Marketing

Segundo Philip Kotler, Marketing é a ciência e a arte de explorar, criar e entregar valor para satisfazer as necessidades de um mercado-alvo com lucro. Marketing identifica necessidades e desejos não realizados. Ele define, mede e quantifica o tamanho do mercado identificado e o potencial de lucro.
Essa é uma definição geral e nessa categoria você verá conteúdos ricos sobre as mais variadas formas de se fazer Marketing:

  • As principais estratégias de Marketing nos dias atuais
  • Como se dar bem utilizando o Inbound Marketing e Marketing Digital
  • Principais conceitos, ferramentas e tipos de marketing
  • Entre outros temas focados em informar o nosso público e capacitar o nosso mercado

30 extensões do Google Chrome de marketing digital

30 melhores extensões do Google Chrome para profissionais de Marketing Digital

Existe um universo de extensões do Google Chrome de marketing digital que podem facilitar bastante a vida do profissional da área. Escolher entre elas, no entanto, pode ser desafiador.

Algumas são gratuitas, otimizam o desempenho do navegador e personalizam a experiência do usuário de acordo com aquilo que ele precisa, ou seja, aumentam sua usabilidade.

Em excesso, porém, podem até mesmo aumentar o consumo de energia do computador.

Para evitar essa sobrecarga e até assegurar a privacidade das informações dos usuários, fizemos uma lista de 30 extensões que são indispensáveis e seguras para o profissional de marketing digital. Confira quais delas podem estar fazendo falta no seu navegador.

Análise de conteúdo

1. MozBar

O MozBar oferece uma informação simples, porém, extremamente estratégica: a análise da autoridade do domínio, páginas e até mesmo dos resultados das SERPs.

2. BuiltWith

Essa ferramenta permite identificar quais as soluções, widgets e aplicativos foram utilizados em um site. Ao pesquisar concorrentes e até mesmo autoridades do mercado, é possível identificar estratégias que precisam ser combatidas ou podem ser aplicadas no negócio.

3. SimilarWeb

A SimilarWeb oferece diversas informações sobre um site, como seu tráfego, métricas de engajamento, posições de ranqueamento nos mecanismos de buscas, de suas palavras-chave e recursos de pesquisas.

É possível aplicar a ferramenta tanto para analisar o próprio desempenho quanto para analisar sites de referência e concorrentes.

4. Ocean.io

O Ocean.io pode ser usado não só por equipes comerciais, como também para a análise de conteúdos e qualificação de leads ainda na gestão da área de marketing.

Ele permite identificar o profile de qualquer empresa nas redes sociais ao acessar seu website, inclusive, de seus profissionais. O status, localização, informações de contato, atividades sociais e relações com outras companhias também podem ser filtrados.

Isso é fundamental para o processo de qualificação de leads, para a personalização dos conteúdos e para as estratégias de marketing que serão aplicadas para convertê-los.

5. User-Agent Switcher

Os visitantes de um site podem fazer logins em diferentes navegadores e plataformas, e essa extensão ajuda na investigação da usabilidade nesses diferentes ambientes.

Considerando que existem smartphones que usam Android, iOS e Windows Phone, é crucial entender como a experiência está sendo ofertada para o usuário, não é mesmo?

Produção de conteúdo

6. Grammarly

Essa ferramenta oferece um apoio fundamental para a produção de conteúdo, melhorando a escrita ao indicar erros de gramática, ortografia e mais.

No marketing digital, transmitir uma informação de forma otimizada é fundamental, porém, se ela tiver erros de português, a imagem da empresa e do profissional responsável ficará seriamente comprometida.

7. Evernote Web Clipper

Capturas de tela com qualidade: essa extensão garante que uma imagem que possa enriquecer o texto seja devidamente captada.

Algumas edições simples, como colocar setas para dar destaque a determinados trechos, também estão disponíveis no Evernote Web Clipper, o que agiliza e garante uma qualidade maior na utilização de capturas de telas.

8. Google Scholar

Conteúdos mais avançados no funil do marketing exigem maior aprofundamento no tema. Nesse sentido, o Google Scholar permite realizar pesquisas na web de materiais e publicações de nível acadêmico.

9. Zest

Outra solução que otimiza a pesquisa de conteúdos relacionados à empresa e que possam ser compartilhados nas redes sociais.

O Zest também é um site que produz conteúdos e, portanto, tem um critério rigoroso para a criação de posts de qualidade, nas informações oferecidas e otimização.

Produtividade

10. Linkclump

Pesquisas extensas exigem a abertura de muitos links e, com essa ferramenta, é possível selecionar vários endereços para abrir ao mesmo tempo.

Pode ajudar bastante no processo de criação de conteúdo, pesquisa de palavras-chave e quem são os concorrentes na primeira página do Google.

11. Save to Pocket

No marketing digital, a quantidade de referências e conteúdos relevantes que um profissional encontra em suas pesquisas é muito grande, porém, nem sempre é fácil administrá-las.

Usando o Save to Pocket, é possível organizar todos os conteúdos por categorias que valem a pena serem lidos novamente, compartilhados ou linkados em materiais futuros.

12. Push by Zapier

Ferramenta para auxiliar no gerenciamento de fluxo de trabalho que envolve outros aplicativos e sistemas, fazendo com que todos eles funcionem juntos.

Além disso, considerando todos os alertas que esses sistemas auxiliares podem gerar, ele cria um “push” único, que garante que o profissional mantenha sua disciplina e produtividade.

13. Todoist

ferramenta já é famosa e muitos profissionais de marketing digital utilizam para organizar suas tarefas. Assim, usar sua extensão garante um controle ainda mais efetivo, além da inclusão direta de dados da pesquisa que estejam relacionados às atividades cadastradas.

14. Focus

Uma extensão fundamental para aqueles profissionais que se perdem em sites e redes sociais sem nem perceberem.

Com o Focus, é possível cadastrar os endereços que mais roubam a atenção do profissional, garantindo que ele dê avisos caso o acesso esteja além do convencionado.

Ele também permite cadastrar objetivos de vida e lembretes regulares, mantendo o foco do profissional.

15. Calendly

O Calendly funciona como um calendário automatizado capaz de checar a disponibilidade de outros usuários, profissionais da empresa, e claro, potenciais clientes.

A partir da disponibilidade, também garante que reuniões sejam agendadas e que outros profissionais que precisam ser relacionados sejam associados ao evento.

Segurança e privacidade

16. Ghostery

É uma das extensões mais antigas e eficientes quando o tema é segurança e privacidade de dadosEla bloqueia rastreadores que, durante a navegação, espiam e seguem o usuário pela web.

17. Privacy Badger

O Privacy Badger é muito parecido com o Ghostery e foi desenvolvido pela Electronic Frontier Foundation (EFF). A ferramenta também bloqueia anúncios de espionagem que seguem o usuário durante sua navegação.

18. Password managers

O Google Chrome oferece seu próprio gerenciador de senhas, mas essa extensão paga também é uma ferramenta muito eficiente, permitindo memorizar mais de uma senha para os usuários em diferentes sites e aplicativos.

SEO

19. Keywords everywhere

Identificar quais palavras-chave são compatíveis com o planejamento de marketing e têm maior aderência com os leads de uma empresa é essencial para a estratégia de Inbound.

Com essa ferramenta, é possível buscar keywords, consultar como está sua competição, avaliar seu desempenho, identificar como usá-las em link building e muito mais.

O uso de ferramentas de SEO é comprovadamente eficaz para conquistar melhores resultados. Segundo a SEO Trends 2018, por exemplo, 53% das empresas que adotam alguma delas consideram seus efeitos muito positivos.

Pesquisa SEO Trends 2018

20. Ubersuggets

Com o funcionamento similar ao da Keyword everywhere, o Ubersuggets também permite que as pesquisas sejam filtradas de diversas maneiras, inclusive, por país e língua falada localmente. Isso permite que a estratégia seja muito mais personalizada.

21. PageSpeed Insights

Um dos fatores que prejudicam a estratégia de SEO e a experiência do usuário é o atraso no carregamento da página. Essa extensão monitora seu desempenho e o tempo de resposta do servidor.

Também identifica quais elementos do site estão atrasando o carregamento, o que permite fazer o ajuste mais preciso.

22. Page Analytics do Google

Entender o comportamento do usuário ao visitar o site é determinante para identificar para onde sua atenção é direcionada. Assim, as informações e produtos que devem ser colocados em destaque podem ser mais bem posicionados.

23. SEO Quake

É similar ao MozBar e, portanto, apontada como uma de suas concorrentes, por também mostrar as métricas importantes para as SERPs.

Porém, em vez de usar métricas próprias, apresenta na barra aquelas mais tradicionais, como Page Rank e outros parâmetros de SEO.

24. SEO Site Tools

Além de criar uma estratégia de SEO eficiente, é preciso analisar a concorrência, seu comportamento nas mídias sociais, formas de construir o link building, métricas e detalhes de seu tráfego. A extensão oferece todas essas informações.

Social Media

25. Hashtest

As hashtags são essenciais para conectar usuários que estejam pesquisando um assunto relacionado ao produto ou serviço de uma empresa, então, devem ser escolhidas estrategicamente.

Essa solução oferece exatamente a análise da probabilidade de sucesso de uma hashtag.

Inclusive, ela é extremamente funcional e permite enviar o resultado da pesquisa para a área de transferência, aumentando a agilidade na hora da postagem.

26. Crystal

O Crystal analisa contatos do networking — ou potenciais clientes — a serem contatados apenas analisando seus perfis nas redes sociais, como o LinkedIn. Assim, é possível descobrir como se comunicar com eles, identificando qual abordagem pode ser mais efetiva, por exemplo.

Também pode ser usada para ajudar na construção de buyer personas para novos produtos e serviços de uma empresa, buscando perfis de usuários que estejam dentro do segmento e grupo de interesse.

27. Facebook Messenger

É verdade que, entre as extensões de produtividade, citamos aqui o Focus, justamente, para evitar que o profissional perca muito tempo em aplicativos e redes sociais como o Facebook.

Porém, no marketing digital, o Facebook é uma ferramenta indispensável, e sua extensão oferece muito mais do que o acesso às conversas no chat.

Desse modo, permite também checar as amizades e relacionamento criados, avaliar a timeline, fazer pesquisas e checar notificações.

Para reforçar sua função na estratégia, a Social Media Trends 2018 mostra que 94,4% das empresas respondentes estão nas redes sociais para interagir com seus clientes.

social media trends

28. Easy Twitter

Essa extensão permite o gerenciamento com facilidade da conta na rede social. Usa um pop-up simples no navegador que permite a visualização da timeline, quais as menções realizadas, e claro, os trendings topics.

Como as redes sociais são importante canais de interação com os clientes e fortalecimento da autoridade da marca, ter agilidade na hora de responder às menções é fundamental.

29. Instagram web

Similar ao Easy Twitter, porém, para o Instagram. Permite curtir fotos, interagir com clientes e outros profissionais em uma janela.

30. Logout 4 all

A extensão realiza o logout de todas as redes sociais depois que elas forem usadas. Pode ser muito interessante para empresas e profissionais que alternam computadores em turnos, por exemplo, ou em visita a clientes.

Critérios para a escolha das extensões do Google Chrome de marketing digital

Por serem ferramentas de otimização das rotinas de trabalho, o raciocínio mais natural é de querer usar o máximo possível.

No entanto, a dependência pode prejudicar o desempenho do profissional, que poderá ter sua atenção dispersa e até mesmo colocar em risco a privacidade do usuário.

A extensão Hover Zoom, por exemplo, permite fazer uma busca por imagens mais rápida ao consultar diversas fontes ao mesmo tempo, só que diversos relatos de usuários já mostraram que, ao mesmo tempo, o comportamento de utilização da internet é monitorado e, posteriormente, repassado para empresas de adwares.

O Bitmoji, por outro lado, permite a criação de avatares para serem utilizados no Slack, Chrome e Gmail. Mas será que é realmente necessário para a rotina diária do profissional?

É preciso ter em mente que as soluções certas podem tornar o trabalho mais ágil e qualificado, mas as extensões também podem drenar os recursos do computador, como a memória RAM e o tempo de uso do processador.

Por isso, estabelecer alguns critérios na hora de escolher as extensões do Google Chrome é essencial. Considere:

  • melhorias que farão no fluxo de trabalho;
  • frequência em que serão acionadas;
  • impacto no desempenho de navegação;
  • possibilidade de colocar a privacidade do usuário em risco.

Configurações das extensões do Google Chrome que protegem o usuário e seus dados

Além do cuidado ao escolher as ferramentas que realmente facilitarão as atividades online, também é possível investir em configurações que tornam sua atuação ainda mais segura.

Limite a atuação das extensões em apenas alguns sites

Acessando pela barra de endereços o menu do Chrome com o atalho “://extensions/”, é possível clicar nos “Detalhes” de cada extensão. Nas opções, será possível selecionar:

  • em todos os sites;
  • em sites específicos;
  • ao clicar.

Prefira extensões de fontes confiáveis

Considere a autoridade do responsável pelo desenvolvimento da ferramenta e analise comentários de outros usuários em fóruns especializados. Pedir sugestões para outros profissionais da área de marketing digital também pode ser uma boa alternativa.

Crie perfis de usuários diferentes

Para aqueles profissionais que utilizam o mesmo computador para atividades pessoais e da empresa, é possível criar perfis diferentes e escolher para cada um deles quais extensões utilizar.

Navegação em sites de bancos, gerenciamento de senhas e outros recursos serão organizados e estarão seguros de acordo com o perfil utilizado no momento.

Essa divisão também pode ser feita com uma extensão chamada Extensity. Nela, um ícone que apresenta um grupo de pessoas permite criar mais de um perfil e determinar para cada um deles quais as extensões devem ser acionadas durante a navegação.

Adote extensões de segurança

Na lista acima, algumas extensões buscam garantir uma navegação mais segura. O HTTPS everywhere, por exemplo, foi desenvolvido pela Electronic Frontier Foundation (EFF), que luta pelos direitos dos usuários na internet.

A extensão força o site a usar sua versão criptografada, mais segura para a navegação.

O marketing digital exige que seus profissionais tenham uma visão global e atualizada do mercado. Com as soluções do Chrome, esse desafio pode ser consideravelmente facilitado.

Então, avalie quais extensões do Google Chrome de marketing digital são indispensáveis para você, adote as medidas de segurança necessárias e aumente sua performance profissional.

Depois de fazer a revisão e atualização das suas ferramentas, não deixe de conferir quais são as tendências do marketing digital para 2019 e analise como suas novas extensões podem ajudar a se dar bem nelas!

Content Trends 2018

Gerar resultados com anúncios nas Redes Sociais

Tudo que você precisa saber para gerar resultados com anúncios nas Redes Sociais

Os anúncios nas redes sociais são importantes para potencializar as ações de comunicação nessas plataformas e, assim, escalar os resultados.

Outra questão importante: a mídia paga nesses canais ajuda a melhorar também o desempenho orgânico das suas publicações.

A regra de ouro para ter sucesso nessa estratégia é respeitar as particularidades de cada rede social. Táticas genéricas não funcionam, uma vez que o perfil do público é diferente, assim como a linguagem que deve ser adotada.

Este artigo tem o objetivo de mostrar os benefícios dos anúncios nas redes sociais. Para isso, vamos apresentar as características das principais plataformas e dar dicas do que deve ser considerado no uso da publicidade nesses canais. Acompanhe!

Anúncios nas redes sociais: como ser bem-sucedido?

A precisão na definição dos objetivos da campanha é determinante para o sucesso (ou fracasso) da sua estratégia.

Assim, o primeiro passo para ter bons resultados nessa frente é indicar quais são as necessidades da sua marca naquele momento.

Conscientização

A ideia é conscientizar o público sobre a existência do seu produto ou serviço? Apresentar a sua marca? Essa situação é comum para quem está iniciando um negócio ou mesmo para quem precisa ampliar o alcance da sua comunicação.

Consideração

A marca é relativamente conhecida, mas não tem apresentado bons resultados em termos de engajamento? Se esse é o caso, tecnicamente, vamos dizer que o objetivo da sua campanha é trabalhar a consideração do público.

Conversão

A meta é melhorar a resposta do público para as suas CTAs (call to actions)? O foco, então, são as conversões. Lembre-se de que elas não envolvem apenas vendas propriamente ditas. Cadastros, downloads, compartilhamento, enfim, a definição sobre a conversão depende do que você espera com aquela campanha.

Um erro comum nas estratégias de marketing digital (e que se repete no planejamento da publicidade nas redes sociais) é cair na armadilha de que é possível “abraçar o mundo”. Ou seja, atingir vários objetivos ao mesmo tempo.

Não se engane: quanto mais segmentada for a campanha, melhor. Defina um público prioritário, aquele que tem maior potencial, e delimite bem o que espera de resposta.

Ao fazer isso, os resultados são melhores em termos de performance, e fica bem mais fácil, também, fazer a mensuração.

Como veremos nos próximos tópicos, os objetivos podem até orientar o uso de determinada plataforma, uma vez que algumas redes funcionam melhor para conversão, enquanto outras são mais indicadas para o trabalho de conscientização.

É claro que, nesse caso, estamos nos referindo a marcas que têm forte presença em todas as redes sociais.

Vamos esclarecer como isso funciona na sequência. Confira!

Quais os cuidados no planejamento?

Ao programar os investimentos em publicidade, é importante priorizar as redes sociais nas quais a sua marca tem uma boa resposta da audiência. A proposta aqui é ampliar o alcance e, se tudo der certo, o engajamento e, claro, a conversão.

Seguindo essa linha de raciocínio, não adianta partir para os anúncios se a resposta ainda não é positiva nos resultados orgânicos da marca.

Se esse é o seu caso, a primeira medida é entender o que está acontecendo. O seu conteúdo é relevante? O público que interessa para sua marca está presente nessas plataformas?

Enfim, quanto mais informações você conseguir reunir, melhor para a análise que precisa ser feita antes de planejar a sua publicidade nesses canais.

Lembre-se de que, entre as particularidades apresentadas por cada uma das redes sociais, destaca-se o perfil do público. Ele costuma ser distinto, principalmente, em termos de faixa etária.

Se o seu foco são os jovens, é difícil ignorar a importância de Pinterest e Snapchat, por exemplo. No outro extremo, o LinkedIn, por ser uma rede com caráter profissional, não reúne adolescentes entre seus targets prioritários.

Nessa história, Facebook é um caso à parte. Pela sua liderança e alto volume de audiência (são mais de 100 milhões de usuários apenas no Brasil), tem resultados expressivos em praticamente todas as idades e classes sociais.

Em termos de abrangência, os resultados da Social Media Trend 2018 ajudam a entender como a atenção do público tem se dividido entre os canais. No estudo realizado pela Rock Content, as redes registraram as seguintes participações:

  • Facebook – 95%
  • Instagram – 89,1%
  • LinkedIn – 69.2%
  • Twitter – 62.1%
  • Youtube – 40.2%
  • Pinterest – 19.3%

Quais os critérios que devem ser adotados em cada rede?

Facebook

Objetivos

Especifique o que pretende atingir com a campanha. No caso do Facebook, o sistema de gerenciamento de anúncio é bem intuitivo. Assim, basta indicar um dos objetivos propostos pela própria ferramenta, como:

  • cliques ou conversões no site;
  • envolvimento de publicações na página;
  • instalação de aplicativos;
  • respostas de eventos.

Para não errar, considere em qual estágio a sua marca está na jornada de compra daquele cliente: conscientização, consideração ou conversão.

Tipos de anúncios

Em linhas gerais, você poderá escolher entre foto, vídeo, carrossel (para exibir diversas imagens), apresentação multimídia, coleção ou Messenger.

Para facilitar o emprego dos tipos mais comuns, o Facebook também tem versões específicas para cadastro, direcionamento para o site (são os chamados anúncios de link) e apresentação de produtos (para este, escolha a opção “anúncios dinâmicos).

Investimento

As opções são flexíveis, você opta pelo pagamento por objetivo, impressão ou conversão. O esquema é o mesmo utilizado em outras plataformas digitais: o leilão.

Você define o orçamento para a campanha (diário ou para determinado período) e o valor do lance.

Como fazer

Acesse o gerenciador de anúncios e determine os critérios para a sua campanha.

Dicas de otimização

Aproveite os recursos de segmentação do Facebook Ads. Além dos dados sociodemográficos, há como refinar o tipo de público que será alcançado a partir de critérios mais sofisticados.

Por exemplo, se tem uma lista de e-mails, é possível usar as informações para direcionar anúncios específicos para cada grupo de leads. Assim, a oferta será personalizada de acordo com o estágio no qual aquela pessoa se encontra no seu funil de vendas.

No emprego de vídeos, lembre-se de que a sua “largada” define o sucesso da mensagem. Estudos realizados pela empresa comprovam que, quanto mais curto o audiovisual, mais efetivo o resultado.

Aprenda tudo sobre Facebook Ads

Instagram

Objetivos

Os anúncios no Instagram utilizam as mesmas ferramentas e premissas do Facebook, uma vez que as plataformas são integradas e pertencem à mesma companhia. Para se ter ideia, a sua empresa nem mesmo precisa ter um perfil específico na rede para anunciar.

O que funciona melhor por aqui? As campanhas de divulgação da marca, especialmente as direcionadas para o consumidor final. Ou seja, as ações B2C devem ser priorizadas.

Tipos de anúncios

Se a ideia é concentrar sua mídia paga apenas no Instagram, basta fazer essa indicação no sistema de gerenciamento de anúncios do Facebook.

Fique atento: só serão aceitas as opções com imagens, para preservar as características dessa rede.

A diferença, no caso das publicações comuns, é que a sua mensagem publicitária vai aparecer com o rótulo “patrocinado”.

Importante, também, lembrar-se de que o Instagram exige mais atenção com a produção de imagens, uma vez que é isso que os usuários valorizam. A recomendação é que os textos não ultrapassem 20% da área do anúncio.

Investimento

Valem as mesmas diretrizes do Facebook, então, você define o orçamento diário ou vitalício (o termo é usado para designar o período de duração da campanha).

Dicas de otimização

Para valorizar a relevância dos conteúdos, a recomendação é que os anúncios sejam feitos de acordo com o formato dos posts. Essa é uma forma de conseguir mais interação e engajamento.

Avalie a possibilidade de empregar os Stories, que são imagens ou vídeos que saem do ar depois de 24 horas. Atenção: como os anúncios aqui só serão acessados por quem visitar o seu perfil, só vale a pena usar essa opção se você já tiver um número significativo de seguidores.

LinkedIn

Objetivos

O LinkedIn tem aumentado a sua representatividade entre as redes sociais, mas mantém sua principal característica: é um ambiente voltado para o networking profissional.

Os seus números de audiência são menores que os dos concorrentes, como Facebook e Instagram, no entanto ele leva uma vantagem: a qualificação do público.

Para a publicidade, podemos dizer que funcionam melhor as abordagens B2B. Com esse foco, anúncios de caráter mais institucional têm um papel importante, uma vez que podem reforçar a construção de reputação da marca.

Por outro lado, desde que haja apelo corporativo, é recomendada também a oferta de produtos e serviços. Fique atento à questão da linguagem: no ambiente profissional é mais difícil a compra por impulso, portanto, destaque mais as condições que favorecem a venda.

Tipos de anúncios

Em temos de formatos, são disponibilizadas três opções de anúncios:

  • Sponsored Content
  • Text Ads
  • Sponsored InMail

Em todos eles, a proposta é explorar os recursos de segmentação, mais abrangentes que os das demais plataformas. A explicação é simples: eles usam também as informações relacionadas à atuação profissional.

Assim, é possível escolher o perfil do usuário de acordo com os dados sociodemográficos, a função exercida, o nível de experiência e até pelo setor da empresa.

Investimento

O custo por clique (CPC) do LinkedIn é maior que o das demais plataformas, justamente em virtude da qualificação do público. O leilão também é o método para definir o valor e você pode definir por CPC ou por CPM (custo para mil impressões).

O próprio sistema costuma fazer algumas indicações de ofertas para as campanhas, dependendo do orçamento e do nível de concorrência para aquele segmento.

Como fazer

O primeiro passo, caso ainda não tenha, é criar uma Company Page, uma vez que você precisará disso para a maioria dos formatos. A partir daí, entre nesse link e faça a configuração da sua campanha.

Dicas de otimização

Não se descuide dos testes, uma vez que eles vão ajudar a aprimorar os resultados obtidos em cada campanha.

Outra questão importante é a mensuração. A plataforma mostra diversos tipos de relatórios com os resultados da campanha. É importante avaliar e, se for necessário, fazer os ajustes para otimizar o desempenho dos anúncios.

Há consenso de que, apesar do custo mais alto, os anúncios no LinkedIn podem valer a pena em função dos resultados. A RD Station tem um case de sucesso nessa área. Conseguiu aumentar a taxa de conversão em níveis bem superiores ao alcançado em outros canais. Vale a pena analisar esse e outros exemplos.

Twitter

Objetivos

Os anúncios no Twitter podem ajudar a ampliar o seu número de seguidores, garantir maior alcance para suas mensagens (por meio do patrocínio de determinados assuntos) e gerar tráfego (ou leads, dependendo do nível de maturidade da marca na plataforma).

A base de usuários é representativa, contudo o Twitter tem se posicionado como uma rede social importante para atualização. O que pesa, no caso, é a instantaneidade, por causa da característica dos posts e do perfil do usuário.

Tipos de anúncios

O anunciante pode optar por três tipos de anúncios:

  • Tweets patrocinados (ou promovidos): embora receba o rótulo “promovido”, o resultado desse tipo de publicidade é bom, uma vez que a marca entra no feed dos usuários. Se o apelo for pertinente para a pessoa, são altas as chances de engajamento (respostas, retuíte, marcação etc.)
  • Contas promovidas: o objetivo, nesse caso, é indicado para a conquista de seguidores e para ampliar o reconhecimento da marca.
  • Assuntos promovidos: os anúncios desse tipo aparecem na lateral e também são marcados como “promovido”.

Investimento

No Twitter são oferecidos dois tipos de leilão: o lance automático (definido pelo próprio sistema) e o lance máximo (nesse caso, o anunciante define quanto quer pagar por seguidor, lead, engajamento ou clique).

