Produção de Conteúdo

Produzir conteúdos de qualidade é uma obrigação para quem quer fazer sucesso online. Conteúdos atraem, engajam e fidelizam o seu público.

Nessa categoria você vai aprender:

  • Como produzir conteúdos de qualidade para engajar sua persona
  • Como se diferenciar em meio ao mar de conteúdos que existe na internet
  • Como estruturar um conteúdo da melhor maneira
  • Entre diversos outros temas para produzir os melhores conteúdos da internet

Como o curso marta garcia obteve 80% da receita via blog

Como o Curso Marta Garcia gera 80% da sua receita por fontes orgânicas

É realmente inspirador ver histórias como a do Curso Marta Garcia. Histórias que mostram como o marketing digital e de conteúdo podem mudar o rumo de uma empresa e impactar a vida de milhares de pessoas.

Neste case, você vai entender como as estratégias de marketing digital que o Curso Marta Garcia empregou em seu dia a dia levaram a empresa ao próximo patamar no mercado de cursos de proficiência em inglês.

Vai entender os desafios e vitórias de uma estratégia de marketing de conteúdo, e como isso reflete no ânimo de profissionais e no resultados de uma empresa. E, principalmente, vai entender como o Curso Marta Garcia já adquiri 80% de sua receita por meio de vias orgânicas.

O que é o Curso de Línguas Marta Garcia?

Com cursos de inglês voltados principalmente para pessoas que desejam se aplicar para mestrados e doutorados, o Curso de Línguas Marta Garcia surgiu da experiência e método de ensino da Professora Marta Garcia, 15 anos atrás.

Marta, que já era professora a 15 anos, decidiu reunir seus conhecimentos em um curso presencial para alunos que iriam realizar exames de proficiência em inglês instrumental.

Com uma metodologia que busca aprendizado rápido e eficiente, os alunos são capacitados para não só serem aprovados em exames para mestrado e doutorado, como também ler artigos acadêmicos com mais desenvoltura e velocidade.

Por trás do conhecimento e capacidade didática da Professora Marta, seu filho, João Garcia, cuidava da parte administrativa do negócio, buscando soluções para geração de matrículas.

Durante os primeiros 10 anos de empresa, o curso era dado presencialmente, em Fortaleza, onde ainda está a estrutura física do Curso Marta Garcia.

Mas, com o modelo de curso validado, João sabia que o online era a melhor forma de expansão do negócio. Em 2013 ele decidiu interromper seus projetos paralelos para se dedicar integralmente ao projeto de levar o curso para todo o Brasil.

Foram 6 meses de projeto até ter o curso disponibilizado em uma plataforma online e pronto para receber alunos.

E o resultado? Um número inexpressivo de cursos foi vendido. Eles tinham o produto e a plataforma, mas não conseguiam ligar a oferta com a demanda.

O desafio

João precisava de formas para gerar oportunidades para o curso online, e foi nesse momento que começou a pesquisar sobre marketing digital.

Decidiu investir em uma ferramenta que já conhecia, o Google Adwords (hoje Google Ads), para gerar novas matrículas. Com a chegada de novas oportunidades ficou claro que o Curso Marta Garcia precisava de uma estrutura melhor para gerar e trabalhar leads.

A empresa contratou o plano mais simples de uma ferramenta de automação, e começou a gerar landing pages para suas campanhas de mídia paga, além de trabalhar com email marketing para sua base.

Entrando no mundo da automação de marketing, João começou a entender o processo de aquisição de oportunidades orgânicas por meio de conteúdo. Ele se interessou cada vez mais pelo marketing digital, e decidiu que era o momento de começar uma estratégia de conteúdo.

Assim nasceu o blog do Curso Marta Garcia, focado em levar conhecimento para uma alunos que buscavam proficiência em inglês instrumental.

Com menos de 2 meses de estratégia e por volta de 6 conteúdos publicados, João abandonou a produção de novos conteúdos.

Você pode estar cansado de saber que marketing de conteúdo é uma estratégia a longo prazo, e que resultados imediatos são raros e enganadores.

Mas, naquele momento, João ainda era iniciante em marketing digital, e a necessidade de gerar resultados em vendas impactou em sua decisão de parar.

Afinal, se uma estratégia não deu resultado em dois meses, por que levar adiante?

Os conteúdos pararam, mas o interesse por marketing digital não. João continuou procurando soluções para sua empresa, consumindo conteúdos e indo a palestras. Em especial, um tema o chamou a atenção: SEO.

A Rock Content já estava em seu radar, por suas pesquisas sobre marketing e vendas, mas neste momento João destacou a importância que os conteúdos da Rock tiveram em seu aprendizado.

Após muitos blog posts, ebooks e até uma palestra do Peçanha no RD on the Road, ele resolveu que precisava insistir com seriedade em uma estratégia de conteúdo.

Só com um bom posicionamento no Google, e geração de oportunidades orgânicas, seria possível implementar um modelo de receita previsível, como ele desejava.

Entendendo que precisava de uma estratégia consolidada, o Curso Marta Garcia fechou uma parceria de conteúdo com a Rock Content.

A Parceria

João tinha um objetivo bem claro em mente:

“A ideia inicial era começarmos a produzir conteúdos de forma sistemática e estratégica trabalhando todas as etapas do funil (topo, meio e fundo) e implementar a estratégia de link building interno para fazer o lead avançar no funil através dos conteúdos.”

João Garcia, Diretor de Marketing

Ele conta que ainda no processo de entrada deles na Rock, um consultor entrou em contato por telefone, fazendo uma análise de quesitos básicos no site do Curso Marta Garcia que estavam atrapalhando seu ranqueamento.

Após corrigi-los, João percebeu uma pequena melhora em seus resultados de tráfego. Ele colocou essa como uma pequena vitória a curto prazo. E atenção: são essas vitórias que constroem o resultado final desse case.

Apesar de já possuir uma persona, insistimos que o estudo fosse refeito, levando em conta aspectos mais profundos de comportamento e interesse. A partir daí teve início a produção de conteúdos para o blog, com foco em gerar oportunidades para o Curso Marta Garcia.

Apesar da frequência de postagem, e toda a estratégia de SEO por trás, João percebia que seus resultados ainda vinham primordialmente de mídia paga.

Mesmo já tendo ampliado muito seu conhecimento sobre marketing digital, o sentimento de que os resultados orgânicos não estavam aparecendo o incomodava muito, e durante os primeiros meses de estratégia ele esteve bem perto de interromper mais uma vez sua produção de conteúdo.

Com conversas com a equipe da Rock, e também dos outros parceiros de marketing, João entendeu que abandonar a estratégia naquele ponto era desperdiçar o dinheiro investido até então, e abrir mão da estrutura de ranqueamento que ele estava construindo.

E como o tempo é o melhor amigo do marketing de conteúdo, os resultados começaram a aparecer.

Os Resultados

Mais uma vez foram pequenas vitórias que levaram o João a retomar seu ânimo na estratégia de conteúdo.

Como todo bom fã do Google Analytics, ele acompanha com frequência seus indicadores por meio de dashboards e do app da ferramenta. Um dia ele notou um aumento no tráfego fora da curva.

Ao rastrear de onde vieram as novas visitas, percebeu que um de seus artigos chegou às primeiras posições da SERP!

SERP para mestrado à distância

Isso voltou a acontecer nas semanas seguintes, e ele viu suas posições no Google subirem de mês a mês.

Por exemplo: seu artigo sobre os melhores mestrados a distância aceitos pelo MEC ganhou o featured snippet para a palavra-chave ‘mestrado a distancia’, gerando um aumento enorme das visitas em seu blog.

O post sobre os phrasal verbs mais usados na língua inglesa teve um resultado semelhante.

Com isso chegaram mais acessos, foram gerados mais leads e foram vendidos mais cursos. As pequenas vitórias diárias levantaram a moral do João e sua equipe, e ele mergulhou de cabeça no marketing de conteúdo.

Contratou o SEMrush e tomou as rédeas do planejamento de pautas. E assim os resultados apareceram:

“Quando contratamos a Rock Content tínhamos uma média de 20 mil sessões por mês.

Estamos atualmente com uma média de 120 mil sessões.”

E melhorar o topo do funil refletiu em toda a empresa, com um aumento de aproximadamente 200% no faturamento, comparando o início de 2019 e antes da parceria com a Rock Content.

E, de todo o faturamento da empresa, 80% vem de fontes orgânicas. Isso é o maior indicativo do sucesso da estratégia de Inbound Marketing e dos conteúdos divulgados no blog.

A empresa vem se destacando não só como parceira da Rock. O Curso Marta Garcia alcançou resultados e virou estudo de caso com vários de seus outros parceiros.

Com uma estrutura de geração de oportunidades orgânicas rodando, João se dedica a aprimorar a estratégia, sempre pensando em novas formas de levar valor para seu público potencial e melhorar ainda mais seus resultados.

E aqui é preciso destacar o valor que isso gera para uma estratégia de conteúdo que desenvolvemos.

Quando um cliente chega ao nível de envolvimento que o João teve, a estratégia ganha uma pessoa a mais na análise, planejamento e desenvolvimento de ações, mas com todo o conhecimento que só alguém que está dentro da empresa pode oferecer!

Ele dedicou seu tempo à rotina de marketing que geraram estes números a longo prazo.

O exercício diário de SEO on Page, checando fatores de ranqueamento com o plugin Yoast, por exemplo, não trouxe resultados da noite para o dia. Foram as pequenas vitórias, as posições conquistadas e as melhoras em taxas de conversão que construíram os resultados finais.

Este case mostra o impacto que do marketing digital para uma empresa que entendeu e investiu em uma estratégia, que sabiam que poderia os levar para o próximo nível. E como este existem outros.

Quer se tornar um case de sucesso? O primeiro passo é começar!

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Como adaptar seu conteúdo

Ficou sem ideias de postagem para o blog? Veja as 12 melhores formas de adaptar seu conteúdo

O marketing de conteúdo é feito de ideias. Mas o que fazer quando você já parece ter esgotado os assuntos para conversar com seu público? Neste artigo, vamos ver como adaptar conteúdo pode ser uma tática valiosa para o seu negócio.

O sucesso com marketing de conteúdo depende totalmente da qualidade do material produzido. Isso significa que, para se manter competitivo no mercado, você não pode descansar e deixar a relevância dos conteúdos caírem. 

O problema é que, conforme o blog evolui, muitos percebem que fica cada vez mais difícil ter boas ideias para novos posts. Já se sentiu assim?

Se a sua resposta foi sim, temos uma boa notícia: existe uma forma simples e bem estruturada de ter novas ideias para criar conteúdos atuais e relevantes. 

Neste artigo, vamos ensinar você a técnica da adaptação de conteúdo, por que ela vale a pena e 12 dicas práticas de como colocar esse conceito em prática!

Neste artigo você vai ver:

  • como conseguir novas ideias quando você já explorou tudo que a sua persona precisa?
  • Por que adaptar conteúdo é uma tática válida de marketing?
  • Que tipo de conteúdo merece ser adaptado?
  • 12 formas de adaptar seu conteúdo para diferentes formatos.

Vamos lá?

Como conseguir novas ideias quando você já explorou tudo que a sua persona precisa?

Já faz um tempo desde que você passou por todo aquele processo inicial envolvido na criação de um blog. Nesse meio tempo, o problema da falta de ideias já foi resolvido e você viu o blog crescer e trazer bons resultados.

Mas, agora, parece que todas as principais informações que a persona precisava saber já estão no blog, em artigos de todos os tipos.

Pausar a produção de conteúdo novo não é uma opção. Isso só acabaria com a credibilidade que você lutou tanto para construir. Criar conteúdo que fuja das necessidades da persona, só para publicar algo diferente, seria outro erro fatal. 

É aí que entra um “segredo” do marketing de conteúdo ainda pouco explorado por muitos: a adaptação de conteúdo. Em vez de quebrar a cabeça para encontrar temas nunca abordados, você pode se aproveitar dos assuntos que mais fizeram sucesso no passado e adaptá-los para outros formatos.

E, se isso parece estranho para você, acredite: muitos blogs de grande sucesso, como este que você está lendo neste exato momento, já fazem isso de forma regular. 

Mas, se ainda assim, você precisa de mais motivos para considerar a adaptação de conteúdo, é isso que vamos ver agora.

Por que adaptar conteúdo é uma tática válida de marketing?

Não há nada de errado em adaptar conteúdo. Na verdade, essa é uma boa prática no que diz respeito a marketing de conteúdo. Afinal, como diz o David Heinemeier Hansson, co-fundador do Basecamp:

“Se você quer ter impacto, esteja preparado para dizer a mesma coisa por uma década.”

Como dizer as mesmas coisas sem cansar as pessoas? Adaptando os conceitos para comunicar a mensagem de formas variadas, exatamente como se faz com a adaptação de conteúdo.

Pensando nisso, podemos citar, pelo menos, 3 motivos para investir nessa tática de marketing sem olhar para trás.

Alcançar pessoas novas

Cada novo conteúdo apresenta uma oportunidade de negócio, que é apresentar sua marca e sua mensagem para um público novo.

Afinal, de nada adianta produzir conteúdo sem promovê-lo e fazer com que ele chegue nas pessoas certas. Além disso, nem todo mundo gosta de consumir conteúdo nos mesmos formatos.

Com isso, pode ser que um artigo escrito que não tem nenhum apelo com parte do seu público se torne interessante ao ser convertido em um vídeo ou imagem.

Reforçar conceitos importantes

Alguns conceitos são importantes demais para serem ditos uma vez só. Em muitos casos, é preciso educar o mercado, o que envolve repetir várias vezes a mesma mensagem de formas diferentes.

Para isso, não há nada melhor que adaptar conteúdo. Dessa maneira, sua persona vai se deparar com as mesmas ideias vez após vez, em vários formatos.

O melhor disso é que ela vai se convencer dessas ideias sem nem perceber que está vendo, basicamente, o mesmo conteúdo.

Otimizar esforços e investimentos

Por fim, é preciso dar muita atenção a como você otimiza o tempo e esforço da sua equipe de marketing. Isso significa também explorar ao máximo as ideias e temas definidos como parte da estratégia.

Será mesmo que um único conteúdo em apenas um formato é suficiente para cobrir bem determinado tópico?

Apostar em diferentes formatos para explorar o mesmo assunto é uma boa maneira de garantir que a sua audiência receba o máximo de valor enquanto otimiza tempo e energia da equipe.

Que tipo de conteúdo merece ser adaptado?

Antes de tentar adaptar todo e qualquer conteúdo que você já publicou, é importante saber que existe um processo de seleção para determinar o que merece passar por essa repaginação.

Em vez de fazer uma lista grande, com cada tipo de artigo que você fará bem em adaptar, é melhor falar de 3 critérios amplos que vão ajudar muito na sua escolha. 

Os tipos de conteúdo que merecem ser adaptados para outros formatos e republicados como parte da sua estratégia de Inbound Marketing são os seguintes.

Conteúdo Evergreen

Também conhecido como conteúdo perene, esse é aquele tipo de material que tem valor no momento da publicação e continua relevante depois de um bom tempo.

É diferente de uma notícia, por exemplo, que pode ficar desatualizada em questão de dias ou semanas. Vale a pena adaptar conteúdos Evergreen, justamente, por conta de seu caráter atemporal, que os tornam valiosos por um longo período.

Campeão de engajamento

Outro ponto importante é concentrar as energias nos posts que tiveram maior alcance e engajamento, pois isso indica que eles foram os mais bem-recebidos pela sua persona.

Como descobrir quais são esses posts? É só olhar as métricas do seu blog no Google Analytics e ver quais são os conteúdos mais populares.

Outras formas de ver isso são:

  • avaliar os posts com mais comentários no seu blog;
  • procurar pelos artigos mais compartilhados e curtidos em suas redes sociais.
Aprenda tudo sobre Google Analytics

Tópicos estratégicos para o seu negócio

Por último, considere adaptar os conteúdos de maior valor estratégico para o seu negócio, aqueles que têm maior poder de alavancar os seus resultados em curto, médio e longo prazo.

Por exemplo, o blog da Rock Content conta com um artigo completo sobre marketing de conteúdo. Ao longo dos anos, esse artigo já foi adaptado e atualizado algumas vezes, pois é de importância central para a estratégia do negócio.

