E-commerce


Análise SWOT para e-commerce

Análise SWOT para e-commerce: saiba como otimizar a estratégia da sua loja online

Analisar oportunidades, ameaças, fraquezas e forças com a análise SWOT do e-commerce é uma forma de sistematizar seu cenário vivido para tomadas de decisão mais acertadas. Entenda como essa ferramenta funciona.

análise SWOT para e-commerce parece ser uma estratégia indispensável quando consideramos a velocidade com que esse mercado muda e traz novos desafios para os seus gestores.

Para se ter uma ideia, em meados de 1995, o supermercado Pão de Açúcar distribuía um CD-ROM com as ofertas e imagens de seus produtos para que os interessados enviassem um email com sua lista de compra. O pagamento dessa modalidade de compra só era concluído na entrega, mas, ainda assim, era um serviço revolucionário.

Hoje em dia, robôs de inteligência artificial conduzem vendas pelas redes sociais e tecnologias de reconhecimento facial permitem que os compradores de maquiagens façam testes virtuais dos produtos para saberem seus efeitos antes da compra.

Como se diferenciar em um mercado tão dinâmico e cheio de possibilidades? Como garantir a configuração ideal desse canal para a satisfação de seu público?

Perguntas como essas podem ser respondidas, antecipadamente, pelo uso da análise das forças, fraquezas, oportunidades e ameaças da loja online. Quer saber como fazer isso? Confira nos próximos tópicos!

Como funciona a análise SWOT para e-commerce?

Muitos anos se passaram de 1995 para cá, e algumas tecnologias inovadoras que ninguém poderia imaginar quando e como surgiriam foram incorporadas às lojas online.

Essa imprevisibilidade tão característica da era da transformação digital, no entanto, não é motivo para que as empresas integrantes desse setor se acomodem e esperem os fatos acontecerem para, então, se adaptarem.

E é justamente para entender o cenário em que vivem, interna e externamente, que a análise SWOT é perfeita para a gestão do negócio online.

Definição de análise SWOT

A análise SWOT é um método de estudo estratégico com base na construção de uma matriz que auxilia o gestor a mapear as oportunidades, ameaças, fraquezas e forças de seu negócio.

Seu acrônimo SWOT (Strengths, Weaknesses, Opportunities e Threats) é traduzido para o português como FOFA (Forças, Oportunidades, Fraquezas e Ameaças).

Principais objetivos e aplicações

A análise FOFA pode ser utilizada para construir as estratégias de vendas e marketing do e-commerce, para identificar a posição do negócio no mercado em que está inserido, saber como se posicionar frente aos novos desafios que estão surgindo, entre outros objetivos.

Um e-commerce de cosméticos, por exemplo, pode identificar uma oportunidade de ampliar suas vendas com produtos orgânicos.

Para isso, considerará quais ameaças poderão surgir frente a sua estratégia, como entrar em concorrência direta com outras marcas, ter resistência dos consumidores mais fiéis, esbarrar em restrições governamentais etc.

Ao final da análise realizada, o e-commerce pode direcionar sua estratégia e a forma de lidar com cada desafio, considerando seus efeitos nos demais parâmetros, o que aumenta suas chances de sucesso. Mas como avaliar tais variáveis?

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Os quadrantes da matriz SWOT

Para elaborar uma matriz de qualidade, é preciso entender o significado de cada quadrante e as formas de esgotar todas as informações possíveis para preenchê-los.

Strengths (Forças)

Nesse quadrante, é onde moram os diferenciais de um e-commerce. Não se trata de características temporárias, como a isenção da taxa de frete em determinada promoção, mas elementos que fazem parte de qualquer venda realizada.

A tecnologia empregada, segurança da loja online, variedade nas opções de entrega, serviços de alerta de promoção e até mesmo a forma de lidar com os clientes fazem parte das forças de um e-commerce, que o colocam em posição de destaque frente a concorrência.

É o caso e-commerce Aff The Hype, uma papelaria que se intitula grosseira. Seus produtos transmitem a falta de paciência e o comportamento antissocial de algumas pessoas de forma divertida e moderna.

Seu diferencial irreverente, que pouco se vê no mercado da papelaria, é fortalecido na descrição dos produtos na loja online e nos serviços de suporte, por exemplo.

análise SWOT para e-commerce

Weaknesses (Fraquezas)

As fraquezas dos e-commerces costumam ser similares, como a impossibilidade de o consumidor ter acesso rápido ao seu produto, seja para testá-lo antes de comprar, seja para utilizá-lo efetivamente.

Outro problema é as frequentes tentativas e ataques hackers que visam aos dados dos cartões de crédito dos clientes. A dependência de serviços de logística como os Correios ou empresas terceirizadas para a entrega do produto também pode trazer inconvenientes de atraso, extravio ou greves dos serviços.

Algumas fraquezas, porém, serão específicas de um e-commerce ou setor e também devem ser mapeadas minuciosamente nesse quadrante, pois criar soluções inteligentes e atrativas para elas pode trazer diferenciação e mais resultados para o negócio.

L´Oréal, por exemplo, resolveu apostar na tecnologia de reconhecimento facial e de pele para converter mais vendas em seu e-commerce ao desenvolver um meio para que seus consumidores pudessem testar seus produtos de forma digital e bem próxima à realidade.

análise SWOT para e-commerce

A dificuldade em testar um produto, aliás, é apontada por 44,4% dos respondentes da E-commerce Trends 2018 como motivo de não terem concluído uma compra no e-commerce.

No caso da L’Oréal, atacar essa fraqueza ajudou a recuperar esse público e sobressair diante da concorrência como uma empresa inovadora e atenta às necessidades de seus clientes.

Opportunities (Oportunidades)

Criar um e-commerce, seja de uma loja, seja um empreendimento pessoal, é, por si só, a identificação de uma oportunidade de negócio.

Isso porque, ao começar esse empreendimento, seus gestores mostram que perceberam que determinado público estava propenso a comprar digitalmente para usufruir da comodidade e preço daquele tipo de produto, por exemplo.

Mas outras oportunidades podem ser mapeadas no ambiente externo quando a análise SWOT é realizada. estudo do mercado, comportamento do consumidor e até mesmo dos processos atuais permite que novas possibilidades de melhoria sejam desenvolvidas.

É o caso, por exemplo, de oferecer modalidades diferentes de pagamento para os clientes, além do cartão de crédito parcelado. Algumas soluções oferecem o parcelamento via boleto bancário. Assim, o e-commerce recebe o valor integral da venda, mas o cliente pode parcelar a compra sem a necessidade de ter conta bancária ou cartão de crédito.

Isso garante que a loja virtual atraia um público até então inexplorado, que pode gerar boas oportunidades e volume de negócio.

Threats (Ameaças)

Saber quais são as ameaças do ambiente externo que podem abalar o desempenho de um negócio é determinante para que ações preventivas sejam tomadas para mitigar os efeitos ou até mesmo fugir deles.

Isso inclui leis que estejam em votação e possam mudar o processo da venda online, entrada de concorrentes fortes no mercado digital, dificuldades do fornecedor e, como já comentado, greve das transportadoras.

Mapear os imbróglios que podem vir a ocorrer permite que o negócio se prepare para lidar com eles.

É importante lembrar que a análise SWOT é uma fotografia da realidade vivida naquele momento, e que deve ser refeita sempre que necessário, como no lançamento de um novo produto, expansão da cobertura de vendas e demais ações tomadas para o crescimento do negócio.

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Quais os benefícios da análise SWOT para e-commerce?

Os exemplos citados em referência aos quadrantes da SWOT demonstram que dominar cada um deles pode trazer excelentes insights para novas estratégias do negócio. Mas também podemos citar outros benefícios, como os que listamos abaixo.

Panorama real da situação do e-commerce

Como dito, a análise SWOT é um retrato fiel do momento do e-commerce e permite que o gestor consiga tomar decisões baseadas naquilo que está sendo vivido e se preparar para os desafios que estão no radar.

É muito comum que lojas online surjam informalmente como uma empreitada pessoal e, atendendo a uma demanda carente, acabem ganhando expressão momentaneamente.

Em alguns casos, porém, o gestor continua sua administração de maneira informal, sem atentar para a necessidade de legalizar o negócio e profissionalizar as suas ações, e, aos poucos, vê suas vendas caírem de maneira assustadora.

Segundo a E-commerce Trends 201859,8% dos gestores de e-commerce estão insatisfeitos ou muito insatisfeitos com as vendas de suas lojas virtuais.

Ao realizar a análise SWOT, eles conseguem entender sua posição no mercado, como devem se adequar e o que precisa ser feito para potencializar as vendas na internet.

Compreensão do ambiente interno e externo do negócio

O ambiente externo é aquele em que as oportunidades e ameaças são identificadas, como a possibilidade de explorar um novo mercado ou uma nova lei que limita o transporte dos produtos comercializados, por exemplo.

Como é possível concluir, o gestor não tem como interferir no ambiente externo, mas, é claro, precisa saber como se posicionar nele para proteger seu negócio e aproveitar as oportunidades que estejam surgindo.

Já as fraquezas e forças de um e-commerce estão dentro de seu ambiente interno e podem ser matéria para as ações administrativas de seu gestor.

Ao realizar a SWOT, o gestor do e-commerce tem a total compreensão dos ambientes e seus elementos de influência no sucesso do negócio.

Entendimento das variáveis que podem influenciar investimentos

Com a análise SWOT realizada, qualquer tomada de decisão do gestor pode ser trabalhada de forma mais segura, afinal de contas, ele tem uma visão geral dos fatores de influência de seu negócio.

Sabendo que uma de suas fraquezas é a logística de envio, por exemplo, o gestor de um e-commerce pode organizar seus processos internos antes de investir na ampliação de seu mercado para o exterior.

Sem a visão clara de qual é o seu gargalo, ele poderia comprometer seu capital ao aumentar o estoque, não direcionar investimentos adequados para ações de marketing digital, e, posteriormente, ver sua reputação cair vertiginosamente nas redes sociais e sites de reclamações.

Como aplicá-la em lojas online?

Não é complicado aplicar a análise SWOT para seu e-commerce. Alguns passos e boas práticas ajudarão no correto mapeamento das oportunidades, ameaças, forças e fraquezas.

Crie uma matriz SWOT

Seja no papel, seja no computador, desenhar e separar os quadrantes da matriz em ambiente interno e externo é um excelente recurso visual para que todos os elementos sejam devidamente citados.

análise SWOT para e-commerce

Usar tópicos objetivos, inclusive, garante que a SWOT será concluída. É preciso entender seu papel de resumir o panorama atual do negócio, assim como ferramenta para as estratégias futuras. O aprofundamento de cada tópico será trabalhado posteriormente no estudo de quais ações tomar.

Liste as forças e fraquezas do e-commerce

Os fatores internos, forças e fraquezas, são mais facilmente identificados pelo gestor por estarem presentes na rotina do negócio. Falta de equipe para vender mais, informalidade, problemas no fluxo de caixa, atraso de fornecedores, entre outros, por exemplo, são dores facilmente mapeáveis, assim como deve ocorrer com os diferenciais.

Mapeie as oportunidades e ameaças do mercado

As oportunidades e ameaças do mercado dependem de um acompanhamento regular do que a concorrência, entidades governamentais, e, claro, os clientes, estão demandando.

Esse deve ser um hábito a ser incorporado na rotina do gestor. No momento de realizar a análise SWOT, no entanto, fazer pesquisas em fontes confiáveis, estatísticas e regulamentações do setor é essencial.

Avalie os concorrentes diretos

Os concorrentes fazem parte das ameaças da matriz de um e-commerce, mas, considerando uma estratégia especificamente para combatê-los, é possível fazer uma análise SWOT da posição deles para saber quais diferenciais atacar.

Assim, ao mapear as forças e fraquezas do concorrente, o gestor pode investir em soluções que sobressaiam às do restante do mercado.

Considere a situação atual e as metas que estão no radar do negócio

Tenha em mente que a análise SWOT é um retrato do momento atual, mas, considerando que precisa ter as oportunidades e ameaças mapeadas, pode dar diretriz para as metas do e-commerce e como ele deverá estar preparado para o futuro.

Determine as estratégias a serem tomadas

Considerando as metas e a matriz FOFA realizada, o gestor do e-commerce pode determinar em um plano de ação quais as estratégias serão tomadas na sequência.

A análise SWOT para e-commerce pode ser considerada um sumário ou pontapé inicial para o estudo estratégico de como o negócio está em seu mercado e quais os melhores caminhos para seu progresso.