A exemplo das demais redes sociais, a empresa só paga quando o usuário concluir a ação definida para a campanha. Ou seja, visitar sua página, tornar-se um seguidor, baixar um aplicativo etc.

Como fazer

Para anunciar no Twitter, o primeiro passo é configurar sua conta por meio desta página.

Dicas de otimização

No momento de segmentar a campanha, avalie a oportunidade de aproveitar opções específicas dessa rede, como direcionar a mensagem a partir do uso de determinada hashtag ou mesmo o perfil de alguém.

Como é comum nesse tipo de ambiente, é impossível ignorar a realização dos testes A/B. É a partir deles que as campanhas podem ser ajustadas de acordo com os objetivos da marca.

Você pode experimentar alterações nos textos e no tipo de segmentação, mas não esqueça da regra básica: teste apenas uma opção por vez, para que consiga validar os resultados.

Marketing no Twitter

Youtube

Objetivos

Trata-se da principal plataforma de acesso a vídeos no mundo, então, é difícil ignorar a importância do YouTube para o sucesso da sua estratégia de marketing. Dados oficiais da empresa indicam um total de 1,5 bilhão de usuários.

Você já deve ter lido ou ouvido falar sobre isso, mas vamos enfatizar: o vídeo é a “bola da vez” na internet, conquista cada vez mais espaço entre os formatos preferidos do público, inclusive para consumo nos dispositivos móveis.

Os anúncios no YouTube devem ser configurados por meio do Google AdWords, a plataforma de publicidade do Google.

Assim, se você emprega links patrocinados em suas campanhas, não terá dificuldades, uma vez que a plataforma de configuração é a mesma.

Em termos de objetivos, as opções nesse canal são bem abrangentes, uma vez que o audiovisual funciona bem para as apresentações institucionais, em prol da construção da marca, mas também rende excelentes resultados na apresentação de produtos ou serviços e mesmo de ofertas.

Tipos de anúncios

O Google AdWords oferece diversas possibilidades para os interessados em anunciar na Rede de Pesquisa e na Rede de Display, principalmente em termos de segmentação.

Especificamente no YouTube, é possível optar por três formatos:

  • In-Stream: o vídeo da marca será exibido antes ou depois dos vídeos selecionados pelo usuário que têm, inclusive, a opção de não assisti-lo;
  • Trueview: os vídeos patrocinados são exibidos nas buscas relacionadas a esse formato;
  • Banners: os formatos mais comuns são os retângulos exibidos na parte inferior do vídeo.

Investimento

A história da cobrança por leilão foi criada pela Google, então, faz sentido que esse seja o modelo de pagamento adotado na plataforma. O CPV (custo por visualização) é específico para vídeos, e contempla suas inserções no YouTube ou na Rede de Display.

Detalhe importante: o anunciante só paga quando o vídeo for visto por mais de 30 segundos ou quando for registrado algum tipo de interação do usuário com a mensagem.

Os valores das campanhas podem variar bastante, dependendo do formato e do tipo de segmentação usado na distribuição da mensagem publicitária. Por isso, é difícil determinar um custo médio para o orçamento. Mas veja isso: se investir R$ 20 reais por dia, tem direito a receber a ajuda de um especialista em publicidade no YouTube.

Como fazer

Se você está iniciando suas experiências de publicidade no YouTube, comece acessando esse link. Você vai encontrar um passo a passo completo para sua primeira campanha de vídeo, além de casos de sucesso que podem ser inspiradores.

Dicas de otimização

Otimização, no caso de anúncios no YouTube, tem tudo a ver com o aproveitamento adequado dos recursos de segmentação. É possível ir muito além da questão demográfica, focando, por exemplo, nos interesses do público.

Dependendo do tipo de material que será usado, vale a pena vincular a exibição com uma ou um conjunto de palavras-chave.

Como você viu ao longo deste artigo, publicar anúncios nas redes sociais exige atenção redobrada com o posicionamento da marca e, claro, com os aspectos técnicos .

Por isso, é importante ter noção de como funciona esse tipo de publicidade, mas, para a fase de execução das campanhas, é importante ter ajuda de serviços especializados.

Gostou do artigo? Ainda tem dúvidas sobre a melhor forma de usar as redes sociais na sua estratégia de marketing? Confira nosso kit de conteúdos sobre marketing nas redes sociais!

ebook marketing nas redes sociais

O que é Marketing Digital? Entenda o conceito e aprenda agora mesmo como fazer!

O conceito de Marketing Digital pode parecer muito claro, mas, ao mesmo tempo, é muito subjetivo. Como compreender um assunto tão abrangente? Qualquer ação da minha empresa da internet caracteriza Marketing Digital? Quais são as melhores estratégias? Como extrair o máximo potencial dessas ações?

Não resta dúvida sobre a utilidade e o crescimento do marketing digital nos próximos anos, e muita gente já sabe disso. E você? Quer estar preparado para saber tudo sobre esse assunto agora mesmo?

Se sua resposta for “sim”, criamos esse conteúdo completo para que você entenda exatamente o que é, seus principais benefícios, as estratégias utilizadas e como a sua empresa se encaixa e pode tirar proveito disso.

#1

O que é Marketing Digital?

O que é Marketing Digital?Marketing Digital é promover produtos ou marcas por meio de mídias digitais. Ele é uma das principais maneiras que as empresas têm para se comunicar com o público de forma direta, personalizada e no momento certo.

Philip Kotler — é considerado o pai do Marketing — conceitua marketing como “o processo social por meio do qual pessoas e grupos de pessoas satisfazem desejos e necessidades com a criação, oferta e livre negociação de produtos e serviços de valor com outros”.

Porém, as maneiras de fazer com que isso aconteça sofrem mudanças quase que diariamente. Por isso, atualmente é impossível falar de marketing e ignorar que a maior parte da população mundial está conectada à internet e faz compras online.

É por isso que o Marketing Digital é a principal forma de fazer e conceituar marketing nos dias de hoje. O termo é usado para resumir todos os seus esforços de marketing no ambiente online.

Usando canais digitais — como blogs, sites, motores de busca, mídias sociais, email e outros —, as empresas tentam solucionar dores e desejos de clientes e potenciais clientes.

Você entendeu a “sacada” do conceito apresentado pelo professor Kotler? Trata-se de um processo social! É algo que depende do acordo entre duas pessoas dentro de um contexto.

Marketing Digital pode ser realizado por pessoas, empresas, universidades, ONGs, associações, igrejas… Assim, também há fatores culturais, psicológicos, geográficos, jurídicos que influenciam as pessoas na hora de comprar ou vender um produto ou serviço.

E cada um deve fazer o que pode, com os meios que tem, para encontrar as oportunidades certas nesse meio!

No vídeo abaixo o Vítor Peçanha explica quais são os conceitos mais básicos do Marketing Digital:

Observe o conceito de marketing e adicione uma camada de internet. Esse é o “espírito” do marketing digital! Meios digitais envolvem computadores e a forma dominante de comunicação digital é a internet.

O grande fluxo de comunicação que a web proporciona hoje favorece estratégias ágeis, como Search Engine Optimization, Inbound Marketing e Marketing de Conteúdo, como veremos nos próximos tópicos.

Quando falamos de aumentar nossa rede, fortalecer a nossa marca e realizar melhores vendas, todos esses são objetivos em que o marketing digital é uma importante ferramenta para alcançá-los.

Para chegar lá, os meios digitais são os melhores para observar e testar a efetividade das nossas ações.

Por isso, o Marketing Digital possui os melhores meios disponíveis para calcular o retorno sobre cada investimento, definir métricas mais claras e simples de medir.

Não é à toa que esse conceito é chamado de novo marketing.

Antes de continuarmos nosso estudo sobre o marketing digital, devo avisar que esse é um post extenso. Por isso, disponibilizamos este conteúdo para download! Basta preencher o formulário abaixo:

Tenha este material sempre com você!

Disponibilizamos este post para download em PDF para que você possa consultar sempre e enviar para o seu time.


Contexto

Chegou o momento nostalgia! Nos anos 90, a internet passou por uma onda de crescimento, da qual muitas das principais empresas do mundo surgiram (e muitas também desapareceram).

Chamamos esse período de Web 1.0 — quando os primeiros mecanismos de busca, as primeiras vendas online e os primeiros softwares de comunicação se tornaram acessíveis.

Foi nessa época que surgiu o Google (em sua forma mais rudimentar), bem como vários outros motores de busca, e o ICQ, por exemplo. Foi neste período — o de nascimento da internet como conhecemos — que o termo Marketing Digital começou a ser utilizado.

marketing digital evolução da web

Na época, a web era apenas para pessoas e empresas mais entusiastas, o que é compreensível. Afinal, ali também havia poucos consumidores. Mas a rede foi adquirindo tração e as tecnologias foram se sofisticando sem que percebêssemos.

Em 1993, quando o primeiro anúncio clicável foi publicado, a internet possuía cerca de 130 sites no ar. Ao fim dos anos 2000, quando o marketing digital se tornou a base do que conhecemos hoje, já eram 17 milhões. Vale ressaltar que empresas como Google, PayPal e Amazon já existiam nesse período!

Mix de Marketing

Mesmo sendo digital, ainda estamos falando do marketing. E o marketing, como campo de estudo, nos fornece muitas ferramentas que se aplicam perfeitamente quando falamos de Marketing Digital. Muitas delas, inclusive, podem ser expandidas para se encaixar melhor ao mundo da internet.

Por exemplo, você conhece o conceito de 4 Ps do Marketing?

Também conhecido como Mix de Marketing, esse conceito se refere a um produto ou serviço em quatro pontos-chave:

  • Produto;
  • Preço;
  • Praça;
  • Promoção.

Assim, quando aplicado ao universo digital, existem autores que estendem esse diagrama para mais alguns elementos.

5 Ps do marketing

Com o tempo, a importância de valorizar o consumidor como parte da estratégia fez com que um novo P fosse acrescido ao conceito, o de people — Pessoas.

Nesse contexto as empresas passaram a considerar mais o poder de compra do público na hora de criar campanhas, entendendo que essas pessoas precisam ser conquistadas não apenas pelo produto e o que o envolve, mas também pelas marcas.

4 P's do marketing

8 Ps do marketing

Finalmente chegamos a era dos 8 Ps do Marketing, onde além de Preço, Praça, Produto, Promoção e Pessoas, temos:

  • Processos;
  • Posicionamento;
  • Performance.

Eles passaram a ser determinantes para identificar as ações de sucesso no Marketing.

Nesse sentido o Digital foi fundamental, porque as ações online permitem que as pessoas avaliem os resultados obtidos de maneira sistêmica e escalável, contribuindo para tornar as ações ainda mais direcionadas e estratégicas. Vamos explicar mais adiante com detalhes como isso funciona.

Conceitos chave de Marketing Digital

Assim como cada especialização tem suas especificidades, o marketing digital é um universo com seus próprios termos. Antes de começar esse post, vamos elucidar cada um desses principais conceitos.

Persona

Ao contrário das estratégias tradicionais, o Marketing Digital trabalha com o conceito de personas, que são perfis semifictícios, baseados nos seus consumidores reais, e que representam o seu comprador ideal. Assim você consegue criar ações mais segmentadas e direcionadas para as pessoas certas, poupando tempo e dinheiro.

Lead

Leads são oportunidades de negócio. São os contatos que, através de uma estratégia de Inbound Marketing, deixam suas informações chave para que você consiga identificar os seus compradores em potencial e nutrí-los com informações relevantes até que eles estejam prontos para o momento de compras.

Funil de Vendas

O Funil de Vendas, também conhecido como Jornada do Consumidor, são as etapas pelas quais uma pessoa passa durante o processo de compra, desde a compreensão de um problema, passando pela consideração de compra até a decisão.

Landing Page

São as páginas de capturas de leads, 100% focadas em conversão. A ideia é que nessas páginas você ofereça um conteúdo ou material de valor e em troca os visitantes mais interessados deixem suas informações de contato e, com isso, se tornem leads.

SEO

Search Engine Optimization ou otimização para mecanismos de busca. São as ações que contribuem para melhorar o potencial de rankeamento de suas páginas e conteúdos, ajudando você a cumprir os principais pré-requisitos exigidos pelas plataformas de pesquisa.

CTA

Os Calls-to-Action ou CTAs são os botões ou chamadas que direcionam a ação que os seus usuários devem cumprir ao visitar uma página, para que continuem no fluxo do seu funil de vendas e cheguem ao momento de compra preparados para o consumo.

Fluxo de Nutrição

É um processo de automação de Marketing onde uma ação do usuário é o gatilho para um fluxo de mensagens, geralmente por email, com o objetivo de ajudar o seu visitante a caminhar pelo funil de vendas.

Você pode conferir mais termos específicos sobre o tema neste Glossário Completo de Marketing Digital ou pode conhecê-los de forma ainda mais aprofundada nos cursos da Universidade Rock Content

#2

Vantagens do Marketing Digital

Vantagens do Marketing DigitalPor que o marketing digital deve ser uma prioridade para as empresas e quais os principais benefícios que uma estratégia online pode oferecer? Neste tópico vamos abordar esse assunto.

Você já deve ter percebido o quanto o Digital mudou a maneira de fazer marketing e para melhor, tanto para empresas quanto para consumidores. Existem diversas vantagens que podem representar economia para ambos, além de estreitar as relações entre o público e as marcas.

Interatividade

Uma das principais razões pelas quais o Marketing Digital é cada vez mais adotado em relação aos canais tradicionais, sobretudo os canais offline, é a interatividade com o público. O foco não está mais no produto e sim na experiência do usuário em sua jornada de compra.

As empresas fazem campanhas, publicações e ações e, do outro lado, os consumidores podem interagir, opinar e indicar para outras pessoas apenas com alguns cliques, aumentando o engajamento com as marcas, bem como as exigências do público. Assim, é necessário cada vez mais melhorar a maneira de falar com a sua audiência.

Análise e mensuração

Imagine o mundo nos anos 1960, quando o modelo de negócios das agências de marketing e publicidade estava decolando. Neste período, poucas eram os métodos de medir a efetividade das campanhas publicitárias e anúncios veiculados.

Pode-se dizer que, até a chegada da internet, muito dinheiro foi gasto em ações ineficientes! Afinal, se você não consegue medir se um cliente foi convencido pela sua ação de marketing a comprar um produto ou serviço, é difícil dizer se a sua estratégia é efetiva.

No mundo do marketing online, a obtenção e análise de dados é uma etapa fundamental para a melhoria contínua da sua estratégia.

Felizmente, hoje, absolutamente tudo deve ter o seu retorno comprovado. Métricas como o Retorno Sobre Investimento (ROI) e Custo de Aquisição de Clientes (CAC) podem (e devem!) ser analisadas em tempo real.

Assim, as empresas podem identificar falhas rapidamente, colocando melhorias em prática. Isso era impensável há bem pouco tempo.

Mais oportunidades para as empresas

Além de tudo isso, a diminuição das distâncias literalmente entre empresas e clientes ajudou e muito. Afinal, hoje, mesmo as pequenas marcas podem fazer boas campanhas e atrair consumidores do outro lado da cidade, do país e do mundo.

Com isso, os consumidores ganham. Eles têm mais oportunidades de conhecer empresas com as quais se identificam. O mesmo vale para as empresas que podem criar um bom posicionamento online, aumentando as suas oportunidades de venda por diversos canais!

Direcionamento

Muitas pessoas podem pensar “nossa, vou conseguir falar com o máximo de pessoas possível”, e sim, isso é ótimo!

Mas um dos grandes diferenciais do Marketing Digital é que as empresas conseguem agora fazer ações para atrair e conquistar as pessoas certas! Ou seja, aquelas que realmente têm o perfil ideal para consumir da sua empresa.

Isso é um grande benefício porque, além de economizar dinheiro — afinal você deixa de gastar muito dinheiro com pessoas que não têm interesse em seus produtos e serviços através da segmentação —, você passa a conhecer melhor o seu público, se tornando cada vez mais especialista em conquistá-lo.

Esse é o segredo por trás do valor real do marketing digital, e está revelado para qualquer um colocar em prática! Só é necessário um método e falaremos sobre isso agora!

#3

Estratégias de Marketing Digital

Estratégias de Marketing DigitalExiste uma infinidade de maneiras de aplicar uma estratégia de marketing digital. Entenda quais são e como fazer uma escolha que combine com as necessidades da sua empresa.

O crescente poder de processamento dos computadores e da infraestrutura em internet nos levou a um universo de possibilidades. Basta pensar no volume e na qualidade de conteúdos que temos disponíveis hoje — a manada deles gratuita.

Hoje, se eu perguntar qualquer coisa ao Google, há boas chances de eu receber uma resposta satisfatória. E essa resposta estará contida em algum conteúdo disponibilizado por um site na internet. Não é simples e, ao mesmo tempo, fantástico?

Seguindo essa lógica, sites que contêm muitas e boas respostas têm mais chances de atrair o público e, consequentemente, conquistar mais clientes, aumentar a sua percepção de marca e saber cada vez mais sobre o comportamento dos consumidores.

Como foi mencionado no capítulo anterior, muitos negócios estão migrando dos meios offline para os meios online de marketing. Evidentemente, isso aumenta a concorrência na web.

Como dissemos no capítulo anterior, o segredo está no método. Para alcançar seus objetivos de marketing, precisamos encontrar meios de chegar lá.

Mas, se a internet tem possibilidades infinitas, como posso saber que estou tomando a decisão certa? Não se preocupe, pois agora você conhecerá o que há de mais atual no mundo em termos de estratégia. Confira.

Inbound Marketing

Inbound Marketing é sinônimo de marketing de atração. Ao criar uma estratégia de Inbound, seu objetivo é ser encontrado pelas pessoas..

No inbound marketing, as empresas procuram entender as dores e necessidades dos consumidores para, em seguida, estabelecer um canal de comunicação com essas pessoas, a fim de oferecer uma solução para os seus anseios e desejos.

Hoje, a internet está repleta de ferramentas para fazer pesquisas, descobrir interesses do público e publicar materiais que os ajudem a satisfazê-los.

Quando isso é praticado continuamente, você cria a sua audiência, gerando um canal de comunicação constante com ela. Em outras palavras, a empresa conversa com sua audiência, não somente envia mensagens.

Em consequência, suas publicações passam a ser buscadas por mais e mais pessoas. Por meio desta comunicação, é possível entender interesses cada vez mais específicos do público (e sair na frente para atendê-los).

ENTENDA TUDO SOBRE INBOUND MARKETING
O Guia Completo do Inbound Marketing: o que é e como fazer
Entenda sobre o Funil de Vendas e como ele se relaciona com Inbound Marketing
Growth Hacking para Inbound Markteers: alavanque sua estratégia

Atualmente, a principal maneira de fazer as pessoas chegarem até você é criando conteúdo, ou seja, oferecendo informações relevantes, que solucionam problemas reais e são de amplo acesso. A essa estratégia damos o nome de Marketing de Conteúdo, que abordaremos a seguir:

Marketing de Conteúdo

Os consumidores estão diariamente procurando soluções na internet, e, na manada das vezes, essa procura começa em motores de busca.

O Marketing de Conteúdo tem como objetivo posicionar a sua marca no lugar e no momento certo da jornada de compra para oferecer as melhores soluções.

Portanto, Marketing de Conteúdo é o processo de publicar materiais e informações relevantes e valiosos, a fim de atrair, converter e encantar uma audiência.

Vale lembrar que essa estratégia, se bem-feita, pode auxiliar a triplicar em menos de um ano os acessos à empresa na internet, além de trazer muitos outros benefícios, como: reconhecimento de marca, criação de autoridade e educação do mercado.

Marketing de Conteúdo - Primeiros passos

Para isso, você precisa espalhar seu conteúdo em regiões da internet que sejam atrativas para a sua persona. Existem alguns métodos considerados padrões, tal qual um blog, o site da empresa e os perfis em redes sociais.

Contudo, existem formas de diversificar o seu alcance com diferentes canais de conteúdo. Aqui estão algumas maneiras de fazer isso:

Blog

O blog é a casa do Marketing de Conteúdo.

Isso porque ele é um canal exclusivamente seu de comunicação com o público, sem as interferências e distrações que outros canais como as redes sociais podem ter. Ou seja, você pode publicar o que quiser, como quiser, a hora que quiser.

Blogs também são muito fáceis de serem editados e administrados, o que facilita que empresas com pequenos ou grandes times de Marketing consigam tocar uma estratégia de maneira prática, econômica e rápida.

E, por fim, mas não menos importante, blogs são uma excelente ferramenta de otimização de conteúdos para melhorar os seus rankings em mecanismos de busca, como o Google. Isso melhora a visibilidade do seu negócio e amplia o seu poder de atração das pessoas certas!

Além disso, você pode usar alguns outros canais como o Medium e o LinkedIn Pulse para construir a sua audiência nesse sentido. Eles funcionam como blogs, com a desvantagens de não serem domínios próprios e com menos poder de rankeamento, mas que são mais fáceis e acessíveis.

Acesse o guia completo do blog corporativo: crie, estruture e alavanque seus resultados com o blog

Site Institucional

Muitas empresas se contentam em ter um blog ou uma página em uma rede social. Tudo isso é muito importante, mas não dispensa a necessidade de um site institucional.

Primeiro porque aumenta a credibilidade do seu negócio. Afinal, quando as pessoas procurarem você, elas precisam ter a segurança de que a sua empresa é séria e confiável.

Segundo porque esse se torna mais um canal onde as pessoas podem te encontrar e que também é só seu e pode ajudar você a conquistar boas posições nos mecanismos de busca.

É também fundamental que as suas ações de Marketing direcionem as pessoas para um canal onde elas possam solicitar os seus produtos ou serviços e finalmente consumir de você, tirando as principais dúvidas delas. E esse canal é, sem sombra de dúvidas, o site institucional.

Redes Sociais

Poucos lugares proporcional tanto a interação das pessoas com as marcas quanto as redes sociais. Elas são um canal criado exatamente com esse objetivo: comunicação, influência e diálogo.

Assim, ter uma página nas principais redes sociais onde o seu público se encontra tornou-se indispensável: seja para promover suas ações e conteúdos, seja para que as pessoas conheçam o “por trás das câmeras” da sua empresa.

Aliás, esse se tornou um ponto fundamental para a escolha de uma marca por parte dos consumidores, que é se identificar com as empresas além do produto e do serviço, mas com os valores e o ideal por trás delas. E as redes sociais são um excelente canal para que esse engajamento aconteça.

Mídias sociais são, como o próprio nome diz, os meios. Contudo, o mais importante a se cultivar são as redes.

E, no caso das redes sociais, as estratégias têm vários fins, pois têm muita importância para branding e buzz e, ao mesmo tempo, para geração de tráfego e conversões.

Evidentemente, é preciso uma estratégia, que podemos aprender a criar agora mesmo. Separamos alguns conteúdos que vão ajudá-lo nisso:

APRENDA TUDO SOBRE REDES SOCIAIS
O Guia Completo das Redes Sociais: confira tudo sobre Facebook, Instagram, LinkedIn, Twitter e Facebook
O Guia prático do Facebook Ads para você criar anúncios nesta plataforma
Quais são as redes sociais mais usadas do Brasil? Descubra e entenda porque vale a pena investir!

Como definir uma estratégia de redes sociais

Uma estratégia efetiva de redes sociais deve gerar uma participação significativa na geração de tráfego para o seu domínio, mas, ao mesmo tempo, é um canal de comunicação e divulgação da marca.

Por isso, vamos dividir em alguns passos simples:

  • Passo 1 — Estabeleça objetivos e metas. Redes sociais também têm um funil e você deve considerar as métricas relevantes em cada etapa. A metodologia de OKRs para medir o desempenho se encaixa perfeitamente nesse caso.
  • Passo 2 — Encontre as redes corretas. Facebook, Linkedin, Instagram, Twitter etc. são canais diferentes e tem suas particularidades, portanto a intenção dos usuários em cada um deles também. Faça pesquisas sobre o perfil do público, as palavras-chave e tendências antes de criar um perfil comercial.
  • Passo 3 — Crie um perfil. Fique atento aos tamanhos corretos de posts e imagens em mídias sociais. Lembre-se de utilizar um design e tom de voz que obedeça aos padrões da sua marca e sejam focados nos objetivos definidos no primeiro passo.
  • Passo 4 — Realize um benchmarking. Veja o que os seus concorrentes e blogs de assuntos relacionados estão dizendo. Se você tem concorrentes fortes, certamente eles publicam muita coisa relevante e que você deve aproveitar.
  • Passo 5 — Defina um plano e um calendário editorial. Isso é necessário para organizar as verbas e analisar o andamento da estratégia. Aplicativos como Buzzsumo são boas ferramentas de pesquisa de tendências e palavras-chave.
  • Passo 6 — Aprenda com os resultados. Assim como os blogs e sites, mídias sociais também têm ferramentas de análise. Utilize-as para calcular suas métricas e indicadores.

Email Marketing

Email Marketing é o processo de enviar mensagens com fins comerciais para um grupo de contatos obtidos por uma empresa na internet.

Ele pode ser utilizado como método de fortalecimento da sua marca, vendas, comunicação com clientes e potenciais clientes.

O canal de mensagens direto com o usuário é uma ferramenta inigualável e pode trazer resultados muito efetivos. Inclusive, é possível segmentar suas listas seguindo diversos fatores, como taxa de abertura dos emails, respostas, downloads de um material, entre outros.

Guia para criar campanhas de E-mail Marketing

Construindo uma lista de emails

O primeiro passo para uma boa estratégia de email marketing é construir sua lista de emails, ou seja, conquistar os contatos das pessoas que receberão seu conteúdo. Como fazer isso?

  • Passo 1: escolher um bom software para gerir as suas listas.
  • Passo 2: criar uma oferta incrível, como uma newsletter, desconto ou conteúdo rico.
  • Passo 3: inserir formulários de inscrição dentro do seu site ou blog.
  • Passo 4: desenvolver uma voz para a sua empresa e criar mensagens cativantes.

Tipos de email

Email é um canal de contato com clientes e potenciais clientes, certo? Esse meio é uma forma bilateral de comunicação. Afinal, quem recebe emails pode respondê-los!

Por isso, existem diversos tipos de mensagem que você pode enviar, cada uma com uma intenção diferente em relação aos seus leads.

