecido como Jornada do Consumidor, são as etapas pelas quais uma pessoa passa durante o processo de compra, desde a compreensão de um problema, passando pela consideração de compra até a decisão.

Landing Page

São as páginas de capturas de leads, 100% focadas em conversão. A ideia é que nessas páginas você ofereça um conteúdo ou material de valor e em troca os visitantes mais interessados deixem suas informações de contato e, com isso, se tornem leads.

SEO

Search Engine Optimization ou otimização para mecanismos de busca. São as ações que contribuem para melhorar o potencial de rankeamento de suas páginas e conteúdos, ajudando você a cumprir os principais pré-requisitos exigidos pelas plataformas de pesquisa.

CTA

Os Calls-to-Action ou CTAs são os botões ou chamadas que direcionam a ação que os seus usuários devem cumprir ao visitar uma página, para que continuem no fluxo do seu funil de vendas e cheguem ao momento de compra preparados para o consumo.

Fluxo de Nutrição

É um processo de automação de Marketing onde uma ação do usuário é o gatilho para um fluxo de mensagens, geralmente por email, com o objetivo de ajudar o seu visitante a caminhar pelo funil de vendas.

Você pode conferir mais termos específicos sobre o tema neste Glossário Completo de Marketing Digital ou pode conhecê-los de forma ainda mais aprofundada nos cursos da Universidade Rock Content

#2

Vantagens do Marketing Digital

Vantagens do Marketing DigitalPor que o marketing digital deve ser uma prioridade para as empresas e quais os principais benefícios que uma estratégia online pode oferecer? Neste tópico vamos abordar esse assunto.

Você já deve ter percebido o quanto o Digital mudou a maneira de fazer marketing e para melhor, tanto para empresas quanto para consumidores. Existem diversas vantagens que podem representar economia para ambos, além de estreitar as relações entre o público e as marcas.

Interatividade

Uma das principais razões pelas quais o Marketing Digital é cada vez mais adotado em relação aos canais tradicionais, sobretudo os canais offline, é a interatividade com o público. O foco não está mais no produto e sim na experiência do usuário em sua jornada de compra.

As empresas fazem campanhas, publicações e ações, e do outro lado os consumidores podem interagir, opinar e indicar para outras pessoas apenas com alguns cliques, aumentando o engajamento com as marcas, bem como as exigências do público. Assim, é necessário cada vez mais a maneira de falar com a sua audiência.

Análise e mensuração

Imagine o mundo nos anos 1960, quando o modelo de negócios das agências de marketing e publicidade estava decolando. Neste período, poucas eram os métodos de medir a efetividade das campanhas publicitárias e anúncios veiculados.

Pode-se dizer que, até a chegada da internet, muito dinheiro foi gasto em ações ineficientes! Afinal, se você não consegue medir se um cliente foi convencido pela sua ação de marketing a comprar um produto ou serviço, é difícil dizer se a sua estratégia é efetiva.

No mundo do marketing online, a obtenção e análise de dados é uma etapa fundamental para a melhoria contínua da sua estratégia.

Felizmente, hoje absolutamente tudo deve ter o seu retorno comprovado. Métricas como o Retorno Sobre Investimento (ROI) e Custo de Aquisição de Clientes (CAC) podem (e devem!) ser analisadas em tempo real.

Assim, as empresas podem identificar falhas rapidamente, colocando melhorias em prática. Isso era impensável há bem pouco tempo.

Mais oportunidades para as empresas

Além de tudo isso, a diminuição das distâncias literalmente entre empresas e clientes ajudou e muito. Afinal, hoje mesmo as pequenas marcas podem fazer boas campanhas e atrair consumidores do outro lado da cidade, do país e do mundo.

Com isso, os consumidores ganham. Afinal, eles têm mais oportunidades de conhecer empresas com as quais se identificam. O mesmo vale para as empresas que podem criar um bom posicionamento online, aumentando as suas oportunidades de venda por diversos canais!

Direcionamento

Muitas pessoas podem pensar “nossa, vou conseguir falar com o máximo de pessoas possível”, e sim, isso é ótimo!

Mas um dos grandes diferenciais do Marketing Digital é que as empresas conseguem agora fazer ações para atrair e conquistar as pessoas certas! Ou seja, aquelas que realmente têm o perfil ideal para consumir da sua empresa.

Isso é um grande benefício porque, além de economizar dinheiro — afinal você deixa de gastar muito dinheiro com pessoas que não têm interesse em seus produtos e serviços através da segmentação —, você passa a conhecer melhor o seu público, se tornando cada vez mais especialista em conquistá-lo.

Esse é o segredo por trás do valor real do marketing digital, e está revelado para qualquer um colocar em prática! Só é necessário um método, e falaremos sobre isso agora!

#3

Estratégias de Marketing Digital

Estratégias de Marketing DigitalExiste uma infinidade de maneiras de aplicar uma estratégia de marketing digital. Entenda quais são e como fazer uma escolha que combine com as necessidades da sua empresa.

O crescente poder de processamento dos computadores e da infraestrutura em internet nos levou a um universo de possibilidades. Basta pensar no volume e a qualidade de conteúdos que temos disponíveis hoje — a manada deles gratuita.

Hoje, se eu perguntar qualquer coisa ao Google, há boas chances de eu receber uma resposta satisfatória. E essa resposta estará contida em algum conteúdo disponibilizado por um site na internet. Não é simples e, ao mesmo tempo, fantástico?

Seguindo essa lógica, sites que contêm muitas e boas respostas têm mais chances de atrair o público e, consequentemente, conquistar mais clientes, aumentar a sua percepção de marca e saber cada vez mais sobre o comportamento dos consumidores.

Como foi mencionado no capítulo anterior, muitos negócios estão migrando dos meios offline para os meios online de marketing. Evidentemente, isso aumenta a concorrência na web.

Como dissemos no capítulo anterior, o segredo está no método. Para alcançar seus objetivos de marketing, precisamos encontrar meios de chegar lá.

Mas, se a internet tem possibilidades infinitas, como posso saber que estou tomando a decisão certa? Não se preocupe, pois agora você conhecerá o que há de mais atual no mundo em termos de estratégia. Confira.

Inbound Marketing

Inbound Marketing é sinônimo de marketing de atração. Ao criar uma estratégia de Inbound, seu objetivo é ser encontrado pelas pessoas..

No inbound marketing, as empresas procuram entender as dores e necessidades dos consumidores para, em seguida, estabelecer um canal de comunicação com essas pessoas, a fim de oferecer uma solução para os seus anseios e desejos.

Hoje, a internet está repleta de ferramentas para fazer pesquisas, descobrir interesses do público e publicar materiais que os ajudem a satisfazê-los.

Quando isso é praticado continuamente, você cria a sua audiência, gerando um canal de comunicação constante com ela. Em outras palavras, a empresa conversa com sua audiência, não somente envia mensagens.

Em consequência, suas publicações passam a ser buscadas por mais e mais pessoas. Por meio desta comunicação, é possível entender interesses cada vez mais específicos do público (e sair na frente para atendê-los).

ENTENDA TUDO SOBRE INBOUND MARKETING
O Guia Completo do Inbound Marketing: o que é e como fazer
Entenda sobre o Funil de Vendas e como ele se relaciona com Inbound Marketing
Growth Hacking para Inbound Markteers: alavanque sua estratégia

Atualmente, a principal maneira de fazer as pessoas chegarem até você é criando conteúdo, ou seja, oferecendo informações relevantes, que solucionam problemas reais e são de amplo acesso. A essa estratégia damos o nome de Marketing de Conteúdo, que abordaremos a seguir:

Marketing de Conteúdo

Os consumidores estão diariamente procurando soluções na internet, e, na manada das vezes, essa procura começa em motores de busca.

O Marketing de Conteúdo tem como objetivo posicionar a sua marca no lugar e no momento certo da jornada de compra para oferecer as melhores soluções.

Portanto, Marketing de Conteúdo é o processo de publicar materiais e informações relevantes e valiosos, a fim de atrair, converter e encantar uma audiência.

Vale lembrar que essa estratégia, se bem-feita, pode auxiliar a triplicar em menos de um ano os acessos à empresa na internet, além de trazer muitos outros benefícios, como: reconhecimento de marca, criação de autoridade e educação do mercado.

Marketing de Conteúdo - Primeiros passos

Para isso, você precisa espalhar seu conteúdo em regiões da internet que sejam atrativas para a sua persona. Existem alguns métodos considerados padrões, tal qual um blog, o site da empresa e os perfis em redes sociais.

Contudo, existem formas de diversificar o seu alcance com diferentes canais de conteúdo. Aqui estão algumas maneiras de fazer isso:

Blog

O blog é a casa do Marketing de Conteúdo.

Isso porque ele é um canal exclusivamente seu de comunicação com o público, sem as interferências e distrações que outros canais como as redes sociais podem ter. Ou seja, você pode publicar o que quiser, como quiser, a hora que quiser.

Blogs também são muito fáceis de serem editados e administrados, o que facilita que empresas com pequenos ou grandes times de Marketing consigam tocar uma estratégia de maneira prática, econômica e rápida.

E, por fim, mas não menos importante, blogs são uma excelente ferramenta de otimização de conteúdos para melhorar os seus rankings em mecanismos de busca, como o Google. Isso melhora a visibilidade do seu negócio e amplia o seu poder de atração das pessoas certas!

Além disso, você pode usar alguns outros canais como o Medium e o LinkedIn Pulse para construir a sua audiência nesse sentido. Eles funcionam como blogs, com a desvantagens de não serem domínios próprios e com menos poder de rankeamento, mas que são mais fáceis e acessíveis.

Acesse o guia completo do blog corporativo: crie, estruture e alavanque seus resultados com o blog

Site Institucional

Muitas empresas se contentam em ter um blog ou uma página em uma rede social. Tudo isso é muito importante, mas não dispensa a necessidade de um site institucional.

Primeiro porque aumenta a credibilidade do seu negócio. Afinal, quando as pessoas procurarem você, elas precisam ter a segurança de que a sua empresa é séria e confiável.

Segundo porque esse se torna mais um canal onde as pessoas podem te encontrar e que também é só seu e pode ajudar você a conquistar boas posições nos mecanismos de busca.

É também fundamental que as suas ações de Marketing direcionem as pessoas para um canal onde elas possam solicitar os seus produtos ou serviços e finalmente consumir de você, tirando as principais dúvidas delas. E esse canal é, sem sombra de dúvidas, o site institucional.

Redes Sociais

Poucos lugares proporcional tanto a interação das pessoas com as marcas quanto as redes sociais. Elas são um canal criado exatamente com esse objetivo: comunicação, influência e diálogo.

Assim, ter uma página nas principais redes sociais onde o seu público se encontra tornou-se indispensável: seja para promover suas ações e conteúdos, seja para que as pessoas conheçam o “por trás das câmeras” da sua empresa.

Aliás, esse se tornou um ponto fundamental para a escolha por uma marca por parte dos consumidores, que é se identificar com as empresas além do produto e do serviço, mas com os valores e o ideal por trás delas. E as redes sociais são um excelente canal para que esse engajamento aconteça.

Mídias sociais são, como o próprio nome diz, os meios. Contudo, o mais importante a se cultivar são as redes.

E, no caso das redes sociais, as estratégias têm vários fins, pois têm muita importância para branding e buzz e, ao mesmo tempo, para geração de tráfego e conversões.

Evidentemente, é preciso uma estratégia, que podemos aprender a criar agora mesmo. Separamos alguns conteúdos que vão ajudá-lo nisso:

APRENDA TUDO SOBRE REDES SOCIAIS
O Guia Completo das Redes Sociais: confira tudo sobre Facebook, Instagram, LinkedIn, Twitter e Facebook
O Guia prático do Facebook Ads para você criar anúncios nesta plataforma
Quais são as redes sociais mais usadas do Brasil? Descubra e entenda porque vale a pena investir!

Como definir uma estratégia de redes sociais

Uma estratégia efetiva de redes sociais deve gerar uma participação significativa na geração de tráfego para o seu domínio, mas, ao mesmo tempo, é um canal de comunicação e divulgação da marca.

Por isso, vamos dividir em alguns passos simples:

  • Passo 1 — Estabeleça objetivos e metas. Redes sociais também têm um funil e você deve considerar as métricas relevantes em cada etapa. A metodologia de OKRs para medir o desempenho se encaixa perfeitamente nesse caso.
  • Passo 2 — Encontre as redes corretas. Facebook, Linkedin, Instagram, Twitter etc. são canais diferentes e tem suas particularidades, portanto a intenção dos usuários em cada um deles também. Faça pesquisas sobre o perfil do público, as palavras-chave e tendências antes de criar um perfil comercial.
  • Passo 3 — Crie um perfil. Fique atento aos tamanhos corretos de posts e imagens em mídias sociais. Lembre-se de utilizar um design e tom de voz que obedeça aos padrões da sua marca e sejam focados nos objetivos definidos no primeiro passo.
  • Passo 4 — Realize um benchmarking. Veja o que os seus concorrentes e blogs de assuntos relacionados estão dizendo. Se você tem concorrentes fortes, certamente eles publicam muita coisa relevante e que você deve aproveitar.
  • Passo 5 — Defina um plano e um calendário editorial. Isso é necessário para organizar as verbas e analisar o andamento da estratégia. Aplicativos como Buzzsumo são boas ferramentas de pesquisa de tendências e palavras-chave.
  • Passo 6 — Aprenda com os resultados. Assim como os blogs e sites, mídias sociais também têm ferramentas de análise. Utilize-as para calcular suas métricas e indicadores.

Email Marketing

Email Marketing é o processo de enviar mensagens com fins comerciais para um grupo de contatos obtidos por uma empresa na internet.

Ele pode ser utilizado como método de fortalecimento da sua marca, vendas, comunicação com clientes e potenciais clientes.

O canal de mensagens direto com o usuário é uma ferramenta inigualável, e pode trazer resultados muito efetivos. Inclusive, é possível segmentar suas listas seguindo diversos fatores, como taxa de abertura dos emails, respostas, downloads de um material, entre outros.

Guia para criar campanhas de E-mail Marketing

Construindo uma lista de emails

O primeiro passo para uma boa estratégia de email marketing é construir sua lista de emails, ou seja, conquistar os contatos das pessoas que receberão seu conteúdo. Como fazer isso?

  • Passo 1: escolher um bom software para gerir as suas listas.
  • Passo 2: criar uma oferta incrível, como uma newsletter, desconto ou conteúdo rico.
  • Passo 3: inserir formulários de inscrição dentro do seu site ou blog.
  • Passo 4: desenvolver uma voz para a sua empresa e criar mensagens cativantes.

Tipos de email

Email é um canal de contato com clientes e potenciais clientes, certo? Esse meio é uma forma bilateral de comunicação. Afinal, quem recebe emails pode respondê-los!

Por isso, existem diversos tipos de mensagem que você pode enviar, cada uma com uma intenção diferente em relação aos seus leads.

1. Emails Informacionais

Esse tipo de mensagem tem o objetivo de passar uma informação relevante para os contatos. Se você possui alguma notícia em primeira mão, quer divulgar algum evento ou ação específica, emails informacionais são um método excelente.

Geralmente, esse tipo de email é mais curto, buscando enviar o máximo de informações o quanto antes. Se possível, no próprio título da mensagem.

2. Emails de Nutrição

Emails de nutrição são aqueles que influenciam o leitor a tomar uma ação específica no seu site ou blog.

Muitas vezes, a jornada do cliente pode demorar mais do que você gostaria. Por isso, a nutrição de leads pode acelerar esse processo e tornar a sua base mais preparada para o momento da compra.

Mensagens desse tipo também devem ser objetivas e levar o usuário da caixa de entrada para o seu domínio, oferecendo conteúdos que os levarão a prosseguir no funil de vendas.

3. Emails Educacionais

Emails educacionais são muito úteis, e devem ser a maior parte do conteúdo que você envia. Simplesmente porque conteúdo educacional é aquele focado em solucionar problemas e dúvidas.

No fundo, essa é a principal razão pela qual o usuário assina o seu conteúdo.

Utilize-o para enviar posts relevantes, materiais selecionados por você, conteúdo exclusivo e o que mais a sua audiência buscar.

4. Emails Transacionais

Este tipo de email é muito importante, e precisa ser usado com sabedoria. Emails que sugerem uma transação ou oferta precisam ser enviados de maneira que o recebedor não perceba nenhum exagero.

Uma boa prática é manter a sua base de emails sempre limpa, somente com usuários que realmente são considerados personas.

Além disso, emails transacionais devem ser focados na conversão do usuário, o que define o tom de voz da mensagem, um bom call-to-action e um link direto.

5. Newsletter

Newsletters são um tipo recorrente de mailing. Ao assiná-lo, o usuário espera que suas mensagens cheguem com uma determinada frequência. É como um jornal em que você pode ofertar conteúdos, divulgar materiais, escrever mensagens e dialogar com a sua base.

SEO

Em uma estratégia de marketing digital, ser encontrado em mecanismos de busca é essencial, certo? E, para isso, existe um conceito específico para obter resultados organicamente, ou seja, sem pagar por anúncios.

É o que chamamos de otimização para mecanismos de busca, Search Engine Optimization ou SEO.

Hoje, motores de busca esperam oferecer os melhores resultados para a experiência do usuário. Existem diversas técnicas que você deve aplicar para mostrar aos buscadores que o seu site pode prover a melhor experiência e, assim, melhorar seus rankings.

Otimizar suas páginas significa deixá-las compreensíveis tanto para as pessoas quanto para os crawlers. E isso vai depender da sua performance em uma combinação de diversos fatores de rankeamento. Existem dois grupos de fatores de rankeamento, que explicaremos a seguir:

SEO On Page

Os fatores On Page são aqueles que podem ser otimizados dentro das suas páginas, como título, meta-descrição, linkagem interna, uso de heading tags etc. Tudo isso melhora a experiência do usuário, mas também é lido pelos crawlers, como o Google Bot.

Por isso, você pode ter um conteúdo muito atrativo, mas é preciso demonstrar isso aos robôs por meios de estruturas de dados. É preciso usar o código para referenciar o seu título, seus meta atributos, suas imagens, hiperlinks.

SEO Off Page

E não para por aí! Fatores externos também influenciam em seu rankeamento, como o tempo de carregamento do seu site, seus parâmetros de segurança, links recebidos etc.

Se você quiser entender mais sobre SEO e os diferentes fatores de rankeamento, recomendo a leitura do Guia Completo de SEO.

guia seo

SEM

Search Engine Marketing. Esse nome já diz tudo. Motores de busca são úteis para estratégias digitais que envolvam mídias orgânicas ou pagas. Ao fazer uma busca, esses mecanismos vão te retornar uma lista de links úteis, e alguns deles serão anúncios.

Por isso, marketing em motores de busca é um processo bastante abrangente. Até mesmo o SEO está contido no SEM!

Resultados do Google - Inbound Marketing

Resultados de busca do Google.


Hoje, é praticamente impossível que o Search Engine Marketing não seja peça importante de qualquer estratégia de marketing na internet. E, para isso, você deve atacar de todos os lados!

Ao exibir anúncios ou links orgânicos, acima de tudo, os motores de busca estão preocupados com a experiência do usuário, e é assim que se atinge usuários que têm intenções comerciais ao realizar uma busca.

Além do crescimento orgânico, mídias pagas oferecem oportunidades únicas de crescimento. As ferramentas e técnicas de analytics permitem encontrar o caminho para um retorno sobre investimento positivo.

E, se investir em anúncios na internet pode trazer muito mais lucros do que custos, por que não tentar? 🙂

Se ainda não te convencemos, aprenda um pouco a seguir:

Publicidade

Na internet, hoje, existem três tipos de mídias:

  • Mídias adquiridas: vêm da interação com o público, representam o engajamento, os compartilhamentos, comentários e menções.
  • Mídias possuídas: são aquelas que pertencem a alguém, os websites, blogs, perfis em mídias sociais.
  • Mídias pagas: é a promoção do seu conteúdo por meio de anúncios, como pay-per-click (PPC), displays, retargeting, propagandas em redes sociais e promoção de conteúdos.

Mídias online

Essa combinação de mídias é que vai definir o melhor jeito de conquistar a sua audiência. Nunca desconsidere nenhuma delas.

Evidentemente, resultados orgânicos são excelentes para o longo prazo, mas não têm a mesma velocidade e opções da publicidade online. Conheça agora algumas modalidades de anúncios:

Pay-per-click (PPC)

PPC é a compra de mídias que são cobradas mediante o número de cliques recebidos pelo seu anúncio. O tipo mais comum de pay-per-click são anúncios em mecanismos de busca.

Assim, na página de resultados do Google, por exemplo, existem links orgânicos e pagos.

Se você for um anunciante, é possível posicionar o seu anúncio utilizando palavras-chave e variações delas. E o usuário, ao realizar a busca, encontrará esses links patrocinados na SERP.

Display Ads

Um display ou banner é uma mistura de imagens e texto. Anúncios de display geralmente não aparecem em páginas de resultados de busca, mas em sites que fazem parte da rede de anunciantes escolhida.

Retargeting

Retargeting — não confunda com Remarketing — são banners que aparecem para o usuário depois que ele visita algum site ou pratica determinada ação. Aqui, a ideia é fazer o seu anúncio ser lembrado pelas pessoas, retomando o engajamento com o seu funil de vendas.

Ao visitar um determinado site, por exemplo, possivelmente mais anúncios desse site aparecerão para você quando você visitar algum site que faça parte da rede de anunciantes.

Promoção de conteúdo

Promoção é uma alternativa de mídia paga interessante para quem faz marketing de conteúdo. A web está repleta de conteúdos incríveis e ganhar destaque pode ser difícil.

Existem meios gratuitos de divulgação, tais quais as mídias sociais. No entanto, se você quer acelerar esse processo, é possível transformar a chamada para o seu conteúdo em anúncio.

Assim, você terá uma exibição privilegiada em motores de busca e redes sociais, além de poder segmentar o público para quem ele é exibido.

Anúncios em redes sociais

Assim como há anúncios em resultados de busca, eles também podem ser exibidos em mídias sociais. A rede do Facebook — que inclui outras mídias, como o Instagram —, possui a sua própria rede de advertisements.

Assim, as suas preferências, interesses e perfis que visita, a rede exibirá anúncios específicos para esse usuário. Cada uma das mídias sociais possui diferentes opções de segmentação, e isso faz toda a diferença na performance desses anúncios.

Guia Facebook Ads

Marketing de afiliados

Uma forma muito comum de gerar receita com Marketing Digital é por meio de afiliados. Se você vende algum produto ou serviço, pode criar uma rede de blogs e sites que podem comercializar o seu produto em troca de uma comissão.

Da mesma forma, se você é dono de um blog ou site e recebe bastante tráfego, você pode ser remunerado para facilitar ou gerar vendas para um produtor. Geralmente isso é feito por meio de um banner ou de conteúdos patrocinados.

Gestão de Leads

Gerir leads significa rastrear e levar possíveis clientes desde a primeira conversão até a venda e ao pós-venda. Esse assunto do marketing digital também pode é conhecido como gestão de aquisição de clientes ou gestão de contatos.

Além disso, frequentemente a gestão de leads é confundida com a nutrição de leads. Veremos que a nutrição de leads é uma parte do processo de gestão de leads.

Confira as etapas desse processo:

  1. Geração de Leads: é a arte de encontrar usuários potencialmente interessados em seu negócio. A geração de leads se dá em pontos de conversão taticamente posicionados em emails, anúncios, conteúdos, ferramentas etc.
  2. Geração de Leads Qualificados: mais do que simplesmente gerar novos contatos, leads qualificados são aqueles identificados como oportunidades de venda. São pessoas mais “adiantadas” no funil.
  3. Qualificação de Leads: qualificar leads significa analisá-los de maneira mais precisa, classificando as melhores oportunidades de acordo com o seu comportamento registrado. Times de marketing e vendas frequentemente têm especialistas em qualificação de contatos.
  4. Nutrição de Leads: nutrir leads significa oferecer conteúdo relevante para a sua base de contatos, de maneira a fazê-los prosseguir no funil de vendas. Hoje, o email é um método bastante eficiente de nutrição de leads, mas há novidades interessantes, como o account-based marketing.

À medida que a sua base de leads cresce, seu processo de gestão de leads precisa se tornar escalável.

Uma base de contatos pode chegar a centenas de milhares e até milhões de pessoas. Isso provoca a necessidade de lidar com sistemas mais robustos, mecanismos complexos de rastreamento de atividades e padronização das mensagens enviadas.

E não para por aí. Mesmo após a venda, os clientes não deixam de ser leads dentro da base. Afinal, é preciso encontrar mecanismos de upsell, cross-sell e retenção de clientes.

É preciso lembrar que o funil de vendas não termina na venda, mas sim no momento em que os clientes se tornam defensores da sua marca.

Se você deseja criar mensagens customizadas, segmentadas de acordo com os diferentes perfis de contatos presentes em sua base, é preciso recorrer à tecnologia. Quanto maior é o número de leads, mais complexa fica essa administração.

Para isso, softwares de automação são essenciais a partir de um nível mínimo de performance.

Automação

Como mencionamos, é muito difícil gerir uma grande base de leads. Para se comunicar com milhares — talvez milhões — de pessoas, é preciso uma ferramenta que consiga organizar e rastrear todos esses registros.

É por isso que, mais do que uma técnica, a automação de marketing é um tipo de tecnologia do marketing digital. Por meio dela, é possível agilizar todas essas necessidades.

Frequentemente, esses softwares possuem soluções para criar fluxos de trabalho e de comunicação. É como se fosse uma mistura entre sistemas de armazenamento, análise de dados e engajamento dos contatos.

Dessa forma, é possível segmentar a sua base em relação ao perfil, ao comportamento e às suas ações realizadas e — para cada um desses critérios — fornecer uma série de incentivos para a conversão e, por fim, ao encantamento do usuário.

A competição pelas melhores ferramentas de automação têm crescido muito e esse mercado tem se revelado muito promissor no mundo do marketing. Estima-se que até 2025 esse mercado alcance uma capitalização de mais de US$7 bilhões!

APRENDA A GERAR LEADS E AUTOMATIZAR SUA ESTRATÉGIA
Geração de leads: o guia completo para converter oportunidades
Automação de marketing: entenda o potencial dessa estratégia para sua empresa

Otimização de Conversão – CRO

Um dos termos mais utilizados em marketing digital é a conversão, certo? O processo de trazer o público para a sua base de contatos e fazê-los chegar até o fundo do funil de vendas.

O objetivo da otimização da conversão — ou Convert Rate Optimization — é descobrir onde as conversões não estão sendo aproveitadas corretamente dentro de um blog ou site. E os melhores jeitos de fazer isso são análise de dados e testes!

Antes de tomar a decisão sobre quais modificações fazer para aumentar as taxas de conversão, um profissional de CRO realiza um diagnóstico lógico. Ele é dividido em cinco etapas, descritas a seguir.

Diagnóstico lógico da Otimização de Conversão

1. Levantando hipóteses

CROs geralmente têm meios de obtenção de dados em todos os seus canais. Ferramentas como o Google Tag Manager permitem a instalação de aplicativos de monitoramento dos usuários em diversos sites e blogs ao mesmo tempo.

Assim, é possível entender porque há pessoas que visitam o blog mas não prosseguem no funil. A partir daí, basta criar ações focadas no público que realmente quer fazer parte da sua rede.

2. Principais métricas

Depois de levantar uma hipótese, é hora de transformar essa ideia em algo mensurável, e isso não é uma tarefa fácil!

Utilizando as ferramentas certas, podemos obter todos os tipos de dados. Tantos, que podemos até nos perder em tanta informação — e isso é sério! Olhar para as métricas corretas vai te gerar muita economia de tempo e dinheiro.

Evidentemente, qualquer um deseja gerar mais receita, ter mais e melhores clientes. Mas, para isso, é preciso descobrir o que gera mais receita e quebrá-los em medidas para cada etapa da jornada de compra.

Métricas de marketing, portanto, podem ser divididas de acordo com o funil de vendas, da atração até o pós-venda!

Métricas de conversão

Por que otimização para a conversão? É simples. Existe uma relação direta entre a quantidade de conversões e a quantidade de receita gerada pelo seu negócio.

E, em qualquer página, há uma infinidade de razões pela qual as pessoas não convertem.

Por isso, investir em pontos de melhoria de conversão vão refletir em alguns números importantes, que são:

  • Número de leads: representa a quantidade de leads gerados. Essa métrica funciona como um parâmetro de desempenho ao longo do tempo. Afinal, o tráfego tende a crescer e, com isso, sua taxa de criação de leads deve acompanhá-lo.
  • Custo por lead: o CPL determina a qualidade dos leads que você recebe. Portanto, o custo de geração de um novo lead deve se manter sempre baixo em relação ao custo de aquisição de um novo cliente.
  • Número de usuários: milhares, talvez milhões de pessoas vão converter nas suas páginas, mas esse número é grande ou pequeno em relação à quantidade de usuários que navegam pelo seu domínio? É o que essa métrica procura responder.
  • Taxa de conversão de leads para sales qualified leads: por fim, não podemos ignorar o funil. Nem todos os leads estão no mesmo estágio da jornada de compra e, por isso, esse estágio que transita entre meio e fundo de funil precisa ser observado.
Métricas de receita

Métricas de receita não devem ser observadas separadamente das métricas de conversão. O objetivo da conversão é levar o usuário até a compra e, aqui, vamos diferenciá-las por questão metodológica.

  • Custo de aquisição de cliente: uma estratégia de marketing pode ter custos em tempo, dinheiro e outros recursos. Por isso, é preciso calcular quanto, em média, gastamos para adquirir um novo cliente.
  • Lifetime Value: também conhecido como LTV, ele representa, em média, a receita gerada pelo cliente em todo o seu ciclo de vida.
  • Número de clientes: como estamos falando de um funil, é natural que haja bem menos clientes do que leads. Sendo assim, essa métrica responde quais seus pontos de conversão mais geram clientes e se a quantidade de clientes está alinhada com a receita.
  • Lucro: por fim, a otimização das conversões deve impactar o lucro. Esse número vai dizer se os investimentos e custos têm valido a pena. Vale lembrar que lucros negativos representam prejuízo.

3. Calculando a relevância

Antes de um processo de otimização de conversão ser implantado, primeiro é preciso definir o que são resultados confiáveis.

Portanto, é preciso ter uma população definida e amostras de tamanho razoável para conduzir os testes.

E isso não é tarefa fácil. Em uma amostra muito pequena, os resultados se tornam muito sensíveis às variações, sejam elas positivas ou negativas. Contudo, uma amostra muito grande — embora não seja ruim estatisticamente — pode ser um desperdício de tempo e recursos com testes.

4. Criando testes

Criar testes é uma arte. Na verdade, esse assunto pode render um livro inteiro. Graças às mídias digitais, é possível realizar dezenas (às vezes centenas!) de testes ao mesmo tempo.

Assim, a fase de realização de testes pode ser divida em outras fases menores.

De maneira preliminar, são testadas diversas hipóteses. Após a coleta dos resultados, os melhores são levados adiante, mas o processo não para por aí.

Em seguida, são determinadas hipóteses de como os melhores resultados podem ser trabalhados para gerar ainda mais resultados, reiniciando o ciclo.

Somente quando os melhores resultados tiverem melhorias positivas é que o profissional de CRO terá provas suficientes de que melhorias definitivas foram implementadas.

5. Analisando resultados

Embora não pareça, essa fase é bastante complicada. Não somente pela visualização dos dados, mas também pela confiança no processo. Para conseguir resultados confiáveis é preciso:

  1. Configurar todas as etapas de conversão. Muitas vezes isso envolve diversos softwares, e é preciso se assegurar de que os resultados que chegam para você estão corretos. Um erro no início do processo vai confundir quem analisa os dados.
  2. Olhar para as métricas corretas. Muitos leads não necessariamente significam mais receita. Em contrapartida, leads que se tornam clientes cujo custo de aquisição é muito alto nem sempre serão um bom negócio. Isso varia em cada segmento, e somente quem analisa os dados pode definir o melhor parâmetro.
  3. A análise correta dos resultados vai definir a tomada de decisão. Analisá-los incorretamente pode levar a ações ineficientes ou mesmo prejudiciais e, pior ainda, confundir totalmente a equipe de marketing.

Logo, é preciso verificar cada ponto de conversão, garantir que as informações estejam chegando corretamente no seu CRM ou software de automação de marketing e questionar até mesmo as hipóteses mais óbvias.

Outros canais

Podcasts e posts em áudio

Conteúdos em áudio são uma tendência cada vez maior, principalmente com a popularização dos podcasts.

Eles permitem uma maior facilidade de consumo por parte do usuário, já que podem ser acessados, por exemplo, de um dispositivo móvel para ouvir enquanto está andando, dirigindo ou apenas longe de um computador.

Além disso, vale lembrar que o Áudio Marketing é uma das grandes apostas do futuro, principalmente por causa do surgimento de tecnologias de assistência virtual como a Alexa, da Amazon, e a Cortana, da Microsoft.

Ferramentas e apps

Aplicativos são extremamente interessantes para diversos nichos. Eles permitem uma maior interação entre o usuário e marcas, além de serem um espaço exclusivo da empresa.

Com eles, você pode incentivar o usuário a ficar mais tempo em contato com o seu domínio e aumentar o valor percebido pelo público.

Notificações Push

Um exemplo de ferramenta que pode ser definitiva para a melhora dos resultados do seu site são as notificações via push.

Basicamente, elas funcionam como pequenos alertas clicáveis que aparecem no dispositivo dos usuários inscritos, podendo conter CTAs para blog posts, materiais ricos, landing pages e muitos outros.

Por funcionarem como um tipo de alerta, essas notificações garantem altos índices de conversão e podem funcionar tanto em desktop quanto em mobile.

Chatbots

Os chatbots, robôs de comunicação automatizada, são ferramentas excelentes para adicionar na sua estratégia digital.

Além de auxiliarem no processo de otimização do atendimento de clientes em sites e redes sociais, esses bots podem ser utilizados para melhorar o relacionamento com leads e clientes, divulgar informações importantes e até mesmo gerar vendas.

Blogs e sites parceiros

Publicar materiais com links para o seu domínio em outros blogs virou uma tática essencial de marketing digital. Vale lembrar que o volume e a qualidade dos backlinks são importantes fatores de rankeamento no Google.

Assim, você pode criar um conteúdo relevante para publicar no blog de um parceiro, por exemplo. Assim, todo mundo sai ganhando.

Vamos continuar explicando como estruturar seu plano de marketing digital. Se você quer continuar sempre com este material, pode baixá-lo agora mesmo!

Tenha este material sempre com você!

Disponibilizamos este post para download em PDF para que você possa consultar sempre e enviar para o seu time.


#4

Plano de Marketing Digital

Plano de Marketing DigitalPara criar uma estratégia de marketing digital, é preciso começar estabelecendo objetivos, certo? E, para você alcançar os seus objetivos de marketing, o melhor caminho é planejar diferentes ações possíveis.

Ao tentar prever os possíveis cenários e documentar um roadmap de ações, estamos falando da criação de um plano de marketing, em que todas as fontes de informação possíveis são utilizadas.

Por exemplo, se você deseja gerar mais vendas, um objetivo de marketing pode ser um aumento percentual da quantidade de leads qualificadas.

A partir disso, considerando a sua persona, os seus recursos disponíveis e o cenário em que seu negócio se encontra, é possível estabelecer um plano para fazer esse objetivo acontecer!

Mas como unir tantos elementos de uma vez?

Pode parecer muito complexo, mas existem alguns passos que comprovadamente ajudam (muito!) na estruturação de um plano.

1. Definição dos objetivos

Ao definir um plano, é importante cobrir diferentes tipos de objetivos. Isso porque, muitas vezes, objetivos maiores dependem do cumprimento de várias pequenas metas. É o que chamamos de objetivos principais e secundários.

Além da complexidade, o prazo também é muito importante. Portanto, um bom planejamento contempla objetivos de curto, médio e longo prazo.

Sendo esse o primeiro passo de um plano de marketing, sua relevância é incalculável. Errar na definição dos objetivos pode comprometer a estratégia como um todo.

E, para eliminar essa possibilidade, existe uma framework muito popular para isso, o SMART. SMART é um mnemônico em inglês para as características essenciais de um objetivo de marketing.

Logo, um objetivo de marketing é relevante desde que seja:

  • Specific ou específico: todos os envolvidos devem ter claro entendimento do que se trata.
  • Measurable ou mensurável: não faz sentido criar uma meta se ela não puder ser medida ou tiver critérios subjetivos, certo?
  • Actionable ou atingível: objetivos fáceis levam ao desperdício de oportunidades, e objetivos difíceis demais podem desmotivar o time. As metas mais bem elaboradas são simultaneamente desafiadoras e realistas.
  • Relevant ou relevante: ao estabelecer um objetivo, certifique-se de que ele é crucial para o seu negócio.
  • Time-bound ou temporal: toda meta precisa ter um prazo para ser alcançada. Evidentemente, metas para um mês, trimestre ou ano têm características diferentes.

2. Criação de Indicadores-chave de Performance (KPIs)

Objetivos sempre vêm acompanhados de indicadores. No entanto, em um mar de informações, é preciso olhar para os indicadores corretos. Eles mostrarão se você está percorrendo o caminho correto até o alcance dos objetivos.

KPIs ou Key Performance Indicators representam exatamente esse conceito. KPIs são números absolutos ou percentuais, que podem ser medidos, analisados e têm importância direta para o seu negócio.

Por exemplo, você tem uma meta ligada à geração de tráfego? Então, o mínimo diário de visitas no seu site ou blog é um indicador válido.

Vale lembrar que KPIs podem ser indicadores de qualquer natureza, desde que sejam mensuráveis e relevantes. Métricas de marketing, por exemplo, podem ser indicadores-chave, como veremos em seguida.

3. Detalhamento da Persona

Quando falamos sobre personas no começo deste artigo, destacamos a importância que ela tem para uma estratégia. Aqui, o argumento é um reforço: invista tempo e recursos elaborando uma persona detalhada.

Procure usuários na sua base de leads, pessoas em mídias sociais (LinkedIn e Facebook são ótimos para isso) e em pesquisas na internet. Se você já tem uma persona documentada, é possível expandi-la!

Além de perguntas como “quais são seus problemas?” ou “como podemos ajudar a persona a resolver esses problemas?”, explorar tópicos extras pode ser bastante elucidativo.

Quer complementar a análise da sua persona? Pergunte “quais livros ela lê?”, “quais são seus influencers favoritos?”, “quais eventos ela frequenta?”, “quais softwares ela utiliza?” e outros. O aprofundamento da sua persona resultará sempre na identificação de mais e melhores oportunidades.

Template de Plano de Marketing

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#5

Métricas de Marketing Digital

Métricas de Marketing DigitalUma das principais vantagens do marketing digital é ser mensurável. Assim, a possibilidade de documentar e avaliar as estratégias usadas permite uma compreensão da estratégia e a tomada de decisões baseadas em dados.

Antes da internet, provar o valor de uma ação de marketing era bem mais difícil. A falta de conhecimento motiva decisões ruins.

E, para você não cometê-las e extrair o melhor de todos os seus esforços, definir parâmetros de mensuração é essencial. É impossível ter sucesso sem usá-las corretamente.

Abaixo listamos algumas das mais importantes métricas de marketing, mas também recomendamos que você estude mais sobre o assunto ao criar uma estratégia.

A melhor forma de começar a observar as métricas corretas é obtendo alguns dados do seu blog ou site. Métricas comuns utilizadas em uma estratégia, são:

  • Visitantes Únicos: qual é o número de pessoas que acessam a sua página. Cada visitante é contado apenas uma vez dentro do período de tempo indicado.
  • Sessões: é o conjunto de interações, tal qual as visualizações de página e cliques, que um mesmo usuário executa em um dado período.
  • Tráfego Orgânico e Pago: representa a quantidade de sessões que são originadas de mecanismos de busca e campanhas pagas na web.
  • Taxa de Rejeição: é a porcentagem de usuários que realizam apenas uma visita, sem realizar outras interações, como cliques e visualizações de páginas.
  • Taxa de Conversão: é a porcentagem resultante entre o número de visitas e o número de conversões realizadas.
  • Links Externos: é o volume e a qualidade de links vindos de outros domínios que direcionam para o seu site ou blog.

