Marketing

Segundo Philip Kotler, Marketing é a ciência e a arte de explorar, criar e entregar valor para satisfazer as necessidades de um mercado-alvo com lucro. Marketing identifica necessidades e desejos não realizados. Ele define, mede e quantifica o tamanho do mercado identificado e o potencial de lucro.
Essa é uma definição geral e nessa categoria você verá conteúdos ricos sobre as mais variadas formas de se fazer Marketing:

  • As principais estratégias de Marketing nos dias atuais
  • Como se dar bem utilizando o Inbound Marketing e Marketing Digital
  • Principais conceitos, ferramentas e tipos de marketing
  • Entre outros temas focados em informar o nosso público e capacitar o nosso mercado

Customer Experience: tudo que você precisa saber para fazer com que seu cliente tenha a melhor experiência possível

Customer Experience: tudo que você precisa saber para fazer com que seu cliente tenha a melhor experiência possível

A experiência do cliente é indispensável para aumentar a receita do seu negócio e ganhar clientes promotores. Veja como criar uma estratégia eficiente de customer experience em nosso artigo!

Se eu perguntasse agora qual a pior experiência você já teve, tenho certeza de que você se lembraria — talvez, de até mais de uma ocasião.

Não só isso traria de volta algo da sua memória, como também certamente todos os sentimentos vividos por você naquele momento viriam à tona. E é ruim, eu sei.

Mas calma, caso tenha se lembrado de algo, vou pedir para fazer o oposto agora. Que tal pensar em uma vez que teve uma excelente experiência?

Assim como no caso anterior, aposto que os sentimentos afloraram à pele novamente, não foi?

E não preciso nem perguntar para saber que obviamente você não só voltou a fazer negócios por diversas vezes, como também indicou o serviço/produto em toda oportunidade que teve.

Esta é a maneira mais rápida que consigo fazer você perceber a importância de proporcionar uma boa experiência para seus clientes. Utilizando esse relacionamento para crescer receita e ganhar promotores.

Quer saber como aplicar esse conceito em seu negócio e garantir que seu cliente tenha a melhor experiência ao longo de sua jornada? Continue comigo neste conteúdo que te conto tudo o que você precisa saber!

O que é customer experience

Ainda que não tenha um conceito extremamente bem definido, o termo Customer Experience (CX), ou experiência do cliente em português, surgiu quando a indústria percebeu que a relação de compra e venda se dava muito além da troca pura e simples do produto pelo capital.

E, para ilustrar esse entendimento, gosto da maneira como 2 empresas referências na área de pesquisa e consultoria para negócios definem essa relação.

A Gartner coloca essa experiência como “a soma de todas as percepções e sentimentos relacionados do cliente causados pelo efeito único e cumulativo das interações com funcionários, sistemas, canais ou produtos de um fornecedor.”

Ou de uma forma mais direta, como resume a Forrester Research:Trata-se de como seus clientes percebem todas as interações com sua empresa”.

De modo geral, você pode pensar que a experiência do cliente é a impressão que a sua empresa deixa no seu cliente.

Resultando na maneira como ele pensa sua marca em cada um dos múltiplos pontos de contato e durante toda a sua jornada.

Mas o importante para se conseguir isso é lembrar que o foco sempre deverá estar no seu cliente. Ainda que o conceito se refira a processos, ações e jornadas, é preciso que a sua empresa crie uma cultura que coloque sempre o cliente no centro do seu negócio, fazendo parte da mentalidade de cada um dos funcionários.

A importância do customer experience

Tirando casos muito específicos, uma das piores coisas que pode acontecer em uma empresa é entrar em uma competição por preço.

E, com cada vez mais concorrentes surgindo, produtos e/ou serviços cada vez mais similares tanto em preço quanto em funcionalidade, a experiência do cliente vem como um diferencial para que as marcas se destaquem no cenário competitivo.

A importância da CX tem ficado cada vez mais evidente. Estamos falando de todas as interações com a sua empresa: desde lá no início, no primeiro momento em que a pessoa ouviu falar da sua marca, encontrando seu conteúdo no Google, por exemplo, até o quão complicado foi para ele adquirir o produto ou obter ajuda com o suporte (e ser respondido apropriadamente).

Como dito, com tantos concorrentes surgindo, ficou extremamente fácil para que um cliente desengajado migre para um concorrente.

Experiências ruins podem — e vão — prejudicar a marca e, invariavelmente, o seu caixa. Contudo, investir nesta prática tem conseguido colher alguns benefícios, como:

Reforça a preferência pela empresa

Seus clientes esperam e valorizam experiências personalizadas. E uma vez que sua empresa estabelece isso nos diferentes pontos de contato, há maior chance de fidelização quando se comparado à empresas que não seguem essas práticas.

Reduz o abandono por parte dos clientes

Adquirir um novo cliente é sempre mais caro que manter um atual. E um cliente satisfeito tende a continuar, sendo menos suscetíveis a fatores como preço.

Cria defensores de marca

Boas experiências criam clientes felizes e satisfeitos. E clientes leais e felizes são os melhores defensores que a sua marca poderá encontrar caso consiga engajá-los da maneira correta.

Como construir defensores para sua marcaPowered by Rock Convert

Aumenta a receita

Clientes satisfeitos crescem o investimento em sua empresa. Não só com aquisição de novos produtos/serviços, mas também por meio de indicações.

Mas o principal ponto para que você se atente para isso na sua empresa é que, por mais que consideremos isso importante, muitas vezes não temos noção de como nosso clientes estão nos percebendo.

Quando a Bain & Company realizou uma pesquisa com diversas empresas perguntando como elas classificavam a experiência que proporcionavam aos clientes, 80% acreditavam entregar uma experiência de excelência.

Porém, quando comparado com a percepção do consumidor, em que apenas 8% acreditava receber uma boa experiência, é possível perceber que as marcas não estão entendendo inteiramente o que seus clientes esperam em termos de relacionamento.

E o pior, possuem uma visão deturpada, que não representa o sentimento do consumidor e pode causar uma série de prejuízos no futuro.

Experiência do cliente x suporte

Um dos principais erros cometidos por aqueles que começam a estudar este assunto é limitar a experiência do cliente aos serviços de suporte oferecidos pela sua empresa.

Isso é fácil de compreender, já que o suporte existe para auxiliar o cliente da melhor maneira possível sempre que ele possuir um problema durante a compra ou uso do seu produto.

Por outro lado, a experiência do cliente visa trazer a melhor percepção possível durante toda a jornada de compras.

Mas para entender mais a fundo, vamos pensar no seguinte exemplo: imagine que você finalmente decidiu sua viagem de férias e escolheu um belo Resort para passar o período sem estresse.

Contudo, no dia antes da viagem houve um pequeno problema e a reserva foi cancelada.

Logicamente sua primeira reação seria entrar em contato com o local. O atendente, todo solícito, te ajuda a resolver essa situação de modo rápido e sem maiores dores de cabeça. Confirmando sua reserva e corrigindo o erro. Isso é um bom suporte.

Agora, pense neste mesmo exemplo. Só que, assim que finalizado a compra, o Resort perguntasse qual o melhor modo de entrar em contato para confirmar cada uma das etapas.

Dias antes da viagem, ele enviaria algumas dicas de atrações na cidade com base em seu gosto e instruções para tornar sua chegada e estadia mais confortável, como detalhes do quarto, a senha do wi-fi de prontidão, horário do funcionamento do buffet e telefones para contato.

Caso o problema da reserva acontecesse, o Resort logo identificaria o problema, comunicaria o erro e, assim que a situação se resolvesse, optariam por arrumar um quarto melhor como desculpas pelo ocorrido. Isso é garantir uma boa experiência.

Como você pode perceber, o suporte tende a ser mais reativo, acontecendo somente quando algum cliente com problema entra em contato.

Sua empresa só toma consciência do fato e toma as devidas providências quando algo já está errado, causando incômodo.

CX, por outro lado, é algo proativo. Com o seu negócio acompanhando o cliente e suas principais dificuldades como forma de melhorar a jornada e evitar que situações de risco ocorram. E, caso ocorram, que elas sejam resolvidas com agilidade.

Isso só é possível uma vez que gerenciar a experiência do cliente é um cuidado com o todo, indo além de um único departamento, sendo responsabilidade de toda a organização.

Então, no lugar de se preocupar com uma única interação por vez, ela leva em conta todo o relacionamento e pontos de contato.

Orientações gerais para uma boa experiência

Neste conteúdo ainda exploraremos bastante como a sua empresa pode fazer para ter uma experiência consistente para todos os seus clientes.

Mas antes de entrar em detalhes técnicos, vale a pena ter algumas orientações em mente que servirão como base para qualquer outra iniciativa.

Ouça o que seu cliente tem a dizer

Talvez esse seja o ponto mais importante dessas dicas. Sempre que possível, procure conversar e conhecer seu cliente, sobre seus desejos e dificuldades.

Isso não só ajuda na personalização — que falaremos adiante — como também cria uma base forte de relacionamento.

Procure ativamente por feedbacks e por maneiras de entender o que se passa com seu cliente. Não fique esperando ele procurar. Pode ser tarde demais.

Crie laços emocionais

Se a ideia é criar relacionamento com seu cliente, nada melhor que estabelecer um laço de confiança entre as partes.

Transoforme-os em fãs utilizando todo seu carisma e mostrando preocupação genuína com cada um deles.

Seja responsável e honre seus compromissos

Sempre que falar com seu cliente, foque no que está sendo dito, respeite faça o possível para atendê-lo.

Não faça promessas que não tem certeza de que poderá cumprir e caso prometa, tente superar as expectativas.

Seja criativo e único

Não basta ser a melhor experiência. Ela tem de ser única! Então conheça seu cliente e seu produto, para que ele seja único para a situação do cliente.

Busque sempre inovar e trazer algo que diferente, seja no produto, seja no serviço, seja nas interações rotineiras.

Criando uma estratégia eficiente de customer experience no meio digital

Não poderia falar tanto da importância da experiência do cliente para seu negócio sem mostrar como implementar uma estratégia efetiva em sua empresa.

E uma boa estratégia não só ajuda a entender o que precisa ser feito para que você diminua ao máximo a fricção na jornada do seu consumidor, como também ajuda a medir o impacto do que foi implementado.

Ajudando a reduzir custos, melhorar a percepção da marca e se destacar da concorrência.

Para isso, segundo o Customer Strategist Journal, há seis áreas que precisam ser levadas em contas:

  1. Alcance: em quais canais a sua marca se encontra? Como eles estão sendo usados?
  2. Facilidade de suporte: o quão difícil está a experiência para o seu cliente? Sua empresa consegue informá-lo e educá-lo para que ele faça o melhor uso do produto/serviço? Ele consegue ajuda do suporte facilmente caso precise? Quais os canais estão sendo usados para isso?
  3. Facilidade de compra: há alguma dificuldade para a aquisição do produto/serviço?
  4. Personalização: o quanto seu negócio consegue satisfazer as necessidades específicas de cada cliente? Como faz para reconhecer as diferenças e tratá-los como indivíduos?
  5. Facilidade de uso (usabilidade): seus serviços são intuitivos e fáceis de usar? A jornada do seu cliente é complexa ou ele consegue progredir facilmente?
  6. Flexibilidade de canais: consegue identificar e aplicar o contexto do cliente em cada um de seus canais de relacionamento? Há conversas, transações outros tipo de informações compartilhadas entre os pontos de contato?

Agora que você sabe quais são os principais pontos de atenção, vou explicar em detalhes cada um deles.

Alcance

Um das frases mais faladas em qualquer negócio é saber onde seus clientes estão.

Se você não está os encontrando nos canais que eles utilizam, não só perde oportunidades de atender rapidamente clientes necessitados, como também deixa de engajar com aqueles interessados.

Para ter sucesso neste quesito, seu negócio primeiro precisa determinar quais canais os seus clientes estão mais ativos e adaptar a abordagem para qualquer situação.

É necessário que sua empresa tenha familiaridade e profissionais que entendam perfeitamente como se comportar em cada meio (seja ele uma rede social, email, chat). E, como usar as informações de uso deste meio para criamos uma narrativa melhor?

Este alcance serve como uma vantagem competitiva pelo valor intrínseco que possui, sendo essencial que sua empresa saiba lidar com os diferentes canais escolhidos por seus clientes e sendo consistente em cada um deles.

Conveniência de suporte

Chegamos em um momento em que os próprios consumidores desejam descobrir soluções e informações por conta própria, principalmente via internet e redes sociais.

Por esse motivo, empresas que desejam empoderar seus consumidores precisam priorizar um suporte de ponta a ponta, cobrindo todos os passos necessário até a completa resolução do problema.

Basta pensar que um cliente com um problema no fim de semana ou feriado teria de esperar 2 dias para ter seu problema resolvido, ou pior ainda, poderia encontrar uma solução que resolvesse somente parte do problema, fazendo com que houvesse desperdício de tempo e frustração, para no fim obter o mesmo resultado.

Algo simples como um FAQ ou base de conhecimento em seu site, de fácil acesso, já é considerado uma boa prática de negócio, proporcionando aos consumidores a capacidade de ajudarem a si mesmo, sem terem de buscar ajuda direta.

Facilidade de compra

Na Inglaterra, um e-commerce de alimentos frescos, o freshdirect tem tornado compras muito mais fáceis e interessantes.

Como seus clientes possuem hábitos muito bem definido, o site tem coletado dados para estabelecer um perfil de cada consumidor.

Proporcionando uma experiência mais personalizada, facilitando para que os clientes encontrem mais facilmente os produtos que consomem rotineiramente, oferecendo até mesmo descontos e receitas específicas.

Exemplo de supermercado na Inglaterra

Mas enquanto temos bons exemplos de empresas querendo facilitar, a sua pode muito bem não ter ideia de como complica para que alguém possa se tornar cliente.

