E-commerce


Como o curso marta garcia obteve 80% da receita via blog

Como o Curso Marta Garcia gera 80% da sua receita por fontes orgânicas

É realmente inspirador ver histórias como a do Curso Marta Garcia. Histórias que mostram como o marketing digital e de conteúdo podem mudar o rumo de uma empresa e impactar a vida de milhares de pessoas.

Neste case, você vai entender como as estratégias de marketing digital que o Curso Marta Garcia empregou em seu dia a dia levaram a empresa ao próximo patamar no mercado de cursos de proficiência em inglês.

Vai entender os desafios e vitórias de uma estratégia de marketing de conteúdo, e como isso reflete no ânimo de profissionais e no resultados de uma empresa. E, principalmente, vai entender como o Curso Marta Garcia já adquiri 80% de sua receita por meio de vias orgânicas.

O que é o Curso de Línguas Marta Garcia?

Com cursos de inglês voltados principalmente para pessoas que desejam se aplicar para mestrados e doutorados, o Curso de Línguas Marta Garcia surgiu da experiência e método de ensino da Professora Marta Garcia, 15 anos atrás.

Marta, que já era professora a 15 anos, decidiu reunir seus conhecimentos em um curso presencial para alunos que iriam realizar exames de proficiência em inglês instrumental.

Com uma metodologia que busca aprendizado rápido e eficiente, os alunos são capacitados para não só serem aprovados em exames para mestrado e doutorado, como também ler artigos acadêmicos com mais desenvoltura e velocidade.

Por trás do conhecimento e capacidade didática da Professora Marta, seu filho, João Garcia, cuidava da parte administrativa do negócio, buscando soluções para geração de matrículas.

Durante os primeiros 10 anos de empresa, o curso era dado presencialmente, em Fortaleza, onde ainda está a estrutura física do Curso Marta Garcia.

Mas, com o modelo de curso validado, João sabia que o online era a melhor forma de expansão do negócio. Em 2013 ele decidiu interromper seus projetos paralelos para se dedicar integralmente ao projeto de levar o curso para todo o Brasil.

Foram 6 meses de projeto até ter o curso disponibilizado em uma plataforma online e pronto para receber alunos.

E o resultado? Um número inexpressivo de cursos foi vendido. Eles tinham o produto e a plataforma, mas não conseguiam ligar a oferta com a demanda.

O desafio

João precisava de formas para gerar oportunidades para o curso online, e foi nesse momento que começou a pesquisar sobre marketing digital.

Decidiu investir em uma ferramenta que já conhecia, o Google Adwords (hoje Google Ads), para gerar novas matrículas. Com a chegada de novas oportunidades ficou claro que o Curso Marta Garcia precisava de uma estrutura melhor para gerar e trabalhar leads.

A empresa contratou o plano mais simples de uma ferramenta de automação, e começou a gerar landing pages para suas campanhas de mídia paga, além de trabalhar com email marketing para sua base.

Entrando no mundo da automação de marketing, João começou a entender o processo de aquisição de oportunidades orgânicas por meio de conteúdo. Ele se interessou cada vez mais pelo marketing digital, e decidiu que era o momento de começar uma estratégia de conteúdo.

Assim nasceu o blog do Curso Marta Garcia, focado em levar conhecimento para uma alunos que buscavam proficiência em inglês instrumental.

Com menos de 2 meses de estratégia e por volta de 6 conteúdos publicados, João abandonou a produção de novos conteúdos.

Você pode estar cansado de saber que marketing de conteúdo é uma estratégia a longo prazo, e que resultados imediatos são raros e enganadores.

Mas, naquele momento, João ainda era iniciante em marketing digital, e a necessidade de gerar resultados em vendas impactou em sua decisão de parar.

Afinal, se uma estratégia não deu resultado em dois meses, por que levar adiante?

Os conteúdos pararam, mas o interesse por marketing digital não. João continuou procurando soluções para sua empresa, consumindo conteúdos e indo a palestras. Em especial, um tema o chamou a atenção: SEO.

A Rock Content já estava em seu radar, por suas pesquisas sobre marketing e vendas, mas neste momento João destacou a importância que os conteúdos da Rock tiveram em seu aprendizado.

Após muitos blog posts, ebooks e até uma palestra do Peçanha no RD on the Road, ele resolveu que precisava insistir com seriedade em uma estratégia de conteúdo.

Só com um bom posicionamento no Google, e geração de oportunidades orgânicas, seria possível implementar um modelo de receita previsível, como ele desejava.

Entendendo que precisava de uma estratégia consolidada, o Curso Marta Garcia fechou uma parceria de conteúdo com a Rock Content.

A Parceria

João tinha um objetivo bem claro em mente:

“A ideia inicial era começarmos a produzir conteúdos de forma sistemática e estratégica trabalhando todas as etapas do funil (topo, meio e fundo) e implementar a estratégia de link building interno para fazer o lead avançar no funil através dos conteúdos.”

João Garcia, Diretor de Marketing

Ele conta que ainda no processo de entrada deles na Rock, um consultor entrou em contato por telefone, fazendo uma análise de quesitos básicos no site do Curso Marta Garcia que estavam atrapalhando seu ranqueamento.

Após corrigi-los, João percebeu uma pequena melhora em seus resultados de tráfego. Ele colocou essa como uma pequena vitória a curto prazo. E atenção: são essas vitórias que constroem o resultado final desse case.

Apesar de já possuir uma persona, insistimos que o estudo fosse refeito, levando em conta aspectos mais profundos de comportamento e interesse. A partir daí teve início a produção de conteúdos para o blog, com foco em gerar oportunidades para o Curso Marta Garcia.

Apesar da frequência de postagem, e toda a estratégia de SEO por trás, João percebia que seus resultados ainda vinham primordialmente de mídia paga.

Mesmo já tendo ampliado muito seu conhecimento sobre marketing digital, o sentimento de que os resultados orgânicos não estavam aparecendo o incomodava muito, e durante os primeiros meses de estratégia ele esteve bem perto de interromper mais uma vez sua produção de conteúdo.

Com conversas com a equipe da Rock, e também dos outros parceiros de marketing, João entendeu que abandonar a estratégia naquele ponto era desperdiçar o dinheiro investido até então, e abrir mão da estrutura de ranqueamento que ele estava construindo.

E como o tempo é o melhor amigo do marketing de conteúdo, os resultados começaram a aparecer.

Os Resultados

Mais uma vez foram pequenas vitórias que levaram o João a retomar seu ânimo na estratégia de conteúdo.

Como todo bom fã do Google Analytics, ele acompanha com frequência seus indicadores por meio de dashboards e do app da ferramenta. Um dia ele notou um aumento no tráfego fora da curva.

Ao rastrear de onde vieram as novas visitas, percebeu que um de seus artigos chegou às primeiras posições da SERP!

SERP para mestrado à distância

Isso voltou a acontecer nas semanas seguintes, e ele viu suas posições no Google subirem de mês a mês.

Por exemplo: seu artigo sobre os melhores mestrados a distância aceitos pelo MEC ganhou o featured snippet para a palavra-chave ‘mestrado a distancia’, gerando um aumento enorme das visitas em seu blog.

O post sobre os phrasal verbs mais usados na língua inglesa teve um resultado semelhante.

Com isso chegaram mais acessos, foram gerados mais leads e foram vendidos mais cursos. As pequenas vitórias diárias levantaram a moral do João e sua equipe, e ele mergulhou de cabeça no marketing de conteúdo.

Contratou o SEMrush e tomou as rédeas do planejamento de pautas. E assim os resultados apareceram:

“Quando contratamos a Rock Content tínhamos uma média de 20 mil sessões por mês.

Estamos atualmente com uma média de 120 mil sessões.”

E melhorar o topo do funil refletiu em toda a empresa, com um aumento de aproximadamente 200% no faturamento, comparando o início de 2019 e antes da parceria com a Rock Content.

E, de todo o faturamento da empresa, 80% vem de fontes orgânicas. Isso é o maior indicativo do sucesso da estratégia de Inbound Marketing e dos conteúdos divulgados no blog.

A empresa vem se destacando não só como parceira da Rock. O Curso Marta Garcia alcançou resultados e virou estudo de caso com vários de seus outros parceiros.

Com uma estrutura de geração de oportunidades orgânicas rodando, João se dedica a aprimorar a estratégia, sempre pensando em novas formas de levar valor para seu público potencial e melhorar ainda mais seus resultados.

Fizemos, inclusive, um case sobre um desafio específico que o Curso Marta Garcia vivenciou durante sua estratégia, e como João e sua equipe o contornaram. Se quiser entender como eles usaram sua persona para evitar a escassez de conteúdo, o post está aqui.

E aqui é preciso destacar o valor que isso gera para uma estratégia de conteúdo que desenvolvemos.

Quando um cliente chega ao nível de envolvimento que o João teve, a estratégia ganha uma pessoa a mais na análise, planejamento e desenvolvimento de ações, mas com todo o conhecimento que só alguém que está dentro da empresa pode oferecer!

Ele dedicou seu tempo à rotina de marketing que geraram estes números a longo prazo.

O exercício diário de SEO on Page, checando fatores de ranqueamento com o plugin Yoast, por exemplo, não trouxe resultados da noite para o dia. Foram as pequenas vitórias, as posições conquistadas e as melhoras em taxas de conversão que construíram os resultados finais.

Este case mostra o impacto que do marketing digital para uma empresa que entendeu e investiu em uma estratégia, que sabiam que poderia os levar para o próximo nível. E como este existem outros.

Quer se tornar um case de sucesso? O primeiro passo é começar!

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Psicologia do consumo

Psicologia do consumo: tudo o que você precisa saber para vender mais no seu e-commerce

Quais são as suas atividades matinais logo depois de levantar da cama?

É bem provável que a sua rotina seja parecida com esta: você caminha até o banheiro (e faz o que é preciso por lá), escova os dentes, prepara o café da manhã e dá uma olhada no celular para acompanhar as últimas notícias e postagens nas redes sociais.

Agora, responda: ao longo dessas tarefas, em algum momento você as racionaliza?

Como: “Vou pegar a escova de dente, abrir o tubo de pasta e espremer em cima das cerdas. Depois, vou limpar dente por dente, a língua e, por fim, enxaguar três vezes.” Você se ordena cada passo? Aposto que não!

Essa é uma das provas de como o nosso cérebro é uma máquina fantástica, afinal, realizamos diversas ações sem a necessidade de pensar muito sobre elas.

Para isso, temos mecanismos cognitivos — também conhecidos como gatilhos mentais — que nos permitem escolher entre isto ou aquilo no piloto automático.

Quais são os gatilhos mentais para E-commerce?

Diariamente recebemos múltiplos estímulos psíquicos nos meios online e offline, nos aspectos pessoais e profissionais etc — nossa vida é resumida em tomar decisões.

E, claro, isso não seria diferente quando pensamos em compra e venda. Vai me dizer que nunca adquiriu um produto por impulso e depois se perguntou “onde eu estava com a cabeça”?

Assim, se você deseja conhecer os cinco principais gatilhos mentais e como usá-los a favor do seu negócio, continue acompanhando! A seguir, você encontrará estratégias de marketing que levarão o seu público-alvo à conversão.

Vamos lá?

1. Urgência

Ah, os tempos modernos! Com os avanços tecnológicos e o advento do mobile, temos acesso a qualquer informação na palma de nossas mãos: previsão para o clima, melhores restaurantes para um sábado à noite, filmes em cartaz, notícias do Brasil e do mundo, enfim, um turbilhão de conteúdos.

Contudo, essa facilidade nos tornou muito ansiosos. Se um site demora um pouco mais para carregar, rapidamente desistimos de acessá-lo. Se a internet cai, é o fim do mundo.

Tudo é para ontem.

Logo, por que não usar esse senso de urgência na divulgação do seu e-commerce, não é mesmo?

Essa é uma abordagem bastante conhecida e usada principalmente em datas especiais, como a Black Friday e o Natal. Para criá-la, é essencial considerar aspectos sobre o tempo e criar CTAs chamativas.

Combinando essas duas atitudes, as chances do gatilho mental ser ativado são grandes.

No primeiro caso, elabore prazos (curtos de preferência) para se efetivar a compra. O receio de ficar sem determinado produto fará com que o seu consumidor não perca tempo e adquira-o logo quando a oferta for anunciada.

Uma dica visual é a de fixar um cronômetro regressivo para sinalizar quantos dias (ou horas) faltam para a promoção se encerrar.

Já em relação às CTAs, use e abuse de verbos no modo imperativo e advérbios de tempo, como: “Compre já!”, “Não desperdice esta oportunidade”, “É só hoje!”, “Adquira o seu exemplar agora mesmo”, “Esta pode ser a sua última chance!”, “Amanhã é o último dia” etc.

Esses anúncios poderão ser feitos tanto na home da sua loja virtual, quanto nas redes sociais. Aproveite todos os meios para alcançar o seu público.

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2. Escassez

Este gatilho mental é bem parecido com o anterior: o medo de não conseguir adquirir um produto ou de não passar por determinada experiência fará com que o cliente não pense duas vezes e finalize a compra.

Entretanto, a diferença entre os dois estímulos está no foco: no primeiro caso, o tempo; aqui, a quantidade limitada de mercadoria.

