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Fazendo mais com menos: reutilize conteúdo

Já achou um conteúdo super legal, que você tinha muita vontade de ver, mas acabou deixando pra depois porque era um podcast e você não queria ouvir um naquela hora? Chato né? Não seria ótimo se todo podcast tivesse uma versão em livro, para você pular um capítulo caso ele não seja do seu interesse?

Se uma pessoa não gosta de ler eBooks por exemplo (ou está usando uma Smart TV, e não quer ler um livro nela), disponibilizar o mesmo conteúdo em vídeo pode ajudar muito! Pois é, reutilização de conteúdo não é picaretagem, é justamente o oposto: permitir que o usuário possa consumir o conteúdo na plataforma que quiser.

Se você se focar em uma única ferramenta (blog, vídeo, etc), há o risco de acabar perdendo negócio por que o seu usuário estava simplesmente procurando outro formato. De nada adianta criar um manual de 500 páginas sobre como ser o rei do Photoshop, se a maior parte das pessoas está procurando pequenos tutoriais na Internet sobre como realizar algumas ações específicas. Reutilize conteúdo e veja como melhorar seus resultados!

O que o marketing de conteúdo e a reutilização tem a ver?

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Com marketing de conteúdo é a mesma coisa: não adianta apenas ter um bom conteúdo, ele também preciosa estar no formato certo, afinal, você não quer perder leads e vendas, não é? Então é melhor criar conteúdo em diversos formatos, assim, alguém que gosta de vídeo não vai deixar o seu conteúdo de lado por ser um podcast, por exemplo.

Além disso, você consegue um resultado muito melhor com um esforço de marketing bem menor: como a pesquisa e o conteúdo já estão prontos, você precisa apenas mudar o formato. E com isso, sua empresa pode aumentar a presença na web, pois você estará presente em várias plataformas de compartilhamento de conteúdo.

Vamos ver alguns dos formatos mais populares, que você pode explorar ao criar a sua estratégia de marketing de conteúdo:

  • Vídeos: atualmente são bem fáceis de fazer (temos até um post sobre isso aqui), basta uma câmera digital e um bom microfone. Existem vários formatos para serem explorados: tutoriais, aulas, werbinars, ou seja, é bastante flexível. Também ajuda a humanizar a sua marca, afinal você está mostrando o seu rosto, mostrando as pessoas por trás da sua organização. Além disso, é um formato que se adapta bem a qualquer tipo de dispositivo (o que não acontece com os eBooks, por exemplo, que não são bons de ler em um smartphone muito pequeno).
  • eBooks: livros digitais ajudam bastante a criar autoridade para o seu negócio, já que mostram o seu domínio sobre o assunto (afinal, você escreveu um livro oras!). São mais complicados e levam mais tempo para fazer, mas são considerados materiais ricos, pela quantidade de informação que contém. Também podem ser usados para aumentar a sua base de emails (com um formulário que pede o email para baixar) ou a sua visibilidade (como dar like no Facebook para fazer o download).
  • Whitepapers: similares aos ebooks, porém menores, e que tratam apenas de um assunto específico. São mais fáceis de fazer pois o texto é menor e menos complexo do que um ebook.
  • Podcast: são pequenos programas, normalmente semanais, que usam apenas o áudio (por isso é muitas vezes comparado com programas de rádio). Normalmente é escutado por pessoas em viagens longas ou que ficam muito tempo presos no trânsito todos os dias.
  • Infográficos: reúnem um conjunto de informações e imagens em uma peça só. Desse modo é mais fácil apresentar um conjunto grande de dados.
  • Blog posts: um dos formatos mais importantes em praticamente todas as estratégias de marketing de conteúdo. No blog, além de fazer as postagens tradicionais, é possível criar posts para todos o outros materiais que você produz.
  • Apresentação: as apresentações em slides podem ajudar bastante a melhorar a sua autoridade, e são bem fáceis de fazer. E podem ser bem reutilizadas: se você fez um seminário sobre algum tema, pode colocar a mesma apresentação no seu blog para atrais mais leads, por exemplo.
  • Redes Sociais: tem a óbvia vantagem de permitir que você se relacione com potenciais clientes, e claro, de permitir que você divulgue o conteúdo que produzir. Além disso, produzir conteúdo especificamente para as redes sociais pode funcionar muito bem como uma extensão do seu blog. Se você tem um blog de moda por exemplo, um perfil no Instagram pode te ajudar a alcançar melhores resultados.

Entender cada um desses formatos ajuda a saber como cada conteúdo que você produz pode ser reaproveitado. Dependendo da sua necessidade de geração de conteúdo, de acordo com as perguntas dos seus clientes e as necessidades deles, você deve ajustar a sua produção para garantir os melhores resultados possíveis par ao seu marketing.

Como fazer o reaproveitamento

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Existem basicamente dois modos de se reaproveitar conteúdo: o modo top-down e o modo bottom-up. Vamos explicar mais detalhadamente como cada um desses modos funciona, e as vantagens e desvantagens de cada um deles.

Top-down

É um sistema de reaproveitamento de conteúdo em que os materiais ricos são depois divididos em materiais menores e/ou mais simples. Um eBook, por exemplo, será transformado em vários blog posts, ou vídeos para o YouTube, por exemplo. Com isso é possível dividir o conteúdo mais amplo e complexo em partes menores e mais simples.

Aqui na Rock Content, esse é o modo que utilizamos. Com ele, cada eBook que fazemos dá origem a 3 posts, um vídeo e uma apresentação.

Bottom-up

A reutilização bottom-up é o exato oposto da top-down: nela você pega conteúdos mais simples (como o de posts e vídeos) e reune todos em um mais completo (como um eBook, por exemplo). Se você tem um conjunto de posts de blog sobre um assunto similar, é possível reunir todos em um único material mais completo.

Além dessas duas maneiras, há um modo mais lateral, em que um conteúdo dá origem a outro com um nível de complexidade similar. Um blog post bem escrito, por exemplo, pode dar origem a um vídeo no YouTube, ou a um podcast.