Vou, inclusive, compartilhar uma experiência pessoal que ilustra bem tal situação que pode muito bem acontecer na sua empresa e você nem imagina.

No dia 5 de fevereiro deste ano precisei contratar um serviço de transportes.

Infelizmente a área de cadastro obrigava a ter algumas informações que não possuímos para ser concluído, o que me fez ter de procurar por contato direto. Depois de muito procurar por uma área de cadastro encontrei uma página de dúvidas gerais.

Exemplo de email em situação de costumer experience

Note como meu email já vai direto ao assunto. Para qualquer vendedor isso é uma oportunidade clara.

Na sequência, obtive uma resposta automática que foi prontamente respondida por mim, mas nunca obtive retorno.

Mas tudo bem, já que na resposta automática finalmente encontrei o email de um vendedor e entrei em contato direto.

Exemplo de email em situação de costumer experience

E então, indo contra tudo o que já disse neste texto, de entender a história da pessoa com a qual você está falando, recebo a seguinte resposta:

Exemplo de email em situação de costumer experience

Novamente, expliquei a situação e ainda tive de realizar um follow up, pois com mais de 24 horas do meu contato anterior ainda não havia nem mesmo recebido um feedback.

Exemplo de email em situação de costumer experience

E, desde este último contato, não obtive resposta.

Obviamente não só perderam um cliente, como ganharam uma pessoa que jamais indicará esse fornecedor.

Com estes dois exemplos contrastantes, fica claro como sua empresa pode se beneficiar de facilitar o processo de compra para seus clientes.

Algumas vezes, algo simples como um contato fácil ou informações disponíveis em detalhes sobre preços e pacotes já pode ser de grande ajuda.

Afinal, imagino que você não queira dificultar para que as pessoas deem o dinheiro, certo?

Personalização

Para o consumidor, personalização, se feita de maneira correta, pode ser mais do que um facilitador da jornada de compra.

Pode ser também um sinal de respeito, de que a empresa está se empenhando em conhecê-lo e realizar um serviço único para ele, fortalecendo o relacionamento.

Entender o comportamento e perfil de cada um de seus clientes é um sinal de humanidade.

Lidar com cada um como indivíduo, respeitando as necessidades especiais de cada um, para que consiga oferecer o serviço adequado no momento certo.

Contudo, diversas empresas confundem personalização com aquisição de volume de dados, se preocupando mais em obter informações de seus clientes do que efetivamente entendendo o que fazer com elas.

Algo como integração do histórico de conversa, ou um simples CRM, já pode resolver grande parte do problema.

Facilidade de uso

Seu usuário consegue entender facilmente o que precisa ser feito? Caso ele entenda facilmente, ele consegue realizar a atividade de maneira simples? Se não, ele tem o auxílio necessário para realizar?

É sua obrigação garantir que seu cliente não tenha de pensar muito para entender o que precisa fazer. Essa pode ser uma barreira que ele pode jamais vencer e, caso ele não vença, muito provavelmente ele não tentará novamente.

Além disso, garanta que ele consiga realizar qualquer atividade seguindo a menor quantidade de passos possível, precisando da menor ajuda possível.

Um grande exemplo de coisa simples que pode trazer um impacto gigantesco em termos de uso são os e-commerces pensando a estrutura de seus sites para facilitar a compra no mobile.

Uma vez que grande parte dos consumidores já adquiriu o hábito de compras por smartphone e você não quer que ele tenha que entrar em um outro dispositivo para terminar compra.

Flexibilidade de canais

Tem uma grande chance de que quando você leu isso, imediatamente pensou: “Essa eu já sei! Omnichannel”.

Caso não tenha passado pela sua cabeça, omnichannel é uma expressão utilizada para indicar um sistema integrado e fluído, com todos os canais interligados e conversando entre si.

E a CX entra exatamente para garantir a mesma experiência nas múltiplas plataformas, dando o mesmo contexto em cada uma delas.

Mas mais que isso. É preciso ver a comunicação pela perspectiva do cliente. Monitorando a preferência, avaliação, uso e jornada em cada canal e dispositivo.

Principais tendências do Gerenciamento da Experiência do cliente

Agora que os pilares do Gerenciamento da Experiência do cliente estão estabelecidos, é hora de dar o outro passo e se preparar para o futuro.

E, com base na pesquisa realizada pela Hotjar, aqui estão os 5 itens mais importantes para garantir uma boa experiência no futuro.

Priorize a experiência acima de qualquer outra coisa (incluindo receita)

37% dos profissionais mais experientes da área garantem que sua prioridade número um é entregar a melhor experiência possível ao cliente.

Muito acima de qualquer outra meta, como a de aquisição de novos clientes, colocada apenas por apenas 9% dos profissionais.

Isso acontece devido ao entendimento que manter um cliente e educá-lo para que ele possa expandir naturalmente suas atividades com a empresa é a opção mais rentável e saudável para o negócio como um todo, gerando grande impacto em todas as áreas.

Portanto, tente tirar um tempo para conhecer seus principais clientes e assim replicar essa experiência para todos os demais.

Gráfico de priorização de ações

Use táticas convencionais para garantir a melhor experiência

Apesar de a ideia de trazer a melhor experiência para o cliente ser considerado algo relativamente novo, as empresas com maior sucesso nessa abordagem utilizam de táticas muito conhecidas. Tão simples quanto eficazes.

27% dos especialistas ainda acreditam que falar diretamente com seus clientes (em um telefonema, por exemplo) é o melhor jeito de conhecê-los.

Perto deste número, 24% acredita que o melhor é ter um time treinado e talentoso e que trabalhe sempre com o cliente em foco.

De modo geral, cerca de ⅔ das empresas de sucesso ainda aplicam essas táticas e tem conseguido bons resultados.

Por mais que novas tecnologias surjam e possam ser aplicadas, tal como chatbots e análises preditivas possam ser aplicadas, a verdade é que essas tecnologias chegam como insumos ou potencializadores para o entendimento dessa jornada. Mas não substituindo o contato direto ou uma mentalidade customer-centric.

chatbots e marketingPowered by Rock Convert

Feedbacks são o principal desencadeador do sucesso

Coletar feedbacks não é a finalidade de uma boa estratégia de gerenciamento da experiência do cliente, mas sim uma ferramenta para que seja possível executá-la.

É o que vai permitir entender as necessidades e quais soluções a serem aplicadas, além de validá-las.

Feedback é algo tão fundamental que quase metade das empresas com alta maturidade em CX considera isso como o principal em qualquer estratégia.

Tanto que o Feedback é colocado acima até mesmo de dados e relatórios, que aparece com cerca de 19% das respostas. Ou seja, menos da metade do primeiro lugar.

Treine sua equipe para garantir uma boa experiência

Como constatado anteriormente, um bom time, centrado no cliente é essencial para garantir a melhor experiência para o cliente.

Contudo, treinamento da equipe e conhecimento sobre o cliente é o maior impeditivo de sucesso em todas as empresas.

Contudo, uma vez superado esse obstáculo, empresas com alta maturidade nesse assunto costumam não ter dificuldades.

Isso acontece porque uma empresa alinhada e direcionada neste sentido faz com que cada colaborador compreenda a capacidade que possui de impactar o cliente de maneira positiva.

Entendendo perfeitamente seu papel, o motivo dele estar lá, para que a função dele serve e como ela pode/deve beneficiar o usuário.

Tempo de resposta é o que mais prejudica a experiência

Todo mundo tem uma história de atendimento ruim, e é muito provável que ela seja devido a algum atendimento moroso.

E essa percepção acontece por causa de um problema real que acontece na maioria das empresas, independentemente do seu grau de maturidade em relação ao gerenciamento da experiência do cliente.

Cerca de 1 em cada 5 empresas coloca esse como um problema fundamental a ser resolvido, seguido por funcionários que não conseguem entender a necessidade do cliente (18%) (o que nos leva ao tópico anterior sobre treinamentos) e, por fim, problemas com questões/solicitações mal resolvidas.

Gráfico de frustração dos clientes Gráfico de frustração dos clientes

Medindo a Experiência do Cliente

Agora que você sabe da importância da experiência do cliente e como fazer para que sua empresa garanta a melhor possível, é hora de metrificar os esforços para acompanhar essa melhora.

Mas como medir a experiência de alguém, uma vez que isso parece um conceito um tanto quanto subjetivo?

E a maturidade nessa área vem justamente quando você consegue identificar e utilizar essas métricas. veja quais são elas.

Customer Effort Score (CES)

As empresas querem que seus clientes possam interagir facilmente com elas a cada ponto de contato.

E o CES ajuda exatamente a determinar quanto esforço o cliente teve de fazer para completar alguma tarefa em suas interações com a empresa.

Para calcular o CES, basta realizar a seguinte pergunta:

“Quanto esforço você teve para lidar com X?”

A resposta então é colocada na forma de uma escala de cinco pontos, sendo a pontuação mais baixa para muito pouco esforço e a maior pontuação para muitos problemas.

Uma baixa pontuação pode implicar em pouco esforço por parte do cliente, o que quer dizer que ele não teve problemas. Sendo assim, a chance dele buscar a concorrência é, portanto, baixa.

Customer satisfaction score (CSAT)

Uma pergunta direta sobre satisfação. Essa métrica ajuda a medir o nível de satisfação do cliente para um aspecto específico de interação com a marca, como o atendimento do suporte ou pesquisas sobre usabilidade, por exemplo.

É calculado mandando pesquisas automáticas em interações específicas, utilizando uma escala que varia de 1 (muito insatisfeito) a 5 (muito satisfeito).

Net Promoter Score (NPS)

NPS é frequentemente utilizado para medir a lealdade e encontrar os promotores da sua marca. A empresa pode medir o NPS perguntando para o cliente responder, em uma escala de 0 a 10, o quão provável é dele indicar a sua empresa ou serviço para um amigo ou colega.

NPS tende a dar uma visão maior do relacionamento com a marca, não só pelo follow up com o feedback aberto, mas por considerar o relacionamento como um todo.

Ele é calculado subtraindo a porcentagem de Detratores da porcentagem dos promotores. O resultado é a nota do NPS.

Você conseguiu entender a importância de garantir que o cliente tenha a melhor experiência possível com sua marca, certo? Agora, basta que você faça uma análise de seu negócio e preencha as lacunas no atendimento com as dicas oferecidas.

E nos conte, sabe como anda a experiência do cliente na sua empresa? Deixe seu comentário abaixo!

Marketing de Conteúdo x Marketing nas Redes Sociais

Marketing de Conteúdo x Marketing nas Redes Sociais: qual o melhor investimento?

O Marketing Digital é muito amplo, e escolher qual tática usar pode ser difícil. Neste artigo vamos falar sobre duas maneiras de levar conteúdo até o seu público, e você vai ver qual delas é o melhor investimento: Marketing de Conteúdo x marketing nas redes sociais.

O Marketing Digital tem muitas vertentes, o que pode causar uma dúvida crucial para os empreendedores: qual é o melhor investimento para o meu negócio?

Essa questão surge, por exemplo, quando pensamos na crescente demanda do público por conteúdo

O consumidor pesquisa muito antes de comprar, e as empresas entenderam que precisam dar a ele as informações de forma rápida e completa. Diante disso, o Marketing de Conteúdo ganha cada vez mais força.

Por outro lado, as redes sociais ganharam muito destaque como motor de negócios nos últimos anos, e as pessoas usam essas plataformas para comprar de suas marcas favoritas.

E, agora, com recursos limitados e tempo escasso, você precisa decidir quem vence esta batalha: Marketing de Conteúdo x marketing nas redes sociais.

Quer ajuda para tomar essa decisão? Então, veja o guia que preparamos para tirar essa dúvida da sua cabeça!

3 diferenças entre Marketing de Conteúdo e marketing nas redes sociais

Para começar nossa análise, vamos falar sobre 3 importantes diferenças entre o Marketing de Conteúdo e o marketing nas redes sociais. 

É verdade que o objetivo dos dois é atrair clientes  — afinal, esse é o propósito de qualquer tática de marketing — , mas a forma de planejar, executar e medir cada estratégia varia bastante.

Os 3 pontos que diferem um método do outro são:

1. Centro de gravidade

Centro de gravidade é o foco principal da atividade, no que ela se concentra para alcançar seus objetivos.

No Marketing de Conteúdo, por exemplo, o foco está em produzir conteúdo para um site exclusivo da empresa, que pode ser uma landing page, um blog ou um portal de notícias.

Já no caso do marketing nas redes sociais, o centro da atenção é o uso da plataforma em si, seja o Facebook, o Twitter, o Instagram, seja qualquer outra rede.

2. Tipo de conteúdo

No Marketing de Conteúdo, o conteúdo é criado com base nos padrões editoriais da empresa. Tamanho, formato e apresentação são definidos de acordo com os parâmetros da marca para o site em questão.

Já no caso das redes sociais, o conteúdo é moldado de acordo com as características de cada plataforma, e leva em conta suas limitações.

O formato, o tamanho e a maneira de apresentá-lo são padronizadas pelas redes.

3. Objetivos

Os objetivos podem se misturar um pouco entre as duas formas de marketing, até porque ambas são bastante flexíveis nesse ponto. 

Ainda assim, observe que as redes sociais, geralmente, focam em posicionamento de marca e criação de audiência.

O Marketing de Conteúdo costuma ser mais “agudo” nesse sentido, pois permite gerar demanda e criar um funil de geração e nutrição de leads mais preciso.

3 pontos em comum entre promover conteúdo em seu blog ou nas redes sociais

Agora que vimos as principais diferenças, vale a pena pontuar que essas duas formas de marketing também têm alguns pontos relevantes em comum. 

Mas por que é importante saber disso? Em primeiro lugar, para te ajudar a entender que duas táticas diferentes podem se complementar e serem usadas em conjunto para alcançar alguns objetivos comuns.