De fato, ele sistematiza o panorama da loja virtual dentro do cenário que ela vive, e isso deixa muito mais claro quais ações devem ser tomadas com prioridade para tornar o negócio mais lucrativo e eficiente.

Depois, é só trabalhar o marketing para impulsionar ainda mais suas vendas. Quer saber como fazer isso? Então, aprenda agora como elaborar uma estratégia completa de SEO para o seu e-commerce e atinja o topo do Google!

quem é você na black friday

Descubra agora mesmo quem é você na Black Friday!

A Black Friday está chegando, e esse não é um trocadilho para os fãs da série Game of Thrones, mas uma recordação que deixa milhares de compradores na expectativa por promoções imperdíveis, ou, desconfiados por promessas e ofertas enganosas.

Cada um reage de forma diferente a esse evento que originalmente começou a ser organizado pelo comércio dos Estados Unidos.

Em suas primeiras edições, acontecia um dia após a celebração de Ações de Graças e diversos estabelecimentos participavam colocando produtos em promoção nas gôndolas externas das lojas.

O nome Black Friday possivelmente foi escolhido em decorrência do bom desempenho de vendas que a data proporcionava, afinal de contas, muitas lojas tiravam suas finanças do vermelho depois dela.

Aqui no Brasil a tradição está cada dia mais forte e os novos modelos de vendas como e-commerces e lojas nas redes sociais têm investido no marketing e aderido ao evento, que agora, pode acontecer por vários dias no mês de novembro.

E você, já aderiu e virou um comprador assíduo da Black Friday? Já dormiu na fila para aproveitar as melhores promoções?

Existem várias formas e estilos de se envolver com a data, e alguns deles acabam se sobressaindo. Quer saber qual é o seu? Confira!

O comprador influenciável

Happy Shopping GIF by Alaska Airlines

Objetivo principal: comprar só o necessário.

Fala clássica: “Nossa, essa promoção é imperdível!”

Ponto fraco: todo anúncio de promoção parece vantajoso.

Leu ou ouviu dizer que é Black Friday? Esse comprador arremata tudo que vê pela frente que esteja anunciado com desconto, promoção leve 3 pague 2, combos de produtos ou que venham com brindes e cupons para participar de sorteios.

Ele não tem uma visão crítica para avaliar os anúncios, não pondera sobre sua capacidade de pagamento, nem tampouco considera os itens que realmente precisa, compra por influência de qualquer tipo de abordagem publicitária por considerar que a oportunidade é única.

O desconfiado

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Objetivo principal: descobrir as artimanhas por detrás dos descontos anunciados.

Fala clássica: “Aposto que tem alguma pegadinha nesse preço”.

Ponto fraco: perde tanto tempo investigando as promoções que pode ficar sem elas.

Ao contrário do comprador influenciável, desconfia de qualquer anúncio. Não é incomum que usem a calculadora para avaliar se o desconto é realmente vantajoso.

Além disso, argumenta com os vendedores quando eles dizem que o estoque da promoção acabou, achando que podem estar retendo o produto para vender mais caro depois ou comprarem para eles mesmos.

O comprador “Reclame aqui”

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Objetivo principal: denunciar as ações maliciosas das lojas.

Fala clássica: “Isso é golpe!”

Ponto fraco: propagandas enganosas o tiram do sério.

As ações desse comprador começam antes mesmos dos eventos da Black Friday. Meticulosamente ele acompanha a evolução dos preços anunciados por diferentes lojas, para então, ter material comprobatório de que elas aumentaram os valores dos produtos alguns meses antes para depois praticarem um desconto inexistente.

Além de investigativo, ele também gosta de compartilhar suas informações com outros compradores indefesos publicando tais fatos em sites como o Reclame Aqui, entidades de proteção ao consumidor, grupos de redes sociais e aplicativos de mensagem.

O que acha que viu o produto mais barato em outra loja

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Objetivo principal: comprar o item com o melhor preço possível.

Fala clássica: “Na outra loja era mais barato”.

Ponto fraco: não conseguir ir até à loja que gostaria e deixar de comprar o produto que queria.

Ele chega na loja e ao encontrar o produto com um preço relativamente maior, deixa de comprar. Poderia até tentar negociar com o vendedor, mas prefere dar preferência ao outro estabelecimento.

O problema é que, nem sempre tem certeza sobre essa informação ou ainda, fica sem tempo para ir até a outra loja.

Alguns compradores usam essa desculpa para esconder sua insegurança sobre a compra de ocasião, e outros, nem se atentam que, com as despesas de deslocamento até o outro estabelecimento, o valor final da aquisição acabaria ficando o mesmo.

Dorminhoco da fila do Black Friday

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Objetivo principal: pegar as melhores promoções.

Fala clássica: “Que horas essa loja abre?”

Ponto fraco: ficarem sonolentos e não conseguirem enfrentar a avalanche de compradores.

O clássico comprador que, nos moldes dos americanos, faz fila na porta das lojas de departamentos maiores e mais tradicionais para garantir suas compras.

O problema é que, junto deles, outros milhares de compradores frenéticos querem entrar ao mesmo tempo pelos corredores das lojas, e pelo tumulto, nem sempre conseguem chegar à tempo de garantir todos os itens que desejavam.

Promotor da Black Friday

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Objetivo principal: anunciar para todos os seus conhecidos que vai participar da Black Friday.

Fala clássica: “Black Friday, aí vou eu!”

Ponto fraco: nem sempre tem dinheiro suficiente para comprar tudo que gostaria de comprar.

Anuncia, dá dicas de compras para todos os amigos, familiares e compartilha anúncios de todas as lojas que estarão em promoção. Pensa que, já que não vai conseguir aproveitar todos os descontos, que pelo menos as pessoas próximas a ele poderão se interessar por elas.

Aquele que não precisa mais sair de casa

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Objetivo principal: comprar com desconto sem enfrentar filas.

Fala clássica: “Dá para comprar pela internet?”

Ponto fraco: deixa de aproveitar promoções exclusivas das lojas físicas.

E-commerces e lojas das redes sociais estão cada vez mais aderindo a Black Friday, e quem gosta desse movimento é o comprador que preza por sua comodidade.

É muito provável que antigamente tais clientes só tivessem notícia das promoções, mas nunca se davam o trabalho de ir até elas por falta de tempo ou por achar um esforço desnecessário.

Esses compradores não são propriamente menos sensíveis aos preços, eles também gostam, e muito, de descontos, o grande problema é que suas rotinas os impediam de ir até às lojas físicas para aproveitar a Black Friday.

Agora tem promoção nas lojas virtuais? Ótimo, eles estão dentro!

marketing na black friday

O organizado

organized bob balaban GIF by Warner Archive

Objetivo principal: cumprir integralmente seu plano de compra.

Fala clássica: “Está tudo aqui na minha planilha”.

Ponto fraco: apesar da organização, pode faltar tempo para executar tudo que foi planejado.

O comprador organizado também faz um acompanhamento dos preços ao longo do ano, avalia o histórico das lojas que participaram das últimas edições da Black Friday, faz um mapa de deslocamento entre os estabelecimentos e um cronograma para visitar todos os websites.

Seu planejamento considera até mesmo a ordem de compra, começando pelos eletrônicos, eletrodomésticos e terminando nas roupas de inverno para o bebê que nascerá no ano que vem.

O experiente

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Objetivo principal: encontrar as melhores promoções.

Fala clássica: “Confia em mim, sempre compro em Black Friday’s”.

Ponto fraco: confia em seus instintos demasiadamente.

Já viajou para os Estados Unidos para participar de Black Friday’s antes mesmo delas começarem no Brasil e nunca faltou a nenhuma delas.

Por esse motivo, tem a convicção de que sabe como serão todas elas, o movimento de outros compradores, as ofertas que serão anunciadas e tudo mais.

Seu ponto fraco é que, muito confiante, esquece que as lojas estão sempre inovando e procurando novas formas de incentivar as compras. Ou seja, pode perder boas oportunidades por confiar demais em seus instintos e previsões.

O sonhador

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Objetivo principal: planejar comprar vários itens na Black Friday.

Fala clássica: “Nessa Black Friday vou modernizar minha casa e trocar todo meu guarda-roupa”.

Ponto fraco: não tem dinheiro ou tempo para realizar tudo que sonha

Não é incomum que esse tipo de comprador simule compras e encham carrinhos nos e-commerces com todos os produtos de seus sonhos, mas na hora de fechar a compra, abandonam o processo.

E eles não estão sozinhos nessa, segundo a pesquisa E-commerce Trends 2017, 97,9% dos pesquisados já haviam abandonado seus carrinhos virtuais.

Nas lojas, mesmo com todo o movimento de outros compradores, não é incomum que responda ao vendedor que está apenas pesquisando preços. Na verdade, ele está sonhando com a possibilidade de comprar todos eles.

O inconsequente do parcelamento

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Objetivo principal: não perder nenhuma oportunidade de compra.

Fala clássica: “Depois eu vejo como vou pagar”.

Ponto fraco: descontrole financeiro.

As promoções dessas datas podem ser bem tentadoras e para os compradores inconsequentes, aproveitar todas elas é uma questão de honra e primeira necessidade.

São muitas possibilidades e ofertas em diferentes estabelecimentos, e o valor pequeno das parcelas de cada um é uma forma de incentivo perigosa.

Juntando várias compras e parcelas, o valor a ser pago mensalmente pode impactar seriamente suas despesas mensais, mas ele prefere só pensar nisso depois.

Negociador “quer vender por quanto?”

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Objetivo principal: conseguir mais desconto.

Fala clássica: “Que preço especial você pode fazer para mim?”

Ponto fraco: não aceita “não” como resposta.

Como qualquer negociador, ele acredita que é possível conseguir mais vantagens para sua compra e está sempre pedindo mais descontos, melhores condições de pagamento ou brindes.

A grande questão é que, se não conseguem, sentem que perderam uma batalha e podem preferir ficar sem o produto, que já tinha um bom preço anunciado.

O arrependido

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Objetivo principal: tentar minimizar frustrações passadas.

Fala clássica: “Ano passado era 10% mais barato”.

Ponto fraco: nunca acha que sua perda poderá ser superada.

É um tipo de comprador que vivenciou uma frustração nas edições passadas, deixou de comprar porque não pôde ir à loja, ficou indeciso ou não tinha como pagar.

Com isso, ficou na expectativa durante todo o ano para conseguir uma nova oportunidade, mas diante das novas condições, se sente arrependido por não ter aproveitado a promoção dos anos anteriores.

O sortudo

st patricks day irish GIF by Phoenixpen

Objetivo principal: comprar apenas um item da loja.

Fala clássica: “Eu só vim para comprar uma coisa”

Ponto fraco: quem tem sorte não tem ponto fraco!

O sortudo é aquele que chega na loja lotada de compradores, mas o produto que deseja é o da seção mais vazia.

Vai na expectativa de gastar um valor, e quando chega o momento de pagar a conta, descobre que o produto está com uma promoção incrível.

Aquele que não sabia de nada

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Objetivo principal: ele não sabe.

Fala clássica: “Mas Black Friday não é semana que vêm?”

Ponto fraco: não foi preparado para aproveitar as ofertas.

Como não sabe o que está acontecendo, chega a loja por estar passando por perto ou porque pretendia comprar um presente para alguém.

Quando chega a loja, se depara com diversas ofertas interessantes que, muitas vezes, não estava preparado para pesquisar e comprar com calma.

A Black Friday pode despertar diversas emoções nos compradores e as empresas estão atentas à isso. Por isso, cada vez mais elas pensarão suas promoções e experiências de venda para favorecer a compra.

Pensando nisso, mais do que usar o coração, avalie suas compras também com a razão. E se for uma boa oportunidade, não perca!

Quer conhecer mais conteúdos sobre a Black Friday? Então confira esses textos que selecionamos para você:

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Empreendedorismo Digital

Empreendedorismo digital: entenda o que é e como criar um negócio digital

O empreendedorismo digital é um modelo de negócios que tem a sua base comercial no ambiente online. Saiba mais sobre como ter o seu próprio negócio digital neste conteúdo!

Muitos planos para se aventurar no empreendedorismo digital surgem no final de um dia estressante de trabalho. Aquela certeza de que, se fosse o dono de um negócio tudo seria diferente sempre paira no ar e faz com que os sonhos tomem conta dos pensamentos.

O conceito digital também faz com que os candidatos ao empreendedorismo acreditem que a modalidade é muito mais simples de gerenciar, precisando de pouco esforço e investimento, afinal de contas, está tudo online.

Sem dúvidas, as possibilidades de fazer um negócio online são tentadoras e podem trazer resultados substanciais, mas também exigem dedicação e estudos, a começar por entender o mercado, qual tipo de produto ou serviço está mais alinhado com seu perfil, as ferramentas necessárias para sua gestão e quais estratégias comerciais aplicar.

