Redes Sociais

As Redes Sociais são os canais mais importantes de humanização de uma marca e de gerar proximidade com o público. Atualmente elas são um dos pilares para se alcançar sucesso com Marketing Digital.
Nessa categoria você aprenderá:

  • Como gerenciar as suas Redes Sociais
  • As melhores estratégias para aumentar o engajamento com suas páginas
  • Os melhores tipos de post para encantar suas personas
  • Como evitar crises e lidar com elas
  • Entre outros tema que visam transformar as suas páginas em um canal saudável e popular de comunicação com o seu público

Conheça a janela de notícias do Facebook: uma nova tentativa de contrapor a onda de fake news

Conheça a janela de notícias do Facebook: uma tentativa de contrapor a onda de fake news

Facebook realiza uma nova ação para recuperar seu prestígio. A rede social lançou, no início do mês, uma nova ideia: agregar a plataforma uma janela de notícias de qualidade. Mas, como aconteceu ultimamente, a notícia dividiu opiniões.

A jornada do Facebook oscila entre uma inocente rede social e uma teoria da conspiração.

Cada movimento do Facebook afeta o mundo do marketing, já que a economia global por internet depende, em grande parte, de criar territórios neutros e inclusivos em que as pessoas possam interagir, apesar de suas diferenças.

Infelizmente, há mais de um ano que a neutralidade dessa rede é fortemente questionada.

Para tentar reduzir a repercussão negativa, o Facebook propôs uma nova iniciativa direcionada a qualidade da informação.

A seguir, contaremos tudo sobre a nova janela de notícias do Facebook. Acompanhe!

O problema da qualidade da informação

Se observamos o panorama político mundial, tudo parece um jogo de xadrez em que cada movimento tem uma intenção estratégica oculta.

E o ponto é: de qual lado joga o Facebook? Mark Zuckerberg é um humanista visionário que vê a conectividade como um direito humano ou um empresário à frente de um monopólio global que comercializa dados sigilosos para influenciar na política e na sociedade?

Frente a essa crise de credibilidade, o CEO do Facebook vem realizando diferentes ações para recuperar seu prestígio.

No entanto, ele parece ter entrado em um círculo vicioso em que, a cada iniciativa, surgem novos detratores.

A nova iniciativa do Facebook

A ideia é criar uma janela dentro da rede com notícias de “qualidade”. Dessa forma, o usuário terá a possibilidade de satisfazer sua demanda de informação sem ter que sair da plataforma. Mas, terá o Facebook a capacidade de entregar um serviço sério e qualificado?

Maior pluralidade de informações

O algoritmo sabe os gostos e tendências dos usuários. Dados precisos que nem eles mesmos lembram —em muitos momentos — e, contrariando os princípios jornalísticos, usam para agradar em vez de buscar informar a realidade objetivamente.

Seria confiável que no feed apareça algo que só agrada a uma pessoa? Como construir uma pluralidade de pensamentos se a rede nos isola dentro de nosso critério? Como funcionaria isso levando ao âmbito da distribuição de informação?

Você pode se interessar por esses outros conteúdos sobre o algoritmo do Facebook

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Distribuição, não produção de notícias

Você ficaria surpreso de saber que, em vez de ser um serviço gratuito, somos nós que trabalhamos para o Facebook, pagando com nosso tempo de permanência e com os conteúdos que geramos.

É como o Uber: uma empresa de transporte de passageiros que não tem frota de carros própria.

O Facebook é uma empresa de compartilhamento de conteúdos que não gera nenhum conteúdo.

A plataforma usaria, então, a mesma lógica para alimentar a janela com notícias?

As respostas para esse questionamento ainda não estão claras — principalmente em relação a seleção dos sites e publicações que serão consideradas qualificadas e confiáveis.

As fake news

Infelizmente, as notícias falsas se tornaram comuns, com o objetivo de desinformar e criar o caos. Como isso será controlado no âmbito jornalístico se não conseguiram controlar no âmbito social?

Essa iniciativa criou uma onda de críticas e controvérsias que coloca uma grande dúvida sobre como continua essa história e sua influência no mercado.

Restará ao Facebook aprender com o Google, uma empresa de igual magnitude que sabe lidar melhor com a qualidade das informações que organiza?

E, se você quer se informar mais sobre o assunto, leia nosso artigo sobre a ferramenta do Google para jornalistas.