Veja a seguir os pontos de convergência entre publicar em um blog e usar as redes sociais!

1. Geração de valor

No fim das contas, a geração de valor é o principal objetivo dessas duas formas de marketing. Tanto o Marketing de Conteúdo como o marketing nas redes sociais precisam ser usados para beneficiar os clientes. 

Isso significa responder dúvidas, oferecer informações relevantes e mantê-los interessados nas soluções oferecidas.

Esse ponto serve até como sinal de alerta: qualquer negócio que investir em uma dessas formas de atração pensando em falar de si mesmo o tempo todo, vai perder dinheiro.

2. Fortalecimento da marca

Uma marca que tem presença forte nas redes sociais e que se posiciona como autoridade por meio de uma estratégia sólida de conteúdo ganha muita força.

Na hora de decidir entre o produto desta marca e de uma concorrente que não faz o mínimo esforço para se posicionar online, a escolha será óbvia.

Nesse aspecto, os dois conceitos de marketing são muito poderosos: as redes sociais potencializam o “boca a boca” como poucos canais, e um post bem posicionado no Google pode te dar a credibilidade necessária para fechar uma venda importante.

3. Geração de leads e vendas

Chega a ser engraçado pensar que blogs já foram usados apenas como diários virtuais de pessoas que queriam narrar suas histórias pessoais, e que as redes sociais já foram vistas apenas como um ambiente para se distrair.

Hoje, os dois canais estão entre as principais ferramentas de geração de leads e fechamento de vendas que existem. Por que isso importa? Independentemente da estratégia você use, dará bons frutos, desde que seja bem feita.

Aprenda tudo sobre Redes Sociais

3 motivos para investir em Marketing de Conteúdo

Por que investir em Marketing de Conteúdo? Veja agora 3 motivos que destacam essa forma de fazer marketing com relação ao uso das redes sociais!

1. Exclusividade

O ambiente das redes sociais é muito mais disputado que uma página do seu blog ou site. 

Se o seu conteúdo for bom, será mais fácil prender a atenção do público sem tantas distrações tentando roubar a atenção dele, como é comum nos feeds de notícias.

2. Liberdade

O layout, a forma de apresentar o conteúdo e o tamanho de cada post são aspectos que você terá total liberdade para definir. 

Se não gosta de alguns padrões praticados por aí, você tem condições de modelar o seu site para que o público consuma o conteúdo da forma como você idealizar.

Com as ferramentas certas, basta testar a reação do público e mudar o que não fizer tanto sucesso, algo que você nunca poderá fazer nas redes sociais.

3. Segurança

Por último, todo o conteúdo que você publicar, bem como o formato em que apresentá-lo, será seu. 

É verdade que o Google pode mudar o algoritmo e afetar seus rankings, mas se você tiver outras fontes de tráfego, talvez isso nem seja problema.

Por outro lado, se o Facebook mudar amanhã toda a política de uso do site, pode comprometer totalmente o seu sucesso na rede e obrigá-lo a formular um plano do zero.

3 motivos para investir em marketing nas redes sociais

Se o Marketing de Conteúdo tem suas vantagens, não podemos deixar de destacar também os pontos altos de investir nas redes sociais como canal de atração e fidelização de clientes.

Vale a pena usar essas plataformas no dia a dia por conta destes 3 motivos:

1. Efeito viral

Se você quer viralizar conteúdo, as redes sociais são o lugar mais indicado para fazer isso. A audiência gigantesca e a facilidade de espalhar conteúdo, seja de maneira orgânica, seja paga, é cada vez maior.

O trabalho que você terá para viralizar um conteúdo a partir do seu blog é colossal, obra digna dos maiores veículos de mídia do mundo.

2. Segmentação

Sabia que ao publicar em várias redes sociais você tem condições de escolher que tipo de público terá contato com o conteúdo? 

Essa é uma grande vantagem, ainda mais se você resolver impulsionar um conteúdo de alto valor estratégico com uma campanha paga.

Afinal, a ideia não deve ser alcançar muita gente, mas atingir as pessoas certas, ou seja, quem realmente vai se beneficiar do material e enxergar valor nele.

3. Versatilidade

O que você acha de usar a mesma plataforma para distribuir conteúdo e ainda oferecer suporte ao cliente? 

Essa versatilidade está presente em redes como Facebook, Twitter e Instagram, que oferecem canais de comunicação diretos e em tempo real com a sua audiência

Assim, além de interagir com seu público em posts, você terá condições de desenvolver conversas pessoais e ajudá-los de forma mais específica, tanto para vender quanto para oferecer um suporte pós-venda.

marketing de conteudo primeiros passos

Afinal de contas, qual é o melhor investimento?

Agora que vimos tudo o que é relevante sobre as duas formas de marketing, você já consegue responder sozinho qual é o melhor investimento?

A verdade é que a batalha “Marketing de Conteúdo x marketing nas redes sociais” não existe. As duas táticas se complementam e podem ser usadas em conjunto de muitas formas.

Aliás, as redes sociais são importantes para impulsionar a sua estratégia de conteúdo e fazer seu blog alcançar resultados mais rapidamente.

Assim, em vez de pensar em quem vence este duelo que nunca existiu entre Marketing de Conteúdo e marketing nas redes sociais, concentre-se em criar estratégias sólidas em ambos.

Você vai perceber como isso vai fortalecer a sua aquisição de clientes e amadurecer a sua empresa para explorar cada vez mais — e melhor— o marketing digital.

Essa habilidade será cada vez mais importante conforme avançamos na transformação digital. Já ouviu falar nela? Então, veja agora tudo o que você precisa saber sobre essa revolução tecnológica para o seu negócio!

Profissional de marketing e programação: qual a importância de se explorar essa área?

Profissional de marketing e programação: qual a importância de se explorar essa área?

O profissional de marketing que sabe se programar consegue se destacar em meio a concorrência. Leia nosso conteúdo para desmistificar a programação.

Logo quando adolescente precisei decidir qual tema começaria a estudar no ensino técnico. Depois de muito pensar, optei pelo curso de informática. Não sabia muito o que esperar da programação, mas sabia que seria algo que eu poderia aplicar em qualquer área da minha vida.

Com o passar dos anos — e após me formar no curso — fui para a faculdade e já estava convencida que queria ir mais para uma área criativa: a graduação em publicidade e propaganda.

De início, não sabia muito como aplicar os meus conhecimentos de programação nos meus estudos, mas com o tempo — já trabalhando na Rock Content — entendi que o marketing digital fazia o convite perfeito para eu aplicar tudo que sabia sobre criar e ler um código.

A partir daí eu comecei a estudar mais sobre data science, machine learning, business intelligence, planilhas no excel e até mesmo programação no WordPress. Assim, foi muito mais fácil entender e absorver todas essas novidades que rodeiam um profissional de marketing.

Portanto, decidi escrever esse texto para te convencer como saber programação básica é um grande diferencial e o quanto isso não é um bicho de sete cabeças. Vamos lá?

Aprender a programar é se adaptar às mudanças

No mundo do marketing orientado por dados, mais e mais tarefas exigem um pouco de codificação. Pode ser necessário adicionar um parâmetro extra ao seu código, extrair dados brutos do Google Analytics, criar uma previsão simples ou automatizar algumas tarefas repetitivas em suas campanhas.

Ou talvez você simplesmente queira falar uma linguagem comum com seus desenvolvedores para entender suas reais necessidades e prazos.

Independentemente disso, saber programar — mesmo em um nível iniciante — é uma grande ajuda para o trabalho diário de um profissional de marketing e uma grande vantagem sobre a concorrência.

Afinal, vivemos em uma eterna corrida digital. Sempre cercados por novidades no marketing que torna tudo mais difícil acompanhar.

Notícias sobre mudança no algoritmo da Google e do Facebook, por exemplo, tiram o sono de muitos analistas que nesse momento podem ter que revisar todas as suas estratégias sem ao menos saber o que realmente mudou.

Sem norte, apontam para o que os portais dizem e decidem optar por fazer inúmeros testes até acertar. Afinal, já sabemos que o que funciona hoje pode não funcionar amanhã.

E o fato é que muitas dessas novidades rodeiam o mundo da tecnologia que nos levam para uma pauta que muitos ainda se preocupam e enxergam como tabu: a linguagem de programação.

Desmistificando a programação

A habilidade de interpretar um código e todos aqueles números e palavras sem contexto assustam qualquer um que não compreende a lógica.

E é normal. Afinal, programar é aprender uma língua nova e isso exige atenção e dedicação. No entanto, é preciso dar o primeiro passo: aprender o básico.

Programar é muito parecido com a forma que organizamos o nosso dia a dia e fazemos as nossas escolhas. É ensinar o computador a pensar por meio de linhas de código e facilitar horas que ficaríamos fazendo cálculos com papel, caneta e calculadora.

Quando passamos para o computador uma função que queremos que ele faça, estamos ensinando uma tarefa para ele e mostrando várias possibilidades que a linguagem proporciona.

Por isso, quando você entende a lógica e a sintaxe fica muito mais fácil interpretar e até mesmo criar um programa do zero.

Começando do zero

Se você chegou aqui provavelmente está considerando a possibilidade de começar a aprender, mas talvez não saiba como.

Existem vários cursos que podem te ajudar de acordo com o nível que você se encontra. A Udemy, Udacity e o Codeacademy são boas opções com valores diversos.

No entanto, o primeiro passo que você precisa dar é saber qual o seu objetivo para encontrar a linguagem que você deve aprender. Existem inúmeras e cada uma tem uma função diferente.

Dependendo do que você deseja é mais interessante já começar um curso que é focado onde você quer aplicar seus conhecimentos de desenvolvimento.

Mas a parte mais importante do processo de aprendizagem é a prática. Encontre um pequeno projeto para aplicar suas habilidades de codificação recém-adquiridas dentro de problemas do mundo real. Isso vai aumentar sua motivação e aprofundar seu conhecimento.

Principais linguagens para um profissional de marketing

HTML e CSS

O HTML e o CSS informam ao navegador da Web como ele deve definir e exibir o conteúdo. É a parte bonitinha do código que define a arquitetura e a organização da sua página.

Para o marketing de conteúdo, é essencial entender como encontrar e editar meta descrições, tags de título e palavras-chave. Além disso você pode criar hiperlinks, títulos, parágrafos e espaçamento, imagens e listas.

Como aplicar o HTML no marketing?

O HTML também é a linguagem usada nos CMSs, como o WordPress, e para um profissional de marketing é um grande diferencial entender essa linguagem para fazer qualquer conteúdo mais personalizado e até mesmo melhorar seu posicionamento no Google.

JavaScript

JavaScript é uma das linguagens de programação mais utilizadas no desenvolvimento web (além de HTML e CSS). Se algo aparecer na tela de forma animada, provavelmente é escrito em JavaScript.

Mas para profissionais de marketing digital e profissionais de CRO é ainda mais importante saber que quase todos os códigos de rastreamento são escritos em JavaScript.

Porém, apesar da maioria das ferramentas ter simplificado o processo, para configurar o acompanhamento avançado um conhecimento básico de JavaScript pode garantir uma implementação correta.

Com aplicativos mais avançados de JavaScript, você pode automatizar tarefas repetitivas no Google Ads, passar parâmetros de UTM entre diferentes sites e aplicar inúmeras outras oportunidades.

Como aplicar o JavaScript no marketing?

Aprender JavaScript oferece aos profissionais de marketing uma vantagem sobre a concorrência. Ajuda-os a identificar quem são os seus clientes, onde estão e como interagem com um website. Aqui estão algumas maneiras de usar o JavaScript em sua estratégia de marketing:

  • rastreamento e incorporação de dados: entenda os snippets de código nas tags de rastreamento e otimização. Implemente o acompanhamento avançado para aprofundar as visualizações de página, as informações do navegador e os visitantes do seu website;
  • automatize os anúncios do Google: controle os dados no Adwords com os scripts Adword do Google. Crie anúncios mais eficientes que comercializem os produtos certos no momento certo e automatize os relatórios.
Guia Completo do Google Adwords

SQL

SQL significa Structured Query Language e é usado para extrair informações sobre um banco de dados, como o Google Analytics.

Aprender os fundamentos do SQL ajuda os profissionais de marketing a extrair as informações que precisam saber sobre seus clientes, como: jornada, histórico de compras e interesse no produto.

Jamie Steven, CMO da Moz, acredita que todo profissional de marketing deve ser técnico: “Independentemente de você assinar ou não esses rótulos, as habilidades técnicas estão se tornando uma exigência para o sucesso no marketing online. Os profissionais de marketing que conhecem SQL — e podem escrever código, aproveitar APIs e realizar análises quantitativas — serão os indivíduos mais desejáveis ​​e produtivos em nosso setor ”.


Como aplicar o SQL no marketing?

Com o SQL é possível criar campanhas de marketing com pouca ou nenhuma ajuda de um desenvolvedor. Aqui estão algumas maneiras de usar o SQL em sua estratégia de marketing:

  • segmente o cliente certo: consulte seu banco de dados de e-mail para encontrar os melhores clientes para enviar uma campanha sobre um produto específico;
  • gerenciar o Google Analytics: junte tabelas, crie relatórios e consulte dados. Você também pode adicionar terceira e quarta dimensões, como “local” e “interesse”, ou filtros avançados, como os 10% de usuários ativos em um determinado período de tempo;
  • análise de dados: crie relatórios mais aprofundados sobre seus clientes, consulte conjuntos de dados no banco de dados e elimine os erros.

Bônus: Python

O Python é uma das linguagens favoritas dos cientistas de dados. A grande diferença, no entanto, é que o Python é usado principalmente para tarefas de back-end e de análise — e não tarefas de front-end que são muito utilizadas em desenvolvimento de sites.

