Por Autor Convidado

pela Rock Content.

Publicado em 28 de fevereiro de 2020. | Atualizado em 2 de abril de 2020


Mídia programática para agências: você também tem dúvidas? Neste artigo, a Publya desmistifica alguns dos principais pontos relacionados a este tipo de estratégia, os benefícios para os anunciantes e como você pode incluí-la no seu portfólio de serviços. Confira!

A mídia programática para agências oferece diversas estratégias para potencializar a visibilidade das marcas e gerar resultados de forma eficiente para os anunciantes. Para as agências, este tipo de estratégia pode ser visto como uma forma de agregar novos serviços ao seu portfólio, enriquecendo as ações de marketing dos seus clientes e aumentando o ROI.

Se você possui dúvidas sobre a forma como a programática funciona, este artigo chegou na hora certa. Nele, buscamos desmistificar alguns conceitos sobre a mídia programática para agências e explicar os benefícios que essa forma de comprar mídia oferece. Confira!

Mídia programática não é um tipo mídia, é um modelo de compra

Apesar do nome não ajudar nesta distinção, a mídia programática não é um tipo de mídia, mas sim, uma forma automatizada de comprar mídia. Nesse modelo, é possível veicular anúncios utilizando diferentes canais sem a necessidade de negociação direta com portais, blogs, aplicativos e plataformas de streaming. Um ponto interessante é que, através dessa forma de compra, é possível ter alcance de praticamente toda internet brasileira e mundial.

Para as agências, essa é uma forma de adaptar as estratégias de mídia ao comportamento da audiência, criando uma jornada integrada e focada em encontrar os usuários em diferentes canais. 

Programática é só “display e vídeo”?

Por já terem passado por um processo de amadurecimento no cenário digital, quando falamos em programática é normal as pessoas fazerem uma associação direta ao uso da mídia Display e Vídeo

Mas, além das mídias convencionais, na programática também é possível veicular campanhas em Áudio, apresentando anúncios em plataformas como Spotify, Deezer e Rádios Online. E também, Out of Home, entregando os anúncios em monitores presentes em elevadores e restaurantes, relógios digitais nas ruas, entre outras opções.

Dessa forma, a agência pode diversificar o formato das mensagens usadas na comunicação da marca, explorando o melhor que cada mídia tem a oferecer.

Como é feita a segmentação das campanhas programáticas?

Ao configurar uma campanha programática é possível utilizar os dados para segmentar usuários com base no momento da sua jornada e de acordo com o objetivo da campanha – que pode ser de reconhecimento de marca, tráfego para o site ou conversões.

Por exemplo, os dados third-party (dados de terceiros), fornecidos por parceiros como a Tail e Serasa Experian, permitem exibir as campanhas para usuários com determinados comportamentos online, interesses, intenção de compra, dados demográficos, socioeconômicos, renda, etc. 

Já os dados first-party (dados próprios do anunciante), permitem criar campanhas de retargeting para impactar usuários que já interagiram de alguma forma com o site do anunciante ou encontrar um público a partir dos dados de um CRM (CPF e e-mail).

Além do uso dos dados, a mídia programática para agências também possui uma série de estratégias para definir como a audiência será abordada como: Whitelists, Conteúdo Semântico, Retargeting E-mail Marketing, Hyperlocal, entre outros. Conhecer esse universo de possibilidades é essencial para saber como encontrar o público-alvo no momento e lugar certo.

Como garantir a qualidade na entrega de uma campanha?

As tecnologias utilizadas no ecossistema da programática, ajudam a analisar a eficiência das campanhas publicitárias e também trazem maior transparência na forma como a entrega está sendo realizada. 

Por exemplo, durante a implementação de uma campanha, é possível aplicar filtros anti fraude que impedem a ação de bots. Esse bloqueio ajuda trazer mais qualidade durante a veiculação e permite ao gestor de campanhas acompanhar com maior precisão o seu desempenho, avaliando as estratégias e identificando quais estão dando maior retorno e quais precisam ser otimizadas.

Já com a utilização de whitelists (listas de sites de um determinado segmento), as campanhas são veiculadas para o público adequado e em ambientes ideais para cada objetivo. 

Outra forma de garantir essa eficiência, é validando a entrega por meio do viewability, relacionando o tempo de visibilidade do banner com o posicionamento dele na página. Ou então, usando o brand safety para garantir que a campanha do anunciante não seja exposta a conteúdos considerados ruins para a marca.

Contar com parceiros que ofereçam transparência durante a veiculação de uma campanha programática é o passo mais importante para ter acesso a essas informações, e ter certeza de que a campanha atingirá os resultados esperados.

Agregando a mídia programática para agências ao seu portfólio

As agências possuem a vantagem de estar próximas ao negócio do seu cliente, e assim, entender seus desafios e objetivos. Essa visão permite a construção de um plano de mídia consistente e que atenda às necessidades do anunciante.

Uma das formas de aplicar a mídia programática ao portfólio da agência é encontrando um parceiro como uma trading desk, que possua tecnologias e experiência para simplificar o processo de veiculação de campanhas. Ainda com dúvidas? Confira este guia com 5 dicas para escolher um parceiro de mídia programática para sua agência.

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