Agências Digitais

Área focada em conteúdos e materiais destinados à Agências Digitais. O objetivo é auxiliar as Agências a capacitar suas equipes e criar as melhores estratégias digitais para a suas cartelas de clientes.
Nessa categoria você aprenderá:

  • As melhores estratégias de Marketing para Agências Digitais
  • Como escalar e treinar a sua equipe
  • As melhores maneiras de lidar com os clientes e captar novos
  • Entre outros temas focados em informar o nosso público e capacitar esse nicho do mercado

Processo comercial para agências

Você já tem um processo comercial implantado na sua agência? Confira os principais modelos! [Ebook Gratuito]

Sabemos que um dos maiores e principais problemas de uma agência é o braço comercial, que a maioria ainda não tem.

Algumas agências nascem com a ideia de alguns amigos que se juntam e começam a atender alguns clientes da família e do grupo de amigos.

A agência vai crescendo, o volume de trabalho também e rapidinho os sócios, antes responsáveis por essa parte comercial, precisam agora ser o atendimento, gerente de contas, designer, financeiro e até RH.

Se essa descrição se parece com sua agência, ou mesmo se sua agência é grande e estruturada, vai concordar comigo que muitas vezes deixamos o comercial de lado.

Não é que paramos de vender, mas vendemos com um processo fraco ou inexistente. Vendemos para quem tá ali perto da gente, para quem foi indicação… Ou seja, não estruturamos um processo comercial forte e previsível.

Sem um modelo comercial, as entradas financeiras podem não ser previsíveis.

Como assim? Bom, se sei que esse mês estou atendendo X clientes e faturando Y, mas não sei quantos novos clientes entrarão no mês que vem e nem quanto vão me pagar, posso falir por não ter nem noção do que entra e do que sai da agência.

Mas qual o melhor modelo de vendas para minha agência?

Modelos de processos comerciais

A escolha do melhor modelo pode variar de agência para agência, assim como também vai variar ao falarmos de qualquer empresa que seja.

Vamos conhecer os mais usados:

Inbound

Para ser mais específica, o Inbound é uma metodologia de marketing e vendas, que pressupõe a definição de uma persona e um funil de vendas atrelado ao marketing de conteúdo.

Esse modelo gera algumas iscas digitais que vão resultar em leads.

Os leads, aquelas pessoas que representam oportunidades de venda pra sua agência, já expressaram suas dores e objetivos, algumas já estão procurando alternativas e outras já até te conhecem. Depende do estágio da jornada de compra em que estão.

Sua equipe comercial pode entrar em contato com essas leads para ajudar na educação e para, através de um processo consultivo, identificar como sua agência pode ajudar e vender pra ele.

Ou seja, se sua agência trabalha com marketing digital, você deve criar conteúdos sobre isso. Sobre a importância do marketing digital, “como vender mais com o marketing digital” e sempre olhando pra sua persona fazer conteúdos mais direcionados como “Marketing para indústrias”, “como vender mais no seu e-commerce”, “como o marketing pode ajudar a tirar o seu saas do buraco”, etc.

Outbound

O outbound, um outro modelo muito utilizado é o oposto do inbound. Ele pressupõe a existência de uma lista, com o contato de várias empresas. Não importa se são grandes ou não, de qual segmento são e nem se estão precisando do seu produto ou serviço.

Você pode e deve, filtrar o que é e o que não é interessante pra você. Com toda certeza sua agência tem mais expertise para atender um tipo de cliente em detrimento de outros.

Ex: nossa agência tem muito conhecimento para atender clínicas e hospitais e nossos cases de sucesso são na área da saúde. Para que vou me aventurar em atender um shopping center? As dores e ações devem ser diferentes.

Voltando ao assunto do outbound, sua agência deve ter pronto para apresentar, um portfólio com ações e peças já desenvolvidas por vocês, para encantar o cliente para qual está ligando.

Esteja preparado para lidar com a objeção: “mas nós já temos uma agência. Por que eu deveria fazer uma reunião com a sua?”. Lembre-se de destacar pontos como preço e qualidade, mas como todos vão falar isso, não deixe de falar que diferente dos outros, vai ouvir as necessidades dele e sugerir um plano de ação voltado exclusivamente para as dores dele.

Indicação

Um terceiro modelo, é trabalhar com indicações. As indicações são leads muito quentes, pois realmente já chegam na sua agência conhecendo o trabalho que vocês fizeram para outro cliente.

Mas deixe claro que cada projeto é único e que você deve entender o que ele precisa e qual o seu orçamento  para então desenhar alguma coisa exclusiva para ele.

E como vender? Inside sales ou field sales?

Mais uma vez depende da agência.

Inside sales

É a venda dentro de casa. Ela não perde em nada para a venda cara a cara, mas esse processo é feito remotamente, muitas vezes através do Skype ou Hangouts. Permite a venda sem restrições de localidade. Permite também uma agenda bem mais flexível.

Field sales

É a famosa venda em campo. Ir até o cliente fazer quantas reuniões forem necessárias. Antigamente era o único modelo aceito mas isso vem mudando. Apertar a mão do cliente e mostrar pra ele ao vivo, quem é você. Minha sugestão: inicie com uma venda inside e caso ela siga para o próximo passo, vá ao cliente se necessário.

Antes de implementar qualquer processo comercial em agência

Contrate as pessoas certas

É de suma importância que você identifique quais são as habilidades necessárias para ser um agente comercial na sua agência. Ou seja, escolha o melhor modelo de vendas (inside ou outside, inbound ou outbound) e contrate alguém com as características necessárias.

Normalmente, para a área comercial, é importante ser curioso, ter um bom tom de voz, gostar de pensar estrategicamente, conhecer números, ser bom de relacionamento e gostar de aprender.

Treine sua equipe

Não adianta contratar as pessoas certas se você não treiná-las. Todas as características acima podem ser ensinadas, mas o colaborador deve estar comprometido em aprender.

Mais do que treinar nessas habilidades é importante apresentar sua agência e o que ela faz. Ter todos os produtos e serviços na ponta da língua ajuda na venda consultiva.

O agente comercial deve entender as necessidades do cliente e assim montar uma proposta condizente com o que ele precisa e com o que sua agência pode ajudar.

Defina metas

Definir metas claras e objetivas, metas SMART é a melhor forma de estruturar um bom processo comercial. Ou seja, seu colaborador deve saber claramente o que é esperado dele e o que ele deve entregar no final do mês.

Importante conhecer os números da agência, saber quanto de margem existe em cada serviço e saber fazer uma boa precificação dos serviços oferecidos, sempre levando em conta o valor da hora, quantos profissionais estarão envolvidos na atividade, a taxa de produtividade e os impostos.

Prepare a agência

Muitas vezes quando a área comercial não existe, todas as pessoas acabam fazendo esse serviço.

Ao implementar uma estrutura comercial, deixe claro que todas as propostas devem ser feitas por esse time. Assim você tem maior controle sobre as métricas e taxas de fechamento.

3 etapas para um processo comercial em agência de sucesso

Conexão

Independente de qual o modelo de vendas escolhido para sua agência, o processo comercial deve ser feito em três etapas. A primeira é o que chamamos de conexão.

É seu primeiro contato com o cliente. Se você escolheu o inbound, você vai entrar em contato com ele para saber quais materiais olhou e o que ele estava procurando quando os baixou.

Se ele pediu para falar com você, é a hora de marcar com ele um horário para falarem. Ao marcar uma agenda você garante que tanto ele quanto você estejam preparados para uma reunião comercial e tenham reservado um horário para isso e só para isso.

Se está fazendo outbound, é a hora de se apresentar, falar da sua agência, de como chegou até ele e o que você pode fazer de diferente pra ele.

O objetivo dessa primeira ligação é sempre marcar uma reunião. Além de entender um pouquinho sobre como o cliente funciona.

Qualificação

Esse deve ser o segundo passo. Entender tudo sobre o universo do cliente. Chegamos até a falar que deve ser uma consultoria 360º.

É importante entender onde estão hoje e onde querem chegar. O que já fazem para chegar aonde querem chegar. Quais as ferramentas de marketing já usam. Quem são seus clientes. Quais são seus objetivos.

Um bom meio de descobrir todas essas respostas é utilizando a metodologia do GPCT. Nela você deve descobrir os objetivos (goals), planejamento, desafios (challenges) e tempo desejado para ver resultados.

Devemos sempre lembrar que o cliente, poucas vezes sabe o que precisa. Ele sabe o que dói nele e a grande maioria das vezes não é um assunto de marketing e sim vender mais, aumentar o faturamento, engajar seus clientes etc. São objetivos de negócio e não objetivos de marketing.

Mas pera ai. Sou uma agência de marketing? Como vou falar de negócios?

Cada vez mais o marketing deve estar atrelado ao negócio. Mostrar o ROI (retorno sobre investimento). Não existe mais marketing por marketing. Tudo deve estar ligado ao negócio.

Ter braços comerciais que entendam de business é muito importante. Uma pessoa que entenda de modelagem de negócios, que ouça os problemas e saiba conectar isso com os serviços de marketing oferecidos pela sua agência.

As perguntas feitas nessa etapa devem servir para montar a proposta, ou seja, o desenho do que vai ser apresentado. Um novo site? Redes sociais? Marketing de conteúdo? Inbound? Você só vai conseguir saber quais serviços oferecer se entender o contexto.

Qual o valor das propostas que devo apresentar? Você também deve tirar essa confirmação nessa etapa. Quanto o cliente planejou? Quanto é saudável?

Não significa que você não possa apresentar uma proposta maior, caso mostre o valor real dele. E nem uma menor, se o que o cliente precisa é de fato mais simples e barato. Você deve ser totalmente transparente com ele.

Em quanto tempo precisamos mostrar resultados? Quem vai ser nosso ponto de contato? Quem é o patrocinador do projeto internamente? Quem é o decisor? Pergunte tudo isso. Agora é a hora.

Apresentação da proposta

Depois de ouvir tudo o que seu cliente tem pra falar é a hora de montar uma proposta condizente e que vai ajudá-lo a resolver o problema dele.