19 backlinks de redes sociais para elevar seu SEO

19 backlinks de redes sociais para elevar seu SEO

Usar de backlinks nas redes sociais pode ser o principal diferencial da sua estratégia SEO em relação aos seus concorrentes. Veja 19 oportunidades de linkar seus domínios nas redes sociais!

Já se foi o tempo em que podíamos desconsiderar as redes sociais em uma estratégia de Marketing Digital.

Cada vez mais, elas são parte essencial do posicionamento online de uma empresa, mas elas podem trazer também outros tipos de resultados.

Essas plataformas podem ajudar também sua estratégia de SEO, e fazer com que você atinja posições ainda mais altas no Google.

E isso é mais simples do que você imagina: basta colocar os backlinks certos, em lugares estratégicos de suas redes.

Com o alcance que as redes sociais tem, os links que você escolher podem levar seus seguidores a descobrirem seu site, novas ofertas e até mesmo seus produtos. Além de ser um ótimo sinalizador para o Google da relevância do seu domínio.

Por isso, você não pode desperdiçar o potencial que backlinks em redes sociais podem ter, não só de trazer tráfego, mas de alcançar um público que você pode ainda não ter trazido para mais perto de sua empresa.

Para que você saia daqui com sua estratégia já muito mais forte, vou passar os melhores backlinks que você pode colocar em suas redes sociais.

Continue comigo.!

Backlinks no Instagram

1. O link em sua bio

Em sua bio no Instagram você consegue colocar apenas um link e, como em suas publicações você não consegue fazer isso, esse lugar se torna ainda mais estratégico.

Esse é um dos principais backlinks que você pode ter, principalmente por se tratar do Instagram.

Essa rede social que é a mais importante do momento e a que provavelmente concentra o maior número de seguidores de sua empresa.

Não se contente em colocar apenas o link para o seu site ali, afinal, você precisa pensar na experiência de vários tipos de usuários, seja ele um seguidor novo, seja de alguém que já te acompanha.

Eles estão procurando por coisas distintas, então você precisa ser capaz de atender a ambas as necessidades.

Plataformas como o linktree permitem direcionar seu usuário para mais de um lugar. Assim como o exemplo da confeitaria O Granulado.

Aproveitando de plataformas como essa, você consegue levar diferentes tipos de usuários para lugares distintos, que vão fazer sentido para o momento de contato com sua marca que ele estiver.

2. Links em seus stories

Nem todas as contas possuem acesso a links de “ver mais” nos stories. Geralmente esse recurso é liberado em contas com mais de 10.000 usuários.

Para aqueles que possuem, esse é um ótimo momento para divulgar blogposts e trazer seus seguidores para seu site.

Assim como fizemos para divulgar uma de nossas vagas. O botão “ver mais” levava o usuário para a página daquela vaga.

3. Produtos em sua loja

O Instagram também permite que você exponha seus produtos na função de loja.

Esse é um dos momentos mais estratégicos para se utilizar de links que levarão os seguidores diretamente para o momento de decisão de compra.

Como mostrado nas figuras da conta da Kate Spade NY, o link aparece primeiro como tag em sua postagem, para depois expor com mais precisão seu produto e então, fazer um call to action para acesso o site.

Backlinks no Facebook

4. Sua conta pessoal

Não é só a conta de sua empresa que pode trazer relevância para seu site, mas sua conta pessoal também.

Para pessoas públicas importantes e mais conhecidas de sua empresa é uma boa estratégia linkar seu site nesses perfis.

Além de linkar a página do próprio perfil do Facebook como local de emprego, você também pode colocar links para o seu site, como no canto superior direito da imagem.

5. Postagens estratégicas

Sim, você pode colocar links em qualquer publicação do Facebook e, inclusive, fazer com que eles sejam o principal foco de sua postagem — assim como quando divulgamos blog posts.

No entanto, precisamos pensar além disso: em quais momentos você poderia adicionar backlinks e continuar a promover seu site e garantir mais usuários em seu domínio?

Marcas estão cada vez mais investindo em branded content e esse tipo de conteúdo é um ótimo momento para mostrar seu site, uma vez que o seguidor que se interessou pela postagem já tem algum grau de interesse em sua marca.

6. Na página sobre de sua conta

A seção sobre de seu perfil do Facebook é um dos lugares nos quais seus seguidores e possíveis interessados em sua empresa vão para saber mais sobre ela.