12 formas de adaptar seu conteúdo para diferentes formatos

Agora sim, finalmente, chegamos à parte prática do artigo. Existem tantas opções de adaptação que fica até fácil se perder. 

Mas comece pelas que forem mais fáceis de aplicar imediatamente e veja que ajustes talvez serão necessários para criar conteúdos em novos formatos. 

Por exemplo, se a sua empresa ainda não produz conteúdo em vídeo, vale a pena estudar sobre como dar os primeiros passos nessa tática incrível. 

Sem demora, vamos à lista. Isso é o que você pode fazer para adaptar seu conteúdo.

1. Atualize posts antigos e os republique

A primeira forma de adaptar um conteúdo é seguir o caminho mais fácil e apenas atualizá-lo para republicar. Talvez você pense que isso não é o mesmo que mudar o conteúdo de formato.

Mas pense de novo. Nessa atualização, você pode incluir um vídeo que agregue valor ao tema, mesmo que não seja seu. Pode colocar mais imagens, trabalhar para deixar o texto mais natural e incluir fontes de pesquisa atualizadas.

2. Crie um podcast

Podcasts são como programas de rádio na internet. Muita gente gosta de consumir esse tipo de conteúdo enquanto realiza outras atividades, tanto pessoais quanto profissionais.

Por isso, que tal aproveitar aquele post que viralizou no passado e fazer dele assunto de um podcast?

3. Produza um vídeo

O mesmo princípio do podcast se aplica aos vídeos. Essa forma de marketing, que não pode mais ser ignorada, é muito popular entre todos os tipos de público.

Aliás, aqui vai uma dica dupla: use o assunto de um e-book e crie seu vídeo com base nele. No fim do vídeo, promova o download do material para quem quiser saber mais!

Foi isso que fizemos em vídeos, como este do Rock Labs, sobre featured snippets. Falamos sobre um tema já abordado em texto, e ainda colocamos o link para os materiais na descrição do vídeo.

4. Complemente seus posts com infográficos

Além de visualmente bonitos, infográficos são conteúdos muito rápidos e práticos de consumir. Esses dois fatores fazem deles uma adição perfeita à sua estratégia de marketing online.

Uma boa opção é criar infográficos com as principais informações de um post e adicioná-los a um artigo escrito. 

5. Divida um conteúdo em uma série de posts sociais

As redes sociais são ambientes dinâmicos e com muitas distrações passageiras, mas não se esqueça de que também abrem portas para apresentar conteúdo de valor.

Como equilibrar esses dois elementos ao adaptar seu conteúdo para esses canais? Você pode usar um conteúdo completo do seu blog e transformá-lo em uma série de publicações curtas para as redes sociais. Só não se esqueça de torná-las bem visuais e atrativas para chamar a atenção.

Kit Marketing nas Redes Sociais

6. Junte vários posts para criar um e-book

Posts de blog podem atrair muitos visitantes, mas um material rico, como é o caso de um e-book, tem o potencial de ir além e gerar leads. Por outro lado, criar um e-book dá mais trabalho e leva mais tempo. Ou será que não? 

Se você aproveitar uma coleção de artigos sobre o mesmo tema e transformá-lo em um e-book, vai ganhar tempo sem precisar mudar demais o formato do conteúdo.

7. Quebre um longo guia em vários posts 

O caminho inverso da dica anterior também pode funcionar bem. Em alguns casos, a sua persona não vai querer um guia completo, muito longo e cheio de informações sobre determinado tema.

Pode ser que ela só precise de uma informação específica e direta. Então, por que passar muito tempo pensando em novas ideias? É só quebrar os longos guias em vários posts menores e mais específicos.

8. Crie apresentações de slides

Slides são quase um universo paralelo dentro do marketing digital. Como assim? É porque eles são eficazes, alcançam um público grande, mas são ignorados pela maioria das empresas.

Então, uma das melhores formas de adaptar seu conteúdo e deixá-lo visual, fácil de consumir e pronto para ser explorado por um público novo é criar apresentações de slides. Depois disso, é só hospedá-los em sites como Slideshare ou Slide Deck.

Um exemplo é este slide que a Rock adaptou de um e-book sobre marketing no Instagram.

9. Explore o mesmo tema de vários ângulos

Você já ouviu dizer que existem dois lados para cada história? Na verdade, pode existir até mais do que isso!

O mesmo tema pode ser abordado de muitas maneiras, ainda mais se você estiver falando sobre temas que envolvam algum tipo de polêmica ou escolha importante por parte dos leitores.

10. Converta seu conteúdo em um curso por e-mail

Outra forma de gerar leads com simplicidade e já começar o fluxo de nutrição perfeito é transformando seu conteúdo em um curso por e-mail.

Isso pode exigir um pouco de trabalho, mas os resultados poderão fazer todo o esforço valer a pena. Afinal, o seu relacionamento com os leads vai se aprofundar e gerar credibilidade, tão essencial para o processo comercial.

11. Chame a atenção da mídia

Algum dos seus conteúdos poderia ser usado para chamar a atenção da mídia? Então, não demore em se aproveitar desses veículos de comunicação.

Talvez um dos seus casos de sucesso contenha números impressionantes, ou você inovou no seu mercado de atuação e escreveu sobre isso. 

Contatar um site ou publicação impressa da sua região pode ajudar a dar novo fôlego ao conteúdo, apenas por divulgá-lo em forma de notícia.

12. Multiplique sua audiência com guest posts

Você já escreveu guest posts? Publicar em outro site como convidado é um ótimo modo de adaptar conteúdos que já foram abordados no seu blog, e lançar uma nova luz sobre eles.

Além de multiplicar sua audiência, você ainda pode conseguir backlinks preciosos que vão ajudar a ranquear seu artigo no topo das páginas de busca.

Adaptar conteúdo antigo que já fez sucesso no seu blog e publicá-lo novamente em outros formatos é uma estratégia simples e prática. Assim, você pode causar ainda mais impacto e alcançar pessoas novas com esforço reduzido.

Uma boa forma de começar a adaptar conteúdo é por seguir a dica número 4, e nós te ajudamos com isso. Aprenda agora o que você precisa fazer para criar infográficos incríveis!

Como fazer um blog post que ranqueia, encanta e converte

Como fazer um blog post que ranqueia, encanta e converte

Um bom blog post precisa de muito planejamento, uma estrutura bem definida e um ótimo trabalho de redação, revisão e atualização. Aprenda o passo a passo de como fazer um blog post que gera os resultados que seu blog precisa!

Fazer um blog post é muito fácil. Fazer um blog post que atinge os objetivos que você quer é outra história. Afinal, você quer que as pessoas terminem de ler seu post e estejam apaixonadas por você ou sua empresa.

Não é uma tarefa simples, mas para sua sorte, escrever um blog post que cumpra seus objetivos fica mais fácil se você quebrar o processo em etapas menores e estratégicas.

Nesse post, vou mostrar o processo completo de criação de um blog post, passando por cada uma das etapas:

  • planejamento;
  • estruturação;
  • redação;
  • atualização.

Já deixo avisado que este texto envolve apenas as etapas relativas à produção e manutenção do post, e não vai te ensinar como criar um blog ou divulgar seu conteúdo.

Se ainda estiver estruturando sua estratégia de marketing de conteúdo, recomendo baixar esse nosso ebook, que vai te guiar nas etapas iniciais.

Então mãos à obra!

Planejando o post

Etapa mais importante de toda a produção, o planejamento vai definir a qualidade final do post, e sua capacidade de cumprir os objetivos que você planejou.

Para começar seu planejamento, o passo inicial é definir o objetivo final do seu post.

Qual o objetivo do seu post?

O que você quer que aconteça quando alguém chegar ao fim do seu post? Essa pergunta pode ter várias respostas, mas é importante ter esse objetivo como alvo durante todo o processo de criação do conteúdo.

como escrever blog post

Alguns dos objetivos do seu post podem ser:

  • conquistar o primeiro lugar no Google para uma palavra-chave;
  • ensinar a solução para alguma dúvida;
  • transformar visitantes em leads ou MQLs;
  • se posicionar como autoridade;
  • compartilhar uma experiência ou ideia;
  • entreter o leitor.

Seu post provavelmente tem algum desses objetivos, mais de um ao mesmo tempo ou um desdobramento deles.

Lembre-se de deixar o objetivo de seu post o mais enxugado possível.

Você quer trabalhar com uma ideia simples e clara. Isso dará o direcionamento certo para produzir o melhor conteúdo possível.

No caso desse post, o objetivo principal é ensinar como produzir um blog post de qualidade, mas também queremos converter visitantes em contatos e leads.

Observação: normalmente não é recomendado entregar o ouro contando um objetivo como esse, mas isso vai ajudar a ensinar quem quer produzir posts que convertem, então abrimos uma exceção.

Para quem é o post?

Tão importante quanto saber qual o objetivo final do seu post, é entender quem você quer do outro lado da tela. Mas isso não é um trabalho que você deve fazer a cada post.

Entender quem são seus leitores faz parte do desenvolvimento da sua persona, e é uma das etapas mais importantes de toda a sua estratégia de conteúdo. Recomendo o artigo linkado acima caso você ainda não tenha passado por essa etapa.

Persona é um perfil semi-ficcional que representa o cliente ideal de uma empresa, criado para ajudar seu negócio a compreender melhor quem é o cliente e do que ele precisa. As suas personas devem indicar os principais hábitos e valores de quem você quer como cliente, além de várias informações demográficas.

A criação das suas personas envolve muita pesquisa, mas uma vez pronta vai ter um papel fundamental em todas as etapas da sua estratégia. Cada post seu deve ter ao menos uma persona como destino claro.

Qual o tema do post?

O tema é sobre o que o seu conteúdo vai falar. Nesse post, por exemplo, o tema é o processo de criação de um blog post.

Muitas vezes a escolha do tema aparece antes da escolha de objetivos e da definição do público-alvo, mas se você pensou em um tema provavelmente o objetivo final do post, assim como a persona que você quer atingir, já estão definidos. De qualquer forma é importante ter o objetivo mapeado e registrado.

Se você pensou no tema antes de passar pelas duas primeiras etapas, tenha certeza que o assunto escolhido casa com suas prioridades de negócio. Caso não, guarde a ideia para mais tarde em sua produção de conteúdo.

No caso deste post, eu percebi que nenhum conteúdo da Rock Content abordava esse tema enquanto fazia pesquisas para uma outra tarefa que estava desenvolvendo.

O tema foi a primeira coisa que surgiu, mas ao avaliá-lo, percebi que ele está alinhado com os nossos objetivos de marketing e com nossa persona.

Assim que decidi pelo tema, já consegui definir facilmente os objetivos e persona.

Caso você esteja passando por um bloqueio criativo, e não esteja conseguindo definir um tema para seu próximo post, o ideal é desenhar um mapa dos temas que seu blog já aborda.

Por exemplo: o blog da Rock Content aborda temas relativos à marketing, principalmente, mas também à vendas e sucesso do cliente.

Quando precisamos de ideias de temas, nós mapeamos quais temas já foram abordados pelos nossos conteúdos, e quais ainda não foram.

Parece simples, mas registrar tudo o que você já falou te ajuda a ver quais temas ainda não abordou.

Além disso, dou uma ótima notícia: quanto mais você produz conteúdo, mais ‘criativo’ você fica para encontrar temas novos. Isso porque ao pesquisar e escrever sobre um tema, vai perceber que ele é o desdobramento de um tema maior, assim como se desdobra em outros menores.

como fazer um blog post

Se você começar a registrar os temas que aparecem em sua cabeça enquanto produz outros conteúdos, vai construir uma boa base de ideias.

Escolhendo o tipo de post

O tipo do seu post vai ser consequência direta das informações que você juntou nas etapas anteriores. Cada tipo de post atende objetivos, públicos e temas específicos.

Existem muitos tipos de post, e eu teria que fazer um post inteiro para tentar abordar todos. Além de já termos feito isso, vou simplificar um pouco, e dar exemplos de como você pode usar as informações que juntou até aqui para decidir o tipo certo para seu post.

Este post tem, como eu já disse, o objetivo de ensinar todo o processo de produção de um blog post. Ele foi feito para quem está começando a produzir conteúdo para blogs ou que já produz, mas quer otimizar seu processo. O tema é o processo de criação de um blog post, do início ao fim.

Com todos esses pontos levados em conta, o tipo certo de post para esse caso é o Post Tutorial.

Post Tutorial

Um post tutorial tem como objetivo ensinar como fazer algo, e tem uma estrutura de tópicos lineares, formando um passo a passo direto e prático.

Template de Blog Post - Tutorial

Baixe um template de post de Tutorial, e faça você mesmo o seu!


Nesse tipo de post, você deve ser claro nas explicações e procurar estruturar seu post para cobrir todas as dúvidas que surgem durante o processo de execução do que está sendo ensinado. É importante completar seu texto com imagens, vídeos e gifs que exemplifiquem o tópico, e ajudem o leitor a absorver o máximo de cada passo.

Tutoriais sobre temas mais simples ou informais podem ser feitos por meio de posts com listas curtas, enquanto posts sobre tópicos visuais podem pedir um infográfico. No caso deste post, devido a complexidade do tema e característica da nossa persona, um tutorial completo foi a opção escolhida.

Outro exemplo: se você quer desenvolver um post para gerar tráfego, um ótimo tipo seria o post de notícia.

Post de Notícia

Notícias tem, por característica, a capacidade de gerar muitos cliques, mas tem uma ‘vida útil’ menor. Elas geram picos de tráfego de um a três dias, antes de perder em desempenho.

Template de Blog Post - Notícia

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Percebemos isso de perto, em 2017, quando publicamos uma notícia sobre um pacote de especializações gratuitas lançadas pelo Google.

como fazer um blog post

Observe no gráfico acima como o lançamento da notícia impactou no número de visitas que recebemos no dia 29 de setembro. Isso aconteceu em uma sexta-feira, invertendo o padrão de queda de tráfico no fim da semana útil.

Parece pouco? Essa notícia sozinha gerou mais de 14.000 visitas em nosso blog em apenas 2 dias:

como fazer um blog post

Perceba como o tráfego cai vertiginosamente após o bum inicial. Gerar resultados com posts de notícias depende de você estar atento ao seu mercado, além de conseguir produzir, publicar e divulgar o post em pouco tempo.

Vou falar mais disso na parte de estruturação do seu post, mas lembre-se de aproveitar que você conduziu as pessoas para seu site para oferecer outros conteúdos que tenham relevância com o assunto da notícia. Isso pode ser feito por links, popups, banners e outras estratégias de conversão.

Agora vamos pensar no exemplo de uma empresa que tem como objetivo conquistar o primeiro lugar nas ferramentas de busca para uma palavra chave essencial para seu mercado. Aquela que todos os concorrentes querem ranquear, que gera mais cliques e dá maior visibilidade.

Nesse caso, o que o Google normalmente procura é um material que entregue ao leitor tudo o que ele gostaria de achar e mais um pouco. O tipo ideal de post para a tarefa é o Guia Completo.

Post de Guia Completo

Guias completos são posts longos, que abordam um tópico por inteiro. Quando feito de maneira correta, um guia completo é um prato cheio de informações, passadas por meio de um formato que facilita a sua digestão, e prende o visitante em sua página, por conter simplesmente tudo que ele precisa naquele momento.

Template de Blog Post - Guia Completo

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A Hubspot realizou um estudo sobre a performance de seus posts em relação a características como quantidade de palavras, tamanho do título, entre outras, e descobriu dados que confirmam o poder dos guias completos. Veja mais, a seguir.

Conteúdos mais longos tendem a receber mais visitas orgânicas:

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Conteúdos mais longos tendem a receber mais compartilhamentos em redes sociais:

como fazer um blog post

Conteúdos mais longos tendem a receber mais links:

como fazer um blog post

Você está lendo um post que já está com mais de 1.700 palavras até o momento, e temos muito para falar ainda. Então, mesmo não sendo o objetivo principal, espero te ver no topo da SERP, hein?

Mas, e se você quiser fazer um post para sua persona mais exigente, que você quer desesperadamente transformar em um cliente? A melhor opção pode ser um post de estudo de caso de sucesso.

Post de Case de Sucesso

Estudos de caso de sucesso, ou simplesmente cases, são posts que usam e abusam de Storytelling para mostrar como um cliente conseguiu sucesso por meio da parceria com a sua empresa.

