Instituições de Ensino


Como o curso marta garcia obteve 80% da receita via blog

Como o Curso Marta Garcia gera 80% da sua receita por fontes orgânicas

É realmente inspirador ver histórias como a do Curso Marta Garcia. Histórias que mostram como o marketing digital e de conteúdo podem mudar o rumo de uma empresa e impactar a vida de milhares de pessoas.

Neste case, você vai entender como as estratégias de marketing digital que o Curso Marta Garcia empregou em seu dia a dia levaram a empresa ao próximo patamar no mercado de cursos de proficiência em inglês.

Vai entender os desafios e vitórias de uma estratégia de marketing de conteúdo, e como isso reflete no ânimo de profissionais e no resultados de uma empresa. E, principalmente, vai entender como o Curso Marta Garcia já adquiri 80% de sua receita por meio de vias orgânicas.

O que é o Curso de Línguas Marta Garcia?

Com cursos de inglês voltados principalmente para pessoas que desejam se aplicar para mestrados e doutorados, o Curso de Línguas Marta Garcia surgiu da experiência e método de ensino da Professora Marta Garcia, 15 anos atrás.

Marta, que já era professora a 15 anos, decidiu reunir seus conhecimentos em um curso presencial para alunos que iriam realizar exames de proficiência em inglês instrumental.

Com uma metodologia que busca aprendizado rápido e eficiente, os alunos são capacitados para não só serem aprovados em exames para mestrado e doutorado, como também ler artigos acadêmicos com mais desenvoltura e velocidade.

Por trás do conhecimento e capacidade didática da Professora Marta, seu filho, João Garcia, cuidava da parte administrativa do negócio, buscando soluções para geração de matrículas.

Durante os primeiros 10 anos de empresa, o curso era dado presencialmente, em Fortaleza, onde ainda está a estrutura física do Curso Marta Garcia.

Mas, com o modelo de curso validado, João sabia que o online era a melhor forma de expansão do negócio. Em 2013 ele decidiu interromper seus projetos paralelos para se dedicar integralmente ao projeto de levar o curso para todo o Brasil.

Foram 6 meses de projeto até ter o curso disponibilizado em uma plataforma online e pronto para receber alunos.

E o resultado? Um número inexpressivo de cursos foi vendido. Eles tinham o produto e a plataforma, mas não conseguiam ligar a oferta com a demanda.

O desafio

João precisava de formas para gerar oportunidades para o curso online, e foi nesse momento que começou a pesquisar sobre marketing digital.

Decidiu investir em uma ferramenta que já conhecia, o Google Adwords (hoje Google Ads), para gerar novas matrículas. Com a chegada de novas oportunidades ficou claro que o Curso Marta Garcia precisava de uma estrutura melhor para gerar e trabalhar leads.

A empresa contratou o plano mais simples de uma ferramenta de automação, e começou a gerar landing pages para suas campanhas de mídia paga, além de trabalhar com email marketing para sua base.

Entrando no mundo da automação de marketing, João começou a entender o processo de aquisição de oportunidades orgânicas por meio de conteúdo. Ele se interessou cada vez mais pelo marketing digital, e decidiu que era o momento de começar uma estratégia de conteúdo.

Assim nasceu o blog do Curso Marta Garcia, focado em levar conhecimento para uma alunos que buscavam proficiência em inglês instrumental.

Com menos de 2 meses de estratégia e por volta de 6 conteúdos publicados, João abandonou a produção de novos conteúdos.

Você pode estar cansado de saber que marketing de conteúdo é uma estratégia a longo prazo, e que resultados imediatos são raros e enganadores.

Mas, naquele momento, João ainda era iniciante em marketing digital, e a necessidade de gerar resultados em vendas impactou em sua decisão de parar.

Afinal, se uma estratégia não deu resultado em dois meses, por que levar adiante?

Os conteúdos pararam, mas o interesse por marketing digital não. João continuou procurando soluções para sua empresa, consumindo conteúdos e indo a palestras. Em especial, um tema o chamou a atenção: SEO.

A Rock Content já estava em seu radar, por suas pesquisas sobre marketing e vendas, mas neste momento João destacou a importância que os conteúdos da Rock tiveram em seu aprendizado.

Após muitos blog posts, ebooks e até uma palestra do Peçanha no RD on the Road, ele resolveu que precisava insistir com seriedade em uma estratégia de conteúdo.

Só com um bom posicionamento no Google, e geração de oportunidades orgânicas, seria possível implementar um modelo de receita previsível, como ele desejava.

Entendendo que precisava de uma estratégia consolidada, o Curso Marta Garcia fechou uma parceria de conteúdo com a Rock Content.

A Parceria

João tinha um objetivo bem claro em mente:

“A ideia inicial era começarmos a produzir conteúdos de forma sistemática e estratégica trabalhando todas as etapas do funil (topo, meio e fundo) e implementar a estratégia de link building interno para fazer o lead avançar no funil através dos conteúdos.”

João Garcia, Diretor de Marketing

Ele conta que ainda no processo de entrada deles na Rock, um consultor entrou em contato por telefone, fazendo uma análise de quesitos básicos no site do Curso Marta Garcia que estavam atrapalhando seu ranqueamento.

Após corrigi-los, João percebeu uma pequena melhora em seus resultados de tráfego. Ele colocou essa como uma pequena vitória a curto prazo. E atenção: são essas vitórias que constroem o resultado final desse case.

Apesar de já possuir uma persona, insistimos que o estudo fosse refeito, levando em conta aspectos mais profundos de comportamento e interesse. A partir daí teve início a produção de conteúdos para o blog, com foco em gerar oportunidades para o Curso Marta Garcia.

Apesar da frequência de postagem, e toda a estratégia de SEO por trás, João percebia que seus resultados ainda vinham primordialmente de mídia paga.

Mesmo já tendo ampliado muito seu conhecimento sobre marketing digital, o sentimento de que os resultados orgânicos não estavam aparecendo o incomodava muito, e durante os primeiros meses de estratégia ele esteve bem perto de interromper mais uma vez sua produção de conteúdo.

Com conversas com a equipe da Rock, e também dos outros parceiros de marketing, João entendeu que abandonar a estratégia naquele ponto era desperdiçar o dinheiro investido até então, e abrir mão da estrutura de ranqueamento que ele estava construindo.

E como o tempo é o melhor amigo do marketing de conteúdo, os resultados começaram a aparecer.

Os Resultados

Mais uma vez foram pequenas vitórias que levaram o João a retomar seu ânimo na estratégia de conteúdo.

Como todo bom fã do Google Analytics, ele acompanha com frequência seus indicadores por meio de dashboards e do app da ferramenta. Um dia ele notou um aumento no tráfego fora da curva.

Ao rastrear de onde vieram as novas visitas, percebeu que um de seus artigos chegou às primeiras posições da SERP!

SERP para mestrado à distância

Isso voltou a acontecer nas semanas seguintes, e ele viu suas posições no Google subirem de mês a mês.

Por exemplo: seu artigo sobre os melhores mestrados a distância aceitos pelo MEC ganhou o featured snippet para a palavra-chave ‘mestrado a distancia’, gerando um aumento enorme das visitas em seu blog.

O post sobre os phrasal verbs mais usados na língua inglesa teve um resultado semelhante.

Com isso chegaram mais acessos, foram gerados mais leads e foram vendidos mais cursos. As pequenas vitórias diárias levantaram a moral do João e sua equipe, e ele mergulhou de cabeça no marketing de conteúdo.

Contratou o SEMrush e tomou as rédeas do planejamento de pautas. E assim os resultados apareceram:

“Quando contratamos a Rock Content tínhamos uma média de 20 mil sessões por mês.

Estamos atualmente com uma média de 120 mil sessões.”

E melhorar o topo do funil refletiu em toda a empresa, com um aumento de aproximadamente 200% no faturamento, comparando o início de 2019 e antes da parceria com a Rock Content.

E, de todo o faturamento da empresa, 80% vem de fontes orgânicas. Isso é o maior indicativo do sucesso da estratégia de Inbound Marketing e dos conteúdos divulgados no blog.

A empresa vem se destacando não só como parceira da Rock. O Curso Marta Garcia alcançou resultados e virou estudo de caso com vários de seus outros parceiros.

Com uma estrutura de geração de oportunidades orgânicas rodando, João se dedica a aprimorar a estratégia, sempre pensando em novas formas de levar valor para seu público potencial e melhorar ainda mais seus resultados.

E aqui é preciso destacar o valor que isso gera para uma estratégia de conteúdo que desenvolvemos.

Quando um cliente chega ao nível de envolvimento que o João teve, a estratégia ganha uma pessoa a mais na análise, planejamento e desenvolvimento de ações, mas com todo o conhecimento que só alguém que está dentro da empresa pode oferecer!

Ele dedicou seu tempo à rotina de marketing que geraram estes números a longo prazo.

O exercício diário de SEO on Page, checando fatores de ranqueamento com o plugin Yoast, por exemplo, não trouxe resultados da noite para o dia. Foram as pequenas vitórias, as posições conquistadas e as melhoras em taxas de conversão que construíram os resultados finais.

Este case mostra o impacto que do marketing digital para uma empresa que entendeu e investiu em uma estratégia, que sabiam que poderia os levar para o próximo nível. E como este existem outros.

Quer se tornar um case de sucesso? O primeiro passo é começar!

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Tendências do marketing educacional para 2019

Impulsione os resultados da sua IES com as 7 melhores tendências do Marketing Educacional para 2019

Em um cenário de dificuldades para Instituições de Ensino Superior, a grande aposta é o Marketing Digital como forma de aproximação das instituições com o público.

Em meio ao cenário negativo, muitas faculdades se beneficiam pelo crescimento da popularidade dos cursos EAD no Brasil.

Segundo a Veja, o Ensino a Distância em 2018 foi a modalidade escolhida por cerca de 1,5 milhões de alunos de nível superior e já representa quase um terço dos novos entrantes.

Fica claro que o segmento de Educação não está imune à Transformação Digital. Assim, é cada vez mais necessário se empenhar para entregar valor, mudando estruturas tradicionais dentro das instituições.

Ter uma boa produção de conteúdo será apenas um dos fatores para o sucesso da sua Instituição de Ensino em 2019.

Prepare-se para levá-lo a um próximo nível, acompanhando as ferramentas e estratégias do momento.

1. Omnichannel

A estratégia Omnichannel se baseia na interligação de diferentes canais de aquisição de alunos.

As estratégias de captação de alunos offline não serão abandonadas, mas o objetivo de 2019 será estreitar a relação entre esses meios tradicionais e a captação online.

Nesse sentido, um canal deve ajudar o outro no fortalecimento da relação da Instituição de Ensino com os alunos. Afinal, para eles, a marca por trás de todos esses canais é a mesma e o que importa é a experiência como um todo.

Para isso, é essencial ter a equipe de atendimento preparada para gerenciar vários canais de comunicação e ter os times alinhados em relação a informações como os fechamentos de matrícula, materiais mais acessados e outros dados.

Em meio a tantas ferramentas de marketing, ter um sistema de Business Intelligence (BI) facilita a integração de toda a base de dados.

Esse tipo de software compila os dados para permitir a construção de relatórios que te auxiliarão na análise das estratégias para a equipe. Ele facilita o gerenciamento dos canais e ajuda a medir os resultados.

Dessa forma, as tomadas de decisão serão muito mais inteligentes e assertivas.

2. Conteúdo em vídeo

O conteúdo em vídeo é indispensável para os cursos à distância, isso todos sabemos.

Atualmente, até cursos presenciais adotam recursos de mídia online para dinamizar o aprendizado dos estudantes.

Além disso, o Vídeo Marketing pode ser utilizado para atrair potenciais alunos, sendo uma forma excelente de persuadir e engajar os visitantes do site, além de ajudar a aumentar o tráfego orgânico.

Na Content Trends – Educação de 2018, averiguamos que as Instituições de Ensino consideram os vídeos como um dos fatores mais importantes para o processo de aquisição de alunos:

Tendênciais do marketing educacional funil

Esse formato de conteúdo digital inclui os webinars e videoposts e pode ser adaptado para blog, redes sociais e até Landing Pages.

De acordo com a Single Grain, as Landing Pages com vídeos têm o potencial de conversão aumentado em 800% vezes, e eles fazem com que 88% dos visitantes fiquem mais tempo no site.