Uma marca que constantemente usa esta abordagem é a Amazon, especialmente na categoria de Livros em oferta: abaixo de cada exemplar em promoção, há uma barra que vai sendo preenchida conforme as vendas são realizadas.

Para um consumidor ansioso, isto é o que basta para colocar um volume no carrinho e garantir logo o dele.

Outra ação que geralmente funciona com o mecanismo de escassez é a de criar um senso de exclusividade: a necessidade de fazer parte de um grupo seleto, que conseguiu algo além do comum, também fará os olhos do seu público brilharem.

Para isso, você pode oferecer bônus ou frete grátis às 20 primeiras pessoas que comprarem um dado produto.

3. Autoridade

Você já solicitou alguma mercadoria de um e-commerce que não confiava? Bem improvável, não? Se uma marca não transmite segurança, será difícil que a mesma alcance conversões.

Então, como criar um ambiente virtual que demonstre honestidade e transparência para ativar o gatilho de autoridade?

As possibilidades são inúmeras. Uma delas é a de desenvolver conteúdos especializados, mostrando que você e a sua equipe entendem o seu nicho.

Outro exemplo: se sua loja virtual é de vestuário e acessórios, uma boa ideia é publicar artigos (ou vídeos no YouTube e Stories) com tendências do mundo da moda e dicas de como compor diferentes looks.

Outra orientação, que pode demandar um pouco mais de investimento financeiro, é a de convidar especialistas do mercado ou influencers para um bate-papo ou palestra.

Aposto que você já comprou um produto por indicação de uma personalidade das redes sociais, não? Seria exatamente esse movimento de valor em relação à sua marca.

Não se esqueça também de apostar no marketing de relacionamento por meio do storytelling: prática de contar histórias audiovisuais. O objetivo principal dessa técnica é o de criar maior proximidade com o público e conquistá-lo.

Para isso, use fatos reais e encadeie-os como uma narrativa. Se os produtos são fabricados na sua própria empresa, que tal contar um pouco mais sobre o processo criativo até o resultado final?

Lembre-se inclusive das datas comemorativas, pois são ótimos momentos para cativar e gerar emoções. Um exemplo recente é o da campanha da Bauducco, Pedacinhos de Natal. Inspire-se!

4. Prova social

Extremamente ligado ao gatilho de autoridade, o de prova social se refere ao sentimento de pertencimento. Ser aceito por um grupo, estar por dentro das novidades e fazer parte de uma “massa” trazem a sensação de segurança, mesmo que inconscientemente.

Em vista disso, para despertar este estímulo no seu cliente, além de seguir as dicas anteriores relacionadas a conteúdos e parcerias com influenciadores digitais, valorize os feedbacks recebidos daqueles que já compraram na sua loja online.

Utilize todos os canais disponíveis: comentários no Facebook, Instagram, Twitter, entre outras redes sociais, páginas dos produtos no seu e-commerce e, claro, fique de olho em sites de reclamações, como o do Reclame Aqui.

Independentemente das críticas, sejam elas positivas ou negativas, responda a todas.

No primeiro caso, agradeça o contato e aproveite para entender os pontos altos da sua mercadoria — desta forma você poderá até mesmo usá-los nas próximas divulgações.

No segundo caso, responda-os com atenção e, assim que possível, passe o contato para algo mais privado, como troca de e-mails ou telefonemas.

Encare esse tipo de situação como uma oportunidade de compreender os detalhes que podem ser melhorados seja na qualidade do produto, entrega, checkout etc.

Esse tipo de atitude mostrará, a aqueles que estão analisando a sua loja para uma primeira compra, que sua marca é responsável e está disposta a resolver problemas, caso os mesmos surjam. Isso, consequentemente, gerará empatia.

Não se esqueça, enfim, de republicar Stories e publicações feitas pelos seus consumidores com os seus artigos (também conhecidos como recebidos). Este tipo de prova social é uma das mais valorosas, pois apresentará um e-commerce respeitado e querido pelo público.

Infográfico sobre Influenciadores Digitais

5. Reciprocidade

O último gatilho mental faz referência às gentilezas. Alguma vez você já foi maltratado em uma loja física? Se sim, depois disso, você voltou lá? Tenho certeza de que não.

O mesmo acontece no mundo online: se o seu cliente não se sentir bem atendido antes, durante e depois da venda, é provável que ele não retorne (e ainda é possível que fale mal por aí).

Assim, além de investir em um SAC de qualidade, seguindo as dicas do tópico anterior, dedique-se a ações para fidelizar o seu consumidor.

Um bom exemplo a ser seguido é a Netflix: depois de usufruir de um mês gratuito com todos os shows, documentários, seriados e filmes, é quase impossível o usuário desistir do streaming. Pronto, convertido!

O mesmo acontece do lado oposto do funil, quando o cliente já foi conquistado e recebe cortesias da marca, como: brindes de novos produtos, cupom de desconto para o próximo mês e frete grátis para a próxima compra.

Impossível não se sentir lembrado e querido, não é?

Por fim, em contrapartida, o cliente além de se sentir bem, gentilmente divulgará a sua loja para amigos, vizinhos, parentes e até nas redes sociais — o famoso boca a boca.

Entendido?

Fazendo bom uso dos gatilhos mentais, desde o primeiro contato com o seu público-alvo até o pós-venda, conquistá-lo se tornará uma tarefa muito mais fácil.

A psicologia do consumo está a favor do seu negócio, lembre-se de sempre transparecer nas suas ações de marketing tons de urgência e escassez, autoridade e reciprocidade.

O caminho está traçado, agora basta utilizar as ferramentas certas com ética e sabedoria. Boa sorte e mãos à obra!

Este post foi escrito por Raquel Lisboa, da equipe da Nuvem Shop.

Vendas online: as melhores dicas para aumentar seu faturamento

Vendas online: as melhores dicas para aumentar seu faturamento

Uma empresa que vende pela internet busca sempre potencializar seus resultados. Para isso, boas práticas, uma estratégia sólida e melhorias constantes são necessárias. Saber como posicionar seu produto online é fundamental e isso garante o sucesso das vendas.

As vendas online têm sido fonte de receita tanto para empresas que só atuam na Web quanto para aquelas que também têm lojas físicas. Nessa atividade, há vários meios de oferecer seus produtos e serviços na internet.

Para o consumidor, comprar sem sair de casa traz muitas vantagens e, para as empresas, essa modalidade também é interessante. No entanto, é preciso saber como atuar.

Seja e-commerce, seja marketplace, há diferentes plataformas em que os produtos podem ser expostos, e cada uma delas tem um alcance distinto ao público.

A amplitude da presença na Web na hora de vender é importante. Além disso, alcançar bons números de vendas está associado a boas práticas e estratégias bem definidas.

Neste post, você saberá como aumentar o seu faturamento por meio das vendas online! Saiba como colocar seus produtos na internet e veja quais vantagens sua empresa pode aproveitar.

Quais são as formas de fazer vendas online?

As vendas online precisam ser feitas em ambientes em que, antes de tudo, o consumidor se sinta seguro.

O medo de inserir dados do cartão de crédito ou de não receber o produto foram alguns fatores que impediram o avanço desse modelo de comércio há algum tempo.

Superada essa questão, é necessário reforçar a relação de confiança que o consumidor tem com a internet hoje.

Basicamente, há duas modalidades de plataforma de vendas na internet: marketplace e e-commerce. Talvez, você já tenha visto esses nomes por aí, mas não se deu conta de que eles são distintos. A seguir, entenda melhor como cada um funciona e de que forma eles podem ser úteis a vários tipos de empresas.

E-commerce

Esse é o modelo mais tradicional, que abrange as lojas online. São sites que vendem seus produtos, sendo responsáveis por todo o processo, desde o armazenamento até o envio ao consumidor.

Um e-commerce pode ser de uma própria empresa, em que ela venda os itens da sua marca, mas também há os sites de grandes varejistas, como os do setor esportivo. Nesse caso, eles vendem produtos de outras empresas.

O e-commerce é uma modalidade mais voltada às empresas que têm uma demanda sólida de produtos e um público bem segmentado. Nesse caso, vale a pena criar um site próprio para vender seus itens.

Os grandes varejistas também podem aproveitar essas vantagens, já que têm um grande alcance e ofertam produtos de diversas marcas.

Marketplace

marketplace tem um funcionamento bem diferente do e-commerce, a começar pela oferta de produtos.

Esse modelo de site tem uma amplitude alta de itens, e isso tem explicação: o marketplace vende itens de qualquer outra empresa.

Ele é, basicamente, uma grande vitrine virtual que reúne, expõe e vende produtos de outras marcas, seja de segmentos específicos, seja de qualquer tipo.

Algumas empresas escolhem expor seus produtos em marketplaces para terem mais visibilidade. Em contrapartida, quem controla essa modalidade de negócio busca um custo zero com logística, já que essas empresas apenas fazem o processo comercial, intermediando a compra.

Com isso, o faturamento é um percentual obtido em cada uma das vendas online realizadas no site.

Quais são as vantagens de vender pela internet?

As vendas online crescem ano após ano e esse não é um movimento de coincidência. Há razões concretas para que isso aconteça, e a internet é a grande “culpada” por tantas vantagens.

Uma empresa que sabe posicionar suas vendas na Web pode crescer muito. A seguir, confira quais são as vantagens de vender online e como elas impactam positivamente as empresas.

Alcançar o público certo

Atualmente, no que diz respeito ao relacionamento com o consumidor, a segmentação tem grande valor.

A internet permite que as empresas falem com quem realmente interessa. Nas vendas online, isso é fundamental, afinal, é importante oferecer seu produto para quem tem interesse nele.

As vendas online têm grande potencialização, justamente, pela possibilidade de direcionar anúncios para pessoas que se encaixam em grupos sociais relacionados com a marca. Por isso, ao posicionar um e-commerce, uma das grandes vantagens é não desperdiçar esforços.

Vender por mais de um canal

A internet cresceu junto com a era da transformação digital e isso trouxe mais canais dentro da própria Web.

Hoje, não é só por meio do e-commerce ou do marketplace que uma venda pode ser fechada. As redes sociais têm papel cada vez mais importante na hora de fechar uma venda.

Já existem recursos de compra no Instagram e no Facebook, por exemplo. Nesses ambientes, o público já consegue ver anúncios com preços e botões de compra. Ao clicar, são direcionados para o checkout do site. Assim, a partir de vários canais, é possível realizar vendas online.

Reduzir custos com lojas físicas

É natural que as lojas físicas demandem custos de manutenção. Aluguel de um ponto em um local estratégico, custos com energia e água, contratação de vendedores e uma série de outras despesas são comuns.

Tudo isso pode ser repensado com o empreendedorismo digital se a empresa tem uma atuação online eficaz.

Não quer dizer fechar lojas, mas saber que elas podem ser reduzidas em favor das vendas pela Web.

Assim, é possível ter menos pontos físicos e reduzir esse tipo de custo. Há também as empresas que são totalmente digitais, ou seja, vendem apenas pela internet.

Evitar limitações geográficas

A internet serviu para quebrar barreiras geográficas, tanto na comunicação quanto nas relações comerciais. Existem empresas que concentram sua atuação física em apenas algumas cidades.

Nesses casos, se atuam online, elas conseguem vender para quem está fora desse raio de abrangência.

O modelo de venda pela internet quebrou qualquer tipo de limitação. Se a sua marca favorita é de outro país, já é possível comprar esses produtos e receber na sua casa.

Isso é vantajoso no engajamento com o cliente e, naturalmente, potencializa ainda mais o faturamento.

Como vender online e potencializar os resultados?

Conseguir vendas online pode parecer simples à primeira vista, mas é uma atividade que requer planejamento estratégico e boas práticas em todas as etapas.

A seguir, veja o que deve ser feito para obter o sucesso no seu negócio online e potencializar ainda mais os resultados!

1. Garanta que o seu site seja responsivo

Em 2017, 27,3% das compras online foram feitas por meio de smartphones e tablets. O uso desses aparelhos já passou de tendência para realidade faz tempo, e sua empresa precisa estar preparada.

Para isso, é indispensável ter um site responsivo, ou seja, que se adapte a qualquer formato de tela. Isso garante uma experiência de navegação e compra perfeita, que seja confortável e agradável.

2. Segmente sua atuação

Uma empresa que vende na Web precisa definir bem para quem está vendendo. Para isso, conheça primeiramente seu público-alvo e defina a sua persona.

A partir de então, você saberá como se comunicar com seus clientes, por quais canais realizar suas vendas e como abordá-los. Além disso, pode também segmentar suas campanhas de divulgação pela Web.

3. Esteja em todos os canais possíveis

Seu público pode realizar compras a partir de qualquer canal. Se você está pronto para atendê-lo em todos eles, isso significa que será capaz de aumentar seu faturamento.

Por isso, não limite suas vendas apenas ao e-commerce. Anuncie nas redes sociais e também venda nos marketplaces. Inclusive, eles foram responsáveis por 31,5% das vendas da Web em 2017.

4. Invista em anúncios na Web

Os anúncios são excelentes estratégias para conseguir alcançar o seu público segmentado. Hoje, por meio de ferramentas como o Google Ads, você desenvolve boas campanhas para veicular sua publicidade por toda a internet.

