Blogs

Os blogs são ferramentas indispensáveis para o Marketing Digital e principalmente para estratégias de Marketing de Conteúdo. É através deles que a maior parte dos conteúdos que você produz alcançará a sua audiência.
Nessa categoria você aprenderá:

  • Como criar o seu blog do zero
  • Como gerenciar o seu blog
  • Os melhores plugins e ferramentas para um blog de sucesso
  • A importância do visual e da experiência do usuário
  • Entre outros temas para garantir que o seu blog vai encantar o seu público

Como o curso marta garcia obteve 80% da receita via blog

Como o Curso Marta Garcia gera 80% da sua receita por fontes orgânicas

É realmente inspirador ver histórias como a do Curso Marta Garcia. Histórias que mostram como o marketing digital e de conteúdo podem mudar o rumo de uma empresa e impactar a vida de milhares de pessoas.

Neste case, você vai entender como as estratégias de marketing digital que o Curso Marta Garcia empregou em seu dia a dia levaram a empresa ao próximo patamar no mercado de cursos de proficiência em inglês.

Vai entender os desafios e vitórias de uma estratégia de marketing de conteúdo, e como isso reflete no ânimo de profissionais e no resultados de uma empresa. E, principalmente, vai entender como o Curso Marta Garcia já adquiri 80% de sua receita por meio de vias orgânicas.

O que é o Curso de Línguas Marta Garcia?

Com cursos de inglês voltados principalmente para pessoas que desejam se aplicar para mestrados e doutorados, o Curso de Línguas Marta Garcia surgiu da experiência e método de ensino da Professora Marta Garcia, 15 anos atrás.

Marta, que já era professora a 15 anos, decidiu reunir seus conhecimentos em um curso presencial para alunos que iriam realizar exames de proficiência em inglês instrumental.

Com uma metodologia que busca aprendizado rápido e eficiente, os alunos são capacitados para não só serem aprovados em exames para mestrado e doutorado, como também ler artigos acadêmicos com mais desenvoltura e velocidade.

Por trás do conhecimento e capacidade didática da Professora Marta, seu filho, João Garcia, cuidava da parte administrativa do negócio, buscando soluções para geração de matrículas.

Durante os primeiros 10 anos de empresa, o curso era dado presencialmente, em Fortaleza, onde ainda está a estrutura física do Curso Marta Garcia.

Mas, com o modelo de curso validado, João sabia que o online era a melhor forma de expansão do negócio. Em 2013 ele decidiu interromper seus projetos paralelos para se dedicar integralmente ao projeto de levar o curso para todo o Brasil.

Foram 6 meses de projeto até ter o curso disponibilizado em uma plataforma online e pronto para receber alunos.

E o resultado? Um número inexpressivo de cursos foi vendido. Eles tinham o produto e a plataforma, mas não conseguiam ligar a oferta com a demanda.

O desafio

João precisava de formas para gerar oportunidades para o curso online, e foi nesse momento que começou a pesquisar sobre marketing digital.

Decidiu investir em uma ferramenta que já conhecia, o Google Adwords (hoje Google Ads), para gerar novas matrículas. Com a chegada de novas oportunidades ficou claro que o Curso Marta Garcia precisava de uma estrutura melhor para gerar e trabalhar leads.

A empresa contratou o plano mais simples de uma ferramenta de automação, e começou a gerar landing pages para suas campanhas de mídia paga, além de trabalhar com email marketing para sua base.

Entrando no mundo da automação de marketing, João começou a entender o processo de aquisição de oportunidades orgânicas por meio de conteúdo. Ele se interessou cada vez mais pelo marketing digital, e decidiu que era o momento de começar uma estratégia de conteúdo.

Assim nasceu o blog do Curso Marta Garcia, focado em levar conhecimento para uma alunos que buscavam proficiência em inglês instrumental.

Com menos de 2 meses de estratégia e por volta de 6 conteúdos publicados, João abandonou a produção de novos conteúdos.

Você pode estar cansado de saber que marketing de conteúdo é uma estratégia a longo prazo, e que resultados imediatos são raros e enganadores.

Mas, naquele momento, João ainda era iniciante em marketing digital, e a necessidade de gerar resultados em vendas impactou em sua decisão de parar.

Afinal, se uma estratégia não deu resultado em dois meses, por que levar adiante?

Os conteúdos pararam, mas o interesse por marketing digital não. João continuou procurando soluções para sua empresa, consumindo conteúdos e indo a palestras. Em especial, um tema o chamou a atenção: SEO.

A Rock Content já estava em seu radar, por suas pesquisas sobre marketing e vendas, mas neste momento João destacou a importância que os conteúdos da Rock tiveram em seu aprendizado.

Após muitos blog posts, ebooks e até uma palestra do Peçanha no RD on the Road, ele resolveu que precisava insistir com seriedade em uma estratégia de conteúdo.

Só com um bom posicionamento no Google, e geração de oportunidades orgânicas, seria possível implementar um modelo de receita previsível, como ele desejava.

Entendendo que precisava de uma estratégia consolidada, o Curso Marta Garcia fechou uma parceria de conteúdo com a Rock Content.

A Parceria

João tinha um objetivo bem claro em mente:

“A ideia inicial era começarmos a produzir conteúdos de forma sistemática e estratégica trabalhando todas as etapas do funil (topo, meio e fundo) e implementar a estratégia de link building interno para fazer o lead avançar no funil através dos conteúdos.”

João Garcia, Diretor de Marketing

Ele conta que ainda no processo de entrada deles na Rock, um consultor entrou em contato por telefone, fazendo uma análise de quesitos básicos no site do Curso Marta Garcia que estavam atrapalhando seu ranqueamento.

Após corrigi-los, João percebeu uma pequena melhora em seus resultados de tráfego. Ele colocou essa como uma pequena vitória a curto prazo. E atenção: são essas vitórias que constroem o resultado final desse case.

Apesar de já possuir uma persona, insistimos que o estudo fosse refeito, levando em conta aspectos mais profundos de comportamento e interesse. A partir daí teve início a produção de conteúdos para o blog, com foco em gerar oportunidades para o Curso Marta Garcia.

Apesar da frequência de postagem, e toda a estratégia de SEO por trás, João percebia que seus resultados ainda vinham primordialmente de mídia paga.

Mesmo já tendo ampliado muito seu conhecimento sobre marketing digital, o sentimento de que os resultados orgânicos não estavam aparecendo o incomodava muito, e durante os primeiros meses de estratégia ele esteve bem perto de interromper mais uma vez sua produção de conteúdo.

Com conversas com a equipe da Rock, e também dos outros parceiros de marketing, João entendeu que abandonar a estratégia naquele ponto era desperdiçar o dinheiro investido até então, e abrir mão da estrutura de ranqueamento que ele estava construindo.

E como o tempo é o melhor amigo do marketing de conteúdo, os resultados começaram a aparecer.

Os Resultados

Mais uma vez foram pequenas vitórias que levaram o João a retomar seu ânimo na estratégia de conteúdo.

Como todo bom fã do Google Analytics, ele acompanha com frequência seus indicadores por meio de dashboards e do app da ferramenta. Um dia ele notou um aumento no tráfego fora da curva.

Ao rastrear de onde vieram as novas visitas, percebeu que um de seus artigos chegou às primeiras posições da SERP!

SERP para mestrado à distância

Isso voltou a acontecer nas semanas seguintes, e ele viu suas posições no Google subirem de mês a mês.

Por exemplo: seu artigo sobre os melhores mestrados a distância aceitos pelo MEC ganhou o featured snippet para a palavra-chave ‘mestrado a distancia’, gerando um aumento enorme das visitas em seu blog.

O post sobre os phrasal verbs mais usados na língua inglesa teve um resultado semelhante.

Com isso chegaram mais acessos, foram gerados mais leads e foram vendidos mais cursos. As pequenas vitórias diárias levantaram a moral do João e sua equipe, e ele mergulhou de cabeça no marketing de conteúdo.

Contratou o SEMrush e tomou as rédeas do planejamento de pautas. E assim os resultados apareceram:

“Quando contratamos a Rock Content tínhamos uma média de 20 mil sessões por mês.

Estamos atualmente com uma média de 120 mil sessões.”

E melhorar o topo do funil refletiu em toda a empresa, com um aumento de aproximadamente 200% no faturamento, comparando o início de 2019 e antes da parceria com a Rock Content.

E, de todo o faturamento da empresa, 80% vem de fontes orgânicas. Isso é o maior indicativo do sucesso da estratégia de Inbound Marketing e dos conteúdos divulgados no blog.

A empresa vem se destacando não só como parceira da Rock. O Curso Marta Garcia alcançou resultados e virou estudo de caso com vários de seus outros parceiros.

Com uma estrutura de geração de oportunidades orgânicas rodando, João se dedica a aprimorar a estratégia, sempre pensando em novas formas de levar valor para seu público potencial e melhorar ainda mais seus resultados.

E aqui é preciso destacar o valor que isso gera para uma estratégia de conteúdo que desenvolvemos.

Quando um cliente chega ao nível de envolvimento que o João teve, a estratégia ganha uma pessoa a mais na análise, planejamento e desenvolvimento de ações, mas com todo o conhecimento que só alguém que está dentro da empresa pode oferecer!

Ele dedicou seu tempo à rotina de marketing que geraram estes números a longo prazo.

O exercício diário de SEO on Page, checando fatores de ranqueamento com o plugin Yoast, por exemplo, não trouxe resultados da noite para o dia. Foram as pequenas vitórias, as posições conquistadas e as melhoras em taxas de conversão que construíram os resultados finais.

Este case mostra o impacto que do marketing digital para uma empresa que entendeu e investiu em uma estratégia, que sabiam que poderia os levar para o próximo nível. E como este existem outros.

Quer se tornar um case de sucesso? O primeiro passo é começar!

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Melhores ferramentes de SEO

Conheça as 7 melhores ferramentas de SEO para monitorar a performance do blog

Uma rotina de blog é baseada na velocidade.

A todo tempo é necessário realizar as tarefas com agilidade e elas não são poucas: planejamento, produção e revisão de conteúdo, otimizações de SEO, postagem frequente, atualização de conteúdo e busca de palavras-chave são apenas algumas delas.

No entanto, é preciso fazer tudo isso e ainda manter a qualidade para se destacar no mercado.

Em meio a tantas informações, será que é possível analisar a estratégia do blog?

E a resposta é sim! Não só é possível, mas também é necessário monitorar a performance do seu blog e entender quais resultados seus esforços estão gerando.

Afinal, é isso que vai possibilitar que você entenda quais os próximos passos a serem tomados. Pensando nisso, elaboramos esta lista com ferramentas que podem ajudar você nessa tarefa.

Siga a leitura e entenda como tirar o melhor de cada uma delas.

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1. Google Analytics

A primeira ferramenta que devemos citar aqui é o Google Analytics, indispensável para qualquer empresa que tenha um blog.

Isso porque ele oferece um panorama completo das principais métricas, além de permitir uma visualização comparativa por tempo, gráficos excelentes, ser bastante intuitivo, dados da audiência e ainda permitir a configuração de metas, o que permite acompanhar a conversão.

Ferramentas de Análise de blogs: Google Analytics

Dentre as métricas possíveis de acompanhar, as que são mais importantes em uma rotina de blogs são:

  • URLs mais acessadas em um determinado período;
  • número de sessões diário, semanal e mensal;
  • tempo de permanência médio e para as principais URLs;
  • bounce rate médio e para as principais URLs.

Além disso, ele permite a aplicação de filtros para comparação dos dados, o que facilita o acompanhamento da performance de acordo com o tempo e objetivo.

Se você ainda não usa a ferramenta para acompanhar a performance do seu blog ou quer aprender como extrair o melhor dela, confira este material completo sobre o Google Analytics.

