Blogs

Os blogs são ferramentas indispensáveis para o Marketing Digital e principalmente para estratégias de Marketing de Conteúdo. É através deles que a maior parte dos conteúdos que você produz alcançará a sua audiência.
Nessa categoria você aprenderá:

  • Como criar o seu blog do zero
  • Como gerenciar o seu blog
  • Os melhores plugins e ferramentas para um blog de sucesso
  • A importância do visual e da experiência do usuário
  • Entre outros temas para garantir que o seu blog vai encantar o seu público

Qual a diferença entre CMS e hospedagem? Entenda aqui!

Aprender o que é necessário para executar uma estratégia de marketing digital bem-sucedida é um processo complexo, com grande consumo de informações, testes e experimentos práticos para validar os novos conceitos.

Enquanto certas partes desse processo são uma verdadeira sopa de letrinhas, outras podem confundir um pouco. Quantas vezes você já aprendeu sobre um conceito e pensou “Mas isso não é a mesma coisa que…”?

Um bom exemplo disso é a dupla CMS e hospedagem. Se o seu conhecimento sobre ambos é básico, deve saber que hospedagem tem a ver com manter um site no ar e que CMS é o que mantém um blog funcionando. Espera, não é tudo a mesma coisa?

Não. Existem diferenças claras, e neste artigo vamos te mostrar quais são elas. Além disso, vamos ver melhor cada tema e como os dois são importantes para a sua empresa se dar bem na internet.

Antes de mais nada, o que é CMS?

O significado do termo CMS (Content Management System) pode ser traduzido em português como Sistema de Gerenciamento de Conteúdo.

E o nome é bem auto descritivo, já que o propósito do software é organizar de forma completa uma estratégia de conteúdo.

Isso inclui facilitar o planejamento, a produção, edição, otimização e distribuição do conteúdo de um blog ou portal. Se você tem ou já teve um blog, é muito provável que já tenha visto ou usado um sistema do tipo.

Afinal, não se trata só da facilidade de trabalhar no dia a dia, mas de pontos técnicos, como a criação e manutenção de um banco de dados para armazenar todo o material publicado.

Conheça os 3 principais softwares de CMS do mercado

Se você começar agora uma busca detalhada por todos os CMSs do mercado, vai faltar tempo para analisar tantas opções em detalhes. A quantidade de sistemas de gerenciamento de conteúdo, gratuitos ou pagos, é absurda.

Mas o objetivo deste artigo não é falar demais sobre todos os sistemas do mercado, mas dar um norte a quem se interessa em encontrar as melhores ferramentas.

Com isso, vamos manter o foco em 3 dos softwares de CMS mais usados e respeitados do mundo. Veja por que eles chegaram a esse status e como podem ajudar na sua estratégia:

1. WordPress

Quer um único motivo para usar o WordPress e nem se preocupar com todas as outras alternativas? Ele é o mais usado no mundo todo!

Para dar um contexto maior, aqui vão alguns números significativos sobre a plataforma:

  • o WP representa nada menos que 59.9% de todos os sites que usam algum tipo de CMS no mundo;
  • a participação de mercado do WordPress é de 31.4%;
  • o número de sites que usam a plataforma já passa de 26 milhões, e continua aumentando.

2. Joomla!

Será que a força do WordPress significa que ele é o único CMS de confiança e qualidade? Pelo contrário. O Joomla! também tem grandes méritos, é mundialmente usado e reconhecido.

O sistema de código aberto já recebeu vários prêmios como melhor aplicação nos últimos anos, o que mostra a solidez da plataforma e a força de sua comunidade.

Além dessas qualidades, a marca de 2 milhões de websites ativos no mundo foi alcançada pelo Joomla! por conta de fatores como flexibilidade do sistema e facilidade para escalar.

3. Drupal

A ideia do Drupal, que tem muitos dos princípios do WP (como a linguagem em PHP e a comunidade enorme de desenvolvedores) é empoderar projetos digitais que se destaquem dos demais.

Em outras palavras, o Drupal é mais indicado para projetos maiores e mais ambiciosos. Por isso, se a sua ideia é criar um site potente e capaz de suportar grande volume de conteúdo, múltiplos domínios e idiomas, pode contar com o sistema.

Prova disso é que o Drupal é o CMS de escolha dos governos dos EUA, França e da cidade de Londres e conta com mais de 1 milhão de colaboradores em sua comunidade.

O que é a tão falada hospedagem?

Você só está lendo este blog agora porque ele conta com um serviço de hospedagem. Todas as outras abas que estão abertas agora no seu navegador também.

A hospedagem web é como um aluguel para manter o seu site disponível na internet. Se não contratar esse serviço, seu blog só poderá ser visto na máquina local em que foi programado, ou seja, não terá utilidade nenhuma.

Existem muitos tipos de hospedagem, que vamos explorar logo abaixo, e empresas que vendem esse tipo de serviço, com pagamentos mensais, trimestrais e até anuais.

Conheça os 4 principais tipos de hospedagem

A ideia de contratar um serviço de hospedagem não poderia ser mais simples: sem isso seu site não funciona. Simples assim. Mas, na prática, há alguns aspectos que precisam ser considerados antes de bater o martelo.

Quer ajuda nesse processo? Então entenda melhor os 4 tipos principais de hospedagem web, e como elas são diferentes entre si:

1. Hospedagem compartilhada

É o tipo mais comum de hospedagem, em que vários sites dividem o mesmo servidor.

Os atrativos da hospedagem compartilhada são o preço competitivo e o fato de atender bem a demanda da maioria dos sites e blogs, que não têm tanto tráfego.

Existem até opções gratuitas de hospedagem compartilhada, mas são indicadas apenas para testes ou sites que desejam receber poucas visitas, como páginas estáticas.

2. Hospedagem em nuvem

A hospedagem em nuvem funciona com vários servidores físicos que distribuem o processamento de dados por um grande espaço na nuvem.

Então, se um dos servidores passar por problemas, seu site não corre o risco de ficar fora do ar ou ficar lento demais. Por conta dessa flexibilidade e segurança, o custo é maior que o da hospedagem compartilhada.

3. VPS — Servidor Virtual Privado

O servidor virtual privado, assim como a hospedagem em nuvem, cria uma máquina virtual no servidor, a fim de dividir os recursos e melhorar a relação custo-benefício.

A diferença é que em vez de ter várias máquinas dividindo um espaço na nuvem, aqui o espaço de cada máquina é dividido por vários projetos. Assim, o VPS é o intermediário entre a hospedagem compartilhada e a de nuvem.

4. Servidor dedicado

Esse é o tipo mais seguro e robusto de hospedagem, recomendado para sites ou aplicativos que precisam de muito poder de fogo e alto nível de segurança.

Como o servidor é 100% seu, é totalmente customizável às suas necessidades. Obviamente, o custo dele também é muito mais alto que dos demais.

Quando contratar um serviço de hospedagem?

Será que a sua empresa precisa mesmo de um serviço de hospedagem? Se o seu propósito é iniciar um dos três tipos de projeto abaixo, a resposta é sim. Entenda o porquê:

Site ou blog próprio

Como já dissemos, não dá para ter um site sem a hospedagem, nem mesmo um site ruim! Logo, não importa se a sua intenção é ter uma página simples com poucas informações ou um mega portal de conteúdo, precisa da hospedagem primeiro.

Mas lembre-se que escolher uma boa hospedagem com calma é importante. Antes de decidir por uma solução, pense nos seus projetos futuros e na infraestrutura necessária para dar conta deles.

Loja virtual

Lojas virtuais precisam de uma hospedagem mais robusta e pronta para escalar. Afinal, o objetivo de qualquer empreendedor digital é ver seu negócio crescer.

Se tudo der certo, os números de visitas, transações de compra e pedidos de suporte só vão aumentar. Tudo isso requer capacidade de processamento maior do servidor, e uma hospedagem comum pode não ser suficiente.

Software SaaS

Sistemas vendidos por assinatura, também conhecidos como SaaS (Software as a Service) são tão complexos quanto uma loja virtual, ou até mais.

Não é incomum encontrar serviços de hospedagem feitos exclusivamente para atender a demanda enorme desse tipo de aplicação.

Projetos SaaS costumam ser pagos ou seguir um modelo Freemium (plano grátis que atrai para o plano pago). Com isso, precisam aguentar alto tráfego e processamento de dados, já que nenhum cliente quer um produto que sai do ar de repente.

O resumo da ópera: hospedagem e CMS caminham juntos

Depois de entender a diferença entre hospedagem e CMS, você já deve ter notado que não existe espaço para aquela velha pergunta feita em comparativos: “qual dos dois devo escolher?”.

No fim das contas, as duas soluções andam de mãos dadas, já que não dá para ter um site sem contar com um serviço de hospedagem. Assim, não importa qual o seu projeto, ambas as soluções têm seu lugar nele, o segredo está em escolher a melhor opção entre as muitas que existem no mercado.

E se você ainda não tem um site no ar, contrate agora mesmo um serviço de hospedagem e coloque ao menos uma landing page no ar. Depois disso, busque um CMS de qualidade e crie um site adequado para funcionar dentro dele.

Como você deve ter percebido, um blog de sucesso passa por elementos técnicos como um bom CMS e uma hospedagem confiável, mas não se limita a isso. Baixe agora o guia definitivo do blog corporativo e veja tudo que precisa saber sobre o assunto!

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Joomla: as vantagens de usar um CMS

Joomla: o que é e quais as vantagens de usar esse CMS

Joomla é uma das opções de CMS disponíveis no mercado. Entenda qual seu funcionamento e as vantagens de contar com ele em sua estratégia de Marketing de Conteúdo.

O Joomla é um CMS cuja sigla significa Content Management System, ou seja, é um sistema voltado para gestão de conteúdo na web.

Ele foi criado em 2005 por um grupo de desenvolvedores chamado OSM, que usaram PHP e base de dados MySQL, com a finalidade de proporcionar rapidez e flexibilidade na criação de sites, além de design personalizado e baixo investimento.

Desta forma, o Joomla ajuda na publicação e gestão de conteúdos na web, sobretudo para leigos, sendo utilizado para lojas virtuais, blogs corporativos, portais de notícia, catálogos de serviços, entre outros formatos.

E, neste artigo, mostramos a você todas as vantagens que esse CMS pode trazer à sua estratégia digital. Vamos lá?

O que é um CMS?

Mas, primeiro, vamos entender o que é um CMS e porque ele é tão útil. Um Content Management System é uma plataforma que oferece as ferramentas necessárias para criar, publicar e gerir conteúdos online.

Hoje, a maioria dos CMS vêm com diversas ferramentas necessárias para a criação de qualquer tipo de conteúdo, embora a tomada de decisão na hora de comprar um sistema deva ser no sistema que lhe pareça mais apropriado para o seu objetivo.

Inclusive, mesmo pessoas que não tenham experiência em desenvolvimento web podem se beneficiar do uso de um CMS.

E até profissionais que conhecem programação podem tirar proveito de CMS nas vezes em que faça mais sentido usar uma plataforma ao invés de criar um site totalmente do zero.

E open source? O que é?

Open source, como o próprio termo em inglês diz, é um modelo de desenvolvimento em código aberto tanto para criação de design quanto produtos ou sites, permitindo que as pessoas envolvidas no projeto consultem, examinem ou modifiquem o produto.

Dessa forma, o open source traz as seguintes características:

  • distribuição livre da licença do programa;
  • código fonte que permita a distribuição na forma compilada;
  • possibilidade para que modificações sejam feitas;
  • integridade do autor do código fonte;
  • disponibilidade para qualquer área de atuação;
  • ter licença disponível para qualquer tipo de produto.

E o que é o Joomla?

Como dissemos no começo do post, o Joomla é um CMS de modelo open source. E, agora que estes dois termos foram explicados, vamos conhecer o que é o sistema Joomla.

O Joomla usa templates com funcionalidades pré-definidas, tais como formulários de contato, caixa de comentários, galeria de fotos, e afins.

Além disso, novas funcionalidades podem ser inseridas sem a necessidade de saber programas ou desenvolver sites, pois basta instalar outros templates ou suas extensões.

Assim, a criação de um site ou blog corporativo fica mais rápida e simplificada. E caso seja preciso fazer alguma alteração no código do site, isso é possível por se tratar de um sistema de código aberto.

mini checklist de blog

Embora o WordPress seja o líder em CSM open source, o Joomla também representa uma boa fatia desse mercado. Afinal, aproximadamente 5,9% dos sites em todo mundo que usam gerenciador de conteúdo fazem uso do Joomla.

Para se ter uma ideia, empresas como Nintendo e General Eletric usam o sistema conforme aponta o show case do Joomla.

Como funciona o Joomla?

Agora vejamos o passo a passo de como você pode usar o Joomla. Comecemos pela instalação do sistema.

Como instalar o Joomla

Instalar o Joomla é um processo simples. Primeiro, você deve baixar e instalar a última versão do Joomla. Os passos para isso são:

  1. Extrair o conteúdo baixado e mover os arquivos para o diretório no seu servidor de hospedagem em que o Joomla será instalado. Você pode fazer isso via FTP ou por meio do cPanel do seu host.
  2. Criar um banco de dados no seu servidor de hospedagem.
  3. Acesse o endereço em que você inseriu os arquivos de instalação e siga as instruções que aparecem na tela.
  4. Ao fazer a instalação, informações sobre o seu site e banco de dados serão pedidas assim como nome do site, descrição e e-mail do administrador.
  5. Uma vez que a instalação seja concluída, uma tela aparecerá dizendo “Parabéns! O Joomla foi instalado com sucesso”. Nesse momento, o sistema pedirá que o diretório de instalação seja excluído. A etapa de instalação de novos idiomas também deverá aparecer, o que é um excelente recurso para usar o sistema no seu idioma nativo.

Como usar o Joomla na prática

Uma vez que a instalação esteja concluída, você passa a ter acesso ao painel administrativo do site.

Após fazer o login, você terá acesso à administração do site assim como conteúdos, usuários, estruturas, configurações, e afins.

Para ver a aparência do site, clique no nome do site que aparece no canto superior da tela.

A primeira aparência pode não parecer muito atrativa, porém, não se preocupe. A instalação de novos templates não é complicado.

A primeira coisa a fazer é buscar por temas para o seu Joomla como no Template Monster ou Theme Forest.

Para baixar o tema escolhido, você deve ir em “Extensões”, depois em “Gerenciar”, e por fim em “Instalar”.

O tema instalado será definido como padrão. Seja qual for o tema, é possível escolher estilo, funções, cores, fontes, tamanhos, layouts, etc.

Quais são as funcionalidades do Joomla?

O Joomla tem diversas características interessantes e úteis, trazemos aqui as principais.

Suporte

Como o Joomla é um open source, isso dá aos desenvolvedores a possibilidade de contribuírem inteiramente para o projeto. E caso alguma dúvida apareça, pode-se buscar por ajuda em fóruns ou sites sobre o assunto pela web.

Atualizações

A maneira como as atualizações são feitas é uma das maiores preocupações de qualquer sistema. Afinal, uma desatualização pode trazer lentidão e problemas de segurança.

O Joomla faz verificação automática uma vez que o sistema atualize todas as extensões. Assim, além de avisar quem administra o site, ele também permite que a atualização seja feita em poucos cliques.

Recursos de marketing

Gerenciamento de banners e ferramentas de marketing estão entre as extensões disponíveis no Joomla e são grandes facilitadores para o seu site, portal ou blog caso o seu objetivo seja conversão em vendas.

Gerenciador de conteúdo

O gerenciamento de conteúdo é a principal função do Joomla, afinal, ele foi criado para essa função. Desta forma, organizar e categorizar o conteúdo do site ou blog torna-se mais fácil pelo Joomla por conta das ferramentas de gestão que não requerem linhas de código.

Extensões

No diretório do Joomla existem mais de 7600 extensões com as quais você pode ampliar as funcionalidades do site assim como os plugins no WordPress. Destacamos aqui algumas delas.

Akeeba Backup

Esta é a extensão de backup mais usada no Joomla. Por meio dela, é possível transferir os backups para outro servidor ou restaurá-los num clique. Além disso, ele também permite programar o backup automático em intervalos de tempo determinados por você.

EasyBlog

Com ele você consegue transformar o Joomla num blog. Ele é considerado pelos usuários o melhor sistema para criar blogs no Joomla, além de ser integrado com a maioria dos templates.

HikaShop

Se a ideia é ter uma loja virtual, esta extensão atribui ao seu site as principais funções de um e-commerce tais como catálogo de produtos, carrinho de compras e integração com métodos de pagamento como PayPal e Google Checkout.

Sigplus

Esta é uma extensão para criação de galeria de fotos e gerenciamento de imagens. As galerias podem ter largura fixa ou responsiva, além de serem exibidas em carrossel e outras maneiras. Ou seja, é uma ferramenta simples e com muitos recursos.

Quais são as vantagens de usar o Joomla?

A principal vantagem do Joomla é que qualquer pessoa, independentemente do conhecimento que tenha com CMS, pode construir um site ou blog.

E, caso alguma dúvida surja, também é possível encontrar ajuda nas comunidades formadas por usuários do sistema que podem responder perguntas e dúvidas sobre o sistema.

Outro benefício é que se trata de um sistema de gestão de conteúdo bem versátil. Afinal, o Joomla consegue atender desde blogs pessoais até sites institucionais de maneira 100% customizável.

Assim, o Joomla também pode ajudar a economizar investimentos voltados para soluções digitais, pois não requer a necessidade de serviços e profissionais especializados.

Mesmo se você for parte do time de marketing, pode operá-lo sem problemas quando precisar adicionar uma função ao blog corporativo ou criar uma página de captura para geração de leads.

E quais são as desvantagens?

Como nem tudo são flores, o Joomla possui algumas desvantagens que você deve levar em conta. A primeira dela é o tempo de aprendizado para usar a plataforma ser maior do que noutros CMS como o WordPress, por exemplo.

Além disso, manter um blog no Joomla não é tão simples por exigir instalação das extensões para que a plataforma funcione de maneira adequada.

Por fim, o Joomla não tem um sistema padrão de URLs amigáveis tal como ocorre no WordPress. Para fazer isso, é preciso realizar algumas configurações e instalar componentes. URLs amigáveis não podem ser desconsideradas, pois é uma das boas práticas de SEO.

E por falar nisso, agora que você já sabe o que é o Joomla e como ele funciona, que tal aprender mais sobre SEO? Então, confira o curso da Universidade Rock Content sobre Search Engine Optimization!

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Conheça agora os 3 principais CMSs do mercado!

A importância conquistada pelo marketing digital é indiscutível. Se você ainda tem dúvidas, preste atenção neste dado: a adoção do Marketing de Conteúdo tem crescido de forma exponencial.

Na edição de 2018 da Content Trends, 73% dos respondentes declararam que têm investido nessa frente. E 61,8% das operações que não adotam pretendem fazer isso.

Para ter uma estratégia bem-sucedida nessa área, as empresas não podem deixar de investir na presença digital das marcas.

Para estabelecê-la de forma eficiente, o ponto de partida é a organização da plataforma de comunicação na internet. Ela pode ser ancorada num site institucional, blog corporativo, loja virtual, enfim, é extensa a lista de opções.

Porém, para qualquer uma dessas alternativas, é imprescindível entender como funcionam os principais CMSs do mercado. É a partir desse conhecimento que você vai conseguir escolher o seu Content Management System e, com isso, ter um canal que atenda às suas necessidades e responda às exigências do seu público.

O assunto despertou o seu interesse? Então, você está no lugar certo. Preparamos um post completo sobre o uso dos principais CMSs. Vamos explicar tudo o que você precisa saber sobre WordPress, Drupal e Joomla.

Entenda os diferenciais dos principais CMSs do mercado

WordPress

O WordPress é o mais popular dos CMSs do mercado. Estima-se que 40% dos sites presentes na internet adotem o sistema.

É claro que isso não quer dizer que ele seja o ideal para o seu negócio. A sua organização pode ter outras necessidades, porém, ainda assim é importante entender como ele funciona, certo?