Para ajudar nesse entendimento e plano para concretizar esse sonho, preparamos um material completo, com conceitos, dicas e as melhores oportunidades de empreender digitalmente. Quer descobrir qual delas é mais compatível com você? Confira neste post agora mesmo.

O que é empreendedorismo digital?

É fácil concluir que empreendedorismo digital trata-se de um modelo de negócio, seja para venda de produtos, seja para serviços, que tenha sua base comercial no ambiente online.

A grande questão é, que, com tantas tecnologias que podem ser aplicadas nesse meio, a gama de possibilidades para construir um empreendimento online é farta.

Um e-commerce é um empreendimento online, assim como um profissional que vende seus cursos ou de terceiros por meio das redes sociais também é.

Então, a partir do momento em que se inicia uma comercialização a partir do ambiente online, o empreendedorismo digital é colocado em prática.

Quais são as suas vantagens?

Existem algumas vantagens que investir no ambiente digital para abrir seu próprio negócio, entre elas, podemos apontar as seguintes.

Comportamento de consumo atual

Na pesquisa E-commerce trends 2018, 98% de seus respondentes se declararam consumidores de lojas virtuais, quase uma unanimidade de potenciais compradores, não é mesmo?

A pesquisa sobre o uso das Tecnologias de Informação e Comunicação realizada pela CETIC em 2017 também revelou que o Brasil tem 126,3 milhões de usuários da Internet. Desses, 78% fazem uso das redes sociais para se relacionarem com amigos e empresas.

Ou seja, o comportamento de consumo atual está voltado para as relações pela Internet. Se bem planejado, um negócio online tem bastante mercado e aceitação para promover suas vendas.

Vendas ininterruptas e flexibilidade de horários para seu dono

Vendas pela Internet podem ser realizadas 24 horas por dia, por toda a semana. Ou seja, um empreendimento online não necessariamente precisa da presença e atuação de seu dono para as compras acontecerem.

Obviamente, se tratar de produtos físicos, o processo de envio e faturamento precisará ser realizado por alguém ou funcionário, mas, de forma geral, os trâmites que convertem a venda podem acontecer a qualquer momento.

Essa dinâmica, inclusive, permite que o dono do negócio atue paralelamente com outros empreendimentos ou trabalho. Um contador, por exemplo, pode ter um e-commerce de produtos de pesca, afinal de contas, pode gerenciar seu tempo de dedicação para cada uma de suas fontes de renda.

Tem baixo custo de investimento

A maioria dos negócios online não precisam de grandes investimentos iniciais, estrutura física ou quadro de funcionários grande. É possível, inclusive, começar um e-commerce com pouco ou nenhum estoque de produtos.

Alguns empresas consolidadas no mercado físico e online permitem que pessoas se cadastrem para vender seus produtos. Nesse caso, ela se encarrega por toda a logística de entrega quando as compras são realizadas. É o caso da Polishop, por exemplo.

Empreendedorismo digital 1

Toda sua estratégia reforça que não é preciso fazer investimentos iniciais para vender seus produtos, apenas engajar suas redes de contato e fazer com que eles comprem os produtos da loja por meio de um link do vendedor. Até os preços praticados são os mesmos se comprados diretamente.

Não tem barreiras geográficas

Seja nesse lance de revendedor, seja em um negócio com marca própria, as vendas podem ser realizadas para qualquer interessado, e não apenas aqueles que iriam em uma loja física comprar.

É possível fechar um contrato com transportadoras específicas ou usar os serviços de frete dos Correios para o caso dos produtos físicos, inclusive repassando a escolha de qual serviço de logística usar para o cliente.

Os infoprodutos são ainda mais simples. Como são consumidos online ou por meios digitais, nem mesmo esse custo precisa ser calculado à parte, basta apenas liberar o acesso ao conteúdo vendido.

E-commerce Trends

Em quais negócios digitais apostar?

Para escolher com qual tipo de produto ou serviço online trabalhar, é importante entender as características de cada um deles, o esforço para comercializá-los e, claro, a identificação que o empreendedor tem com essa modalidade.

Entre os mais conhecidos, podemos citar aqueles que oferecem oportunidades reais de ganho.

Infoprodutos

Os infoprodutos são itens consumidos de forma online. Podem ser e-books, cursos, vídeoaulas, programas de computador, consultorias etc.

Para negóciá-los o empreendedor pode ser o gerador do conteúdo ou apenas um vendedor afiliado. Pode usar uma plataforma pessoal, ou, uma que intermedie sua venda por uma comissão sobre a venda. Para ficar mais simples o entendimento, veja alguns exemplos abaixo.

Hotmart

O Hotmart é uma plataforma de Ensino à Distância (EAD) que oferece as duas oportunidades de comercialização de infoprodutos.

A primeira é quando um indivíduo tem um conhecimento que deseja comercializar. Nesse caso, ele cria um conteúdo em formato digital como e-books, planilhas ou videoaulas, e insere na plataforma para a venda.

Empreendedorismo digital 2

Ele também precisa determinar o valor do infoproduto, divulgar para seu público interessado e determinar quanto pagaria para os afiliados da plataforma fazerem sua revenda, o que aumentaria o número de ofertas do seu trabalho.

Os afiliados são aqueles indivíduos cadastrados na Hotmart que desejam comercializar os infoprodutos da plataforma e ganhar comissões sobre suas vendas.

Empreendedorismo digital 3

A Hotmart tem uma variedade incrível de temas e infoprodutos, e, portanto, potencializa as oportunidades de vendas para os afiliados. É possível ofertar cursos de culinária, técnicas de estudo, séries de exercícios físicos etc.

Outro detalhe importante é que o afiliado não precisa ter um site para ofertar os produtos, pode usar suas redes sociais e até grupos do WhatsApp, pois, assim como a Polishop, também terá um link que valida a venda realizada a partir de sua indicação.

Gestores de blogs podem fazer uma seleção de infoprodutos que estejam alinhados com o seu mote, e, então, colocar links em seus posts e áreas de anúncios. Uma consultora de moda pode criar um grupo de WhatsApp e oferecer e-books sobre colorimetria, que explica quais as cores mais combinam com o tom de pele de suas clientes.

VOO EM V Consultoria online

A VOOEMV é uma empresa que oferece sessões online de consultoria, mentoria e coach.

Seus clientes podem escolher qual dessas modalidades é a mais adequada para sua demanda. Então, realizam uma consultoria inicial gratuita por videoconferência, garantindo assim, que seja realizado um plano de esforço personalizado. Depois, um cronograma é apresentado para o interessado, que escolhe o plano de pagamento e inicia suas sessões.

Entre as vantagens desse tipo de serviço online está a versatilidade oferecida ao cliente, que pode fazer os acompanhamentos de onde estiver, seja em casa, no escritório ou até mesmo viajando, bastando apenas uma conexão a internet.

Alura

A Alura é uma escola de cursos online especializada em conteúdos voltados para a tecnologia.

Em ambiente 100% EAD, seus alunos podem escolher cursos específicos ou contratar pacotes por um período para ter acesso a todos os cursos.

Outro segmento que a Alura explora é a venda de seus pacotes de cursos para empresas, que podem repassar aos seus funcionários como parte do programa de capacitação regular.

Também entram na categoria de infoprodutos as e-magazines, que têm o formato de uma revista e são enviados digitalmente aos seus assinantes, podcasts e assinaturas de sites de notícias.

E-commerces

Loja virtual e comércio eletrônico são outros dois termos usados como sinônimo de e-commerce, mas, para os especialistas, existe uma diferença para o primeiro.

A loja virtual funcionaria como uma vitrine e canal de vendas, mas, e-commerce e comércio eletrônico são mais abrangentes e envolvem todo o processo administrativo para tal, da concepção e formalização do negócio até suas vendas propriamente.

Ou seja, é possível ter um e-commerce sem, necessariamente, ter uma loja virtual, basta usar outras plataformas, como as redes sociais, por exemplo. Facebook e Instagram têm ferramentas para venda que ótimas funcionalidades.

Quando falamos de e-commerces, os maiores representantes são os mais lembrados, como americanas.com e submarino.com.

Mas, para compreender como eles podem ser implantados do zero e por empreendedores de menor porte, outros exemplos podem ser úteis.

El cabriton

A marca tem uma loja física de camisas estilosas e alguns acessórios, mas seu conceito de e-commerce é bem mais factível para empreendedores que querem começar a se aventurar no comércio digital.

Enjoei

Outro e-commerce que vale à pena ser estudado é o Enjoei, que é uma plataforma de e-commerce de produtos usados. Roupas, acessórios, eletrônicos e até móveis podem ser negociados por lá.

Empreendedorismo digital 4

Ele oferece várias formas de negociação, inclusive. Um empreendedor pode ter uma loja interna na plataforma e fazer a venda de seus produtos usados. Também pode negociar para que vendedores profissionais do e-commerce realizem as negociações, pagando um valor por esse serviço, obviamente.

Dessa maneira, os compradores do e-commerce podem tanto comprar diretamente do vendedor, como do e-commerce em si. Para quem quer ter a experiência da venda online para saber se conseguiria gerenciar as compras de seus clientes, esse pode ser um ambiente seguro, afinal de contas, ele oferece ao comprador e vendedor facilidades como parcelamento no cartão de crédito, por exemplo.

SaaS

Softwares as a Service (SaaS) são aplicativos e ferramentas que podem ser acessados na nuvem. Assim, sua comercialização garante que o cliente possa utilizar o serviço por um período determinado.

São assinaturas de uso, e oferecem serviços tecnológicos, como armazenamento de dados. É o caso do Dropbox, ou serviços de gestão de restaurantes, por exemplo.

Glossário de Marketing Digital para E-commerce

Como se tornar um empreendedor digital?

Uma vez que a escolha de qual nicho seguir é realizada, algumas dúvidas podem surgir, como a necessidade de ter um registro no Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica (CNPJ).

Por isso, o ideal é realizar um plano de ação baseado em etapas para que o negócio possa sair dos sonhos e ser colocado em funcionamento.

Escolha seu modelo de negócio

Diante de todas essas possibilidades, o primeiro passo é escolher aquele modelo de negócio compatível com o perfil e necessidades do empreendedor digital.

Se ele já tem um negócio próprio, pode criar uma loja virtual para ampliar seus canais de venda, ou, se for um especialista, oferecer infoprodutos e consultorias. Não existe a obrigatoriedade de manter apenas uma linha de trabalho, mas é importante lembrar que negócios mais enxutos no início podem ser mais fáceis de serem gerenciados.

Pesquise sobre sua formalização

Depois da escolha, é importante analisar quais são os requisitos técnicos e legais para sua efetivação. Nesse momento, a dúvida sobre a formalização da pessoa jurídica pode surgir.

Plataformas para venda de cursos online, programas de afiliados e até as soluções transacionais de cartão de crédito que seriam incluídas em um eventual e-commerce nem sempre exigem o CNPJ para sua utilização. Negócios online como lojinhas no site Enjoei, por exemplo, são concebidas para serem gerenciadas por pessoas físicas.

No caso de negócios mais robustos e alinhados com um público maior, não ter o CNPJ pode fazer com que o empreendedor deixe de fazer vendas importantes, não passe credibilidade para o cliente e ainda tenha uma receita em seu CPF que poderá gerar alíquotas maiores no Imposto de Renda ou contestações da Receita Federal.

Para tal, é possível adequar o negócio no formato oferecido aos Microempreendedores Individuais (MEIs) ou avaliar qual o melhor regime tributário junto com um contador.

Outro ponto do aspecto legal é saber se o serviço pode ser ofertado de maneira online, se é preciso ser registrado em alguma entidade de classe etc.

Planeje suas ações de vendas

Existem diversas plataformas para lojas virtuais, bem como soluções para aceite de cartão de crédito.

Todas essas questões estratégicas ligadas ao processo de vendas devem ser estudadas antecipadamente para que não comprometam o faturamento do negócio.

Atenção para taxas cobradas pelas operadoras de cartão de crédito no caso dos e-commerces e a definição da comissão de vendas para afiliados que ofereçam seus infoprodutos também são ações fundamentais. Isso definirá a política de preços praticada.

Se a escolha for tornar-se um afiliado, é preciso escolher os infoprodutos mais adequados para o público-alvo que deseja atingir, quais serão os canais de divulgação e outros pontos de sua estratégia.

Faça benchmarking

Outro cuidado que precisa ser tomado é a análise da concorrência, avaliando quais são seus diferenciais, produtos que estão sendo oferecidos e outros.