O conteúdo em vídeo é especialmente relevante nas redes sociais, pelo poder de viralização e pela popularidade dos Stories sobretudo entre o público jovem.

Dessa forma, os vídeos são também úteis para melhorar o engajamento e satisfação dos alunos atuais!

È importante lembrar que eles serão assistidos e compartilhados pelo celular, e portanto devem ser otimizados também para uso mobile.

Manual do uso de Vídeos no MKT Conteúdo

3. Marketing de experiência

Engana-se quem pensa que apenas os produtos tangíveis podem ser testados.

O marketing de experiência também é aplicado na Educação para gerar um diferencial e mostrar o valor do serviço!

Por exemplo, as aulas experimentais e tourspelo campus podem ser utilizados para que o futuro aluno ganhe mais confiança na Instituição de Ensino.

Outra ideia é disponibilizar um tour virtual para apresentar a infraestrutura para os futuros alunos! Veja o exemplo no site da Uninorte:

Tendências de marketing educacional exemplo

E esse tipo de experiência deve estar disponível não apenas quando solicitado!

As instituições que utilizam essas possibilidades de forma ativa, convidando os interessados a experimentar aquilo que oferecem conquistam muito mais alunos e seus pais, que em muitos casos são os responsáveis pela avaliação de custo-benefício.

Por isso, é relevante deixá-los testar as qualidades da Instituição para aumentar a confiança antes mesmo da matrícula.

4. Conteúdo gerado pelo usuário

O famoso boca-a-boca está mais vivo do que nunca. Além de tudo, ele está evoluindo para se alinhar ao cenário digital.

Ao trazer o conteúdo gerado por alunos e ex-alunos em formatos criativos e atrativos, a sua instituição de ensino aproveitará o marketing de recomendação e aliando-o às novas tecnologias que ajudam a dinamizar essa estratégia.

O User Generated Content (UCG) pode aumentar em 90% o tempo que os usuários gastam no seu site, e ainda aumenta as chances de os usuários retornarem à sua página!

Por exemplo, se sua Instituição de Ensino já possui um blog, aproveite para compartilhar depoimentos escritos pelos seus próprios alunos para dar uma perspectiva mais realista e confiável à qualidade da IE.

Além disso, você pode estimular a geração de conteúdo por alunos, criando momentos e cenários para que eles compartilhem experiências cotidianas na instituição.

A Universidade da Califórnia em Los Angeles, por exemplo, promoveu a hashtag #sceneatUCLA para incentivar que os alunos compartilhem fotos de cenários interessantes no campus.

Veja abaixo o exemplo do post na conta do Instagram da UCLA, que menciona na descrição o perfil da aluna que tirou a foto:

Tendências do marketing educacional exemplo 2

Interaja você também com seus alunos para criar um clima de comunidade na instituição e fazer com que eles se tornem defensores da sua marca!

5. Marketing de influenciadores

Ao mesmo tempo que a importância do conteúdo gerado por usuários aumentou, os usuários se tornaram mais criteriosos em relação a quem comunica o nome da marca.

O marketing de influenciadores é hoje a grande aposta de muitas marcas.

O influencer têm o papel de compartilhar sua realidade como aluno e ao mesmo tempo melhorar a visibilidade e a imagem da instituição, mostrando suas vivências pessoais.

Assim, eles conseguem atingir seus seguidores com muito mais credibilidade e naturalidade do que, por exemplo, um ator famoso em uma propaganda atingiria.

É provável que sua instituição já possua alunos com grande poder de influência nas redes sociais.

Então, tente conhecer melhor o seu público para descobrir essas pessoas, e incentive-as a compartilhar mais experiências positivas dentro da instituição!

Infográfico sobre Influenciadores Digitais

6. Uso de Chatbots

Muitas Instituições de Ensino já começaram a utilizam Chatbots para agilizar e dar escalabilidade ao atendimento aos estudantes interessados em se matricular.

A tendência é que essa ferramenta de comunicação automatizada se torne ainda mais difundida, sofisticada e aceita por usuários no próximo ano com o desenvolvimento das tecnologias de machine learning e inteligência artificial.

Assim, será possível aproximar ainda mais a linguagem com o seu público e torná-la o mais humanizada possível, além de alinhada à identidade da empresa e ao tipo de conversa.

Em vez de o potencial aluno ter que procurar um telefone para contato ou uma sessão do site que com perguntas mais frequentes, ele pode solucionar suas dúvidas de forma instantânea no chat!

Todavia, o uso dos Chatbots não deve substituir a sua equipe de Inside Sales ou atendimento ao aluno.

Na verdade, eles servem para ajudar o trabalho dessas pessoas, que podem se concentrar na parte mais complexa do atendimento, otimizando a gestão de tempo e recursos dentro da IE.

7. Novas estratégias de retenção

Com a queda na captação de alunos em cursos presenciais, as IES começaram a se preocupar ainda mais em manter os alunos já matriculados.

Desde então, as equipes começaram a ser reestruturadas para organizar melhor a tarefa relacionada a fortalecer o relacionamento com o aluno e melhorar a taxa de retenção.

Dentre algumas das novas táticas implementadas, podemos citar a gestão inteligente dos perfis nas mídias sociais, que deixam de ser usados esporadicamente e sem qualquer planejamento.

Além disso, em 2019 mais IEs adotarão plataformas de desenvolvimento da carreira do aluno, para entender melhor as necessidades e interesses dos alunos e auxiliá-los a atingir seus objetivos.

A ideia é tornar a relação o mais personalizada possível e fazer com que estudar na sua instituição faça sentido aos seus estudantes durante toda a jornada.

Assim, eles podem direcionar os esforços para o objetivo almejado, e sua Instituição de Ensino poderá fazer parte da construção do futuro dos alunos!

Afinal, este é propósito da Educação.

Se depois de conhecer todas essas tendências você ainda quer conhecer ainda mais estratégias e técnicas para impulsionar os resultados da sua IE, então confira também o nosso material sobre Marketing de Conteúdo e Inbound Marketing para o setor educacional!

Marketing-de-conteudo-para-instituicoes-de-ensino

Baixa produtividade na gestão educacional

Saiba quais são os 5 problemas gerados por baixa produtividade na gestão da sua IES

Em qualquer empresa a baixa produtividade das equipes tem diversas consequências negativas. Em muitos casos, isso se deve à pouca ou nenhuma existência de políticas de gestão que determinem compromissos a serem assumidos por setor.

Com as Instituições de Ensino Superior não é diferente, especialmente com relação ao atendimento ao aluno ― fundamental em toda instituição de ensino.

Ainda que seja notável o empenho de alguns gestores em facilitar a gestão de processos, as ações tendem a ser pontuais.

Tanto que é comum observar altos investimentos em sistemas informacionais, e a organização continuar frustrada por não atingir os objetivos de melhora e nem resolver problemas como a evasão universitária.

Para que a entrega do serviço aumente em qualidade e velocidade, é preciso que a IES compreenda os desafios inerentes à produtividade.

Para tanto,é preciso focar nos elementos necessários para melhorar seus processos e envolver todos os setores para a implementação de uma lógica de fluxo no atendimento ao aluno.

Quais os problemas gerados pela baixa produtividade?

Alguns desses problemas na rotina de trabalho são consequência da baixa produtividade na IES.

Identificá-los é o primeiro passo para que, em seguida, seja possível criar planos de ação que diminuem o impacto negativo, como o desenvolvimento de uma estratégia de gestão e relacionamento.

Marketing de Conteudo para Instituições de Ensino

1. Pouca agilidade

O primeiro sinal de baixa produtividade é a pouca agilidade para atender às demandas administrativas.

Torna-se muito estressante, tanto para o aluno quanto para o colaborador, encontrar soluções, das mais simples às mais complexas, e processos que seriam resolvidos rapidamente demoram muito além do esperado.

Com isso, o trabalho torna-se cansativo e os colaboradores deixam de mostrar seu potencial para se render à uma rotina nada proveitosa na sua IES.

2. Inconsistência dos processos

A baixa produtividade também é consequência da inconsistência dos processos. Isso acontece quando os colaboradores realizam tarefas sem um padrão de etapas e organização.

A situação se agrava especialmente durante imprevistos ou excesso de tarefas, já que a IES não está preparada para tais demandas.

Além disso, sem um padrão para a execução dos processos, fica difícil fazer a gestão do tempo para cada tarefa, e os colaboradores ficam desorientados sobre as melhores práticas para cumprir com as demandas.

Com isso, a qualidade do trabalho é comprometida e o profissional se sente frustrado.

3. Aumento dos custos

Quando uma organização enfrenta problemas com baixa produtividade, um dos maiores impactos está no aumento dos custos operacionais.

A razão é simples: como os colaboradores resolvem as tarefas sem um padrão, por conta da inconstância dos processos, a probabilidade de erros e retrabalhos aumenta e o tempo gasto para concluir os trabalhos é maior.

Esse crescimento dos custos pode ser observado em outras situações, como:

  • necessidade de comprar mais insumos e equipamentos para que mais gente realize as mesmas operações;
  • deslocamento de recursos humanos para determinado setor e/ou novas contratações;
  • além da perda de oportunidades de expansão da IES e cancelamento de matrículas.

4. Ruídos na comunicação entre a IES e alunos

A baixa produtividade também fragiliza a comunicação entre a IES e os estudantes. Se não existirem políticas de gestão que tornem os processos internos alinhados, dificilmente a comunicação será eficaz.

Nesse sentido, a organização deve ter procedimentos de comunicação integrados que permitam a todos os colaboradores operarem com a mesma linguagem, independentemente da necessidade do aluno ou do tipo de informação divulgada pelos meios oficiais.

5. Insatisfação dos alunos

Quando os alunos fazem algum tipo de solicitação à IES, colocam uma carga de expectativa para que sejam atendidos rapidamente e com qualidade.

Porém, se o colaborador é incapaz de resolver aquilo de que necessita ― principalmente por falta de organização, logística ou boa capacitação profissional ―, seu indicador de frustração dispara.

E se ele precisar fazer reclamações constantes, especialmente por conta de situações fáceis de resolver, as chances de migrar para outra IES tendem a aumentar consideravelmente.

Por isso, manter a produtividade alta é condição indispensável para deixar o aluno satisfeito e garantir sua fidelização.

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Como aumentar a produtividade na IES?

Driblar a baixa produtividade pode ser mais simples do que você imagina. Mas isso não significa que não seja trabalhoso.

Afinal, você precisará ter um diagnóstico claro do problema, a fim de traçar as melhores estratégias. Entre as muitas possibilidades, separamos algumas dicas de ações. Confira a seguir.

Invista em sistemas de gestão com Business Intelligence

Se você nunca ouviu falar em Business Intelligence (BI), saiba que essa estratégia pode ser grande aliada de sua gestão. Trata-se de um conceito que envolve diferentes tecnologias reunidas em um sistema informacional que dá suporte à tomada de decisão.

Por meio do BI, você consegue dar inteligência aos seus processos e ter benefícios como:

  • organização na coleta de informações;
  • facilidade de análise de dados;
  • estabelecimento de métricas de produtividade;
  • compartilhamento de informações;
  • ampliação da qualidade do processo de ensino-aprendizagem (quando atrelado a fins pedagógicos);
  • equilíbrio das contas e diminuição de gastos;
  • segurança das informações;
  • secretaria virtual para administração de tarefas e situação acadêmica do aluno;
  • redução da inadimplência;
  • gestão educacional mais eficiente.

O principal objetivo do BI é garantir que atividades rotineiras passem a fazer parte de uma visão estratégica. Como a quantidade de informações é gigantesca, o sistema ajuda a compilar esses dados e evitar que eles passem despercebidos.

Sendo assim, além de contribuir para a modernização da gestão universitária, o BI é um importante mecanismo para observar oportunidades de explorar novos nichos de mercado e crescer ainda mais.

Motive seus colaboradores

Ao estabelecer estratégias de motivação e valorização da sua equipe técnico-administrativa e do seu corpo docente, o nível de comprometimento deles para com a IES aumenta.

Isso significa prestar melhor atendimento, ganhar flexibilidade e autonomia para resolver as mais diversas situações de forma rápida e consistente e, principalmente, identificar problemas para solucioná-los.

Para tanto, é preciso adotar ações coordenadas de valorização dos recursos humanos, tais como:

  • estabelecer objetivos e propor desafios;
  • recompensar os destaques;
  • estabelecer um constante diálogo;
  • aproximar as hierarquias;
  • aumentar benefícios;
  • criar programas de educação continuada.