Processualizando

É muito mais fácil de fazer esse reaproveitamento e gerar conteúdo em diferentes formatos se você tiver todo o seu conteúdo documentado e o seu sistema de reaproveitamento processualizado.

Toda vez que criar um eBook, por exemplo, estude com calma em quais outros formatos ele pode te ajudar. Crie um checklist com tudo o que você que reaproveitar: criar um vídeo de um capítulo específico, um post sobre algum tema tratado, etc.

Outro ponto importante é colocar os conteúdos reutilizados no seu calendário editorial (se você não sabe o que é um, corre e clique aqui, e se você ainda não tem um, temos um modelo aqui). Assim você vai sempre se lembrar de reutilizar o seu conteúdo, e terá uma deadline para cada material que você quiser reaproveitar.

Organizar esse processo é uma mão na roda, especialmente depois de algum tempo, quando você já tem uma quantidade enorme de conteúdo, e não sabe mais o que pode ou não ser reaproveitado. Isso pode facilitar muito a sua vida depois, então crie uma tabela com tudo o que você já produziu.

Seguindo essas dicas vai ficar muito mais fácil gerar bastante conteúdo para o seu negócio, e assim permitir que você consiga atrair mais leads e gerar mais vendas!

E se você apenas rolou a página até aqui e está com preguiça de ler todo esse texto, não de desespere, você também pode ver o vídeo com Vitor Peçanha, explicando como a Rock Content faz o seu reaproveitamento de conteúdo (rá! Ta vendo como funciona?)

 

Like Gate: Aprenda o que são e como fazer um na prática

Conteúdo institucional: por que você deve evitar

Frequentemente, nossas leads e até mesmo os clientes perguntam se fazemos também o conteúdo institucional para o blog corporativo. A resposta é bastante clara: não! Falar excessivamente sobre si mesmo, seus produtos, serviços ou como as coisas são feitas na sua empresa dificilmente será relevante para seu público.

Especificar um serviço e tecer elogios a ele, bem como criticar a concorrência ou apresentar seu crescimento interno, são ações que não garantem que potenciais clientes se sintam atraídos pelo que sua empresa tem a oferecer. Esse desinteresse do público acontece por vários motivos.

Quer entender por que não devemos incluir conteúdo institucional no blog corporativo? Confira a seguir:

A lead não irá enxergar valor no serviço

Se você tem uma empresa que traz uma solução inovadora para determinada questão, é comum que o público desconheça o funcionamento e os benefícios de contratar seus serviços. Some a esse ponto crítico um fator ainda mais relevante: as pessoas não sabem por que e quando devem contar com sua empresa. Suponhamos que você tenha uma plataforma de venda e troca de peças para computadores. Caso aborde sobre o fato de ser a única startup do tipo e os prêmios e investimentos que já ganhou, não está gerando valor para quem não te conhece.

Caso o seu blog esteja cheio de conteúdo institucional, o potencial cliente vê que o negócio tem méritos mas não consegue perceber como ele pode ajudá-lo na prática. A história se repete, inclusive, em empresas que já trabalham com produtos ou serviços bastante conhecidos. Dessa forma, institucionalizando o conteúdo, elas dão margem para a concorrência crescer.

Sem um conteúdo rico e bem planejado não há como as leads entenderem o quão bom é o seu produto, seu serviço, seu suporte, seu preço ou qualquer outro diferencial da empresa. Na falta de material útil, ninguém encontrará valor em suas postagens, que terão mais cara de propaganda do que de marketing.

A empresa não se mostrará relevante em seu segmento

Uma vez que você fala sobre tudo aquilo que é relevante para seu público, sua marca é vista como autoridade no assunto. Produzir conteúdo útil gera confiança nas pessoas antes mesmo delas saberem o que a empresa faz. Se você é o gestor de um e-commerce de roupas, por exemplo, um blog que apresenta tudo sobre moda será capaz de atrair quem gosta do assunto ou quer saber mais sobre ele. Ao construir um conteúdo de qualidade é possível se transformar em um trendsetter, ou seja, aquele que aponta as tendências do momento. Isso será importante para o consumidor escolher entre comprar roupas modernas e bonitas no seu e-commerce ou adquirir algo da concorrência, que não oferece mais do que looks básicos.

O cenário descrito ilustra uma realidade do marketing de conteúdo: se sua empresa é capaz de ser relevante através do blog, dos materias ricos, vídeos ou nas redes sociais, ela se torna autoridade no segmento. Dessa forma, quando alguém pensar em determinado nicho ou lembrar de uma dica preciosa que leu, irá associar isso a sua marca e saberá que sua empresa é a melhor opção.

Ficar apenas no conteúdo institucional pode não torná-lo autoridade. Mesmo que esteja apresentando sua equipe, os avanços dela, os prêmios que a empresa conquistou, falando bem dos produtos oferecidos, você não está mostrando nada na prática. Aos olhos do cliente é tudo teoria e vai parecer que sua empresa tenta impor uma imagem, como se fosse um rótulo de uma lata da qual não se sabe o sabor do que tem dentro.

Antes de qualquer coisa é preciso construir a autoridade! Seja relevante e interessante através do conteúdo do seu blog para ser aquela empresa que entende tudo do segmento em questão e, principalmente, dos problemas do público.

A empresa oferecerá “mais do mesmo”

O marketing mudou muito ao longo dos anos. Se antes cigarros eram oferecidos como item que compunha a elegância de uma pessoa, hoje só faz uso deles quem escolhe adquirir os malefícios que ele contém. Antigamente, a propaganda era duvidosa pois não existiam provas dos resultados positivos gerados por um produto, apenas reinava a imposição e o consumidor, sem instrumentos de pesquisa, adquiria a ideia por trás de um objeto, por exemplo. Esse tipo de publicidade padece! E o conteúdo institucional pode se parecer com ela: falta de informação e muito de imposição.