Crie um domínio online

Se a ideia é criar um e-commerce, é preciso escolher um domínio que comunique a mensagem do negócio.

O próprio domínio do e-commerce Enjoei é um exemplo claro de sucesso. Como vendem produtos usados, sugerir que os vendedores “enjoaram” deles faz sentido, além, é claro, de ter um nome sugestivo.

Promova seus produtos ou serviços

Por fim, é preciso criar meios para promoção dos serviços e produtos. Como o meio digital é o mercado escolhido, usar as redes sociais, promover anúncios e divulgar entre parceiros e conhecidos é fundamental.

Quais os melhores livros sobre o tema?

Para inspirar, dar algumas dicas e servir de case de sucesso, alguns livros sobre o empreendedorismo digital podem ser valiosos.

Trabalhe quatro horas por semana

Esse livro tem como subtítulo “Fuja da rotina, Viva onde quiser e Fique rico”, o que parece tentador. Escrito por Timothy Ferriss, seus conceitos falam sobre a valorização do tempo, de como fazer cada hora de trabalho render mais e melhor.

Entre seus tópicos estão a gestão do tempo, priorizar as coisas mais importantes, automatizar o trabalho e muito mais. Para o empreendedorismo digital, tais lições são inestimáveis.

Trabalhe quatro horas por semana

Negócios Digitais

Outro livro aclamado pelos empreendedores digitais e campeão de vendas. Alan Pakes organizou 17 cases de sucesso nos negócios digitais, fazendo uma avaliação de quais foram as estratégias utilizadas por cada um deles.

Indicado para novos empreendedores que querem entender esse universo, tem um raciocínio lógico e detalhado dos primeiros passos que precisam ser dados na direção do sucesso.

Negócios Digitais

Os 8 P’s do marketing digital

Escrito por Conrado Adolpho, esse livro com foco no marketing digital oferece também uma série de insight sobre a concepção dos negócios no mercado online.

Os 8 P's do marketing digital

A loja de tudo, Jeff Bezos e a era da Amazon

Escrito por Brad Stone, conta a história do dono do maior e-commerce já conhecido: Amazon. São várias lições sobre inovação, coragem com um toque da visão de seus familiares e colaboradores mais próximos.

Leitura obrigatória para quem trabalha ou deseja trabalhar com negócios digitais.

A loja de tudo

Vai fundo!

Gary Vaynerchuk aborda o tema do empreendedorismo alinhado com motivação. Porém, seus capítulos também oferece o conteúdo de forma didática.

Vai fundo!

Obrigado pelo marketing

Vitor Peçanha oferece uma lição de Marketing de Conteúdo que pode ser aplicada em todas as esferas de um negócio, seja ele online ou físico.

Porém, como foi dito nesse post, o ambiente online é rico e oferece oportunidades tanto para criar negócios online, como também para promovê-los, e não tem nada melhor do que o inbound marketing para otimizar suas abordagens.

Obrigado pelo marketing

O empreendedorismo digital é um movimento que atende tanto os consumidores, que preferem fazer suas aquisições pela Internet em vez das lojas físicas, quanto para os empreendedores, que enxergam nesse nicho a possibilidade de ter ganhos extras ou trabalharem as sonhadas 4 horas por semana.

Mas, para chegar nesse patamar, é claro, precisa de muito esforço para prosperar mesmo com uma estrutura enxuta, estudo para tomar as decisões corretas, além de saber quais ferramentas e estratégias são mais eficientes como é o caso do Marketing de Conteúdo.

Quer entender porque ele é tão estratégico para seu negócio? Entenda de uma vez por todas o que é o Marketing de Conteúdo e o que ele pode fazer para otimizar sua entrada no empreendedorismo digital.

Dicas de especialistas de como preparar seu e-commerce para o Natal!

Ho, ho, ho! Mal começou Setembro e muitos profissionais de Marketing e de e-commerce já estão pensando no que fazer para o Natal.

Afinal, o segundo semestre é repleto de datas importantes para o comércio: em Setembro temos o Dia do Cliente, seguido da Black Friday fechando Novembro, e um mês depois já chega o Natal.

Para descobrir as melhores dicas para quem está começando a se preparar agora para esse turbilhão de vendas, entrevistei as equipes das lojas CNS+, Rocco Lorenzzo e Oficina de Inverno, e compilei aqui os melhores insights!

Bom planejamento, e bom Natal 🙂

Tudo começa com antecedência

Uma boa campanha de Natal não pode ser feita às pressas. Como você vai perceber ao longo desse artigo, existem vários pontos para ficar atento, e por isso é preciso começar a planejar tudo com antecedência.

E você já percebeu que os consumidores estão cada vez mais antecipados nas compras, para evitar as correrias de último minuto?

É por esses motivos que quem já passou por isso antes recomenda começar a se planejar com pelo menos 60 dias de antecedência, e existem até mesmo lojas que finalizam a campanha de Natal no início de Novembro para que tudo ocorra mesmo como planejado.

Como esse é um período bem movimentado para lojas, é melhor começar antes do que depois!

Na hora de organizar seu calendário, é importante levar em consideração o prazo de entrega para as cidades que seu e-commerce atende.

Afinal, o público da sua campanha precisa receber suas comunicações, comprar e ainda ter tempo hábil de receber o produto antes no Natal. Caso contrário você pode acabar com muitos clientes insatisfeitos!

Além disso, lembre-se que antes do Natal temos duas datas importantíssimas: o Dia do Cliente (15 de Setembro) e a Black Friday (23 de Novembro).

Essas duas datas movimentam grande parte das vendas do segundo semestre de vários e-commerces, mas podem ser usadas também para impulsionar as vendas do Natal.

Durante o Dia do Cliente e a Black Friday, além de ofertas e promoções, algumas lojas focam em estratégias de geração de leads que vão te ajudar a gerar mais vendas lá no Natal.

Melhores canais de divulgação

Na época do Natal, divulgação é tudo. Afinal, todo mundo tem competição acirrada na escolha de presentes. Por isso estratégias de divulgação são um grande foco de quem trabalha com Marketing Digital e quer garantir um retorno positivo nessa época do ano.

O Facebook Ads já é um grande aliado dos e-commerces durante o ano inteiro. Além de permitir uma boa distribuição de conteúdos visuais (principalmente com os anúncios no Instagram), ele também torna fácil a segmentação de quem vai receber seu anúncio.

Se sua loja oferece descontos e promoções durante a época do Natal, por exemplo, é interessante fazer anúncios segmentados para pessoas que já conhecem a marca. Elas vão ser as mais interessadas em promoções especiais, que podem despertar aquele desejo ou aquela ideia fantástica de presente!

A Rede de Display do Google também pode cumprir esse mesmo objetivo, direcionando anúncios para pessoas que já visitaram seu site anteriormente, por exemplo. E ainda falando de Google, além da Rede de Display você pode usar também a Rede de Pesquisa do Google Ads.

Nela você pode focar em palavras-chave que remetem diretamente à sua marca é uma estratégia ótima para gerar vendas de quem já está procurando sobre sua loja! Neste caso, o anúncio pode comunicar descontos e promoções para estimular a compra.

Além de mídia paga, outros canais de relacionamento são ótimos para divulgar campanhas de Natal. Afinal, é sempre bom lembrar que durante essa época o custo dos anúncios sobe bastante!

Quem avisa, amigo é: tenha outras estratégias na manga!

Como consumidora, devo confessar que o Email Marketing é o meu preferido, e também sei que muitas marcas apostam em email para gerar vendas nessa época do ano. A estratégia, nesse caso, é muito semelhante às outras que já mencionei: oferecer condições especiais, descontos e novidades para quem já segue a sua marca!

E não só de ofertas vive o Natal!

Uma estratégia que sai fora do comum é a criação de conteúdos exclusivos para o Natal.

Nesse quesito você pode abusar da criatividade para criar conteúdos que vão ajudar seu público a não errar na hora de escolher presentes, não estourar o orçamento e outras dicas úteis que geram valor nessa época do ano!

Estrategias de Conteúdo para Lojas Virtuais

Foco em quem está procurando presentes

O Natal, assim como outras datas comemorativas, podem ser bons momentos para focar em atingir públicos diferentes, e focar na venda de produtos específicos para que toda a campanha tenha um desempenho fantástico.

Nessa época do ano, é interessante apostar em campanhas que focam não só no seu público-alvo, mas em quem está comprando presentes.

Portanto, um e-commerce que vende produtos masculinos, por exemplo, pode se beneficiar em atingir também o público feminino nessa época, que busca presente para um amigo, irmão, etc.

Além disso, algumas lojas escolhem focar em produtos que são mais fáceis de serem escolhidos como presentes. Itens que possuem um bom custo-benefício e são peças coringas, de fácil agrado, podem ser mais interessantes que produtos que focam em alta qualidade.

Assim, nessa época do ano, a comunicação em lugares como anúncios, redes sociais e email muda o foco tanto em quesito de público atingido quanto em produtos anunciados.

Arrumando a casa: itens que você não pode esquecer

Nessa época do ano, tudo se veste de Natal. E seu e-commerce também pode entrar na onda. Afinal, a experiência do cliente é tudo nessas horas!

Algumas lojas deixam seus sites e blogs com uma cara mais natalina, trocando banners e até alterando o logo. Afinal, se você faria isso para uma loja física, por que também não fazer para a loja virtual?

E falando nisso, muitas marcas que têm loja física e virtual deixam tudo com a mesma temática para que as lojas tenham mais unidade e os clientes fiquem bem empolgados com o tema!

Enquanto você já está com a mão na massa, pode também alterar alguns banners da sua homepage para focar em produtos que têm mais potencial de sucesso no Natal, e até dar destaques para kits de produtos (uma categoria que atrai bastante a atenção de quem está procurando presentes).

Uma outra maneira de chamar atenção para determinados produtos é criar categorias como “Natal” ou “Dicas de Presente” para influenciar a venda de produtos que têm mais potencial de sucesso nessa época do ano.

Depois de ler esse artigo, você não só está pronto para começar a campanha de Natal com bastante antecedência, como também certamente estará à frente dos seus concorrentes!

E que tal aproveitar para organizar o calendário de marketing do seu e-commerce para além do Natal?

Confira alguns templates práticos no nosso Kit de Calendários de Marketing!

Calendário de marketing

premio black friday de verdade

Descubra o que é o Prêmio Black Friday de Verdade e a importância dele para o seu negócio online

Se você ainda tem dúvidas sobre a importância da Black Friday para o varejo brasileiro, veja os dados da E-bit/Nielsen: o volume de vendas em 2017 chegou a R$ 2,4 bilhões, o que representou um crescimento de 16% em relação aos volumes registrados em 2016.

Organizada pela Proxy Media, com apoio do E-Commerce Brasil e da ABCOMM, a premiação envolvendo a liquidação nasceu a partir da criação da plataforma Black Friday de Verdade, idealizada para orientar os consumidores na busca das melhores condições de compra durante a liquidação.

Vamos explicar neste post como funciona a mecânica da plataforma, dar mais detalhes sobre o Prêmio Black Friday de Verdade e também apresentar dicas práticas sobre como as empresas podem tirar melhor proveito da data. Acompanhe!

O que é a plataforma Black Friday de Verdade?

Criada em 2014, a plataforma Black Friday de Verdade nasceu para facilitar a experiência de compra online dos consumidores durante o período da Black Friday.

Na época, a liquidação começava a ganhar mais força no Brasil, porém havia um problema: a falta de confiança do consumidor brasileiro, gerada pelo não comprometimento dos e-commerces com os propósitos do evento, que é oferecer condições especiais para os clientes.

Para incentivar as boas práticas, Proxy Media criou a plataforma para cadastrar as empresas interessadas em participar do evento. Para participar, elas assinam um termo de compromisso, concordando em:

  • oferecer descontos reais;
  • comunicar-se de forma clara com o público;
  • prestar um bom atendimento.

Além de participar de uma iniciativa que visa prestigiar o evento, o que é bom para todo o ecossistema do e-commerce, há outra vantagem importante para as lojas: mais um canal de divulgação das ofertas, uma vez que a plataforma envia as ofertas selecionadas para os clientes cadastrados na plataforma.

E com um detalhe importante, o consumidor sabe que está recebendo algo de uma empresa que, de certa forma, já foi avalizada, o que pode ser um diferencial importante num período de tanta informação sobre “descontos imperdíveis”.

Para aumentar a participação do público, que deve fazer a sua inscrição no site para receber as ofertas, foram criadas formas de incentivo, como o sorteio de prêmios em dinheiro que podem ser usados para pagar as compras feitas durante a promoção.