O melhor é que não para por aí! Você também pode veicular anúncios no Facebook, no Instagram, no Twitter e YouTube, sempre avaliando em quais canais seu público está. Assim, seus anúncios são ainda mais certeiros e com um custo-benefício ideal.

CONTEÚDOS RECOMENDADOS

👉 Instagram Ads: como anunciar no Instagram passo a passo

👉 O Guia para criar uma campanha efetiva de Facebook Ads

👉 Twitter Ads: entenda por que você deve começar a usar essa ferramenta


5. Trabalhe na otimização de SEO

SEO é um conjunto de estratégias de otimização dos resultados em motores de busca, como o Google.

Essas melhorias são feitas nos e-commerces, deixando o site mais adequado para aparecer sempre no topo da busca que os usuários fazem na Web.

É fundamental sempre trabalhar nessas otimizações, já que isso garante que a sua empresa esteja em destaque e seja sempre encontrada.

6. Planeje seu funil de vendas

Um bom funil de vendas é capaz de converter alguém interessado em seus produtos em um cliente fiel. Para isso, capture leads e os eduque.

Não tente vender imediatamente para um usuário que acabou de conhecer a sua empresa. Ele ainda precisa de mais informações para ter confiança. O funil de vendas ajuda a definir uma estratégia até o momento final da conversão.

7. Proporcione uma experiência completa

Atualmente, o consumidor quer mais do que somente um bom produto: ele precisa de uma experiência completa.

Nas vendas online, isso significa um site de fácil navegação, um atendimento eficaz antes, durante e depois da compra, e uma postura adequada da empresa.

É fundamental se comunicar com a linguagem apropriada, ter empatia e se mostrar próximo ao seu público.

8. Mensure os resultados

A melhor forma de manter o crescimento das vendas é mensurar os resultados. Hoje, por meio de recursos como o Google Analytics, as empresas conseguem ter acesso a todos os dados relacionados às suas atividades.

É possível ver o número de vendas, quantas pessoas abandonam o carrinho, qual o tempo de permanência em uma página e uma série de outros dados. Eles ajudam a ter uma visão mais profunda e são a base para melhorias e mudanças.

As vendas online estão em alta e, com boas práticas e uma estratégia sólida, qualquer empresa consegue resultados satisfatórios! As dicas deste post podem ser de grande ajuda para você.

Agora, você deve estar se perguntando qual o melhor modelo para as suas vendas online, não é mesmo? Veja aqui as diferenças entre marketplace e e-commerce!

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Potencializar vendas na internet: 7 dicas para você alavancar seu e-commerce

Potencializar vendas na internet: 7 dicas para você alavancar seu e-commerce

Potencializar as vendas na internet é o desejo de todo empreendedor atuante no mercado digital. Em um ambiente tão competitivo, é fundamental adotar práticas eficientes. Saiba como potencializar suas vendas!

Você traçou sua estratégia, lidou com questões logísticas, disponibilizou o produto na internet e agora espera que o público faça sua parte: compre bastante.

Quem dera as coisas fossem fáceis assim, não é mesmo? Porém, sabemos que, além de você, diversos outros empreendedores nutrem as mesmas expectativas.

Em um cenário extremamente mutável e competitivo, como é o marketing digital, se destacar não é uma tarefa fácil, mas é completamente possível.

Uma marca que trabalha efetivamente para consolidar sua presença online e está sempre de olho nas tendências do mercado tem boas chances de potencializar vendas na internet.

Pensando nisso, elaboramos este artigo com 7 dicas essenciais para você aumentar o volume de vendas online do seu negócio. Confira!

1. Tenha uma persona atualizada

Pense na persona como a idealização do cliente perfeito para seus produtos.

A criação desses perfis facilita que as campanhas e ações da marca sejam direcionadas para o público mais propenso a percorrer todo o processo de compra.

Dessa maneira, você diminui os custos com anúncios irrelevantes e tem uma base para pensar em estratégias de marketing mais certeiras.

Achou parecido com o conceito de público-alvo? A semelhança de fato existe, mas a persona é uma abordagem mais específica.

Além dos dados demográficos (profissão, idade, sexo, cidade etc.), o perfil de uma buyer persona adiciona particularidades de sua personalidade, problemas que tem que lidar, hobbies e outras características pertinentes.

Apesar de contar com definições um pouco intuitivas, a criação da persona deve ter com uma base de estudos. Por isso, o levantamento de dados sobre consumidores e clientes em potencial é fundamental.

Por fim, lembre-se de manter a persona atualizada. Para tanto, observe a mudança de comportamento de consumidores e a flutuação de tendências no mercado

2 . Busque o primeiro lugar no ranqueamento do Google

Logo acima mencionamos a jornada de compra do consumidor. Você provavelmente lembra de sua primeira etapa, não é? Trata-se do momento em que a pessoa desconfia que tem um problema e busca pela solução para resolvê-lo.

Agora, aonde essa solução será buscada? Em um país onde mais de 65% da população está ligada à internet, não é difícil deduzir a resposta: sites de busca.

Portanto, quando o consumidor realiza a busca em motores como o Google, você vai querer se certificar de que seu site estará entre os primeiros resultados.

Afinal, cerca de 75% dos usuários nunca clicam em conteúdos que não sejam exibidos na primeira página da busca.

Então, como escalar o ranking do Google e figurar nas primeiras colocações? Essa é a questão que mantém os profissionais de marketing digital ocupados nos últimos anos.

Não há — e, provavelmente, nunca haverá — uma resposta definitiva, mas existem técnicas muito eficientes para buscar esse objetivo.

SEO

SEO — Search Engine Optimization — é um conjunto de técnicas utilizadas para otimizar páginas da web, visando melhorar o ranqueamento no Google e gerar autoridade para a marca.

A abordagem só é possível graças ao algoritmo do Google que rastreia e classifica todas as páginas baseando em sua relevância para o usuário que realizou a busca.

Para utilizar o SEO a seu favor é importante adotar algumas práticas dentro e fora do seu website. O uso de palavras-chave pertinentes a sua persona, por exemplo, é essencial para que o seu conteúdo esteja entre os resultados apresentados.

Além disso, a qualidade e tamanho do material também exerce influência direta em sua classificação.

SEO para E-commerce

Marketing de conteúdo

O marketing de conteúdo já é consolidado como uma das abordagens de marketing mais utilizadas no mercado.

A Content Trends 2018 revela que 73% das empresas que investem no cenário digital trabalham com o marketing de conteúdo.

Esse método tem como base a criação de material de qualidade e com relevância para a persona.

Por meio desse conteúdo, o seu público é atraído para a sua página, e lá você tem a oportunidade de educá-lo sobre suas necessidades e, eventualmente, apresentar seu produto como solução.

Call to action

O CTA (Call to action) é a chamada para ação. Sua importância para o marketing de conteúdo é tremenda, pois trata-se da chamada que incentiva a audiência a realizar alguma ação, como baixar algum material rico, entrar em contato com a empresa ou, até mesmo, conhecer um produto da sua marca.

Então, utilizar CTAs que convertam é fundamental para potencializar suas vendas na internet.

Ele pode vir, por exemplo, em formato de texto ou botão. O importante é que tenha apelo para solicitar a ação imediata de sua audiência.

O tipo de CTA utilizado depende do objetivo de sua estratégia e das características do seu público.

Para o aumento do número de vendas, uma boa ideia é incluir um botão que leve diretamente para a página de conversão.

3 . Pratique o retargeting

Derivado da palavra target, que traduzida do inglês significa alvo, o retargeting é uma estratégia de marketing digital.

O método visa atingir pessoas que, previamente, se interessaram pelo seu produto. Sua aplicação prática geralmente se dá pela inserção de anúncios em pontos estratégicos das páginas da web.

A princípio, a estratégia pode parecer similar com o uso de uma ferramenta de gerenciamento de Ads.

Seu diferencial, porém, é que todos os anúncios serão exibidos apenas para usuários que já visitaram o site, demonstrando interesse em comprar os produtos. Assim, a probabilidade de conversão é muito maior.

Remarketing

O remarketing é uma estratégia com muitas semelhanças ao retargeting, não apenas no nome. Por isso, costuma causar alguma confusão. Aqui, o foco ainda é atingir quem já mostrou interesse no seu produto, mas a comunicação é feita principalmente por e-mail.

É possível segmentar o envio de e-mails por listas, diferenciando os indivíduos que já realizaram compras, os que apenas visitaram o site e aqueles que abandonaram um carrinho antes do checkout.

As mensagens podem avisar sobre promoções, novos produtos ou, até mesmo, dar lembretes sobre compras não finalizadas.

4 . Invista na experiência do usuário

Imagine que você está visitando uma loja física onde todos os produtos estão bagunçados, tornando difícil a missão de encontrar o que você procura.

Além disso, a temperatura não é agradável, os atendentes são despreparados e, para piorar, a fila é gigantesca.

Você provavelmente consideraria essa uma experiência desagradável e hesitaria antes de retornar ao estabelecimento, concorda?

O mesmo vale para lojas virtuais. Obviamente o cenário é diferente, mas o conceito de experiência do consumidor é tão ou mais importante.

Isso porque a facilidade ofertada pelo uso da internet faz com que, ao notar qualquer coisa que o incomode, o cliente possa rapidamente fechar a janela e buscar outra loja online.

Por isso, certifique-se de que a experiência do usuário é a melhor possível. Seu site deve contar com produtos bem especificados, informações organizadas e possibilitar uma navegação rápida e eficiente.

O ideal é que todas as informações do site possam ser acessadas com no máximo três cliques.

Tenha um site responsivo

Mais de 44% das compras realizadas em e-commerce são feitas com o uso de um smartphone. Sabendo disso, fica clara a importância de contar com um site responsivo.

A responsividade de um site diz respeito à facilidade que ele tem em se adequar aos diferentes formatos de tela e dispositivos.

Dada a importância que os aparelhos móveis têm para a realização de compras online, criar páginas que não facilitem seu uso é uma das maneiras mais eficientes de espantar um cliente.

Por isso, ao lançar seu site, tenha certeza que ele pode ser usado efetivamente em todos os formatos possíveis.

Simplifique o processo de checkout

Outro fator essencial para potencializar vendas na internet é a otimização do processo de checkout.

Uma página de checkout bem organizada facilita o pagamento e permite que a conclusão da compra seja feita rapidamente, diminuindo o risco de abandono de carrinhos. Quanto mais formas de pagamento disponíveis, melhor.

5 . Passe confiança no momento do checkout

Por falar em checkout, sabia que a maioria dos visitantes de uma loja online não concluem esse processo? Isso porque 97% dos consumidores afirmam já ter abandonado a compra depois de selecionar itens. Um dos motivos para a alta taxa do abandono de carrinhos é a falta de confiança que os atinge na hora do checkout.

Evitar isso não é difícil. Certifique-se de que as informações referentes à sua empresa, como formas de contato e localização, estejam disponíveis para o cliente.

Além disso, incluir um sistema de atendimento por chat na página de checkout pode ajudar a passar credibilidade e resolver dúvidas de última hora. Confira outras dicas para aumentar a credibilidade do procedimento:

  • mantenha um certificado SSL atualizado;
  • exiba selos de segurança no campo de visão do usuário;
  • deixe clara a sua política de privacidade;
  • explique o que é o código de segurança do cartão;
  • para consumidores internacionais, explique taxas e tarifas.

Inclua depoimentos de compradores satisfeitos

Reserve um espaço no seu site para exibir os testemunhos de clientes satisfeitos. Muitas pessoas que desistem no meio do processo de compra o fazem por falta de confiança.

Ao ler relatos de pessoas que já passaram pela mesma experiência e terminaram satisfeitos, o caminho natural é que o consumidor aumente a confiança em relação à loja.

6 . Aposte nas redes sociais

Já não é novidade a capacidade que as redes sociais têm em potencializar as vendas na internet. Isso porque, ainda de acordo com a Content Trends 2018, 85,4% dos pesquisados utilizam as redes sociais como canal para encontrar conteúdos e informações.

Muito provavelmente sua persona também está por lá. Por isso, a inclusão das redes sociais em sua estratégia de marketing pode ser muito frutífera.

Para isso, mais uma vez, é essencial conhecer a fundo as características de sua persona. Qual rede social ela usa mais ativamente? Qual tipo de conteúdo costuma causar maior engajamento?

Observar a atuação da concorrência em redes como o Facebook e Instagram é uma ótima forma de obter esses insights e desenvolver sua própria estratégia.

A atuação de uma empresa em redes sociais vem ganhando cada vez mais possibilidades.

Funcionalidades como o Business Profile do Instagram e a ferramenta de anúncios do Facebook permitem a segmentação de público e lançamento de anúncios direcionados.

Ademais, é possível monitorar o andamento de cada campanha e tomar medidas para sua potencialização.

7 . Dê valor ao e-mail marketing

Algumas pessoas insistem em dizer que o uso de e-mails está defasado. Isso certamente não é verdade quando o assunto é potencializar vendas na internet.

O e-mail marketing segue como uma das estratégias consideradas mais eficientes para engajar, educar e se relacionar com clientes. Afinal, juntamente ao uso de mecanismos de busca, a consulta de e-mails é a principal atividade de usuários online.