Realize treinamentos e capacitações profissionais

Criar uma agenda de capacitação profissional e treinamento é essencial para que os colaboradores consigam receber mais conhecimento para uma boa atuação na IES e, principalmente, compreender os objetivos e metas.

Além disso, colaboradores mais preparados conseguem enfrentar tensões e conflitos do dia a dia com muito mais autoconfiança e aptidão técnica, tanto do ponto de vista das habilidades necessárias às suas funções quanto em questões relativas à inteligência emocional para lidar com um público tão diversificado.

Se você chegou até aqui, certamente deve estar pensando que a baixa produtividade pode ser uma grande vilã de sua performance no mercado.

Mas graças às novas tecnologias associadas a modernas práticas de gestão, sua IES tem plenas condições de entregar um atendimento de alta qualidade que ajude a engajar e fidelizar seus alunos.

Ao mesmo tempo, consegue observar os cenários e traçar um planejamento estratégico, capaz de ampliar sua competitividade.

Então, não vá embora ainda! Aprofunde seus conhecimentos com este artigo sobre a influência da tecnologia de gestão na produtividade da comunidade acadêmica.

Esse conteúdo foi produzido pela equipe da Lyceum.

Por que ter um blog para sua Instituição de Ensino Superior

Por que você precisa de um blog para sua Instituição de Ensino Superior?

Cada vez mais, Instituições de Ensino Superior têm migrado o foco das campanhas tradicionais e integrado o marketing offline com o marketing online para atrair e engajar alunos.

Se o marketing tradicional já não funciona como antes para a cética geração dos Millenials, quem dirá para a nova Geração Z, que desconhece um mundo sem a Internet e é também a geração das incertezas no mercado de trabalho.

Diante das dúvidas em relação ao futuro e o ceticismo desses jovens, destacam-se as marcas que sabem como se posicionar e são capazes de criar empatia com os possíveis clientes.

Assim, uma Instituição de Ensino Superior que entende bem o tipo de informação que seu potencial estudante procura, tem maior probabilidade de fornecer as respostas que ele quer ouvir e, assim, gerar autoridade e iniciar um relacionamento.

Por entenderem bem esse cenário, muitas faculdades e universidades já conseguiram superar esse desafio e sair na frente dos concorrentes com uma solução bem simples: criar um blog!

Continue a leitura para aprender como usar um blog para sua Instituição de Ensino Superior e como ele pode ajudar a captar, reter alunos, e ainda reduzir os custos de aquisição de cada estudante.

Como é o mercado do Ensino Superior?

No competitivo mercado de Instituições de Ensino Superior, é um desafio superar as campanhas semestrais dos gigantes. Felizmente, o Marketing de Conteúdo possibilita uma concorrência mais justa de pequenas e grandes empresas na Internet.

Porém, essa estratégia não é mais uma novidade. A Content Trends – Educação averiguou que 76,5% das Instituições de Ensino brasileiras já começaram a utilizá-la, fazendo com que a média de visitas no site seja 34.4 vezes maior do que a de uma Instituição de Ensino que não adota o Marketing de Conteúdo.

Isso porque no mundo digital, quem ganha mais visibilidade não é a instituição com mais tradição ou maior orçamento, mas a que oferece o conteúdo mais valioso ao público.

Embora muitos profissionais do marketing educacional acreditem que os textos tenham perdido espaço para o conteúdo em vídeo, uma pesquisa da MStoner constatou um cenário diferente.

A maioria dos adolescentes de fato prefere artigos e mensagens de texto de sua IES do que vídeos, e consideram muito importante que a instituição tenha conteúdo escrito no site.

A Content Trends – Educação também constatou que 67,8% dessas instituições de ensino têm um blog como canal de divulgação de conteúdos, atrás apenas das redes sociais.

Content Trends Edu

4 Motivos para criar um blog para sua Instituição de Ensino Superior

Com outras faculdades, universidades e centros universitários aderindo a essa ideia e o seu público pedindo por ela, você ainda tem motivos para escolher ficar para trás?

Vamos às grandes vantagens que justificam a necessidade de incorporar o blog à sua estratégia de marketing digital:

1. Aumentar a visibilidade da instituição

O principal objetivo das IES pesquisadas com a criação de um blog é a geração de leads para o time de vendas.

Mas uma IES só vai conseguir gerar um número satisfatório de leads pela página se tiverem um bom posicionamento digital. Afinal, os “visitantes” estão no primeiro estágio dos funis de marketing e vendas do Ensino Superior:

funil de vendas para blog para sua instituição de ensino superior

Imagine promover um evento para possíveis alunos e quase ninguém aparecer. O número de leads conquistadas com aquele evento seria nulo ou baixíssimo, certo?

No marketing digital, também funciona assim. Quanto mais visitantes o seu site tiver, mais leads poderão ser geradas para futuramente passar pelos outros estágios até a matrícula.

No mais, a criação de um blog para sua Instituição de Ensino Superior possibilita explorar outros assuntos que não estejam diretamente relacionados à própria IES, atraindo as pessoas que ainda não conhecem sua marca.

Por isso, não fale apenas da própria instituição. É preciso fornecer informações úteis aos alunos e tentar sanar suas dúvidas.

Além de conteúdos que o site institucional já possui (como notícias e informações acadêmicas), o blog é o espaço ideal para se conectar com o potencial estudante.

Ainda, não basta ter um conteúdo extremamente relevante – é preciso que ele seja identificado pelos mecanismos de busca como o Google.

Para isso, o texto deve estar otimizado para SEO, com palavras chaves relevantes, padronização de formatação, design responsivo, otimização para leitura em aparelhos móveis e linkagens.

Aprenda tudo sobre SEO

Essa otimização para os mecanismos de busca possibilita que a sua página seja facilmente encontrada pelo Google sem você precisar recorrer aos anúncios pagos, o que reduz seu custo de aquisição de clientes.

(Entenda melhor sobre o tráfego orgânico e pago neste link)

Dessa maneira, o seu blog poderá ser um ótimo canal de geração de leads e de captação de alunos organicamente, por meio do Inbound Marketing Educacional para ajudar seu time de vendas a aumentar o número de inscritos e matriculados!

Agora que já falamos sobre a visibilidade para a instituição, vamos falar sobre como o blog será relevante para os leitores.

2. Conquistar futuros alunos

Além de atrair, o conteúdo do blog deverá ensinar e ajudar os leitores. Um blog interessante poderá aumentar a probabilidade de conversão de visitantes em leads e alunos.

(Dê uma olhada neste artigo para aprender a converter leads em alunos, e este aqui sobre a ferramenta de automação de marketing que é indispensável para fazer isso acontecer).

Mas o que é um conteúdo relevante para esse jovem? Isso vai depender do perfil do aluno da IES e de seu momento no processo de compra.

Uma dica muito boa para entender melhor quem é esse aluno, levando em conta também suas dores e interesses e, assim, produzir um conteúdo que será útil a ele, é a criação de personas para sua IES.

Guia para criação de personas

Mas sua persona pode estar em diferentes estágios da jornada do estudante até a matrícula: descoberta, consideração ou decisão.

A grande vantagem de criar um blog para sua IES, neste caso, é poder comunicar com esse jovem durante todos estágios de compra, antes dele chegar ao fundo de funil.

Portanto, sua instituição poderá iniciar um relacionamento com o potencial aluno de graduação desde o ensino médio, fornecendo informações sobre vida acadêmica, estudos, cursos ou carreiras.

Veja este post sobre a carreira em Administração, por exemplo, que já gerou quase 10 mil visualizações no blog da Faculdade de Rondônia:

psot do blog para sua instituição de ensino superior

Imagine só quantas leads puderam ser geradas com este post e outros no blog!

Com um blog, você pode conversar também com os potenciais alunos de pós-graduação sobre os benefícios da especialização, oportunidades na área, dicas de networking (como neste post no blog da Fundação Dom Cabral) ou mesmo os custos (veja este post da UCEFF).

Um detalhe importante: além de ter em mente quem são as personas e o qual o tipo de conteúdo adequado, é preciso saber como falar com ela.

Novamente, o blog será seu instrumento para acertar na linguagem com o estudante, a partir do momento que você se aproximar ainda mais dele.

Veja a seguir como o blog promove essa aproximação com o aluno!

3. Fortalecer a relação com os atuais alunos

Ainda segundo a Content Trends de Educação, o maior desafio em Marketing de Conteúdo para as instituições de ensino pesquisadas é produzir conteúdos que engajem o público.

E ter esse engajamento é indispensável para o sucesso do blog. Além disso, aumentar a confiança na relação com o estudante facilita a fidelização com a marca, podendo melhorar a taxa de retenção de alunos.

Além disso, encantar o atual aluno pode fazer com que ele seja um promotor da marca, aumentando a credibilidade da Instituição de Ensino Superior!

Para estabelecer uma linguagem com seus alunos, a IES deve ter bem claro:

  • Seus valores e diferenciais;
  • Como os alunos conversam e interagem;
  • A forma com que a instituição pode contribuir .

Para ajudar nessas tarefas, é válido promover o diálogo com os alunos, fazendo perguntas, abrindo espaço para comentários e sugestões e promovendo o blog tanto nas redes sociais quanto presencialmente.

Kit Marketing nas Redes Sociais

Obviamente, não adianta ter um discurso impecável e não ser na prática uma instituição parceira do estudante e oferecer um ensino de qualidade. Portanto, não abre mão dos investimentos na infraestrutura e no corpo docente.

Falando em corpo docente, é interessante convidar os professores a contribuírem para o blog com seus próprios posts e contar aos alunos algo sobre sua experiência e gosto pela área na qual atua!

Neste caso, os posts devem ser feitos de forma menos acadêmica, para potenciais alunos com algo que interessa a eles.

Mas para falar a verdade: quem mais conhece os seus alunos, seus interesses e linguagem do que eles mesmos?!

Por isso, outra ótima ideia é trazer seus próprios alunos para escrever para o blog da sua IES!

Esse conteúdo, por ser um depoimento da vida acadêmica, pode abordar sobre as qualidades da instituição, o início de carreira ou outros assuntos diversos.

Por exemplo: a Universidade de Vermont, nos Estados Unidos, tem uma sessão no blog reservada para os alunos compartilharem dicas e conselhos, como uma forma de tangibilizar o papel da IES em ajudar os alunos alcançar seus objetivos.

Seus alunos podem também aproveitar a oportunidade para explicar sobre os assuntos que dominam e melhorar a reputação nas redes já pensando no mercado de trabalho.

Ainda, podem ser produtores de conteúdo freelancers para a sua instituição! (Gostou da ideia? A gente te explica como colocá-la em prática!)

E como saber se o investimento tem gerado bons resultados em relação à visibilidade, captação e engajamento de alunos?

Por último e não menos importante, falaremos da vantagem do controle de métricas do blog:

4. Mensurar o investimento

O marketing digital tem uma grande vantagem em relação ao mundo offline: os resultados são mensuráveis durante todo o processo.

Assim, os KPIs são definidos logo no planejamento da estratégia junto aos objetivos, e são eles que darão previsibilidade aos retornos e indicarão os erros e acertos. Sem eles, é impossível saber se as táticas deram certo, e se você deve alterá-las ou não.

Os indicadores mais comuns para medir os resultados do blog são as métricas de acesso, como número de usuários e palavras chaves ranqueadas, e as métricas de comportamento,como páginas mais acessadas e regionalidade.

Não deixe de utilizar o Google Analytics para analisar todos esses números!

Conclusão

As Instituições de Ensino Superior estão repletas de potenciais leitores e redatores de um blog, e utilizá-lo como ferramenta de recrutamento é uma oportunidade incrível.

Sendo assim, certifique-se de manter seus futuros e atuais alunos em mente em todas as fases de planejamento, produção, seleção de escritores e publicação.

Concentrando-se no público primeiro e você sairá na frente de muitas IES que têm apenas o site institucional para o branding.

Mas cuidado: o foco principal não deve ser de maximizar o volume de postagens.

Mais importante que isso é garantir um bom volume de conteúdo de qualidade com organização e uma estratégia forte para que esses resultados sejam alcançáveis!

E então, a sua IES já começou a se planejar?!