Do ponto de vista de um analista, a maior vantagem do Python são as muitas extensões analíticas específicas para tarefas de ciência de dados. Se você deseja executar uma análise preditiva ou um projeto de aprendizado de máquina, provavelmente trabalhará em Python.

Além disso, muitas ferramentas populares de análise e marketing digital oferecem acesso a APIs que permitem fazer análises profundas de dados e proporcionam insights valiosos.

Como aplicar o Phyton no marketing?

O sonho de um profissional de marketing é prever qual a melhor decisão que ele pode tomar. Aqui estão algumas maneiras de usar o Python em sua estratégia de marketing:

  • análise preditiva: executar projetos de previsão para ver se um cliente está desengajado com a sua marca. Você pode usar esses dados para criar uma estratégia de marketing que os direcione para ofertas personalizadas;
  • otimize a jornada do cliente: determine quando você poderá receber um fluxo de clientes e crie uma jornada que incentive leads a comprar.

Conclusão

Programação não é mágica. Qualquer um pode aprender o básico dessas linguagens, seja seu objetivo ser um programador iniciante, seja melhorar a comunicação com sua equipe de desenvolvimento, seja facilitar a contratação das pessoas certas.

Para começar, escolha uma linguagem que tem o melhor potencial para responder às suas perguntas de marketing mais importantes e comece a aprender. No fim, você verá que o que importa mesmo é entender a lógica da programação.

E, para você seguir se reciclando, não deixe de conferir nosso artigo sobre Transformação Digital e seus impactos na sociedade.

Transformação digital e marketing
Por que migramos o maior blog de Marketing Digital do Brasil

Por que migramos o maior blog de Marketing Digital do Brasil

Migramos o Marketing de Conteúdo para o domínio da Rock Content. Entenda quais as estratégias e impactos envolvidos nessa mudança.

No final de dezembro passamos por uma das maiores mudanças da história da Rock Content.

Se você nos acompanha há mais tempo, notou que o nosso maior blog e nossa principal fonte de tráfego, o Marketing de Conteúdo, mudou de endereço.

Trouxemos o nosso blog de volta pra casa.

Agora o blog da Rock Content é oficialmente o “blog da Rock”.

A mudança foi enorme, mas necessária. E neste conteúdo eu vou contar para vocês por que decidimos trazer o nosso blog para o domínio da Rock Content, os primeiros impactos e onde queremos chegar.

O foco aqui não será a parte técnica da migração — em breve farei um post contando todo o processo e os seus impactos.

Por hora, vamos focar nos nossos objetivos e por que migramos o maior blog de Marketing Digital do Brasil.

Por que Marketing de Conteúdo?

Muitas pessoas já me perguntaram se elas deveriam criar um blog em um domínio separado do site ou dentro do próprio domínio.

E eu sempre respondi a segunda opção!

A pergunta era, então, seguida 99% das vezes por outra: “por que o da Rock não é no mesmo domínio”?

O que era realmente uma boa pergunta.

Voltando no tempo, em 2013, quando a Rock começou a dar os seus primeiros passos no mundo do marketing (quase) ninguém tinha ouvido falar em “marketing de conteúdo”.

Uma das missões da Rock era educar e trazer ao mercado uma nova estratégia e queríamos que esse processo acontecesse da forma mais natural possível.

Por isso a escolha do domínio “marketingdeconteúdo.com”. Para deixar o termo natural dentro do mercado e a estratégia cada vez mais conhecida.

Não queríamos atrelar o termo apenas à Rock Content, mostrando que o Marketing de Conteúdo não era uma estratégia nossa, mas uma metodologia já testada e aprovada em outros mercados mais maduros.

Portanto, na época, o nome era necessário.

Atualmente, o termo Marketing de Conteúdo já está muito bem disseminado no mercado. Mais de 70% das empresas que responderam à Content Trends (de um total de mais de 3.000 respondentes) já adotam a estratégia.

Atualmente, “Marketing de Conteúdo” possui um volume de mais de 6.600 buscas por mês e mais 110 milhões de resultados no Google.

Visão geral de buscas para Marketing de Conteúdo

Ou seja, o termo já está mais que disseminado no mercado.

Bom, primeiramente a explicação do nosso domínio era necessária. Agora é hora de explicar o porquê de fazermos a mudança.

Fortalecimento da marca Rock Content

Lá no final de 2013, nos primeiros meses de blog, chegamos à incrível marca de 3.400 acessos em novembro.

Na época era uma marca incrível e que mostrava o crescimento da estratégia. O termo começava a ser conhecido pelo mercado.

Fortalecimento da marca Rock Content

Já no final de 2018, alcançamos quase 1 milhão de acessos, mostrando a força que o blog ganhou e como o termo já estava bem divulgado dentro do nosso mercado.

Fortalecimento da marca Rock Content em 2018.

E isso mostra principalmente como o “Marketing de Conteúdo” se tornou uma marca própria. O maior blog de Marketing Digital do país.

E, apesar de a marca estar relacionada à Rock Content, vimos a necessidade de unificar todos os nossos produtos.

Além disso, tínhamos quase 1 milhão de acessos que estavam fora do nosso site e nem todos esses visitantes assimilavam o Marketing de Conteúdo com a Rock Content.

Por isso, vimos a necessidade do Marketing de Conteúdo ser oficialmente o Blog da Rock Content.

A mudança foi acontecendo de forma gradual. Primeiro adicionamos o termo “o blog da Rock Content” no título da página:

Capa do blog Marketing de Conteúdo

E adicionamos também o logo linkando direto para o nosso site (tudo bem que isso já deveria estar aqui há muito tempo. Erro nosso):


Menção, no blog Marketing de Conteúdo, ao site da Rock

Após a migração, mantivemos o título Marketing de Conteúdo por um período, para as pessoas irem se acostumando com a mudança, até que finalmente assumimos a nossa nova identidade:

Blog da Rock depois da migração

Dessa forma o maior blog de Marketing Digital do Brasil deixa de ser o Marketing de Conteúdo e passa a ser o Blog da Rock Content.

O que faz toda a diferença para a nossa marca.

Autoridade do Domínio

Um dos principais motivos para não se criar dois domínios para uma mesma marca é justamente não dividir os resultados dos esforços.

Quando você tem dois domínios você precisa fortalecer os dois, divulgar os dois, conseguir backlinks para os dois… e quando você recebe 50 links em cada domínio, poderia receber 100 em apenas um.

Por muito tempo nós diluímos a nossa força e mesmo assim construímos dois domínios fortíssimos.

Isso ficou muito evidente quando, sem fazer muitos esforços, os nossos guias completos que ficavam no site começaram a rankear na primeira página do Google.

Autoridade do domínio

Mesmo o meu foco sendo fortalecer o post no blog, o nosso site conseguia rankear quase tão bem quanto.

Isso acontecia para várias das nossas principais palavras-chave.

Tínhamos dois sites com a autoridade de domínio maior que 50. Se separados eles já eram fortes, imagina juntos!

Uma das nossas grandes expectativas com a migração é justamente unir dois domínios fortes. Fazer uma fusão entre eles se tornando um único domínio muito mais forte que os dois separados.

E agora acabou de chegar um terceiro domínio: o Marketing de Contenidos, o nosso blog em Espanhol, que também será migrado para o nosso domínio.

Blog da Rock em espanhol está no mesmo domínio do português

Os impactos ainda não estão tão visíveis assim, mas em breve farei outro post contando o processo e os impactos resultados da mudança.

Internacionalização

Provavelmente o mais importante de todos os motivos para a migração do domínio é a nossa internacionalização.

A Rock Content já é uma empresa internacional com uma grande presença em LATAM. Só para se ter uma ideia o nosso blog espanhol já atingia mais 600 mil acessos por mês.

Agora teremos a nossa versão em inglês também e, claro, o ideal é que tudo isso esteja em apenas um domínio multilingue.

Isso fortalece muito o nosso domínio quando entramos em outros países, um exemplo disso é chegada do Neil Patel no Brasil, conquistando boas posições rapidamente.

Além disso, aqui no Brasil a Rock já é uma empresa conhecida, mas lá fora ainda não. Portanto era difícil assimilar o Marketing de Contenidos a uma empresa pouco conhecida por lá.

O blog era muito mais popular que a empresa.

Por isso trouxemos todos os nossos domínios para casa. Todas os nossos produtos apontando para apenas um lugar, para nossa marca principal: Rock Content.

Agora o nosso site possui versão em diferentes idiomas e blog espanhol e português são o mesmo blog, em idiomas distintos e com conteúdos segmentados para os seus respectivos mercados.

Ambos são o Blog da Rock, um espanhol e outro português.

Potencial de conversão

Qual a principal dica quando criamos uma landing page para algum produto ou material?

Que ela possua apenas uma oferta. Que ela evite distrações seja direta ao ponto.

Por que?

Isso facilita a conversão! Quanto menor o caminho, quanto mais próximo da solução maior a tendência de conversão da sua persona.

A tendência é que nossa geração de leads e MQLs se torne muito mais natural, uma vez que os quase 2 milhões de acessos mensais dos blogs migrados já estão dentro do domínio Rock Content.

Eles não precisam acessar outro site para conhecer a empresa ou fazer uma levantada de mão. Tudo acontece de forma mais simples e otimizada.

O futuro dos Blogs

Agora com todos os nossos produtos no mesmo domínio a nossa expectativa é que isso fortaleça ainda mais a nossa marca nacional e internacionalmente.

O nosso foco é o nosso crescimento e, claro, otimizar a experiência dos nossos visitantes em todas as nossas presenças online.

Com isso queremos ter um domínio mais forte, uma marca ainda mais reconhecida no mercado e um site em que o visitante entenda muito melhor onde ele está e qual é o papel de cada blog dentro da história que a Rock Content está contando.

Quero saber de você, que faz parte dessa história. O que achou da mudança?

Em breve escreverei outro conteúdo contando todo o processo de migração e nosso acompanhamento dos resultados. Assine a nossa newsletter para não perder esse conteúdo!


Como o curso marta garcia obteve 80% da receita via blog

Como o Curso Marta Garcia gera 80% da sua receita por fontes orgânicas

É realmente inspirador ver histórias como a do Curso Marta Garcia. Histórias que mostram como o marketing digital e de conteúdo podem mudar o rumo de uma empresa e impactar a vida de milhares de pessoas.

Neste case, você vai entender como as estratégias de marketing digital que o Curso Marta Garcia empregou em seu dia a dia levaram a empresa ao próximo patamar no mercado de cursos de proficiência em inglês.

Vai entender os desafios e vitórias de uma estratégia de marketing de conteúdo, e como isso reflete no ânimo de profissionais e no resultados de uma empresa. E, principalmente, vai entender como o Curso Marta Garcia já adquiri 80% de sua receita por meio de vias orgânicas.

O que é o Curso de Línguas Marta Garcia?

Com cursos de inglês voltados principalmente para pessoas que desejam se aplicar para mestrados e doutorados, o Curso de Línguas Marta Garcia surgiu da experiência e método de ensino da Professora Marta Garcia, 15 anos atrás.

Marta, que já era professora a 15 anos, decidiu reunir seus conhecimentos em um curso presencial para alunos que iriam realizar exames de proficiência em inglês instrumental.

Com uma metodologia que busca aprendizado rápido e eficiente, os alunos são capacitados para não só serem aprovados em exames para mestrado e doutorado, como também ler artigos acadêmicos com mais desenvoltura e velocidade.

Por trás do conhecimento e capacidade didática da Professora Marta, seu filho, João Garcia, cuidava da parte administrativa do negócio, buscando soluções para geração de matrículas.

Durante os primeiros 10 anos de empresa, o curso era dado presencialmente, em Fortaleza, onde ainda está a estrutura física do Curso Marta Garcia.

Mas, com o modelo de curso validado, João sabia que o online era a melhor forma de expansão do negócio. Em 2013 ele decidiu interromper seus projetos paralelos para se dedicar integralmente ao projeto de levar o curso para todo o Brasil.

Foram 6 meses de projeto até ter o curso disponibilizado em uma plataforma online e pronto para receber alunos.

E o resultado? Um número inexpressivo de cursos foi vendido. Eles tinham o produto e a plataforma, mas não conseguiam ligar a oferta com a demanda.

O desafio

João precisava de formas para gerar oportunidades para o curso online, e foi nesse momento que começou a pesquisar sobre marketing digital.

Decidiu investir em uma ferramenta que já conhecia, o Google Adwords (hoje Google Ads), para gerar novas matrículas. Com a chegada de novas oportunidades ficou claro que o Curso Marta Garcia precisava de uma estrutura melhor para gerar e trabalhar leads.

A empresa contratou o plano mais simples de uma ferramenta de automação, e começou a gerar landing pages para suas campanhas de mídia paga, além de trabalhar com email marketing para sua base.

Entrando no mundo da automação de marketing, João começou a entender o processo de aquisição de oportunidades orgânicas por meio de conteúdo. Ele se interessou cada vez mais pelo marketing digital, e decidiu que era o momento de começar uma estratégia de conteúdo.

Assim nasceu o blog do Curso Marta Garcia, focado em levar conhecimento para uma alunos que buscavam proficiência em inglês instrumental.

Com menos de 2 meses de estratégia e por volta de 6 conteúdos publicados, João abandonou a produção de novos conteúdos.

Você pode estar cansado de saber que marketing de conteúdo é uma estratégia a longo prazo, e que resultados imediatos são raros e enganadores.

Mas, naquele momento, João ainda era iniciante em marketing digital, e a necessidade de gerar resultados em vendas impactou em sua decisão de parar.

Afinal, se uma estratégia não deu resultado em dois meses, por que levar adiante?

Os conteúdos pararam, mas o interesse por marketing digital não. João continuou procurando soluções para sua empresa, consumindo conteúdos e indo a palestras. Em especial, um tema o chamou a atenção: SEO.