Nesse momento, não incentivar esse público qualificado — visto que estão procurando saber mais sobre sua marca — a dar o próximo passo visitando seu site é um erro que vai te fazer perder muitas oportunidades.

7. Botão da home

Logo no topo do perfil de sua página, uma das partes que mais chama atenção dos usuários é esse botão:

Aqui é um dos principais pontos onde você deve colocar o que acredita ser mais estratégico para seus objetivos.

A plataforma permite que você escolha qual tipo de call to action utilizará.

Você pode escolher para onde levar seu seguidor — lembre-se que essa escolha precisa estar atrelada a seus KPI’s e objetivos de seguidores nas redes sociais.

8. Foto de capa e perfil

Sua foto de capa e perfil do Facebook também podem conter backlinks relevantes para sua estratégia, e não só aqueles que levam para a home de seu site.

Esse links podem ser ainda mais estratégicos.

Em nossa foto de capa convidamos nossos seguidores a darem o próximo passo e conversarem com um de nossos consultores.

9. Descrição de grupos

Grupos no Facebook cada vez mais se tornam uma das partes mais importantes de se fazer marketing, e por isso, são cada vez mais comuns.

Além de serem esses lugares para se criar verdadeiras comunidades, a descrição desses grupos também são uma ótima oportunidade para colocar links para o site.

Backlinks no Twitter

10. No campo de site em seu perfil

Em seu perfil você vai ter a oportunidade de colocar um link para o seu site, então, não deixe isso de lado.

11. Em sua bio

No Twitter você também poderá utilizar links em sua bio. Como você pode ver na imagem acima, os links ficam próximos um do outro. Por isso, pense bem em como um link pode complementar o outro.

Os links em nossa bio chamam para o nosso site e nosso blog: dois dos links mais importantes para nossa estratégia.

12. Postagens em imagem ou vídeo

Imagens e vídeos geralmente geram bastante engajamento no Twitter, e por isso, tem boas chances de atingir muitas pessoas.

Com um grande alcance, você não pode perder a oportunidade de ter um link em um tweet viralizado por aí. 

Backlinks no LinkedIn

13. Em seu perfil de contato

Assim como nos perfis de outras redes sociais, no LinkedIn você também consegue colocar um link importante para seu site na seção “sobre”.

Especialmente nessa plataforma, é importante entender que seu público é diferenciado e as oportunidades podem ser ainda mais qualificadas do que em outras redes.

Por isso, você pode testar até mesmo links para formulário de “converse com um consultor” já levando o usuário para uma landing page, na qual você tem mais controle sobre suas chances de conversão.

14. Botão na home

Um dos pontos de destaque de seu perfil é o botão de “visitar site” que é uma ótima oportunidade de levar quem está visitando seu LinkedIn para seu site.

É importante pensar que não necessariamente você precisa redirecionar sempre para a home de sua página.

Entendendo a intenção, e como seus seguidores interagem com suas redes sociais, é possível identificar se é mais interessante levá-la a página “sobre” de seu site ou até mesmo para um “fale com um consultor”.

Backlinks no Youtube

15. Na parte “sobre” de seu perfil

O Youtube é uma grande plataforma e vem crescendo cada vez mais junto com o grande boom de vídeos na internet.

Por isso, seu canal nessa rede social se torna um local em que potenciais consumidores podem encontrar sua empresa, e obviamente, você quer levá-los para o seu site.

16. Descrições de vídeo

Com uma estratégia de Youtube bem consolidada, seus vídeos provavelmente estão alcançando muitas pessoas.

E, como essa plataforma tem a característica de ser usada como mecanismo de busca, seus vídeos antigos ainda podem estar gerando um número considerável de visualizações.

Nesse sentido, os vídeos de seus canais tem um tempo de vida maior do que em outras redes sociais.

Utilizar, então, das descrições para levar esse grande número de pessoas para outros pontos de contato da sua marca é essencial.

Uma ótima estratégia é criar templates de links para colocar em todos os vídeos, assim como fizemos na imagem acima, em que convidamos o usuário a nos acompanhar mais de perto em nossas redes sociais e blog.

Backlinks no WhatsApp

17. Em seu status

Se você tem uma conta empresarial no WhatsApp é extremamente valioso colocar o link para o seu site em seu status.