Marketing-de-conteudo-para-instituicoes-de-ensino

Custo de aquisição de inscritos

Entenda como reduzir o custo de aquisição de inscritos com Marketing de Conteúdo

Você que nos acompanha, já deve ter lido nosso artigo, escrito pelo Lucas Azevedo, que fala quais as vantagens e desvantagens de utilizar marketing de conteúdo e campanhas pagas no Google em uma estratégia de inbound, isso não é novidade por aqui.

No entanto, após algum tempo atuando diretamente no mercado de IES (Instituições de Ensino Superior), tenho percebido alguns aspectos nesse segmento que gostaria de abordar, principalmente sobre a frequência com a qual me deparo com Instituições que possuem um CAA (Custo de Aquisição de Alunos) indesejável.

Nesse artigo você vai conhecer um pouco do cenário de IES no Brasil, e porque esse custo de aquisição é tão elevado no segmento.

Vou falar sobre as práticas mais comuns que levam ao aumento desse custo, e como você pode reduzi-lo com uma estratégia de marketing de conteúdo bem estruturada.

Como é o cenário de IES no Brasil: concorrência no setor privado

O mercado de educação superior no Brasil é dominado pelas instituições privadas, segundo dados do INEP (Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira), produzidos no Censo da Educação Superior de 2016.

O estudo aponta que 87,7% das instituições de educação superior no Brasil são privadas. Além disso, de acordo com o mesmo Censo, em média, uma IES oferta pelo menos 14 cursos de graduação sendo que, as IES privadas ficam com 75,3% do total de matrículas em graduação. Isso é muita coisa, não é mesmo?

Outro dado muito significativo é que em 2016 a rede privada foi responsável por 93% das ofertas de vagas, contra apenas 7% da rede pública, e no mesmo ano, quase 3 milhões de alunos ingressaram em cursos de educação superior, e desse total 83,2% em instituições privadas.

A rede privada de IES, cresceu cerca de 54% entre os anos de 2006 e 2016, em que o estudo foi realizado e hoje, de acordo com os dados da pesquisa, existem 2.111 instituições de ensino privadas no Brasil.

Mas o que isso significa?

De uma maneira bem simplista, isso significa que o mercado de educação superior é extremamente concorrido, e além de possuir players de todos os tamanhos, ainda temos os grandes grupos educacionais (Kroton, Estácio, Unip, Laureate, Cruzeiro do Sul Educacional, Ser Educacional, Uninove, Anima, Unicesumar, Adtalem Global Education, Ilumno e Grupo Tiradentes), que concentram grande parte desse segmento e concorrem entre si com suas diversas marcas e com verbas robustas de propaganda e marketing.

Práticas comuns de marketing no segmento de educação superior

Por atuar como especialista do segmento de IES, pude perceber algumas questões em relação às práticas de marketing mais comuns e consegui mapear pontos que me chamaram atenção, como o tipo de equipe que cuida dessas ações, a mentalidade tradicional do segmento e a dificuldade de aplicar a transformação digital nessas instituições.

Por isso separei alguns pontos, os quais julgo imperativos para avaliar como o time da sua instituição se enquadra:

  • Equipes de marketing: muitas IES ainda trabalham com equipes de Ascom (Assessoria de Comunicação), formadas por jornalistas e publicitários e o departamento de marketing fica sob o controle desse time.
  • Marketing offline: Grande parte das IES que converso ainda realiza muito marketing offline (isso não é necessariamente ruim!). É bem comum encontrar verbas robustas para esse tipo de ação.
  • Tecnologia: O conceito de automação de marketing, integrado com o CRM institucional, ainda é precário, e muitas instituições utilizam softwares obsoletos ou com baixa capacidade de integração.
  • Marketing digital: 10 em cada 10 instituições com as quais eu converso realizam ostensivamente anúncios pagos no Google, mas não utilizam todos os canais de aquisição do marketing digital.
  • Time Comercial: As equipes de marketing e vendas ficam muito distantes uma da outra, e com muita frequência encontro instituições que possuem apenas time de atendimento ou telemarketing, para realizar vendas.

Agora vamos tratar cada aspecto separadamente:

Equipe de marketing

quando equipes de comunicação ficam com a responsabilidade sobre as ações de marketing (acontece mais do que o que eu gostaria), temos vantagens e desvantagens, vamos a algumas delas:

Vantagens

1. Boa qualidade de linguagem e design: normalmente, esse tipo de time é composto por jornalistas e/ou publicitários, que possuem um foco grande na comunicação de notícias e conteúdos institucionais, aplicando uma linguagem adequada e peças gráficas bem desenvolvidas. Uma aparência e linguagem boas ajudam na experiência positiva do usuário.

2. Alto volume de notícias: é muito comum encontrar categorias como “notícia” ou “imprensa”, bem no caráter de editorial como funciona um jornal tradicional. É importante manter sua audiência ciente do que acontece na instituição.

3. Conteúdo institucional forte: outro ponto bem comum entre as IES privadas, é que todas possuem sites cheios de conteúdos institucionais, que falam sobre estrutura, cursos, instalações, corpo docente, preços e da história da instituição. É preciso comunicar nossos diferenciais para ajudar o estudante no processo de tomada de decisão sobre seu futuro profissional.

Como organizar seu departamento de marketing sem gastar dinheiro

Desvantagens

1.  Equipes compostas somente por jornalistas ou publicitários possuem uma dificuldade em implementar KPI’s de marketing, ou metas SMART, focadas em resultados de negócio, que no caso de IES, serão inscritos e matriculados.

Ter métricas e metas bem estipuladas é fundamental para acompanhar o ROI de marketing. Saber quanto ganhamos com cada ação de marketing é muito importante para usar bem os recursos e verbas com esse fim, além de nos mostrar quais canais são mais eficientes em resultado.

2. É fundamental produzir conteúdo evergreen, ou seja, conteúdo que não perde valor com o tempo, e que esteja alinhado com as dúvidas mais frequentes de um estudante.

3. Conteúdo institucional é importantíssimo para gerar valor com seu futuro aluno, porém ele será mais eficiente quando seu prospect já estiver no fundo do funil, dentro da jornada do estudante.

Esse tipo de conteúdo sozinho não é suficiente para gerar resultados previsíveis. É necessário expandir a comunicação para o topo e o meio do funil, conversando sobre as principais dúvidas, interesses e dores as quais seu futuro aluno pesquisa quando faz uma busca no Google.

Por que fazer Marketing offline?

Hoje, percebo 3 razões principais para realização de ações offline dentro do segmento de educação superior.

Razão 1: Caráter de atuação local ou regional

Muitas instituições possuem um caráter de atuação que se restringe a uma determinada localidade ou região, e por isso mantém ações offline tais como anúncios em jornais e periódicos locais, rádio, televisão, outdoor, backbus, entre outros.

Razão 2: Muitas instituições possuem pólos espalhados em todo o Brasil

Por isso, distribuem parte de sua verba de marketing e propaganda para atacar veículos de mídia locais, uma vez que não é possível ter uma equipe de marketing para cada pólo.

Razão 3: Diretorias tradicionais

As diretorias de instituições de ensino ainda são muito tradicionais, e mesmo sem conseguir medir o ROI de ações offline, ainda optam por usar grande parte de sua verba com esse tipo de marketing, afinal de contas, todas fazem o mesmo, e sempre fizeram.

Razão 4: Captar alunos em eventos

Algumas IES fazem um trabalho forte de captação de alunos por meio de eventos, com parcerias com escolas de ensino médio, com o poder público (muitas vezes localmente), ou entidades profissionalizantes. Esses eventos são divulgados, majoritariamente por mídias offline.

Vantagens

1. O marketing offline possui a capacidade de colocar nossa marca em evidência, isso é inegável. Visibilidade e divulgação local interessantes;

2. Oportunidade de trabalhar com veículos específicos, que sabemos que terão alcance local. Segmentação para os veículos que vão de encontro com o perfil dos estudantes;

3. Chance de estar de frente com seu futuro aluno em eventos do setor. Isso traz uma maior tangibilidade e proximidade da IES, aproximando o time de vendas dos prospects.

Desvantagens

1. Impossibilidade de se comprovar o ROI. É praticamente impossível medir o retorno do investimento de ações de mídia offline. Você sabe quantas inscrições ou matrículas você realizou por causa de um outdoor?

2. Custo alto. Normalmente quando vamos anunciar em veículos locais, iremos concorrer não somente com outras IES da região, mas também com outras empresas de outros segmentos. Isso faz com que esses veículos tenham um custo alto, devido a alta demanda local e o baixo número de ofertas para anunciar;

3. Caráter restritivo da comunicação. Atualmente, o comportamento do aluno, ou do candidato ao vestibular, mudou muito. Cada vez é mais importante ter nossa comunicação em diversos canais, tornando nossa marca omni-channel, temos mais chances de impactar nossa audiência;

4. Eventos são caros, pouco escaláveis em termos de frequência e volume de pessoas presentes, apesar de ser mais fácil comprovar o ROI desse tipo de ação;

5. Ações offline aumentam muito o CAC, por serem ações que têm alto custo de mercado e porque fica quase impossível saber quanto existe de retorno. Se você não sabe qual retorno de ações de marketing você tem, então a probabilidade do seu custo de aquisição estar ruim é bem grande;

6. Tecnologia: Talvez esse seja um dos aspectos mais críticos que tenho encontrado no mercado. Muitas das instituições as quais eu converso não possuem um software de CRM ou utilizam uma ferramenta antiga ou desenvolvida internamente.

Em alguns casos me deparo com o absurdo de falar com equipes de marketing que não tem acesso aos dados desse tipo de software ou que não tem autorização para utilizar métodos de chamada online, tais como Skype, Hangouts ou Apeear.In.

Vantagens

1. Ter um CRM desenvolvido internamente proporciona o uso de uma ferramenta com alto nível de personalização para as necessidades de cada instituição.

2. Desenvolver internamente possibilita estar livre de fornecedores de tecnologia, permitindo a tomada de decisões de maneira rápida, e reduzindo muitas vezes os atrasos na resolução de problemas técnicos.

Desvantagens

1. Ferramentas obsoletas e/ou ultrapassadas certamente aumentam seu CAC, pois você estará gastando recursos com algo que não proporciona um resultado positivo, seja para seu futuro aluno ou seja para o melhor andamento dos processos do seu time de marketing. De qualquer maneira, o custo desse tipo de ferramenta deve ser contemplado no cálculo do custo de aquisição de alunos.

2. Ter um CRM antigo ou desenvolvido internamente acarreta muitas vezes em dificuldade de integração com outras ferramentas que podem agregar no processo de automação de marketing, tais como a RD Station, Hubspot, Leadlovers e outras.

3. Frequentemente essas ferramentas internas estão ultrapassadas em relação às novas tendências de mercado, principalmente no que diz respeito a uma experiência do usuário positiva. É imprescindível que esse tipo de ferramenta melhore a experiência de sua audiência.

4. Falta de integração dos dados gerados por essas ferramentas, que ocasiona na perda de informações entre marketing e vendas. O controle desses dados auxilia na construção de metas e no acompanhamento de KPI’s.

5. Se o seu time tem acesso restrito aos meios digitais fica muito difícil de acompanhar o comportamento dos estudantes, que estão muito ativos online.

Expandir o uso de ferramentas da internet gera inteligência, permite o uso de um maior número de canais de contato (whatsapp, ferramentas de discagem, chatbots, email marketing), viabiliza contato com fornecedores, e gera uma maior sinergia com o comportamento de compra dos estudantes.

Por que fazer Marketing Digital?

Hoje é muito difícil encontrar uma IES que não faça uso de marketing digital. Porém, algumas vezes ainda encontro algumas instituições que ainda não começaram o processo de marketing digital (pode acreditar, elas existem!).

Outro aspecto comum é que todas as instituições possuem ao menos um website. Entretanto, é igualmente frequente me deparar com sites pouco estruturados, com uma UX péssima, cheios de links quebrados ou compostos de hotsites que separam a audiência entre marcas ou ofertas.

Além disso, o segmento está muito acostumado a utilizar ferozmente os anúncios pagos do Google. Apesar de que outras mídias também aparecem com frequência, esse é o canal mais usado quando consideramos a verba disponível para tais ações.

guia marketing digital

Vantagens:

1. Marketing digital aproxima sua instituição do comportamento de compra dos estudantes, que buscam muita informação no Google sobre sua carreira profissional.

2. Usar canais diversos, tais como email marketing, conteúdo/blog, mídias pagas e redes sociais, permite a diversificação dos canais de aquisição — o que expande nossa capacidade de captação de alunos.