A Rock Content já estava em seu radar, por suas pesquisas sobre marketing e vendas, mas neste momento João destacou a importância que os conteúdos da Rock tiveram em seu aprendizado.

Após muitos blog posts, ebooks e até uma palestra do Peçanha no RD on the Road, ele resolveu que precisava insistir com seriedade em uma estratégia de conteúdo.

Só com um bom posicionamento no Google, e geração de oportunidades orgânicas, seria possível implementar um modelo de receita previsível, como ele desejava.

Entendendo que precisava de uma estratégia consolidada, o Curso Marta Garcia fechou uma parceria de conteúdo com a Rock Content.

A Parceria

João tinha um objetivo bem claro em mente:

“A ideia inicial era começarmos a produzir conteúdos de forma sistemática e estratégica trabalhando todas as etapas do funil (topo, meio e fundo) e implementar a estratégia de link building interno para fazer o lead avançar no funil através dos conteúdos.”

João Garcia, Diretor de Marketing

Ele conta que ainda no processo de entrada deles na Rock, um consultor entrou em contato por telefone, fazendo uma análise de quesitos básicos no site do Curso Marta Garcia que estavam atrapalhando seu ranqueamento.

Após corrigi-los, João percebeu uma pequena melhora em seus resultados de tráfego. Ele colocou essa como uma pequena vitória a curto prazo. E atenção: são essas vitórias que constroem o resultado final desse case.

Apesar de já possuir uma persona, insistimos que o estudo fosse refeito, levando em conta aspectos mais profundos de comportamento e interesse. A partir daí teve início a produção de conteúdos para o blog, com foco em gerar oportunidades para o Curso Marta Garcia.

Apesar da frequência de postagem, e toda a estratégia de SEO por trás, João percebia que seus resultados ainda vinham primordialmente de mídia paga.

Mesmo já tendo ampliado muito seu conhecimento sobre marketing digital, o sentimento de que os resultados orgânicos não estavam aparecendo o incomodava muito, e durante os primeiros meses de estratégia ele esteve bem perto de interromper mais uma vez sua produção de conteúdo.

Com conversas com a equipe da Rock, e também dos outros parceiros de marketing, João entendeu que abandonar a estratégia naquele ponto era desperdiçar o dinheiro investido até então, e abrir mão da estrutura de ranqueamento que ele estava construindo.

E como o tempo é o melhor amigo do marketing de conteúdo, os resultados começaram a aparecer.

Os Resultados

Mais uma vez foram pequenas vitórias que levaram o João a retomar seu ânimo na estratégia de conteúdo.

Como todo bom fã do Google Analytics, ele acompanha com frequência seus indicadores por meio de dashboards e do app da ferramenta. Um dia ele notou um aumento no tráfego fora da curva.

Ao rastrear de onde vieram as novas visitas, percebeu que um de seus artigos chegou às primeiras posições da SERP!

SERP para mestrado à distância

Isso voltou a acontecer nas semanas seguintes, e ele viu suas posições no Google subirem de mês a mês.

Por exemplo: seu artigo sobre os melhores mestrados a distância aceitos pelo MEC ganhou o featured snippet para a palavra-chave ‘mestrado a distancia’, gerando um aumento enorme das visitas em seu blog.

O post sobre os phrasal verbs mais usados na língua inglesa teve um resultado semelhante.

Com isso chegaram mais acessos, foram gerados mais leads e foram vendidos mais cursos. As pequenas vitórias diárias levantaram a moral do João e sua equipe, e ele mergulhou de cabeça no marketing de conteúdo.

Contratou o SEMrush e tomou as rédeas do planejamento de pautas. E assim os resultados apareceram:

“Quando contratamos a Rock Content tínhamos uma média de 20 mil sessões por mês.

Estamos atualmente com uma média de 120 mil sessões.”

E melhorar o topo do funil refletiu em toda a empresa, com um aumento de aproximadamente 200% no faturamento, comparando o início de 2019 e antes da parceria com a Rock Content.

E, de todo o faturamento da empresa, 80% vem de fontes orgânicas. Isso é o maior indicativo do sucesso da estratégia de Inbound Marketing e dos conteúdos divulgados no blog.

A empresa vem se destacando não só como parceira da Rock. O Curso Marta Garcia alcançou resultados e virou estudo de caso com vários de seus outros parceiros.

Com uma estrutura de geração de oportunidades orgânicas rodando, João se dedica a aprimorar a estratégia, sempre pensando em novas formas de levar valor para seu público potencial e melhorar ainda mais seus resultados.

E aqui é preciso destacar o valor que isso gera para uma estratégia de conteúdo que desenvolvemos.

Quando um cliente chega ao nível de envolvimento que o João teve, a estratégia ganha uma pessoa a mais na análise, planejamento e desenvolvimento de ações, mas com todo o conhecimento que só alguém que está dentro da empresa pode oferecer!

Ele dedicou seu tempo à rotina de marketing que geraram estes números a longo prazo.

O exercício diário de SEO on Page, checando fatores de ranqueamento com o plugin Yoast, por exemplo, não trouxe resultados da noite para o dia. Foram as pequenas vitórias, as posições conquistadas e as melhoras em taxas de conversão que construíram os resultados finais.

Este case mostra o impacto que do marketing digital para uma empresa que entendeu e investiu em uma estratégia, que sabiam que poderia os levar para o próximo nível. E como este existem outros.

Quer se tornar um case de sucesso? O primeiro passo é começar!

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Melhores eventos de Marketing

10 Eventos de Marketing que você não pode perder em 2019

Os eventos de marketing trazem ao debate profissional o que há de novo, mostrando o caminho do segmento nos próximos anos.

Conhecer as novas tendências, saber o que o mercado está planejando e entender como a tecnologia vai influenciar o segmento nos próximos anos. Os eventos de marketing 2019 têm esses e outros focos, sempre com a proposta de reunir empresas, influenciadores e grandes personalidades da categoria.

Assim, os profissionais podem se manter atualizados e entender o que de importante deve ser levado para as suas agências e companhias para conquistar os melhores resultados. Além disso, estar em ambientes como esses é uma chance única de aumentar sua rede de contatos.

Os eventos de marketing acontecem no mundo inteiro, reunindo sempre diferentes ideias, visões e propostas para o setor. Neste conteúdo você vai conhecer as vantagens de participar desses eventos e quais são os 10 principais já agendados para 2019. Saiba qual é a proposta de cada um, quando e onde serão realizados!

Por quê você deve participar de um evento de marketing?

Participar de um evento de marketing é sem dúvida uma das melhores maneiras de você conhecer profissionais de outras empresas do mercado, seus concorrentes diretos e indiretos, além de possíveis parceiros de negócio e fornecedores de serviço.

Sem contar as chances de conquistar novos clientes que frequentam estes eventos em busca de soluções semelhantes às que você oferece.

Além disso, participar de um evento de marketing permitirá que você assista palestras e participe de treinamentos e workshops.

Ou seja, você pode aprender as melhores práticas do mercado diretamente com profissionais de sucesso, que estão conquistando ótimos resultados em suas empresas e áreas de atuação.

Com estas dicas você poderá criar estratégias de marketing mais eficientes, otimizar a sua estratégia de promoção, tornar sua marca mais conhecida no mercado, corrigir pequenas falhas que estão atrapalhando a conquista de seus objetivos e, com isso, vender mais!

Por fim, os palestrantes destes eventos irão compartilhar com você suas experiências e tudo aquilo que fazem para superar suas dificuldades e conquistar os seus objetivos, sendo uma oportunidade ideal de você receber um insight capaz de transformar seu negócio

É um aprendizado que você irá levar para vida toda, ajudando você a crescer profissionalmente e otimizar o dia a dia de sua função.

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1. RD Summit

O RD Summit já é uma tradição no Brasil, graças à sua estrutura gigantesca, acolhedora e com uma proposta muito chamativa e realmente eficaz. O evento acontece anualmente em Florianópolis e já atingiu o status de o maior da categoria na América Latina.

Por lá, as grandes empresas de marketing digital e conteúdo do Brasil estão presentes, com estandes próprios e que estimulam o networking e a troca de ideias sobre o mercado.

O encontro traz uma série de palestrantes (em 2018 foram 150!) que falam de assuntos dos mais variados, desde o marketing, passando por empreendedorismo, até tecnologia. O foco, naturalmente, é mostrar diversas percepções que envolvem o digital e todos os seus desdobramentos.

Em 2019, o evento já tem data para acontecer! Será nos dias 6, 7 e 8 de novembro, e já conta com uma série de palestrantes confirmados. Você pode acompanhar as novidades e saber todas as atualizações por meio do site do RD Summit!

2. Social Media Week

Entre os eventos de marketing 2019, o Social Media Week é um dos mais relevantes quando o assunto são as mídias sociais, tão importantes para as estratégias das empresas. Por lá você vai ter contato com grandes profissionais da área, verá boas ideias sobre o segmento e, principalmente, acompanhará as principais tendências das mídias sociais atuais e para os próximos anos.

Se você curte novidades e gosta de se manter atualizado, o Social Media Week precisa estar na sua agenda e planejamento deste ano. Além de conhecer os mais novos recursos e entender novas ferramentas de desempenho e análise, no evento você também conta com um ambiente totalmente interativo e que abre espaço ao participante.

O foco é entender melhor como a tecnologia vai impactar a comunicação nas mídias sociais a curto, médio e longo prazo. O mais legal é que a edição de 2019 já tem data marcada, agendada para acontecer de 9 a 13 de setembro, em São Paulo. Acompanhe o site do Social Media Week e se mantenha informado.

3. Traffic and Conversion Summit

Entre os eventos de marketing 2019, há também aqueles em que você pode aproveitar fora do Brasil. O Traffic and Conversion Summit é uma excelente escolha, já que é um dos melhores dos EUA. De modo geral, ele traz assuntos variados do marketing digital, como as tendências e debates promovidos por grandes nomes do segmento.

Os melhores profissionais americanos costumam figurar por lá, o que proporciona uma chance e tanto de ter percepções valiosas sobre o setor. A organização do evento o define como ideal e voltado para agências, profissionais, growth hackers, anunciantes, profissionais de Marketing de Conteúdo e grandes empresas do setor de e-commerce.

Por lá, as grandes novidades e atualizações do marketing digital serão debatidas e abordadas por profissionais que tenham relevância no mercado norte-americano.O Traffic and Conversion Summit vai rolar de 25 a 27 de fevereiro. Acompanhe o site para saber mais informações sobre ingressos e a agenda do evento.

4. Campus Party

Se você acha que a Campus Party é um evento só para nerds e geeks, se enganou! Por mais que esse público seja fã e maioria, há também ótimos temas voltados à tecnologia sendo debatidos por lá. Afinal, o que é o Marketing Digital se não um caminho natural do segmento que se deu por conta dos avanços tecnológicos?

Na CP você verá ótimos debates e palestras sobre empreendedorismo, inovação e todo o universo digital, que são campos fundamentais para o trabalho do marketing. O evento também tem a proposta de reunir profissionais de diversas áreas em disputas divertidas, mas sempre com um viés de aprendizado e desenvolvimento de soluções.

O mais legal é que o evento funciona como um camping, ou seja, você pode dormir, tomar banho e comer por lá, ficando os 2 dias do Campus Party! Na lista dos eventos de marketing 2019, ele acontece nos dias 12 e 17 de fevereiro. Acesse o site e saiba mais detalhes!

5. Gartner Data and Analytics Summit

Com a chancela de uma das maiores empresas do setor de marketing digital e analytics, o Gartner Data and Analytics Summit é um evento que rapidamente se tornou um dos mais importantes no Brasil. Os participantes têm a garantia de que estarão diante da abordagem das principais tendências do mercado, entendendo o que esperar sobre dados e analytics nos próximos anos.

O evento vai abordar técnicas e novas percepções para alavancar resultados de métricas e saber como desenvolver indicadores ainda mais eficientes. Assuntos como novas tecnologias e inovação também serão temas de apresentações, sempre com o foco voltado ao marketing digital. A contextualização dessas questões promete oferecer valiosos insights aos profissionais.

Além de todas as dicas e as soluções propostas por especialistas, o Gartner Data and Analytics Summit é uma oportunidade única de networking. Ele é um evento ímpar que traz as ideias de uma das mais renomadas empresas do segmento mundial. Muito aprendizado e boas ideias serão obtidas no evento que acontecerá em São Paulo, nos dias 29 e 30 de maio. Saiba mais!

6. FIRE Festival

Como a própria organização ressalta, o FIRE Festival é o evento obrigatório para quem trabalha com internet. Sendo assim, o marketing digital não fica de fora!

Os grandes profissionais da comunicação no Brasil marcam presença anualmente, o que é uma tendência dos eventos de marketing 2019. Além deles, grandes empreendedores e nomes relevantes do mercado de inovação também estarão presentes.

As principais startups do marketing digital levarão suas histórias e ideias em apresentações únicas e de grande valor para os participantes. O conteúdo mais técnico também abre espaço para a presença de quem vive do outro lado do segmento, como os influenciadores digitais. Até a Anitta já esteve lá para falar um pouco mais sobre como é ocupar esse espaço.

O FIRE tem segmentos como negócios, métricas, empreendedorismo, inovação, tráfego e copywriting. Se você se identifica ou atua nessas áreas, certamente a experiência será única e vai agregar para a sua carreira. O evento acontece sempre em setembro, ainda com data a definir para 2019. Fique ligado no site deles para saber em primeira mão!

7. Expo Digitalks

Já considerado uma referência em tecnologia e marketing digital, o Expo Digitalks completa 10 anos e vai figurar entre os principais eventos de marketing 2019! Para comemorar, sua edição mais especial até aqui terá 20 atividades em 5 palcos diferentes, contando com mais de 180 palestrantes já confirmados.