Os números acumulados até o momento mostram que a iniciativa tem dado certo: em 3 anos, mais de 300 mil pessoas já se cadastraram na plataforma, que teve no período 1 milhão de acessos.

Como surgiu o Prêmio Black Friday de Verdade?

A partir dos bons resultados obtidos, em 2017 a Proxy Media, com o apoio da E-Commerce Brasil e da ABCOMM, resolveu incrementar a iniciativa, criando o Prêmio Black Friday de Verdade.

O objetivo é prestigiar as empresas que têm se empenhado para cumprir as boas práticas, melhorando cada vez mais as ações realizadas durante a data promocional.

Categorias

Para organizar melhor o processo de análise das lojas, o prêmio conta com 12 categorias:

  • Alimentos e Saúde;
  • Bebês e Brinquedos;
  • Cosméticos;
  • Eletrônica e Informática;
  • Eletrodomésticos;
  • Esportes;
  • Telefonia;
  • Moda;
  • Móveis;
  • Livros, filmes e games;
  • Farmácias;
  • Viagens.

O julgamento

A escolha dos vencedores é feita em duas fases: um júri formado por profissionais indica os finalistas e, a partir daí, a lista é submetida à votação do público.

Nesse caso, esse júri é convidado a fazer uma avaliação das lojas considerando preço, entrega, atendimento e facilidade de compra.

Em 2017, 44 lojas foram indicadas e, no final, 5 empresas foram homenageadas em cada categoria, em um evento que reuniu profissionais de diversas áreas do segmento de e-commerce.

Content Trends Ecommerce

Prêmio Black Friday de Verdade: a edição de 2018

Para 2018, em sua segunda edição, o Prêmio Black Friday de Verdade tem algumas novidades. Além dos troféus entregues para as lojas mais votadas em cada categoria, uma delas será a grande vencedora, recebendo o título de “Melhor Black Friday do Brasil”.

A data da festa do evento já está marcada: 27 de novembro, apenas alguns dias depois da Black Friday. A ideia é que assim os profissionais possam ter um dia para celebrar os bons resultados e relaxar depois de tanto trabalho.

Quem atua com essa área sabe que a preparação para o evento demanda organização. Aliás, essa é uma palavra-chave para aproveitar todo o potencial da venda gerado pela liquidação. Separamos algumas dicas sobre o assunto para o próximo tópico.

Como se preparar para vender mais na Black Friday?

Planeje-se!

Quem quer sair na frente da concorrência precisa se organizar com antecedência, daí a importância do planejamento.

Se estamos falando de um período no qual as pessoas estão mais propensas à compra, como é o caso da Black Friday ou do Natal, é importante avaliar com atenção todos os aspectos do negócio, visando atender às demandas.

Isso envolve um estudo mais cuidadoso desde a escolha dos produtos que serão promovidos, até a parte de comunicação.

Pense nisso: não adianta muito organizar a casa para a festa se não enviar os convites no prazo adequado.

O improviso não funciona bem para essas situações. Lembre-se de que toda negociação com fornecedores, por exemplo, pode ser mais bem-sucedida se eles tiverem mais tempo para atendê-lo.

Seja transparente

Uma das reclamações recorrentes dos consumidores em relação à Black Friday no Brasil refere-se à publicidade enganosa. A empresa faz uma oferta, mas não esclarece as condições de compra ou tenta mesmo enganar o cliente.

Não caia nessa armadilha. Pode ser que consiga uma venda ou outra, mas estratégias desse tipo não deixam um bom “legado” para a marca, ou seja, não contribuem para o fortalecimento da sua reputação.

Analise com antecedência que tipo de produto pode ser usado como chamariz, quais as melhores condições que pode oferecer e trabalhe para garanti-la.

Cuide da operação

Principalmente no caso do e-commerce, é imprescindível que a sua plataforma funcione com 100% da sua capacidade. Para isso, realize testes, avalie as condições de acesso, garanta que vai conseguir oferecer a melhor experiência possível para os clientes.

O serviço de atendimento para o período também precisa ser devidamente dimensionado. O consumidor vai precisar de informações, então, assegure-se de que ele não terá problemas para conseguir acessá-las.

Venda feita, não se descuide da entrega. Este é outro problema recorrente, então, certifique-se de que os seus clientes tenham ciência dos prazos e, no caso de problemas, entre em contato para avisá-lo.

Monitore tudo!

Uma das vantagens das plataformas digitais é a possibilidade de acompanhar tudo o que acontece no processo de venda, em tempo real.

Além de monitorar tudo para evitar possíveis problemas, lembre-se de que as informações sobre a Black Friday podem ajudar na elaboração de suas estratégias futuras.

As vendas no período são importantes, mas um evento desse tipo pode ser de grande ajuda para quem precisa aumentar o número de clientes atendidos pela loja e também obter bons resultados em outros KPIs do e-commerce.

Mas esse trabalho só será efetivo se você conseguir capturar os dados e, claro, analisá-los depois, transformando os números em insights para as suas estratégias de Marketing e de comunicação.

Não é todos os dias que temos a chance de aumentar o tráfego das plataformas, então esta não é uma oportunidade que possa ser desperdiçada. No entanto, para que dê certo, seja cuidadoso, defina com antecedência o que vai monitorar e com qual objetivo.

Para isso, não deixe este trabalho para a última hora. As ferramentas precisam ser testadas com antecedência e também é preciso avaliar com atenção que tipo de informação será mais relevante para os projetos realizadas na sequência do evento.

Como a Black Friday pode ajudar o seu negócio?

Preparado para aproveitar a Black Friday para turbinar os resultados do seu negócio? Lembre-se de que as ofertas do varejo se multiplicam durante a data promocional (que bom, uma vez que essa é a ideia central do evento) e que, por isso, é importante transmitir o máximo de segurança para o consumidor.

Ao organizar as ações, procure trabalhar para solucionar algumas dúvidas recorrentes por parte do cliente: será que se trata de uma empresa honesta? A oferta é realmente vantajosa? Vou conseguir receber o produto?

A comunicação tem um papel importante nessa história, principalmente se for trabalhada com antecedência e com objetivos bem definidos. Sim, trata-se de um período propício para a promoção das vendas, mas tenha em mente a necessidade de transformar o cliente ocasional em um cliente fiel da marca.

A pessoa pode ter procurado a loja em função de uma oferta especial, porém, se souber aproveitar o contato, é possível estabelecer uma relação mais duradoura.

Um dos méritos do Prêmio Black Friday de Verdade é justamente este: ajudar as empresas a perceberem como é importante adotar boas práticas no período da promoção, uma vez que é a partir daí que as marcas podem trabalhar em prol da sua reputação.

Interessado em mais dicas sobre o assunto? Então conheça o nosso conteúdo completo sobre Marketing Digital para a Black Friday. Ele traz uma série de dicas práticas sobre o que é possível fazer para preparar o seu negócio para essa ocasião!

Marketing na Black Friday: ebook

Descrição de produto e categoria: Qual a importância na sua estratégia de conteúdo

Se você tem um e-commerce, deve saber que informações são essenciais para o sucesso da sua loja virtual.

Dessa forma, uma boa descrição de produto e categoria é fundamental. Quando bem feita, elas podem trazer muitos benefícios para o seu site. Então, investir tempo e dinheiro para elaborá-las torna-se fundamental.

Se você já tem um estratégia de Marketing de Conteúdo rodando, saiba que é possível unir esses dois pontos no seu planejamento de Marketing Digital, já que ambos são conteúdo. Existem algumas técnicas que podem ser usadas para potencializar seu sucesso.

Neste artigo vou mostrar como sua estratégia de Marketing de Conteúdo vai ajudar nas suas páginas de produto e categoria, desenvolvendo assim um plano unificado.

Descrição de produto e categoria = Blogpost

Uma página de produto e categoria nada mais é que uma página na internet, portanto, o Google vê com bons olhos aqueles que desenvolvem um bom conteúdo, exatamente como em uma página de blog.

Se você já faz uma estratégia de Marketing de Conteúdo com blog, não será difícil escrever uma descrição de produto e categoria seguindo as mesmas técnicas de um blog post.

Sim, uma descrição nada mais é que um blog post de meio de funil!

Portanto, minha sugestão é elaborar um conteúdo completo, focando em palavras-chave, escaneabilidade, meta tags, entre outras técnicas de escrita para web.

Tome muito cuidado para não exagerar e perder a qualidade, que é importante em todas as etapas da sua produção de conteúdo.

Rankear para o nome do produto

Já imaginou rankear organicamente suas páginas de produto e categoria nas primeiras posições para o nome do seu produto?

Você economizaria com anúncios pagos e também receberia a maioria dos cliques da SERP!

E se você já trabalha com blog, sabe que isso é essencial para a estratégia, mas que não acontece do dia pra noite.

Assim, usar técnicas de SEO para as páginas de produto e categoria também é extremamente importante.

Como nos seus blogposts, desenvolver conteúdo para as páginas de produto e categoria é uma estratégia a longo prazo, então pode ter certeza que você não irá rankear nos primeiros meses. Já sabemos que SEO é um trabalho diário, então foque nas boas práticas da mesma forma que no seu blog.

Posts Satélites

A técnica de posts satélites é muito usada aqui na Rock Content e gera muitos resultados positivos.

Ela consiste em escrever um post principal, bem completo, que chamamos de post pilar, que é rodeado por posts satélites.

No post pilar, focamos em uma palavra-chave muito concorrida e importante para o nosso negócio. Já os posts satélites, que geralmente são menores e para palavras-chave long tail, devem ter alguma relação e linkar para o post pilar.

Com isso seu post pilar ganhará muita relevância e, junto com outras técnicas, é possível chegar na primeira página e, provavelmente, no primeiro lugar do Google.

A grande sacada aqui é que o seu post pilar pode e deve ser sua página de produto e/ou categoria, enquanto os posts satélites podem ser conteúdos do seu blog, todos eles linkando para o post principal.

Desta maneira você fortalece cada vez mais suas páginas de produto e categoria, fazendo uma teia de links internos dentro do seu blog e e-commerce.

Porém, isso só é possível depois de uma vasta pesquisa de palavra-chave, para entender principalmente qual a intenção de busca do usuário, quantidade de busca, concorrência, entre outras fatores.

Para ficar mais claro, vamos dar um exemplo de uma estratégia de post satélite:

  • Post Pilar: Tênis de corrida Nike (página de produto).
  • Posts Satélites:
  • Os X melhores tênis de corrida (Conteúdo do blog);
  • Como os tênis de corrida amortecem o impacto (Conteúdo do blog);
  • Vai começar a correr? O que você precisa saber (Conteúdo do blog);

Estrutura do blog e da loja virtual

Uma estratégia de Marketing de Conteúdo é extremamente importante para sua loja virtual. Mas, para que ela funcione perfeitamente, é necessários se atentar à estrutura do seu blog e do seu e-commerce.

Vamos começar falando do seu blog. Agora que você já desenvolveu uma descrição de produto ou categoria incrível, podemos e devemos aproveitar todo o tráfego que seu blog gera para levar o máximo de usuários possíveis para as páginas da loja.

Para isso, é fundamental inserir CTAs, principalmente no formato de banners, dentro no seus blogposts, na lateral do blog e onde mais você achar que faz sentido.

Não se preocupe em ser agressivo aqui: as pessoas precisam saber que aquele conteúdo fantástico que elas estão lendo é de uma loja virtual.

A mesma coisa acontece nas suas páginas de produto e categoria. O usuário precisa saber que você tem um blog, então, dentro do conteúdo dessas páginas, insira hiperlinks para conteúdos do blog.

Análise dos resultados

Agora que você já fez uma descrição de produto ou categoria incrível, faz um trabalho conjunto com seu blog com posts satélites, otimiza para os motores de busca e tem uma excelente estrutura de site e blog, é hora de analisar os dados.

Uma forma de analisar se sua página está performando bem é analisando o rankeamento. Verifique como está sua posição no Google e quais pontos você pode melhorar para obter melhores resultados. Você pode utilizar o Google Search Console ou ferramentas mais robustas, como o SEMRush.

Se suas páginas do site ou blog chegaram na primeira página do Google, analise agora a taxa de conversão no Analytics (ou outro software de análise).

Não se esqueça que a conversão pode ser influenciada por muitos fatores, como a experiência do usuário, frete, imagens do produto, valor do produto, entre outros. Portanto, é preciso pensar nesses pontos também. A descrição do produto com certeza é uma forte aliada para a conversão, mas não faz milagre.

Para identificar a influência do blog nos acessos em suas páginas de produtos, você pode utilizar a atribuição multicanal e assim corrigir ou potencializar as suas ações do blog.