Muitas agências gostam de apresentar um pré-projeto desenhado. É legal mas não é necessário. Mais do que tudo é hora de mostrar seu valor para o cliente. Sempre conectando o que ele disse com o que você está oferecendo.

Use muito a frase “você me disse que…” para justificar o que está apresentando e o motivo pelo qual ele deve comprar.

É interessante propor umas três estratégias, uma mais alta, uma mais realista e uma pé no chão e perguntar após apresentar cada uma o que o cliente achou.

Pontos importantes

Venda consultiva e educação

Lembra que falamos lá atrás que não adianta oferecer um serviço que não esteja totalmente de acordo com as dores do cliente? E que existe uma etapa de qualificação? Pois é. As vendas cada vez mais devem ser vendas consultivas.

É mais ou menos como um médico. O paciente vai ao médico se queixando de alguma dor. Algo que é aparente. Por exemplo, uma dor de cabeça. Esse é o sintoma. O médico vai examinar e as vezes até pedir alguns exames. E ai vai poder constatar qual é o problema que causa a dor de cabeça. Essa é a nossa etapa de qualificação.

Sabendo qual é a doença, vai receitar o remédio para o tratamento. Essa deve ser a sua proposta. Aquilo que vai curar a dor deste cliente.

É muito importante também educar o cliente nesse processo. Ou seja, a medida que for perguntando sobre os sintomas, faça um contraponto e explicação sobre como pode ajudar a curar. E já vá introduzindo o que sua agência faz, mas ainda não querendo vender um serviço.

Use essa tática para preparar o cliente para o que ele verá na próxima etapa e tenha consciência de que aquilo é o melhor para ele agora.

Tempo para resultados

Essa deve ser uma das perguntas do seu processo de qualificação e que deve ter atenção máxima.

Alinhe com o cliente as expectativas de prazos para resultados. A curto, médio ou longo prazo. E mostre quais soluções são as ideais para cada cenário.

Assim você evita que o cliente esteja esperando uma coisa que você não vai entregar e acabe desgastando a relação comercial de vocês.

Identificar se é uma prioridade agora

Esse ponto deve ser abordado na conexão e lembrado em todos os momentos da venda. Criar a urgência para que o trabalho inicie logo, mas principalmente para concentrar seus esforços.

Se resolver aquele problema agora não é uma prioridade para que vamos perder o meu e o seu tempo?

E aí, sua agência tem um processo comercial bem definido?

Que tal aprender como definir seus processos com nosso ebook gratuito Processo Comercial para Agências.

CTA processo comercial para agências

 

Processo de vendas para agência

Como montar um processo de vendas para sua agência?

Como é o processo de vendas da sua agência? Ele é estruturado? Seus vendedores entendem como ele funciona e qual sua importância para melhorar a produtividade em vendas e conseguir mais clientes?

Imagino que sua equipe de marketing seja especialista em gerar leads e oportunidades para sua agência, mas a conversão desses leads em vendas é satisfatória?

Perguntei isso porque grande parte das agências sentem dificuldade em guiar seus leads até o fechamento das vendas.

Isso acontece, na maioria das vezes, por falta de um processo de vendas predeterminado, que guie os vendedores na condução de suas atividades, melhorando a produtividade de vendas e por consequência os resultados finais.

Se essa também é sua dor, então não deixe de conferir neste artigo como estruturar o processo de vendas da sua agência.

Mas antes disso, é preciso entender um pouco do conceito e dos aspectos que giram em torno dele. Só assim você conseguirá definir um processo eficaz para seu negócio.

Vamos lá!

O que é Processo de Vendas?

Processos são ações contínuas de determinadas atividades. Ou seja, uma sequência de fatos reproduzidos com certa frequência e com ordem cronológica e hierárquica preestabelecida.

Sendo assim, os processos de vendas são ações realizadas dentro da operação de vendas que levam a equipe a atingir determinado fim.

Para sermos ainda mais objetivos: processo de vendas é o passo a passo para guiar o time de vendas, especialmente os vendedores, na condução de suas atividades, tendo como objetivos principais o fechamento da venda e o alcance das metas.

Ele é extremamente importante para garantir a produtividade dos vendedores e melhores resultados para sua agência.

Pois caso ele esteja bem estruturado, você consegue diminuir consideravelmente a perda dos leads gerados pelo marketing.

Ram Charan já dizia ‘‘criar estratégia brilhante é fácil, o difícil é colocá-la em prática’’.

Isso mesmo! Não adianta você criar as melhores estratégias de marketing se não souber como transformar essas oportunidades em vendas.

Como é o processo de vendas da sua agência?

De acordo com o Panorama das Agências Digitais 2017, 47,7% das agências disseram não ter um modelo de vendas consolidado e que precisam estruturar e organizar esse processo dentro da agência.

Em relação às que adotavam um modelo de vendas, 64,6% delas disseram praticar um modelo de vendas misto, ou seja, utilizava diversos modelos, como Inside Sales, Field Sales, Inbound Sales ou Outbound.

Além disso, o Panorama revelou que

‘‘Somente 37,3% dos entrevistados disseram que são definidas metas para o time de vendas da agência. Dentro dessa amostra, 58,7% disseram que as metas são batidas com frequência. Vale dizer que agências que apresentam algum modelo de vendas definido batem 20% mais metas, se comparadas àquelas que não adotam nenhum modelo.’’

E agora pergunto, sua agência possui um processo de vendas bem definido?

Não adianta dizer que ela utiliza a estratégia Inbound ou Field Sales, por exemplo.

O que você precisa saber é se as etapas do seu processo de vendas estão delimitadas, se existe um passo a passo desenhado guiando o lead até o fechamento da venda.

Para te ajudar, reflita sobre essas perguntas:

  1. Quais são as competências de vendas que seus vendedores precisam ter para vender seu serviço? Ou seja, quais conhecimentos, habilidades e atitudes eles precisam ter?
  2. Os recursos disponíveis (tempo, dinheiro, tecnologia) são usados adequadamente pelo seu time?
  3. Existe um placar de vendas?
  4. Existe o controle das vendas e dos clientes, com métricas de vendas definidas?
  5. Quais as ferramentas de gestão estão sendo utilizadas?
  6. Há um funil de vendas?

Não conseguiu responder algumas dessas perguntas? Então pode ser um sinal que o processo de vendas da sua agência precisa ser ajustado.

Mas não se preocupe, vamos te ajudar a construí-lo, levando em consideração seu funil de vendas.

O que é Funil de Vendas?

O Funil de Vendas é a materialização do seu processo de vendas.

Sei que é comum associarem o processo de vendas com o funil de vendas. Apesar de estarem intimamente ligados, não são exatamente a mesma coisa.

O conceito de processo é mais amplo e abrange o funil, já que este é uma forma de materializar as etapas de vendas da empresa.

Por exemplo, dos leads que chegam na sua agência, quantos efetivamente fecham a venda?

Uma quantidade bem menor, correto?

Assim como um funil, a quantidade que entra no topo é maior que a quantidade que chega até o fundo.

O funil, ou pipeline de vendas, se divide em etapas que definem o estágio que o lead se encontra na jornada de compras.

Conta ainda com gatilhos de passagem específicos entre cada uma das fases, que indicam quando um lead pode passar de uma etapa para outra.

Ou seja, o funil de vendas é uma forma de desenhar o processo de vendas do seu negócio.

Ainda que cada empresa tenha um processo de vendas próprio, existem alguns passos que podem ser seguidos na sua construção.

Então, garanta a produtividade de vendas da sua agência e estruture melhor sua operação. Para isso, é só colocar em prática as 6 dicas simples abaixo.

6 Passos para estruturar seu Processo de Vendas

Sabia que, de acordo pesquisas recentes, 70% das empresas que estabelecem um processo de vendas formal na execução de suas estratégias apresentam resultados superiores em comparação à concorrência?

Para você não ficar atrás, vamos te ajudar a construir o seu.

Ainda que cada negócio tenha suas peculiaridades, tendo em vista o mercado, segmento e a própria estrutura interna, existem algumas medidas gerais que podem ser usadas para implantação desse processo.

1. Definição dos Processos

Esse primeiro passo é para você avaliar quais são as atividades que interferem nas vendas da sua agência.

Não precisa relacionadas apenas às vendas, podem ser todas que facilitam, atrasam ou estão vinculadas à jornada de compra do seu cliente após ele ser entregue ao time de vendas.

Aqui, o importante é que você entenda como essas interações acontecem, por exemplo, por que elas existem, quanto tempo demoram, para que elas servem etc.

2. Mapeamento

Após analisar todos os fatores que interferem na operação de vendas, chegou a hora de defini-los.

Para isso, você pode especificar um passo a passo da jornada de compra dos seus clientes, detalhando os caminhos que o lead passa até que feche a venda.

Vamos imaginar que o lead tenha chegado até sua agência por meio de estratégias de Inbound e foram nutridos até que estivesse pronto a ir para a equipe de vendas. Após isso, foram trabalhados pelo vendedor (primeiro contato, reunião, negociação, fechamento).

Entre essas etapas, é preciso definir critérios de passagem. Por exemplo, quando um lead estará pronto para ir do marketing para vendas? E quais são os critérios que fazem o time de vendas qualificar esses MQLs como oportunidades?

Assim funciona o processo, você define as etapas do seu processo e detalha elas, entendendo a razão de existirem e como seu lead está sendo conduzindo.

Várias perguntas devem ser feitas, pois nessa fase você precisa mapear todo o processo de vendas que seu cliente passa na agência.

3. Simplificação

Na etapa de cima você detalhou e especificou todo seu processo. Agora é hora de simplificar isso.

Não se preocupe! É simples.

Pensa: quais fases são mesmo essenciais? Elas precisam existir? Quais devem ser reajustadas? Quais podem ser unificadas e quais podem ser separadas?

Ao detalhar os procedimentos você consegue enxergar melhor os gaps da sua operação, assim como os pontos fortes.