Mas essas não são as únicas métricas de marketing. Na verdade, conhecer todas as métricas e escolher as que melhor se adequam ao seu negócio deve ser uma etapa no seu planejamento.

Por isso, vamos realizar um estudo aprofundado sobre algumas delas a seguir:

Retorno Sobre Investimento

Este é um fator que está diretamente ligado à lucratividade da sua estratégia. O ROI representa uma comparação entre o quanto você cresceu em vendas e o quanto você gastou.

Assim, a fórmula do ROI é:

ROI = retorno – custo do investimento / custo do investimento

Suponha que, somados todos os custos, seu investimento total em Marketing de Conteúdo foi de R$ 100 mil durante 1 ano.

Nesse período, essa estratégia foi responsável por 120 vendas com uma receita média de R$ 5.000,00, resultando um ROI de 5 ou 500%.

Logo, para cada real investido nessa suposta estratégia de Marketing de Conteúdo, 5 reais retornaram em forma de lucro – o que seria um ótimo resultado!

Custo de Aquisição de Clientes

O CAC nada mais é do a relação entre o número de clientes e o seu gasto com marketing digital. Essa métrica busca responder à pergunta: “quanto eu preciso investir para atrair um novo cliente?”.

Assim, ela é calculada pela divisão dos seus custos destinados à aquisição de clientes pelo número de novos clientes no período.

Supondo que uma empresa gastou R$100 mil em marketing em um ano e adquiriu 120 novos clientes nesse ano, seu CAC é de R$833,33.

Receita Mensal Recorrente (MRR)

Também conhecida como Monthly Recurrent Revenue, é uma forma de prever a receita gerada. Essa métrica é muito comum em negócios que envolvam assinaturas, pois elas pressupõem pagamentos periódicos.

Essa medida facilita a análise de performance, sobretudo quando seus produtos têm uma grande variedade de preços.

Para exemplificar, pense em um contrato sendo pago em parcelas. Se um cliente adquire um serviço por R$5.000 durante um ano, dividido em 12 parcelas, então o MRR gerado é de R$416,67. Some isso ao de todos os outros clientes e esse será o MRR da sua empresa.

Esse cálculo permite que você visualize o padrão em que sua empresa está crescendo em termos de receita.

Custo Por Aquisição

Diferentemente do custo de aquisição de clientes, essa é uma comparação que pode variar. Uma aquisição, na verdade, é definida pelo dono do negócio. Pode ser um novo contato, um novo lead ou lead qualificado.

Como mencionado, essa métrica é comum em campanhas de geração de leads. Trata-se da soma dos seus gastos e os contatos adquiridos dentro de um período de tempo.

Uma dica interessante é comparar o seu CPA com a receita gerada em cada aquisição. Assim, se o seu CPA é maior do que a RPA, é um indicador de que sua estratégia está falhando.

Custo Por Lead

O custo por lead, como o próprio nome explica, demonstra o quanto você gasta para gerar um novo lead. Ela pode ser uma métrica semelhante ao CPA, porém aplicável a somente um tipo de contato.

Geração de leads é uma prática recorrente em estratégias de marketing digital. Já dissemos o quanto a gestão de leads é importante, não é verdade?

Mais leads representam mais oportunidades, então, precisamos medi-los! O CPL é a métrica para observar como está a sua eficiência, seus gastos e a geração de leads projetada.

Taxa de Retenção e Churn

Ninguém quer se desfazer de um cliente, certo? Portanto, é importante olhar para quantos deles estão indo embora todo o mês, ano ou período qualquer.

A retenção pode ser calculada usando o número total de clientes no começo e no fim do período junto com o número de novos clientes.

Taxa de Retenção = ((Clientes no fim do período – novos clientes)/clientes no começo do período) * 100

A taxa de retenção é sempre igual a 1 – taxa de desistências (churns). Ou seja, esses números representam a mesma coisa sob diferentes perspectivas.

Vamos a um exemplo: se você começa um mês com 120 clientes e o encerra com 130. Nesse intervalo, você conquistou 20 novos clientes e teve 10 cancelamentos. O resultado serão 10 clientes extras.

Isso significa uma taxa de retenção de 91,67% dos seus clientes, ou uma taxa de desistência de 8.33%.

Tráfego Por Canal

Uma estratégia de marketing digital, hoje, utiliza vários canais de aquisição. Vários deles estão disponíveis e possuem um volume de público consolidado.

De buscas orgânicas a mídias sociais, campanhas pagas etc. Cada um desses canais terá participação na quantidade e na qualidade de visitas que seu domínio recebe e, consequentemente, no número de vendas que isso gera.

Portanto, é importante verificar o quanto cada um dos seus canais performa para entender como estão os seus resultados.

Novas Sessões

Sessões são calculadas, por padrão, pelo engajamento de um usuário durante até 30 minutos. Portanto, se você visita um site duas vezes em um intervalo de 30 minutos, isso será contado como uma sessão apenas.

Contudo, após os 30 minutos desde a primeira visita, será contada como uma nova sessão. Quando o seu conteúdo possui um alto poder de atração, frequentemente usuários novos e recorrentes irão visitá-lo.

#6

Ferramentas de Marketing Digital

Ferramentas de Marketing DigitalOutro aspecto que diferencia positivamente o Marketing Digital das opções tradicionais sãos as diversas ferramentas que podem ajudar na administração e mensuração dos seus resultados em todos os canais.

Ferramentas de marketing digital ajudarão a filtrar as informações mais importantes, a entender o desenvolvimento da estratégia, a gerar relatórios e fazer o acompanhamento dos números. Porém isso só será possível se você entender exatamente quais são os seus objetivos com cada estratégia de Marketing e tiver foco nos números que realmente importam.

Por isso vamos listar algumas ferramentas e seus diferentes usos para que você saiba exatamente o que e como escolher as melhores opções para o seu time.

Confira estas e outras ferramentas sobre marketing, gestão e vendas.

Ferramentas de SEO

O SEO envolve uma série de estratégias e, portanto, existem ferramentas com finalidades diferentes para conseguir executar um bom plano de otimizações para alcançar boas posições nos motores de busca.

Pesquisa de Palavras-chave

Essas ferramentas permitem que o usuário encontre oportunidades de termos fundamentais para sua estratégia, além de identificar a competitividade e o volume de buscas dessas palavras.

Algumas das principais ferramentas de palavras-chave são:

SEO técnico

As ferramentas de SEO técnico também possuem funções variadas como checar a autoridade de domínio (seu e do seu concorrente), averiguar e corrigir erros de SEO e encontrar conteúdos duplicados, entre outras funções.

Para SEO técnico, boas ferramentas são:

Backlinks

As ferramentas de Backlinks são importantes para checar os links que você recebe, a qualidade desses links e fazer uma análise de links que devem ser removidos ou redirecionados.

Boas ferramentas para conferir os backlinks do seu site:

Ferramentas de análise

As ferramentas de análise são fundamentais para a compreensão do sucesso da estratégia e dos resultados obtidos.

Análise de métricas

Além das ferramentas que já têm um Analytics próprio, o que é cada vez mais comum, algumas ferramentas de análise podem ser usadas de forma estratégica para entender diferentes pontos da estratégica e ter uma compreensão do todo.

Elas permitem um acompanhamento de fatores como tráfego, origem do tráfego, caminho dos usuários pelo site, entre outros.

Bons exemplos são:

Análise de concorrência

Para acompanhar os resultados que a sua estratégia de Marketing Digital traz para a sua empresa é fundamental analisar a sua concorrência e identificar pontos de melhoria e aprender com eles.

Essas ferramentas servem para fazer comparativos de palavras-chave, backlinks, tráfego, engajamento entre outras coisas.

Algumas das ferramentas mais populares são:

Ferramentas de Design

O design é fundamental em nosso dia a dia, e não seria diferente em uma estratégia de marketing digital. O conteúdo visual é cada vez mais uma tendência para a comunicação online.

Ferramentas de imagens

O visual de um site ou blog é fundamental para o sucesso e para gerar uma conexão com o leitor. É importante encontrar um identidade visual para a sua empresa e o design é fundamental nisso.

Muitas empresas têm dificuldade para um investimento inicial em design, por isso, boas ferramentas são os bancos de imagem gratuitos.

Além deles, temos algumas ferramentas essenciais para a edição, criação e tratamento de imagens como:

Ferramentas de vídeos

Além das imagens, os vídeos são um dos tipos de conteúdo mais consumidos na internet e um dos mais queridos pelo público.

Investir em uma estratégia de vídeo pode potencializar bastante a sua estratégia de marketing.

Ferramentas para edição dos vídeos, para adicionar efeitos, criar vinhetas, fazer montion graphic, entre outras coisas.

Dentre as mais populares estão:

Ferramentas de CRO

Entender as conversões do seu site e de sua estratégia online como um todo é essencial.

Boas ferramentas que possibilitam isso são:

Enquanto a primeira possibilita integrar as informações e acompanhar seus contatos pela jornada em seu domínio, a segunda oferece mapas de calor para identificar quais são os melhores pontos do seu site ou blog e os que podem ser melhorados.

Ferramentas de Automação

Ferramentas de automação são usadas para integrar sua estratégia, enviar emails, gerenciar suas leads e facilitar o contato entre marketing e vendas. Elas também permitem a criação de testes A/B, criação de fluxos de trabalho etc.

Boas ferramentas de automação são:

Ferramentas de Relacionamento Interno

As ferramentas de relacionamento interno são muito importantes para facilitar a comunicação entre diferentes setores da empresa. As duas ferramentas mais indicadas são o Slack e o Zendesk.

Enquanto o Slack é um canal de troca de mensagens, funcionando como um WhatsApp corporativo, o Zendesk permite que a abertura de tickets para solucionar problemas e centralizar a informação.

Ferramentas de redes sociais

As ferramentas de Redes Sociais são fundamentais para o sucesso de uma estratégia de Marketing Digital. Elas permitem o agendamento de posts, acompanhamento de métricas e a centralização da estratégia em diferentes redes.

Para profissionalizar sua estratégia nas redes sociais, uma boa ideia é usar ferramentas como:

Ferramentas de gestão de projetos

Esse tópico é especialmente importante para grandes times, mas é importante para todas as empresas. Integrar diferentes setores e coordenar as tarefas que são necessárias para atingir um objetivo torna-se mais fácil quando há um cronograma e um bom planejamento.

Nesse sentido, boas ferramentas são

Ferramentas de Email Marketing

Não poderíamos deixar de fora as ferramentas de Email Marketing, até porque, esse é um dos elementos mais fundamentais de toda estratégia digital de sucesso.

Pensando nisso, confira as ferramentas que mais gostamos e utilizamos aqui na Rock:

Além dessas, alguns sistemas de automação, como RD Station e Hubspot, também podem ser usados para o dispara automático de emails.

Recursos para aprender mais

Se depois de ter lido este post inteiro a sua vontade é de aprofundar ainda mais os seus conhecimentos sobre marketing digital, aproveite também para explorar outras fontes de aprendizado, como:

Tendências de Marketing Digital para 2019
Parte 10

Marketing Digital em 2019: saiba quais são as 8 maiores tendências

Adeus ano velho, feliz ano novo. 2019 vem aí e, com ele, uma quantidade de mudanças na forma como nos comunicamos com o público consumidor.

E, quem não conseguir se adequar às novas tendências de marketing digital, pode muito bem colocar a sua estratégia em risco.

Ao mesmo tempo que novas tecnologias surgem, o consumidor fica cada vez mais exigente, e nós precisamos ser mais e mais criativos para estabelecer uma linha de comunicação com ele.

Pensando nisso, elegemos as 8 principais tendências de marketing digital para 2019 e como colocá-las em prática para obter os melhores resultados nesse novo ano.

Interessado? Então continue lendo!

1. Gestão de marca com autenticidade e participação dos usuários

O consumidor estará no centro de todas as ações de marketing digital em 2019 e nos anos seguintes. Isso inclui, claro, a gestão de marca das empresas.

O branding é um nicho do marketing que visa construir uma impressão positiva da marca de uma empresa dentre a opinião pública.

No ano que vem, a palavra-chave que deverá nortear todas as ações de branding é “autenticidade”.

O público já é naturalmente desconfiado da publicidade e busca, cada vez mais, empresas autênticas para se relacionar.

Segundo pesquisa, para 86% dos consumidores a autenticidade é um dos fatores mais importantes para decidir se apoiarão ou não uma marca (essa porcentagem é ainda maior com os millennials).

Os benefícios de se tornar uma marca que é vista positivamente pelo público são muitos, um deles é o aumento das vendas.

De acordo com uma pesquisa da Marketing Tech News, 49% dos consumidores tendem a pagar mais para comprar de uma empresa que eles enxergam como positiva.

Ou seja, a diferença entre um faturamento recorde ou uma crise pode estar em quão autêntica é a sua marca na visão do público.

A dificuldade está em ser vista como uma marca autêntica. Como alcançar isso?

Simples: conteúdo criado por usuários.

As pesquisas indicam que os consumidores têm 3 vezes mais chances de considerar um conteúdo autêntico se ele for feito por uma pessoa do que por uma marca.

Por isso, as suas estratégias de branding no ano que vem precisam incluir o conteúdo criado por usuários.

Um exemplo recente de sucesso desse tipo de iniciativa é o restaurante This Is Not a Sushi Bar, especializado em comida japonesa.

Na sua unidade de Milão, os clientes podem “pagar” a refeição com os seus seguidores no Instagram.

Quanto maior a quantidade de seguidores, maior o desconto obtido com a ação.

Isso incentiva a quantidade de posts feitos por usuários nas redes sociais — o que ajuda a marca a ficar conhecida e vista como autêntica pelos outros consumidores.

Employer Branding

2. Otimização para buscas por vozes no seu site ou blog

Todos os dias, cerca de 3,5 bilhões de pesquisas são feitas no Google.

E 1/3 delas são realizadas por comando de voz, com principal destaque para os assistentes pessoais como Alexa e Bixby, com perspectiva desse número aumentar para 50% em 2020.

Isso significa que, se o seu site não está otimizado para as pesquisas por voz, você está perdendo um enorme fluxo de usuários.

As pesquisas de voz começaram a ficar realmente populares nos últimos anos, com o avanço da tecnologia de reconhecimento de palavras do Google.

Eles ganharam o coração do público porque são mais simples e fáceis de usar: basta apertar um botão, dizer o que se quer e surgem os resultados.

Uma das características das pesquisas por voz é que elas oferecem apenas alguns resultados para o usuário.

É muito mais difícil de colocar o seu site nessas buscas, mas a taxa de conversão é muito maior também.

Por isso, é necessário direcionar esforços para otimizar o seu site para alcançar essas pessoas e alimentar sua estratégia de marketing digital com esse fluxo de usuários.

3. Conteúdos e estratégias pensados para os micro-momentos

Os smartphones e a conexão permanente com a internet mudaram de vez o comportamento do consumidor.

Uma dessas mudanças vem na forma dos micro-momentos, termo cunhado pelo Google.

Micro-momentos são situações extremamente específicas dentro da jornada de compra do consumidor, nas quais ele busca por informações na internet.

Segundo o Google, existem 4 micro-momentos:

  • eu quero saber;
  • eu quero ir;
  • eu quero fazer;
  • eu quero comprar.

Também de acordo com a empresa, cada pessoa passa em média por 150 micro-momentos durante o dia. É muita coisa.

O esperado para o ano que vem é que os micro-momentos se intensifiquem, especialmente em decisões de compras relativamente simples (como “o que almoçar hoje” ou “o que comprar de presente de Natal para minha mãe”).

Com a perspectiva do mercado de smartphones e dispositivos móveis crescendo em 2019, mais gente deverá estar conectada nesse ciclo e os micro-momentos serão ainda mais importantes no ano que se avizinha.

Para aproveitar essa tendência, você precisa compreender quais micro-momentos podem ser saciados pela sua empresa e, então, elaborar estratégias de comunicação que alcancem as pessoas nessas situações.

4. Adaptação e otimização para as novidades das redes sociais

As principais redes sociais anunciaram novidades nos últimos meses que causarão impacto nas estratégias de marketing em 2019.

A tendência é que as empresas tenham que reformular as suas ações para se adaptar à nova realidade.

No Facebook, uma mudança de algoritmo trouxe mais posts de familiares e amigos para a timeline das pessoas, ignorando os conteúdos de páginas e marcas.

Isso diminuiu o alcance orgânico de muitas empresas.

A solução é reformular a sua estratégia de conteúdo com maior foco em engajar o público, o que aumenta seu alcance orgânico na rede social.

Já o Instagram lançou recentemente o IGTV, uma plataforma de vídeos interna.

A ideia é que os usuários (incluindo as empresas) postem vídeos com até 1 hora, em formato vertical, que ficarão armazenados para sempre.

Isso muda a estratégia de marketing no Instagram para as empresas, que agora ganham a possibilidade de fazer vídeos mais completos e duradouros para alcançar aquele público.

5. Marketing de conteúdo mais criativo, profundo e personalizado

A área do marketing de conteúdo também passa por mudanças e apresenta algumas tendências claras para o ano que se aproxima.

O conteúdo de qualidade segue estabelecido como uma das maneiras mais eficientes para gerar leads e fechar negócios com o marketing digital.

A diferença de 2019 para os anos anteriores é que o consumidor começa a pedir por um material que seja mais aprofundado.

Conteúdos altamente especializados e focados estarão em alta no ano que vem, já que se provaram altamente eficazes nos últimos meses.

A tendência para o próximo ano é que os conteúdos reconheçam as particularidades de cada consumidor e ofereçam uma experiência completa, multicanal e personalizada.

Por exemplo: Um e-mail personalizado será enviado para a lead com um conteúdo profundo e criativo sobre uma dor específica que ele tenha.

Esse esforço avançará o consumidor ao longo do funil de vendas com mais eficiência, aumentando a taxa de conversão da estratégia.

Para isso, as empresas precisarão mapear a jornada de compra dos seus clientes com mais detalhes.

Para entender as dores específicas dos consumidores, devem ser feitas entrevistas e análises de dados.

Com o mapeamento realizado, a estratégia precisa montar os pontos de ativação das dores dos clientes (com ebooks e outros padrões de comportamento) e então oferecer os conteúdos diferenciados personalizados para os clientes.

6. Uso de influenciadores locais na estratégia de marketing

O uso de influenciadores nas estratégias de marketing digital segue com força. Afinal, a estratégia é extremamente eficaz.

O marketing de influenciadores consiste em contratar personalidades que sejam reconhecidas pelos consumidores para que eles façam ações e comuniquem aos seguidores sobre as vantagens do produto da empresa.

A ideia é que eles influenciem as pessoas a adquirir aquele serviço ou produto.

Com mais e mais pessoas saltando para a posição de influenciadores digitais, o que vemos nas redes sociais atualmente é o surgimento de nichos altamente especializados.

O segmento de “fãs de cinema”, por exemplo, é dividido em microcosmos, com os “fãs de ficção científica”.

Dentro desse nicho, mais divisões: “fãs de Star Trek”, “fãs de Star Wars”, “fãs de Isaac Asimov” etc.

Cada uma dessas divisões tem os seus influenciadores principais, que necessariamente não são os mesmos da categoria principal.

Isso acontece tanto em áreas de consumo, como também em localizações geográficas.

Em muitas ocasiões, pequenas comunidades de bairro têm mais influência do que um grande influenciador digital.

Se a sua empresa for local (tanto em áreas de interesse, como geograficamente), a tendência para 2019 é focar em parcerias de longo prazo com influenciadores locais.

Para isso, o 1° passo é fazer um mapeamento dos pontos de influência na sua área de atuação, seja um nicho de interesse ou local e analise se realmente essa estratégia faz sentido para o seu negócio.

Isso significa pesquisar podcasts, canais no YouTube e pessoas com alto nível de engajamento e participação com o seu público.

Faça uma lista com os principais influenciadores do seu nicho e então gaste um tempo para conhecê-los, entender os seus posicionamentos e os seus níveis de engajamento dos seguidores.

Então, inicie contato e proponha uma parceria.

Infográfico sobre Influenciadores Digitais

7. Confirmação das lives em redes sociais e conteúdo em vídeo

O uso de conteúdo em vídeo no marketing digital não é mais uma simples “tendência”, mas uma realidade.

Os números não mentem: 72% das empresas que começaram a usar material em vídeo na sua estratégia digital registraram aumento nas suas taxas de conversão.

Uma evolução dessa ferramenta que podemos, sim, chamar de tendência no ano que vem são as lives em redes sociais ou em plataformas próprias.

Essas lives consistem em transmissões de vídeo ao vivo via ferramentas como o YouTube Live, Facebook Live, Instagram Live ou plataformas como o Twitch, LiveStreaming e outras.

Elas são populares atualmente porque oferecem ao consumidor um vislumbre dentro dos bastidores de uma empresa.

As lives são vistas como mais autênticas (lembra que mencionamos a importância disso no 1° ponto?).

A questão é: Como usar lives na sua estratégia de marketing digital em 2019?

Primeiramente, é preciso entender o efeito das lives na relação entre o público e a marca.

Feito isso, você observará que essas transmissões ao vivo tem um poder enorme de aproximar ambos e fortalecer a relação entre eles.

Portanto, as lives são ferramentas essenciais no trabalho de branding e de fidelização dos consumidores.

Conteúdos como os bastidores de trabalho, por exemplo, ajudam a dar um rosto para a marca e atestam a autenticidade da empresa.

Além disso, lives com perguntas e respostas, apresentação de produtos e anúncios também são bem vistos pelo público.

O interessante das lives é que elas são versáteis e conversam com outras tendências de 2019, como os influenciadores locais (eles podem participar da transmissão), o conteúdo personalizado e o trabalho para engajar o público nas redes sociais.

8. Afirmação do uso dos chatbots no atendimento ao consumidor

O desenvolvimento tecnológico afeta o futuro e as tendências de várias áreas e, com o marketing digital, não poderia ser diferente.

São várias as áreas que começam a despontar e prometem se afirmar em 2019. A principal delas são os chatbots.

Esses robôs servem para interagir com o público de uma maneira que humanos não conseguem.São muito mais rápidos e atendem os consumidores de maneira pessoal, alguns até com senso de humor e personalidades próprias.

Os chatbots estão virando tendência por causa de uma mudança na maneira como as pessoas se comunicam na internet.

Os aplicativos de mensagens online, como o Messenger, WeChat ou o WhatsApp, têm mais usuários do que o Instagram, Twitter ou o Snapchat.

O WhatsApp, inclusive, tem quase tantos usuários como o YouTube e o Facebook, trocando mais de 55 bilhões de mensagens todos os dias.

Com tantos usuários, é uma bobagem ficar de fora dessas plataformas e os chatbots ajudam nessa área, respondendo as mensagens dos consumidores e acumulando dados sobre eles.

Esses robôs podem ajudar os clientes a comprar produtos online, reservar ingressos de cinema e mesas em restaurantes, esclarecer as dúvidas mais comuns e muitas outras funções.

Para utilizar os chatbots na sua estratégia digital, o 1° passo é decidir se usará um programa exclusivo da sua empresa ou uma das muitas opções disponíveis no mercado.

A escolha depende do tamanho do orçamento disponível para essa ferramenta e o nível de complexidade esperado para as interações entre o público e o chatbot.

Nós temos um ebook excelente que pode ajudar a entender como aplicar um chatbot na sua estratégia de marketing.

Resumo das tendências de marketing digital para 2019

E aí, de maneira resumida, quais as grandes tendências de marketing digital para 2019? Confira:

  • Os consumidores buscam autenticidade das marcas no mercado.
  • A busca por vozes deve crescer ainda mais e chegar a 50% de todas as pesquisas no Google até 2020.
  • Os micro-momentos são cada vez mais importantes na jornada do consumidor.
  • As redes sociais estão em constante evolução e precisamos acompanhar as suas mudanças para manter a relevância.
  • As pessoas buscam por conteúdos que sejam mais específicos, profundos e personalizados para as suas dores particulares.
  • Os influenciadores locais, aqueles com capacidade de motivar consumidores de nicho, serão os melhores parceiros das empresas.
  • O conteúdo em vídeo, em especial as lives em redes sociais, serão essenciais para todas as empresas.
  • O avanço da Inteligência Artificial e dos chatbots ajudará as marcas a atender mais consumidores online.

Deu para ver que as tendências de marketing digital em 2019 exigirão muita atualização e preparo para que o barco da sua estratégia de marketing possa navegar tranquilamente no ano que vem, não é mesmo?

Por isso, comece a sua atualização hoje mesmo: conheça as 12 técnicas de SEO desatualizadas que você deve parar de usar nesse momento!

O que fazer com conteúdos antigos
Parte 11

Saiba como lidar de forma estratégica com os conteúdos antigos do seu blog

Existem diversos motivos para uma empresa criar e alimentar um blog: divulgar a marca, ter um canal de interação, a possibilidade de educar seus leads para uma aquisição consciente ou afirmar sua autoridade no mercado.

Seja qual for o objetivo da sua estratégia de conteúdo, que pode variar a cada ciclo, é fundamental que o que foi produzido seja atualizado e valioso para o público que o lê, certo?

Paralelamente, trabalhar para que seus conteúdos estejam sempre alinhados com as novas tendências e acontecimentos também pode garantir um bom rankeamento nos mecanismos de buscas.

Melhores posições, maiores chances de atrair novos interessados e assim por diante. Resumidamente, é fundamental manter seu blog atual.

Pensando nisso, reunimos aqui um material prático de como fazer a gestão dos posts publicados, e principalmente, quais as ações mais aconselháveis para lidar com conteúdos antigos.

Confira!

Quais tipos de conteúdo podem existir no meu blog?

Antes de saber o que fazer com os conteúdos antigos, primeiramente é preciso analisar a natureza dos seus materiais, e, para os blogs, existe uma classificação inicial que os separam em dois tipos.

Conteúdos noticiosos

São conteúdos que retratam novidades do mercado, como aquele que recentemente explicou sobre o vazamento de informações de 100 milhões de usuários do Quora.

Além de darem detalhes sobre os acontecimentos, também podem trazer opiniões ou críticas dos responsáveis pelo conteúdo e empresa.

Uma loja de produtos eletrônicos poderia ter publicado a notícia sobre a homologação da Anatel para os carregadores magnéticos da Apple Watch que aconteceu no segundo semestre de 2018.

conteúdos antigos exemplo

Além de demonstrar atenção aos acontecimentos do mercado e que a sua empresa é uma autoridade no assunto, esse tipo de post também poderia atrair interessados e potenciais compradores de forma orgânica pelo engajamento com a novidade.

Segundo a Content Trends 2018, isso é mais do que verdadeiro, pois 86,7% de seus respondentes relataram que a busca orgânica do Google é o principal canal que utilizam para encontrar conteúdos e notícias.

Assim, para que seja eficaz em seu propósito, você deve zelar pela veracidade dos fatos e ter uma estratégia para canalizar o volume mais intenso de visitas para outros conteúdos do seu blog.

Conteúdos evergreen

Traduzindo “evergreen” temos a expressão “sempre verde”, ou, fresco. Ou seja, é um conteúdo que ao longo do tempo permanece útil para o leitor.

Dicas de como lavar o cabelo de um bebê, por exemplo, não têm quase nenhuma diferença da época dos nossos avós e hoje. Bebês continuam sendo bebês e banho continua sendo banho, não é mesmo?

É bem provável que a maior parte dos conteúdos lidos na internet sejam desse tipo mais perene.

Na SEO Trends 2018, é no longo prazo que as empresas mais percebem resultados de suas estratégias de marketing de conteúdo e otimização para os mecanismos de buscas.

Dessa forma, listas, passo a passo, tutoriais, definições e outros tantos independem do momento atual e permanecem úteis se forem constantemente otimizados.

O conteúdo evergreen traz uma série de benefícios para a estratégia do blog, como:

  • reforça a autoridade da marca;
  • educa os leads sobre as características de um produto ou serviço que devem ser consideradas na compra;
  • podem ser utilizados como links em outros conteúdos;
  • atraem mais interessados;
  • são ótimos para serem compartilhados espontaneamente pelos leads.

O próprio post que explica o que são conteúdos evergreen é um exemplo clássico desse tipo de material.

Conteúdos antigos post evergreen

Aliás, ao iniciar sua leitura, é possível ver que co-funder da Rock Content Vitor Peçanha originalmente publicou esse material em 19 de novembro de 2013, mas o conteúdo foi atualizado pela última vez em maio de 2018.

Ou seja, o conteúdo é perene, necessário, assim como as dicas de como dar banho em bebês, mas ao longo dos anos, precisa ser atualizado para que continue relevante para a estratégia de conteúdo e sirva de fundamento para promover produtos e serviços.

Assim, um e-commerce especializado em produtos infantis pode usar esse tipo de conteúdo para promover uma almofada para o banho do bebê. A atividade continua sendo a mesma, mas o produto facilita, e muito, o processo.

Entendendo essa diferenciação, fica claro que o foco das atualizações de posts está nos conteúdos evergreen, que precisam continuar sendo úteis por um longo tempo.

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E quais seriam os problemas de não atualizar os conteúdos do blog?

A resposta mais lógica para essa pergunta é: um conteúdo desatualizado vai espantar seus leads e colocar em cheque a autoridade da empresa.

No mundo digital é preciso viver na velocidade dos acontecimento, caso contrário, algumas consequências ruins poderão ser observadas.

Seu cliente pode achar que sua empresa saiu do mercado

Seja pelos snippets nos resultados da busca, layout do blog ou o próprio conteúdo e suas referências, o cliente que percebe a falta de atualização pode questionar se a empresa ainda está, de fato, funcionando.

É uma pergunta válida, afinal de contas, o ambiente online é um dos principais canais para gerar negócios, e se a empresa não está atuando nele, é porque talvez aquilo não seja sua prioridade ou interesse atual.

O conteúdo desatualizado pode influenciar negativamente a jornada do cliente

Um conteúdo como mencionado acima sobre como dar banhos em bebês é funcional e seus pontos principais não se alteram. Porém, diversas soluções podem ser inseridas nesse processo para torná-lo melhor.

Mas, se um conteúdo não é atualizado, seus leads provavelmente não darão valor aos diferenciais dos produtos ou novas soluções que foram desenvolvidas ao longo do tempo, o que pode atrapalhar totalmente a sua tomada de decisão e jornada de compra.

a jornada do cliente

Seu blog perderá o fator freshness — conteúdo fresco

Muito se fala sobre o Freshness Factor no algoritmo do Google, que seria a priorização de um conteúdo mais recente e de qualidade frente aos demais.

Apesar disso, em agosto de 2018 John Muller da Google cravou no Twitter que o frescor de um conteúdo não era considerado no mecanismo de busca.

conteúdos antigos tweet John Muller

Então, qual o problema de perder esse fator no seu blog? Porque o algoritmo do Google privilegia os conteúdos mais populares e importantes, e na lógica, eles precisam ser atualizados e extremamente completos.

Além disso, é preciso lembrar que o fator de frescor é determinante em conteúdos noticiosos!

Sua base de clientes se sentirá desprestigiada

Se não atualizar o conteúdo e mostrar novidades aos clientes, o blog não demonstrará sua preocupação com a entrega de informações relevantes para seu público, o que, por consequência, enfraquecerá qualquer tipo de relacionamento.

A experiência de encontrar em um único blog todas as informações necessárias e atualizadas é muito relevante para o lead. Ele estabelece uma relação de confiança com o site e deixa de visitar outros endereços por se sentir suprido.

Ler um conteúdo atualizado, com uma linguagem agradável, com a qual ele já se habituou e que sabe que sempre estará alinhado com as novidades e tendências é engajador, e isso não pode ser deixado de lado.

Sua empresa pode estar perdendo tráfego e oportunidades

Quando um conteúdo é republicado com atualizações, o tráfego gerado aumenta, principalmente se parte dessas modificações visarem a adequação às novas diretrizes do algoritmo do Google.

É preciso considerar que eles estão em constante atualização, priorizando algumas características no conteúdo e penalizando outras.

Entre todas as atualizações dos algoritmos do Google, porém, é importante citar o Panda, que foi lançado em 2011 mas continua em constante atualização.

Seu objetivo era melhorar a experiência de leitura dos usuários do buscador.

Seus principais objetivos, são:

  • punir conteúdos duplicados de outros sites;
  • desfavorecer conteúdos que tenham backlinks de baixa qualidade apontando para seu endereço;
  • não dar prioridade aos blogs com baixo índice de visitantes recorrentes;
  • desfavorecer o excesso de palavras-chave (keyword stuffing).

Então, se o algoritmo Panda pune a reutilização de conteúdos, como realizar a atualização dos posts sem ser penalizado por isso?

Como lidar de forma estratégica com seus conteúdos antigos?

“Na natureza, nada se cria, nada se perde, tudo se transforma” Lavoisier

Essa frase, que esteve presente nas aulas de química de todo mundo, é atribuída a Lavoisier em sua teoria da conservação das massas.

Nela, dizia que a massa dos produtos que eram submetidos a uma reação química permanecia a mesma. Um papel queimado de 1 gr, produzia 1 gr de cinzas, e assim por diante.

Tempos depois, Einstein mostrou que uma parte dela deixa sim, de ser massa, mas torna-se energia na mesma proporção, o que é determinante para diversas tecnologias até hoje.

E o que tudo isso tem a ver com o conteúdo antigo do seu blog?

É que uma parte dele deve se tornar energia, ou melhor, ter sua URL redirecionada, e os demais, transformados com a atualização estratégica de suas informações.

Muita química e ciências para tratar do mundo virtual? Então voltemos para os algoritmos e estratégias de Marketing Digital e vejamos, detalhadamente, como devem ser realizadas de cada uma dessas situações.

guia marketing digital

Antes, como escolher os conteúdos a serem atualizados?

Organização é tudo, e um calendário editorial é a solução ideal para criar um cronograma e controle das postagens.

Com ele é possível ter um panorama de todas as postagens realizadas, quais foram as estratégias, se eram conteúdos evergreen ou noticiosos, suas URLs e muito mais.

Entre seus benefícios, estão:

  • controle da frequência de postagens, considerando que isso é primordial para a manutenção do tráfego no blog;
  • gestão do time de marketing, já que centraliza todas as ações necessárias em um só registro e permite a delegação de tarefas;
  • garantia da diversificação de formatos de conteúdos e palavras-chave;
  • permite a identificação de conteúdos que devem ou não serem atualizados.

Dessa forma, a estruturação de um planejamento de conteúdos é o primeiro passo para facilitar a decisão do que deverá ser apagado ou não.

Além disso, fique atento em relação ao desempenho do blog post utilizando ferramentas como o Google Analytics e o SEMrush.

Quando é melhor excluir o conteúdo antigo e como fazê-lo?

Existem diversos motivos pelos quais um conteúdo antigo deve ser excluído, como o fato de ter ficado desalinhado com o segmento do negócio ou ter atraído muitos comentários negativos, por exemplo.

De forma geral, com base no calendário editorial e pelas considerações do gestor do blog, no caso de alguns posts antigos, faz total sentido fazer esse processo de “limpeza” dos conteúdos.

Situações em que os conteúdos devem ser excluídos

  • conteúdos sobre produtos ou serviços que não são mais oferecidos;
  • parcerias ou promoções que deixaram de existir;
  • materiais que foram produzidos com estratégias de SEO muito ultrapassadas; etc.

São, portanto, conteúdos que não agregam mais valor à estratégia atual e não podem ser aproveitados com uma eventual atualização.

É o caso de postagens de lojas elétricas que ressaltavam os benefícios, dicas e melhores usos para as tomadas do modelo antigo, por exemplo.

Desde a Portaria 185 do INMETRO de julho de 2000, o comércio de plugues do modelo antigo são proibidos.

Então, qual a razão de manter conteúdos sobre o modelo que não pode ser comercializado? Por outro lado, deixar de lado o tráfego de quem eventualmente ainda estivesse procurando por ela não seria inteligente, certo?

Nesses casos, utilizar procedimentos para exclusão de um conteúdo de forma estratégica é o mais adequado. Entenda como!

Procedimentos para a exclusão do conteúdo

Para ficar claro, não basta apenas deletar o conteúdo no WordPress ou ferramenta similar. É preciso ter alguns cuidados para direcionar os leitores que eventualmente procurem por tal conteúdo e também informar ao Google qual a sua intenção estratégica.

Se o conteúdo pode ser associado com outro tema, produto ou categoria do blog, faça o direcionamento da URL.

Assim, se o conteúdo sobre os benefícios do padrão de tomadas antigo não tem valor para a estratégia, seu direcionamento para outra postagem que aborde as principais diferenças ou como fazer a troca pode ter bons resultados.

Mas, se não existe a menor possibilidade ou utilidade mantê-lo, informar ao Google que o conteúdo foi intencionalmente deletado é fundamental.

E como proceder nos casos que a atualização dos conteúdos antigos é mais vantajosa?

As decisões de exclusão ou direcionamento de conteúdos, são mais simples, mas a atualização também pode ser feita de forma bem rápida.

Para começar, saiba quais são os benefícios que a estratégia traz para o blog:

Otimizar as taxas de conversão

Ao atualizar um conteúdo é possível melhorar suas estratégias de SEO, inserir novos links internos e externos fortes, trocar o Call to action (CTA) para ficar mais alinhado com as novas diretrizes do negócio e os demais fatores que otimizam o conteúdo.

Aumento do tráfego do blog

Fazer a atualização da postagem também garantirá a qualidade do material e manterá sua relevância para a nutrição dos leads.

Será o fator freshness atuando na experiência de leitura dos leads, e por consequência, aumentando o tráfego orgânico para o blog e seu rankeamento no buscador.

CTA de download para o kit: Domine o Google

Geração de autoridade

Um conteúdo alinhado com os acontecimentos e tendências demonstra aos seus leads que a empresa está no grupo de elite de seu setor, e mais, que é uma referência confiável no assunto.

Melhoria do conteúdo

Ao atualizar uma postagem, o gestor do blog está aumentando seu conteúdo e trazendo materiais que possam complementar a nutrição do lead.

Isso significa que ele passará mais tempo na leitura do conteúdo, recebendo assim, mais incentivos para uma possível conversão, e ao mesmo tempo, melhorando os desempenhos de relevância do blog para o Google.

Organização do calendário editorial

Com o uso do calendário editorial, é possível identificar quais são os conteúdos evergreen que precisam ser recorrentemente atualizados, e então, organizar a produção dos demais posts considerando tais eventos.

Assim, novas postagens podem ser planejadas para dar apoio e servirem de links internos dos novos trechos de atualização, por exemplo.

Ou seja, é estratégia pura. Além de decidir entre deletar ou atualizar, é imprescindível avaliar o contexto atual e o planejamento futuro para saber qual direção os conteúdos devem receber.

3 passos para a atualização de conteúdos antigos

Partindo, assim, para a parte prática da atualização, voltamos ao calendário editorial e a listagem dos demais posts do blog para dar continuidade à estratégia de atualização.

Selecione os posts a serem atualizados

Postagens noticiosas não são impossíveis de serem atualizadas, mas o mais recomendável é concentrar essa estratégia naqueles conteúdos que dão apoio ao funil de conversão e estejam alinhados com as campanhas de vendas.

Assim, se a campanha de natal se aproxima, conteúdos sobre listas de presentes de final de ano, dicas de compra nos shoppings e outras informações que estejam relacionadas com esse tema podem ser o objeto da escolha para atualização.

Avaliar também o esforço que será preciso para tornar o conteúdo atual também pode ajudar a definir entre um post e outro, sem contar, é claro, o quanto as informações do post estão, de fato, desatualizadas.

Analise o conteúdo em relação ao SEO

Ao lançar um conteúdo evergreen pela primeira vez, é necessário observar seu desempenho até as primeiras posições do Google.