Template de Blog Post - Case de Sucesso

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Bons cases de sucesso colocam o leitor a par dos desafios iniciais da empresa, mostram como eles evoluíram para procurar uma solução, como sua empresa os ajudou a superar os desafios iniciais e quais foram os resultados gerados.

A base de um case de sucesso que convence é o uso de dados reais. Eles serão a prova que seus serviços dão resultado e que o case não é baseado em achismo.

Dados reais podem ser quantitativos ou qualitativos.

Você pode mostrar como sua empresa de consultoria ajudou outra a empresa melhorar seus resultados de vendas, o que é medido e provado por números. Pode também mostrar como sua empresa de fotografia deu a um casal de noivos a melhor cobertura possível de seu casamento, o que depende de depoimentos, fotos e outros aspectos não mensuráveis.

Se nenhum desses tipos de post é o ideal para seus objetivos, personas e tema, confira nosso post com 58 tipos diferentes de posts.

Escolhendo os tópicos para seu post

Com as informações sobre por que, para quem, sobre o que, e como, é hora de planejar os pontos que seu post não pode deixar de falar.

No caso desse post, eu sei que para ensinar alguém a fazer um post, tenho que falar sobre planejamento, estrutura, redação e atualização. São 4 etapas fundamentais de um post que performa bem, portanto são tópicos que preciso ter em meu post.

Para cada tópico, tente mapear o que você vai falar, e quais são os desdobramentos desse tópico que você precisa abordar.

Se você quer chegar ao primeiro lugar do Google com seu post, essa etapa é uma das mais importantes, e vale a pena ler um post dedicado a como ranquear para qualquer palavra-chave.

Estruturando o post

Uma vez que você tem todo o seu planejamento completo, é hora de montar a estrutura de seu post.

Ela vai servir de base para sua produção, e é especialmente importante quando você está desenvolvendo posts com o objetivo de ranquear para uma palavra-chave difícil ou ensinar algum tema complicado.

O primeiro tópico para estruturar seu post vai te acompanhar até o fim da etapa de estruturação: a pesquisa.

Pesquisa, pesquisa e pesquisa

Você já tem seu tema estabelecido e já sabe como pretende abordá-lo, mas saber que você vai falar sobre produção de um blog post, por exemplo, não faz jus à complexidade do tema.

Durante as próximas etapas de estruturação, é importante tomar seu tempo pesquisando o tema. Aqui vão algumas dicas de como pesquisar um tema a fundo:

  • Pesquise todas as palavras-chave que conseguir pensar em relação ao tema no Google. Tente variações do óbvio e leia os primeiros resultados de cada busca.
  • Pesquisa em outras línguas. Nem sempre o mercado brasileiro é o mais avançado na sua área de atuação, e você pode ver o tema por outro ângulo com conteúdos estrangeiros.
  • Procure especialistas. Vá atrás das referências na sua área de atuação, e converse com elas.
  • Registre o que for descobrindo, e procure sempre comparar as informações.

A pesquisa é uma ótima oportunidade para mapear conteúdos que você não tem e que pode produzir, além de uma ótima forma de entender como seus concorrentes digitais estão abordando um tema.

Montando uma pauta de post

Agora é hora de começar a montar a base para como seu post ficará no final, e isso é feito por meio de uma pauta.

A pauta de um post deve conter esses elementos principais:

  • estrutura de tópicos;
  • resumo do que você vai falar em cada tópico e como vai abordar o assunto;
  • links para referências das suas pesquisas.

Vamos por partes.

Estruturando os tópicos corretamente

Os tópicos são a estrutura da sua pauta. Eles devem ser planejados para conduzir o leitor pela linha de raciocínio que você deseja, por mais simples que for.

Pense que seu post pode ser lido por visitantes minuciosos, que vão ler cada palavra do seu texto, e também por visitantes que podem estar com menos tempo ou interesse, e vão fazer uma leitura dinâmica, passando pelos pontos principais do seu post.

É possível conversar com esses dois tipos de visitante, através de uma estrutura que conta a história do que você deseja comunicar.

A forma mais fácil de fazer isso, que muita gente sequer conhece (eu não conhecia antes de entrar para a equipe da Rock Content), é usando a própria ferramenta de estrutura de tópicos que o Google Docs oferece.

Isso pode ser feito clicando em “Ver”, no menu acima, e depois em “Abrir estrutura de tópicos do documento”, como no exemplo abaixo:

como fazer um blog post

Quando você clica nessa opção, a estrutura dos tópicos de seu post vão aparecer ordenadas na lateral, como no print abaixo:

como fazer um blog post

O que essa estrutura faz é mostrar o esqueleto do seu conteúdo, com base em uma hierarquia que você decide, usando os recursos de título que o Google Docs oferece:

como fazer um blog post

No gif abaixo, eu mostro como a visualização do tópico muda na estrutura a medida que eu atribuo uma hierarquia diferente:

como fazer um blog post

O uso da estrutura de tópicos deixa a organização de seu post bem visual . É claro que ela pode sofrer mudanças a medida que você o produz, mas a melhor forma de garantir que tudo o que você planejou estará no lugar certo é seguir uma estrutura pré-determinada.

Vou usar esse post como exemplo mais uma vez, e mostrar como eu planejei a forma como conduzi o texto usando uma estrutura de tópicos.

Inicialmente, eu defini o título do post e o coloquei como “título”. Esse não precisa ser a versão final de seu título, mas já deve mostrar sobre o que post vai falar.

É importante pensar em um título que mostre valor para seu leitor, mesmo antes dele clicar. O valor passado deve, obrigatoriamente, estar contido no seu post. Se ele terminar a leitura sem ter o que o título sugeriu você terá um visitante insatisfeito.

Depois, eu peguei os 4 tópicos principais a serem abordados no post, como definido na etapa final de planejamento:

  1. planejamento;
  2. estruturação;
  3. redação;
  4. atualização.

Ao colocar esses 4 tópicos na estrutura, todos como ‘título 1’, pude me concentrar nos subtítulos de cada tópico. Assim defini que o tópico “Planejando o Post”, é dividido em 5 tópicos, e os listei como ‘título 2’.

Em cada tópico, coloquei um resumo do que precisava falar (resumo mesmo, algumas palavras-chave para ter como guia), além de links de conteúdos que tem informações que podem ajudar a desenvolver um raciocínio.

Assim terminei com um esqueleto de tudo que precisava colocar dentro desse post.

Estruturar seu post não é um facilitador apenas para você e para os leitores. Ele também é uma ótima forma do Google entender sobre o que seu post fala.

Estruturando para o Google

Se você vai produzir um artigo que tem como objetivo chegar ao primeiro lugar do Google, é importante facilitar o processo para ele perceber do que seu post trata.

Se, durante seu processo de pesquisa da internet, o Google entra nesse blog post, vai entender que o tema central é o passo a passo de como fazer um blog post. Essa informação está no título, portanto representa o que há de mais importante na página.

Da mesma forma, ele vai entender os 4 tópicos marcados como “título 1” como os pontos principais que sustentam esse tema central.

A medida que os títulos têm números mais altos, sua hierarquia de importância diminui.

Se eu quisesse colocar esse post no topo do Google para a palavra-chave “estruturando um post para o Google”, certamente esse tópico que você está lendo teria um destaque maior.

Ele seria um título principal, ou 1, e não um título 3 como agora.

Caso alguém faça uma busca sobre o processo de criação de um post, o Google vai entender que esse texto aborda exatamente esse tema, e pode considerar colocá-lo como opção.

Já se alguém buscar por como estruturar um post para o Google, a ferramenta de busca pode escolher colocar outros posts na frente, que tenham esse tema como tópico central.

Ranquear posts é complexo e depende de vários fatores além dos títulos internos. Se seu objetivo principal é SEO, e você está de olho em uma palavra-chave específica, recomendo ler este texto, que ensina os segredos de como ranquear para qualquer palavra-chave.

Outro estrutura que vai te ajudar a performar bem em ferramentas de busca é o Bigode. O bigode é o parágrafo que vem logo depois do título principal do post, mas antes da introdução.

Ele tem como objetivo sintetizar o tema em um parágrafo curto, e é importante principalmente para conquistar a posição 0 do Google, ou feature snippets. Isso acontece quando o Google seleciona um parágrafo de um post para aparecer diretamente quando uma busca é realizada.

Procure a palavra-chave “SEO” no Google, e você vai encontrar um resultado semelhante a esse:

Em destaque estão a palavra-chave (SEO) e o feature snippet escolhido pela ferramenta de busca. Perceba que ele é uma resposta rápida para aqueles usuários que querem uma definição simples do termo buscado.

Principalmente em posts que tem como objetivo ranquear, se planejar para tentar conquistar o feature snippet é uma estratégia que dá muito resultado!

Redigindo o post

Uma vez que você tem a estrutura, com todos os tópicos organizados, chega a parte de sentar e realmente redigir seu post.

Se você organizou tudo até aqui, essa parte não deve ter muito segredo. Você vai escrever cada tópico pensando em como ele é parte do todo do seu texto, mas alguns pontos merecem atenção especial:

Achando pontos de conversão

É hora de pensar em como fazer o máximo com as visitas que seu post suou para conseguir.

A conversão cumpre diferentes objetivos em diferentes estratégias de Inbound Marketing. Para algumas empresas o objetivo é gerar leads, em outras a ideia é levar a pessoa a se cadastrar para um serviço. Você pode querer ainda simplesmente fazer a pessoa transitar por outras páginas de seu site.

Para todos os objetivos, a palavra de ordem aqui é relevância.

Converter uma pessoa depende de oferecer um produto, serviço ou vantagem para um visitante, pedindo em troca alguns dados ou ações pessoais (isso vai depender do objetivo da conversão).

Só que para poder pedir alguma coisa de seus visitantes, sua oferta deve realmente ter valor para ele. Isso pode ser um conteúdo, uma oferta em um formato específico, um acesso específico, mas todas devem ter relação direta com o tema do post.

Nesse post você já passou por alguns pontos de conversão. Vou mostrar por que escolhemos alguns desses pontos e o que esperamos com eles.

No fim da introdução do post, coloquei esse parágrafo:

como fazer um blog post

Nele, sugiro que quem ainda não tem uma estratégia de marketing de conteúdo baixe nosso ebook com os primeiros passos para o tema. É uma forma de mostrar que esse post pode não ser adequado para uma pessoa nessa situação e, ao mesmo tempo, oferecer uma solução.

Com isso, eu não estou apenas abrindo a oportunidade para gerar novos leads, mas também garantindo que esses leads entendam melhor como funciona uma estratégia de produção de conteúdo e caminhem pelo funil de vendas.

O visitante que baixar esse ebook e voltar neste post após lê-lo, vai ter um entendimento melhor das estratégias que abordo aqui.

Mais para frente, quando explico o que são alguns tipos básicos de post, ofereço templates com instruções mais específicas sobre cada tipo. Mais uma vez a palavra é relevância.

Quem acessa esse post para entender como produzir um post no formato “guia completo”, vai ver em um template uma oferta valiosa para poupar tempo e melhorar o entendimento desse tipo de post.

Uma vez que o visitante vê valor e converte na oferta, podemos iniciar uma estratégia de nutrição de leads.

Quando o assunto é pontos de conversão, o segredo é ler seu post e buscar lacunas de conceitos ou assuntos que podem dar lugar a uma oferta que entregue valor claro ao visitante.

Recomendo acessar o Rock Convert, nosso plugin para WordPress de criação e gerenciamento de pontos de conversão. Com ele, você automatiza o processo de criação de pontos de conversão em seu blog, garantindo resultados mais rápidos.

Usando links

Links são parte importante do seu post, e eles podem ser divididos em links internos e externos.

Links internos são aqueles que apontam para páginas do seu próprio domínio. Links externos apontam para outros domínios. Para colocar links em seu post, a regra é visar apenas gerar valor.

Linkar por linkar não é uma atitude bem vista por ferramentas de busca, que podem considerar uma ação de spam. Links devem ser colocados em pontos onde eles realmente acrescentam valor para seu post.

No começo desse post eu coloquei dois links, neste parágrafo:

como fazer um blog post

A ideia aqui é alinhar expectativas com os visitantes, avisando para quem este post se destina. Para quem não sabe nada sobre como criar um blog, ou divulgar conteúdo, ter um link nesse momento do texto é um divisor de águas.

O visitante pode escolher parar a leitura e visitar os temas que ele ainda não conhece, para depois voltar aqui.

como fazer um blog post

Neste trecho acima, eu coloquei um link externo para o blog da Hubspot, onde se encontra a pesquisa que referenciei. O link aqui tem um objetivo claro: dar a fonte para a pesquisa que serviu de base para meu argumento.

Não deixe de fazer links, mas sempre pense: esse link precisa existir?

Colocando imagens, vídeos e gráficos

Como mencionado, algumas pessoas não vão ler seu post na íntegra. Você não pode obrigar ninguém a ler cada palavra que você escolheu (e você nem quer fazer isso). Mas pode facilitar para quem vai passar o olho a ver valor no seu post.

Uma das formas mais eficazes de fazer isso é usando mídias em seu post.

Além de serem muito úteis para posts que procuram passar um conhecimento, mídias ajudam a reter a atenção dos leitores ao quebrar uma sequência de texto puro.

Lembre que mídias também seguem a regra da relevância. Seu uso pode variar muito dependendo do seu público. Em mercados mais tradicionais, colocar gifs como os do início deste post seria um tiro no pé. Para nossa persona sabemos que é interessante.

Mas as mídias que têm mais valor para seu post são aquelas que passam valor por si só.

Neste post usei prints dos gráficos gerados pela Hubspot em um estudo completamente relevante para o tema abordado aqui, além de prints de instruções de como fazer uma estrutura de tópico.

Procure essas lacunas, e preencha com mídias. Seu texto vai ganhar muito valor, além de escaneabilidade. O que nos leva ao próximo tópico.

Tornando seu post escaneável

Escaneabilidade é o termo que usamos para definir quanto seu texto é fácil de ler e interpretar, mesmo que não lido na íntegra.

Em seu vídeo no YouTube sobre o assunto, Vitor Peçanha dá um ótimo exemplo de como a escaneabilidade muda a forma como absorvemos informações:

Seguindo as instruções do Peçanha, vou deixar a lista das principais maneiras de melhorar a escaneabilidade de seu conteúdo, começando pelas que ainda não usamos:

  1. usar bullet points;
  2. usar negrito e itálico;
  3. fazer parágrafos curtos;
  4. definir intertítulos;
  5. usar mídias;
  6. fazer links.

Perceba como este post não contém nenhum parágrafo muito maior que 4 linhas, além de ter as informações mais importantes em negrito.

Mesmo leitores motivados vão ter dificuldade de ler seu conteúdo se ele for uma caixa de texto enorme. Garanta que seu post flui bem, e que não existem pontos onde o seu leitor pode querer fugir.

Se você seguiu os passos até aqui, vai ter em mãos um post com potencial de ranquear, converter e encantar, mas o trabalho não acabou.

Atualizando o post

Atualização frequente e com consistência é um dos mais de 200 fatores de rankeamento do Google, e por uma boa razão.

O Google quer que seus melhores resultados estejam o mais atualizados possível, isso quer dizer que eles devem receber atualizações que tragam novas informações para seus leitores.

Não pense nisso como uma forma de ranquear melhor, e sim uma forma de ter o melhor conteúdo sobre um determinado tema! Para tal, veja as próximas dicas.

Revisando seu post

Tome algumas horas do seu dia de tempos em tempos para ler seu conteúdo e procurar por pontos de melhora. Procure links úteis que você não fez da primeira vez, ou informações novas que podem ser acrescentadas.

Pense em novos conteúdos que você fez que podem estar linkados no texto, ou outros formatos de conteúdo úteis para aquele tema.

Acrescentar um vídeo em um post, por exemplo, pode ser uma ótima forma de tornar seu conteúdo mais valioso para seus leitores.

Pesquisa, pesquisa e pesquisa

De volta a pesquisa!

Eu não sei qual a área de atuação da sua empresa, ou qual o tema central de seu blog/post, mas arrisco dizer que existe sempre abertura para novas informações.

A melhor maneira de ser proativo em relação a atualização do seu conteúdo é estando na crista do seu tema. Se você sabe todas as novidades em relação ao tema do post, saberá de antemão a necessidade de atualizá-lo.