Trabalhar nos moldes do velho marketing é oferecer mais do mesmo, é falta de conteúdo, é apontar sem argumentar. De que adianta dizer qual seu preço se você sequer gera valor ou demonstra autoridade? Pense nisso quando for traçar sua estratégia de conteúdo para o blog.

O blog deixará de gerar leads importantes

Este é um dos pontos mais graves! Ao produzir muito conteúdo institucional, você corta o contato com aquelas pessoas que se encontram no topo e até no meio do funil de vendas. Nesse contexto, você inviabiliza a atração, a educação e a retenção da maior parte do público que tem necessidade de usar o seu serviço ou produto.

Caso seu planejamento de conteúdo para o blog não inclua educar as personas, preparando-as para uma compra futura, sua estratégia simplesmente perderá o valor e o foco no seu objetivo. Um conteúdo institucional será útil apenas para a pequena parcela que conhece o que sua empresa faz.

O conteúdo não irá ter aplicação para o público

As conquistas e diferenciais da sua empresa não ajudam em nada a otimizar a rotina do seu público. Com conteúdo institucional, quem chega ao seu blog não verá motivo para segui-lo, uma vez que aqueles posts e vídeos não têm utilidade.

Fazer marketing de conteúdo é se tornar relevante oferecendo as melhores informações para determinado tipo de cliente no momento em que ele precisa. Isso gera tráfego, o que leva às leads, desaguando em clientes.

Não há espaço para o conteúdo institucional?

Nesse ponto não é necessário ser radical. Você pode falar de si mesmo, desde que isso seja interessante para o público, de forma branda e pouco frequente. Um case de sucesso, por exemplo, fala de um bom trabalho da empresa mas tem valor para os potencias clientes que estão em um momento de decisão entre adquirir ou não o seu serviço. Conteúdo institucional também pode ser encaixado no LinkedIn sem problemas. Além disso, é possível ter um espaço em seu site reservado ao clipping, concentrando tudo que a mídia já falou da marca.

Mais do que bom senso e planejamento, a postagem de conteúdo institucional exige cuidado, conhecimento e muita moderação. Foque primeiro em gerar leads e fidelizar clientes. O valor agregado a sua marca e um grande destaque serão consequência disso.

O blog da sua empresa tem conteúdo institucional? Divida suas opiniões e dúvidas com a gente!

métricas importantes

[Material Gratuito] As 5 métricas importantes para mostrar a eficiência do seu marketing

Você sabe que o seu chefe não quer saber o número de curtidas que sua fan page tem ou quantos compartilhamentos seu último post conseguiu. Essas métricas são muito importantes para o Marketing, mas não fazem muito sentido para os outros departamentos.

É necessário apresentar os resultados que impactam diretamente sua empresa. Você precisa falar sobre o quanto vocês gastam para conquistar um novo cliente ou quanto tempo demora para ele começar a dar lucro, após assinar o contrato. Você precisa mostrar os números que sua diretoria irão entender e saber o quanto seus esforços estão sendo eficientes!

Então, te mostramos “As 5 Métricas Mais Importantes para Mostrar a Eficiência do Seu Marketing” em nosso novo eBook! Após lê-lo, você saberá como calcular e chegar nos resultados que farão com que seu chefe entenda exatamente o que seu trabalho está gerando!

No eBook, você:

  • Aprenderá como calcular o custo de aquisição de um novo cliente
  • Sabera quantos clientes foram conquistados pelo marketing
  • Entenderá o que é o life time value e como ele pode ser usado
  • E muito mais!

Interessado? baixeagora

mais leads usando o LinkedIn

11 dicas para gerar mais leads usando o LinkedIn

Tão importante quanto ter um blog e produzir conteúdo útil e interessante para o público, é promover os posts corretamente. Sem essa ação, as leads chegarão até você apenas através das buscas orgânicas ou dos anúncios pagos, caso os use. Isso significa que a promoção dos posts nas redes sociais é um meio a mais de gerar visibilidade para o seu negócio.

Fala-se muito em postagem nas redes sociais, porém muitas pessoas esquecem que isso também deve ser planejado. Afinal, redes sociais diferentes atraem públicos diferentes. Sua empresa, por exemplo, tem uma página em qual rede social? Qual é a melhor opção para você?

Hoje, vamos falar sobre o LinkedIn, canal com objetivos profissionais e, segundo pesquisa, a melhor rede social para gerar leads, sendo 277% mais eficaz do que o Facebook e o Twitter.

Como o LinkedIn funciona?

Profissionais e empresas ingressam na rede para, especialmente, se conhecerem, se comunicarem e se informarem sobre o mercado de trabalho. O foco é direcionado às organizações e ao que elas difundem. Nesse contexto, empresas que acompanham outras encontram facilmente seu público no LinkedIn.

Além disso, quem participa do LinkedIn está interessado em encontrar conteúdo profissional, o que torna as publicações feitas pelas empresas bem mais eficientes. Por fim, é fundamental lembrar que a geração de leads nessa rede funciona no sentido B2B, ou seja, na relação entre empresas.

Sua estratégia de marketing de conteúdo já se beneficia das vantagens dessa rede profissional? Para ajudá-lo a captar suas leads, listamos as melhores dicas para alavancar o potencial da sua página e dos seus posts no LinkedIn. Acompanhe:

Gere engajamento dentro dos grupos de discussão

Quem quer levar seu conteúdo relevante ao LinkedIn precisa marcar presença nos grupos relacionados ao seu mercado de atuação para alcançar as leads. Dentro de um grupo, é possível divulgar seus posts e ainda debater e se mostrar uma autoridade nas temáticas relacionadas ao seu nicho. Nesse contexto, é possível gerar o engajamento dos tomadores de decisão das outras empresas que também estão ali justamente para se informar melhor sobre o mercado em questão.