A partir desse momento, suas modificações, periodicidade em que devem acontecer e como o tráfego se comporta definirão as ações de atualização do conteúdo.

Faça considerações em relação a qualidade do conteúdo

Conteúdos muito antigos podem estar defasados em relação aos seus concorrentes. Por isso, ao escolher um conteúdo para atualização, é preciso focar em otimizar algumas de suas características mais determinantes para seu sucesso:

  • Escaneabilidade;
  • Clareza das informações;
  • otimização de acordo com as diretrizes das atualizações do Google;
  • Intenção do leitor na página; etc.

Essa última característica pode ser acompanhada pelos mapas de calor do site, que acompanham o comportamento e os locais de uma página que recebem mais atenção e interação dos leitores.

Se um post trouxe ótimos resultados ao ser lançado originalmente, a probabilidade de repetir o mesmo desempenho é maior, não é mesmo?

Como agir caso a atualização não der resultado?

Respondendo a pergunta do final do tópico anterior: nem sempre.

Sua palavra-chave pode ser forte, a linguagem pode estar alinhada com o público e todos os demais elementos podem favorecer sua conversão, mas, por questões preferenciais, os leads podem, simplesmente, preferirem conteúdos mais curtos e objetivos.

Ou seja, caso uma atualização não produza os resultados esperados, é preciso observar o comportamento dos leads e promover ajustes até que os resultados esperados sejam alcançados.

Para isso, além do mapa de calor, testes A/B e outras ferramentas de controle das estratégias de marketing digital são determinantes.

Além disso, também é possível fazer uma solicitação de reindexação do conteúdo por meio do Google Search Console, garantindo, assim, que suas pesquisas e referências sejam novamente associadas com as palavras-chave e suas variantes no buscador.

A atualização de conteúdos antigos do blog precisa ter o foco principal na experiência de leitura dos leads, afinal de contas, além das empresas que estão, cada vez mais, adotando um posicionamento centrado no cliente, os buscadores como o Google estão em busca do mesmo.

Além disso, o esforço da modernização também pode tornar seu conteúdo diferenciado, com gráficos, imagens e outros fatores que melhoram a experiência do lead que podem ser fundamentais para sua nutrição e futura tomada de decisão.

Quer conhecer mais detalhes sobre como dominar o Google e rankear bem em 2019? Então não deixe de conferir o nosso conteúdo completo sobre SEO!.

o que é seo

25 TEDs para profissionais de Marketing
Parte 12

Conheça os 25 melhores TED Talks para profissionais de Marketing Digital

Aprender coisas novas pode ser muito divertido. E, claro, extremamente importante para nosso desenvolvimento pessoal e profissional.

Uma das maneiras de aprender coisas novas é fazer testes e analisar os resultados. Outra, muito mais rápida, é prestar atenção em quem já é especialista em algo. Como assistir palestras, por exemplo.

Por isso, fizemos uma curadoria de 25 das melhores palestras e TED Talks disponíveis na Internet para quem trabalha com Marketing Digital ou quer aprimorar seus conhecimentos na área.

Antes de pular para o conteúdo e ver todas as palestras, os vídeos estão divididos em 3 categorias:

  • vídeos curtos (até 10 minutos);
  • vídeos médios (de 10 a 18 minutos);
  • vídeos longos (maiores de 18 minutos).

Outro aviso importante: a maioria dessas palestras têm legendas em português, mas algumas delas só em inglês, geradas automaticamente pelo YouTube.

Agora que você já sabe disso, é hora de começar a aprender!

Vídeos curtos (até 10 minutos)

1. Shimpei Takahashi: Jogue este jogo para ter ideias originais

Shimpei Takahashi cresceu sonhando com a chance de trabalhar projetando brinquedos. Mas quando iniciou sua carreira, enfrentou a dificuldade que tantos criativos já enfrentaram: o bloqueio para criar algo novo e que seja um sucesso.

Sua solução para esse problema foi Shiritori, um jogo muito criativo capaz de desbloquear sua mente e deixar o fluxo da criatividade aparecer.

2. Dan Cobley – O que a Física me ensinou sobre Marketing

Dan Cobley sempre adorou Física e estudou muito o assunto na sua juventude. Porém, os caminhos da vida o levaram até a Google, onde ele trabalhou como Diretor de Marketing.

Nessa palestra, ele compartilha com as pessoas como a 1ª Lei de Newton pode ajudar a pensar em branding, como o Princípio da Incerteza de Heisenberg auxilia na compreensão dos consumidores e muito mais.

3. Kevin Allocca – Por que vídeos se tornam virais

Kevin Allocca tem o que é o emprego dos sonhos para muitos: ele vê vídeos no YouTube 8 horas por dia. Nessa palestra, ele compartilha os 4 principais padrões que ele percebeu em todos os vídeos virais dos últimos anos.

Para quem quer trabalhar com marketing de conteúdo para vídeos, os ensinamentos de Allocca são essenciais.

Manual do uso de Vídeos no MKT Conteúdo

4. Reny Gleeson – 404: A história da página não encontrada

O erro 404 dos sites (aquele que aparece quando tentamos acessar um endereço que não existe na página) é, na verdade, uma excelente ferramenta para lidar com o seu visitante.

Normalmente, esse tipo de situação é a porta de saída do seu site. Mas não precisa ser.

Nessa palestra bem-humorada, Reny Gleeson ajuda a explicar como uma página de erro 404 personalizada pode ser uma ferramenta poderosa para a sua estratégia digital.

5. Derek Sivers – Como começar um movimento

Nesse vídeo, Derek Siver não precisa de muito tempo para mostrar como você necessita de apenas 2 pessoas para começar um movimento. É, sem dúvidas, um dos conteúdos mais impactantes para quem trabalha com branding.

Vídeos médios (de 10 a 18 minutos)

6. Margaret Heffernan: Porque está na hora de parar de cantar de galo no trabalho

Qual o segredo para a produtividade coletiva? Essa é a pergunta que a líder empresarial Margaret Heffernan busca responder nessa palestra. E spoilers: envolve a participação de supergalinhas.

Usando experimentos científicos e exemplos de times que alcançaram a solução para alguns problemas dificílimos, Heffernan propõe um novo método de organização corporativa para alcançar o melhor de todos os colaboradores do seu time.

7. Seth Godin – Como as ideias se espalham

Em 2003 (portanto há mais de uma década), Seth Godin foi certeiro na sua interpretação sobre como a Internet mudou a maneira de trabalhar com Marketing.

Tantos anos depois, nós ainda temos muito a aprender com a sua apresentação sobre como as ideias se espalham e o que é necessário fazer para o seu produto (qualquer que seja) ser comentado pelo público.

8. Simon Sinek – Como grandes líderes inspiram ações

Segundo Simon Sinek, a maior parte das empresas comete um grande erro de comunicação: falam apenas o que fazem e como fazem, se esquecendo do principal: porque fazem o que fazem.

De acordo com ele, empresas que conseguem comunicar os seus “porquês” alcançam maior sucesso em suas ações de Marketing.

Nessa palestra, ele apresenta seu modelo do Círculo Dourado e como utilizá-lo na prática.

9. Seth Godin – As tribos que lideramos

Existem muitas razões para conhecer Seth Godin. E aqui ele mostra mais uma delas.

Para quem trabalha com Marketing Digital, as visões de Seth sobre o assunto são preciosíssimas e ajudam a compreender a melhor maneira de nos comunicarmos com as diferentes tribos online.

10. Tim Urban – Dentro da mente de um procrastinador mestre

Tim Urban é um blogueiro e escritor. Como muitos dos profissionais criativos de Marketing, ele sofre com os prazos para cumprir suas tarefas.

Nessa palestra, ele usa de muito bom humor (e excelentes recursos gráficos) para explicar como funciona a mente de um procrastinador e como tentar mudar esse sistema para ser mais produtivo em todas as áreas da sua vida.

11. Rory Sutherland – Lições de vida de um publicitário

O Marketing Digital é novo, recente. Quem trabalha na área hoje está explorando uma região ainda não mapeada.

Mas isso não significa que não existam lições a se aprender com o Marketing Tradicional, como essa palestra de Rory Sutherland deixa claro.

O publicitário, com anos de experiência nas costas, fala muito sobre o poder da percepção das pessoas e o valor intangível dos produtos que comercializamos.

12. Amanda Palmer – A arte de pedir

O Marketing de Conteúdo é sobre atrair e não interromper o consumidor. Mas, eventualmente, precisamos interagir diretamente com o público e pedir que ele faça alguma coisa.

É nessa hora que muitos profissionais travam, sem conseguir elaborar bons CTAs que encaminhem o público pelo funil de vendas das suas estratégias.

Amanda Palmer é uma especialista nisso. Com sua formação em artes e experiência como estátua-viva nas ruas, ela se aperfeiçoou na arte de pedir e criou uma carreira disso. Nessa palestra, ela divide um pouco desse conhecimento com o público.

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13. Kevin Slavin – Como os algoritmos moldam nosso mundo

A vida de um profissional de Marketing Digital gira ao redor dos algoritmos. Precisamos entendê-los se quisermos ter bons desempenhos em redes sociais como o Facebook e Instagram ou no Google.

Aliás, um campo inteiro de conhecimento dentro do Marketing Digital é dedicado exclusivamente a compreender os mecanismos de busca para otimizar nosso conteúdo a nosso favor.

Por isso a palestra de Kevin Slavin sobre a utilização moderna de algoritmos é essencial para nosso futuro profissional.

14. Joseph Pine – O que os consumidores querem

Essa palestra já tem quase uma década, mas ainda é tão relevante quanto na época do seu lançamento.

Nela, o autor Joseph Pine (do livro Customização em Massa), não entrega uma lista com o que os consumidores querem ou não querem.

Porém, ele dá todas as informações para que você possa moldar suas campanhas para acertar exatamente no desejo do seu público.

15. Robert Legato – A arte de criar o impressionante

Robert Legato é um dos grandes artistas de efeitos visuais em Hollywood, vencedor do Oscar por Titanic, As Aventuras de Hugo Cabret e Mogli: O Menino Lobo.

Nessa palestra, ele conta algumas das suas técnicas para criar imagens impressionantes. Porém, o mais interessante do ponto de vista de Marketing são os conceitos de Legato sobre como nossa percepção da realidade é ajustada para buscar uma experiência, algo impressionante.

16. Lera Boroditsky – Como a linguagem molda a maneira como pensamos

Em campanhas de Marketing, nosso objetivo é comunicar ao público uma certa ideia ou valor referente à marca que representamos.

Para conseguir isso da maneira mais satisfatória possível, precisamos dominar a linguagem utilizada ou corremos o risco de não transmitir exatamente o que queremos.

Essa palestra de Lera Boroditsky, uma cientista cognitiva, oferece uma perspectiva interessante sobre como a linguagem molda o nosso pensamento.

17. Celeste Headlee – 10 maneiras de ter conversas melhores

Se a sua profissão depende da sua capacidade de conversar com as pessoas, é importante dominar o básico do diálogo e como conduzi-lo da melhor forma.

Seja no atendimento, trabalhando em redes sociais ou em reuniões, saber como conversar de maneira produtiva é uma habilidade importante para um profissional de Marketing.

Nessa palestra, a radialista Celeste Headlee ensina as 10 regras que ela aprendeu em sua profissão sobre como ter conversas melhores.

Vídeos longos (mais de 18 minutos)

18. Elizabeth Gilbert – Alimentando a criatividade

Em 2009, a autora de Comer, Rezar e Amar passou por um conflito interno bem grande: o que fazer depois de lançar o maior sucesso da sua carreira? Como não sucumbir à pressão de tentar controlar sua inspiração e criatividade e lidar com o possível fato de que você, talvez, nunca seja tão criativo como um dia foi?

Esse dilema virou uma das palestras mais emocionantes e importantes para todos aqueles que trabalham em áreas criativas.

19. Steve Johnson – De onde vêm as boas ideias

Você já parou para se perguntar como surgem as boas ideais na sua cabeça? Se nós soubéssemos de onde elas vêm, seria muito mais fácil surgir com algumas soluções durante aquelas reuniões mais complicadas no trabalho.

Steve Johnson resolveu dedicar seu tempo e trabalho para perseguir as boas ideias e identificou alguns padrões que ajudam a criar o tipo de ambiente que é propício para o surgimento de inovações. Ele chama isso de Rede Líquida.

Nessa palestra, ele explica o conceito e fala sobre como aplicá-lo no dia a dia.

20. Andrew Stanton – As Pistas para uma Grande História

Andrew Stanton é o roteirista de filmes como Toy Story, Procurando Nemo, Wall-E e Monstros S.A. Ele é, também, uma das principais razões para os sucessos dos filmes da Pixar.

Nessa palestra, ele compartilha a sua visão sobre o funcionamento das histórias e como cativar seu público.

Para quem trabalha com Marketing Digital, conseguir dominar a arte do storytelling é essencial para se comunicar de forma eficaz com sua audiência.

Nesse vídeo, Stanton partilha dois segredos do storytelling. O primeiro é atiçar a curiosidade do público. O segundo é… bem, você terá de ver para saber.

21. Morgan Spurlock – A melhor TED Talk já vendida

Morgan Spurlock é um documentarista conhecido pela sua abordagem inventiva nos assuntos que trata em seus filmes.

Em 2011, ele lançou uma das suas obras mais famosas: The Greatest Movie Ever Sold, um documentário sobre a relação entre a publicidade e a produção cinematográfica nos EUA.

Nessa palestra, ele fala sobre os bastidores da produção desse projeto.

O teor do conteúdo é crítico em relação à certas práticas do mercado publicitário, mas é justamente por isso que precisamos consumi-lo.

22. Dan Pink – O quebra-cabeça da motivação

Se pudéssemos definir o Marketing Digital de uma maneira muito simplista, poderíamos dizer que se trata de um conjunto de técnicas praticadas online com o objetivo de motivar o consumidor a realizar uma ação.

Nessa palestra, Dan Pink ( analista e escritor) faz reflexões sobre a psicologia por trás dos mecanismos da motivação humana.

O conteúdo mostra como o modelo de oferecer incentivos para motivar as pessoas têm sido refutado cientificamente várias vezes, mas, mesmo assim, continua sendo usado no nosso setor.

Qual a alternativa para isso? Como motivar o seu público? É isso que essa palestra ensina.

23. J.J. Abrams – A caixa misteriosa de J.J. Abrams

Um dos criadores de Lost, J.J. Abrams é um cineasta com uma marca registrada: seu amor por mistérios. E por como vendê-los ao público.

Nessa palestra, ele fala sobre sua paixão por caixas misteriosas e como elas são a base para o engajamento do público, seja um filme, uma apresentação de Steve Jobs ou, claro, uma campanha de marketing.

24. David Allen – A arte da produtividade sem stress

Marketing é uma área que exige grande produtividade dos seus profissionais, o que gera uma carga enorme de stress para todos.

Nessa palestra, o coach David Allen (especialista em produtividade) fala sobre como é possível aprender a transformar o stress em capacidade produtiva e ganhar vantagem no seu ambiente de trabalho.

25. Chip Kidd – A arte das primeiras impressões

Nós temos o hábito de julgar o livro pela capa, mesmo sabendo que isso pode ser prejudicial.

No Marketing, é importante usar desse hábito do ser humano a nosso favor para passar nova mensagem da melhor maneira ao consumidor.

Nessa palestra, o designer gráfico Chip Kidd conta as duas principais técnicas que designers usam para comunicar as coisas de forma visual (e como podemos aplicar isso no dia a dia).

E, aí? Gostou de aprender ainda mais sobre o universo do marketing com esses incríveis TEDs?

Então aproveite também para conhecer também o nosso guia completo sobre Marketing Digital!

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Melhores estratégias no Instagram
Parte 13

Descubra quais foram as melhores estratégias no Instagram em 2018 e como se preparar para o próximo ano

O Instagram é inegavelmente a rede social do presente, e será por muitos anos a do futuro também. Nesse ano, a plataforma ultrapassou um bilhão de usuários e, com o lançamento de novas funcionalidades como o IGTV, promete dominar 2019.

Mesmo com a grandiosidade do Instagram e cada vez mais pesquisas sobre as melhores práticas para se adotar nessa rede, ainda é possível ficar perdido. Por isso, vamos te apresentar os dados compilados pela Quintly, sobre o que realmente funcionou em 2018.

Pronto para saber como marcas obtiveram sucesso nesse ano que está acabando e como você pode preparar sua estratégia no Instagram em 2019? Então continue com a gente!

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Como a pesquisa foi realizada

Para entender o que deu certo para as empresas no Instagram em 2018, a pesquisa feita pela Quintly analisou perfis do aplicativo entre o primeiro dia de Janeiro e o final de Setembro. Foram mais de 44 mil perfis analisados e quase 9 milhões de postagens.

Para entender melhor como cada tamanho de perfil se comportou e seus resultados, eles foram agrupados de acordo com seu número de seguidores, como mostra o gráfico:
estratégias no instagram contas
Com base nessa divisão foi possível traçar o que funcionou em cada perfil, e como seus tamanhos e níveis de estratégias afetam no crescimento e escolha de suas abordagens.

As estratégias de 2018 no Instagram

A pesquisa possibilitou entender o panorama do Instagram em 2018, mas quais foram esses resultados?

Procuramos entender cada um deles e analisar o porquê dessas estratégias serem as mais utilizadas e como elas fizeram sucesso.

Tipos de postagem

O Instagram é uma das redes sociais mais dinâmicas da atualidade, e é bem possível ficar perdido na hora de escolher um formato para investir. Por isso, vamos te contar como os perfis se comportaram nesse sentido. Confira!

Mais de 72% das postagens são imagens

Muito se fala atualmente sobre o poder de conteúdos em vídeo, mas parece que no Instagram essa transição está acontecendo de forma mais gradual.

O que é bem compreensível devido às peculiaridades desse formato, que exige maior produção, e, consequentemente, mais recursos humanos e financeiros.
estratégias no instagram formatos
É interessante observar também a presença de postagens do tipo carrossel, que nada mais são do que os álbuns de fotos, em que podemos postar até 10 imagens em apenas uma publicação. Apesar de ter sido lançada há apenas 2 anos, já domina mais de 10% do Instagram.

Vídeos geram 21% mais interações

tipos de estratégias no instagram
Apesar de muito mais utilizadas, uma imagem pode gerar 21% menos interações do que vídeos.

Por isso, cada vez mais o Instagram tem se transformado de uma rede social visual para uma rede audiovisual.

É preciso, no entanto, pensar se esse é o passo certo para sua estratégia, devido à maior complexidade em se produzir vídeos do que fazer imagens, como já mencionamos.

É mais interessante para sua marca se posicionar como autoridade e criar conteúdos imagéticos relevantes para sua persona, do que vídeos de baixa qualidade por falta de investimentos.

É preciso ter em mente que, no momento em que vivemos, saber qual empresa utiliza a mais nova funcionalidade ou recurso primeiro não é o mais importante, mas sim quem consegue causar um impacto duradouro com suas publicações, e isso leva tempo e, principalmente, paciência.

Guia do IGTV para Empresas

Tamanho de legendas

Vez ou outra vemos publicações incríveis, com imagens relevantes ou vídeos impactantes, mas que claramente não tiveram o mesmo investimento em sua parte textual.

Subestimar essa parte importante de sua postagem pode prejudicar seus resultados. Vamos ver então como as legendas foram criadas e utilizadas em 2018.

31% dos perfis utilizam mais de 300 caracteres

Se depender da maioria dos perfis, teremos muitos textos no Instagram! Mais de 31% das legendas analisadas possuíam mais de 300 caracteres, enquanto postagens sem legenda são quase nulas na rede social.
legendas na estratégia para o Instagram
Isso mostra uma tendência que muda um pouco o panorama da utilização das legendas como vimos antes.

Por muito tempo essa parte da postagem era negligenciada, e agora vemos que existe o investimento de tempo para fazer essas grandes legendas. Mas essa é a estratégia correta?

Postagens com menos caracteres geram mais engajamento

Isso mesmo, os nove milhões de posts não mentem, postagens com até 50 caracteres geram mais engajamento do que os grandes textos, como mostrado pelo gráfico:
estratégias no instagram: legendas
Você pode estar se perguntando porque investir tempo nas legendas se as menores trazem mais resultados?

O fato é que essas chamadas provavelmente deram ainda mais trabalho, pois passaram por um processo de síntese, que te ajuda a deixar somente o essencial para aquela publicação.

Uma das grandes maneiras de se fazer chamadas curtas, eficientes e que incitam a interação é fazer perguntas. Elas foram muito utilizadas para criar essas legendas com menos de 50 caracteres em 2018, e não vão perder o fôlego no ano que vem.

Hashtags

Hashtags sempre geraram muitas discussões, utilizá-las ou não? Se sim, qual o número ideal? Colocá-las na legenda ou no primeiro comentário?

A verdade é que não existe receita de bolo, nunca existiu isso no Marketing Digital. Mas o que está sendo feito pela maior parte dos perfis hoje em dia?

Devem ser utilizadas de 1-3 hashtags

A pesquisa mostrou que a maioria das publicações possuem de 1 a 3 hashtags.
hashtags como estratégia no instagram
Isso mostra como cada vez mais as pessoas estão pensando bem antes de colocar qualquer hashtag em sua legenda. O que estávamos acostumados a ver antes, de publicações terem várias hashtags, está cada vez menos frequente, e isso é ótimo.

Escolher bem suas hashtags é importante não só para que as pessoas certas encontrem suas publicações. É também uma forma de sinalizar as palavras que você quer associadas a sua marca e aquele conteúdo.

Postagens sem hashtags geram mais engajamento

estratégia no instagram hashtag 2
Com tanta conversa sobre elas, era de se esperar que elas trouxessem mais resultados.

Mas com exceção dos grandes perfis, quanto menos hashtags sua postagem tem, maior será seu número de interações. Isso pode acontecer simplesmente por seu mau uso, o que podemos te ajudar a reverter com esse conteúdo.

Mas logo de antemão já podemos dizer que é melhor não utilizar nenhuma hashtag do que utilizar algumas com o único objetivo de conquistar boas métricas de vaidade.

Ninguém quer ver inúmeras hashtags que de nada acrescentam ao conteúdo e muito menos ajudam-no a ser encontrado na rede.

Como melhorar seus resultados orgânicos no Instagram ebook

Emojis

E os emojis? Muitas vezes pouco valorizados, eles podem ser a maneira perfeita de descontrair e dar mais significado à sua postagem.

No entanto, de acordo com os milhões de postagens analisadas, eles são deixados de lado por uma grande maioria dos perfis analisados.
estratégias no instagram emoji
O fato de poucas pessoas terem utilizado esse artifício pode ser um trunfo para deixar sua chamada ainda mais atrativa. No entanto, os emojis também trazem informalidade, o que nem sempre é o certo para todas as estratégias.

Está conversando com jovens ou nativos digitais em seu Instagram? Abuse (com moderação) dos emojis! Caso contrário, vale a pena repensar na mensagem que você quer transmitir e como seu público vai recebê-la.

Emojis ajudam no engajamento do seu post

Se você duvidava deles, chegou a hora de parar de subestimar os emojis, pois eles comprovadamente podem ajudar os resultados da sua estratégia!
estratégias no instagram emoji 2
Até mesmo grandes contas utilizam deles, afinal é assim que a geração de hoje gosta de se comunicar e, para fazer sucesso nesse segmento, é essencial compartilhar da mesma linguagem que seus componentes.

Vale ressaltar também a importância de pensar com cautela na quantidade de emojis utilizados. Os números presentes no gráfico anterior sobre as de contas de 10 mil até 1 milhão de seguidores podem te confundir, mas não se esqueça: se faz sentido para sua persona, faz sentido para você!

kit do instagram

Dias de publicação

Na vida de social media é normal se questionar: postar em um dia de semana ou aproveitar que todos estão em momentos de lazer nos finais de semana? Essa é uma dúvida que se passa na cabeça de qualquer profissional responsável por redes sociais.

Finais de semana são melhores para publicação

De acordo com o estudo, postagens nos finais de semana podem gerar mais até 22% de interações. Muito se deve ao maior número de pessoas com tempo livre para gastar no Instagram.
estratégias no instagram dias
Antes de já colocar todas suas publicações no final de semana é importante se atentar que existem tipos específicos de conteúdos que podem performar melhor nesse período.

Publicações de conteúdos muito densos e que exigem muita concentração provavelmente não trarão bons resultados.

Mas um post leve, com indicações de lazer, por exemplo, pode te ajudar a se aproximar do seu público até mesmo em seus momentos de lazer.

E aí? O que achou dessas estratégias? Elas trouxeram resultados em 2018 para você também? 2019 pode ser o ano em que sua conta no Instagram vai bombar, e isso só depende de você.

Por isso, aproveite esse momento e confira a pesquisa completa feita pela Quintly sobre as estratégias que funcionaram em 2018 no Instagram.

o que é marketing
Parte 14

O que é Marketing: tudo que você precisa saber sobre o assunto

(Este é o primeiro áudio deste conteúdo, no qual abordamos a definição e a história do Marketing)

Áudio 2: Conceitos e tipos de Marketing

Áudio 2: Estratégia de Marketing na prática

Você sabe o que é Marketing?

Se esta foi a principal dúvida que te trouxe até aqui, posso dizer que você encontrou o lugar certo.

Neste artigo vamos explicar o conceito, quais os principais tipos de marketing que existem e diversas outras informações para você entender como começar.

Se você já um profissional de marketing ou está num nível mais avançado, este artigo provavelmente não é para você! Fique à vontade de utilizar nossa busca para encontrar conteúdo mais avançado!

Neste post, você aprenderá:

Agora vou te explicar detalhadamente o que é este conceito e outros detalhes muito interessantes sobre o assunto!

Conceito: o que é marketing?

O primeiro passo para começarmos a compreender o que é Marketing é definir o conceito.

Marketing é uma palavra proveniente da língua inglesa, apesar de estar intrínseca à cultura mundial.

Em inglês, market significa mercado e Marketing pode ser traduzido como mercadologia, um estudo das causas, objetivos e resultados que são gerados através das diferentes formas como nós lidamos com o mercado.

Marketing é a ciência e a arte de explorar, criar e entregar valor para satisfazer as necessidades de um mercado-alvo com lucro. Marketing identifica necessidades e desejos não realizados. Ele define, mede e quantifica o tamanho do mercado identificado e o potencial de lucro.

Philip Kotler – Marketing Management

Segundo o American Marketing Association, a definição do termo é a seguinte: “O Marketing é uma atividade, conjunto de instituições e processos para criar, comunicar, entregar e trocar ofertas que tenham valor para os consumidores, clientes, parceiros e sociedade em geral.”

Ou seja, o Marketing é uma série de estratégias, técnicas e práticas que tem o principal objetivo de agregar valor às determinadas marcas ou produtos a fim de atribuir uma maior importância das mesmas para um determinado público-alvo, os consumidores.

Se engana quem acredita que o Marketing tem apenas como o objetivo vender algo.

Este conceito se aprofunda em tudo que envolve este processo, bem como a produção, logística, comercialização e pós-venda do produto/serviço.

Origem do Marketing

Por mais que seja um campo de pesquisa e conhecimento relativamente novo, o marketing está presente nas nossas vidas a muito, muito tempo.

Grande parte dos estudiosos diz que o marketing na forma como o conhecemos teve origem no início dos anos 1900, mas a própria definição do conceito diz que: “… marketing envolve a identificação e a satisfação das necessidades humanas e sociais.”.

Bem, todos nós temos necessidades e a humanidade as tem bem antes de 1900, certo? Segundo os estudiosos, as transações evoluíram, desde a Antiguidade até o século XIX, tomando a forma que conhecemos hoje.

O marketing como campo de estudo apareceu quando a concorrência entre empresas começou a ficar acirrada e mercadólogos passaram a criar teorias sobre como atrair seu público e aumentar suas vendas.

O pensamento na época era “vender a qualquer custo”.

Essa ideia começou a ganhar mais força próximo do final da Segunda Guerra Mundial, em 1945, quando os EUA estavam se recuperando de uma crise econômica e as indústrias precisavam vender mais, a qualquer custo.

A palavra marketing é derivada do latim “mercare”, que se referia ao ato de comercializar na Roma Antiga. Logo, se tornou o símbolo de incrementar os esforços para aumentar as vendas.

Bom, para falar bem a verdade, no começo de tudo as táticas de marketing eram baseadas em mentiras e truques para enganar o consumidor.

Ainda bem que evoluímos até o inbound marketing, não é? P.T. Barnum era o grande mentor dessas práticas, através do seu livro The art of money getting.

Grande parte das desconfianças com os profissionais de marketing vem das práticas sugeridas nesse livro. Muito obrigado, P.T!

Os primeiros estudiosos e o surgimento do marketing como área do conhecimento

Para evoluir e deixar de ser um punhado de práticas para dissuadir o público, estudiosos passaram a desenvolver e testar métodos de marketing mais eficientes, principalmente a partir dos anos 40.

Walter Scott realiza um brilhante estudo sobre o uso da psicologia na propaganda, mostrando como o incentivo ao comportamento humano esperado leva ao consumo e como essa é uma ferramenta útil para as empresas.

Bartels, Polanyi e Peter Drucker passam a estudar o marketing “puro” mais a fundo, tornando-o uma forma de pensamento prático, mas que para muitos era considerado subjetivo, quase uma “arte”.

Bem, quanto a isso podemos ter algumas dúvidas, mas quando Drucker lança seu livro “A prática da administração”, os empresários e investidores passam a considerar o marketing como um investimento à ser considerado.

Atualmente as linhas de pensamento do marketing tradicional são lideradas por Kotler e Keller, através do famoso “Administração de marketing”, com sua primeira edição de 1967.

Ele trata a linha de pensamento como algo voltado para o consumidor, onde as empresas não devem pensar apenas em vender e lucrar, mas em conhecer o público e criar campanhas que conversem com ele.

A história do Marketing

homem estudando

Definir de maneira precisa quando foi que o Marketing surgiu é praticamente impossível, já que essa é uma atividade tão antiga quanto as primeiras trocas e vendas realizadas pelas antigas civilizações.

Naquela época já eram utilizadas as estratégias de Marketing que hoje conhecemos, com características não tão bem definidas, mas bem semelhantes.

A forma de comunicar-se com o objetivo de mostrar o valor de seu produto ou serviço para seus consumidores com o intuito de concluir uma venda parece básico demais, mas isso é o marketing.

Hoje em dia é fácil identificar quais marcas e empresas trabalham seu Marketing de maneira exemplar e quais precisam se dedicar mais.

Atualmente, o Marketing se tornou algo tão essencial para qualquer processo de compra que as empresas que não fazem isso de uma boa maneira são praticamente desprezadas.

Linha do tempo do Marketing

Breve linha do tempo da história do Marketing e tudo que envolve a atividade, inclusive uma de suas principais ferramentas, a publicidade.

  • O início de tudo: como dissemos, estipular uma data específica para o início do Marketing é praticamente impossível. Mas listaremos como as primeiras interações entre pessoas com o interesse de venda e compra.
  • 1450: A invenção de Johannes Gutenberg, a primeira máquina de impressão com o tipo mecânico móvel deu início a Revolução da Imprensa e também contribuiu bastante para o desenvolvimento do Marketing.
  • 1730: As primeiras revistas começaram a ser impressas e anúncios puderam ser veiculados em suas páginas assim como nos jornais.
  • 1839: A popularização dos pôsteres nas ruas auxiliou a viralização de algumas publicidades.
  • 1867: Outdoors começaram a ser utilizados e a era dos enormes anúncios se iniciou.
  • 1920 a 1949: A era de ouro do rádio trouxe benefícios para diversos tipos de publicidade. Durante esse período a televisão e telefones também começaram a ser utilizados na veiculação de anúncios.
  • 1950 a 1972: Televisores ultrapassam a relevância de rádios, revistas e jornais e se tornam a principal forma de anúncio da época. Telemarketing surge como uma prática comum de anúncios.
  • 1973 a 1994: A era digital começa a surgir e mostrar seu verdadeiro potencial. Novas maneiras e fazer marketing, publicidade e vender produtos se tornaram o alvo dos marketeiros da época.
  • 1981 a 1984: Os primeiros microcomputadores são produzidos e começam a ser comercializados para os lares americanos.
  • 1990 a 1994: Popularização dos telefones celulares que haviam sido inventados em 1973. Modelos menores e com mais funcionalidades agradam o público e crescem espantosamente.
  • 1990 a 1998: A televisão ultrapassa os jornais e os canais de TV paga passam a arrecadar cada vez mais com a publicidade em seus comerciais.
  • 1995 a 2002: Boom da tecnologia, internet, mobile e e-mail.
  • 1995 a 1997: Search Marketing se inicia logo com os primeiros motores de busca como Ask.com. Serviços que auxiliam os usuários a encontrar as informações e produtos que eles desejavam. Em apenas 2 anos houve um crescimento de 54 milhões de usuários de motores de busca no mundo. Durante esse período o termo SEO (Search Engine Optimization) começou a ser utilizado.
  • 1998: Evolução dos motores de busca chega a um novo patamar com o surgimento de Google e MSN. Além disso, a era dos blogs se inicia e em um ano mais de 50 milhões de blogs são criados.
  • 2000: Surgimento do Inbound Marketing e uma nova era de compartilhamento de informações, design e aproximação do cliente se inicia e ele se torna o centro das atenções. Agora o objetivo não é anunciar como um louco, as empresas criam valor em suas marcas e mostram isso para seus consumidores através da educação.
  • 2003 à 2004: Redes sociais mais influentes de nossa era surgem e começam a se consolidar: LinkedIn e Facebook. Em 2006 surge o Twitter.
  • 2007: Mobile passa a ser levado em consideração por empresas de diversos nichos.
  • 2010: E-mail marketing ganha força e passa a ser utilizado de maneira mais pessoal, evitando spams.

A Hubspot produziu um infográfico completíssimo sobre a linha do tempo do Marketing, vale a pena conferir!

A evolução do conceito de marketing

1950

“A prática da administração” de Drucker dá os primeiros passos para a difusão do marketing, onde ele é tratado como uma força para vender mais através de processos que envolviam o consumidor, atraindo a atenção de administradores e empresários.

1960

Em 1967 Philip Kotler lança a primeira edição de “Administração de marketing”, precedido pelo “pai” do Marketing Theodore Levitt com o artigo “Miopia em marketing”.

A partir daí, artigos científicos, pesquisas e dados relevantes passaram a ser publicados e difundidos, as estratégias de marketing foram estudadas mais seriamente e o mercado passou a utilizar cada vez mais essas técnicas. Kotler deu a definição usada até hoje do marketing onde ele “… é um processo social onde as pessoas adquirem algo que desejam, através da […] negociação de produtos e serviços […]”.

1970

O marketing passou a ser obrigatório para as empresas.

Grandes marcas possuíam escritórios internos que trabalhavam em contato constante as agências de publicidade da Madson Avenue, os conhecidos Mad Men. Governos, organizações civis e religiosas passam a utilizar as estratégias de marketing adaptando-as às suas necessidades.

A ideia de “vender a qualquer custo” é espelhada por “satisfação em primeiro lugar”.

1980

Os anos 80 são os anos do modismo.

Gurus de marketing aparecem com teorias seu teor científico, mas levando o marketing as massas. Com isso, passou a ser uma preocupação de empresas de todos os tamanhos e em todos os seus departamentos.

Em meio a esse boom, grandes autores de marketing ficaram no esquecimento, como Al Ries que fez a primeira definição de posicionamento de marca e Jay Conrad Levinson, o primeiro a falar sobre marketing de guerrilha.

1990

A tecnologia chega nos anos 90 trazendo o CRMcustomer relationship management – e as lojas virtuais.

Os avanços tornaram possível a gestão de relacionamento com clientes em larga escala. Além de criar uma via de comunicação que tem sido altamente difundida com os anos.

A personalização de marca virou obrigação e o marketing passou a ser focado para a sociedade, com o foco em ações e causas sociais.

2000

00′ é o ano do mobile, internet a cabo, viralização, crossmedia, e-commerce e redes sociais.

É o primeiro exemplo de poder do cliente, desde as primeiras ideias do marketing nos anos 50. A maneira como as empresas ofertavam, comunicavam e distribuíam seus produtos mudou completamente, principalmente com o e-commerce.

Aqui, a mídia espontânea e as interações sociais começam a tomar espaço da propaganda tradicional, o que mudou a forma de se fazer marketing e comunicação.

2010

Período em que a transformação digital começa a tomar forma.

Marketing de busca (SEO/SEM), inbound marketing, marketing de relacionamento, marketing de conteúdo.

Apesar de alguns já aparecerem antes, em 2010 se tem o crescimento de formas de marketing focadas em como o consumidor se comporta e se relaciona com a empresa e o produto/serviço.

A ideia aqui é inserir a marca no dia a dia das pessoas, esquecendo o marketing intrusivo e investindo em relacionamento.

Search Engine Marketing

O marketing de busca aparece com a tendência para os próximos anos, juntando conteúdo (marketing de conteúdo / SEO), com os buscadores (Google) e marketing nos buscadores (SEM).

Os três trabalham em conjunto – sem esquecer das outras formas de Marketing Digital – e a tendência é haver uma evolução natural, como ocorreu da década de 50 até agora.

CTA Marketing Digital


 

(Se você clicou para começar a ouvir por aqui, é porque já sabe os conceitos básicos de Marketing)

Os quatro P’s do Marketing

mix de marketing

Também conhecido como Marketing Mix ou Composto de Marketing, este são as variáveis que ditarão e influenciarão na maneira como suas estratégias devem ser montadas e também atuaram na forma como o mercado responde às suas investidas.

Agora conheça as características dos quatro P’s: Preço, Praça, Produto e Promoção.

  • Preço: Ponto bem autoexplicativo. Referente ao valor e como será cobrado do cliente o seu produto. Além da definição do valor, outros pontos como a maneira que será cobrada e outras estratégias voltadas ao pagamento são abordadas.
  • Praça: Refere-se ao local seu produto será comercializado. Este ponto pode ser um pouco confuso quando analisamos o contexto de um e-commerce, já que está situado na internet e pode ser entregue para qualquer lugar do mundo (dependendo da logística de cada negócio).
  • Produto: Este ponto é importante pois deixa claro quais são as características do produto ou serviço que sua empresa está disponibilizando no mercado. Também ajuda a defini-lo e molda-lo.
  • Promoção: Simples, este último ponto refere-se às estratégias que serão utilizadas para a divulgação do produto ou serviço. É onde entra a publicidade.

4 P's do marketing

É importante entender que, apesar de muito importante, o marketing mix é somente um modelo para se conseguir classificar melhor as atividades do marketing, mas não pode nunca limitá-las.

Hoje em dia com os vários avanços tecnológicos, principalmente a Internet, existem vários cenários em que os 4Ps do marketing já não se encaixam perfeitamente.

Um bom profissional de marketing deve entender como eles funcionam para poder extrair seus princípios e aplicar a outros cenários.
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O que é então a Administração de Marketing?

O que difere o estudo do marketing para a publicidade e propaganda e o que esses cursos superiores ou técnicos ensinam, é que a publicidade e propaganda vai preparar o material que melhor vai comunicar com o público da marca.

Eles serão os responsáveis por criar o projeto, o conceito e a peça. Seja ela um folder, uma peça do marketing digital ou até mesmo uma propaganda.

A administração de marketing atua antes e depois dessa criação acontecer. Os profissionais responsáveis por essa área devem entender o consumidor, o que ele quer, o que ele precisa, como o produto está adequado a isso.

Depois deve entender qual é o perfil desse público e como chegar até ele. E isso engloba tudo: desde a persona até a linguagem.

Cabe a ele também, mapear qual o canal que vai distribuir aquela peça. Televisão? Jornal? Internet? Lojas de departamento? Conveniência? Não importa. Importa mesmo aonde o público está e como ele consome a informação.

Ai sim os profissionais da criação poderão pegar essas informações e pensar como atingir o público determinado.

Após esse processo, a distribuição deve ser feita.