Com essas dicas você já tem uma base sólida de como produzir ótimos blog posts, focados em entregar valor para seus leitores.

Se quiser aprender mais sobre produção de conteúdo, recomendo conhecer nosso curso sobre Produção de conteúdo para a Web, da Universidade Rock Content.

Curso Produção de Conteúdo para Web
conteúdo em vídeo: como aplicar essa estratégia

Conteúdo em vídeo: entenda o porquê dessa febre e como aplicar em sua estratégia

O mundo em que vivemos está em constante mudança, evoluindo e se reinventando. Isso vale para todos os âmbitos! A seta do tempo aponta para o futuro, e isso não é diferente com o modo de fazer negócios e de criar conteúdos nunca antes vistos.

O uso de conteúdo em vídeo, nas estratégias de marketing digital, já é uma das iniciativas diretamente responsáveis por fomentar as novas tecnologias e se alinhar aos usuários, consistindo em uma das principais ferramentas na busca por conhecimento, entretenimento, serviços e produtos.

Para mostrar isso, vamos lembrar alguns dados importantes:

Diante desses dados, percebemos o quanto essa tendência é evidente. Para também ter acesso a esses benefícios, siga a leitura e veja como tirar proveito dos vídeos em suas ações!

O que é o marketing em vídeo?

Os vídeos são líderes quando falamos sobre inovação de conteúdo, pois representam uma maneira muito mais confortável para o usuário absorver informações, levando em conta o ritmo cada vez mais acelerado que levamos neste mundo futurista.

Melhor do que parar para ler ou ver imagens é poder assistir a um vídeo com todas as informações das quais você precisa sendo exibidas de maneira clara, objetiva e divertida, gerando uma perspectiva diferente e um engajamento mais eficiente.

Não por acaso, a sensação é de que aquela empresa está falando diretamente para você, quase como uma conversa. Isso sem contar na facilidade de consumir esse conteúdo, já que é possível assistir a um vídeo em momentos e lugares onde não seria possível ler.

Assim, a estratégia de marketing em vídeo envolve a produção e utilização tanto de vídeos curtos quanto mais longos, dependendo da necessidade para determinado serviço.

Por isso, é uma ação que atinge todas as fases do funil de vendas, desde o topo (atração), passando pelo meio (conversão), até o fundo (venda). Também funciona na retenção de clientes, fortalecendo a marca em suas campanhas publicitárias e vídeos educacionais.

Quais são os benefícios do conteúdo em vídeo?

Como podemos ver, grande parte das empresas de todo o planeta já utiliza vídeos em sua estratégia e sabe o quanto isso gera ótimos resultados, e em pouco tempo. Mas e você, já conhece os principais benefícios?

Aqui, vamos explicar quais são eles, e os motivos pelos quais realmente farão seu negócio crescer de forma sólida e eficaz!

Gera mais engajamento

Já se sabe que 60% dos internautas sempre vai preferir ver o vídeo de um conteúdo do que ler um texto, se tiver a oportunidade para isso.

E isso vai além do gosto ou não pela leitura. Mesmo as pessoas que são leitoras assíduas tendem a clicar em um vídeo que tenha as informações de que ela precisa. É uma forma mais imediata de resolver um problema ou tomar uma decisão, e o tempo poupado com isso é valiosíssimo.

Impulsiona ainda mais o ranqueamento

O Google valoriza cada dia mais a relevância dos conteúdos criados para os internautas. Sendo assim, por meio de constantes aperfeiçoamentos nos algoritmos, ele vem identificando os vídeos de qualidade, impulsionando-os para o topo.

Isso acontece, especialmente, se o seu vídeo gerar engajamento com a marca e com o produto. Inevitavelmente, isso vai ajudar no tráfego orgânico e a utilização dos vídeos vai ser tornar ainda mais imprescindível.

Converte melhor

Os vídeos envolvem uma técnica poderosíssima, que funciona muito bem no quesito convencimento: o storytelling.

Ele é usado por meio de imagens, personagens, locuções e trilha sonora para contar uma bela história, que crie uma identificação muito mais profunda do que um texto faria.

A conversão não se faz sozinha e, por isso, é de extrema importância atentar para a narrativa trazida no conteúdo. Um vídeo animado, por exemplo, permite uma infinidade de possibilidades para a elaboração de algo fantástico.

Tudo depende da sua imaginação. A conversão depende de uma habilidade indispensável para qualquer ação de marketing e vendas: a persuasão. E não é difícil imaginar como os vídeos se saem nesse quesito.

Uma ótima dica são os vídeos explicativos, seja sobre um produto, seja sobre a empresa, e até mesmo sobre o próprio conteúdo apresentado em um blog post.

Educa melhor o cliente

Educação é a palavra-chave quando se trata de marketing digital. Um usuário pode realizar uma conversão se for devidamente educado a compreender o seu serviço e, naturalmente, passa a se interessar de uma forma verdadeira.

Isso pode (e acontece bastante) criar um promotor para o seu produto e marca, mostrando que uma versão atualizada do bom e velho marketing boca a boca ainda tem sua utilidade.

Agora, imagine acessar um site sobre um assunto sobre o qual você deseja aprender e se deparar com um vídeo logo no início, prontinho para dar play e apresentar tudo aquilo que você busca. Eficaz, não é? É quase certo que você vai passar mais tempo nessa página do que faria se precisasse ler um texto enorme.

O ROI será maior

Já citamos no início do post que o marketing em vídeo gera um ótimo ROI para as empresas e pontuamos aqui para reforçar isso.

E por quê? Porque você pode se questionar sobre o custo da produção de um vídeo, que nem sempre envolvem preços baixos, já que exigem profissionais bastante qualificados e processos minuciosos, bem executados e bem escritos.

A dúvida sobre o investimento e o retorno disso pode surgir nesse momento, mas é válido lembrar: mais de 80% das empresas afirmam que os vídeos geram um bom retorno sobre o investimento feito.

Se isso ainda não for o suficiente para convencer você, também vale esclarecer que, apesar da enorme importância de produzir um vídeo de alta qualidade, isso não é uma obrigação.

Também há a possibilidade de utilizar alguns softwares de edição online para recortar, colar, inserir som e finalizar um vídeo para postagem.

No final das contas, o conteúdo como um todo é o que fará a diferença. Se a sua mensagem for passada de forma clara e criativa, mesmo que não esteja excepcional, os resultados chegarão.

Quais os tipos de conteúdo em vídeo existentes?

Ok, chegamos em um ponto-chave da estratégia de marketing em vídeo: qual é o tipo de vídeo ideal para o meu conteúdo?

Falamos acima sobre criatividade e o quanto ela é importante na produção de um vídeo. Isso engloba também o tipo ou estilo de vídeo que será feito. Não existe uma barra que defina qual estilo chamará mais atenção e gerará mais engajamento.

Porém, nem sempre é fácil decidir por onde ir, mesmo com toda essa abertura. Isso acontece especialmente quando você já está acostumado a produzir textos, em que o conteúdo em si muda a cada nova postagem, mas o layout e o design da página continuam os mesmos.

Nos vídeos, o apelo visual é muito maior e, por isso, a variedade entre um vídeo e outro também é um diferencial.

Pensando nisso, separamos os tipos de vídeos mais populares e falamos um pouco sobre cada um deles a seguir!

1. Vlogs

Você provavelmente já percebeu que vlogger é uma profissão recente e de enorme sucesso, certo? Isso não é por acaso — os vlogs são produtos que fazem parte dos novos meios de comunicação.

Por meio deles, é possível ver notícias e atualidades em geral, aprender desde coisas básicas até extremamente complexas, se entreter, e muito mais. Para o produtor, é um trabalho de custo relativamente baixo e de enorme alcance, traduzindo um ótimo investimento para quem encara.

Você pode, por exemplo, gravar uma série inteira de episódios curtos no mesmo dia, que poderão render várias semanas de postagens, e isso pode ser feito em uma sala simples, com uma câmera razoável.

Mas lembre-se sempre: o conteúdo é a sua pedra preciosa que precisa ser lapidada com maestria.

2. Webinars

Há pouco tempo, o Skype era a ferramenta mais conhecida para fazer reuniões e conferências remotamente, em tempo real.

Isso mudou com a chegada do excelente Google Hangouts, uma maneira mais simples de realizar essas mesmas reuniões, porém, integrado a todos os outros serviços da Google.

Uma das facilidades que ganhou de vez a preferência da maioria dos usuários é a possibilidade de gravar e armazenar aulas, seminários, tutoriais, guias em vídeos e disponibilizá-los para todos os seguidores ou clientes.

Até mesmo congressos importantíssimos que, antes, seriam feitos somente em um lugar físico, agora, estão disponíveis para qualquer pessoa, em qualquer lugar do mundo e ao vivo.

Se os vlogs são baratos, os webinars são mais ainda. Muitas vezes, não é necessário nenhum tipo de edição, roteiro ou encenação.

É algo mais semelhante a uma reunião ou uma aula e, em alguns casos, com interação direta entre os participantes, possibilitando entrevistas e resolução de dúvidas, sem necessitar de espera.

3. Tutoriais

Praticamente todo consumidor de conteúdos em vídeo já viu pelo menos um tutorial. É quase certo que você mesmo tenha assistido a alguns e, quem sabe, até feito algum curso completo, totalmente por meio de vídeos.

É algo que, há alguns anos, só seria possível aprender procurando alguma boa escola, muitas vezes de alto valor.

Existem diversos vloggers que iniciaram produzindo tutoriais e que, atualmente, têm uma grande empresa em sua própria área e isso é simples de entender.

Afinal, você evita uma leitura extensa e, algumas vezes, sem nenhuma imagem sobre o que se estuda, para assistir a um vídeo que mostra o passo a passo exato, que, seguido à risca, dificilmente, dará errado.

Isso também ajuda a construir algo que toda empresa almeja: se tornar uma autoridade e uma referência no segmento.

Mas a questão não é simplesmente fazer um passo a passo, como em um livro de receitas. Os consumidores vão esperar de você um contato mais direto e pessoal, uma comunicação cativante que os guie de forma confortável.

Nunca deixe a entender que você não se importa o suficiente com o sucesso do usuário naquela tarefa.

4. Depoimentos

Depois de certo tempo criando conteúdos relevantes para sua persona, é esperado que alguns cases de sucesso comecem a surgir. É uma ótima oportunidade para coletar esses depoimentos e usá-los para mostrar aos novos visitantes o quanto o seu produto é importante.

Nesse sentido, criar vídeos que mostrem quem são as pessoas por trás desses cases de sucesso é algo que vai agregar muito valor. Isso se torna um elogio e uma promoção espontânea para a sua empresa.

Porém, não deixe de prestar atenção nas boas práticas com os seus clientes. Não seja invasivo, pois muitos não têm interesse em ser gravados ou exibidos. É preciso respeitar isso completamente.

Um modo de facilitar a entrega desses depoimentos é a realização de eventos que promovam a participação desses clientes. Isso aumenta as chances de se sentirem mais à vontade para fazerem declarações, mesmo que curtas, mas, ainda assim, capazes de causar grande impacto.

Oferecer descontos nos serviços para os clientes satisfeitos que disponibilizarem depoimentos, ou promover algum tipo de concurso para que relatem o motivo pelo qual recomendam o seu serviço são maneiras interessantes para viabilizar essa coleta.

5. Animações

São os preferidos de muita gente, pelo simples motivo de deixarem os usuários mais motivados com grandes paletas de cores e personagens divertidos que geram bem-estar.

São mais baratos de se produzir do que os vídeos com pessoas reais e, inclusive, muitas vezes, produzidos por uma equipe muito pequena.

exemplo de vídeo animado

Nesse universo animado, existem vários estilos de vídeos que podem ser usados, como as animações em quadro branco, em colagem, 3D, e um dos mais usados na estratégia de conteúdo em vídeo: o Motion Graphics

Em sua maior parte, o Motion Graphics é caracterizado por animações 2D, e é um ótimo estilo para a criação de vídeos explicativos e institucionais, como no exemplo abaixo:

Quais os principais cases de sucesso?

Qual a melhor maneira de compreender o sucesso que conteúdos em vídeo podem proporcionar, se não mostrando exemplos reais de empresas bem-sucedidas?

Uma boa amostra é o caso da Headspace, um aplicativo desenvolvido para ensinar, auxiliar e guiar a meditação. O uso de vídeos deu tão certo que passou a produzir séries com episódios curtos, dando dicas de como meditar melhor.

Em 2013, a Volkswagen teve a difícil missão de anunciar o fim da fabricação da Kombi. Em um vídeo marketing genial, foi narrada a história do veículo, e o que talvez pudesse desvalorizar a marca acabou se tornando um viral que venceu vários prêmios no Festival de Cannes.

Por sua vez, a YumYum Vídeos é uma empresa que se tornou um sucesso ao usar a estratégia, produzindo conteúdo em vídeo para eles mesmos e para várias grandes empresas, como Fox, DocuSign, Red Bull, American Express, entre outras.

As estratégias de marketing em vídeo não são mais apenas uma tendência. Para ver os seus números aumentarem, não deixe de apostar na estratégia.

Está preparado para iniciar a sua estratégia utilizando conteúdo em vídeo, mas ainda quer aprender sobre as estratégias de marketing de vídeo? Então não deixe de ler nosso guia sobre o assunto!

marketing em video

conteúdo abrangente

Entenda o que o Google quer dizer com abrangência do conteúdo e conquiste as melhores posições

Você gastou muito tempo se preparando para iniciar a sua estratégia de marketing de conteúdo.

Além de todo o planejamento, dedicou-se a criar e otimizar um blog com as melhores práticas de SEO. Agora, é hora de produzir, de fato, o conteúdo.

Ao buscar as recomendações do poderoso Google, você descobre que a chave para ranquear na primeira página é abrangência do conteúdo. Porém, na prática, o que isso significa?

Conteúdo de qualidade” é um termo vago, até porque muita gente acha que tem conteúdo melhor do que o dos concorrentes.

Para não ficar só no achismo, que tal descobrir de uma vez por todas o que o Google quer dizer quando fala sobre conteúdo de qualidade?

Para começar, é preciso entender o conceito de content comprehensiveness que a companhia estabeleceu. Vamos lá!

O que é content comprehensiveness?

Em tradução livre do inglês, o termo “content comprehensiveness” seria algo como “facilidade de compreensão do conteúdo”.

Em outras palavras, é a sua habilidade de deixar o conteúdo do jeito que o seu público quer e precisa. Sem dúvida, uma tarefa bem difícil.

Mas ela pode ficar mais fácil de compreender (sem trocadilho) e aplicar se você levar em conta estes 5 princípios básicos ao produzir cada peça de conteúdo.

1. Intenção

“O que a minha persona quer quando faz uma busca no Google?” é a pergunta que você deve se fazer antes mesmo de começar a planejar o seu conteúdo.

A mesma pessoa pode esperar resultados completamente diferentes de acordo com a etapa da jornada de compra em que se encontra.

Cabe a você descobrir que tipo de dúvida ou problema a sua persona quer sanar ou resolver. A partir daí, já terá o norte que o seu conteúdo precisa para fazer sucesso.

Saber a intenção do usuário ao fazer uma busca ajudará, por exemplo, a determinar o tamanho do conteúdo que produzirá sobre o tema.

2. Implicações

Depois de saber que tipo de conteúdo a sua persona quer, é preciso considerar como ela vai ficar depois de consumi-lo, de que modo ela será afetada.

De maneira bem resumida, as implicações tratam de como o seu conteúdo afetará o público.

Páginas que envolvem a saúde, bem-estar ou vida financeira dos leitores — chamadas de YMYL — recebem um tratamento ainda mais cauteloso do Google.

Por exemplo, um post sobre investimentos na bolsa de valores pode afetar consideravelmente as economias do leitor.

Assim, para esse tipo de pesquisa, o Google vai priorizar conteúdos escritos por economistas e outros especialistas em ações.

3. Subtópicos

Se o seu conteúdo for longo, de acordo com a intenção de busca do público, vale expandir a busca do termo principal para encontrar subtópicos que tratem de nuances relevantes do assunto.

Nos artigos longos, como guias, essas divisões são essenciais. Afinal, você tem a chance de se aprofundar mais em uma pequena parte de um assunto amplo. É até possível que muitos leitores entrem na página em busca de um subtópico específico.