1. Emails Informacionais

Esse tipo de mensagem tem o objetivo de passar uma informação relevante para os contatos. Se você possui alguma notícia em primeira mão, quer divulgar algum evento ou ação específica, emails informacionais são um método excelente.

Geralmente, esse tipo de email é mais curto, buscando enviar o máximo de informações o quanto antes. Se possível, no próprio título da mensagem.

2. Emails de Nutrição

Emails de nutrição são aqueles que influenciam o leitor a tomar uma ação específica no seu site ou blog.

Muitas vezes, a jornada do cliente pode demorar mais do que você gostaria. Por isso, a nutrição de leads pode acelerar esse processo e tornar a sua base mais preparada para o momento da compra.

Mensagens desse tipo também devem ser objetivas e levar o usuário da caixa de entrada para o seu domínio, oferecendo conteúdos que o levará a prosseguir no funil de vendas.

3. Emails Educacionais

Emails educacionais são muito úteis e devem ser a maior parte do conteúdo que você envia. Simplesmente porque conteúdo educacional é aquele focado em solucionar problemas e dúvidas.

No fundo, essa é a principal razão pela qual o usuário assina o seu conteúdo.

Utilize-o para enviar posts relevantes, materiais selecionados por você, conteúdo exclusivo e o que mais a sua audiência buscar.

4. Emails Transacionais

Este tipo de email é muito importante, e precisa ser usado com sabedoria. Emails que sugerem uma transação ou oferta precisam ser enviados de maneira que o recebedor não perceba nenhum exagero.

Uma boa prática é manter a sua base de emails sempre limpa, somente com usuários que realmente são considerados personas.

Além disso, emails transacionais devem ser focados na conversão do usuário, o que define o tom de voz da mensagem, um bom call-to-action e um link direto.

5. Newsletter

Newsletters são um tipo recorrente de mailing. Ao assiná-lo, o usuário espera que suas mensagens cheguem com uma determinada frequência. É como um jornal em que você pode ofertar conteúdos, divulgar materiais, escrever mensagens e dialogar com a sua base.

SEO

Em uma estratégia de marketing digital, ser encontrado em mecanismos de busca é essencial, certo? E, para isso, existe um conceito específico para obter resultados organicamente, ou seja, sem pagar por anúncios.

É o que chamamos de otimização para mecanismos de busca, Search Engine Optimization ou SEO.

Hoje, motores de busca esperam oferecer os melhores resultados para a experiência do usuário. Existem diversas técnicas que você deve aplicar para mostrar aos buscadores que o seu site pode prover a melhor experiência e, assim, melhorar seus rankings.

Otimizar suas páginas significa deixá-las compreensíveis tanto para as pessoas quanto para os crawlers. E isso vai depender da sua performance em uma combinação de diversos fatores de rankeamento. Existem dois grupos de fatores de rankeamento, que explicaremos a seguir:

SEO On Page

Os fatores On Page são aqueles que podem ser otimizados dentro das suas páginas, como título, meta-descrição, linkagem interna, uso de heading tags etc. Tudo isso melhora a experiência do usuário, mas também é lido pelos crawlers, como o Google Bot.

Por isso, você pode ter um conteúdo muito atrativo, mas é preciso demonstrar isso aos robôs por meios de estruturas de dados. É preciso usar o código para referenciar o seu título, seus meta atributos, suas imagens, hiperlinks.

SEO Off Page

E não para por aí! Fatores externos também influenciam em seu rankeamento, como o tempo de carregamento do seu site, seus parâmetros de segurança, links recebidos etc.

Se você quiser entender mais sobre SEO e os diferentes fatores de rankeamento, recomendo a leitura do Guia Completo de SEO.

guia seo

SEM

Search Engine Marketing. Esse nome já diz tudo. Motores de busca são úteis para estratégias digitais que envolvam mídias orgânicas ou pagas. Ao fazer uma busca, esses mecanismos vão te retornar uma lista de links úteis, e alguns deles serão anúncios.

Por isso, marketing em motores de busca é um processo bastante abrangente. Até mesmo o SEO está contido no SEM!

Resultados do Google - Inbound Marketing

Resultados de busca do Google.

Hoje, é praticamente impossível que o Search Engine Marketing não seja peça importante de qualquer estratégia de marketing na internet. E, para isso, você deve atacar de todos os lados!Ao exibir anúncios ou links orgânicos, acima de tudo, os motores de busca estão preocupados com a experiência do usuário e é assim que se atinge usuários que têm intenções comerciais ao realizar uma busca.

Além do crescimento orgânico, mídias pagas oferecem oportunidades únicas de crescimento. As ferramentas e técnicas de analytics permitem encontrar o caminho para um retorno sobre investimento positivo.

E, se investir em anúncios na internet pode trazer muito mais lucros do que custos, por que não tentar? 🙂

Se ainda não te convencemos, aprenda um pouco a seguir:

Publicidade

Na internet, hoje, existem três tipos de mídias:

  • Mídias adquiridas: vêm da interação com o público, representam o engajamento, os compartilhamentos, comentários e menções.
  • Mídias possuídas: são aquelas que pertencem a alguém, os websites, blogs, perfis em mídias sociais.
  • Mídias pagas: é a promoção do seu conteúdo por meio de anúncios, como pay-per-click (PPC), displays, retargeting, propagandas em redes sociais e promoção de conteúdos.

Mídias online

Essa combinação de mídias é que vai definir o melhor jeito de conquistar a sua audiência. Nunca desconsidere nenhuma delas.

Evidentemente, resultados orgânicos são excelentes ao longo prazo, mas não têm a mesma velocidade e opções da publicidade online. Conheça agora algumas modalidades de anúncios:

Pay-per-click (PPC)

PPC é a compra de mídias que são cobradas mediante o número de cliques recebidos pelo seu anúncio. O tipo mais comum de pay-per-click são anúncios em mecanismos de busca.

Assim, na página de resultados do Google, por exemplo, existem links orgânicos e pagos.

Se você for um anunciante, é possível posicionar o seu anúncio utilizando palavras-chave e variações delas. E o usuário, ao realizar a busca, encontrará esses links patrocinados na SERP.

Display Ads

Um display ou banner é uma mistura de imagens e texto. Anúncios de display geralmente não aparecem em páginas de resultados de busca, mas em sites que fazem parte da rede de anunciantes escolhida.

Retargeting

Retargeting — não confunda com Remarketing — são banners que aparecem para o usuário depois que ele visita algum site ou pratica determinada ação. Aqui, a ideia é fazer o seu anúncio ser lembrado pelas pessoas, retomando o engajamento com o seu funil de vendas.

Ao visitar um determinado site, por exemplo, possivelmente mais anúncios desse site aparecerão para você quando você visitar algum site que faça parte da rede de anunciantes.

Promoção de conteúdo

Promoção é uma alternativa de mídia paga interessante para quem faz marketing de conteúdo. A web está repleta de conteúdos incríveis e ganhar destaque pode ser difícil.

Existem meios gratuitos de divulgação, tais quais as mídias sociais. No entanto, se você quer acelerar esse processo, é possível transformar a chamada para o seu conteúdo em anúncio.

Assim, você terá uma exibição privilegiada em motores de busca e redes sociais, além de poder segmentar o público para quem ele é exibido.

Anúncios em redes sociais

Assim como há anúncios em resultados de busca, eles também podem ser exibidos em mídias sociais. A rede do Facebook — que inclui outras mídias, como o Instagram —, possui a sua própria rede de advertisements.

Assim, de acordo com as suas preferências, interesses e perfis que visita, a rede exibirá anúncios específicos para esse usuário. Cada uma das mídias sociais possui diferentes opções de segmentação e isso faz toda a diferença na performance desses anúncios.

Guia Facebook Ads

Marketing de afiliados

Uma forma muito comum de gerar receita com Marketing Digital é por meio de afiliados. Se você vende algum produto ou serviço, pode criar uma rede de blogs e sites que podem comercializar o seu produto em troca de uma comissão.

Da mesma forma, se você é dono de um blog ou site e recebe bastante tráfego, você pode ser remunerado para facilitar ou gerar vendas para um produtor. Geralmente isso é feito por meio de um banner ou de conteúdos patrocinados.

Gestão de Leads

Gerir leads significa rastrear e levar possíveis clientes desde a primeira conversão até a venda e ao pós-venda. Esse assunto do marketing digital também é conhecido como gestão de aquisição de clientes ou gestão de contatos.

Além disso, frequentemente, a gestão de leads é confundida com a nutrição de leads. Veremos que a nutrição de leads é uma parte do processo de gestão de leads.

Confira as etapas desse processo:

  1. Geração de Leads: é a arte de encontrar usuários potencialmente interessados em seu negócio. A geração de leads se dá em pontos de conversão taticamente posicionados em emails, anúncios, conteúdos, ferramentas etc.
  2. Geração de Leads Qualificados: mais do que simplesmente gerar novos contatos, leads qualificados são aqueles identificados como oportunidades de venda. São pessoas mais “adiantadas” no funil.
  3. Qualificação de Leads: qualificar leads significa analisá-los de maneira mais precisa, classificando as melhores oportunidades de acordo com o seu comportamento registrado. Times de marketing e vendas frequentemente têm especialistas em qualificação de contatos.
  4. Nutrição de Leads: nutrir leads significa oferecer conteúdo relevante para a sua base de contatos, de maneira a fazê-los prosseguir no funil de vendas. Hoje, o email é um método bastante eficiente de nutrição de leads, mas há novidades interessantes, como o account-based marketing.

À medida que a sua base de leads cresce, seu processo de gestão de leads precisa se tornar escalável.

Uma base de contatos pode chegar a centenas de milhares e até milhões de pessoas. Isso provoca a necessidade de lidar com sistemas mais robustos, mecanismos complexos de rastreamento de atividades e padronização das mensagens enviadas.

E não para por aí. Mesmo após a venda, os clientes não deixam de ser leads dentro da base. Afinal, é preciso encontrar mecanismos de upsell, cross-sell e retenção de clientes.

É preciso lembrar que o funil de vendas não termina na venda, mas sim no momento em que os clientes se tornam defensores da sua marca.

Se você deseja criar mensagens customizadas, segmentadas de acordo com os diferentes perfis de contatos presentes em sua base, é preciso recorrer à tecnologia. Quanto maior é o número de leads, mais complexa fica essa administração.

Para isso, softwares de automação são essenciais a partir de um nível mínimo de performance.

Automação

Como mencionamos, é muito difícil gerir uma grande base de leads. Para se comunicar com milhares — talvez milhões — de pessoas, é preciso uma ferramenta que consiga organizar e rastrear todos esses registros.

É por isso que, mais do que uma técnica, a automação de marketing é um tipo de tecnologia do marketing digital. Por meio dela, é possível agilizar todas essas necessidades.

Frequentemente, esses softwares possuem soluções para criar fluxos de trabalho e de comunicação. É como se fosse uma mistura entre sistemas de armazenamento, análise de dados e engajamento dos contatos.

Dessa forma, é possível segmentar a sua base em relação ao perfil, ao comportamento e às suas ações realizadas e — para cada um desses critérios — fornecer uma série de incentivos para a conversão e, por fim, ao encantamento do usuário.

A competição pelas melhores ferramentas de automação têm crescido muito e esse mercado tem se revelado muito promissor no mundo do marketing. Estima-se que até 2025 esse mercado alcance uma capitalização de mais de US$7 bilhões!

APRENDA A GERAR LEADS E AUTOMATIZAR SUA ESTRATÉGIA
Geração de leads: o guia completo para converter oportunidades
Automação de marketing: entenda o potencial dessa estratégia para sua empresa

Otimização de Conversão – CRO

Um dos termos mais utilizados em marketing digital é a conversão, certo? O processo de trazer o público para a sua base de contatos e fazê-los chegar até o fundo do funil de vendas.

O objetivo da otimização da conversão — ou Convert Rate Optimization — é descobrir onde as conversões não estão sendo aproveitadas corretamente dentro de um blog ou site. E os melhores jeitos de fazer isso são análise de dados e testes!

Antes de tomar a decisão sobre quais modificações fazer para aumentar as taxas de conversão, um profissional de CRO realiza um diagnóstico lógico. Ele é dividido em cinco etapas, descritas a seguir.

Diagnóstico lógico da Otimização de Conversão

1. Levantando hipóteses

CROs geralmente têm meios de obtenção de dados em todos os seus canais. Ferramentas como o Google Tag Manager permitem a instalação de aplicativos de monitoramento dos usuários em diversos sites e blogs ao mesmo tempo.

Assim, é possível entender porque há pessoas que visitam o blog mas não prosseguem no funil. A partir daí, basta criar ações focadas no público que realmente quer fazer parte da sua rede.

2. Principais métricas

Depois de levantar uma hipótese, é hora de transformar essa ideia em algo mensurável, e isso não é uma tarefa fácil!

Utilizando as ferramentas certas, podemos obter todos os tipos de dados. Tantos, que podemos até nos perder em tanta informação — e isso é sério! Olhar para as métricas corretas vai te gerar muita economia de tempo e dinheiro.

Evidentemente, qualquer um deseja gerar mais receita, ter mais e melhores clientes. Mas, para isso, é preciso descobrir o que gera mais receita e quebrá-los em medidas para cada etapa da jornada de compra.

Métricas de marketing, portanto, podem ser divididas de acordo com o funil de vendas, da atração até o pós-venda!

Métricas de conversão

Por que otimização para a conversão? É simples. Existe uma relação direta entre a quantidade de conversões e a quantidade de receita gerada pelo seu negócio.

E, em qualquer página, há uma infinidade de razões pela qual as pessoas não convertem.

Por isso, investir em pontos de melhoria de conversão vão refletir em alguns números importantes, que são:

  • Número de leads: representa a quantidade de leads gerados. Essa métrica funciona como um parâmetro de desempenho ao longo do tempo. Afinal, o tráfego tende a crescer e, com isso, sua taxa de criação de leads deve acompanhá-lo.
  • Custo por lead: o CPL determina a qualidade dos leads que você recebe. Portanto, o custo de geração de um novo lead deve se manter sempre baixo em relação ao custo de aquisição de um novo cliente.
  • Número de usuários: milhares, talvez milhões de pessoas vão converter nas suas páginas, mas esse número é grande ou pequeno em relação à quantidade de usuários que navegam pelo seu domínio? É o que essa métrica procura responder.
  • Taxa de conversão de leads para sales qualified leads: por fim, não podemos ignorar o funil. Nem todos os leads estão no mesmo estágio da jornada de compra e, por isso, esse estágio que transita entre meio e fundo de funil precisa ser observado.
Métricas de receita

Métricas de receita não devem ser observadas separadamente das métricas de conversão. O objetivo da conversão é levar o usuário até a compra e, aqui, vamos diferenciá-las por questão metodológica.

  • Custo de aquisição de cliente: uma estratégia de marketing pode ter custos em tempo, dinheiro e outros recursos. Por isso, é preciso calcular quanto, em média, gastamos para adquirir um novo cliente.
  • Lifetime Value: também conhecido como LTV, ele representa, em média, a receita gerada pelo cliente em todo o seu ciclo de vida.
  • Número de clientes: como estamos falando de um funil, é natural que haja bem menos clientes do que leads. Sendo assim, essa métrica responde quais seus pontos de conversão mais geram clientes e se a quantidade de clientes está alinhada com a receita.
  • Lucro: por fim, a otimização das conversões deve impactar o lucro. Esse número vai dizer se os investimentos e custos têm valido a pena. Vale lembrar que lucros negativos representam prejuízo.

3. Calculando a relevância

Antes de um processo de otimização de conversão ser implantado, primeiro é preciso definir o que são resultados confiáveis.

Portanto, é preciso ter uma população definida e amostras de tamanho razoável para conduzir os testes.

E isso não é tarefa fácil. Em uma amostra muito pequena, os resultados se tornam muito sensíveis às variações, sejam elas positivas ou negativas. Contudo, uma amostra muito grande — embora não seja ruim estatisticamente — pode ser um desperdício de tempo e recursos com testes.

4. Criando testes

Criar testes é uma arte. Na verdade, esse assunto pode render um livro inteiro. Graças às mídias digitais, é possível realizar dezenas (às vezes centenas!) de testes ao mesmo tempo.

Assim, a fase de realização de testes pode ser divida em outras fases menores.

De maneira preliminar, são testadas diversas hipóteses. Após a coleta dos resultados, os melhores são levados adiante, mas o processo não para por aí.

Em seguida, são determinadas hipóteses de como os melhores resultados podem ser trabalhados para gerar ainda mais resultados, reiniciando o ciclo.

Somente quando os melhores resultados tiverem melhorias positivas é que o profissional de CRO terá provas suficientes de que melhorias definitivas foram implementadas.

5. Analisando resultados

Embora não pareça, essa fase é bastante complicada. Não somente pela visualização dos dados, mas também pela confiança no processo. Para conseguir resultados confiáveis é preciso:

  1. Configurar todas as etapas de conversão. Muitas vezes isso envolve diversos softwares, e é preciso se assegurar de que os resultados que chegam para você estão corretos. Um erro no início do processo vai confundir quem analisa os dados.
  2. Olhar para as métricas corretas. Muitos leads não necessariamente significam mais receita. Em contrapartida, leads que se tornam clientes cujo custo de aquisição é muito alto nem sempre serão um bom negócio. Isso varia em cada segmento e somente quem analisa os dados pode definir o melhor parâmetro.
  3. A análise correta dos resultados vai definir a tomada de decisão. Analisá-los incorretamente pode levar a ações ineficientes ou mesmo prejudiciais e, pior ainda, confundir totalmente a equipe de marketing.

Logo, é preciso verificar cada ponto de conversão, garantir que as informações estejam chegando corretamente no seu CRM ou software de automação de marketing e questionar até mesmo as hipóteses mais óbvias.

Outros canais

Podcasts e posts em áudio

Conteúdos em áudio são uma tendência cada vez maior, principalmente com a popularização dos podcasts.

Eles permitem uma maior facilidade de consumo por parte do usuário, já que podem ser acessados, por exemplo, de um dispositivo móvel para ouvir enquanto está andando, dirigindo ou apenas longe de um computador.

Além disso, vale lembrar que o Áudio Marketing é uma das grandes apostas do futuro, principalmente por causa do surgimento de tecnologias de assistência virtual como a Alexa, da Amazon, e a Cortana, da Microsoft.

Ferramentas e apps

Aplicativos são extremamente interessantes para diversos nichos. Eles permitem uma maior interação entre o usuário e marcas, além de serem um espaço exclusivo da empresa.

Com eles, você pode incentivar o usuário a ficar mais tempo em contato com o seu domínio e aumentar o valor percebido pelo público.

Notificações Push

Um exemplo de ferramenta que pode ser definitiva para a melhora dos resultados do seu site são as notificações via push.

Basicamente, elas funcionam como pequenos alertas clicáveis que aparecem no dispositivo dos usuários inscritos, podendo conter CTAs para blog posts, materiais ricos, landing pages e muitos outros.

Por funcionarem como um tipo de alerta, essas notificações garantem altos índices de conversão e podem funcionar tanto em desktop quanto em mobile.

Chatbots

Os chatbots, robôs de comunicação automatizada, são ferramentas excelentes para adicionar na sua estratégia digital.

Além de auxiliarem no processo de otimização do atendimento de clientes em sites e redes sociais, esses bots podem ser utilizados para melhorar o relacionamento com leads e clientes, divulgar informações importantes e até mesmo gerar vendas.

Blogs e sites parceiros

Publicar materiais com links para o seu domínio em outros blogs virou uma tática essencial de marketing digital. Vale lembrar que o volume e a qualidade dos backlinks são importantes fatores de rankeamento no Google.

Assim, você pode criar um conteúdo relevante para publicar no blog de um parceiro, por exemplo. Assim, todo mundo sai ganhando.

Vamos continuar explicando como estruturar seu plano de marketing digital. Se você quer continuar sempre com este material, pode baixá-lo agora mesmo!

Tenha este material sempre com você!

Disponibilizamos este post para download em PDF para que você possa consultar sempre e enviar para o seu time.


#4

Plano de Marketing Digital

Plano de Marketing DigitalPara criar uma estratégia de marketing digital, é preciso começar estabelecendo objetivos, certo? E, para você alcançar os seus objetivos de marketing, o melhor caminho é planejar diferentes ações possíveis.

Ao tentar prever os possíveis cenários e documentar um roadmap de ações, estamos falando da criação de um plano de marketing, em que todas as fontes de informação possíveis são utilizadas.

Por exemplo, se você deseja gerar mais vendas, um objetivo de marketing pode ser um aumento percentual da quantidade de leads qualificadas.

A partir disso, considerando a sua persona, os seus recursos disponíveis e o cenário em que seu negócio se encontra, é possível estabelecer um plano para fazer esse objetivo acontecer!

Mas como unir tantos elementos de uma vez?

Pode parecer muito complexo, mas existem alguns passos que comprovadamente ajudam (muito!) na estruturação de um plano.

1. Definição dos objetivos

Ao definir um plano, é importante cobrir diferentes tipos de objetivos. Isso porque, muitas vezes, objetivos maiores dependem do cumprimento de várias pequenas metas. É o que chamamos de objetivos principais e secundários.

Além da complexidade, o prazo também é muito importante. Portanto, um bom planejamento contempla objetivos de curto, médio e longo prazo.

Sendo esse o primeiro passo de um plano de marketing, sua relevância é incalculável. Errar na definição dos objetivos pode comprometer a estratégia como um todo.

E, para eliminar essa possibilidade, existe uma framework muito popular para isso, o SMART. SMART é um mnemônico em inglês para as características essenciais de um objetivo de marketing.

Logo, um objetivo de marketing é relevante desde que seja:

  • Specific ou específico: todos os envolvidos devem ter claro entendimento do que se trata.
  • Measurable ou mensurável: não faz sentido criar uma meta se ela não puder ser medida ou tiver critérios subjetivos, certo?
  • Actionable ou atingível: objetivos fáceis levam ao desperdício de oportunidades, e objetivos difíceis demais podem desmotivar o time. As metas mais bem elaboradas são simultaneamente desafiadoras e realistas.
  • Relevant ou relevante: ao estabelecer um objetivo, certifique-se de que ele é crucial para o seu negócio.
  • Time-bound ou temporal: toda meta precisa ter um prazo para ser alcançada. Evidentemente, metas para um mês, trimestre ou ano têm características diferentes.

2. Criação de Indicadores-chave de Performance (KPIs)

Objetivos sempre vêm acompanhados de indicadores. No entanto, em um mar de informações, é preciso olhar para os indicadores corretos. Eles mostrarão se você está percorrendo o caminho correto até o alcance dos objetivos.

KPIs ou Key Performance Indicators representam exatamente esse conceito. KPIs são números absolutos ou percentuais, que podem ser medidos, analisados e têm importância direta para o seu negócio.

Por exemplo, você tem uma meta ligada à geração de tráfego? Então, o mínimo diário de visitas no seu site ou blog é um indicador válido.

Vale lembrar que KPIs podem ser indicadores de qualquer natureza, desde que sejam mensuráveis e relevantes. Métricas de marketing, por exemplo, podem ser indicadores-chave, como veremos em seguida.

3. Detalhamento da Persona

Quando falamos sobre personas no começo deste artigo, destacamos a importância que ela tem para uma estratégia. Aqui, o argumento é um reforço: invista tempo e recursos elaborando uma persona detalhada.

Procure usuários na sua base de leads, pessoas em mídias sociais (LinkedIn e Facebook são ótimos para isso) e em pesquisas na internet. Se você já tem uma persona documentada, é possível expandi-la!

Além de perguntas como “quais são seus problemas?” ou “como podemos ajudar a persona a resolver esses problemas?”, explorar tópicos extras pode ser bastante elucidativo.

Quer complementar a análise da sua persona? Pergunte “quais livros ela lê?”, “quais são seus influencers favoritos?”, “quais eventos ela frequenta?”, “quais softwares ela utiliza?” e outros. O aprofundamento da sua persona resultará sempre na identificação de mais e melhores oportunidades.

Template de Plano de Marketing

Preencha o seu email e receba um modelo de plano de marketing gratuitamente!


#5

Métricas de Marketing Digital

Métricas de Marketing DigitalUma das principais vantagens do marketing digital é ser mensurável. Assim, a possibilidade de documentar e avaliar as estratégias usadas permite uma compreensão da estratégia e a tomada de decisões baseadas em dados.

Antes da internet, provar o valor de uma ação de marketing era bem mais difícil. A falta de conhecimento motiva decisões ruins.

E, para você não cometê-las e extrair o melhor de todos os seus esforços, definir parâmetros de mensuração é essencial. É impossível ter sucesso sem usá-las corretamente.

Abaixo listamos algumas das mais importantes métricas de marketing, mas também recomendamos que você estude mais sobre o assunto ao criar uma estratégia.

A melhor forma de começar a observar as métricas corretas é obtendo alguns dados do seu blog ou site. Métricas comuns utilizadas em uma estratégia, são:

  • Visitantes Únicos: qual é o número de pessoas que acessam a sua página. Cada visitante é contado apenas uma vez dentro do período de tempo indicado.
  • Sessões: é o conjunto de interações, tal qual as visualizações de página e cliques, que um mesmo usuário executa em um dado período.
  • Tráfego Orgânico e Pago: representa a quantidade de sessões que são originadas de mecanismos de busca e campanhas pagas na web.
  • Taxa de Rejeição: é a porcentagem de usuários que realizam apenas uma visita, sem realizar outras interações, como cliques e visualizações de páginas.
  • Taxa de Conversão: é a porcentagem resultante entre o número de visitas e o número de conversões realizadas.
  • Links Externos: é o volume e a qualidade de links vindos de outros domínios que direcionam para o seu site ou blog.

Mas essas não são as únicas métricas de marketing. Na verdade, conhecer todas as métricas e escolher as que melhor se adequam ao seu negócio deve ser uma etapa no seu planejamento.

Por isso, vamos realizar um estudo aprofundado sobre algumas delas a seguir:

Retorno Sobre Investimento

Este é um fator que está diretamente ligado à lucratividade da sua estratégia. O ROI representa uma comparação entre o quanto você cresceu em vendas e o quanto você gastou.