Vamos começar pelas vantagens:

Para começar, leve em conta essa informação: a maioria dos serviços de hospedagem permite que a configuração do WordPress seja feita com apenas alguns cliques, isso é possível porque o sistema já vem instalado, exigindo apenas ajustes de personalização e inserção do conteúdo.

Quem trabalha com isso sabe que esse é um diferencial importante, uma vez que a não compatibilidade entre os sistemas pode render muita dor de cabeça para os gestores.

Outro ponto positivo é o gigantesco volume de templates e plugins disponíveis para os usuários, tanto pagos quanto gratuitos. Na prática, isso significa que você vai conseguir incrementar bastante o seu projeto, independentemente da sua natureza.

Se for um blog corporativo, há excelentes opções não apenas em termos de templates, como de funcionalidades criadas para facilitar a interação com o seu público, uma das demandas do consumidor.

A título de curiosidade, vale o registro de que o WP nasceu justamente para suprir as demandas específicas nessa área, por isso até hoje ele ocupa uma posição de destaque para esse tipo de projeto.

Entre as facilidades, destaque para as formas de publicação dos conteúdos. Com uma interface similar a usada pelos editores de textos mais comuns (como o Word), ela não exige conhecimentos técnicos de linguagem web.

Outra vantagem também é a facilidade para a criação de e-commerces pela plataforma. Sem muita complicação é possível acrescentar várias funcionalidades na página da loja virtual.

Escolhendo os plugins adequados, você consegue:

  • ter uma página atrativa para a exibição dos produtos;
  • cadastrar e gerenciar os itens da loja;
  • inserir e administrar os usuários;
  • fazer a gestão do estoque;
  • configurar métodos de pagamentos;
  • integrar seus sistemas de entrega.

Apesar da praticidade dessa ferramenta, não se engane: é importante contar com serviços especializados. Por mais que se busque conhecimento sobre o assunto, é difícil competir com quem lida com essas questões no dia a dia e, portanto, tem experiência no emprego desses recursos.

De qualquer forma, os gestores dos projetos devem ter uma boa noção do que vão encontrar em cada sistema, até para cuidar melhor da orientação estratégia dos projetos.

Pesa ainda a favor do WP a sua extensa comunidade. Além de ajudar na resolução dos problemas por meio dos fóruns, ela é responsável pela produção de diversos tutoriais, o que ajuda bastante quem está iniciando a jornada na plataforma.

Há ressalvas em relação à adoção do WordPress? Claro que sim, uma vez que nenhum sistema é perfeito. Uma delas diz respeito à segurança. Como em todo sistema open source, de código aberto, é preciso redobrar a atenção.

Os problemas mais comuns são relacionados aos ataques de hackers e outros incidentes do tipo.

Dica dos especialistas: é possível minimizar os riscos com a instalação de plugins de segurança e a adoção de medidas preventivas, como a atualização constante do sistema.

Guia do WordPress para blogs corportativos

Joomla

Concorrente direto do WP, o Joomla compartilha com o seu congênere algumas características: o código aberto e a facilidade de expansão.

Dito isso, vale destacar que estamos nos referindo a um CMS que tem uma variedade maior de ferramentas para se trabalhar.

E o fato delas serem nativas gera uma vantagem importante: são menores as chances de problemas, como ocorre quando se empregam no projeto as chamadas extensões.

Mas nem tudo é perfeito. O uso do Joomla pode exigir mais conhecimento técnico do usuário. Isso pode ser um complicador para quem não domina muito bem a linguagem web. No entanto, o aprendizado será bem recompensado, uma vez que a partir daí você vai ter um sistema que roda com mais facilidade.

Assim como acontece com o WordPress, são comuns sistemas de hospedagem que contam com instaladores automáticos desse CMS. Nesse caso, melhor para o usuário, que pode se concentrar apenas na personalização da página.

Nesse contexto, ao fazer a seleção dos templates, é possível fazer o filtro por tipo de site, seja uma página institucional, e-commerce, blog corporativo, portal de notícias etc.

No quesito personalização, o Joomla é diferente do WordPress. Em vez de ter acesso a um diretório com os temas, será preciso buscar na internet os modelos e fazer o upload.

Mas tem uma vantagem: trata-se de um sistema mais flexível. Com isso, o site tem tudo para ficar mais adequado às necessidades do negócio em questão, o que pode ser um diferencial importante na conquista da sua persona.

O sistema permite, inclusive, que você reorganize os caminhos de navegação, que não são tão engessados como no WordPress.

A gestão do conteúdo é um dos pontos fortes do Joomla. Assim, sem digitar uma única linha de código, o usuário consegue organizar e categorizar seus conteúdos.

Outra questão importante: sites mais complexos vão contar com mais recursos “nativos”. Ou seja, considere essa alternativa se pretende trabalhar com fóruns, portais ou mesmo e-commerce.

No quesito segurança, o Joomla leva vantagem. Primeiro, por não ser tão popular, é menos suscetível aos ataques. Segundo, tem um sistema de autenticação em dois passos, o que minimiza os riscos.

Qual CMS é mais indicado para o seu negócio? A resposta para essa pergunta depende de muitos fatores. Portanto, desconfie de quem for taxativo em relação ao assunto, sem conhecer os detalhes do seu projeto.

Drupal

Tão popular quanto o WordPress, o Drupal tem a preferência de muitas empresas, principalmente das que têm projetos de sites mais complexos.

Para se ter ideia, figuram entre os seus clientes empresas como Sony, Warner, Disney, Nokia, Sun, WhiteHouse, BMG e Sony Ericsson, além de algumas institucionais de bastante peso internacional, como Nações Unidas, Casa Branca e até a Nasa.

Carregamento rápido e segurança são pontos que se destacam no seu uso, assim como as possibilidades de personalização. Nesse caso, vale a observação: as edições e atualizações podem ser feitas, porém, exigem mais conhecimento técnico por parte do usuário.

A exemplo do WordPress e do Joomla, estamos falando de um sistema de código aberto e gerenciado pela comunidade. No entanto, trata-se de uma opção mais avançada do ponto de vista técnico. Se isso é bom para garantir mais versatilidade ao projeto, também pode representar custos mais altos com os desenvolvedores.

A maior prova disso é que essa é uma reclamação recorrente em relação ao Drupal: facilidade de uso. Muitos usuários consideram que o WordPress leva vantagem nesse quesito.

É provável que isso tenha a ver com o volume de opções disponíveis em termos de módulos e outros elementos importantes na criação dos sites. Anote aí: o Drupal trabalha com um diretório de extensões enorme, bastante similar ao do WordPress, mas existem mais módulos pré-instalados.

Para quem está em busca de soluções específicas para determinados setores, o Drupal tem recursos importantes. Ele oferece soluções pré-montadas para os segmentos de saúde, ONGs e universidades, entre outros.

Se o seu projeto pertence a um desses segmentos, avalie os recursos, uma vez que pode ser uma boa saída para agilizar o processo de instalação e de manutenção do sistema de gerenciamento de conteúdo.

Outro diferencial importante do Drupal refere-se à área de administração. Ela oferece diversas opções de personalização desde o início do projeto. Por que isso é importante? Simples, você terá mais controle sobre o site.

No passado, eram comuns as reclamações de que esse diferencial tornava a interface da plataforma mais complicada. A empresa investiu em melhorias nesse sentido e conseguiu simplificar o processo.

E se encontrar problemas na hora da execução? Hoje o Drupal também dispõe de uma comunidade bastante ativa na internet, o que significa que as equipes vão contar com o suporte necessário.

Não há muitas diferenças, também, em relação às práticas de otimização. Os principais CMSs do mercado contam com excelentes ferramentas para melhorar o desempenho dos conteúdos nos buscadores.

No caso do Drupal, além dos recursos nativos (como o cachê embutido que acelera o carregamento das páginas), estão disponíveis várias extensões criadas justamente para melhorar o SEO.

Vale destacar ainda a questão da segurança. Há consenso entre os profissionais da área que esse pode ser considerado um dos pontos fortes do Drupal. 

Ela é garantida a partir de requisitos básicos do sistema e por meio de extensões. É o caso do módulo que gera automaticamente os relatórios, indicando os pontos fracos do site.

Em relação aos aspectos negativos do Drupal, podemos indicar:

  • a necessidade de os profissionais terem mais domínio da parte técnica. Dito de outra forma: a curva de aprendizado costuma ser mais lenta. Nada que não possa ser feito, mas considere que vai levar mais tempo para a tarefa;
  • a exemplo do WordPress e do Joomla, a empresa precisa ter domínio próprio e de hospedagem PHP/MySQL.

Até pelas questões abordadas acima, não é difícil deduzir que, no caso do Drupal, trata-se de uma opção a ser considerada pelas empresas mais preocupadas com a escalabilidade do projeto. Se for esse o seu caso, vale a pena investir numa solução mais complexa e com mais flexibilidade.

Por que é preciso investir num CMS?

Ter um sistema adequado para a gestão do conteúdo é primordial hoje para as empresas não apenas em função da praticidade e do ganho de tempo. A concorrência no ambiente digital está cada vez mais acirrada e, sem qualidade, é impossível reter a atenção do público.

Outro aspecto importante a ser considerado é a relevância conquistada pelo digital na estratégia de atração e retenção de clientes. Independentemente do setor, é difícil imaginar que uma empresa possa expandir o seu negócio sem recorrer aos recursos dessa área.

Se ainda tiver dúvidas sobre isso, lembre-se de que a transformação digital deixou de ser uma tendência, faz parte da realidade atual das empresas. As suas implicações alcançam diversas frentes do negócio, porém, não podemos ignorar a relevância da comunicação.

Ter uma plataforma que consiga valorizar a experiência do usuário é condição básica nesse ambiente. Além disso, é crucial aproveitar os recursos disponíveis para entender melhor o comportamento dos clientes e, a partir daí, ter respostas mais precisas para as suas demandas.

Resumindo, não basta ter um site estático. Aquela ideia de um “cartão de visitas virtual” não atende mais às exigências do consumidor. Não faz sentido, portanto, que as empresas deixem de valorizar o uso de recursos mais sofisticados para aprimorar sua presença no ambiente online.

Quais critérios devem orientar sua escolha de um CMS?

Como você deve ter percebido, a escolha do CMS ideal para o seu negócio exige atenção a diversos fatores.

Considerando as condições da sua empresa, analise os seus objetivos no ambiente digital, o orçamento disponível para o projeto e, claro, as funcionalidades que atendem à sua demanda.

Além de avaliar as características dos principais CMSs do mercado, vale também conferir outras opções menos populares, como Wix, Bloggler (que pertence ao Google), TextPattern e Radiant.

Para aprofundar mais suas pesquisas, não deixe de ler nosso guia definitivo do blog corporativo.

guia definitivo do blog corporativo

Conheça o Drupal: um dos mais populares CMSs do mercado!

Se mesmo assim você ainda não entendeu muito bem o que é o Drupal, tem uma maneira fácil de saber do que se trata: ele é um concorrente direto do WordPress.

Mais conhecida entre as empresas de e-commerce, por causa das suas funcionalidades mais avançadas para essa área, a plataforma em questão também é uma excelente opção para quem precisa de um site ou blog que exija uma estrutura mais complexa.

Em termos mundiais, o sistema não tem uma participação tão expressiva entre os CMSs disponíveis no mercado. Segundo os dados da W3Techs, atualizados em julho de 2018, o ranking do segmento é liderado com folga pelo WordPress (59,9% de share), seguido do Joomla (que tem 5,9% do segmento) e do Drupal (com 3,9%).

Essa posição provavelmente tem relação com a facilidade de uso do sistema, que é um dos seus pontos críticos, em especial para quem não domina a linguagem web. Porém, ele leva vantagem em aspectos importantes, como segurança e flexibilidade.

Quer saber mais sobre o Drupal? Então continue com a gente, pois vamos apresentar o sistema, como instalar, como usar, além de detalhar os principais benefícios de usá-lo como CMS!

O que é um CMS?

Mas, primeiro, vamos entender o que é um CMS e porque ele é tão útil. Um Content Management System é uma plataforma que oferece as ferramentas necessárias para criar, publicar e gerir conteúdos online.

Hoje, a maioria dos CMS vêm com diversas ferramentas necessárias para a criação de qualquer tipo de conteúdo, embora a tomada de decisão na hora de comprar um sistema deva ser no sistema que lhe pareça mais apropriado para o seu objetivo.

Inclusive, mesmo pessoas que não tenham experiência em desenvolvimento web podem se beneficiar do uso de um CMS. E até profissionais que conhecem programação podem tirar proveito de CMS nas vezes em que faça mais sentido usar uma plataforma ao invés de criar um site totalmente do zero.

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O que é o Drupal?

O Drupal é um sistema de gerenciamento de conteúdo escrito em PHP e visto como um framework modular. Afinal, ele permite criar e gerir conteúdo, modificar a aparência do site ou blog, além de automatizar tarefas que podem ser executadas por usuários e colaboradores cadastrados no sistema.

Como seu desenvolvido é em PHP, uma linguagem open source, o Drupal não precisa de um sistema operacional específico. Contudo, precisa de um servidor HTTP que seja compatível com PHP, assim como o Servidor Apache e um banco de dados como o MySQL, o mais recomendado para seu funcionamento.

O Drupal é descrito como um Framework de Gerenciamento de Conteúdo porque dispõe de funcionalidades básicas de um CMS além de possibilitar que diferentes ferramentas na nuvem se comuniquem, o que facilita o desenvolvimento de módulos extensivos.

Quais as principais características do Drupal?

  • permite a criação de sites mais complexos e que precisem gerenciar um alto volume de dados dos clientes;
  • pelas características técnicas, tem um carregamento rápido e um nível de segurança bastante adequado;
  • trata-se de uma solução multilíngue, ou seja, está disponível em vários idiomas;
  • a versão mais recente foi pensada para atender à demanda multicanal dos usuários. Assim, estamos falando de um sistema responsivo e que oferece a melhor experiência front end, independentemente do dispositivo de acesso;
  • acessível por padrão, o Drupal incorpora em sua configuração os padrões internacionais dessa área. No dia a dia, isso significa que os sites podem ser usados, administrados e editados por pessoas com deficiência.

Como funciona o Drupal?

O Drupal é um sistema mais flexível que o WordPress, embora tenha mais configurações com as quais você precisará lidar para deixar o site ou blog da maneira como você quer.

Por isso, vamos mostrar agora usar esse sistema, confira:

Como instalar o Drupal?

Para você instalar o CMS Drupal no seu site, o caminho mais simples é usar um auto instalador que costuma vir na maioria dos serviços de hospedagem.

Para isso, basta acessar o painel de controle do seu host, procurar o auto-instalador e, dentro dele, o ícone do Drupal. Ele deverá pedir algumas informações como nome de usuário e senha antes de concluir a instalação.

Caso o seu servidor não tenha um instalador, não se preocupe, pois você pode instalar manualmente.

Como instalar o Drupal manualmente?

Para fazer a instalação de maneira manual, acesse o site oficial do Drupal e baixe o arquivo no formato zip. Em seguida, extraia os arquivos compactados e transfira-os para a sua conta de hospedagem via FTP ou o próprio gerenciador de arquivos do host.

Uma vez que você esteja no diretório da sua hospedagem, é preciso escolher o caminho em que você deve fazer a instalação. Geralmente o “public_html” é a pasta voltada para isso. Logo, extraia nela o arquivo zipado até que todos o conteúdo apareça.

Agora o próximo passo é criar um banco de dados. Em boa parte dos servidores, o banco de dados oferecido é o MySQL que pode ser criado em poucos cliques.

Após concluir as etapas acima, a instalação pode ser iniciada uma vez que você acesse a home do seu site ou blog. A tela lhe pedirá para escolher a versão padrão ou mínima. Escolha a padrão para poder usar os principais recursos do Drupal ou o mínimo caso queira uma maior personalização (esta opção é recomendada para desenvolvedores avançados).

Em seguida você deve confirmar algumas informações do seu servidor e inserir os dados do banco de dados. Na última etapa você deverá escolher o nome do site, usuário e senha para o acesso. Após esse preenchimento, a instalação é concluída e você já pode começar a criar o seu website!

Como criar um site ou blog com o Drupal

Agora que a instalação do Drupal está feita, vejamos como criar o site no sistema. Após fazer o primeiro login, você será apresentado ao painel administrativo composto das seguintes seções:

  • Conteúdo: aqui você pode administrar os arquivos, conteúdos e comentários;
  • Estrutura: nesta seção você consegue fazer a administração do tipo de conteúdo, menus, modos de exibição, formulários de contato, comentários, etc;
  • Aparência: voltada para download e instalação de temas;
  • Extensões: como o próprio nome diz, são aquelas que melhoram a funcionalidade do seu site;
  • Configurações: seção dedicada ao ajuste e configuração de parâmetros;
  • Pessoas: voltado à gestão dos usuários e suas respectivas funções dentro do site ou blog;
  • Reportes: aqui ficam organizados todos os relatórios;
  • Ajuda: seção que você pode usar toda vez que precisar de auxílio.

Como criar taxonomias Drupal

Quando falamos de Drupal, taxonomia é um termo usado para descrever ou gerir os conteúdos. E para criá-la você deve seguir as seguintes etapas:

  1. Acesse a aba estrutura;
  2. Clique em taxonomia;
  3. Clique em adicionar vocabulário;
  4. Insira nome e descrição;
  5. Clique em adicionar termos;
  6. Redija o nome, descrição, formato, URL e clique em salvar;
  7. Repita a etapa anterior para criar outros termos e a taxonomia está pronta.

Como criar artigos e páginas via Drupal

O Drupal, por padrão, atendem os seguintes tipos de conteúdos:

  • Artigos: eles são usados para exibir informações que podem ser alteradas ou atualizadas a qualquer momento, tais como blog posts;
  • Página Básica: estas podem ser usadas para a exibição do conteúdo estático do site que não costuma ser modificado com frequência;
  • Entrada de Blog: dá a função de criar blogs acoplados ao site;
  • Página de Livro: este modo exibe o conteúdo como se fosse uma página de livro;
  • Tema do Fórum: neste, você pode definir um tópico de discussão por meio dos comentários;
  • Enquete: caso você queira realizar pesquisas entre os seus visitantes, pode usar esta função.

Para começar a criar artigos usando o Drupal, primeiro você deve entrar no painel de controle e clicar em conteúdo. Ao escolher a opção “adicionar conteúdo”, será aberta uma janela e, nela, clique em “artigo”. Nela você poderá adicionar o título, tags, corpo, formato de texto e a imagem a ser exibida no artigo.

Em “configurações do menu”, você pode adicionar informações de revisão assim como autoria, opções de publicação e estrutura da URL.

Por fim, clique em “visualizar” para ver o artigo e em “salvar” para publicá-lo.

Agora, para criar páginas dentro do site, você deve clicar em “conteúdos” e, em seguida, em “adicionar conteúdo”. Ao clicar em “página básica”, digite o título e o corpo da página.

Após redigir o conteúdo, para vincular o link de uma página ao menu (tal como “Quem somos”, por exemplo), clique em “fornecer um link de menu”, clique em “salvar” e “publicar”.

Quais são as vantagens do Drupal

Vejamos quais são as vantagens que o Drupal pode trazer a você.

Temas responsivos

Todos os temas usados no Drupal são responsivos, ou seja, adaptados para dispositivos móveis assim como telas de tamanhos diferentes.

Além disso, o Drupal também conta com o HTML5 que, em termos de produção de conteúdo para web, dá acesso aos campos de entrada (e-mail, endereço, data, entre outros) e faz toda a instalação necessária por meio de dispositivos móveis.

Considerando que mais de 60% dos brasileiros acessam a internet usando dispositivos móveis e que o Google prioriza sites mobile como critério de indexação, é importante que o seu site e blog tenham essa adequação aos dispositivos móveis.

O Drupal é mais alinhado com os padrões de web do mundo

O Drupal trouxe uma padronização de boas práticas por conta de frameworks de PHP tal como o Symfony. Além disso, o uso de plugins também é uma ótima vantagem por dar maior flexibilidade para a personalização.

Dessa forma, você pode contar com uma plataforma completa de gestão de conteúdo e com a possibilidade de deixar o site ou o blog do jeito que você quer.