Acredite! Quanto mais simples, mais eficiente. O que não significa que deva ser incompleto.

A simplicidade deve ser entendida como objetividade e precisão. Ou seja, o processo não pode ser complexo, pois senão ninguém entende.

4. Normatização de Processos

Esse passo é essencial, pois ele que vai garantir que seu processo seja cumprido.

Normatizar significa formalizar, colocar no ‘‘papel’’ (ou slide, power point etc). Só assim os envolvidos na operação irão ter acesso e cumprir o estabelecido.

Não precisa ser nada bem elaborado, até porque a simplicidade é um dos segredos da estruturação do processo.

Basta que ele esteja completo e que seja acessível a todos, servindo como um Manual rápido e fácil de ser acessado.

Ao construir esse guia, não esqueça de descrever as atividades a serem realizadas e como fazê-las, bem como quem são os responsáveis por ela, os materiais para executá-la e os objetivos finais daquela ação.

5. Levantamento de Indicadores

Os indicadores são os números que precisavam ser analisados dentro do seu processo, para que consiga mensurar o desempenho de seus resultados.

Assim, será possível ver onde estão os erros e acertos da operação.

Esse papel deve ser desempenhado com muita precisão e é função do gestor estabelecê-lo assertivamente. Pois olhar para métricas de vendas erradas é extremamente improdutivo.

E melhorar a produtividade em vendas é um desafio que todas as empresas desejam conseguir.

6. Distribuir e atualizar o Processo

A construção do processo finalizou, mas o trabalho não pode acabar por aí. Pois ele precisa ser divulgado e cumprido.

Todas as pessoas envolvidas na atividade precisam ter amplo conhecimento de como ele funciona e devem colocá-lo em prática.

Não adianta ter as informações na mente ou seguir apenas parcialmente o que foi determinado. Pois assim os resultados continuarão imprecisos e com muitas distorções.

Além disso, não é por ter finalizado que o processo nunca mais será mexido. Ele precisa ser revisto com certa periodicidade, pois sempre há mudanças, seja no mercado, no produto, ou nos próprios objetivos da agência.

Para Lúcia Haracemiv, CEO da DNA de Vendas, um processo de vendas nunca está 100% concluído, estará sempre passível de mudanças às novas ideias, ao mercado e aos serviços e produtos da empresa.

Mas o mais importante é que a receita de bolo já existe e você poderá alterar ou acrescentar alguns ingredientes de acordo com a necessidade.

Pronto para aumentar suas vendas?

Agora que você já tem um passo a passo para construir seu processo de vendas, esperamos que seus resultados melhorem consideravelmente.

Ao longo de mais de 10 anos de experiência com empresas dos mais diversos segmentos do mercado, nós da DNA de Vendas, percebemos que a maior parte delas não possuem processo de vendas bem definidos.

E esse é um dos maiores erros comerciais e que acarreta uma baixa produtividade de vendas.

Com passos simples é possível sair dessa estatística e melhorar suas vendas.

Caso queira entender um pouco mais sobre processo de vendas, é só clicar neste Guia Completo sobre Processo de Vendas.

A DNA de Vendas é uma das mais completas consultorias de vendas para aumento de produtividade e treinamento de vendas do Brasil.

 

Gestão financeira para agências

Três grandes desafios das agências e como a gestão financeira ajuda a contorná-los

Grandes revoluções comunicacionais aconteceram ao longo da história da nossa sociedade, como a escrita, a prensa de Gutenberg e, claro, a internet.

O digital mudou completamente a forma como as empresas se comunicam com seus clientes. O que tornou ainda mais complexo o trabalho das agências, tanto no que se refere à aquisição de clientes próprios quanto à construção da marca, entrega de projetos e inbound marketing das empresas que contratam esses serviços.

E a competitividade desse mercado fez com que as agências passassem a desempenhar três grandes desafios:

  • Aquisição de clientes próprios;
  • Entrega de resultados para as empresas contratantes;
  • Cuidado da gestão financeira.

O departamento financeiro é considerado o coração de uma empresa, seja ela qual for. Em agências mais enxutas, muitas vezes o papel de gestor financeiro acaba sendo, também, de pessoas da equipe de criação.

É a partir da área financeira que se mede a saúde de um negócio: ganhos, perdas, investimentos, retornos sobre os investimentos, cortes e demais elementos que envolvem custos. Ou seja, tudo!

Por isso, a gestão e o controle dessa área precisam ser bem feitos. Só assim uma agência cresce de forma saudável.

A pergunta é: as agências têm lidado bem com esse desafio? Se não, é hora de passar a cuidar bem disso para que o negócio escale e cresça de forma saudável.

Gestão financeira para agências

O departamento financeiro tem subdivisões: fiscal, tributária, controladoria, tesouraria etc. Tudo visa a maximização dos recursos financeiros. Não dá para explicar toda a gestão em um post, por isso escolhemos um dos mais importantes elementos da gestão financeira: o fluxo de caixa.

O fluxo de caixa é o controle de recebíveis e custos. Para entender os processos financeiros dentro das agências, conversamos com Arthur Derinarde, diretor na agência MKT Ideas sobre os desafios das agências no que tange a gestão. Vamos aos pontos mais importantes identificados na conversa.

Recebíveis

Como o próprio nome já diz, é tudo o que a agência tem a receber. Fica fácil ter uma previsão de receita em agências, que têm projetos pontuais (dá para saber o valor exato de quanto vão receber na entrega) e recorrentes (que é sinônimo de previsão da receita mensal).

Desafios

O maior desafio das agências quanto aos recebíveis está na cobrança, que está diretamente ligada às formas de pagamento. Hoje, os principais modelos de pagamento das agências são:

  • Boletos;
  • Débito automático;
  • Parcelamento no cartão.

Os problemas gerados na cobrança estão relacionados a:

  • Atrasos: se o cliente atrasa, gera inadimplência e o caixa fica com um déficit nos ganhos daquele mês (ou meses), prejudicando a sua receita (caixa).
  • Multas: cliente nenhum quer pagar multa, mesmo se ele é o culpado por atrasos. Isso, por vezes, implica no abatimento dos encargos para que ele pague o valor normal. Ou seja, você perde, mesmo depois de já ter lidado com o atraso dele.
  • Taxas: no boleto, a emissão e manutenção (segundas vias, cálculos de juros e multas) geram custo para as agências junto aos bancos. Mais uma vez, a entrada de recebíveis da empresa está sendo prejudicada.
  • Custos: além das taxas, atrasos e déficits no caixa, ainda existe todo o trabalho de designar uma pessoa (ou até equipes) para conciliar os pagamentos recebidos, identificar os inadimplentes e cobrar um a um manualmente, se não usar um ERP ou software de cobrança automatizado.

Podem parecer pequenos, mas todos esses fatores impactam negativamente no caixa. E, cá para nós, não são um ou dois clientes que atrasam. Isso acontece com grande parte deles, ainda mais quando a empresa está crescendo. Quanto mais escala, mais suscetíveis aos problemas de cobrança, atrasos, multas, custos e taxas ficam as agências.

Otimização

A melhor saída, neste caso, é oferecer pagamento online e automatizar as cobranças com:

  • Boleto online

Existem soluções de automação no mercado que geram o boleto e enviam para o cliente por email. Evita custos com emissão, manutenção e multas (para o cliente) geradas pelo não recebimento do boleto, além de reduzir os atrasos.

  • Débito recorrente

Diferente do débito automático, que desconta o valor direto do saldo do cliente e está mais suscetível a atrasos (já que nem sempre esse saldo está positivo), o débito recorrente desconta o valor do limite de crédito que é pago na fatura de cartão, o que o torna uma opção melhor. Assim, ninguém esquece de pagar a fatura. Afinal, os juros do rotativo do banco são altíssimos.

  • Débito recorrente no parcelamento

Ao oferecer parcelamento como forma de pagamento, as agências podem usar o débito recorrente no cartão de crédito.

Nesse modelo, em vez de tomar o limite de crédito do cliente, a cobrança é feita mensalmente durante um período determinado de contratação dos serviços ou pagamento do projeto. Além de oferecer comodidade ao cliente, a agência tem maiores garantias de recebimento com a cobrança programada.

Outra vantagem de usar um software de automação são as ferramentas de cobrança, que notificam os clientes antes e depois da data de vencimento para que ele não esqueça de pagar. E, para o caso de o atraso persistir, te ajuda a receber do cliente sem gerar estresse com ele e ainda reduz custos (com pessoas, equipes e telefonemas).

Automatizando os recebíveis, você agora vai se preocupar com os custos, que são o segundo passo da gestão de fluxo de caixa.

Despesas

As despesas estão ligadas a tudo o que a agência gasta: salários, manutenções, luz, energia, água e qualquer outro centavo relacionado aos ativos da empresa (tangíveis e intangíveis).

Desafios

O maior desafio no que tange despesas está no controle e acompanhamento. Para se ter ideia, algumas empresas fazem essa gestão de fluxo de caixa diariamente para ter o maior controle possível das contas. Por isso, é importante se ater a:

  • Custos

Saber perfeitamente em que a empresa tem investido seus recursos financeiros e avaliar se, de fato, eles são necessários. Esse é o momento de identificar se tudo o que gera custo para a empresa realmente faz sentido.

  • Registro de saídas

Como eu disse, algumas empresas acompanham diariamente as entradas e saídas. Assim, fica mais fácil identificar se, naquele mês, a agência fechou no negativo ou no positivo e fazer uma planejamento para melhorar os resultados.

  • Programar pagamentos

Imagine ter que quitar uma fatura, conta ou depositar salários várias vezes durante o mês. Além de perder tempo, alguma coisa pode ficar por fazer. Tente programar uma data no mês ou semanalmente para resolver tudo o que envolve contas a pagar.

  • Detalhar pagamentos

Saiba exatamente onde os valores têm sido investidos. Assim você tem maior controle sobre o dinheiro do caixa e não se perde nas contas.