Assim, a fórmula do ROI é:

ROI = retorno – custo do investimento / custo do investimento

Suponha que, somados todos os custos, seu investimento total em Marketing de Conteúdo foi de R$ 100 mil durante 1 ano.

Nesse período, essa estratégia foi responsável por 120 vendas com uma receita média de R$ 5.000,00, resultando um ROI de 5 ou 500%.

Logo, para cada real investido nessa suposta estratégia de Marketing de Conteúdo, 5 reais retornaram em forma de lucro – o que seria um ótimo resultado!

Custo de Aquisição de Clientes

O CAC nada mais é do que a relação entre o número de clientes e o seu gasto com marketing digital. Essa métrica busca responder à pergunta: “quanto eu preciso investir para atrair um novo cliente?”.

Assim, ela é calculada pela divisão dos seus custos destinados à aquisição de clientes pelo número de novos clientes no período.

Supondo que uma empresa gastou R$100 mil em marketing em um ano e adquiriu 120 novos clientes nesse ano, seu CAC é de R$833,33.

Receita Mensal Recorrente (MRR)

Também conhecida como Monthly Recurrent Revenue, é uma forma de prever a receita gerada. Essa métrica é muito comum em negócios que envolvam assinaturas, pois elas pressupõem pagamentos periódicos.

Essa medida facilita a análise de performance, sobretudo quando seus produtos têm uma grande variedade de preços.

Para exemplificar, pense em um contrato sendo pago em parcelas. Se um cliente adquire um serviço por R$5.000 durante um ano, dividido em 12 parcelas, então o MRR gerado é de R$416,67. Some isso ao de todos os outros clientes e esse será o MRR da sua empresa.

Esse cálculo permite que você visualize o padrão em que sua empresa está crescendo em termos de receita.

Custo Por Aquisição

Diferentemente do custo de aquisição de clientes, essa é uma comparação que pode variar. Uma aquisição, na verdade, é definida pelo dono do negócio. Pode ser um novo contato, um novo lead ou lead qualificado.

Como mencionado, essa métrica é comum em campanhas de geração de leads. Trata-se da soma dos seus gastos e os contatos adquiridos dentro de um período de tempo.

Uma dica interessante é comparar o seu CPA com a receita gerada em cada aquisição. Assim, se o seu CPA é maior do que a RPA, é um indicador de que sua estratégia está falhando.

Custo Por Lead

O custo por lead, como o próprio nome explica, demonstra o quanto você gasta para gerar um novo lead. Ela pode ser uma métrica semelhante ao CPA, porém aplicável a somente um tipo de contato.

Geração de leads é uma prática recorrente em estratégias de marketing digital. Já dissemos o quanto a gestão de leads é importante, não é verdade?

Mais leads representam mais oportunidades, então, precisamos medi-los! O CPL é a métrica para observar como está a sua eficiência, seus gastos e a geração de leads projetada.

Taxa de Retenção e Churn

Ninguém quer se desfazer de um cliente, certo? Portanto, é importante olhar para quantos deles estão indo embora todo o mês, ano ou período qualquer.

A retenção pode ser calculada usando o número total de clientes no começo e no fim do período junto com o número de novos clientes.

Taxa de Retenção = ((Clientes no fim do período – novos clientes)/clientes no começo do período) * 100

A taxa de retenção é sempre igual a 1 – taxa de desistências (churns). Ou seja, esses números representam a mesma coisa sob diferentes perspectivas.

Vamos a um exemplo: se você começa um mês com 120 clientes e o encerra com 130. Nesse intervalo, você conquistou 20 novos clientes e teve 10 cancelamentos. O resultado serão 10 clientes extras.

Isso significa uma taxa de retenção de 91,67% dos seus clientes, ou uma taxa de desistência de 8.33%.

Tráfego Por Canal

Uma estratégia de marketing digital, hoje, utiliza vários canais de aquisição. Vários deles estão disponíveis e possuem um volume de público consolidado.

De buscas orgânicas a mídias sociais, campanhas pagas etc. Cada um desses canais terá participação na quantidade e na qualidade de visitas que seu domínio recebe e, consequentemente, no número de vendas que isso gera.

Portanto, é importante verificar o quanto cada um dos seus canais performa para entender como estão os seus resultados.

Novas Sessões

Sessões são calculadas, por padrão, pelo engajamento de um usuário durante até 30 minutos. Portanto, se você visita um site duas vezes em um intervalo de 30 minutos, isso será contado como uma sessão apenas.

Contudo, após os 30 minutos desde a primeira visita, será contada como uma nova sessão. Quando o seu conteúdo possui um alto poder de atração, frequentemente usuários novos e recorrentes irão visitá-lo.

#6

Ferramentas de Marketing Digital

Ferramentas de Marketing DigitalOutro aspecto que diferencia positivamente o Marketing Digital das opções tradicionais sãos as diversas ferramentas que podem ajudar na administração e mensuração dos seus resultados em todos os canais.

Ferramentas de marketing digital ajudarão a filtrar as informações mais importantes, a entender o desenvolvimento da estratégia, a gerar relatórios e fazer o acompanhamento dos números. Porém isso só será possível se você entender exatamente quais são os seus objetivos com cada estratégia de Marketing e tiver foco nos números que realmente importam.

Por isso vamos listar algumas ferramentas e seus diferentes usos para que você saiba exatamente o que e como escolher as melhores opções para o seu time.

Confira estas e outras ferramentas sobre marketing, gestão e vendas.

Ferramentas de SEO

O SEO envolve uma série de estratégias e, portanto, existem ferramentas com finalidades diferentes para conseguir executar um bom plano de otimizações para alcançar boas posições nos motores de busca.

Pesquisa de Palavras-chave

Essas ferramentas permitem que o usuário encontre oportunidades de termos fundamentais para sua estratégia, além de identificar a competitividade e o volume de buscas dessas palavras.

Algumas das principais ferramentas de palavras-chave são:

SEO técnico

As ferramentas de SEO técnico também possuem funções variadas como checar a autoridade de domínio (seu e do seu concorrente), averiguar e corrigir erros de SEO e encontrar conteúdos duplicados, entre outras funções.

Para SEO técnico, boas ferramentas são:

Backlinks

As ferramentas de Backlinks são importantes para checar os links que você recebe, a qualidade desses links e fazer uma análise de links que devem ser removidos ou redirecionados.

Boas ferramentas para conferir os backlinks do seu site:

Ferramentas de análise

As ferramentas de análise são fundamentais para a compreensão do sucesso da estratégia e dos resultados obtidos.

Análise de métricas

Além das ferramentas que já têm um Analytics próprio, o que é cada vez mais comum, algumas ferramentas de análise podem ser usadas de forma estratégica para entender diferentes pontos da estratégica e ter uma compreensão do todo.

Elas permitem um acompanhamento de fatores como tráfego, origem do tráfego, caminho dos usuários pelo site, entre outros.

Bons exemplos são:

Análise de concorrência

Para acompanhar os resultados que a sua estratégia de Marketing Digital traz para a sua empresa é fundamental analisar a sua concorrência e identificar pontos de melhoria e aprender com eles.

Essas ferramentas servem para fazer comparativos de palavras-chave, backlinks, tráfego, engajamento entre outras coisas.

Algumas das ferramentas mais populares são:

Ferramentas de Design

O design é fundamental em nosso dia a dia, e não seria diferente em uma estratégia de marketing digital. O conteúdo visual é cada vez mais uma tendência para a comunicação online.

Ferramentas de imagens

O visual de um site ou blog é fundamental para o sucesso e para gerar uma conexão com o leitor. É importante encontrar um identidade visual para a sua empresa e o design é fundamental nisso.

Muitas empresas têm dificuldade para um investimento inicial em design, por isso, boas ferramentas são os bancos de imagem gratuitos.

Além deles, temos algumas ferramentas essenciais para a edição, criação e tratamento de imagens como:

Ferramentas de vídeos

Além das imagens, os vídeos são um dos tipos de conteúdo mais consumidos na internet e um dos mais queridos pelo público.

Investir em uma estratégia de vídeo pode potencializar bastante a sua estratégia de marketing.

Ferramentas para edição dos vídeos, para adicionar efeitos, criar vinhetas, fazer montion graphic, entre outras coisas.

Dentre as mais populares estão:

Ferramentas de CRO

Entender as conversões do seu site e de sua estratégia online como um todo é essencial.

Boas ferramentas que possibilitam isso são:

Enquanto a primeira possibilita integrar as informações e acompanhar seus contatos pela jornada em seu domínio, a segunda oferece mapas de calor para identificar quais são os melhores pontos do seu site ou blog e os que podem ser melhorados.

Ferramentas de Automação

Ferramentas de automação são usadas para integrar sua estratégia, enviar emails, gerenciar suas leads e facilitar o contato entre marketing e vendas. Elas também permitem a criação de testes A/B, criação de fluxos de trabalho etc.

Boas ferramentas de automação são:

Ferramentas de Relacionamento Interno

As ferramentas de relacionamento interno são muito importantes para facilitar a comunicação entre diferentes setores da empresa. As duas ferramentas mais indicadas são o Slack e o Zendesk.

Enquanto o Slack é um canal de troca de mensagens, funcionando como um WhatsApp corporativo, o Zendesk permite que a abertura de tickets para solucionar problemas e centralizar a informação.

Ferramentas de redes sociais

As ferramentas de Redes Sociais são fundamentais para o sucesso de uma estratégia de Marketing Digital. Elas permitem o agendamento de posts, acompanhamento de métricas e a centralização da estratégia em diferentes redes.

Para profissionalizar sua estratégia nas redes sociais, uma boa ideia é usar ferramentas como:

Ferramentas de gestão de projetos

Esse tópico é especialmente importante para grandes times, mas é importante para todas as empresas. Integrar diferentes setores e coordenar as tarefas que são necessárias para atingir um objetivo torna-se mais fácil quando há um cronograma e um bom planejamento.

Nesse sentido, boas ferramentas são

Ferramentas de Email Marketing

Não poderíamos deixar de fora as ferramentas de Email Marketing, até porque, esse é um dos elementos mais fundamentais de toda estratégia digital de sucesso.

Pensando nisso, confira as ferramentas que mais gostamos e utilizamos aqui na Rock:

Além dessas, alguns sistemas de automação, como RD Station e Hubspot, também podem ser usados para o dispara automático de emails.

Recursos para aprender mais

Se depois de ter lido este post inteiro a sua vontade é de aprofundar ainda mais os seus conhecimentos sobre marketing digital, aproveite também para explorar outras fontes de aprendizado, como:


E aí, gostou desse conteúdo? Guarde-o com você:

Tenha este material sempre com você!

Disponibilizamos este post para download em PDF para que você possa consultar sempre e enviar para o seu time.


Agora é com você!

Além disso, separamos alguns conteúdos para que você consiga avançar no assunto e ter uma compreensão ainda maior sobre o universo do marketing digital. Confira:

OS MELHORES CONTEÚDOS SOBRE MARKETING DIGITAL
🤖 Chatbots e Marketing: Como potencializar sua estratégia
💬 Kit Super Apresentações
🎯 Guia Definitivo do Inbound Marketing 2.0
🤳 Marketing nas Redes Sociais
💹 Como um único blog post trouxe 2 milhões de reais para a Rock em menos de 3 anos
💰 Como ganhar dinheiro com blog
💻 Hacks de conteúdo avançados
🗺️ Como fazer um bom plano de Marketing
⚙️ As 51 melhores ferramentas de Marketing

Tendências de Marketing Digital para 2019

Marketing Digital em 2019: saiba quais são as 8 maiores tendências

Adeus ano velho, feliz ano novo. 2019 vem aí e, com ele, uma quantidade de mudanças na forma como nos comunicamos com o público consumidor.

E, quem não conseguir se adequar às novas tendências de marketing digital, pode muito bem colocar a sua estratégia em risco.

Ao mesmo tempo que novas tecnologias surgem, o consumidor fica cada vez mais exigente, e nós precisamos ser mais e mais criativos para estabelecer uma linha de comunicação com ele.

Pensando nisso, elegemos as 8 principais tendências de marketing digital para 2019 e como colocá-las em prática para obter os melhores resultados nesse novo ano.

Interessado? Então continue lendo!

1. Gestão de marca com autenticidade e participação dos usuários

O consumidor estará no centro de todas as ações de marketing digital em 2019 e nos anos seguintes. Isso inclui, claro, a gestão de marca das empresas.

O branding é um nicho do marketing que visa construir uma impressão positiva da marca de uma empresa dentre a opinião pública.

No ano que vem, a palavra-chave que deverá nortear todas as ações de branding é “autenticidade”.

O público já é naturalmente desconfiado da publicidade e busca, cada vez mais, empresas autênticas para se relacionar.

Segundo pesquisa, para 86% dos consumidores a autenticidade é um dos fatores mais importantes para decidir se apoiarão ou não uma marca (essa porcentagem é ainda maior com os millennials).

Os benefícios de se tornar uma marca que é vista positivamente pelo público são muitos, um deles é o aumento das vendas.

De acordo com uma pesquisa da Marketing Tech News, 49% dos consumidores tendem a pagar mais para comprar de uma empresa que eles enxergam como positiva.

Ou seja, a diferença entre um faturamento recorde ou uma crise pode estar em quão autêntica é a sua marca na visão do público.

A dificuldade está em ser vista como uma marca autêntica. Como alcançar isso?

Simples: conteúdo criado por usuários.

As pesquisas indicam que os consumidores têm 3 vezes mais chances de considerar um conteúdo autêntico se ele for feito por uma pessoa do que por uma marca.

Por isso, as suas estratégias de branding no ano que vem precisam incluir o conteúdo criado por usuários.

Um exemplo recente de sucesso desse tipo de iniciativa é o restaurante This Is Not a Sushi Bar, especializado em comida japonesa.

Na sua unidade de Milão, os clientes podem “pagar” a refeição com os seus seguidores no Instagram.

Quanto maior a quantidade de seguidores, maior o desconto obtido com a ação.

Isso incentiva a quantidade de posts feitos por usuários nas redes sociais — o que ajuda a marca a ficar conhecida e vista como autêntica pelos outros consumidores.

Employer Branding

2. Otimização para buscas por vozes no seu site ou blog

Todos os dias, cerca de 3,5 bilhões de pesquisas são feitas no Google.

E 1/3 delas são realizadas por comando de voz, com principal destaque para os assistentes pessoais como Alexa e Bixby, com perspectiva desse número aumentar para 50% em 2020.

Isso significa que, se o seu site não está otimizado para as pesquisas por voz, você está perdendo um enorme fluxo de usuários.

As pesquisas de voz começaram a ficar realmente populares nos últimos anos, com o avanço da tecnologia de reconhecimento de palavras do Google.

Eles ganharam o coração do público porque são mais simples e fáceis de usar: basta apertar um botão, dizer o que se quer e surgem os resultados.

Uma das características das pesquisas por voz é que elas oferecem apenas alguns resultados para o usuário.

É muito mais difícil de colocar o seu site nessas buscas, mas a taxa de conversão é muito maior também.

Por isso, é necessário direcionar esforços para otimizar o seu site para alcançar essas pessoas e alimentar sua estratégia de marketing digital com esse fluxo de usuários.

3. Conteúdos e estratégias pensados para os micro-momentos

Os smartphones e a conexão permanente com a internet mudaram de vez o comportamento do consumidor.

Uma dessas mudanças vem na forma dos micro-momentos, termo cunhado pelo Google.

Micro-momentos são situações extremamente específicas dentro da jornada de compra do consumidor, nas quais ele busca por informações na internet.

Segundo o Google, existem 4 micro-momentos:

  • eu quero saber;
  • eu quero ir;
  • eu quero fazer;
  • eu quero comprar.

Também de acordo com a empresa, cada pessoa passa em média por 150 micro-momentos durante o dia. É muita coisa.

O esperado para o ano que vem é que os micro-momentos se intensifiquem, especialmente em decisões de compras relativamente simples (como “o que almoçar hoje” ou “o que comprar de presente de Natal para minha mãe”).

Com a perspectiva do mercado de smartphones e dispositivos móveis crescendo em 2019, mais gente deverá estar conectada nesse ciclo e os micro-momentos serão ainda mais importantes no ano que se avizinha.

Para aproveitar essa tendência, você precisa compreender quais micro-momentos podem ser saciados pela sua empresa e, então, elaborar estratégias de comunicação que alcancem as pessoas nessas situações.

4. Adaptação e otimização para as novidades das redes sociais

As principais redes sociais anunciaram novidades nos últimos meses que causarão impacto nas estratégias de marketing em 2019.

A tendência é que as empresas tenham que reformular as suas ações para se adaptar à nova realidade.

No Facebook, uma mudança de algoritmo trouxe mais posts de familiares e amigos para a timeline das pessoas, ignorando os conteúdos de páginas e marcas.

Isso diminuiu o alcance orgânico de muitas empresas.

A solução é reformular a sua estratégia de conteúdo com maior foco em engajar o público, o que aumenta seu alcance orgânico na rede social.

Já o Instagram lançou recentemente o IGTV, uma plataforma de vídeos interna.

A ideia é que os usuários (incluindo as empresas) postem vídeos com até 1 hora, em formato vertical, que ficarão armazenados para sempre.

Isso muda a estratégia de marketing no Instagram para as empresas, que agora ganham a possibilidade de fazer vídeos mais completos e duradouros para alcançar aquele público.

5. Marketing de conteúdo mais criativo, profundo e personalizado

A área do marketing de conteúdo também passa por mudanças e apresenta algumas tendências claras para o ano que se aproxima.

O conteúdo de qualidade segue estabelecido como uma das maneiras mais eficientes para gerar leads e fechar negócios com o marketing digital.

A diferença de 2019 para os anos anteriores é que o consumidor começa a pedir por um material que seja mais aprofundado.

Conteúdos altamente especializados e focados estarão em alta no ano que vem, já que se provaram altamente eficazes nos últimos meses.

A tendência para o próximo ano é que os conteúdos reconheçam as particularidades de cada consumidor e ofereçam uma experiência completa, multicanal e personalizada.

Por exemplo: Um e-mail personalizado será enviado para a lead com um conteúdo profundo e criativo sobre uma dor específica que ele tenha.

Esse esforço avançará o consumidor ao longo do funil de vendas com mais eficiência, aumentando a taxa de conversão da estratégia.

Para isso, as empresas precisarão mapear a jornada de compra dos seus clientes com mais detalhes.

Para entender as dores específicas dos consumidores, devem ser feitas entrevistas e análises de dados.

Com o mapeamento realizado, a estratégia precisa montar os pontos de ativação das dores dos clientes (com ebooks e outros padrões de comportamento) e então oferecer os conteúdos diferenciados personalizados para os clientes.

6. Uso de influenciadores locais na estratégia de marketing

O uso de influenciadores nas estratégias de marketing digital segue com força. Afinal, a estratégia é extremamente eficaz.

O marketing de influenciadores consiste em contratar personalidades que sejam reconhecidas pelos consumidores para que eles façam ações e comuniquem aos seguidores sobre as vantagens do produto da empresa.

A ideia é que eles influenciem as pessoas a adquirir aquele serviço ou produto.

Com mais e mais pessoas saltando para a posição de influenciadores digitais, o que vemos nas redes sociais atualmente é o surgimento de nichos altamente especializados.

O segmento de “fãs de cinema”, por exemplo, é dividido em microcosmos, com os “fãs de ficção científica”.

Dentro desse nicho, mais divisões: “fãs de Star Trek”, “fãs de Star Wars”, “fãs de Isaac Asimov” etc.

Cada uma dessas divisões tem os seus influenciadores principais, que necessariamente não são os mesmos da categoria principal.

Isso acontece tanto em áreas de consumo, como também em localizações geográficas.

Em muitas ocasiões, pequenas comunidades de bairro têm mais influência do que um grande influenciador digital.

Se a sua empresa for local (tanto em áreas de interesse, como geograficamente), a tendência para 2019 é focar em parcerias de longo prazo com influenciadores locais.

Para isso, o 1° passo é fazer um mapeamento dos pontos de influência na sua área de atuação, seja um nicho de interesse ou local e analise se realmente essa estratégia faz sentido para o seu negócio.

Isso significa pesquisar podcasts, canais no YouTube e pessoas com alto nível de engajamento e participação com o seu público.

Faça uma lista com os principais influenciadores do seu nicho e então gaste um tempo para conhecê-los, entender os seus posicionamentos e os seus níveis de engajamento dos seguidores.

Então, inicie contato e proponha uma parceria.

Infográfico sobre Influenciadores Digitais

7. Confirmação das lives em redes sociais e conteúdo em vídeo

O uso de conteúdo em vídeo no marketing digital não é mais uma simples “tendência”, mas uma realidade.

Os números não mentem: 72% das empresas que começaram a usar material em vídeo na sua estratégia digital registraram aumento nas suas taxas de conversão.

Uma evolução dessa ferramenta que podemos, sim, chamar de tendência no ano que vem são as lives em redes sociais ou em plataformas próprias.

Essas lives consistem em transmissões de vídeo ao vivo via ferramentas como o YouTube Live, Facebook Live, Instagram Live ou plataformas como o Twitch, LiveStreaming e outras.

Elas são populares atualmente porque oferecem ao consumidor um vislumbre dentro dos bastidores de uma empresa.

As lives são vistas como mais autênticas (lembra que mencionamos a importância disso no 1° ponto?).

A questão é: Como usar lives na sua estratégia de marketing digital em 2019?

Primeiramente, é preciso entender o efeito das lives na relação entre o público e a marca.

Feito isso, você observará que essas transmissões ao vivo tem um poder enorme de aproximar ambos e fortalecer a relação entre eles.

Portanto, as lives são ferramentas essenciais no trabalho de branding e de fidelização dos consumidores.

Conteúdos como os bastidores de trabalho, por exemplo, ajudam a dar um rosto para a marca e atestam a autenticidade da empresa.

Além disso, lives com perguntas e respostas, apresentação de produtos e anúncios também são bem vistos pelo público.

O interessante das lives é que elas são versáteis e conversam com outras tendências de 2019, como os influenciadores locais (eles podem participar da transmissão), o conteúdo personalizado e o trabalho para engajar o público nas redes sociais.

8. Afirmação do uso dos chatbots no atendimento ao consumidor

O desenvolvimento tecnológico afeta o futuro e as tendências de várias áreas e, com o marketing digital, não poderia ser diferente.

São várias as áreas que começam a despontar e prometem se afirmar em 2019. A principal delas são os chatbots.

Esses robôs servem para interagir com o público de uma maneira que humanos não conseguem.São muito mais rápidos e atendem os consumidores de maneira pessoal, alguns até com senso de humor e personalidades próprias.

Os chatbots estão virando tendência por causa de uma mudança na maneira como as pessoas se comunicam na internet.

Os aplicativos de mensagens online, como o Messenger, WeChat ou o WhatsApp, têm mais usuários do que o Instagram, Twitter ou o Snapchat.

O WhatsApp, inclusive, tem quase tantos usuários como o YouTube e o Facebook, trocando mais de 55 bilhões de mensagens todos os dias.

Com tantos usuários, é uma bobagem ficar de fora dessas plataformas e os chatbots ajudam nessa área, respondendo as mensagens dos consumidores e acumulando dados sobre eles.

Esses robôs podem ajudar os clientes a comprar produtos online, reservar ingressos de cinema e mesas em restaurantes, esclarecer as dúvidas mais comuns e muitas outras funções.

Para utilizar os chatbots na sua estratégia digital, o 1° passo é decidir se usará um programa exclusivo da sua empresa ou uma das muitas opções disponíveis no mercado.

A escolha depende do tamanho do orçamento disponível para essa ferramenta e o nível de complexidade esperado para as interações entre o público e o chatbot.

Nós temos um ebook excelente que pode ajudar a entender como aplicar um chatbot na sua estratégia de marketing.

Resumo das tendências de marketing digital para 2019

E aí, de maneira resumida, quais as grandes tendências de marketing digital para 2019? Confira:

  • Os consumidores buscam autenticidade das marcas no mercado.
  • A busca por vozes deve crescer ainda mais e chegar a 50% de todas as pesquisas no Google até 2020.
  • Os micro-momentos são cada vez mais importantes na jornada do consumidor.
  • As redes sociais estão em constante evolução e precisamos acompanhar as suas mudanças para manter a relevância.
  • As pessoas buscam por conteúdos que sejam mais específicos, profundos e personalizados para as suas dores particulares.
  • Os influenciadores locais, aqueles com capacidade de motivar consumidores de nicho, serão os melhores parceiros das empresas.
  • O conteúdo em vídeo, em especial as lives em redes sociais, serão essenciais para todas as empresas.
  • O avanço da Inteligência Artificial e dos chatbots ajudará as marcas a atender mais consumidores online.

Deu para ver que as tendências de marketing digital em 2019 exigirão muita atualização e preparo para que o barco da sua estratégia de marketing possa navegar tranquilamente no ano que vem, não é mesmo?

Por isso, comece a sua atualização hoje mesmo: conheça as 12 técnicas de SEO desatualizadas que você deve parar de usar nesse momento!

Orçamento de marketing

Entenda o que você precisa ter em mente para definir o orçamento de marketing da sua empresa em 2019

Se você tem uma empresa, com certeza já está mais do que ciente da importância de um orçamento (ou budget) bem planejado.

E isso vale para qualquer setor — inclusive o marketing! Mas será que você já conhece as melhores estratégias para definir o orçamento destinado às atividades de marketing da sua empresa?

Se você tem dúvidas sobre esse assunto, veio ao lugar certo.

No post de hoje, vamos dissecar o planejamento de orçamento para o setor de marketing da sua empresa.

Quais são os gastos de marketing?

Um orçamento não é simplesmente um número aleatório.

Não adianta levantar de manhã dizendo “este ano, minha empresa vai dedicar R$50 mil ao orçamento de marketing”.

Para que o número total faça sentido, é preciso planejar individualmente cada um dos gastos que ele precisa bancar. Então a verdadeira pergunta é: quais são os gastos de marketing da sua empresa?

É lógico que cada empresa tem gastos diferentes. Pensando em diferentes negócios, podemos chegar aos seguintes exemplos do que deve ser considerado na hora de planejar o orçamento:

Agência ou prestadores de serviços

Talvez o seu setor de marketing não faça tudo internamente.