O guia completo do Google Analytics Ebook

2. Google Search Console

Outra ferramenta do maior buscador do mundo, o Search Console tem grande valor para profissionais de SEO.

Ele permite acompanhar dados relevantes para blogs, mas também corrigir erros e demandar indexação mais rápida.

Dentre os recursos disponíveis, os que merecem destaque quando o assunto é performance de blog são:

  • Search queries: indica o que as buscas que levaram os usuários até seu blog;
  • Sitelinks: links indesejados para o blog;
  • Web crawling errors: informa sobre erros encontrados pelo buscador nas suas páginas.

Ferramentas de Análise de blogs: Google Search Console

É claro que existem diversas outras funções, mas essas, sem dúvidas, devem fazer parte da rotina de profissionais de SEO que querem ver um bom desempenho em seus blogs.

Para aprender mais sobre a ferramenta e entender melhor cada um de suas funcionalidades, não deixe de conferir este guia completo!

3. SEMrush

O SEMrush é uma das principais ferramentas quando o assunto é SEO e pesquisa de palavras-chave, mas você sabia que ele também é um ótimo recurso para monitorar seu blog?

Em primeiro lugar, basta digitar seu domínio para ter acesso a dados essenciais em uma estratégia de SEO, como:

  • principais palavras-chave que trazem tráfego para o blog;
  • para quais palavras-chave seus conteúdos estão rankeando;
  • custo estimado de PPC de acordo com o tráfego orgânico;
  • número e análise de backlinks.

Todas as informações são apresentadas em tabelas detalhadas, que fornecem diferentes informações, e/ou gráficos muito interessantes e de fácil acompanhamento.

Mas o SEMrush não se limita aos dados do seu blog, afinal, ele é uma ferramenta de análise de concorrência. Por isso, os dados que ele oferece sobre outros blogs e comparativos possíveis de se fazer entre eles e o seu domínio.

É possível comparar número de palavras-chave, tráfego, posições orgânicas, dentre outras informações, novamente com tabelas e gráficos.

Ferramentas de Análise de blogs: SEMrush

Assim, é possível investir esforços em superar a concorrência, além de conseguir insights valiosos.

Se você quiser aprender mais sobre a ferramenta e como usá-la em sua estratégia de SEO, confira este tutorial completo do SEMrush que fizemos!

Dossiê das Palavras Chaves

4. MozBar

A MozBar é uma extensão para navegadores gratuita (em partes) disponibilizado por uma das maiores referências em SEO do mundo.

Ela dá uma nota de 0 a 100 para domínios e páginas específicas. Assim, quanto mais alta a nota, melhor e mais confiável aquele domínio é.

Ferramentas de Análise de blogs: MOZbar

Essa nota é baseada em diversos fatores, como número e confiabilidade de backlinks, posições orgânicas e consistência do blog.

Assim, em sua estratégia de SEO, é sempre importante acompanhar a nota que a ferramenta dá para seu domínio e comparar com seus principais concorrentes.

Embora não exista uma receita do que fazer, boas práticas de SEO podem levar ao aumento progressivo do valor.

5. Screaming Frog SEO Spider

Essa é uma ferramenta valiosa por fazer uma auditoria completa de SEO identificar erros de otimização de forma automatizada em múltiplas URLs, facilitando o trabalho dos profissionais que lidam com blogs todos os dias.

Erros de SEO podem prejudicar o domínio e afetar o rankeamento, assim, os profissionais podem atuar de forma mais acertada com a ferramenta, já que os erros são identificados e o trabalho de corrigir fica a cargo do profissional.

Ferramentas de Análise de blogs: Screaming Frog

A ferramenta é bastante intuitiva e disponibiliza uma versão gratuita com limitações.

6. Majestic SEO

O Majestic SEO é uma ferramenta dedicada a análise de backlinks. Ele pode ser usado de forma gratuita para profissionais que desejam analisar o próprio site, mas para avaliar outros domínios é necessário assinar um dos planos disponíveis.

A ferramenta oferece algumas métricas interessantes para acompanhar. Dentre as principais que são úteis para analisar o desempenho do blog, podemos citar:

  • número total de backlinks;
  • principais domínios de referência;
  • principais páginas referenciadas;
  • principais âncoras usadas.

A Majestic também é responsável por duas métricas muito importante usadas por SEOs de todo o mundo para definir a qualidade de um domínio, especialmente para definir prioridades de link building.

As métricas são:

Trust Flow: uma métrica que mostra o nível de confiança e autoridade que um domínio possui.

Citation Flow: métrica calculada de acordo com o número de citações (links) recebidas por um domínio na internet.

Ferramentas de Análise de blogs: Majestic

Ainda não sabe a importância dos backlinks para sua estratégia de SEO e como essa ferramenta pode ser útil na análise deles? Então confira este post com tudo sobre Backlinks!

7. Google Page Speed Insights

Para finalizar esta lista, trouxemos o Google Page Speed Insights, ferramenta bastante intuitiva que tem o intuito de avaliar o tempo de carregamento de um domínio, como o nome indica.

Como você deve imaginar, o tempo de carregamento é um fator muito importante, tanto do ponto de vista do usuário, que tem pressa e é cada vez mais exigente, quanto do buscador, que entende essa necessidade do usuário e busca promover a melhor experiência.

Portanto, você pode usar essa ferramenta para conferir o desempenho do seu blog e garantir uma melhor experiência para o usuário. O tempo de carregamento e responsividade são essenciais.

Ferramentas de Análise de blogs: Page Speed Insights

Ferramentas são essenciais para uma boa estratégia de Marketing Digital. Afinal, elas permitem que o profissional tenha embasamento e faça um bom acompanhamento dos seus esforços, o que resulta em um melhor desempenho ao longo do tempo.

Que tal descobrir mais ferramentas que podem ajudar na rotina de marketing da sua empresa? Confira este post com 51 ferramentas de marketing!

Blog corporativo para iniciantes: como escolher um CMS

Depois de muito ler e ouvir falar sobre os benefícios de ter um blog corporativo como arma para a aquisição de clientes, você decidiu se planejar para propor a estratégia na sua empresa.

Depois de alguma pesquisa, descobriu que é praticamente impossível ter um blog sem um bom sistema de gerenciamento de conteúdo, também conhecido como CMS.

Então, um dos passos mais importantes do seu projeto é escolher um CMS de qualidade, adequado para as necessidades da sua empresa. Como fazer isso?

Não adianta avaliar cada sistema de forma separada, isso seria pouco produtivo e levaria tempo demais, afinal, existem milhares de opções. E também não adianta escolher às cegas.

Por isso, vamos apresentar 6 fatores que vão te ajudar a escolher um CMS de maneira rápida e eficaz. Assim, você vai aprender como prepará-lo para atingir sempre o desempenho máximo. Vamos lá!

6 elementos importantes na escolha do CMS ideal

As ferramentas tecnológicas fazem parte do dia a dia de todo tipo de empresa. E você deve saber o quanto custa caro escolher a solução errada, tanto em termos de tempo quanto de dinheiro desperdiçado.

Com a escolha do CMS é a mesma coisa. Pense no impacto de ter uma plataforma que não atende as necessidades imediatas da sua estratégia de conteúdo, ou que não esteja pronta para escalar com rapidez.

O custo com perda de produtividade e a dificuldade de trocar de sistema no meio do caminho comprometeriam demais todo o seu planejamento de marketing digital.

Para evitar qualquer problema nesse sentido, é só prestar bastante atenção a cada um dos elementos abaixo na hora de fazer sua pesquisa pelo CMS ideal:

1. Infraestrutura

Mesmo que você decida começar a produzir conteúdo aos poucos, leve em conta a velocidade de escala que o seu negócio precisará ter conforme decidir aumentar os investimentos.

O suporte a outros idiomas, subdomínios e outros elementos que só se fazem necessários em portais com grande volume de conteúdo podem não fazer sentido no momento.

Mas daqui a pouco tempo isso pode ser exatamente o que você precisa e, nessa hora, o CMS escolhido já tem de estar pronto para atender a demanda.

Tenha em mente também que com o mercado digital tão disputado, pode ser preciso mudar de direção no planejamento de conteúdo. Com uma plataforma sem infraestrutura adequada, isso pode custar caro não só em dinheiro, mas em termos de autoridade junto ao Google.

2. Suporte

O suporte entra em ação no momento em que algo dá errado, ou seja, no ponto mais sensível da interação do usuário com o sistema.

Por isso, é importante saber que tipo de assistência você pode esperar do CMS que está pensando em implementar.

Por exemplo, se o suporte for muito frágil você terá de dedicar um desenvolvedor da sua equipe — ou contratar profissionais terceirizados — só para cuidar de qualquer falha técnica.

Em geral, softwares de de código aberto têm como suporte uma extensa documentação e uma comunidade ativa de usuários que ajudam com bugs e procedimentos.

Os mais conhecidos também contam com muita mão de obra qualificada para lidar com os mais diferentes problemas e cuidar de todo tipo de projeto.

Mas se você escolher um CMS pago, pesquise bem como é o suporte oferecido. Não compensa ter um sistema todo feito sob medida se não tiver ajuda quando ele apresentar algum problema (e ele vai, é inevitável).

3. Facilidade de uso

Pare e pense: várias pessoas vão usar a plataforma todos os dias para produzir e divulgar peças de conteúdo que servirão para conseguir novos clientes.

Agora imagine o resultado desse importante trabalho se o CMS for complicado e desagradável de usar. Mesmo o melhor dos profissionais vai perder a concentração se trabalhar com uma ferramenta ruim.

Em outras palavras, se o sistema de gerenciamento não for fácil de usar, será impossível manter um alto padrão de qualidade para o blog.

4. Versatilidade e recursos

Hoje você só precisa de um blog corporativo, mas sabia que existem CMSs equipados para se transformarem em lojas virtuais, áreas de ensino à distância e até mesmo clubes de assinaturas?

Priorize a escolha de uma solução versátil, que pode não apenas escalar com facilidade, mas expandir também para outras áreas além do que um blog normalmente faz.

E mesmo que tenha certeza que não vai usar nenhuma dessas outras funções, busque uma plataforma que tenha grande variedade de recursos, como plugins. 

Outro aspecto que entra na versatilidade é a integração do CMS com ferramentas externas. As principais incluem:

  • SEO;
  • automação de marketing;
  • gestão e monitoramento de redes sociais;
  • otimização da escrita;
  • email marketing

ebook email marketing

5. Documentação

Já cobrimos um pouco sobre a documentação ao falar sobre suporte. Mas é importante que a sua equipe tenha acesso à documentação do sistema mesmo que ele seja pago.

Primeiro, porque é nesse documento que seus desenvolvedores poderão entender a estrutura da plataforma e otimizá-la da forma correta no dia a dia, o que evita problemas.

Além disso, quando os princípios de arquitetura de informação, linguagem de programação e outros detalhes do CMS não se harmonizam em nada com o que já é praticado nos demais projetos da empresa, pode ser melhor buscar outra opção.

Por fim, se o CMS que você está de olho tiver pouca ou nenhuma documentação, muito cuidado. Isso pode significar que o projeto não é levado tão a sério pelos criadores e pode te deixar na mão quando mais precisar.

6. Referência de especialistas e colegas de mercado

Que CMS os especialistas recomendam para projetos como o seu?

Normalmente, quando uma autoridade no assunto faz uma indicação, há um bom motivo por trás. Então, procure as opiniões dessas figuras no seu ramo e entenda o motivo da escolha deles.

Além disso, entre em contato com colegas de mercado ou estude a estratégia deles. Isso pode ser de grande ajuda para chegar na escolha certa, e pode até render algumas dicas avançadas que você não encontra por aí.