Quais são as desvantagens do Drupal

Agora vamos conhecer quais são as desvantagens apresentadas pelo Drupal.

Drupal requer conhecimento técnico

Ao contrário do WordPress, o Drupal pode ser um sistema difícil de ser manuseado por usuários que não possuem muito conhecimento técnico ou experiência em CSM.

Portanto, se um gestor de marketing quiser fazer alterações no design ou funcionalidades do blog corporativo, por exemplo, é preciso pedir a um programador ou um profissional que tenha pleno conhecimento do assunto que o faça.

O Drupal possui menos comunidades de apoio

É muito comum que os CMS tenham fóruns ou grupos de apoio administrados pelos próprios usuários para tirar dúvidas sobre o uso do sistema.

Contudo, o Drupal não possui tantos grupos e, por consequência, menos opções de suporte e ajuda por parte das pessoas que usam o CMS.

Agora que você já sabe como usar o Drupal, já pode dar início à produção de conteúdos após tê-lo instalado. Porém, lembre-se que os conteúdos precisam ser embasados numa estratégia.

E para você saber como desenvolvê-la, confira o nosso ebook completo sobre Marketing de Conteúdo: primeiros passos!

Como criar um blog

Como criar um blog: tudo que você sempre procurou em um único lugar! (Bônus: Infográfico)

Muitas vezes pensamos em criar um blog, mas logo desistimos por falta de tempo, conhecimento ou de alguém para arrumar o blog e apenas postarmos, não é verdade?

Vivemos em um mundo onde a presença online não é mais a promessa do futuro. É premissa do presente.

É impensável uma empresa que não possui o seu próprio site.

Na verdade, o site sozinho já não é mais suficiente há algum tempo. Numa era onde as pessoas trabalham, compram, vendem e se relacionam online, marcar presença nestas interações é fundamental para ter sucesso.

É neste contexto que os blogs deixaram de ser diários e registros pessoais para se tornarem parte indissociável da cultura online. Seja em veículos oficiais, portais de notícias, entretenimento, hobbies ou nos nichos mais diversos, todo mundo tem um blog favorito, ainda que não o chame por este nome.

É por isto que hoje vou ensinar tudo o que você precisa saber sobre este veículo essencial para Marketing Digital e quais passos precisa tomar para começar hoje mesmo o seu próprio blog.

Criar um blog é muito simples, basta seguir o passo a passo a seguir:

  • Passo 1: Escolha o seu domínio
  • Passo 2: Defina a sua hospedagem
  • Passo 3: Instale o seu blog (WordPress)
  • Passo 4: Entenda o seu Dashboard
  • Passo 5: Instale alguns plugins
  • Passo 6: Defina o design do seu blog
  • Passo 7: Produza os melhores conteúdos da web

Você vai ver que é mais fácil do que você imagina! E, de quebra, poderá baixar o nosso infográfico incrível que está dividido em cada tópico do conteúdo!

Use nosso índice caso queria saltar para um tópico específico do texto:

Confira!

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Para baixar o infográfico completo clique aqui: Como criar um blog infográfico completo!

Como criar um blog: tirando o seu blog do zero

como criar um blog 1
Se você chegou até esse post eu realmente espero que você esteja super ansioso para começar a blogar.

Querer blogar é fácil, difícil mesmo é começar! Não é verdade?

Se você tomou a sábia decisão de aprender como criar um blog veja passo a passo que vai te levar do zero ao sucesso.

Confira!

Passo 1: Escolhendo um endereço (domínio) do seu blog

Como criar um blog: infográfico com passo a passo

Para baixar o infográfico completo clique aqui: Como criar um blog infográfico completo!

Pausa rápida para esclarecer um detalhe técnico importante. Apesar de serem usados de forma meio indiscriminada, domínio e endereço não são a mesma coisa!

Um domínio é uma string, quer dizer uma sequência de caracteres, que identifica um site específico. No nosso caso, nosso domínio é rockcontent.com/blog/.

Já o endereço é toda a sequência que aponta para uma página ou recurso específico. No endereço podem constar diretórios e subdomínios, de forma a identificar o elemento buscado.

Dentro do mesmo domínio temos vários endereços, como:

Quer dizer, se você já tem um domínio, como “suaempresa.com.br”, você pode escolher um endereço para o seu blog ali dentro. Talvez “blog.suaempresa.com.br” ou “suaempresa.com.br/blog”. Se você ainda não tem o domínio, é só…

Escolher o domínio

Há algum tempo, o nome do domínio exercia uma influência relevante sobre o seu potencial de rankeamento. Talvez você já tenha ouvido regrinhas como “sua keyword principal precisa aparecer no seu endereço”.

Felizmente, estes tempos se foram e o Google já não aplica mais peso nenhum ao domínio em si. Isto não quer dizer entretanto, que você não precisa tomar cuidado!

Veja algumas dicas para escolher um domínio legal:

  • evite palavras confusas, com consoantes em sequência, pulando vogais, difíceis de pronunciar e escrever;
  • busque uma combinação de palavras que faça sentido, seja fácil de lembrar;
  • mantenha o objetivo do blog sempre em vista;
  • o domínio do blog e o seu título não precisam ser iguais, mas devem ser relacionados.

Lembre-se que nossa meta aqui é conseguir um nome que identifique claramente o seu blog e não confunda o seu leitor.

Assim, se o título do seu blog é “O melhor blog de tango escocês contemporâneo do mundo”, provavelmente “tangoescoces.com.br” seria uma boa opção, por exemplo.

Comprar o domínio

É importante lembrar aqui que cada país tem seu próprio domínio de topo (abreviado ccTLD), e eles são independentes uns dos outros.

Ou seja, comprar o “tangoescoces.com.br” não te dá autoridade alguma sobre o “tangoescoces.com” ou mesmo o “tangoescoces.scot”, que é o ccTLD da Escócia.

Para saber se um domínio está disponível para compra, você precisa consultar uma entidade chamada “registrar(esse é o nome mesmo!), também conhecida como “registrador de domínios”.

É uma empresa credenciada pela ICANN (Corporação da Internet para Atribuição de Nomes e Números) para te atribuir a posse de um domínio, por um período específico.

Para comprar um domínio no Brasil, eu recomendo o registro.br. Existem outros registrars, que fazem busca e compra em diversos países simultaneamente.

Fique à vontade para escolher aquele que parecer mais conveniente, mas confira sempre a reputação da empresa na internet, as reclamações apresentadas contra ela e suas respostas.

Afinal, você não quer o seu domínio sendo refém de uma empresa picareta por aí. O processo de cada registrar pode ter algumas peculiaridades, mas segue sempre um roteiro parecido com este:

  1. busque pelo domínio desejado, para saber se está disponível;
  2. crie uma conta no registrar, usando seu email;
  3. preencha com cuidado os dados do administrador, com seu CPF e email válidos. Estes dados são usados para recuperar o domínio em caso de problemas;
  4. se já tiver hospedagem, informe o DNS. Caso contrário, isto pode ser feito depois;
  5. escolha o seu plano, forma de pagamento e efetue a compra.

Simples, não?

Passo 2: Hospedagem

Para baixar o infográfico completo clique aqui: como criar um blog infográfico completo

Agora que você já tem seu endereço, é hora de construir a sua “casa online”. Para isso, você precisa de um servidor.

É uma máquina (ou conjunto de máquinas) que vai receber o visitante no seu domínio e entregar a ele as páginas e recursos que ele pedir.

O melhor é contratar um serviço especializado para isso. Boas empresas de hospedagem cuidam da parte técnica (que é bastante complicada) e te entregam interfaces amigáveis, fáceis de usar. Assim, você não precisa se preocupar com configurações complexas de servidor e bancos de dados. Um conselho honesto: deixe a parte técnica com os profissionais de TI e contrate um serviço destes. Você não vai se arrepender!

Escolhendo seu CMS

Antes de decidir quem vai hospedar o seu blog, você precisa saber qual a estrutura que o fará funcionar.

Lembra de como falamos que blogar era uma atividade extremamente complicada e, em menos de uma década, algumas tecnologias permitiram que milhões se tornassem blogueiros e leitores?

Aqui entra em cena o CMS.

A sigla significa Content Management System, trocando em miúdos, Sistema de Gerenciamento de Conteúdo.

É a estrutura que funciona nos bastidores do seu blog. O programa que cria páginas, gera links, torna o conteúdo navegável e permite que você gerencie suas páginas, posts, links e comentários.

Blogar sem um CMS, como nos primórdios, é loucura hoje em dia!

Apesar de apresentarmos alguns CMSs, esse guia será focado no WordPress, onde basearemos o nosso passo a passo para tirar o seu blog do zero! Veja alguns dos sistemas mais populares hoje.

WIX

O WIX entrou relativamente tarde no jogo, em 2006. A empresa Israelense viu, entretanto, sua popularidade disparar no mercado brasileiro nos últimos anos.

A principal razão é que ela tem templates já meio prontos para criar lojas virtuais e portfolios, duas demandas em alta. por aqui. Eu não o recomendo, entretanto.

Páginas em WIX até pouco tempo contavam extensivamente com recursos em Flash, já mais antiquados que aquela bermuda vermelha que você adora.

Apesar da atualização na tecnologia, migrando estes recursos para HTML5, as páginas ainda tendem a carregar mais lentamente, o que impacta o ranqueamento pelo Google.

O pior, na minha opinião, são os preços. Você vai gastar no mínimo R$19,00/mês para ter um site pessoal sem propaganda deles. Para algo mais profissional, espere gastar pelo menos R$28,90/mês, ou R$37,00 se for um ecommerce.

Este preço nem inclui templates premium.

Existe uma opção gratuita, mas ela é bancada por propagandas que acabam com qualquer ilusão de profissionalismo, além de carregar elementos adicionais na sua página.

Square Space

O SquareSpace vêm ganhando espaço, sobretudo devido a um posicionamento de marketing muito legal de financiar canais educativos no Youtube.

Kurzgesagt, Science Girl, Scishow e Nerdwriter são alguns dos exemplos que lembro agora. É um CMS que tem a mão muito pesada em elementos visuais e design.

Ele torna fácil para lojas, blogs e sites criar interfaces bonitas e sofisticadas. Se você é um fotógrafo ou designer, por exemplo, certamente gostará dele.

Outra vantagem legal é que ele tem ferramentas bem completas para exportar seu conteúdo.

Ou seja, se quiser migrar para outro CMS, você consegue sem maiores problemas. O ponto negativo é o preço. Um site pessoal começa nos $12/mês. São $18 para negócios e $26 para ecommerce.

Com a taxa de câmbio desfavorável, é um ataque considerável à sua carteira.

Blogger

É o CMS do Google. Até pouco tempo atrás, era chamado Blogspot.

Sendo assim, ele é muito bem integrado com os aplicativos do Google. Na verdade, se você já tem um Gmail, já tem uma conta no Blogger também, é só começar.

A integração com o Google Ads também é incrivelmente simples.

As vantagens do Blogger são que ele indexa muito rapidamente as páginas, (o que não deve ser surpresa alguma, considerando que ele é prata da casa Google) e também é muito fácil de aprender e operar.

As desvantagens são a capacidade limitada de customização e crescimento. Isto realmente limita as suas possibilidades de se desenvolver.

Os blogs oficiais do Google, GMail e Google Maps funcionam nesta plataforma, mas não conte que você vai conseguir chegar a este nível utilizando esta plataforma. Pelo menos ele permite que você exporte seus dados e migre para outro lugar quando chegar a hora. É gratuito para quem usa Google Apps.

Quer saber mais sobre Marketing de Conteúdo? Baixe nosso material gratuito com os primeiros passos!

Joomla e Drupal

Para desespero dos puristas, vou colocar estes dois CMSs na mesma categoria aqui.

Apesar de terem características distintas, tenho um bom motivo para isto. Eles compartilham traços bem marcantes: são poderosos, escaláveis e difíceis de usar.

Ambos são suportados por uma comunidade bem ativa e dão possibilidades muito legais para quem vai gerenciar um grande número de páginas e acessos.

São bastante customizáveis e versáteis.

Seu calcanhar de aquiles é que são sistemas mais complicados, com uma curva de aprendizado que desencoraja quem está começando. Os dois podem ser hospedados em qualquer servidor que você use, sem pagar pelo CMS em si.

Assim, seus custos vão variar em função dos recursos que o host oferece.

WordPress

O WordPress é o CMS mais usado no mundo. Estima-se que ele tem em torno de 53% do marketshare de CMS!

Isto equivale à algo como 1 de cada 5 sites em toda a internet!

Para comparação, seguem atrás dele o Joomla, com 9% e o Drupal, com 6% dos CMSs. Alguns defendem que ele não é um CMS puro, mas apenas uma plataforma de blog.

Isto não vem ao caso para nós.

Fato é que seu caráter open-source permitiu que se criasse um ecossistema absolutamente fantástico em torno dele.

São milhões de temas, plugins e extensões que transformam o WordPress em praticamente qualquer tipo de site, de redes sociais a ecommerce, passando por portfolios e sites pessoais.

Além da opção hospedada no wordpress.com (que eu não recomendo) é possível hospedar a sua própria instalação de wordpress, no servidor da sua preferência, o que lhe dá completo controle sobre suas informações e páginas.

Existem empresas como a WPEngine que são especializados em hospedar sites wordpress. Outros hosts como Bluehost, Hostgator e GoDaddy dispõe de uma função chamada “one-click install”.

É uma instalação pura de wordpress empacotada.

Ou seja, você clica, preenche alguns campos básicos e o instalador toma conta de criar o banco de dados e deixar tudo prontinho para você começar a blogar.

É por este (e outros motivos) que vamos focar no WordPress — que, caso você não tenha notado, é a minha recomendação! — até o final deste artigo.

Escolhendo seu host

Agora que já demos uma olhada nos principais CMSs do mercado, vamos ver alguns dos principais fornecedores de serviços de hospedagem.

Como disse, vou priorizar os serviços que suportam o WordPress, por ser a nossa ferramenta de escolha aqui na Rock Content.

Dito isso, quais outros fatores são importantes ao escolher um webhost?

Preço

Este ponto é tão óbvio que nem deveria estar aqui, certo? Bom, nem tanto. A lógica não é escolher o mais barato!

O que eu quero é chamar a sua atenção para não priorizar o preço. Antes de fechar sua decisão, dê uma olhada nos fatores abaixo, e só depois traga o custo em consideração:

Suporte

Você está começando. Talvez tenha dúvidas no meio do processo. Pode ser que algo dê errado e você se depare com uma tela de erro enigmática ou comportamento que não consegue explicar no seu site.

Existe alguém para te ajudar? Quais são as formas de contato? Há um comprometimento de responder emails em um tempo razoável?

A pior hora para descobrir que sua hospedagem tem um suporte ruim, é quando você precisa dele.

Avaliação dos consumidores

Vá em sites como o Reclame Aqui (não muito útil para hosts estrangeiros), páginas do Facebook, grupos de discussão e até mesmo no twitter.

Busque uma visão de fora de como o mercado vê aquele host. Se há muitas reclamações sem resposta, por exemplo, não há motivo para pensar que com você será diferente.

Quantidade de domínios, armazenamento e banda disponível

Você está começando um blog pessoal ou é um projeto para representar toda a sua empresa? Há outros projetos para serem colocados no ar?

Saber das suas reais necessidades em relação à hospedagem te ajuda a fazer uma escolha melhor. Na dúvida, busque comparar planos equivalente em função de banda (bandwith) e armazenamento (storage).

Não confie no nomes dos planos (como business, pro e enterprise).

Painel de controle

Este é um daqueles problemas que só se nota quando é tarde demais. No site do host, tente ver como é o painel de control dos sites.

Em dúvida, o modelo cPanel é uma boa referência de tecnologia fácil de usar.

Se o host usa alguma tecnologia obscura e tem interfaces que você não entende, prepare-se para passar horas dependurado no suporte ou lendo documentação técnica. Imagino que você queira evitar essa situação!

Serviços adicionais

Alguns hosts possuem o “one click install” que mencionamos acima, para vários CMSs diferentes. Também possuem assistentes para configurar emails personalizados, por exemplo.

Isto facilita demais a vida para quem está começando e não quer passar horas dependurado em scripts e instalações.

Passo 3: Instalação

Como criar um blog: Passo a passo

Para baixar o infográfico completo clique aqui: Como criar um blog infográfico completo!

Agora que você já escolheu seu CMS (cof, cof, wordpress!) e seu serviço de hospedagem, é hora de colocar seu blog para funcionar.

Se você escolheu um serviço dedicado, como a WPEngine, você pode pular este passo.

Seu WordPress já vem pronto para funcionar. Caso contrário, não se preocupe! A instalação é bem simples e não requer conhecimento técnico avançado.

One click install

Como eu disse, esta é uma baita mão na roda. Basta ir no seu painel de controle do host, clicar em “wordpress” e digitar o seu domínio.

Pronto! A interface vai ser um pouco diferente dependendo do servidor, mas veja este vídeo do bluehost como exemplo:

A instalação de 5 minutos

Se você não possui a função “one click install” no seu servidor, não se desespere. O WordPress vem empacotado de um jeito muito fácil de instalar!

  1. Baixe a última versão do WordPress, clicando aqui. Você vai receber um arquivo zip, e precisa descompactá-lo em uma pasta qualquer do seu computador.
  2. Crie um banco de dados para o blog. Se seu servidor usa cPanel,  você pode usar o MySQL Database Wizard. Basta clicar em “create a database”, depois em “create database users” e por fim em “add user to database”. Lembre-se de anotar os valores que você preencheu lá para consultar depois.
    • Se você não possui cPanel (que host você contratou???) pode usar o phpMyAdmin ou MySQL Client para fazer isso.
      • Cara, na boa. Você devia ter contratado um host com “one-click install”. Viu que trabalhão?
  3. Faça o upload dos arquivos. Basta subir os arquivos dentro do “zip” do passo um para o diretório onde seu blog vai funcionar. A maneira mais prática é usando um cliente FTP.
  4. Instale o wordpress! Com os arquivos e banco de dados acertados, basta ir ao endereço do install.php. Será algo como www.seudominio.com.br/wp-admin/install.php
  5. Pronto! Quando o setup terminar de rodar, você será recebido por uma tela de “bem-vindo”, onde vai preencher o título do blog, usuário, senha e email. Feito isto, você será direcionado ao….

Passo 4: Dashboard

Uma tela muito parecida com esta vai te recepcionar quando você entrar no seu blog pela primeira vez. Sentiu o cheirinho de blog novo?
Como cirar um blog 5

O Painel (Dashboard, para quem instalou em inglês) é bem simples! Vamos passar pelos pontos principais:

Widgets

Esta área central, cinza, é ocupada por estes caixotes chamados “widgets”. Por padrão você já começa com:

  • Bem-vindo (Welcome): Mostra atalhos para algumas ações comuns, como personalizar seu tema, adicionar páginas e ler tutoriais e guias. Recomendo dar uma mexida nele, sobretudo se é sua primeira vez!
  • Agora (At a glance): É um sumário do conteúdo do seu blog. Você pode clicar em qualquer indicador —posts, páginas, comentários— para ir à área correspondente.
  • Atividade (Activity): Mostra suas publicações recentes, assim como as que estão agendadas. O mais útil aqui é o feed de comentários, que já te permite moderar as interações do público diretamente do dashboard.
  • Rascunho rápido (Quick Draft): Está com uma ideia fresquinha na cabeça? Anote rapidamente neste widget e salve como rascunho para editar e publicar depois!
  • Novidades do WordPress (WordPress News): É simplesmente o feed de notícias do Blog Oficial do WordPress.

Novos widgets podem ser adicionados por plugins, temas, ou mesmo pela personalização do seu webhost. Não estranhe se a sua instalação, mesmo novinha em folha, tiver uma ou duas caixas a mais.

Se você não tiver interesse nelas, pode simplesmente clicar em “Opções de tela” (Screen Options) e desativar qualquer um dos widgets, veja só:

Como criar um blog no wordpress

Administração (menu esquerdo)

É através destes botões que você controla todos os detalhes relacionados ao seu blog.