Conclusão

Uma boa descrição de produto e categoria pode trazer ótimos resultados para sua loja virtual. Assim, unir a sua estratégia de Marketing de Conteúdo certamente irá potencializar seu sucesso.

Não deixe de seguir essas dicas para que suas páginas cheguem no topo das SERP e aumentar sua taxa de conversão.

E, se quiser se aprofundar ainda mais, baixe nosso ebook de estratégias de conteúdo para lojas virtuais. Nele você irá explorar mais estratégias de conteúdo para atrair mais clientes.

Espero ter ajudado você a entender a importância da estratégia de conteúdo para sua loja virtual! Se ficou alguma dúvida, deixe nos comentários. Será um prazer ajudar você! 

Estratégias de conteúdo para lojas virtuais

Teste A/B para e-commerce

10 testes A/B para você testar em seu e-commerce

Muitas variáveis influenciam o desempenho de um e-commerce. Saber todas elas é difícil, então, é preciso estudar um pouco mais o comportamento do visitante. O teste A/B para e-commerce é a melhor forma de entender o que performa melhor diante de quem visita seu site.

Para uma boa performance, um e-commerce precisa mais do que somente bons produtos. Cada elemento do site tem um impacto direto no visitante e, para que ele seja positivo, é preciso fazer boas escolhas.

O teste A/B para e-commerce é de grande apoio na hora de tomar essas decisões. Por meio dos resultados coletados, ele ajuda a entender quais opções apresentam um desempenho melhor.

Por exemplo, se você usa um banner, a tendência é que ele chame atenção para um produto, fazendo até mesmo a linkagem. No entanto, o design dessa peça impacta o visitante de diferentes formas.

Assim, é importante deixar por determinado período um modelo “A” e, em outro período, o modelo “B”. A proposta é verificar qual das 2 opções recebeu mais cliques e converteu para o site.

Existe uma série de testes A/B que podem ser utilizados no e-commerce. Fique por dentro dos 10 principais, entenda como funcionam e os aplique agora mesmo!

1. Pop-up de texto x pop-up de texto sobre imagem

Os pop-ups são recursos muito interessantes e amplamente utilizados em muitos e-commerces. Eles podem ofertar lançamentos, promoções ou newsletter, como estratégia de obtenção de leads.

Ainda assim, para que captem a devida atenção do usuário, precisam ser” interessantes. Há, basicamente, 2 formas de apresentar um pop-up: somente com texto, ou em imagem como fundo da parte escrita.

Cada negócio tem uma segmentação de público e persona, então, é importante testar esses formatos. Eles devem trazer, basicamente, a mesma mensagem, apenas mudando a forma de apresentação.

Após isso, basta acessar as métricas e saber qual teve melhor desempenho. A propósito, é sempre importante considerar que os conteúdos visuais são mais propensos a engajar o visitante.

2. Imagens diferentes em uma landing page

Ainda falando sobre imagens, dependendo da qualidade e da mensagem que transmitem, a possibilidade de captar a atenção do usuário é potencializada.

No teste A/B para e-commerce é fundamental checar resultados com diferentes fotos na landing page. Essa é uma ferramenta que tem bons efeitos na captação de leads, tão importantes no relacionamento com o público.

Geralmente, as landing pages usam imagens ilustrativas como background do formulário em que o usuário preenche seus dados. Quanto mais impactante forem, maior a chance de conseguir o lead.

Pode ser difícil escolher a imagem certeira, então, não resta decisão melhor do que realizar os testes. Mais uma vez, faça com 2 alternativas durante um tempo e torne a principal aquela que conquistar mais conversões.

3. Promoções em diferentes dias da semana

Quem trabalha com marketing digital sabe o quanto os horários e dias influenciam os resultados. Usuários da Web estão mais propícios às interações e visualizações em diferentes períodos, e isso tem impacto direto nos resultados.

Quando se trata de promoções, em que as oportunidades de conversões são excelentes, é fundamental realizar os testes para ter o máximo de desempenho.

Um bom exemplo são os cupons de desconto para quem assinar uma newsletter. Por si só, a estratégia é muito boa, mas pode melhorar. Para isso, teste o disparo desse pop-up ou landing page em diferentes dias e horários.

Divida em 2 possibilidades, cada uma com 3 dias na semana em um período do dia. Em, no máximo, 2 semanas, já é possível perceber quando o usuário engaja mais.

4. Diferentes tipos de exibição de lista de produtos

Para os visitantes de um e-commerce, é sempre interessante visualizar páginas com uma ampla seleção de produtos. Se você vende coleiras para cachorros, por exemplo, é importante mostrar todos os produtos em uma página.

No entanto, há diversas formas de mostrar esses itens, como listas em grade, horizontais ou destacando alguns produtos específicos, geralmente, os mais visitados.

Diferentes disposições podem performar bem, algo que também varia de acordo com seu público. O ideal é identificar as 2 melhores formas de mostrar os produtos para entender quais prendem mais a atenção do consumidor.

Ao realizar esse teste A/B, verifique métricas para e-commerce como cliques, tempo de permanência na página e outras conversões mais avançadas, até mesmo como vendas.

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5. Visualização rápida e detalhada dos produtos

Ao visualizar os produtos, além de ter essa possibilidade de ter muitas alternativas em sua tela, o visitante também quer agilidade.

Esse senso de urgência e praticidade é uma característica forte do consumidor em plena era do Marketing 4.0, então, é bom sempre atendê-la.

Ao se interessar por algum item, o usuário quer saber mais sobre ele, visualizar em uma imagem ampla e ter alguns detalhes, porém, sem sair da página.

Diante disso, um bom teste para se fazer é permitir a possibilidade da visualização rápida. Ao passar o cursor sobre o produto, o consumidor visualiza uma janela temporária que se abre, ampliando a imagem e com mais detalhes sobre o produto.

É interessante oferecer essa possibilidade para entender se ela realmente traz mais conversões, tendo essa percepção pelo teste A/B, naturalmente.

6. Ofertas atrativas no checkout

Um dos grandes fantasmas do e-commerce é o abandono de carrinho. Essa métrica significa que o usuário desistiu da compra já no checkout, ou seja, no momento de confirmar a compra e pagar por ela.

O problema é tão grande que um estudo do Baymar Institute apontou que a taxa geral de abandono está beirando os 70%.

Boas estratégias chamativas ajudam a suavizar isso! O teste é simples: no checkout, use os gatilhos mentais em seu favor com a oferta de algo vantajoso ao seu cliente, fazendo ele se sentir privilegiado.

Uma boa forma de conseguir isso é mostrar um banner informando que ele ganhou frete grátis, desconto no valor final da compra, ou que ele conseguiu o envio grátis porque está comprando acima de determinado valor. A sensação de ganhar algo conduz o usuário à confirmação!

7. Variações de Call to Action (CTA)

Há algumas frases que fazem toda a diferença na forma de se comunicar com quem navega no seu site. Pode parecer algo simples, mas estudar diferentes possibilidades de CTA é um valioso teste A/B para e-commerce.

O mais importante é que você pode usá-las em diversas páginas, ou seja, também pode tentar variações sempre para entender quais trazem melhor conversão.

Sabe aquele clássico botão de “compre agora”? Nem sempre essa frase é o melhor termo que você pode usar. Apesar de precisar ser simples e objetiva, essa chamada para ação pode ser mais suave e igualmente direta.

Teste outros termos, como somente “Compre” ou “Compre o seu”, e verifique quais tem desempenho melhor. Acredite: simples mudanças de termo podem fazer muita diferença!

8. Email solicitado antes de abrir a página de checkout

O checkout, como você viu, é um momento muito importante para as lojas online. Ainda que haja o abandono de carrinho, esse usuário pode gerar um lead e, com um trabalho seguinte, ser convertido finalmente em um consumidor.

Para isso, um teste A/B para e-commerce é fundamental: solicitar o email do usuário antes de fazer com que ele siga para a conclusão da compra.

Naturalmente, é preciso fazer isso em uma opção bem simples, se limitando somente ao preenchimento do email. A proposta é simples: se a compra não for concretizada, um follow up pode ser realizado imediatamente com o remarketing para e-commerce.

Assim, esse usuário recebe um email avisando que ele tem itens no carrinho e ainda pode ver publicidade do tipo na Rede de Display.

9. Imagem estática de valor x carrosséis

As diferentes formas de publicidade com banners podem ser muito interessantes para captar atenção do usuário no seu e-commerce. Porém, é preciso entender a fundo o que cada uma delas pode causar.

Os carrosséis são bonitos e funcionam bem, mas um bom layout estático e de valor, que traz a mensagem de forma impactante, também deve ser considerado um ótimo recurso.

O ideal é fazer testes avaliando o que cada uma dessas alternativas causa no visitante do site. Carrosséis podem demorar a entregar a mensagem final, causando impaciência e não surtindo efeito, por exemplo. Ainda assim, para alguns usuários, eles podem prender a atenção.

Teste ambos os formatos e veja qual deles gera mais cliques, observando as conversões e outras métricas relacionadas a cada um.

10. Informações de contato em destaque

Vender pela internet ainda é muito sobre confiança. O primeiro grande desafio do e-commerce foi vencer a ideia de que não era seguro comprar pela Web.

Até hoje, os consumidores buscam credibilidade, e a ideia de que estão aparados pela lei e que podem ter contato direto com quem vende para eles. Por isso, é sempre importante mostrar de forma clara os canais para isso.

Existem muitos sites que expõem e-mails, links de redes sociais, telefones e outros contatos apenas no rodapé. Isso pode diminuir o engajamento e evitar a proximidade, algo que deve ser a base para trabalhar na Web.

Realize teste A/B para e-commerce mostrando esses dados no rodapé por um tempo e, depois, dê mais destaque a eles, no cabeçalho, por exemplo. Verifique qual traz mais engajamento e leads!

Não há mistérios em conseguir um bom desempenho ao vender online. Há muitas questões que variam e impactam o usuário de diferentes formas. Nesse contexto, o teste A/B para e-commerce é o recurso mais produtivo na hora de descobrir o que funciona bem no seu site!

Curtiu este conteúdo? Agora, saiba como o teste A/B também pode ajudar no rankeamento da sua página!

Plataformas de marketplace: o que levar em consideração e quais as melhores opções do mercado

Plataformas de marketplace: o que levar em consideração e quais as melhores opções do mercado

As plataformas de marketplace funcionam como shoppings virtuais, em que diversas lojas podem exibir e comercializar seus produtos. Para ajudar você a escolher a melhor plataforma, vamos listar o que deve ser levado em consideração e apresentar as principais opções no mercado.

Por que você realiza compras pela internet? A maioria esmagadora dos consumidores aponta o preço, a comodidade e a facilidade de comparar produtos como motivações para realizar compras online.

O que isso nos diz é que, além da questão do preço, proporcionar uma boa experiência ao consumidor é a principal vantagem competitiva a ser explorada nesse mercado.

Para alcançar esse objetivo, durante a montagem de seu negócio, é essencial escolher a melhor plataforma de marketplace para vender seus produtos. Afinal, uma de suas funções é facilitar e otimizar o processo de compra.

Existem alguns critérios que devem ser levados em consideração na hora de tomar essa decisão. Ao longo deste post, vamos enumerá-los, além de falar da importância de usar plataformas de marketplace e indicar as principais opções do mercado. Acompanhe!

Por que utilizar plataformas de marketplace?

Em resposta à pesquisa E-commerce Trends 201854,8% dos entrevistados afirmaram que seus e-commerces estão associados a alguma plataforma de marketplace.

Isso representa um crescimento de 5,7% em relação aos resultados da pesquisa anterior, realizada em 2017. E essa tendência não acontece por acaso.

As plataformas de marketplace são, essencialmente, uma forma de colaboração mútua. Ao adotá-las, os donos de empresas — pequenas ou grandes — têm uma excelente oportunidade de expor seus produtos, aumentar a visibilidade da marca e potencializar o volume de vendas.

Lembra quando falamos da importância da experiência do consumidor para uma estratégia de marketing capaz de competir com a concorrência?

Pois bem, uma das principais vantagens de vender em um desses “shopping virtuais” é a praticidade que eles oferecem para o comprador, o que torna mais provável sua satisfação ao final da transação.

Outra vantagem é a possibilidade de elevar a reputação de uma empresa, especialmente, as que estão começando suas atividades ou ainda não se firmaram no mercado.

Isso porque, ao associar sua marca a uma plataforma de marketplace — que, presumivelmente, é vista com credibilidade pelo consumidor —, o lojista vai diminuir as desistências causadas por falta de confiança.