5 dicas para manter o CMS escolhido em condições perfeitas de uso

Mesmo que você tenha escolhido o melhor software possível, ele vai dar problemas caso a equipe responsável não tome os devidos cuidados.

E, por mais óbvio que pareça, muitas vezes é o descuido com os pequenos detalhes que compromete os resultados maiores.

Então, agora vamos ver algumas dicas práticas que vão ajudar você (ou sua equipe de desenvolvimento) a não sobrecarregar a plataforma escolhida:

1. Sempre instale as atualizações de sistema

É fácil ignorar as atualizações de sistema quando as notificações aparecem bem no meio daquela tarefa importante ou no momento em que você se inspirou escrevendo aquele artigo novo.

Não caia nessa armadilha. Na maioria dos casos, tudo se resume ao incrível esforço de arrumar alguns minutos e apertar um botão de atualização.

2. Acompanhe de perto as novidades da plataforma

Sempre que uma plataforma atualiza seu software, são anunciadas as novidades para os usuários. Em muitos casos, tratam-se apenas de correções de bugs e melhorias de código, mas vez ou outra também acontecem mudanças internas importantes.

Ficar atento e acompanhar de perto essas mudanças pode ser bem útil para garantir que o sistema continue funcionando sem problemas e até melhor do que era antes.

3. Crie senhas fortes para as contas de usuário

Nem é preciso elaborar muito sobre o porquê de não criar senhas como “123456”. O problema é que a maioria dos usuários acha que seus dados nunca serão roubados e outros até usam esse tipo de senha como forma de brincadeira.

Mas criar senhas fracas pode comprometer toda a segurança de dados da empresa. Por isso, não só acredite no pior, mas se prepare para ele.

4. Instale apenas plugins e scripts essenciais

A possibilidade de instalar scripts e plugins que estendem as funcionalidades do CMS é uma ajuda e tanto para deixar uma boa plataforma ainda mais forte.

Só não exagere na dose: instale apenas os plugins que são indispensáveis para o seu blog. Caso contrário, corre o risco de sobrecarregar o sistema com muita informação e processamento de dados, que causam lentidão.

5. Mantenha um ambiente de testes

Com certa frequência, será necessário mudar elementos de uma página ou até trocar o tema do blog. Nunca faça isso no ambiente de produção, ou seja, onde o site está disponível para todos verem.

Mantenha sempre um ambiente de testes, no qual poderá realizar todo tipo de experimento e resolver bugs até que esteja tudo perfeito para o público ver.

Se fizer isso, não importa qual conflito de plugins ou falha de script aconteça, seu site se manterá intacto e seus usuários não serão prejudicados.

Agora que você já sabe como escolher um CMS sem se arrepender depois, é hora de colocar em prática as dicas mostradas aqui. Não se esqueça que esse software vai afetar toda a sua estratégia de conteúdo, então é vital escolher bem e manter o sistema escolhido sempre atualizado.

Que tal começar conhecendo o CMS mais usado e respeitado do mundo? Veja tudo que você precisa saber sobre o poderoso WordPress e se ele serve para a sua empresa!

Mobile friendly

Mobile friendly: o que é e as vantagens de ter um site otimizado para dispositivos móveis

Você sabe dizer se o seu site ou o blog da sua empresa é mobile friendly? Se não sabe — ou sequer entende o que esse termo significa—, temos muito o que conversar.

Em 2018, 52,2% de todo o tráfego online aconteceu pelos dispositivos móveis. Pois é, mais da metade de toda a movimentação de dados nas redes se deu por celulares e tablets.

Isso significa que as pessoas estão passando mais tempo na Internet em um dispositivo móvel do que em um computador. Aposto que você já entendeu qual o problema de não saber se o seu site é mobile friendly, certo?

Se a página da sua empresa na Internet não é preparada para dispositivos móveis, pode ser que você esteja perdendo a maior parte dos usuários. Parece grave, não concorda?

Continue lendo para entender mais sobre o assunto e aprender como resolver essa questão!

O que é um site mobile friendly?

Você já parou para reparar no fato de que um computador e um smartphone (ou tablet) são dois dispositivos essencialmente diferentes?

Por exemplo, a tela de um computador é maior do que a de um dispositivo móvel. Além disso, ela segue uma razão de aspecto diferente também (normalmente, a tela do monitor é mais horizontal, com os smartphones sendo mais verticais).

Porém, as diferenças vão além da disposição da tela. Em um computador, o usuário tem um teclado bem grande para digitar informações e um mouse para controlar e clicar onde quer. Em dispositivos móveis, o controle é pela tela tátil e o teclado é bem pequeno.

Outra distinção entre os dois tipos de aparelhos é o tipo de conexão que ambos têm com a Internet. No computador, a conexão é sempre Wi-Fi. No dispositivo móvel, pode ser via 3G ou 4G.

Todas essas questões criam cenários online diferentes para os usuários. No celular, por exemplo, a pessoa não consegue entrar em páginas com muitas imagens, pois usa conexão móvel e isso consumiria muitos dados (além de demorar mais para carregar).

Isso significa que a maneira como programamos nossos sites devem levar essas diferenças em consideração. Uma página que é otimizada para rodar em um dispositivo móvel é chamada de mobile friendly (em tradução livre, amigável aos dispositivos móveis).

Site responsivo é igual a mobile friendly?

Você provavelmente já ouviu falar na importância de otimizar o seu site para dispositivos móveis. Existe até uma grande chance de estar pensando algo como “mas o meu site já é responsivo”.

O problema é que mobile friendly não significa ter um site responsivo. Na verdade, tecnicamente, são coisas diferentes.

Um layout responsivo é aquele cujo código é montado para que o site se adapte à diferentes tamanhos de tela. Um smartphone, por exemplo, tem uma tela bem mais vertical do que um monitor de computador.

O site responsivo vai se adaptar independente das dimensões da tela ou do navegador do usuário. Você pode ver isso na prática agora mesmo.

Faça um pequeno experimento: tire o seu navegador do modo tela cheia e deixe no modo janela. Depois, use o mouse nas bordas da janela para alterar o seu tamanho o quanto quiser.

Viu como o nosso blog se adapta a qualquer tamanho? Conforme você diminui ou aumenta a janela, o texto vai se encaixando automaticamente, assim como outros elementos do layout (como nossa logo ou a barra de pesquisas).

Já um site mobile friendly é aquele que tem uma versão exclusiva para dispositivos móveis. Quando entramos na página via um smartphone ou tablet, vemos uma disposição própria para esses aparelhos.

Mesmo que a página use as mesmas imagens e mesmo conteúdo, seus códigos são outros, pensados para otimizar a experiência de quem usa um dispositivo móvel.

Em uma grande parte dos casos, muitos sites criam até um subdomínio próprio para a versão mobile, normalmente indicada com um “m” na URL, como “m.sitedeteste.com.br”.

CONTEÚDO RECOMENDADO
👉 Google mobile-first index: saiba tudo sobre a indexação do Google baseada em mobile

Quais os critérios para ser mobile friendly?

Ok, se chegamos a conclusão que um site responsivo não é a mesma coisa, então quais os critérios para ter um mobile friendly?

Vamos ver!

Fácil de navegar

Um site mobile friendly precisa ser de fácil navegação. Isso significa que o site precisa ser bem estruturado para facilitar ao usuário encontrar o que ele procura ou precisa.

Um exemplo prático é desativar todos os tipos de pop-up na versão mobile. Isso se faz necessário porque, ao contrário de outros elementos, dificilmente as pop-ups se adequam ao tamanho da tela.

Por causa disso, elas ficam grandes demais, obstruem toda a visão do usuário e é difícil de fechá-las em um dispositivo móvel.

Outro ponto importante, que vale mencionar, é organizar os conteúdos do site em menus de fácil acesso. O ideal é que o usuário chegue exatamente onde ele quer, com poucos toques.

Carregamento rápido

Uma estatística: 53% de todos os usuários mobile deixam um site se ele levar mais de 3 segundos para carregar. E, quanto mais o carregamento demora, mais essa porcentagem cresce.

Portanto, um site mobile friendly precisa ser mais rápido para carregar, até para não consumir muitos dados do usuário.

Afinal, ninguém quer voltar a um site que gastou todo o seu pacote diário por causa de uma imagem que não ficou otimizada, por exemplo.

Funciona bem em telas pequenas e diferentes

Um site mobile friendly precisa compreender que as telas de dispositivos móveis, como smartphones e tablets, é bem diferente dos monitores de computadores.

Isso significa que os designers precisam pensar nisso e planejar todo o conteúdo, desde a homepage até o layout dos artigos, para funcionar bem em telas de tamanhos diferentes, especialmente as pequenas.

Uma das maneiras de conseguir isso é com um site responsivo, claro. Outra maneira é trabalhar o design da página já pensando nas condições específicas dos dispositivos móveis.

Usa controle por toque

Por fim, os sites mobile friendly estão otimizados para usar comandos de toque durante as suas navegações.

Você provavelmente já encontrou algum site que não era muito amigável ao seu celular. Por exemplo, ele carregava no “tamanho normal”, como se estivesse abrindo em um monitor de computador.

Por causa disso, as letras ficavam todas pequenas e era impossível ler o que estava escrito. Quando você tentava usar o comando de zoom para ampliar o texto simplesmente não funcionava.

Se isso já aconteceu com você (ao mesmo tempo que problemas como links não funcionarem ou a tela não rodar ao toque) é porque o site não foi otimizado para lidar com esses comandos diferentes.

Qual a importância de ser amigável aos mobiles?

Pode impactar seu rankeamento

Em 2015, o Google lançou uma atualização do seu algoritmo para começar a dar destaque aos sites que eram mobile friendly nas buscas feitas em dispositivos móveis.

A razão para isso é óbvia: com o uso de celulares e tablets aumentando, as pessoas começam a pesquisar na Internet com eles. Se os sites não estão otimizados para isso, a experiência dos usuários é ruim e isso é péssimo para o Google.

Portanto, o mecanismo de busca começou a dar mais destaque para os sites otimizados para esses dispositivos. Se a sua página ainda não é assim, está sofrendo no rankeamento de buscas móveis.

CTA de download para o kit: Domine o Google

Melhor experiência do usuário

Como foi descrito anteriormente, a experiência do usuário sofre muito se o site não for otimizado para dispositivos móveis.

Imagens pesadas, que consomem o pacote de dados, e navegação ruim fazem com que o visitante não queira mais voltar ao seu site.

Aumento das taxas de conversão

Você sabia que mais de 84% da população faz compras online pelo smartphone? Isso mesmo: cerca de 8 em cada 10 pessoas costuma fazer compras de algum tipo em um dispositivo móvel.

Isso significa que, se você tiver seu site otimizado para esse público, verá um aumento na sua taxa de conversão. Afinal, quantas vendas você já não perdeu porque os usuários não conseguiram acessar o botão de compras ou navegar na sua loja?

Diminuição da taxa de rejeição

Lembra que 53% dos usuários mobile saem de um site se ele demorar mais de 3 segundos para carregar? Então, isso contribui para aumentar a taxa de rejeição dessa página.

Isso também acontece quando a pessoa entra e vê o site todo desorganizado ou quando não consegue navegar direito.

Por isso, ter uma otimização para dispositivos móveis diminui muito a taxa de rejeição do site, pois elimina todos os fatores que “expulsam” o usuário da página.

Como transformar seu site em mobile friendly?

Depois disso tudo, você com certeza quer trabalhar o mais rapidamente possível para transformar seu site em uma página amigável aos dispositivos móveis. Mas como fazer isso? Siga nossas dicas!

Faça o teste do Google

O Google oferece uma ferramenta gratuita para testar e descobrir se seu site é mobile friendly ou não. Faça esse experimento!