Vamos dar uma visão geral sobre eles:

  • Painel (Dashboard): Vai para a tela inicial, que descrevemos acima. Tem também um atalho para “Atualizações” (Updates). Neste menu você pode consultar se há versões novas do seu tema, instalação e plugins.
  • Posts: O post é o bloco de construção fundamental em um blog! É através deles que você vai compartilhar seu conteúdo. Além de adicionar um novo post ou consultar os existentes, você pode gerenciar também as categorias e tags do seu blog por aqui.
  • Mídia (Media): Todas as suas imagens, fotos, vídeos e audios são mídias. Através deste menu você pode fazer o upload de arquivos que pretende utilizar nas suas postagens e também conferir a biblioteca com tudo o que você já subiu. Também é possível acessar estas funções direto da tela de edição de post, então não se preocupe muito neste momento.
  • Páginas (Pages): Não confunda páginas e posts. Páginas são estáticas, não sendo atualizadas constantemente. Páginas de “sobre” e “contato” são bons exemplos. Você pode escolher o nome e a URL de todas as suas páginas através deste menu.
  • Comentários (Comments): Por padrão, todo comentário feito em seus posts vai aparecer aqui. Aprove as interações relevantes, responda às dúvidas dos seus leitores e busque interações legais. Delete o que for tóxico e marque como SPAM aquelas propagandas ridículas que não tem nada a ver. Don’t feed the trolls!
  • Aparência (Appearence): Os menus aqui afetam apenas o visual do seu site, mas não afetam o seu conteúdo. Você pode escolher —e também customizar!— o seu tema por aqui, além de definir o que vai mostrar nos seus menus, widgets, cabeçalho e rodapé da página.
  • Plugins: Plugins são mini-programas, que rodam por cima do seu WordPress, adicionando funcionalidades. Por aqui você pode buscar por plugins legais, gerenciar os que estão instalados, suas configurações e atualizações. Vamos dar alguns exemplos de plugins legais para usar logo no próximo capítulo! 😉
  • Usuários (Users): O seu blog pode ter múltiplos usuários, cada um papéis e permissões diferentes. Cada um terá seu próprio login e senha, e vai ter acesso apenas às funcionalidades relacionadas à sua função! Fantástico, não? Por aqui você pode convidar redatores, editores e até mesmo outros administradores para seu blog.
  • Ferramentas (Tools): As funcionalidades aqui são de controle e otimização. Por aqui você pode importar bancos de dados, exportar seu site para migração. Se você não está migrando de outra plataforma, provavelmente não tem muito o que fazer por aqui agora.
  • Configurações (Settings): Por aqui se faz o ajuste fino de como o seu blog se comporta, tanto para você quanto para o usuário final. Dê uma passada por todos os links deste menu, pois é nele que você vai definir seu fuso horário, formato de data e hora, e também o tipo de links permanentes.

É possível que sua instalação tenha algum botão não listado aqui. É normal que temas e plugins criem áreas com suas próprias configurações e funcionalidades. Na maioria das vezes, não é nada para se preocupar!

Passo 5: Alguns plugins interessantes

É claro que neste momento você já está louco para adicionar funcionalidades para o seu blog, né?

Antes de instalar tudo o que você vê pela frente, um lembrete amigável: Quanto mais funções e códigos seu blog tiver, mais tempo ele demora para carregar. Isto prejudica a experiência do usuário e, em consequência, seu ranqueamento.

Não existe uma lista absolutamente correta dos melhores ou piores plugins. Isto depende muito do seu objetivo com o blog.

Nós mesmos, do Marketing de Conteúdo, já publicamos duas listas bem legais com alguns dos favoritos por aqui. Mas, como este post é meu, quero aproveitar para deixar algumas recomendações.

Insert Headers and Footers

A funcionalidade aqui é extremamente simples: o plugin permite que você adicione código dentro de wp_head e wp_footer, respectivamente o cabeçalho e rodapé da sua página.

Esta é a minha forma favorita de instalar o Google Analytics! Apenas colo o texto fornecido pelo Google no header e… pronto! Nada de configurações complicadas, nem de editar o código-fonte.

Usando o TagManager então, fica ainda melhor!

Para setups mais sofisticados talvez isto não seja o suficiente. Mas se você estivesse preocupado com isto, não leria este guia. Então manda ver que este esquema é ótimo!

reCAPTCHA

Esta é uma das maneiras mais fantásticas de proteger seu site contra ataques de força bruta e SPAM.

O reCAPTCHA é uma tecnologia do Google, de uso gratuito, que usa algoritmos sofisticados para saber se a interação vem de um ser humano ou de um robô, e mostra um teste de acordo.

Para os seus usuários regulares, em geral vai ser apenas um botão escrito “eu não sou um robô”. Infinitamente melhor do que aqueles pesadelos de letras e números tortos para serem decifrados!

Como criar um blog no wordpress

Captcha do registro.br

como criar um blog gif 7

reCAPTCHA Você pode implantá-lo na sua tela de login, com este plugin e também proteger seus formulários e até mesmo ecommerce, com este ou este outro.

Disqus

O Disqus (lê-se como em “discuss”, de discussão) é minha recomendação para sistema de comentários. Há quem prefira usar o Facebook, claro.

O próprio MarketingDeConteudo, que você está lendo agora, possui este recurso. E tem um guia de como fazer o setup neste link.

Mas, de novo, este post é meu, e eu recomendo o Disqus. Explico minha posição pelo seguinte:

  1. Não necessariamente um usuário quer revelar seu perfil ao interagir em um comentário. Em alguns nichos, isto é um fator BEM importante.
  2. Comments do Disqus são indexáveis e podem ajudar no seu SEO.
  3. Permite avisar o leitor por email quando você responde a um comentário, que ajuda a conversa a continuar.
  4. Permite logins por redes sociais, mas não obriga a fazer isto.

SumoMe

O SumoMe é gratuito (com versões premium disponíveis), fácil de usar e uma solução excelente para captar emails e construir sua lista.

Ele também vem pronto com CTAs para Twitter e Facebook.

Muito, mas muito prático! O serviço possui vários templates prontos para personalizar e também comportamentos diferentes para cada um deles.

Conta a favor dele o fato de ser o plugin adotado pelo Tim Urban, no WaitButWhy, um dos meus sites favoritos. 😉

TablePress

Eu gosto de tabelas. O TablePress me ajuda a formatar melhor os dados e tornar minhas planilhas mais apresentáveis.

Ele possui algumas extensões legais para filtro por coluna, que permite ao leitor interagir e entender melhor os dados.

Outras funções legais são busca, customização e paginação disponíveis para as planilhas. Se você nunca tentou fazer isto “na raça”, não tem ideia de quanto o TablePress é útil!

Se você é uma pessoa de números, precisa deste plugin.

Passo 6: Escolhendo o design do seu blog

como criar um blog gif 3
Você pode sempre começar o seu próprio layout do zero, desenhando o wireframe, fazendo todo o processo de design e programando depois.

Mas vamos ser francos…. Isto é um baita desperdício!

Minha recomendação (e a de qualquer pessoa sensata) é simples: escolha um tema (theme) legal e vá com ele, apenas adicionando seus toques pessoais, como cores, logos e fontes.

Existem milhões de templates otimizados para todo tipo de uso, pagos e gratuitos. Alguns dos melhores lugares para buscar são o Theme Forest, Elegant Themes e a Galeria do WordPress.

O processo de escolha não é muito complicado! Seu principal critério aqui é adequação ao uso.

Se você for um fotógrafo, por exemplo, vai querer temas que privilegiem imagens maiores, com poucas postagens por páginas.

Se você pretende atualizar poucas vezes por mês, deve evitar carrosséis que fiquem circulando as novidades.

Se quer um espaço mais autoral, para escrever ensaios e disponibilizar seus contatos, pode optar por um template com uma home page estática.

De novo: adequação ao uso. Faça um shortlist, com os 4 ou 5 que você mais gostou pensando nisso. Daí, para o desempate, considere os seguintes fatores:

  • O template é responsivo (carrega bem em celulares e tablets)? Se não, corte da lista. Já era.
  • Quais são as avaliações dadas por outros usuários? Se avaliações negativas dominarem, corte da lista.
  • Existe suporte à customização ou você vai precisar editar o código “na unha”? Se precisar, corte da lista.

Agora que você deve ter poucas opções, escolha em função do preço, funções adicionais (como suporte à mídias sociais integrado) ou mesmo no uni-duni-tê.

É importante estar satisfeito com o visual do seu blog, claro.

Mas, dado que ele funcione bem e seja adequado ao seu uso, o uso do Tema “A” ou “B” são um fator pouco importante para o seu sucesso.

Qual fator é importante então?

Passo 7: Conteúdo

 

Como criar um blog: Passo a passo

Para baixar o infográfico completo clique aqui: Como criar um blog infográfico completo!

Não há fator que impacte mais na capacidade do seu blog de atrair tráfego que o conteúdo que você publica.

Sem textos que capturem a atenção do seu leitor e o mantenham querendo sempre mais, você está quebrado!

Não importa o quão bom seja seu design, SEO ou suas manhas de blackhat.

Vamos dar uma olhada então em como os conteúdos são adicionados ao seu blog:

Ebook: Como convencer seu chefe que marketing de conteúdo é a melhor opção

Adicionando um post

Ao clicar em “Posts” > “Adicionar post”, você vai ver esta tela:

Aprenda como criar um blog

O primeiro campo acima, é para colocar o texto do post. Eu sei, escrever um título campeão não é fácil. Tem algumas dicas aqui pra te ajudar.

De qualquer maneira, este é um dos pontos mais importantes do blog post. Sem um título atraente, as pessoas não clicam no conteúdo, não lêem, você não tem acessos e todo mundo fica triste.

O campo do meio é, obviamente, para o conteúdo principal. As ferramentas de edição ali são muito parecidas com as que você está acostumado em qualquer editor de texto.

Você vai reparar, entretanto, que não há botão para escolher a fonte! Quem decide as suas fontes e tamanhos é o tema, então não se preocupe com isso.

Nesta barra é importante chamar a atenção para um recurso fundamental:

Como criar um blog no Wp

Este é o seletor de tipo de texto. Em inglês, os cabeçalhos são chamados headers.

Por que se importar com cabeçalhos

Os cabeçalhos são marcadores que dizem ao navegador a hierarquia do texto a ser mostrado.

Neste texto que você está lendo neste minuto, usamos H2 (Cabeçalho 2) nas perguntas principais e nos passos numerados.

Nas subetapas, ou itens de lista, usamos o H3 (Cabeçalho 3), que indica a qual H2 os subitens pertencem.

Bem simples!

O pulo do gato é que os buscadores usam esta marcação para saber como o seu texto está estruturado e usam esta informação (entre outras) para definir o ranking de busca.

Na ausência deles, fica parecendo que seu blog é uma grande parede de texto, difícil de ler e consultar.

Uma estrutura que abra os seus tópicos principais em subtópicos relevantes deixa seu texto escaneável e melhora suas chances de subir na página de busca.

Outras otimizações de post

Como criar um blog no WordPress

Sempre escolha uma imagem de destaque para o seu blog post. Elas são usadas pela maior parte dos temas para construir a miniatura que ilustra o post na landing page.

Como criar um blog no wordpress

Alguns temas suportam diversos formatos de post, adaptando o layout para dar mais destaque à determinados elementos em cada um deles.

Escolha o formato mais adequado ao seu post, e experimente com os diversos formatos para dar variedade ao seu blog.

Como criar um blog no wordpress

Tags e categorias ajudam o seu conteúdo a ser encontrado! Escolha uma estrutura simples de categorias, com no máximo 4 ou 5 diferentes, usando subcategorias se for necessário.

Use apenas uma categoria por post!

Para as tags não há a necessidade de hierarquia. Apenas coloque dois ou três termos mais relevantes do post.

Apesar das tags ajudarem o conteúdo a ser encontrado, não recomendamos o seu uso. Por uma perspectiva de SEO, as tags podem ser prejudiciais, porque atrapalham a arquitetura de informação do blog.

Como criar um blog wordpress

Uma dica: se você clicar em “editar” após “publicar imediatamente” você pode agendar o post para ir ao ar em um horário determinado.

Terminou de revisar o post na madrugada? Agende o lançamento para a próxima manhã, que o post vai sair mesmo enquanto você dorme o sono dos justos.

Dica extra: otimizando sua URL permanente!

Você vai notar que ao salvar um rascunho para seu blog post, o WordPress vai sugerir automaticamente uma URL para ele, veja só:

Como criar um blog - Wp

Você consegue dizer o que deveria ser mudado nesta URL de exemplo?

Vou te deixar pensar….

Opa! Isso mesmo! É uma péssima ideia ter este “10 motivos” nela.

Afinal, se eu quiser dar um tapinha no post mais adiante, remover ou adicionar motivos desta lista, a URL vai mudar, e vou perder qualquer posicionamento orgânico que eu tivesse conseguido.

Neste caso, melhor trocar a URL para “motivos-clicar-post-fantástico” por exemplo. Ou então utilizar a palavra-chave principal, que já estará no título do conteúdo.

Pense sempre na sua URL antes de fazer sua publicação.

Ela é fácil de ler? Deixa entender o assunto principal do texto? Se não, faça os ajustes. São cinco minutinhos que fazem uma diferença grande no resultado.

Afinal, porque blogs são tão importantes?

Para responder esta pergunta, eu quero dar um passo para trás e olhar com você de onde surgiu o fenômeno dos blogs. Prometo que esta explicação vai fazer sentido!

Um pouco de história

O termo “blog” é uma abreviação de “weblog” uma corruptela de “web log”, ou seja, um registro ou diário na internet. A palavra só foi usada pela primeira vez em 1997, por Jorn Barger, em seu site Robot Wisdom.

Você pode clicar aqui para ver um snapshot do site, tirado em 1999.

Apesar do estilo decididamente datado, você reconhecerá que a estrutura é reconhecível: posts publicados em sequência de data, cada um sobre um assunto que interessou ao autor na época.

Na época, blogar era trabalhoso. Cada página precisava ser feita à mão, publicada e linkada às demais. Um processo lento e sujeito à falhas. Assim, eram poucos os que se arriscavam no formato.

No amanhecer do ano 2000 haviam menos de 100 blogs catalogados. Para facilitar este trabalho e tornar os blogs mais acessíveis muitas pessoas pularam na oportunidade de desenvolver ferramentas para blogar.

As sementes do Blogger foram plantadas em 1999. O Movable Type teve seu primeiro release em 2001 e já em 2003 o TypePad e nosso queridinho WordPress foram lançados oficialmente.

E não foi só em facilitar a vida do usuário que os empreendedores estavam de olho.

O AdSense do Google nasceu no mesmo 2003, permitindo que os blogueiros gerassem receitas em suas páginas através de anúncios e banners. 2003 também viu o nascimento da Weblogs Inc., uma rede de 90 blogs sobre diversos assuntos, fundada por Jason Calacanis e investida por Mark Cuban.

Apenas dois anos depois, em 2005, a companhia foi comprada pela AOL por 25 milhões de dólares.

Esta transação é considerada um marco importante, pois é um sinal claro do mercado que os blogs já não eram mais uma curiosidade ou evento passageiro, mas uma força definitiva no mundo online.

O cenário atual

Há algumas maneiras diferentes de olhar para o papel dos blogs atualmente, mas todas elas chegam, em última instância, à mesma resposta: criar conexões relevantes.

Nós, seres humanos (você é um ser humano, certo?) somos criaturas sociais por natureza. Buscamos pertencer a grupos, nos relacionarmos com nossos pares e criar conexões relevantes com o que nos faz — e traz — sentido.

É neste caráter social que está a resposta da importância dos blogs.

Eles são uma maneira de alavancar o mundo conectado pela internet para aumentar o alcance da nossa voz, das nossas idéias, sonhos e projetos.

De ouvir e ser ouvido por pessoas que antes estavam simplesmente distantes demais para estabelecer uma conexão significativa.

E isto não é importante apenas de um ponto de vista social, sentimental, ou teórico.

Com esta explicação em mente, veja como isto pode transformar a sua empresa ou marca pessoal.

Como um blog pode me ajudar?

Como criar um blog 10

Um blog pode trazer inúmeros benefícios para marcas, empresas, agências, profissionais autônomos, etc.

Agora você vai aprender quais são os principais desses benefícios!

Blogs geram autoridade e ajudam a vender

A maneira mais simples de ser respeitado por alguém é ensinar algo a esta pessoa.

Se o conteúdo do seu blog ajuda o leitor a resolver um problema, tirar uma dúvida ou chegar a um objetivo, ele se lembrará deste aprendizado por muito tempo.

Este impacto não se restringe só ao branding ou conhecimento de marca! Ele é fundamental no processo de vendas.

O consumidor, mesmo antes de saber que ele quer ou precisa de um produto, busca a solução para algo que o incomoda.

Se a sua marca está lá para resolver esta dúvida, ela se põe numa oportunidade única de vencer no Momento Zero Da Verdade, aquele instante onde a conexão entre problema, solução e produto fica clara.

A “eureka” onde o consumidor decide pela sua compra. Se você já conhece o trabalho com o Funil de Vendas, este trecho deve ter soado bastante familiar!

Falando no funil, um blog pode ajudar seus clientes em potencial a navegar por todas as etapas dele.

Usando conteúdo adequado a cada uma, é possível rodar o processo inteiro, desde a alimentação no topo até o momento de entregar o lead para o departamento comercial ou fechar a venda diretamente, dependendo do seu modelo de negócios.

E não é tudo! Os blogs ainda apresentam outros benefícios incríveis.

Blogs te ajudam a ser encontrado (e descoberto)

A lógica aqui é simples: todos os motores de busca tentam entender e responder às dúvidas dos seus usuários indicando a eles uma página com a resposta correta.

Assim, ao publicar, continuamente, conteúdo que ajuda o seu público-alvo, a sua chance de ser indicado pelo buscador como solução aumenta a cada texto.

Para entender isto melhor, vamos imaginar que a sua empresa é especialista em Marketing de Conteúdo.

Ao publicar um site institucional, com seu endereço, horário de funcionamento, missão, valores e talvez uma tabela de preços e serviços, quais são as oportunidades criadas?

Antes de responder, vamos comparar com outra possibilidade. Uma em que seu site traz, além do conteúdo institucional, um blog sobre o assunto que você domina, com materiais educativos para download, artigos bem escritos, cases de sucesso, guias e dicas que facilitam a vida do seu leitor.

É claro que você já percebeu que a segunda opção é melhor.

A minha descrição faz com que você chegue a esta conclusão imediatamente. Mas você consegue explicar o motivo real por trás da resposta?

Te ajudo: estar presente na internet permite que as pessoas te encontrem mais facilmente. O detalhe aqui é que estas pessoas estão procurando algo que elas sabem exatamente o que é.

Talvez seja diretamente o seu nome, seu setor de atuação ou o tipo do seu produto.

Buscas como “Loja de colchões em Belo Horizonte”, “comprar chave de fenda” ou “endereço de gráfica rápida” são alguns exemplos deste tipo de transação.

Ao publicar conteúdo relevante, entretanto, sua marca expande incrivelmente este universo, pois começará a aparecer para buscas de pessoas que ainda não tomaram esta decisão.

Um grupo, portanto, muito mais numeroso. “Como dormir melhor”, “ferramentas mais úteis” e “tipos de impressão” seriam os exemplos equivalentes aqui.

Em vista disto, fica bem mais claro por que a marca que bloga cria mais oportunidades para ser encontrada e criar relacionamentos: ela busca, ativamente, ser descoberta também!

Blogs reduzem o seu risco

Somos todos aversos à correr riscos. É um impulso fundamental, necessário à nossa sobrevivênvia.

Embora toda atividade, como abrir uma nova filial, mudar um fornecedor, contratar um funcionário, ou mesmo começar um blog são todas carregadas de um risco inerente, tomamos esta decisão pesando as chances de dar errado contra os benefícios do sucesso.

Há entretanto algumas influências externas que nos apresentam riscos que são constantes, e não podemos nos eximir deles.

É o caso da entrada de um novo competidor, uma mudança na política econômica ou mesmo catástrofe naturais. Nesta área os blogs trazem um dos seus maiores — e menos apreciados — benefícios.