E não para por ai. Uma das coisas mais importantes em qualquer estratégia é mensurar os resultados e medir a eficiência e eficácia daquele projeto. É importante ter KPIs bem definidos do que se espera atingir com a comunicação.

Se os resultados foram esperados ou melhores do que o esperado, significa que tivemos sucesso. Se ela não performou como pensado está na hora de passar etapa por etapa, não para culpar alguém, mas para ver onde foi o erro e consertar para a próxima campanha.

Se pensarmos em uma palavra que poderia definir o que é essa tal de administração de marketing, podemos falar: estratégia. Sem estratégia, sem saber onde estamos, para onde queremos ir e como chegaremos lá, os esforços não são focados e terão garantia de resultados.

Também são atribuições da área:

  • Desenvolver planos de marketing;
  • Identificar oportunidades de crescimento da área;
  • Desenvolver a melhorar comunicação de forma a fortalecer a marca;
  • Desenvolver as melhores ofertas para o mercado consumidor;
  • Comunicar o valor que deve ser entregue pelo produto/serviço;
  • Mensurar o que está sendo feito.

Para ler também os conceitos e qual o profissional indicado para fazer a Administração de Marketing, leia esse artigo.

As filosofias de administração de marketing

Ao longo dos anos diferentes objetivos para o marketing surgiram, mas qual deveria ser escolhido por cada empresa?

Os diferentes interesses envolvendo a organização, os clientes e a sociedade, trouxeram 5 orientações básicas que direcionavam os objetivos de marketing da empresa.

Elas são conhecidas como filosofias de administração de marketing e são divididas em: orientação para produção, orientação para produto, orientação para vendas, orientação para marketing e orientação para marketing holístico.

Orientação para produção

Provavelmente é um dos conceitos mais antigos.

Ele sustenta que os consumidores procuram por produtos fáceis de encontrar e de baixo custo. Portanto, as empresas procuram alta eficiência de produção, com baixos custos e distribuição em massa. É uma ideia adotada por empresas de tecnologia e commodities.

Orientação para produto

A orientação para produto sustenta que consumidores dão preferência para produtos de qualidade e desempenho superiores à média, ou que tem características inovadoras. Essa é a antítese da produção, aqui, as empresas têm foco em produzir itens de qualidade e aperfeiçoá-los ao longo do tempo.

Um novo produto não será necessariamente bem-sucedido, ele precisa ser promovido, vendo e distribuído de forma adequada.

Orientação para vendas

Aqui, as empresas partem da ideia de que os consumidores nunca compram os produtos da organização na quantidade suficiente, por vontade própria (olá consumismo!).

Assim, são criadas ofertas e promoções para que o cliente compre mais unidades, mesmo se não houver a necessidade. A ideia que reina aqui é do ex VP de marketing da Coca-Cola: vender mais coisas, para mais gente por mais dinheiro, a fim de se obter lucro.

A orientação de marketing

Essa orientação surgiu em meados dos anos 50. A ideia aqui parte da filosofia de “sentir-e-responder”.

É centrada no cliente e procura encontrar o produto certo para o consumidor e não o contrário, como é mais comum. O consumo acontece quando a empresa é mais eficaz que os concorrentes na criação, entrega e comunicação dos produtos.

Orientação para marketing holístico

O marketing holístico é quase uma evolução das outras orientações. Ele reconhece que no marketing “tudo é importante” – desde o consumidor, até os funcionários e a concorrência.

Existe uma interdependência entre o marketing e seus efeitos, as ações de uma área precisam ser coerentes com a outra e criar unidade. O marketing holístico procura harmonizar as complexidades da atividade para funcionar com algo único.

Entenda o Ciclo de vida do mercado

Nada dura para sempre – e o mesmo se aplica ao mercado.

São notáveis, de tempos em tempos, as mudanças que acontecem no mercado e nos hábitos de consumo da população. Percebemos que a evolução acontece, inevitavelmente, e que ela simboliza o fim de determinado ciclo de vida do mercado.

As empresas precisam ficar atentas aos grandes acontecimentos que influenciam na curva do mercado – questões como política, hábitos de consumo e mentalidade da população de uma determinada geração são determinantes para traçarmos boas estratégias de atuação no mercado.

O ciclo de vida compreende quatro etapas bem definidas: lançamento, crescimento, maturidade e declínio.

1. O lançamento

A fase de lançamento tem como característica a aquisição de novas competências, conquista e desenvolvimento de tecnologias diferenciadas ou outras coisas que são capazes de transformar a forma de pensar do mercado.

Um grande exemplo disso, por exemplo, são as televisões de LED. Pouco se falava desse tipo de tecnologia. De repente, o mercado começou a aprimorar os eletrônicos e transformar a forma de pensar do consumidor, mostrando os reais benefícios desse tipo de tecnologia.

As empresas que conseguem aprimorar sua produção e aperfeiçoar rapidamente cada uma dessas novas competências e tecnologias acabam conquistando vantagens competitivas consideráveis em relação aos seus concorrentes.

Os investimentos nessa fase são necessários, então a rendibilidade nesse período tende a ser baixa – mas tudo é compensando quando os reais resultados começam a aparecer.

2. O crescimento

O crescimento é a segunda fase. Naturalmente, com o aparecimento de uma nova tecnologia ou competência, o mercado começa a demandar aquele novo tipo de produto.

Nesse caso, é preciso estar preparado para as demandas do mercado.

Vamos pensar no exemplo das televisões de LED citadas anteriormente: em um primeiro momento, poucas pessoas entendiam o real benefício desse tipo de produto.

Porém, na medida em que o mercado foi sendo educado a respeito das vantagens desse novo investimento, foi crescendo a demanda por produtos como esse, aumentando consideravelmente a quantidade de consumidores e empresas que trabalham com esse tipo de tecnologia.

3. A maturidade

No momento de maturidade, o mercado já está uniforme em relação à tecnologia ou competência em questão. A concorrência já está estabilizada, e a população já consumiu esse produto no momento de “febre”.

Nesse ponto da curva, a tecnologia já está estagnada, perdendo sua atratividade, as empresas que tinham que se adequar a essa demanda já fizeram sua parte, e tudo está fixo naquele momento (provavelmente, nesse momento, em algum lugar do mundo alguém está estudando outra forma de aperfeiçoar os produtos – e o ciclo se iniciará novamente).

4. O declínio

Quando a tecnologia atinge sua maturidade e perde o atrativo para o desempenho da concorrência e empolgação do público, inicia-se o declínio.

Geralmente nessa fase conseguimos perceber uma modificação considerável na linha de evolução antes investida pelos concorrentes.

Muitas empresas desistem desse mercado e vão em busca de novas tecnologias e competências para lançar mais uma tendência – e inicia-se assim um novo ciclo.

Ciclo de vida do produto ou serviço

Também é necessário considerar que os produtos e serviços também possuem um ciclo de vida específico, com base no crescimento ou declínio do mercado consumidor daquele tipo de mercadoria.

Todos os produtos desenvolvidos pelo mercado apareceram para resolver algum problema ou aproveitar-se de oportunidades que estavam passando despercebidas no mercado.

A mesma lógica do ciclo de vida do mercado se aplica aqui: é notada uma nova demanda; empresas se esforçam para gerar os melhores produtos e serviços para garantir que o público compre aquele produto; acontece um verdadeiro barulho no mercado, onde as pessoas buscam, desesperadamente, encontrar aquele produto em questão – todos estão comprando; o mercado estagna e o produto começa a sair de linha devido ao surgimento de uma nova tecnologia.

Quer saber quanto sua empresa deve investir em marketing? Confira nossa calculadora!

A evolução do Marketing

evolução do marketing

Durante todos esses séculos de mudanças e evoluções o marketing foi feito de inúmeras maneiras diferentes.

Assumir uma forma diferente, com outra abordagem e características bem distintas umas das outras, mas sempre com o mesmo objetivo: fazer com que um consumidor interaja com sua marca e torne-se um cliente.

Pensando nisso listamos algumas das maneiras que já existiram e ainda existem de fazer marketing, mas antes disso mostraremos duas classificações que separam o marketing: Outbound Marketing e Inbound Marketing

Outbound Marketing

Seu objetivo principal é atrair o consumidor de maneira incisiva. Telemarketing, mala direta, e-mails de spam, anúncios em revistas, outdoors, pop-ups em sites e remarketing.

Todas essas maneiras de fazer o marketing tem o objetivo de mostrar sua marca e produtos antes de tudo. Apesar de efetiva, esse tipo de abordagem costuma ser cansativa para o consumidor.

Tendo em vista que ele pode se deparar com alguns anúncios em momentos importunos.

Quer aprender tudo sobre o assunto? Faça o curso de Outbound Marketing & Sales da Universidade Rock Content! É grátis!

Inbound Marketing

Técnicas desenvolvidas com o objetivo de educar e criar um relacionamento com os consumidores.

Apesar de possuir a mesma intenção de vendas, no Inbound Marketing sua marca é trabalhada de maneira diferente.

Em vez de anunciar seus produtos e preços, os marketeiros ensinam o mercado, ganham autoridade e aí sim, auxiliam os consumidores no processo de compra.

E mesmo após a venda o trabalho não é finalizado.

Os clientes continuam sendo educados e “mimados” para que eles se tornem evangelistas de sua marca. Para conhecer mais detalhes sobre essa tática, veja nosso blog específico sobre Inbound Marketing!

Apesar dessa enorme diferença entre as duas modalidades, o Outbound existe desde o início, da época mais primitiva, do Marketing.

Enquanto isso, a vertente mais amigável e saudável, o Inbound Marketing é praticado há alguns anos, mas foi recentemente que o conceito tomou força graças a Brian Halligan e Dharmesh Shah, criadores do conceito e fundadores da Hubspot.

Guia definitivo do Inbound Marketing

Alguns tipos de Marketing

Agora que você conhece a divisão que separa todos os tipos de Marketing, conheça alguns dos principais modelos que já existiram e que ainda são praticados no mundo.

Marketing Direto

Utilizando informações precisas do público-alvo como nome, telefone, endereço, interesses entre outros, são criadas mensagens diretas para esse consumidor. Os canais de contato utilizados são: e-mails, ligações, mensagens e mala direta.

Marketing Indireto

Uma maneira mais sutil de veicular sua marca ou empresa em momentos que os consumidores não estão esperando. Normalmente utilizado durante filmes, novelas, jogos e quaisquer outros momentos em que não nos deparamos com um anúncio propriamente dito.

Marketing Social

Empresas que apoiam e patrocinam grandes eventos culturais como shows, filmes e quaisquer outras causas sociais. Este tipo de Marketing gera uma imagem positiva da marca perante a população.

Endomarketing

Essa é uma estratégia de marketing voltada para ações internas nas empresas. Isso mesmo, em vez de focar no externo, ações de endomarketing tem como objetivo promover e envolver os próprios colaboradores de uma determinada organização.

Marketing Viral

Essa modalidade tem como principal característica possuir um baixo custo ou orçamento, mas que gere um alto impacto. São utilizadas maneiras não convencionais para executar as atividades de marketing.

Marketing Digital

Uma das vertentes mais atuais do Marketing que tem como seu principal canal de atuação o meio digital.

Marketing de Conteúdo

Modelo de Marketing que ganhou enorme relevância nos últimos anos. Após perceber a necessidade e importância de gerar conteúdos que sejam capazes de educar seus consumidores, empresas passaram a adotar esta tática de Inbound Marketing.

Se você tem interesse no assunto, recomendamos o curso gratuito de Marketing de Conteúdo da Universidade Rock Content! O material é gratuito e eles ainda oferecem um certificado para aqueles que forem aprovados na prova de conclusão de curso.

Marketing Pessoal

Neste tipo de marketing, podemos defini-lo como o conjunto de estratégias, aplicadas de maneira coerente e planejada, que farão com que você atribua um maior valor a sua imagem pessoal

Marketing de Relacionamento

O marketing de relacionamento nada mais é que todas as ações tomadas pela empresa como forma de criar e manter um relacionamento positivo com os seus clientes.

Além destes tipos que citamos ainda existem uma infinidade de outros tipos de marketing que surgem o tempo todo. O mercado e os consumidores sempre estão mudando e isso é um dos principais motivos que geram a necessidade de novos modelos de marketing.

Marketing de produto

O Marketing de Produto é um tipo (ou “vertente”, ou “escola”) de Marketing cujo foco é conectar produtos e pessoas.

Sua meta é encontrar os consumidores certos para um determinado produto e criar uma maneira de vendê-lo que seja interessante para estes consumidores.

Para esse trabalho, entender o perfil do comprador é indispensável.

Vamos definir as funções do Marketing de Produto em poucas palavras?

Como você pode imaginar, portanto, o Marketing de Produto é essencial quando um produto novo está sendo lançado no mercado.

Outra situação em que seu papel é crucial é quando um produto que já existe vai ser introduzido em um novo mercado, no qual os consumidores ainda não o conhecem.

Mais um uso interessante do Marketing de Produto é para testar a recepção de um pequeno grupo de consumidores a um novo lançamento, antes de liberar o produto para o público em geral.

 

(Se você clicou para começar a ouvir por aqui, é porque já sabe os conceitos básicos e os principais tipos de Marketing)

O que fazem os profissionais de marketing?

Para você ser um profissional de marketing você precisa, antes de tudo, ter uma mente analítica.

Métricas e números farão parte da sua profissão e é essencial que você tenha familiaridade com eles.

O profissional de marketing é responsável por detectar e avaliar novas oportunidades de negócios.

É sua função desenvolver um planejamento e estratégia para atrair e encantar o consumidor, propagando a mensagem e o produto de uma marca.

Ele deve sempre medir o impacto e resultados de suas ações (por isso é tão importante ter uma mente analítica), além de ser criativo e inovador para buscar por novas soluções para ações para sua empresa.

Também é papel do profissional de marketing entender a fundo seu público-alvo – só sabendo exatamente para quem ele está vendendo sua linguagem e campanhas poderá ser adaptado a esse público.

É essencial que a curiosidade faça parte de seu perfil – um bom profissional de marketing está sempre procurando por novas tendências mundiais e se mantendo atualizado com o mundo da mídia e da comunicação.

Por isso o domínio da língua inglesa e outras línguas estrangeiras é tão importante: ele precisa procurar por referências, estudos e novas ideias e fazer isso apenas em sua língua materna pode ser extremamente limitante.

Domínio de diversas ferramentas também é um grande diferencial de um profissional de marketing de qualidade.

Entender de SEO, Adwords, redes sociais e ser um mestre do Google Analytics faz com que esse profissional entenda melhor suas metas e o que fazer para atingi-las.

Não há uma fórmula perfeita para um profissional de marketing. O importante é foco, olho nas metas, determinação e conhecimento para atingir seus objetivos.

Ebook Times de Marketing

Estratégia de Marketing: o que é e como fazer?

Alguns termos se espalham tão rapidamente que todo mundo começa a usá-los, muitas vezes sem realmente entender o que significam.

Então, quando falamos em ter uma estratégia de marketing, o que isso realmente significa?

A própria ideia de traçar uma estratégia dá uma noção de que é preciso se planejar, pensar bem antes de tomar qualquer medida prática.

Mas, uma estratégia bem-sucedida é mais do que uma preparação antecipada. Envolve também um acompanhamento durante a execução do projeto. Isso envolve:

Definir objetivos claros

Como há muitos objetivos possíveis, e várias maneiras de alcançar cada um, escolher o que você pretende alcançar com o marketing digital é o primeiro passo para uma estratégia de sucesso.

Depois de definir claramente o que se pretende alcançar, é muito mais fácil se concentrar apenas nas ações que ajudarão a empresa nisso, e ter noção de quanto tempo isso vai demorar.

Por isso, podemos dizer que uma estratégia de marketing só funciona quando tem objetivos bem definidos e compartilhados por todos na empresa.

Se comunicar de forma constante

É verdade que esse requisito é importante em qualquer setor de toda empresa, mas no que diz respeito a uma estratégia de marketing, é importante reforçar esse aspecto.

Alguns ainda caem no erro de pensar que fazer marketing significa trabalhar apenas com a inspiração e a criatividade, mas não é bem assim.

Há muitos processos e estruturas envolvidos nesse trabalho, e a boa comunicação garante que todos os profissionais façam o seu melhor a cada momento.

Seguir boas práticas

Seguir boas práticas da indústria também tem um papel importante no sucesso da sua estratégia. Mas, o que significa isso?

Especialmente quando falamos de marketing digital, tudo muda muito rápido. Então, seja qual for o assunto — desde SEO à e-mail marketing —, é preciso se manter atualizado.

Isso inclui ler blogs especializados (como esse!), investir em treinamentos e testar novas possibilidades de acordo com o que você observa ao longo da estratégia.

Fazer isso vai te ajudar a continuar relevante, mesmo que aconteçam mudanças radicais.

Analisar resultados

Como saber se a estratégia está funcionando? A única forma é por acompanhar e analisar os resultados do trabalho que está sendo feito.

No caso do marketing isso acontece por analisar o que chamamos de métricas e KPIs. Essas métricas são dados relevantes sobre pontos específicos do planejamento.

Por exemplo, é possível saber quantos novos clientes a empresa conseguiu, quanto lucro isso trouxe, entre outras informações.

Depois é só comparar isso com os objetivos definidos e ver se o negócio está no caminho certo ou não.

Guia do Google Analytics

5 elementos indispensáveis uma estratégia de marketing vencedora

A estratégia de cada empresa deve ser única, levando em conta o público a ser atingido, os objetivos da empresa, os recursos disponíveis e uma série de fatores.

Mas, alguns elementos são indispensáveis para qualquer marca que espera fazer do marketing digital uma arma. Veja quais são eles:

1. Personas sólidas

As personas são fundamentais para uma estratégia de marketing dar certo. Elas serão o norte de tudo o que virá depois, então errar na criação das personas seria um grande problema.

Por isso, siga os passos corretamente sem pular etapas, pense bem nas perguntas que vai fazer aos seus clientes atuais e monte uma persona sólida.

Também não se preocupe em criar personas demais. Uma ou duas (no máximo) são mais do que suficientes.

2. Bons canais de marketing

Existem muitos canais de marketing que você pode explorar, e o melhor é que não precisa escolher só um deles.

A única regra é não manter funcionando um canal que você não encara com seriedade ou que não é relevante para o seu negócio.

Podemos destacar entre os principais canais:

  • Blog: O canal mais fácil e conhecido para produzir conteúdo e ganhar credibilidade com seu público;
  • Redes sociais: Facebook, Twitter, Snapchat, Instagram, LinkedIn e outras redes são canais perfeitos para se manter próximo ao seu público;
  • Canal de vídeos: Seja uma página em seu site ou um canal no Youtube, os vídeos chegaram para ficar e são muito úteis para uma estratégia;
  • E-mail marketing: Manter uma newsletter é simples, barato e super eficiente para manter os seus fãs engajados;
  • SEO: Não se engane, o Google pode ser um importante canal de visitas para o seu site.

3. Ferramentas de qualidade

Um bom profissional precisa de boas ferramentas, certo? Com o marketing não é diferente, e o que não falta são ferramentas para te ajudar no dia a dia.

Desde bancos de imagens gratuitas a ferramentas de análise de métricas, há tanto recursos gratuitos quanto pagos que são essenciais para que as suas tarefas sejam feitas sem problemas.

Já fizemos algumas listas de ferramentas úteis para:

4. Entender o ambiente digital

Já teve a infelicidade de chegar num lugar e ver alguém se comportar de maneira completamente inapropriada?

É isso que acontece quando uma empresa resolve investir em marketing digital, mas não tira tempo para entender como funciona esse ambiente.

O resultado é deixar todos em volta — nesse caso os prospectivos fãs da marca — desconfortáveis, e causar vergonha para si.

Por entender algumas regras de conduta da internet, é possível evitar muitas dores de cabeça e garantir que os resultados não sejam prejudicados.

5. KPIs apropriados

Já falamos como os KPIs são importantes na hora de analisar os resultados da estratégia, mas é preciso escolher indicadores apropriados para medir os objetivos que você escolheu.

Existem KPIs para vendas, marketing, atendimento, SEO e tudo que for relevante para as suas metas. Basta escolher e acompanhar.

Pois é, ter uma estratégia de marketing bem montada e segui-la de perto não é opcional para quem deseja mesmo se beneficiar do poder que o marketing digital tem para os negócios.

Felizmente, você já sabe o que fazer e está pronto para começar seu planejamento!

Universidade Rock Content

Quais são os objetivos do Marketing?

Os objetivos do Marketing são:

  1. Vender mais;
  2. Fidelizar clientes;
  3. Aumentar a visibilidade de marcas, produtos e serviços;
  4. Gerenciar uma marca;
  5. Construir boas relações com consumidores e parceiros;
  6. Educar o mercado;
  7. Engajar colaboradores.

Para ler como cada objetivo desse é alcançado, leia nosso artigo completo sobre os objetivos de marketing.

Os 5 melhores livros sobre marketing

A Vaca Roxa, de Seth Godin

livros de marketing - 1

Um dos livros mais clássicos sobre marketing.

Godin fala nesse livro sobre o desafio de ser diferente da concorrência e se destacar em um mercado cada dia mais competitivo. Leitura obrigatória para os interessados em marketing.

Marketing 3.0 – As Forças Que Estão Definindo o Novo Marketing Centrado No Ser Humano, de Philip Kotler

Marketing 3.0

Kotler discorre nesse livro sobre o novo modelo de marketing, que enxerga os consumidores como seres únicos e com desejos diferentes. Confira um resumo do livro aqui.

Marketing de Permissão, de Seth Godin

livros de marketing - 6

De novo citamos Seth Godin, um dos maiores autores de marketing.

Em marketing de permissão, Godin introduz o Inbound Marketing e ensina como fazer e criar conteúdo que atraia os consumidores para sua marca. Confira um resumo do livro aqui.

Contágio – Por Que As Coisas Pegam, de Jonah Berger

Livro de marketing - Contágio

Como viralizar e ter sucesso com o público? Nesse livro, você aprenderá a ciência por trás de conteúdos extremamente populares – e como fazer algo

As 22 Leis Imutáveis do Marketing, de Al Ries e Jack Trout

As 22 Leis imutáveis do Marketing

Segundo os autores, existem 22 leis do marketing não podem nunca ser quebradas sem que você comprometa seu planejamento. Confira um resumo do livro aqui.

Filmes sobre marketing: 0s 5 filmes que todo profissional de marketing deveria ver

Obrigado por Fumar (Thank you for Smoking) – 2005

Obrigado por fumar explora a indústria do cigarro e o poder do marketing e da publicidade em influenciar os hábitos de consumo da população.

Cidadão Kane (Citizen Kane) – 1941

Um dos filmes mais clássicos do ramo, Cidadão Kane explora o poder da imprensa americana em construir mitos.

No – 2012

Um dos melhores filmes (e baseado em fatos reais) para entender o poder da propaganda e da sua mensagem, ao acompanharmos a jornada de um jovem publicitário ao tentar derrubar a ditadura no Chile

A Rede Social (The Social Network) – 2010

A rede social explora a origem e crescimento da maior rede social da atualidade, o Facebook. Essencial para entender as redes sociais.

O Lobo de Wall Street

Conta a história de Jordan Belfort, a construção da sua riqueza e sua decadência. Muito interessante para conhecer mais a fundo os detalhes mais sórdidos do mercado.

Falar sobre um tema tão amplo como o Marketing costuma não ser uma tarefa fácil.

Este pequeno artigo foi desenvolvido com o intuito de auxiliar a sua compreensão no que diz respeito ao Marketing.

Caso você tenha dúvidas, sugestões ou quaisquer comentários sobre o texto, aproveita a aba de comentários abaixo e compartilhe seus pensamentos conosco.

Quer também entender tudo sobre marketing de conteúdo? Confira nossa enciclopédia, o maior material em língua portuguesa sobre o assunto!

Quer aprofundar ainda mais seus conhecimentos? Confira alguns conteúdos ricos:

Bônus: os melhores blogs, livros e filmes para você aprender mais sobre marketing

Sabemos que, depois de tanta teoria, pode ser um pouco difícil assimilar tudo que falamos por aqui sobre marketing. E acreditamos que a prática, aliada a teoria, é uma fórmula mágica para o sucesso.

Por isso aqui vamos listar blogs, livros e filmes para você aprender muito mais sobre o assunto de uma maneira prática e objetiva.

Os 8 melhores blogs nacionais sobre marketing

Marketing de Conteúdo

O blog da Rock Content é um dos mais completos blogs sobre marketing do Brasil. A maior parte dos seus conteúdos são focados em Marketing Digital, Marketing de Conteúdo e SEO. Mas todas as vertentes do marketing são abordadas. O blog ideal para estar atualizado com o mercado e aprender com os mais completos conteúdos.

Mundo do Marketing

O Mundo do Marketing é um portal completo que analisa o mercado do marketing no Brasil. Lá você pode encontrar artigos e muita informação para todos profissionais interessados em Marketing.

Resultados Digitais

Se você está procurando resultados reais com marketing digital, o blog da Resultados Digitais é leitura obrigatória. Os posts são diretos e instrutivos e irão te ajudar muito a construir uma estratégia de marketing digital eficiente.

Ideia de Marketing

Artigos sobre design, publicidade, comunicação, branding e muito mais. O Idéia de Marketing fala sobre os mais diversos assuntos do mundo de comunicação e marketing.

Saia do Lugar

Blog essencial sobre empreendedorismo sem enrolação. O Saia do Lugar é o site para você que deseja empreender e entender melhor sobre negócios.

Viver de Blog

Blog de Henrique Carvalho, onde você vai encontrar dicas para alavancar o seu próprio blog. Henrique é referência no marketing digital.

Brainstorm 9

O Brainstorm 9 fala sobre criatividade e inspiração nas mais diversas áreas: negócios, mídias sociais, publicidade, comunicação. Um prato cheio para todo profissional de marketing.

Outbound Marketing

Blog referência em assuntos relacionados a integração de vendas com estratégias de marketing. Focado em geração de resultado no curto prazo, o blog da Outbound Marketing fala também sobre negociação, Inbound e formas criativas de gerar leads.

Os 5 melhores blogs gringos sobre marketing

Marketo

O blog da Marketo é um dos mais completos do mercado, com posts sobre mídias sociais, automação de marketing, marketing de conteúdo e email marketing.

KISSmetrics

O Kiss Metrics é focado em métricas para marketing. Lembra que falamos da importância de uma mente analítica?

Seth Godin

Seth Godin foi fundador de uma das primeiras empresas de marketing digital, a Yoyodyne, que foi comprada pelo Yahoo em 1998. É um dos gurus do marketing atual.

HubSpot

A HubSpot é uma das maiores empresas de Inbound Marketing do mundo e seu blog é um prato cheio para quem quer aprender sobre o assunto.

Mashable

Site de notícias e tendências, essencial para se manter atualizado com o que anda acontecendo no mercado.

Guia de Carreiras em Marketing

SEO para Google Imagens
Parte 15

Conheça as nossas 20 dicas de SEO para Google Imagens e aumente o tráfego do seu blog

Você já ouviu falar em SEO para Google Imagens? Sim: técnicas para otimizar seus conteúdos de mídia para rankearem melhor nas buscas online. Conhece?

Se não conhece, precisa conhecer. Especialmente depois de uma recente alteração no Google, que pode aumentar muito seu tráfego via imagens (ficou interessado? Falaremos mais sobre isso a seguir!).

Com 1 em cada 3 buscas na Internet sendo por imagens, há um potencial enorme de tráfego na rede para ser conquistado no Google Imagens. Se seu site estiver preparado, seus resultados podem ser incríveis.

Mas, para isso, é necessário realizar uma série de medidas para adequar suas imagens aos rigorosos requisitos do Google. Para ajudar, nós preparamos um guia completo com todas as dicas que você pode colocar em prática hoje mesmo e aumentar as visitas do seu blog ou site.

Nesse artigo, você aprenderá porque é importante fazer SEO para Google Imagens e os 20 fatores a ter atenção para rankear melhor. Interessado? Então vamos lá!

Por que fazer SEO para Google Imagens no seu blog ou site corporativo?

Não podemos mentir: trabalhar para otimizar seus arquivos de mídia para os buscadores é cansativo.

Será que vale a pena fazer isso? Será que o SEO para Google Imagens é recompensador e trará vantagens para sua estratégia de Marketing de Conteúdo? Nós acreditamos que sim e separamos 3 excelentes argumentos para te convencer.

Confira!

É uma fonte adicional de tráfego

Em 2013, o Google anunciou uma mudança no sistema do Google Imagens, implementando um botão de “Ver imagem”. Se o usuário clicasse ali, era direcionado à URL da imagem em questão, não precisando visitar seu site de origem.

Nos meses seguintes dessa mudança, o tráfego geral de visitas pelo Google Imagem caiu muito. Porém, em fevereiro desse ano, a empresa anunciou uma nova mudança que revertia a situação: agora não há mais botão “Ver imagem”, o que obriga os usuários a acessar os sites para encontrar a mídia em tamanho completo.

O resultado? Um aumento geral de 37% de acessos pelo Google Imagens. Impressionante, não é mesmo?

Com esse novo fluxo de pessoas sendo direcionados para sites, quem conseguir se destacar no Google Imagens poderá ganhar uma fonte adicional de tráfego.

Ajuda a viralizar seu conteúdo

Dizem por aí que uma imagem vale mais do que mil palavras. Pode até não ser verdade, mas elas guardam um poder incrível em termos de viralização.

Por exemplo: posts com imagens costumam ter 650% mais engajamento do que artigos apenas com palavras.

Mais engajamento significa mais chances do conteúdo viralizar, aumentando sua exposição online.

Mas, para isso acontecer, as pessoas precisam encontrar suas imagens no Google. E isso só com otimização e muito trabalho.

Diminui o tempo de carregamento do seu site

Mesmo que você não tenha interesse nenhum em conquistar tráfego pelo Google Imagens, poderá se beneficiar com as dicas desse artigo.

Nós falaremos sobre isso mais a diante, mas uma das técnicas de SEO para imagens envolve diminuir o peso dos arquivos. Com fotos mais leves, sua página carrega mais rapidamente, o que melhora a experiência do usuário, sendo recompensado pelo Google.

Ou seja: trabalhar com SEO para Google Imagens ajuda seu site como um todo a rankear melhor.

E aí, convencido? Se sim, continue lendo esse artigo para aprender como rankear melhor as suas imagens na Internet!

CTA de download para o kit: Domine o Google

Como otimizar as suas imagens para serem encontradas no Google?

Agora que você já compreendeu a importância de fazer SEO para Google Imagens em seu site ou blog, a grande questão que fica é: como fazer esse trabalho? Quais as melhores práticas para garantir um bom ranqueamento das suas imagens?

Nós listamos abaixo 20 dicas para otimizar o ranqueamento das suas imagens, levando em consideração os elementos que são considerados pelo Google. Confira:

1. Nome do arquivo da imagem

O primeiro elemento para o ranqueamento das suas imagens começa ainda no seu computador, antes mesmo do upload da imagem para seus servidores: o nome do arquivo delas.

Para otimizar suas imagens para o Google, precisamos entender uma limitação dos crawlers do buscador. Eles são excelentes para compreender textos e a relevância de certos conteúdos usando um algoritmo e dando valor às palavras-chaves.

Porém, ainda estão aprendendo a ler imagens. Aliás, pense um pouco nessa problemática: como comunicar o conteúdo de uma imagem para um robô?

Por exemplo, imagine que um crawler vai ler o código HTML do seu novo artigo, que fala sobre os diferentes tipos de malas disponíveis no mercado.

Você seleciona uma bela imagem de uma bolsa de mão para ilustrar o trecho que explica esse tipo de mala para o seu leitor. Porém, o nome do arquivo é “IMG448.png”. O que o crawler terá acesso é isso:

  • <img src=”IMG448.png”/>

Como dá para notar, não é uma informação muito útil para explicar o conteúdo da imagem que você utilizou no artigo. Agora veja como ficaria o código se o arquivo fosse melhor nomeado:

  • <img src=”bolsa_de_mao_couro_marrom.png”/>

Mesmo sem ver a imagem, conseguimos imaginar como ela é com um nome desses, certo?

2. Legenda da imagem

Você sabia que legendas embaixo de imagens são lidas, em média, 300% mais do que o conteúdo do texto em si?

Isso significa que as legendas são excelentes oportunidades para engajar seus leitores. E também o Google.

O próprio buscador admite que usa as legendas para extrair informações e tentar compreender a imagem. Lembra que o crawler não consegue vê-la? Então, qualquer elemento ajuda a comunicar ao robô o que tem naquele conteúdo.

Isso não significa que você deva inserir legendas em 100% das imagens nos seus artigos, mas deve usar esse recurso sempre que tentar rankear um arquivo visual em específico.

O segredo para escrever uma boa legenda é inserir informações que:

  • ajudem a compreender o conteúdo da imagem;
  • tenham a palavra-chave que queremos rankear;
  • complementem o conteúdo do artigo.

Vamos retornar ao nosso exemplo do texto sobre diferentes malas. A mesma foto de uma bolsa de mão de couro marrom pode ilustrar dois tipos de conteúdo: um com tipos de malas para o trabalho e outro para turistas.

Uma boa legenda para um artigo com dicas para viajantes seria assim:

O viajante pode levar uma bolsa de mão de até 10 quilos no avião”.

Essa legenda explica o conteúdo da imagem (é uma bolsa de mão), tem a palavra-chave que queremos (“bolsa de mão”) e complementa o conteúdo do artigo especificando que se trata de uma foto que relaciona bolsas e turismo.

3. Alt text

Todas as imagens na Internet têm um atributo ALT, que serve para descrever o conteúdo delas.

Esse é o fator mais importante para fazer SEO para Google Imagens.

O alt text serve para descrever o conteúdo da imagem em questão. Ele é útil, pois ajuda pessoas com deficiência visual (e que usam leitores de tela) a compreender o conteúdo, mas também são exibidos quando o navegador do usuário não consegue carregar o arquivo da imagem por alguma razão.

Ele é, também, mais um dos fatores que o Google usa para tentar entender uma imagem e sua relevância para o usuário.

Na hora de escrever o conteúdo do atributo alt, é importante descrever o que está na imagem de forma objetiva e breve, preferencialmente usando a palavra-chave que queremos rankear (mas sem excessos). Veja um exemplo:

  • ruim: <img src=“bolsa_de_mao_couro_marrom.png” alt=“”/>
  • ruim: <img src=“bolsa_de_mao_couro_marrom.png” alt=“bolsa de mão de couro marrom mala bolsa mochila bagagem couro melhores marcas preços imperdíveis” />
  • bom: <img src=“bolsa_de_mao_couro_marrom.png” alt=“bolsa de mão de couro marrom colocada no compartimento de bagagens de um avião” />

4. Contexto da imagem

Segundo o Google, um dos elementos de SEO para Google Imagens é o contexto em que a imagem é utilizada.

É importante que a figura seja adicionada ao seu artigo na parte em que ela é mais relevante. Isso porque o algoritmo do Google usa o conteúdo dos parágrafos perto da imagem como contexto para compreender o conteúdo dela.

Então, se você estiver falando sobre “Melhores plantas para apartamento”, por exemplo, é interessante colocar uma foto de uma dessas plantas para contextualizar.

Já a mesma imagem não será muito útil e nem terá a mesma força se for adicionada perto de parágrafos sobre “tipos de vasos” ou “ferramentas de jardinagem”.

5. URL da imagem

Lembra quando mencionamos a importância de estruturar a URL do seu site corretamente para rankear melhor no Google? A lógica é a mesma quando falamos de imagens.

Por isso, as dicas que demos anteriormente também são úteis quando queremos rankear no Google Imagens.

O importante é organizar a URL dos seus arquivos de mídia de forma lógica e concisa, para comunicar rapidamente ao buscador que aquilo é uma imagem e qual seu conteúdo.

6. Engajamento com a imagem

Imagine que você faz uma busca por “mochilas infantis” no Google Imagens. Você começa a olhar os resultados e uma foto em específico chama a sua atenção no fundo da lista: é uma mochila azul com um adesivo engraçadinho colocado nela.

Você clica na imagem, depois vai até a página onde ela está hospedada para ler o artigo.

Algumas semanas depois você faz a mesma busca e, surpresa, aquela imagem que antes estava no fim dos resultados, agora está no topo. O que aconteceu?

Basicamente, o seu clique (e o de muitas pessoas) informou ao Google que aquela imagem é relevante. No caso, o adesivo engraçadinho chamou a sua atenção e de outros usuários, o que gerou mais cliques e importância para a foto.

Por isso é importante usar imagens que sejam originais e impactantes em seu site e tentar otimizá-las para o ranqueamento, já que aquelas figuras que geram mais engajamento, rankeam melhor também.
SEO para E-commerce

7. Dimensões da imagem

Faça um teste nesse momento: abra uma nova aba no seu navegador e procure por alguma imagem no Google. Pode ser, por exemplo, “filhotes de cachorro”.

SEO para Google Imagens exemplo
Notou algum padrão além do fato de todas as fotos serem ultra fofinhas? Se você prestou atenção, deve ter reparado que a vasta maioria das imagens mostradas terem mais ou menos as mesmas dimensões.

O Google tende a favorecer imagens mais ou menos retangulares, em proporções como 16:9 ou 4:3.

Isso faz com que dimensões como 1366 x 768 (16:9) ou 720 x 480 (4:3) ranqueiem melhor do que imagens totalmente fora do padrão (como alguma coisa muito horizontal ou muito vertical).

Ah, se essas dimensões parecem familiares para você, é porque elas são: os formatos 16:9 e 4:3 costumam ser usados em resoluções de vídeos, como TVs, Cinemas e no próprio YouTube.

8. Tamanho do arquivo

Você já sabe que o tempo de carregamento de uma página é fator essencial para ranqueá-la no Google. Quanto mais lento, pior o seu posicionamento. Quanto mais rápido, melhor.

O que talvez você ainda não saiba é que as imagens de uma página são o principal fator a influenciar o seu tempo de carregamento.

Isso significa que imagens mais leves rankeam melhor do que arquivos mais pesados, o que abre a necessidade de comprimir e reduzir o peso das suas mídias.

Existem ferramentas que ajudam a fazer esse trabalho. A mais famosa é o Photoshop, da Adobe, mas é um software pago. Confira abaixo uma lista de alternativas gratuitas que fazem o mesmo trabalho:

9. Metadados da imagem

Toda imagem tem certa quantidade de informação guardada nela, normalmente gerada pelo dispositivo que a capturou.

Uma foto tirada com sua câmera, por exemplo, guarda as informações como o tempo de exposição, tamanho da abertura do obturador, se usou flash ou não.

Essas informações são chamadas de metadados e são úteis para muita coisa, mas não são muito importantes caso não estejamos falando de aspectos técnicos de Fotografia.

Por isso, é importante limpar esses metadados que não sejam tão importantes para você, para diminuir seu tamanho e facilitar seu tempo de carregamento.

Você pode fazer isso de forma muito fácil:

  • clique com o botão direito do seu mouse sobre o arquivo da imagem no seu computador, indo até Propriedades.
  • SEO para Google Imagens exemplo 2

  • depois Detalhes. Ali, há uma opção para remover os metadados do arquivo.
  • SEO para Google Imagens exemplo 3

  • selecione um por um ou marque todos de uma vez e pronto!

SEO para Google Imagens exemplo 4

10. Compartilhamentos da imagem

Um fator curioso que aumenta o ranqueamento de uma imagem é a quantidade de vezes que essa mídia foi reproduzida em outros sites via embed.

Embed é uma tag HTML que permite que um arquivo de mídia (foto, música, vídeo) de um site seja incorporada em outra página. Quanto mais isso acontece com uma imagem, mais o Google a enxerga como relevante e a ranqueia melhor.

Isso é extremamente útil quando elaboramos infográficos e outras imagens ricas em conteúdo. Uma boa ideia é facilitar e incentivar o embed dessas mídias em outras páginas para melhorar o ranqueamento delas no Google Imagens.