No entanto, lembre-se que os subtópicos também são necessários em artigos menores, para aumentar a escaneabilidade do conteúdo.

4. Perguntas

Quais perguntas a sua persona se faz? E, mais ainda, como ela gostaria de receber a resposta? Pensar nisso também é fundamental para que você escolha os temas certos e fale em uma linguagem que a sua audiência gosta de ouvir.

As perguntas são constantes no maior site de pesquisas do mundo, e os seus possíveis clientes fazem buscas usando esses termos. Adaptar-se a isso fará grande diferença.

5. Tendências

Por mais que alguns assuntos estejam sempre em evidência, não há nada de errado em se aproveitar de tendências e assuntos relevantes no momento para conquistar posições no Google.

Descobrir o que faz mais sucesso entre a sua audiência, e incluir conteúdo relacionado a essas tendências nos seus posts, pode ajudar a subir os degraus que faltam para alcançar o topo das buscas.

Content Trends Enterprise

Por que se preocupar com o que o Google considera conteúdo compreensivo?

O Google é o maior buscador do mundo, e não dá para simplesmente ignorá-lo como canal de atração.

Além disso, se a sua estratégia for bem executada, você garante que as pessoas certas cheguem até o seu conteúdo, ou seja, pessoas que podem se tornar clientes e até defensoras da sua marca.

Só isso já faz a opinião do Google valer muito, já que esse canal é mais confiável do que outros, como as redes sociais, que frequentemente diminuem o alcance orgânico em favor de anúncios.

Além disso, o Google não é de fazer promessas vazias. Basta ver como as pessoas ficam desesperadas com cada simples rumor com respeito a uma mudança drástica no algoritmo.

Então, se o buscador prometeu que vai avaliar as posições das páginas com base na qualidade do conteúdo, acredite e se prepare para isso o quanto antes.

Quais os principais motivos para criar conteúdo de qualidade aos olhos do Google?

Produzir conteúdo abrangente e que tenha o selo de qualidade do Google vale muito a pena para todos os que se dedicam a fazer isso.

Não importa o tamanho do seu negócio nem o segmento em que atua, pode ter certeza de que, se o seu padrão de qualidade para os conteúdos da sua marca for elevado, ele terá os seguintes benefícios.

SEO

O primeiro — e mais óbvio — motivo é que criar conteúdo de acordo com o padrão do Google melhora as suas chances de se posicionar bem nas buscas.

Com isso, vem o aumento do tráfego orgânico qualificado, que significa maior alcance da sua mensagem e dos seus produtos.

Guia do SEO 2.0

Experiência do usuário

A experiência do usuário não deve ser uma prioridade só porque é um dos fatores que o Google considera. Pelo contrário: deve ser prioridade porque você não terá resultado nenhum, independentemente de que posição esteja nas pesquisas, se as pessoas acessam e não gostam do seu conteúdo.

E conteúdo de qualidade melhora radicalmente a experiência do usuário.

Autoridade de marca

As pessoas buscam por empresas que passem credibilidade e nas quais elas sintam que podem confiar. Um bom conteúdo faz total diferença em como as pessoas verão o seu negócio.

Conteúdo de qualidade, que gera valor real sem interesse imediato, mostra compromisso. Ele, por sua vez, gera confiança, e confiança torna mais fácil romper objeções de venda.

Capacidade de persuasão

Persuasão é a arte de convencer pessoas a respeito de uma ideia, propósito ou da compra de um produto. A melhor forma de convencer alguém é por meio de argumentos bons, que apelem para:

  • a capacidade delas de raciocinar de forma lógica;
  • as suas emoções e os seus sentimentos mais íntimos, que entram em ação mesmo quando não percebem.

O conteúdo bem produzido é capaz de persuadir, o que resulta em conversões para o seu processo comercial.

Como criar conteúdos abrangentes e bombar os seus resultados no Google?

Como produzir conteúdo que o Google considera relevante e abrangente? Essa é a grande questão, ainda mais considerando que o número de empresas que já investe em conteúdo cresce a cada ano.

A resposta está nas 4 dicas que você vai ver abaixo. Não existe segredo, nem fórmula mágica. É bem provável que você já tenha visto em outro lugar o que vai ler aqui.

A diferença mesmo está em você. Isso mesmo: está em você e na sua capacidade de aplicar o que vai ler agora. Se agir de acordo com as dicas, seu blog será bem visto pelo Google e, principalmente, pelo público.

1. Desenvolva (e atualize) a sua persona

Conhecer a fundo sua persona é a missão número 1. Se não cumprir essa etapa, nada do que falamos até agora é possível.

Considerar a persona errada, ou não ter persona nenhuma, vai te atrapalhar em todas as etapas na missão de criar conteúdo compreensível e abrangente aos olhos do Google.

Mesmo que você já tenha uma persona bem definida, atualize-a sempre que necessário. Com esse detalhe você evitará o risco de criar estratégias ultrapassadas e pouco eficazes.

2. Crie conteúdo difícil de replicar

Conteúdo diferenciado e difícil de replicar nem sempre significa fazer o artigo mais longo que existe sobre determinado tema.

Não se esqueça de que a contagem de palavras nem sempre é o melhor indicador de qualidade, mas sim a forma como o material vai impactar o público e satisfazer a sua intenção de busca.

Estamos falando sobre pesquisa profunda, entrevista com especialistas, técnicas de storytelling e outros recursos que façam do seu conteúdo algo único.

3. Foque a sua atenção em tópicos específicos

Vale mais a pena se tornar referência em uma série de tópicos específicos que se relacionam entre si do que tentar falar sobre todos os assuntos que cercam a sua área de atuação.

Você se lembra de que as pessoas sempre buscam autoridades? Especialistas em um assunto, ou uma série de tópicos relacionados, conseguem criar uma imagem melhor nesse sentido do que generalistas.

4. Use recursos visuais de qualidade

Gerar valor para o usuário é o seu foco principal, certo? Recursos visuais de qualidade só vão acrescentar. Use-os na medida certa e você vai ver como o seu público se sentirá motivado e engajado com o conteúdo de forma geral. Isso inclui imagens de alta resolução e vídeos bem elaborados.

Produzir conteúdo abrangente e de alta qualidade tem muitos desafios, alguns dos quais você só conhecerá na prática. Mas os resultados compensam bastante.

Quem toma tempo de descobrir o que a persona quer e precisa, e fala com ela da forma mais certeira possível, sempre terá benefícios a colher.

Agora que você entendeu a importância da abrangência do conteúdo para a experiência do leitor, não deixe de conferir nosso ebook sobre Copywriting, para descobrir a essência dos textos que convertem!

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O que fazer com conteúdos antigos

Saiba como lidar de forma estratégica com os conteúdos antigos do seu blog

Existem diversos motivos para uma empresa criar e alimentar um blog: divulgar a marca, ter um canal de interação, a possibilidade de educar seus leads para uma aquisição consciente ou afirmar sua autoridade no mercado.

Seja qual for o objetivo da sua estratégia de conteúdo, que pode variar a cada ciclo, é fundamental que o que foi produzido seja atualizado e valioso para o público que o lê, certo?

Paralelamente, trabalhar para que seus conteúdos estejam sempre alinhados com as novas tendências e acontecimentos também pode garantir um bom rankeamento nos mecanismos de buscas.

Melhores posições, maiores chances de atrair novos interessados e assim por diante. Resumidamente, é fundamental manter seu blog atual.

Pensando nisso, reunimos aqui um material prático de como fazer a gestão dos posts publicados, e principalmente, quais as ações mais aconselháveis para lidar com conteúdos antigos.

Confira!

Quais tipos de conteúdo podem existir no meu blog?

Antes de saber o que fazer com os conteúdos antigos, primeiramente é preciso analisar a natureza dos seus materiais, e, para os blogs, existe uma classificação inicial que os separam em dois tipos.

Conteúdos noticiosos

São conteúdos que retratam novidades do mercado, como aquele que recentemente explicou sobre o vazamento de informações de 100 milhões de usuários do Quora.

Além de darem detalhes sobre os acontecimentos, também podem trazer opiniões ou críticas dos responsáveis pelo conteúdo e empresa.

Uma loja de produtos eletrônicos poderia ter publicado a notícia sobre a homologação da Anatel para os carregadores magnéticos da Apple Watch que aconteceu no segundo semestre de 2018.

conteúdos antigos exemplo

Além de demonstrar atenção aos acontecimentos do mercado e que a sua empresa é uma autoridade no assunto, esse tipo de post também poderia atrair interessados e potenciais compradores de forma orgânica pelo engajamento com a novidade.

Segundo a Content Trends 2018, isso é mais do que verdadeiro, pois 86,7% de seus respondentes relataram que a busca orgânica do Google é o principal canal que utilizam para encontrar conteúdos e notícias.

Assim, para que seja eficaz em seu propósito, você deve zelar pela veracidade dos fatos e ter uma estratégia para canalizar o volume mais intenso de visitas para outros conteúdos do seu blog.

Conteúdos evergreen

Traduzindo “evergreen” temos a expressão “sempre verde”, ou, fresco. Ou seja, é um conteúdo que ao longo do tempo permanece útil para o leitor.

Dicas de como lavar o cabelo de um bebê, por exemplo, não têm quase nenhuma diferença da época dos nossos avós e hoje. Bebês continuam sendo bebês e banho continua sendo banho, não é mesmo?

É bem provável que a maior parte dos conteúdos lidos na internet sejam desse tipo mais perene.

Na SEO Trends 2018, é no longo prazo que as empresas mais percebem resultados de suas estratégias de marketing de conteúdo e otimização para os mecanismos de buscas.

Dessa forma, listas, passo a passo, tutoriais, definições e outros tantos independem do momento atual e permanecem úteis se forem constantemente otimizados.

O conteúdo evergreen traz uma série de benefícios para a estratégia do blog, como:

  • reforça a autoridade da marca;
  • educa os leads sobre as características de um produto ou serviço que devem ser consideradas na compra;
  • podem ser utilizados como links em outros conteúdos;
  • atraem mais interessados;
  • são ótimos para serem compartilhados espontaneamente pelos leads.

O próprio post que explica o que são conteúdos evergreen é um exemplo clássico desse tipo de material.

Conteúdos antigos post evergreen

Aliás, ao iniciar sua leitura, é possível ver que co-funder da Rock Content Vitor Peçanha originalmente publicou esse material em 19 de novembro de 2013, mas o conteúdo foi atualizado pela última vez em maio de 2018.

Ou seja, o conteúdo é perene, necessário, assim como as dicas de como dar banho em bebês, mas ao longo dos anos, precisa ser atualizado para que continue relevante para a estratégia de conteúdo e sirva de fundamento para promover produtos e serviços.

Assim, um e-commerce especializado em produtos infantis pode usar esse tipo de conteúdo para promover uma almofada para o banho do bebê. A atividade continua sendo a mesma, mas o produto facilita, e muito, o processo.

Entendendo essa diferenciação, fica claro que o foco das atualizações de posts está nos conteúdos evergreen, que precisam continuar sendo úteis por um longo tempo.

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E quais seriam os problemas de não atualizar os conteúdos do blog?

A resposta mais lógica para essa pergunta é: um conteúdo desatualizado vai espantar seus leads e colocar em cheque a autoridade da empresa.

No mundo digital é preciso viver na velocidade dos acontecimento, caso contrário, algumas consequências ruins poderão ser observadas.

Seu cliente pode achar que sua empresa saiu do mercado

Seja pelos snippets nos resultados da busca, layout do blog ou o próprio conteúdo e suas referências, o cliente que percebe a falta de atualização pode questionar se a empresa ainda está, de fato, funcionando.

É uma pergunta válida, afinal de contas, o ambiente online é um dos principais canais para gerar negócios, e se a empresa não está atuando nele, é porque talvez aquilo não seja sua prioridade ou interesse atual.

O conteúdo desatualizado pode influenciar negativamente a jornada do cliente

Um conteúdo como mencionado acima sobre como dar banhos em bebês é funcional e seus pontos principais não se alteram. Porém, diversas soluções podem ser inseridas nesse processo para torná-lo melhor.

Mas, se um conteúdo não é atualizado, seus leads provavelmente não darão valor aos diferenciais dos produtos ou novas soluções que foram desenvolvidas ao longo do tempo, o que pode atrapalhar totalmente a sua tomada de decisão e jornada de compra.

a jornada do cliente

Seu blog perderá o fator freshness — conteúdo fresco

Muito se fala sobre o Freshness Factor no algoritmo do Google, que seria a priorização de um conteúdo mais recente e de qualidade frente aos demais.

Apesar disso, em agosto de 2018 John Muller da Google cravou no Twitter que o frescor de um conteúdo não era considerado no mecanismo de busca.

conteúdos antigos tweet John Muller

Então, qual o problema de perder esse fator no seu blog? Porque o algoritmo do Google privilegia os conteúdos mais populares e importantes, e na lógica, eles precisam ser atualizados e extremamente completos.

Além disso, é preciso lembrar que o fator de frescor é determinante em conteúdos noticiosos!

Sua base de clientes se sentirá desprestigiada

Se não atualizar o conteúdo e mostrar novidades aos clientes, o blog não demonstrará sua preocupação com a entrega de informações relevantes para seu público, o que, por consequência, enfraquecerá qualquer tipo de relacionamento.

A experiência de encontrar em um único blog todas as informações necessárias e atualizadas é muito relevante para o lead. Ele estabelece uma relação de confiança com o site e deixa de visitar outros endereços por se sentir suprido.

Ler um conteúdo atualizado, com uma linguagem agradável, com a qual ele já se habituou e que sabe que sempre estará alinhado com as novidades e tendências é engajador, e isso não pode ser deixado de lado.

Sua empresa pode estar perdendo tráfego e oportunidades

Quando um conteúdo é republicado com atualizações, o tráfego gerado aumenta, principalmente se parte dessas modificações visarem a adequação às novas diretrizes do algoritmo do Google.

É preciso considerar que eles estão em constante atualização, priorizando algumas características no conteúdo e penalizando outras.

Entre todas as atualizações dos algoritmos do Google, porém, é importante citar o Panda, que foi lançado em 2011 mas continua em constante atualização.

Seu objetivo era melhorar a experiência de leitura dos usuários do buscador.

Seus principais objetivos, são:

  • punir conteúdos duplicados de outros sites;
  • desfavorecer conteúdos que tenham backlinks de baixa qualidade apontando para seu endereço;
  • não dar prioridade aos blogs com baixo índice de visitantes recorrentes;
  • desfavorecer o excesso de palavras-chave (keyword stuffing).

Então, se o algoritmo Panda pune a reutilização de conteúdos, como realizar a atualização dos posts sem ser penalizado por isso?

Como lidar de forma estratégica com seus conteúdos antigos?

“Na natureza, nada se cria, nada se perde, tudo se transforma” Lavoisier

Essa frase, que esteve presente nas aulas de química de todo mundo, é atribuída a Lavoisier em sua teoria da conservação das massas.

Nela, dizia que a massa dos produtos que eram submetidos a uma reação química permanecia a mesma. Um papel queimado de 1 gr, produzia 1 gr de cinzas, e assim por diante.

Tempos depois, Einstein mostrou que uma parte dela deixa sim, de ser massa, mas torna-se energia na mesma proporção, o que é determinante para diversas tecnologias até hoje.

E o que tudo isso tem a ver com o conteúdo antigo do seu blog?

É que uma parte dele deve se tornar energia, ou melhor, ter sua URL redirecionada, e os demais, transformados com a atualização estratégica de suas informações.

Muita química e ciências para tratar do mundo virtual? Então voltemos para os algoritmos e estratégias de Marketing Digital e vejamos, detalhadamente, como devem ser realizadas de cada uma dessas situações.

guia marketing digital

Antes, como escolher os conteúdos a serem atualizados?

Organização é tudo, e um calendário editorial é a solução ideal para criar um cronograma e controle das postagens.

Com ele é possível ter um panorama de todas as postagens realizadas, quais foram as estratégias, se eram conteúdos evergreen ou noticiosos, suas URLs e muito mais.

Entre seus benefícios, estão:

  • controle da frequência de postagens, considerando que isso é primordial para a manutenção do tráfego no blog;
  • gestão do time de marketing, já que centraliza todas as ações necessárias em um só registro e permite a delegação de tarefas;
  • garantia da diversificação de formatos de conteúdos e palavras-chave;
  • permite a identificação de conteúdos que devem ou não serem atualizados.