Começar uma conversa com o seu público-alvo, ser descoberto por ele e entender melhor quem são as pessoas que podem se tornar seus clientes são todos benefícios que te protegem contra estas ameaças que não estão no seu controle.

Quando a sua empresa depende de um fator externo, seja ele uma campanha de anúncios, alcance em redes sociais ou uma posição cômoda em um nicho não explorado, mudanças neste fator podem comprometer a sua operação muito rapidamente!

Assim, cultivar uma base saudável de emails, ganhar posições melhores nas páginas de busca e conseguir se comunicar de forma eficiente e direta com o seu público protege a sua marca destas influências negativas, garantindo sua sobrevivência (e prosperidade) mesmo em cenários inesperados.

Qual o seu objetivo com blog?

A esta altura do campeonato, você já deve ter se dado conta que blogs não são apenas uma ferramenta, mas uma plataforma, um sistema que pode ser usado de diversas maneiras.

Não se acanhe diante da diversidade, entretanto. Vamos te ajudar durante todo o processo.

E o primeiro passo é saber onde você quer chegar!

Os três tópicos acima (vender mais, ser encontrado e reduzir risco) estão diretamente ligados a alguns dos motivos mais comuns. Mas é importante lembrar que existem outros, como:

Tornar sua marca mais conhecida

Sobretudo em mercados de concorrência acirrada, a barreira de entrada para uma nova marca é bastante alta. O seu blog pode ser a estratégia ideal para alcançar (e superar) a popularidade de quem já estava no mercado antes.

Educar o público

Alguns produtos e serviços mais inovadores não tem uma oferta imediatamente clara para o grande público.

Produzir conteúdos que falam à dores do seu futuro cliente é uma estratégia poderosa para se apresentar, no momento certo, como uma solução que ele ainda não conhece.

Quer criar conteúdos voltados para o seu público? Baixe nosso ebook gratuito e aprenda a criar a persona ideal para seu negócio!

Gerar leads qualificados

As táticas de marketing de gerar e nutrir leads para fazer contatos mais qualificados, vender mais e melhor são extremamente populares hoje.

O blog é uma das melhores maneiras de gerar os seus próprios leads, sem recorrer à compra de listas e contratação de serviços especializados nisto.

Como bônus, dentro do seu blog você tem controle muito maior sobre o processo, podendo fazer ajustes e melhorias para se adequar melhor ao seu funil de vendas.

kit de geração de leads

Se tornar autoridade

Como falamos, o blog não serve apenas para atrair pessoas.

O conteúdo certo ajuda a demonstrar a sua expertise, mostrando o seu conhecimento da área e também a sua capacidade de entregar valor aos seus clientes.

Peças como white papers, cases de sucesso, artigos técnico-científicos além de templates e calculadoras mostram ao público que você sabe — e bem! — do que está falando.

Isto facilita o processo de decisão de compra, na medida que aumenta a confiança do consumidor na sua marca, além de fazer um bem danado para a sua reputação.

Sentir o prazer de escrever e publicar

Ei, nós não falamos que blog posts precisam ter sempre um objetivo comercial em mente.

O processo de arranjar suas idéias, transformá-las em conteúdo (seja texto, video ou imagem) e compartilhar com o mundo é extremamente prazeroso!

Além disto, escrever traz benefícios psicológicos, ajuda a afinar sua capacidade de comunicação, formular melhor seus pensamentos e até mesmo de aprender coisas novas.

O blog é o meio ideal para praticar isto!

Blog pronto, e agora?

Agora que você já sabe como construir seu blog e como preparar suas publicações, é hora de começar a publicar, promover e colher os frutos do seu trabalho.

Preparei algumas dicas de como tocar seus primeiros meses de trabalho, de forma a garantir bons resultados no médio e longo prazo.

Calendário editorial

Um calendário editorial é uma forma de se organizar, e garantir que seu blog não vai sofrer com as indas e vindas da rotina que qualquer pessoa está sujeita na vida.

O calendário, além de dar uma visão mais ampla do seu planejamento, te ajuda a se manter em dia, preparando seus materiais a tempo de de publicar e promover corretamente.

A minha sugestão é fazer planejamentos trimestrais. Esta etapa de planejamento vai ser trabalhosa, mas garante que, ao longo dos próximos três meses, a produção de cada post já começa bem orientada, sem precisar “começar do zero” toda vez.

É de grande ajuda para garantir uma regularidade nas postagens e uma proteção importante contra imprevistos que vão naturalmente acontecer.

Promoção de posts

Se você publicar certinho, sempre no dia e hora marcados, mas deixar os seus textos largados no blog, vai ser bem difícil que as pessoas fiquem sabendo dele, concorda?

Isto é ainda mais importante nos primeiros estágios da vida do seu blog, quando as pessoas ainda não conhecem seu trabalho.

Temos aqui um guia, pra você aprender em detalhes como promover o seu conteúdo e alcançar um público cada vez maior.

O mais importante agora é entender que será necessário espalhar o conhecimento sobre seu blog.

Use as redes sociais, seus contatos, busque parceiros em potencial e lance mão até de anúncios e posts impulsionados.

Os resultados tendem a ser menores no começo, mas com o tempo eles compõe sobre os números anteriores e você será capaz de construir uma audiência fiel!

Guia prático para divulgação de conteúdos

Criação de listas

Lembra, ali em cima, quando eu falei que blogs são ótimos para gerar leads?

Mesmo que você não tenha uma intenção de vender alguma coisa logo de cara, leads são importantes para alavancar o conhecimento sobre o seu blog e criar uma audiência recorrente.

Quando uma pessoa aceita te dar o endereço de email dela, ela te dá autorização para contactá-la diretamente, sem intermediários. É uma grande responsabilidade ser portador desta permissão, portanto faça o melhor uso dela!

Separe conteúdo interessante, escreva com cuidado os seus emails e você perceberá que aquele visitante eventual se torna frequentador, eventualmente ajudando a espalhar seu conteúdo para amigos e colegas.

E tudo bem se você não sabe como fazer newsletters, temos um Guia para Iniciantes bem aqui!

Evolua no SEO

Como você está começando com seu blog, ainda não tem que se preocupar demais com SEO. Foque em manter suas publicações com qualidade, de forma constante.

Isto é 90% do seu sucesso!

Mas como eu não vou ficar escondendo os outros 10% de você, seguem aqui alguns recursos para que você — com o tempo — se torne um mestre do SEO e possa brigar frente a frente com os grandes pelo topo, em palavras-chave competitivas:

Aprofunda seus conhecimentos em SEO com nosso ebook!

Backlinks

Se você leu os artigos que te recomendei acima, já sabe disso. Mas sejamos francos, você ainda não leu!

Decidi acrescentar um ponto a mais para os backlinks pelos seguintes motivos:

  1. É mais importante que você pensa
  2. Dá mais trabalho do que você gostaria.

Sobreviveu ao choque de realidade?

Vamos lá: Backlinks são referências de outros domínios para o seu blogpost.

Aos olhos do Google, quer dizer, dos buscadores, um backlink é como uma recomendação, uma indicação de alguém que o conteúdo linkado ali vale a pena ser lido.

Isso conta muito para o rankeamento!

Trabalhar ativamente para conseguir links de volta significa que você está fazendo contatos na sua área atrás destas recomendações (o que expande a sua rede e aumenta sua chance de fazer parcerias) e também que está tendo contato com outros publishers, empresas e marcas.

Quer dizer: independementemente de quantos backlinks você conseguiu no final das contas, o exercício de buscá-los é muito enriquecedor!

Como bônus, você ainda expande sua audiência e consegue subir mais algumas posições no ranking.

É win-win situation!

LET’S DO THIS!

Ei, meus parachoques!

Você sobreviveu à (até o momento) quase oito mil palavras de dicas, guias e orientações de como começar.

Sei que parece uma quantidade imensa de coisas para aprender, mas — e preciso que você acredite em mim nessa — fica muito mais fácil com o tempo e prática.

É mais ou menos como ir à academia.

No começo você não sabe o que fazer, e fica até meio dolorido, já que está todo enferrujado e meio torto. Mas na medida que começa a ver resultados, as dores diminuem, seu domínio sobre os exercícios aumenta e você tem um desempenho cada vez melhor.

Talvez você se vicie em blogar, queira atingir audiências de milhões e não descanse enquanto não tiver exercitado no dia.

Talvez você só mantenha aquela rotina por saúde mesmo. Para fazer um bem pra si mesmo e relaxar do dia puxado.

Em qualquer caso, happy blogging!

Gostou do nosso conteúdo e aprendeu como criar um blog? Então não deixe de conferir nossa Enciclopédia do Marketing de Conteúdo e pratique todas as técnicas no seu blog!

download enciclopedia de marketing de conteúdo


Se você leu este guia inteiro e vai colocar seu blog no ar, por favor, me avise nos comentários, dizendo sobre o que vai blogar. Quando o blog tiver sua primeira postagem publicada, volte aqui e responda seu comentário anterior, deixando o link para o seu post. Eu sei que você vai conseguir! Prometo ler todos e deixar um comentário lá. 🙂

 

erros de marketing digital

Como continuar crescendo um blog quando já se tem resultados estratosféricos?

“Olá, bem-vinda à equipe de Marketing da Rock Content. A sua missão vai ser contribuir para o crescimento do blog marketingdeconteudo.com, que já tem um tráfego mensal de milhões de sessões, e dos blogs marketingdecontenidos.com, comunidade.rockcontent.com e inteligencia.rockcontent.com, que estão crescendo a taxas de 50 a 80% mês a mês. Boa sorte!”

Já imaginou você ouvir uma bomba dessas?

A primeira reação é um leve desespero: “E agora? O que vou fazer para conseguir crescer ainda mais esses blogs? Eles já devem estar estagnando, não têm mais para onde crescer”.

Confesso que quando eu recebi, em outubro de 2017, o desafio de ser Supervisora de Marketing na Rock, responsável por todas as nossas estratégias de Aquisição e Geração de Demanda, foi mais ou menos esse o meu primeiro pensamento.

Porém, depois dele — e de algumas reuniões com o diretor de Marketing — consegui me acalmar e entender que, apesar de não ser uma tarefa fácil, todos os nossos blogs ainda teriam muito espaço para crescer.

Hoje, depois de alguns meses de experiência (e com muito espaço para aprender ainda), decidi escrever um pouco do que aprendi para conseguir manter o crescimento dos nossos blogs mesmo quando eles já estão em níveis estratosféricos de autoridade!

Vou dar exemplos reais de experiências que passamos aqui na nossa equipe de Marketing e que nos fizeram perceber a importância de cada um desses novos aprendizados.

Confira as minhas dicas e, se você já tiver passado por alguma situação similar na sua carreira, deixe um comentário sobre os seus aprendizados também!

1. Não se esqueça que o blog é um canal de geração de receita!

Uma das principais mudanças que o Marketing Digital trouxe para as empresas que estão investindo neste tipo de estratégia é o fato de que os resultados podem ser mensurados com mais facilidade.

Assim, sabe-se muito bem quantos acessos resultaram de um conteúdo, os níveis de engajamento, quantas leads foram geradas, qual a faixa etária alcançada com um anúncio etc.

Além de fazer com que o trabalho dos profissionais de marketing fosse mais direcionado para o lado de exatas do que para o lado artístico, como antes da era digital, essa mudança também fez com que o marketing tivesse uma atuação mais marcante no processo de aquisição de clientes.

Ou seja, o papel que era exclusivo do time de vendas foi dividido para que o marketing atuasse como um primeiro passo na captação dos potenciais clientes para a empresa, otimizando todo o ciclo de vendas.

Tudo isso você provavelmente já sabia desde que começamos a pensar em Inbound Marketing, não é mesmo?

Mas o que muitas empresas acabam esquecendo e que é sempre bom lembrar, é que todas as ações de Marketing Digital devem estar de acordo com o objetivo comercial da sua empresa!

Em termos práticos, o que isso significa?

Que, se a sua empresa está focando em um nicho de clientes, por exemplo, você pode ter o blog mais bonito do mundo, com milhões de sessões mensais, mas se não converter esse tráfego em verdadeiras oportunidades de negócio, todo o investimento está indo para o ralo!

O tráfego por si só não significa muita coisa. O número de curtidas nos seus perfis nas redes sociais não significa nada quando analisado sozinho. Até mesmo o número de leads que o marketing entrega para vendas pode ser uma métrica de vaidade se não forem leads que podem realmente se transformar em novos negócios para a empresa!

À medida que as estratégias vão crescendo e evoluindo, é comum que as equipes de marketing se percam em tarefas de rotina e em métricas de acompanhamento e se esqueçam desse fator tão importante que é o alinhamento do marketing com o objetivo da empresa. Por isso, a primeira dica deste post não poderia ser outra!

CASE ROCK CONTENT
Estamos sempre muito focados em ter uma taxa de conversão constante em nossos blogs para gerar as oportunidades ideais para o nosso time de vendas. Por isso, temos um calendário editorial de lançamento de materiais ricos que se conecta com o calendário editorial de publicações nos blogs, alinhando muito bem o nosso funil de vendas.
Um exemplo direto disso foi exemplificado neste post que conta com um só blog post foi responsável por trazer mais de 2 milhões de reais de receita para a Rock ao longo do tempo. Recomendo a leitura!

2. Domine o básico

Se o blog que você tem em mãos já é tão grande, é porque provavelmente já tinha uma estratégia de sucesso.

Até chegar naquele ponto, com certeza tiveram algumas receitinhas que sempre funcionaram, como algum tipo de postagem específica, uma certa frequência de publicação ou outro fator.

Portanto, para que o seu blog continue no caminho de crescimento (ou saia do efeito platô), é fundamental que você domine completamente essas rotinas. Veja essa dica como “faça o feijão com arroz bem feito antes de atacar a receita mais complexa”.

Se você e sua equipe ainda não souberem o que levou vocês até esse ponto, sugiro fazer uma análise mais aprofundada das ações antes de avançar para as próximas dicas.

Somente entendendo quais são os pontos fortes da sua estratégia e as ações que você deve fazer para continuar tendo pelo menos os mesmos resultados é que você vai conseguir pensar nas estratégias diferenciadas para crescer ainda mais o seu tráfego.

CASE ROCK CONTENT
Para orientar a nossa equipe e garantir que todos estão seguindo os mesmos processos  e, consequentemente, alcançando resultados similares, utilizamos algumas checklists básicas. Decidimos produzir um material que ofertasse todas essas checklists para nosso público pois percebemos que essa é uma grande dificuldade de algumas das empresas que estão escalando as suas estratégias de Marketing de Conteúdo.
Nesta oferta, você vai encontrar passo a passos essenciais para cada um dos nossos processos principais, como postagem de conteúdo no blog, correções de erros de SEO, publicações em redes sociais etc.

3. Documente muito bem os seus processos

Esta dica é praticamente uma extensão da dica anterior.

Para entender quais são as ações que você faz que dão certo e replicá-las com sucesso, o melhor que você pode fazer é documentar muito bem os seus processos.

Isso significa fazer planilhas, calendários editoriais, tutoriais em vídeo, criar checklists e quaisquer outras ações que vão garantir que todas as atividades-chave da sua estratégia de Marketing estão rodando da maneira mais otimizada possível.

Essa documentação, além de facilitar a execução das tarefas de dia a dia, também é um grande ativo no momento de treinar novos membros da sua equipe.

Se a sua estratégia de marketing está crescendo, com certeza a sua equipe está acompanhando esse crescimento.

Porém, sabemos que nem sempre o gestor tem disponibilidade de acompanhar cada novo membro em suas atividades de rotina, não é mesmo? A documentação é essencial para guiar esse momento de treinamento da equipe também.

CASE ROCK CONTENT
Aqui na Rock, percebemos que temos uma metodologia que aplicamos tanto em nossos blogs quanto nas estratégias dos nossos clientes. Documentamos essa metodologia com um passo a passo bem detalhado do que fizemos para que nossos blogs funcionem como funcionam. Se quiser conferir, é só acessar aqui a Metodologia Rock Content!

4. Gaste sua energia com novas ideias

Se você já está seguindo as duas primeiras dicas, ótimo! Você tem uma estrutura para manter o seu blog em taxas constantes. Porém, o nosso desafio é continuar crescendo!

Como a nossa estratégia básica já está sob controle de acordo com os processos básicos que foram previamente determinados, para sair do ritmo normal, você tem também que pensar fora da caixa. Não podemos nos conformar só com a mesma taxa de resultados.

Por isso, é fundamental que você esteja sempre pensando em novas estratégias, novos canais, tipos diferentes de conteúdos, divulgações diversificadas e quaisquer outras variações possíveis para trazer resultados para a sua estratégia.

Mas, antes de começar a fazer vários testes dentro do seu blog, pense com calma.

Tudo deve ser feito com muito planejamento para priorizar os testes que fazem sentido dentro da estratégia, que têm potencial de gerar resultados reais e que você conseguirá implementar do começo ao fim.

De nada adianta fazer um teste que não seja relevante para o seu público ou que você não consiga mensurar os resultados, não é mesmo?

CASE ROCK CONTENT
Estamos sempre com o desafio de diversificar os nossos canais de aquisição aqui na Rock, então encontrar novas oportunidades faz parte da nossa rotina. Por exemplo, recentemente, estruturamos revistas para os nossos blogs dentro do aplicativo Flipboard. Este é um aplicativo de notícias e conteúdos segmentados por temas, então estamos testando a nossa presença digital e o engajamento com os leitores por lá também.
Confira as nossas revistas:
Revista Marketing de Conteúdo
Revista Blog Inteligência
Revista Marketing de Contenidos
Revista Comunidade Rock Content

5. Encontre o público que é realmente evangelista da sua marca e dê uma atenção especial para eles

Nesse ponto da sua estratégia, provavelmente o seu blog já tem uma audiência fiel e consolidada. E isso é ótimo!

O que muitas empresas esquecem de fazer é de valorizar esse público frequente e que confia nos seus conteúdos, pois não percebem que eles são uma ótima oportunidade de desenvolver evangelistas da sua empresa, ou seja, pessoas que gostam tanto dos seus conteúdos e das características da sua empresa que a defendem com unhas e dentes e recomendam os serviços por livre e espontânea vontade.

E não é só para se “aproveitar” do potencial de compartilhamento dos seus leitores que vale a pena investir nesse tipo de relacionamento.

É para realmente conhecer um pouco melhor o seu público e aprender ainda mais sobre os possíveis conteúdos que você pode fazer para solucionar as dúvidas deles.

CASE ROCK CONTENT
Uma das nossas principais estratégias aqui é a de aquisição de freelancers para trabalharem com produção de conteúdo para web. Sendo assim, além do blog Comunidade Rock Content, temos um grupo no Facebook com os freelancers que já se cadastraram na nossa plataforma.
Nesse grupo, alguns freelancers realmente se destacam por responderem uns aos outros por livre e espontânea vontade, garantindo o aspecto de comunidade do grupo, sem precisar de uma moderação interna. Por isso, fizemos um evento especial presencial na nossa sede em Belo Horizonte, convidando alguns desses freelancers que já são parte fundamental da nossa estratégia.

Comunidade de Freelancers Rock Content

Da esquerda para direita: Fernanda Rezende, Lívia Noronha, Mariana González, Kenia Teixeira, Willian Porto,  Amanda Gusmão, Lívia Feu, Gabriel Nascimento, Laura Ferreira, Marcelo Faria, João Pedro Ferreira, Helena Contaldo, Anna Gabriela Cardoso, Arthur Guedes, Thiago Murça

6. Fique atento no que as pessoas estão comentando no seu blog

O melhor canal de comunicação direta com o seu público provavelmente é dentro do seu próprio blog. Ali é o local em que a maioria das pessoas se sente totalmente à vontade para conversar com os editores do blog e tirar dúvidas com os demais leitores do conteúdo.

Como estava falando no tópico anterior, se vamos procurar pelos evangelistas e leitores fiéis dos nossos blogs, nada melhor do que dar uma atenção especial aos comentários do seu blog.