Uma das partes boas é que, além de ter uma confirmação do Google, o relatório do teste ainda oferece dicas do que melhorar no seu site. É um ótimo ponto inicial para seu trabalho!

Use um layout responsivo

“Mas vocês não disseram que responsividade e mobile friendly eram coisas diferentes?”. São coisas diferentes, mas se complementam também.

Um layout responsivo ajuda o seu site a se organizar melhor em qualquer tamanho de tela e garante boa parte do trabalho em obter uma boa usabilidade na sua página.

Agilize o carregamento da página

Você já sabe que, quanto mais seu site demorar para carregar, pior é para os seus usuários móveis. Portanto, trate de agilizar essa velocidade.

Uma das maneiras de fazer isso é reescrevendo o código do seu site, para deixá-lo mais organizado e fácil de ser lido pelos navegadores e servidores. Outra forma é diminuir o uso de imagens ou, pelo menos, otimizá-las com técnicas de compressão. Assim, uma foto que antes tinha 1 MB, pode diminuir de tamanho para 100kb ou equivalente.

Formate seu conteúdo corretamente

Você já tentou ler um parágrafo de 5, 6, talvez 7 ou 8 linhas em um celular? Parece que é um texto gigantesco, que ocupa toda a tela e não acaba nunca.

Isso cansa o leitor e o afasta do seu site. Lembre-se de que as características dos dispositivos afetam até mesmo na hora de produzir o seu conteúdo.

Ou seja: você precisa formatar seu texto para que ele seja melhor escaneado pelo usuário. Confira algumas dicas:

  • use negrito em partes importantes;
  • use bullet points para organizar informações;
  • mantenha parágrafos curtos e diretos;
  • divida seu conteúdo em intertítulos.

Use fontes de fácil leitura e adaptação

Se você usa em seu site uma fonte personalizada ou customizada, há a grande chance de afastar todos os seus visitantes de dispositivos móveis.

Isso acontece porque, quando entramos com o celular em um site com fontes customizadas, recebemos um pedido para fazer o download dessa fonte e acessar o conteúdo. Muita gente não quer fazer isso (seja por medo de vírus, seja pela simples inconveniência) e acaba saindo da página.

Outro ponto importante é usar fontes claras e em um tamanho aceitável. O ideal são fontes sans serif, em um tamanho um pouco maior do que a versão desktop da página.

Estruture o site para melhor navegação

Um usuário de dispositivo móvel tem menos disposição para navegar por menus até encontrar aquilo que estava procurando.

Por isso, você deve facilitar o trabalho dele ao estruturar o seu site da maneira mais simples e intuitiva possível. A ideia é que o conteúdo que ele procura esteja ao mínimo de toques possível de distância.

Seguindo essas dicas, você transformará seu site em mobile friendly e começará a sentir os resultados dessa mudança em pouco tempo.

E não pare por aqui! Agora que você já sabe como tornar o seu site mobile friendly, aprenda a otimizá-lo para conversões no mobile e garanta a melhor experiência possível ao usuário.

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Como compactar imagens para rankear melhor

Como compactar imagens para rankear melhor

Compactar imagens é uma das maneiras mais eficazes de ter um site com carregamento mais veloz, otimizando suas páginas e aumentando as chances de ter boas posições no Google. O melhor de tudo é que dá para fazer isso de um jeito muito fácil, como você verá neste post!

Muita gente não sabe, mas a velocidade de carregamento de um site é um dos principais fatores de SEO que o Google leva em consideração para o rankeamento.

Isso significa que, quanto mais leves forem as suas páginas, mais rápidas elas serão — e, consequentemente, mais chances você terá de alcançar as primeiras posições nas buscas. Por isso, compactar imagens é algo extremamente importante.

Neste conteúdo, você vai entender como esse processo funciona e descobrirá como comprimir ou compactar imagens e fotos — aliás, dá para fazer isso totalmente online.

Ao final deste post, você terá as informações de que precisa para contar com um site mais rápido e, assim, atrair mais visitantes. Acompanhe!

O que é a compactação de imagens

Compactar imagens significa torná-las mais leves, sem necessariamente perder qualidade. Tecnicamente, a compactação está ligada ao processo de compressão.

Vamos partir da ideia de que uma imagem é um conjunto de dados e pixels, certo? Dentro de cada arquivo de imagem — seja ele JPG, PNG, GIF ou qualquer outro —, existem informações repetidas.

O que a compressão faz é, justamente, retirar esses dados redundantes, tornando a imagem menos pesada. Interessante, não é mesmo?

Para ficar mais claro, vamos ver um exemplo. Imagine um pixel azul compondo uma imagem de céu. É provável que essa mesma cor apareça novamente dentro da mesma foto.

Então, por que não guardar apenas uma vez o valor desse pixel, reproduzindo-o para outros semelhantes?

Isso evita que o arquivo tenha vários pixels iguais se repetindo, o que aumentaria o tempo de carregamento. Portanto, o processo de compressão é bastante inteligente, pois se trata de uma otimização.

Ele torna possível compactar imagens sem perda de dados, ou com perdas muito pequenas, que nem chegam a ser percebidas pelo olho humano.

De qualquer forma, caso você ainda tenha dúvidas se vale a pena compactar imagens, leia o tópico a seguir. Nele, contamos o que o próprio Google diz sobre a importância de saber como criar um site rápido.

O que o Google diz sobre a velocidade das páginas

Se a velocidade de carregamento de uma página já era importante no desktop, atualmente, no smartphone e dispositivos móveis, ela é essencial.

Isso porque o usuário pode fazer uma busca no meio da rua ou até mesmo enquanto está no trânsito — por exemplo, para buscar uma loja ou restaurante. Então, a resposta precisa vir rápido.

Segundo o Official Google Webmaster Central Blog, não é de hoje que a velocidade é um dos fatores de rankeamento do Google para as buscas mobile. 

CTA de download para o kit: Domine o GooglePowered by Rock Convert

Desde 2010, os sites mais ágeis recebem melhores posições nos celulares e dispositivos móveis. Antes disso, esse fator já era levado em consideração para as buscas no desktop.

Isso sem falar que o Google dedica grandes esforços para que os sites do mundo inteiro fiquem cada vez mais rápidos. Quer um exemplo?

Eles mesmos lançaram o projeto Accelerated Mobile Pages (AMP), uma iniciativa de código aberto para criar páginas que carreguem em menos tempo nos dispositivos móveis. Os sites que adotam esse modelo recebem destaque nas buscas, aumentando a taxa de cliques.

Ou seja, é natural que o maior mecanismo de busca da Web priorize as páginas velozes. Somado a isso, o próprio Google oferece ferramentas para testar a velocidade do seu site, como o Page Speed Insights.

Conforme mencionamos na introdução deste artigo, compactar imagens é uma das maneiras mais fáceis de ter um site rápido.

Então, que tal descobrir como fazer isso e alcançar melhores posições nas buscas orgânicas com a sua estratégia de marketing de conteúdo? Veja a seguir.

7 sites para compactar imagens e fotos online

Já que reduzir o peso das imagens é um fator tão importante para rankear bem, nada melhor do que conhecer algumas ferramentas que vão facilitar (e muito!) esse trabalho. A seguir, listamos 7 sites para compactar imagens e fotos online.

1. TinyPNG

Preferida de muita gente e 100% gratuita, a plataforma TinyPNG é ideal para quem trabalha muito com imagens de fundo transparente e precisa de ótima qualidade, que é o caso dos arquivos PNG. Ainda assim, apesar do nome, o site permite comprimir outros formatos de arquivo.

É possível fazer o upload de até 20 imagens simultâneas, com peso máximo de 5 MB cada. Isso também acelera bastante o processo.

Por fim, a solução conta com plugins para WordPress e Magento, podendo integrá-la com seu blog ou e-commerce.

2. JPEGmini

Seguindo uma ideia semelhante à ferramenta anterior, JPEGmini é outra plataforma que permite compactar imagens online de forma gratuita.

Seu grande diferencial é que você pode comparar o arquivo comprimido ao original antes de baixar. Ou seja, é ideal para quem ainda tem um pé atrás em relação à qualidade.

Aqui, também há um plano pago que permite o upload de arquivos maiores (até 50 MB). Além disso, a versão premium tem integração com o Adobe Lightroom, software bastante utilizado pelos fotógrafos.

3. Compress PNG

Assim como as opções anteriores, o Compress PNG tem uma interface Web para que você possa comprimir imagens online. Nela, é possível subir até 20 arquivos ao mesmo tempo.

Após a compressão, dá para baixar todos eles em um arquivo compactado. Apesar do nome que fala em “PNG”, o software também dá opção de trabalhar com arquivos JPG, JPEG e até PDF.

4. iLoveIMG

As ferramentas anteriores são bastante minimalistas e vão direto ao ponto, focando simplesmente a compactação da imagem. Mas, se você quiser editar um pouco a foto antes de comprimir, o iLoveIMG oferece essa opção.

Com ele, além de compactar, você pode recortar e redimensionar imagens. A plataforma ainda traz a opção de converter o arquivo de outros formatos de imagem para o JPG, ou ainda do JPG para os demais.

Outro ponto interessante é a possibilidade de fazer upload de imagens via Google Drive e Dropbox. Ou seja, é uma boa alternativa para quem usa esses serviços e ainda quer dar um “toque final” antes de comprimir.

5. Compressnow

Ao trabalhar com imagens, nem tudo é 8 ou 80. Na verdade, existem diversos níveis de compressão que podem ser utilizados.

A ferramenta Compressnow se destaca, justamente, por permitir que você escolha o percentual de compactação que deseja aplicar (de 0% a 100%).

O melhor de tudo é que a plataforma já mostra uma prévia de como a imagem ficará após comprimida. Excelente, não é mesmo?

6. Kraken

Ao contrário das alternativas já citadas, a plataforma Kraken permite que você trabalhe com 2 tipos de compressão.

Lossless (sem perda de dados)

Opção ideal para quem precisa da qualidade máxima. É útil, por exemplo, para quem deseja disponibilizar imagens para impressão.

Esse modo de compressão costuma ser utilizado por fotógrafos e lida com formatos de arquivos que têm mais recursos, como PNG e TIFF.

Lossy (com perda de dados)

Ideal para a maior parte dos usos e especialmente indicada para a Web, essa compressão resulta em uma pequena perda de qualidade.

Mas não se preocupe: a queda no padrão é tão pequena que o olho humano nem consegue notar.

A grande vantagem é que, em lossy, você consegue otimizar algumas imagens em até 90%, tornando-as muito mais leves. Os formatos mais utilizados aqui são JPG, JPEG e GIF.

Além de otimizar imagens direto no navegador, o Kraken conta com um plugin para WordPress. Com ele, você pode fazer otimizações em massa, mesmo de imagens já publicadas.

O único obstáculo é que o plano gratuito permite upload de imagens com no máximo 1 MB. Já os planos pagos trazem diferenciais como armazenamento na nuvem e redimensionamento de imagens.

7. WP Smush

WP Smush é outra plataforma que opera no modelo freemium, ou seja, tem uma versão gratuita e modalidades pagar. Trata-se de um plugin e, por isso, seu uso é focado em WordPress.

Sua grande vantagem é que você pode otimizar todas as imagens com o autocompressor, incluindo aquelas antigas que já estão em seu diretório há tempos. Tudo isso é feito com poucos cliques.

Desse modo, o site inteiro ficará mais rápido, e não apenas as novas páginas que você criar daqui para frente.

Em relação à versão paga, o benefício principal é o autocompressor ilimitado, enquanto, na versão gratuita, há o limite de 50 imagens de até 1 MB por vez. 

Cabe ao usuário avaliar sua necessidade e optar pela alternativa que se encaixa em seu contexto atual.