11. Posicionamento da imagem na página

Nós já mencionamos que a posição da imagem no artigo em que ela está inserida é essencial para o seu ranqueamento no Google. Isso acontece porque o conteúdo dos parágrafos próximos da figura ajuda a fornecer contexto ao buscador.

Porém, existe outro elemento de posicionamento que garante melhor ou pior ranqueamento para uma imagem: se ela está perto do topo da página ou não.

O Google recomenda que a principal imagem do seu artigo, aquela que melhor complementa seu conteúdo, deve ficar perto do topo da sua página. Assim, ela ganhará o maior impacto no ranqueamento e fortalecerá a palavra-chave que você quer destacar.

12. Textos dentro da imagem

O Google não recomenda que se coloque uma grande quantidade de texto dentro da imagem que se quer rankear. Isso acontece por dois motivos:

      • o primeiro é que o crawler do buscador não consegue ler esse conteúdo. Isso o torna “inútil” em termos de ranqueamento, já que só está disponível para o usuário;
      • o segundo é que esse texto não está disponível para as ferramentas de tradução automática do Google, o que pode piorar a acessibilidade e experiência do usuário, o que prejudica o ranqueamento da página.

O que o buscador recomenda é que todo texto importante esteja em HTML, acessível ao crawler e oferecendo contexto para as imagens.

No caso de infográficos, é importante lembrar que eles devem ser acompanhados de artigos que tenham informações úteis e expliquem o conteúdo, fornecendo o contexto que o Google pede.

13. Imagens responsivas

Já faz algum tempo que são feitas mais buscas no Google por dispositivos móveis como um smartphone ou um tablet do que por um desktop.

Os dispositivos móveis não são mais o “futuro da Internet”, mas o presente. E se seu site não é responsivo para se adequar a isso, então você tem um grande problema de ranqueamento nas mãos.

Sites que não sejam responsivos são penalizados pelo Google e não aparecem com destaque em buscas feitas em dispositivos móveis. O mesmo acontece com imagens no Google Imagens.

Se você usa uma versão superior a 4.4 do WordPress para gerenciar seu site ou blog, isso não é um problema para você, porque essa versão já formata as imagens como responsivas por padrão.

Porém, se esse não é o seu caso, você deve fazer isso manualmente usando o atributo srcset. O Google ensina como fazer isso nessa página!

14. Relevância da imagem

Os avanços em inteligência artificial para identificar o conteúdo de uma imagem são impressionantes, mas a sua aplicação no mercado ainda é tímida. São poucos os robôs ou algoritmos em uso atualmente que conseguem “ler” uma foto.

Com o Google é a mesma coisa, como já dissemos. A diferença é que o algoritmo do Google Imagens já consegue fazer algum tipo de busca visual para identificar se aquela imagem é ou não o que a pessoa procura.

O sistema não é muito sofisticado, mas é bom o suficiente para que não mostre uma imagem de filhote de cachorro (mesmo com toda a otimização de SEO possível) em uma busca por “Torre Eiffel”, por exemplo.

Por isso, só use a imagem que realmente quer usar. Se for um artigo sobre venda de carros, use uma imagem de um carro e não uma foto qualquer sobre outro assunto.

15. Dados estruturados

O Google Imagens usa o sistema de dados estruturados para criar certos “selos de destaque” para otimizar a busca dos seus usuários.

Funciona assim:

Se você faz um artigo que seja de um dos temas compatíveis com os selos do Google, pode usar os dados estruturados em suas imagens. Assim, elas ganharão o selo e indicarão ao usuário que é exatamente o que ele procura.

O Google Imagens é compatível com 3 tipos de dados estruturados:

  • vídeos;
  • receitas;
  • produtos.

Isso significa que, se sua imagem for relacionada a um desses assuntos, você pode usar os dados estruturados para ganhar o selo de destaque e ver sua imagem rankear melhor no Google Imagens.

Por exemplo: se você tiver um site de receitas especializadas em chocolate, pode usar os dados estruturados para que suas imagens ganhem o selo de “receitas”. Assim, se alguém buscar “receita de bolo de chocolate” no Google Imagens, terá mais chances de entrar no seu site, pois a foto terá uma indicação que se trata do que a pessoa quer.

Pesquisa SEO Trends 2018

16. Open Graph e Twitter Card

Lembra que nós dissemos que quanto mais a imagem do seu site é incorporada em outras páginas, mais relevante ela é para o Google?

Pois bem. Se você criar conteúdo de qualidade, ele será compartilhado organicamente pelos seus leitores nas redes sociais. Isso significa que é possível fazer com que suas imagens sejam incorporadas várias e várias vezes com esses compartilhamentos.

Para isso, você deverá configurar corretamente as meta tags das imagens para redes sociais pelo Facebook Open Graph e Twitter Card.

Isso parece grego para você? Não se preocupe: nós temos um guia completo que ensina como configurar suas imagens para o Open Graph e Twitter Card. É só seguir as instruções e dará tudo certo!

17. Sitemap de imagem

Um sitemap é uma ferramenta essencial para o SEO da sua página, já que ele indica ao crawler do Google a hierarquia dentro do seu site e como ler o seu conteúdo de forma prioritária.

Você provavelmente tem um desses no seu blog ou site. Mas você sabia que pode criar um sitemap exclusivo para suas imagens? Quem recomenda isso é o próprio Google.

O buscador incentiva e ensina como criar um sitemap de imagens para facilitar o trabalho do crawler de achar seus arquivos de mídia e, claro, garantir um melhor ranqueamento para seu site.

18. SafeSearch

Cada vez que uma imagem ou página é marcada como negativa ou bloqueada por um usuário, o Google marca um “pontinho negativo” para o SEO do seu site ou da mídia em questão.

Como tem de tudo na Internet, é comum que pais fiquem preocupados com os conteúdos que os filhos têm acesso online. Para isso, o Google criou o SafeSearch, que filtra materiais impróprios para crianças dos seus resultados de pesquisas.

Portanto, se uma imagem imprópria para menores for exibida em um dispositivo com o SafeSearch ligado, esse conteúdo será marcado como negativo e bloqueado, o que diminuirá o seu ranqueamento no geral.

É por isso que, caso seu site trabalhe com imagens que são impróprias para menores, é necessário indicá-las ao Google para que você não sofra punições. Uma das maneiras mais simples de fazer isso é agrupar todas essas mídias em um local de URL comum.

Por exemplo:

  • http//www.seusite.com.br/adulto/imagem.png

Então, no seu sitemap de imagem, indique ao Google que aquele conteúdo é adulto.

Outra forma é usando metadados para marcar suas páginas como conteúdo adulto. Todas as imagens ali serão filtradas pelo SafeSearch e não serão exibidas para usuários com o sistema ativado, o que impede que você sofra punições.

19. Formato da imagem

Nem todo formato de imagem consegue ser captado pelo Google Imagens. Por isso, use o formato correto se quiser ser ranqueado adequadamente.

Os aceitos são os seguintes:

      • JPEG;
      •  PNG;
      • MBP;
      • GIF;
      • WebP;
      • SVG;
      • imagens in-line.

Formatos como TIFF ou Raw, por exemplo, mais usado em fotografias profissionais, não aparecem no Google Imagens.

O formato mais usado é o JPEG, pois é aquele com maior capacidade de compressão e consegue entregar arquivos com tamanhos pequenos. Porém, como ponto negativo, ele não trabalha com transparências, como o GIF e PNG.

20. Fatores de ranqueamento gerais do site

Nós listamos até aqui 20 fatores exclusivos do SEO para Google Imagens. Mas o que faz o algoritmo do Google ser tão rico e eficaz é que tudo é contextualizado.

Isso significa que um elemento favorece ou prejudica outros e o ideal é que tudo trabalhe em conjunto para obter o melhor resultado possível. Ou seja: os fatores de ranqueamento gerais do seu site contribuem para o desempenho das mídias no Google Imagens.

Se sua página for otimizada para aparecer no Google, então ganhará pontos nas buscas do Imagens. Se não for, você terá problemas em conseguir resultados consistentes com suas mídias.

Por isso o ideal é fazer um trabalho completo, com todos os elementos ao redor do seu site.

Quer saber como fazer isso? Então confira o nosso material completo sobre SEO!

o que é seo

Instagram Creator Accounts
Parte 16

Instagram tem nova atualização: Contas especiais para produtores de conteúdo e celebridades

Nos últimos dias, o Instagram lançou um novo tipo de conta, chamada Creator Accounts, destinada a melhorar a experiência na plataforma de influenciadores digitais, celebridades e criadores de conteúdo.

Essa nova modalidade de conta permite aos usuários high profile filtrar mensagens diretas (directs) e obter análises mais detalhadas sobre seus seguidores.

Por enquanto, a atualização está sendo testada com um grupo pequeno de usuários e será lançada no ano que vem, de acordo com o The Hollywood Reporter (THR).

Segundo entrevista do gerente de produto do Instagram ao THR, “cada vez mais, os criadores de conteúdo confiam no Instagram para se conectar com seguidores e aumentar suas marcas pessoais.

No entanto, as ferramentas disponíveis atualmente para as empresas dificultam o acompanhamento do crescimento e engajamento delas ao longo do tempo.

Estamos criando a nova Creator Account que ajudará a resolver alguns desses desafios e tornar mais fácil aos criadores crescerem suas marcas pessoais no Instagram”.

A verdade é a que essa atualização veio em boa hora!

Com as ferramentas que a plataforma disponibiliza atualmente, se tornou um desafio para influenciadores e celebridades estabelecer conexões com potenciais patrocinadores e outros contatos comerciais.

De fato, o Instagram não oferecia a esse público uma experiência personalizada.

CONTEÚDOS RECOMENDADOS
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Quais são os novos recursos que essa nova modalidade de conta oferece?

  • Filtros de qualidade para mensagens diretas (directs), o que significa que os criadores de conteúdo podem limitar quem tem a capacidade de contatá-los.
  • Insights de crescimento, como dados diários e semanais sobre a contagem de follows e unfollows.
  • Rótulos flexíveis que permitem aos usuários designar como desejam ser contatados.
  • Classificação das solicitações pendentes por relevância ou tempo para garantir que solicitações importantes não sejam perdidas.
  • Filtros para mensagens diretas (directs), permitindo que os criadores classifiquem suas mensagens em lidas, não lidas e sinalizadas.
  • Análise dos Stories e IGTV, permitindo que os criadores vejam o conteúdo que eles criaram e possam entender o que pode ter levado a um aumento ou redução na contagem de novos seguidores.

Guia do IGTV para Empresas

Atualmente, o Instagram fornece algumas análises para contas de negócios, mas não com os detalhes que estariam disponíveis para usuários Creater Account.

E análises detalhadas são importante! Não apenas porque permitem que os titulares de contas avaliem o efeito de seus conteúdos com mais precisão, mas especialmente porque a falta de análises sofisticadas tornou indiretamente algumas contas mais vulneráveis a serem invadidas.

Diversas ferramentas de terceiros surgiram oferecendo os tipos de análises detalhadas que o Instagram não oferecia.

Contudo, hackers passaram a falsificar muitos desses sites. Assim, ao oferecer análises mais detalhadas, o Instagram será capaz de fornecer uma alternativa para esses serviços às vezes duvidosos.

Com essa atualização, o objetivo da nova ferramenta é dar aos influenciadores e celebridades mais controle sobre sua experiênciano aplicativo, da mesma forma que o Twitter fez com os usuários verificados. Isso demonstra que agora o foco da plataforma está voltado para esse público.

E esse esforço deve fazer com que o Instagram se torne uma plataforma mais atraente para esse público, além de armá-lo para competir com o Snapchat.

Ashley Yuki, gerente de produto do Instagram observa que os criadores são “uma parte importante de nossa comunidade”.

E continua: “Queremos ter certeza de que o Instagram é o melhor lugar e o lugar mais fácil para construir comunidades de fãs e também construir marcas pessoais de criadores”.

Se você quer saber mais sobre o Instagram e sobre como ele poder ser útil em sua estratégia de marketing digital, baixa nosso Ebook Marketing no Instagram e esteja um passo à frente dos demais.

Product Camp
Parte 17

Product Camp Review: os maiores insights da trilha de Growth Marketing

Produto, Praça, Preço e Promoção. Quem se formou em Marketing ou trabalha com isso já está acostumado com esses famosos 4 P’s do Marketing.

Acontece que no dia a dia, a busca por conteúdos específicos sobre a nossa área de atuação pode nos levar a focar muito mais em um “P” específico e esquecer dos demais.

Por exemplo, refletindo sobre a minha rotina, percebi que eu foco muito em promoção.

Por isso, foi revigorante participar do Product Camp Brasil 2018, o maior evento sobre gerenciamento de produtos da América Latina.

Foram dois dias de conteúdo com mais de 800 pessoas reunidas em São Paulo/SP para aprender e discutir sobre Product Management, UX e Growth Marketing.

Com 24 palestrantes de grandes empresas como Nubank, OLX, Visa, Gympass, MaxMilhas e QuintoAndar, o evento me fez recordar da importância do P de produto e ainda trouxe vários insights sobre foco no cliente e usabilidade.

Apesar disso, hoje eu quero focar no lado B do evento: a trilha de conhecimentos sobre Growth Marketing.

Confesso que esperava “mais do mesmo” dos tradicionais eventos de Marketing Digital, mas o que eu vi me surpreendeu. E abaixo eu conto um pouco das palestras que eu mais gostei:

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Omnichannel: Como gerar uma experiência multicanal para o cliente e como uma área de Growth contribui para isso

Javier Parejo Dolagaray — Head of Growth, Ammo Varejo

OK, vou ser bastante honesta: quando o assunto é Produto & Tecnologia, eu sempre penso em empresas de software como Google, Apple e Amazon.

E mesmo quando eu penso sobre Growth, apenas marcas como Facebook e Dropbox me vêm à cabeça.

Eu JAMAIS pensaria em algo relacionado a cama, mesa e banho. Mas ainda bem que a equipe organizadora do Product Camp pensou!

Por causa deles, eu tive a oportunidade de conhecer o Javier e entender como o foco na experiência do cliente fez a Ammo Varejo aderir a transformação digital.

Hoje, as marcas mmartan e ARTEX possuem uma complexa estratégia omnichannel que engloba e-commerce, franquias, lojas próprias e lojas multi-marcas.

Ele mostrou como tudo isso foi pensado para garantir uma experiência multicanal agradável e consistente. E, mais do que isso, apresentou números que provam que canais online e offline não precisam, necessariamente, ser concorrentes entre si.

Por exemplo, a opção de comprar um produto no site e retirar em uma loja física se mostrou uma oportunidade perfeita para os vendedores sugerirem produtos complementares, aumentando o faturamento de suas lojas.

Resumindo, a equipe de growth da Ammo Varejo sabe tirar proveito da sua extensa base de dados para entender os clientes e criar ações que incentivam o crescimento de suas marcas.

Marketing de Conteudo e Dados

Quando Growth e Branding andam juntos: Case MaxMilhas

Tahiana D’Egmont — CMO & Partner, MaxMilhas

Tahiana começou compartilhando um pouco da história da MaxMilhas (que foi batizada em homenagem ao dono, Max!), mostrou como é a organização da sua equipe de Marketing e então partiu para 3 cases da empresa:

Black Friday

Assim como outras empresas, a MaxMilhas precisa de uma operação especial para comportar o alto fluxo de visitantes durante a Black Friday.

Pensando nisso, em 2018, Tahiana e sua equipe criaram uma campanha na qual os inscritos receberam descontos antes dos demais, como numa lista VIP.

A ação ajudou a antecipar parte da movimentação da Black Friday e ainda garantiu um aumento substancial na geração de leads.

Dia Mundial das Milhas

Celebrada anualmente no dia 6 de Janeiro, essa data é uma iniciativa criada pela MaxMilhas para atrair novos usuários através de uma estratégia de marketing viral.

A ação parte do pressuposto que quanto mais pessoas se cadastrarem, maiores serão os descontos oferecidos — um estímulo incrível para os clientes convidarem amigos e familiares a participarem da promoção!

Por conta da estratégia, essa data desbancou a Black Friday e se tornou o dia de maior faturamento da empresa.

Desafio do Amor a Distância

Conectando a marca com um propósito altamente emocional (relacionamentos), essa campanha utilizou os princípios da gamification engajar com o público e reforçar o branding da MaxMilhas.

Para participar, as pessoas que tinham um relacionamento à distância deviam cumprir 5 desafios:

  • cadastro;
  • troca das fotos dos perfis do Facebook para o avatar da campanha;
  • um post no Facebook avisando os amigos sobre a participação no desafio;
  • outro post fazendo uma declaração de amor;
  • e, por fim, conquistar 100 curtidas no perfil do casal dentro do site da promoção.

Aqueles que cumpriram todas as etapas conseguiram 5 cupons promocionais de 3.000 milhas para garantirem a viagem de reencontro.

O resultado final, além do impacto em brand awareness, foi um aumento significativo no engajamento das redes sociais da MaxMilhas, um alto número de visitantes no site da promoção e dezenas de depoimentos agradecidos que servem como prova social para a empresa.

Quer aprender mais sobre construção de marcas? Acesse nossos ebooks gratuitos:
Manual do Branding
Guia do Employer Branding

Growth Hacking Mindset

Philip Klien — Chief Growth Officer, OLX

“PK” tem um currículo de causar inveja: além de ser o atual diretor de Growth da OLX, já passou por grandes empresas como Twitter, Uber, Predicta e SiteApps.

E foi compartilhando as experiências que viveu nessas empresas que ele conseguiu mostrar que growth é muito mais do que os hacks e as “receitas” que são compartilhados na web.

Dentre os cases que ele comentou, alguns me chamaram a atenção:

A troca do botão “favoritar” por “curtir” no Twitter

Embora essa troca pareça simples e até “irrelevante”, Philip falou que essa mudança trouxe um aumento substancial no engajamento dos usuários do Twitter.

E o mais engraçado é que eu vivi esse momento! Lembro de entrar no Twitter em 2009 e achar muito estranho “favoritar” as coisas. Eu só usava esse botão para “salvar” citações ou links interessantes.

Quando ele virou um coração, passei a utilizá-lo com mais frequência para mostrar o meu suporte ou interesse em algum conteúdo…. e mais pessoas fizeram o mesmo, o que tornou a rede muito mais ativa.

Sua empresa também está no Twitter? Descubra como tirar mais proveito dessa rede social com a ajuda do nosso Guia de Marketing no Twitter.

Concorrentes “pescando” motoristas na frente do escritório do Uber

PK mostrou uma selfie sua na frente do escritório do Uber onde era possível ver algumas pessoas no fundo, com o uniforme de outros aplicativos de transporte.

De acordo com ele, essas empresas sabiam que muitos motoristas iam até o escritório do Uber resolver questões burocráticas e, por isso, aproveitavam o momento para convencê-los a utilizarem seus aplicativos também.

Embora a atitude seja considerada uma tática “black hat”, ela era certeira: a empresa conseguia abordar e adquirir novos usuários com um CAC baixíssimo.

Inovando a Inovação

Pedro Waengertner — CEO, ACE Startups

Confesso que quando vi o nome da palestra do Pedro, não senti muita empolgação: achei o título “startupeiro” demais. Porém, quando ele assumiu o palco, derrubou meu preconceito e muitas das convicções errôneas que são espalhadas no mercado.

O talk foi baseado no livro dele, “A estratégia da Inovação Radical”, e deu uma prévia dos 6 princípios da inovação radical. São eles:

1 – Design organizacional

Ao contrário do que parece, esse tópico não tem nada sobre mesas de ping pong e máquinas de choppe no escritório.

Aqui, design organizacional é sobre incentivar o intraempreendedorismo, ou seja, permitir que os funcionários sejam criativos e pensem em novas iniciativas dentro da própria empresa.

2 – Gestão ágil

De nada adianta deixar as pessoas terem novas ideias se elas não conseguem estruturar o projeto e/ou precisam da validação de diversos stakeholders.

Resumindo, gestão ágil é sobre encontrar o melhor fluxo de trabalho para viabilizar ideias inovadoras.

3 – Parcerias

Já dizia o provérbio africano: “Se quer ir rápido, vá sozinho. Se quer ir longe, vá em grupo.

Como o objetivo da maioria das empresas é ter uma vida longa e próspera, nada melhor do que contar com o suporte de outras companhias para viabilizar novos produtos ou serviços.

4 – “Mate seu próprio negócio”

A ideia aqui é fugir do famoso problema de miopia em marketing e dar espaço para iniciativas que parecem distantes do seu produto ou até mesmo aquelas que vão contra ele.

Por exemplo, você já parou pra pensar no que teria acontecido se a Kodak tivesse investido em inovação e criasse as câmeras fotográficas digitais? Pois é!

5 – Pensamento de investidor

As empresas têm medo de errar. Fato.

E é exatamente por isso que elas precisam aprender a pensar como os investidores: eles colocam dinheiro em 10 startups e sabem que provavelmente 8 delas vão falir.

A questão é que as outras 2 vão dar TÃO certo, que vão compensar as perdas financeiras das outras 8, o que faz o risco valer a pena.

Ou seja, foque nos resultados que você pode obter e não no prejuízo que os seus testes podem causar.

6 – Foco no cliente

Por fim, reforçando a ideia que foi transmitida durante todas as outras palestras, uma inovação que não gira em torno do cliente não terá sucesso.

Simples assim.

Resumindo

A trilha de Growth do Product Camp acertou em cheio ao trazer palestrantes de diferentes mercados para compartilhar cases reais.

Ver na prática o que já foi feito por outras empresas é uma forma de aprendizado muito mais estimulante. Não é à toa que eu aguardo ansiosamente pela edição de 2019!

E você, costuma frequentar muitos eventos sobre Marketing & Produto? Então veja nossa lista com os melhores eventos sobre esse tema no Brasil!

Resultados omitidos no Google
Parte 18

Resultados omitidos no Google: saiba o que fazer quando suas páginas não aparecem nos resultados de busca

Então o seu site teve resultados omitidos no Google? Calma, antes de arrancar os cabelos, saiba que essa situação é reversível.

É claro que existe a emergência para recuperar o tráfego perdido. Afinal, nos casos em que grande parte das visitas é oriunda dos motores de buscas, isso representa um déficit considerável à receita recorrente da empresa.

Mais do que isso, perde-se exposição da marca, cadastros de leads e, é claro, vendas. Afora os recursos desperdiçados ao longo dos anos em um árduo trabalho de SEO.

Nessa difícil circunstância, é preciso tomar algumas ações para reverter o quadro e voltar a figurar na listagem orgânica.

Se você passa por esse problema, fique tranquilo, pois chegou ao lugar certo. Neste artigo, descubra o que fazer quando o seu site tem resultados omitidos do Google. Continue a leitura e recoloque-os no lugar de onde nunca deveriam ter saído!

O que são resultados omitidos em um mecanismo de buscas?

Quando uma estratégia de Inbound Marketing é colocada em prática, e a maior parte de suas etapas são realizadas de forma estruturada, existe ainda a possibilidade de algumas páginas não rankearem no Google.

Ou seja, apesar de todos os processos do funil de vendas, de otimização, produção de conteúdo relevante e investimento nas melhores ferramentas de Email Marketing e automação para sua equipe, algo pode ter dado errado no meio do caminho.

E esse algo é a identificação do seu conteúdo como sendo um resultado omitido.

Basicamente, essas são páginas com alto potencial de ranqueamento que, por algum motivo, não estão listadas no maior buscador do mundo.

Essa conjuntura é diferente, por exemplo, de uma página que sofreu penalizações e caiu para a segunda página de resultados.

Aqui falamos de casos específicos nos quais o site simplesmente é negligenciado pelo algoritmo. Ou seja, quando o robô exclui a página dos resultados de pesquisa.

Kit Planejamento do Funil de Vendas

Por que as páginas de um site desaparecem do Google?

O objetivo do Google é apenas um: proporcionar a melhor experiência para o usuário. Ou seja, solucionar suas dúvidas e resolver seus problemas de maneira objetiva.

Regularmente esses ideais entram em conflito com o propósito dos negócios. Afinal, a finalidade comercial, muitas vezes, é antagônica à intenção do usuário, e é bem difícil conciliá-las.

Um pop-up, por exemplo, pode ser ótimo para a empresa, mas proporcionar uma experiência ruim para o visitante.

Apesar disso, não são raros os casos em que o webmaster age de má-fé para explorar as falhas dos crawlers, ocultando a palavra-chave por detrás de imagens, redirecionando automaticamente URLs e outras ações consideradas antiéticas.

A essas atividades que vão contra as diretrizes do Google dá-se o nome de black hat.

Quando o buscador detecta práticas que prejudicam o navegante, penaliza aquelas páginas de maneiras variadas, dependendo do nível de interferência na experiência do internauta. Algumas delas incluem, inclusive, a desindexação da página e até mesmo do domínio.

Em resumo, a retirada de páginas de aterrissagem do Google são um mecanismo de defesa do Googlebot.

Quando o robô identifica uma página como conteúdo duplicado, a exclusão é quase imediata. Afinal, não faz sentido dois resultados com textos idênticos (ou extremamente semelhantes) ranqueados.

Outro caso comum de exclusão do Google é quando uma página redireciona o usuário para outra landing page completamente alheia ao que foi prometido no título e na descrição.

Há outras razões para punições do Googlebot, como:

  • URL não-relacionada: ocorre quando uma URL não condiz com o SEO title;
  • PBNs: redes de blogs privadas criadas com o único intuito de compartilhar links e repassar a autoridade;
  • Cloacking: camuflagem por meio da entrega do IP, que faz com que o conteúdo apareça de uma forma no motor de busca e de outro na página;
  • Keyword stuffing: com o objetivo de burlar o Google, alguns administradores “spameiam” a palavra-chave. A alta densidade tem efeito reverso.

Existem mais “multas” e práticas que resultam em efeitos menos drásticos. A principal é a perda de posicionamento no ranking.

Porém, mesmo depois de aplicar corretamente todas as diretrizes e agindo conforme a “Lei do Google”, ainda há outra grande questão que faz com que as páginas desapareçam: a concorrência entre palavras-chave em um mesmo domínio.

Antes, vale ressaltar que há diferentes razões em páginas que ranqueiam e aquelas que ainda não são listadas no buscador. Vamos falar um pouco sobre o tema a seguir.

Resultados omitidos em páginas que já ranqueiam no Google

Em busca de melhores resultados para seus sites, muitos administradores acabam exagerando nos esforços para ranquear no motor de pesquisas.

Nesse caso, o Google pode omitir alguns resultados em função de múltiplas páginas falando sobre o mesmo tema.

Vamos supor que um blog sobre jardinagem crie três textos diferentes para a palavra-chave Jardim de Inverno:

  • Jardim de inverno: como fazer um na sua sala
  • Como fazer um jardim de inverno para impressionar as visitas
  • Passo a passo para fazer um jardim de inverno em casa

Perceba que, mesmo que os três textos tenham qualidade, o Google provavelmente não vai ranqueá-los na 1ª, 2ª e 3ª posições.

Em vez disso, ele ignorará um ou dois deles e mostrará resultados de domínios diferentes nos demais links.

Quando isso acontece, o mecanismo pode exibir um link clicável com os dizeres “exibir mais resultados de [domínio]”. 

A competição entre termos de pesquisa em um mesmo site tem nome: canibalização de palavras-chave. Nesses casos, o DA (Autoridade de Domínio) e o PA (Autoridade de Página) são desconsiderados.

Isso pode se tornar um grande problema quando um site tem dezenas de URLs disputando as mesmas keywords.

Existe ainda outro motivo (cuja razão é humana) para tal: o usuário simplesmente não gosta de resultados que levem para o mesmo domínio.

Segundo o ex-chefe da equipe de spam da empresa, Matt Cutts, observar um leque de opções e escolher aquele que melhor se encaixa para obter as respostas (em outras palavras, a deliberação) faz parte da cultura do internauta. 

Dossiê das Palavras Chaves

Resultados omitidos em páginas que ainda não ranqueiam no Google

Em alguns casos, empreendedores iniciantes criam seus sites do zero e eles simplesmente não aparecem nos resultados de buscas.

A primeira coisa que você deve saber, nesse caso, é que o Google não indexa as páginas imediatamente. Portanto, em domínios recém criados, é possível que haja a necessidade de esperar um tempo.

O webmaster também pode auxiliar o crawler indexando as páginas manualmente pelo Google Search Console. Para isso, é preciso inserir um arquivo de sitemap.

Outra possibilidade é a de que o site simplesmente esteja marcado para “não aparecer nos mecanismos de buscas”.

Isso é bem simples de resolver nos principais CMSs, como WordPress, Blogspot e Wix. Geralmente é apenas um marcador assinalado que precisa ser desativado. Apesar da simplicidade, vale conferir antes de tomar uma atitude.

Agora, caso a sua página já esteja indexada e mesmo assim não apareça nas SERPs, isso pode significar que ela apresenta um conteúdo muito semelhante a outra já listada no Google, e até mesmo no seu próprio blog.

“Se os conteúdos são parecidos, por que apenas a do meu concorrente é elencada?”, você deve estar se perguntando. A idade do domínio é um dos muitos fatores de ranqueamento — eis a razão!

Existe um meio para encontrar os resultados escondidos?

Sim, há uma forma bastante simples para observar os resultados ocultados pelo Google. Para isso, siga os seguintes passos:

  • Passo 1: Abra a página do Google;
  • Passo 2: Digite o termo desejado na barra de pesquisas e realize a busca;
  • Resultados omitidos do google 1

  • Passo 3: Vá até a última página de resultados.

Em alguns casos, esse último item pode ser uma difícil tarefa, já que, por alguma razão, a plataforma não permite ir direto para a última SERP.

Logo após o último item da lista, aparecerá a seguinte mensagem:
Resultados omitidos do Google 2

  • Passo 4: Clique no link da última frase.

A seguir, a pesquisa será refeita, mas dessa vez mostrará os resultados que foram escondidos. Compare as SERPs e descubra quais páginas foram emitidas.

resultados omitidos do google 3

Encontrando artigos relacionados de um site

Se a sua intenção é buscar quais artigos podem estar se canibalizando para determinadas palavras-chave, saiba que é possível descobrir quais são eles.

Um método interessante para fazer essa pesquisa dentro do seu próprio site é por meio de um hack simples. Use o comando “site:”. No caso deste blog, ficaria assim:

  • site:marketingdeconteudo.com

Dessa maneira, todas as páginas do site que aparecem no Google serão listadas. Aqui podem ser incluídas aquelas que podem estar se canibalizando ou não.

Caso você queira procurar por um artigo específico, digite a palavra-chave logo depois da URL. Assim:

resultados omitidos do google 4

Assim, o Google mostrará todos os posts ranqueados para o termo em questão. Depois, tudo que você precisa fazer é checar se ambos aparecem entre as SERPs quando realizada uma busca normal.

Aqui, vale frisar, as páginas possivelmente não se canibalizam porque você mostrou ao mecanismo que deseja ver todas as páginas do domínio, e não apenas algumas.

Agora, na busca regular, elas podem desaparecer dependendo da palavra-chave utilizada. A omissão de páginas depende, portanto, da intenção do usuário.

O que fazer quando um site tem resultados omitidos no Google?

Após confirmada a omissão de resultados no Google, é chegada a hora de colocar a mão na massa e corrigir o problema.

É claro que a primeira coisa a ser feita é checar se não há contratempos de indexação direta no Google Search Console ou no CMS. E, é claro, saber se não é um caso de penalização ao site.

Feito isso, lembre-se de manter a calma, pois as coisas não serão resolvidas de uma hora para a outra. O ideal é analisar cada um dos elementos abaixo e aguardar pela reindexação das páginas.

Guia do Google Search Console

Modificação do título, da URL e da meta description

A primeira coisa que você pode tentar fazer é relacionada ao conteúdo. Como dito, páginas com conteúdos muito semelhantes podem desaparecer.

Portanto, tente diferenciar o título, a URL e a meta description das páginas que estão se canibalizando.

Vamos a um exemplo simples. Em um site de venda de aeromodelos, há dois artigos que disputam posições no Google para a mesma palavra-chave. São eles:

  • Guia: como comprar aeromodelos na internet
  • Saiba onde e como comprar aeromodelos nas principais cidades do Brasil

Perceba que, mesmo com intenções diferentes, há termos de pesquisa exatamente iguais nos dois títulos. Nesse caso, “como comprar aeromodelos”.

Mesmo com a indexação semântica (LSI), o robô nem sempre consegue diferenciar os termos de pesquisa semelhantes.

Caso o usuário faça exatamente essa busca, as páginas serão conflitantes, concorda?

No entanto, se o usuário pesquisar por “como comprar aeromodelos na internet”, certamente terá como resultado a primeira opção.

Ao mesmo tempo, se buscar por “como comprar aeromodelos no Rio de Janeiro” (considerando que o texto referente contenha um subtópico com o nome da cidade), ele provavelmente será direcionado ao segundo.

A indicação aqui é melhorar os termos utilizados para que sejam mais específicos. Nesse exemplo, poderíamos trocar o segundo título para:

  • Melhores lugares para compra de aeromodelos nas principais cidades do Brasil

Aqui, provavelmente, a semântica trabalhará a favor do webmaster e o resultado será exibido mesmo sem a utilização da palavra-chave exata. Ou seja, “compra de” em vez de “comprar”.

Ah, isso também deve ser observado na URL e na meta description, o que pode fazer com que um texto realmente seja identificado como distinto do outro.

Alteração do conteúdo

Conforme mencionado, existe a possibilidade de o Google ocultar uma página de resultados quando o conteúdo é muito semelhante ao de outra.

Sendo assim, a inserção de novas informações no texto são um ótimo meio para trazer valor àquela page e mostrar ao crawler que o seu texto é diferente.

Apesar disso, as informações adicionais podem fazer com que o robô identifique-a como mais valiosa. Se ambas pertencerem a um mesmo domínio, o que pode ocorrer é a inversão de lugares.

Por isso, a recomendação é o incremento pontual, com informações realmente ricas e que respondam a perguntas diferentes do usuário.

No caso de páginas concorrentes, você precisa superá-las. Insira novos tópicos e vá além do que já existe na web para que o Googlebot reconheça o seu valor.

Vale a pena, inclusive, verificar a estruturação das páginas que estão bem posicionadas para criar algo melhor. Responda às mesmas questões de maneira mais didática e adicione novos dados, além, é claro, de investir nas melhores práticas para a otimização orgânica.

Guia do SEO 2.0

Checagem da arquitetura do site

Muitos websites estão sujeitos à duplicação de conteúdo com frequência, principalmente em diretórios com uma grande quantidade de landing pages.

Por exemplo: lojas virtuais. Os produtos de um mesmo e-commerce podem ser encontrados em diferentes categorias, o que acaba gerando páginas com URL e conteúdos muito semelhantes, quase idênticos.

Isso também é válido para blogs grandes e suas diversas categorias. Veja as URLs a seguir:

  • www.domonioaleatorio.com/o-que-e-marketing
  • www.dominioaleatorio.com/o-que-e-marketing-digital

Nesse caso, elas estão concorrendo para a intenção de busca “o que é marketing”, certo? De acordo com o primeiro tópico, uma boa ideia seria utilizar a cauda longa em uma delas, transformando-a em uma URL mais específica, como:

  • www.dominioaletorio.com/o-que-e-marketing-tradicional

No entanto, essa modificação poderia prejudicar o tráfego, já que o termo alterado tem menor volume de buscas ou maior concorrência, por exemplo.

Assim, outra ideia interessante é interferir previamente na URL, alterando categorias. Ficando assim:

  • www.dominioaleatorio.com/categoria/marketing-tradicional/o-que-e-marketing
  • www.dominioaleatorio.com/categoria/marketing-online/o-que-e-marketing-digital

Como você pode ver, há diversas possibilidades e variáveis. Apesar disso, vale lembrar que a realização de testes é sempre o caminho mais certeiro rumo ao objetivo em estratégias digitais.

Portanto, se algo não funcionar como recomendado, tente realizar outras alterações para voltar à posição original dos artigos.

No caso de duas páginas conflitantes com conteúdos idênticos, o reajuste é muito mais simples: escolha a mais recente e apague-a.

Essa ação só deve ser realizada caso a página em questão seja realmente descartável. Se ela tiver alguma utilidade, fique atento ao próximo tópico.

Repasse de autoridade

Pense no seguinte caso: você tem páginas muito semelhantes no seu blog que estão canibalizando-se.

A primeira ideia que vem à mente é apagar uma delas, como recomendado no tópico anterior.

Porém, há outra questão muito importante: essas páginas podem ter muitos backlinks e social posts valiosos apontando para ela. Ou seja, ela possui um alto índice de Page Authority. Não podemos desperdiçar isso, não é mesmo?

Em casos como esse, existem possibilidades. A primeira é o repasse de autoridade, utilizando a principal como post satélite e dizendo ao Google que deve dar prioridade a ela.

Em uma ação alternativa, você pode mesclar os conteúdos, reformulando-o para criar um super artigo, ou seja, um texto só, que responde a todas as dúvidas do usuário.

É claro que, nesse caso, redirecione automaticamente o tráfego gerado para a URL principal.

Depois de realizadas todas essas ações, é bem provável que os resultados omitidos no Google voltem a figurar na listagem de links da SERP.

Tenha em mente que o melhor caminho não é simplesmente apagar algumas páginas, mas retrabalhá-las para que apareçam em diferentes intenções de buscas.

E então, este texto foi útil para você? Nesse caso, conheça também o nosso kit completo para dominar o Google!

Kit Domine o Google

site kit by google
Parte 19

Google anuncia plugin com integração com Analytics, Search Console e muito mais

O Google anunciou um novo plugin para WordPress que fornece insights das ferramentas da empresa para usuários da plataforma.

A novidade promete facilitar a experiência dos usuários da marca. Confira mais sobre a ferramenta abaixo.

Chamado de Site Kit by Google, o recurso permite que o acesso a informações como Buscador do Google, Analytics, AdSense e PageSpeed Insights (que identifica possibilidades de otimização para seu site), tudo isso pelo painel de administrador do WordPress.

Como funciona o Site Kit by Google?

A empresa apresentou a novidade por meio deste comunicado:

“Com o Site Kit instalado, os usuários do WordPress podem acessar, de maneira unificada, insights, possibilidades e produtos do Google diretamente por meio do painel de administrador do WordPress. O Site Kit também fornece links para os produtos do Google para relatórios avançados e configuração de uso.”

O Google vai lançar a funcionalidade para testes beta no início de 2019. Usuários interessados em instalar o plugin pode se inscrever para uma versão teste aqui.

Esse recurso não adiciona novos insights aos que já estão disponíveis nas ferramentas do Google, mas ele torna muito mais fácil o acesso a estes recursos.

Por exemplo, os usuários podem navegar para uma página em seu website e clicar no botão Site Kit no painel do administrador para ver informações daquele domínio, em específico.

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O plugin ainda notifica o usuário quando atingir marcos de publicação e mostra algumas estatísticas para os posts recém-publicados.

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Os planos do Google para expandir as possibilidades e integrações do Site Kit no futuro vão se basear no feedback dos usuários da versão beta.

Gostou da novidade? Então aproveite também para já ir melhorando os seus conhecimentos sobre as plataformas da empresa, como é o caso do Google Analytics!

Guia Completo do Google Analytics

Conteúdo traduzido e adaptado de artigo do Search Engine Journal.

Ferramentas de vendas
Parte 20

As 31 melhores ferramentas de vendas para dar agilidade ao seu time

As vendas de um negócio não crescem da noite para o dia, e também não existe uma fórmula ou ferramenta mágica que faça seus resultados triplicarem.

O sucesso nas vendas está na sintonia entre todos os elementos do setor comercial como equipe, processos, estratégias e sistemas utilizados. Todos eles, unidos, jamais serão vencidos — principalmente se focados no mesmo objetivo.

Seguindo a ideia da conectividade e união desses elementos, as tecnologias e ferramentas de gestão são muito bem-vindas, não é mesmo?

Por isso, saiba como fazer a escolha das ferramentas mais adequadas para seu tipo de negócio com a nossa lista completa das melhores soluções e suas aplicabilidades.