Além de garantir esse relacionamento com o seu público, você pode ter ótimas ideias de conteúdos para produzir no blog e solucionar dúvidas que você ainda não tinha mapeado e que realmente solucionam as dúvidas da sua persona.

Para dar o exemplo da nossa equipe de marketing, quando recebemos um comentário no nosso blog, os editores mesmo já respondem (normalmente dentro de 24 horas). Se for um comentário com dúvidas mais técnicas sobre alguma área específica, como automação de marketing ou mídia paga, por exemplo, os editores direcionam o comentário para algum especialista no tema dentro da nossa própria equipe.

Assim, as discussões sobre os temas são sempre ricas (pois contam com as experiências dos especialistas) e garantimos que o nosso público vai estar interessado em continuar interagindo com os conteúdos.

Inclusive, se tiver ficado com alguma dúvida até aqui, não hesite em comentar! Vou ficar honrada em responder cada um dos comentários. 🙂

CASE ROCK CONTENT
Como disse, aqui temos o padrão de responder os comentários com dúvidas sempre o quanto antes, normalmente acionando o especialista técnico da área ou pelo autor do post. No conteúdo 12 hacks de conteúdo avançados para você multiplicar o tráfego do seu blog em 2018, do André Mousinho, temos quase 20 comentários, todos com a resposta do autor, como você pode ver nesse print: Respondendo os comentários do blog

7. Faça parcerias de marketing

Quando a nossa estratégia de conteúdo está estagnada, uma ótima maneira de alcançar novos horizontes é fazendo parcerias de marketing com empresas que estejam conversando com um público similar à sua persona.

Você pode fazer guest posts, co-marketing, parcerias de divulgação de materiais, webinars compartilhados ou qualquer outro tipo de estratégia em que as duas (ou mais) empresas combinem e que gerem resultados que serão compartilhados entre as duas.

Ao selecionar uma empresa que tenha uma persona similar à sua (e que não seja concorrente, claro), você acrescenta esse canal de aquisição de novos contatos e potenciais clientes!

Como aquelas pessoas já se interessaram previamente pelas propostas que a sua empresa parceira tinha pra oferecer, pode ser que eles tenham interesse no que a sua empresa tem a dizer também.

CASE ROCK CONTENT
Temos alguns parceiros que são recorrentes tanto em publicações nos nossos blogs, quanto em lançamento de materiais em parceria. Quando estamos falando sobre essas ofertas compartilhadas, normalmente trabalhamos com apenas uma landing page (para facilitar a experiência do usuário) e as duas empresas se organizam para compartilhar os resultados obtidos, ou seja, divulgar para a parceira a lista completa de contatos que converteram naquele material.
Por exemplo, um dos materiais que fizemos em parceria com a Smartalk é o Kit de Super Apresentações. Ficou curioso? Confira o material agora mesmo!

Kit Super Apresentações

8. Não se esqueça de utilizar mídia paga para potencializar resultados

Quando estamos falando sobre o começo de uma estratégia digital, é comum que algumas pessoas entendam que existem 2 opções e que elas se excluem: investir em mídia paga OU em mídia orgânica.

Pode até ser que, para conseguir fazer uma estratégia de qualidade e com uma equipe reduzida, escolher um dos dois caminhos seja melhor.

Mas quando estamos lidando com uma estratégia mais evoluída, é necessário tirar esse conceito da cabeça!

Provavelmente, você já está em um momento da sua estratégia digital que tem uma equipe dedicada e já alcançou um certo nível de maturidade com as ações que está tomando, certo?

Por isso, é fundamental entender que a mídia paga pode ser utilizada para potencializar os seus resultados, para conseguir cobrir gaps ou até mesmo agilizar algum resultado específico que você esteja precisando alcançar.

CASE ROCK CONTENT
Nossa estratégia principal de captação de clientes é o Marketing de Conteúdo e, consequentemente, nosso canal orgânico é muito forte. Mesmo assim, temos um investimento em mídia paga para expandir a nossa capacidade de novos públicos ou de nichos muito específicos. Uma estratégia é complementar à outra, e não excludente!
Por exemplo, um dos anúncios que fizemos na nossa página do Facebook, divulgando o nosso vídeo de comemoração de 5 anos de Rock: Vídeo Rock Content

9. Use bem os seus canais nas redes sociais

Sabemos que, ao lidar com Marketing Digital, estamos sempre pensando em mudanças rápidas de cenário e atualizações de padrões de comportamento dos usuários e das plataformas com que trabalhamos.

As redes sociais são grandes exemplos dessas mudanças recorrentes, como atualizações de algoritmo e regras de privacidade, por exemplo.

Portanto, o cenário para perfis comerciais nas redes sociais está cada vez mais direcionado para o uso de anúncios. Ou seja, as publicações que você faz no seu perfil com o objetivo de levar pessoas das redes sociais para dentro do seu site ou blog não têm tanto efeito de alcance para a sua base se você não investe uma certa quantia de dinheiro em impulsionamento de publicações.

Sendo assim, redes sociais de alcance em massa, como Facebook e Instagram, já não estão desempenhando um papel tão importante na estratégia de geração de tráfego para um blog.

E então, o que fazer? Parar de publicar em redes sociais?

CASE ROCK CONTENT
Na minha opinião, parar de publicar é um posicionamento extremista demais, afinal de contas, as pessoas realmente já estão inseridas nessas plataformas. Então, o que temos percebido que tem trazido resultados legais para a Rock Content, por exemplo, é utilizar as nossas redes sociais como canal de branding e de posicionamento de marca, e não só de geração de tráfego.
Além da mudança de objetivo da estratégia, essa alteração no mindset de uso das redes sociais faz com que as postagens sejam realmente mais focadas na experiência do usuário, gerando interesse e engajamento com a sua marca dentro daquele contexto, sem necessariamente sair da plataforma para ir consumir o conteúdo dentro do seu blog.
Para exemplificar esta mudança de tipos de conteúdos, veja só estas duas postagens da nossa página do Facebook:
Infográfico nas redes sociais
Imagem nas redes sociais
A primeira imagem é um convite claro para o download do ebook Resultados Orgânicos no Instagram, mostrando quais são alguns dos tópicos que você vai encontrar no material. Este post tem o objetivo de levar as pessoas do Facebook para a landing page do nosso material e, consequentemente, converter mais leads.
A segunda imagem, sobre Insights de Instagram para 2018, já fala alguns dos insights na própria imagem, ou seja, é possível que o usuário consuma este conteúdo dentro da própria timeline. Ainda não temos dados comprovados para mostrar a eficácia deste tipo de estratégia em relação ao outro tipo de postagem, porém esta tem sido uma grande aposta nossa para nossas estratégias para o futuro próximo das redes sociais.

(Buzz Content)

Abrindo, literalmente, um parêntesis aqui neste tópico sobre redes sociais, acho interessante apresentar outro tipo de conteúdo que temos produzido nos nossos blogs recentemente com o objetivo de engajar o público das redes sociais e, ao mesmo tempo, trazer um pouco de tráfego para nosso site.

É o que chamamos de Buzz Content e diz respeito a conteúdos que estão sendo mais falados no momento, sendo o contrário dos conteúdos evergreen.

Ou seja, postamos algumas notícias interessantes para o nosso mercado e conteúdos relacionados a acontecimentos de grande repercussão, como lançamento de novas séries, por exemplo.

Assim, por serem temas muito falados no momento, é possível que as pessoas da área se interessem por clicar e consumir o conteúdo no nosso blog, mesmo que isso signifique sair da linha do tempo.

10. Considere ter algum especialista em CRO

Conversion Rate Optimization (CRO) é uma das áreas do marketing que tem mais crescido recentemente devido à grande aplicação do trabalho desses especialistas, que consiste em garantir que as presenças online da sua empresa, como site, blog e ferramentas, por exemplo, estejam todas otimizadas para a conversão.

Você lembra lá da primeira dica que eu dei sobre o alinhamento da estratégia de marketing com o objetivo comercial da empresa?

O profissional de CRO vai poder atuar diretamente nessas presenças para garantir que a sua comunicação esteja clara e eficiente para alcançar o seu público ideal.

CASE ROCK CONTENT
Temos na nossa equipe de marketing o Werik Gonçalves, que é o nosso especialista em CRO. Ele é responsável por desenvolver códigos de front end para fazer com que as nossas presenças online estejam alinhadas de acordo com a identidade de marca, além de desenvolver várias ferramentas para a nossa estratégia, como o Gerador de Assunto de Emails.

11. Invista ainda mais em conteúdo de Sales Enablement

Conteúdos de Sales Enablement são aqueles que podem ser utilizados pelo time de vendas para construir uma boa argumentação com os potenciais clientes no momento de negociação, ajudando a esclarecer as dúvidas do prospect e diminuir objeções.

Se você já tem um blog grande e com muita autoridade, publicar este tipo de conteúdo que tem o objetivo de educar a persona em um momento em que ela já está mais próxima do momento de compra pode ajudar não só na argumentação, mas também na percepção de que a sua empresa realmente é uma especialista no segmento e está preparada para sanar todas as dúvidas que ele pode vir a ter no futuro.

Para isso, é necessário ter um alinhamento muito próximo com o seu time comercial, aplicando as boas práticas de Vendarketing.

Faça reuniões recorrentes com vendedores chave do time comercial para conseguir mapear os conteúdos que podem ser produzidos pela equipe de marketing para sanar essas dúvidas.

CASE ROCK CONTENT
Além de produzir materiais ricos sobre o assunto, como o ebook sobre Vendarketing, por exemplo, aqui temos reuniões semanais dos gestores de marketing com os gestores de vendas. Nestas reuniões, conseguimos alinhar gaps de resultados e novas oportunidades de conteúdos ou estratégias que podemos começar a investir.
No ebook sobre o tema explicamos com mais detalhes sobre como é a nossa experiência de vendarketing, confira!

Ebook Vendarketing

12. Domine as palavras-chave long tail

Long tail são as palavras-chave mais específicas sobre a intenção de busca do usuário.

São aqueles termos mais extensos, que normalmente têm um volume de busca menor, mas tendem a converter mais na SERP, já que dizem respeito ao tópico exato que a pessoa estava procurando no Google.

Se você já tem um blog grande, provavelmente já falou sobre todos — ou quase todos — os grandes problemas e dificuldades da sua persona, certo? Então, possivelmente, também já produziu conteúdos com todas as palavras-chave head tail do seu nicho.

Portanto, para garantir o crescimento sem que tenha muitos posts repetitivos, é necessário investir mais em posts que falem sobre as palavras-chave long tail, pois são ótimas formas de você rankear no Google e podem ajudar a construir a autoridade do seu blog também.

Com a estratégia de posts satélites, você linka os posts de palavras-chave long tail para os textos com o tema macro que é abordado neste conteúdo.

Assim, você informa ao mecanismo de busca que os seus conteúdos se relacionam entre eles e também facilita a experiência do usuário dentro do seu blog, pois ele vai conseguir navegar com facilidade de um post para o outro.

CASE ROCK CONTENT
No nosso blog, temos alguns conteúdos que são os nossos principais, que falam sobre grandes temas no nosso nicho, como Marketing de Conteúdo, Marketing Digital e Inbound Marketing, por exemplo. Estes são os nossos posts âncoras e os principais de cada tema.
Linkados a eles, produzimos textos relacionados como Livros de Marketing Digital e Benefícios do Marketing Digital, por exemplo. Assim, a autoridade do domínio aumenta perante ao Google e garantimos que os nossos usuários estão tendo as melhores experiências possíveis dentro do blog.

13. Otimize a sua análise de resultados

Um dos maiores pontos de virada em uma estratégia que já é mais madura é quando acrescentamos um certo nível de análise dos resultados alcançados.

Sabemos da importância de acompanhar os números alcançados em cada campanha ou depois do lançamento de cada material, por exemplo. Porém equipes muito novas ou inexperientes tendem a se prender a métricas que não são necessariamente as ideais.

Por mais que poucas pessoas digam isso no mercado hoje em dia, acredite no que vou te dizer agora: invista um tempo para aprender mais sobre Excel e sobre melhores formas de metrificar os seus resultados. Você vai me agradecer no futuro, quando tiver uma maturidade de análise de resultados muito maior.

Além disso, uma outra coisa que pode ajudar bastante a compreender melhor os seus resultados é o uso de ferramentas de marketing, pois elas têm diversos usos diferentes como automatização de processos, otimização de tempo e rotina, organização de demandas, agendamento em redes sociais, controle de gastos em anúncios e muito mais!

Utilize o potencial de todas essas ferramentas justas para construir uma estratégia elaborada, pois assim você conseguirá ter mais insights sobre mudanças importantes no decorrer da sua estratégia digital.

CASE ROCK CONTENT
A equipe de Marketing da Rock possui hoje cerca de 30 pessoas das mais diversas especialidades. Sendo assim, utilizamos diversas ferramentas que se integram para que nós tenhamos os resultados mais otimizados possível.
Fiz uma apresentação com algumas das principais ferramentas de marketing que utilizamos no nosso dia a dia e você pode conferir aqui.


Esses 13 tópicos foram alguns dos principais aprendizados que tive nos meus primeiros meses como Supervisora de Marketing aqui na Rock Content.

Espero que essas dicas também ajudem você a estabelecer estratégias interessantes para os seus blogs que já têm um certo grau de maturidade online assim como me ajudaram — e ainda ajudam diariamente!

Abraços e até a próxima!

Marketing de Conteúdo: o blog da Rock Content

Marketing de Conteúdo: o blog da Rock Content

Carregar o título de maior empresa de Marketing de Conteúdo da América Latina não é para qualquer um. A Rock Content completou 5 anos em 2018 e, hoje, com mais de 300 funcionários e 1500 clientes, é a representante brasileira referência na área.

Grande parte do sucesso é correspondente ao investimento na produção de conteúdos e na estratégia do blog Marketing de Conteúdo, que também é um dos maiores blogs de Marketing DIgital e Inbound Marketing do país.

Vamos te contar um pouco mais da história da empresa e do blog, além de como o blog é maior prova da qualidade do que vendemos.

O começo da Rock Content

No início de 2013, o pivot de 2 startups passando por dificuldades resultou na Rock Content.

Enquanto, DIego Gomes e Edmar Ferreira desenvolviam a EverWrite, focados em um software de SEO, Vitor Peçanha tentava alavancar um projeto de marketplace de freelancers, chamado TextCorner.

Apesar do esforço dos dois lados, nenhuma das empresas estava onde queria.

A solução foi juntar os empreendimentos e entrar com tudo no mercado de content marketing, que já era valorizado fora do país, mas ainda inexplorado por aqui. Mas a condição para a empresa continuar era conseguir, durante aquele ano, 100 clientes e R$ 800 mil de ARR.

Seis meses depois a meta tinha sido batida e de lá para cá é história. No final do ano seguinte, o faturamento já superava R$2.4 milhões de ARR e o time era formado por quase 50 pessoas.

Em dezembro de 2016, a Rock bateu pouco mais que os R$20 milhões de ARR e quase 200 funcionários, resultado de um crescimento de 250%, em relação ao ano anterior.

É inegável o sucesso do negócio e como ele é fruto de uma boa estratégia de Marketing de Conteúdo.

O que é o Marketing de Conteúdo e o que fazemos

De maneira bem simplificada, Marketing de Conteúdo não é uma novidade no mundo e tem como conceito básico ser uma estratégia de promoção com a intenção de criar e distribuir conteúdo relevante e atrativo para capturar o público-alvo e, como uma das finalidades, trazer um retorno lucrativo.

O objetivo da Rock como empresa nada mais é que ajudar os clientes a se relacionarem com pessoas e com a suas audiências por meio de um conteúdo de qualidade.

As estratégias criadas por nós permitem a atração, a aproximação e a retenção de pessoas, especialmente clientes. Podemos resumir em uma frase: queremos que você conquiste o sucesso produzindo mais e gastando menos na internet.

Com isso, a Rock Content é uma empresa cliente de si mesma. Os resultados que temos hoje foram consequências da aplicação de recursos na criação e manutenção de todos os blogs da empresa.

O Marketing de Conteúdo é o blog que diretamente conversa com os nossos clientes e faz exatamente o que fazemos para eles.

Além do Marketing de Conteúdo, a Rock Content conta com outros 3 blogs, além de um canal no Medium.

O blog Comunidade é referência para freelancers e profissionais independentes, o Inteligência, é um portal de tendências, estatísticas e pesquisas de Marketing do mercado brasileiro e o Marketing de Contenidos é nossa versão em espanhol para o mercado latino americano.

SAIBA MAIS SOBRE A ROCK CONTENT
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O blog Marketing de Conteúdo

O blog nasceu com o objetivo de ser o canal sobre Marketing e Vendas da empresa e é aqui que aplicamos o que sabemos sobre Marketing de Conteúdo, Marketing Digital e Inbound Marketing.

Se você procurar as principais palavras-chaves da nossa área, pode ter certeza que estaremos nas primeiras posições com conteúdos completos.

Mas o blog não tem só isso:

  • produzimos também materiais que revelam as principais tendências do mercado;
  • notícias sobre marketing digital;
  • cases de clientes e da própria Rock;
  • dicas e hacks para quem quer ter, na prática, o resultado que nós temos; e
  • informações sobre o mercado profissional e carreira.

Tudo isso criado e pensado para você aprender mais sobre o ramo e repensar a forma que o Marketing pode alterar seus resultados com base na realidade.

Onde encontrar mais sobre o blog e sobre a Rock

O blog não é nosso único canal de relacionamento. Nosso time de Social Media capricha nos conteúdos divulgados por lá.

Os assuntos fogem da área de Marketing e também dão ênfase para a rotina da empresa, novidades e parcerias com outras empresas, vagas e conteúdo audiovisual exclusivo para as redes.

Estamos no Facebook, Instagram, LinkedIn, Twitter, Medium e Youtube. Confira o que nós fazemos por lá!

Migração, rebranding e Search Console do blog da Comunidade Rock Content

Um guia da migração e rebranding de um blog em WordPress com 500 posts: de Escreva Para Web a Comunidade Rock Content

No mundo do marketing digital, um monte de motivos podem te levar a realizar a migração de um site, blog, loja etc.

Contudo, isso envolve muitas incertezas. Tantas, que muitas empresas simplesmente desistem ou atrasam mudanças estruturais importantes para um negócio na web.

Vou perder rankings no Google? Meus dados de tráfego? Posso cometer algum erro fatal para o meu negócio?

Para jogar uma luz sobre todas essas dúvidas, vou ensinar tudo o que aprendi quando recebemos uma missão aqui na Rock Content. Esse desafio foi nada menos que transformar o nosso antigo blog dedicado a redatores — o Escreva Para Web — em um lugar feito para a comunidade de freelancers de todo o Brasil.

E assim foi ao ar o blog da Comunidade Rock Content. Veja todos os assuntos que vamos cobrir com essa verdadeira epopeia do marketing.

  • Migração e redirecionamento de domínio: éramos escrevaparaweb.com.br e nos tornamos comunidade.rockcontent.com.
  • Adição do SSL: ainda não tínhamos o cadeado verdinho.
  • Tratamento de resultados via Google Search Console: essa ferramenta já era essencial, e agora vai dar uma força na recuperação do SEO.
  • Rebranding: mudança da identidade visual e do nome do blog.

O resultado? Foi trabalhoso, mas bem-sucedido!

Gastamos 80% do tempo com planejamento e 20% com execução, e recuperamos o tráfego perdido em apenas 30 dias. E você pode aprender tudo agora. Confira a seguir.

De Escreva Para Web a Comunidade Rock Content

Se você acompanha o trabalho da Rock Content há mais tempo, talvez você conheça o Escreva Para Web. Era o nome do nosso blog dedicado a aquisição de redatores freelancers para o nosso marketplace!

Escreva para Web

Contudo, com o tempo expandimos e passamos a oferecer jobs para outras modalidades de produção de conteúdo: revisão, criação de pautas, design e outros. Automaticamente, isso nos tornou uma grande comunidade de produtores de conteúdo no Brasil.

Sentimos que o blog precisava de uma mudança radical, motivada por esse e outros pontos:

  • Queríamos aproximar a Comunidade de Freelas à empresa Rock Content.
  • Nos tornar autoridade em freelance no Brasil.
  • Instalar SSL em todo o domínio.