  • Despesas variáveis e despesas fixas

As despesas variáveis referem-se aos custos ligados à produtividade. Ou seja, que alteram de acordo com o uso: água, luz, telefone.

Já o custo fixo, como o próprio nome, não varia, pelo menos não por um período determinado de tempo, como: salários e aluguel.

Otimização

O cenário ideal para fazer todo esse controle é usar um ERP que te ajude com as conciliações bancárias, gestão de entradas e saídas e contas a pagar e receber. Todas com relatórios e planilhas que te ajudem a consolidar os dados do fluxo de caixa.

Acompanhar esse fluxo de gastos e recebíveis vai ajudar sua agência a:

  • Fazer uma análise do cenário atual da agência;
  • Ter uma previsão do melhor momento para investir;
  • Controlar as despesas;
  • Planejar gastos futuros;
  • Eliminar gastos desnecessários.

O fluxo de caixa vai te dar dados consolidados sobre o financeiro da sua agência. Com eles você vai poder fazer um melhor planejamento financeiro para otimizar os resultados.

Usar ferramentas de gestão, como softwares de cobrança e ERP é a melhor escolha para fazer todo esse controle. Com automação, fica mais fácil para as agências fazer as programações do financeiro (não só do fluxo de caixa) e se preocupar com os principais desafios de uma agência: aquisição de clientes e entrega resultados.

Quer aprender tudo sobre retenção de clientes em Agências Digitais? Baixe o ebook completo e gratuito sobre o tema!

 

Marketing de Conteúdo para agências de grande porte

Marketing de Conteúdo para agências de grande porte [Ebook Gratuito]

Toda agência enfrenta vários tipos de desafios, mas se tratando das de grande porte, eles acabam sendo bem específicos.

Isso inclui a banalização de preços por agências menores, as dificuldades de captar os clientes ideias ou a dependência de uma conta que carrega os resultados de um período.

Além disso, se a agência ainda não conta com uma estratégia de marketing que a ajude a obter previsibilidade, possivelmente ela correrá muitos riscos, terá dificuldade de tomar decisões e isso poderá comprometer inclusive a saúde financeira do negócio.

Se você se identificou com um, vários ou todos esses cenários, é hora de parar e pensar em uma alternativa que ajude a tapar os buracos e manter a sua agência crescendo de forma saudável.

Que tal começar pelo Marketing de Conteúdo?

Além de ser uma estratégia com menor custo e mensurável, ela ajudará sua agência a captar clientes mais preparados para a compra e que realmente tenham o perfil de um cliente ideal.

E você não precisará de grandes esforços ou de mudanças drásticas no seu time: é só definir a sua persona, montar um planejamento mapeando os principais temas de interesse dela e começar a produzir conteúdos de qualidade que solucionem as suas dúvidas e ajudem sua agência a construir autoridade.

Para saber mais, baixe agora o nosso ebook gratuito: Marketing de Conteúdo para agências de grande porte.

Nele você encontrará o passo a passo para começar uma estratégia completa, inclusive aprendendo a otimizá-la e mensurar os seus resultados!

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Construir autoridade para agência

Agência: aprenda como construir autoridade, reter e conquistar clientes

Oi, sou a Benfica, Analista de Sucesso de Parceiros aqui na Rock Content e hoje trago verdades para sua agência.

Antes disso, quero te contar que ao longo dos últimos anos trabalhei em agências, clientes e agora estou na Rock, com um time fantástico de especialistas, aprendendo diariamente e ajudando nossos parceiros alcançarem para suas agências e seus clientes resultados de sucesso com estratégias de Marketing de Conteúdo.

Então, quando digo que trago verdades pra você, afirmo que todas são baseadas na experiência nos 3 lados dessa dinâmica e no que aprendo diariamente trabalhando junto com agências parceiras!

Vejo que nesse relacionamento tem algo muito importante que muitas vezes as agências esquecem de colocar em prática: a autoridade.

Então quero, com este artigo, te contar o que eu aprendi nos últimos tempos sobre conquistar autoridade com seus clientes. Vamos lá?

1. Com quais clientes você quer trabalhar?

O processo de construção de autoridade deve começar pelo posicionamento da sua agência no mercado.

Qual é seu foco principal? Do que sua agência entende melhor? Com que tipo de cliente você deseja trabalhar?

Entenda os pontos fortes do serviço que você entrega e comece o processo de construção de autoridade, com uma estratégia de marketing sólida, que ajude tanto na educação do seu mercado quanto na segmentação dos projetos que sua agência pretende conquistar.

Segmentação é o primeiro passo para que sua agência tenha foco para conquistar clientes mais qualificados que irão permanecer por muito mais tempo com você.

2. Aprenda a dizer não

Esta dica é muito importante desde o primeiro contato com seu cliente.

Pode parecer loucura dizer não para um possível contrato que chegou até você através de muito tempo e dinheiro investidos.

Mas, antes de fechar um negócio avalie como a sua agência pode ajudar esse projeto a crescer, entenda se seu cliente realmente precisa dos serviços que você oferece e mais importante: ele terá resultados reais com a sua estratégia?

Dizer sim para a entrada de qualquer cliente na sua agência pode gerar consequências muito maiores que um mês fraco em vendas.

Você gasta o tempo de uma equipe dedicada a construir uma estratégia eficaz, utiliza recursos da sua agência em vão, o cliente pode cancelar com você e sua agência corre o risco de se queimar no mercado.

Para te ajudar, aqui vão algumas perguntas que você deve ser sensato ao responder antes de fechar um novo contrato para sua agência:

  • O cliente entende a importância dos processos para conquistar resultados a longo prazo?
  • Ter resultados com estratégias de marketing digital é prioridade para esse cliente?
  • As expectativas dele estão alinhadas com o que sua agência entrega?
  • Que tipo de experiência você teve com esse tipo de projeto no passado?
  • O mercado de atuação deste cliente permite a entrega de resultados reais com as estratégias que a sua agência coloca em prática?
  • A sua agência tem estrutura e equipe para receber esse projeto no momento?
  • Este possível cliente enxerga valor no seus serviços, qualidade da sua agência e time?
  • Este cliente entende a diferença entre campanhas e estratégia?

Se as respostas forem negativas para essas perguntas, meu amigo, este projeto não é para sua agência neste momento. Não gaste seu tempo e seu dinheiro à toa.

3. O que o seu cliente precisa é mais importante do que o que ele quer

A primeira pergunta aqui é bem simples: porque seu cliente te contratou?

Sua agência é capaz de elaborar e executar a melhor estratégia de Inbound Marketing? É a melhor em trazer tráfego orgânico? Vocês tem os melhores especialistas em mídia e performance? Seu foco é Outbound?

Independente do seu ponto forte, uma coisa todas as agências e clientes terão em comum: seu serviço foi escolhido porque sua agência se apresentou como a melhor para executá-lo.

Então, desde a primeira conversa com o seu cliente, tenha em mente que você vendeu um time de especialistas e recursos capazes de alcançar os melhores resultados!

Você é o responsável por conduzir a conversa e extrair dados e informações assertivas para o sucesso do seu cliente.

Sua agência é quem deve ser capaz de entender, por exemplo, que aquela Persona que está sendo construída está baseada em quem o cliente deseja atingir e não com quem ele realmente precisa se comunicar.

Na prática, durante a conversa inicial, cumpra este check list:

  • Todas as informações levantadas devem ser baseadas em dados
  • O que o cliente te fala é muito importante, mas é condizente com a realidade?
  • Cheque fontes de dados e os concorrentes
  • Seja gentil e compreensivo, mas seja firme. Sua agência foi contratada para entregar um serviço de qualidade, baseado no que sua equipe faz de melhor.
  • Explique sempre, com paciência, o que e porquê será feito. Deixar tudo claro desde o começo é fundamental.

Mostre que você se importa o suficiente com o seu cliente para, quando necessário, discordar dele buscando alcançar o sucesso do projeto como objetivo principal.

4. Deixe claro que cada ação tem um propósito

Aqui na Rock utilizamos a metodologia de estágios para orientar cada cliente sobre a sua evolução na estratégia.

Avaliamos o que fizemos até o momento, onde queremos chegar e o que faremos para que nossos parceiros alcancem os resultados definidos lá atrás, durante a compra.

Em resumo, dividimos a estratégia de Marketing de Conteúdo de nossos clientes em 4 etapas:

  1. Estágio básico: Primeiro objetivo é que nosso cliente tenha uma estratégia documentada, blog no ar e tráfego relevante.
  2. Máquina de tráfego: O blog já gera e trabalha subscribers. A promoção de conteúdo está ok, já existem CTAs no blog, o cliente trabalha bem a estratégia de email e canais de aquisição, como as mídias sociais.
  3. Mestre das leads: Já temos a definição de uma lead qualificada, o projeto já gera e trabalha essas leads. Nesta etapa avaliamos o mapeamento do funil de vendas, automação, landing pages e primeiros MQLs gerados.
  4. Fazendo negócios: Primeiras conversões chave (vendas) já foram geradas.

Tudo muito legal, tudo muito bonito. Mas o que a gente faz com isso?

Avaliamos, trimestralmente, o avanço de cada projeto nesses estágios, apresentamos as avaliações de resultados e planos de ação para que nossos parceiros continuem crescendo na estratégia definida.

Assim, esclarecemos que toda ação tem uma reação esperada e que estamos no controle no que diz respeito à evolução do projeto até gerar novos negócios.

Não estou dizendo que a sua agência deve utilizar a mesma metodologia. O que quero mostrar para você com este exemplo é que quando a agência abre o jogo, ela recebe mais respeito e conquista autoridade.

Então esteja em dia com as apresentações de resultados para seu cliente, na frequência que fizer mais sentido de acordo com as soluções que você oferece.

5. Continue aprendendo e não tenha medo de passar esse aprendizado adiante

Certamente eu não serei uma profissional boa o suficiente para continuar aqui nos próximos meses se eu não continuar estudando.

Assim como sua agência definitivamente não está preparada para continuar no mercado se não estiver atualizada e buscando melhorias nas soluções para entregar sucesso aos seus clientes.