Dessa forma, a estruturação de um planejamento de conteúdos é o primeiro passo para facilitar a decisão do que deverá ser apagado ou não.

Além disso, fique atento em relação ao desempenho do blog post utilizando ferramentas como o Google Analytics e o SEMrush.

Quando é melhor excluir o conteúdo antigo e como fazê-lo?

Existem diversos motivos pelos quais um conteúdo antigo deve ser excluído, como o fato de ter ficado desalinhado com o segmento do negócio ou ter atraído muitos comentários negativos, por exemplo.

De forma geral, com base no calendário editorial e pelas considerações do gestor do blog, no caso de alguns posts antigos, faz total sentido fazer esse processo de “limpeza” dos conteúdos.

Situações em que os conteúdos devem ser excluídos

  • conteúdos sobre produtos ou serviços que não são mais oferecidos;
  • parcerias ou promoções que deixaram de existir;
  • materiais que foram produzidos com estratégias de SEO muito ultrapassadas; etc.

São, portanto, conteúdos que não agregam mais valor à estratégia atual e não podem ser aproveitados com uma eventual atualização.

É o caso de postagens de lojas elétricas que ressaltavam os benefícios, dicas e melhores usos para as tomadas do modelo antigo, por exemplo.

Desde a Portaria 185 do INMETRO de julho de 2000, o comércio de plugues do modelo antigo são proibidos.

Então, qual a razão de manter conteúdos sobre o modelo que não pode ser comercializado? Por outro lado, deixar de lado o tráfego de quem eventualmente ainda estivesse procurando por ela não seria inteligente, certo?

Nesses casos, utilizar procedimentos para exclusão de um conteúdo de forma estratégica é o mais adequado. Entenda como!

Procedimentos para a exclusão do conteúdo

Para ficar claro, não basta apenas deletar o conteúdo no WordPress ou ferramenta similar. É preciso ter alguns cuidados para direcionar os leitores que eventualmente procurem por tal conteúdo e também informar ao Google qual a sua intenção estratégica.

Se o conteúdo pode ser associado com outro tema, produto ou categoria do blog, faça o direcionamento da URL.

Assim, se o conteúdo sobre os benefícios do padrão de tomadas antigo não tem valor para a estratégia, seu direcionamento para outra postagem que aborde as principais diferenças ou como fazer a troca pode ter bons resultados.

Mas, se não existe a menor possibilidade ou utilidade mantê-lo, informar ao Google que o conteúdo foi intencionalmente deletado é fundamental.

E como proceder nos casos que a atualização dos conteúdos antigos é mais vantajosa?

As decisões de exclusão ou direcionamento de conteúdos, são mais simples, mas a atualização também pode ser feita de forma bem rápida.

Para começar, saiba quais são os benefícios que a estratégia traz para o blog:

Otimizar as taxas de conversão

Ao atualizar um conteúdo é possível melhorar suas estratégias de SEO, inserir novos links internos e externos fortes, trocar o Call to action (CTA) para ficar mais alinhado com as novas diretrizes do negócio e os demais fatores que otimizam o conteúdo.

Aumento do tráfego do blog

Fazer a atualização da postagem também garantirá a qualidade do material e manterá sua relevância para a nutrição dos leads.

Será o fator freshness atuando na experiência de leitura dos leads, e por consequência, aumentando o tráfego orgânico para o blog e seu rankeamento no buscador.

CTA de download para o kit: Domine o Google

Geração de autoridade

Um conteúdo alinhado com os acontecimentos e tendências demonstra aos seus leads que a empresa está no grupo de elite de seu setor, e mais, que é uma referência confiável no assunto.

Melhoria do conteúdo

Ao atualizar uma postagem, o gestor do blog está aumentando seu conteúdo e trazendo materiais que possam complementar a nutrição do lead.

Isso significa que ele passará mais tempo na leitura do conteúdo, recebendo assim, mais incentivos para uma possível conversão, e ao mesmo tempo, melhorando os desempenhos de relevância do blog para o Google.

Organização do calendário editorial

Com o uso do calendário editorial, é possível identificar quais são os conteúdos evergreen que precisam ser recorrentemente atualizados, e então, organizar a produção dos demais posts considerando tais eventos.

Assim, novas postagens podem ser planejadas para dar apoio e servirem de links internos dos novos trechos de atualização, por exemplo.

Ou seja, é estratégia pura. Além de decidir entre deletar ou atualizar, é imprescindível avaliar o contexto atual e o planejamento futuro para saber qual direção os conteúdos devem receber.

3 passos para a atualização de conteúdos antigos

Partindo, assim, para a parte prática da atualização, voltamos ao calendário editorial e a listagem dos demais posts do blog para dar continuidade à estratégia de atualização.

Selecione os posts a serem atualizados

Postagens noticiosas não são impossíveis de serem atualizadas, mas o mais recomendável é concentrar essa estratégia naqueles conteúdos que dão apoio ao funil de conversão e estejam alinhados com as campanhas de vendas.

Assim, se a campanha de natal se aproxima, conteúdos sobre listas de presentes de final de ano, dicas de compra nos shoppings e outras informações que estejam relacionadas com esse tema podem ser o objeto da escolha para atualização.

Avaliar também o esforço que será preciso para tornar o conteúdo atual também pode ajudar a definir entre um post e outro, sem contar, é claro, o quanto as informações do post estão, de fato, desatualizadas.

Analise o conteúdo em relação ao SEO

Ao lançar um conteúdo evergreen pela primeira vez, é necessário observar seu desempenho até as primeiras posições do Google.

A partir desse momento, suas modificações, periodicidade em que devem acontecer e como o tráfego se comporta definirão as ações de atualização do conteúdo.

Faça considerações em relação a qualidade do conteúdo

Conteúdos muito antigos podem estar defasados em relação aos seus concorrentes. Por isso, ao escolher um conteúdo para atualização, é preciso focar em otimizar algumas de suas características mais determinantes para seu sucesso:

  • Escaneabilidade;
  • Clareza das informações;
  • otimização de acordo com as diretrizes das atualizações do Google;
  • Intenção do leitor na página; etc.

Essa última característica pode ser acompanhada pelos mapas de calor do site, que acompanham o comportamento e os locais de uma página que recebem mais atenção e interação dos leitores.

Se um post trouxe ótimos resultados ao ser lançado originalmente, a probabilidade de repetir o mesmo desempenho é maior, não é mesmo?

Como agir caso a atualização não der resultado?

Respondendo a pergunta do final do tópico anterior: nem sempre.

Sua palavra-chave pode ser forte, a linguagem pode estar alinhada com o público e todos os demais elementos podem favorecer sua conversão, mas, por questões preferenciais, os leads podem, simplesmente, preferirem conteúdos mais curtos e objetivos.

Ou seja, caso uma atualização não produza os resultados esperados, é preciso observar o comportamento dos leads e promover ajustes até que os resultados esperados sejam alcançados.

Para isso, além do mapa de calor, testes A/B e outras ferramentas de controle das estratégias de marketing digital são determinantes.

Além disso, também é possível fazer uma solicitação de reindexação do conteúdo por meio do Google Search Console, garantindo, assim, que suas pesquisas e referências sejam novamente associadas com as palavras-chave e suas variantes no buscador.

A atualização de conteúdos antigos do blog precisa ter o foco principal na experiência de leitura dos leads, afinal de contas, além das empresas que estão, cada vez mais, adotando um posicionamento centrado no cliente, os buscadores como o Google estão em busca do mesmo.

Além disso, o esforço da modernização também pode tornar seu conteúdo diferenciado, com gráficos, imagens e outros fatores que melhoram a experiência do lead que podem ser fundamentais para sua nutrição e futura tomada de decisão.

Quer conhecer mais detalhes sobre como dominar o Google e rankear bem em 2019? Então não deixe de conferir o nosso conteúdo completo sobre SEO!.

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Vídeos corporativos: como usar esse recurso a favor do seu negócio?

Vídeos corporativos: como usar esse recurso a favor do seu negócio?

Uma boa empresa está sempre à procura de modos de se reinventar e de usufruir as novidades tecnológicas que vão surgindo rapidamente. Mas, com o tempo, inúmeras outras empresas vão pelo mesmo caminho. Como se destacar no meio disso tudo? Os vídeos corporativos podem ser a resposta!

A evolução tecnológica nos possibilita muitas facilidades no dia a dia, desde um simples pagamento até o contato profissional com alguém do outro lado do mundo.

Os vídeos já eram comuns há quase um século, quando o cinema começou a se popularizar e se espalhar por todo o planeta. Acompanhando essa evolução em plena era da transformação digital, se tornou uma parte essencial nos negócios de grandes, médias, pequenas e microempresas.

Isso porque o vídeo é uma ótima maneira de divulgar esse mundo tecnológico e de apresentar seu produto sem uma limitação regional, comum há algumas décadas.

Por isso mesmo, hoje, você é bombardeado por vídeos durante a maior parte do seu dia. Eles chegam pelo computador, pelo tablet, pelo celular, por televisores em transporte coletivo, bancos, hospitais e diversos outros estabelecimentos.

Parece irresistível apostar nisso, certo? Apesar disso, ainda existem muitas empresas atrasadas nesse assunto, na maioria das vezes, por falta de conhecimento e informação.

Sua empresa já passou ou ainda passa por isso? E, mesmo que já tenha passado, você ainda fica um pouco perdido sobre qual caminho começar a trilhar no mundo dos vídeos?

Então, descubra a seguir algumas boas práticas no uso desse recurso!

O que é um vídeo corporativo?

Pode existir uma pequena dúvida sobre os vídeos corporativos. Eles são a mesma coisa que um vídeo publicitário, por exemplo? São a mesma coisa que um vídeo institucional?

Saiba que não são, viu? Cada um desses representa um estilo de vídeo diferente, com distintos objetivos.

Na publicidade, por exemplo, um vídeo é construído para ter informações mais diretas do produto, mostrar o seu valor e a necessidade do cliente em adquiri-lo. A mensagem é criada com o objetivo de prender o espectador logo nos primeiros segundos de um vídeo curto, que terá entre 15 e 30 segundos.

Já o vídeo institucional é focado na apresentação da empresa, sua trajetória, sua visão de mundo e de mercado.

Um vídeo corporativo, por sua vez, tem como principal característica divulgar trabalhos já realizados, mostrar o potencial do seu serviço e apresentar um produto.

Além de ser direcionado a um público externo, também pode ser exibido dentro da própria empresa, procurando aumentar o engajamento de seus colaboradores, parceiros e sócios.

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Qual estilo de vídeo corporativo devo adotar?

Não existe uma regra quanto a isso, mas uma coisa que tem enorme valor ao criar um vídeo corporativo é a criatividade.

Buscar ser bem-humorado, mesclar estilos visuais diferentes e passar uma mensagem positiva são alguns elementos primordiais que sempre devem receber uma atenção especial nesse tipo de produção.

No entanto, vale estar atento ao que a marca pede. E, nesse aspecto, é possível recorrer a algumas dicas que podem facilitar um brainstorm e um briefing.

Recorra a técnicas de animação

Já mostramos aqui no blog como o Motion Graphics é uma verdadeira febre entre os vídeos corporativos e institucionais, pelo seu visual fluido e atrativo, além da sua semelhança e influência com o Design Gráfico.

Também existem diversas outras técnicas de animação que são amplamente utilizadas em vídeos corporativos como estratégia de marketing e de engajamento da própria empresa. É o caso da animação em recortes, animação em quadro branco, animação 3D, entre outros.

Mais do que o seu visual bonito e chamativo, o ponto principal em uma animação sempre será a mensagem. Para uma mensagem forte fazer parte disso, é preciso:

  • escrever um bom roteiro;
  • planejar um storyboard;
  • o ritmo da própria animação deve ajudar a contar a sua história, e não atrapalhar, com ações que não se encaixam no que é dito ou no objetivo central.

Não pense que, por ser animação, um vídeo corporativo corre o risco de ganhar um tom infantilizado.

Tudo depende da maneira como o planejamento acontece. Um vídeo como esse pode passar uma mensagem de seriedade mesmo com personagens caricatos e com algum tom de descontração em pontos específicos.

Utilize capturas de imagem

Aqui, a produção é bem diferente de uma animação, em alguns pontos. Para filmagens, é necessário muito mais do que apenas um computador e um ótimo software. O ideal é contar com boas câmeras, uma boa locação e atores que saibam o que estão interpretando, para dar naturalidade ao projeto.

Caso não utilize atores e sim um colaborador da própria empresa, vale buscar a maior afinidade possível com a mensagem, o que não é tão difícil, pois ninguém sabe tanto sobre o seu negócio quanto você mesmo. Portanto, é importante demonstrar autoridade no assunto.

Embora uma captura de imagem possa parecer algo extremamente trabalhoso, nem sempre precisa ser assim. Muitas agências trabalham com uma alta demanda e isso exige um maior senso de urgência nessas produções.

Uma boa produção pode ser realizada em um único dia. Basta saber aproveitar o que você tem disponível naquele momento.

Isso pode colaborar para uma visão mais crua do seu negócio, algo que se aproxima mais do seu público, especialmente, pela identificação que se cria ao conhecer visualmente um membro da empresa.

Por que eu deveria investir em vídeos corporativos?

Como mencionado no início deste post, o vídeo é um recurso extremamente importante para as empresas que querem se manter atualizadas e alinhadas ao seu público.

Isso significa que, a cada dia, mais empresas adotam esse tipo de estratégia e a concorrência fica cada vez mais competitiva. Não é nada interessante sua empresa ficar para trás, não é mesmo?

A vantagem é que muitas empresas que já utilizam vídeos ainda não experimentaram os efeitos de um vídeo corporativo. Algumas pensam que focar a publicidade é o suficiente ou que vídeos institucionais já englobam os corporativos.

Mas a verdade é que o vídeo corporativo tem o papel de acrescentar um degrau a mais na escada que o levará a um destaque certeiro.

Ele ajuda a consolidar a sua autoridade sobre determinado assunto ou produto, inserindo o consumidor dentro do seu negócio. Ele passa a se sentir mais parte disso tudo e você cria oportunidades para mostrar o grande diferencial frente ao tradicional e até mesmo frente ao que já é novidade.

Sua empresa gera mais valor e mais confiança. Consequentemente, receberá mais conversões, mais clientes e mais promotores.

Como começar?

Quer mais algumas dicas? Então, veja só quais aspectos você deve levar em consideração.

Conheça a sua persona

Uma das ações que pode gerar mais resultados para os seus projetos e estratégias envolvendo vídeos é estudar muito bem quem é a sua persona e qual será a sua comunicação com ela.

Saber o que ela pensa, o que espera, o que consome e quais são suas dores: tudo isso te proporciona um entendimento muito maior de como moldar a sua empresa com o foco certo, sem precisar atirar para todos os lados.

Isso poupa tempo, investimento e, assim, gera um retorno maior e mais rápido. Então, não deixe de aplicar esse conhecimento aos vídeos.

Guia para criação de personas

Saiba a sensação que você deseja passar

Uma das consequências em conhecer bem a persona para sua empresa é que isso ajuda a lançar uma luz sobre os trilhos que você deve seguir. Reflita sobre a imagem que você quer passar para o espectador, mais especificamente, a imagem da sua empresa, se tratando de um vídeo corporativo.

É recomendado definir o seu tom para passar as mensagens. Lembre-se de que você pode recorrer à seriedade ou à descontração, bastando entender o que se encaixa melhor no seu propósito.

Lembre-se do storytelling

Storytelling nada mais é do que a destreza em contar uma história envolvente, mesmo que seja curta. Se o seu projeto tem uma narrativa que desperte um grande interesse no usuário, significa que você está aplicando essa técnica.

Imagens bonitas podem chamar atenção em um primeiro olhar, mas apenas isso não vai reter seu público se a mensagem não aflorar o desejo em continuar assistindo e saber mais sobre o que você está apresentando.

Demonstrar a possibilidade de uma recompensa após adquirir o seu produto e descobrir coisas novas ao consumir o seu conteúdo em vídeo são alguns pontos que uma persona sempre vai buscar, independentemente de qual seja.

Defina com clareza aonde deseja chegar

Fixar esse ponto pode ajudar um público que ainda tenha dúvidas quanto a tomar uma decisão de compra, por exemplo. Isso é possível quando seu vídeo corporativo tem um objetivo bem traçado, passa clareza e firmeza, e aumenta a confiança do usuário.