Lembre-se sempre de não se tornar repetitivo e inflexível em suas opiniões, além de jamais postar conteúdo sem originalidade ou do tipo spam.

Use os anúncios do LinkedIn

Assim como em outras redes sociais, o LinkedIn também oferece anúncios pagos. Veja essa estratégia como um investimento, não como um gasto: pesquisas do Hubspot apontam que 87% dos usuários da rede profissional acreditam que o conteúdo divulgado por lá influencia nas tomadas de decisões. Então, capriche no conteúdo que será promovido porque ele tem grandes chances de atrair suas leads.

Concentre-se em promover um post por dia

Mesmo que você disponibilize um certo número de conteúdos no Linkedin diariamente, o ideal é que direcione seus esforços para a promoção de uma postagem. A partir dessa ação é possível garantir um número maior de curtidas, compartilhamentos e comentários fazendo do post uma máquina de conversão para seu site.

Não tenha medo de falar de si mesmo

Pelo fato dos usuários do LinkedIn estarem mais dispostos a engajar com seu conteúdo e tomar decisões sob a influência dele, você pode falar um pouco sobre o que sua empresa oferece. Apenas não se esqueça que a estratégia de conteúdo no Linkedin (tais como as que ensinamos no Curso de Marketing Pessoal no LinkedIn da Universidade Rock Content) deve ir além disso: é preciso que profissionais representantes do negócio se envolvam nas conversas sobre os temas do mercado e que a página da empresa seja alimentada com coisas interessantes e informativas também.

Faça as pessoas chegarem ao LinkedIn

Não adianta a empresa ter uma página no LinkedIn se ela não possui seguidores. Portanto, não deixe de promovê-la adicionando botões de compartilhamento em seu blog e site para a rede profissional, além de entrar em contato com pessoas que possam se interessar por seu conteúdo e divulgá-lo no LinkedIn e em outras redes.

Alimente a página da empresa com frequência

Essa é uma regra básica do marketing de conteúdo. Se você não tornar sua página  interessante e relevante, as leads não chegarão até sua empresa, uma vez que ali não será um meio rico em informação sobre seu mercado.

Reduza o tamanho do link para sua página

Encurtar os links que dão acesso ao seu blog garante que o LinkedIn não faça isso por você e coloque um fim no rastreamento do link. Para tal, use um encurtador como bitly.com ou o goo.gl, ou sua plataforma de automação, como o HubSpot.

Deixar o LinkedIn encurtar seus links significa que quando for gerenciar as visitas do seu blog ou site, não conseguirá saber se as leads são provenientes do LinkedIn porque o link estava diferente.

Não engesse sua página no LinkedIn

O LinkedIn tem suas peculiaridades e exige formato das postagens e linguagem diferentes das que você compartilha no Twitter, no Google+ e no Facebook, por exemplo. Mas não é por isso que o conteúdo deixado na rede profissional precisa ser engessado, ou seja, muito sério, com termos difíceis e sem identidade.

No LinkedIn também há espaço para criativdade, desde que seja aplicada na medida certa. Chame a atenção com imagens interessantes, títulos que instigam o leitor, textos, vídeos, infográficos e outros formatos de conteúdo. Assim você consegue ser profissional sem ser entediante.

Estimule assinaturas do feed do seu blog

O RSS feed, comum em sites de notícias, mantem os leitores atualizados sobre o que e quando você posta. Além de ser uma forma de educar melhor suas leads, você garante leitores fiéis do seu conteúdo. Portanto, além de todas as informações básicas sobre a empresa e dos links para o site e o blog, acrescente na sua página do LinkedIn o link do RSS feed.

Mantenha o os Produtos e Serviços atualizados

Representantes de empresas deixam essa função de lado, mas ela existe e é muito útil para informar os potenciais clientes. É possível adicionar os produtos e serviços oferecidos atualizando essa categoria na sua página do LinkedIn. (Exemplos, em inglês, neste link aqui)

Foque na qualidade do que posta

Como muitos canais na internet, o LinkedIn pode ser uma fonte expressiva de geração de leads se for usado com certo planejamento e atenção. Ações como postar seu conteúdo em grupos nem tão focados no mercado do seu serviço, criticar o trabalho de outras organizações, colocar um link sem qualquer informação extra, não participar de discussões nos grupos e não responder comentários jamais devem ser colocadas em prática. Dessa forma, ao aliar boas práticas, bom conteúdo e cordialidade você agrega valor e qualidade aos seus posts no LinkedIn.

Preparado para usar todo o potencial do LinkedIn a seu favor? Comece a alimentar a sua página na rede profissional e veja seu número de leads aumentar! Quer saber mais? Baixe nosso guia completo do marketing no LinkedIn!

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Entendendo o Google Analytics: a definição de bounce rate

Entendendo o Google Analytics: a definição de bounce rate

As empresas e os blogueiros mais cuidadosos estão sempre de olho nos resultados de seu site ou blog no Google Analytics para saber como está o retorno das publicações entre os visistantes do site.

Mas ainda que os números frios não sejam a única forma de medir o sucesso de uma publicação online, eles são fundamentais para que os produtores de conteúdo tenham insights valiosos sobre seu trabalho e a estratégia de marketing que vem sendo utilizada.

O bounce rate é um dos indicadores do Google Analytics que ajuda as empresas a compreenderem como os usuários estão se comportando ao visitar seu endereço na web.

Quer saber o que é bounce rate ou taxa de rejeição? Saiba mais sobre essa métrica:

Guia Completo do Google Analytics

Definição

O bounce rate é uma taxa que mostra o percentual de visitantes que acessou um website e, em seguida, saiu sem acessar qualquer outra página. O indicador é calculado dividindo o número de visitantes que agiram dessa forma em relação ao total de visitas.

Se o seu bounce rate médio é de 50%, por exemplo, você já sabe que metade das pessoas que visita seu site, seja a homepage ou outra URLs, costuma deixá-lo sem acessar qualquer outro conteúdo.