Conheça cada uma delas e veja quais podem ajudar a criar uma sintonia entre seus elementos comerciais.

Para relacionamentos e experiências comerciais mais significativas

Começando a lista por uma das bases mais fundamentais para o sucesso das vendas: o relacionamento com o cliente.

1. Sistema CRM

Não adianta, se você quer ter um desempenho alto nível com vendas, você simplesmente precisa de um sistema de CRM.

A produtividade e eficiência do seu time só vai alcançar o nível de estado da arte se você medi-las constantemente e tomar decisões embasadas com métricas de desempenho, e não em achismos.

Para tanto, é necessário um sistema que consiga ter controle de pipeline, relatórios, KPI’s, análise histórica de performance e integrações com outros sistemas como ERP’s ou plataformas de automação de marketing.

Para conseguir previsibilidade, por exemplo, é preciso medir tudo isso e mais e muito mais.

2. Pipedrive

Organização é um dos requisitos básicos para um bom vendedor, pois contribui muito para ele saber qual lead abordar, no momento certo e com o discurso adequado. Contudo, como se manter organizado quando a sua cartela de clientes é grande? Usando um CRM!

Existem vários modelos de CRM. Entretanto, se essa ferramenta ainda é novidade para o seu time, opte por uma com a interface simples e intuitiva, como o Pipedrive.

O sistema permite ao vendedor registrar todas as informações de um consumidor, desde o seu primeiro contato até o pós-venda. Já para o gerente de vendas, o Pipedrive é útil para montar estratégias.

O sistema gera relatórios que contribuem para a tomada de decisões e ainda permite acompanhar o desempenho de cada membro do comercial.

Outro ponto positivo do CRM da Pipedrive, além da gestão de vendas, é a opção de integrar com outras ferramentas. Essa possibilidade otimiza o trabalho do vendedor, que não precisa trocar de sistema na hora de realizar suas tarefas.

3. RD Station

Explore as ferramentas usadas em seu departamento de marketing. A RD Station, por exemplo, mesmo sendo um sistema de automação de marketing, pode ajudar a sua equipe comercial a aumentar as vendas.

A RD reúne várias informações sobre o lead, como os tipos de materiais que ele baixou, a frequência que ela acessa o site, as páginas mais visitadas, quantos e quais emails ela interage mais, quais emails ela abre e outros dados estratégicos.

Sabendo disso, o vendedor pode fazer um contato bem mais personalizado e próximo com o lead, podendo agradá-lo na primeira conversa. Atendimento bem feito, mais chances de fechar a venda, concorda?

4. Outreach

Se o RD Station permite a automação das campanhas de acordo com segmentações, é importante sair quais delas e em qual ordem um lead foi sensibilizado, certo? Principalmente quando ele faz contato com a empresa.

Nessas situações, é preciso entender o quão bem nutrido ele está em relação aos diferenciais do negócio, e com o Outreach, as campanhas e ações de vendas automatizadas poderão ser colocadas em ordem.

Ele pode ser integrado com o CRM do negócio, e assim, permitir a busca por campanhas cadastradas, sua publicação para uma lista de prospecção e posteriormente, análise de desempenho, seja por email ou mensagem de voz.

5. Ghostery

Quando vamos avaliar a qualidade de um lead, um dos vários pontos que você deve verificar é o site dele. Vários elementos evidenciam que foi investido tempo e dinheiro ali, como:

Mas além desses elementos visíveis, podem haver outros que você não consegue ver apenas acessando e navegando no site.

Por exemplo, eles usam ferramenta de automação de marketing? Qual a plataforma de e-commerce ele está usando?

Essas e outras informações você pode obter com o Ghostery, que verifica códigos de rastreamento deixado por essas ferramentas e pode ser facilmente instalado como extensão do Google Chrome, veja:

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Além de ter melhor noção do tamanho do investimento feito no site, você pode usar esse tipo de informação para descobrir o processo de compra desse lead e se prevenir de objeções.

Imagine o cenário:

“Vi que vocês possuem automação de marketing, certo? Para contratar uma ferramenta como essa, é preciso autorização de todos os sócios ou apenas do diretor de marketing? Quanto tempo levou o processo?”

Você precisa entender o processo de compra para fechar mais vendas.

6. Datanyze Insider

O Datanyze Insider é também uma extensão do Chrome que dá algumas informações sobre ferramentas utilizadas, mas mais do que isso: fornece inteligência comercial completa sobre a situação da empresa, como receita média, número de funcionários, telefone, endereço e mais.

Veja:

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Além disso, você pode exportar essas informações para sistemas de CRM, como o Salesforce, e construir um pipeline.

7. SEMRush

Sim, sim, já falamos muito do SEM Rush aqui, e como ele é ferramenta essencial para o time de marketing. Mas ele também pode ser muito bem aproveitado pelo time de vendas.

Com ele, você consegue equiparar o site do seu prospect ou lead com o de seus principais concorrentes, extrair inteligência de como ele está atualmente — palavras-chave que estão levando usuários ao seu site, backlinks e mais — e apresentar uma análise aprofundada.

Esse raio-x pode funcionar para chamar a atenção (hey, seus concorrentes já estão executando ações para ficar na sua frente digitalmente), ou para montar um plano de ação com base no cenário atual deles.

Você pode exportar dados e montar gráficos que ilustrem melhor a situação, como no exemplo abaixo:

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“Poxa João, mas eu não ofereço serviços de marketing”, tudo bem, mas os relatórios do SEM Rush podem dizer muito da maturidade do seu prospect, e você pode decidir se ele pode inclusive ser um bom fit para comprar seu produto, por exemplo.

É comum achar que o SEMRush só pode ser utilizado pelo setor de marketing. Afinal, é uma das ferramentas queridinhas desses profissionais. Entretanto, o seu time de vendas pode se beneficiar com ele.

Para propostas irrecusáveis

Outra etapa fundamental para a conversão de mais vendas é criar propostas personalizadas e de maneira ágil, e algumas ferramentas oferecem soluções nesse sentido.

8. Proposify

Essa ferramenta permite a criação de propostas mais eficientes, ou seja, com objetividade, mas garantindo que todos os aspectos estarão discriminados no documento.

É possível utilizar vários templates de propostas já disponíveis na biblioteca da aplicação, que, aliás, foi construída a partir de cases de sucesso de outros usuários, por exemplo. Seus layouts são modernos e transmitem bastante confiabilidade.

Também pode ser integrada com outras soluções de vendas, como os CRMs e sistemas de assinatura digital, e além disso, os usuários da Proposify conectados em determinada negociação podem interagir e receber notificações do andamento do documento.

9. Profit Story

Para melhores vendas, é preciso saber negociar. E nesse sentido, é preciso entender que a maioria dos clientes tentará barganhar o preço dos produtos e serviços.

Com o Profit Story é possível calcular a margem de lucro da propostas em poucos segundos e fechar a venda sem que o novo valor ou forma de pagamento sugerida pelo cliente impacte as finanças da empresa.

A ferramenta também auxilia em outros cálculos complexos da área comercial, mas que também podem ser utilizados na elaboração de propostas, como:

  • valor do custo unitário por produto;
  • valor do preço de vendas;
  • break even do negócio;
  • comparativo entre a estratégia ou proposta de preço.

Para fazer a gestão das informações sobre seus clientes

Sistemas CRM naturalmente garantem a gestão dos dados sobre os clientes, mas algumas soluções podem servir de apoio estratégico.

Empresas que atuam com uma equipe de sucesso do cliente, por exemplo, podem usar soluções dessa modalidade para armazenar informações de toda ordem que julguem necessário para a conexão perfeita e uso posterior.

10. Evernote

Trabalhar com inside sales normalmente implica que você vai conversar bastante no telefone ou em ferramentas como Skype ou Google Hangouts.

De qualquer forma, você vai precisar tomar nota de muita coisa que seu prospecto disser.

Toda aquela informação valiosa que você vai conseguir — especialmente se aplicar o framework GPCT — precisa ser lembrada e levada em conta tanto para elaborar uma proposta, quanto para lembrar de pontos importantes das reuniões e negociações.

Por isso, o Evernote é um software fantástico, que permite que você crie um tipo de “cadernos virtuais”, salve e compartilhe as anotações em tempo real com outros envolvidos no relacionamento.

Ele também pode ser acessado em smartphones e tablets com um app proprietário, e possui diversos modos de uso, recursos como escrita com caneta stylus e muito mais.

Ele tem um uso gratuito e limitado, e também versão paga. Vale a pena conferir!

11. Onenote

Outra ferramenta similar ao Evernote, o Onenote é fabricado pela Microsoft, e, como todas as suas outras soluções, oferece opções de integração com as demais que pode trazer uma série de benefícios para os resultados.

Ou seja, o Onenote busca todos os dados registrados na conta Microsoft do usuário e deixa disponível na nuvem para consultas e edições no ambiente online.

É possível organizar links, imagens, desenhos, textos, tabelas, áudios e muito mais.

12. Google Keep e Docs

São duas soluções distintas da Google e muito eficientes para o armazenamento de informações e compartilhamento de edição.

Imagine uma teleconferência para discutir os detalhes de um contrato de prestação de serviços. As duas partes possuem uma versão do documento, mas querem, juntas, fazerem algumas alterações e aditivos no documento.

Com o Google Docs, por exemplo, é possível criar um documento e compartilhá-lo com diversos usuários, configurando seus acessos apenas para visualização ou acesso completo.

O Keep é uma ferramenta excelente para fazer anotações virtuais de um evento ou reunião, por exemplo. Porém, ao contrário do Docs, a adição de imagens externas, como a logo do site de um cliente, não pode ser inserida diretamente, mas por meio do Google Drive.

No caso do Docs, essas inserções são diretas. Além disso, toda alteração no conteúdo pode ser discriminada, apontando, inclusive, quem foi o usuário responsável por ela.

Mais um detalhe: Google Keep e Docs são gratuitos.

13. Dropbox

A ideia do Dropbox é simples, e talvez seja isso que a coloque como uma das ferramentas para vendas mais versáteis da lista. Permitir o armazenamento de documentos e fotos na nuvem e garantir que eles possam ser acessados remotamente.

Sua simplicidade é tão grande que o próprio Steve Jobs quis comprar a empresa no passado, e com a negativa, criou tempos depois o Icloud, que oferece o serviço similar, porém, inclusivo para os usuários da Apple.

E como ele pode ser usado nas vendas?

Uma empresa pode ter um conjunto de documentos que definem os processos de implantação de seus serviços, mas demandam que os clientes preencham algumas informações para que a personalização seja feita corretamente.

Assim, compartilhando tais dados pelo Dropbox, é possível criar uma pasta de documentos com acesso restrito dos usuários cadastrados e até mesmo receber uma notificação quando alterações nos documentos forem executadas.

Ou seja, se o vendedor mandou e o cliente não respondeu em dois dias, é possível fazer um contato para que o processo não esfrie.

Com a mesma agilidade, assim que o arquivo for finalizado o vendedor pode agilizar a etapa seguinte para surpreender o lead com a eficiência e personalização.

E se der algo errado, ainda é possível consultar seu histórico para identificar os responsáveis pelas últimas modificações.

14. Dragon

O Dragon é um aplicativo disponível para iOS e Android muito prático para realizar anotações por meio de voz sobre uma reunião ou insights de vendas, por exemplo.

Além disso, tais dados podem ser convertidos em mensagens de texto, email e até aplicativos de mensagens instantâneas facilitando assim, o andamento das negociações.

Com a ferramenta é possível, inclusive, customizar algumas palavras como termos técnicos e fazer sua integração com outras soluções dessa lista, como o Dropbox e Evernote.

Para prospectar eficientemente

Não é mistério para nenhum gestor que a etapa da prospecção deve estar em total sintonia com a área de marketing da empresa, por isso, as ferramentas mais estratégicas serão compartilhadas entre os dois setores.

15. Find that Lead

Com o nome, sobrenome e URL da empresa já é possível descobrir o email da pessoa que você quer prospectar usando o Find that Lead.

Muitas vezes a quantidade de leads gerada pelos canais de inbound na quantidade necessária não é atingida, portanto ainda é preciso manter um trabalho paralelo de outbound.

Essa é uma ferramenta, no entanto, que traz outros benefícios e soluções. Atenção às suas características:

  • é uma extensão do Google Chrome, o que permite captar emails do LinkedIn, Twitter e sites dos clientes que forem visitados na aba;
  • permite criar listas de prospecção eficientes e em poucos minutos ao determinar as variáveis que definem a buyer persona da estratégia;
  • pode ser usada para verificar se o email de um prospect está correto;
  • permite pesquisa e localizar o email do tomador de decisão de um negócio, no caso de empresas que atuam no mercado B2B.

A mistura de estratégias inbound e outbound marketing, aliás, continua sendo a escolha da maioria das empresas.

Para trazer um dado mais preciso, de acordo com a pesquisa Martech, 58,1% dos negócios ainda apostam nesse mix de ações de prospecção e relacionamento.

16. Hunter

O princípio é o mesmo do Find that Lead. Você está navegando na internet e acha um lead perfeito que combina com a sua empresa. No entanto, não consegue visualizar o email dele.

Provavelmente, você vai ficar decepcionado em ver aquela oportunidade escapar, certo?

Com o Hunter essa realidade pode mudar. A extensão feita para o Google Chrome encontra os domínios de email em um site ou em redes sociais, como o Linkedin. E tem mais: ele já salva esses contatos em ferramentas como o CRM da Pipedrive, inserindo-os no seu funil de vendas.

Bom, nunca mais um endereço de email será problema para seu time de vendas!

17. Charlie App

O Charlie App é excelente para reunir informações para uma reunião já agendada. Para perceber seus efeitos, é preciso agendar a reunião no Google Calendar.

Ele então roda uma pesquisa utilizando dados de atividade dos envolvidos na reunião em redes sociais para apresentar um relatório por email:

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Desnecessário dizer o quão rico isso pode ser para iniciar a conversa, quebrar o gelo e ter informações valiosas sobre o prospect e sua empresa, para negociação futura.

O lado ruim é que ele depende de atividade nas redes sociais de seus leads e prospects, além de só funcionar para quem aceitou o convite de reunião no Google Calendar, Apple Agenda, Outlook ou iCal — esses dois últimos apenas no app para iOS.

18. HubSpot Sales Tool

O antigo sidekick, agora Sales Tool, é parte da solução de CRM da HubSpot e possui versão grátis para testes com limitações, e a versão paga por usuário, com as soluções completas e sincronizadas.

A extensão da Sales Tool, ajuda-o a definir templates de email, acompanhar taxas de abertura e cliques para saber melhor como e quando agir.

19. Linkedin

A gente sabe que todo profissional de vendas precisa ser bem relacionado. E que o LinkedIn pode ser uma ótima arma para prospectar oportunidades, certo?

Pensando nisso, para melhorar ainda mais o seu desempenho, use o Linkedin Sales Navigator.

A ferramenta é oferecida pela própria rede social e tem como objetivo conectar compradores e vendedores.

Com esse serviço, você consegue achar clientes que mais se encaixam ao seu perfil de negócio, insights para oferecer soluções e ferramentas para construir um relacionamento mais próximo.

Além disso, a ferramenta ainda conta com uma extensão do Google Chrome, que permite com que você veja o perfil do LinkedIn da pessoa com a qual você está trocando emails, como mostra a imagem abaixo:

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Isso facilita não apenas o relacionamento com o lead que você está trabalhando no momento, mas também abre novas portas com as conexões que você vai realizar!

Para comunicar e interagir com seus clientes

O contato frequente com os clientes é essencial para negócios que atuam no mercado B2B. Quanto maior for o prolongamento dos contratos de serviço ou fornecimento, melhores são os lucros do negócio.

Ou seja, adotar ferramentas que otimizam a comunicação, aumentam a variedade de formatos e canais para atendimento das necessidades dos clientes e permitem o acompanhamento regular, é fundamental para seu sucesso.

20. Google Hangouts e Skype

O primeiro contato de um lead ou prospect costuma ser por email ou telefone, e o principal objetivo desse contato inicial é marcar uma próxima reunião.

E se ela não for presencial, é preciso que você tenha acesso a recursos como câmera para manter o contato visual valorizado por muitos, compartilhamento de tela para ilustrar um pensamento ou demonstrar sua ferramenta e envio de arquivos em tempo real.

O Google Hangouts, ferramenta gratuita da gigante da busca oferece tudo isto e com menor burocracia que seu concorrente Skype, além de normalmente ter uma conexão mais fluida.

Por que listar o Skype, então? Bem, ele tem um excelente ponto positivo: você consegue salvar o contato na agenda do skype e entrar em contato com o lead de uma maneira mais eficiente do que no Google Hangouts.

Sim, há o chat do Gmail, mas pela experiência geral, o “vínculo” criado com o skype costuma ser mais forte.

Soluções de teleconferências como essas suprem a necessidade do contato mais pessoal com os clientes, demonstram o potencial inovador da empresa, que além de usar recursos modernos, consegue fazer o acompanhamento à distância sem nenhum prejuízo para a qualidade dos serviços.

21. Appear.in

Na mesma linha do Skype e Google Hangouts, uma ferramenta de vídeo e áudio conferência que muitas vezes passa despercebida é o Appear.in.

Com um layout simples, agilidade e funcionalidades tão boas quanto as dos outros dois, este pode ser uma das suas principais ferramentas de inside sales.

Inside sales é sobre comunicação remota, portanto alternativas nunca são um excesso. Existem empresas que não utilizam o skype, ou não usam o Hangouts, por variados motivos. E você deve estar preparado para propor alternativas.

22. Discador XLite

O telefone é o maior aliado e a principal ferramenta de trabalho de quem trabalha com inside sales. Nada substitui uma ligação, não importa quão excelente ficou o seu email.

Por isso, um bom software para discar para seus leads é fundamental. As opções podem ir desde as mais simples como o X-Lite, até outras ferramentas mais robustas que integram com sistemas de CRM, exportam dados, e muito mais.

O X-Lite é uma ótima ferramenta. Além de permitir que você ligue para os seus clientes usando o computador, vai te ajudar a economizar muito no final do mês.

23. Postgrain

O Postgrain é uma solução de marketing para criação e programação de postagens no Instagram. Porém, também oferece outras funcionalidades como realizar interações com os usuários e monitorar seus comentários.

As redes sociais são uma fonte de dados sobre o comportamento dos clientes muito importante, e com ela, é possível personalizar ações de vendas e o relacionamento com os clientes.

Além disso, elas continuam sendo a estratégia para geração de leads mais utilizada. Outro dado da Martech aponta que 85,7% de suas empresas respondentes disseram que postagens nas redes sociais são suas estratégias mais utilizadas.

É importante lembrar que softwares de Business Intelligence usam o Big Data para traçar tendências de consumo e produzir informações estratégicas que dão apoio estatístico às ações comerciais.

Ou seja, organizar as ações e acompanhar a movimentação das redes sociais traz uma série de benefícios e impactos para o negócio e seus resultados de vendas.

Para capacitar melhor sua equipe

24. Universidade Rock Content

Bom, você deve ter achado estranho esse subtítulo, não é mesmo? Sim, a Universidade Rock Content não é uma ferramenta. Na verdade, ela é uma plataforma online com vários cursos sobre marketing digital.

Por que ela está nessa lista? Simples! Um dos maiores influenciadores no aumento das vendas é ter uma equipe qualificada. No cenário atual, a aprendizagem deve ser constante, pois o consumidor (tanto B2B quanto B2C) está mais exigente.

Além de investir em treinamentos específicos, incentive as pessoas a fazerem cursos que possam somar ao conhecimento de vendas.

Na Universidade da Rock, além do curso de inbound sales, você pode melhorar suas técnicas de SEO, branding, email marketing e muito mais. É muito bom explorar outros assuntos e ampliar a mente e motivar o pessoal!

Curso Inside Sales

25. Feedly

O Feedly também é uma maneira de incentivar o aprendizado contínuo da equipe de vendas, além de mantê-la atualizada sobre os acontecimentos de seu mercado de atuação.

Assinar os principais blogs do setor e dos próprios clientes a partir do Feedly garante que todas essas informações possam ser lidas posteriormente, em ordem cronológica e modo offline.

Membros do time externo de vendas não precisarão passar horas de aeroporto ou na sala de espera dos clientes sem ter um conteúdo útil para ler.

Para deixá-la mais produtiva e organizada

Não importa o tamanho de uma equipe, a criação de processos e canais para a organização das ações tem um papel fundamental no sucesso das vendas e define seu potencial de escalada, ou seja, de manter a estrutura o máximo possível enquanto produz melhores resultados.

26. Trello

Já falamos aqui e não custa repetir: organização é fundamental para um vendedor. Enquanto o CRM é mais focado na gestão de vendas, o Trello é ideal para organizar outras atividades da empresa.

A ferramenta permite a criação de quadros para ordenar as tarefas diárias e fazer comentários em projetos que envolvem mais gente, por exemplo.

Com as informações concentradas em um só lugar e bem estruturadas, fica mais fácil se dedicar a conexão com o lead para fechar uma venda.

27. Slack

A rotina de um vendedor é tão corrida, que abrir um email parece uma missão impossível. Nessas horas, o Slack pode ajudar o seu time a se comunicar com mais rapidez.

Recados urgentes, marcações de reuniões internas, compartilhamento de arquivos importantes, tudo isso pode ser feito via Slack.

Você ainda pode criar canais com temas e times específicos para trocar as informações com as pessoas certas. É como um Whatsapp corporativo. Legal, né?

Mas como o Slack pode ajudar o time de vendas? Simples! Gastando menos tempo com questões de rotina, sobra mais prazo para trabalhar os leads

28. CircleBack

Em um passado não muito recente, as agendas eletrônicas eram a revolução para o armazenamento de contatos. Depois que os smartphones dominaram a sociedade e o mundo corporativo, porém, ela ficou obsoleta.

Mas, como toda certeza no mundo das tecnologias, as funções da agenda dos aparelhos celulares também foram melhoradas.

Essa é a lógica do Circleback, que ajuda cada membro da equipe de vendas a organizar seus contatos telefônicos, emails, redes sociais e endereços.

De forma automatizada e inteligente, ele também elimina contatos duplicados, pesquisa novos contatos e permite o scaneamento de cartões de visitas e o posterior armazenamento padronizado de seus dados.

29. Any.do

A ferramenta Any.do é gratuita e disponível para Android e iOS, o que significa que pode ser utilizada na palma da mão dos membros da equipe de vendas.

Permite a criação de lista de tarefas e a visualização de seu progresso em um calendário simples de gerenciar. Seu conceito central está em segmentar grandes metas ou projetos, em pequenas taredas de uma lista, determinando prazos e responsáveis para cada uma delas.

É como uma solução de gestão de projetos de grande porte, mas que visa a integração da equipe e organização das execuções de suas tarefas.

Para converter mais negócios

Todo mundo sabe que o esforço comercial exige não só atenção, como também investimentos na atração e convencimento do lead. Ou seja, na eminência de uma venda, e necessário ser resoluto. Algumas soluções podem ajudar nesse sentido.

30. Hellosign

Com tantas etapas remotas no relacionamento com o cliente, a parte da assinatura de um contrato também poderia ser solucionada digitalmente, não é mesmo? É o que a extensão do Chrome faz, permite que o cliente utilize uma assinatura digital para concluir a compra.

Existe uma diferença entre assinatura digital e eletrônica, sendo que a primeira é mais segura e conta com a criptografia para aumentar sua segurança no ambiente online.

Então, com o HelloSign, a empresa faz o upload do documento em formato pdf e o cliente gera sua assinatura para fechar o negócio.

O HelloSign possui uma versão gratuita que permite a geração de três assinaturas, mas o plano completo aumenta consideravelmente suas possibilidades.

31. Docusign

Usa o mesmo princípio da solução anterior e é o mais conhecido no mercado por sua interface amigável e intuitiva tanto para os vendedores quanto para os clientes.

O Docusign possui a versão desenvolvida pela empresa, que é cobrada mensalmente, e a do cliente, que pode usar o pacote gratuito com algumas assinaturas liberadas, ou fazer sua contratação caso tenha o uso recorrente.

Esse tipo de solução pode ser utilizada por equipes de inside sales em suas negociações e até mesmo em sistemas de lojas ou delivery com assinaturas realizadas na tela de um tablet com caneta especial, por exemplo.

O sucesso em vendas vem de uma conta simples: subtraindo o que é investido dos valores ganhos nas vendas, é preciso ter um saldo positivo. E crescente, é claro.

E para que isso seja possível, é necessário montar uma equipe de alta performance de vendas e escolher as melhores estratégias e ferramentas comerciais.

Quanto mais eficiência a força de vendas demonstrar, maiores serão os lucros do negócio. Por isso, a escolha entre essas ferramentas deve considerar a contribuição que elas farão ao processo, e não somente a inclusão de uma nova tecnologia para as transações da empresa.

Agora que você conheceu todas essas ferramentas, aproveite também para conhecer também o nosso conteúdo completo sobre Marketing e Vendas de alta performance.

Marketing e vendas de alta performance ebook

Rock my business queria tanto
Parte 21

Rock my Business – Como a Queria Tanto conquistou 811 primeiras posições no Google em menos de um ano e meio!

Marketing de Conteúdo não é para impacientes. Os resultados não vão aparecer de um dia para o outro, como em um anuncio no Facebook ou Google.

Isso significa que quanto antes você adota, mais cedo começa a ver os resultados.

E foi exatamente o que a Queria Tanto, um armazém de redirecionamento de mercadorias, percebeu lá em 2016.

Nesse modelo de negócio, a empresa recebe produtos comprados nos EUA em seu depósito, em território americano, e envia para o Brasil em grandes remessas, economizando em frete e possibilitando a compra em lojas que não enviam produtos para o Brasil.

Logo que abriu, a empresa entendeu que precisava de uma forma barata e eficiente de gerar oportunidades de negócio.

Depois de algumas pesquisas em sites que referência em Marketing Digital no Brasil e no exterior, eles perceberam que o Marketing de Conteúdo era a melhor forma de estruturar uma estratégia de captação de clientes funcional.

Assim surgiu o blog da Queria Tanto, para atrair e converter possíveis clientes.

Conheça a trajetória desse blog e entenda como foi possível recuperar o sucesso da estratégia e menos de 1 ano e meio!

O começo do Blog Queria Tanto

Após começar a redigir e publicar conteúdos em seu blog, a equipe da Queria Tanto percebeu resultados muito interessantes:

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Para um blog criado em setembro, chegar no começo de novembro com mais de 5.500 acessos em uma semana é um feito impressionante!

Ao atacar suas principais palavras-chave e divulgar seus conteúdos por meio de mídia paga, o blog rapidamente conseguiu impulsionar o número de acessos ao site, e entregou para a Queria Tanto ótimos resultados.

Entretanto, esses resultados não se mantiveram nos meses seguintes:

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De mais de 21 mil visitas em novembro de 2016 para 1.500 em junho de 2017. Como explicar essa queda?

Todos os motivos que explicam esses resultados têm a mesma origem: Marketing de Conteúdo é estratégia.

Sem um planejamento adequado e dedicação para manter a estratégia rodando, é bem provável que seus resultados não vão se manter. Mas vamos tentar aprofundar nas razões pelas quais o tráfego do blog caiu tanto.

primeiros passos no marketing digital

Frequência baixa de publicação

Nenhum blog vai trazer resultados efetivos se estiver largado às traças. Uma estratégia de Marketing de Conteúdo demanda uma frequência de publicação que pode ser desafiadora para muitos negócios.

Cada blog post exige uma pesquisa de palavras-chave, desenvolvimento de pauta, redação, revisão, publicação e divulgação. Esses processos levam tempo, mas garantem que cada conteúdo divulgado realmente entregue valor para os visitantes do seu blog.

Ao publicar frequentemente, não são só seus visitantes e leads que te enxergam melhor. As ferramentas de busca, como o Google, também avaliam frequência de publicação e atualização para definir a autoridade de um domínio.

Esse é um fator tão importante, que fizemos um post falando exclusivamente sobre o que acontece quando você para de publicar em seu blog. Vale a pena conferir!

Falta de estratégia macro

Não me entenda mal. Começar um blog e publicar alguns conteúdos é, definitivamente, melhor que nada. Os números dos gráficos acima estão aí para provar.

Mas empresas que querem construir uma base sólida de negócio a partir da produção de conteúdos precisam ir muito além.

Aqui vai uma lista do que você não pode deixar de fazer se quiser ter o Marketing de Conteúdo como sua principal fonte de geração de oportunidades:

A lista continua, mas dá para ter uma ideia da complexidade de uma estratégia de sucesso, não é?

Mídia paga não sustenta um blog

Divulgar seus conteúdos novos ou estratégicos através do Ads, ou anúncios e impulsionamentos em redes sociais, é uma ótima forma de conseguir resultados em pouco tempo.

Entretanto, tentar alavancar uma estratégia de conteúdo baseada em mídia paga é exatamente o oposto do que você deve fazer.

A ideia de uma estratégia de Marketing de Conteúdo, do ponto de vista comercial, é construir um canal de geração de oportunidades orgânico e duradouro.

Conseguir acessos por meio de mídia paga é tudo menos uma estratégia orgânica e duradoura.

Imagine que um blog post seu recebe 1000 visitas em um mês, sendo 950 vindas de uma divulgação paga no Facebook, e as outras 50 de pesquisas no Google.

Esse pode até ser um grande resultado, mas apenas 50 visitas são orgânicas. Todo o resto só existiu por que você investiu dinheiro em ads.

Imagine agora que, após esse mês de 1000 visitas, você perceba que não tem como investir em mídia paga, e deixa seu post acumular apenas resultados orgânicos. No fim do próximo mês você vai perceber uma das características principais da mídia paga:

Parou de pagar, acabaram os resultados.

Blogs corporativos efetivos têm como característica a melhoria de seus resultados a longo prazo, muito graças à renovação das estratégias e constante atualização de seu conteúdo.

Analisando essas três razões, a Queria Tanto entendeu que era o momento de procurar uma empresa para estruturar e alavancar sua estratégia de Marketing de Conteúdo.

Kit Marketing nas Redes Sociais

Parceria Queria Tanto + Rock Content

O desafio inicial da parceria foi estruturar a estratégia. De acordo com a metodologia da Rock Content, existem 4 estágios bem definidos:

  1. Básico
  2. Máquina de tráfego
  3. Mestre das Leads
  4. Fazendo negócios

Ainda segundo essa metodologia, só é possível avançar do primeiro estágio uma vez que a empresa tenha:

  • Estratégia de Marketing de Conteúdo bem documentada;
  • Produção e divulgação do blog e seus conteúdos;
  • Gerando tráfego relevante.

Isso significa que foi preciso desenvolver e documentar toda a estratégia para a Queria Tanto, desde a definição de objetivos de marketing e métricas, até o estudo de persona, palavras-chave e estruturação do calendário editorial.

Já nessa fase inicial é possível ver os impactos de ter um blog anterior à estruturação da estratégia.

Mesmo com pouco planejamento, empresas que já se aventuraram no universo do Marketing de Conteúdo têm uma bagagem de conhecimento que facilita muito quando o desafio é estruturar e registrar uma estratégia.

Após as primeiras fases de estudo e documentação, começamos a atacar as principais palavras-chave da Queria Tanto. Novamente pegamos carona no trabalho já desenvolvido, e conseguimos atingir resultados incríveis.

Até junho de 2017, 606 palavras-chave pesquisadas no Google apontavam para o site da Queria Tanto. Esse é um ótimo número, ainda mais falando de um blog que não era guiado por uma estratégia consolidada.

Hoje, quase um ano e meio depois, o site já conta com 7 mil palavras-chave a mais, totalizando 7.638 palavras-chave indexadas.

O número de palavras-chave que tem uma página da Queria Tanto como uma das três primeiras posições subiu de duas, em julho de 2017, para 811 em novembro de 2018.

Rock my Business 6

Isso é consequência de um cuidado especial com conteúdo. É preciso tratar cada post do seu blog como uma porta de entrada para seus clientes: eles precisam entregar um valor claro, em um formato de conteúdo que a sua audiência conheça e se engaje.

Quando você produz cada conteúdo com foco total em entregar valor, se posicionar bem no Google é uma consequência.

Hoje, se você procurar sobre as melhores lojas para se fazer compras no EUA, ou como comprar produtos de lá, vai encontrar um blog post da Queria Tanto em primeiro lugar:

Rock my Business 3

E qual o valor disso?

Bem, não é simples calcular o valor de ter um blog post em primeiro lugar no Google. Depende da importância da palavra-chave para seu segmento de negócio, para sua empresa, das taxas de conversão do seu funil de vendas e muito mais.

O Diego, hoje CEO da Rock Content, já conferiu que nosso post sobre Marketing Digital gerou quase 500 mil reais em vendas! Isso até o meio de 2016. No fim de 2017 já eram 2 milhões em vendas para a Rock Content, e seguimos contando.

No caso do post “Os 10 melhores sites para comprar nos EUA”, já são mais de 450 mil visualizações, sendo que 320 mil acessos ao site foram iniciados nessa página!

Rock my Business 4

Como expliquei, calcular o valor gerado por um post envolve diversos fatores, mas ter um blog post que já levou mais de 300 mil acessos ao site é muito valioso.

Além disso estamos falando de uma página que já conta com mais de 60 comentários e tempo médio na página de quase 4 minutos, mostrando a relevância do tema para visitantes e sua interação com a página.

Esses fatores também contam muito para manter a página bem posicionada em buscadores.

Entretanto existe uma diferença entre levar pessoas até seu site e transformá-las em oportunidades.

kit de geração de leads

Gerando oportunidades de negócio

Conseguir visitantes é a primeira das 4 etapas que constituem uma estratégia de Inbound Marketing:

  1. atração;
  2. conversão;
  3. fechamento;
  4. encantamento.

Uma vez que a Queria Tanto conseguiu estruturar sua estratégia de atração por canais orgânicos, começou a focar seus esforços em converter os visitantes em leads, e existem algumas formas de fazer isso.

Transformar um visitante em lead acontece por meio de uma troca: você oferece um conteúdo que vai entregar grande valor para o visitante (ebooks, webinars, infográficos, pesquisas, e outros tipos de materiais ricos), e ele te devolve suas principais informações de contato e de negócio.

A quantidade de informações pedidas em troca dos materiais ricos varia de acordo com o segmento do negócio.

Quem acessa o post “Os 10 melhores sites para comprar nos EUA”, por exemplo, recebe como oferta o ebook “Como importar produtos em 3 passos simples”. Em troca, o visitante precisa deixar seu nome e e-mail.

Rock my Business 5

Uma vez que você tem essas informações, está gerando suas primeiras leads. Agora o desafio é fazer essas pessoas se aproximarem do fundo do funil de vendas. Na Queria Tanto isso é feito com fluxos de nutrição por email.

A intenção aqui é apresentar opções para o problema ou desafio das leads, uma vez que o meio do funil é o momento em que elas estão considerando uma solução.

Oferecer materiais de qualidade para meio e fundo de funil é essencial para garantir que os seus esforços de atração não serão desperdiçados.

A última coisa que você quer é ajudar a pessoa a entender como solucionar o problema dela, para, no final, ela escolher um concorrente.

No funil de vendas da Queria Tanto, uma pessoa que vira lead começa a receber conteúdos que o ensinam como fazer compras nos EUA, e depois como fazer isso usando o serviço de redirecionamento deles.

Quem chegou em seu site pela primeira vez procurando conhecer formas de comprar produtos dos EUA, acaba entendendo as opções de serviços de importação, e descobrindo como a Queria Tanto pode fazer isso.

Com uma estratégia de aquisição bem estruturada, a equipe da Queria Tanto hoje foca seus esforços em gerar valor para suas leads e clientes, e em mostrar como seus serviços são a melhor opção.

A base de visitantes e leads gerados mensalmente garante estabilidade para a aquisição de clientes, e permite a empresa trabalhar estratégias mais avançadas de comunicação.

Análises de dados, testes, otimizações. Todas essas são etapas de uma estratégia que já gera um grande volume de oportunidades.

E você, atrai tantas oportunidades quanto gostaria?

Fale com um consultor da Rock Content, e entenda como fazer sua estratégia de Marketing de Conteúdo decolar!

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Técnicas de SEO que não funcionam mais
Parte 22

Conheça 12 Técnicas de SEO antigas que você PRECISA parar de usar

O mundo dos negócios é cheio de ferramentas e estratégias tradicionais que costumam ser descritas como “old but gold“, ou no bom português, antigas, mas valiosas.

No marketing digital, e, especificamente nas técnicas de SEO, nem sempre existe lugar para o uso de estratégias antigas, e isso acontece pelo simples fato de que os algoritmos do Google e demais mecanismos de busca são recorrentemente aprimorados.

Ou seja, o que ajudava a otimizar um site ou conteúdo para obter mais e melhores resultados orgânicos em 2003 pode penalizar suas estratégias nos dias atuais.

É preciso ter em mente que o principal objetivo dos buscadores é trazer a melhor resposta e experiência de pesquisa para seus usuários. E é baseado nisso que, ao longo de suas várias atualizações, o Google busca aprimorar suas condicionantes para que elas encontrem os conteúdos mais relevantes.

Veja a evolução de algumas das atualizações mais marcantes:

  • Florida (2003): foi a primeira grande atualização do algoritmo do Google e tirou uma boa parte dos sites de baixa qualidade estrutural dos destaques das pesquisas;
  • Panda (2011): se a Florida focava a estrutura, a Panda e boa parte das atualizações seguintes miravam a melhoria do conteúdo, prestigiando, por exemplo, sites e publicações com poucos anúncios interruptivos de leitura;
  • Pinguim (2012): atualização focada em backlinks. O Google passava a punir links adquiridos de forma não natural;
  • Humminbird (2013): inseriu a importância da semântica da palavra-chave e facilidades como recursos de sugestão de buscas para os usuários;
  • Rankbrain (2015): trouxe a inteligência artificial para contribuir para interpretação e apresentação dos resultados. Nesse mesmo ano, a Google também havia lançado uma atualização que privilegiava conteúdos amigáveis para os smartphones que foi chamada de Mobilegeddon.

Em 2018 algumas atualizações corrigiram falhas do algoritmo chamado Fred, deram ênfase aos conteúdos amigáveis para pesquisas realizadas no smartphone, mas, a que mais repercutiu foi, sem dúvidas, aquela que penalizava conteúdos de baixa autoridade YMYL (Your Money or Your Life / Seu dinheiro ou sua vida).

Sites que exploram esse tipo de conteúdo, segundo o Google, podem afetar a futura felicidade, saúde, estabilidade financeira ou segurança dos usuários. Por isso uma exigência maior por parta da autoridade e confiabilidade desses sites e autores.

Com tantas atualizações, estratégias que antes produziam excelentes resultados de performances agora podem ser consideradas técnicas black hat dignas de penalização pelos mecanismos de buscas.

Quer saber se alguma delas ainda fazem parte de suas ações de marketing digital? Montamos uma lista que merece sua atenção. Confira.

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1. Tentar rankear focando apenas em link building

A atualização do algoritmo chamada Penguin 2.0 eliminou a estratégia que muitos profissionais de SEO adotavam ao focar massivamente no link building. Ela consistia em conseguir e fazer o máximo possível de linkagens, desprezando até mesmo o domínio de sua origem.

O grande problema dessa estratégia é negligenciar diversos outros fatores que são extremamente relevantes para o rankeamento, afetando principalmente o zelo com o conteúdo.

O link building, ao lado de um conteúdo de qualidade, ainda é uma das estratégias mais relevantes no SEO e precisa ser feita de maneira eficiente.

Não é apenas a grande aquisição de links que colocará o seu site no topo. Focar apenas nisso pode ser um tiro no pé e mesmo que você construa um ótimo perfil de backlinks.

Se o seu conteúdo, a estrutura do seu site e a experiência do seu usuário não compartilharem dessa qualidade, dificilmente você conquistará grandes resultados.

2. Focar apenas em rankear em primeiro e esquecer outras features da SERP

Em uma lista tradicional, estar entre os primeiros resultados claramente oferece uma vantagem sobre os demais resultados.