Como vimos, compactar imagens pode diminuir consideravelmente o tempo de carregamento do seu site. E uma coisa é certa: tanto o Google quanto os usuários preferem sites rápidos.

Então, da próxima vez que for subir algumas fotos para o seu conteúdo, não esqueça de comprimi-las primeiro. Esse processo pode ser realizado online, leva apenas alguns minutos e fará uma bela diferença no seu rankeamento. Experimente!

Agora que você sabe como compactar imagens para rankear melhor, só falta descobrir onde baixar fotos e ilustrações de qualidade, não é verdade? Não se preocupe, pois temos a solução. Confira o nosso post com os melhores bancos de imagens gratuitos!

Capas que contam histórias: como mudamos a identidade visual das capas do blog Marketing de Conteúdo

De cara, quando comecei a trabalhar no time de marketing da Rock Content, um dos primeiros desafios que tive foi: Precisamos que a identidade visual do nosso principal blog alcance mais pessoas!

O blog já tinha muitos acessos e um estilo muito bem definido (O Rafa Rallo conta neste post incrível um pouco deste processo), mas sentimos que com conteúdos mais técnicos e específicos, seria necessário que a identidade visual das ilustrações fosse mais condizente com o público que se interessaria mais por este tipo de conteúdo.

Senti uma mistura de medo e empolgação.

Primeiramente, precisávamos descobrir quais elementos trariam essa “seriedade” que estávamos buscando. Ah, também era necessário manter o clima despojado e animado, que deu vida aos posts no passado.

Decidimos repensar o padrão cromático que usávamos, seguindo praticamente a mesma lógica: Uma paleta seria utilizada para a composição em geral enquanto outra seria utilizada para dar destaques:

Depois, decidimos que os personagens deveriam ser mais verossimilhantes anatomicamente, aproximando a persona da ação da imagem. Queríamos que o fator fantasioso fosse explorado na narrativa e não na forma. Para isso, fizemos um Model Sheet (estudo de personagem) do que seria o ideal:



Também optamos por adicionar mais textura às peças. Apesar de trabalharmos sempre com um suporte digital, queríamos que as imagens tivessem um toque mais quente e humano, menos liso e robótico, nos aproximando mais ainda de nosso público:



Como ilustrar com Harmonia

Tendo definido a base do nosso estilo visual, precisávamos que nossas ilustrações fossem harmônicas, para isso resolvemos que criaríamos um Grid!

Sei que Harmonia pode ser algo relativo. O que é harmônico para umas pessoas pode não ser para outras. Por isso, resolvemos confiar na sabedoria da natureza, utilizando a famosa proporção áurea.

À partir dela, criamos um grid que brincasse com as diagonais, com a regra dos terços, com os horizontes, perspectivas, destaques etc.





Capas que contam histórias

Algumas perguntas ficavam na nossa cabeça na hora de ilustrar os posts:

  • Como resumir um post inteiro em apenas uma imagem?
  • Como fazer com que o leitor fique instigado a ler um conteúdo ao ver nossas capas?
  • Como fazer com que isso tudo soe como uma aventura?

Depois disso, eu e o Rafa vimos a necessidade de criar imagens que contassem histórias. Nessa tentativa, cada capa vem com um desafio.

É muito comum para quem passa pela nossa mesa escutar perguntas como “Ei, o que é a primeira coisa que vem à sua cabeça quando você escuta a palavra aprender?” Ou “Que situação você imagina ao pensar na palavra desafio?”.

É dissociando palavras, conceitos e revisitando ícones da arte que conseguimos ampliar as interpretações e os temas dos posts, criando imagens que não só descrevem, mas convidam o leitor a aprender e se aventurar.

E você, como conta suas histórias?

Gostou de conhecer mais sobre o blog Marketing de Conteúdo? Então confira o nosso guia definitivo do Blog Corporativo!

guia definitivo do blog corporativo

Fake News

Fake news: o que é e como ela pode impactar em uma estratégia de marketing

Nunca teve tanta informação disponível no mundo, mas também nunca houve tanta desinformação. Uma constante no mundo digital, as fake news tornaram-se parte do mar de conteúdos compartilháveis e usuários ávidos por disseminar ideias que muitas vezes não têm fundamentos e são para lá de absurdas.

Essas notícias falsas foram propagadas incansavelmente nas redes sociais. Essa situação, obviamente, pode trazer inúmeros impactos negativos para pessoas e marcas.

Neste texto, vamos falar do conceito de fake news e seus desdobramentos. Explicaremos quais os tipos e ressaltaremos quais são os impactos em uma estratégia de Marketing Digital e como evitar que uma empresa propague uma notícia falsa. Acompanhe!

A fake news e seus impactos negativos

O termo fake news está associado a notícias falsas ou imprecisas, que são disseminadas nos mais diversos meios de comunicação, principalmente na internet e nas redes sociais. Infelizmente, porém, não é algo dos dias atuais.

Boatos e desinformações já fazem parte da sociedade antes da web invadir nossas vidas. Com a tecnologia, as notícias falsas apenas ampliaram seus alcances e passaram a fazer parte do dia a dia das pessoas, sobretudo em mídias como o Facebook.

Marketing no Facebook

Tudo acontece em uma velocidade tão rápida que, em muitas situações, basta apenas uma manchete chamativa para a informação ser compartilhada e, não raro, viralizar, atingindo milhares e até milhões de pessoas.

É verdade que muitas são absurdas e identificadas com certa facilidade, mas existem as fake news mais sutis e são essas que geram mais compartilhamento e convencem mais os usuários. Notícias falsas podem gerar incontáveis situações desagradáveis, incluindo questões graves de cunho profissional, pessoal ou social.

Tipos de fake news

Você sabe como identificar uma fake news? A seguir, listamos 5 tipos de notícias falsas, de forma que você fique mais atento. Acompanhe!

Notícias mentirosas

Em muitas situações, notícias verídicas são utilizadas fora de contexto, de forma a manipular a opinião das pessoas. Nesse caso, a fake news acontece a partir de fatos reais que são escolhidos cuidadosamente para transmitir ideias diferentes daquelas do que de fato são para o público.

Paródia ou sátira

Meios de comunicação como o Sensacionalista criam e publicam fake news com muita criatividade e humor, a fim de satirizar a mídia. Nesses casos, é preciso ter muito cuidado com a interpretação das notícias falas, pois o formato compartilhado fora do contexto da paródia pode causar diversos problemas.

Conteúdo generalista ou desleixado

Em geral, tratam-se de materiais criados de forma básica ou simplista, muitas vezes com inspiração em fontes pouco ou nada precisas, que acabam sendo enquadrados na categoria das notícias falsas.

Notícias mentirosas que não têm fatos como base, mas apoiam uma narrativa constante

Nesse caso, tratam-se de notícias que não contam com uma base estabelecida para a verdade. Dessa forma, em inúmeras situações, opiniões ou ideologias se chocam, o que faz com que preconceitos inconscientes entrem em cena. Exemplos disso são as teorias da conspiração, como “Michael Jackson está vivo” ou “Avril Lavigne morreu e quem está em seu lugar é, na verdade, uma sósia”.

Intencionalmente enganoso

Esse tipo de notícia é fabricada de forma deliberada para obter vantagens por meio do número de cliques, gerando descontentamento ou propagandas sensacionalistas. Essas histórias têm a tendência de serem propagadas por meio de páginas de notícias fakes e rapidamente são disseminas em mídias como Facebook e Whatsapp.

Como as fake news afetam uma estratégia de Marketing Digital

Com as fake news, as crises de confiança são ampliadas e, dessa forma, a sua estratégia de marketing digital pode ser afetada por causa da internet, que é o principal canal de consumo de notícias no Brasil e em diversas outras partes do mundo.

De acordo com o relatório sobre notícias digitais do Instituto Reuters, nosso país figura no topo do ranking em relação ao uso das redes sociais como meios de consumir notícias. O estudo também indica uma relação entre consumo de conteúdo e as fake news.

Dos brasileiros consultados pela pesquisa, 85% afirmam que têm preocupação com a confiabilidade das notícias que encontram na web — um dado que está acima muito acima da média geral, que é de 54%.

Esses números significam que cada vez mais consumidores estão consumindo notícias e conteúdos do universo do Marketing Digital com uma certa desconfiança inicial. Dessa forma, em primeiro momento, é cada vez mais desafiador ganhar a confiança do público.

Nesse sentido, para que a sua estratégia de Marketing Digital não seja atrapalhada pelas notícias falsas, é indispensável que você realize um trabalho de produção de um conteúdo que seja realmente relevante e valioso para a sua persona.

Em outras palavras, esse conteúdo deve estar genuinamente alinhadas com as necessidades e desejos dos seus potenciais consumidores.

Lembre-se de que conteúdos diretamente voltados para a venda dos seus produtos e serviços podem ser associados a uma intenção de manipulação, e a sua audiência está muito atenta a isso. Por isso, é muito importante que você evite dar margem para dar a entender que o seu conteúdo é duvidoso.

Dessa forma, mostraremos ideias para você criar um conteúdo consistente, sem cair em situações de fake news.

Como evitar a propagação de notícias falsas

A melhor forma de trabalhar um conteúdo legítimo, que evita que você propague uma possível fake news, é tomando alguns cuidados para criar um conteúdo confiável.

Além de gerar valor para o seu público, é indispensável que você esteja atento a alguns detalhes para ganhar visibilidade e, consequentemente, autoridade com a sua audiência. Dessa forma, você se posicionará de maneira sólida e não dará margens para ser confundido com um disseminador de conteúdos rasos ou de notícias falsas.

A partir desse contexto, listamos logo abaixo algumas dicas preciosas, que serão importante na hora de planejar e colocar em prática a sua estratégia de Marketing de Conteúdo, a fim de que as fake news passem muito longe da sua empresa.

Cheque as fontes

Em um primeiro momento, é indispensável que você e sua equipe de criação busquem referências em fontes confiáveis. Se inspirar em meios de comunicação que não passam credibilidade e autoridade pode ser um verdadeiro tiro no pé.

Para criar um conteúdo que seja realmente relevante, você deve checar se os meios de comunicação que você tem consultados são confiáveis. As melhores fontes, por exemplo, não enrolam e vão direto ao ponto. Mais importante do que isso, é sempre pesquisas, comparar e revisar.

Além disso, fique atento a quem escreve a informação, ou seja, leia as credenciais do autor e saiba sobre sua reputação. Também confira se o conteúdo é atual, original e bem escrito, entre outras questões.

Utilize o Google Notícias

O Google Notícias é ótimo para assegurar que algumas informações tenham fidelidade. Você pode, por exemplo, buscar referências ou material de apoio para criar um e-book. Aqui, no entanto, também valem as mesmas dicas relacionadas a checar as fontes.

Tenha atenção ao português

Uma vez que as fake news são materiais imprecisos, eles tendem a contar com diversos erros de português. Por isso, você pode e deve ficar atento a conteúdos que respeitem as regras gramaticais. O mais importante é que você privilegie a construção de textos que sejam fáceis de ler e proporcionam uma ótima experiência para o usuário.

Fique atento às informações generalistas nas manchetes

Como você sabe, o título de uma notícia é essencial para estimular o usuário a consumir seu conteúdo. Por isso, você deve ter muito cuidado com as manchetes generalistas. Conteúdos assim fazem com que o texto passe uma ideia imprecisa. Vá direto ao ponto e seja claro naquilo que se propõe a entregar para o usuário.

Cuidado para não envolver as crenças pessoais no seu conteúdo

Caso a sua crença não esteja diretamente ligada a um formato de relato, você deve mantê-la longe dos seus conteúdos. Foque, portanto, em materiais que resolvam os problemas do seu público e atenda as suas necessidades.