Então não deixe de estudar, entender tendências, mudanças no mercado, novas ofertas para seus clientes e não tenha medo de apresentar a eles todas essas mudanças.

Parte do processo de construção da autoridade vem da troca aberta de informações entre vocês, da preocupação da agência em alcançar o sucesso do cliente e o desejo de ver cada projeto crescendo a partir da entrega de serviços.

E se você quer continuar aprendendo sobre como a Rock lida diariamente com a gestão do sucesso de nossos clientes, vai adorar este artigo com resolução de problemas reais, retenção de clientes e lições aprendidas pela nossa Gerente do Sucesso de Parcerias.

 

marketing para agência

E aí, Agência? Você cuida do seu próprio marketing?

A forma de fazer marketing mudou. Com o crescimento do Inbound, vemos mais e mais empresas de diversos portes e segmentos trabalhando o meio digital.

Mesmo assim, ainda há analistas de marketing e donos de alguns negócios que, por falta de conhecimento ou experiência, preferem continuar apostando em estratégias offline como rádio ou televisão.

Isso é um desafio para agências de marketing que querem trabalhar esses clientes da velha guarda.

O que as agências podem fazer para mostrar, de maneira mais clara e rápida, que o marketing digital, o inbound e o marketing de conteúdo são estratégias completas e soluções eficazes para seus prospectos?

Ser o exemplo e o melhor case de sucesso

O time especializado em parceiros da Rock Content ouve religiosamente a mesma frase, reunião após reunião com agências de todo o Brasil:

Em casa de ferreiro, espeto é de pau.

Com certeza a prioridade é fazer o marketing do próprio cliente, acompanhando, trazendo resultados e mensurando os sucessos obtidos.

Nossa experiência falando com mais de 50 agências por mês nos mostrou que a grande maioria trabalha com uma equipe enxuta, escalando colaboradores para determinadas atividades.

É também muito necessário terceirizar alguns serviços que não são facilmente escaláveis, como o próprio marketing de conteúdo.

Mas pense bem: você contrataria um personal trainner fora de forma?

A ideia é a mesma. Como você pode oferecer as estratégias de marketing digital sendo que sua própria agência não faz isso para si? O processo de vendas deve ser consultivo, focando na dor do cliente.

A melhor maneira de propor uma solução para a dor é tendo empatia e experiência prévia com o problema. É a mesma história do personal que tem uma metodologia fantástica, mas é fora de forma.

Quem vai confiar em uma pessoa que presta um serviço, mas que não faz uso do próprio serviço? O AirBnb surgiu da experiência de seus sócios em alugar sua própria casa para viajantes. O negócio deu certo e assim souberam que tinham uma oportunidade fantástica para ser replicada.

Você tem mais sucesso quando você cuida do próprio marketing

Muito mais do que uma máxima, essa é a principal realidade testada pela própria Rock Content.

O blog Marketing de Conteúdo, que já atrai meio milhão de visitantes orgânicos por mês, é a maior ferramenta de vendas que podemos ter.

Analistas de marketing e donos de empresas de todo o Brasil nos perguntam sobre resultados e expectativa de retorno de investimento da estratégia. Realizamos a venda mostrando o sucesso da nossa própria estratégia.

Nossas agências parceiras, para vender a importância de seus serviços, mostram casos de sucesso de diversos clientes. Porém, por inúmeros casos que ela tenha, se ela não cuida do próprio marketing, recebe a mesma pergunta:

Como quer me vender uma estratégia que você mesmo não faz para sua agência?

Você não acredita no que você vende? É tão caro que você mesmo não tem investimento para aplicar? Como você vai saber gerenciar essa estratégia sem uma experiência completa antes?

Cuidar do próprio marketing é crucial para abrir novas oportunidades

Como já foi dito, a maioria das agências trabalham com uma equipe enxuta e é comum o próprio dono correr atrás de novas oportunidades, entregas, atendimento, etc.

Outra grande dificuldade das agências (além de cuidar do próprio marketing) é abrir novas oportunidades para aumentar as vendas. Muitas dependem de indicações ou gastam muito tempo prospectando clientes.

Fazer o próprio marketing é criar uma máquina de vendas! Enquanto a “cabeça” por trás da agência cuida das estratégias e entregas, seus investimentos em visibilidade são uma maneira de fazer prospecção passiva.

Atenção, pois aqui não estamos dizendo para manter um único canal de prospecção passivo! Isso também é receita para o fracasso.

O ideal é otimizar o seu tempo, deixando uma prospecção passiva com previsão de oportunidades, mas a prospecção ativa vai concluir a venda e trabalhar indicações.

As agências parceiras da Rock Content que tem maior sucesso de vendas adotam essa metodologia e incentivam seus clientes a trabalharem dessa maneira.

Previsibilidade de vendas

Como já falamos antes, o dono da agência costuma ser muito ocupado e não pode gastar todo o seu tempo na prospecção de novos clientes. Um outro grande problema é o tão precioso fee mensal, que garante a saúde financeira da agência!

Para completar, já conversamos com várias agências que tem todo o seu faturamento oriundo de pouquíssimos grandes clientes. Eu mesma já conversei com uma agência de pequeno porte que um quarto do faturamento dependia de um único cliente.

Me dá arrepios só de pensar! Imagine só se esse cliente cancelar o contrato? Falência na certa, não é mesmo?

Os três problemas citados acima são um pesadelo para muitos especialistas em marketing por todo Brasil. Existe uma maneira de contornar esse problema, mas justamente pela falta de tempo, a solução pode ser mais complicada do que gostaríamos.

Se trata da previsibilidade de novos clientes, algo que não é conquistado da noite para o dia. Por se tratar do longo prazo, sai a frente quem começa essa estratégia antes!

Trabalhar o próprio marketing significa também conquistar essa tão sonhada previsibilidade, já que estamos criando um canal passivo de prospecção, como já falamos acima. São oportunidades geradas de maneira espontânea, à medida que sua agência constrói a autoridade digital.

Quando se investe no próprio marketing da maneira correta, consequentemente uma nova porta de oportunidades será trabalhada. Mas é preciso acompanhamento e gerenciamento para não “queimar” uma fonte de novos negócios.

A empatia é um remédio maravilhoso para diversas dores

Inclusive a dor do seu cliente!

Se você acompanha de perto o blog Marketing de Conteúdo, já sabe que nunca devemos vender sem antes entender como podemos ajudar o prospecto, certo? Portanto, chega de mandar propostas de estratégia de marketing digital sem antes entender o negócio do cliente.

Quando o vendedor faz o processo de educação quanto à solução para o problema reconhecido, já identifica quais objeções terá que trabalhar para ter sucesso na venda. No caso das agências, seus clientes querem aumentar sua visibilidade online — em outras palavras, o telefone tem que tocar mais!

Na prática, como cuidar do próprio marketing?

A melhor maneira de cuidar do próprio marketing é começar pelas próprias atividades e serviços que sua agência oferece. Se você é especializado em fazer sites, busque maneiras de mensurar o sucesso de conversão, usando a ferramenta HotJar, por exemplo.

Além disso, busque alternativas que tragam sucesso para seu próprio negócio. Se elas se mostraram válidas após os testes, replique-as para seus clientes.

Se você precisa de fidelização dos seus clientes, busque maneiras de trabalhar isso para sua agência. Por exemplo: monte apresentações de relatórios mensais com dados sobre o retorno de investimento e convide sua equipe para participar e trazer melhorias.

A experiência prática vai te trazer mais argumentos de venda, além de dados reais sobre o sucesso e prazo esperado. O mesmo vale para a presença online. Faça sua estratégia inbound, alcance o sucesso com ela e implemente isso com o seu cliente.

Imagine se após uma reunião de diagnóstico com seu prospecto, ele acesse suas redes sociais para buscar informações de fundo de funil e encontre uma publicação de frase de efeito, com mais de 3 meses? Qual a confiança que esse prospecto terá que você não vai “abandonar” o negócio dele, como fez com o seu? Voltamos aqui na metáfora do personal trainner.

Se você é uma agência pequena ou com mão de obra limitada, experimente terceirizar parte dos seus serviços, até mesmo para ter a garantia que, caso precise fazer o mesmo com seus clientes, a qualidade vai ser compatível com sua entrega.

Bom, espero que depois desse texto você já comece a planejar sua estratégia de marketing para sua agência agora mesmo! O Marketing de Conteúdo tem várias dicas legais para te ajudar nesse processo.

Os especialistas da Rock Content também podem te ajudar.

Conta para a gente quais as suas experiências fazendo sua própria estratégia de marketing! E se você vai começar agora, não se esqueça: meça os resultados e trace bons KPIs!

marketing para agência

Como funciona uma agência de publicidade

Como funciona uma agência de publicidade na prática?

Ao iniciar a carreira de comunicólogo, muitos profissionais se perguntam em que atuar. Afinal, a área oferece diversas oportunidades. Neste post, vamos falar sobre como funciona uma agência de publicidade na prática.

Mesmo estudantes que já trabalharam em agências de publicidade podem ter dúvidas sobre quais são os departamentos da agência e quais são as atribuições de cada um deles.

Conhecer esses procedimentos, antes de entrar em uma agência, permite que o profissional de publicidade tenha mais segurança e saiba como trabalhar conjuntamente com as diversas áreas e profissionais que atuam nas agências.

Assim, vamos explicar quais setores formam uma agência e esclarecer o passo a passo de uma campanha. Confira:

Quais são os departamentos de uma agência de publicidade?

Primeiramente, é necessário esclarecer que os setores de uma agência de publicidade podem variar principalmente de acordo com o tamanho dela.

É comum que empresas de pequeno porte enxuguem o número de funções, entretanto, grandes agências costumam trabalhar com o organograma que vamos apresentar.

Alguns cargos e funções também tornaram-se menos comuns, mas é importante que se saiba que eles já existiram.

Administrativo

Como em todas as empresas, é a área responsável pela parte administrativa e de recursos humanos. O tamanho do setor administrativo pode variar entre agências, mas é importante que seja considerado no organograma.