3. Possibilidade de mensuração completa de todos os resultados, o que permite um cálculo de retorno sobre investimento e custo de aquisição acurados.

4. Possibilita uma comunicação com seu futuro aluno ao longo de todo o ano letivo, não somente durante os períodos de abertura de vagas e vestibular.

Desvantagens

Eu citaria como a única desvantagem de fazer marketing digital a falta de estrutura e planejamento interno necessários para realizar esse tipo de estratégia, e abaixo eu listo alguns desses pontos principais:

Para o marketing digital funcionar bem dentro da sua IES, é necessário você ter uma equipe composta por pessoas focadas em resultados, ou na pior da hipóteses, que seja composta por profissionais que entendam sobre definição de métricas e metas SMART, com foco em performance.

É importantíssimo não gastar toda a sua verba com mídia offline, para que você tenha a possibilidade de realizar estratégias digitais também.

Seu processo de tecnologia e as ferramentas disponíveis devem ajudar a viabilizar a transformação digital, facilitar a experiência do seu prospect, integrar os dados e informações da base e automatizar os processo de marketing, ao invés de dificultar esses pontos.

Seu time de vendas precisa estar treinado para se conectar com as leads oriundas do marketing digital, com um processo comercial bem definido, dentro de uma linha de spin selling, tratamos o processo como uma venda complexa, afinal de contas, “comprar” um curso superior não é tão simples quanto comprar um tênis, ou um aparelho celular.

Geração e Nutrição de Leads para Instituições de Ensino

Time comercial

Com uma frequência maior do que eu gostaria, encontro instituições que não possuem time de vendas (com vendedores profissionais), ou possuem apenas um time de atendimento, e com maior ocorrência um time de telemarketing.

Vantagens

1. Times de telemarketing ou atendimento permitem um volume de contatos grande, isso agiliza o atendimento, especialmente quando seu KPI diz respeito a tickets de suporte, resolução de dúvidas e entendimento de processos da sua IES.

Desvantagens

1. Um time de atendimento ou de telemarketing raramente tem capacidade comercial para transformar inscritos em matriculados, isso se deve ao fato da capacidade de venda ser pequena, pouca argumentação para habilitar uma venda, baixa capacidade de contorno de objeções, nenhuma capacidade de spin selling, ou de se fazer uma venda consultiva e complexa.

2. Times de telemarketing custam caro; se você já investiu neste tipo de solução, então você sabe melhor do que eu que telemarketing aumenta seu custo de aquisição drasticamente. Se esse time não performar bem , seu retorno sobre esse investimento será péssimo.

3. Ter um time de atendimento que não está preparado para vender profissionalmente pode ter um impacto direto no seu KPI de matrículas, ocasionando a perda de certas oportunidades que um time de vendas profissional não perderia tão facilmente.

4. Falta de métricas relacionadas ao resultado comercial; normalmente em times de telemarketing as métricas estão mais relacionadas ao volume de atividades realizadas em um dia de trabalho.

Isso é importante, mas não deveria ser a métrica principal. Para um time de vendas, a métrica principal é a conversão de oportunidades em clientes (alunos), e se o seu time não mede esse resultado, você está medindo o KPI errado!

Gostou do conteúdo e está pronto para começar uma estratégia de marketing de conteúdo? Então, confira nosso ebook e apenda como criar conteúdos para IES a partir de dados!

Como usar a automação de marketing para captação de alunos?

Se você perguntasse ao diretor de marketing de uma instituição de ensino sobre sua estratégia há 15 anos, ele provavelmente te diria algo assim:

“Nossos esforços são quase que exclusivamente baseados em reconhecimento de marca; não precisamos fazer muito mais que isso para que os alunos venham até nós.”

Quem trabalha com marketing educacional hoje em dia sabe essa estratégia está longe de ser suficiente: com uma concorrência cada vez maior, instituições de ensino agora precisam encontrar novas maneiras para se destacar na multidão e captar alunos.

Além disso, com o avanço da internet o poder de escolha está totalmente nas mãos dos alunos.

Todas as informações que ele precisa para tomar sua decisão estão a um clique de distância, e ele também pode ir a fóruns, sites e blogs para descobrir se sua instituição realmente é a melhor para ele.

Ou seja: você vai precisar (bem) mais do que um outdoor para garantir uma matrícula.

Neste cenário, a metodologia inbound cai como uma luva para profissionais de marketing da área: ao invés de tentar convencer seus possíveis alunos a estudar na sua instituição, que tal fornecer conteúdos para ajudá-los em todo o processo?

Não vou focar muito na questão do inbound aqui (você pode ler tudo sobre o assunto neste post), mas o que você precisa saber é o seguinte: ter uma estratégia inbound significa gerar muitos leads e converter alguns deles em alunos.

E é justamente para fazer isso que você precisa de automação de marketing.

Neste conteúdo você vai conhecer os principais benefícios dessa automação e aprenderá a usá-la a seu favor para conquistar muitos novos alunos!

Os pilares da automação para o marketing educacional

Uma visualização rápida para quem trabalha com marketing educacional é considerar a automação como o conjunto de ferramentas que possibilitam a criação de uma máquina que, não apenas capte alunos, mas também os convertam em matrículas de verdade.

A segunda parte é a mais importante: afinal, ter nomes e e-mails na sua base não significa muita coisa, não é mesmo?

Portanto, para ter uma máquina de automação que realmente gere alunos, você vai precisar de algumas coisas:

Noção clara e conhecimento da persona e da sua jornada de compras

Para não cair nessa de ter muitos leads desqualificados na sua base, é necessário saber exatamente quem é o seu aluno ideal, ou seja, sua persona.

Seus alunos atuais tem qual idade? De onde eles vem? O que eles esperam ganhar com o curso que você oferece? O que fez com eles escolhessem você e não outra escola ou faculdade?

Conhecer a fundo o perfil de aluno que você quer atingir é o primeiro passo para uma estratégia de automação de sucesso.

(Se você ainda não fez isso ou quer refinar a sua definição de persona, comece com a leitura das melhores práticas para construir buyer personas.)

Depois de pontuar quem é o seu aluno ideal, é hora de entender os passos que o levaram até a matrícula, ou seja, traçar a sua jornada de compras.

Muitos profissionais de marketing educacional erram ao achar que, para educação, a jornada é padrão.

O grande desafio da jornada de compras de alunos é entender exatamente o que é que sua instituição tem de tão especial que gerou uma matrícula.

Se o seu grande diferencial é um programa de intercâmbio, por exemplo, as etapas da sua jornada serão bem diferentes das de uma faculdade focada em estágios locais.

Conteúdo de qualidade para todas as etapas da jornada de compras

Ter uma jornada de compra bem definida significa muito pouco se você não possui conteúdo para preenchê-la.

Uma vez que você já entendeu as dúvidas e preocupações do aluno ao longo de seu processo de matrícula, é hora de produzir conteúdo que o apoie e eduque a cada etapa.

Uma estratégia de conteúdo para instituições de ensino é o combustível para a sua máquina de captação e geração de alunos.

E falando em conteúdo, é importante notar que muitas vezes você vai investir tempo e dinheiro produzindo conteúdos que não vão falar sobre sua instituição: se seus alunos têm dúvidas sobre o mercado de trabalho, por exemplo, é seu papel saná-las.

Lembre-se que conteúdo deve ser usado, antes de qualquer coisa, para mostrar autoridade e criar um relacionamento com seus futuros alunos.

Você estudaria em uma instituição que não confia?

Táticas inteligentes para segmentar seus leads (desde cedo)

Muitas escolas e faculdades não veem resultado em suas estratégias pois acabam gerando muitos leads e não conseguem convertê-los em alunos de verdade.

Para evitar que isso aconteça, a dica é pensar desde o início nas informações que vão te mostrar quão “fit” aquele lead é para a sua instituição e em qual momento ele está na sua jornada de compras.

A Faculdade Unyleya, por exemplo, pergunta aos futuros assinantes de seu blog se eles estão buscando conteúdos de graduação ou pós-graduação:

Pode parecer bobo mas esse tipo de informação vai fazer toda a diferença na nutrição de leads, que será o coração da sua estratégia de automação.

(Atenção: tome cuidado para não perguntar coisas demais de uma só vez para seus leads; lembre-se que ninguém gosta de formulários muito longos! Ferramentas como o progressive profiling da HubSpot te ajudam a descobrir cada vez mais sobre seus contatos na medida em que eles baixam novos materiais que você coloca no ar.)

Nutrição de leads: onde a mágica acontece

Uma vez que você já capturou leads e têm informação suficiente para saber o que eles buscam, é hora de nutri-los até que estejam prontos para se inscrever para os seus cursos ou solicitar um contato da sua equipe.

Nutrição de leads nada mais é do que o processo utilizado para entregar o conteúdo certo na hora certa para os seus contatos, ajudando-os a completar todas as etapas da sua jornada de compras.

O grande segredo aqui é a personalização: você deve utilizar as informações fornecidas pelos leads para nutri-los de forma diferenciada.

A título de exemplo, vamos supor que você é uma faculdade que oferece cursos de graduação e de pós-graduação.

Ao conversar com seus alunos atuais, você descobre que um grande atrativo para sua instituição é o programa de intercâmbio e, por isso, decide escrever um eBook sobre como fazer intercâmbio durante a faculdade.

No formulário para o download deste material, você pode perguntar duas coisas:

  • Você pretende fazer uma graduação ou pós-graduação fora?
  • Em qual continente você gostaria de estudar?

Com base nas respostas dessas perguntas você já pode nutrir seus leads de forma bastante personalizada, concorda? A ideia é segmentar seus leads em grupos de interesse (exemplo: quer fazer graduação e estudar na Europa, quer fazer pós e estudar na Ásia, etc) e criar fluxos de nutrição para cada um deles.

kit de geração de leads

Lead scoring: saiba como identificar (e priorizar) leads mais preparados para a matrícula

Você tem um campanha completa rodando para o Vestibular 2018 e gerou, ao todo, mais de 5.000 leads. Estes leads vieram de eBooks e materiais diferentes e preencheram formulários diferentes.

O problema é que seu time comercial só consegue entrar em contato com 1.000 deles. E agora?

Quando estamos trabalhando com um alto volume de oportunidades, é necessário priorizar os contatos que estão mais prontos para a matrícula. E é aí que entra o lead scoring na sua estratégia.

Essa tática permite identificar leads mais qualificados a partir de um sistema customizado de pontuação; ou seja, você mesmo indica as informações que definem um aluno mais fit e mais bem preparado para começar um curso.

Vamos supor que sua universidade só tem cursos em Belo Horizonte. Neste caso, você pode configurar seu lead scoring de forma a atribuir mais pontos para contatos de Minas Gerais do que os contatos que estão no Rio Grande do Sul.

Por outro lado, se sua universidade só tem cursos a distância, um lead mais qualificado pode ser aquele que disse que quer estudar nos próximos 6 meses, por exemplo.

A parte mais legal do lead scoring é que ele não considera apenas as informações fornecidas em formulários: é possível também usar dados de comportamento do usuário em sua qualificação.

Com o lead tracking instalado em seu site, você pode rastrear as páginas visitadas e até mesmo a quantidade de downloads de materiais de um lead.

Concorda que alguém que visitou sua página de financiamento está mais pronto para falar sobre matrícula do que alguém que só baixou alguns eBooks no seu blog? Pois é; o lead scoring vai te mostrar exatamente quem são estes contatos.

A cereja do bolo: integração entre marketing e vendas!

Você já conversou com algum vendedor que parecia entender completamente suas necessidades e sabia tudo sobre os seus interesses? Se sim, não foi uma experiência bem melhor?

Pois é: esse tipo de abordagem consultiva pode fazer maravilhas, principalmente quando comprar seu produto significa fazer um investimento significativo — como é o caso em educação, via de regra.

Para fazer isso, é preciso munir os seus vendedores com todas as informações possíveis sobre o prospect e sua jornada de compras.

Um bom software de automação te permite fazer não só isso: ele integra toda a inteligência de marketing aos seus processos de vendas, integrando-os de forma a aumentar (e muito!) a produtividade e performance de sua equipe.

Como escolher uma ferramenta?

Se você não sabe muito sobre automação de marketing, os tópicos acima devem ter parecido um tanto complicados e complexos, não é mesmo?