Utilize hiperlinks para confirmar dados

Uma vez que você linka informações, você alavanca sua autoridade em relação ao tema que está tratando. Neste texto, por exemplo, falamos de alguns dados do relatório sobre notícias digitais do Instituto Reuters, e ele foi devidamente linkado, caso o leitor queira checar as informações e saber mais detalhes do estudo.

Mantenha suas páginas atualizadas

Se você tem um site ou blog, é indispensável que eles estejam devidamente atualizados. Dessa forma, além de criar conteúdos relevantes, é interessante que você tenha um volume de informação, que lhe proporcionarão mais confiabilidade junto ao seu público.

Jamais desanime

Obviamente, existem muitos pontos de atenção para produzir um conteúdo que seja realmente sério e que ofereça valor para o seu público. Apesar de não ser um trabalho fácil, enxergue o lado bom da situação: ao produzir conteúdo relevante, você estará se tornando uma autoridade e uma referência junto à sua audiência e ao mercado. Portanto, jamais desanime.

Com tantas fake news no mercado, nunca foi tão importante criar conteúdos de qualidade. À medida que você faz isso, acaba se destacando em meio a um mar de desinformações. Sendo assim, revise o seu planejamento e trabalhe duro para produzir ideias e notícias que realmente façam a diferença para melhor a vida dos seus atuais e futuros clientes.

E se você quer atingir o próximo nível em relação a essa área, aproveite para entender tudo sobre marketing de conteúdo.

Como construir defensores para sua marca

Hospedagem WordPress: O que é, diferenças entre a Hospedagem Comum e para quem é indicada

Uma verdade que toda empresa vai descobrir, mais cedo ou mais tarde, é que para fazer marketing digital e ver resultados consistentes, de forma duradoura, é preciso ter um site próprio.

Por mais que as redes sociais sejam ambientes cada vez mais voltados para fazer negócios, é no seu próprio site que os clientes em potencial terão a chance de se conectar de forma mais profunda com a sua marca, entender e desejar seus produtos.

Logo depois de perceber isso, vem as dúvidas técnicas com relação à criação e a manutenção do site, como: é mesmo preciso investir em design responsivo? Como otimizar as páginas para SEO? E qual hospedagem escolher?

O foco deste artigo é responder a última. Entre as opções mais conhecidas, a hospedagem WordPress tem chamado a atenção de muitos empreendedores que buscam qualidade e simplicidade. Veja tudo que precisa saber sobre ela agora!

Neste artigo você vai ver:

  • O que é o WordPress, e por que ele é tão popular?
  • Quais os principais recursos do WordPress?
  • Quais as diferenças entre a hospedagem WordPress e a comum?
  • A hospedagem WordPress é indicada para mim?

O que é o WordPress, e por que ele é tão popular?

O WordPress é o sistema de CMS (Content Management System), ou sistema de gerenciamento de conteúdo, mais usado e respeitado no mundo.

Só para você ter noção de quanto ele é popular, 30% de todos os sites na internet usam o sistema!

Existem muitas outras opções de qualidade para gerenciar websites, quer sejam estáticos ou possuam conteúdo dinâmico, como blogs. Mas nenhuma delas sequer chega perto do WordPress em popularidade. Por quê?

Veja 3 dos principais motivos para isso acontecer:

Open Source

A primeira característica que torna o WordPress tão popular é sua estrutura Open Source, ou seja, ele é feito em código aberto.

Na prática, isso significa que qualquer programador que ler a documentação e estiver disposto a contribuir para o desenvolvimento do sistema pode participar em torná-lo melhor a cada dia.

Basta ler a documentação de como o CMS funciona e seguir os passos destacados para os membros da comunidade para ajudar a torná-lo mais rápido, estável e confiável a cada dia.

Esse modelo colaborativo de funcionamento — muito comum em vários tipos de sistemas digitais — também faz com que o WordPress seja gratuito.

Isso certamente pesa muito na escolha final dos usuários, já que plataformas fechadas envolvem investimentos muito altos, que estão fora do alcance de pequenos empreendedores e pessoas que querem apenas testar uma ideia de negócio.

Comunidade ativa

De nada adiantaria ser um software de código aberto se não tivesse voluntários dispostos a participar na manutenção da plataforma. Felizmente, a comunidade do WordPress é bastante ativa.

Essa comunidade se divide entre desenvolvedores, designers que se dedicam a criar templates para a plataforma e usuários que participam ativamente nos fóruns para tirar dúvidas de outros que passam por dificuldades técnicas.

Esse é outro fator que faz diferença na hora de selecionar uma plataforma, pois mesmo quem não conhece muito de programação pode aprender e contar com a ajuda de outros para realizar o que pretende.

Documentação extensa

A documentação de um sistema, principalmente Open Source, diz muito sobre ele, e não estou falando apenas de deixar claro como a plataforma funciona.

Ela serve para indicar o quanto o software em questão é organizado e sério em sua proposta de valor. Nesse respeito, o WordPress se sai bem mais uma vez.

Com uma documentação extensa, traduzida em diversos idiomas e que não para de evoluir, dá para perceber que o WordPress oferece a segurança necessária que qualquer organização precisa, mesmo para os projetos mais ambiciosos.

Opções de customização

Por último, mas não menos importante, estão as opções de customização quase infinitas que o WordPress oferece aos usuários.

Não importa quais sejam as suas ideias e necessidades, provavelmente podem ser feitas no WordPress, com qualidade superior a outras plataformas de gerenciamento.

É possível criar desde um simples blog para passar o tempo até um portal de notícias mundialmente famoso, ou uma operação de e-commerce completa.

Você pode mudar o layout, otimizar o SEO, automatizar publicações, estender funcionalidades, interagir com o público e realizar uma série de atividades importantes direto da interface administrativa, sem contar as opções avançadas para desenvolvedores.

Quais os principais recursos do WordPress?

Conhecer os principais recursos do WordPress é uma boa forma de ver se essa plataforma tem o que você precisa para a sua estratégia digital.

Afinal, só porque a maioria das pessoas faz bom uso dele que não significa que seja, automaticamente, a melhor escolha para o seu site.

Entre os maiores atrativos para sites de todos os tipos, de blogs a soluções de e-commerce, podemos destacar:

Temas acessíveis (e altamente customizáveis)

Escolher um tema no WordPress é tarefa das mais fáceis. Basta escolher entre milhares de layouts prontos, muitos deles gratuitos, e instalar na sua área administrativa em poucos minutos.

Como já destacado, o WordPress conta com uma comunidade gigantesca, então é fácil encontrar recursos para a plataforma, como temas gratuitos de qualidade.

Além disso, é possível comprar temas baratos e contratar um profissional habilitado para fazer os ajustes necessários e deixar o site com a identidade visual da sua empresa.

Assim, você tem várias opções para conseguir um site de qualidade, feito sem demora e custando uma fração do que seria investido na produção de um website do zero em alguns casos.

Estrutura completa de gerenciamento

Tudo que você precisa está no WordPress: funções para produzir, publicar e editar postagens, integrar ferramentas de marketing e vendas, analisar métricas de desempenho, interagir com o público por meio dos comentários e assim por diante.

É uma estrutura completa de gerenciamento, que pode ser usada de forma simples e contínua tanto por empreendedores individuais quanto por empresas multinacionais.

Existe até a opção de contar com vários subdomínios sob a mesma interface administrativa, o que é bastante útil para sites em vários idiomas ou para empresas que usam subdomínios relacionados entre si.

Plugins variados

Tudo que não for possível fazer com os recursos nativos do seu tema pode ser melhorado com a ajuda de plugins. Eles servem para aumentar o leque de possibilidades do seu site.

A biblioteca de opções é simplesmente impressionante, e conta com ferramentas de vários tipos para executar tarefas importantes e melhorar o desempenho do site.

Novamente, você tem a opção de comprar plugins Premium, se precisar de funções muito específicas.

Mas, normalmente, as empresas que os vendem contam com sistemas de suporte de qualidade, além de oferecer um valor que supera rapidamente o investimento.

Quais as diferenças entre a hospedagem WordPress e a comum?

Diante do grande apelo do WordPress, e baseando-se exatamente no fato de que a maioria dos sites usa a plataforma, muitos servidores decidiram oferecer uma opção direta e customizada: a hospedagem WordPress.

A maior dúvida de quem se depara com essa opção na hora de contratar um plano de hospedagem é: “será que essa é a solução mais indicada para mim?”

Antes de responder essa questão, vamos entender melhor as principais diferenças entre a hospedagem WordPress e a comum, também conhecida como hospedagem compartilhada.

São 4 diferenças principais que merecem a sua atenção ao fazer essa escolha importante:

Acesso ao painel administrativo

A primeira grande diferença da hospedagem WordPress para a alternativa mais comum no mercado, a compartilhada, diz respeito ao acesso do painel administrativo.

A hospedagem compartilhada opera na tecnologia CPanel conta com uma interface cheia de opções e caminhos diferentes para seguir.

Por outro lado, quem contrata o serviço exclusivo do WordPress tem apenas uma interface simples à disposição, com as ações básicas do sistema CMS.

Nessa versão simplificada, o usuário consegue criar contas de e-mail, adicionar domínios e realizar algumas outras ações específicas, mas nada muito diferente disso. É bem direto e prático.

Uso de outras plataformas

Numa hospedagem que dá acesso à interface CPanel, você tem uma flexibilidade muito maior para testar vários sistemas CMS ou mesmo instalar apenas uma versão HTML (a mais simples) do seu site.

Já com a hospedagem WordPress isso não acontece. O plano contratado é específico, e não há o que testar ou explorar. Tudo se resume a manter um sistema WordPress em funcionamento, nada mais.

Vale lembrar que a hospedagem compartilhada também dá acesso ao sistema WordPress, então optar por ela não significa abrir mão do CMS. Apenas requer um pouco mais de familiaridade com a interface na hora da instalação.

Recursos extras

A hospedagem WordPress também conta com alguns recursos extras, algo já esperado em troca da flexibilidade que se perde com relação às opções convencionais.

Uma das vantagens é que ela oferece backup automático do site e do sistema, algo que aumenta bastante a segurança da operação. Outro recurso que costuma fazer parte desse tipo de solução previne ataques de hackers.

Ainda outro benefício é o CDN (sigla em inglês que significa “Rede de Distribuição de Conteúdo”), uma forma de agilizar o carregamento das páginas — isso é importante para a experiência do usuário e até para o ranqueamento no Google!

Preço

Com os benefícios a mais que acabamos de citar, nada mais natural que haver uma diferença de preço na hospedagem WordPress. Certo?

Levando em conta que a hospedagem compartilhada é o modelo mais usado no mundo e que a concorrência é enorme, essa solução é mais barata que a hospedagem WordPress.

Mas, mesmo que o preço seja importante para a sua decisão, não presuma logo que é melhor deixar de lado a hospedagem WordPress. Pense em qual é a sua condição como cliente.

Você tem o conhecimento necessário para usar o CPanel sem dificuldades? Caso não tenha, quanto gastaria para contratar um profissional dedicado a manter o sistema?

Todos os custos devem ser considerados, assim como o tempo que vai gastar caso decida cuidar pessoalmente do sistema. O barato pode sair caro, e a comodidade da hospedagem WordPress é bastante atraente nesses casos.

A hospedagem WordPress é indicada para mim?

Agora que você já sabe o que muda da hospedagem WordPress para a compartilhada, fica mais fácil decidir se ela é realmente indicada para a sua empresa ou se vale a pena apostar em outra opção.

A resposta a essa pergunta é: depende. Mas calma, não vou ser vago e te deixar na dúvida! Basta considerar alguns pontos importantes sobre as suas necessidades e características, e vai ficar fácil escolher.