A estratégia de e-mail marketing deve ser definida com base nas particularidades de sua persona.

Procure entender quais são os dias e horários que ela está mais disposta a checar tais mensagens, assim como o tipo de conteúdo que mais chama sua atenção.

Lembre-se, o e-mail não deve ser limitado a ofertas, mas também trazer conteúdos relacionados e educativos.

Para o uso eficiente do e-mail marketing, algumas práticas devem ser adotadas. O processo de teste A/B, por exemplo, busca entender o formato mais bem-aceito pelos destinatários.

Assim, são enviadas mensagens com diferenças marcantes, a fim de determinar qual foi mais bem-sucedida. Entender as preferências de seus contatos é determinante para o sucesso da estratégia.

Potencializar vendas na internet não é uma tarefa fácil, mas completamente alcançável se as técnicas certas forem utilizadas. Lembre-se que o marketing digital é um mercado extremamente competitivo, por isso, todo detalhe conta.

Entenda bem a sua persona, invista em seu engajamento e foque em produzir a melhor experiência de compra possível. Assim, o caminho natural é observar um crescimento significativo na conversão de vendas.

E então, pronto para colocar as dicas em prática e potencializar suas vendas na internet? Baixe nosso e-book para se aprofundar ainda mais nas estratégias de conteúdo para lojas virtuais!

Estratégias de conteúdo para lojas virtuais
Automação de marketing para E-commerce

Automação de marketing para e-commerce: como e por que implementar em sua loja virtual

Um bom gestor está sempre à procura de soluções para aprimorar o seu negócio, mesmo quando os resultados são satisfatórios. Afinal, é sempre possível tornar os processos internos mais produtivos em qualquer contexto. As ferramentas de automação de marketing para e-commerce são a prova disso.

A tecnologia é parte cada vez mais essencial da nossa rotina. Saímos de casa sempre com as nossas chaves, mas tão importante quanto na atualidade são os nossos smartphones, por exemplo. Aos poucos, essas mudanças vão chegando também ao dia a dia e aos processos internos das empresas.

Com tanta concorrência e um consumidor mais exigente, é fundamental encontrar maneiras de tornar as suas estratégias mais eficientes e produtivas. Nesse cenário, a automação de marketing para e-commerce é uma saída para garantir que os resultados do seu negócio sejam sempre melhores em relação ao período anterior.

Quer saber mais sobre as ferramentas disponíveis no mercado e como elas podem ajudar a sua empresa a tornar os processos internos mais otimizados? Continue a leitura para saber o que é a automação de marketing, como implementar em seu negócio e quais os benefícios para o seu plano de marketing!

O que é automação de marketing para e-commerce?

O nosso imaginário pode transformar um conceito em uma coisa que ele não é. Ao utilizar o termo automação, muitas vezes, o que se vem à cabeça é a “robotização” do setor de uma empresa, por exemplo. No caso da automação de marketing para e-commerce, isso não tem nada a ver com robôs, e sim com a otimização de processos.

Com tantas informações disponíveis dos usuários no mundo online, não é simples armazenar e processar uma quantidade tão grande de dados e, de alguma forma, conseguir torná-los úteis para a sua empresa. Por isso, é fundamental utilizar soluções capazes de deixar os processos internos mais práticos e eficientes.

A partir da criação de fluxos de informação, uma ferramenta executa determinada tarefa de maneira simples e rápida. Automação de marketing é, portanto, tornar o caminho para alcançar os seus objetivos mais curto, barato e eficiente, sempre conseguindo gerar melhores resultados.

Seja para diminuir a taxa de abandono de carrinho no seu e-commerce, seja mesmo para realizar ações que objetivam aumentar a fidelização de clientes, existem soluções disponíveis no mercado para que você consiga alcançar esses objetivos.

Conhecer os seus clientes (e os em potencial) é uma das maneiras de garantir que as suas estratégias sejam mais eficientes. Afinal, a automação de marketing para e-commerce também consiste em garantir que as demandas, desejos e necessidades da sua persona sejam atendidas.

Em resumo, automação de marketing significa utilizar os sistemas e softwares disponíveis para simplificar as tarefas da sua equipe. Isso tudo sem perder em qualidade e, é claro, ganhando em rapidez, produtividade e eficiência.

Encontrar maneiras de tornar o negócio mais eficiente é uma necessidade cada vez maior para os e-commerces, tendo em vista que a concorrência no mundo virtual só aumenta. Deixar de utilizar as ferramentas disponíveis no mercado para facilitar a rotina de trabalho da sua empresa pode ser um erro grave.

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Quando utilizar as ferramentas de automação em um e-commerce?

Percebeu que os números do seu e-commerce começaram a reduzir ao final de cada mês ou mesmo identificou um problema mais específico, como uma taxa muito alta de carrinhos abandonados na sua loja virtual? Isso significa que já está mais do que na hora de buscar ferramentas de automação de marketing.

Otimizar a produtividade e resultados

Um trabalho repetitivo pode ser cansativo e pouco motivador para os seus profissionais, o que reflete em um desempenho abaixo do esperado e no processamento de dados incompletos ou que não sejam úteis para a sua empresa.

Por isso, por que prender um funcionário em uma função pouco produtiva em vez de utilizar uma ferramenta para executar esse trabalho de maneira eficiente?

Resultados abaixo do esperado podem representar a ausência de profissionais em número suficiente para realizar esse trabalho e garantir que todas as etapas sejam cumpridas.

Isso também pode indicar que os funcionários escolhidos não têm a qualificação necessária para essas funções. Seja qual for o motivo, é essencial utilizar as ferramentas disponíveis para solucionar o problema.

Direcionar o uso de dados obtidos para o alcance de metas

O segundo passo é integrar a ferramenta de automação escolhida com a plataforma que você utiliza para o seu e-commerce. Afinal, o objetivo desse conceito é agilizar e facilitar a gestão de processos em sua organização, e não torná-los mais complexos.

Alinhadas e integradas, as métricas resultantes da análise dessas informações podem ser utilizadas de forma prática.

É importante frisar que, por si só, os dados não representam nenhuma melhoria dentro da sua empresa — é preciso saber utilizá-los na prática. Processar e armazenar dados apenas por fazer não gera nenhum impacto em seus resultados.

Por isso, é importante buscar métricas para e-commerce que estejam de acordo com os objetivos e metas da sua loja virtual. Não procure pelos dados mais fáceis e conhecidos, e sim pelos que podem oferecer eventuais soluções para os seus problemas.

Aplicar ferramentas de automação de marketing para e-commerce é importante para qualquer negócio, independentemente do momento vivido pela loja virtual.

Um bom gestor está sempre atrás de melhorias para os processos da sua empresa.

Assim, mesmo registrando bons números ao final de cada mês, é sempre possível encontrar maneiras de otimizar os resultados conquistados e as ferramentas disponíveis de automação oferecem essa possibilidade.

Quais as vantagens de automatizar os processos?

Para que não restem dúvidas em relação às vantagens de utilizar as ferramentas de automação de marketing para e-commerce e melhorar os resultados da sua loja virtual, separamos os principais benefícios para que você não perca tempo e comece a implementar essas estratégias o mais rápido possível. Confira!

Melhor aproveitamento de tempo e trabalho

Com tarefas mais braçais e repetitivas sendo automatizadas, você permite que os seus funcionários se concentrem em tarefas mais estratégicas.

Afinal, para que perder tempo alocando um funcionário para registrar dados se uma ferramenta pode exercer essa função com maior eficiência e produtividade?

Assim, o profissional pode se dedicar ao monitoramento de outros processos ou mesmo à criação de novas campanhas, por exemplo.

Nutrição de leads

Automatizar os processos na sua loja virtual garante não só um retorno em curto prazo, como também facilita o planejamento em médio e longo prazo, especialmente, quando se fala em nutrição de leads.

Muitas vezes, o lead não realiza uma compra em seu primeiro contato com o e-commerce, mas, com a aplicação de campanhas precisas e eficientes, você consegue nutrir esse usuário e garantir que ele tenha acesso a conteúdos a respeito do produto ou serviço do seu interesse.

Assim, você consegue gerar relevância para a marca e aumenta as suas chances de conversão.

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Acompanhamento das suas campanhas

O monitoramento tem um papel fundamental no Marketing Digital. Por meio da constante análise de dados, você consegue identificar quais são os processos que estão funcionando e aqueles que precisam ser otimizados.

Dessa forma, você acompanha de perto os resultados detalhados de todas as suas campanhas e evita que um pequeno problema se torne mais grave e, futuramente, possa atrapalhar os resultados do seu e-commerce de maneira mais significativa.

Mais vendas

Com uma grande quantidade de informações disponíveis sobre o perfil dos seus clientes, você pode aplicar os dados diretamente nas suas estratégias de Marketing de Conteúdo e oferecer materiais cada vez mais personalizados para cada usuário.

Dessa forma, suas chances de conversão aumentam consideravelmente e as suas ações se tornam mais efetivas. Ou seja, ao conhecer melhor o seu consumidor, você pode gerar um impacto maior no processo de decisão de compra e, consequentemente, gerar mais vendas para o seu e-commerce.

Redução de custos

É o sonho de qualquer gestor, certo? Reduzir custos e aumentar a produtividade ao mesmo tempo é o cenário ideal para qualquer negócio. Com a automação de marketing para e-commerce, você consegue alcançar esses dois objetivos com a mesma solução.

Mais dados e informações vão ser analisados, e você vai conhecer o seu consumidor ainda melhor, suas campanhas vão se tornar mais efetivas, evitando ações sem muito planejamento e que geram poucos resultados para o seu negócio.

Utilizar essas estratégias é, assim, uma maneira inteligente de garantir que os processos internos da sua empresa sejam otimizados e, consequentemente, os resultados alcançados sejam ainda melhores.

Como vimos, são inúmeras vantagens de se aplicar a automação de marketing para e-commerce, produzindo em melhor e maior quantidade. Agora, é só escolher uma das opções disponíveis no mercado e encontrar a que melhor se encaixa ao seu modelo de negócio!

Conseguimos tirar as suas dúvidas sobre o assunto? Que tal aprender agora a identificar as forças, fraquezas, oportunidades e ameaças do seu e-commerce? Veja aqui como a análise SWOT contribui para otimizar suas estratégias nesse sentido!

Drop Shipping

Saiba o que é e como criar um e-commerce no modelo de Drop shipping

O Drop shipping surgiu como uma solução para simplificar o processo de venda online. Nesse modelo, o e-commerce opera sem a necessidade de um estoque, uma vez que o responsável por essa etapa é o próprio fornecedor, e não o varejista.

Todos que trabalham com e-commerce enfrentam o desafio constante de conseguir cada vez mais resultados. Contudo, alguns gestores não contam com orçamento suficiente para isso. Nessas horas, é preciso recorrer à soluções diferentes, como o drop shipping.

E se você não sabe ao certo o que é drop shipping e nem as vantagens e desvantagens de aplicá-lo em seu negócio, não se preocupe. Fizemos este artigo justamente para isso.

O que é drop shipping

Drop shipping é um modelo de negócios em que uma empresa tem a permissão de operar sem manter o estoque, já que possui um depósito para armazenar seus produtos e enviá-los aos clientes. No seu funcionamento, o varejista se associa a um fornecedor de drop shipping que fabrica e/ou armazena produtos, os empacota e envia diretamente ao cliente em nome do varejista.

Em termos mais simples, é assim que funciona o drop shipping:

  • O cliente faz um pedido de um produto na loja virtual da empresa;
  • O revendedor encaminha automaticamente ou manualmente os detalhes do pedido e do cliente para o fornecedor de dropship;
  • O fornecedor de dropship e envia o pedido diretamente ao cliente em nome da empresa.

Esse tipo de modelo de negócio é extremamente atraente, pois elimina a necessidade do proprietário da loja ter um local físico para armazenar os produtos, como um galpão ou depósito. Em vez disso, tudo o que eles precisam é de um laptop e uma conexão à Internet.

Neste conteúdo você vai conhecer os prós e contras do drop shipping para que você possa avaliar a aplicação dele na sua empresa.

Vantagens do drop shipping

1. Menor investimento

Esta é, provavelmente, a maior vantagem do drop shipping, pois é possível até mesmo fazer o lançamento de um e-commerce sem a necessidade de investir em estoque antecipadamente.

Se antes as empresas precisavam investir em grandes quantidades de estoque para atender a demanda inicial de consumo, com o modelo drop shipping, não é necessário sequer comprar um produto.

Assim, sem grandes investimentos iniciais em estoque, como é o caso de modelos tradicionais, é possível iniciar um negócio bem-sucedido por meio do drop shipping.

2. Flexibilidade de localização

Um negócio de drop shipping pode ser executado a partir de qualquer lugar que tenha conexão à Internet. Afinal, o mais importante é que você consiga se comunicar facilmente com seus fornecedores e clientes, além de fazer a gestão do negócio online.

3. Seleção ampla de produtos

Como você não precisa comprar antecipadamente os itens que vende, pode oferecer uma grande variedade de produtos para seus clientes. Basta que um fornecedor tenha esses produtos à disposição para que você coloque-os à venda em seu site.