Mas, a partir do momento que essa mesma página que tal lista é apresentada também é preenchida por outros recursos de informações que dividem a atenção do usuário, não faz muito sentido focar exclusivamente estar em primeiro.

Para ficar claro, SERP é a sigla para Search Engine Results Page, ou seja, é a página de resultados do mecanismo de busca.

Assim, antigamente a SERP apresentava apenas uma lista com links e uma demonstração breve do conteúdo.

Na atualidade, considerando as atualizações dos algoritmos e do foco do Google na experiência do usuário, ela pode apresentar muito mais que links, ou seja, features que otimizam a pesquisa realizada.

Focar apenas nas primeiras posições da pesquisa, então, é uma estratégia limitada. É preciso pensar em otimizar o conteúdo para todas as novas oportunidades que a SERP apresenta.

Em alguns casos, trechos de conteúdos de sites muito além da primeira posição são apresentados no formato de featured snippets, que são caixas de respostas rápidas que ficam no topo das páginas de pesquisa, ou seja, numa posição que poderia ser chamada de zero.

Técnicas de SEO que não funcionam mais

Nele, os créditos e o link para o conteúdo completo são disponibilizados.

Eles podem ser apresentados como parágrafos que descrevem o melhor conceito ou resposta para um questionamento, listas de bulletpoints, lista numerada e tabelas.

Nesse vídeo o nosso especialista André Mousinho ensina como pegar esses featured snippets e rankear na posição 0 do Google:

2.1 Outros features

Os tipos de features que podem ser apresentados na SERP dependem do tipo de pesquisa realizado. Mas, alguns deles são:

Rich snippets (e rich card):

Além do título e link do conteúdo apresentado no resultado da pesquisa, os rich snippets são descrições ou representações complementares do conteúdo, como a geolocalização de uma empresa ou sua avaliação por meio de estrelas de qualidade. Os rich cards são variações para a versão mobile da pesquisa;

rich snippet negocios locais

Gráficos e painéis de conhecimento:

Os gráficos são apresentados na lateral direita da pesquisa e contém informações sobre lugares ou pessoas de forma organizada e lógica, como o horário e dia de funcionamento, dados de contato, links de interesse etc. Para os painéis funcionam da mesma maneira mas buscam as informações de listas do Google My Business e Maps;

Técnicas de SEO que não funcionam mais

Pacotes de imagens:

Para a experiência do usuário, alguns resultados de pesquisa são melhor apresentados com imagens. Pesquisar a palavra “cachorros fofos”, por exemplo, apresentará uma sequência de imagens no topo da página.

Técnicas de SEO que não funcionam mais

Esses exemplos são todos gratuitos, mas outras estratégias também podem receber investimentos para privilegiar a experiência do usuário, e claro, o melhor ranqueamento para a empresa.

3. Forçar o uso da palavra-chave

As últimas atualizações do algoritmo do Google deixam claro que os conteúdos que serão privilegiados no rankeamento são aqueles que realmente produzem efeitos positivos e qualidade de leitura para os usuários do buscador.

Ao penalizar, por exemplo, sites do tipo YMYL, o Google deseja oferecer conteúdos que sejam relevantes, e não direcionem seus usuários para ações que possam prejudicar sua saúde física, financeira ou o bem-estar geral da sociedade.

Nessa mesma linha, se uma publicação tem mais relação com o acúmulo sem nexo de palavras-chave e menos com uma mensagem a ser transmitida, sua posição também não estará entre as primeiras.

É preciso considerar a fluidez do conteúdo, as normas de escrita da língua e até mesmo a disposição dos blocos de textos para que o conteúdo tenha um bom posicionamento.

Lembrando que o Google sabe interpretar as palavras-chave, ou seja, se a palavra que possui um volume de buscas alto é “roupa academia 2019”.

Vocês não precisa repetir essa KW dentro do seu texto e nem usá-la em seu título para rankear, você deve adaptá-la de forma que o título fique bom e atraia o usuário. E é claro que durante o conteúdo você escreverá roupas “de” ou “para” academia.

Técnicas de SEO que não funcionam mais

Como você pode ver, o Google interpreta a busca e os resultados mais bem colocados estão focados em “moda fitness”.

Dossiê das Palavras Chaves

4. Levar o Yoast a sério demais

O Yoast é um pluggin que sugere otimizações dos conteúdos para que ele tenha uma boa categorização pelo mecanismo de busca. Porém, como conforme frisado, é apenas uma sugestão.

Muitos profissionais e empresas, no entanto, levam suas sugestões à risca e acabam editando o conteúdo e suas configurações excessivamente.

Lembrando que o Yoast é focado em boas práticas, e não regras. E o Yoast não pune o seu site. Você pode ter algumas luzinhas laranjas internas e mesmo assim rankear em primeiro.

Confira esse outro conteúdo onde eu explico ponto a ponto cada avaliação do Yoast que você precisa seguir e quais você pode relevar.

Trabalhar os conteúdos levando o Yoast a sério demais privilegia os mecanismos de buscas, mas não necessariamente a experiência do usuário. Portanto, essa estratégia não é recomendada na atualidade.

Quer mais dicas sobre SEO? Acesse nossos guias gratuitos:
Segredos do Tráfego Orgânico
Guia do SEO Local
Pesquisa SEO Trends Brasil

5. Fazer Link baits não contextualizados

Link baits são conteúdos produzidos para serem uma isca e atraírem outros links externos e internos para o site, assim como promover seu compartilhamento substancial por terem cunho divertido, informacional, polêmico ou de interesse do público geral.

Porém, quando não fundamentada, pode ter um caráter negativo para o SEO e acabar penalizando o site como um todo.

Um site de móveis para escritório, por exemplo, não deve usar link baits falando sobre uma cantora mirim que tenha ganhado um concurso de música, e menos que ela tenha relação com seus produtos e setor.

6. Apostar no keyword stuffing

Essa tática é um dos principais foco da primeira grande atualização do algoritmo do Google, a chamada Florida.

Considerada uma técnica black hat, tática antiética do marketing digital, consiste em encher o texto de palavras-chave fora do contexto, mas que estejam em alta nos volumes de buscas e assuntos mais comentados.

Era utilizado tanto associada com os link baits como aleatoriamente.

Além de ser penalizado pelos mecanismos de buscas, essa tática é tão prejudicial para a experiência de leitura que o próprio público-alvo dava claras demonstrações de que o conteúdo era ruim.

Ou seja, o keyword stuffing acabava afetando outros parâmetros e estatísticas do blog que determinam sua qualidade, como o tempo de permanência nas páginas, por exemplo.

7. Criar uma página para cada variação de uma palavra-chave

Estratégias de SEO na atualidade não podem ter uma frente única, mas isso não significa que precisam ter uma página para cada variação da palavra-chave. Isso, como já ficou claro, pulveriza o esforço de rankeamento.

Dessa maneira, para os algoritmos atuais, o ideal é trabalhar a semântica da palavra-chave em uma mesma página.

Lembrando que como o Google interpreta a busca, ele sabe que uma mesma página responde à buscas diferentes, porém com a mesma intenção.

Veja esse exemplo com nosso conteúdo de Marketing Digital que rankeia para:

Marketing Digital:

Técnicas de SEO que não funcionam mais

Marketing Online:

Técnicas de SEO que não funcionam mais

Marketing na Internet:

Técnicas de SEO que não funcionam mais

Além de fortalecer a palavra-chave pela semântica, condensar suas variações em um mesmo local também privilegia outro feature da pesquisa do Google, o de pesquisas relacionadas.

8. Considerar que conteúdos maiores rankeiam melhor

Um conteúdo longo pode ser ou não mais informativo do que os demais, então, seu tamanho não garante, por si só, boas posições no rankeamento dos mecanismos de buscas.

Eles podem ter um volume maior de menção da palavra-chave, mas também já deixamos claro que isso não é um fator necessariamente positivo para sua otimização. Por isso, um conteúdo deve ser grande se cada trecho for relevante e rico para a leitura.

Na pesquisa realizada pela Rock Content SEO TRENDS 2018, a tendência do conteúdo de qualidade se confirma. Agora, 69,8% confirmam que publicar materiais e posts em seus blogs são seus maiores investimentos no marketing digital.

Isso inclui publicações de vários tipos e tamanhos. Evergreen, noticiosos, diferenciados, ricos, pesquisas, infográficos e muitos outros entram no pacote, pois juntos, produzem uma experiência de leitura mais agradável e eficiente.

Cada tipo de publicação tem um objetivo diferente. Os conteúdos longos e de qualidade também possuem um papel crucial na estratégia, mas nem sempre trazem o efeito imediato, e sim, de longo prazo.

Também exigem constante controle a atualizações para que continuem exercendo seus papéis.

Em suma, é interessante que um post tenha, no mínimo 300 ou 500 palavras, mas sem que esse número seja rígido o suficiente para impedir que uma publicação relevante seja realizada por não estar dentro desses padrões.

Muitas vezes, conteúdos leves são mais compartilháveis e a restrição de deixar de publicá-los por estarem pequenos demais pode ceifar uma oportunidade interessante.

Então tenha em mente sempre que o tamanho ideal de um conteúdo é sempre aquele que responde de forma completa a dúvida que trouxe o leitor até ele, independentemente do número de palavras.

9. Não usar o SEO técnico

A evolução da forma de privilegiar os conteúdos nos resultados das buscas mostrou que é cada vez mais importante a experiência de pesquisa e como os resultados são relevantes. Mas isso não significa que algumas regras básicas não devam ser cumpridas.

Aí mora a diferença entre SEO técnico e criativo. Enquanto o primeiro visa elementos de organização do código e da estrutura do site, o outro foca na experiência do usuário na pesquisa e leitura, como a semântica que já foi bastante citada, mas também a escaneabilidade do conteúdo, o uso de imagens para enriquecer a informação etc.

Um dos principais fatores de rankeamento hoje, por exemplo, é a velocidade de carregamento das páginas. E cada detalhe estrutural do seu site pode influenciar nisso.

Ter um sitemap bem estruturado também é fundamental, afinal ele quem vai guiar os robôs do Google enquanto eles rastreiam o seu site, mostrando as páginas mais importantes e deixando a navegação de crawlers e usuários mais otimizada.

Deixar de usar os elementos do SEO técnico pode ser um grande erro. O ideal é que aja um equilíbrio entre os dois.

Guia do Google Search Console

10. Inserir diversas palavras-chave no Meta Description

Funcionou, mas não funciona mais. Quando os mecanismos de buscas tinham, por assim dizer, limitações em seus processos de análise e estruturação de pesquisas, uma solução foi criada para a associação de sites e suas principais palavras-chave: o Meta Keyword.

Basicamente, os desenvolvedores dos sites e seus conteúdos inseriam nesse campo quais eram as palavras-chave que definiam seu site e desejam ser associados.

Mas, com muito poder, vem muita responsabilidade. Ou pelo menos bom senso.

E não foi o que aconteceu. Muitos sites começaram a selecionar palavras-chave que eram fortes, mas não tinham relação com seus conteúdos ou faziam uma lista sem fim.

Com a atualização dos algoritmos, encher as tags do meta keyword pode ser considerado até mesmo um keyword stuffing, ou seja, um black hat que visa driblar o mecanismo de busca.

Porém, ele não deve ser completamente abandonado, afinal de contas, além das tags, ainda existe o título e sua meta descrição. Esses dois podem e devem ser trabalhados com naturalidade e consistência, dentro de seu limite de 160 caracteres e variando a cada página do site.

11. Desenvolver micro-sites em domínios separados

Essa prática não é muito efetiva porque divide a força das estratégias de rankeamento, afinal de contas, separar os links pelos sites não permitem que um contribuam efetivamente para o outro.

A ideia era usar pequenos sites com domínios diferentes para publicar o mesmo conteúdo e assim ganhar mais links de outros sites, e com isso, esperavam atrair leitores mais qualificados para o tema.

Além dos resultados questionáveis, é uma estratégia que não passa pelos filtros de proteção de qualidade do Google atualmente.

Checklist de Auditoria de Site

12. Comprar links em vez de focar no conteúdo

São muitos sites pela internet, então, como fazer com que o seu conteúdo seja referenciado e não os outros? Essa é uma pergunta desesperadora e que vem sempre acompanhada da urgência de rankear o mais rápido possível.

Essa mistura de descrença com a necessidade latente de conquistar posições nos mecanismos de buscas fez com que muitos profissionais investissem na compra de links em fóruns e sites que se dizem especializados no assunto.

Alguns pontos que confirmam que essa estratégia é ruim são:

  • entidades que vendem links para um negócio também o fazem para outros diversos interessados. Ou seja, ainda que seu projeto seja interessante e essa medida seja em caráter de exceção, uma vez relacionado nesses conteúdos, seu link estará na companhia de outros de baixa qualidade que se ancoram nessa tática; e
  • considerando os padrões que os algoritmos estão sempre em busca, contratar links pode gerar um pico de associações atípica que despertarão atenção dos mecanismos que combatem os black hats.

As técnicas de SEO vão continuar a mudar, mas ao contrário do que algumas pessoas no mercado dizem, não deixarão de existir jamais. Elas evoluem conforme as novas demandas dos mecanismos de buscas e tem o mesmo objetivo que eles, privilegiar os conteúdos de qualidade.

Então, riscando as estratégias antigas de SEO e investindo em um conteúdo relevante para o público-alvo, as metas do marketing de conteúdo planejado para o site ou blog terá resultados muito mais relevantes para o negócio, permitindo que seus outros elementos, como o funil de vendas e a qualificação de leads sejam realizados com muito mais sucesso.

Kit Domine o Google

falha de segurança do quora
Parte 23

100 milhões de usuários têm seus dados vazados por falha de segurança do Quora

O Quora é uma rede social de perguntas e respostas, em que usuários se ajudam resolvendo questões dos mais diversos assuntos.

Essa plataforma estreou sua versão em português em 2018, apesar de já ter 8 anos de existência.

Mas nosso objetivo aqui não é falar sobre a sua estreia no país, mas sim sobre como nem ela escapou da onda de vazamentos de dados que afetou as maiores redes sociais neste ano.

Por isso, continue com a gente e saiba mais sobre a quebra de segurança que afetou mais de 100 milhões de usuários.

Como ocorreu o vazamento de dados do Quora?

Em um comunicado oficial, o Quora anunciou que a falha que ocasionou o vazamento das informações dos usuários foi causado por um acesso externo não autorizado ao sistema da empresa.

O anúncio foi feito pelo CEO da plataforma, Adam D’Angelo, em um email enviado aos usuários da plataforma e também por meio do blog do Quora.

Ele afirmou que os times de segurança interna e uma empresa líder em perícia digital e segurança online estão investigando o caso. As autoridades oficiais responsáveis também foram notificadas.

A companhia acredita ter identificado a origem do vazamento e está tomando providências para resolver o problema, e enquanto a investigação está em andamento, continuará fazendo melhorias de segurança.

O Quora ainda explicou que perguntas e respostas feitas de maneira anônima não foram afetadas pelo vazamento, uma vez que o site não registra dados de pessoas que realizam postagens não identificadas.

A companhia está, no momento, notificando usuários que tiveram dados comprometidos e desconectando todos os perfis que possam ter sido afetados como medida de precaução.

Além de invalidar as senhas de tentativas de acesso posteriores aos vazamentos (para impedir acessos indevidos às contas). Um FAQ sobre as medidas sobre o vazamento está disponível aqui.

Quais foram as informações afetadas?

De acordo com a empresa, os dados que podem ter sido capturados são:

  • Informações do usuário e conta, nome, email, IP, identidade do usuário, senha, configurações da conta, dados personalizados
  • Ações públicas e conteúdos incluindo rascunhos, perguntas, respostas, comentários, blog posts, e upvotes (recurso semelhante ao “curtir”).
  • Dados importados de outras redes sociais autorizadas por usuários, contatos, informações demográficas, interesses, tokens de acesso (já invalidados)
  • Ações não públicas, solicitações de resposta, downvotes (reação negativa)
  • Conteúdo não público, mensagens diretas, sugestões de edição

Dados financeiros foram afetados?

Em outro artigo na página de ajuda da empresa eles disseram que estão confiantes que nenhuma informação de natureza financeira dos parceiros foi comprometida.

Alguns tokens associados ao processo de pagamento de serviços fornecidos pela companhia foram “temporariamente comprometidos”, mas o Quora confirmou que nenhum dos tokens desta categoria foi usado desde o incidente e nenhuma informação financeira foi alcançada.

Todos os usuários com contas a pagar também tiveram seus tokens de acesso resetados. Nenhuma informação financeira pessoal está, no momento, vulnerável.

Será que o vazamento de dados vai continuar sendo um dos grandes vilões no ano de 2019?

Comente abaixo qual sua opinião sobre a segurança de dados online! E acompanhe nosso blog para ficar por dentro das notícias sobre redes sociais.

Conteúdo traduzido e adaptado de artigo no TechCrunch

Tempo no processo de design
Parte 24

Entenda qual a importância da gestão do tempo no processo do Design

Alguns de vocês (em especial quem trabalha comigo na Rock Content), devem ter entrado neste artigo, visto minha foto e pensado: “Mas logo você falando disso?”

Isso porque, com bastante frequência, recebo o feedback de que sou muito rápido nas tarefas de design que executo. E isso pode ser considerado muito bom em um processo no qual há muitas demandas com deadlines mais próximas. Mas, na verdade, é uma faca de dois gumes.

Creio que nem eu havia entendido a diferença que o tempo faz, até que, por ideia do Bruno (um dos designers da equipe), fechamos dois dias de nosso pipeline para realizar projetos próprios do time, organizando as outras demandas para que não atrapalhasse ninguém e realizando somente tarefas urgentes.

E foi uma das melhores experiências criativas que tivemos.

Então, venho compartilhar alguns dos aprendizados que tive com essa mudança na rotina.

Por que o tempo é importante?

Gostaria de dizer que meu descaso com o tempo nunca tivesse me atrapalhado. Porém, essa teimosia da minha parte me prejudicou ao longo da minha trajetória pelo Design, principalmente na vida acadêmica.

Quando tenho muito tempo para realizar uma tarefa, tendo (bastante) a procrastinar. E em certas ocasiões não é algo que atrapalhe muito. Arrumar sua cama às 7h ou às 18h só mudará a ordem do que você faria no dia.

Então, quando eu me deparo com uma tarefa criativa para os próximos 10 dias, tenho a (terrível) mania de deixar passar 5, 7 dias até me preocupar de fato e fazê-la.

Mas isso não funciona bem no processo de criação.

Como designers, nosso principal desafio é propor soluções diferentes para eventuais conflitos que possam aparecer. Seja “como representar um modelo de negócio SaaS visualmente” ou “como evitar que as pessoas se machuquem ao usar meu produto”.

E, para propor essas soluções, o ideal é que pensássemos no máximo de possibilidades possíveis e trabalhasse em cima delas para chegar na melhor (ou uma das melhores).

E isso demanda tempo. Bastante tempo.

Principalmente porque as ideias que geram as soluções precisam de amadurecimento, para que a análise sobre elas se torne mais fria e seus defeitos mais aparentes.

No início, ficamos apaixonados com a nossa ideia, defendemos com unhas e dentes. E, no momento que alguém de fora aponta um defeito simples de observar, mas que compromete totalmente o que você havia pensado, você nega, fica na defensiva.

Até que, mais a frente no processo, esse defeito vem à tona e o problema anterior segue sem solução.

Sei disso porque não passei nem uma ou duas vezes por essa situação. Eu passei diversas vezes, e sei o quanto isso é frustrante. E é algo que seria facilmente evitado se passasse mais tempo analisando a solução na qual cheguei e seus eventuais defeitos.

Um bom exemplo disso foi quando tive que atualizar a capa do post que falava sobre o aniversário do Google para o novo estilo da Rock. Estava com pressa para fazê-la, então atualizei e enviei:

Tempo no design capa do Google

Porém, havia um pequeno detalhe que eu deixei passar. No caso, já havia se passado um ano desde que eu tinha feito a primeira versão dessa imagem, e, aparentemente, o Google não envelheceu como deveria.

Então, lá fui eu voltar pra dar a idade correta para nosso querido provedor de buscas:

Tempo no design capa de post

Outro exemplo interessante foi um CTA que fiz para a Imersão Freelancer da Comunidade Rock Content. E, bom, só havia me esquecido do próprio CTA mesmo.

Tempo no design banner

Mas não é só após a criação que o tempo é importante. Na verdade, essa não é nem a parte do processo que a sua presença é mais imprescindível. E, com o próximo tópico, vou explicar por quê.

Sem tempo não há inovação

Assim que surge uma demanda, ou um problema é observado, tendemos a já começar a imaginar o que pode ser feito, como podemos lidar e o que podemos criar para resolver.

Porém, se o tempo é curto (seja por influência externa ou vontade de acabar o trabalho rápido), temos menos tempo para pensar e, com isso, menos ideias inovadoras virão a nossa mente.

Criações geniais não aparecem da noite pro dia. Quanto tempo você acha que Steve Jobs, Jony Ive e o time de desenvolvimento da Apple demoraram para chegar no conceito e no visual do primeiro iPhone? Com certeza não foram 2 horas. Ou algo menor do que 8 anos, já que em 1999 a companhia de computação registrou o site iphone.org.

Tempo no design 2

Boas ideias só surgem com bastante tempo para serem criadas. Para pensar fora da caixa, é necessário que haja pensamento crítico, análise de todos os fatores envolvidos, observar o que já foi feito e procurar fazer algo melhor e inédito, estudando diversas possibilidades.

Claramente isso não é algo que se executa em 30 minutos.

Portanto, principalmente em projetos maiores, tome o tempo que precisar. O resultado valerá a pena.

E não é só no plano das ideias que o tempo é indispensável.

“A pressa é a inimiga da perfeição”

Gostaria de começar esse tópico dizendo que perfeição não existe. Pronto, agora que tiramos isso do caminho, seguirei com o texto.

É inevitável, quando temos mais tempo para mexer no projeto, mais atento a detalhes podemos ficar.

Podemos focar mais ainda em cada pequena parte, corrigir qualquer erro por menor que seja, e observar (e tentar resolver) algo que possa dar errado ao longo do processo.

Mas, como bons seres humanos, poder fazer não é sinônimo de que iremos fazer. Eu, inclusive, sou bastante culpado por terminar uma tarefa com tempo de antecedência e já partir pra outra.

Muitas vezes (muitas mesmo) meu foco é: feito melhor que perfeito. E, muitas vezes, eu esqueço de corrigir um erro e tenho que refazer depois.

Portanto, o objetivo não deve ser somente conseguir mais tempo para fazer as demandas.

Juntamente, precisamos buscar ter menos pressa para realizá-las. Apenas dessa forma será possível refinar seu trabalho até o ponto em que você se sinta genuinamente orgulhoso.

Tempo no design 3

Não foque na velocidade. Foque nos detalhes.

Nas últimas décadas vimos um avanço da busca constante por rapidez. Quanto tempo demora para baixar 1 GB, quanto tempo a pessoa que eu gosto me demora para responder minha mensagem, quanto tempo demora para alcançar 100 mil seguidores no Instagram e quanto tempo demora para fazer 5 imagens de capa de post.

Talvez seja o momento de desacelerar. Em tudo. Ter mais paciência, cuidado e atenção para as pequenas coisas em nossas vidas é o primeiro passo para criar algo realmente único, algo completamente seu, diferente de tudo que está por aí.

E é daí que as melhores ideias surgem.

Espero que isso valha de lição para vocês assim como valeu para mim! Ainda estou aprendendo a respeitar mais o tempo, mas com o tempo a gente chega lá.

Gostou de entender mais sobre o nosso processo criativo? Então aproveite também para conhecer ainda mais sobre o universo do design e a sua importância para as estratégias de Marketing Digital com os nosso materiais recomendados:

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Video Marketing para pequenas empresas
Parte 25

Saiba como pequenas empresas podem começar a usar Vídeo Marketing em sua estratégia online

Ter uma comunicação assertiva e próxima com seu público é essencial.. E o Vídeo Marketing é uma das estratégias mais eficazes para as marcas transmitirem suas mensagens sobre seus produtos e serviços.

Porém, muitos acham que uma estratégia de vídeos voltada para pequenas empresas custa caro e está restrita somente para grandes corporações.

Mas, por sorte, essa ideia está bem longe da realidade!

Hoje, qualquer empresa, seja ela grande ou micro, pode começar a produzir conteúdos audiovisuais a seu favor. Seja para apresentar sua marca ou mostrar um produto específico.

Mas como uma pequena empresa, geralmente com um orçamento limitado para investir em Marketing Digital, pode começar a apostar em vídeos? É o que vamos descobrir neste artigo.

Por que vídeos são uma boa sacada para pequenas e médias empresas

Você já deve ter reparado que todas as redes sociais hoje são dominadas por vídeos.

Para se ter uma ideia, criar um canal no YouTube e atualizá-lo com conteúdos interativos se tornou profissão e é levada muito a sério no mundo do marketing.

Não é atoa que a plataforma já se tornou o segundo maior buscador do mundo. Atrás apenas do próprio Google.

Ou seja: os consumidores gostam e querem ver vídeos. E os motivos são fáceis de explicar.

Os conteúdos audiovisuais são mais didáticos, interativos, engajantes e acessíveis. O que para qualquer empresa se traduz em um enorme ROI por meio de muitos canais.

Mas o Vídeo Marketing vai além da versatilidade e envolvimento com os consumidores. Eles são capazes de fornecer ao público uma percepção muito mais próxima da realidade acerca de produtos, serviços e a própria cultura de uma empresa.

Ter uma estratégia de Vídeo Marketing eficiente, se mostra um grande diferencial que uma pequena empresa pode apresentar. Ao evidenciar a face da sua marca por meio de um vídeo, alinhada com o perfil da sua persona, você cria um relacionamento de confiança e empatia.

Outros benefícios do Vídeo Marketing para pequenas e médias empresas são:

marketing-no-youtube

É possível criar vídeos dentro de casa

Há diversos tipos de vídeo possíveis de serem criados. A variedade é uma das maiores vantagens para as pequenas empresas. Pois há muitos formatos que não demandam grande investimento. E podem, inclusive, ser feitos dentro de casa.

É o caso, por exemplo, do webinar. Que pode ser utilizado enquanto estratégia de Marketing de Conteúdo em qualquer estágio da jornada do consumidor.

Seja para discussão de um tema amplo com sua audiência ou lançamento de um produto, para realizá-lo você irá precisar apenas do seu computador com câmera e microfone e um tema atrativo.

Mas mesmo para realizar vídeos institucionais com frequência ou criar conteúdos contando sobre seus produtos e ou serviços, o preço a pagar não precisa ser alto. Com poucos recursos é possível criar um home studio de vídeos e ter sempre em mãos os recursos mínimos para não depender de empresas terceirizadas.

Vale lembrar que uma das maiores premissas da nova forma de fazer marketing é o relacionamento próximo e real com o cliente. Mais importante que grandes produções cinematográficas, o valor real está no conteúdo.

Se os recursos forem realmente escassos, não deixe de lançar mão da sua câmera de celular, crie um cenário interessante e dê o play! Na medida em que os primeiros resultados dessa estratégia chegarem, sua empresa irá evoluir naturalmente com o investimento na produção de vídeos.

Gera mais proximidade e humanização com o público

Um dos objetivos da produção de Vídeo Marketing é a construção de confiança com o público, criação de relacionamentos de longo prazo e estabelecimento da autoridade da sua marca no seu mercado.

Por isso, ao apostar em vídeos para apresentar sua empresa, você estará se aproximando do consumidor e criando uma relação humanizada com sua audiência.

Quando nos identificamos com o conteúdo de um vídeo, diversas emoções são acesas em nós. Não é atoa que hoje, os digital influencers se tornaram as grandes figuras da mídia, pois seus vídeos geram proximidade e humanização com milhares de pessoas. E você também pode conquistar isso para a sua empresa.

Aumento das conversões

De acordo com uma pesquisa feita pelo Social Media Today, 90% dos consumidores afirmam que um vídeo os ajudar a tomar uma decisão de compra.

E também por isso, os vídeos para pequenas empresas devem ser vistos como investimento, já que podem aumentar as conversões em até 80%.

Assistir uma pessoa pode influenciar diretamente no comportamento de compra e persuadir um visitante do seu site ou blog a se converter em um lead. Aplicando uma estratégia de vídeos para a jornada de compra, logo este lead se tornará seu cliente.

Por isso, lembre-se desse formato de conteúdo como uma poderosa ferramenta para despertar emoções e garantir mais vendas.

Aumenta do tráfego em site, blog e redes sociais

O tráfego que você recebe em seu site, blog e redes sociais é fundamental para ter sucesso em suas estratégias de Marketing Digital.

Quando não se atrai muitos visitantes, dificilmente sua empresa conseguirá vender tão bem quando se espera. Afinal, toda essa estratégia é baseada no funil de vendas do seu negócio.

E como você já deve imaginar, os vídeos são uma excelente sacada para atrair mais tráfego. Não só pelos fatores de engajamento já citados. Mas porque os vídeos também são responsáveis por melhorar o SEO das suas páginas.

A pesquisa State of Video Marketing, de 2017, mostrou que 76% das empresas que usam Vídeo Marketing como estratégia, acreditam que seu tráfego orgânico aumentou. Além disso, vídeos aumentam o tempo gasto dos visitantes em seu site ou redes sociais,

E estatísticas divulgadas pelo Moovly mostraram que se você tiver um vídeo incorporado no seu site, as chances de aparecer na primeira página do Google aumentam em até 53 vezes.

É ou não é um grande potencial?

3 passos para começar a trabalhar com vídeos

Independente do tamanho da sua empresa, é necessário planejamento para começar a trabalhar com qualquer ação de Marketing Digital. E quando o assunto é vídeos para pequenas empresas todo cuidado é pouco para não jogar fora tempo e dinheiro.

Por isso, vamos mostrar 3 passos simples para você começar a trabalhar com vídeos.

Crie uma cultura de vídeos dentro da empresa

Para a estratégia de Vídeo Marketing ser realmente efetiva, é preciso que toda a empresa tenha foco e disciplina em relação aos conteúdos. Especialmente porque, em times menores, o pouco engajamento de uma pessoa poderá influenciar todos que estão ao redor.

Logo, toda a equipe precisa estar comprometida com a estratégia. Desde a produção do conteúdo a análise e mensuração do ROI do conteúdo em vídeo.

Além disso, os colaboradores da empresa não podem ter medo da câmera, tampouco de mostrarem os produtos e serviços com os quais trabalham.

Ao mostrar para o público o que os funcionários estão fazendo e como estão se preparando para atendê-los, sua marca gerará maior confiança.

Então, crie a cultura de vídeos dentro da empresa e deixe que todos abusem da imaginação para instigar a curiosidade do público.

Utilize de recursos que você já dispõe

É verdade que muitas pequenas e médias empresas não possuem recursos sobrando para investir em vídeos com qualidade profissional. E, por isto, é necessário lançar mão de todos os recursos internos que você já dispõe para começar a produzir seus próprios vídeos.

Se você não possui uma câmera profissional, por exemplo, pode utilizar seu próprio celular para gravar os vídeos. Não tem alguém para editar os vídeos? Existem diversas ferramentas de edição de vídeos, gratuitas, que podem ser utilizadas.

O mais importante é você e sua equipe escolherem o tipo de vídeo e conteúdo a ser produzido e começar a trabalhar com o que já tem.

Aposte nas redes sociais de mais sucesso com vídeos

Como dissemos acima, todas as redes sociais mais utilizadas aceitam a hospedagem de vídeos. Para não perder tempo atirando para todos os lados, é necessário apostas mais certeiras. Dois bons exemplos são o Instagram e o YouTube.

O primeiro, além de ter aumentado a duração dos vídeos no feed para até um minuto, já lançou duas ferramentas para hospedar vídeos, o IGTV e o Stories.

O Instagram Stories permite que o usuário poste fotos e vídeos, que ficam disponíveis por até 24 horas, além dos vídeos ao vivo. Já o IGTV hospeda os vídeos, como o YouTube.

O YouTube já é uma conhecida plataforma para hospedar vídeos. Além de ser a mais acessada pelo público geral.

Outras redes sociais também devem entrar na sua estratégia de Vídeo Marketing, como o Facebook e o LinkedIn. Para estas, não deixe de apostar nos vídeos nativos.

Manual do uso de Vídeos no MKT Conteúdo

Tipos de vídeos marketing que trazem grandes resultados para PMEs

Decidiu investir em vídeo marketing? Ótimo! Toda a estratégia gerará ótimos resultados para a sua empresa, caso feita corretamente.

Para te ajudar a começar com o pé direito, vamos mostrar três tipos de vídeo que trazem ótimos resultados para pequenas e médias empresas.

Vídeo cases

Vídeo case é uma produção audiovisual utilizada para a apresentação de um case de sucesso.

É um conteúdo muito bem-visto pelo mercado. Além de possuir um grande poder de persuasão, já que utiliza depoimentos de clientes reais.

Estes clientes dão o seu relato, em vídeo, sobre a experiência com a sua empresa e os produtos que ela oferece, fortalecendo a imagem de confiança.

Vale lembrar que esses vídeos devem ser feitos com clientes reais e somente postados com autorização prévia.

Vídeos tutoriais

Tutoriais fazem bastante sucesso. E a sua empresa pode produzir vídeos tutoriais que mostram ao público o passo a passo de como utilizar o seu produto ou serviço.

Isso se aplica em vários segmentos, como tutoriais de maquiagem, culinária e até de mecânica.

O público-alvo deste tipo de vídeo está, na maioria das vezes. buscando realizar uma tarefa. E o conteúdo deve ser trabalhado cuidadosamente para ir de encontro com essa necessidade.

Vídeo Q&A

Os vídeos Q&A, da sigla em inglês Questions and Answers, é um compilado de perguntas e respostas feitas pelo público sobre a sua empresa.

A vantagem deste tipo de vídeo para pequenas empresas é a não necessidade de muito esforço para a sua criação. Já que basta buscar as mensagens deixadas em comentários pela sua audiência.

Como foi possível ver, o universo dos vídeos é repleto de possibilidades. Especialmente para pequenas e médias empresas, onde o orçamento é fator determinante, o Vídeo Marketing é a ferramenta ideal.

Diretamente associados às redes sociais, engajantes e possíveis de serem feitos apenas com um smartphone, não há mais desculpas para você perder tempo!

Comece o quanto antes a implementar as estratégias citadas e construa um relacionamento cada vez mais valioso com seu público.

Quer aprender ainda mais sobre estratégias de Marketing em Vídeo? Então confira também o nosso conteúdo completo sobre o assunto!

marketing em video

Conteúdo produzido em parceria com a VidMonsters.

Ubersuggest
Parte 26

Ubersuggest: aprenda como fazer o seu planejamento de palavras-chave com essa ferramenta gratuita

Falar em um serviço gratuito até pode dar a ideia de limitações. Mas esse não é o caso da Ubersuggest.

Desde o início de 2018 nas mãos de Neil Patel, um dos grandes nomes do Marketing Digital no mundo, a ferramenta evoluiu para se tornar uma plataforma completa na gestão de palavras-chave.

Como você vai ver a partir de agora, a nova Ubersuggest pode auxiliar muito na sua estratégia de SEO, gerando resultados positivos em produção de conteúdo – e sem cobrar por isso.

Curioso para descobrir o que a Ubersuggest tem? Vamos em frente!

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A nova versão da Ubersuggest

A Ubersuggest 2.0, como Neil Patel batizou após as recentes mudanças que promoveu nela, continua sendo uma ferramenta gratuita de pesquisa de palavras-chave, mantendo a sua essência.

Mas as diferenças para a versão anterior até sugerem se tratar de outra plataforma, a começar pelo visual. A cor laranja que predomina não prejudica a simplicidade do layout, e o site vai direto ao ponto.

Você ingressa nele e já encontra o campo para digitar a palavra-chave (ou keyword, em inglês) que deseja analisar.

Só que o visual representa a ponta do iceberg. Os avanços mais marcantes na Ubersuggest estão nos resultados que a ferramenta apresenta à sua pesquisa.

A grande sacada do Patel foi combinar o que havia de melhor no Google Keyword Planner e no Google Suggest, plataformas que funcionam de modo individual e independente.

Com isso, oferece ao usuário uma visão ampliada sobre a keyword verificada, retornando com as seguintes opções:

  • Visão geral da palavra-chave: volume de buscas/mês, interesse pela keyword ao longo do ano e estimativa de custo no uso em links patrocinados
  • Sugestões de palavras-chave: opções relacionadas ao termo pesquisado para fins comparativos
  • Nível de dificuldade da palavra-chave: classifica a chance de alcançar resultados orgânicos em SEO (Search Engine Optimization) ou pagos em PPC (Pay-per-click)
  • Análise de SERP: detalha esforços e resultados dos concorrentes que atualmente aparecem primeiro nas sugestões do Google para a busca.

Você tem acesso a tudo isso ao ingressar no site, sem pagar nada, nem mesmo realizar cadastro, como é exigido pelas ferramentas do Google.

E para usar é muito fácil. Quer ver só?

Passo a passo para utilizar a Ubersuggest

Falar em passo a passo até sugere que a ferramenta dependa de um manual para ser explorada. Mas não é nada disso.

Você só precisa fazer o seguinte para usar a Ubersuggest:

  1. Acesse o site;
  2. Escolha português/Brasil, ou o idioma que preferir;
  3. Digite a palavra-chave que deseja analisar;
  4. Clique em Buscar.

Pronto!

Como adiantamos, seu funcionamento é extremamente simples e intuitivo. E para mostrar como a Ubersuggest funciona de forma eficaz, vamos explorar cada um dos seus recursos.

Pesquise uma palavra-chave

Antes de iniciar a análise, a sugestão é que elabore uma lista com keywords interessantes para os seus objetivos. Ou seja, defina os termos que tenham relação com aquilo que você oferece, seja um produto ou serviço, ou com o público que você deseja atingir.

Esta é a tela inicial da ferramenta:

tela inicial ubersuggets

Para demonstrar o uso da Ubersuggest, escolhemos a palavra-chave “freelancer”. Como curiosidade, ela seria obrigatória na estratégia se você oferecesse um curso para esse profissional, por exemplo.

Veja o que retorna como resultado da sua busca:

resultado da sua busca ubersuggest

Logo de cara, a ferramenta informa que a keyword analisada possui, em média, 90.500 buscas mensais, número esse que vem se mantendo nos últimos quatro meses.

Observe que o pior resultado para essa palavra-chave foi em dezembro de 2017, quando registrou uma média de 60.000 buscas no Google.

Há ainda outras informações bem bacanas já nesta primeira tela.

A ferramenta considera “freelancer” como uma keyword de alta dificuldade para bom ranqueamento orgânico e de média dificuldade para atrair tráfego pago. Também informa quanto cada clique em um link patrocinado para esse termo custaria, sendo, nesse caso, R$ 0,57.

Para tornar a análise ainda mais fácil, a Ubersuggest adota um esquema de cores bem básico: verde é bom, amarelo é regular e vermelho é ruim.

Não significa que você deva se afastar quando o vermelho aparecer, mas já fica ciente de que seu esforço será maior para alcançar os objetivos da estratégia.

Encontre as palavras-chave relacionadas

Agora, rolamos a tela para ver o que mais a ferramenta nos mostra:

palavras-chaves selecionadas ubersuggest

Se você já estava satisfeito com o primeiro diagnóstico, vai gostar ainda mais deste.

A Ubersuggest apresenta aqui as primeiras ideias de palavras-chave, com seis novas opções para você comparar um a um todos os parâmetros.

Já dá para ver que a sua keyword original é a que possui o maior interesse do público, mas é a mais difícil em termos de SEO e a de custo por clique mais alto – isso na comparação com as demais apresentadas.

Não pare por aí e clique em “Ver todas as ideias de palavras-chave” para chegar a esta tela:

ideias de palavras-chave ubersuggest

Veja que interessante: são 129 ideias de palavra-chave no total, todas elas relacionadas com “freelancer”.