A taxa também pode ser calculada para páginas específicas, ajudando no desenvolvimento de análises mais aprofundadas sobre o conteúdo.

Porque essa métrica é relevante

Algumas pessoas podem achar que o bounce rate não é tão relevante quando o número de visitas é alto. Mas isso é verdadeiro somente naqueles sites em que, após acessar a primeira página, a pessoa já é imediatamente redirecionada para outro endereço, como é o caso das empresas que possuem um blog, mas preferem vender seus produtos em lojas como o Ebay.

No entanto, um bounce rate elevado pode significar que o site ou blog não consegue reter seus visitantes, impedindo que eles completem o objetivo a que você se propôs, seja ele a conclusão de um cadastro, um pedido de orçamento, a compra de um produto ou o download de um arquivo.

Se após acessar uma página o internauta sai imediatamente, seu público-alvo não encontrou aquilo que queria ou não tem mais interesse em buscar outras informações. E saber disso é fundamental para que você desenvolva ações para movimentar seu site novamente.

Os segredos do tráfego orgânico

Dicas para abaixar o bounce rate

Ao consultar o Google Analytics, é possível descobrir muitas formas de melhorar essa métrica. Identifique, por exemplo, as páginas que possuem maior bounce rate e compare-as com aquelas cuja métrica é menor, utilizando essas últimas como modelo para o conteúdo a ser desenvolvido no futuro.

Em seguida, identifique as fontes de tráfego que geram menor bounce rate para suas páginas, pois assim será possível priorizar ações de marketing digital para sites, redes sociais ou mecanismos de buscas que direcionam usuários mais engajados.

Uma dica importante que também pode ajudar é a criação de mais links para as páginas internas do seu site. Afinal, se um internauta gostou do que viu em uma delas, poderá se interessar também pelo restante do conteúdo.

Caso sua empresa trabalhe expondo produtos ou serviços, nunca coloque apenas uma pequena descrição de cada item na página. Estimule a navegação pelo site inserindo mais informações como manuais, passo a passo, comentários de outros usuários, entre outras.

Por último, vale ressaltar que o melhor caminho para trazer mais visitantes que ficam por mais tempo para um site é oferecendo conteúdo relevante para que eles se sintam propensos a interagir com sua empresa.

E você? Já conferiu como está a bounce rate em seu website ou blog? Deixe aqui seu comentário!

o que é seo

Conteúdo para o funil de vendas: como criar uma máquina de gerar negócios 1

Emagreça e faça marketing de conteúdo! Pergunte-me como!

A obesidade é uma doença que hoje é um problema mundial.. Há milhões de pessoas que diariamente travam uma verdadeira batalha contra a balança e há quase 2 anos, eu era uma delas. Perder 26 quilos não foi difícil, mas foi necessário persistência, dedicação e principalmente paciência.

Evolução pequena e contínua.

Assim que voltei de uma viagem, subi na balança e estava pesando 106 quilos. Fiquei assustado. Eu tinha 20 anos, e se continuasse do jeito que estava, não sei se chegaria nos 30. Por causa disso percebi que eu tinha que mudar algumas coisas.

Mudei alguns hábitos alimentares e entrei numa academia. Passei uma semana regulando a comilança e malhando. Nessa altura já tinha ido em supermercados e resistido às tentações das porcarias deliciosas destruidoras de regime que sempre ficam ao lado do caixa. Também já tinha ido almoçar na casa da minha avó e comido dignamente (não igual a um ogro, como de costume), além ter ido na academia e, o pior, ter feito exercício aeróbico. Perdi menos de 1kg. Frustrante. Deu vontade de desistir e ir num rodízio me empanturrar de picanha, mas mantive a fé que ia dar certo.

Continuei mantendo meu regime e indo na academia 3 vezes por semana. Após um tempo a batata frita já não fazia tanta falta, eu já conseguia passar mais facilmente por aquelas malditas guloseimas deliciosas dos caixas de supermercado, a academia já fazia parte da rotina e eu já quase não achava ruim malhar.

Depois de 9 meses, eu me olhei no espelho e, com 26 quilos a menos sem nenhuma ajuda de remédios, eu me achei magro pela primeira vez.

E o que o marketing de conteúdo tem a ver com isso?

O marketing de conteúdo me lembra o meu processo de emagrecimento. Como nesse processo, o marketing de conteúdo não vai te dar um retorno imediato. Ele não vai te gerar 100 mil leads no primeiro mês e você não vai perder todo o peso que você quer em um mês. Você não se torna autoridade no segmento que você atua com 1 mês de publicações relevantes e você não vai ter um corpo sarado e de tanquinho malhando 1 mês.

Mas após um período contínuo de prática e acompanhamento, subindo na balança, monitorando seu peso, traçando objetivos de marketing, acompanhando suas buyer personas e geração de leads, em todos os casos, você obterá sucesso. Às vezes pode até superar suas expectativas.

Aí você pode estar pensando: “Ah, mas existem remédios e cirurgias para emagrecer  e anabolizantes para ficar sarado”. Esses são os Google Adwords e Facebook Ads do marketing digital. Enquanto você usa esses remédios, você consegue emagrecer, enquanto você toma anabolizante, você fica forte, enquanto você investe em Google Adwords e Facebook Ads, você tem tráfego no seu site. Em todos os casos, se você parou de usar, seus resultados somem.

O investimento em marketing de conteúdo é igual a perda peso: exige paciência, acompanhamento constante e, mesmo que no início possa ser um pouco frustrante, depois de um tempo você vai ver que valeu a pena e vai continuar trabalhando para manter a evolução.

E vocês? Já pararam de tomar seus remédios de emagrecimento e começaram a sua academia de marketing de conteúdo?