Bom, nem tanto. Dependendo do software utilizado, sua estratégia de automação pode ser configurada de maneira bem simples, te deixando apenas com a responsabilidade de analisar seus resultados e otimizar sua estratégia de tempos em tempos.

Mas como escolher a ferramenta de automação ideal?

Essa é uma pergunta bastante válida, principalmente porque o mercado está cheio de opções.

No final do dia, a verdade é que sua escolha vai depender da sua necessidade de uso: quantos contatos você terá circulando na sua estratégia, quão complexa é sua regra de nutrição e como você vai integrar toda sua estratégia de marketing com sua estratégia de vendas.

Mas, para você ver na prática os resultados que algumas instituições estão tendo com softwares diferentes, separei 2 cases do mercado abaixo:

  • A Faculdade Unyleya utilizou a Hubspot em parceria com a Rock Content para acelerar seu processo de captação de alunos. O resultado? Um ROI estimado de 881% em menos de um ano de parceria. Entenda a fundo como isso foi possível utilizando conteúdo e automação de marketing neste post.
  • A Impacta, por sua vez, utilizou o RD Station para entender melhor suas personas e personalizar a mensagem com elas. Utilizando automação de marketing, hoje eles convertem cerca de 80% de oportunidades em alunos! Esse post explica a fundo como eles fizeram isso.

Conclusão

Neste post eu procurei te mostrar a importância (e o potencial) da automação de marketing para a estratégia digital da sua IES.

Espero que a leitura tenha te ajudado a entender melhor como esse tipo de software pode ajudar a converter oportunidades em alunos, e maximizar o sucesso da sua instituição.

Mas uma nota deve ser feita aqui: de nada adianta ter a melhor ferramenta de automação do mercado se você não tem combustível — ou conteúdo — de qualidade.

Se você quer saber mais sobre como produzir conteúdo adequado para sua estratégia de automação, não deixe de conhecer o nosso material completo sobre aplicação do Marketing de Conteúdo em Instituições de Ensino!

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Entenda o que é EAD e quais são as vantagens dessa modalidade de ensino

Entenda o que é EAD e quais são as vantagens dessa modalidade de ensino

O conceito de EAD (ensino a distância) ganhou popularidade rapidamente à medida que o acesso à tecnologia pela população se tornou cada vez maior. Descubra, neste post, tudo sobre essa modalidade de ensino e compreenda quais são seus principais benefícios!

Você provavelmente já ouviu falar sobre o que é EAD por aí. Presente em propagandas na TV, rádio e internet, a ideia de obter um diploma de Ensino Superior de forma prática e remota vem conquistando estudantes não apenas em nosso país, mas em todo o mundo.

Questões financeiras, barreiras geográficas ou limitações na rotina são fatores que podem, infelizmente, impedir a realização de um grande sonho.

Porém, com o acesso cada vez mais fácil à internet, foi possível quebrar barreiras que, por muito tempo, limitaram a carreira e o futuro de milhares de pessoas.

Consequentemente, surgiu o ensino a distância. O método, que tem como base a utilização da tecnologia para formar profissionais em todo o mundo, é repleto de vantagens que muitas vezes passam despercebidas em meio ao preconceito que envolve “estudar em casa”.

Neste post, vamos mostrar o que é EAD, quais são suas maiores vantagens e por que a ideia pode ser sim a melhor opção de estudo e aprendizado para você!

O que é EAD?

EAD, sigla para ensino (ou educação) a distância, é uma modalidade de ensino que surgiu e ganhou popularidade junto com os grandes avanços da tecnologia, principalmente da internet.

É possível se matricular em cursos de Graduação, Pós-Graduação e Especializações em geral e realizar a carga horária do curso a distância. Não é preciso cumprir horários fixos, ir até a faculdade todos os dias ou lidar com processos que, para muitas pessoas, são um empecilho na hora de estudar.

Essa é uma das vantagens que o EAD trouxe para a educação: possibilidade de conciliar estudo e trabalho (entre outros compromissos) ou, em vários casos, levar conhecimento para pessoas que vivem em áreas não contempladas por instituições de ensino.

Toda a informação necessária para o aluno estará disponível online. Aulas, material didático, calendários e informações sobre professores, alunos, eventos e momentos nos quais será preciso se dirigir à instituição podem ser acessados em poucos cliques.

organização e o empenho nos estudos são de extrema importância: da mesma forma que um freelancer lida com desafios envolvendo a gestão do próprio tempo e rotina, um “estudante a distância” também precisa ter muita disciplina e autonomia para explorar ao máximo o que o curso tem a oferecer.

Antes de se matricular em um curso, fique atento às modalidades de EAD disponíveis, já que algumas exigem uma maior participação presencial do aluno.

Não se preocupe, falaremos mais sobre elas a seguir!

Quais são os tipos de EAD existentes no mercado?

Existem duas modalidades de participação no EAD: semipresencial e a distância.

A primeira delas é realizada quando o aluno cursa uma boa parte da grade curricular pela internet, mas precisa se dirigir com maior frequência à faculdade para assistir a algumas aulas e realizar atividades práticas.

No curso a distância, a definição do MEC é que a carga horária seja composta em 80% por atividades a distância e 20% por atividades presenciais. Por isso, é importante estar atento: busque uma instituição que ofereça polos presenciais acessíveis ou próximos à sua casa/trabalho.

Além das duas principais modalidades citadas acima, existem vários tipos de cursos EAD em oferta no mercado. Veja agora quais são eles!

Ensino Fundamental e Médio

Quem não teve a oportunidade de concluir a educação básica ou média na época “correta” pode recorrer ao EAD para conquistar o diploma. Isso pode ser feito a partir do ensino integral de cada série ou dos supletivos online.

Nível técnico

Os cursos técnicos, que têm o objetivo principal de formar habilidades específicas no aluno — em um nível abaixo do superior, porém muito importante para o ingresso no mercado de trabalho — também podem ser feitos a distância.

Tecnólogo, Bacharelado e Licenciatura

Seguindo a “linha de evolução” da educação, depois de se formar no Ensino Médio, é possível optar por um curso superior a distância. Entre as possibilidades desse tipo de graduação estão os cursos Tecnólogos, de Bacharelado e de Licenciatura, assim como acontece nas faculdades presenciais.

A diferença é que alguns cursos específicos não podem ser oferecidos na modalidade EAD, como Medicina, Psicologia, Medicina Veterinária, Geologia e Odontologia.

Pós-graduação

A oferta de Pós-graduação a distância também é crescente, principalmente pela dificuldade que os formados podem encontrar na hora de conciliar a carreira com mais anos de estudo.

Atualmente, existem inúmeras opções de Especializações, MBAs e até mesmo Mestrados que podem ser cursados via EAD.

Cursos livres

Esse tipo de EAD não oferece grau de formação como os citados anteriormente, mas é de extrema importância para aumentar a gama de conhecimentos do profissional ou destacá-lo dos demais em um mercado altamente competitivo.

Os cursos livres podem tratar de inúmeros assuntos — de marketing de conteúdo a finanças, passando por línguas estrangeiras e artes.

Uma grande vantagem deles é que, principalmente devido à maior facilidade de produzir e distribuir conteúdo online, os temas abordados podem ser infinitamente mais atuais, relevantes e contextualizados com o mercado quando comparados com cursos tradicionais.

Muitos deles, inclusive, vêm se tornando pré-requisitos para a participação em processos seletivos, justamente por sua qualidade e popularidade.

Curso Marketing de Conteúdo

Quais são as principais vantagens da modalidade?

Conforme apontamos no início do post, o EAD veio para ajudar muita gente que, sem ele, provavelmente não teria acesso ao Ensino Superior — ou o teria com extrema dificuldade.

No entanto, não podemos negar que as práticas de ensino a distância são vistas por muitas pessoas com desconfiança, as quais questionam se seria possível se formar apenas estudando pelo computador.

Sim, é possível e cada vez mais frequente em uma sociedade que, dia após dia, lida com novos avanços relacionados à tecnologia e ao acesso à informação. É importante ter em mente que toda mudança gera estranhamento, o que faz com que as reações divergentes sobre a nova possibilidade de estudo sejam naturais.

Listamos, a seguir, as principais vantagens do EAD. Quem sabe assim você não descobre informações importantes em que muita gente nunca nem parou para pensar?

Quebra nas barreiras geográficas

Se você vive em uma capital, grande cidade ou até mesmo em localidades menores, porém com estrutura suficiente (mesmo que seja de cidades vizinhas) para estudar, é compreensível que a ideia de barreira geográfica nunca tenha passado pela sua cabeça.

Porém, nos casos de pessoas que vivem em cidades muito pequenas ou naquelas cujas instituições de ensino oferecem um leque limitado de cursos, o sonho do diploma pode se transformar em frustração.

Para você ter uma noção em números, o IBGE aponta que, no Brasil, existem 5.570 municípios. Desses, pouco mais de 60% são rurais! Ou seja: o acesso à Educação Superior, em inúmeras cidades, é precário ou até mesmo inexistente.

A criação, o desenvolvimento e a popularização da modalidade a distância surgiram como uma possibilidade promissora em meio à falta de oportunidade de capacitação em áreas não contempladas pelo ensino presencial.

Aumento na praticidade

Trabalho, estudos, casa, família. Conciliar todas as obrigações pode se transformar em uma tarefa praticamente impossível. O fato se agrava quando a distância entre o trabalho e a faculdade é grande ou quando a presença nos dois lugares dentro dos horários impostos é complicada.

A possibilidade de estudar não apenas de casa, mas de todo lugar em que houver um computador e conexão à internet, ajuda aquelas pessoas que não podem se dedicar ao ensino presencial.

Entre administrar mil compromissos de forma mediana, se desdobrando e correndo para dar conta de tudo em prol do “ensino tradicional”, e ter a comodidade de se dedicar aos estudos de forma apropriada e com qualidade, a segunda opção obviamente é melhor, não é mesmo?

Redução de custos

Estudar em uma instituição de ensino presencial é realmente mais caro do que na modalidade EAD. Apontamos abaixo os principais motivos que fazem do ensino a distância uma opção mais acessível:

  • os gastos com a estrutura física são infinitamente menores, já que não é preciso alocar alunos diariamente;
  • não existe um limite específico de alunos por curso, o que acaba barateando a mensalidade;
  • a mão de obra necessária é menor e, com isso, a mensalidade também fica mais barata.

Qualidade no ensino

É falsa a ideia que muitas pessoas têm de que apenas a modalidade presencial oferece um ensino de qualidade.

Da mesma forma que o MEC avalia os cursos presenciais, os que se encaixam na categoria EAD também são continuamente avaliados pelo Ministério, o que certifica sua qualidade.

Dessa forma, tenha muita, mas muita atenção mesmo na hora de escolher a instituição de ensino, afinal, assim como em outros ramos de atuação, na educação existem muitas empresas fraudulentas que vendem algo que não é real.

Diplomas dos cursos EAD reconhecidos pelo MEC têm a mesma validade que os realizados de forma presencial, ou seja, seu diploma não valerá menos que o de alguém que se formou naquela faculdade popular da cidade.

É preciso trabalhar com a desconstrução dos preconceitos que envolvem a educação a distância, e a melhor forma de fazê-lo é ler, pesquisar e se informar muito sobre o assunto.

Se você conseguiu compreender o que é EAD e pensou na possibilidade de iniciar os estudos o quanto antes, não deixe de ver nossa lista com 41 cursos onlines e gratuitos!

Inbound Marketing para o setor Educacional

9 vantagens em usar Marketing de Conteúdo na sua Instituição de Ensino

Não é tarefa fácil para Instituições de ensino atrair, converter e reter alunos.

Estamos falando de um mercado muito competitivo, com um público altamente segmentado de acordo com determinadas áreas do conhecimento, nível técnico, poder de compra, limitações geográficas e muito mais.

Por isto, as IEs que querem ser a escolha número 1 para alunos têm que criar um diferencial. É aí que usar técnicas de Inbound Marketing, mais precisamente o Marketing de Conteúdo, podem te ajudar a sair na frente.

O grande diferencial do Marketing de Conteúdo é atingir as pessoas com problemas que sua Instituição de Ensino pode resolver.

Quando se anuncia na TV aberta, por exemplo, você está atingindo vários potenciais alunos, mas também um caminhão de pessoas que não tem o menor interesse em quem é você.