Isso passa pela definição de qual é a linha de chegada, para que tipo de persona ele vai ser direcionado, qual é a repercussão que deseja fomentar etc.

Pegar todas as peças do quebra-cabeça e montar uma bela imagem do que você almeja com o seu negócio só tende a apresentar ótimos resultados.

Procure explicitar o seu diferencial

Com esse enorme sucesso e utilidade dos vídeos na estratégia de marketing digital, não é fácil se destacar apenas criando conteúdos padrões.

Aposte sempre em se diferenciar do que você já conhece. Se destaque nesse meio por meio de uma mescla de coisas que você consumiu durante a vida e crie algo novo, mas que tenha a sua identidade.

Assim, a sua marca se tornará inconfundível e permanecerá por mais tempo na cabeça do público. Este é o grande objetivo de toda grande empresa: estar sempre presente na vida de sua persona.

Não se esqueça de que a forma como se produz o vídeo é um ponto de valor para explorar a sua singularidade. Seja experimental sem se tornar abstrato para quem assiste, pois a clareza da mensagem ainda é o foco.

E então, pronto para investir na produção dos vídeos corporativos de sua empresa e alavancar o negócio? Aplique essas dicas e descubra como situações que antes eram burocráticas e chatas podem se tornar uma produção divertida e com ótimos resultados.

E, se você quer entender mais de estratégias de marketing em vídeo, não deixe de baixar nosso e-book gratuito sobre o assunto.

marketing em video
Rock my business queria tanto

Rock my Business – Como a Queria Tanto conquistou 811 primeiras posições no Google em menos de um ano e meio!

Marketing de Conteúdo não é para impacientes. Os resultados não vão aparecer de um dia para o outro, como em um anuncio no Facebook ou Google.

Isso significa que quanto antes você adota, mais cedo começa a ver os resultados.

E foi exatamente o que a Queria Tanto, um armazém de redirecionamento de mercadorias, percebeu lá em 2016.

Nesse modelo de negócio, a empresa recebe produtos comprados nos EUA em seu depósito, em território americano, e envia para o Brasil em grandes remessas, economizando em frete e possibilitando a compra em lojas que não enviam produtos para o Brasil.

Logo que abriu, a empresa entendeu que precisava de uma forma barata e eficiente de gerar oportunidades de negócio.

Depois de algumas pesquisas em sites que referência em Marketing Digital no Brasil e no exterior, eles perceberam que o Marketing de Conteúdo era a melhor forma de estruturar uma estratégia de captação de clientes funcional.

Assim surgiu o blog da Queria Tanto, para atrair e converter possíveis clientes.

Conheça a trajetória desse blog e entenda como foi possível recuperar o sucesso da estratégia e menos de 1 ano e meio!

O começo do Blog Queria Tanto

Após começar a redigir e publicar conteúdos em seu blog, a equipe da Queria Tanto percebeu resultados muito interessantes:

Rock my Business 1

Para um blog criado em setembro, chegar no começo de novembro com mais de 5.500 acessos em uma semana é um feito impressionante!

Ao atacar suas principais palavras-chave e divulgar seus conteúdos por meio de mídia paga, o blog rapidamente conseguiu impulsionar o número de acessos ao site, e entregou para a Queria Tanto ótimos resultados.

Entretanto, esses resultados não se mantiveram nos meses seguintes:

Rock my Business 2

De mais de 21 mil visitas em novembro de 2016 para 1.500 em junho de 2017. Como explicar essa queda?

Todos os motivos que explicam esses resultados têm a mesma origem: Marketing de Conteúdo é estratégia.

Sem um planejamento adequado e dedicação para manter a estratégia rodando, é bem provável que seus resultados não vão se manter. Mas vamos tentar aprofundar nas razões pelas quais o tráfego do blog caiu tanto.

primeiros passos no marketing digital

Frequência baixa de publicação

Nenhum blog vai trazer resultados efetivos se estiver largado às traças. Uma estratégia de Marketing de Conteúdo demanda uma frequência de publicação que pode ser desafiadora para muitos negócios.

Cada blog post exige uma pesquisa de palavras-chave, desenvolvimento de pauta, redação, revisão, publicação e divulgação. Esses processos levam tempo, mas garantem que cada conteúdo divulgado realmente entregue valor para os visitantes do seu blog.

Ao publicar frequentemente, não são só seus visitantes e leads que te enxergam melhor. As ferramentas de busca, como o Google, também avaliam frequência de publicação e atualização para definir a autoridade de um domínio.

Esse é um fator tão importante, que fizemos um post falando exclusivamente sobre o que acontece quando você para de publicar em seu blog. Vale a pena conferir!

Falta de estratégia macro

Não me entenda mal. Começar um blog e publicar alguns conteúdos é, definitivamente, melhor que nada. Os números dos gráficos acima estão aí para provar.

Mas empresas que querem construir uma base sólida de negócio a partir da produção de conteúdos precisam ir muito além.

Aqui vai uma lista do que você não pode deixar de fazer se quiser ter o Marketing de Conteúdo como sua principal fonte de geração de oportunidades:

A lista continua, mas dá para ter uma ideia da complexidade de uma estratégia de sucesso, não é?

Mídia paga não sustenta um blog

Divulgar seus conteúdos novos ou estratégicos através do Ads, ou anúncios e impulsionamentos em redes sociais, é uma ótima forma de conseguir resultados em pouco tempo.

Entretanto, tentar alavancar uma estratégia de conteúdo baseada em mídia paga é exatamente o oposto do que você deve fazer.

A ideia de uma estratégia de Marketing de Conteúdo, do ponto de vista comercial, é construir um canal de geração de oportunidades orgânico e duradouro.

Conseguir acessos por meio de mídia paga é tudo menos uma estratégia orgânica e duradoura.

Imagine que um blog post seu recebe 1000 visitas em um mês, sendo 950 vindas de uma divulgação paga no Facebook, e as outras 50 de pesquisas no Google.

Esse pode até ser um grande resultado, mas apenas 50 visitas são orgânicas. Todo o resto só existiu por que você investiu dinheiro em ads.

Imagine agora que, após esse mês de 1000 visitas, você perceba que não tem como investir em mídia paga, e deixa seu post acumular apenas resultados orgânicos. No fim do próximo mês você vai perceber uma das características principais da mídia paga:

Parou de pagar, acabaram os resultados.

Blogs corporativos efetivos têm como característica a melhoria de seus resultados a longo prazo, muito graças à renovação das estratégias e constante atualização de seu conteúdo.

Analisando essas três razões, a Queria Tanto entendeu que era o momento de procurar uma empresa para estruturar e alavancar sua estratégia de Marketing de Conteúdo.

Kit Marketing nas Redes Sociais

Parceria Queria Tanto + Rock Content

O desafio inicial da parceria foi estruturar a estratégia. De acordo com a metodologia da Rock Content, existem 4 estágios bem definidos:

  1. Básico
  2. Máquina de tráfego
  3. Mestre das Leads
  4. Fazendo negócios

Ainda segundo essa metodologia, só é possível avançar do primeiro estágio uma vez que a empresa tenha:

  • Estratégia de Marketing de Conteúdo bem documentada;
  • Produção e divulgação do blog e seus conteúdos;
  • Gerando tráfego relevante.

Isso significa que foi preciso desenvolver e documentar toda a estratégia para a Queria Tanto, desde a definição de objetivos de marketing e métricas, até o estudo de persona, palavras-chave e estruturação do calendário editorial.

Já nessa fase inicial é possível ver os impactos de ter um blog anterior à estruturação da estratégia.

Mesmo com pouco planejamento, empresas que já se aventuraram no universo do Marketing de Conteúdo têm uma bagagem de conhecimento que facilita muito quando o desafio é estruturar e registrar uma estratégia.

Após as primeiras fases de estudo e documentação, começamos a atacar as principais palavras-chave da Queria Tanto. Novamente pegamos carona no trabalho já desenvolvido, e conseguimos atingir resultados incríveis.

Até junho de 2017, 606 palavras-chave pesquisadas no Google apontavam para o site da Queria Tanto. Esse é um ótimo número, ainda mais falando de um blog que não era guiado por uma estratégia consolidada.

Hoje, quase um ano e meio depois, o site já conta com 7 mil palavras-chave a mais, totalizando 7.638 palavras-chave indexadas.

O número de palavras-chave que tem uma página da Queria Tanto como uma das três primeiras posições subiu de duas, em julho de 2017, para 811 em novembro de 2018.

Rock my Business 6

Isso é consequência de um cuidado especial com conteúdo. É preciso tratar cada post do seu blog como uma porta de entrada para seus clientes: eles precisam entregar um valor claro, em um formato de conteúdo que a sua audiência conheça e se engaje.

Quando você produz cada conteúdo com foco total em entregar valor, se posicionar bem no Google é uma consequência.

Hoje, se você procurar sobre as melhores lojas para se fazer compras no EUA, ou como comprar produtos de lá, vai encontrar um blog post da Queria Tanto em primeiro lugar:

Rock my Business 3

E qual o valor disso?

Bem, não é simples calcular o valor de ter um blog post em primeiro lugar no Google. Depende da importância da palavra-chave para seu segmento de negócio, para sua empresa, das taxas de conversão do seu funil de vendas e muito mais.

O Diego, hoje CEO da Rock Content, já conferiu que nosso post sobre Marketing Digital gerou quase 500 mil reais em vendas! Isso até o meio de 2016. No fim de 2017 já eram 2 milhões em vendas para a Rock Content, e seguimos contando.

No caso do post “Os 10 melhores sites para comprar nos EUA”, já são mais de 450 mil visualizações, sendo que 320 mil acessos ao site foram iniciados nessa página!

Rock my Business 4

Como expliquei, calcular o valor gerado por um post envolve diversos fatores, mas ter um blog post que já levou mais de 300 mil acessos ao site é muito valioso.

Além disso estamos falando de uma página que já conta com mais de 60 comentários e tempo médio na página de quase 4 minutos, mostrando a relevância do tema para visitantes e sua interação com a página.

Esses fatores também contam muito para manter a página bem posicionada em buscadores.

Entretanto existe uma diferença entre levar pessoas até seu site e transformá-las em oportunidades.

kit de geração de leads

Gerando oportunidades de negócio

Conseguir visitantes é a primeira das 4 etapas que constituem uma estratégia de Inbound Marketing:

  1. atração;
  2. conversão;
  3. fechamento;
  4. encantamento.

Uma vez que a Queria Tanto conseguiu estruturar sua estratégia de atração por canais orgânicos, começou a focar seus esforços em converter os visitantes em leads, e existem algumas formas de fazer isso.

Transformar um visitante em lead acontece por meio de uma troca: você oferece um conteúdo que vai entregar grande valor para o visitante (ebooks, webinars, infográficos, pesquisas, e outros tipos de materiais ricos), e ele te devolve suas principais informações de contato e de negócio.

A quantidade de informações pedidas em troca dos materiais ricos varia de acordo com o segmento do negócio.

Quem acessa o post “Os 10 melhores sites para comprar nos EUA”, por exemplo, recebe como oferta o ebook “Como importar produtos em 3 passos simples”. Em troca, o visitante precisa deixar seu nome e e-mail.

Rock my Business 5

Uma vez que você tem essas informações, está gerando suas primeiras leads. Agora o desafio é fazer essas pessoas se aproximarem do fundo do funil de vendas. Na Queria Tanto isso é feito com fluxos de nutrição por email.

A intenção aqui é apresentar opções para o problema ou desafio das leads, uma vez que o meio do funil é o momento em que elas estão considerando uma solução.

Oferecer materiais de qualidade para meio e fundo de funil é essencial para garantir que os seus esforços de atração não serão desperdiçados.

A última coisa que você quer é ajudar a pessoa a entender como solucionar o problema dela, para, no final, ela escolher um concorrente.

No funil de vendas da Queria Tanto, uma pessoa que vira lead começa a receber conteúdos que o ensinam como fazer compras nos EUA, e depois como fazer isso usando o serviço de redirecionamento deles.

Quem chegou em seu site pela primeira vez procurando conhecer formas de comprar produtos dos EUA, acaba entendendo as opções de serviços de importação, e descobrindo como a Queria Tanto pode fazer isso.

Com uma estratégia de aquisição bem estruturada, a equipe da Queria Tanto hoje foca seus esforços em gerar valor para suas leads e clientes, e em mostrar como seus serviços são a melhor opção.

A base de visitantes e leads gerados mensalmente garante estabilidade para a aquisição de clientes, e permite a empresa trabalhar estratégias mais avançadas de comunicação.

Análises de dados, testes, otimizações. Todas essas são etapas de uma estratégia que já gera um grande volume de oportunidades.

E você, atrai tantas oportunidades quanto gostaria?

Fale com um consultor da Rock Content, e entenda como fazer sua estratégia de Marketing de Conteúdo decolar!

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Estatísticas de Marketing Visual

47 melhores estatísticas sobre Marketing Visual para te convencer sobre o poder dos conteúdos visuais

Se você ainda não sabe as razões pelas quais deve adotar Marketing Visual nas estratégias digitais da sua empresa, confira neste post as principais estatísticas de conteúdos visuais que devem ser levadas em conta em 2019!

Os gestores de marketing têm um desafio constante em seus trabalhos: adequar suas estratégias para que estejam de acordo com as novas tendências do mercado, com o objetivo de atrair o público certo e trazer mais leads qualificadas que possam se tornar vendas.

O conteúdo visual tem ganhado cada vez mais visibilidade nas estratégias de Marketing Digital, sobretudo nas redes sociais cujos posts com imagens e vídeos costumam gerar mais visualizações e engajamento.

Portanto, para que você consiga inovar as suas ações de marketing a fim de trazer mais resultados, produzimos este post voltado a apresentar quais são as principais estatísticas de Marketing Visual e como elas podem impactar a sua gestão de marketing.

Vamos a elas?

Conheça as melhores estatísticas de Marketing Visual

Separamos aqui as 47 estatísticas de Marketing de Conteúdo Visual que você precisa conhecer. Confira!

Estatísticas gerais

1. 32% dos profissionais de marketing dizem que materiais visuais são a forma mais importante de conteúdo para seus negócios, com os blogs em segundo lugar (27%), segundo a 3M.

2. As pessoas podem lembrar de 65% das informações se forem exibidas com recursos visuais. Quando a informação é apresentada verbalmente, as pessoas só se lembram de 10% do que ouvem conforme aponta a Brain Rules.

3. De acordo com um estudo de rastreamento ocular da Nielsen, 80% das pessoas fazem leitura dinâmica ao ler textos online.

4. 3% de toda a comunicação humana é quase não-verbal, o que significa que nossos cérebros preferem perceber sinais visuais segundo a DMP.

5. Para a Social Science Research Network, 65% da população humana é composta por aprendizes visuais.

6. Pesquisas da Indiana University mostram que as pessoas que seguem instruções ilustradas são 323% melhores que aquelas que apenas leem um texto.

7. De acordo com a pesquisa de rastreamento ocular da Nielsen, as pessoas realmente gastam 10% mais tempo olhando para imagens em um site do que lendo texto.

Estatísticas de vídeo

8. O uso de vídeo móvel aumentou em quase 10 milhões de minutos de visualização diária nos últimos dois anos segundo Kleiner Perkins.

9. A Cisco projeta que o tráfego global da Internet daqui a alguns anos terá majoritariamente composto por vídeos, 82% até 2021.

10. De acordo com a Think With Google, 70% dos espectadores do YouTube assistem vídeos que os ajudam a resolver um problema.

11. 43% dos profissionais de marketing B2C dizem que o vídeo pré-produzido é o tipo de conteúdo mais bem-sucedido para fins de marketing segundo o Content Marketing Institute.

12.  A Hubspot revela que, globalmente, o YouTube é a principal fonte de conteúdo de vídeo dos consumidores, com 83% (o Facebook é o segundo, com 67%).

13.  Kleiner Perkins aponta que o streaming de vídeo aumentou significativamente nos últimos anos. A plataforma de streaming ao vivo, Twitch, viu um aumento de mais de 13 milhões de horas diárias de streaming entre 2012 e 2017.

14. 62% dos profissionais de marketing B2B classificaram o vídeo como uma tática eficaz de marketing de conteúdo de acordo com o Content Marketing Institute.