Atendimento

O atendimento publicitário é a área que faz a ponte entre a agência e o cliente. Nas agências de publicidade, os profissionais da área são responsáveis pela captura de novos clientes, assim como manter um bom relacionamento com os atuais.

No dia a dia, é o setor que realiza a coleta do briefing (veja como fazer um briefing incrível) de um novo cliente ou de uma campanha, faz a ponte dessas informações com o setor de planejamento e de criaçãorealiza a aprovação interna da campanha, assim com a aprovação do cliente.

Template para Briefing

Preencha o seu email e receba um modelo de briefing gratuitamente!


O profissional de atendimento é o 1º com o qual o cliente tem contato, portanto, ele deve:

  • ser proativo;
  • ter uma boa oratória;
  • conhecer todos os processos internos;
  • ser persuasivo;
  • e ser simpático.

Por ser aquele que tem mais proximidade com o cliente, precisa ser capaz de identificar o que o cliente quer, mesmo quando ele mesmo não saiba.

O profissional que deseja trabalhar nessa área deve ter domínio do pacote Office, ter uma boa comunicação oral e escrita de forma a ser capaz de apresentar a agência para o público.

Tráfego

Uma área menos comum em pequenas agências, mas ainda usada pelas maiores é a de tráfego.

Essa função está relacionada a dar mais fluidez aos processos internos da agência, garantindo agilidade nas etapas a serem cumpridas para a entrega de uma campanha.

O responsável vai realizar a divisão de tarefas entre os demais setores, organizando o fluxo de trabalho, assim como os prazos que devem ser respeitados.

Para que a atividade seja realizada com sucesso, o profissional deve ser organizado e saber lidar com os demais colaboradores, sabendo cobrar quando necessário.

Planejamento

O planejamento é a área responsável por organizar as informações que vieram do cliente por meio do atendimento para que elas possam ser usadas adequadamente pela criação.

Uma das estratégias de planejamento é o brainstorm, reunião na qual todos os profissionais responsáveis pela campanha conversam visando ter ideias que possam contribuir na elaboração de um resultado mais criativo e alinhado com as expectativas do cliente.

O setor também é o responsável pela verba disponível para a campanha, alinhando o orçamento com o que poderá ser produzido.

Atualmente, diversas técnicas envolvem um planejamento adequado, como pesquisa, estar bem informado, conhecer estratégias de comunicação, ter conhecimento sobre o mercado de atuação do cliente, entre outras variáveis.

O profissional da área deve ter domínio do pacote Office e manter uma agenda organizada para que não haja problemas com os prazos de entrega, dando tempo hábil para que a criação faça um bom trabalho.

Pesquisa

O profissional de pesquisa atua junto com a equipe de planejamento, sendo, muitas vezes, considerado um único setor (devido à importância da pesquisa, tratamos desse tópico separadamente).

A área é a responsável por coletar informações referentes ao consumidor e pesquisar o mercado específico do cliente. Deve-se ter clareza de que nem sempre uma grande quantidade de dados é necessária.

Saber quais as perguntas certas pode trazer resultados de pesquisa mais relevantes.

As pesquisas podem ser inéditas, exigindo um trabalho de campo, mas também podem ser feitas em meios já disponíveis — como internet, livros e relatórios —, desde que apresente um cenário realista e útil que ajude no desenvolvimento da campanha.

O profissional da área deve ter domínio de ferramentas estatísticas, metodologias e ferramentas de pesquisa, assim como de análise de dados. É importante ainda que saiba utilizar gráficos e elaborá-los.

pesquisas de marketing

Criação

Para muitos profissionais de comunicação, a criação é a área mais legal da agência, mas é importante se lembrar de que ela não trabalha sozinha. É nesse departamento que a ideia ganha forma, sendo desenvolvido desde o conceito até a peça final.

A criação pode ter que desenvolver um anúncio gráfico, identidade da marca, spot de rádio, roteiro de TV, logotipo, embalagem de produto etc. sendo importante a versatilidade dos profissionais para atuar com esses diferentes formatos e compreender as particularidades estéticas e conceituais de cada um deles.

Normalmente a área é composta por um diretor de criaçãoredator e designer gráfico, mas é importante que se saiba que outros colaboradores podem fazer parte da equipe.

É comum que seja exigido um conhecimento avançado de ferramentas de edição de imagens e vídeos, sendo importante o domínio de mais de um recurso.

Redação

A redação atua em conjunto com a criação e normalmente está no mesmo departamento.

Os profissionais atuam com a redação das peças publicitárias, anúncios e campanhas. A revisão é parte fundamental dessa etapa, sendo imprescindível que tudo seja revisado mais de uma vez.

O colaborador da área também vai realizar a pesquisa de palavras-chave para os textos e garantir de toda a comunicação escrita esteja em uma linguagem adequada ao perfil do público.

Mídia

O setor de mídia é o responsável por cuidar de uma parte do orçamento do cliente e definir os melhores canais para realizar a divulgação de uma campanha, peça ou anúncio.

O profissional deve ter contato com as diferentes mídias, garantindo que a campanha possa ser executada como planejada e utilizando a melhor estratégia de divulgação para o caso. A negociação com os veículos faz parte do dia a dia dessa função.

Para atua com mídia, o comunicólogo deve gostar de eventos sociais (pois é necessário manter uma rede de contatos), ser organizado e ter uma agenda impecável para lidar com os compromissos do cargo.

Produção audiovisual

Essa área dificilmente é encontrada dentro das agências atualmente, sendo que boa parte da execução das campanhas audiovisuais são terceirizadas para empresas especializadas.

Ainda assim, elas são planejadas e acompanhadas de perto pela agência de publicidade.

Atualmente, é comum que o profissional da área faça o relacionamento com a empresa responsável pela produção e gravação da campanha, mas que a edição do material retorne para a agência, sendo realizada internamente.

Para tal o profissional deve conhecer as técnicas e equipamentos de audiovisual, assim como os principais softwares de edição.

Como agencias podem cuidar do proprio marketing

Como funciona uma agência de publicidade após a entrada de um cliente?

Agora que já conhecemos cada departamento para entender como funciona uma agência de publicidade, é necessário entender qual o fluxo de trabalho após a entrada de um novo cliente.

Conhecendo cada função e setor fica mais fácil organizar a criação de uma campanha. Confira:

  • atendimento: o processo tem início no atendimento, que faz o 1º contato com o cliente e coleta o briefing;
  • tráfego: em seguida, o tráfego entra em ação determinando o fluxo de trabalho da campanha e o cronograma necessário para elaboração da peça;
  • planejamento e pesquisa: a etapa de planejamento e pesquisa vêm logo em seguida, identificando todas as informações adicionais que não estão no briefing, assim como conduzindo a reunião de brainstorm para construção coletiva da campanha;
  • criação e redação: após definidas as primeiras características da campanha, a criação entra em cena, transformando conceitos e ideias em peças publicitárias palpáveis. O desenvolvimento gráfico trabalha em conjunto com a redação da campanha;
  • mídia: após a criação ter transformado a ideia em campanha, o profissional de mídia vai fazer a ponte entre a agência e o local no qual a peça será veiculada, seja um canal de televisão, revista, outdoor etc.;
  • produção: quando se trata de uma campanha audiovisual, a produção toma as rédeas do projeto, fazendo a ponte com a empresa que vai gravar a peça e realizando a edição final do material;
  • atendimento: por fim, com a campanha pronta e todos os elementos relacionados com a divulgação acertados, a peça deve ser aprovada internamente, pelo profissional de atendimento, que levará em seguida o resultado ao cliente, para a aprovação externa.

É comum que alterações sejam solicitadas e, nesse caso, a campanha retorna com o atendimento, mas é encaminhada diretamente a área responsável pela mudança solicitada pelo cliente, não entrando novamente em todo o fluxo de trabalho inicial.

É preciso lembrar também que, na agência de publicidade, diversas campanhas são produzidas simultaneamente, com prazos específicos.

Isso exige organização de todos os profissionais, pois, como vimos, o sucesso da campanha depende de todos os departamentos.

E ai, de qual área você mais gostou? Saber como funciona uma agência de publicidade é o 1º passo para se tornar um profissional qualificado para atuar nas maiores agências de publicidade do país!

Quer saber mais sobre o tema? Então confira o post “Aprenda como fazer sua agência ser mais produtiva e gerar mais resultados”!

Panorama Agências digitais 2018

Criação publicitária

Criação publicitária: entenda o que é e qual sua importância

Publicidade é uma área cujos seus profissionais têm a possibilidade de atuar em diferentes frentes. Ao menos 6 setores compõem uma agência:

E cada um deles tem as suas particularidades e exige as suas habilidades específicas.

Ao concluir a sua formação como publicitário, o profissional tem diversas possibilidades para se especializar e para atuar no mercado.

Esse conjunto de opções permite que os trabalhadores do setor tenham uma rotina dinâmica e a oportunidade de desenvolver a sua carreira de acordo com os seus interesses.

Dessa forma, na hora de escolher um ramo para atuar, o publicitário consegue direcionar os seus esforços para o desenvolvimento de habilidades específicas e que vão contribuir de maneira determinante para a sua jornada profissional.

Apesar dessa possibilidade, o trabalhador precisa conhecer os campos de atuação e escolher aquele no qual melhor se encaixa.

Neste post, vamos explicar o que é a criação publicitária e as suas principais características. Não deixe de conferir os próximos parágrafos:

O campo das ideias

A criação publicitária é responsável pela geração das ideias para as campanhas e para as ações realizadas por uma agência.

É desse setor que saem temas para:

  • expressões;
  • ilustrações;
  • intervenções;
  • roteiros para filmes e para gravações sonoras;
  • slogans;
  • textos;
  • e qualquer material que possa ser usado para transmitir a mensagem publicitária.

É uma área extremamente dinâmica e que exige bastante criatividade dos seus profissionais. Afinal de contas, são eles que darão vida aos desejos e aos objetivos dos clientes da agência.