Muitas empresas apostam em um setor interno com foco estratégico, mas terceirizam a execução a agências ou profissionais freelancers especializados. Nesse caso, é preciso considerar o custo dos contratos dentro do orçamento de marketing.

Impressão

O marketing ainda trabalha muito com materiais impressos, como cartazes, folders, catálogos e cartões de visitas.

Ao longo de um período mais extenso, como um semestre ou um ano, esse gasto acaba somando montantes altos, especialmente porque são impressões especiais e de alta qualidade. Portanto, não se esqueça de incluir esse item no orçamento.

Anúncios digitais

A maioria das empresas já aderiu ao uso dos anúncios digitais, como Google AdWords e Facebook Ads.

Eles podem ser utilizados para promover posts do blog da empresa, páginas de produtos, landing pages e assim por diante.

Eles são uma boa estratégia para obter maior visibilidade e conquistar leads, por isso é interessante investir neles. Os anúncios com lances mais altos são exibidos mais vezes. Não deixe de considerar esse item ao elaborar seu orçamento de marketing.

Licenças de software

Mesmo que a sua equipe de marketing atue em uma frente mais estratégica, provavelmente vai precisar de softwares para a realização de diversas tarefas.

Por isso, é preciso considerar o investimento em softwares relacionados ao seu negócio, sejam eles destinados ao tratamento de imagens, produção de texto ou até mesmo automação de marketing.

Eventos

Os eventos corporativos também fazem parte do escopo do setor de marketing.

Não se esqueça de incluir no orçamento um valor destinado a organizar a participação da empresa em feiras e exposições, ou promover eventos próprios.

Dentro desse valor, é necessário considerar diversos outros itens, como locação de espaço, buffet, sonoplastia, decoração, construção de estande, desenvolvimento de brindes e segurança. Conforme o tipo de evento, os gastos (e o montante necessário) podem variar muito.

Qual é a meta do marketing?

De um ano para o outro, a meta do setor de marketing pode mudar drasticamente.

Por exemplo, uma empresa que acabou de ser lançada no mercado vai estar mais focada no posicionamento e divulgação da marca, a fim de atrair seus primeiros clientes.

Já uma empresa com muito tempo de estrada pode focar na fidelização dos clientes para proteger sua fatia de mercado.

Cada uma delas vai conduzir seu marketing de acordo com essas metas distintas. E, da mesma maneira, cada uma vai ter gastos diferentes com marketing.

O que isso tudo significa?

Para determinar o orçamento de marketing para um ano, é preciso levar em consideração a meta que o setor pretende alcançar no período.

Usando as empresas do nosso exemplo, a primeira provavelmente vai gastar muito mais com anúncios, enquanto a segunda pode concentrar seu investimento em ferramentas de suporte e em um time de customer success bem estruturado.

É por esse motivo que o planejamento de budget precisa ser feito junto com o planejamento estratégico.

Não adianta pedir para o seu pessoal do financeiro preparar um orçamento de marketing, pois eles simplesmente não sabem como esse dinheiro vai ser utilizado.

A melhor opção para definir é alinhar os times para estabelecer um plano financeiro e de marketing que atuem em conjunto.

Como estimar valores?

Muito bem, você já sabe quais são alguns dos possíveis gastos de marketing e, também, como distribuir o orçamento entre eles de acordo com as metas do setor. Mas ainda não chegamos ao principal: como estimar o valor que deve ser atribuído a cada categoria de gasto?

Existem diferentes respostas para essa pergunta. Todas são válidas, então, você pode usar o método que achar mais conveniente.

Usando referências anteriores

Se a categoria de gasto diz respeito a algo que você já fez ou já utilizou antes, então, você tem alguma referência do quanto precisa disponibilizar.

Por exemplo, se um dos itens no seu orçamento é o pagamento da agência de marketing, e você já trabalhou com uma agência no passado, pode usar o contrato anterior como referência base.

Isso não significa que você vai trabalhar com a mesma agência este ano. E, se trabalhar, pode ser que os valores sejam diferentes. Mas, pelo menos, você está partindo de uma estimativa bem fundamentada para o seu orçamento.

Realizando cotações

Se você nunca teve um gasto similar no seu orçamento de marketing, pode realizar uma cotação, apenas para ter uma ideia dos valores praticados no mercado.

Ligue para alguns fornecedores, passe informações gerais e peça uma proposta de valor. Depois, faça a média ou use a cotação mais alta para basear o orçamento.

É claro que essa cotação não será precisa. Por exemplo, se você acha que a empresa vai organizar um evento durante o ano, pode fazer uma cotação para os gastos com buffet; o problema é que você não tem a menor ideia, ainda, de quantas pessoas teria nesse evento ou de qual seria o cardápio ideal para a ocasião.

Afinal, é apenas uma estimativa — talvez a empresa nem faça o evento, quem sabe?

Trabalhando com uma margem de segurança

Como você provavelmente notou, os dois métodos que apresentamos são imprecisos. E é por isso que a margem de segurança é indispensável para o seu orçamento de marketing.

Basicamente, você deve estimar sempre um pouco a mais para cada item do orçamento — uma boa margem é de 15% a 20% do valor.

Levando em consideração a disponibilidade financeira da empresa

Os dois primeiros métodos pressupõem que existe uma boa flexibilidade para acomodar os gastos de marketing na sua empresa. E isso funciona muito bem para as empresas de médio e grande porte.

Mas, por outro lado, os pequenos negócios podem enfrentar uma restrição de recursos.

Nesse caso, o melhor método é partir do valor que pode ser disponibilizado ao setor e, então, distribuí-lo entre os gastos previstos. Esse processo é, basicamente, uma questão de alocação.

Se você tem apenas R$20 mil para o marketing no próximo ano, como você vai distribuir esse dinheiro entre os itens do orçamento?

Para isso, é claro, leve em consideração uma estimativa de quanto cada item vai custar e tenha consciência de que você precisará fazer um esforço muito maior para negociar preços e reduzir custos.

Pode ser que você tenha que eliminar alguns itens menos importantes no seu planejamento. Por isso, é indispensável ter em mente as metas estratégicas do setor e priorizar os itens que realmente trarão impacto.

Por que fazer um orçamento de marketing?

Já falamos bastante sobre como fazer o orçamento para o setor de marketing da empresa. Antes de encerrar esse post, vamos reforçar a importância dessa prática?

Planejar o orçamento de marketing é importante para assegurar que os recursos da empresa estejam sendo bem empregados.

Assim, evita-se desperdícios em atividades que não trarão retorno ou, até mesmo, optando por opções mais caras sem um bom motivo.

O orçamento bem feito também é uma segurança para os planos e perspectivas da empresa.

Quando existe um orçamento, você consegue comparar o planejado com o real, determinando se os gastos estão dentro do que havia sido previsto e autorizado no começo do período.

Dessa maneira, vai saber que os recursos da sua empresa não estão sendo utilizados aleatoriamente.

Quer aprender mais sobre marketing e, especialmente, sobre o marketing digital?

A Rock preparou um ebook inteiro focado em PMEs. Aproveite para baixar esse material agora mesmo, e descubra como o marketing digital pode beneficiar o seu negócio e como aplica-lo na prática!

 

Marketing digital para PMEs
25 TEDs para profissionais de Marketing

Conheça os 25 melhores TED Talks para profissionais de Marketing Digital

Aprender coisas novas pode ser muito divertido. E, claro, extremamente importante para nosso desenvolvimento pessoal e profissional.

Uma das maneiras de aprender coisas novas é fazer testes e analisar os resultados. Outra, muito mais rápida, é prestar atenção em quem já é especialista em algo. Como assistir palestras, por exemplo.

Por isso, fizemos uma curadoria de 25 das melhores palestras e TED Talks disponíveis na Internet para quem trabalha com Marketing Digital ou quer aprimorar seus conhecimentos na área.

Antes de pular para o conteúdo e ver todas as palestras, os vídeos estão divididos em 3 categorias:

  • vídeos curtos (até 10 minutos);
  • vídeos médios (de 10 a 18 minutos);
  • vídeos longos (maiores de 18 minutos).

Outro aviso importante: a maioria dessas palestras têm legendas em português, mas algumas delas só em inglês, geradas automaticamente pelo YouTube.

Agora que você já sabe disso, é hora de começar a aprender!

Vídeos curtos (até 10 minutos)

1. Shimpei Takahashi: Jogue este jogo para ter ideias originais

Shimpei Takahashi cresceu sonhando com a chance de trabalhar projetando brinquedos. Mas quando iniciou sua carreira, enfrentou a dificuldade que tantos criativos já enfrentaram: o bloqueio para criar algo novo e que seja um sucesso.

Sua solução para esse problema foi Shiritori, um jogo muito criativo capaz de desbloquear sua mente e deixar o fluxo da criatividade aparecer.

2. Dan Cobley – O que a Física me ensinou sobre Marketing

Dan Cobley sempre adorou Física e estudou muito o assunto na sua juventude. Porém, os caminhos da vida o levaram até a Google, onde ele trabalhou como Diretor de Marketing.

Nessa palestra, ele compartilha com as pessoas como a 1ª Lei de Newton pode ajudar a pensar em branding, como o Princípio da Incerteza de Heisenberg auxilia na compreensão dos consumidores e muito mais.

3. Kevin Allocca – Por que vídeos se tornam virais

Kevin Allocca tem o que é o emprego dos sonhos para muitos: ele vê vídeos no YouTube 8 horas por dia. Nessa palestra, ele compartilha os 4 principais padrões que ele percebeu em todos os vídeos virais dos últimos anos.

Para quem quer trabalhar com marketing de conteúdo para vídeos, os ensinamentos de Allocca são essenciais.

Manual do uso de Vídeos no MKT Conteúdo

4. Reny Gleeson – 404: A história da página não encontrada

O erro 404 dos sites (aquele que aparece quando tentamos acessar um endereço que não existe na página) é, na verdade, uma excelente ferramenta para lidar com o seu visitante.

Normalmente, esse tipo de situação é a porta de saída do seu site. Mas não precisa ser.

Nessa palestra bem-humorada, Reny Gleeson ajuda a explicar como uma página de erro 404 personalizada pode ser uma ferramenta poderosa para a sua estratégia digital.

5. Derek Sivers – Como começar um movimento

Nesse vídeo, Derek Siver não precisa de muito tempo para mostrar como você necessita de apenas 2 pessoas para começar um movimento. É, sem dúvidas, um dos conteúdos mais impactantes para quem trabalha com branding.

Vídeos médios (de 10 a 18 minutos)

6. Margaret Heffernan: Porque está na hora de parar de cantar de galo no trabalho

Qual o segredo para a produtividade coletiva? Essa é a pergunta que a líder empresarial Margaret Heffernan busca responder nessa palestra. E spoilers: envolve a participação de supergalinhas.

Usando experimentos científicos e exemplos de times que alcançaram a solução para alguns problemas dificílimos, Heffernan propõe um novo método de organização corporativa para alcançar o melhor de todos os colaboradores do seu time.

7. Seth Godin – Como as ideias se espalham

Em 2003 (portanto há mais de uma década), Seth Godin foi certeiro na sua interpretação sobre como a Internet mudou a maneira de trabalhar com Marketing.

Tantos anos depois, nós ainda temos muito a aprender com a sua apresentação sobre como as ideias se espalham e o que é necessário fazer para o seu produto (qualquer que seja) ser comentado pelo público.

8. Simon Sinek – Como grandes líderes inspiram ações

Segundo Simon Sinek, a maior parte das empresas comete um grande erro de comunicação: falam apenas o que fazem e como fazem, se esquecendo do principal: porque fazem o que fazem.

De acordo com ele, empresas que conseguem comunicar os seus “porquês” alcançam maior sucesso em suas ações de Marketing.

Nessa palestra, ele apresenta seu modelo do Círculo Dourado e como utilizá-lo na prática.

9. Seth Godin – As tribos que lideramos

Existem muitas razões para conhecer Seth Godin. E aqui ele mostra mais uma delas.

Para quem trabalha com Marketing Digital, as visões de Seth sobre o assunto são preciosíssimas e ajudam a compreender a melhor maneira de nos comunicarmos com as diferentes tribos online.

10. Tim Urban – Dentro da mente de um procrastinador mestre

Tim Urban é um blogueiro e escritor. Como muitos dos profissionais criativos de Marketing, ele sofre com os prazos para cumprir suas tarefas.

Nessa palestra, ele usa de muito bom humor (e excelentes recursos gráficos) para explicar como funciona a mente de um procrastinador e como tentar mudar esse sistema para ser mais produtivo em todas as áreas da sua vida.

11. Rory Sutherland – Lições de vida de um publicitário

O Marketing Digital é novo, recente. Quem trabalha na área hoje está explorando uma região ainda não mapeada.

Mas isso não significa que não existam lições a se aprender com o Marketing Tradicional, como essa palestra de Rory Sutherland deixa claro.

O publicitário, com anos de experiência nas costas, fala muito sobre o poder da percepção das pessoas e o valor intangível dos produtos que comercializamos.

12. Amanda Palmer – A arte de pedir

O Marketing de Conteúdo é sobre atrair e não interromper o consumidor. Mas, eventualmente, precisamos interagir diretamente com o público e pedir que ele faça alguma coisa.

É nessa hora que muitos profissionais travam, sem conseguir elaborar bons CTAs que encaminhem o público pelo funil de vendas das suas estratégias.

Amanda Palmer é uma especialista nisso. Com sua formação em artes e experiência como estátua-viva nas ruas, ela se aperfeiçoou na arte de pedir e criou uma carreira disso. Nessa palestra, ela divide um pouco desse conhecimento com o público.

marketing de conteudo primeiros passos

13. Kevin Slavin – Como os algoritmos moldam nosso mundo

A vida de um profissional de Marketing Digital gira ao redor dos algoritmos. Precisamos entendê-los se quisermos ter bons desempenhos em redes sociais como o Facebook e Instagram ou no Google.

Aliás, um campo inteiro de conhecimento dentro do Marketing Digital é dedicado exclusivamente a compreender os mecanismos de busca para otimizar nosso conteúdo a nosso favor.

Por isso a palestra de Kevin Slavin sobre a utilização moderna de algoritmos é essencial para nosso futuro profissional.

14. Joseph Pine – O que os consumidores querem

Essa palestra já tem quase uma década, mas ainda é tão relevante quanto na época do seu lançamento.

Nela, o autor Joseph Pine (do livro Customização em Massa), não entrega uma lista com o que os consumidores querem ou não querem.

Porém, ele dá todas as informações para que você possa moldar suas campanhas para acertar exatamente no desejo do seu público.

15. Robert Legato – A arte de criar o impressionante

Robert Legato é um dos grandes artistas de efeitos visuais em Hollywood, vencedor do Oscar por Titanic, As Aventuras de Hugo Cabret e Mogli: O Menino Lobo.

Nessa palestra, ele conta algumas das suas técnicas para criar imagens impressionantes. Porém, o mais interessante do ponto de vista de Marketing são os conceitos de Legato sobre como nossa percepção da realidade é ajustada para buscar uma experiência, algo impressionante.

16. Lera Boroditsky – Como a linguagem molda a maneira como pensamos

Em campanhas de Marketing, nosso objetivo é comunicar ao público uma certa ideia ou valor referente à marca que representamos.

Para conseguir isso da maneira mais satisfatória possível, precisamos dominar a linguagem utilizada ou corremos o risco de não transmitir exatamente o que queremos.

Essa palestra de Lera Boroditsky, uma cientista cognitiva, oferece uma perspectiva interessante sobre como a linguagem molda o nosso pensamento.

17. Celeste Headlee – 10 maneiras de ter conversas melhores

Se a sua profissão depende da sua capacidade de conversar com as pessoas, é importante dominar o básico do diálogo e como conduzi-lo da melhor forma.

Seja no atendimento, trabalhando em redes sociais ou em reuniões, saber como conversar de maneira produtiva é uma habilidade importante para um profissional de Marketing.

Nessa palestra, a radialista Celeste Headlee ensina as 10 regras que ela aprendeu em sua profissão sobre como ter conversas melhores.

Vídeos longos (mais de 18 minutos)

18. Elizabeth Gilbert – Alimentando a criatividade

Em 2009, a autora de Comer, Rezar e Amar passou por um conflito interno bem grande: o que fazer depois de lançar o maior sucesso da sua carreira? Como não sucumbir à pressão de tentar controlar sua inspiração e criatividade e lidar com o possível fato de que você, talvez, nunca seja tão criativo como um dia foi?

Esse dilema virou uma das palestras mais emocionantes e importantes para todos aqueles que trabalham em áreas criativas.

19. Steve Johnson – De onde vêm as boas ideias

Você já parou para se perguntar como surgem as boas ideais na sua cabeça? Se nós soubéssemos de onde elas vêm, seria muito mais fácil surgir com algumas soluções durante aquelas reuniões mais complicadas no trabalho.

Steve Johnson resolveu dedicar seu tempo e trabalho para perseguir as boas ideias e identificou alguns padrões que ajudam a criar o tipo de ambiente que é propício para o surgimento de inovações. Ele chama isso de Rede Líquida.

Nessa palestra, ele explica o conceito e fala sobre como aplicá-lo no dia a dia.

20. Andrew Stanton – As Pistas para uma Grande História

Andrew Stanton é o roteirista de filmes como Toy Story, Procurando Nemo, Wall-E e Monstros S.A. Ele é, também, uma das principais razões para os sucessos dos filmes da Pixar.

Nessa palestra, ele compartilha a sua visão sobre o funcionamento das histórias e como cativar seu público.

Para quem trabalha com Marketing Digital, conseguir dominar a arte do storytelling é essencial para se comunicar de forma eficaz com sua audiência.

Nesse vídeo, Stanton partilha dois segredos do storytelling. O primeiro é atiçar a curiosidade do público. O segundo é… bem, você terá de ver para saber.

21. Morgan Spurlock – A melhor TED Talk já vendida

Morgan Spurlock é um documentarista conhecido pela sua abordagem inventiva nos assuntos que trata em seus filmes.

Em 2011, ele lançou uma das suas obras mais famosas: The Greatest Movie Ever Sold, um documentário sobre a relação entre a publicidade e a produção cinematográfica nos EUA.

Nessa palestra, ele fala sobre os bastidores da produção desse projeto.

O teor do conteúdo é crítico em relação à certas práticas do mercado publicitário, mas é justamente por isso que precisamos consumi-lo.

22. Dan Pink – O quebra-cabeça da motivação

Se pudéssemos definir o Marketing Digital de uma maneira muito simplista, poderíamos dizer que se trata de um conjunto de técnicas praticadas online com o objetivo de motivar o consumidor a realizar uma ação.

Nessa palestra, Dan Pink ( analista e escritor) faz reflexões sobre a psicologia por trás dos mecanismos da motivação humana.

O conteúdo mostra como o modelo de oferecer incentivos para motivar as pessoas têm sido refutado cientificamente várias vezes, mas, mesmo assim, continua sendo usado no nosso setor.

Qual a alternativa para isso? Como motivar o seu público? É isso que essa palestra ensina.

23. J.J. Abrams – A caixa misteriosa de J.J. Abrams

Um dos criadores de Lost, J.J. Abrams é um cineasta com uma marca registrada: seu amor por mistérios. E por como vendê-los ao público.

Nessa palestra, ele fala sobre sua paixão por caixas misteriosas e como elas são a base para o engajamento do público, seja um filme, uma apresentação de Steve Jobs ou, claro, uma campanha de marketing.

24. David Allen – A arte da produtividade sem stress

Marketing é uma área que exige grande produtividade dos seus profissionais, o que gera uma carga enorme de stress para todos.

Nessa palestra, o coach David Allen (especialista em produtividade) fala sobre como é possível aprender a transformar o stress em capacidade produtiva e ganhar vantagem no seu ambiente de trabalho.

25. Chip Kidd – A arte das primeiras impressões

Nós temos o hábito de julgar o livro pela capa, mesmo sabendo que isso pode ser prejudicial.

No Marketing, é importante usar desse hábito do ser humano a nosso favor para passar nova mensagem da melhor maneira ao consumidor.

Nessa palestra, o designer gráfico Chip Kidd conta as duas principais técnicas que designers usam para comunicar as coisas de forma visual (e como podemos aplicar isso no dia a dia).

E, aí? Gostou de aprender ainda mais sobre o universo do marketing com esses incríveis TEDs?

Então aproveite também para conhecer também o nosso guia completo sobre Marketing Digital!

ebook marketing digital

o que é marketing

O que é Marketing: tudo que você precisa saber sobre o assunto

(Este é o primeiro áudio deste conteúdo, no qual abordamos a definição e a história do Marketing)

Áudio 2: Conceitos e tipos de Marketing

Áudio 2: Estratégia de Marketing na prática

Você sabe o que é Marketing?

Se esta foi a principal dúvida que te trouxe até aqui, posso dizer que você encontrou o lugar certo.

Neste artigo vamos explicar o conceito, quais os principais tipos de marketing que existem e diversas outras informações para você entender como começar.

Se você já um profissional de marketing ou está num nível mais avançado, este artigo provavelmente não é para você! Fique à vontade de utilizar nossa busca para encontrar conteúdo mais avançado!

Neste post, você aprenderá:

Agora vou te explicar detalhadamente o que é este conceito e outros detalhes muito interessantes sobre o assunto!

Conceito: o que é marketing?

O primeiro passo para começarmos a compreender o que é Marketing é definir o conceito.

Marketing é uma palavra proveniente da língua inglesa, apesar de estar intrínseca à cultura mundial.

Em inglês, market significa mercado e Marketing pode ser traduzido como mercadologia, um estudo das causas, objetivos e resultados que são gerados através das diferentes formas como nós lidamos com o mercado.

Marketing é a ciência e a arte de explorar, criar e entregar valor para satisfazer as necessidades de um mercado-alvo com lucro. Marketing identifica necessidades e desejos não realizados. Ele define, mede e quantifica o tamanho do mercado identificado e o potencial de lucro.

Philip Kotler – Marketing Management

Segundo o American Marketing Association, a definição do termo é a seguinte: “O Marketing é uma atividade, conjunto de instituições e processos para criar, comunicar, entregar e trocar ofertas que tenham valor para os consumidores, clientes, parceiros e sociedade em geral.”

Ou seja, o Marketing é uma série de estratégias, técnicas e práticas que tem o principal objetivo de agregar valor às determinadas marcas ou produtos a fim de atribuir uma maior importância das mesmas para um determinado público-alvo, os consumidores.

Se engana quem acredita que o Marketing tem apenas como o objetivo vender algo.

Este conceito se aprofunda em tudo que envolve este processo, bem como a produção, logística, comercialização e pós-venda do produto/serviço.

Origem do Marketing

Por mais que seja um campo de pesquisa e conhecimento relativamente novo, o marketing está presente nas nossas vidas a muito, muito tempo.

Grande parte dos estudiosos diz que o marketing na forma como o conhecemos teve origem no início dos anos 1900, mas a própria definição do conceito diz que: “… marketing envolve a identificação e a satisfação das necessidades humanas e sociais.”.

Bem, todos nós temos necessidades e a humanidade as tem bem antes de 1900, certo? Segundo os estudiosos, as transações evoluíram, desde a Antiguidade até o século XIX, tomando a forma que conhecemos hoje.

O marketing como campo de estudo apareceu quando a concorrência entre empresas começou a ficar acirrada e mercadólogos passaram a criar teorias sobre como atrair seu público e aumentar suas vendas.

O pensamento na época era “vender a qualquer custo”.

Essa ideia começou a ganhar mais força próximo do final da Segunda Guerra Mundial, em 1945, quando os EUA estavam se recuperando de uma crise econômica e as indústrias precisavam vender mais, a qualquer custo.

A palavra marketing é derivada do latim “mercare”, que se referia ao ato de comercializar na Roma Antiga. Logo, se tornou o símbolo de incrementar os esforços para aumentar as vendas.

Bom, para falar bem a verdade, no começo de tudo as táticas de marketing eram baseadas em mentiras e truques para enganar o consumidor.

Ainda bem que evoluímos até o inbound marketing, não é? P.T. Barnum era o grande mentor dessas práticas, através do seu livro The art of money getting.

Grande parte das desconfianças com os profissionais de marketing vem das práticas sugeridas nesse livro. Muito obrigado, P.T!

Os primeiros estudiosos e o surgimento do marketing como área do conhecimento

Para evoluir e deixar de ser um punhado de práticas para dissuadir o público, estudiosos passaram a desenvolver e testar métodos de marketing mais eficientes, principalmente a partir dos anos 40.

Walter Scott realiza um brilhante estudo sobre o uso da psicologia na propaganda, mostrando como o incentivo ao comportamento humano esperado leva ao consumo e como essa é uma ferramenta útil para as empresas.

Bartels, Polanyi e Peter Drucker passam a estudar o marketing “puro” mais a fundo, tornando-o uma forma de pensamento prático, mas que para muitos era considerado subjetivo, quase uma “arte”.

Bem, quanto a isso podemos ter algumas dúvidas, mas quando Drucker lança seu livro “A prática da administração”, os empresários e investidores passam a considerar o marketing como um investimento à ser considerado.

Atualmente as linhas de pensamento do marketing tradicional são lideradas por Kotler e Keller, através do famoso “Administração de marketing”, com sua primeira edição de 1967.

Ele trata a linha de pensamento como algo voltado para o consumidor, onde as empresas não devem pensar apenas em vender e lucrar, mas em conhecer o público e criar campanhas que conversem com ele.

A história do Marketing

homem estudando

Definir de maneira precisa quando foi que o Marketing surgiu é praticamente impossível, já que essa é uma atividade tão antiga quanto as primeiras trocas e vendas realizadas pelas antigas civilizações.

Naquela época já eram utilizadas as estratégias de Marketing que hoje conhecemos, com características não tão bem definidas, mas bem semelhantes.

A forma de comunicar-se com o objetivo de mostrar o valor de seu produto ou serviço para seus consumidores com o intuito de concluir uma venda parece básico demais, mas isso é o marketing.

Hoje em dia é fácil identificar quais marcas e empresas trabalham seu Marketing de maneira exemplar e quais precisam se dedicar mais.

Atualmente, o Marketing se tornou algo tão essencial para qualquer processo de compra que as empresas que não fazem isso de uma boa maneira são praticamente desprezadas.