15.  Usar a palavra “vídeo” em uma linha de assunto de e-mail aumenta as taxas de abertura em 19% e as taxas de cliques em 65% segundo a Invodo.

16.  Em uma pesquisa da HubSpot de 2018, 54% dos consumidores afirmam querer ver mais conteúdo de vídeo de uma marca ou empresa que eles prestigiam.

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Estatísticas de imagens

17.  Ao usar cores, as marcas podem realmente aumentar o reconhecimento da marca em 80%, segundo a Xerox.

18. Ela também afirma que a cor aumenta a capacidade de atenção em até 82%. Por causa do uso de cores, as pessoas têm 80% mais chances de ler um conteúdo.

19. Para a Journal of Management History, 90% das decisões que os consumidores fazem sobre os produtos têm a ver com a cor.

20. Blog posts com recursos visuais têm melhor desempenho nas mídias sociais de acordo com o BuzzSumo. Postagens que tragam uma imagem a cada 100 palavras são compartilhadas 2 vezes mais em redes sociais.

21. Um estudo da DMP mostra que o tráfego para postagens de blog pode aumentar em 48% se você incluir conteúdo visual, como imagens e vídeos.

22. A DMP também mostra que você pode aumentar seus seguidores e assinantes de mídia social em 37% a partir de conteúdo visual.

23. Segundo Jeff Bullas, pesquisas mostram que artigos contendo recursos visuais podem ter 94% mais visualizações.

24. Para a Buffer App, as pessoas têm 40 vezes mais chances de compartilhar conteúdo visual nas mídias sociais.

25. Bancos de imagem são usados por 35% dos profissionais de marketing, com infográficos seguindo a 30%, vídeos e apresentações são usados por 15% de acordo com o Search Engine Journal.

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Estatísticas de redes sociais

26. 75% dos usuários do Instagram interagem depois de ver um anúncio visual na plataforma. 43% desses consumidores sentem vontade de comprar de acordo com a CrowdRiff.

27. Ela também mostra que 88% dos usuários do Pinterest compram algo que eles marcaram com pin.

28. O que 93% das postagens altamente atraentes do Facebook têm em comum? Eles são todos postagens de fotos segundo a Social Media Examiner.

29. Prevê-se que o Facebook seja composto de todo o conteúdo de vídeo até 2021. Isso se deve ao inevitável abandono do texto conforme aponta a CBC.

30. A Kissmetrics revela que os tweets que contêm imagens são retweetados 150% mais vezes que os posts sem imagens.

31. As postagens do Instagram que contêm rostos humanos são preferidas. Segundo a Georgia Tech-Yahoo Labs, eles têm 38% mais chances de serem curtidos e 32% mais propensos a serem comentados.

32. O LinkedIn afirma que o Slideshare atingiu 70 milhões de usuários no início de janeiro. É particularmente popular entre os profissionais de marketing B2B na América do Norte, já que 41% deles usam o Slideshare para distribuir conteúdo.

33. 63% de todos os feeds de mídia social são compostos de conteúdo visual. E 32% desse conteúdo vem de vídeo, segundo a Citrix.

34. Ao contrário da crença popular, para a Sprout Social, as imagens do Pinterest que não contêm rostos humanos são mais populares.

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Estatísticas de infográfico

35. Estudos de rastreio ocular da NN Group mostram que os leitores online prestam muita atenção às imagens que transportam informações. De fato, quando as imagens são relevantes, os leitores passam mais tempo olhando as imagens do que lendo textos na página.

36. O Demand Gen Report mostra que infográficos podem aumentar o tráfego da Web em até 12%.

37. O uso de infográficos teve o maior aumento no uso entre os profissionais de marketing B2B nos últimos quatro anos — agora com 65% segundo a Content Marketing Institute.

38. As pessoas que seguem instruções com texto e ilustrações são 323% melhores que as pessoas que seguem instruções sem ilustrações de acordo com a Springer.

Estatísticas de tendências de Marketing Visual

39. Segundo a Social Media Examiner, desde 2018, 35% dos profissionais de marketing usam vídeo ao vivo.

40. Vídeos ao vivo no Facebook têm uma taxa de engajamento de 4,3% em comparação com 2,2% para vídeos gravados de acordo com a Telescope.

41. 90% de todas as reproduções de vídeos no Twitter ocorrem em dispositivos móveis, conforme aponta a Hubspot.

42. Os vídeos de 20 minutos de duração ou mais representam 55% do tempo total de consumo de vídeo em smartphones segundo a Ooyala.

43. A Magnifyre descobriu que 29% mais pessoas viram um vídeo de 360 graus do que o mesmo vídeo no formato tradicional.

44. Para a Think With Google, 85% dos adultos consomem conteúdo em vários dispositivos ao mesmo tempo.

45. De acordo com a loja de melhorias domésticas Lowes, os vídeos de instruções mostrados em realidade virtual tiveram uma recordação 36% maior dos espectadores em comparação com as pessoas que apenas visualizaram o vídeo do YouTube.

46. 82% dos entrevistados esperam que as pessoas se concentrem no desenvolvimento de experiências de realidade aumentada para smartphones segundo uma pesquisa de 2018 da PerkinsCoie.

47. Ela também afirma que jogos, educação e saúde são os três principais setores que devem investir mais em tecnologia de realidade virtual para o crescimento dos negócios.

Como aplicar Marketing Visual na sua estratégia digital

Por fim, trazemos aqui algumas dicas de como você pode usar na sua estratégia de Marketing Digital.

Certifique-se que imagens e vídeos tenham boa qualidade

A sua empresa é representada pela imagem ou vídeo que você posta nos seus canais online, portanto, tenha cautela na hora de escolhê-los.

Se você produz vídeos internamente, certifique-se que eles sigam o mesmo padrão de qualidade. E, ao usar imagens, opte por bancos de imagem pelos quais você pode fazer download de arquivos com boa resolução. Neste post, inclusive, apontamos 105 bancos de imagem gratuitos.

Aplique técnicas de SEO na sua estratégia de Marketing Visual

Embora o SEO seja comumente usado em textos, ele também pode ser aplicado em imagens e vídeos.

Portanto, ao fazer um vídeo que será publicado no YouTube, por exemplo, trate de usar a palavra-chave principal do conteúdo tanto na descrição quanto no próprio vídeo. Afinal, o YouTube gera legendas em forma de texto do que é dito no vídeo, fazendo com que ele tenha um melhor ranqueamento para a palavra-chave nas buscas da plataforma.

E fotos também podem aparecer nas buscas do Google que aparecem tanto nas buscas por imagens quanto, em alguns casos, na própria SERP. Para isso, insira a palavra-chave no Alt Text toda vez que publicar imagens no seu site ou blog.

Tamanho certo das imagens e dos vídeos

Cada canal online possui um tamanho certo para publicação de imagens e vídeos. Isso quer dizer que a imagem que você pretende postar no Twitter não possui o mesmo formato adequado para o Facebook assim como vídeos produzidos para o feed diferem dos que são feitos para o stories do Instagram.

E agora que você já sabe quais são as estatísticas de Marketing Visual para 2019, que tal começar a colocar em prática conhecendo um pouco mais sobre como iniciar uma estratégia em vídeo? Pois então confira o nosso e-book completo sobre o assunto!

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Storyboard: por que ele é essencial para a sua estratégia de Marketing Digital?

Você já sabe que vídeos são uma parte muito importante da estratégia de Marketing Digital, não é mesmo?

Atualmente, 72% dos consumidores já preferem assistir a um vídeo para aprender sobre determinado serviço ou mercadoria, ao invés de ler um texto.

Para 2019, espera-se que 80% de todo tráfego online seja dedicado a vídeos.

E os números não param por aí!

  • 90% dos compradores na internet afirmam que vídeos ajudam na decisão de compra;
  • De todo o tempo que as pessoas ficam online, 1/3 é gasto assistindo vídeos.

Ou seja, não existem mais motivos para subestimar o poder que um vídeo tem na estratégia de Marketing Digital.

Mas não pense que conseguir um ótimo resultado é fácil. É preciso investir no processo de produção.

Nesse contexto, uma das etapas de maior importância e que nem todos conhecem é o storyboard, uma espécie de rascunho, quadro a quadro, que auxilia na construção da narrativa, na edição e também ajuda no planejamento do design e na composição das cenas.

Quer entender melhor como essa ferramenta funciona e como ela pode tornar a sua estratégia em vídeo muito mais eficaz?

Então, continue a leitura!

O que é um storyboard?

O storyboard é uma sequência de desenhos quadro a quadro com o esboço das diversas cenas pensadas para um conteúdo em vídeo.

O visual desse esboço é semelhante ao de uma história em quadrinhos e o objetivo é elaborar e detalhar a sequência da narrativa.

Essa ferramenta é originalmente utilizada em animações, filmes e jogos, mas com o passar do tempo, tornou-se muito aplicada também em projetos gráficos para publicidade e marketing.

Ou seja, devido à sua versatilidade, o storyboard pode ser usado para compor a movimentação de um filme, a cinemática de um jogo ou mesmo para demonstrar como acontece a navegação de um usuário em um site ou app.

Nas empresas, essa etapa do projeto de vídeo geralmente é de responsabilidade das equipes de criação.

A produção da etapa dos projetos deve ser totalmente focada na persona, independentemente de qual for o tipo de conteúdo em vídeo a ser produzido.

Ou seja, o objetivo é desenvolver uma sequência de ações da forma mais divertida, instigante e confortável visualmente possível, de forma a otimizar o engajamento do público.

Exemplos de storyboard

Sabe aquele filme que você viu e que gostou tanto a ponto de querer que todos os seus amigos e familiares também assistissem e assim pudessem conversar sobre aquela história?

Esse desenho esquemático é responsável por uma boa parte do sentimento que esse filme de causou em você.

Isso já existe há muito tempo no cinema. E para te provar isso, confira este exemplo de storyboard da famosa cena do chuveiro em “Psicose”, de 1960:

Veja como o desenhista criou a narrativa visual e como essa narrativa foi seguida na cena final:

Um outro exemplo de como certos enquadramentos e composições são extremamente importantes na produção dos quadros, podendo criar cenas impactantes, é o filme “Corra!”, de 2017:

Além disso, esse desenho esquemático também é utilizado para definir o ritmo e tempo de um vídeo.

Utiliza-se uma versão beta do áudio que será produzido para o vídeo final, ou mesmo o próprio áudio final, já editado.

Nesse caso, é realizada uma edição, sincronizando a narrativa estática do storyboard com o som, criando assim um rascunho em movimento, chamado de animático.

Nesta cena do filme “Viva – a vida é uma festa” de 2018, podemos ver claramente como esse tipo de storyboard auxiliou na animação final:

Perceba que neste momento não existe a necessidade de que os desenhos estejam finalizados. É a narrativa que precisa estar clara e muito bem definida.

As indicações de movimentação na cena, por qual lado o personagem entra e por onde ele sai, qual é a trajetória que determinado objeto fará, o ângulo de câmera, cortes, duração de cada tomada, dentre outros detalhes que possam facilitar a edição.

Desenhos rígidos podem atrapalhar nessa fluidez, principalmente se o seu vídeo apresenta um teor mais dinâmico.

Um ponto que gera um grande questionamento é: eu preciso saber desenhar?

A resposta é que se você tem alguma base para desenho ou criação, certamente o seu projeto será melhor desenvolvido, pois o storyboard é uma indicação do que o diretor, animador ou designer vai seguir visualmente.

Caso não tenha esse embasamento, mas preze pela melhor qualidade possível, é recomendado a contratação dos serviços de um animador ou desenhista que tenha conhecimento em narrativa cinematográfica.

Porém, é possível criar storyboard para certos projetos sem uma grande habilidade para desenho, como esse exemplo, usado para desenvolver layout para um site:

Storyboard de layout de site

Fonte: Playitaway

Onde o Marketing Digital entra nessa história?

Com o crescimento de busca por vídeos na internet e a iminente questão de que os vídeos irão dominar cada vez mais o mercado, aqueles que desenvolverem conhecimento sobre a produção com certeza sairão na frente.

No Marketing Digital e, principalmente, no Marketing de Conteúdo, os vídeos já estão sendo utilizados de várias formas, seja como uma apresentação de um produto, um anúncio de um novo conteúdo ou revitalização de um conteúdo já existente.

Além da já conhecida captura de imagens, outro modo bastante utilizado por ser muito atraente, é o Motion Graphics.

Além disso, um grande diferencial para se ter sucesso fica por conta do storytelling e é aí que o storyboard se faz necessário para desenvolver um esquema criativo e que chame a atenção do usuário logo nos primeiros segundos após o play.

Manual do uso de Vídeos no MKT Conteúdo

Como fazer um storyboard?

Então, agora que já compreendeu a importância dessa estratégia para o Marketing Digital, vamos a um pequeno guia sobre essa etapa do projeto:

Reflita antes de pôr a mão na massa

Após a conclusão do roteiro de um determinado projeto, já é o momento de pensar no storyboard e consequentemente, no storytelling.

Procure visualizar todo o enredo do projeto, do início ao fim.

Essa é também uma ótima maneira para verificar possíveis problemas e inconsistências do roteiro e assim aplicar alterações sem ter retrabalho após a finalização.

Comece a esboçar

Em um arquivo novo em um programa de desenvolvimento visual ou mesmo em uma folha de papel, desenhe os quadros que irão representar a sua tela.

Ao esboçar as cenas, insira todas as anotações que julgar importantes, reserve um espaço abaixo de cada quadro para isso.

Procure centralizar as ações dentro da tela, onde o foco do consumidor permanece na maior parte do tempo.

Seja seu próprio diretor

Se for necessário, crie um animático sincronizando com o áudio. Busque trabalhar no ritmo das sequências, dê tempo para o consumidor digerir a mensagem, mas não enrole, seja objetivo.

Para um vídeo curto, é recomendado pouco texto — seja em diálogo ou texto em tela — e mais exploração visual. Você executa o que você mesmo define na linha do tempo do vídeo, então planeje bem essa parte.

Voilá!

Depois de seguir todos esses passos, seu storyboard estará pronto para ser o guia da etapa seguinte do projeto: a execução da captura de imagem.

Bônus: ferramentas para criação de um storyboard

Existem diferentes opções para a criação de um Storyboard de qualidade e separamos algumas para te ajudar:

O bom e velho papel e caneta

Sim, existe uma certa ilusão de que essa etapa precisa estar totalmente polida, minuciosamente formatada e com o desenho bonito e que o digital é melhor para se ter esse resultado.

Isso é um mito. Ainda hoje, grandes empresas e estúdios pelo mundo utilizam o papel e os rabiscos rápidos em um brainstorm para defender ou apresentar ideias, porque a ideia é o mais importante.

Softwares

Alguns programas são excelentes para a criação de storyboards. Os mais utilizados atualmente são o Photoshop e o Toon Boom Storyboard Pro. Mas se você quiser experimentar softwares gratuitos, existem boas opções como o Storyboarder e o Plot.

Para utilizar qualquer um desses, uma mesa digitalizadora é uma mão na roda.

Ferramentas online

Se você não possui nenhum software, existem opções de sites que disponibilizam ferramentas para agilizar essa etapa e otimizar o workflow de sua equipe.

Uma delas é o Boords, um site limpo e intuitivo desenvolvido especialmente para facilitar a criação de um animático, por exemplo.

Caso não tenha uma mesa digitalizadora, há também a opção de inserir imagens já prontas e montar uma linha do tempo.

Você já sabe que imagens ajudam a impulsionar um conteúdo e a engajar seus clientes, além de deixar o seu blog com um visual muito mais agradável.

Agora, imagine ultrapassar a barreira do estático e explorar o movimento dos vídeos com animações e capturas incríveis?

Dessa forma, o usuário tende a se sentir mais familiarizado ao ter uma sensação maior de que você está passando a mensagem diretamente para ele.

Essa é uma vantagem a mais que o audiovisual proporciona e podemos utilizar isso de forma positiva e educativa, sem gerar cansaço ou desinteresse logo no início do conteúdo.

Agora que você já entendeu a importância dessa etapa e como ela pode influenciar no sucesso da sua estratégia de marketing, que tal ampliar seu conhecimento sobre essa tendência, conhecendo tudo e mais um pouco sobre Vídeo Marketing?

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