Assim, esse trabalho precisa fazer com que as coisas aconteçam. É preciso passar a mensagem, gerar interesses nos possíveis clientes e fortalecer a marca e os produtos dos seus clientes.

Para executar esse trabalho, é necessário trabalhar em equipe. O setor recebe o briefing do time de atendimento com os desejos e com as especificações do cliente.

A partir daí, começa o processo de criação, que pode envolver reuniões de brainstorm e muita pesquisa. Desses processos saem os materiais que serão usados para desenvolver a campanha.

As principais características

A criação publicitária é um ramo de atuação que possui diversas características próprias e que a diferencia das demais áreas da Publicidade e Propaganda.

Nos próximos tópicos, abordaremos com mais detalhes essas características próprias dos criativos. Confira:

A criação publicitária × o Design Gráfico

Um não caminha sem o outro. Nos parágrafos anteriores, mencionamos que a criação depende do trabalho em equipe.

Se inicialmente a condução do trabalho está atrelada ao briefing fornecido pelo atendimento, a sua execução depende da dupla formada pelo redator e designer gráfico. São eles que construirão o texto e o visual das campanhas.

Assim, para alcançar os melhores resultados, a dupla precisa ter bom relacionamento e conseguir se entender. De nada adianta ter um excelente slogan e uma redação impecável se não houver uma produção gráfica à altura. E vice-versa.

A qualidade do trabalho depende bastante da sintonia e da capacidade criativa da dupla.

O desenvolvimento de branding

Muitas pessoas acreditam que criar é apenas fazer frases ou logotipos chamativos. Porém, o trabalho vai muito além disso.

O setor é estratégico, sobretudo para o cliente, pois atua de forma a estabelecer uma relação única entre o consumidor e uma empresa — fortalecendo, assim, a marca.

branding, uma das responsabilidades dos criativos, consiste em um grupo de soluções necessárias para estabelecer o processo de fortalecimento das marcas.

Para isso, envolve a criação de peças gráficas, o desenvolvimento de ações de divulgação, o relacionamento com os públicos da empresa…

Está ligado, também, ao entendimento e ao detalhamento do público-alvo da marca, ao posicionamento dessa marca no mercado e à construção e ao fortalecimento de imagem.

O trabalho subjetivo

Não existe uma cartilha que explique como fazer exatamente a criação publicitária.

estudante ou o profissional pode encontrar algumas dicas, observações, estudos de casos e outros materiais que lhe dê uma visão do trabalho e das possibilidades que ele proporciona.

Porém, jamais terá em mãos uma fórmula para a elaboração de campanhas de sucesso.

Você pode até procurar um algum passo a passo sobre desenvolver ações publicitárias de sucesso, mas não se iluda achando que as propagandas de sucesso seguem sempre um padrão.

Por isso, a criatividade se faz tão necessária na rotina dos profissionais. Não existem barreiras para se trabalhar uma marca, assim como não há impedimentos para formular uma redação.

A subjetividade proporciona um campo quase ilimitado para se trabalhar, e a imaginação se torna, assim, o fio condutor para esses profissionais. Para conseguir bons resultados, solte a imaginação.

O domínio da informática

O computador será um aliado importante nas produções de campanhas. Parte do trabalho depende de variados softwares de criação, e dominá-los é essencial para que possa alcançar resultados.

Ainda mais se você for o responsável pela parte gráfica da agência, o que exigirá ainda mais destreza com a informática.

Esses softwares serão usados para a criação e para a edição de imagens, que podem ser usadas para:

  • outdoors;
  • panfletos;
  • posts em redes sociais;
  • e editoração, que envolve a criação de boletins e informativos.

Os programas também são ligados à arte-finalização — que dá o último toque aos materiais da campanha — e ao desenvolvimento de mídias — como edição de vídeos.

A curiosidade

Além dos domínios técnicos e do entendimento da importância estratégica, a criação publicitária exige que as pessoas sejam curiosas e não tenham medo de arriscar (afinal, você está tentando entregar um material único e surpreendente).

Dessa forma, o profissional do setor precisa gostar de descobertas. Isso envolve a busca constante por alternativas, novidades e outras formas de fazer o trabalho.

Estudo, pesquisa, leitura e análise de produtos publicitários são algumas práticas que vão fazer parte da rotina de quem resolve seguir o caminho da criatividade e desenvolver um trabalho na criação publicitária.

Gostou deste post sobre o que é a criação publicitária e a sua importância para o setor? Que tal conferir este texto que explica as diferenças entre marketing e publicidade, 2 áreas que estão bem próximos.

Publicidade e propaganda

Publicidade e Propaganda: tudo que você precisa saber sobre o curso

A escolha de carreira talvez seja um dos principais desafios de quem deseja entrar no mercado de trabalho  ou para quem quer trocar de área.

As opções não parecem ter fim — o que poderia ser positivo se não fossem as dúvidas que surgem em proporção ainda maior do que as possibilidades.

Nesse caso, o melhor a fazer é buscar os temas de maior interesse e se aprofundar neles para decidir que rumo tomar. Dependendo da área, isso passa diretamente pela escolha de um curso superior.

Uma dos setores que está em alta nos últimos anos é o marketing, e o curso de Publicidade e Propaganda se encaixa perfeitamente nele.

Quer saber como é o curso e o que esperar dele? Então você veio ao lugar certo!

Neste post, você vai ver:

  • o que esperar do curso de Publicidade e Propaganda;
  • quais são as principais matérias do curso;
  • qual é o perfil ideal do profissional de Publicidade e Propaganda;
  • qual é a média salarial para quem trabalha na área;
  • onde atuam os formados em Publicidade e Propaganda;
  • e quais são as possibilidades de especialização.

Vamos lá?

O que esperar do curso de Publicidade e Propaganda?

Algo que podemos afirmar sem medo é que o curso de Publicidade e Propaganda abrange uma série de disciplinas voltadas, direta ou indiretamente, para as relações interpessoais. Por quê?

Se parar para pensar, você vai ver que a publicidade envolve persuadir alguém a tomar uma decisão, e é simplesmente impossível fazer isso sem antes criar uma interação positiva.

Quais são as principais matérias do curso?

Um dos fatores decisivos na escolha de qualquer curso  —  e principalmente um que vai levar ao menos 4 anos para ser concluído  —  diz respeito às matérias estudadas.

É muito comum ver pessoas trancando cursos logo depois de iniciarem as aulas por descobrirem que não suportam as disciplinas que fazem parte da grade.

Não vamos falar detalhadamente sobre cada uma das matérias, até porque a nomenclatura pode mudar de uma instituição para outra.

Mas algumas das principais disciplinas que você verá no curso de Publicidade e Propaganda são:

Língua Portuguesa

O conteúdo nunca foi tão importante para a publicidade e o marketing bem-sucedidos, então o uso da nossa estimada (e desafiadora!) língua portuguesa não poderia passar em branco no curso.

Mas, o foco aqui prático: você vai aprender a redigir anúncios, a aplicar técnicas de redação para diferentes meios de comunicação e uma série de elementos essenciais da boa produção de conteúdo publicitário.

Legislação e Ética Publicitária

Uma parte importante da Publicidade e Propaganda é seguir princípios de ética já definidos na profissão.

Além disso, é importante conhecer a legislação para diferentes setores. Já falamos aqui mesmo no blog sobre algumas limitações legais do marketing médico e jurídico.

Comunicação e Marketing

Conceitos importantes de comunicação e de marketing que dizem respeito às melhores formas de abordar o consumidorapresentar o produto e explorar o mercado são abordados no curso.

Esse conhecimento é fundamental para que o profissional saiba desenvolver boas estratégias de vendas e de marketing quando estiver no mercado.

Comportamento do Consumidor

Tudo que influencia no comportamento do consumidor e afeta as suas decisões de compra é importante para quem trabalha com marketing.

Por isso, o curso ensina alguns aspectos relevantes com respeito à definição de segmentos de mercado, às tendências de consumo, à adoção de novos produtos e a outros fatores.

Pesquisa de Mercado

Realizar pesquisas de mercado é essencial tanto antes de iniciar um novo negócio quanto para potencializar as estratégias que já estão sendo utilizadas.

E essa matéria faz parte da grade da faculdade de Publicidade e Propaganda, com fundamentos necessários para a elaboração e condução de pesquisas qualitativas e quantitativas.

Fotografia Publicitária

A fotografia também sempre foi um recurso poderoso da publicidade, e o curso dá uma introdução de como ela pode ser usada dentro desse contexto.

Entre os conceitos ensinados, estão o uso dos equipamentoscomposição de cenários e disposição dos produtos para que o resultado seja de qualidade.

Qual é o perfil ideal do profissional de Publicidade e Propaganda?

Outra dúvida que talvez te preocupe é se você tem o perfil adequado para trabalhar com Publicidade e Propaganda depois de se formar.

É verdade que essa é uma questão delicada, já que em muitos casos é possível se adaptar e adquirir as habilidades necessárias no decorrer do curso.

De qualquer modo, veja 5 qualidades que fazem parte do perfil ideal de um profissional de Publicidade e Propaganda:

Criatividade

A criatividade, ou seja, a capacidade de pensar em soluções inovadoras e, por vezes, inéditas para um problema, sem dúvida é importante para profissionais que têm como trabalho atrair e convencer pessoas a agir de certa forma.

Mas, se você não se sente tão criativo assim, não pense que precisa desistir. Essa é apenas uma das características que compõem o perfil ideal e pode ser desenvolvida com o tempo.

Curiosidade

A curiosidade também é crucial, pois as técnicas e as abordagens para alcançar o público de forma mais eficaz evoluem o tempo todo.

Somente os profissionais mais curiosos conseguem acompanhar esse progresso e se aprofundar nele para entender os padrões que levam à criação de tendências.

Bom relacionamento interpessoal

Ninguém cria nada sozinho, especialmente quando se trata de campanhas publicitárias. Há vários departamentos envolvidos em cada peça desenvolvida, e é preciso haver comunicação constante entre todos.