Linha do tempo do Marketing

Breve linha do tempo da história do Marketing e tudo que envolve a atividade, inclusive uma de suas principais ferramentas, a publicidade.

  • O início de tudo: como dissemos, estipular uma data específica para o início do Marketing é praticamente impossível. Mas listaremos como as primeiras interações entre pessoas com o interesse de venda e compra.
  • 1450: A invenção de Johannes Gutenberg, a primeira máquina de impressão com o tipo mecânico móvel deu início a Revolução da Imprensa e também contribuiu bastante para o desenvolvimento do Marketing.
  • 1730: As primeiras revistas começaram a ser impressas e anúncios puderam ser veiculados em suas páginas assim como nos jornais.
  • 1839: A popularização dos pôsteres nas ruas auxiliou a viralização de algumas publicidades.
  • 1867: Outdoors começaram a ser utilizados e a era dos enormes anúncios se iniciou.
  • 1920 a 1949: A era de ouro do rádio trouxe benefícios para diversos tipos de publicidade. Durante esse período a televisão e telefones também começaram a ser utilizados na veiculação de anúncios.
  • 1950 a 1972: Televisores ultrapassam a relevância de rádios, revistas e jornais e se tornam a principal forma de anúncio da época. Telemarketing surge como uma prática comum de anúncios.
  • 1973 a 1994: A era digital começa a surgir e mostrar seu verdadeiro potencial. Novas maneiras e fazer marketing, publicidade e vender produtos se tornaram o alvo dos marketeiros da época.
  • 1981 a 1984: Os primeiros microcomputadores são produzidos e começam a ser comercializados para os lares americanos.
  • 1990 a 1994: Popularização dos telefones celulares que haviam sido inventados em 1973. Modelos menores e com mais funcionalidades agradam o público e crescem espantosamente.
  • 1990 a 1998: A televisão ultrapassa os jornais e os canais de TV paga passam a arrecadar cada vez mais com a publicidade em seus comerciais.
  • 1995 a 2002: Boom da tecnologia, internet, mobile e e-mail.
  • 1995 a 1997: Search Marketing se inicia logo com os primeiros motores de busca como Ask.com. Serviços que auxiliam os usuários a encontrar as informações e produtos que eles desejavam. Em apenas 2 anos houve um crescimento de 54 milhões de usuários de motores de busca no mundo. Durante esse período o termo SEO (Search Engine Optimization) começou a ser utilizado.
  • 1998: Evolução dos motores de busca chega a um novo patamar com o surgimento de Google e MSN. Além disso, a era dos blogs se inicia e em um ano mais de 50 milhões de blogs são criados.
  • 2000: Surgimento do Inbound Marketing e uma nova era de compartilhamento de informações, design e aproximação do cliente se inicia e ele se torna o centro das atenções. Agora o objetivo não é anunciar como um louco, as empresas criam valor em suas marcas e mostram isso para seus consumidores através da educação.
  • 2003 à 2004: Redes sociais mais influentes de nossa era surgem e começam a se consolidar: LinkedIn e Facebook. Em 2006 surge o Twitter.
  • 2007: Mobile passa a ser levado em consideração por empresas de diversos nichos.
  • 2010: E-mail marketing ganha força e passa a ser utilizado de maneira mais pessoal, evitando spams.

A Hubspot produziu um infográfico completíssimo sobre a linha do tempo do Marketing, vale a pena conferir!

A evolução do conceito de marketing

1950

“A prática da administração” de Drucker dá os primeiros passos para a difusão do marketing, onde ele é tratado como uma força para vender mais através de processos que envolviam o consumidor, atraindo a atenção de administradores e empresários.

1960

Em 1967 Philip Kotler lança a primeira edição de “Administração de marketing”, precedido pelo “pai” do Marketing Theodore Levitt com o artigo “Miopia em marketing”.

A partir daí, artigos científicos, pesquisas e dados relevantes passaram a ser publicados e difundidos, as estratégias de marketing foram estudadas mais seriamente e o mercado passou a utilizar cada vez mais essas técnicas. Kotler deu a definição usada até hoje do marketing onde ele “… é um processo social onde as pessoas adquirem algo que desejam, através da […] negociação de produtos e serviços […]”.

1970

O marketing passou a ser obrigatório para as empresas.

Grandes marcas possuíam escritórios internos que trabalhavam em contato constante as agências de publicidade da Madson Avenue, os conhecidos Mad Men. Governos, organizações civis e religiosas passam a utilizar as estratégias de marketing adaptando-as às suas necessidades.

A ideia de “vender a qualquer custo” é espelhada por “satisfação em primeiro lugar”.

1980

Os anos 80 são os anos do modismo.

Gurus de marketing aparecem com teorias seu teor científico, mas levando o marketing as massas. Com isso, passou a ser uma preocupação de empresas de todos os tamanhos e em todos os seus departamentos.

Em meio a esse boom, grandes autores de marketing ficaram no esquecimento, como Al Ries que fez a primeira definição de posicionamento de marca e Jay Conrad Levinson, o primeiro a falar sobre marketing de guerrilha.

1990

A tecnologia chega nos anos 90 trazendo o CRMcustomer relationship management – e as lojas virtuais.

Os avanços tornaram possível a gestão de relacionamento com clientes em larga escala. Além de criar uma via de comunicação que tem sido altamente difundida com os anos.

A personalização de marca virou obrigação e o marketing passou a ser focado para a sociedade, com o foco em ações e causas sociais.

2000

00′ é o ano do mobile, internet a cabo, viralização, crossmedia, e-commerce e redes sociais.

É o primeiro exemplo de poder do cliente, desde as primeiras ideias do marketing nos anos 50. A maneira como as empresas ofertavam, comunicavam e distribuíam seus produtos mudou completamente, principalmente com o e-commerce.

Aqui, a mídia espontânea e as interações sociais começam a tomar espaço da propaganda tradicional, o que mudou a forma de se fazer marketing e comunicação.

2010

Período em que a transformação digital começa a tomar forma.

Marketing de busca (SEO/SEM), inbound marketing, marketing de relacionamento, marketing de conteúdo.

Apesar de alguns já aparecerem antes, em 2010 se tem o crescimento de formas de marketing focadas em como o consumidor se comporta e se relaciona com a empresa e o produto/serviço.

A ideia aqui é inserir a marca no dia a dia das pessoas, esquecendo o marketing intrusivo e investindo em relacionamento.

Search Engine Marketing

O marketing de busca aparece com a tendência para os próximos anos, juntando conteúdo (marketing de conteúdo / SEO), com os buscadores (Google) e marketing nos buscadores (SEM).

Os três trabalham em conjunto – sem esquecer das outras formas de Marketing Digital – e a tendência é haver uma evolução natural, como ocorreu da década de 50 até agora.

CTA Marketing Digital


 

(Se você clicou para começar a ouvir por aqui, é porque já sabe os conceitos básicos de Marketing)

Os quatro P’s do Marketing

mix de marketing

Também conhecido como Marketing Mix ou Composto de Marketing, este são as variáveis que ditarão e influenciarão na maneira como suas estratégias devem ser montadas e também atuaram na forma como o mercado responde às suas investidas.

Agora conheça as características dos quatro P’s: Preço, Praça, Produto e Promoção.

  • Preço: Ponto bem autoexplicativo. Referente ao valor e como será cobrado do cliente o seu produto. Além da definição do valor, outros pontos como a maneira que será cobrada e outras estratégias voltadas ao pagamento são abordadas.
  • Praça: Refere-se ao local seu produto será comercializado. Este ponto pode ser um pouco confuso quando analisamos o contexto de um e-commerce, já que está situado na internet e pode ser entregue para qualquer lugar do mundo (dependendo da logística de cada negócio).
  • Produto: Este ponto é importante pois deixa claro quais são as características do produto ou serviço que sua empresa está disponibilizando no mercado. Também ajuda a defini-lo e molda-lo.
  • Promoção: Simples, este último ponto refere-se às estratégias que serão utilizadas para a divulgação do produto ou serviço. É onde entra a publicidade.

4 P's do marketing

É importante entender que, apesar de muito importante, o marketing mix é somente um modelo para se conseguir classificar melhor as atividades do marketing, mas não pode nunca limitá-las.

Hoje em dia com os vários avanços tecnológicos, principalmente a Internet, existem vários cenários em que os 4Ps do marketing já não se encaixam perfeitamente.

Um bom profissional de marketing deve entender como eles funcionam para poder extrair seus princípios e aplicar a outros cenários.
´

O que é então a Administração de Marketing?

O que difere o estudo do marketing para a publicidade e propaganda e o que esses cursos superiores ou técnicos ensinam, é que a publicidade e propaganda vai preparar o material que melhor vai comunicar com o público da marca.

Eles serão os responsáveis por criar o projeto, o conceito e a peça. Seja ela um folder, uma peça do marketing digital ou até mesmo uma propaganda.

A administração de marketing atua antes e depois dessa criação acontecer. Os profissionais responsáveis por essa área devem entender o consumidor, o que ele quer, o que ele precisa, como o produto está adequado a isso.

Depois deve entender qual é o perfil desse público e como chegar até ele. E isso engloba tudo: desde a persona até a linguagem.

Cabe a ele também, mapear qual o canal que vai distribuir aquela peça. Televisão? Jornal? Internet? Lojas de departamento? Conveniência? Não importa. Importa mesmo aonde o público está e como ele consome a informação.

Ai sim os profissionais da criação poderão pegar essas informações e pensar como atingir o público determinado.

Após esse processo, a distribuição deve ser feita.

E não para por ai. Uma das coisas mais importantes em qualquer estratégia é mensurar os resultados e medir a eficiência e eficácia daquele projeto. É importante ter KPIs bem definidos do que se espera atingir com a comunicação.

Se os resultados foram esperados ou melhores do que o esperado, significa que tivemos sucesso. Se ela não performou como pensado está na hora de passar etapa por etapa, não para culpar alguém, mas para ver onde foi o erro e consertar para a próxima campanha.

Se pensarmos em uma palavra que poderia definir o que é essa tal de administração de marketing, podemos falar: estratégia. Sem estratégia, sem saber onde estamos, para onde queremos ir e como chegaremos lá, os esforços não são focados e terão garantia de resultados.

Também são atribuições da área:

  • Desenvolver planos de marketing;
  • Identificar oportunidades de crescimento da área;
  • Desenvolver a melhorar comunicação de forma a fortalecer a marca;
  • Desenvolver as melhores ofertas para o mercado consumidor;
  • Comunicar o valor que deve ser entregue pelo produto/serviço;
  • Mensurar o que está sendo feito.

Para ler também os conceitos e qual o profissional indicado para fazer a Administração de Marketing, leia esse artigo.

As filosofias de administração de marketing

Ao longo dos anos diferentes objetivos para o marketing surgiram, mas qual deveria ser escolhido por cada empresa?

Os diferentes interesses envolvendo a organização, os clientes e a sociedade, trouxeram 5 orientações básicas que direcionavam os objetivos de marketing da empresa.

Elas são conhecidas como filosofias de administração de marketing e são divididas em: orientação para produção, orientação para produto, orientação para vendas, orientação para marketing e orientação para marketing holístico.

Orientação para produção

Provavelmente é um dos conceitos mais antigos.

Ele sustenta que os consumidores procuram por produtos fáceis de encontrar e de baixo custo. Portanto, as empresas procuram alta eficiência de produção, com baixos custos e distribuição em massa. É uma ideia adotada por empresas de tecnologia e commodities.

Orientação para produto

A orientação para produto sustenta que consumidores dão preferência para produtos de qualidade e desempenho superiores à média, ou que tem características inovadoras. Essa é a antítese da produção, aqui, as empresas têm foco em produzir itens de qualidade e aperfeiçoá-los ao longo do tempo.

Um novo produto não será necessariamente bem-sucedido, ele precisa ser promovido, vendo e distribuído de forma adequada.

Orientação para vendas

Aqui, as empresas partem da ideia de que os consumidores nunca compram os produtos da organização na quantidade suficiente, por vontade própria (olá consumismo!).

Assim, são criadas ofertas e promoções para que o cliente compre mais unidades, mesmo se não houver a necessidade. A ideia que reina aqui é do ex VP de marketing da Coca-Cola: vender mais coisas, para mais gente por mais dinheiro, a fim de se obter lucro.

A orientação de marketing

Essa orientação surgiu em meados dos anos 50. A ideia aqui parte da filosofia de “sentir-e-responder”.

É centrada no cliente e procura encontrar o produto certo para o consumidor e não o contrário, como é mais comum. O consumo acontece quando a empresa é mais eficaz que os concorrentes na criação, entrega e comunicação dos produtos.

Orientação para marketing holístico

O marketing holístico é quase uma evolução das outras orientações. Ele reconhece que no marketing “tudo é importante” – desde o consumidor, até os funcionários e a concorrência.

Existe uma interdependência entre o marketing e seus efeitos, as ações de uma área precisam ser coerentes com a outra e criar unidade. O marketing holístico procura harmonizar as complexidades da atividade para funcionar com algo único.

Entenda o Ciclo de vida do mercado

Nada dura para sempre – e o mesmo se aplica ao mercado.

São notáveis, de tempos em tempos, as mudanças que acontecem no mercado e nos hábitos de consumo da população. Percebemos que a evolução acontece, inevitavelmente, e que ela simboliza o fim de determinado ciclo de vida do mercado.

As empresas precisam ficar atentas aos grandes acontecimentos que influenciam na curva do mercado – questões como política, hábitos de consumo e mentalidade da população de uma determinada geração são determinantes para traçarmos boas estratégias de atuação no mercado.

O ciclo de vida compreende quatro etapas bem definidas: lançamento, crescimento, maturidade e declínio.

1. O lançamento

A fase de lançamento tem como característica a aquisição de novas competências, conquista e desenvolvimento de tecnologias diferenciadas ou outras coisas que são capazes de transformar a forma de pensar do mercado.

Um grande exemplo disso, por exemplo, são as televisões de LED. Pouco se falava desse tipo de tecnologia. De repente, o mercado começou a aprimorar os eletrônicos e transformar a forma de pensar do consumidor, mostrando os reais benefícios desse tipo de tecnologia.

As empresas que conseguem aprimorar sua produção e aperfeiçoar rapidamente cada uma dessas novas competências e tecnologias acabam conquistando vantagens competitivas consideráveis em relação aos seus concorrentes.

Os investimentos nessa fase são necessários, então a rendibilidade nesse período tende a ser baixa – mas tudo é compensando quando os reais resultados começam a aparecer.

2. O crescimento

O crescimento é a segunda fase. Naturalmente, com o aparecimento de uma nova tecnologia ou competência, o mercado começa a demandar aquele novo tipo de produto.

Nesse caso, é preciso estar preparado para as demandas do mercado.

Vamos pensar no exemplo das televisões de LED citadas anteriormente: em um primeiro momento, poucas pessoas entendiam o real benefício desse tipo de produto.

Porém, na medida em que o mercado foi sendo educado a respeito das vantagens desse novo investimento, foi crescendo a demanda por produtos como esse, aumentando consideravelmente a quantidade de consumidores e empresas que trabalham com esse tipo de tecnologia.

3. A maturidade

No momento de maturidade, o mercado já está uniforme em relação à tecnologia ou competência em questão. A concorrência já está estabilizada, e a população já consumiu esse produto no momento de “febre”.

Nesse ponto da curva, a tecnologia já está estagnada, perdendo sua atratividade, as empresas que tinham que se adequar a essa demanda já fizeram sua parte, e tudo está fixo naquele momento (provavelmente, nesse momento, em algum lugar do mundo alguém está estudando outra forma de aperfeiçoar os produtos – e o ciclo se iniciará novamente).

4. O declínio

Quando a tecnologia atinge sua maturidade e perde o atrativo para o desempenho da concorrência e empolgação do público, inicia-se o declínio.

Geralmente nessa fase conseguimos perceber uma modificação considerável na linha de evolução antes investida pelos concorrentes.

Muitas empresas desistem desse mercado e vão em busca de novas tecnologias e competências para lançar mais uma tendência – e inicia-se assim um novo ciclo.

Ciclo de vida do produto ou serviço

Também é necessário considerar que os produtos e serviços também possuem um ciclo de vida específico, com base no crescimento ou declínio do mercado consumidor daquele tipo de mercadoria.

Todos os produtos desenvolvidos pelo mercado apareceram para resolver algum problema ou aproveitar-se de oportunidades que estavam passando despercebidas no mercado.

A mesma lógica do ciclo de vida do mercado se aplica aqui: é notada uma nova demanda; empresas se esforçam para gerar os melhores produtos e serviços para garantir que o público compre aquele produto; acontece um verdadeiro barulho no mercado, onde as pessoas buscam, desesperadamente, encontrar aquele produto em questão – todos estão comprando; o mercado estagna e o produto começa a sair de linha devido ao surgimento de uma nova tecnologia.

Quer saber quanto sua empresa deve investir em marketing? Confira nossa calculadora!

A evolução do Marketing

evolução do marketing

Durante todos esses séculos de mudanças e evoluções o marketing foi feito de inúmeras maneiras diferentes.

Assumir uma forma diferente, com outra abordagem e características bem distintas umas das outras, mas sempre com o mesmo objetivo: fazer com que um consumidor interaja com sua marca e torne-se um cliente.

Pensando nisso listamos algumas das maneiras que já existiram e ainda existem de fazer marketing, mas antes disso mostraremos duas classificações que separam o marketing: Outbound Marketing e Inbound Marketing

Outbound Marketing

Seu objetivo principal é atrair o consumidor de maneira incisiva. Telemarketing, mala direta, e-mails de spam, anúncios em revistas, outdoors, pop-ups em sites e remarketing.

Todas essas maneiras de fazer o marketing tem o objetivo de mostrar sua marca e produtos antes de tudo. Apesar de efetiva, esse tipo de abordagem costuma ser cansativa para o consumidor.

Tendo em vista que ele pode se deparar com alguns anúncios em momentos importunos.

Quer aprender tudo sobre o assunto? Faça o curso de Outbound Marketing & Sales da Universidade Rock Content! É grátis!

Inbound Marketing

Técnicas desenvolvidas com o objetivo de educar e criar um relacionamento com os consumidores.

Apesar de possuir a mesma intenção de vendas, no Inbound Marketing sua marca é trabalhada de maneira diferente.

Em vez de anunciar seus produtos e preços, os marketeiros ensinam o mercado, ganham autoridade e aí sim, auxiliam os consumidores no processo de compra.

E mesmo após a venda o trabalho não é finalizado.

Os clientes continuam sendo educados e “mimados” para que eles se tornem evangelistas de sua marca. Para conhecer mais detalhes sobre essa tática, veja nosso blog específico sobre Inbound Marketing!

Apesar dessa enorme diferença entre as duas modalidades, o Outbound existe desde o início, da época mais primitiva, do Marketing.

Enquanto isso, a vertente mais amigável e saudável, o Inbound Marketing é praticado há alguns anos, mas foi recentemente que o conceito tomou força graças a Brian Halligan e Dharmesh Shah, criadores do conceito e fundadores da Hubspot.

Guia definitivo do Inbound Marketing

Alguns tipos de Marketing

Agora que você conhece a divisão que separa todos os tipos de Marketing, conheça alguns dos principais modelos que já existiram e que ainda são praticados no mundo.

Marketing Direto

Utilizando informações precisas do público-alvo como nome, telefone, endereço, interesses entre outros, são criadas mensagens diretas para esse consumidor. Os canais de contato utilizados são: e-mails, ligações, mensagens e mala direta.

Marketing Indireto

Uma maneira mais sutil de veicular sua marca ou empresa em momentos que os consumidores não estão esperando. Normalmente utilizado durante filmes, novelas, jogos e quaisquer outros momentos em que não nos deparamos com um anúncio propriamente dito.

Marketing Social

Empresas que apoiam e patrocinam grandes eventos culturais como shows, filmes e quaisquer outras causas sociais. Este tipo de Marketing gera uma imagem positiva da marca perante a população.

Endomarketing

Essa é uma estratégia de marketing voltada para ações internas nas empresas. Isso mesmo, em vez de focar no externo, ações de endomarketing tem como objetivo promover e envolver os próprios colaboradores de uma determinada organização.

Marketing Viral

Essa modalidade tem como principal característica possuir um baixo custo ou orçamento, mas que gere um alto impacto. São utilizadas maneiras não convencionais para executar as atividades de marketing.

Marketing Digital

Uma das vertentes mais atuais do Marketing que tem como seu principal canal de atuação o meio digital.

Marketing de Conteúdo

Modelo de Marketing que ganhou enorme relevância nos últimos anos. Após perceber a necessidade e importância de gerar conteúdos que sejam capazes de educar seus consumidores, empresas passaram a adotar esta tática de Inbound Marketing.

Se você tem interesse no assunto, recomendamos o curso gratuito de Marketing de Conteúdo da Universidade Rock Content! O material é gratuito e eles ainda oferecem um certificado para aqueles que forem aprovados na prova de conclusão de curso.

Marketing Pessoal

Neste tipo de marketing, podemos defini-lo como o conjunto de estratégias, aplicadas de maneira coerente e planejada, que farão com que você atribua um maior valor a sua imagem pessoal

Marketing de Relacionamento

O marketing de relacionamento nada mais é que todas as ações tomadas pela empresa como forma de criar e manter um relacionamento positivo com os seus clientes.

Além destes tipos que citamos ainda existem uma infinidade de outros tipos de marketing que surgem o tempo todo. O mercado e os consumidores sempre estão mudando e isso é um dos principais motivos que geram a necessidade de novos modelos de marketing.

Marketing de produto

O Marketing de Produto é um tipo (ou “vertente”, ou “escola”) de Marketing cujo foco é conectar produtos e pessoas.

Sua meta é encontrar os consumidores certos para um determinado produto e criar uma maneira de vendê-lo que seja interessante para estes consumidores.

Para esse trabalho, entender o perfil do comprador é indispensável.

Vamos definir as funções do Marketing de Produto em poucas palavras?

Como você pode imaginar, portanto, o Marketing de Produto é essencial quando um produto novo está sendo lançado no mercado.

Outra situação em que seu papel é crucial é quando um produto que já existe vai ser introduzido em um novo mercado, no qual os consumidores ainda não o conhecem.

Mais um uso interessante do Marketing de Produto é para testar a recepção de um pequeno grupo de consumidores a um novo lançamento, antes de liberar o produto para o público em geral.

 

(Se você clicou para começar a ouvir por aqui, é porque já sabe os conceitos básicos e os principais tipos de Marketing)

O que fazem os profissionais de marketing?

Para você ser um profissional de marketing você precisa, antes de tudo, ter uma mente analítica.

Métricas e números farão parte da sua profissão e é essencial que você tenha familiaridade com eles.

O profissional de marketing é responsável por detectar e avaliar novas oportunidades de negócios.

É sua função desenvolver um planejamento e estratégia para atrair e encantar o consumidor, propagando a mensagem e o produto de uma marca.

Ele deve sempre medir o impacto e resultados de suas ações (por isso é tão importante ter uma mente analítica), além de ser criativo e inovador para buscar por novas soluções para ações para sua empresa.

Também é papel do profissional de marketing entender a fundo seu público-alvo – só sabendo exatamente para quem ele está vendendo sua linguagem e campanhas poderá ser adaptado a esse público.

É essencial que a curiosidade faça parte de seu perfil – um bom profissional de marketing está sempre procurando por novas tendências mundiais e se mantendo atualizado com o mundo da mídia e da comunicação.

Por isso o domínio da língua inglesa e outras línguas estrangeiras é tão importante: ele precisa procurar por referências, estudos e novas ideias e fazer isso apenas em sua língua materna pode ser extremamente limitante.

Domínio de diversas ferramentas também é um grande diferencial de um profissional de marketing de qualidade.

Entender de SEO, Adwords, redes sociais e ser um mestre do Google Analytics faz com que esse profissional entenda melhor suas metas e o que fazer para atingi-las.

Não há uma fórmula perfeita para um profissional de marketing. O importante é foco, olho nas metas, determinação e conhecimento para atingir seus objetivos.

Ebook Times de Marketing

Estratégia de Marketing: o que é e como fazer?

Alguns termos se espalham tão rapidamente que todo mundo começa a usá-los, muitas vezes sem realmente entender o que significam.

Então, quando falamos em ter uma estratégia de marketing, o que isso realmente significa?

A própria ideia de traçar uma estratégia dá uma noção de que é preciso se planejar, pensar bem antes de tomar qualquer medida prática.

Mas, uma estratégia bem-sucedida é mais do que uma preparação antecipada. Envolve também um acompanhamento durante a execução do projeto. Isso envolve:

Definir objetivos claros

Como há muitos objetivos possíveis, e várias maneiras de alcançar cada um, escolher o que você pretende alcançar com o marketing digital é o primeiro passo para uma estratégia de sucesso.

Depois de definir claramente o que se pretende alcançar, é muito mais fácil se concentrar apenas nas ações que ajudarão a empresa nisso, e ter noção de quanto tempo isso vai demorar.

Por isso, podemos dizer que uma estratégia de marketing só funciona quando tem objetivos bem definidos e compartilhados por todos na empresa.

Se comunicar de forma constante

É verdade que esse requisito é importante em qualquer setor de toda empresa, mas no que diz respeito a uma estratégia de marketing, é importante reforçar esse aspecto.

Alguns ainda caem no erro de pensar que fazer marketing significa trabalhar apenas com a inspiração e a criatividade, mas não é bem assim.

Há muitos processos e estruturas envolvidos nesse trabalho, e a boa comunicação garante que todos os profissionais façam o seu melhor a cada momento.

Seguir boas práticas

Seguir boas práticas da indústria também tem um papel importante no sucesso da sua estratégia. Mas, o que significa isso?

Especialmente quando falamos de marketing digital, tudo muda muito rápido. Então, seja qual for o assunto — desde SEO à e-mail marketing —, é preciso se manter atualizado.

Isso inclui ler blogs especializados (como esse!), investir em treinamentos e testar novas possibilidades de acordo com o que você observa ao longo da estratégia.

Fazer isso vai te ajudar a continuar relevante, mesmo que aconteçam mudanças radicais.

Analisar resultados

Como saber se a estratégia está funcionando? A única forma é por acompanhar e analisar os resultados do trabalho que está sendo feito.