A hospedagem WordPress é indicada para você caso se encaixe nos seguintes critérios:

  • busca o máximo de simplicidade: se não conhece nada de programação e não tem alguém que cuide disso na sua empresa, a hospedagem WordPress é mais prática;
  • já conhece o sistema: é importante que você já conheça o sistema, ou ao menos já entenda como ele funciona, para não se decepcionar depois;
  • tem um blog ou e-commerce: blogs e lojas virtuais exigem constante atualização, já que lidam com grande volume de conteúdo, e poucos sistemas são tão completos para gerenciar isso quanto o WordPress.

A hospedagem WordPress pode não ser a melhor opção caso você prefira os pontos abaixo:

  • flexibilidade: se prefere a flexibilidade de fazer testes para comparar o WordPress com outros sistemas CMS ou acessar a interface CPanel da hospedagem, melhor escolher a solução comum;
  • conhecimento do sistema: se não faz ideia de como funciona o WordPress, melhor não se comprometer com uma hospedagem que o oferece como única opção para gerenciar seu conteúdo;
  • ter um site estático: se seu site é estático e não precisa de atualizações ou conteúdo recorrente, o WordPress não é necessário, e pode ser mais útil escolher uma hospedagem compartilhada.

Assim, a escolha pela hospedagem WordPress depende do seu perfil e do que procura para o seu site no momento. A facilidade de instalação e alguns recursos extras são válidos caso não tenha conhecimento e já esteja decidido pelo WordPress. Caso contrário, é melhor usar a hospedagem compartilhada, que é também mais flexível.

Ainda está na dúvida sobre o WordPress, e quer se aprofundar mais no CMS mais usado no mundo?Então confira nosso Guia de WordPress para blos corporativos.

Wordpress para Blogs Corporativos

História dos blogs

História dos blogs: como a evolução dos blogs pode impactar no seu negócio

É engraçado como muitas pessoas ainda não aceitaram a ideia de que blogs podem ser corporativos.

E faz até um certo sentido. Porque por muito tempo eles foram uma ferramenta de comunicação de pessoas, e não de marcas, como uma espécie de diário.

Porém é importante entender as mudanças que ocorreram nesse canal e em suas plataformas, porque elas dizem muito a respeito do futuro do Marketing Digital e do Marketing de Conteúdo.

Por isso vamos trabalhar aqui com uma máquina do tempo e com duas perspectivas diferentes: uma com o olhar para o passado e como chegamos até aqui, e uma com perspectivas para o futuro, para que você comece a pensar fora da caixa e entenda se:

  • Os blogs vão morrer?
  • Eu devo ter um blog?
  • Eu já devia ter um blog?
  • Pra que raios serve isso?
  • O que esperar dos blogs em 2030?

Os primeiros blogs

Coincidência ou não, o primeiro blog da internet foi criado por um brasileiro.

Em 1994, o cientista do MIT Media Lab, Claudio Pinhanez, criou um site chamado “Open Diary” — e isso explica muita coisa sobre a nossa percepção atual desse canal — com o objetivo de contar um pouco sobre a sua vida.

 

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Obrigada, Claudio!

Com isso, o conteúdo do blog eram suas viagens, filmes… enfim, coisas que ele considerava relevantes, tornando aquela página um local para expressar sua opinião e documentar a sua vida.

No mesmo ano surgiu o Links.net, criado por um estudante americano chamado Justin Hall, que tinha basicamente o mesmo papel: falar sobre coisas do seu interesse, dos mais diversos temas. Desde dicas de HTML até músicas e conselhos sobre relacionamentos.

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Ainda dá para acessar o blog de Justin!

A partir daí outras pessoas começaram a fazer a mesma coisa: criar blogs que realmente funcionavam como diários pessoais, com os mais diversos temas e pegadas.

Blogs: diários de vários adolescentes

Depois disso, no início dos anos 2000, com a popularização da internet, especialmente pelo público mais jovem, os blogs passaram a virar uma verdadeira febre.

Como as redes sociais ainda não eram canais tão populares ainda — o My Space só foi criado em 2003, o Orkut em 2004 e o Twitter em 2006 — as pessoas usavam os blogs para contar para outras um pouco sobre suas vidas.

Especialmente no Brasil, um fenômeno tomou conta da internet: os fotologs ou flogões.

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Se você tem entre 20 e 30 anos, você possivelmente se lembra — ou teve um.

Eram blogs que funcionavam como páginas pessoais, altamente personalizáveis, especialmente para a época. E o objetivo era funcionar como um diário online onde as pessoas postavam fotos, textos, músicas… enfim, o que elas quisessem.

 

O mundo contra os blogs

Logo as pessoas começaram a usar os blogs com outros objetivos, bem mais profissionais: escrever sobre temas específicos, a rotina de sua área de atuação e notícias, por exemplo.

E pela facilidade e acessibilidade desse canal, cada vez mais pessoas usam os blogs como sua fonte de consumo de informações em geral.

Nesse contexto, em 2007, o jornal Estado de São Paulo chegou a fazer uma campanha contra o consumo de conteúdos em blogs.

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Na época o jornal afirmava que as pessoas não sabiam quem realmente estava por trás dos blogs, e por isso deveriam tomar cuidado e não consumir qualquer tipo de conteúdo online.

Na prática, dá para entender o que realmente aconteceu: os jornais online estavam perdendo o seu espaço para outros canais que também divulgavam notícias e informações úteis para as pessoas.

Porém, muitas vezes não se tratavam de empresas de comunicação, e sim profissionais ou até mesmo pessoas normais compartilhando conhecimento.

Pouco tempo depois o próprio jornal começou a criar matérias falando sobre a tentativa dos blogs de “consolidar sua credibilidade”, trazendo a discussão para todo mundo: como acreditar em um blog.

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Fonte: Estadão

 

E é claro que muitas pessoas ficaram com um pé atrás em relação a esse tipo de conteúdo, mas isso não impediu que mais e mais pessoas criasse e lessem conteúdos de blogs.

Os blogs, as blogueiras e as marcas

Os blogs também começaram a ter uma outra associação: o mundo das blogueiras.

Afinal, houve uma explosão de, em geral mulheres, que começaram a usar o canal como um portal de branding pessoal, onde discutiam sobre assuntos diversos como maquiagem, saúde, beleza e outros assuntos geralmente ligados a um lifestyle.

Aliás, muitas delas nem precisavam ter um blog: um canal no Youtube ou uma página no Instagram para que elas se enquadrassem na categoria.

O curioso nessa história é que as marcas perceberam o poder e a influências que essas blogueiras tinham com o seu público-alvo, e elas passaram a ser as novas queridinhas da publicidade.

Não é incomum acompanhar uma blogueira que recebe muitos “mimos” ou que tenha se tornado a garota propaganda de uma empresa.

Os blogs corporativos como uma estratégia de marca

Talvez esse tenha sido o primeiro pulo para que muitas empresas começassem a considerar ter os seus próprios blogs. Mas não pense que tudo começou nesse momento.

O Marketing de Conteúdo já é uma estratégia bem anterior a isso — começou em 1895, quando a John Deere lançou uma revista para os seus clientes, e em 1900 com o Guia Michelim.

Porém, online, algumas empresas ainda se apegavam mais a estratégias outbound.

Só que enquanto todo mundo estava tentando simplesmente vender os seus produtos na internet, com uma enxurrada de anúncios e pop ups sem fim, os usuários estavam na internet não só para comprar, mas para consumir conteúdo de qualidade.

E, por isso, aumentava o número de Adblockers — bloqueadores de anúncios — que chegou a bater a marca de 500 milhões de downloads em 2016.

Mas os blogs corporativos, na verdade, surgiram junto com os primeiros blogs.

A pioneira foi a Microsoft que criou o Channel 9 em 2004, e logo outras grandes marcas perceberam o poder que essa ferramenta tinha.

Por exemplo a P&G, que lançou em 2008 o “BeingGirl.com”, blog voltado para sua persona adolescente, e que foi considerado 4x mais efetivo que as mídias tradicionais por uma pesquisa feita pela Foster.

Hoje, segundo a Content Trends, maior pesquisa de Marketing de Conteúdo do país, 73% das empresas já adotam Marketing de Conteúdo.

E, embora algumas empresas ainda não consigam entender a necessidade de ter um blog corporativo, é impossível negar os resultados que eles têm gerado para as marcas, inclusive para a gente.

Precisamos falar do blog post que nos deu quase 2 milhões de reais em receita

Basicamente, com um blog post publicado em dezembro de 2014, 31 meses depois, tinha nos gerado 2 milhões de reais.

Não vou me estender muito na conta, porque você pode ler o case completo aqui.

Mas basicamente, criando um conteúdo evergreen e com uma palavra-chave estratégica para o nosso mercado — Marketing Digital —, multiplicamos o lucro gerado por todos os clientes que nós temos hoje e que nos conheceram a partir desse conteúdo, e chegamos a esse número incrível!

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Ou seja: nós não podemos negar o retorno que um blog corporativo pode ter para um negócio.

O futuro: o que nos espera

Porém, muitas pessoas acreditam que, em poucos anos, os blogs darão lugar a outra coisa — que ainda ninguém sabe exatamente o que é.

Mas olhando para trás e entendendo as mudanças que têm acontecido na maneira de se consumir e produzir conteúdo hoje, é possível fazer algumas estimativas que fazem total sentido.

E é muito importante que você entenda como será o futuro do seu blog.

 

Os consumidores também produzem conteúdo

A primeira coisa que precisamos entender é que blogs e a maioria dos canais na internet possuem uma mão dupla que a maioria das empresas ainda não sabem como aproveitar.

Se de um lado da tela você está produzindo conteúdos, do outro os seus potenciais clientes estão lendo, reagindo e respondendo com os seus próprios conteúdos — a sua marca precisa ficar atenta a isso.

E não só para responder o mais rápido possível e agradecer pelas interações, mas para agregar esse tipo de conteúdo nos seus blogs.

Hoje a Comunidade Rock Content, por exemplo, já tem um espaço para que os próprios freelancers — que são o nosso público — produza e tenha o seu conteúdo publicado no blog.

Além disso já existem marcas que possuem blogs criados pelos seus próprios fãs, falando sobre novidades da marca e experiências com os produtos.

A tendência é que cada vez mais as pessoas e as marcas usem os seus canais de comunicação de maneira integrada, de modo a não se separar o que a marca diz e o que os consumidores respondem.

Blog e site: os dois podem ser uma coisa só

A relação entre blogs e sites vai mudar.

Hoje a maioria dos blogs são parte do site ou mesmo um canal separado que leva as pessoas até o site. Porém, muitas empresas estão tornando tudo uma coisa só.

A Redbull por exemplo já faz isso a muito tempo.

Se você acessa redbull.com, você não vai encontrar, no lugar do site da marca, um portal de conteúdos relacionados ao lifestyle da marca.

Nós não estamos dizendo para que você abrir mão de um ou de outro, mas sim pensar em maneiras de integrar os dois, de modo que o seu site também seja uma fonte de conteúdo útil, e o seu blog não seja completamente à parte disso.

E, com o tempo, a tendência é que as duas plataformas acabem se tornando uma extensão mais prática um do outro.

Blog multicanal

Outro ponto importante é não limitar o seu blog ao seu blog. Isso não existe mais.

Enquanto as pessoas leem um conteúdo, elas acessam o Instagram, conversam no Whatsapp, e interagem com outras diversas plataformas e apps.

Por isso você não deve de jeito nenhum limitar o seu blog ao domínio dele, mas pensar em maneiras de levá-lo a outros canais.

A ideia não é apenas compartilhar os conteúdos em outros canais, mas proporcionar experiências diferentes de um mesmo conteúdo nos diferentes canais que as pessoas acessarem.

Não faz sentido, se os recursos são diferentes, tratar suas redes sociais como você trata o seu blog e fazer a mesma coisa com o seu email.