A dica é posicionar o mouse sobre elas e rolar o scroll (botão) para conferir as demais. Se preferir, você pode modificar a ordem como as sugestões são apresentadas.

É só clicar nas setinhas ao lado de cada componente analisado. Inicialmente, os resultados estão dispostos conforme o volume de buscas.

A partir daí, dá para selecionar os termos que mais lhe agradarem, clicando na caixinha ao lado de cada um. Você pode também copiar ou exportar os dados para uma planilha.

Mas por que parar por aqui? Vamos aproveitar para qualificar ainda mais a análise, clicando em “Filtros”.

Observe no que vai dar:

filtros palavras-chave ubersuggest

Nesta área, você pode estabelecer os seguintes parâmetros, de acordo com as suas preferências:

  • Exibir ideias do Google Ads, do Google Suggest, de ambas ou de nenhuma;
  • Definir volume de busca mínimo ou máximo;
  • Definir a dificuldade de PPC mínima ou máxima;
  • Definir custo por clique mínimo ou máximo;
  • Definir a dificuldade de SEO mínima ou máxima;
  • Incluir palavras-chave que precisam aparecer;
  • Excluir palavras-chave que não podem aparecer.

Para um rápido exercício, vamos estabelecer em 1.000 o volume mínimo e 20 como a dificuldade máxima de SEO.

São parâmetros bem exigentes e que retornam com apenas duas opções para você trabalhar. Veja só:

dificuldade maxima seo ubersuggest

Vamos supor que você tenha gostado da sugestão “freelancer o que é”. É uma opção interessante, já que ela irá ranquear também na busca apenas por “freelancer”.

Então, pronto para colocar sua estratégia em prática? Espere mais um pouco!

Você não vai se arrepender de analisar a página de resultados que o Google apresenta, conhecida pela sigla SERP, do inglês Search Engine Results Page.

Analise a página de resultados

Já com a nova palavra-chave selecionada, ao clicar em Análise de SERP, observe as seguintes informações:

análise de serp ubersuggest

O que a ferramenta faz é apresentar parâmetros relacionados aos 99 primeiros resultados trazidos pelo Google para a pesquisa “freelancer o que é”. Na imagem, aparecem apenas os seis primeiros, mas é só rolar a página para observar todos os demais.

Essa informação é especialmente importante para esforços de SEO, já que ser melhor que o concorrente é o que levará o seu conteúdo para mais perto do topo.

Observe que a Ubersuggest apresenta o título do artigo, seu link original, o domínio raiz, o número de visitas estimadas por mês, o total de compartilhamentos que gera em mídias sociais e a pontuação de domínio, que também influencia no ranqueamento.

Para esta pesquisa, o primeiro resultado é o do texto publicado na Comunidade Rock Content.

Conforme a ferramenta revela, sozinho, ele atrai 1.094 visitantes para o site mensalmente, gerando ainda 31 compartilhamentos do conteúdo.

Interessante observar que só os primeiros 20 resultados geram visitas para essa palavra-chave, e apenas os 10 primeiros com algum volume. Enquanto o 10º resultado atrai 40 visitantes, o 11º só recebe sete visitas/mês.

Mas essa análise serve somente para destacarmos o potencial da ferramenta Ubersuggest. Por isso, experimente investigar as suas keywords preferidas nela.

A quantidade e a qualidade das informações que retornam podem, realmente, fazer a diferença na sua estratégia, tanto de SEO como de PPC.

Conclusão

Como vimos, a Ubersuggest 2.0 veio para provocar uma revolução na análise gratuita de palavras-chave.

O que está esperando para experimentar a ferramenta? Acesse agora e nos diga o que achou nos comentários!

Se você quer descobrir tudo sobre SEO e palavras-chave, baixe nosso material gratuito:

Dossiê das palavras-chaves

O que é Hacking Sales?
Parte 27

Hacking Sales: descubra como você pode potencializar as suas vendas

Se tivéssemos que adivinhar uma das suas prioridades para o futuro da sua empresa, apostaríamos na resposta mais clássica possível: vender mais.

Esse é o desejo de praticamente todo empreendedor, em qualquer nicho de mercado, a qualquer momento. 

E buscar soluções neste sentido também não é nada novo. Por isso, métodos e processos novos são testados e provados todos os dias, até que alguns despontam como estratégias sustentáveis e escaláveis a longo prazo.

Esse é o caso do Hacking Sales. Essa metodologia surgiu e mostrou que pode gerar alto retorno para equipes de vários tamanhos

Se você ainda não conhece o conceito, mas quer saber como potencializar sua força de vendas, está no lugar certo. 

Vamos destrinchar tudo que é preciso para fazer sua equipe de vendas brilhar, e como você pode fazer isso o quanto antes como o Hacking Sales!

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Entenda o conceito de Hacking Sales

O que vem à sua mente quando pensa em hackear a máquina de vendas da sua empresa? 

Se você tem uma ideia de unir táticas eficazes com tecnologia moderna, ótimo. Esse é o princípio por trás do Hacking Sales.

O termo Hacking Sales ficou conhecido por conta do livro que leva esse nome, chamado Hacking Sales: A Playbook For Building a High-Velocity Sales Machine, do Max Altschuler. 

A obra traz dezenas de táticas que ajudam a escalar a força de vendas de uma empresa quando aplicadas em conjunto com soluções tecnológicas de ponta.

Automação se tornou palavra-chave nesse tipo de objetivo, e a maioria das ferramentas de vendas atualmente tem algum tipo de automação, seja de tarefas simples ou complexas.

Isso acontece para ajudar as equipes a passar mais tempo no que traz retorno e menos tempo em atividades que acrescentam pouco valor, mas que não podem ser abandonadas ou cortadas.

biblioteca de vendas

Como o Hacking Sales funciona na prática

Quantas horas por dia sua equipe gasta fechando negócios? 

Agora pense em quanto tempo é gasto com pesquisas, abordagem de leads, tentativas de marcar reuniões, etc. Se o tempo com as tarefas “pesadas” é maior, você pode se beneficiar do Hacking Sales.

A ideia de automatizar processos e aplicar tecnologia de ponta é justamente diminuir o tempo gasto com tarefas que consomem muito tempo sem trazer tanto valor comercial.

Com esse método em ação, sua equipe de vendas consegue:

  • mapear um grande volume de oportunidades;
  • iniciar conversas em vários canais e qualificar prospects de forma automatizada;
  • nutrir leads e fechar negócios em menos tempo.

Tudo isso em menos tempo, com menos pessoas e gastando menos dinheiro. Essa enorme diferença de resultados não é fruto só do ganho de produtividade, mas também da precisão maior no processo comercial.

Mas para dar o pontapé inicial do Hacking Sales na sua empresa você e sua equipe terão de definir primeiro quais serão as ferramentas a usar em cada atividade do processo de vendas.

Essa seleção é conhecida como Sales Stack, e é peça-chave para o sucesso da metodologia. Veja a seguir como montar o seu.

Como montar um Sales Stack campeão

O Sales Stack, como já explicado, é o conjunto de ferramentas de vendas que a sua empresa vai usar para automatizar processos e conquistar resultados melhores.

Mas com tantas opções disponíveis no mercado, pode ser difícil montar um arsenal que se complemente bem e que trabalhe de forma integrada. 

Mas existe um jeito certo de fazer isso, e o primeiro passo é conhecer bem a jornada do cliente.

Se ainda não sabe, terá de definir essa jornada do zero. Você pode usar o modelo que criamos só para isso.

Com base nessa jornada, você será capaz de montar um funil de vendas, que servirá de Norte para todas as ações do processo de vendas.

Com o funil definido, seu time terá consciência do tipo de ferramenta que precisará usar em cada etapa, e também das ferramentas que deverão fazer parte de todo o processo.

Você pode ficar com algo do tipo:

  1. Prospectar.
  2. Nutrir leads.
  3. Pontuar leads.
  4. Demonstrar o produto.
  5. Enviar proposta.
  6. Assinar contrato.
  7. Pós-venda.

Algumas ferramentas fazem boa parte do processo, desde automatizar a prospecção até fazer follow-ups e enviar propostas. Exemplos de ferramentas do tipo são Ramper e Reev.

Se a sua equipe usa Inside Sales, pode se beneficiar de um sistema como o da Meetime para garantir a produtividade e eficácia.

Para garantir um pós-venda de qualidade, você precisa também de um bom CRM, como o RD Station CRM, para manter o relacionamento forte com os clientes por um longo tempo.

Vimos apenas alguns exemplos, mas é assim que você e sua equipe devem montar o Sales Stack: entender a jornada de compra, mapear o tipo de ferramenta e então escolher as soluções mais adequadas.

Inside Sales para Iniciantes

7 hacks de vendas que você precisa começar a usar

A ideia de Hacking Sales já está clara, mas ainda faltam algumas dicas na direção certa para te ajudar a deslanchar de vez com a metodologia.

Pensando nisso, fizemos uma lista com 7 hacks de vendas que você precisa começar a usar o quanto antes. 

Todos eles têm a tecnologia como propulsor da força de vendas, e podem trazer ótimos resultados de maneira escalável e contínua. Então, faça o seguinte:

1. Segmente listas de e-mail com base em ações específicas

Quanto mais segmentada for sua estratégia, de acordo com o estágio de cada lead na jornada de compra, melhor. Mas existe uma outra forma de segmentação que vale a pena usar: a que tem como base ações específicas.

Isso acontece quando você usa certas ações dos leads como gatilho para gerar uma resposta automática no seu fluxo de nutrição. 

Por exemplo, se o lead visita uma página específica, voltada para o fundo do funil, você pode enviar um e-mail automático depois de alguns dias oferecendo uma reunião com um consultor.

Exemplo Email Segmentado

Esse tipo de iniciativa pode aumentar muito o seu poder de mover os leads pelo funil e de convertê-los assim que estiverem prontos.

2. Crie alertas no CRM para abordar leads em momentos-chave

Alguns sistemas de CRM permitem a criação de alertas para avisar quando os leads tomam ações específicas.

Dá para ser avisado, por exemplo, no momento em que uma pessoa abrir seu e-mail. Pense no impacto maior que ela terá se receber a ligação de um vendedor poucos minutos depois de ler a mensagem. 

Exemplo Workflow

A chance de avançar com a negociação é bem maior. O ponto é: com esse tipo de alerta, seu time comercial pode falar com os leads na hora certa.

3. Use redes sociais como ferramenta de captação

As redes sociais são um excelente canal de relacionamento, mas você não pode usá-las de forma limitada se quiser aumentar a geração de oportunidades.

Que tal usar esses canais como ferramenta de captação de leads? Compartilhar conteúdo rico é sempre uma boa forma, assim como fizemos com o seguinte post no Facebook: 

hacking sales nas redes sociais

Usar anúncios também pode ser uma boa opção. E nunca ignore o poder do conteúdo gerado pelo usuário para este fim, pode ser uma forma barata e inteligente de criar oportunidades de negócio.

4. Melhore a experiência do usuário em TODOS os seus canais digitais

Todos os seus canais digitais precisam levar em conta a experiência do usuário. Isso inclui até aqueles que você não tem controle total, como os perfis sociais.

Nesses casos, a qualidade do conteúdo e a clareza das informações sobre a sua empresa é que serão determinantes. 

Mas nos seus canais próprios (site, blog, etc.) não há desculpa para não fazer um trabalho incrível. Suas páginas têm de ser responsivas, rápidas de carregar, de fácil navegação e conter conteúdo de qualidade.

5. Crie uma oferta gratuita de alto valor para gerar mais leads

Uma estratégia de conteúdo que traz resultados consistentes envolve criar material relevante sempre, mas existem alguns projetos que precisam ser ainda mais atraentes.

Estamos falando de ofertas de altíssimo valor, que a persona ache difícil ignorar.

Criar uma ferramenta ou um guia interativo (sempre gratuitos) são formas de se diferenciar da concorrência, atrair tráfego qualificado e leads.

Um exemplo disso é o nosso Gerador de Personas, que, como o próprio nome já diz, indica ao leitor qual seria a persona ideal para o seu negócio, auxiliando na construção de sua estratégia digital.

Ferramenta para Hacking Sales

6. Use pixels para reengajar pessoas que visitaram seu site

A maioria das pessoas que entra no seu site sai sem tomar nenhuma ação?

Os pixels do Facebook ou do Google são ferramentas que uma empresa pode acrescentar no código do site para criar campanhas de remarketing voltadas para essas pessoas.

7. Faça sequências de e-mail de pós-venda

A assinatura do contrato está longe de ser o fim da linha para quem leva a sério a criação de uma máquina de vendas.

Garantir a fidelidade dos clientes passa diretamente pela criação de processos eficazes de pós-venda. Uma forma básica de fazer isso é por criar sequências de e-mail a serem disparadas assim que alguém se torna cliente.

Esses e-mails podem incluir informações que a pessoa ainda não sabia sobre o produto que comprou, ajuda para treiná-la em alguma função específica ou um simples recado de boas-vindas.

Alinhar tecnologia e princípios eficazes de vendas é a base do Hacking Sales. Com isso, é possível automatizar esforços e aumentar a lucratividade da sua empresa de maneira exponencial e consistente. Agora é só aplicar os hacks que aprendeu aqui e medir tudo para conquistar resultados incríveis.

Tem interesse em conhecer ainda mais sobre como melhorar o desempenho da sua equipe de vendas? Então confira também o nosso conteúdo completo sobre Marketing e Vendas de alta performance!

Marketing e vendas de alta performance ebook

Psicologia do consumo
Parte 28

Psicologia do consumo: tudo o que você precisa saber para vender mais no seu e-commerce

Quais são as suas atividades matinais logo depois de levantar da cama?

É bem provável que a sua rotina seja parecida com esta: você caminha até o banheiro (e faz o que é preciso por lá), escova os dentes, prepara o café da manhã e dá uma olhada no celular para acompanhar as últimas notícias e postagens nas redes sociais.

Agora, responda: ao longo dessas tarefas, em algum momento você as racionaliza?

Como: “Vou pegar a escova de dente, abrir o tubo de pasta e espremer em cima das cerdas. Depois, vou limpar dente por dente, a língua e, por fim, enxaguar três vezes.” Você se ordena cada passo? Aposto que não!

Essa é uma das provas de como o nosso cérebro é uma máquina fantástica, afinal, realizamos diversas ações sem a necessidade de pensar muito sobre elas.

Para isso, temos mecanismos cognitivos — também conhecidos como gatilhos mentais — que nos permitem escolher entre isto ou aquilo no piloto automático.

Quais são os gatilhos mentais para E-commerce?

Diariamente recebemos múltiplos estímulos psíquicos nos meios online e offline, nos aspectos pessoais e profissionais etc — nossa vida é resumida em tomar decisões.

E, claro, isso não seria diferente quando pensamos em compra e venda. Vai me dizer que nunca adquiriu um produto por impulso e depois se perguntou “onde eu estava com a cabeça”?

Assim, se você deseja conhecer os cinco principais gatilhos mentais e como usá-los a favor do seu negócio, continue acompanhando! A seguir, você encontrará estratégias de marketing que levarão o seu público-alvo à conversão.

Vamos lá?

1. Urgência

Ah, os tempos modernos! Com os avanços tecnológicos e o advento do mobile, temos acesso a qualquer informação na palma de nossas mãos: previsão para o clima, melhores restaurantes para um sábado à noite, filmes em cartaz, notícias do Brasil e do mundo, enfim, um turbilhão de conteúdos.

Contudo, essa facilidade nos tornou muito ansiosos. Se um site demora um pouco mais para carregar, rapidamente desistimos de acessá-lo. Se a internet cai, é o fim do mundo.

Tudo é para ontem.

Logo, por que não usar esse senso de urgência na divulgação do seu e-commerce, não é mesmo?

Essa é uma abordagem bastante conhecida e usada principalmente em datas especiais, como a Black Friday e o Natal. Para criá-la, é essencial considerar aspectos sobre o tempo e criar CTAs chamativas.

Combinando essas duas atitudes, as chances do gatilho mental ser ativado são grandes.

No primeiro caso, elabore prazos (curtos de preferência) para se efetivar a compra. O receio de ficar sem determinado produto fará com que o seu consumidor não perca tempo e adquira-o logo quando a oferta for anunciada.

Uma dica visual é a de fixar um cronômetro regressivo para sinalizar quantos dias (ou horas) faltam para a promoção se encerrar.

Já em relação às CTAs, use e abuse de verbos no modo imperativo e advérbios de tempo, como: “Compre já!”, “Não desperdice esta oportunidade”, “É só hoje!”, “Adquira o seu exemplar agora mesmo”, “Esta pode ser a sua última chance!”, “Amanhã é o último dia” etc.

Esses anúncios poderão ser feitos tanto na home da sua loja virtual, quanto nas redes sociais. Aproveite todos os meios para alcançar o seu público.

Kit Marketing nas Redes Sociais

2. Escassez

Este gatilho mental é bem parecido com o anterior: o medo de não conseguir adquirir um produto ou de não passar por determinada experiência fará com que o cliente não pense duas vezes e finalize a compra.

Entretanto, a diferença entre os dois estímulos está no foco: no primeiro caso, o tempo; aqui, a quantidade limitada de mercadoria.

Uma marca que constantemente usa esta abordagem é a Amazon, especialmente na categoria de Livros em oferta: abaixo de cada exemplar em promoção, há uma barra que vai sendo preenchida conforme as vendas são realizadas.

Para um consumidor ansioso, isto é o que basta para colocar um volume no carrinho e garantir logo o dele.

Outra ação que geralmente funciona com o mecanismo de escassez é a de criar um senso de exclusividade: a necessidade de fazer parte de um grupo seleto, que conseguiu algo além do comum, também fará os olhos do seu público brilharem.

Para isso, você pode oferecer bônus ou frete grátis às 20 primeiras pessoas que comprarem um dado produto.

3. Autoridade

Você já solicitou alguma mercadoria de um e-commerce que não confiava? Bem improvável, não? Se uma marca não transmite segurança, será difícil que a mesma alcance conversões.

Então, como criar um ambiente virtual que demonstre honestidade e transparência para ativar o gatilho de autoridade?

As possibilidades são inúmeras. Uma delas é a de desenvolver conteúdos especializados, mostrando que você e a sua equipe entendem o seu nicho.

Outro exemplo: se sua loja virtual é de vestuário e acessórios, uma boa ideia é publicar artigos (ou vídeos no YouTube e Stories) com tendências do mundo da moda e dicas de como compor diferentes looks.

Outra orientação, que pode demandar um pouco mais de investimento financeiro, é a de convidar especialistas do mercado ou influencers para um bate-papo ou palestra.

Aposto que você já comprou um produto por indicação de uma personalidade das redes sociais, não? Seria exatamente esse movimento de valor em relação à sua marca.

Não se esqueça também de apostar no marketing de relacionamento por meio do storytelling: prática de contar histórias audiovisuais. O objetivo principal dessa técnica é o de criar maior proximidade com o público e conquistá-lo.

Para isso, use fatos reais e encadeie-os como uma narrativa. Se os produtos são fabricados na sua própria empresa, que tal contar um pouco mais sobre o processo criativo até o resultado final?

Lembre-se inclusive das datas comemorativas, pois são ótimos momentos para cativar e gerar emoções. Um exemplo recente é o da campanha da Bauducco, Pedacinhos de Natal. Inspire-se!

4. Prova social

Extremamente ligado ao gatilho de autoridade, o de prova social se refere ao sentimento de pertencimento. Ser aceito por um grupo, estar por dentro das novidades e fazer parte de uma “massa” trazem a sensação de segurança, mesmo que inconscientemente.

Em vista disso, para despertar este estímulo no seu cliente, além de seguir as dicas anteriores relacionadas a conteúdos e parcerias com influenciadores digitais, valorize os feedbacks recebidos daqueles que já compraram na sua loja online.

Utilize todos os canais disponíveis: comentários no Facebook, Instagram, Twitter, entre outras redes sociais, páginas dos produtos no seu e-commerce e, claro, fique de olho em sites de reclamações, como o do Reclame Aqui.

Independentemente das críticas, sejam elas positivas ou negativas, responda a todas.

No primeiro caso, agradeça o contato e aproveite para entender os pontos altos da sua mercadoria — desta forma você poderá até mesmo usá-los nas próximas divulgações.

No segundo caso, responda-os com atenção e, assim que possível, passe o contato para algo mais privado, como troca de e-mails ou telefonemas.

Encare esse tipo de situação como uma oportunidade de compreender os detalhes que podem ser melhorados seja na qualidade do produto, entrega, checkout etc.

Esse tipo de atitude mostrará, a aqueles que estão analisando a sua loja para uma primeira compra, que sua marca é responsável e está disposta a resolver problemas, caso os mesmos surjam. Isso, consequentemente, gerará empatia.

Não se esqueça, enfim, de republicar Stories e publicações feitas pelos seus consumidores com os seus artigos (também conhecidos como recebidos). Este tipo de prova social é uma das mais valorosas, pois apresentará um e-commerce respeitado e querido pelo público.

Infográfico sobre Influenciadores Digitais

5. Reciprocidade

O último gatilho mental faz referência às gentilezas. Alguma vez você já foi maltratado em uma loja física? Se sim, depois disso, você voltou lá? Tenho certeza de que não.

O mesmo acontece no mundo online: se o seu cliente não se sentir bem atendido antes, durante e depois da venda, é provável que ele não retorne (e ainda é possível que fale mal por aí).

Assim, além de investir em um SAC de qualidade, seguindo as dicas do tópico anterior, dedique-se a ações para fidelizar o seu consumidor.

Um bom exemplo a ser seguido é a Netflix: depois de usufruir de um mês gratuito com todos os shows, documentários, seriados e filmes, é quase impossível o usuário desistir do streaming. Pronto, convertido!

O mesmo acontece do lado oposto do funil, quando o cliente já foi conquistado e recebe cortesias da marca, como: brindes de novos produtos, cupom de desconto para o próximo mês e frete grátis para a próxima compra.

Impossível não se sentir lembrado e querido, não é?

Por fim, em contrapartida, o cliente além de se sentir bem, gentilmente divulgará a sua loja para amigos, vizinhos, parentes e até nas redes sociais — o famoso boca a boca.

Entendido?

Fazendo bom uso dos gatilhos mentais, desde o primeiro contato com o seu público-alvo até o pós-venda, conquistá-lo se tornará uma tarefa muito mais fácil.

A psicologia do consumo está a favor do seu negócio, lembre-se de sempre transparecer nas suas ações de marketing tons de urgência e escassez, autoridade e reciprocidade.

O caminho está traçado, agora basta utilizar as ferramentas certas com ética e sabedoria. Boa sorte e mãos à obra!

Este post foi escrito por Raquel Lisboa, da equipe da Nuvem Shop.

Canibalização de palavras-chave
Parte 29

O que é canibalização de palavras-chave e como evitar que as suas páginas prejudiquem umas às outras

Quando uma empresa começa a investir em SEO, certamente tem um objetivo claro: alcançar o topo do Google e gerar tráfego orgânico para as páginas de um blog.

Apesar disso, não é tarefa simples manter um padrão de qualidade que seja digno dos primeiros resultados da pesquisa. Além do mais, existem muitos atributos que podem afastar os visitantes do site e comprometer os resultados da estratégia.

Um bom exemplo é a canibalização de palavra-chave. Essa prática é prejudicial às ações de otimização nos mecanismos de buscas e uma pedra no sapato para quem aplica o marketing de conteúdo.

Se você quer saber mais sobre o assunto ou já teve problemas com isso, não é necessário entrar em pânico. Neste artigo, você saberá tudo que é preciso para identificar e consertar a canibalização de keywords.

Mas antes, o que é a canibalização de palavras-chave?

A canibalização de keywords ocorre quando páginas de um mesmo blog têm como foco o mesmo termo de pesquisa. Ou seja, a empresa concorre consigo mesma.

Veja o exemplo dos resultados obtidos a seguir, coletados a partir da pesquisa no Google pela combinação das palavras-chave “marketing de conteúdo” e “SEO”:

Canibalização de palavras-chave

Os dois artigos em destaque representam, respectivamente, o terceiro e o quarto resultado da SERP.

Vale lembrar que, caso você repita a busca em outro momento, pode ser que obtenha resultados diferentes, já que o ranqueamento muda constantemente.

Como é possível reparar, ambos estão otimizados para as palavras-chave aqui já citadas e concorrem entre si, certo?

Sem uma observação apurada dos dados recolhidos pelas ferramentas de análise (como o Google Analytics), qualquer um poderia dizer: “poxa, que maravilha! Agora temos duas páginas em duas posições diferentes!”. Bom, saiba que não é bem assim.

Isso pode trazer prejuízos e reduzir a performance de algumas das principais páginas de um website.

A razão? É o que saberemos a seguir.

Dossiê das Palavras Chaves

A canibalização de palavras-chave é mesmo um problema?

Muitos especialistas de Search Engine Optimization acreditam que a canibalização de termos tem um efeito negativo sobre o posicionamento no Google.

Mas, antes de tudo, precisamos entender como funciona o algoritmo do buscador mais famoso do mundo.

Trata-se de um robô que, a cada busca realizada pelo usuário, faz uma “varredura” na internet para encontrar os melhores resultados para aquele termo específico.

O Googlebot possui “crawlers” que vasculham as páginas para entregar uma resposta que resolva o problema do usuário.

Até aí, nenhuma novidade. Acontece que, quando duas páginas de um mesmo site têm conteúdos muito semelhantes, podem “confundir” o Google.

Se você parar para pensar, faz sentido. Quando há duas páginas com conteúdos idênticos na internet, a tendência do bot é dar prioridade àquela que é mais antiga. Isso acontece porque a mais recente é, teoricamente, a responsável por “copiar” o texto.

Essa ação evita o plágio, tão comum na internet, mas também auxilia o usuário, que não corre o risco de ter dois resultados iguais na página de resultados.

E é exatamente por isso que conteúdos parecidos podem fazer com que o robô do Google penalize uma das páginas do blog: textos semelhantes.

Os crawlers não são perfeitos e trabalham em busca de palavras-chave. Quando dois artigos apresentam estruturas muito próximas, um deles pode ser identificado como “conteúdo duplicado” e sofrer uma penalização. Ou, em muitos casos, ambos podem perder posições.

Aqui precisamos frisar, também, que os estudiosos desse ramo muitas vezes têm ideias conflituosas. Quando falamos sobre a canibalização de keywords, não é diferente.

Alguns especialistas acreditam que isso não ocorre, e que alguns textos não são relacionados nos resultados devido a outros dos mais de 200 fatores de ranqueamento do Google.

Aprenda mais sobre as ferramentas do Google:
Guia do Google Search Console
Guia do Google Analytics

Certo, mas eu realmente devo me preocupar com isso?

A canibalização de palavras-chave pode realmente trazer alguns incômodos à sua estratégia de SEO, mesmo que alguns especialistas digam o contrário.

Se pararmos para refletir por um instante, é fácil descobrir outros motivos pelos quais você deve prestar muita atenção para que suas páginas não rivalizem entre si.

Primeiramente, é importante falar sobre as taxas de conversão. Ora, se uma das páginas está atingindo o seu objetivo com maior precisão, você provavelmente deveria focar nela, não é mesmo?

Também devemos levar em conta o link building. Um dos grandes objetivos para se fazer um artigo de qualidade é conquistar links de referência para a página.

Quando você rankeia em diferentes páginas para a mesma keyword, está também dividindo os links de entrada.

Sendo assim, há também uma separação de conversões, cliques e outros elementos tão importantes em uma estratégia. Até mesmo a autoridade de ambas será afetada.

Ou seja, no fim das contas, é tudo uma questão de razão. Posicionar-se em duas colocações diferentes para uma mesma intenção de busca pode não ser tão interessante assim.

Como identificar se há concorrência interna de páginas no meu site?

Se você quer saber se há canibalização de palavras-chave em seu site ou blog, há uma maneira bem simples.

Você terá que usar o próprio Google, então abra uma aba e vá até o motor de pesquisas. Depois, será preciso digitar “site:” e o seu domínio. Esse é um hack utilizado para procurar páginas internas em um site.

Para exemplificar, procuramos por “escaneabilidade” dentro deste blog. Os resultados foram os seguintes:

Canibalização de palavras-chave

Perceba que há duas páginas “devorando-se” para ficar na primeira colocação do Google. Apesar disso, essa pode ser uma questão estratégica, como você verá a seguir.

Note, porém, que os dois textos possuem focos completamente diferentes, um fala sobre Intertítulos e outro é focado em escaneabilidade. Esse hack é para você identificar a possibilidade de canibalização.

Se você buscar por escaneabilidade no Google, verá que o texto sobre intertítulos está longe da primeira página, logo, não prejudica em nada o outro conteúdo.

Isso é sempre um problema?

Nem sempre rankear com duas páginas será um problema para o seu site, em algumas situações aparecer com mais de uma página na SERP pode ser positivo.

Vamos entender como identificar se devemos ou não corrigir o problema (e logo depois veremos o passo a passo para evitar e consertar):

Dois domínios diferentes

Se a sua empresa ou você possui dois domínios diferentes e consegue rankear com os dois, isso não necessariamente será prejudicial.

Isso porque o Google não entenderá a divisão de CTR e não ficará “confuso” em relação à qual é a página principal daquele domínio.

Além disso, a estratégia de linkagem interna será muito bem focada em cada um dos domínios, deixando claro a intenção de rankeamento em cada um.

É claro que você deve focar em apenas uma para conquistar o ranking, mas, caso aconteça de ambas aparecerem na primeira página, não será prejudicial com se estivessem no mesmo domínio.

Uma SERP, duas intenções

Um dos principais fatores de rankeamento atualmente é responder à intenção de busca do leitor.

Você pode ler mais sobre isso nesse conteúdo sobre rankear em primeiro no Google!

Por exemplo, veja a SERP para a busca “SEO”:

Canibalização de palavras-chave

Claramente a intenção de busca aqui é entender o que é SEO. Afinal, é o foco de todas as respostas que o Google considera adequadas à busca.

Porém, outras páginas de resultados não possuem uma intenção de busca tão clara. Por exemplo para a busca “Poker”:

Canibalização de palavras-chave: Poker

Você pode ver que os resultados mesclam entre páginas que ensinam a jogar Poker e páginas que de Poker online.

Ou seja, a pessoa que buscou por Poker pode tanto querer aprender a jogar, com pode já saber e quer encontrar um lugar para jogar online.

Por isso o Google possui uma página de resultados mesclada. Nesse caso, se você tiver uma página para cada intenção, talvez não seja prejudicial.

É importante deixar bem claro e buscar otimizar as páginas focadas em diferentes intenções, “como jogar” e “jogar online”. Isso deve ser pensado no conteúdo e na estratégia de linkagem.

Para identificar se você deve ou não redirecionar, você pode utilizar o Google Search Console.

Dentro de “desempenho” selecione as páginas que rankeiam na mesma SERP.

Canibalização de palavras-chave

Depois visite a aba “consultas” e identifique as buscas que geram mais cliques na sua página.

Isso chegou a acontecer com a gente para a busca “Pesquisas de Marketing”.

O Inteligência Rock Content possuia 3 resultados na primeira página:

  • Pesquisa de Marketing (guia completo)
  • Como fazer uma pesquisa de Marketing
  • Tipos de Pesquisa de Marketing

Respectivamente as posições eram 4, 5 e 6.

Percebemos que a maior parte dos cliques nas duas primeiras páginas eram para a mesma busca “pesquisa de marketing”.

Porém, na terceira, a maior parte dos cliques realmente vinha da busca “Tipos de Pesquisa de Marketing”, embora ela também recebesse cliques para “pesquisas de marketing”, não era esse o foco e ela não reduzia muito o CTR da nossa principal, mas cobria uma segunda intenção de busca.

Vendo isso, redirecionamos “como fazer” para o Guia completo e mantivemos a página tipos de pesquisa.

No nosso caso o Guia Completo já explicava como fazer uma pesquisa, se esse não for o seu caso, adicione a parte como um tópico no seu guia.

O resultado disso, hoje as nossas duas páginas estão respectivamente em primeiro e segundo para a busca “Pesquisas de Marketing”:

Canibalização de palavras-chave

Isso mostra como é essencial realmente entender se as suas páginas estão se canibalizando ou não.

Em caso positivo pode ser extremamente prejudicial, como vimos, por isso, veremos como corrigir o erro:

Como evitar e consertar o “keyword cannibalization”?

Certamente a melhor maneira de evitar esse problema é por meio do planejamento.

Uma planilha com os principais termos de pesquisa e os textos relacionados que serão redigidos poderia facilmente impedir a canibalização de palavra-chave.

Apesar disso, ainda existem muitos administradores de sites e blogs que não exercem essa prática.

Nesse caso, é preciso contar com algumas ações para consertar esses erros. A seguir, saiba quais são as atividades recomendadas.

1. Aplique o LSI

LSI (Latent Semantic Indexing) ou somente Indexação Semântica é um termo que surgiu diante da necessidade do Google de se adequar à intenção de busca do usuário. Afinal, a intenção do mecanismo é ser útil.

Suponhamos que você tenha um artigo excelente no seu blog cuja palavra-chave é “marketing para iniciantes”.

Nem sempre esse será o termo utilizado para realizar a busca. Portanto, pessoas podem buscar por “principiante”, “novato” ou “inexperiente” e cair na sua página.

Mas há mais: outros termos como “como começar no marketing”, “escola de marketing” ou “marketing básico” também podem levar ao seu texto, já que ele pode solucionar as mesmas dúvidas.

Essas palavras-chave que são sinônimos ou relacionadas podem ser utilizadas tanto ao longo do texto quanto no título, subtítulos, metatag e alt tag.

Essa é uma boa prática não somente para evitar a canibalização quanto para deixar o conteúdo mais interessante, já que repetições são cansativas.

Uma forma interessante de identificar se vale ou não à pena fazer mais de um conteúdo, é buscar pelas duas palavras-chave e comparar as páginas de resultados. Se eles forem praticamente os mesmos, um conteúdo basta.

As vezes duas buscas parecidas geram resultados completamente diferentes. Nesse caso, vale a pena você produzir conteúdo que, mesmo parecidos, respondem diferentes intenções de busca.

2. Use a cauda longa

Pelos mesmos motivos citados no tópico anterior, é possível tornar as suas páginas ainda mais específicas.

É o que nós da Rock Content fizemos no exemplo citado no início do texto. Repare que no primeiro resultado que aparece na imagem há a inclusão de uma terceira keyword: “iniciantes”.

Nesse caso, com uma combinação dos três termos, é bem provável que o usuário chegue até a página. E o mesmo vale para o segundo resultado, onde são utilizadas os termos “panorama” no título e “cenário” na URL, uma mescla de cauda longa com LSI.

Bem legal, né?

Guia do SEO 2.0

3. Use o redirecionamento

Se você tem duas páginas com um bom posicionamento no Google, pode usar o redirecionamento 301 para levar o usuário à página correta.

Nesse caso, com o tempo o Google perceberá que apenas uma delas é realmente relevante, já que o aumento do tráfego na página desejada aumentará a autoridade da mesma.

Isso deverá ser feito quando duas páginas estão respondendo à uma mesma busca e dividindo os cliques, links etc.

4. Reestruture os links internos

Outra maneira de mostrar ao Google qual das páginas é a mais relevante é investindo em links internos.

Nesse caso, é importante que as referências que apontam para determinada página sejam inter-relacionadas. Assim, o Google compreenderá quais são consideradas mais importantes e as posicionará acima no ranking.

Lembre-se de usar o conceito de posts satélite, no qual os artigos de long tail apontam para os textos mais relevantes e que são mais abrangente e valiosos para o seu blog.

Inclusive a página da long tail deve sempre fazer o link para a página principal focada naquela KW.

5. Combine conteúdos

Quando você identificar que dois conteúdos são realmente muito semelhantes e têm o mesmo objetivo, você pode combiná-los para formar um único artigo com qualidade superior.

Tente compilar as ideias presentes em cada um deles e reestruturá-lo para que continue atraente para os leitores.

Por meio desse novo texto adaptado, você oferecerá um material ainda mais rico, provavelmente conseguirá melhores índices de tráfego e resolverá o seu problema com a canibalização de palavras-chave.

E se você gostou do conteúdo acima, que tal conferir também o nosso conteúdo completo sobre como dominar o Google e gerar resultados para sua estratégia de marketing?

Kit Domine o Google

Segredos dos Webinars que vendem
Parte 30

Conheça as 4 melhores dicas para fazer webinars que vendem para o seu negócio

Se você é um profissional de Marketing Digital atento, já notou que os webinars estão ganhando espaço nas estratégias de comunicação. Seja para gerar e nutrir leads ou até mesmo para fechar vendas, o fato é que esse formato de conteúdo tem gerado muito engajamento.

Para se ter uma ideia da força dos seminários online, um estudo indicou que 73% dos comerciantes B2B apontam os webinários como uma das melhores opções para engajar a audiência e gerar leads.

No entanto, nem sempre a ação é um sucesso. Isso porque ainda é um desafio para muitos compartilhar a tela com um número relevante de pessoas realmente interessadas.

O motivo? Para toda nova ação de marketing que surge, é comum inúmeras empresas apostarem sem nenhum planejamento estratégico com a justificativa que ‘’meu concorrente já está fazendo’’ ou ‘’é digital, é simples, não tem segredo’’.

O resultado? Dinheiro e tempo jogados fora. E o desperdício de uma ferramenta que, quando bem utilizada, pode gerar bons frutos para todo tipo de negócio.

E para que você também não cometa estes erros, fique atento para os 4 maiores segredos dos webinars que geram vendas — de verdade — que separamos para você.

Devo incorporar os webinars na minha estratégia digital?

Se você ainda está se perguntando se vale mesmo a pena investir na realização de webinars, ou se você já investiu e falhou e está com o pé atrás de tentar novamente, temos uma boa notícia. Sua marca e o seu público só tem a ganhar.

Isso porque, por meio dos webinars você terá a possibilidade de responder, em tempo real, todas as dúvidas e objeções de compra do seu mercado, aumentando não só a autoridade da sua marca mas acelerando a jornada de compra de quem te assiste.

E não se preocupe sobre a assertividade desse investimento. Pesquisas apontam que mais de 80% dos internautas preferem assistir a um conteúdo ao vivo do que ler um blog post, por exemplo.

Ou seja, com um planejamento adequado, é mais que possível ter um ROI positivo dessa ação.

Vamos descobrir agora como fazer?

a jornada do cliente

4 segredos para realizar webinars que vendem

Apesar da possibilidade que as redes sociais e diversos aplicativos trouxeram para realizarmos lives a qualquer hora, dar início a um webinar sem se atentar para alguns pontos-chave pode resultar em muita frustração.

Para não correr esse risco, confira as dicas abaixo!

1. Planejar (com antecedência) é preciso

Se você não deseja passar pela desagradável experiência de preparar um excelente conteúdo e, na hora H, não contar com ninguém para te assistir, você precisa trabalhar com um bom planejamento.

Realizar webinars que vendem não é algo que ocorre do dia para a noite. O ideal é ter um cronograma.

Em seguida, veja um roteiro de planejamento que você poderá utilizar para os webinars de sua empresa. Podendo também, é claro, adaptar para sua realidade.

  • De três a quatro semanas antes do webinar

É fundamental escolher um bom tema para discutir com sua audiência ao vivo. E ter o assunto em mãos com antecedência é muito importante, pois é ele que guiará toda a divulgação do evento.

Por isso, analise quais os temas são interessantes para a sua empresa abordar e que poderão trazer bons resultados e engajamento na hora do show.

Faça uma pesquisa sobre quais assuntos estão mais quentes no seu mercado. Você pode usar ferramentas como o Google Trends para não errar.

É nesse momento que também deverá ser definido a data exata de realização do webinar. Não deixe de considerar se haverá algum outro evento importante ou feriados próximos. Pois fatores como esses podem afetar negativamente a aparição da audiência.

Data do evento definida, é hora de criar um calendário com as datas de divulgação e já dar o start nessa jornada.

  • Duas semanas antes do webinar

Com duas semanas antes do evento é ideal que sua <