Experiência de Compra Online

Custos consideravelmente menores

Além dos benefícios já citados, outro motivo pelo qual os empreendedores devem considerar se ligar a um marketplace são seus custos, consideravelmente menores se comparados às outras opções.

Uma vez que questões como desenvolvimento, programação e hospedagem são tratadas pela empresa que gerencia a plataforma, você têm mais dinheiro e tempo para investir em outras frentes.

O que considerar na hora de escolher uma plataforma?

Como você pode presumir, considerando a enorme demanda de mercado, existem múltiplas opções de plataformas de marketplace. Então, como dito lá no início do texto, escolher a melhor opção para o seu negócio é um fator crucial para o sucesso.

Mas como tomar essa decisão? Antes de tudo, é preciso traçar toda a sua estratégia e observar quais critérios a seguir são mais importantes para você.

Confira as funcionalidades da plataforma

Para atender à enorme variedade de comércios eletrônicos, existem plataformas direcionadas a nichos de mercado específicos.

Assim, entendendo bem o objetivo do seu negócio, é necessário observar se as funcionalidades oferecidas pelo marketplace atendem às suas necessidades.

Vamos imaginar, por exemplo, que o seu comércio esteja inserido no mercado de venda de joias. Para realizar uma boa apresentação do produto e converter vendas, é crucial que a plataforma suporte imagens de ótima qualidade.

Afinal, é preciso proporcionar ao comprador a visualização dos detalhes do item. Além disso, também é importante permitir o zoom com boa resolução e a rotação de imagens.

Em outro cenário hipotético, em que o negócio é voltado para a venda de livros, a resolução e visualização tornam-se menos importantes. Por outro lado, é imprescindível contar com um design organizado, facilitando a leitura dos resumos dos livros e avaliações de outros leitores.

Então, o mais importante é selecionar uma plataforma que seja eficiente para o desenvolvimento das características de sua loja.

Avalie o atendimento e suporte oferecidos

Nada é pior para um comerciante do que ter problemas que afetam o funcionamento ideal de sua loja. Por isso, antes de escolher sua plataforma, avalie como ela lida com a resolução de problemas e como pode oferecer suporte em caso de distúrbios técnicos ou imprevistos.

É fundamental que a plataforma tenha um atendimento eficiente. Não por acaso, a grande vantagem da venda online sobre as lojas físicas é o funcionamento ininterrupto.

Sendo assim, o serviço de atendimento deve estar sempre disponível para solucionar suas dúvidas e problemas, preferencialmente, também de forma não interrompida. Outros pontos para avaliar a qualidade do atendimento oferecido são:

  • variedade de canais de suporte ao lojista;
  • transparência no status da resolução de um problema;
  • fácil acesso a uma página FAQ.

Observe a otimização do SEO e os serviços oferecidos

Contar com uma loja bem otimizada para SEO pode ser a diferença entre ser ou não ser encontrado em buscadores de pesquisa.

Um SEO bem trabalhado é essencial para o sucesso de estratégias de marketing digital. Com isso em mente, observe pontos como o tempo de carregamento da página e a responsividade para aparelhos mobile.

Além do mais, procure saber se a plataforma oferece serviços como controle de estoque e integração com outros endereços virtuais que sua loja possa ter. Para facilitar o processo de checkout, certifique-se de que será ofertada uma variedade razoável de formas de pagamento.

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Quais são as principais opções no mercado?

Mesmo sabendo o que analisar, decidir a melhor plataforma de marketplace não é das tarefas mais fáceis. Para facilitar, vamos apresentar as principais opções atualmente.

Mercado Livre

O Mercado Livre é a iniciação de muitas pessoas no mundo do comércio online. Em atividade no Brasil desde 1999, essa plataforma já conta com a confiança do público geral.

Lá, é possível vender praticamente todo tipo de produto, começando com o preço mínimo de 6 reais. O cadastro extremamente simples é um de seus diferenciais.

Quando se fala em custo-benefício, o Mercado Livre também salta aos olhos. Você não precisa pagar nenhuma taxa para anunciar por lá, embora seja preciso certo investimento para impulsionar a visibilidade de seus anúncios.

BW2

A B2W nada mais é do que a fusão de gigantes. Ela simplesmente reúne as Lojas Americanas, o Submarino e o Shoptime.

Só aí, já dá para notar que a visibilidade e confiança é um de seus principais diferenciais, concorda? O tráfego da B2W é imenso, o que potencializa as chances de novos clientes se depararem com a sua loja.

Para se cadastrar na plataforma, há algumas exigências. É preciso contar com um eCNPJ, mostrar-se capaz de emitir nota fiscal eletrônica, e apresentar a Certidão Negativa de Débitos. Incluindo o valor do frete, é cobrada uma taxa fixa de 16% em cima de cada transação finalizada.

Magazine Luiza

Investindo em estratégias de crescimento nos últimos anos, a Magalu, como é conhecida a plataforma digital da Magazine Luiza, assumiu posição de certo destaque no cenário de marketplaces no Brasil. São mais de 35 milhões de acessos por mês.

Para ser aceito na plataforma, é preciso passar por uma avaliação interna. As empresas interessadas devem contar com, pelo menos, um ano de existência, além de um CNPJ regularizado e a necessidade de estar em dia com a Receita Federal.

Sobre cada compra realizada na plataforma, é cobrada uma taxa de 13%, que pode variar, dependendo das opções de parcelamento oferecidas ao comprador.

Amazon

Quando o assunto é vendas online, a Amazon certamente se destaca. A empresa, que se tornou a mais valiosa do mundo no início de 2019, continua explorando formas de expansão de suas atividades.

Em 2017, abriu espaço em seu marketplace para vendedores independentes, cobrando taxas bem abaixo da média do mercado.

Para usar a plataforma da Amazon, o empreendedor digital pode optar por dois planos: um cobra a taxa fixa de 2 reais por venda, enquanto o outro estabelece um valor mensal de 19 reais.

Nas duas opções, são cobrados 10% sobre cada item vendido. O processo legal para utilizar a plataforma é simples. É possível vender mesmo sem ter um CNPJ.

Netshoes

A Netshoes é a maior plataforma de materiais esportivos da América Latina, o que a torna uma excelente opção para quem trabalha com artigos de moda fitness ou produtos voltados para a prática de esportes.

A simplicidade para aderir ao marketplace da Netshoes é uma de suas principais vantagens. Basta realizar um cadastro com suas informações, aguardar aprovação e, logo, poderá criar seu catálogo na plataforma.

Toda a cobrança é feita a partir de comissões impostas sobre vendas, então, não há mensalidade ou taxa de adesão.

Walmart

Como falar de marketplace sem mencionar o Walmart? Trata-se da maior empresa de varejo do mundo, com uma imagem tão consolidada que os consumidores não pensam duas vezes antes de confiar em lojas vinculadas ao seu nome.

Para aderir, é preciso realizar um cadastro mais detalhado, especificando a área de atuação e a presença de mercado da empresa.

O Walmart também não cobra taxa de adesão ou mensalidade. Sua única forma de captação é a porcentagem imposta sobre as vendas de produtos.

Uma desvantagem considerável, porém, é a maneira como a loja recebe seus pagamentos: eles acontecem apenas uma vez ao mês e são efetuados apenas 60 dias após a compra.

Utilizar plataformas de marketplace para vender seus produtos é uma prática muito comum no comércio online. Ao adotá-la, o empreendedor pode contar com diversos benefícios, incluindo o aumento de visibilidade, autoridade e alcance de sua loja.

Para alcançar esse sucesso todo, é crucial levar em consideração esses aspectos na hora de definir qual opção é melhor para você.

E então, pronto para analisar e decidir a melhor opção de marketplace para o seu negócio? Aproveite que está por aqui e continue seu aprendizado! Confira este artigo com 7 dicas para você potencializar suas vendas na internet. Vamos lá!

Marketplace e E-commerce: entenda as diferenças entre esses modelos de negócios online

Marketplace x E-commerce: entenda as diferenças entre esses modelos de negócios online

As lojas online abrangem todos os mercados possíveis: esportivo, cosmético, eletrônico, de confecção, entre outros. Grandes empresas têm seu comércio digital, mas nem sempre em modalidades únicas. E-commerce ou marketplace: qual modelo de negócio é a melhor alternativa?

O crescimento do hábito de fazer compras na internet não é nenhuma novidade. A desconfiança do passado já não existe mais e o momento é de uma aceitação natural.

A prova disso está nos números: de 2017 a 2018, as compras online no Brasil somaram R$ 166,2 bilhões. Todo esse dinheiro foi gasto, basicamente, entre plataformas de marketplace e e-commerce. Poucos sabem, mas há diferenças entre esses dois modelos de negócio!

A tradicional loja online tem passado por mudanças, muito por conta da busca da redução dos processos logísticos, o que também gera menos custo.

Há ainda a intenção de atrair públicos cada vez mais amplos, o que demanda uma adaptação na forma de expor produtos online. São essas características que impactam diretamente na decisão entre um marketplace ou um e-commerce.

Neste post, você entenderá melhor qual é a diferença entre esses dois tipos de comércio online. Entenda o funcionamento de cada um deles, quais são suas características e veja as principais diferenças!

Qual a diferença entre marketplace e e-commerce?

Você com certeza já leu ou ouviu falar nos dois termos: marketplace e e-commerce. Talvez, também tenha pensado que ambos são iguais, mas não é exatamente assim.

Na prática, os dois modelos de plataforma são lojas online tradicionais. As marcas vendem os produtos por lá, sem nenhuma diferença. O que acontece é que o modo de funcionamento é bem diferente, só que nem sempre isso impacta o consumidor.

O e-commerce

O e-commerce é uma loja online tradicional em que a marca vende seus produtos, cuidando de todo o processo, desde a compra até a entrega.

Naturalmente, nesse processo, pode haver a terceirização de algum serviço, mas a certeza é de que o produto adquirido vem diretamente dessa empresa. A marca só vende ao consumidor o que ela tem em seu estoque próprio e que faz parte de seu rol de produtos.

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O marketplace

No modelo de marketplace, isso funciona de forma diferente. São plataformas online que reúnem produtos de diversas lojas, oferecendo uma gama muito mais ampla de itens.

O consumidor compra da marca que é dona do varejo digital, ou seja, daquele site, porém, os produtos são de outras marcas. Em outras palavras, o marketplace é como se fosse uma grande vitrine em que diversas empresas expõem seus itens.

Além dessas duas diferenças mais básicas, que se referem justamente ao modelo de negócio, essas plataformas de varejo têm um modo de funcionamento único.

Isso também impacta uma série de outras questões, como o investimento e a operação logística. São questões muito importantes e que devem ser conhecidas a fundo, seja por gerentes e empresários, seja pelo consumidor. Saiba mais logo abaixo!

Quais são as principais características de cada plataforma?

Marketplace e e-commerce não chegam a travar um duelo pelo melhor modelo de negócio, pois têm diferentes propostas.

De qualquer forma, é bom observar como os dois modelos conduzem suas atividades e como é o funcionamento da loja virtual em cada um deles. As diferenças ajudam no entendimento das escolhas de uma marca, e isso pode despertar bom insights para quem tem o próprio negócio.

O investimento

Manter um e-commerce próprio requer investimentos, independentemente da amplitude da oferta dos seus produtos. Ainda que sua loja seja pequena, alguns custos são básicos, como a própria aquisição da mercadoria, quando você é um revendedor.

No e-commerce, é preciso investir mais: mão de obra, locais para armazenamento, provedores logísticos de entrega e uma série de outros detalhes, como um servidor dedicado para loja virtual.

O marketplace dispensa todos esses gastos. Basicamente, o único trabalho se refere a como criar um site e mantê-lo ativo, e gerenciar as operações. O número de colaboradores envolvidos é muito menor, além de não haver a necessidade de armazenar produtos.

Tendo isso em vista, o marketplace é apenas um ambiente que conecta lojas aos clientes. Ele só repassa a informação de compra, enquanto a marca faz o envio direto ao comprador.

A operação logística

Manter uma loja online também demanda operações logísticas básicas, como o armazenamento, a separação, o preparo e o envio das mercadorias. Além disso, a gestão do estoque é outro trabalho importante que evita problemas com o consumidor.

Tudo isso é comum à realidade do e-commerce, sendo apenas parte do trabalho, mas que requer despesas e uma organização operacional para que tudo saia como o planejado.

Por apenas expor os produtos, o marketplace não tem no seu trabalho nenhuma etapa de logística. Ele apenas registra as vendas, repassa os valores às marcas parceiras e recolhe a sua parte no negócio. O envolvimento é muito menor e dispensa totalmente a operação logística. Isso representa uma economia significativa.