No caso do marketing isso acontece por analisar o que chamamos de métricas e KPIs. Essas métricas são dados relevantes sobre pontos específicos do planejamento.

Por exemplo, é possível saber quantos novos clientes a empresa conseguiu, quanto lucro isso trouxe, entre outras informações.

Depois é só comparar isso com os objetivos definidos e ver se o negócio está no caminho certo ou não.

Guia do Google Analytics

5 elementos indispensáveis uma estratégia de marketing vencedora

A estratégia de cada empresa deve ser única, levando em conta o público a ser atingido, os objetivos da empresa, os recursos disponíveis e uma série de fatores.

Mas, alguns elementos são indispensáveis para qualquer marca que espera fazer do marketing digital uma arma. Veja quais são eles:

1. Personas sólidas

As personas são fundamentais para uma estratégia de marketing dar certo. Elas serão o norte de tudo o que virá depois, então errar na criação das personas seria um grande problema.

Por isso, siga os passos corretamente sem pular etapas, pense bem nas perguntas que vai fazer aos seus clientes atuais e monte uma persona sólida.

Também não se preocupe em criar personas demais. Uma ou duas (no máximo) são mais do que suficientes.

2. Bons canais de marketing

Existem muitos canais de marketing que você pode explorar, e o melhor é que não precisa escolher só um deles.

A única regra é não manter funcionando um canal que você não encara com seriedade ou que não é relevante para o seu negócio.

Podemos destacar entre os principais canais:

  • Blog: O canal mais fácil e conhecido para produzir conteúdo e ganhar credibilidade com seu público;
  • Redes sociais: Facebook, Twitter, Snapchat, Instagram, LinkedIn e outras redes são canais perfeitos para se manter próximo ao seu público;
  • Canal de vídeos: Seja uma página em seu site ou um canal no Youtube, os vídeos chegaram para ficar e são muito úteis para uma estratégia;
  • E-mail marketing: Manter uma newsletter é simples, barato e super eficiente para manter os seus fãs engajados;
  • SEO: Não se engane, o Google pode ser um importante canal de visitas para o seu site.

3. Ferramentas de qualidade

Um bom profissional precisa de boas ferramentas, certo? Com o marketing não é diferente, e o que não falta são ferramentas para te ajudar no dia a dia.

Desde bancos de imagens gratuitas a ferramentas de análise de métricas, há tanto recursos gratuitos quanto pagos que são essenciais para que as suas tarefas sejam feitas sem problemas.

Já fizemos algumas listas de ferramentas úteis para:

4. Entender o ambiente digital

Já teve a infelicidade de chegar num lugar e ver alguém se comportar de maneira completamente inapropriada?

É isso que acontece quando uma empresa resolve investir em marketing digital, mas não tira tempo para entender como funciona esse ambiente.

O resultado é deixar todos em volta — nesse caso os prospectivos fãs da marca — desconfortáveis, e causar vergonha para si.

Por entender algumas regras de conduta da internet, é possível evitar muitas dores de cabeça e garantir que os resultados não sejam prejudicados.

5. KPIs apropriados

Já falamos como os KPIs são importantes na hora de analisar os resultados da estratégia, mas é preciso escolher indicadores apropriados para medir os objetivos que você escolheu.

Existem KPIs para vendas, marketing, atendimento, SEO e tudo que for relevante para as suas metas. Basta escolher e acompanhar.

Pois é, ter uma estratégia de marketing bem montada e segui-la de perto não é opcional para quem deseja mesmo se beneficiar do poder que o marketing digital tem para os negócios.

Felizmente, você já sabe o que fazer e está pronto para começar seu planejamento!

Universidade Rock Content

Quais são os objetivos do Marketing?

Os objetivos do Marketing são:

  1. Vender mais;
  2. Fidelizar clientes;
  3. Aumentar a visibilidade de marcas, produtos e serviços;
  4. Gerenciar uma marca;
  5. Construir boas relações com consumidores e parceiros;
  6. Educar o mercado;
  7. Engajar colaboradores.

Para ler como cada objetivo desse é alcançado, leia nosso artigo completo sobre os objetivos de marketing.

Os 5 melhores livros sobre marketing

A Vaca Roxa, de Seth Godin

livros de marketing - 1

Um dos livros mais clássicos sobre marketing.

Godin fala nesse livro sobre o desafio de ser diferente da concorrência e se destacar em um mercado cada dia mais competitivo. Leitura obrigatória para os interessados em marketing.

Marketing 3.0 – As Forças Que Estão Definindo o Novo Marketing Centrado No Ser Humano, de Philip Kotler

Marketing 3.0

Kotler discorre nesse livro sobre o novo modelo de marketing, que enxerga os consumidores como seres únicos e com desejos diferentes. Confira um resumo do livro aqui.

Marketing de Permissão, de Seth Godin

livros de marketing - 6

De novo citamos Seth Godin, um dos maiores autores de marketing.

Em marketing de permissão, Godin introduz o Inbound Marketing e ensina como fazer e criar conteúdo que atraia os consumidores para sua marca. Confira um resumo do livro aqui.

Contágio – Por Que As Coisas Pegam, de Jonah Berger

Livro de marketing - Contágio

Como viralizar e ter sucesso com o público? Nesse livro, você aprenderá a ciência por trás de conteúdos extremamente populares – e como fazer algo

As 22 Leis Imutáveis do Marketing, de Al Ries e Jack Trout

As 22 Leis imutáveis do Marketing

Segundo os autores, existem 22 leis do marketing não podem nunca ser quebradas sem que você comprometa seu planejamento. Confira um resumo do livro aqui.

Filmes sobre marketing: 0s 5 filmes que todo profissional de marketing deveria ver

Obrigado por Fumar (Thank you for Smoking) – 2005

Obrigado por fumar explora a indústria do cigarro e o poder do marketing e da publicidade em influenciar os hábitos de consumo da população.

Cidadão Kane (Citizen Kane) – 1941

Um dos filmes mais clássicos do ramo, Cidadão Kane explora o poder da imprensa americana em construir mitos.

No – 2012

Um dos melhores filmes (e baseado em fatos reais) para entender o poder da propaganda e da sua mensagem, ao acompanharmos a jornada de um jovem publicitário ao tentar derrubar a ditadura no Chile

A Rede Social (The Social Network) – 2010

A rede social explora a origem e crescimento da maior rede social da atualidade, o Facebook. Essencial para entender as redes sociais.

O Lobo de Wall Street

Conta a história de Jordan Belfort, a construção da sua riqueza e sua decadência. Muito interessante para conhecer mais a fundo os detalhes mais sórdidos do mercado.

Falar sobre um tema tão amplo como o Marketing costuma não ser uma tarefa fácil.

Este pequeno artigo foi desenvolvido com o intuito de auxiliar a sua compreensão no que diz respeito ao Marketing.

Caso você tenha dúvidas, sugestões ou quaisquer comentários sobre o texto, aproveita a aba de comentários abaixo e compartilhe seus pensamentos conosco.

Quer também entender tudo sobre marketing de conteúdo? Confira nossa enciclopédia, o maior material em língua portuguesa sobre o assunto!

Quer aprofundar ainda mais seus conhecimentos? Confira alguns conteúdos ricos:

Bônus: os melhores blogs, livros e filmes para você aprender mais sobre marketing

Sabemos que, depois de tanta teoria, pode ser um pouco difícil assimilar tudo que falamos por aqui sobre marketing. E acreditamos que a prática, aliada a teoria, é uma fórmula mágica para o sucesso.

Por isso aqui vamos listar blogs, livros e filmes para você aprender muito mais sobre o assunto de uma maneira prática e objetiva.

Os 8 melhores blogs nacionais sobre marketing

Marketing de Conteúdo

O blog da Rock Content é um dos mais completos blogs sobre marketing do Brasil. A maior parte dos seus conteúdos são focados em Marketing Digital, Marketing de Conteúdo e SEO. Mas todas as vertentes do marketing são abordadas. O blog ideal para estar atualizado com o mercado e aprender com os mais completos conteúdos.

Mundo do Marketing

O Mundo do Marketing é um portal completo que analisa o mercado do marketing no Brasil. Lá você pode encontrar artigos e muita informação para todos profissionais interessados em Marketing.

Resultados Digitais

Se você está procurando resultados reais com marketing digital, o blog da Resultados Digitais é leitura obrigatória. Os posts são diretos e instrutivos e irão te ajudar muito a construir uma estratégia de marketing digital eficiente.

Ideia de Marketing

Artigos sobre design, publicidade, comunicação, branding e muito mais. O Idéia de Marketing fala sobre os mais diversos assuntos do mundo de comunicação e marketing.

Saia do Lugar

Blog essencial sobre empreendedorismo sem enrolação. O Saia do Lugar é o site para você que deseja empreender e entender melhor sobre negócios.

Viver de Blog

Blog de Henrique Carvalho, onde você vai encontrar dicas para alavancar o seu próprio blog. Henrique é referência no marketing digital.

Brainstorm 9

O Brainstorm 9 fala sobre criatividade e inspiração nas mais diversas áreas: negócios, mídias sociais, publicidade, comunicação. Um prato cheio para todo profissional de marketing.

Outbound Marketing

Blog referência em assuntos relacionados a integração de vendas com estratégias de marketing. Focado em geração de resultado no curto prazo, o blog da Outbound Marketing fala também sobre negociação, Inbound e formas criativas de gerar leads.

Os 5 melhores blogs gringos sobre marketing

Marketo

O blog da Marketo é um dos mais completos do mercado, com posts sobre mídias sociais, automação de marketing, marketing de conteúdo e email marketing.

KISSmetrics

O Kiss Metrics é focado em métricas para marketing. Lembra que falamos da importância de uma mente analítica?

Seth Godin

Seth Godin foi fundador de uma das primeiras empresas de marketing digital, a Yoyodyne, que foi comprada pelo Yahoo em 1998. É um dos gurus do marketing atual.

HubSpot

A HubSpot é uma das maiores empresas de Inbound Marketing do mundo e seu blog é um prato cheio para quem quer aprender sobre o assunto.

Mashable

Site de notícias e tendências, essencial para se manter atualizado com o que anda acontecendo no mercado.

Guia de Carreiras em Marketing

SEO para Google Imagens

Conheça as nossas 20 dicas de SEO para Google Imagens e aumente o tráfego do seu blog

Você já ouviu falar em SEO para Google Imagens? Sim: técnicas para otimizar seus conteúdos de mídia para rankearem melhor nas buscas online. Conhece?

Se não conhece, precisa conhecer. Especialmente depois de uma recente alteração no Google, que pode aumentar muito seu tráfego via imagens (ficou interessado? Falaremos mais sobre isso a seguir!).

Com 1 em cada 3 buscas na Internet sendo por imagens, há um potencial enorme de tráfego na rede para ser conquistado no Google Imagens. Se seu site estiver preparado, seus resultados podem ser incríveis.

Mas, para isso, é necessário realizar uma série de medidas para adequar suas imagens aos rigorosos requisitos do Google. Para ajudar, nós preparamos um guia completo com todas as dicas que você pode colocar em prática hoje mesmo e aumentar as visitas do seu blog ou site.

Nesse artigo, você aprenderá porque é importante fazer SEO para Google Imagens e os 20 fatores a ter atenção para rankear melhor. Interessado? Então vamos lá!

Por que fazer SEO para Google Imagens no seu blog ou site corporativo?

Não podemos mentir: trabalhar para otimizar seus arquivos de mídia para os buscadores é cansativo.

Será que vale a pena fazer isso? Será que o SEO para Google Imagens é recompensador e trará vantagens para sua estratégia de Marketing de Conteúdo? Nós acreditamos que sim e separamos 3 excelentes argumentos para te convencer.

Confira!

É uma fonte adicional de tráfego

Em 2013, o Google anunciou uma mudança no sistema do Google Imagens, implementando um botão de “Ver imagem”. Se o usuário clicasse ali, era direcionado à URL da imagem em questão, não precisando visitar seu site de origem.

Nos meses seguintes dessa mudança, o tráfego geral de visitas pelo Google Imagem caiu muito. Porém, em fevereiro desse ano, a empresa anunciou uma nova mudança que revertia a situação: agora não há mais botão “Ver imagem”, o que obriga os usuários a acessar os sites para encontrar a mídia em tamanho completo.

O resultado? Um aumento geral de 37% de acessos pelo Google Imagens. Impressionante, não é mesmo?

Com esse novo fluxo de pessoas sendo direcionados para sites, quem conseguir se destacar no Google Imagens poderá ganhar uma fonte adicional de tráfego.

Ajuda a viralizar seu conteúdo

Dizem por aí que uma imagem vale mais do que mil palavras. Pode até não ser verdade, mas elas guardam um poder incrível em termos de viralização.

Por exemplo: posts com imagens costumam ter 650% mais engajamento do que artigos apenas com palavras.

Mais engajamento significa mais chances do conteúdo viralizar, aumentando sua exposição online.

Mas, para isso acontecer, as pessoas precisam encontrar suas imagens no Google. E isso só com otimização e muito trabalho.

Diminui o tempo de carregamento do seu site

Mesmo que você não tenha interesse nenhum em conquistar tráfego pelo Google Imagens, poderá se beneficiar com as dicas desse artigo.

Nós falaremos sobre isso mais a diante, mas uma das técnicas de SEO para imagens envolve diminuir o peso dos arquivos. Com fotos mais leves, sua página carrega mais rapidamente, o que melhora a experiência do usuário, sendo recompensado pelo Google.

Ou seja: trabalhar com SEO para Google Imagens ajuda seu site como um todo a rankear melhor.

E aí, convencido? Se sim, continue lendo esse artigo para aprender como rankear melhor as suas imagens na Internet!

CTA de download para o kit: Domine o Google

Como otimizar as suas imagens para serem encontradas no Google?

Agora que você já compreendeu a importância de fazer SEO para Google Imagens em seu site ou blog, a grande questão que fica é: como fazer esse trabalho? Quais as melhores práticas para garantir um bom ranqueamento das suas imagens?

Nós listamos abaixo 20 dicas para otimizar o ranqueamento das suas imagens, levando em consideração os elementos que são considerados pelo Google. Confira:

1. Nome do arquivo da imagem

O primeiro elemento para o ranqueamento das suas imagens começa ainda no seu computador, antes mesmo do upload da imagem para seus servidores: o nome do arquivo delas.

Para otimizar suas imagens para o Google, precisamos entender uma limitação dos crawlers do buscador. Eles são excelentes para compreender textos e a relevância de certos conteúdos usando um algoritmo e dando valor às palavras-chaves.

Porém, ainda estão aprendendo a ler imagens. Aliás, pense um pouco nessa problemática: como comunicar o conteúdo de uma imagem para um robô?

Por exemplo, imagine que um crawler vai ler o código HTML do seu novo artigo, que fala sobre os diferentes tipos de malas disponíveis no mercado.

Você seleciona uma bela imagem de uma bolsa de mão para ilustrar o trecho que explica esse tipo de mala para o seu leitor. Porém, o nome do arquivo é “IMG448.png”. O que o crawler terá acesso é isso:

  • <img src=”IMG448.png”/>

Como dá para notar, não é uma informação muito útil para explicar o conteúdo da imagem que você utilizou no artigo. Agora veja como ficaria o código se o arquivo fosse melhor nomeado:

  • <img src=”bolsa_de_mao_couro_marrom.png”/>

Mesmo sem ver a imagem, conseguimos imaginar como ela é com um nome desses, certo?

2. Legenda da imagem

Você sabia que legendas embaixo de imagens são lidas, em média, 300% mais do que o conteúdo do texto em si?

Isso significa que as legendas são excelentes oportunidades para engajar seus leitores. E também o Google.

O próprio buscador admite que usa as legendas para extrair informações e tentar compreender a imagem. Lembra que o crawler não consegue vê-la? Então, qualquer elemento ajuda a comunicar ao robô o que tem naquele conteúdo.

Isso não significa que você deva inserir legendas em 100% das imagens nos seus artigos, mas deve usar esse recurso sempre que tentar rankear um arquivo visual em específico.

O segredo para escrever uma boa legenda é inserir informações que:

  • ajudem a compreender o conteúdo da imagem;
  • tenham a palavra-chave que queremos rankear;
  • complementem o conteúdo do artigo.

Vamos retornar ao nosso exemplo do texto sobre diferentes malas. A mesma foto de uma bolsa de mão de couro marrom pode ilustrar dois tipos de conteúdo: um com tipos de malas para o trabalho e outro para turistas.

Uma boa legenda para um artigo com dicas para viajantes seria assim:

O viajante pode levar uma bolsa de mão de até 10 quilos no avião”.

Essa legenda explica o conteúdo da imagem (é uma bolsa de mão), tem a palavra-chave que queremos (“bolsa de mão”) e complementa o conteúdo do artigo especificando que se trata de uma foto que relaciona bolsas e turismo.

3. Alt text

Todas as imagens na Internet têm um atributo ALT, que serve para descrever o conteúdo delas.

Esse é o fator mais importante para fazer SEO para Google Imagens.

O alt text serve para descrever o conteúdo da imagem em questão. Ele é útil, pois ajuda pessoas com deficiência visual (e que usam leitores de tela) a compreender o conteúdo, mas também são exibidos quando o navegador do usuário não consegue carregar o arquivo da imagem por alguma razão.

Ele é, também, mais um dos fatores que o Google usa para tentar entender uma imagem e sua relevância para o usuário.

Na hora de escrever o conteúdo do atributo alt, é importante descrever o que está na imagem de forma objetiva e breve, preferencialmente usando a palavra-chave que queremos rankear (mas sem excessos). Veja um exemplo:

  • ruim: <img src=“bolsa_de_mao_couro_marrom.png” alt=“”/>
  • ruim: <img src=“bolsa_de_mao_couro_marrom.png” alt=“bolsa de mão de couro marrom mala bolsa mochila bagagem couro melhores marcas preços imperdíveis” />
  • bom: <img src=“bolsa_de_mao_couro_marrom.png” alt=“bolsa de mão de couro marrom colocada no compartimento de bagagens de um avião” />

4. Contexto da imagem

Segundo o Google, um dos elementos de SEO para Google Imagens é o contexto em que a imagem é utilizada.

É importante que a figura seja adicionada ao seu artigo na parte em que ela é mais relevante. Isso porque o algoritmo do Google usa o conteúdo dos parágrafos perto da imagem como contexto para compreender o conteúdo dela.

Então, se você estiver falando sobre “Melhores plantas para apartamento”, por exemplo, é interessante colocar uma foto de uma dessas plantas para contextualizar.

Já a mesma imagem não será muito útil e nem terá a mesma força se for adicionada perto de parágrafos sobre “tipos de vasos” ou “ferramentas de jardinagem”.

5. URL da imagem

Lembra quando mencionamos a importância de estruturar a URL do seu site corretamente para rankear melhor no Google? A lógica é a mesma quando falamos de imagens.

Por isso, as dicas que demos anteriormente também são úteis quando queremos rankear no Google Imagens.

O importante é organizar a URL dos seus arquivos de mídia de forma lógica e concisa, para comunicar rapidamente ao buscador que aquilo é uma imagem e qual seu conteúdo.

6. Engajamento com a imagem

Imagine que você faz uma busca por “mochilas infantis” no Google Imagens. Você começa a olhar os resultados e uma foto em específico chama a sua atenção no fundo da lista: é uma mochila azul com um adesivo engraçadinho colocado nela.

Você clica na imagem, depois vai até a página onde ela está hospedada para ler o artigo.

Algumas semanas depois você faz a mesma busca e, surpresa, aquela imagem que antes estava no fim dos resultados, agora está no topo. O que aconteceu?

Basicamente, o seu clique (e o de muitas pessoas) informou ao Google que aquela imagem é relevante. No caso, o adesivo engraçadinho chamou a sua atenção e de outros usuários, o que gerou mais cliques e importância para a foto.

Por isso é importante usar imagens que sejam originais e impactantes em seu site e tentar otimizá-las para o ranqueamento, já que aquelas figuras que geram mais engajamento, rankeam melhor também.
SEO para E-commerce

7. Dimensões da imagem

Faça um teste nesse momento: abra uma nova aba no seu navegador e procure por alguma imagem no Google. Pode ser, por exemplo, “filhotes de cachorro”.

SEO para Google Imagens exemplo
Notou algum padrão além do fato de todas as fotos serem ultra fofinhas? Se você prestou atenção, deve ter reparado que a vasta maioria das imagens mostradas terem mais ou menos as mesmas dimensões.

O Google tende a favorecer imagens mais ou menos retangulares, em proporções como 16:9 ou 4:3.

Isso faz com que dimensões como 1366 x 768 (16:9) ou 720 x 480 (4:3) ranqueiem melhor do que imagens totalmente fora do padrão (como alguma coisa muito horizontal ou muito vertical).

Ah, se essas dimensões parecem familiares para você, é porque elas são: os formatos 16:9 e 4:3 costumam ser usados em resoluções de vídeos, como TVs, Cinemas e no próprio YouTube.

8. Tamanho do arquivo

Você já sabe que o tempo de carregamento de uma página é fator essencial para ranqueá-la no Google. Quanto mais lento, pior o seu posicionamento. Quanto mais rápido, melhor.

O que talvez você ainda não saiba é que as imagens de uma página são o principal fator a influenciar o seu tempo de carregamento.

Isso significa que imagens mais leves rankeam melhor do que arquivos mais pesados, o que abre a necessidade de comprimir e reduzir o peso das suas mídias.

Existem ferramentas que ajudam a fazer esse trabalho. A mais famosa é o Photoshop, da Adobe, mas é um software pago. Confira abaixo uma lista de alternativas gratuitas que fazem o mesmo trabalho:

9. Metadados da imagem

Toda imagem tem certa quantidade de informação guardada nela, normalmente gerada pelo dispositivo que a capturou.

Uma foto tirada com sua câmera, por exemplo, guarda as informações como o tempo de exposição, tamanho da abertura do obturador, se usou flash ou não.

Essas informações são chamadas de metadados e são úteis para muita coisa, mas não são muito importantes caso não estejamos falando de aspectos técnicos de Fotografia.

Por isso, é importante limpar esses metadados que não sejam tão importantes para você, para diminuir seu tamanho e facilitar seu tempo de carregamento.

Você pode fazer isso de forma muito fácil:

  • clique com o botão direito do seu mouse sobre o arquivo da imagem no seu computador, indo até Propriedades.
  • SEO para Google Imagens exemplo 2

  • depois Detalhes. Ali, há uma opção para remover os metadados do arquivo.
  • SEO para Google Imagens exemplo 3

  • selecione um por um ou marque todos de uma vez e pronto!

SEO para Google Imagens exemplo 4

10. Compartilhamentos da imagem

Um fator curioso que aumenta o ranqueamento de uma imagem é a quantidade de vezes que essa mídia foi reproduzida em outros sites via embed.

Embed é uma tag HTML que permite que um arquivo de mídia (foto, música, vídeo) de um site seja incorporada em outra página. Quanto mais isso acontece com uma imagem, mais o Google a enxerga como relevante e a ranqueia melhor.

Isso é extremamente útil quando elaboramos infográficos e outras imagens ricas em conteúdo. Uma boa ideia é facilitar e incentivar o embed dessas mídias em outras páginas para melhorar o ranqueamento delas no Google Imagens.

11. Posicionamento da imagem na página

Nós já mencionamos que a posição da imagem no artigo em que ela está inserida é essencial para o seu ranqueamento no Google. Isso acontece porque o conteúdo dos parágrafos próximos da figura ajuda a fornecer contexto ao buscador.

Porém, existe outro elemento de posicionamento que garante melhor ou pior ranqueamento para uma imagem: se ela está perto do topo da página ou não.

O Google recomenda que a principal imagem do seu artigo, aquela que melhor complementa seu conteúdo, deve ficar perto do topo da sua página. Assim, ela ganhará o maior impacto no ranqueamento e fortalecerá a palavra-chave que você quer destacar.

12. Textos dentro da imagem

O Google não recomenda que se coloque uma grande quantidade de texto dentro da imagem que se quer rankear. Isso acontece por dois motivos:

      • o primeiro é que o crawler do buscador não consegue ler esse conteúdo. Isso o torna “inútil” em termos de ranqueamento, já que só está disponível para o usuário;
      • o segundo é que esse texto não está disponível para as ferramentas de tradução automática do Google, o que pode piorar a acessibilidade e experiência do usuário, o que prejudica o ranqueamento da página.

O que o buscador recomenda é que todo texto importante esteja em HTML, acessível ao crawler e oferecendo contexto para as imagens.

No caso de infográficos, é importante lembrar que eles devem ser acompanhados de artigos que tenham informações úteis e expliquem o conteúdo, fornecendo o contexto que o Google pede.

13. Imagens responsivas

Já faz algum tempo que são feitas mais buscas no Google por dispositivos móveis como um smartphone ou um tablet do que por um desktop.

Os dispositivos móveis não são mais o “futuro da Internet”, mas o presente. E se seu site não é responsivo para se adequar a isso, então você tem um grande problema de ranqueamento nas mãos.

Sites que não sejam responsivos são penalizados pelo Google e não aparecem com destaque em buscas feitas em dispositivos móveis. O mesmo acontece com imagens no Google Imagens.

Se você usa uma versão superior a 4.4 do WordPress para gerenciar seu site ou blog, isso não é um problema para você, porque essa versão já formata as imagens como responsivas por padrão.

Porém, se esse não é o seu caso, você deve fazer isso manualmente usando o atributo srcset. O Google ensina como fazer isso nessa página!

14. Relevância da imagem

Os avanços em inteligência artificial para identificar o conteúdo de uma imagem são impressionantes, mas a sua aplicação no mercado ainda é tímida. São poucos os robôs ou algoritmos em uso atualmente que conseguem “ler” uma foto.

Com o Google é a mesma coisa, como já dissemos. A diferença é que o algoritmo do Google Imagens já consegue fazer algum tipo de busca visual para identificar se aquela imagem é ou não o que a pessoa procura.

O sistema não é muito sofisticado, mas é bom o suficiente para que não mostre uma imagem de filhote de cachorro (mesmo com toda a otimização de SEO possível) em uma busca por “Torre Eiffel”, por exemplo.

Por isso, só use a imagem que realmente quer usar. Se for um artigo sobre venda de carros, use uma imagem de um carro e não uma foto qualquer sobre outro assunto.