4 práticas básicas de SEO que todo escritor deve conhecer 1

As lições de marketing de conteúdo que a derrota da Seleção ensinou

Ok. Agora eu já estou com a cabeça mais fria, mais relaxada e menos envergonhada com aquela derrota (leia vexame) da nossa seleção para a Alemanha. Mas, como garota esperta que sou, resolvi parar, refletir.. e decidi que dá para aprender um pouquinho sobre marketing de conteúdo também nessa situação. Não acredita? Confira as lições que tirei dessa Copa agora:

Tenha cartas na manga

O craque do nosso time foi caçado em campo um jogo antes da semifinal. Ele foi caçado e, depois da tentativa de vários times, finalmente quebrado.

Quem acompanhou a repercussão e o que se falou sobre isso percebeu que isso foi exatamente o início da nossa tragédia anunciada e ficou muito claro que, tanto a estratégia de jogo, quanto o peso da responsabilidade de jogar bem estavam nos ombros do jovem Neymar.

E esse foi o erro fatal! Afinal não contávamos com a astúcia do imprevisto e ele aconteceu. Primeiro: Felipão não tinha uma peça de reposição à altura do moleque “tóis”. Segundo: todo o esquema tático da seleção teve que ser alterado de última hora, porque girava em torno dele. E isso deixou os jogadores perdidos em campo, quase como cegos em tiroteio… Detalhe, contra um esquema tático inteligente e um toque de bola impecável da Alemanha. E o que os alemães fizeram? Perceberam essa confusão e aproveitaram com maestria.

Então, não coloque todas as suas fichas em uma única empreitada! Invista em seu blog, divulgue em diversas redes sociais, produza vídeos! Busque soluções variadas e diversifique suas opções, afinal se o Facebook ficar fora do ar um dia, você não poderá parar sua estratégia de conteúdo por causa disso.

Não chore o leite derramado. Limpe a bagunça!

A mídia foi, em grande parte, responsável pela supervalorização da contusão do queridinho do Galvão, principalmente na semana que antecedeu o jogo contra a Alemanha.

Fala sério! Ninguém mais aguentava ouvir sobre a sua recuperação, como ele estava passando seus dias com sua digníssima namorada global, como ele estava triste por não participar do jogo e todo esse mimimi em torno dele… Resultado? Falaram tanto do problema que se esqueceram da solução!

Aprenda com essa grande cagada e não cometa o mesmo erro na hora de produzir o seu marketing de conteúdo. Se você teve uma baixa, por exemplo, em sua equipe, perdeu seu melhor vendedor para outra empresa ou mesmo para um atestado de longa duração, não se desespere! Pense fora da caixa e parta para as alternativas.

Lembre-se também de não focar no problema. Levanta essa cabeça, busque logo a melhor solução e invista nela, claro. No caso da seleção brasileira, a postura deveria ser: “ok, perdemos nosso melhor jogador, mas ainda temos muitas boas opções e, portanto, não é o fim do mundo.” Quem sabe a história não seria de superação em vez de a maior vergonha da história das Copas, não é mesmo?

Conheça o seu adversário e dance conforme a música

Não dá para entrar em campo contra um adversário como a toda poderosa seleção alemã desconsiderando sua forma de jogar, sua técnica infalível e seu elenco extremamente entrosado.

Isso se aplica também aos seus planos de marketing de conteúdo – assim como para a sua vida. Antes de traçar uma estratégia, para qualquer objetivo que seja, é preciso considerar o que você enfrentará pela frente. Conheça seus obstáculos e adversários e defina formas de lidar com cada um deles.

Por exemplo, se você enfrenta problemas com falta de tempo, é preciso se planejar e se organizar, colocar prazos e definir limites para a execução das suas tarefas. A tal da meta definida será uma excelente forma de te colocar nos eixos!

E olha, seja sincero consigo mesmo! Se a seleção tivesse humildade pra saber que a Alemanha era muito melhor tecnicamente e em questão de elenco seria bem mais fácil não passar vergonha. Antes de conseguir fazer isso é preciso que você entenda quem você é – seus pontos fortes e fraquezas – e quem você quer chegar. Ah, e não se iluda desconsiderando o que tem te atrapalhado de alcançar seus objetivos.

Treine o corpo, mas cuide também da sua mente

Nosso capitão, Thiago Silva, demonstrou-se um excelente zagueiro e um verdadeiro líder dentro de campo, isso não dá para negar! Palmas para ele pela sua clássica postura de chamar os companheiros, xingar o tempo todo, brigar com o juíz pelo time, etc e tal. Mas convenhamos, um verdadeiro líder não pode perder a cabeça num momento decisivo!

Para escolher um líder é preciso, sim, considerar suas habilidades técnicas, se ele é realmente bom no que faz e joga por um grande time europeu (know how né?!) Ok. Tudo isso ele tem, mas se esqueceram de que liderar é bem mais do que saber fazer. É preciso ter pulso firme e, ao mesmo tempo, ser um porto seguro para os companheiros de time. Não existe essa de tirar um tempo para refletir sozinho quando o resto da equipe precisa de você – como nosso capitão fez no jogo dramático contra a Chile e, honestamente, ficou feio pra ele! Sem palmas dessa vez.

Outra coisa, ao tomar um cartão amarelo por uma falta totalmente idiota, ficando fora de uma partida decisiva como uma semifinal contra a grandiosa Alemanha demonstrou um total despreparo e inexperiência do digníssimo capitão. A culpa é dele? Em parte sim, pois ele é o líder imediato do time. Mas quem o colocou nesse posto é tão culpado quanto ele. E é aí que entramos no tópico seguinte e final das nossas divagações futebolísticas…

Você é o líder? Assuma a responsabilidade.

Felipão pode até não ser um exemplo de simpatia e carisma, mas uma coisa precisamos admitir: o cara é um líder nato! Prova disso foi sua atitude logo depois da derrota (lembrando, uma goleada lamentável) da nossa seleção canarinho. Ao ser perguntando pelo jornalista de quem era a culpa pelo vexame sua resposta foi enfática: “é minha!”. Fala sério! Isso foi lindo, e demonstra sua postura de liderança e ombridade.