A forma de pagamento

Há poucas diferenças entre marketplace e e-commerce nesse quesito. As lojas online tradicionais oferecem uma ampla seleção de formas de pagamento: cartão de crédito, transferência bancária, boleto ou por meio de plataformas intermediadoras.

Em qualquer uma dessas alternativas, o usuário está em total segurança, naturalmente, desde que o e-commerce em questão seja confiável.

Quanto ao marketplace, as formas de pagamento podem variar. Alguns fazem do modo tradicional, disponibilizando o checkout direto em seu site e se responsabilizando diretamente por cada compra.

No entanto, há alguns sites que optam pelo redirecionamento. Nesses casos, eles apenas expõem o produto e, na hora de fechar a compra, o consumidor é levado ao site da marca. Essa prática do marketplace pode ter dois desdobramentos.

O primeiro é a desistência da compra quando há o redirecionamento, uma vez que o usuário percebe que não é aquela empresa que vende o produto diretamente.

Outra questão é um possível problema com o envio da mercadoria, quando a compra é fechada no marketplace. Isso pode gerar dor de cabeça, já que o consumidor vai buscar uma solução junto a esse intermediador.

O alcance do público

Empresas têm seu próprio público-alvo e persona e é para quem seus produtos são vendidos. Ainda que a seleção de itens seja pequena, aquele é o seu nicho e o entendimento é na direção de ser fiel àquilo. Os e-commerces funcionam assim, sempre seguindo a proposta da marca.

Se uma empresa é especialista em produtos esportivos, jamais produzirá ou disponibilizará no seu site um sapato social, por exemplo.

Já o marketplace tem uma atuação naturalmente mais ampla. É comum que eles não se prendam a um mercado específico, e isso gera muito mais alcance, ainda que não gere engajamento e fidelização.

Usuários que chegam ao marketplace, geralmente, vêm de buscas por produtos na Web. Não necessariamente, retornarão àquele site no futuro. No e-commerce, por ter um direcionamento específico, o retorno tem muito mais chances de ocorrer.

A competitividade no mercado

Marketplace e e-commerce também precisam lidar com seus concorrentes de maneira diferente.

As lojas online tradicionais são focadas em seu nicho de mercado e, dessa forma, competem apenas com as outras empresas do mesmo segmento. Se o seu setor é o de eletrônicos, sua preocupação em relação ao mercado será com os outros e-commerces do setor. A competitividade é mais controlada!

Já os marketplaces precisam lidar com todos os mercados, inclusive, com os e-commerces como seus concorrentes. Nesse tipo de plataforma, quase tudo é vendido pelos varejistas.

Assim, além de estarem inclusas em um mercado de marketplaces, essas empresas também têm como concorrentes qualquer outra loja online que venda a mesma categoria de produtos.

A lucratividade

Independentemente do tipo de negócio online, marketplace e e-commerce podem ser muito vantajosos, cada um em sua especialidade ou amplitude.

Atualmente, 7 a cada 10 brasileiros compram na internet, e isso representa todos os tipos de produtos que se possa imaginar. Naturalmente, uma loja, e-commerce ou marketplace tem a sua fatia desse bolo!

É possível avaliar o fator lucratividade por duas visões, considerando esses modelos de plataforma.

Enquanto os e-commerces faturam por oferecerem produtos específicos de valor agregado a um nicho, o marketplace ganha em volume, com pequenos percentuais de uma grande quantidade de vendas realizadas, em uma seleção enorme de itens. Difícil avaliar qual lucra mais, certo?

Como saber qual escolher para o seu negócio?

Nem sempre é fácil decidir por qual caminho seguir. A escolha entre e-commerce e marketplace deve seguir sempre alguns fatores já determinados previamente.

Diferentes empresas estão mais propícias a adotar um modelo de marketplace, por exemplo. Isso acontece com grandes varejistas, como é o caso da Walmart e das Lojas Americanas, duas gigantes que adotaram esse modelo.

Nesses casos, as duas gigantes do varejo têm uma ampla atuação e faturam muito com suas lojas físicas. Logicamente, ter um e-commerce seria uma oportunidade a mais de lucros.

No entanto, o custo operacional e logístico poderia ser alto demais, então, por terem um nicho mais amplo, optaram pelo marketplace. Assim, elas conseguem ter ganhos muito mais líquidos. Quem tem um público-alvo mais específico deve saber aproveitar isso.

Os e-commerces são os espaços de contato na Web, em que produtos dessa linha de interesse são vendidos. Esse é um canal de vendas direto e, para muitas marcas, é o único. Mesmo com os custos operacionais e logísticos, ter a exposição na internet é indispensável e muito valiosa quando o assunto é empreendedorismo digital.

A decisão deve partir, primeiramente, do entendimento do seu tipo de negócio, considerando se ele atende a um mercado amplo, ou um mais específico.

A partir disso, avalie os custos que cada atividade gera e a viabilidade de cada uma, para tomar a decisão mais adequada. Não existe aquela que é certa, pois é importante entender cada atividade empresarial.

Marketplace e e-commerce têm seus lugares consolidados nesse mercado cada dia mais inserido na transformação digital! Para as empresas, ambas as possibilidades de plataforma são lucrativas e ajudam a tornar a marca mais relevante e, principalmente, referência.

Gostou de entender as diferenças entre esses dois modelos? Agora, aproveite para saber quais os principais KPIs de e-commerce para avaliar o sucesso da sua loja virtual!

loja física e loja virtual

7 Motivos para o dono de loja física ter uma loja virtual

Para quem já tem uma empresa física, vender também na internet faz com que você não só aumente suas vendas com um novo canal de vendas, mas trará muito mais visibilidade à sua marca.

Assim como qualquer negócio offline, uma loja virtual exigirá a mesma dedicação e esforço de trabalho como propagandas, ofertas, produtos, atendimento, estoque, entregas, pagamentos, devoluções de produtos.

Os primeiros passos são os mais difíceis, mas também são a base que você vai criar para poder dominar o e-commerce e ter muito sucesso assim como você tem hoje na sua empresa. Vamos ver porquê você deve ter uma loja virtual com o mesmo segmento da sua loja física.

Seu cliente está na internet, sua loja também deve estar

Quem tem loja física tem muitas dúvidas como, por exemplo:

  • Porque ter uma loja virtual se tenho uma loja física?
  • Uma loja virtual vai diminuir as vendas da minha loja física?
  • Minha loja física vai fechar por causa da loja virtual?
  • É possível administrar duas lojas ao mesmo tempo?
  • Vou precisar de mais produtos e um estoque maior?
  • Vou precisar aumentar os preços?
  • Vou gastar mais dinheiro?
  • É difícil abrir uma loja virtual?

Por favor, entenda que se você não estiver disposto a trabalhar nesse novo canal de vendas, isso vai evitar a evolução da sua própria empresa. Pois se o seu cliente estiver procurando o seu produto online e você não estiver lá, ele vai comprar do seu concorrente.

Por isso que ter uma loja virtual no mesmo segmento de sua empresa física é uma grande oportunidade para você crescer e aumentar suas vendas e o fluxo de clientes em sua loja física também.

A sua loja virtual além de ser um canal de vendas dos produtos que você tem em estoque, vai acelerar o giro de produtos e com isso aumentar o seu lucro. O investimento online vai ajudar nas vendas das suas lojas física e virtual.

Glossário de Marketing Digital para E-commerce

Sua loja virtual vai aumentar suas vendas

O cliente da sua loja física vai poder comprar os produtos que ele já conhece, com a confiança que tem em seus produtos.

Assim, clientes e potenciais clientes compraram na loja virtual sem medo, sabendo da qualidade de seus produtos, se atualizando das novidades, por meio das redes sociais, no site e blog.

Faça um planejamento, encontre uma boa plataforma e invista. Não vou lhe dizer que logo no início você terá muitos pedidos, mas gradativamente com empenho, dedicação e conhecimento, aos poucos sua loja crescerá, e as vendas começarão a acontecer.

Pense que sua loja física se limita a uma rua, um bairro, uma cidade. Já uma loja virtual mostrará seu produto ao mundo, sendo uma opção maior de possibilidades de clientes que vão conhecer você e a sua empresa.

O procedimento de abertura de uma loja virtual não tem mistério, o que precisa é ter determinação, garra e assim partir para o e-commerce.

Loja virtual não diminui vendas da loja física

Podemos afirmar que não basta de uma lenda do e-commerce, a loja virtual diminuir clientes e lucros da loja física. Pelo contrário, ela amplia as possibilidades de vendas!

É normal que as vendas não comecem imediatamente, pois dependendo do segmento é preciso técnicas específicas, uma boa campanha de marketing, uma fase de adaptação aos recursos da loja virtual e um aprendizado nessa nova maneira de vender.

Porém, depois desse período inicial, não tenha dúvida: suas vendas vão aumentar e sua loja física vai ter mais visitas.

As duas juntas oferecem uma boa oportunidade de aumento de vendas, um endereço fixo traz credibilidade a uma loja virtual. Por outro lado, a loja virtual é mais prática para que mesmo as pessoas que se encontram nas proximidades da loja obtenham informações como lançamentos, encomendas de forma instantânea pelas redes sociais, mensagens e Whatsapp.

Confira nesse vídeo do Fabio da Ponto X Tecidos que fala dos resultados incríveis que a loja virtual dele teve sobre a loja física.

O concorrente na internet

Além de seus concorrentes de lojas físicas, tenha a certeza de que os concorrentes do seu segmento já estão no e-commerce, porque na era digital a concorrência não se limita às lojas físicas.

Pesquise sobre seu segmento na internet, veja os preços, pesquise qual é o diferencial da sua loja, sem contar a oportunidade de crescer profissionalmente, ampliando seu negócio para o mundo virtual.

Quem compra na loja virtual não compra na loja física

Entre na internet e pesquise sobre lojistas com lojas físicas que abriram loja virtual e veja seus depoimentos, observe as diferenças o antes e o depois da loja virtual.

Suas vendas aumentam, seu número de clientes aumentam, as visitas à sua loja física aumentam, pois muitos clientes que ainda não conhecem a sua loja física terão interesse em conhecer o produto pessoalmente ou a necessidade de adquiri-lo com urgência ou querer observar o produto em mãos antes da compra, sentir o toque, ver o tamanho, cores, detalhes.

A união do físico com o digital faz as vendas aumentarem, uma vez que é, sem dúvidas, uma grande oportunidade de aumentar suas vendas da loja física.

O mito de diminuir as vendas da loja física porque você tem uma loja virtual ou vice e versa não tem nada a ver com a realidade do e-commerce. Ambas caminham juntas e se completam.

Até por que por maior que seja o seu negócio hoje, existem muitos possíveis clientes (no Brasil e no mundo) que ainda não conhece a sua empresa.

A loja física no topo do Google

Com uma boa estratégia de SEO e marketing digital bem feitos, sua loja virtual fica em destaque. Dessa forma, ao realizar uma pesquisa online sobre produtos do segmento de sua empresa ela estará entre as principais, com um investimento baixo.

E, conseguindo um bom posicionamento no Google, você está em uma posição super privilegiada e a sua marca.

Montar uma loja virtual é simples e barato

Não é necessário gastar rios de dinheiro para criar e manter uma loja virtual. Na internet sites como Sebrae e Dloja Virtual oferecem informações e até ferramentas para que você monte e administre sua loja virtual com pouco investimento.

Inclusive no site da Dloja Virtual você encontra um conteúdo completo explicando passo-a-passo como montar uma loja virtual.

Outra possibilidade para você começar de forma fácil e simples é usar as redes sociais para se relacionar com os seus clientes, oferecer seus produtos e começar a fazer as primeiras vendas online.

Mesmo que você não queira realizar o processo completo de vendas tendo somente um catálogo online para sua empresa física, ele será uma vitrine online a sua disposição onde você pode mostrar seus produtos ou serviços.

Conclusão

Há muito tempo se fala que o e-commerce é o futuro e acredite esse futuro já chegou!

Mas o que é melhor é que hoje em dia 25% das pessoas compram na internet e que nos próximo 4 ou 5 anos esse mercado pode dobrar ou triplicar de tamanho.

Mas mesmo sendo 25% da população comprando online, o e-commerce em 2018, segundo estimativas do ebit, deve faturar mais de 50 bilhões de reais no Brasil.

Ou seja, a hora para entrar é agora. Por que o mercado já fatura alto, mas ainda tem muito que crescer.

Por isso, prepare-se, estude, planeje e monte a sua loja virtual o quanto antes!

Conteúdo produzido pela equipe da Dloja Virtual!

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