O modelo de evento é inspirado em outros da categoria realizados ao redor do mundo, especialmente na Europa. Profissionais com expertise e visão ampla do marketing digital vão comandar as apresentações, abordando o que há de mais novo.

Grandes profissionais de marketing, gerentes, CEOs, diretores e figuras importantes do cenário nacional dedicarão um tempo para conversar com os participantes e transmitir suas percepções.

Essa será uma grande oportunidade de entender o que essas pessoas pensam sobre os próximos anos do segmento, apontando como o marketing digital deve ser comportar em breve. O Expo Digitalks acontece nos dias 28 e 29 de agosto, em São Paulo. Mais detalhes e ingressos você confere no site oficial.

8. Inbound

Esse é mais um dos eventos de marketing 2019 que vão rolar fora do Brasil, mas podem ser uma ótima alternativa para quem pode se deslocar ou estiver de férias. O Inbound é um dos mais relevantes em todo o mundo e acontece na cidade de Boston, nos EUA.

A proposta dele é simples: trazer os principais e mais relevantes profissionais do setor de marketing digital para apresentações, palestras e bate-papos técnicos e com diferentes visões em relação ao mercado atual.

O evento é bem completo e, além dos workshops e painéis, há também festas! Contudo, o que menos importa é a curtição nesses momentos. As comemorações são momentos mais descontraídos em que acontecem as melhores ocasiões para trocar ideias e conhecer pessoas relevantes no segmento.

Essa proposta ajuda muito no networking, já que o clima é propício para que as pessoas estejam mais abertas a fazer novas amizades que serão importantes para o futuro profissional. Todo esse conteúdo educacional e inspirador já está devidamente planejado e agendado para acontecer dos dias 3 a 6 de setembro. Visite o site oficial do evento e conheça melhor os detalhes.

9. Expo Rakuten

A Rakuten Digital Commerce é uma empresa amplamente conhecida e referência no ramo de comércio digital. Por conta disso, o que já dá para esperar é que ela traga pautas, discussões e perspectivas de alto valor para os próximos anos dentro desse segmento.

O evento tem sido um sucesso no Brasil e, em 2018, levou mais de 6 mil participantes a saberem um pouco mais sobre os e-commerce, suas estratégias e o que há de novo no mercado.

Tecnologia, SEO e marketing digital são assuntos que naturalmente estarão em pauta, com palestras, workshops e conversas comandadas por nomes de impacto no cenário brasileiro. Os profissionais foram escolhidos a partir da curadoria da Rakkuten e, diante da relevância da empresa no cenário mundial, o que se pode esperar é conteúdo relevante que vai ajudar muita gente!

Vale a pena ver o que essas pessoas têm a dizer em um dos melhores eventos de marketing 2019. O espetáculo gigantesco já tem data e local para acontecer: em São Paulo, no dia 10 de outubro, com uma grande estrutura esperando profissionais de todo o Brasil. Confira mais detalhes no site oficial!

10. The Developers Conference

Também conhecido como TDC, essa conferência é a maior do mundo quando o assunto é tecnologia. Se esse é o foco, é claro que também vai passar por temas importantes relacionados ao marketing digital.

Cada vez mais os novos recursos têm influenciado a forma de posicionar empresas ao público e desenvolver campanhas de impacto. Assim, um evento desse porte também traz pautas de destaque voltadas ao contexto do marketing.

Entre os assuntos, os dados são um dos grandes focos do evento. Ele mostrará como a captação adequada e eficiente proporciona ótimas chances de insights para direcionar campanhas ainda mais certeiras pelas equipes de marketing digital. O UX Design também é outro ponto muito bem abordado, mostrando sua relação direta com o engajamento com o cliente.

O TDC é um evento que acontece em várias datas e em diferentes cidades do Brasil, inclusive com algumas edições online, o que traz uma proposta mais inclusiva. As datas e as maiores informações você confere na página do evento.

Os eventos de marketing 2019 prometem! Veja qual deles está mais próximo de você e conta com a programação que mais te interessa. Assim você poderá aproveitar uma experiência única de aprendizado, networking e, quem sabe, diversão.

Bônus: organize seu próprio evento de Marketing Digital

Se você busca tornar sua marca mais conhecida no mercado e se aproximar de seus clientes e parceiros, uma boa saída é você mesmo organizar um evento de marketing para sua empresa.

Além de ajudar você a posicionar a sua marca como uma especialista no mercado, fazendo isso você irá garantir a possibilidade de conquistar ótimas parcerias, contatos com outras empresas e, com isso, mais vendas para sua organização.

Estes eventos não precisam ser apenas presenciais. Você pode investir na realização de Webinars, que além de aproximar você de seus clientes é uma excelente forma de gerar leads.

Agora que você já conhece os eventos de marketing que você não pode perder e algumas dicas de como fazer o seu próprio evento, confira também o nosso ebook completo sobre Marketing de Conteúdo!

Como Fortnite saiu da esfera dos games e se transformou em um sucesso de marketing

Conheça mais sobre o jogo Fortnite e entenda como ele saiu do universo gamer em direção ao mundo da publicidade e do marketing, se transformando em um sucesso não apenas nas vendas, mas também em viralização.

Se você é fã de games ou cultura geek provavelmente já ouviu falar — mesmo que não se lembre agora — do nome Fortnite.

Até mesmo quem não se interessa tanto pelo assunto pode ter entrado em contato com o jogo sem ao menos saber: figuras conhecidas no universo do esporte, como o jogador da seleção de futebol da França, Antoine Griezmann, e o lutador de UFC, José Aldo, comemoraram suas vitórias fazendo referência ao jogo.

Antoine Griezmann comemora com dança do Fortnite

O game, que atingiu a marca de 1 bilhão de dólares em faturamento em apenas dez meses, se transformou em um completo case de sucesso no marketing. Sim, é isso mesmo que você está lendo!

Quer descobrir como o “fenômeno Fortnite” aconteceu? Então acompanhe nosso post!

Como o jogo funciona?

Antes de compreender as estratégias de marketing que fizeram parte da história do jogo, entenda o que é o game e como ele funciona.

Fortnite é um jogo eletrônico que foi lançado no ano de 2011 pela empresa Epic Games. No entanto, a versão que viralizou e conquistou fãs ao redor do mundo foi lançada há pouco tempo, em setembro de 2017!

Para você ter um pouco da noção do sucesso do jogo, a Epic divulgou que, em junho de 2018 (apenas 9 meses depois do lançamento), já haviam 125 milhões de usuários registrados.

O número é muito bom e representa um forte teor de viralização, o que reforça a capacidade do jogo em atingir uma grande quantidade de pessoas em um curto período de tempo.

O principal objetivo do Fortnite é vencer os adversários em combates. As partidas podem acontecer em modo “solo”, em dupla ou em equipes de até quatro jogadores. Para se dar ainda melhor nos confrontos, o personagem pode explorar o cenário do jogo e conquistar recursos, buscar itens específicos e construir edificações, por exemplo.

É importante estar sempre atento ao mapa, fundamental para aproximar os jogadores em momentos oportunos para os combates.

A dinâmica do Fortnite, que faz parte do modo Battle Royale, é popular entre games e consiste basicamente em três pilares: sobreviver (e ser o “último homem de pé”, ou seja, o vencedor), explorar o ambiente e coletar recursos e equipamentos. Ou seja: ganha quem ficar por último!

Fortnite: como funciona

Uma característica muito legal de jogos do gênero é que eles estimulam o jogador a sair ao máximo da sua zona de conforto. Isso é feito a partir da redução das “zonas seguras”.

Quando alguém permanece muito nestes espaços, onde não existe confronto e os jogadores acabam por se esconder, existe a possibilidade de ser forçado a sair das zonas ou até mesmo ser eliminado do jogo.

Como o jogo se transformou em um case de marketing?

Após entender como o jogo funciona, você provavelmente ainda está se perguntando sobre a tal viralização.

Afinal, mesmo que se trate de um jogo legal, com gráficos interessantes e de boa jogabilidade, ainda é de se espantar o fato de que o Fortnite ganhou proporções tão grandes em um período de tempo tão pequeno.

Vamos, então, “começar do começo”: no mês de março de 2018, Tyler Blevins, um famoso gamer norte-americano, promoveu a transmissão de uma partida de Fortnite na Internet. Até aí, uma prática comum no universo gamer.

A cereja do bolo estava em seus adversários: os rappers Drake e Travis Scott. Aquela partida bateu recordes em audiência de espectadores, chegando a um número de 635 mil pessoas (o recorde anterior era de 338 mil).

Desde então, a popularidade do game aumentou consideravelmente. Outro evento responsável por reforçar sua popularidade foi a Copa do Mundo de Futebol, em junho do mesmo ano.

Uma série de jogadores, na típica prática de comemorar gols fazendo alguma referência (muitas vezes desconhecida, mas que rapidamente viralizam após ter o significado compreendido pelo público geral), mencionaram o Fortnite ao fazer símbolos referentes ao game.

Além do fato do jogo ter conquistado figuras com visibilidade mundial, existiram também estratégias de lançamento e veiculação do jogo muito bem pensadas.

Uma delas — talvez a principal — foi a funcionalidade multiplataforma: por um bom tempo, jogos exclusivamente para computador conseguiram se sustentar de forma excelente. Agora, na era dos dispositivos móveis, é preciso pensar em estratégias que transformem os games em recursos “sempre na palma da mão”.

O Fortnite permite que partidas sejam iniciadas no computador, por exemplo, sendo posteriormente transferidas para algum dispositivo móvel ou console. Ou seja: é ainda mais difícil parar de jogar!

O que podemos aprender com o sucesso do Fortnite?

Uma transmissão ao vivo e uma série de jogadores mencionando o Fortnite. A semelhança encontrada entre os dois casos tem nome, e é chamada de marketing de influência.

O marketing de influência é baseado em estratégias que envolvem produtores de conteúdo com grande influência sobre seus respectivos públicos. São os antigos “blogueiros” que, nos primórdios da Internet, já mantinham blogs e começaram a chamar a atenção de marcas.

Naquela época, já era possível perceber o grande alcance de pessoas que dividiam suas vidas e experiências (sejam elas profissionais ou pessoais) na Internet. O público que as assistia era muito fiel e, literalmente, comprava as ideias expostas pelo pessoal na web.

A partir daí, marcas viram uma oportunidade promissora de lucrar ao investir neste tipo de estratégia de marketing, que foge daquelas campanhas publicitárias tradicionais e muitas vezes distantes ou óbvias demais. Comprar algo depois de ver uma propaganda entre o jornal e a novela é uma prática que ficou no passado.

Hoje em dia o que vale é a sensação de confiança e espontaneidade na Internet. Ninguém quer mais ser atraído por anúncios abusivos ou falsos. Os blogs deram lugar aos perfis nas redes sociais — como o Instagram, principalmente — e os blogueiros se transformaram em Digital Influencers.

Infográfico sobre Influenciadores Digitais

O mercado, que poucos anos atrás era embrionário, está atingindo números na casa dos bilhões: um estudo de uma agência norte-americana prevê que até 2020 empresas gastarão um valor que transita entre 5 e 10 bilhões de dólares com influenciadores!

Onde queremos chegar com isso tudo? É simples: os influenciadores foram grandes responsáveis pelo sucesso de marketing do Fortnite.

Já citamos outros atributos importantes para que o jogo se tornasse popular, porém, aqueles números estrondosos provavelmente não teriam sido alcançados em um espaço de tempo tão curto se a viralização não tivesse partido de figuras notáveis e com caráter influenciador.

Se inspirar em comportamentos de famosos sempre foi uma característica comum na sociedade, e o fenômeno não foi iniciado com os blogueiros ou influenciadores digitais.

O SAC da Globo, que ocasionalmente divulgava nomes dos produtos/acessórios mais populares nas novelas, é um exemplo. Naquela época, o telespectador via um esmalte, peça de roupa ou qualquer outro objeto de valor que o inspirava de alguma forma. Depois, ligava para a emissora com o objetivo de saber nome, marca, preço e todo o resto que fosse possível. O que mudou? A acessibilidade e rapidez nas quais as informações são divulgadas.

Em questão de minutos já era possível saber que a comemoração do jogador da seleção francesa fazia referência ao Fortnite. E, poucos minutos depois, o jogo já estava sendo iniciado, afinal muita gente quer saber “qual é o jogo que o Drake joga em seu tempo livre”.

Tamanho sucesso e viralização podem nos ensinar muito sobre o poder do marketing de influência, e como empresas que ainda não o exploram podem estar perdendo muito com isso.

Atualmente, existem formas muito baratas e com grande poder de eficiência ao trabalhar com influenciadores. Não é preciso investir milhares de reais na estratégia, e empresas menores podem se aventurar de forma relativamente segura no ramo para, dessa forma, descobrirem se a prática é de fato rentável.

Bônus: sabia que até a Netflix considera o Fortnite como uma ameaça?

Por essa você não esperava! A Netflix apontou o Fortnite como um dos seus grandes concorrentes. Sim, isso mesmo!

Um relatório divulgado pelo serviço de streaming deixou a entender que suas principais preocupações não são com concorrentes diretos como a HBO, Hulu ou Amazon Prime, mas sim com um jogo online.

O motivo disso seria o tempo de tela do usuário. Especialistas apontam a ideia de que, além de sair da Netflix para jogar Fortnite, existe um outro problema em questão.

Os interessados em games (que são um número gigante e almejado pelo gigante do streaming) estão deixando de ver filmes e séries para assistirem materiais feitos por produtores de conteúdo relacionados ao jogo. Lembra do que falamos sobre influenciadores? Pois é!

O que podemos aprender com tudo isso é que, além de qualidades técnicas, qualquer produto — seja ele um jogo, seja objeto de valor ou fruto do entretenimento — só vai sobreviver com louvor quando existe uma boa estratégia de marketing desenvolvida.