Aprenda com ele a encarar que, mesmo se os seus liderados errarem, é você quem deve assumir a responsabilidade por isso. Lembre-se que você é a referência da sua equipe. Além disso se tiver que chamar a atenção de alguém do seu time, faça-o no particular. Ele não deu o gostinho para a mídia cair matando em cima de algum bode expiatório e você também não deve deixar os problemas caírem na boca do povo.

Enfim, chega de sofrer com o resultado desse jogo e bola pra frente. Agora é torcer para que não dê Argentina dentro de casa não é mesmo?

A crescente importância do Google Authorship 2

Caso de sucesso de cliente Rock Content: ASAAS

O estudo de caso de hoje é de uma start-up que conhecemos bem e asseguramos sua competência: o ASAAS! Aqui na Rock, usamos o sistema deles é podemos garantir que o sucesso que eles estão fazendo não é por acaso. Vamos ao case:

Introdução

O ASAAS é o segundo filho (um Spin-Off) de uma empresa de serviços que montamos e já tem 7 anos de história, chamada Informant – de onde saiu também a ContaAzul. O ASAAS nasceu assim a 3 anos para resolver o problema de cobrança recorrente do ContaAzul, que experimentou nosso primeiro MVP – minimum viable product (e ainda usa nossa ferramenta).

Com o tempo descobrimos que nosso mercado alvo é de autônomos e pequenas empresas, um Pivot que aconteceu ainda em 2013, uma vez que antes atendíamos Startups de Tecnologia em busca de integração.

O desafio

Antes do pivot citado, apesar de termos sido os primeiros a entrar no mercado Brasileiro, começamos a campanha de marketing já com alguns concorrentes. Nosso problema era basicamente promover o mais rápido possível aquele produto, para ver como o mercado aceitaria e aprender o mais rápido possível com o fluxo de clientes.

Após o pivot, o produto foi lançado com total aderência, porém entramos em um mercado menos conhecido por nós, com um grau de instrução menor e com outro mundo em volta dele. Nossa ferramenta foi lançada no mercado ainda como uma inovação, naquele percentual de clientes que desejam experimentar o produto e  “ver qualé”, (e sem concorrentes com a mesma oferta de produto para nos compararmos).

Assim, entender o mundo destes clientes e mostrar para eles que existe solução para a dor da cobrança foi e continua sendo um desafio justo e perfeito, que exigiu bastante força de nossa equipe de Marketing.

A solução

Antes do Pivot:

Nosso maior resultado foi de fato com marketing de conteúdo, página e anúncios em FB, além de um pouco de Adwords. Conseguimos em 3 meses invalidar as principais hipóteses do produto (acredite, uma vitória!).

Após o Pivot:

Além de aproveitar uma boa parte da publicidade e conteúdo que já tinha match com o novo mercado/Cliente, conseguimos bem rápido modificar nossa produção de conteúdo focando no que nossos novos clientes buscavam como informação, suas buscas, dúvidas e necessidades.

Foi algo incrível mudar o negócio 90 graus e conseguir fazer o mesmo no Marketing.

Sem ser puxa-saco, de fato, seria não impossível.. e sim impensável fazer isso se tivéssemos uma equipe interna para produzir conteúdo ou mesmo um redator tercerizado somente. Só foi factível graças a termos a RockContent como fornecedores.

Os resultados

Basicamente, temos crescido 30% ao mês na entrada de nosso funil e ainda mais na formação de clientes.

Além de nossos investimentos em adwords/afins, temos bastante ganho de acesso orgânico, nossos clientes encontrando o que buscavam na WEB, além de estarmos conseguindo com o tempo deixar bem claro ao mercado que somos especialistas em cobrança ou Cobrança Ativa, como gostamos de chamar.

Dica ASAAS

“Se você tem de fato algum $$ para investir em marketing, utilizar parceiros como a RockContent ou a RDSTATION vale por alguns diplomas em marketing para sua equipe.

Se preocupem com entender quem é seu cliente e em melhorar seus produtos/negócios.

Direcionar parceiros especialistas fará suas empresas prestarem um serviço com profissionalismo 3, 5, 10x maior do que a maturidade atual de seus negócios.

E claro, se querem cobrar de seus clientes, usem o ASAAS.com :-).” Diego Contezini, CMO

E então, gostou? Que tal ler mais cases de sucesso e ver mais algumas dicas para te ajudar? Só baixar nosso ebook de cases!

baixeagora

Marketing de Conteúdo no Facebook: 5 Dicas Essenciais 2

Os 8 erros que sabotam seu blog

Carrego a honra distinta de ter sido um dos primeiros a vir trabalhar com a Rock Content. Bati há pouco meu primeiro ano de Rock! Neste meio tempo deixamos de ser apenas uma ideia maluca para nos tornarmos os maiores especialistas em Marketing de Conteúdo no Brasil. Tivemos a oportunidade de ajudar centenas de empresas a começarem seus blogs, a torná-los sucessos e atingirem seus objetivos. Participei – e participo ainda! – de dezenas de projetos por aqui, nas mais diferentes áreas e com um sem número de peculiaridades em cada um.

O aprendizado ganho vivenciando tudo isto tem sido simplesmente inacreditável! Entretanto, é bem verdade que algumas das lições que nos marcam mais profundamente não vem pelos acertos, mas pelos erros. Assim, adianto o caminho das pedras, listando os oito erros mais comuns que percebo (e até já cometi!) por aqui, para que você possa evitá-los no seu próprio projeto. Veja só:

1 – Você quer abraçar o mundo

Tentar falar com todo mundo é não falar com ninguém! Mensagens genéricas, pensadas para abranger o maior grupo possível são, na prática, diluídas e sem graça demais. Focar seus esforços é fundamental.

Segmente, use personas, divulgue em fóruns e comunidades específicas da sua área de atuação. Existe muita gente que tem profundo interesse no que você tem a dizer, mas é necessário saber quem são e ir trás delas.