15. Dados estruturados

O Google Imagens usa o sistema de dados estruturados para criar certos “selos de destaque” para otimizar a busca dos seus usuários.

Funciona assim:

Se você faz um artigo que seja de um dos temas compatíveis com os selos do Google, pode usar os dados estruturados em suas imagens. Assim, elas ganharão o selo e indicarão ao usuário que é exatamente o que ele procura.

O Google Imagens é compatível com 3 tipos de dados estruturados:

  • vídeos;
  • receitas;
  • produtos.

Isso significa que, se sua imagem for relacionada a um desses assuntos, você pode usar os dados estruturados para ganhar o selo de destaque e ver sua imagem rankear melhor no Google Imagens.

Por exemplo: se você tiver um site de receitas especializadas em chocolate, pode usar os dados estruturados para que suas imagens ganhem o selo de “receitas”. Assim, se alguém buscar “receita de bolo de chocolate” no Google Imagens, terá mais chances de entrar no seu site, pois a foto terá uma indicação que se trata do que a pessoa quer.

Pesquisa SEO Trends 2018

16. Open Graph e Twitter Card

Lembra que nós dissemos que quanto mais a imagem do seu site é incorporada em outras páginas, mais relevante ela é para o Google?

Pois bem. Se você criar conteúdo de qualidade, ele será compartilhado organicamente pelos seus leitores nas redes sociais. Isso significa que é possível fazer com que suas imagens sejam incorporadas várias e várias vezes com esses compartilhamentos.

Para isso, você deverá configurar corretamente as meta tags das imagens para redes sociais pelo Facebook Open Graph e Twitter Card.

Isso parece grego para você? Não se preocupe: nós temos um guia completo que ensina como configurar suas imagens para o Open Graph e Twitter Card. É só seguir as instruções e dará tudo certo!

17. Sitemap de imagem

Um sitemap é uma ferramenta essencial para o SEO da sua página, já que ele indica ao crawler do Google a hierarquia dentro do seu site e como ler o seu conteúdo de forma prioritária.

Você provavelmente tem um desses no seu blog ou site. Mas você sabia que pode criar um sitemap exclusivo para suas imagens? Quem recomenda isso é o próprio Google.

O buscador incentiva e ensina como criar um sitemap de imagens para facilitar o trabalho do crawler de achar seus arquivos de mídia e, claro, garantir um melhor ranqueamento para seu site.

18. SafeSearch

Cada vez que uma imagem ou página é marcada como negativa ou bloqueada por um usuário, o Google marca um “pontinho negativo” para o SEO do seu site ou da mídia em questão.

Como tem de tudo na Internet, é comum que pais fiquem preocupados com os conteúdos que os filhos têm acesso online. Para isso, o Google criou o SafeSearch, que filtra materiais impróprios para crianças dos seus resultados de pesquisas.

Portanto, se uma imagem imprópria para menores for exibida em um dispositivo com o SafeSearch ligado, esse conteúdo será marcado como negativo e bloqueado, o que diminuirá o seu ranqueamento no geral.

É por isso que, caso seu site trabalhe com imagens que são impróprias para menores, é necessário indicá-las ao Google para que você não sofra punições. Uma das maneiras mais simples de fazer isso é agrupar todas essas mídias em um local de URL comum.

Por exemplo:

  • http//www.seusite.com.br/adulto/imagem.png

Então, no seu sitemap de imagem, indique ao Google que aquele conteúdo é adulto.

Outra forma é usando metadados para marcar suas páginas como conteúdo adulto. Todas as imagens ali serão filtradas pelo SafeSearch e não serão exibidas para usuários com o sistema ativado, o que impede que você sofra punições.

19. Formato da imagem

Nem todo formato de imagem consegue ser captado pelo Google Imagens. Por isso, use o formato correto se quiser ser ranqueado adequadamente.

Os aceitos são os seguintes:

      • JPEG;
      •  PNG;
      • MBP;
      • GIF;
      • WebP;
      • SVG;
      • imagens in-line.

Formatos como TIFF ou Raw, por exemplo, mais usado em fotografias profissionais, não aparecem no Google Imagens.

O formato mais usado é o JPEG, pois é aquele com maior capacidade de compressão e consegue entregar arquivos com tamanhos pequenos. Porém, como ponto negativo, ele não trabalha com transparências, como o GIF e PNG.

20. Fatores de ranqueamento gerais do site

Nós listamos até aqui 20 fatores exclusivos do SEO para Google Imagens. Mas o que faz o algoritmo do Google ser tão rico e eficaz é que tudo é contextualizado.

Isso significa que um elemento favorece ou prejudica outros e o ideal é que tudo trabalhe em conjunto para obter o melhor resultado possível. Ou seja: os fatores de ranqueamento gerais do seu site contribuem para o desempenho das mídias no Google Imagens.

Se sua página for otimizada para aparecer no Google, então ganhará pontos nas buscas do Imagens. Se não for, você terá problemas em conseguir resultados consistentes com suas mídias.

Por isso o ideal é fazer um trabalho completo, com todos os elementos ao redor do seu site.

Quer saber como fazer isso? Então confira o nosso material completo sobre SEO!

o que é seo

Product Camp

Product Camp Review: os maiores insights da trilha de Growth Marketing

Produto, Praça, Preço e Promoção. Quem se formou em Marketing ou trabalha com isso já está acostumado com esses famosos 4 P’s do Marketing.

Acontece que no dia a dia, a busca por conteúdos específicos sobre a nossa área de atuação pode nos levar a focar muito mais em um “P” específico e esquecer dos demais.

Por exemplo, refletindo sobre a minha rotina, percebi que eu foco muito em promoção.

Por isso, foi revigorante participar do Product Camp Brasil 2018, o maior evento sobre gerenciamento de produtos da América Latina.

Foram dois dias de conteúdo com mais de 800 pessoas reunidas em São Paulo/SP para aprender e discutir sobre Product Management, UX e Growth Marketing.

Com 24 palestrantes de grandes empresas como Nubank, OLX, Visa, Gympass, MaxMilhas e QuintoAndar, o evento me fez recordar da importância do P de produto e ainda trouxe vários insights sobre foco no cliente e usabilidade.

Apesar disso, hoje eu quero focar no lado B do evento: a trilha de conhecimentos sobre Growth Marketing.

Confesso que esperava “mais do mesmo” dos tradicionais eventos de Marketing Digital, mas o que eu vi me surpreendeu. E abaixo eu conto um pouco das palestras que eu mais gostei:

Faça o download deste post inserindo seu e-mail abaixo

Não se preocupe, não fazemos spam.
Powered by Rock Convert

Omnichannel: Como gerar uma experiência multicanal para o cliente e como uma área de Growth contribui para isso

Javier Parejo Dolagaray — Head of Growth, Ammo Varejo

OK, vou ser bastante honesta: quando o assunto é Produto & Tecnologia, eu sempre penso em empresas de software como Google, Apple e Amazon.

E mesmo quando eu penso sobre Growth, apenas marcas como Facebook e Dropbox me vêm à cabeça.

Eu JAMAIS pensaria em algo relacionado a cama, mesa e banho. Mas ainda bem que a equipe organizadora do Product Camp pensou!

Por causa deles, eu tive a oportunidade de conhecer o Javier e entender como o foco na experiência do cliente fez a Ammo Varejo aderir a transformação digital.

Hoje, as marcas mmartan e ARTEX possuem uma complexa estratégia omnichannel que engloba e-commerce, franquias, lojas próprias e lojas multi-marcas.

Ele mostrou como tudo isso foi pensado para garantir uma experiência multicanal agradável e consistente. E, mais do que isso, apresentou números que provam que canais online e offline não precisam, necessariamente, ser concorrentes entre si.

Por exemplo, a opção de comprar um produto no site e retirar em uma loja física se mostrou uma oportunidade perfeita para os vendedores sugerirem produtos complementares, aumentando o faturamento de suas lojas.

Resumindo, a equipe de growth da Ammo Varejo sabe tirar proveito da sua extensa base de dados para entender os clientes e criar ações que incentivam o crescimento de suas marcas.

Marketing de Conteudo e Dados

Quando Growth e Branding andam juntos: Case MaxMilhas

Tahiana D’Egmont — CMO & Partner, MaxMilhas

Tahiana começou compartilhando um pouco da história da MaxMilhas (que foi batizada em homenagem ao dono, Max!), mostrou como é a organização da sua equipe de Marketing e então partiu para 3 cases da empresa:

Black Friday

Assim como outras empresas, a MaxMilhas precisa de uma operação especial para comportar o alto fluxo de visitantes durante a Black Friday.

Pensando nisso, em 2018, Tahiana e sua equipe criaram uma campanha na qual os inscritos receberam descontos antes dos demais, como numa lista VIP.

A ação ajudou a antecipar parte da movimentação da Black Friday e ainda garantiu um aumento substancial na geração de leads.

Dia Mundial das Milhas

Celebrada anualmente no dia 6 de Janeiro, essa data é uma iniciativa criada pela MaxMilhas para atrair novos usuários através de uma estratégia de marketing viral.

A ação parte do pressuposto que quanto mais pessoas se cadastrarem, maiores serão os descontos oferecidos — um estímulo incrível para os clientes convidarem amigos e familiares a participarem da promoção!

Por conta da estratégia, essa data desbancou a Black Friday e se tornou o dia de maior faturamento da empresa.

Desafio do Amor a Distância

Conectando a marca com um propósito altamente emocional (relacionamentos), essa campanha utilizou os princípios da gamification engajar com o público e reforçar o branding da MaxMilhas.

Para participar, as pessoas que tinham um relacionamento à distância deviam cumprir 5 desafios:

  • cadastro;
  • troca das fotos dos perfis do Facebook para o avatar da campanha;
  • um post no Facebook avisando os amigos sobre a participação no desafio;
  • outro post fazendo uma declaração de amor;
  • e, por fim, conquistar 100 curtidas no perfil do casal dentro do site da promoção.

Aqueles que cumpriram todas as etapas conseguiram 5 cupons promocionais de 3.000 milhas para garantirem a viagem de reencontro.

O resultado final, além do impacto em brand awareness, foi um aumento significativo no engajamento das redes sociais da MaxMilhas, um alto número de visitantes no site da promoção e dezenas de depoimentos agradecidos que servem como prova social para a empresa.

Quer aprender mais sobre construção de marcas? Acesse nossos ebooks gratuitos:
Manual do Branding
Guia do Employer Branding

Growth Hacking Mindset

Philip Klien — Chief Growth Officer, OLX

“PK” tem um currículo de causar inveja: além de ser o atual diretor de Growth da OLX, já passou por grandes empresas como Twitter, Uber, Predicta e SiteApps.

E foi compartilhando as experiências que viveu nessas empresas que ele conseguiu mostrar que growth é muito mais do que os hacks e as “receitas” que são compartilhados na web.

Dentre os cases que ele comentou, alguns me chamaram a atenção:

A troca do botão “favoritar” por “curtir” no Twitter

Embora essa troca pareça simples e até “irrelevante”, Philip falou que essa mudança trouxe um aumento substancial no engajamento dos usuários do Twitter.

E o mais engraçado é que eu vivi esse momento! Lembro de entrar no Twitter em 2009 e achar muito estranho “favoritar” as coisas. Eu só usava esse botão para “salvar” citações ou links interessantes.

Quando ele virou um coração, passei a utilizá-lo com mais frequência para mostrar o meu suporte ou interesse em algum conteúdo…. e mais pessoas fizeram o mesmo, o que tornou a rede muito mais ativa.

Sua empresa também está no Twitter? Descubra como tirar mais proveito dessa rede social com a ajuda do nosso Guia de Marketing no Twitter.

Concorrentes “pescando” motoristas na frente do escritório do Uber

PK mostrou uma selfie sua na frente do escritório do Uber onde era possível ver algumas pessoas no fundo, com o uniforme de outros aplicativos de transporte.

De acordo com ele, essas empresas sabiam que muitos motoristas iam até o escritório do Uber resolver questões burocráticas e, por isso, aproveitavam o momento para convencê-los a utilizarem seus aplicativos também.

Embora a atitude seja considerada uma tática “black hat”, ela era certeira: a empresa conseguia abordar e adquirir novos usuários com um CAC baixíssimo.

Inovando a Inovação

Pedro Waengertner — CEO, ACE Startups

Confesso que quando vi o nome da palestra do Pedro, não senti muita empolgação: achei o título “startupeiro” demais. Porém, quando ele assumiu o palco, derrubou meu preconceito e muitas das convicções errôneas que são espalhadas no mercado.

O talk foi baseado no livro dele, “A estratégia da Inovação Radical”, e deu uma prévia dos 6 princípios da inovação radical. São eles:

1 – Design organizacional

Ao contrário do que parece, esse tópico não tem nada sobre mesas de ping pong e máquinas de choppe no escritório.

Aqui, design organizacional é sobre incentivar o intraempreendedorismo, ou seja, permitir que os funcionários sejam criativos e pensem em novas iniciativas dentro da própria empresa.

2 – Gestão ágil

De nada adianta deixar as pessoas terem novas ideias se elas não conseguem estruturar o projeto e/ou precisam da validação de diversos stakeholders.

Resumindo, gestão ágil é sobre encontrar o melhor fluxo de trabalho para viabilizar ideias inovadoras.

3 – Parcerias

Já dizia o provérbio africano: “Se quer ir rápido, vá sozinho. Se quer ir longe, vá em grupo.

Como o objetivo da maioria das empresas é ter uma vida longa e próspera, nada melhor do que contar com o suporte de outras companhias para viabilizar novos produtos ou serviços.

4 – “Mate seu próprio negócio”

A ideia aqui é fugir do famoso problema de miopia em marketing e dar espaço para iniciativas que parecem distantes do seu produto ou até mesmo aquelas que vão contra ele.

Por exemplo, você já parou pra pensar no que teria acontecido se a Kodak tivesse investido em inovação e criasse as câmeras fotográficas digitais? Pois é!

5 – Pensamento de investidor

As empresas têm medo de errar. Fato.

E é exatamente por isso que elas precisam aprender a pensar como os investidores: eles colocam dinheiro em 10 startups e sabem que provavelmente 8 delas vão falir.

A questão é que as outras 2 vão dar TÃO certo, que vão compensar as perdas financeiras das outras 8, o que faz o risco valer a pena.

Ou seja, foque nos resultados que você pode obter e não no prejuízo que os seus testes podem causar.

6 – Foco no cliente

Por fim, reforçando a ideia que foi transmitida durante todas as outras palestras, uma inovação que não gira em torno do cliente não terá sucesso.

Simples assim.

Resumindo

A trilha de Growth do Product Camp acertou em cheio ao trazer palestrantes de diferentes mercados para compartilhar cases reais.

Ver na prática o que já foi feito por outras empresas é uma forma de aprendizado muito mais estimulante. Não é à toa que eu aguardo ansiosamente pela edição de 2019!

E você, costuma frequentar muitos eventos sobre Marketing & Produto? Então veja nossa lista com os melhores eventos sobre esse tema no Brasil!

Rock my business queria tanto

Rock my Business – Como a Queria Tanto conquistou 811 primeiras posições no Google em menos de um ano e meio!

Marketing de Conteúdo não é para impacientes. Os resultados não vão aparecer de um dia para o outro, como em um anuncio no Facebook ou Google.

Isso significa que quanto antes você adota, mais cedo começa a ver os resultados.

E foi exatamente o que a Queria Tanto, um armazém de redirecionamento de mercadorias, percebeu lá em 2016.

Nesse modelo de negócio, a empresa recebe produtos comprados nos EUA em seu depósito, em território americano, e envia para o Brasil em grandes remessas, economizando em frete e possibilitando a compra em lojas que não enviam produtos para o Brasil.

Logo que abriu, a empresa entendeu que precisava de uma forma barata e eficiente de gerar oportunidades de negócio.

Depois de algumas pesquisas em sites que referência em Marketing Digital no Brasil e no exterior, eles perceberam que o Marketing de Conteúdo era a melhor forma de estruturar uma estratégia de captação de clientes funcional.

Assim surgiu o blog da Queria Tanto, para atrair e converter possíveis clientes.

Conheça a trajetória desse blog e entenda como foi possível recuperar o sucesso da estratégia e menos de 1 ano e meio!

O começo do Blog Queria Tanto

Após começar a redigir e publicar conteúdos em seu blog, a equipe da Queria Tanto percebeu resultados muito interessantes:

Rock my Business 1

Para um blog criado em setembro, chegar no começo de novembro com mais de 5.500 acessos em uma semana é um feito impressionante!

Ao atacar suas principais palavras-chave e divulgar seus conteúdos por meio de mídia paga, o blog rapidamente conseguiu impulsionar o número de acessos ao site, e entregou para a Queria Tanto ótimos resultados.

Entretanto, esses resultados não se mantiveram nos meses seguintes:

Rock my Business 2

De mais de 21 mil visitas em novembro de 2016 para 1.500 em junho de 2017. Como explicar essa queda?

Todos os motivos que explicam esses resultados têm a mesma origem: Marketing de Conteúdo é estratégia.

Sem um planejamento adequado e dedicação para manter a estratégia rodando, é bem provável que seus resultados não vão se manter. Mas vamos tentar aprofundar nas razões pelas quais o tráfego do blog caiu tanto.

primeiros passos no marketing digital

Frequência baixa de publicação

Nenhum blog vai trazer resultados efetivos se estiver largado às traças. Uma estratégia de Marketing de Conteúdo demanda uma frequência de publicação que pode ser desafiadora para muitos negócios.

Cada blog post exige uma pesquisa de palavras-chave, desenvolvimento de pauta, redação, revisão, publicação e divulgação. Esses processos levam tempo, mas garantem que cada conteúdo divulgado realmente entregue valor para os visitantes do seu blog.

Ao publicar frequentemente, não são só seus visitantes e leads que te enxergam melhor. As ferramentas de busca, como o Google, também avaliam frequência de publicação e atualização para definir a autoridade de um domínio.

Esse é um fator tão importante, que fizemos um post falando exclusivamente sobre o que acontece quando você para de publicar em seu blog. Vale a pena conferir!

Falta de estratégia macro

Não me entenda mal. Começar um blog e publicar alguns conteúdos é, definitivamente, melhor que nada. Os números dos gráficos acima estão aí para provar.

Mas empresas que querem construir uma base sólida de negócio a partir da produção de conteúdos precisam ir muito além.

Aqui vai uma lista do que você não pode deixar de fazer se quiser ter o Marketing de Conteúdo como sua principal fonte de geração de oportunidades:

A lista continua, mas dá para ter uma ideia da complexidade de uma estratégia de sucesso, não é?

Mídia paga não sustenta um blog

Divulgar seus conteúdos novos ou estratégicos através do Ads, ou anúncios e impulsionamentos em redes sociais, é uma ótima forma de conseguir resultados em pouco tempo.

Entretanto, tentar alavancar uma estratégia de conteúdo baseada em mídia paga é exatamente o oposto do que você deve fazer.

A ideia de uma estratégia de Marketing de Conteúdo, do ponto de vista comercial, é construir um canal de geração de oportunidades orgânico e duradouro.

Conseguir acessos por meio de mídia paga é tudo menos uma estratégia orgânica e duradoura.

Imagine que um blog post seu recebe 1000 visitas em um mês, sendo 950 vindas de uma divulgação paga no Facebook, e as outras 50 de pesquisas no Google.

Esse pode até ser um grande resultado, mas apenas 50 visitas são orgânicas. Todo o resto só existiu por que você investiu dinheiro em ads.

Imagine agora que, após esse mês de 1000 visitas, você perceba que não tem como investir em mídia paga, e deixa seu post acumular apenas resultados orgânicos. No fim do próximo mês você vai perceber uma das características principais da mídia paga:

Parou de pagar, acabaram os resultados.

Blogs corporativos efetivos têm como característica a melhoria de seus resultados a longo prazo, muito graças à renovação das estratégias e constante atualização de seu conteúdo.

Analisando essas três razões, a Queria Tanto entendeu que era o momento de procurar uma empresa para estruturar e alavancar sua estratégia de Marketing de Conteúdo.

Kit Marketing nas Redes Sociais

Parceria Queria Tanto + Rock Content

O desafio inicial da parceria foi estruturar a estratégia. De acordo com a metodologia da Rock Content, existem 4 estágios bem definidos:

  1. Básico
  2. Máquina de tráfego
  3. Mestre das Leads
  4. Fazendo negócios

Ainda segundo essa metodologia, só é possível avançar do primeiro estágio uma vez que a empresa tenha:

  • Estratégia de Marketing de Conteúdo bem documentada;
  • Produção e divulgação do blog e seus conteúdos;
  • Gerando tráfego relevante.

Isso significa que foi preciso desenvolver e documentar toda a estratégia para a Queria Tanto, desde a definição de objetivos de marketing e métricas, até o estudo de persona, palavras-chave e estruturação do calendário editorial.

Já nessa fase inicial é possível ver os impactos de ter um blog anterior à estruturação da estratégia.

Mesmo com pouco planejamento, empresas que já se aventuraram no universo do Marketing de Conteúdo têm uma bagagem de conhecimento que facilita muito quando o desafio é estruturar e registrar uma estratégia.

Após as primeiras fases de estudo e documentação, começamos a atacar as principais palavras-chave da Queria Tanto. Novamente pegamos carona no trabalho já desenvolvido, e conseguimos atingir resultados incríveis.

Até junho de 2017, 606 palavras-chave pesquisadas no Google apontavam para o site da Queria Tanto. Esse é um ótimo número, ainda mais falando de um blog que não era guiado por uma estratégia consolidada.

Hoje, quase um ano e meio depois, o site já conta com 7 mil palavras-chave a mais, totalizando 7.638 palavras-chave indexadas.

O número de palavras-chave que tem uma página da Queria Tanto como uma das três primeiras posições subiu de duas, em julho de 2017, para 811 em novembro de 2018.

Rock my Business 6

Isso é consequência de um cuidado especial com conteúdo. É preciso tratar cada post do seu blog como uma porta de entrada para seus clientes: eles precisam entregar um valor claro, em um formato de conteúdo que a sua audiência conheça e se engaje.

Quando você produz cada conteúdo com foco total em entregar valor, se posicionar bem no Google é uma consequência.

Hoje, se você procurar sobre as melhores lojas para se fazer compras no EUA, ou como comprar produtos de lá, vai encontrar um blog post da Queria Tanto em primeiro lugar:

Rock my Business 3

E qual o valor disso?

Bem, não é simples calcular o valor de ter um blog post em primeiro lugar no Google. Depende da importância da palavra-chave para seu segmento de negócio, para sua empresa, das taxas de conversão do seu funil de vendas e muito mais.

O Diego, hoje CEO da Rock Content, já conferiu que nosso post sobre Marketing Digital gerou quase 500 mil reais em vendas! Isso até o meio de 2016. No fim de 2017 já eram 2 milhões em vendas para a Rock Content, e seguimos contando.

No caso do post “Os 10 melhores sites para comprar nos EUA”, já são mais de 450 mil visualizações, sendo que 320 mil acessos ao site foram iniciados nessa página!

Rock my Business 4

Como expliquei, calcular o valor gerado por um post envolve diversos fatores, mas ter um blog post que já levou mais de 300 mil acessos ao site é muito valioso.

Além disso estamos falando de uma página que já conta com mais de 60 comentários e tempo médio na página de quase 4 minutos, mostrando a relevância do tema para visitantes e sua interação com a página.

Esses fatores também contam muito para manter a página bem posicionada em buscadores.

Entretanto existe uma diferença entre levar pessoas até seu site e transformá-las em oportunidades.

kit de geração de leads

Gerando oportunidades de negócio

Conseguir visitantes é a primeira das 4 etapas que constituem uma estratégia de Inbound Marketing:

  1. atração;
  2. conversão;
  3. fechamento;
  4. encantamento.

Uma vez que a Queria Tanto conseguiu estruturar sua estratégia de atração por canais orgânicos, começou a focar seus esforços em converter os visitantes em leads, e existem algumas formas de fazer isso.

Transformar um visitante em lead acontece por meio de uma troca: você oferece um conteúdo que vai entregar grande valor para o visitante (ebooks, webinars, infográficos, pesquisas, e outros tipos de materiais ricos), e ele te devolve suas principais informações de contato e de negócio.

A quantidade de informações pedidas em troca dos materiais ricos varia de acordo com o segmento do negócio.

Quem acessa o post “Os 10 melhores sites para comprar nos EUA”, por exemplo, recebe como oferta o ebook “Como importar produtos em 3 passos simples”. Em troca, o visitante precisa deixar seu nome e e-mail.

Rock my Business 5

Uma vez que você tem essas informações, está gerando suas primeiras leads. Agora o desafio é fazer essas pessoas se aproximarem do fundo do funil de vendas. Na Queria Tanto isso é feito com fluxos de nutrição por email.

A intenção aqui é apresentar opções para o problema ou desafio das leads, uma vez que o meio do funil é o momento em que elas estão considerando uma solução.

Oferecer materiais de qualidade para meio e fundo de funil é essencial para garantir que os seus esforços de atração não serão desperdiçados.

A última coisa que você quer é ajudar a pessoa a entender como solucionar o problema dela, para, no final, ela escolher um concorrente.

No funil de vendas da Queria Tanto, uma pessoa que vira lead começa a receber conteúdos que o ensinam como fazer compras nos EUA, e depois como fazer isso usando o serviço de redirecionamento deles.

Quem chegou em seu site pela primeira vez procurando conhecer formas de comprar produtos dos EUA, acaba entendendo as opções de serviços de importação, e descobrindo como a Queria Tanto pode fazer isso.

Com uma estratégia de aquisição bem estruturada, a equipe da Queria Tanto hoje foca seus esforços em gerar valor para suas leads e clientes, e em mostrar como seus serviços são a melhor opção.

A base de visitantes e leads gerados mensalmente garante estabilidade para a aquisição de clientes, e permite a empresa trabalhar estratégias mais avançadas de comunicação.

Análises de dados, testes, otimizações. Todas essas são etapas de uma estratégia que já gera um grande volume de oportunidades.

E você, atrai tantas oportunidades quanto gostaria?

Fale com um consultor da Rock Content, e entenda como fazer sua estratégia de Marketing de Conteúdo decolar!

Agendar consultoria