Foi assim que mudamos de nome, de domínio e expandimos nosso calendário editorial.

Comunidade Rock Content

No dia 18 de abril de 2017, com cerca de 500 posts e um tráfego mensal de 20 mil sessões, transformamos o escrevaparaweb.com.br em comunidade.rockcontent.com.

Novo visual da Comunidade Rock Content

Como planejar uma migração de domínio completa

A melhor forma de organizar esse processo é com planejamento. Nesse caso, eu diria que 80% do tempo foi gasto bolando um passo a passo e prevendo todos os possíveis problemas. Somente 20% do tempo foi gasto com a execução, e somente quando já estávamos preparados.

Por isso, recomendo que, antes de realizar uma migração, tenha isso em mente.

Mexer com URLs, mudança de domínio, servidor etc. VAI impactar o seu rankeamento. Hoje, isso é um fato.

O que você deve pensar é: como posso diminuir ao máximo o impacto gerado por uma migração de domínio?

Foi assim que criamos o guia a seguir. Confira:

Passo #1 — Backup de toda a sua base de dados!

Se vamos trabalhar com a origem e o destino dos dados de um website, é melhor ter um ponto de restauro imediato caso algo dê errado. Por isso, o primeiro passo é realizar um backup recente e atualizado de tudo.

Isso pode ser realizado de várias formas, dependendo das suas limitações técnicas. Por isso, listei algumas possibilidades a seguir.

Mas já adianto que a minha forma preferida de fazer backup é usando o plugin ManageWP. Como é um blog em WordPress, ele tinha todas as funcionalidades de backup e migração que usamos no processo.

Primeira opção: Backup via cPanel — feito por meio do servidor de hospedagem

O cPanel é um sistema de controle de hospedagem de sites muito popular. Ele tem uma interface gráfica que contém diversas ferramentas para gerir o seu servidor.

Embora não esteja presente em 100% dos serviços de hospedagem, o cPanel é muito comum e pode ser encontrado na maioria deles.

Se esse é o seu caso, você pode realizar um backup por meio de um assistente específico para isso: o Backup Wizard.

Backup via cPanel

Opção 2: Backup via plugin de WordPress

Diversos plugins de WordPress podem realizar o backup para você. Nesse caso, se você possui outros diretórios dentro do seu domínio, ele pode ser insuficiente.

Mas, caso você tenha somente um site ou blog em WordPress, eles podem ser uma alternativa ágil para guardar seus dados.

Eis alguns plugins possíveis para realizar backups de WordPress:

  • WPBackup
  • Backup Scheduler
  • Other

Opção 3: Backup via ManageWP (recomendado)

Por fim, esta foi a opção que eu utilizei. O ManageWP é um plugin que pode te dar uma experiência completa e segura.

Não se preocupe, a instalação é 100% gratuita, assim como várias funcionalidades. Além disso, ele possui outras funcionalidades pagas self-service e a preços bastante justos, sem necessidade de assinatura.

Eu já o utilizava para agendar backups regulares e manter meus dados sempre protegidos, e realizar um backup recente foi bastante simples.

De qualquer forma, a instalação do ManageWP é recomendada, pois esse plugin será utilizado em breve. A explicação vem a seguir.

Backup via ManageWP

Uma vez realizado o backup, guarde esses dados em uma pasta ou dispositivo seguro. Além disso, pense em como você irá restaurar esses dados após a migração.

Esse processo não deve ser complicado, e já podemos seguir para a próxima etapa.

Passo #2 — Deixar o seu novo domínio pronto para a migração

Hora de preparar o terreno.

Nesse caso, até que as pessoas se acostumassem com o seu endereço novo,  foi necessário manter o site antigo no ar. Assim, o endereço antigo (escrevaparaweb.com.br) sempre redirecionava para o novo (comunidade.rockcontent.com).

Veremos isso com detalhes adiante. Antes, algumas condições têm que ser atendidas:

  1. Será preciso uma nova hospedagem, como SiteGround, NameCheap, WPEngine, GoDaddy ou outro serviço que usar.
  2. Também será preciso adquirir o seu novo domínio — Registro.br, GoDaddy etc.
  3. Instalar o WordPress no novo servidor.

Sabemos que o rankeamento em motores de busca sofre um pouco nesse processo. Assim, até você recuperar o seu SEO pós-migração, será necessário manter o endereço antigo no ar.

Passo #3 — Instalar um certificado TSL (HTTPs no novo domínio)

TSL ou Transport Socket Layer é um protocolo de criptografia para a comunicação do seu site com a internet. Basicamente, é uma camada de segurança que você adiciona ao seu domínio. Aquele famoso cadeado verdinho que fica na barra de endereços do seu browser, acompanhado do protocolo https que vai nas URLs.

Já é provado que o Google considera o TSL/HTTPs como um fator de rankeamento e, como não tínhamos antes, incluímos essa etapa no processo de migração.

O Let’s Encrypt é uma opção gratuita para um certificado básico. Esta opção existe na maioria dos serviços de hospedagem de sites. Além disso, você pode instalá-lo manualmente por meio das instruções presentes no site oficial.

Let's Encrypt

A instalação do Let’s Encrypt também pode ser feito por meio de um plugin de WordPress, o WP Encrypt!

WP Encrypt

Passo #4 — Setup do ManageWP

Como mencionado no começo do artigo, o ManageWP ajudará com o processo de backup e, além disso, realizará a migração de maneira segura.

De fato, essa é uma funcionalidade paga do app, porém hoje ela custa apenas US$2,00. Nada mais que isso.

Entre perder tempo e correr riscos utilizando outros métodos, optamos por este que é garantido e extremamente barato. Ele é capaz de criar uma cópia exatamente igual e funcional do seu WordPress em um outro domíno, sem dor de cabeça com uploads e base de dados — que é um trabalho que pode durar horas e possui alto risco.

Portanto, siga os passos a seguir:

  1. Vá até http://managewp.com, faça seu cadastro grátis e acesse o app.
  2. Instale e sincronize o plugin ManageWP Worker nos dois sites. Tanto o antigo quanto o novo.

Plugin para WordPress ManageWP Worker

Após a instalação do ManageWP, acesse seu painel de controle em managewp.com e sincronize os dois sites. É só seguir os passos na imagem abaixo.

Instalação do ManageWP

Depois de adicionar as URLs do seu site e tê-las sincronizadas pelo ManageWP, já temos poder para criar uma cópia do seu site antigo no novo servidor.

Passo #5 — Migrar!

Chegou a hora!

Dentro do seu painel de controle do ManageWP, siga as instruções abaixo:

  1. Vá até a guia “Backups” e clique no botão “Clone”.
  2. Agora, na seção “Clone Type”, vamos selecionar a opção “Existing Website in ManageWP”.
  3. Selecione a URL que você deseja migrar como “Source”.
  4. E a nova URL como “Destination”.
  5. Inicie o processo de clonagem. Isso pode demorar alguns minutos ou horas (dependendo do tamanho do seu site ou blog).
  6. Feito isso, visite as duas URLs e verifique se está tudo ok.
  7. Pronto! Agora você tem dois sites iguais em domínios diferentes. Hora de pensar no redirecionamento.

Redirecionamento no ManageWP

Antes, vamos passar pela etapa de configuração do TSL, que é bem breve. Confira:

Passo #6 — Forçar o TSL (HTTPS) para todo o domínio

Se o seu domínio não tinha HTTPS antes da migração, os links vão estar todos referenciados como HTTP e seu site não estará protegido.

Agora que o HTTPS está presente no novo domínio, utilizamos um plugin redireciona todos os links em HTTP para HTTPS — O Really Simple SSL.

Sem esse redirecionamento correto, você não desfrutará do “cadeado verdinho” nem dos benefícios de rankeamento no Google.

Really Simple SSL

Vale lembrar que esse é apenas um redirecionamento do protocolo de segurança. Não é a mesma coisa do que o Redirect 301, que utilizaremos para enviar todo o tráfego do seu site antigo para o novo.

Isso é o que veremos agora.

Passo #7 — Redirecionando o seu site antigo para o novo!

Nem todos os blogs ou sites desejam ou precisam do SSL, portanto essa etapa é opcional. No caso do redirecionamento 301, ela é vital para o seu blog.

O redirecionamento do tipo 301 significa permanente. Ele vai avisar para os motores de busca que o seu site migrou de vez.

Se você quer fazer um redirecionamento seguro do seu site, primeiro leia este tutorial completo com todas as informações.

Agora, realize o redirecionamento de todas as páginas do seu domínio.

Redirecionamento 301 via servidor de hospedagem

Os serviços de hospedagem geralmente oferecem apoio via chat ou e-mail. Se você não tem experiência com redirecionamentos, isso é bastante recomendado.

Inclusive, se o seu serviço de hospedagem tiver o cPanel instalado, ele tem uma opção super simples de redirect.

Redirecionamento de URL via servidor de hospedagem

Redirecionamento 301 via Yoast

Plugins de WordPress, como o Yoast também permitem redirecionar permanentemente as suas URLs. Porém este é um processo manual e mais trabalhoso. Não é o mais recomendado, mas pode ajudar em alguns casos.

Yoast SEO

Vá ao seu domínio antigo, instale o plugin Yoast (disponível na plugin store ou aqui) e, nas suas configurações, selecione “File Editor”.

File editor do Yoast SEO

Ao abrir a janela, de texto, insira as URLs a serem redirecionadas manualmente, seguindo a sintaxe descrita abaixo:

  • Redirect 301 /url-antiga/ https://novosite.com/nova-url/

No caso da migração Escreva Para Web/Comunidade, seria algo assim:

  • Redirect 301 /erros-de-portugues/ https://comunidade.rockcontent.com/erros-de-portugues/

Redirect 301 via Yoast

Em seguida, clique em “salvar alterações”. Lembre-se de fazer isso com todas as URLs do seu site ou blog.

No entanto, se ele tiver muitos posts e URLs, é melhor pensar em alguma alternativa.

Redirecionamento 301 via outros plugins de WordPress

Existem diversos plugins que te ajudam a realizar o redirect 301 do seu site ou blog. Você pode navegar por eles até encontrar algumas alternativas interessantes. Dois exemplos são o Quick Pages e o Simple 301 Redirect.

Mas lembre-se, se você precisa redirecionar muitas URLs, considere fazer isso em nível de servidor. Será mais fácil e rápido.

Passo #8 — Instalando o Search Console

Se você tem uma propriedade criada no Search Console para o seu site/blog antigo, avise o Google!

Mudança de endereço no Search Console

Agora, vamos criar a propriedade do seu novo site no Search Console!

Se você sente que tem pouco ou nenhum domínio sobre propriedades, redirecionamento e Google Search Console, eu recomendo que você leia este tutorial completo.

Antes de prosseguir, ele te dará segurança para não cometer nenhum erro no caminho.

Ao acessar o seu dashboard no Search Console, clique no botão ‘criar propriedade’.

Adicione uma propriedade - Search Console

Em seguida, você será direcionado para uma tela de confirmação. Para conectar o seu domínio, instale o código do HTML de verificação no seu domínio raiz.

Código do Google no domínio original

Passo #9 — Criar um arquivo Robots.txt

Esse documento se comunica direto com os bots de busca e define algumas configurações de indexação. Se você não quiser que determinada página seja indexada, por exemplo, pode fazer por meio dele.

Mas, como um blog geralmente não tem essas particularidades, o nosso arquivo robots.txt é muito simples.

Para a maioria dos casos, é só criar um arquivo de nome robots.txt no bloco de notas igual ao do blog da Comunidade.

Depois, é só fazer o upload no seu domínio raiz. Assim: https://comunidade.rockcontent.com/robots.txt

Agora, utilize o Robots.txt Testing Tool dentro do Google Search Console:

Robots.txt no Google Search Console

Passo #10 — Criando um novo Sitemap

O Sitemap, como o próprio nome já diz, é um arquivo que mostra o endereço de as páginas, posts e arquivos de mídia dentro do seu domínio. Ele é atualizado automaticamente e facilita o trabalho dos crawlers.

Criar um Sitemap pode ser feito usando, de novo, o plugin YOAST. Acesse a seção específica de XML no menu do WordPress.

XML Sitemaps no Yoast SEO

Agora, você pode escolher quais tipos de mídia serão mapeados. Tanto os posts, páginas e mídias (imagens, áudio etc) podem ser listados. Isso ajudará o Google a encontrar e indexar esses arquivos.

XML Sitemaps no Yoast SEO

Uma vez salvas as configurações, o próprio plugin gera o arquivo e faz o upload. Não é preciso se preocupar com muita coisa.

Para testar se ele está funcionando, basta usar a ferramenta de teste do Search Console, presente no menu Rastreamento > Sitemaps.

Configurando novo sitemap no Google Search Console

Passo #11 — Testando o redirecionamento 301

Utilize alguma ferramenta de testar redirecionamentos, com o o redirect-checker.org e verifique se foi encontrado algum erro no redirecionamento.

Testando o redirecionamento 301 com Redirect Checker

Utilize alguma ferramenta de testar redirecionamentos, com o o redirect-checker.org e verifique se foi encontrado algum erro no redirecionamento.

Checando o redirecionamento 301

Passo #12 — Cereja do bolo: reindexando a suas URLs

Algumas URLs são muito importantes para você, certo? Por isso, o Google tem alguns métodos para acelerar a reindexação (e os rankings) dos seus posts e páginas.

Na guia “Buscar como o Google” você encontrará opções para avisar os crawlers sobre mudanças no seu site. Assim, esse mecanismo de busca lança seus robôs em busca de atualizações no seu site e envia para os resultados do Google.

Isso faz com que suas mudanças sejam reindexadas em uma velocidade bem maior do que a normal.

Buscar com o Google no Search Console

Passo #13 — Mudando o seu nome em todos os seus posts

Nesse caso, em que também mudamos o nome do blog, tivemos que substituir as referências ao “Escreva Para Web” por “Comunidade Rock Content” em todos os artigos. Afinal, manter o nome antigo confundiria novos leitores e usuários menos engajados.

Manualmente, isso seria quase impossível. Além de demorado, com certeza haveriam erros.

Por isso, utilizamos um plugin para substituir todas as menções à frase “Escreva Para Web” por “blog da Comunidade Rock Content”. O aplicativo escolhido, nesse caos, foi o Better Search Replace.

Better Search Replace

O funcionamento dele é muito simples, mas atenção! Ele realiza mudanças direto na base de dados. Portanto, só faça modificações definitivas.

Errar nesse ponto pode ser irrecuperável, ou obrigá-lo a voltar muitas etapas.

Passo #14 — Divulgue a sua mudança!

Enfim, está quase tudo terminado. Tudo que estava ao seu alcance, foi feito. A migração já foi realizada, testada e seus dados estão seguros.

A partir dos próximos dias, o Google vai reindexar algumas páginas e você deve perder tráfego orgânico. Evidentemente, eles vão se recuperar, e tem algumas ações que podem ser tomadas para acelerar a recuperação.

Portanto, algumas ações que tomamos foram:

  1. Criamos blog posts épicos com links para o novo blog. O conteúdo também era informativo e mencionava a mudança de domínio e as novidades, provocando a curiosidade da nossa audiência.
  2. Impulsionamos posts em mídias sociais e criamos conteúdos promocionais.
  3. Fizemos disparos para a nossa base de e-mail.

Assim, quanto mais visitas o seu site tiver, mais rápida será a recuperação do SEO.

Conclusão

Aprendemos muito sobre técnica, o funcionamento da estrutura e da forma de um site ou blog na web — sobretudo usando WordPress.

Contudo, a maior lição aprendida aqui já estava descrita no início do artigo: realizar uma migração vai prejudicar seus rankings orgânicos. O segredo está na velocidade com que você os recupera.

Com todas essas ações, saímos da melhor semana do nosso blog para as piores em meses. Felizmente, graças às práticas certas, isso não durou muito.

Diferença de tráfego após a migração

A primeira seta vermelha indica a data em que fizemos a migração. A segunda indica um pico histórico de tráfego — o que é curioso, pois ela já tinha sido realizada. A partir disso, concluímos que os motores de busca demoram um pouco para entender que você mudou de domínio e está redirecionando URLs.

Repare como, nos dias subsequentes, a queda foi evidente.

Depois, tivemos algumas semanas ruins. Quatro, para ser mais preciso.

Queda de tráfego após migração do blog

Quando isso acontecer, não se assuste. Faça um checklist de tudo e esteja sempre verificando se há algo de errado. Caso não encontre nenhuma anomalia, tenha paciência e verifique se os seus rankings estão se recuperando no Search Console.

Foi o que fizemos. Seguimos em frente durante mais ou menos 30 dias, até que retomamos o crescimento.

Recuperação do tráfego após migração

Em seguida, tudo melhorou no nosso blog. Passamos a ter mais autoridade, um domínio e uma identidade totalmente compatível com o nosso público. Esse redirecionamento não foi um empecilho, mas uma dor de crescimento necessária para o melhor desempenho possível deste blog tão querido que é a Comunidade Rock Content.

E você? Pensando em migrar o seu blog? Já realizou uma migração e quer contar a experiência?

Fale comigo nos comentários e terei prazer em trocar ideias sobre o assunto.

Um abraço e até logo! 🙂

Como começar um blog e ter sucesso ainda em 2018

Entenda como começar um blog e ter sucesso ainda em 2018!

Sempre falamos por aqui que uma estratégia de marketing de conteúdo exige tempo para trazer resultados. Mas, dessa vez, vamos mostrar como criar um blog e tornar-se uma máquina de sucesso em apenas 1 ano!

Ou seja, seguindo o que vamos ensinar aqui, você conseguirá — ainda em 2018 — trazer resultados para sua empresa com um blog.

Duvida?

Siga a leitura que vou te mostrar como.

1. Plataforma e domínio: escolhas importantes

Uma boa plataforma para hospedar seu blog é importante por uma série de fatores.

É a partir dela que seu site terá uma boa navegabilidade e aparência para o usuário, que você conseguirá administrar suas postagens com facilidade e ainda garantirá a segurança da sua página.

No processo de criar um blog, muitas pessoas tem dúvida em que plataforma investir.

Nós recomendamos fortemente o WordPress. Embora outras plataformas tenham suas vantagens, o WordPress é o melhor CMS (Sistema de Gerenciamento de Conteúdo) disponível.

Fizemos um post completo em que você pode aprender tudo sobre criar um blog no WordPress (ou em outras plataformas).

Quanto ao domínio, tenha em mente que ele será fundamental para que os usuários identifiquem sua empresa. Na verdade, podemos fazer uma analogia de que o domínio é seu endereço online, enquanto seu blog é sua identidade.

Busque um nome fácil e que esteja relacionado ao seu negócio. Você pode usar um subdomínio ou diretório do seu site — como é o caso da Comunidade Rock Content — ou usar um nome forte dentro de seu nicho de atuação, como é o caso deste blog, em que escolhemos o termo Marketing de Conteúdo.

Lembre-se: ter esses dois elementos (plataforma e domínio) planejados e definidos desde o início trará grandes benefícios para o seu negócio.

Tem mais dúvidas do processo de um blog corporativo? Temos um ebook completo sobre o tema. Baixe agora mesmo!

guia definitivo do blog corporativo

2. Invista em SEO

Você sabia que 59,8% das empresas brasileiras já investem em SEO? Se você não está familiarizado com essa estratégia, é melhor começar desde já!

SEO significa Otimização para os Motores de Busca e é uma estratégia fundamental para quem quer ter um blog corporativo.

É a partir dessas otimizações que você conseguirá fazer com que seu conteúdo rankeie, ou seja, apareça nas primeiras posições do Google.

Você pode aprender mais sobre a estratégia com este ebook completo sobre SEO!

guia seo

E por que isso é importante?

É bem simples: é assim que as pessoas vão encontrar seu blog!

3,5 bilhões de pesquisas são conduzidas no Google todos os dias. Se você oferecer conteúdo com informações relevantes e de qualidade, provavelmente será encontrado por alguém. Isso significa acessos e, em uma estratégia de marketing, pode significar futuros clientes.