Cada pessoa que você atinge e que não tem interesse na sua IE é dinheiro investido em vão. E é aí que empresas que usam o Inbound Marketing e o Marketing de Conteúdo se diferenciam.

Caso queira entender melhor como funciona o Marketing de Conteúdo, antes de descobrir como ele pode ajudar sua IE, vale a pena ler este artigo completo!

Mas afinal, como o Marketing de Conteúdo pode ser vantajoso para uma Instituição de Ensino?

1. Atingir a pessoa certa no momento certo

É a base de todo o conceito de Inbound Marketing e não deixa de ser verdade para IEs. Produzir conteúdos que geram valor irá atrair os potenciais alunos no momento perfeito: quando eles quiserem e precisarem!

Por não ser invasivo, o marketing de conteúdo garante que quem chegou até você se interessou pelo que você tem a dizer e está apto a estabelecer uma relação de confiança com sua empresa.

2. Posicionamento e visibilidade para sua marca

Cada conteúdo que você coloca online é como uma loja virtual que funciona 24 horas por dia, todos os dias. Através dele alunos acessam seu blog, conhecem mais sobre temas do interesse deles e acabam construindo uma relação com sua marca.

É assim que você transforma visitantes em leads e depois em oportunidades para seu time de vendas!

Em uma estratégia de conteúdo bem feita, em que seus posts ocupam lugares altos nas páginas de pesquisa do Google, sua marca estará sempre visível aos olhos dos seus potenciais alunos.

A medida que você escala sua produção de conteúdo, é cada vez mais provável que sua persona encontre você e entre no seu funil de marketing.

3. Credibilidade e confiança

É muito mais provável que você confie em alguém que prova estar do seu lado, te ajudando e mostrando caminhos. Uma relação consumidor—empresa funciona da mesma forma.

E isto é ainda mais visível quando falamos de instituições de ensino! Se um aluno já consulta seus materiais como fonte de estudo e sabe do seu interesse em criar conteúdo de valor, ele já possui uma relação de confiança e credibilidade com você.

Não preciso nem falar do valor disto no momento dele escolher seu futuro acadêmico, certo?

4. Equipe de vendas trabalhando em cima de oportunidades

Com a equipe de marketing funcionando para trazer pessoas que já demonstraram interesse em seus conteúdos e cursos, sua equipe de vendas tem mais tempo para converter oportunidades reais.

O último passo antes da matrícula nem sempre é fácil, e ter profissionais dedicando seu tempo nisto e não em prospecção de alunos desengajados ou fora do perfil da sua IE garante mais sucesso na hora de fechar vendas!

O trabalho é igualmente poupado no momento da renovação. A confiança construída pelos conteúdos de qualidade que você gerou pesam em seu favor no momento de estender o vínculo entre aluno e IE. Com renovações mais certeiras, sua equipe de vendas tem novamente trabalho reduzido, e pode gerar mais com menos.

5. Marketing 24 horas por dia, 7 dias por semana

Nada de pagar altos valores por alguns minutos de programação. Como dito anteriormente, um conteúdo que você coloca online estará sempre a disposição para pessoas que precisem.

É com o tempo que vemos a “mágica” do Marketing de Conteúdo funcionar. Um conteúdo que você escreveu a anos continua rendendo acessos e leads, à medida que pessoas continuam se interessando por ele e o encontrando nos resultados do Google!

Você vai aos poucos montar uma ferramenta de criação de oportunidades que funciona praticamente sozinha.

6. Melhora na taxa de conversão Leads em Alunos

Os leads que chegam organicamente tem mais chance de engajar com seu conteúdo e construir uma relação de confiança com sua marca.

Leads mais engajados e confiantes estão muito mais próximos de se matricular na sua IE, em vez de abandonarem a compra na metade. O marketing de conteúdo vai fazer sua taxa de conversão subir muito!

7. Fortalece a relação entre a IE e o Aluno

A sua relação com um possível aluno já começa com base em ensino. Eles recorrem a você como fonte de conhecimento antes mesmo de serem alunos da sua instituição.

Com a construção da confiança e credibilidade, você garante uma relação mais forte entre IE e aluno, facilitando no momento da matrícula e na retenção de estudantes.

8. Resultados mensuráveis

Outro pilar do Marketing de Conteúdo, a capacidade de mensurar resultados também é um grande diferencial para uma IE.

Ao identificar o que está dando certo e errado em sua estratégia, você pode tomar ações que você sabe que trarão mais resultados em termo de número de matrículas e retenção de alunos.

9. Aumento do ROI

O Retorno sobre Investimento (ROI) vai aumentar, visto que sua equipe conseguirá gerar mais resultados em termos de matrículas e retenção de alunos com menos recursos.

O Marketing de Conteúdo é um investimento relativamente barato e que traz ótimos resultados a longo prazo.

Vantagens não faltam para que você comece a usar o Inbound Marketing hoje mesmo! Mas nem sempre é fácil começar. Não adianta começar a escrever para seu blog e esperar gerar vendas milagrosas.

Marketing de Conteúdo requer um planejamento e documentação da sua estratégia, além de acompanhamento constante das suas principais métricas.

Pensando nisto, a Rock Content desenvolveu um ebook gratuito para te ajudar a entender como aplicar o Marketing de Conteúdo e o Inbound em sua Instituição de Ensino. Quer conferir? Baixe o material completo através deste link!

Marketing de Conteúdo e Inbound para o setor educacional

Inbound Marketing educacional

Como aumentar os resultados de uma instituição de ensino com Inbound Marketing Educacional

A maneira como se faz o marketing para Instituições de Ensino (IES) mudou. Se antes a maior parte dos investimentos se concentrava na mídia física e eventos, hoje os recursos digitais permitem a utilização de ferramentas de marketing digital para aquisição de alunos.

Redes sociais, blogs, e-mail marketing, automação… Tudo isso traz uma vasta gama de oportunidades não apenas para recrutar novos estudantes, mas também manter aqueles que já fazem parte do corpo estudantil.

Mas você sabia que uma das mais bem sucedidas estratégias da web na atualidade reúne todos os conceitos descritos no parágrafo anterior?

Trata-se do Inbound Marketing, uma prática que busca transformar meros visitantes de um blog em potenciais clientes. Ele é utilizado em diversos ramos, trazendo resultados positivos para empresas de todos os tamanhos e nichos de mercado.

Se você quer aprender a utilizá-la em sua Instituição de Ensino, chegou ao lugar certo. Neste artigo, você descobrirá todos os segredos do Inbound Marketing Educacional e aprenderá, de uma vez por todas, a conquistar e reter alunos em sua IES! Continue a leitura e confira!

O que é Inbound Marketing: o recurso mais poderoso da internet

Antigamente, quando o marketing tradicional (ou Outbound Marketing) era o centro das atenções no ambiente corporativo, investia-se muito em mídia. Comerciais de TV, anúncios no rádio, jornais e revistas, materiais gráficos distribuídos ou veiculados etc.

Haviam dois grandes problemas nisso. Primeiro, a comunicação era unidirecional. Ou seja, quando um consumidor tinha contato com a marca, ele apenas recebia a mensagem e não interagia (exceto em raras exceções, como eventos, por exemplo).

A comunicação de mão única não cabe mais nos dias atuais. É necessário estabelecer um diálogo, criar uma relação de confiança e conquistar credibilidade antes de fechar um negócio.

A segunda adversidade era a dificuldade em segmentar e medir os resultados. Em um outdoor, por exemplo, é impossível saber quem viu o anúncio, de modo que essa é uma prática generalista, uma comunicação para todos.

Até mesmo em veículos onde é possível dimensionar o alcance, como o rádio e a TV, é impossível direcionar os investimentos.

Com a criação do Inbound Marketing, surgiu um novo paradigma, onde tudo pode ser medido e avaliado. Com isso, é possível realizar ajustes e atingir diretamente às pessoas que realmente importam e podem fechar um negócio.

Além disso, uma das principais características dessa estratégia é que você não terá que se preocupar em atingir uma grande variedade de pessoas. Pelo contrário, o usuário e potencial aluno é o responsável por encontrar a empresa e iniciar o diálogo por si mesmo.

Também conhecido como marketing de entrada (justamente pelo fato de que a iniciativa parte do consumidor), seu índice de sucesso é muito maior.

Isso porque não é necessário o dispêndio de recursos que atingem uma grande quantidade de consumidores, incluindo aqueles que não têm o menor interesse em negociar. Ele é focado apenas em pessoas que realmente se interessam pelo seu serviço. Ou seja, um tiro certo.

O Inbound Marketing Educacional: captando alunos por meio do funil de vendas

Eis aqui um termo que você provavelmente já ouviu (até porque é o nome deste blog): Marketing de Conteúdo.

Basicamente, consiste na criação de conteúdo relevante com diversificados objetivos. E em diferentes formatos, como artigos para blogs, ebooks, vídeos, apresentações de slides, materiais de auxílio, podcasts, entre outros.

O Marketing de Conteúdo é o alicerce principal do Inbound Marketing, sendo utilizado em todas as etapas do funil de vendas.

A partir de agora, você conhecerá mais sobre essa metodologia de sucesso, que o ajudará a atrair,converter e fidelizar alunos para a sua IES.

Persona: o seu cliente ideal

Toda campanha de marketing começa com o planejamento. Ou seja, quando, como e onde os recursos investidos serão utilizados.

Uma das mais importantes ações nessa etapa consiste na definição da persona. Em resumo, trata-se de um personagem fictício que tem como principal objetivo definir o seu cliente ideal. Assim, será possível se comunicar exatamente com as pessoas que podem vir a se tornar clientes.

Diferentemente do conceito de público-alvo, mais generalista e antiquado, a persona é única. Vejamos um exemplo para uma faculdade que oferece cursos de graduação:

André, 18 anos, estudante. Ele acabou de se formar e ainda não está certo sobre o curso que prestará na graduação. A pressão da família e a ausência de direcionamento são seus maiores obstáculos. Também tem dificuldades em organizar a rotina, já que estudar para o vestibular consome quase todo o seu tempo livre. Utiliza as redes sociais nos intervalos de estudos.

Perceba que André tem diversos problemas que precisam de solução. E a sua função é ajudá-lo nisso. Provavelmente ele terá grande interesse em um artigos que revelem as peculiaridades de cursos específicos, por exemplo.

Se a sua Instituição de Ensino oferece o curso de engenharia elétrica, pode ser uma boa ideia criar um texto com o título “Por que você deveria escolher o curso de engenharia elétrica?”. Isso cria afinidade, empatia e certamente resolve algumas de suas dúvidas.

Perceba que seus objetivos e problemas estão bem definidos. Também já temos o canal principal de comunicação: as redes sociais.

O passo seguinte consiste em encontrar soluções para a persona. Como a sua IES pode ajudá-lo? A partir disso, é possível traçar um plano de marketing para alcançá-lo com sucesso.

Um detalhe importante: a persona deve se concentrar no tomador de decisões, o que pode variar, principalmente em Instituições de Ensino.

Quem decide o curso de um MBA, pós-graduação ou mestrado, por exemplo, é o próprio aluno. No caso de escolas infantis, no entanto, a decisão cabe aos pais.

Há também um meio termo, que é o caso de alunos do ensino médio, cujo parecer geralmente é compartilhado. Nesse caso, é possível criar duas personas distintas. Mas lembre-se de não exagerar. O excesso pode acabar prejudicando a execução da estratégia.

Atração: chamando a atenção do tomador de decisões

Agora inicia-se o processo do funil de vendas. Na etapa da atração, o principal objetivo é atrair o máximo de pessoas que podem se interessar pelos serviços educacionais para o seu blog. Graças a isso, é a fase na qual mais se produz conteúdo.

O meio para conseguir isso é a criação de artigos relevantes para a sua persona. Por isso, focaremos no André, nosso personagem fictício citado no tópico anterior. Outros artigos relevantes para ele seriam:

  • Saiba como se preparar para o vestibular sem abrir mão da sua vida social
  • O que fazer quando se sentir inseguro com relação ao seu curso de graduação
  • Pressão familiar: aprenda a dialogar com os seus pais sobre a sua jornada estudantil

Tenha em mente que a sua função é ajudá-lo e não falar sobre a sua escola ou universidade. Isso será feito mais tarde, quando ele demonstrar um interesse real.

Mas apenas redigir os artigos não é suficiente. É preciso que eles cheguem até a sua audiência. Pense um pouco: onde você acha que o seu potencial aluno pesquisará para resolver seus contratempos?