Sendo assim, pessoas que não sabem ou não gostam de interagir com outros, de ter discussões abertas sobre temas relevantes para o trabalho e, ocasionalmente, ouvir críticas construtivas, precisam pensar 2 vezes antes de fazer o curso.

Dinamismo

Não há espaço para quem fica parado, que não tem o dinamismo necessário para trabalhar com agilidade. Por quê?

Os prazos normalmente são apertados, as metas costumam ser ambiciosas e, somando esses 2 fatores, fica fácil dizer que a cobrança por resultados será grande.

Quem não tem dinamismo rapidamente se perde em um cenário como esse, e fica insustentável ter uma carreira de longo prazo.

Pensamento analítico

Agora é o momento que vale a pena você não ter desistido da leitura caso não se considere uma pessoa tão criativa. Afinal, o pensamento analítico caminha lado a lado com essa e as outras qualidades citadas.

O fato é que tudo no marketing precisa ser medido para garantir que os resultados estejam de acordo com as metas estabelecidas de início.

Esse acompanhamento acontece por meio de ferramentas de análise de métricas, e ter pessoas qualificadas para usá-las e interpretar os dados coletados é lei em qualquer empresa.

Qual é a média salarial para quem trabalha na área?

A média salarial é sempre uma preocupação, junto com outros aspectos que envolvem a saúde financeira, como a relevância da profissão no futuro.

Antes de mais nada, é preciso ter equilíbrio e saber que a média salarial é afetada por diversos fatores, como:

  • a região de trabalho;
  • o nível de experiência;
  • a demanda do mercado;
  • o cargo exato a ser ocupado.

Região

Regiões mais desenvolvidas têm um cenário mais competitivo e, por isso, costumam pagar mais.

Porém, locais isolados e menos desenvolvidos, mas que sofrem com grande escassez de profissionais, também podem fazer o mesmo para atrair talentos.

Experiência

Ser recém-formado não precisa ser sinal de falta de experiência. Pelo contrário: realizar projetos pessoais enquanto faz o curso pode contar muito para conseguir emprego e certamente pode afetar o salário.

Demanda

É impossível prever exatamente qual será a demanda do mercado quando o estudante se formar — e isso não acontece apenas em Publicidade e Propaganda, mas em qualquer curso.

Mesmo assim, os indícios mais fortes apontam que o marketing é uma área que vai apenas crescer, e os profissionais formados serão bastante requisitados.

Cargo

Há diferentes cargos a ocupar, mesmo em posições menores, e cada um deles tem uma média salarial diferente.

Sabendo de tudo isso, veja uma média mensal de alguns cargos para recém-formados em Publicidade e Propaganda atualmente, segundo o Love Mondays:

  • assistente de publicidade: R$ 1.350,00;
  • analista de mídias sociais júnior: R$ 1.720,00;
  • assistente de publicidade e propaganda: R$ 1.740,00;
  • diretor de arte júnior: R$ 2.558,00;
  • redator publicitário júnior: R$ 2.967.

Percebeu como a média varia? Provavelmente, as empresas analisadas pelo Love Mondays são de regiões diferentes, sem contar que conforme o nível do profissional sobe, os salários também aumentam bastante.

Onde atuam os formados em Publicidade e Propaganda?

Como você pôde perceber, existem várias possibilidades de atuação no mercado para quem se forma em Publicidade e Propaganda.

Veja algumas das principais organizações que você pode trabalhar e note como dentro de cada uma existem ainda novas ramificações para essa formação:

Empresas de comunicação

Empresas de comunicação — como produtoras de vídeo, consultorias de marca e agências de publicidade — são a 1ª opção de muitos profissionais recém-formados.

Essas empresas possuem não um, mas vários cargos relacionados com tudo que é aprendido no curso, e apresentam boas opções de carreira.

Departamentos internos de marketing

Muitas empresas preferem montar departamentos internos de marketing a terceirizar os serviços. Já outras escolhem ter um time interno pequeno que trabalha com uma agência parceira.

Isso abre portas para profissionais de Publicidade e Propaganda que desejam trabalhar com o mesmo produto ou serviço, e não com diferentes clientescomo ocorre em uma agência.

Startups

Startups também são ótimos espaços para profissionais de Publicidade e Propaganda. Afinal, algumas das necessidades de uma empresa nessa fase têm a ver com o que eles são treinados para fazer:

  • desenvolver estratégias de marketing;
  • encontrar a abordagem certa para o produto;
  • ajudar a criar processos de venda mais eficientes;
  • produzir conteúdo que vá ao encontro do comportamento do consumidor.

Freelancers

E se você não quiser trabalhar em uma empresa, mas preferir seguir o seu próprio caminho como freelancer? A boa notícia é que você pode fazer isso e não precisa mudar de profissão.

Aliás, esse caminho pode ser trilhado até enquanto você estiver fazendo o curso, para ganhar experiência prática e complementar a renda.

ONGs

Se tiver o desejo de trabalhar com alguma causa importante, as suas habilidades como publicitário também poderão ser usadas em organizações não governamentais.

Você poderá desenvolver maneiras de chamar a atenção das pessoas para os valores e causas que deseja promover e aumentar o engajamento com a organização.

Assessorias de imprensa

Assessorias de imprensa são, basicamente, agências de marketing focadas na relação de figuras públicas com a mídia.

Elas impedem que os clientes tenham a sua imagem e a sua reputação manchada e trabalham para criar e fortalecer uma marca forte em torno deles.

Só pela descrição dá para perceber que se trata de uma função que alguém formado em Publicidade e Propaganda pode desempenhar facilmente, certo?

Quais são as possibilidades de especialização?

Depois de se formar, muitos profissionais querem se especializar ainda mais em uma disciplina específica do curso, seja porque gostaram mais ou que notaram uma necessidade maior no mercado.

Essas especializações podem ser feitas tanto por meio de uma pós-graduação quanto de cursos e treinamentos de qualidade em outras instituições.

Veja 4 possibilidades de especialização para quem se forma em Publicidade e Propaganda:

  • redação publicitária: a ideia é aprofundar o conhecimento do profissional nas técnicas mais avançadas da redação publicitária. Algumas instituições trabalham com briefings reais para melhorar o ensino;
  • direção de arte: é a porta de entrada para o profissional que deseja se aprofundar na produção de conteúdo audiovisual (para TV, cinema, internet etc.);
  • marketing digital: voltado para quem deseja seguir carreira no marketing digital e as suas muitas facetas, como SEO e inbound marketing;
  • gestão em marketing de serviços: o marketing de serviços é diferente do que é feito para um produto, e essa especialização é feita para quem deseja ampliar as condições de desenvolver estratégias para ambos.

Essas são apenas algumas das especializações disponíveis. Mas, para cada área ensinada no curso, existem formas de aprofundar o conhecimento e seguir carreira em um nicho bem específico.

Sem dúvida, o curso de Publicidade e Propaganda exige esforço de quem o faz, mas o mercado está de portas abertas e sorriso largo para os profissionais que tomam iniciativa em mostrar na prática o seu valor.

Agora, que tal aprender sobre as instituições e o curso em uma faculdade de Publicidade?

benchmark agencias infográfico 2017

[Infográfico] Panorama das Agências Digitais 2017: conheça o perfil e as tendências do setor no Brasil

Para conhecermos a realidade das agências de todo o Brasil, decidimos elaborar a pesquisa Panorama das Agências Digitais 2017,  feita em parceria entre a Rock Content e Resultados Digitais.

Com ela foi possível enxergar um cenário competitivo, mas com oportunidades que se aproveitadas podem ser uma forma de se destacar.

Esse setor é dominado por agências que oferecem serviços de Marketing Digital (91,3%). Porém, apenas 67,9% adotam essa estratégia para si. Para entender essa diferença perguntamos sobre as principais vantagens e desafios de cada  um.

Os benefícios mais apontados foram o grande mercado que tem para esse tipo de serviço (63,5%) e a facilidade de mensurar os resultados de estratégias de Marketing Digital (52,4%).

Já entres os obstáculos estão saber precificar esse trabalho (43,5%) e a falta de conhecimento do público (39,9%).

Além disso, investigamos sobre como se dá a aquisição de clientes, o modelo de vendas utilizado, a adoção de Marketing Digital e outras características específicas sobre as agências para oferecer um relatório completo desse setor que está em constante crescimento e precisa sempre se reinventar para sobreviver no mercado.

A segunda edição da pesquisa Panorama das Agências Digitais contou também com comparativos entre as respostas da última edição e os resultados de agora, que colaboraram para construir um grande benchmark e também traçar as oportunidades que podem ser aproveitadas.

Desenvolvimento

O questionário da Panorama 2017 foi enviado para as empresas da base de dados da Resultados Digitais e da Rock Content e também amplamente divulgado nas redes sociais, podendo ser respondido pelos profissionais atuantes em agências do Brasil.

Tivemos a participação de 1222 respondentes durante os dias 29 de agosto a 17 de setembro de 2016. Essas foram analisadas e transformadas em gráficos e textos que podem ser acessadas no site da pesquisa.

Resultados

Com os resultados em mãos conseguimos estabelecer algumas comparações com a primeira edição além de confirmar algumas hipóteses levantadas durante a elaboração do questionário.

Com a pesquisa aprendemos:

  • Os canais mais utilizados para a aquisição de clientes;
  • O modelo de prestação de serviço adotado e a relação de cada um com o faturamento da agência;
  • Os serviços prestados e os benefícios de oferecê-los;
  • Os principais KPIs acompanhados.

Descobrimos também que as agências tendem a se considerar 10,3% mais eficazes na prestação de serviço de Marketing Digital quando os clientes utilizam estratégias de Marketing de Conteúdo e 7,5% mais eficazes quando os clientes utilizam automação de marketing.

Ficou interessado em conhecer mais e melhorar o desempenho da sua agência? Confira abaixo o nosso infográfico com os principais dados da pesquisa e aproveite para baixar o nosso relatório completo da pesquisa!

benchmark agências infografico