2 – Você escreve para si

Uma distorção cognitiva muito interessante de quem é apaixonado pelo seu trabalho é partir do princípio que o seu público alvo se parece com ele mesmo. Isto por vezes é verdade, mas é muito mais a exceção que a regra!

O conjunto de problemas, dificuldades e oportunidades da sua audiência é diferente do seu. O conhecimento e percepção sobre o seu produto ou serviço é -quase que certamente- muito distoante. Procure entender quem é sua audiência e entregar valor a eles, em vez de entregar o valor que gostaria que alguém tivesse entregue a você.

3 – Você não mede resultados

Cresci ouvindo (oi pai!) a máxima de Deming: “não se gerencia o que não se mede”. A frase é especialmente adequada para ações na internet.

O que acontece com o seu blog ao trocar o tema? Ao mudar a linha editorial? Ao investir em AdWords ou Facebook Ads? Qual foi o resultado daquele guestpost?

Ferramentas simples e bastante acessíveis, como Analytics, dão o respaldo para que decisões sejam baseadas em fatos e não em opinões. Acompanhe o número de visitas, leads gerados, permanência no site, tráfego orgânico – as métricas que forem compatíveis com seus objetivos – e como eles variam em função do tempo e do seu trabalho. Esta é a melhor maneira de aprender e melhorar sempre!

4 – Você não tem paciência

Vou, de novo, citar alguém mais esperto que eu: “não se faz um bebê em um mês engravidando nove mulheres”.

Alguns resultados levam tempo e não há o que se fazer sobre isso. Os artigos precisam de algum tempo para trazerem resultados. Não se cria uma base de emails, estabelece autoridade ou se ganha o respeito do mercado em uns poucos dias, não importa quanto dinheiro ou se esforço se invista nisso. A palavra de ordem é “construir”, e não “obter”.

Abandonar uma estratégia ou direcionamento após uma semana ou mês ruim te impede de avaliar a situação real corretamente. Mudando de direação todo o tempo não se chega a lugar algum.

5 – Você fala demais sobre si mesmo

Para se conectar com a sua audiência é necessário entregar valor. É necessário ensinar, resolver problemas ou mostrar o que se está fazendo de errado. É preciso falar sobre o seu público e não sobre si mesmo. Em última instância, não interessa às pessoas o que você faz ou vende. Interessa como isto é útil ou importante para eles.

Não se engane: um texto de propaganda publicado em um blog não é marketing de conteúdo, é propaganda. Só que em um blog.

6 – Você não divulga seu conteúdo

“Um texto que ninguém lê, existe?” A resposta para este problema filosófico está sendo discutida desde o século XVIII. Metafísica à parte, as implicações disto para os seus resultados dão um sonoro NÃO como solução.

Um texto maravilhoso parado no blog é inútil. É absolutamente imprescindível que o público tenha acesso ao seu conteúdo para que possa se engajar com ele. Parece óbvio, colocado desta maneira, mas na prática muitos ainda acham que o trabalho está terminado ao clicar no botão “publicar”.

Use as redes sociais, anuncie, adote newsletters e estratégias de guestpost para trazer leitores. Sem leitores, seu blog não faz ruído algum.

7 – Você não investe no seu blog

O sucesso com o blog não vem automaticamente só por que você decidiu criá-lo e encontrou um bom domínio ou um nome inteligente. É necessário nutrir o projeto, não só com trabalho de criação de textos e definição de pautas mas também pesquisas de mercado e divulgação.

Em alguns casos pode ser necessário contratar um novo funcionário, ou alocar tempo da sua equipe. Por vezes será o uso de ferramentas para gerenciar leads ou um serviço de consultoria. Em outros, é apenas a sua atenção, quando pode tocar tudo sozinho.

Em qualquer situação, nada acontece se não há envolvimento e dedicação na busca pelo resultado.

8 – Você tem medo de errar

Cometer erros e fazer ajustes para corrigí-los ao longo do caminho não é só normal, é esperado. Digo até que inevitável! Aceitar que serão cometidos enganos te prepara para lidar com eles de maneira positiva, aprendendo com as falhas e construindo um trabalho mais sólido com os resultados.

Não tenha medo de inovar! Ater-se a fórmulas e processos antigos para evitar problemas a qualquer custo evita também seu crescimento, amadurecimento e sucesso.

Veja pelo seguinte prisma: dos oito erros mais comuns agora você já está livre! Cometeu, ou já conhece o erro número nove? Me conte qual é, pelos comentários!

[Vídeo] Como fazer um e-mail marketing de maneira correta 2

[Webinar] Como a Rock Content faz Marketing de Conteúdo

Você quer saber todos os segredos da estratégia de marketing de conteúdo da Rock Content? Quer saber como geramos mais de 10.000 leads por mês? Como conseguimos aumentar o tráfego orgânico de nosso blog? Ou como fazemos isso com somente 2 (DUAS!) pessoas no departamento de marketing?

No webinar “Como a Rock Content faz Marketing de Conteúdo”, Vitor Peçanha, co-fundador e CMO da Rock Content, abriu sua caixa de ferramentas e fez uma apresentação com todos os detalhes da estratégia de marketing de conteúdo!

Você verá como a estratégia foi traçada, como mensuramos nossos resultados, quais aplicativos usamos e ainda ganhará algumas dicas para você aplicar em sua prórpia estratégia! Dentre os tópicos abordados, você verá:

  • Nossos objetivos e OKRs;
  • Nossas personas;
  • Como definimos nossos MQLs e SQLs;
  • Como documentamos nossa estratégia;
  • Nosso calendário editorial;
  • Nossas métricas,
  • Como usamos as mídias pagas;
  • E muito mais!

Abaixo você pode ver a apresentação usada no vídeo:

Os materiais que indicamos, como respostas para as perguntas:

E então? O que acharam? Não deixem de comentar e falar qual tema vocês gostariam para nosso próximo webinar!