No Google, é claro!

Os mecanismos de buscas são o meio mais utilizado para realizar pesquisas na internet, principalmente o nosso amigo do logotipo colorido.

Mas não se engane, é difícil conquistar as primeiras posições dos resultados de buscas. O lado bom disso é a existência do SEO (Searching Engine Optimization, em português Otimização para Mecanismos de Buscas).

Basicamente, são técnicas que visam colocar as páginas de um blog no topo do Google, gerando assim uma grande quantidade de tráfego.

Para isso, é preciso encontrar palavras-chave relevantes, proporcionar uma experiência única para o usuário e obedecer algumas regrinhas de boas práticas. Você pode saber mais sobre isso neste artigo.

Ao fim de cada um dos seus textos, será inserido um CTA (call to action, em português chamada para a ação), que estimulará uma nova ação.

Elas podem ter outras funcionalidades estratégicas, mas a ideia principal é que o visitante inscreva-se em sua newsletter, passando para o próximo estágio do funil de vendas. No marketing, aos assinantes da newsletter, dá-se o nome de lead.

Conversão: estimulando um relacionamento duradouro

A conversão é um dos pontos-chave do Inbound Marketing Educacional. Afinal, é quando o seu potencial aluno inicia um diálogo com a marca e solicita que você envie outros conteúdos relevantes. Ele deu início a um relacionamento.

Agora que você possui o seu email, poderá enviar mensagens regulares, em um processo denominado fluxo de nutrição. A ideia aqui é estabelecer uma comunicação rotineira que ajude a persona a solucionar seus problemas.

Use o email marketing com parcimônia, pois a relação deve ser saudável. Durante esse processo, o André passará a confiar na sua marca. Afinal, você está ajudando-o frequentemente, facilitando sua vida.

Nessa fase, é uma ótima ideia investir também em outros formatos de conteúdo. As videoaulas, por exemplo, podem trazer altos índices de engajamento.

Planilhas de estudo, ebooks, apresentação de slides utilizadas durante as aulas, webinars para tirar as dúvidas dos estudantes, manuais de aprendizado e materiais de auxílio também são ótimos para ajudar a persona.

Aqui, cabem também os questionários, que podem solicitar outras informações do usuário, enriquecendo o seu banco de dados.

Fechamento do negócio: enfim, a venda

Você se lembra quando falamos que a automação é um aliado importante na execução de estratégias de Inbound Marketing? Pois é, a partir do momento que o usuário inscreveu-se em sua newsletter, você passa a ter dados importantes sobre ele.

Por exemplo, os níveis de engajamento dos leads. As plataformas de email marketing são responsáveis por classificar o quanto os cadastrados interagem com as mensagens. Aberturas de emails, cliques nos links, downloads realizados, vídeos assistidos…

Quando elas identificam que um usuário consome uma boa quantidade do que você oferece, em um processo conhecido como lead scoring (ou pontuação de leads), é chegado o momento de fazer uma oferta.

Esse usuário iniciou um diálogo com a sua IES por conta própria e foi ajudado por ela em diversos momentos. Então as chances de ele optar pelos seus serviços educacionais são grandes.

Viu só? Esse é exatamente o grande diferencial do Inbound Marketing. Antes de iniciar o processo de negociação, uma conexão é estabelecida. Assim, as chances de sucesso aumentam muito.

Encantamento: retendo alunos

No mundo corporativo, é muito mais fácil (e barato) manter um cliente do que conquistar novos. Nas Instituições de Ensino, não é diferente.

Utilize todos os canais de comunicação para engajar o seu usuário. Continue enviando materiais de apoio e servindo como alicerce para seus estudos.

Essa etapa é particularmente especial no ramo educacional, já que os alunos querem permanecer no local onde construíram uma rede de relacionamento. Então é preciso manter a sua confiança para estimulá-lo a fazer a rematrícula no semestre seguinte.

Avisos, quadros de horários, notificações de reuniões e datas festivas também podem entrar nessa conta. Além disso, a inclusão de descontos e promoções são ótimos recursos para manter o aluno na sua IES.

Com essas ações, certamente ele estará inclinado a permanecer com você por mais tempo.

Estratégias para auxiliar o funcionamento do Inbound Marketing em IES

De maneira geral, o Inbound Marketing é efetivo em qualquer segmento de negócio. Porém, nas Instituições de Ensino, há algumas práticas recomendadas. Veja algumas delas a seguir:

Invista no SEO local

Por serem negócios físicos, é extremamente recomendado que se invista no SEO local. Incluir palavras-chave como o nome da sua cidade ou bairro e indicações de locais onde resolver burocracias é uma boa ideia.

Alie o online e o offline

Como as pessoas estão muito próximas em Instituições de Ensino, pode ser uma boa ideia coletar leads durante as aulas e em eventos como reuniões, palestras e festas.

Engaje os seus alunos nas redes sociais

Geralmente o público em IES é muito engajado nas redes sociais. Descubra quais canais mais valiosos para a sua persona e lembre-se de atualizá-lo frequentemente. Inclusive, grupos de WhatsApp e no Facebook podem ser utilizados para aumentar ainda mais as interações.

Meça seus resultados

Em qualquer estratégia digital, é muito importante acompanhar as métricas e desenvolver novas ações para cada um dos canais utilizados. Nesse sentido, ferramentas como o Google Analytics, Facebook Insights e outros recursos de colheita de dados são valiosas.

Segmente a sua base de leads

Em casos de Instituições que oferecem serviços para diversos públicos, é interessante segmentar a base de leads. Alunos do ensino médio terão problemas diferentes dos mais jovens, por exemplo. Então tente criar fluxos de nutrição específicos para cada grupo.

E então, gostou de conhecer mais sobre o Inbound Marketing Educacional? Então saiba também como criar conteúdos para o blog da sua IES e aumente ainda mais o seu conhecimento!

Entenda como a transformação digital ocorre no ensino superior

Saiba como a transformação digital ocorre no ensino superior

Ouvimos falar diariamente no avanço da tecnologia e em como ela afeta nossas instituições e nosso modo de vida. A educação não é exceção nesse panorama de mudanças, uma vez que evolui paralelamente aos processos de comunicação, de construção de conhecimento e de compartilhamento de informação.

Sabemos que você, enquanto gestor de uma IES, se preocupa com os desdobramentos dessa transformação na gestão acadêmica e na experiência pedagógica.

Por isso, vamos mais uma vez refletir juntos sobre o presente e o futuro da educação superior no Brasil!

Reserve 10 minutos de seu tempo e faça uma boa leitura.

A transformação digital como um fenômeno holístico

O primeiro passo para compreender como ocorre a transformação digital no ensino superior é enxergá-la como um fenômeno macro e holístico.

Quando falamos em machine learning, big data, armazenamento em nuvem, ensino híbrido, metodologias ativas de aprendizagem e secretaria virtual, por exemplo, não estamos nos referindo a funcionalidades e abordagens distintas e isoladas, e muito menos a aspectos da vida acadêmica que não dialogam entre si.

Pelo contrário, estamos lidando com diferentes manifestações de uma mesma tendência.

Essa tendência é o avanço da tecnologia e como ela impacta a maneira com que a educação superior é estruturada, tanto em nível administrativo quanto em nível pedagógico, virtual e presencialmente.

A transformação digital e como ela impacta a formação acadêmica

A revolução na construção de conhecimento já está modificando como as IES mais tradicionais enxergam a educação. Qualquer instituição de ensino, hoje, precisa oferecer abordagens mais alinhadas às expectativas das gerações que ingressam no ensino superior e no mercado de trabalho.

O reconhecimento pelo MEC de diferentes modalidades de ensino e formação já é um indício desse processo. Novas formas de aprender e de ensinar, de interagir, de realizar trabalhos, tirar dúvidas e de alcançar resultados pré-estipulados batem à porta de universidades nacionais e internacionais.

Perceba que não se trata de uma corrida, e sim de um circuito de adaptações à vida contemporânea.

Tablets notebooks em vez de cadernos e livros; bibliotecas digitais no lugar de bibliotecas físicas; ambiente virtual substitui ou complementa a sala de aula; realidades virtual e aumentada revolucionam o ensino de assuntos e matérias.

O conhecimento em si mudou; de paradigmas imutáveis a conceitos multidisciplinares e adaptáveis. Assim como a preparação que se espera de um profissional recém-formado, que cada vez mais engloba um leque de competências comportamentais além das técnicas.

A automatização de processos e como ela impacta a gestão acadêmica

Assim como a experiência da formação superior se transforma para alunos e professores, a área administrativa segue a mesma tendência. Hoje, há inúmeras ferramentas e sistemas de gestão acadêmica que permitem aos gestores de IES um controle muito maior sobre docentes, estudantes, fluxos e processos.

Do armazenamento de informações na nuvem ao atendimento virtual ao aluno, todos os fluxos administrativos tendem a ser transferidos para o âmbito digital.

O objetivo? Proporcionar aos estudantes uma experiência de aprendizagem mais eficiente, significativa e dinâmica.

Perceba que, do ponto de vista do aluno, que passa a se conectar ao sistema e a executar ações pelo próprio smartphone, essa tendência só traz vantagens.

Paperless

Tornar-se livre de registros impressos — ou reduzir drasticamente sua quantidade — é um direcionamento cada vez mais presente nas IES nacionais. Paperless é uma expressão que significa “sem papel” e descreve uma tendência que promete agilizar processos lentos e onerosos.

Emissão de certificados, boletos e históricos, efetuação de matrículas e rematrículas, monitoramento de notas e indicadores de desempenho, comunicação interna e externa e até negociação on-line são alguns exemplos de ações agilizadas por um sistema de gestão acadêmica automatizado.

Cuidado e segurança com informações

Hoje, uma IES que segue uma gestão tradicional acumula uma quantidade exorbitante de dados impressos, que muitas vezes são armazenados e não têm utilidade alguma.

Essa situação é inevitável — já que documentos são o resultado de todos os processos comunicativos entre IES e alunos —, a menos que você adote um sistema de gestão automatizado.

Com os novos recursos de TI, como o armazenamento em nuvem, essas informações se tornam imediatamente disponíveis aos diretores, que passam a monitorar o desempenho do corpo estudantil por matéria, curso ou período letivo. Além disso, elas resultam em maior suporte aos colaboradores na superação de entraves cotidianos e auxiliam as tomadas de decisão.

Esse envolvimento mais próximo da gestão com o dia a dia do aluno aumenta a probabilidade de sucesso para ambos!

Melhoria nos índices de retenção

Outra das funções impactadas pela transformação digital é o controle sobre a evasão e inadimplência. Com a automatização de processos e recursos, há maior eficiência e agilidade no controle das causas e na implementação de medidas contingenciais para esses desafios.

Todos os dados digitalizados e armazenados são transformados em gráficos e relatórios informativos que permitem aos gestores monitorar a satisfação dos estudantes e buscar formas inovadoras de solucionar cada caso.

Os benefícios da transformação digital no ensino superior

Como você pôde notar, a transformação digital no ensino superior é um processo holístico de alinhamento entre educação, recursos tecnológicos e necessidades das novas gerações de estudantes, bem como do mercado de trabalho.

Trata-se de uma revolução que permeia a IES em duas frentes: pedagógica e administrativa. Pedagógica no sentido de que afeta a experiência dos alunos com o ensino fornecido pela instituição, e administrativa porque modifica processos e fluxos internos, fazendo da gestão uma vantagem competitiva e tornando-a mais apta a lidar com a quantidade de informação produzida anualmente.

Esse movimento, conforme mencionamos no início deste artigo, não ocorre de forma isolada. Pelo contrário: ele se manifesta na busca por integração e harmonização entre alunos, diretores e colaboradores. Seu resultado direito é garantir a fluidez, agilidade e eficiência de todos os processos acadêmicos.

A transformação digital não é o futuro, e sim o presente das IES. Ela já afeta a forma com que o conhecimento é construído e compartilhado, bem como os processos comunicativos.

Hoje, sabemos que o mercado educativo apresenta um potencial enorme, em grande parte alavancado pela tecnologia. A competitividade, no entanto, também é massiva. Nesse cenário, compreender a transformação digital e encontrar formas de incorporá-la é uma estratégia para se manter relevante.

Quer saber mais sobre como atrair e reter alunos em meio à realidade digital? Então, confira o webinar “Estratégias de sucesso para captação e retenção de alunos“!