Não sabemos até onde o Fortnite trabalha com influenciadores e como isso é feito, porém, espontaneamente ou não, investir nessas figuras é um grande acerto.

Com o case de sucesso do game, você deve estar pensando nessa nova tendência de marketing. E, por falar em tendências, veja quais são as promessas para o ano de 2019!

Social Media Trends 2018

Quanto vale o seu site?

Descubra quanto vale o seu site e como potencializar ainda mais esse valor!

O valor de um ativo digital, como um site, não é tão claro quanto o de bens físicos. Mas existe uma forma de fazer esse cálculo. Vamos falar sobre essa fórmula e ver por que é importante dar atenção a isso, mesmo que você não pretenda vender o site.

Criar um site, hoje, é tão fácil que pode ser feito de graça em questão de minutos, de forma personalizada, em diversos editores bem conhecidos.

Mas criar um site de valor, que dá lucro e pode até ser vendido para algum empreendedor interessado em investir no marketing digital, é bem mais difícil.

Aliás, para muitos é até difícil calcular o valor do próprio site e saber o que fazer para aumentar esse número. E você, sabe quanto vale o seu site?

Se a resposta foi não, está no lugar certo, pois nós criamos um guia que vai ajudar você a enxergar esse assunto de uma forma realista e objetiva. Além de aprender como se avalia o valor de um site, você vai ver o que fazer para deixá-lo mais valioso e reconhecido no mercado. Boa leitura!

Por que faz diferença saber quanto vale o seu site?

Se o seu site estiver ligado à sua empresa, e não um negócio digital independente, você talvez pense que não faz diferença saber quanto ele vale.

Se você pensa assim, reconsidere. O valor de um site não é importante apenas quando a ideia do dono é vendê-lo mais tarde.

Mesmo que ele esteja diretamente ligado a um empreendimento físico, é importante saber de que formas o seu site gera valor para o negócio. Como assim?

Muitas empresas têm sites, mas não os usam efetivamente para gerar negócios e nem fazem questão de medir o quanto eles são realmente úteis para a geração de receita.

É como se fosse apenas uma obrigação ter um site próprio, sem qualquer real compromisso em torná-lo um canal de lucro.

Saber quanto vale o seu site e pensar em formas ativas de aumentar esse valor é a melhor maneira de evitar essa armadilha e aproveitar tudo que o ambiente digital tem a oferecer para a sua empresa.

Como funciona a valorização de um site?

Bens físicos já têm um longo histórico de avaliações e transações, o que torna muito mais fácil avaliar seu valor. Mas como se calcula o valor de um site?

Pode não parecer, mas a prática de comprar e vender ativos digitais é gigantesca — e só tende a aumentar. Por isso, especialistas já criaram métodos eficazes de avaliar o valor de um site.

Um dos métodos mais difundidos é o conceito de múltiplos. Nesse modelo, é preciso tirar a média dos seus últimos 12 meses de lucro líquido. Depois é só multiplicar esse valor por um múltiplo, que vai de 20 a 50. A conta fica assim:

média dos últimos 12 meses de lucro líquido x 20–50

E o que determina qual será o múltiplo do seu site? Esse número vai depender de uma série de fatores econômicos, relativos ao mercado, e também ao desempenho do site para gerar lucro mesmo depois de ser vendido.

Podemos até separar 4 fatores principais que determinam o cálculo do múltiplo que será usado para definir o valor final:

  1. risco: quanto maior o risco assumido pelo comprador, menor o valor do múltiplo;
  2. potencial: um site com alto potencial de crescimento vale bem mais que um que não tem muito para onde expandir as operações;
  3. facilidade de transferência: o novo dono precisa ter a mesma condição de tocar o negócio que o anterior, sem grandes mudanças;
  4. capacidade de comprovação: tudo que você diz sobre o site precisa ser comprovado com dados para legitimar o valor proposto.

Por exemplo, um site que depende demais da intuição ou da personalidade do dono para funcionar tem valor menor do que um que já tenha uma estratégia firmada, um método comprovado de gerar leads e vendas constantemente.

Afinal, o segundo site oferece menos risco, provavelmente demonstra maior potencial, é mais fácil de transferir sem prejuízos e consegue comprovar resultados e projeções com dados.

Checklist para lançar site

Como avaliar o valor do seu site?

Além dos quatro pontos já destacados acima, que são muito importantes para determinar o valor de um site para um possível comprador, é preciso avaliar outros quesitos nessa equação.

Alguns aspectos diretamente ligados ao funcionamento e o desempenho do site em si são vitais para determinar seu valor.

Veja abaixo quais são alguns dos fatores mais relevantes que você precisa ficar de olho para descobrir e comprovar o valor do seu site.

Receita gerada por meio do site

Qual é o papel do site na geração de renda do seu negócio? A resposta a essa pergunta terá um peso enorme na avaliação de valor. Afinal de contas, esse é o objetivo final de contar com um site.

Deixar de acompanhar essa métrica mostra falta de compromisso em fazer esse canal funcionar como deveria. Além disso, um site que não dá resultados financeiros não tem praticamente nenhum valor de mercado.

Numa situação assim, o máximo que pode acontecer é um concorrente se interessar pelo seu domínio e fazer uma oferta por ele.

Por outro lado, um site que gera alto retorno tem tudo para ser valorizado com um múltiplo generoso.

Tráfego gerado

O tráfego também é muito importante, pois é dele que vem o dinheiro. Sites que atraem muita gente vendem bastante.

E mesmo que o site não faça tanto dinheiro, um fluxo alto de visitas mensais significa que bom potencial de crescimento. Apenas alguns ajustes provavelmente seriam suficientes para aumentar a taxa de conversões.

Nesse respeito, existem muitas possíveis fontes de tráfego, e todas elas são bem-vindas. Mas aqui vai uma dica importante: tráfego orgânico é sempre melhor do que o pago.

Assim, um site que tem um alto número de visitas porque faz um trabalho completo de SEO terá mais valor que um site idêntico cujo tráfego vem primariamente de anúncios.

Autoridade da marca

Como a marca que o site apresenta é vista pelo mercado? Um pequeno negócio em ascensão no mercado geralmente desperta a atenção de grandes empresas, que se tornam potenciais compradores.

Por sua vez, uma marca que já vem enfraquecendo com o passar dos anos deve diminuir o valor do site na hora da venda.

Sites que investem em branding e trabalham para gerar valor e se tornar fontes de autoridade no segmento em que atuam conseguirão uma valorização maior por causa da imagem positiva no mercado.

Engajamento dos visitantes

Nem só de tráfego vive um site bem-sucedido. O engajamento é outro critério que ajuda a mostrar o quanto o trabalho é completo e atende a uma necessidade do público.

Se o engajamento for baixo, significa que provavelmente o conteúdo do site é visto como superficial ou de baixa qualidade. Esse tipo de fragilidade aumenta o risco de o negócio não se sustentar no longo prazo e, portanto, diminui seu valor.

Tempo gasto no site, comentários, compartilhamentos, menções em redes sociais, avaliações positivas de Net Promoter Score e engajamento da lista de e-mails são algumas formas de avaliar esse engajamento.

Boas práticas de mercado

O mercado digital evolui com muita rapidez, mas algumas boas práticas já existem por um bom tempo e precisam fazer parte do negócio que deseja uma valorização alta.

Sites que não são devidamente otimizados para mobile, contém muitas falhas de SEO, não têm uma estratégia documentada de geração de leads ou um funil de vendas desenhado e testado saem muito atrás na avaliação.

Essas boas práticas dão credibilidade e solidez ao negócio. Deixar de cumpri-las indica falta de capacidade na gestão.

Checklist de Auditoria de Site

Quais as formas de aumentar o valor do site?

Descobrir quanto o seu site vale é só a primeira parte da história. O objetivo depois disso é encontrar formas de aumentar esse valor, ou seja, torná-lo mais eficaz e rentável.

Na lista de estratégias abaixo, você vai encontrar ótimas dicas do que fazer para valorizar esse ativo e lucrar muito mais com ele. Compensa investir nas seguintes opções.

Marketing de Conteúdo

O Marketing de Conteúdo está entre as principais estratégias de marketing digital que existem no mundo.

Ele se baseia em gerar valor para uma audiência bem definida. Com ele, é possível cultivar uma audiência grande, engajada e que, por fim, terá confiança de comprar o que você vende.

Muitos dos critérios importantes para aumentar o valor de um site são alcançados assim com essa estratégia.

Diversificar as fontes de tráfego

Você já deve saber do perigo de colocar “todos os ovos numa cesta só”. Se o seu tráfego vem sempre da mesma fonte, o que acontecerá se essa fonte secar?

Por mais que siga um método para atingir o fluxo de visitas desejado, ninguém tem controle sobre canais externos. Isso torna arriscado basear o sucesso de um site só em uma fonte de atração de visitas.

Diversifique e consiga visitantes de muitas maneiras diferentes. Além de se arriscar menos, será possível testar qual delas tem maior potencial de crescimento.

Diversificar as fontes de renda

O mesmo princípio do tráfego vale para a geração de receita. Criar subprodutos ou apostar em diferentes canais de venda é uma ótima forma de aumentar o lucro sem depender de uma única estratégia.

Quanto mais fontes de receita o site tiver, maior será também o seu potencial de crescimento: é matar dois coelhos com uma cajadada só.

Ampliar a lista de e-mails

A lista de e-mails é bastante relevante para o sucesso de um site por dois motivos principais: mantém o engajamento e é ótimo para as conversões.

Assim, se você precisa estreitar o relacionamento com a sua audiência, trabalhe pesado no e-mail marketing. Ele o ajudará a tornar leads em clientes e clientes em fãs.

O resultado disso é, obviamente, um aumento no valor do seu site.

Variações de domínio

Logo acima eu disse que a única coisa que um site sem vendas poderia ter de valor é o seu domínio, que poderia interessar a um concorrente.

Isso não foi à toa. As variações de domínio de um site, dentro do seu segmento, aumentam as oportunidades de torná-lo referência na área em que o negócio atua.

A tática aqui é simples: adquira variações de domínio e palavras-chave que tenham valor estratégico para o negócio. Isso faz muita diferença no valor do site.

Provas sociais

Depoimentos e avaliações de clientes contentes com o resultado do seu trabalho, críticas positivas na mídia especializada e outras provas sociais de que o seu negócio é confiável e lucrativo também ajudam demais.

Isso serve tanto para aumentar o seu prestígio e cultivar uma imagem positiva da marca quanto para aumentar as vendas e engajamento. 

Link building

Backlinks são um dos 200 fatores de rankeamento do Google, e têm muito peso no tráfego orgânico de um site.

Por isso, o trabalho de link building vale a pena. Dá trabalho e leva tempo conseguir que outros recomendem seu site. Mas uma vez que fizer isso, o valor desse ativo vai aumentar bastante.

Mobile-first

Não se contente em criar um site que se adapta de forma básica aos dispositivos móveis. Siga a diretriz do Google e refaça seu site para se tornar mobile-first.

Além de criar uma experiência melhor do usuário e ajudar nas classificações dos buscadores, mostrará compromisso com as melhores práticas do mercado digital.

Estratégia documentada

Nada de fazer as coisas na intuição. Crie métodos e os documente. Faça testes para comprovar o que funciona e refine-os de forma constante.

Isso fará do seu negócio uma máquina de resultados escalável e previsível, ao contrário de muitos sites que não sabem como ganharão dinheiro no mês seguinte.

Agora você já sabe tudo o que precisa fazer para descobrir quanto vale o seu site e, mais ainda, como aumentar esse valor.

Seja a sua ideia seja vender o site, seja mantê-lo para promover sua empresa física, busque a ajuda de especialistas capazes de ajudá-lo a impulsionar esse canal tão importante de negócios.

E, se você busca por formas de aumentar o tráfego do seu site — sem pagar a mais por isso — baixe gratuitamente nosso ebook sobre o assunto!

Como atrair tráfego para seu site

A evolução do Marketing Digital ao longo dos anos

Evolução do Marketing Educacional: como se reinventar para permanecer no topo

De 1994 até os dias de hoje muita coisa mudou no cenário do Marketing Educacional. Hoje, mais do que nunca, é necessário se ressignificar para se manter no topo.

Estamos imersos em uma era de grandes transformações, como a simbiose entre o passado e futuro, gerações de mentalidade disruptiva, novas ameaças e oportunidades, diferentes formas de abundância e escassez etc.

Todas essas mudanças nos pressionam a ressignificar nosso modo de pensar, agir e comunicar.

Mercados emergentes estão em fase de amadurecimento, enquanto em alguns mercados tradicionais, as alterações de padrão no comportamento do consumidor estão sendo alterados profunda e velozmente.

Essa é a realidade do mercado da educação do ensino superior que viveu profundas alterações nos últimos 15 anos.

Retrospectiva do mercado educacional

Quando iniciei minha carreira corporativa no segmento educacional, levei um susto. Percebi o segmento uns 10 anos atrasado em comparação com outros mercados, principalmente no que se referia a tecnologia e gestão.

Me lembro bem que na primeira reunião com meus novos colegas de trabalho (grande parte acadêmicos, com pouca experiência de mercado) me criticaram muito quando afirmei que o aluno era nosso cliente.

Tinha sido contratada como responsável pela área de marketing e comunicação com o principal desafio de implantar a tecnologia e filosofia de um sistema de CRM.

A expectativa pela mudança de cultura, processos e tecnologia era muito grande. Mas antes de contar um pouco sobre essa minha incrível experiência de vida no segmento educacional, e os aprendizados que me levaram a largar a carreira corporativa e empreender nesse setor, que tal uma retrospectiva, sobre a evolução educacional?

Afinal, foi essa reflexão que me impulsionou a buscar uma solução que pudesse de fato trazer diferenciação, ressignificando a entrega para o mercado da educação de ensino superior.