Muitas pessoas falam que leva tempo para conseguir ver resultados de SEO. E, embora isso seja verdade, eu te garanto que com um bom trabalho e objetivos claros e realistas você terá resultados incríveis no tráfego orgânico do seu blog.

Duvida?

Olha só o tráfego orgânico do blog Inteligência Rock Content:

tráfego orgânico do blog Inteligência Rock Content

Nós criamos o blog em abril de 2017 e, em apenas 9 meses, conseguimos 58 mil visitas — 21.258 delas orgânicas, ou seja, fruto de esforços de SEO! Se você quer entender tudo que fizemos para chegar lá, leia este post.

3. Invista sabiamente em mídia paga

Invista sabiamente em mídia paga

Inclua em seu orçamento gastos com campanhas pagas, principalmente para anúncios em buscadores e redes sociais.

Isso não significa gastos exorbitantes. Na verdade, com sabedoria e bastante análise, é possível ter retornos significativos com gastos mínimos.

As principais plataformas para investir em anúncios, atualmente, são o Google Adwords e o Facebook Ads.

No primeiro caso, invista em termos chave para o seu negócio. Já no segundo, pense em campanhas que têm alto potencial de engajamento.

Em ambos os casos, faça testes e entenda o que funciona ou não, para selecionar melhor seus investimentos para o futuro.

Antes de investir em qualquer uma das redes, faça uma análise do que seus concorrentes têm feito e observe o que merece sua atenção e tem maior potencial de trazer resultados.

Investir em mídia paga vai trazer resultados para o seu blog desde o início, dando a oportunidade de você aparecer entre os primeiros resultados dos motores de busca e para mais pessoas nas redes sociais.

4. Construa uma base de emails

Construir e nutrir uma base de emails é fundamental para o seu blog.

O email é uma estratégia segura, que traz autonomia e ainda permite um contato direto com seus leitores e potenciais clientes.

Se você acha que email é coisa do passado, não se engane: 92% dos adultos online usam email. De fato, ele é a principal forma de comunicação empresarial!

Além de tudo isso, o email permitirá que você consiga convidar seus contatos à ação, seja ela ler um conteúdo ou baixar um material. A longo prazo, o email trará uma base estável de pessoas para o seu blog, fidelizando os leitores e garantindo a saúde do seu tráfego.

E construir uma lista de emails pode ser mais fácil que parece. Inserir campos para assinatura de newsletter, criar materiais ricos ou ferramentas com landing pages e colocar pop-ups são as principais.

A única coisa que você nunca pode fazer é comprar uma lista de emails! Afinal, são pessoas que não querem e nem pediram para receber seu contato, e provavelmente não gostarão dessa invasão.

Construa uma base que realmente queira receber aquele conteúdo e que autorizou o envio de mensagens. Caso contrário, todo o ótimo potencial do email será desperdiçado e você será odiado pelos usuários.

Após criar sua base, é fundamental fazer uma boa nutrição, ou seja, oferecer conteúdos e materiais interessantes e relevantes.

Para aprender como fazer isso, consulte nosso ebook de nutrição de leads!

guia nutrição de leads

5. Faça parcerias no seu nicho

Ter parceiros é fundamental em todo setor da vida. Isso não é diferente quando falamos de negócios — nem de blogs.

Parcerias envolvem um esforço de networking e engajamento no nicho.

Manter-se ativo no LinkedIn, a principal rede social para o ambiente corporativo, compartilhando produções relevantes e fazendo contatos promissores é fundamental.

Outras táticas fundamentais no processo é procurar parceiros de co-marketing e guest posts.

Com essas práticas, seu blog ficará mais conhecido e, além disso, vai ter uma autoridade maior no mercado.

Mas esses não são os únicos benefícios de ter parceiros! Encontrar outras marcas que tenham autoridade, estejam dispostas a recomendar o seu blog e sua empresa e advoguem a favor da sua marca trará benefícios para o seu negócio.

6. Otimize para mobile — e faça disso uma prioridade

Em 2014, o número de usuários mobile ultrapassou o de usuários deskop e, atualmente, o tráfego de dispositivos móveis corresponde a 50% do tráfego total online.

Isso significa que, se você não otimizar seu blog para mobile, você estará ficando para trás por um motivo bem simples: a experiência do usuário será prejudicada.

Os usuários passarão a deixar seu site de lado, pois suas exigências estão cada vez maiores, conforme a competitividade online cresce. O Google, ao reconhecer que sua página não está otimizada e amigável para os usuários, provavelmente penalizará seu blog.

Portanto, invista em otimizações para mobile, como web design responsivo e AMP (páginas aceleras para mobile).

7. Crie um calendário editorial

Planejamento é a chave em marketing de conteúdo. Sem ele, você dificilmente conseguirá elaborar uma estratégia consistente e capaz de trazer resultados reais para sua empresa.

O calendário editorial é um dos principais pontos do planejamento.

Com ele, você poderá visualizar sua estratégia de conteúdo como um todo, estabelecer uma frequência de postagem, controlar a consistência de cada conteúdo e como eles fazem sentido na estratégia como um todo.

Além disso, ele permite controlar o que já foi produzido, divulgado, em quais canais, dentre vários outros detalhes.

A importância disso tudo está na capacidade de fazer a análise dos seus resultados. Para entender o retorno em relação aos seus esforços, primeiro é necessário ter uma documentação do que foi feito, não é mesmo?

Não tem nem ideia de como começar um calendário editorial? Não se preocupe! Temos um modelo pronto para você. Baixe agora mesmo!

Calendário de marketing

8. Automatize processos…

Em marketing, a automação de processos significa, literalmente, criar fluxos de automação de tarefas que permitem essa facilitação.

Por exemplo: não faz sentido enviar emails um por um, não é mesmo? Isso não é escalável!

Para isso existem ferramentas de email marketing, que permitem a criação de fluxos, o disparo automático e em larga escala.

Identifique esses pontos e invista em boas ferramentas para torná-los mais fáceis. Assim, você terá mais tempo para controlar a estratégia e dar atenção à tarefas que exigem maior dedicação.

9. … e identifique pontos que podem ser terceirizados

Da mesma forma que algumas tarefas podem ser automatizadas, algumas podem ser terceirizadas.

Não é preciso que você (ou sua equipe) faça tudo em relação ao blog. Pode ser interessante investir em freelancers de revisão, por exemplo, se esse não é um ponto forte da sua equipe.

Da mesma forma, nem todo texto precisa ser escrito por você. É claro que conteúdos chave ou complexos merecem uma atenção maior, mas, no geral, é possível criar uma estratégia de conteúdo perfeita terceirizando a produção.

Uma alternativa pode ser contratar uma empresa especialista em marketing de conteúdo para criar sua estratégia de forma profissional, garantindo que o planejamento, produção e publicação ocorram da melhor forma possível.

10. Garanta a segurança do seu blog

Tornar seu blog um ambiente seguro, tanto para sua empresa quanto para os usuários, é um ponto que merece muita atenção.

Fazer configurações e instalar plugins que garantam backups, previnam ataques e sigam as diretrizes do Google sobre segurança faz toda a diferença.

Os principais pontos de atenção para manter o seu blog seguro são:

  • criar senhas seguras;
  • fazer backups periódicos e automáticos;
  • instalar apenas plugins das lojas de aplicativos (com exceção dos plugins pagos);
  • migrar seu site para HTTPS (aprenda como!).

11. Crie algo que se destaque

Crie algo que se destaca

Crie seu diferencial. Existe uma grande variedade de blogs por aí sobre os assuntos mais diversos, sendo que vários deles são excelentes.

Por isso, não vale a pena só fazer um blog. Você tem que ter um projeto diferente do resto.

Inspirar-se nos concorrentes é interessante, mas não é suficiente. Estabeleça benchmarks, mas se esforce para superá-los.

Isso não significa estar em primeiro lugar em tudo, e sim fazer algo que seja lembrado pelos leitores. Quando você se diferencia do resto ou até mesmo escolhe um nicho, é mais provável que as pessoas lembre-se de você.

Ser lembrado faz com que você seja referência no mercado e que as pessoas leiam e recomendem seu blog.

12. Não seja perfeccionista

Não seja perfeccionista

“Antes feito do que perfeito.” Essa velha máxima pode ser aplicada a blogs.

Você não precisa ter um blog com o design perfeito, os melhores posts e a estratégia mais consistente do mundo desde o começo.

Na verdade, isso são coisas que são feitas com o tempo a partir da prática. É na sua rotina que você vai identificar o que dá certo, o que pode ser melhorado ou até mesmo criado.

Afinal, como saber se o melhor design é o que você está usando se você não colocou seu blog no ar?

Por isso, comece, divulgue, teste e aperfeiçoe!

13. Seja visual

O mundo é visual. Vídeos, infográficos, fotos são conteúdos muito compartilhados e investir neles é fundamental.

Um relatório do Buzzsumo com os posts mais compartilhados do Facebook em 2017 mostram vídeos ocupando vários dos primeiros lugares.

Por isso, produzir conteúdos visuais potencializam as chances do seu blog ser acessado, tornar-se viral e estar na boca das pessoas. O que nos leva ao próximo tópico:

14. Produza buzz content

Falamos sobre os benefícios do SEO, mas aqui temos uma outra estratégia que funciona de uma forma diferente (quase oposta).

Buzz content são conteúdos feitos para um momento específico.

Ao contrário dos posts otimizados para rankear, também conhecidos como conteúdos evergreen, que são pensados para trazer tráfego ao longo do tempo, o buzz content tem como objetivo trazer um grande número de pessoas para o blog em um determinado momento.

Mas como?

Bom, eles usam uma temática que esteja em alta (os famosos trending topics) para atrair pessoas para o conteúdo. É o caso de notícias, por exemplo, ou conteúdos que falam sobre uma série que acabou de ser lançada.

Nós explicamos tudo sobre buzz content neste post.

A ideia é que você produza conteúdo relevante para o momento e, a partir de uma boa divulgação, consiga muitos acessos!

Essa estratégia gerou vários picos de tráfego para o blog em 2017, como você pode ver abaixo:

Analytics tráfego Social

Gráfico de sessões originadas em redes sociais

15. Planeje para 2019

Planeje para 2019

Sim, estamos falando de um blog em 2018, mas você já precisa começar a pensar em 2019. Não necessariamente agora, mas assim que você colocar o seu blog no ar.

Por que? Pelo mesmo motivo que começamos esse texto! Blogs e marketing de conteúdo são estratégias de longo prazo. Comece seus primeiros passos agora mesmo!

Baixe o ebook marketing de conteúdo: primeiros passos

Planejar seus passos futuros desde já será fundamental para atingir suas metas. Pense no seu objetivo principal e o que você quer alcançar.

A partir disso, estabeleça metas inteligentes, alcançáveis, mas desafiadoras. Oriente seus esforços para que elas sejam atingidas.

Estude sobre o assunto, procure tendências e invista em ferramentas que vão te levar além.

Ter um blog possibilita resultados incríveis, mas que não são surpreendentes. Na verdade, seguindo as orientações desse post, você pode perceber que o que é necessário é organização, planejamento e muita mão na massa.

Que tal começar agora mesmo? Se precisar de ajuda, converse com um de nossos consultores e comece uma estratégia de conteúdo profissional com a maior empresa de marketing de conteúdo da América Latina!

Como vender produtos no blog sem cansar o leitor

Como vender um produto em seu blog sem cansar o leitor?

O blog é uma excelente ferramenta que oferece várias vantagens: você pode se comunicar com seu público, fortalecer sua marca e tornar-se autoridade em seu nicho de mercado.

Além disso, esta poderosa ferramenta também pode ser usada para disseminar seu trabalho e fazer vendas específicas, que podem ser mesuradas. No entanto, é muito importante saber como vender um produto sem irritar seu leitor.

Ninguém quer ser incomodado com publicidade agressiva, pedante e até repetitiva. Quando você vai a uma loja, você gosta que o vendedor esteja atrás de você o tempo todo, dizendo: “comprar, comprar, comprar”?

A resposta provavelmente foi “não”, certo? Na Internet, funciona da mesma maneira.

Portanto, nesta publicação, mostraremos 10 dicas para vender no seu blog, sem perturbar os potenciais clientes. Continue lendo!

Oferece conteúdo de alta qualidade

A primeira coisa que você deve considerar é que os leitores do seu blog acessam seus textos para ler conteúdos que os interessam, e isso é útil para eles e não para comprar um produto.

Portanto, você precisa se concentrar em oferecer materiais que agreguem valor real ao seu público-alvo.

Imagine, por exemplo, que você venda um infoproduto, como um curso online de automaquiagem.

O objetivo principal do seu blog não será vender o seu curso, mas oferecer conteúdo no qual você é um especialista para ajudar as pessoas a resolver os problemas relacionados ao tema que enfrentam no dia a dia.

Alguns textos que você poderia publicar, por exemplo, seriam os seguintes:

  • Como escolher a base de maquiagem ideal de acordo com a sua cor da pele?
  • Aprenda 3 estratégias fáceis para colocar cílios postiços você mesmo.
  • As 10 marcas de cosméticos com a melhor relação custo-benefício.

Como você pode ter notado, nenhum desses conteúdos está focado em seu produto. Cada um serve para oferecer conhecimentos relevantes sobre um tópico que interessa aos seus leitores: maquiagem.

No entanto, você pode adicionar na sua publicação uma parte na qual você fala sobre o seu curso (natural e discretamente, de preferência). Você pode fazê-lo ao longo do texto ou usar um CTA impressionante no final.

Se você oferecer conteúdo excelente, sua audiência provavelmente começará a confiar em você e sentirá vontade de comprar o seu curso espontaneamente, porque eles terão certeza de que valerá a pena investir em algo que você criou!

Sempre pense em seu persona

Se você quiser vender um produto no seu blog sem incomodar seu leitor, é muito importante que você tenha sempre essas características em mente e que você crie todo seu conteúdo considerando o perfil do leitor.

Ter uma persona bem definida e usá-lo em todas as suas estratégias é essencial para que os leitores não se sintam desconfortáveis ​​quando anunciam seu produto.

Imagine que você está vendendo um ebook, que ensina como preparar pratos saudáveis ​​para perder peso e publicar doces e sobremesas açucaradas, em seu blog: você provavelmente não atrairá a atenção dos leitores para o seu produto.

Ou seja, se a sua especialidade é a gastronomia e você tem uma persona bem definida (como pessoas que querem perder peso), você provavelmente fará com que seu público se identifique facilmente, pois você criará um conteúdo altamente personalizado que será útil e atrairá atenção.

No entanto, se você escolher a gastronomia em geral, será mais difícil vender seu produto, porque muitas pessoas que estão no seu blog não se identificarão com o que você está vendendo.

Não fale apenas sobre você

Se há algo que incomoda as pessoas em geral é que outros falam apenas de si mesmos. Além de ser uma atitude cansativa, também é uma prática bastante arrogante.

É por isso que, sempre que puder, fale sobre outras marcas e pessoas no seu blog.

Dê exemplos de algo que você viu em outro lugar (especificando de onde obteve a informação, é claro).

Entreviste outros profissionais que trabalham em seu mesmo nicho; pergunte a opinião dos seus leitores sobre um problema e publique suas respostas. Use a criatividade!

Uma boa ideia para mostrar que você não está interessado apenas em si mesmo é usar a estratégia de co-marketing, que é a colaboração entre duas marcas diferentes que podem se ajudar.

Não pressione o seu leitor

Como dissemos antes, ninguém gosta de ser pressionado, principalmente quando estamos falando de vendas.

Você gosta de ser chamado todos os dias para lhe oferecer um produto que não lhe interessa? Ou você gosta de chegar em casa e encontrar um monte de folhetos sob sua porta, anunciando algo que você nem precisa?

O excesso de publicidade e insistência é muito mal visto pelas pessoas, principalmente agora na era da informação.

Portanto, não preencha seu blog com bandeiras dramáticas e escandalosas, nem inclua botões de compra em todos os lugares. Também não insista em todas as postagens para que seu cliente compre seu produto a todo custo.

Seja sutil em suas promoções e apenas ofereça seu produto se ele estiver relacionado com o contexto da publicação. Aprenda a “vender sem vender”!

Mostre que seu produto é confiável

Em vez de ficar o tempo todo pedindo que seu leitor compre um produto, mostre-o de forma natural que o que você vende é confiável e de alta qualidade.

Por exemplo, se você vende cursos online de gerenciamento financeiro, pode pedir a um de seus alunos que terminou as aulas para deixar um testemunho sobre seus resultados.

Imagine que um dos módulos do curso é sobre como aplicar o seu dinheiro: você pode fazer um resumo das dicas mais importantes e, no final, publicar o testemunho (de preferência no vídeo).

Use uma linguagem leve e pessoal

Se você quiser vender um produto no seu blog sem incomodar o leitor, não se esqueça de que seu público esteja lá para acessar seu conhecimento e não fazer uma compra. Isso também deve ser transmitido no idioma que você usa.

Expressões em imperativo como “comprar agora”, “tentar hoje” e “não desperdiçar mais tempo” podem parecer muito comerciais e irritar seus leitores.

Ele prefere usar uma linguagem mais pessoal e mais leve. Imagine que está falando com um amigo que deseja ajudar e não com um cliente que precisa persuadir.

Seja honesto

Outro ponto muito importante para você conquistar a confiança de seus potenciais clientes é vender o seu produto sem irritar seus leitores, além de ser sempre honesto.

Não faça falsas promessas ou conte histórias que realmente não aconteceram, por exemplo. Além disso, não fale mal dos seus concorrentes. Seja tão transparente e aberto quanto possível.

Concentre-se em desenvolver seu produto e produzir os melhores textos da Internet. Se você confia no que você publica e no que está vendendo, seus leitores acreditarão espontaneamente em você e irão querer fazer uma compra com você!

Coloque um formulário no seu blog

Uma excelente opção para você fazer as vendas graças ao seu blog é incluir um formulário de inscrição na sua página.

Os leitores que estão muito interessados ​​no conteúdo que você publica podem deixar seu endereço de email, o que permite que você envie notificações, materiais úteis, descontos especiais, conteúdo exclusivo e outras vantagens.

Essas pessoas querem receber mensagens de você e, portanto, é mais fácil enviar uma oferta sem incomodá-las. No entanto, não se esqueça de oferecer a opção para o usuário cancelar seu registro, caso ele não queira receber mais mensagens.

Criar fluxos de nutrição é uma estratégia fantástica e assertiva para vendas online!

Combine o blog com outras ferramentas e redes sociais

Para que seus potenciais clientes confiem em você e desejem comprar um produto seu, eles devem se lembrar da sua marca. Portanto, quanto mais você puder estar em contato com eles, em diferentes contextos, melhor!

Além da nutrição das pistas que mencionamos no tópico anterior, certifique-se de usar outros meios de comunicação.

Crie um canal no YouTube e publique vídeos interessantes, crie um perfil em redes sociais, como o Facebook e Instagram, e publique conteúdo diariamente.

Uma boa ideia é usar esses canais para espalhar as postagens do seu blog. O recurso “histórias” do Instagram, por exemplo, pode ser usado para isso, porque atrai muita atenção dos usuários e tem a capacidade de aumentar o tráfego em sua página.

Teste e mire seus resultados

Se você quer vender um produto sem incomodar seu leitor, você deve analisar o que seu público está sentindo com seus textos e como eles estão reagindo às suas postagens.

Pensar em uma estratégia e colocá-la em ação sem analisar os resultados pode ser uma grande perda de tempo.

É por isso que, se você tem dúvidas sobre colocar um banner que anuncia seu produto no final de uma publicação ou um vídeo em que você fala sobre seu produto, por exemplo, faça um teste.

Deixe a primeira opção uma semana e a segunda opção na seguinte, por exemplo. Observe em qual período você teve melhores resultados e se concentrou em melhorar o que está funcionando.

Esperamos que esses conselhos tenha sido útil e que você comece a usá-lo hoje.

Vender um produto é muito mais fácil quando sua audiência confia em você e te vê com bons olhos! Se você gostou deste texto, convidamos você a descobrir como ganhar dinheiro com um blog.

Este artigo foi produzido pela Hotmart.