4. Fácil escalação

Com um negócio tradicional, se você aumentar as vendas, aumentará, proporcionalmente, o trabalho. Porém, ao optar pelo drop shipping, a parte do trabalho que requer o processamento de pedidos é suportada pelos fornecedores, permitindo que você escale o negócio com menos recursos financeiros e operacionais.

Muito embora o crescimento das vendas sempre traga trabalho adicional — especialmente no atendimento ao cliente — aqueles que utilizam drop shipping particularmente bem em relação aos negócios tradicionais de comércio eletrônico.

Todos esses benefícios tornam o drop shipping um modelo muito atraente para os donos e gestores de negócio que buscam vender por canais digitais.

Mas, como nem tudo são flores, falemos agora sobre o lado do drop shipping que não é tão benéfico.

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Desvantagens do drop shipping

1. Lucro baixo

Os lucros baixos são a maior desvantagem de operar com drop shipping. Além de ser um nicho altamente competitivo, os custos indiretos são tão pequenos que muitos produtos acabam sendo oferecidos a preços baixos objetivando aumento de renda pelo volume maior de vendas.

Isso acaba repercutindo na realidade da sua empresa que precisa vender muito para ter um faturamento aceitável.

E, na internet, algo que os clientes sempre fazem é comparar ofertas e preços. Por isso, aqueles que não possuem um forte trabalho de branding online podem ter mais dificuldades de vender a ponto de valer a pena.

2. Problemas de estoque

Se você estocar todos os seus itens, é relativamente simples controlar quais itens estão dentro e fora de estoque. Mas quando você conta com estoques de terceiros, que também estão cumprindo pedidos de outras empresas, as mudanças de estoque ocorrem diariamente.

Embora haja maneiras de sincronizar o inventário do seu negócio com os de fornecedores, essas soluções nem sempre funcionam perfeitamente, o que pode trazer problemas ao cliente final, como atrasos na entrega.

3. Complexidade no envio

Ao optar pelo drop shipping, você trabalha com vários fornecedores, então os produtos no seu site serão fornecidos por meio de vários remetentes de remessa diferentes. Isso complica seus custos de envio.

Vejamos um exemplo: imagine um cliente que faça cinco pedidos na sua loja, cada um oferecido por um fornecedor diferente. Logo, você terá cinco cobranças de envio separadas para o mesmo cliente.

Mas enviar cinco cobranças diferentes ao cliente faz com que ele tenha uma má experiência de compra, além de poder causar confusão. E mesmo que você queira passar essas cobranças, automatizar esses cálculos pode ser difícil.

4. Erros do fornecedor

Sabe quando você é culpado por alguma coisa em que não teve culpa, mas precisa arcar com as consequências mesmo assim? Esse tipo de situação pode acontecer ao trabalhar com drop shipping.

Afinal, mesmo os melhores fornecedores cometem erros ao cumprir ordens. E, aos olhos do cliente, você é quem terá que assumir responsabilidade e pedir desculpas.

Problemas comuns que podem acontecer, como itens perdidos, entregas não realizadas e embalagens de baixa qualidade, podem prejudicar a reputação de sua empresa, uma vez que a imagem que o cliente final terá não é do fornecedor, e sim de você.

5 empresas que trabalham com drop shipping

1. Amazon

A Amazon foi uma das primeiras empresas com alguma relevância a vender produtos na Internet. Ela inclui, igualmente, a Alexa Internet, A9.com e a Internet Movie Database.

2. eBay

A eBay é uma empresa de comércio eletrônico vista como um dos maiores sites do mundo para compra e venda de produtos na Internet, além de uma das pioneiras neste tipo de trabalho.

3. AliExpress

A AliExpress é um serviço de varejo on-line pertencente ao Alibaba Group.

4. Mercado Livre

O MercadoLivre é uma empresa de tecnologia que oferece soluções de comércio eletrônico para que pessoas e empresas possam anunciar e enviar produtos por meio da internet.

5. Alibaba

Alibaba é um grupo que reúne várias empresas chinesas cujos negócios são baseados em e-commerce, funcionando como um motor de busca para comprar online.

Agora você já sabe o que é drop shipping, além das vantagens e desvantagens de aplicá-lo no seu negócio. Independente do modelo de negócio que você adotar, é essencial garantir que as conversões em venda sejam eficazes.

Para saber como conseguir isso, confira o e-book que escrevemos sobre como reduzir o abandono de carrinho!

Como reduzir o abandono de carrinhoPowered by Rock Convert
O que é Trade Marketing Digital?

5 aprendizados que o Trade Marketing Digital traz para o seu e-commerce

Você que trabalha com e-commerce diariamente sabe muito bem que os desafios da área não são fáceis de serem superados.

Estratégias de vendas, comportamento do consumidor digital, tecnologias e outros tantos fatores devem ser aprendidos e bem trabalhados para o sucesso de qualquer negócio online.

Pensando por esse lado, podemos perceber também alguns aprendizados que o Trade Marketing Digital pode trazer para o seu e-commerce.

Mas espera aí, você ainda não ouviu falar sobre Trade Marketing Digital?

Antes de partimos para os aprendizados, acompanhe o nosso post e fique por dentro desse tema tão importante para o empreendedorismo digital.

O que é Trade Marketing Digital?

O conceito prático de Trade Marketing é promover ações nos pontos de vendas de cada produto como: supermercados, shoppings e outros canais.

Agora como se dariam as ações de Trade Marketing Digital? Basicamente, o conceito é o mesmo, porém nessa modalidade os pontos de vendas são os canais digitais.

O Trade Marketing Digital é a evolução do conceito tradicional de Trade Marketing. Nele, a ideia é aprimorar a experiência de compra em lojas virtuais para influenciar na decisão do consumidor.

Ele trabalha por meio de quatro pontos:

  1. consumidor omnichannel;
  2. otimização da página dos produtos;
  3. integração entre online e offline;
  4. ações promocionais no ambiente do e-commerce.

Marketing nos PDV’s digitais

Imagine que você é um fabricante de celular e distribui esse produto em vários e-commerces por todo Brasil.

Como você consegue controlar todas as ações nesses canais? Será que o seu produto se destaca como você queria? Você perde vendas por não ter apoio na decisão de compra?

Essas são apenas algumas das atividades que compreendem a importância do Trade Marketing Digital que é: impulsionar as vendas onde os clientes estão, e neste caso, eles estão pesquisando e comprando na internet.

Glossário de Marketing Digital para E-commerce

Quais aprendizados que você obterá com o Trade Marketing Digital

Ao entender e aplicar as estratégias referentes ao Trade Marketing Digital você adquire alguns aprendizados que irá elevar a performance do seu e-commerce.

Vamos ver quais são?

1 – No e-commerce, informação é ouro!

Na internet, o consumidor não consegue ter a experiência de compra completa como em uma loja física.

Em um ambiente online, é impossível proporcionar tais experiências, pois até mesmo a tonalidades das cores de um produto mudam.

Dessa forma, a informação é o elemento principal que guiará a decisão de compra por parte do consumidor.

Com o Trade Marketing Digital, é possível promover atualizações de conteúdo nas páginas de produto, bem como criar páginas de produtos mais completas.

Mas como assim?

Quando você concentra as suas estratégias no Trade Marketing Digital, é possível visualizar rapidamente todas as informações da página do produto, como imagens primárias, secundárias, avaliações e comentários, preços, sortimento, estoque e muito mais!

Fora isso, as ações nos canais digitais, como o cadastro correto e completo dos produtos nos mais diversos e-commerces amenizam dúvidas e potencializam as vendas.

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2 – Perde vendas quem não compreende o comportamento do consumidor

A internet e os dispositivos móveis têm o poder de influenciar o usuário e a experiência que ele tem enquanto navega em uma loja virtual. Esse é um fator indispensável para a tomada de decisão.

Por isso, oferecer uma boa experiência está no coração do Trade Marketing Digital! Ela é importante para e-commerces que querem garantir um crescimento saudável do seu faturamento nos próximos anos.

Em maio de 2018, foi lançada a primeira pesquisa do Brasil que avalia a experiência de compra online das lojas virtuais brasileiras, e o resultado foi que há muito a ser melhorado.

No levantamento foi utilizado um indicador que vai de 0 a 10 chamado EQI (E-commerce Quality Index). A nota média das empresas brasileiras ficou abaixo de 6.

Foi constatado que mais 70% das páginas possuem erros que prejudicam o consumidor na hora da compra! Ou seja, aprimorar a experiência de compra em lojas virtuais é urgente.

Hoje o consumidor é omnichannel e, por isso, as ações de marketing em vários canais não são nenhuma novidade, mas sim, algo essencial para a sobrevivência no mercado.

É comum o consumidor pesquisar os preços em algum buscador na internet, selecionar uma loja e só depois ir até um canal físico para “experimentar” o produto.

E isso é o que muitos e-commerces ainda não perceberam. E não é necessário grandes esforços para criar experiências em seus diversos canais de vendas ou melhorar a experiência online.

3 – Canais físicos e digitais devem “conversar” entre si

Pegando gancho com o tópico anterior, essa estratégia de trade marketing consegue preencher essa lacuna e fazer os canais de vendas “conversarem” entre si.

Essa é a resposta que o consumidor omnichannel procura! Ter suas experiências atendidas onde quer que a marca ou empresa esteja.

Além disso, essa interação entre os canais ajuda a fidelizar, atrair novos clientes e também gerar notoriedade e reconhecimento da marca, também conhecido como Brand Awareness.

Portanto, esse aprendizado vai muito além do aumento de vendas, mas sim da percepção do gestor que entende que as vendas estão relacionadas às emoções e sentimentos das pessoas.

Uma dica aqui é trabalhar com uma variedade diferente de canais de atendimento, mas focar principalmente naquelas que sejam online.

Além de uma central telefônica, é crucial possuir chats e serviços de atendimento específicos nas redes sociais para dar agilidade ao consumidor na hora que ele precisar resolver um problema.

É importante ainda possuir uma equipe bem treinada, que saiba lidar com os diversos tipos de situações que ocorrerem e que tenham como filosofia o fato de que o cliente precisa estar sempre em primeiro lugar.

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4 – Boas experiências contribuem para o aumento das vendas

O primeiro passo para começar a aperfeiçoar a experiência de compra online da sua loja virtual é o de colocar o seu cliente no centro da estratégia. Ele é a base de todas as iniciativas que você precisa tomar daqui para frente.

Fazer isso, significa colocar-se no lugar dele e entender como está a experiência atual da sua loja e como ela pode se aprimorar para atendê-lo melhor.

Uma dica é fazer pesquisas de satisfação ou usar softwares como o Hotjar que geram mapas de calor e gravam visitas dos seus consumidores.

Além disso é essencial pensar em sites que sejam mobile friendly, com seções bem categorizadas e excelentes páginas de produtos.

Em seu famoso livro Lovemarks, Kevin Roberts afirma que “as conexões emocionais com os consumidores devem estar na base de todas nossas jogadas geniais de marketing e táticas inovadoras”.

Isso é o que Martin Lindstrom também afirma em seu livro Lógica do Consumo, ao citar um estudo de uma consultoria alemã especialista em varejo.

A empresa descobriu que mais de 50% de todas as decisões de compra dos consumidores são tomadas espontaneamente — e, portanto, inconscientemente — no ponto de venda.

Portanto, boas experiências são determinantes para o aumento das vendas, pois a decisão de compra na maioria das vezes é influenciada pelas emoções, sejam elas em PDV’s físicos ou em canais digitais.

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5 – Entender a jornada de compra do cliente é mais que essencial

Atualmente, muito se fala na jornada de compra online e a sua importância nas estratégias de Marketing Digital. No entanto, pouco se aplica em ações práticas sobre o assunto.

Prova disso é que muitos gestores de e-commerce ou de vendas online não sabem ao certo como os clientes chegam até os seus produtos ou o que os fazem decidir pela compra.

Entender esse “percurso” e os passos dos clientes é essencial para identificar os canais ou pontos de venda que apresentam resultados efetivos para o Trade Marketing.

Aprender isso é fundamental para propor melhorias em determinado canal, o que está dando certo em outro e assim evitar o abandono de carrinho que pode ser causado por inúmeros fatores.

Dados da Custora E-commerce Pulse apontam que, em 2016, 21,8% das vendas no comércio eletrônico tiveram origem em buscas orgânicas. Para entender os fatores que impactam nela, é indispensável saber quais passos influenciam na decisão do consumidor em fazer determinada compra.

Embora hoje os pontos de contato que um cliente passa antes de adquirir um produto ou um serviço online são inúmeros e complexos, é possível entendê-los em uma jornada linear de 5 etapas distintas, que são elas:

  1. Inspiração;
  2. Consideração;
  3. Avaliação;
  4. Conversão;
  5. Fidelização.

Cada um dos caminhos dessa jornada tem uma especificidade e se relaciona com um comportamento de busca específico do seu potencial cliente.

Depois de ler este conteúdo, esperamos que você perceba o quanto as emoções guiam as decisões de compras dos clientes e como é importante oferecer soluções práticas em todos os canais de vendas.

Por isso, se você ainda não está familiarizado com o tema ou deseja se aprofundar ainda mais sobre o assunto, não deixe de baixar o nosso e-book gratuito sobre Trade Marketing Digital.