1994: muita demanda e pouca oferta

Em 1994, o setor de educação superior privada vivia uma abundância de demanda e pouca oferta que resultava em grande concorrência candidato X vaga para todos os cursos de graduação.

O sonho do ensino superior se tornava realidade para poucos. E acredito que, por essa razão, as instituições ainda não se preocupavam em estruturar os setores de comunicação e marketing.

Todos os processos de captação de alunos, desde a ficha de inscrição, pagamento, prova até a matrícula eram realizados de forma presencial.

1999: criação da assessoria de comunicação

Já em 1999, houve um aumento da oferta e a demanda continuava alta. Foi nesse momento que as instituições de ensino criaram seus primeiros setores de comunicação, chamados de assessoria de comunicação.

A comunicação com o público-alvo começava a ser realizada pela publicidade, mala direta, correios, telegrama e algumas instituições de ensino criaram seus sites e permitiram inscrições online.

2002: estruturação das áreas de mercado

O ano de 2002 foi o marco para o segmento educacional por começar a estruturar as áreas de mercado.

Neste ano, criaram seus primeiros setores de marketing. Todos os processos de inscrição são realizados pela internet.

A concorrência começa a incomodar e os investimentos em publicidade via agências ou in-house começam a ficar mais expressivos. Inicia-se também investimentos em call center e e-mail marketing.

2010: oferta ultrapassa a demanda

Os anos de 2010 a 2017 ficaram marcados pela briga pela atenção da audiência.

No ano de 2010, oferta já era maior que a demanda. A mídia de massa ganha grandes investimentos, principalmente por meio da TV e rádio.

As Instituições de Ensino Superior criam seus setores comerciais, o vestibular agendado ganha força, consolidam-se os investimentos em call center, e-mail marketing e a novidade é o SMS.

2013: expansão do call center

Em 2013, aumenta-se o número de postos de atendimento no call center, algumas instituições começam a investir em CRM e grande parte delas tem perfil nas mídias sociais, mas sem utilização para captação e retenção de alunos ainda.

Marketing de Conteudo para Instituições de Ensino

2015: fim do FIES

Já em 2015, com o fim do FIES e a queda expressiva da captação de alunos, as instituições reduzem os investimentos em publicidade e aumentam as equipes comerciais.

Elas passam a entender e trabalhar sob o foco do funil de conversão, aumentam os investimentos em publicidade online e o CRM ganha mais força.

Aqui vale fazer um parênteses para destacar o quanto ficamos anestesiados pelo FIES.

De 2012 a 2014 o nosso funil de conversão e a geração de leads funcionava sem muito esforço, era alimentado pelo super estimulante do FIES.

Quando ele sofreu alterações, impactou de forma abrupta a sustentabilidade do fluxo de caixa das instituições que estavam com grande parte de seu contingente de matriculados, vinculados a esse programa.

2016: reinvenção do Marketing Educacional

A reinvenção do Marketing Educacional começa a acontecer em 2016. Os investimentos de publicidade tem maior divisão entre o tradicional e o online.

O Inbound Marketing invade os setores de marketing. As mídias sociais passam a gerar mais leads qualificados e consolidam o funil de conversão. Entende-se que o diferencial precisa ser baseado na entrega de valor.

Em paralelo a esse cenário, os números da educação superior privada no Brasil registraram mudanças ainda mais profundas que agravaram a situação do segmento educacional, como:

  • crescimento de 106%  no número de instituições privadas nos últimos 15 anos *;
  • crescimento 66% das matrículas do ensino superior privado na modalidade EAD nesse mesmo período*;
  • aumento de cerca de 30% no custo de captação de alunos, de 2015 para 2019**;
  • queda de egressos dos alunos do ensino médio que ainda refletirá por uns bons anos no funil de matrículas;
  • aumento da taxa de evasão dos cursos de graduação presenciais que chega ao assustador 56% com alunos sem apoio de financiamentos *;  
  • em 2014, eram 39 alunos por curso existente, 2017 foram 21 alunos por curso existente e em 2019 será 16 alunos por curso existente **.

Dados:

*Mapa do Ensino Superior no Brasil, 2017, SEMESP;

**Atmã Educar, 2018.

Enfim, já faz um bom tempo que não existe mais processo seletivo, candidato x vaga.

É o candidato que tem em seu processo de escolha as diversas opções de instituições de ensino. E a quantidade não vai parar de crescer tanto em relação ao número de instituições quanto em relação ao número de cursos em oferta.

Os números podem ser frios e as informações podem ter uma dose de sentimentalismo, mas o fato é que as instituições de ensino superior privadas precisam — mais do que nunca — além de serem eficientes nos seus processos de captação e retenção de alunos, se ressignificarem para, então, estar no topo da lista de desejos dos potenciais estudantes do ensino superior.

E, para impulsionar os resultados da sua Instituição de Ensino, não deixe de conferir nosso post com as 7 tendências que devem ser adotadas para o ano de 2019.

Escrito por Fernanda Verdolin

Fernanda Verdolin

Fernanda Verdolin é founder da DNA Educação, Carreiras e Empregabilidade, uma plataforma de orientação e autogestão de carreiras para o aumento da empregabilidade dos estudantes na perspectiva da captação e retenção de alunos: Aceleradora de Carreiras.

Formada em relações públicas, especializou-se em marketing educacional. É pós-graduada em gestão de negócios, estratégia e marketing, além de mestre em administração. Trabalhou em empresas de grande expressividade na área de tecnologia da informação, como a TOTVS, atuou como docente, coordenadora de curso de pós graduação e se especializou no segmento de educação também como executiva de marketing.


Rock Convert

Rock Convert: todos os CTAs que você precisa para converter seus visitantes em um único plugin

Ao criar um blog, seu primeiro desafio é conquistar uma audiência fiel. Para isso, você precisa de uma estratégia de produção e divulgação de conteúdo muito bem planejada. Mas quando é que você pode afirmar que alcançou sucesso com o blog?

Se as sessões conquistadas não levarem seus visitantes a um próximo passo na jornada, de nada adianta. E esse próximo passo é a conversão e fidelização de seu público, para que passem a acompanhar a sua newsletter, novidades e lançamentos.

Dessa forma, seu visitante se transforma em lead e, com o tempo, naturalmente se torna um cliente por meio da estruturação de um funil de vendas.

Para construir esse funil, existem vários aplicativos e técnicas que podem te ajudar. Por exemplo: banners, boxes para assinatura de newsletter e hellobar.

Com o objetivo de facilitar o seu trabalho e reunir toda a estratégia de conversão em um único lugar, desenvolvemos o Rock Convert.

O que é o Rock Convert

O Rock Convert é um plugin compatível com qualquer versão do WordPress com várias funcionalidades, como adição de banners em massa, geração automática da versão pdf do post, caixa de newsletter na barra lateral e várias outras.

Além de agrupar todas essas funções em um único aplicativo, os calls-to-action (CTAs) são publicados diretamente do seu painel do WordPress e poderão ser monitorados por meio do Google Analytics.

Rock Convert

Como instalar o Rock Convert

Para instalar o plugin, seu sistema precisa atender apenas aos dois requisitos a seguir:

  • WordPress 4.7 ou superior;
  • PHP Version 5.6.0.

Em seu WordPress, acesse a aba Plugins e selecione Adicionar novo.

Rock Convert

Pesquise por Rock Convert e clique em Instalar agora.

Rock Convert

Com o plugin instalado, você terá acesso a todas as suas funcionalidades apresentadas a seguir.

Como criar um banner

Acesse Rock Convert em seu WordPress e selecione Novo banner.

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Você verá que o funcionamento desta feature é bastante intuitivo. Ela permite que você escolha para o seu banner:

  • Título: identificador do CTA. Este nome não aparece no site e é utilizado apenas para identificar o banner na listagem.
  • Imagem: imagem do banner. Recomendamos utilizar uma imagem com a mesma largura do blog (Geralmente entre 750px 960px)
  • Link: para onde o usuário será redirecionado ao clicar no banner.
  • UTM Source e UTM Campaign: atributos para identificar o banner na ferramenta de analytics.
  • Visibilidade: nesta parte é possível esconder o banner em páginas específicas. Caso não queira que o banner apareça em um post basta adicionar a URL dele nesta parte.
  • Categorias de exibição: selecione em quais categorias este banner deve aparecer. Caso nenhuma categoria seja selecionada o banner não aparecerá em nenhum lugar do site.

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Além disso, ele permite que você escolha uma categoria específica do seu blog e uma posição (acima ou abaixo do conteúdo), para publicação de banners em massa.

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Caso não queira que o banner seja adicionado em locais ou posts específicos, basta deixar os campos de categorias todos em branco e clicar em publicar. Assim que a página for atualizada, o plugin disponibiliza um código para utilização livre:

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Basta inserir esse código em um trecho específico do seu post, atualizá-lo e verificar a versão publicada:

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O banner não aparece no editor do WordPress, mas visitando a página publicada ele aparece normalmente:

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Esta feature do Rock Convert elimina o trabalho de inserir a mídia e configurar manualmente a UTM toda vez que precisar inserir um banner em um conteúdo. E ainda oferece uma funcionalidade para analisar o desempenho de cada um dos seus banners:

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Para habilitar esta função, basta acessar a aba de configurações do Rock Convert e habilitar o Analytics.

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Como gerar leads oferecendo o próprio post como material rico

Quando você produz um conteúdo muito completo, existe a possibilidade de oferecer ele próprio em pdf como um material rico para facilitar ao seu leitor que tenha acesso novamente quando quiser.

Para gerar esse pdf, existe um desafio: toda vez que o post for atualizado, é necessário atualizar também o pdf, certo? Ou então ele acabaria ficando desatualizado.

O Rock Convert não apenas facilita a geração do pdf, como também tem um comportamento dinâmico, atualizando o documento toda vez que o conteúdo é atualizado.

Para utilizar esta função, basta acessar o WordPress como administrador e editar o post que você deseja criar a versão pdf. Com o Rock Convert instalado, você verá a seguinte janela lateral:

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Ao selecionar a opção de Disponibilizar o post para download e atualizá-lo, aparecerá um shortcode na lateral e a opção de visualizar o arquivo:

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Então, basta seguir o mesmo procedimento do banner, copiar e colar o código ao longo do conteúdo e a seguinte caixa aparecerá no lugar do shortcode. Para conferir como fica a qualidade do texto baixado, é só inserir seu email abaixo para ter acesso imediato a este conteúdo em pdf:

Faça o download deste post inserindo seu e-mail abaixo

Não se preocupe, não fazemos spam.
Powered by Rock Convert

Como inserir uma caixa de newsletter na barra lateral

No Rock Convert, é possível adicionar um widget para capturar e-mails que fica na Sidebar do blog. Para isso, siga o passo a passo:

Logado como administrador no WordPress, acesse Aparência > Widgets.

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Depois clique em Caixa de captura | Rock Convert > Sidebar > Adicionar Widget.

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Os nomes que aparecem para as opções de inserir a caixa de captura dependem de como o seu WordPress está configurado.

Com o widget adicionado, a seguinte caixa aparecerá na barra lateral do seu blog:

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Para alterar seu texto, basta acessar Aparência > Widgets e clicar no Widget Caixa de captura | Rock Convert:

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Neste formulário é possível alterar:

  • Título do Widget
  • Texto de ajuda
  • Texto do botão
  • Redirecionamento

No caso do redirecionamento é possível escolher para onde o usuário será redirecionado depois de preencher o e-mail. A opção padrão faz com que o usuário fique na mesma página, com a seguinte mensagem de sucesso:

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Como inserir um banner na barra lateral

Lembra do código para inserir um banner em qualquer lugar que utilizamos dentro do post? Você pode gerar o banner exatamente da mesma forma, copiar o shortcode e utilizá-lo na barra lateral.

Para isso, acesse Aparência > Widgets, selecione o módulo de HTML Personalizado e arraste para a estrutura de Menu Lateral. Então expanda a caixa, cole o código do banner e escolha seu título:

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É importante lembrar que banners da barra lateral normalmente possuem um dimensão diferente dos de dentro do post. Por isso, é necessário fazer testes para ver qual a melhor opção para a estrutura do seu blog!

O ideal é ter um designer à disposição para construir o banner nas dimensões ideias para você. Mas pensando em facilitar isso, foi construída a próxima feature.

Como inserir um banner customizável na barra lateral

A versão 2.2.0 do Rock Convert disponibiliza uma nova funcionalidade chamada Banner customizável | Rock Convert.

Este Widget permite criar banners customizados na barra lateral do blog sem precisar de recursos externos como utilização de código ou de imagens.

Para começar, vá até a página de Widgets e clique em Banner customizável | Rock Convert:

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Com o widget adicionado, você poderá alterar o título, link de redirecionamento e as cores, tanto de fundo quanto do texto:

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Com tudo configurado, basta salvar para visualizar o banner lateral em seu blog:

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Como criar uma barra de anúncios no topo do site

A versão 2.2.0 do Rock Convert também introduz uma funcionalidade para quem precisa anunciar alguma novidade no blog.

A barra de anúncios aparece no topo do site e é totalmente customizável., permitindo alterar o conteúdo, as cores da barra e escolher onde ela deve aparecer.

Para começar, basta acessar Rock Convert > Barra de Anúncios

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Nesta página, é possível customizar toda a barra de anúncios e suas configurações:

  • texto do anúncio;
  • texto do botão;
  • link de redirecionamento;
  • cor de fundo e do texto, tanto da barra quanto do botão;
  • visibilidade (quais posts e páginas apresentarão a barra).

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Se você chegou até aqui sem instalar o plugin, chegou a hora de colocar o que acabou de aprender em prática e aumentar sua taxa de conversão. Acesse agora o Rock Convert e, caso tenha ficado alguma dúvida, é só falar nos comentários!

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