Até mesmo a plataforma impacta na maneira com que consumimos conteúdo — ou você usa o seu computador e o seu smartphone do mesmo jeito?

Se eles são canais diferentes e onde o consumo de conteúdo é totalmente diferente, a tendência é que cada vez mais o conteúdo criado tenha sua própria versão para cada plataforma de consumo.

Interatividade

Além disso, nós precisamos parar de encarar a produção de conteúdo online como uma maneira digital de fazer o mesmo conteúdo que seria produzido offline.

Pense em quantos recursos multimídia a internet nos fornece a tantos anos, e o quanto os nossos conteúdos ainda se parecem com páginas de revista, mas com um design melhor.

Basta pensar em um livro digital: ele é basicamente uma digitalização de um livro normal, porém que precisa de bateria.

Pensando em inteligência artificial, chatbots e nas assistentes pessoais, a ideia é que os conteúdos também acompanhem essa interseção e se tornem ainda mais imersivos e interativos, usando todos os recursos disponíveis — áudio, vídeo, big data, etc.

Automação sem perder a humanização

Mas nós nunca podemos nos esquecer, por mais clichê que possa parecer, que do outro lado da tela nós temos pessoas.

E por isso é importante sempre pensar na personalização, segmentação e pessoalidade dos nossos conteúdos, focando na experiência que o leitor terá.

Então, a automação não vem para substituir o “analógico” da criação dos seus conteúdos, mas sim como um facilitador para tornar a sua relação ainda mais pessoal com cada um dos seus usuários.

Qual o problema desse futuro?

O problema é que muitas empresas sequer tem um blog ainda, ou estão discutindo a importância do “Mobile Friendly”. Só que tudo isso já não é uma pauta, e sim um pré-requisito muito, mas muito básico.

Por isso, se você ainda tem dúvidas, leia a respeito, busque cases de sucesso — que existem aos montes — e saia da estagnação.

Sendo clichê mais uma vez, mas as novas gerações nasceram na era digital e desconhecem um jeito diferente de consumir conteúdo, que não passe pelo online. E eles são os seus potenciais clientes de amanhã.

E se você já tem um blog, chegou a hora de sair do lugar comum e pensar fora da caixa. Mas é fora da caixa mesmo!

Se desafie, teste, faça coisas novas, cometa erros e os corrija rápido o suficiente para aprender, tirar as coisas boas e testar de novo.

É um desafio diário, inclusive para nós, perder o hábito de fazer mais do mesmo, mesmo porque tem dado muito certo!

Porém, existe uma frase que é quase um mantra do nosso time: “O que te trouxe até aqui não é o que vai te levar aonde você quer chegar”. E o blogpost que nos deu 2 milhões possivelmente não vai ser o mesmo que vai nos gerar ainda mais receita em menos tempo ainda.

Se você entende isso e quer sair do lugar comum, eu te aconselho a começar falando com um de nossos consultores.

Agendar consultoria

Qual a diferença entre CMS e hospedagem? Entenda aqui!

Aprender o que é necessário para executar uma estratégia de marketing digital bem-sucedida é um processo complexo, com grande consumo de informações, testes e experimentos práticos para validar os novos conceitos.

Enquanto certas partes desse processo são uma verdadeira sopa de letrinhas, outras podem confundir um pouco. Quantas vezes você já aprendeu sobre um conceito e pensou “Mas isso não é a mesma coisa que…”?

Um bom exemplo disso é a dupla CMS e hospedagem. Se o seu conhecimento sobre ambos é básico, deve saber que hospedagem tem a ver com manter um site no ar e que CMS é o que mantém um blog funcionando. Espera, não é tudo a mesma coisa?

Não. Existem diferenças claras, e neste artigo vamos te mostrar quais são elas. Além disso, vamos ver melhor cada tema e como os dois são importantes para a sua empresa se dar bem na internet.

Antes de mais nada, o que é CMS?

O significado do termo CMS (Content Management System) pode ser traduzido em português como Sistema de Gerenciamento de Conteúdo.

E o nome é bem auto descritivo, já que o propósito do software é organizar de forma completa uma estratégia de conteúdo.

Isso inclui facilitar o planejamento, a produção, edição, otimização e distribuição do conteúdo de um blog ou portal. Se você tem ou já teve um blog, é muito provável que já tenha visto ou usado um sistema do tipo.

Afinal, não se trata só da facilidade de trabalhar no dia a dia, mas de pontos técnicos, como a criação e manutenção de um banco de dados para armazenar todo o material publicado.

Conheça os 3 principais softwares de CMS do mercado

Se você começar agora uma busca detalhada por todos os CMSs do mercado, vai faltar tempo para analisar tantas opções em detalhes. A quantidade de sistemas de gerenciamento de conteúdo, gratuitos ou pagos, é absurda.

Mas o objetivo deste artigo não é falar demais sobre todos os sistemas do mercado, mas dar um norte a quem se interessa em encontrar as melhores ferramentas.

Com isso, vamos manter o foco em 3 dos softwares de CMS mais usados e respeitados do mundo. Veja por que eles chegaram a esse status e como podem ajudar na sua estratégia:

1. WordPress

Quer um único motivo para usar o WordPress e nem se preocupar com todas as outras alternativas? Ele é o mais usado no mundo todo!

Para dar um contexto maior, aqui vão alguns números significativos sobre a plataforma:

  • o WP representa nada menos que 59.9% de todos os sites que usam algum tipo de CMS no mundo;
  • a participação de mercado do WordPress é de 31.4%;
  • o número de sites que usam a plataforma já passa de 26 milhões, e continua aumentando.

2. Joomla!

Será que a força do WordPress significa que ele é o único CMS de confiança e qualidade? Pelo contrário. O Joomla! também tem grandes méritos, é mundialmente usado e reconhecido.

O sistema de código aberto já recebeu vários prêmios como melhor aplicação nos últimos anos, o que mostra a solidez da plataforma e a força de sua comunidade.

Além dessas qualidades, a marca de 2 milhões de websites ativos no mundo foi alcançada pelo Joomla! por conta de fatores como flexibilidade do sistema e facilidade para escalar.

3. Drupal

A ideia do Drupal, que tem muitos dos princípios do WP (como a linguagem em PHP e a comunidade enorme de desenvolvedores) é empoderar projetos digitais que se destaquem dos demais.

Em outras palavras, o Drupal é mais indicado para projetos maiores e mais ambiciosos. Por isso, se a sua ideia é criar um site potente e capaz de suportar grande volume de conteúdo, múltiplos domínios e idiomas, pode contar com o sistema.

Prova disso é que o Drupal é o CMS de escolha dos governos dos EUA, França e da cidade de Londres e conta com mais de 1 milhão de colaboradores em sua comunidade.

O que é a tão falada hospedagem?

Você só está lendo este blog agora porque ele conta com um serviço de hospedagem. Todas as outras abas que estão abertas agora no seu navegador também.

A hospedagem web é como um aluguel para manter o seu site disponível na internet. Se não contratar esse serviço, seu blog só poderá ser visto na máquina local em que foi programado, ou seja, não terá utilidade nenhuma.

Existem muitos tipos de hospedagem, que vamos explorar logo abaixo, e empresas que vendem esse tipo de serviço, com pagamentos mensais, trimestrais e até anuais.

Conheça os 4 principais tipos de hospedagem

A ideia de contratar um serviço de hospedagem não poderia ser mais simples: sem isso seu site não funciona. Simples assim. Mas, na prática, há alguns aspectos que precisam ser considerados antes de bater o martelo.

Quer ajuda nesse processo? Então entenda melhor os 4 tipos principais de hospedagem web, e como elas são diferentes entre si:

1. Hospedagem compartilhada

É o tipo mais comum de hospedagem, em que vários sites dividem o mesmo servidor.

Os atrativos da hospedagem compartilhada são o preço competitivo e o fato de atender bem a demanda da maioria dos sites e blogs, que não têm tanto tráfego.

Existem até opções gratuitas de hospedagem compartilhada, mas são indicadas apenas para testes ou sites que desejam receber poucas visitas, como páginas estáticas.

2. Hospedagem em nuvem

A hospedagem em nuvem funciona com vários servidores físicos que distribuem o processamento de dados por um grande espaço na nuvem.

Então, se um dos servidores passar por problemas, seu site não corre o risco de ficar fora do ar ou ficar lento demais. Por conta dessa flexibilidade e segurança, o custo é maior que o da hospedagem compartilhada.

3. VPS — Servidor Virtual Privado

O servidor virtual privado, assim como a hospedagem em nuvem, cria uma máquina virtual no servidor, a fim de dividir os recursos e melhorar a relação custo-benefício.

A diferença é que em vez de ter várias máquinas dividindo um espaço na nuvem, aqui o espaço de cada máquina é dividido por vários projetos. Assim, o VPS é o intermediário entre a hospedagem compartilhada e a de nuvem.

4. Servidor dedicado

Esse é o tipo mais seguro e robusto de hospedagem, recomendado para sites ou aplicativos que precisam de muito poder de fogo e alto nível de segurança.

Como o servidor é 100% seu, é totalmente customizável às suas necessidades. Obviamente, o custo dele também é muito mais alto que dos demais.

Quando contratar um serviço de hospedagem?

Será que a sua empresa precisa mesmo de um serviço de hospedagem? Se o seu propósito é iniciar um dos três tipos de projeto abaixo, a resposta é sim. Entenda o porquê:

Site ou blog próprio

Como já dissemos, não dá para ter um site sem a hospedagem, nem mesmo um site ruim! Logo, não importa se a sua intenção é ter uma página simples com poucas informações ou um mega portal de conteúdo, precisa da hospedagem primeiro.

Mas lembre-se que escolher uma boa hospedagem com calma é importante. Antes de decidir por uma solução, pense nos seus projetos futuros e na infraestrutura necessária para dar conta deles.

Loja virtual

Lojas virtuais precisam de uma hospedagem mais robusta e pronta para escalar. Afinal, o objetivo de qualquer empreendedor digital é ver seu negócio crescer.

Se tudo der certo, os números de visitas, transações de compra e pedidos de suporte só vão aumentar. Tudo isso requer capacidade de processamento maior do servidor, e uma hospedagem comum pode não ser suficiente.

Software SaaS

Sistemas vendidos por assinatura, também conhecidos como SaaS (Software as a Service) são tão complexos quanto uma loja virtual, ou até mais.

Não é incomum encontrar serviços de hospedagem feitos exclusivamente para atender a demanda enorme desse tipo de aplicação.

Projetos SaaS costumam ser pagos ou seguir um modelo Freemium (plano grátis que atrai para o plano pago). Com isso, precisam aguentar alto tráfego e processamento de dados, já que nenhum cliente quer um produto que sai do ar de repente.

O resumo da ópera: hospedagem e CMS caminham juntos

Depois de entender a diferença entre hospedagem e CMS, você já deve ter notado que não existe espaço para aquela velha pergunta feita em comparativos: “qual dos dois devo escolher?”.

No fim das contas, as duas soluções andam de mãos dadas, já que não dá para ter um site sem contar com um serviço de hospedagem. Assim, não importa qual o seu projeto, ambas as soluções têm seu lugar nele, o segredo está em escolher a melhor opção entre as muitas que existem no mercado.

E se você ainda não tem um site no ar, contrate agora mesmo um serviço de hospedagem e coloque ao menos uma landing page no ar. Depois disso, busque um CMS de qualidade e crie um site adequado para funcionar dentro dele.

Como você deve ter percebido, um blog de sucesso passa por elementos técnicos como um bom CMS e uma hospedagem confiável, mas não se limita a isso. Baixe agora o guia definitivo do blog corporativo e veja tudo que precisa saber sobre o assunto!

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