Aprenda como aplicar o conceito aplicá-lo ao seu e-commerce e descubra muitas dicas para conquistar e converter os e-shoppers.

Este post foi escrito pela equipe da Lett.

E-commerce B2B e B2C

E-commerce B2B e B2C entenda as diferenças e como construir uma estratégia de sucesso para cada um

Entenda como os modelos de negócios B2B e B2C impactam nas estratégias de um e-commerce.

Para o cliente, a existência de diferenças entre e-commerces B2B vs B2C é pouco relevante.

Para ele basta que sua experiência de compra seja eficiente e assegure os benefícios do ambiente de comércio virtual.

Para os gestores e profissionais da área, no entanto, esses e-commerces são completamente diferentes, principalmente quando pensamos na comunicação e nas estratégias de aquisição de clientes.

Uma estratégia de Marketing Digital B2B é completamente diferente de uma B2C.

Tornando essencial que os profissionais entendam bem a sua persona para estratégias de atração e aquisição de clientes.

Por isso, a ideia desse post é compreendermos a melhor forma de otimizar a experiência dos clientes, e por consequência, seus resultados de vendas, compreendendo melhor as peculiaridades de cada tipo de loja virtual.

Esses também são seus objetivos? Então não deixe de ler.

Audiência dos e-commerces B2B e B2C

Começando pelo básico. A sigla B2B é utilizada para descrever as relações Business to Business, ou no bom português, entre empresas.

Já o B2C define as interações entre Business to Customer, ou da empresa para o cliente final.  

Com base nisso, a aquisição realizada por um cliente no B2C é voltada para a satisfação das necessidades individuais, seja presentear outra pessoa ou fazer uma doação. Ainda assim, serão seus desejos e interesses pessoais que definirão a compra.

No B2B, a compra pode até ser conduzida por um único funcionário do setor de compras, mas não serão seus interesses e necessidades que definirão a negociação, e sim, a demanda que a empresa apresenta.

Apesar de simplista, essa é uma reflexão que leva a um dos pontos-chave da gestão dos comércios virtuais: a sua audiência, e com ela, os influenciadores da tomada de decisão de compra.

Influenciadores das compras no B2C

A venda para o consumidor parece muito mais simples, mas, na verdade, tem tantos ou mais influenciadores que o B2B que afetam o processo. Entre eles, podemos citar:

Elementos de ordem pessoal

No marketing, uma das estratégias mais eficientes é a definição da buyer persona, que em resumo, é a representação do comprador ideal de um produto.

Com essa representação, é possível personalizar ações e promoções, mas no momento da compra, cada cliente terá suas características específicas.

Entre elas, sua idade, local onde mora, constituição familiar, atuais desafios profissionais ou emocionais, por exemplo, são alguns deles.

Para criar as sua persona e otimizar os seus resultados, utilize o nosso Fantástico Gerador de Personas!

Influências sociais e culturais

Círculos sociais frequentados, seus costumes e valores. O mundo particular do cliente exerce fortes influências em suas escolhas, assim como suas crenças religiosas, culturais ou identidade nacional.

A mistura entre esses dois elementos, inclusive, torna seu processo de decisão ainda mais particular.

Um advogado com forte atuação em questões de identidade de gênero, por exemplo, terá um comportamento de compra diferenciado em um e-commerce de roupas com slogans de aceitação e combate ao preconceito.

Retirado de: Verywell

As necessidades, assim como descritas na Pirâmide de Maslow, possuem prioridades distintas.

Sejam elas fisiológicas, de segurança, baseada em relacionamentos, estima ou realização pessoal, são capazes de mover as decisões de um comprador entre um produto e outro.

Suas emoções, que muitas vezes são aguçadas nas experiências de compra e campanhas publicitárias, podem ser saudáveis ou não, como algumas pessoas que compram por compulsão.

E-commerce B2B e B2C: cotação do dólar

O cenário econômico pode incentivar ou não os compradores de e-commerces B2C. Produtos que sofrem com a variação das moedas estrangeiras, por exemplo, tiveram muitos revezes nos últimos meses.

Já o mercado, pode influenciar a compra dos consumidores com o anúncio de novas tendências, informações sobre peças de um modelo que terão sua produção descontinuada e liquidações realizadas pela concorrência.

Opinião de terceiros

Assim como no B2B, a opinião de terceiros também conta muito para a tomada de decisão, sejam eles do círculo social mais próximo, sejam os influenciadores do mercado.

O sucesso ou fracasso com os produtos relatados por essas pessoas podem fazer com que o cliente tome decisões diferentes na hora da compra no e-commerce.

Entendendo a audiência e os elementos que a influenciam, um e-commerce, seja qual for seu nicho de atuação, pode personalizar muito mais eficientemente suas interações e estratégias de marketing.

Influenciadores das compras no B2B

Várias pessoas e fatores podem influenciar a compra corporativa, como o orçamento previsto, aprovação de superiores, leis do setor, promoções, concorrência, urgência de reposição, requisitos de qualidade mínima, e também:

  • influenciadores do mercado: especialistas do mercado que sugerem determinada solução;
  • marcas associadas: parcerias entre duas organizações que trocam influência de suas autoridades. A Microsoft, por exemplo, fez uma campanha junto com a National Geographic para marcar o Dia Internacional da Mulher. No Instagram do canal, fotos de mulheres em carreiras cientificamente criativas incentivam jovens talentosas a fazerem o mesmo;
  • depoimentos de clientes: a experiência de sucesso de terceiros sempre valida positivamente a qualidade dos produtos e serviços de uma empresa. Incentivar e garantir que tais opiniões cheguem aos potenciais compradores é essencial;
  • os colaboradores da empresa: o conceito que os funcionários têm sobre a empresa que trabalham é um forte influenciador. Por isso, trabalhar a satisfação e a cultura organizacional é essencial para que a imagem do negócio também fale por si; e
  • estudos de casos, pesquisas e estatísticas de sucesso: além de argumentos, o desempenho medido em números é essencial para o convencimento de uma compra.

A Harvard Business Review publicou no início de 2018 um estudo conduzido por executivos da Bain que traz uma pirâmide de valores do B2B fundamentada naquela sugerida por Maslow para os indivíduos.

Nela, mais de 40 elementos formariam os fatores de relevância para a decisão de compra de uma empresa.

Quesitos básicos

Na base da pirâmide, elementos como o preço razoável, padrões éticos da empresa, especificações técnicas e conformidade regulatória do setor.

Valores funcionais

Na próxima base, questões como potencial de redução de despesas e melhor desempenho por ser um item inovador, ter qualidade e escalabilidade.

Facilidade para fazer negócios

Na sequência, valores como produtividade, acesso e relacionamento com o fornecedor. Acessibilidade, transparência nos processos, esforço reduzido na compra, tempo de resposta, variedade de produtos etc.

Valores individuais

No penúltimo patamar, questões mais subjetivas como design, estética, redução da ansiedade do comprador, diversão e benefícios extras.

Valor de inspiração

No topo da pirâmide, elementos como otimismo, responsabilidade social e visão do negócio.

É importante notar que a base dessa pirâmide tem aspectos objetivos e ligados aos interesses e necessidades da empresa, mas a medida em que sobe, até mesmo os fatores emocionais do comprador passam a influenciar a escolha.

Alguns compradores precisam conduzir compras de alto valor ou com grandes impactos no negócio. Se uma fornecedora conseguir minimizar os efeitos dessa pressão, certamente será mais valorizada que suas concorrentes.

Considerando a abundância de influenciadores e elementos de valor que pessoas físicas e jurídicas levam em conta em suas decisões, fica óbvio que é essencial fazer um estudo detalhado do perfil dos compradores.

Esse entendimento garantirá que o e-commerce produza estratégias no mix de marketing muito mais alinhadas e com maiores chances de conversão.

Mix de marketing aplicado ao comércio virtual

Já que conceitos como a Pirâmide de Maslow estão vindo novamente à luz dos estudos, nada mais justo que trazer também os 4 P’s do Marketing na ótica do comércio online.

Produto

B2B e B2C e-commerces precisam lidar com a distância entre seu potencial comprador e o produto em questão. Em uma compra tradicional, é possível avaliar as condições do item pessoalmente, mas no ambiente online, essa etapa precisa ser devidamente suprida.

Ao conhecer a audiência, soluções de navegação na loja virtual, como fotos em diferentes ângulos, possibilidade de ampliá-las, opção de vídeos demonstrativos e até tour online para a análise de suas características, dependendo do produto, podem ser incorporadas a experiência.

Ao simular uma configuração de automóvel no site da Volkswagen do Brasil, por exemplo, o cliente pode selecionar um tour virtual pelo modelo escolhido.

Tour Virtual Volkswagem: e-commerce B2C

Um QRCode é gerado, e ao acessá-lo com um smartphone e óculos 3D, uma visão completa de todas as características do veículo é apresentada, eliminando de forma inovadora, a distância entre o cliente e o produto a ser comprado.

Praça

Os 4 P’s foram originalmente grafados em inglês, e, portanto, Placement, não seria apenas praça, e sim, meios de colocação do produto a venda.

Com essa descrição e considerando o ambiente virtual, a estratégia de distribuição dos produtos também poderia contemplar as redes sociais e outros canais que comercializam diversas marcas.

Essa escolha, porém, deve considerar a audiência que precisa ser alcançada e como esse tipo de canal influenciaria no posicionamento da marca.

Para um e-commerce B2B a autoridade é um elemento de extrema relevância, e um canal de venda exclusivo no website é determinante. Empresas B2C, no entanto, podem alternar e-commerce próprio com canais de vendas de representantes, por exemplo.

Promoção

Esse pilar do mix de marketing gerencia a forma como os produtos de um ecommerce são melhor apresentados para sua audiência.

Estratégias como o marketing de conteúdo e ferramentas como email marketing, social media, SEO, hashtags e outras tantas podem ser utilizadas intensamente considerando o ambiente em que os e-commerces estão inseridos.

Para que eles sejam ainda mais eficientes, seja para o B2B, seja para o B2C, suas ações podem ser automatizadas, orientadas pelo uso do Big Data e também terem suas performances analisadas por métricas e KPIs do marketing.

Guia Prático para Divulgação de Conteúdos

Preço

A estratégia de precificação é naturalmente flutuante e precisa acompanhar as tendências do mercado, ser utilizada para estimular a aquisição de novos clientes ou fortalecer o relacionamento com aqueles já fidelizados.

Também deve considerar seu potencial competitivo frente aos demais e-commerces do mercado, mas sempre respeitando seu posicionamento.

Isso significa dizer que um ecommerce B2C que atue com uma audiência com grande poder aquisitivo e fidelidade à marca não pode fazer liquidações que popularizem seus produtos.

Outro ponto que a precificação deve considerar é que os custos de manutenção desse canal de vendas tendem a serem menores, assim como o fato da aquisição realizada por meio dele ter algumas desvantagens para o cliente, como a necessidade de aguardar um período até receber seus produtos.

Assim, o preço praticado nos e-commerces também podem ser mais atraentes que de seus próprios canais, ou, pelo menos, terem outras vantagens que o faça ser tão interessante quanto os demais.

Abordando ainda a apresentação dos preços nos e-commerces B2B e B2C, aqueles que realizam vendas corporativas tendem a disponibilizar os valores de seus produtos apenas após um cadastro e avanço no processo de compra.

Isso acontece porque é preciso que o cliente primeiramente entenda os valores agregados dos produtos. Além disso, aquisições de maiores volumes poderão ser negociadas com preços diferenciados.

No B2C, o preço é um dos principais influenciadores da compra, e usualmente são apresentados para atrair mais clientes. Isso não impede, no entanto, que valores especiais sejam praticados para clientes fiéis e inscritos em programas de descontos.

Em resumo, mix de marketing pode ser aplicado para os dois nichos, mas seus efeitos e ajustes dependerão exclusivamente das características dos negócios online.

Agora que a estratégia de precificação foi mencionada, é possível entrar nas questões relativas aos tickets médios do B2C e B2B sem ter questionamentos rasos como qual deles é mais lucrativo ou melhor.

Ticket médio das compras

O volume de negociações no B2C e B2B são totalmente distintos, assim como o valor médio de seus produtos

. Então, por conclusão óbvia, a margem de lucros dos seus produtos também é totalmente diferente.

Indicadores B2B

Segundo a Forrester Research, o ticket médio de vendas do e-commerce B2B é 3 vezes maior do que o B2C, e talvez por esse motivo, a jornada de compra desse mercado tende a ser maior.

Assim, além dos valores médios das compras, outros indicadores também precisam ser acompanhados mais fortemente pelos comércios virtuais voltados para a compra corporativa, como:

  • Customer Lifetime Value (CLV), que acompanha o valor do cliente durante o período em que ele realiza aquisições na empresa;
  • Taxa de retenção de clientes, que analisa a capacidade de manter os clientes conquistados realizando compras regularmente;
  • Taxa de conversão, que acompanha o número de visitantes no ecommerce, e quantos deles efetivamente concluíram a compra; e
  • Sucesso do cliente, que analisa o quanto as necessidades dos clientes foram satisfeitas.

Juntos ao acompanhamento do ticket médio de vendas, esses indicadores dão um panorama para a gestão de estratégias de prolongamento do relacionamento, fundamental para negócios B2B.

Indicadores B2C

A potencial de lucro do B2C é maior quando seu volume de vendas é aumentado. Isso não significa que indicadores de qualidade e fidelização não sejam importantes.

Alguns deles são:

  • taxa de conversão, já que, quanto mais vendas, melhores os resultados do negócio;
  • novos visitantes, que acompanha a oxigenação da base de clientes com novos compradores;
  • visitantes frequentes, que analisa os clientes fiéis e em recompra;
  • número de compras realizadas, que aponta a quantidade de vendas fechadas independentemente do valor, mas que usufruíram da infraestrutura e custos de manutenção do ecommerce;
  • valor total das vendas, que acompanha o faturamento em si; e
  • compras abandonadas, que avalia a quantidade de carrinhos abandonados antes da conclusão da compra.

Esse último, assim como a satisfação do cliente, precisam ser recorrentemente analisados para a personalização mais efetiva do processo, garantindo assim, que nenhum motivo para a desistência ocorra novamente.

Jornada de decisão para a compra

Assim, temos por um lado, as necessidades dos clientes, e do outro, os indicadores e parâmetros da gestão do ecommerce que garantem seus resultados.

Então, onde eles se encontram? Na jornada de compra do cliente individual ou corporativo proporcionada pela experiência do e-commerce.

Como já mencionado, o ticket médio das compras corporativas são maiores. Mesmo que um comprador esteja negociando canetas esferográficas, a quantidade comprada será muito maior do que a de um cliente do B2C, que precisa apenas de algumas delas para solucionar suas necessidades.

Assim, eles agem de maneira diferente no processo, e essas nuances precisam ser incutidas na jornada de compra para que a experiência favoreça a conversão da venda.

a jornada do cliente

Elementos para potencializar a experiência de compra B2B

Um e-commerce precisa configurar todo seu processo, interações e soluções virtuais a partir das características e necessidades de seus potenciais clientes.

Algumas dicas são:

Considere que o cliente pode precisar de conhecimentos mais avançados

Um comprador corporativo precisa avaliar se os produtos oferecidos atendem as especificações e requisitos mínimos que sua empresa exige.

Assim, descrições dos produtos mais completas, blogs com conteúdos avançados e suporte de atendimento online podem ser essenciais para uma boa experiência.

Melhore a performance do e-commerce

O processamento dos pedidos deve ser ágil, demonstrando que a infraestrutura da empresa online e física é robusta e pronta a atender as necessidades dos clientes.

Além disso, para a experiência do usuário do e-commerce, isso também pode significar segurança e confiabilidade no ambiente online.

Pense na composição visual e fluidez do processo

A forma como os produtos são apresentados e o processo de compra devem ser fáceis de serem compreendidos e administrados.

Esse é um dos pontos da experiência do usuário do e-commerce mais relevantes considerando que eles são desenhados para que o cliente realize suas compras de forma autônoma.

Também entram potencializando a experiência e jornada de compra outros elementos como a adaptação a diferentes dispositivos, ferramentas de otimização do conteúdo e robôs de inteligência virtual que uma vez instalados, usam o banco de dados para propor ofertas e produtos compatíveis com o perfil e histórico de compras do cliente.

Elementos para potencializar a experiência de compra B2C

A compra do consumidor final tem mais influência de suas emoções, e quando o cliente percebe que os produtos e serviços são escolhidos para atender ou até mesmo antecipar suas necessidades, é mais facilmente convertido.

Invista em personalização do atendimento

Não se trata apenas de chamar o cliente pelo nome. Com um Big Data bem trabalhado, é possível identificar tendências de compras e criar ofertas personalizadas de acordo com o perfil de cada comprador.

É preciso, porém, criar um equilíbrio entre soluções tecnológicas e atendimento humanizado para trazer aproximação e identificação entre empresa e cliente.

Manual do Atendimento ao Cliente

Ofereça mais do que a comodidade de comprar sem sair de casa

O e-commerce precisa intensificar suas demais qualidades, e não somente a comodidade da compra e recebimento do produto em domicílio.

Isso pode ser desenvolvido com estratégias de conteúdo que orientem o cliente e incentivos que o façam participar de comunidades e eventos da marca, mesmo que presenciais, com outros indivíduos do mesmo grupo de interesses.

Assim, mais do que comprar um produto, o cliente pode ser incluído em um círculo social de pessoas com os mesmos interesses e trocar experiências.

Eduque os compradores e foque em suas satisfações plenas

Promover a sensação de pertencimento é uma estratégia muito eficiente, mas além dela, é preciso compartilhar conhecimento com os clientes para que tenham cada vez mais certeza sobre suas aquisições.

Quanto mais nutridos e bem orientados sobre suas necessidades e soluções, melhores são suas escolhas e chances de satisfação.

A troca de informações no pós-venda também é igualmente importante para que o sucesso do cliente seja assegurado e a antecipação de suas novas demandas sejam mecanismos para fortalecer o relacionamento e gerar novos negócios.

Com isso, fica claro a inexistência de uma guerra e-commcerces B2B vs B2C, nenhum deles é melhor ou pior do que o outro se forem corretamente gerenciados de acordo com as necessidades de seus públicos-alvo e indicadores de sucesso do negócio.

Para seu planejamento base, enquanto um focará seus esforços no volume de vendas, o outro investirá na gestão do relacionamento com clientes e vendas com maior margem de lucro por produto.

É claro que, além dessas estratégias, questões como a entrada de novos concorrentes, abertura de novos mercados, lançamento de produtos e elementos que envolvem a sazonalidade do nicho irão apurar e personalizar suas ações.

A aproximação do natal e outros eventos que aumentam as vendas no final de ano, por exemplo, devem ter uma estratégia específica e de acordo com a performance do e-commerce até o momento.

Gostaria de conhecer algumas dicas de como trabalhar seu e-commerce para o natal? Confira o que alguns especialistas do comércio virtual sugerem.

Reduzir o abandono de carrinho

Atendimento ao cliente em e-commerce: como garantir a satisfação dos visitantes

Atendimento ao cliente em e-commerce: como garantir a satisfação dos visitantes

O visitante de um e-commerce espera mais do que somente uma boa compra. A experiência deve ser completa e parte importante dela é o atendimento. Ele tem cada dia mais valor, tendo em vista que as exigências aumentaram na era digital. Para atendê-las, boas práticas são fundamentais.

Comprar pela internet já é uma realidade concreta, só que não basta ter um site chamativo, funcional e com bons preços. 

O consumidor atual quer uma experiência completa. Isso faz com que o atendimento ao cliente em e-commerce seja uma prioridade. Investir nessa melhora é fundamental para fidelizar e atrair mais audiência.

Boas práticas, disponibilidade, automatização do atendimento e canais amplos de contato são alguns dos recursos que fazem toda a diferença na relação com o consumidor.

De qualquer forma, é preciso entender também os diferentes estágios do atendimento e o impacto que eles têm na satisfação do cliente.

A seguir, saiba mais sobre esse assunto e veja como ter bons resultados no seu negócio!

Qual é a real importância de um bom atendimento?

A era da transformação digital trouxe mudanças significativas à sociedade e, entre elas, também é possível apontar novos hábitos de consumo e na relação do público com as marcas.

O modelo de lojas online não é tão recente, mas as novas exigências e expectativas do consumidor são. Dessa forma, é fundamental se adaptar ao que essas pessoas buscam e o atendimento eficaz é uma parte muito importante.

Por mais que uma grande parte da população já compre pela internet, ainda falta uma experiência melhor.

De acordo com a última E-Commerce Trends 2018, 31,3% dos compradores se mostraram satisfeitos com a experiência, enquanto só 8,9% classificam a compra como muito satisfatória.

Em um segmento que faturou R$ 166,2 bilhões só em 2017, esses percentuais de avaliação são baixos.

Não basta entregar o produto que o consumidor deseja. Em todo o processo de compra, ele tem dúvidas, questionamentos sobre o que está prestes a adquirir, e também reclamações.

Posicionar um e-commerce na Web atualmente não é tão simples. A marca deve estar pronta para prestar todo o suporte necessário, e isso acontece antes, durante e depois do processo de compra.

Atendendo ao consumidor 4.0

O conceito de consumidor 4.0 é um dos mais importantes para entender a relevância do bom atendimento no e-commerce.

Quem vai a um site comprar espera ser envolvido em uma experiência completa, e isso envolve:

  • uma boa comunicação;
  • um ambiente digital fácil e agradável;
  • condições favoráveis de pagamento e envio;
  • amplitude de informações;
  • atendimento rápido, descomplicado e por vários canais.

Para quem gere um e-commerce, prestar um atendimento eficiente é uma obrigação — claro, se a empresa pretende sobreviver por bastante tempo.

É sempre importante lembrar que a concorrência cresce constantemente, já que são cada vez mais lojas online abertas.

Assim, ganha em competitividade a empresa que é capaz de satisfazer o seu cliente além do bom produto ou serviço.

Quais são as etapas do atendimento ao cliente em e-commerce?

atendimento ao cliente em e-commerce se divide em dois estágios: pré-venda e pós-venda. Nem sempre as empresas entendem essa diferença e por que cada uma dessas etapas é importante.

Se elas forem cumpridas adequadamente, desde a atração do consumidor até o suporte após a conversão ser concluída, tudo será avaliado positivamente. Saiba mais a seguir!

Pré-venda

A pré-venda é um estágio do atendimento ao cliente em e-commerce que se caracteriza pela fase de decisão da compra.

O consumidor está pesquisando alguns sites onde pode adquirir o produto ou serviço que quer e, então, é natural que ele tenha algumas dúvidas nesse estágio.

Uma empresa se destaca quando é capaz de solucionar dúvidas e mostrar ao consumidor que, ali, ele encontra o que deseja.

Por isso, é fundamental que os e-commerces disponibilizem recursos para esse contato prévio, se mostrando solícitos para resolver qualquer dúvida.

Um dos modos mais precisos e objetivos de fazer isso é disponibilizar FAQs e chats online no seu site.

Assim, sem nem mesmo ser cadastrado, esse cliente já consegue solucionar qualquer questão.

Pós-venda

experiência do cliente não encerra no momento em que o produto é entregue ou o serviço é prestado. É preciso acompanhar o consumidor após esse período, já que ele pode ter dúvidas ou até mesmo algum problema.

Por parte da empresa, primeiramente, é importante se manter disponível. Para isso, os canais de atendimento devem ser expostos com clareza e disponibilizados em diversas plataformas.

Os e-commerces também precisam demonstrar interesse em como o cliente se sentiu com a experiência de compra.

É a etapa de solicitar avaliações e feedbacks de todo o processo, tentando entender como tudo aconteceu. Além de gerar insights de melhoras, essa avaliação de pós-venda mostra que a empresa se importa com o consumidor além da venda em si. Isso gera fidelização!

Como ter eficiência no atendimento?

A eficiência no atendimento ao cliente em e-commerce depende diretamente de boas práticas e recursos eficientes, especialmente, os automatizados.

O processo deve ser simples, prático, que realmente entregue o que é buscado e que faça isso tudo de maneira mais próxima. Atendimentos robotizados não são vistos com bons olhos.

Vamos às dicas práticas a seguir!

Defina bons canais para estar presente

Estar em um bom número de canais é fundamental, porém, mais importante ainda é se fazer presente onde seu consumidor, de fato, está!

Ele quer a praticidade de poder falar com a sua empresa pelos meios com os quais está ambientado.

Disponibilizar apenas um contato telefônico, por exemplo, pode ser muito incômodo, assim como se limitar somente ao email marketing.

Primeiramente, é importante oferecer certa amplitude de canais. Redes sociais, chat online, email e telefone são alguns dos básicos e que fazem toda a diferença.

Se puder estar em todos esses, ótimo. Aí seu e-commerce terá a segurança de se fazer presente em qualquer forma de comunicação.

Entenda o comportamento do seu consumidor

Diferentes segmentos trazem consumidores distintos, sempre muito ligados ao que o e-commerce vende. Se o seu público é composto por profissionais que têm pouco tempo disponível, isso impacta a maneira como você o atende.

Diante disso, é importante disponibilizar soluções mais práticas ao público, de modo que buscar o atendimento não seja uma tarefa muito complicada para ele.

Entender esse comportamento do consumidor é algo importante e pode ser um importante desdobramento da definição da persona.

Trata-se de um perfil semifictício que representa o consumidor da marca. Assim, você sabe a fundo seus desejos, necessidades, os problemas que enfrenta e suas preferências. Isso vai guiar o seu modo de atender.

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Humanize o seu atendimento

Não há nada mais decepcionante para o consumidor do que receber mensagens padrões, especialmente em comentários de publicações do Facebook, por exemplo.

Essa é uma prática fácil de ser entendida: a demanda de respostas é alta, e robotizar é uma saída prática. No entanto, o reflexo que isso causa é muito negativo. O engajamento da marca com o consumidor diminui bastante!

Humanizar o atendimento significa agregar doses maiores de empatia a esses momentos. Do outro lado, geralmente, o consumidor tem um problema ou uma insatisfação.

Quando ele percebe que o atendente realmente se importa e está disposto a ajudar, automaticamente, ficará mais calmo e satisfeito. A humanização pode mudar a avaliação de uma empresa e gerar fidelização.

Tenha um FAQ completo

O FAQ é uma das mais simples formas de atendimento, graças à sua praticidade e ausência de uma postura proativa por parte da empresa.

Trata-se de uma lista das perguntas mais recorrentes que os consumidores costumam fazer nos atendimentos. Assim, essa relação de respostas já é feita antecipadamente e disponibilizada no site, economizando tempo e esforços das duas partes.

Os consumidores costumam buscar o FAQ, já que a maioria deles é bem completo. Para as empresas, manter essa lista de respostas prontas atualizadas é um ganho e tanto. 

Isso reduz a demanda de questionamentos por meio dos canais em que é necessário interagir. Como resultado, e-commerce e consumidor saem ganhando.

Como deixar o seu consumidor satisfeito?

Quer deixar o seu consumidor satisfeito? Há algumas bases de trabalho que vão além do atendimento ao cliente em e-commerce tradicional, como oferecer bons canais de comunicação.

A forma como você disponibiliza seus serviços tem grande impacto na satisfação, então, é importante adequar seu negócio. Veja a seguir como ter boas avaliações!

Ofereça boas opções de envio

O cliente que compra online está sempre em busca de um método de envio que seja eficiente, rápido e seguro.

Além disso, há também a questão dos preços, que precisam estar associados às bases de custo-benefício.

Por isso, sempre ofereça várias e boas alternativas de envio. Isso deixará o cliente satisfeito, já que ele não estará limitado apenas a uma opção cara e rápida e outra barata e lenta.

Mantenha os preços consistentes em todos os canais de venda

Atuar em vários canais demanda consistência nos preços. Se você tem seu site, mas também disponibiliza produtos em marketplace, por exemplo, esses valores não devem variar.

O consumidor faz pesquisas e, se detectar essas flutuações dos preços, pode não ficar satisfeito. Certifique-se de que mantém a consistência e oferece apenas mais canais.

Disponibilize um processo de compra simples

Comprar deve ser algo simples, especialmente, pela internet. O consumidor quer apenas escolher seu produto com a certeza de que é o que ele espera, colocar no carrinho e realizar o checkout.

O papel da empresa nesse processo é facilitar ao máximo essa sequência. Saber como criar um site intuitivo e com bom funcionamento é fundamental. Ele vai guiar o consumidor automaticamente até a conclusão da compra.

Responda aos clientes rapidamente

O consumidor 4.0 tem uma característica que merece atenção: senso de urgência. A internet trouxe essa ansiedade à sociedade, e isso deve ser levando em conta.

Por isso, se a sua empresa disponibiliza canais de atendimento amplos, deve respondê-los em um tempo razoável. Isso mantém o engajamento com o cliente, que se mostra satisfeito.

Considere os feedbacks

O atendimento ao cliente em e-commerce e a boa experiência de compra vão gerar feedback. Com ele, o consumidor vai apontar o que agradou e o que não deu certo.

É papel da empresa avaliar o que foi dito e, se necessário, treinar seus colaboradores com base nessas avaliações. Melhorias são necessárias sempre, mas os feedbacks também indicam o que está dando certo.

Hoje, praticar um bom atendimento ao cliente em e-commerce exige esforços amplos, mas é reflexo de como o consumidor se comporta na era digital.

Se uma empresa quer ter sucesso atuando online, seguir essas boas práticas é parte decisiva do processo.

Diante de tantas exigências, a sua empresa já está pronta para atender o consumidor 4.0? Veja agora quais são os 8 principais motivos que levam ao abandono de carrinho e dicas para evitá-los!

Como reduzir o abandono de carrinhoPowered by Rock Convert
como preparar o seu e-commerce para o próximo ano

Saiba como preparar o seu e-commerce para o próximo ano

Confira quais foram as principais tendências de mercado apontadas pela E-commerce Trends 2018 e descubra como preparar o seu e-commerce para ser um sucesso no próximo ano!

Com a chegada do fim do ano e o início dos planejamentos para o próximo, a grande maioria das lojas virtuais compartilham um mesmo objetivo central: aumentar as vendas.

Essa necessidade é a responsável, muitas vezes, pelo investimento em estratégias de Marketing Digital, por possuírem essa mesma natureza virtual e por serem capazes de gerar resultados significativos.

Para que você conheça melhor o cenário do mercado de e-commerce e a forma como são utilizadas essas estratégias, o time de Inteligência elaborou a segunda edição da pesquisa E-commerce Trends.

Confira neste post os principais insights e resultados proporcionados pela pesquisa. Acompanhe!

Quais são os principais resultados da E-commerce Trends?

Para que você compreenda de forma mais prática, os resultados foram divididos entre e-commerces e consumidores. Vamos começar conferindo os dados relativos às lojas:

Primeiro levantamos os perfis dos profissionais de e-commerce e também os indicadores de desempenho dos seus negócios online.

Qual é o perfil das empresas entrevistadas?

Entre os entrevistados, 52% dos entrevistados são profissionais que trabalham em e-commerce.

Como é a satisfação dos profissionais em relação às vendas online?

A satisfação do cliente é notada pelo cliente quando ele compra algum produto ou serviço e o compara às suas expectativas. Caso a experiência de compra e usabilidade não o atendam, ele ficará insatisfeito.

Por outro lado, se ele se encantar pelo seu produto ou serviço desde o momento da aquisição até o recebimento e uso, terá uma boa percepção do serviço e, como consequência, ficará satisfeito.

A partir disso, levantamos na pesquisa o nível de satisfação dos profissionais em relação às vendas do e-commerce. Deles, apenas 8,9% se dizem muito satisfeitos, 31,3% afirmam estarem satisfeitos, 46,9% revelam estarem insatisfeitos e 12,9% disseram estar muito insatisfeitos.

Como é a estrutura de negócio do e-commerce?

46,7% das lojas virtuais disseram ter uma equipe de marketing. As principais funções que os times de marketing desempenham são voltadas para o gerenciamento de redes sociais, campanhas de email marketing e anúncios em mídias pagas.

Além disso, 55,7% dos negócios disseram ter lojas virtuais somente, ou seja, não possuem loja física.

Quais são os principais desafios dos e-commerces?

1. Aumentar o volume de vendas

Todo e-commerce passa por desafios a partir do momento em que inicia o negócio online. Aumentar o volume de vendas lidera os objetivos que as lojas virtuais mais querem conquistar, correspondendo a 68,2% dos respondentes.

Afinal, o volume de transações comerciais é um dos principais indicadores de crescimento das lojas virtuais. Para atingir o break even e escalar o negócio, é preciso vender cada vez mais.

2. Aumentar a conversão

O segundo desafio é aumentar a taxa de conversão no site, correspondendo a 58,4% dos respondentes.

Da mesma forma que uma loja física precisa receber muitas pessoas para aumentar as chances de converter alguns deles em consumidores, uma loja virtual precisa ter um alto número de visitantes de modo que parte deles se converta em clientes.

De nada adianta o e-commerce ter muitas visitas por mês se a conversão for baixa.

Por isso, tirar dúvidas do cliente, produzir conteúdos estratégicos, promover esses conteúdos, além de trabalhar a divulgação do negócio via redes sociais e email marketing são algumas ações praticadas por lojas virtuais que visam melhorar a conversão conforme apontamos neste post.

Claro que, mesmo a conversão sendo boa, o tráfego do site não pode ser deixado de lado. Até porque, quanto mais visitantes, maiores são as chances de venda. Por isso, aumentar o tráfego do site foi o terceiro desafio apontado por 48,6% dos entrevistados.

3. Aumentar o tráfego

Para conseguir mais tráfego de qualidade, algumas ações como SEO para e-commerce e Marketing de Conteúdo não podem ser deixadas de lado.

Empresas que adotam boas práticas de SEO, ao determinar palavras-chave vinculadas às suas página de produtos, conseguem aumentar as chances de atrair pessoas que procuram por elas em motores de busca, como é o caso do Google.

Já aquelas que têm uma estratégia de Marketing de Conteúdo conseguem demonstrar conhecimento e autoridade em sua área a partir dos conteúdos produzidos.

Dessa forma, o ranqueamento nos mecanismos de busca também são impactados, gerando um maior tráfego qualificado ao blog da empresa. Falaremos mais a respeito disso em seguida.

SEO para E-commerce

De que maneira os e-commerces divulgam seus negócios?

Para atrair tráfego para a loja online, convencer os visitantes a comprarem e conquistar a confiança do usuário, é muito importante ter um blog.

Por essa razão, e-commerces têm adotado essa estratégia cada vez mais, 89,7% deles disseram fazer Marketing de Conteúdo. 41,9% disseram que, a partir do blog, conquistaram aproximadamente 9 vezes mais visitantes e 13 vezes mais clientes.

A adoção do Marketing de Conteúdo para e-commerce ajuda a adquirir e manter clientes a partir de conteúdos que comprovem o conhecimento e a autoridade do negócio.

Além disso, os e-commerces que fazem Marketing de Conteúdo apresentaram 10 vezes mais visitantes e 15 vezes mais clientes. Para saber como isso acontece, é preciso metrificar as conversões de clientes que chegam por meio dessa estratégia.

Entre os entrevistados, 22,3% disseram não metrificar os resultados de conversão de Marketing de Conteúdo, enquanto 47,1% dos respondentes afirmaram que metrificam.

Agora vamos analisar o perfil e o comportamento dos consumidores que participaram da pesquisa.

Quais são as razões que levaram os consumidores a comprarem em e-commerce?

De todos os entrevistados, 98% disse já ter feito compras em lojas virtuais. Segundo 70,9% deles, a principal razão que os levaram a comprar em e-commerces foi a possibilidade de pagar preços mais baratos se comparados às lojas físicas.

Existem razões que explicam porque os preços de e-commerces são mais baixos. A primeira delas é que os custos do negócio são menores por não envolver pagamento de aluguel e muitos funcionários, por exemplo.

Entre os respondentes da pesquisa, 69,8% alegaram a facilidade na hora de fazer compras em lojas virtuais. Afinal, uma compra em e-commerce pode ser concluída em poucos cliques e as formas de pagamento costumam ser diversas, justamente para atender as possibilidades de todos que queiram comprar.

Checar avaliações dos produtos oferecidos e estar por dentro das novidades que a loja oferece em seu mix online são outras facilidades que os consumidores podem levar em conta na hora de efetuar a compra.

Sobre a comodidade na hora de comprar, 67,1% apontaram este como o ponto de decisão. Geralmente, o frete grátis é visto como o principal fator de conforto, razão pela qual as campanhas de “dia do frete grátis” costumam impulsionar as vendas online.

E por falar em frete, o que impediu os demais 2% de comprarem online foi o fato de considerarem as taxas de frete muito altas (55,6%) assim como a falta de confiança (33,3%) e a vontade de experimentar o produto pessoalmente antes de adquiri-lo (44,4%).

Para solucionar essas objeções, é sugerível fazer um levantamento dos valores de frete que as empresas do ramo estão cobrando e também de quanto os clientes estão determinados a pagar.

Fazer Marketing Digital para se posicionar como autoridade do seu segmento pode resolver a falta de confiança por parte do público, outra grande culpada pela desistência das compras.

Para contornar esse problema, ofereça a eles um bom atendimento de modo a sanar suas dúvidas e mostre a opinião de outros consumidores para que eles se sintam confiantes em realizar a compra.

97% dos entrevistados revelaram já terem adicionado produtos desejados no carrinho de um e-commerce, mas não finalizaram a compra. Os principais motivos que os levaram a isso fora o fato do frete ser muito caro (82,3%), ter repensado sobre a necessidade de compra (48,8%) e o prazo de entrega ser muito demorado (40,7%).

Como os consumidores têm comprado em e-commerce?

Segundo os participantes da pesquisa, 72,2% das compras feitas pelos consumidores em lojas virtuais são realizadas via notebooks, seguidas por smartphones (50,1%) e desktops (38,3%). Este é um sinal importante de que as empresas precisam ter seus sites adequados para dispositivos móveis.

Além disso, 88,9% dos entrevistados disseram receber e-mails com ofertas de e-commerce. Destes, 60,9% afirmaram já ter realizado uma compra por conta de e-mails recebidos de lojas virtuais.

Embora algumas pessoas digam que o e-mail marketing está morto, isso não é verdade. Segundo profissionais de marketing em empresas B2C, estratégias de e-mail marketing obtêm taxas de conversão de até 15%.

Como funciona o abandono de carrinho em e-commerce?

O abandono de carrinho é um dos maiores desafios enfrentados por proprietários de negócios online. De acordo com a pesquisa, 82,3% dos entrevistados afirmaram já ter deixado produtos no carrinho de compra.

Além de estar altamente relacionado com fretes caros, como mencionado, outras razões apontadas foram: prazos de entrega demorados, falta de opção de pagamento desejada, curiosidade em descobrir o valor do frete, insegurança em relação aos meios de pagamento, checkout confuso, exigência da criação de uma conta e não ter desconto.

Por essa razão, consideramos o abandono de carrinho um dos principais indicadores de desempenho apontados pela E-commerce Trends. E se quiser saber ainda mais sobre o assunto, confira também o nosso conteúdo completo sobre Google Analytics para e-commerces e melhore ainda mais o seu negócio no próximo ano!

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