Sim, isso é possível e pode ajudar seus consumidores que estão ali prontos para conversar com você a entender mais sobre sua empresa e sua marca.

Backlinks no Pinterest

18. O link em seu perfil

Como em qualquer rede social, a bio do Pinterest funciona como vitrine para sua empresa. Ela é o primeiro ponto de contato do seguidor com aquele perfil.

Uma descrição base de sua empresa e um call to action para conhecer mais com link para o seu site são essenciais.

19. Em todas suas postagens

Uma das principais ideias do Pinterest é funcionar como uma vitrine e um portfólio de ideias, referências e projetos, mas sempre com a intenção de fazer com que o seguidor vá para o seu site e saiba mais.

Não deixe nunca de colocar links em todas suas publicações, mesmo que eles redirecionem simplesmente para a página inicial de seu site.

Esses 19 backlinks são extremamente simples de se aplicar e podem ser o diferencial da sua estratégia de SEO em relação a seus concorrentes. Você pode começar agora mesmo a subir posições no Google com essas dicas.

Já que estamos falando sobre uma estratégia avançada de redes sociais, não podemos deixar de entender o panorama desse ambiente digital em 2019. Separamos as tendências das principais plataformas sociais ainda nesse ano. Confira e continue a potencializar seus resultados!



social listening

Social Listening: como construir uma imagem de marca mais sólida junto ao público

Entenda como funciona a prática que pode ajudar seu negócio a melhorar sua comunicação com o público, solucionar problemas e até mesmo aumentar as vendas!

Social Listening é a denominação de um conjunto de ações de monitoramento de termos chave em diversos canais que, quando feito de maneira certeira, pode trazer benefícios e insights para sua marca.

Neste post vamos explicar como fazer esse monitoramento, quais as principais vantagens que esse conjunto de práticas pode trazer para a rotina da sua equipe e ainda indicar ferramentas que podem ser usadas para facilitar esta tarefa. Vamos lá?

Monitoramento

Bom, antes de passar para os ganhos de incluir o Social Listening na sua rotina, é essencial aprofundar no significado deste conceito.

Para você que ainda está se perguntando de que maneira o monitoramento pode ser feito, calma que vamos passar por este assunto.

Social Listening, portanto, designa uma forma de se manter informado sobre elementos online que cercam o universo da sua marca. Mas, como isso funciona na prática?

Por meio de palavras-chave, você consegue saber o que sua audiência está falando sobre sua empresa, seu produto, sobre a concorrência, seu mercado e até mesmo identificar oportunidades de atuação!

Para isso, é importante que você utilize alguma ferramenta que agrupa e apresenta esses dados, possibilitando a leitura e interpretação deles.

Ainda neste post vamos apresentar algumas possibilidades para que você escolha a que mais atende suas demandas.

Então, de maneira resumida, você vai “escutar” o que está sendo dito sobre sua marca e assuntos correlatos que forem de interesse da sua empresa para conseguir insights variados e, por vezes, até mesmo iniciar uma interação com o público.

Duas coisas que devem ser mencionadas são que Social Listening não diz respeito somente a redes sociais.

Ele também pode englobar outros canais como blogs e portais de notícias. A disponibilidade para monitorar esses canais vai depender da ferramenta escolhida.

Outra coisa é que é importante reconhecer que a potencialidade do Social Listening está para além da questão de marca —que é parte importante do processo.

Muitas vezes, o monitoramento é visto como algo ligado puramente a prevenção de crises e entendimento de saúde da marca.

Porém, é importante expandir as possibilidades para está prática já que ela pode apresentar melhorias estruturais na sua empresa, como um todo.

Quais os principais benefícios

Agora que você já compreendeu o que define a prática de Social Listening vamos passar por alguns pontos que ressaltam a potência desta prática no cotidiano.

Veja, a seguir, alguns dos benefícios dessa observação online.

Monitoramento de marca

Este é um dos benefícios mais claros quando falamos de listening, mas não devemos esquecer da importância de saber o que é dito online sobre sua marca.

Algumas pessoas confundem esse monitoramento com uma questão de ego da empresa, porém, é justamente de maneira oposta que você deve se posicionar.

Monitorar sua marca é essencial para ajudar seus clientes, reconhecer erros e prevenir adversidades.

Muitas crises em redes sociais são ocasionadas quando uma situação que não é do conhecimento da sua empresa surge online e toma proporções grandes.

Portanto, saber o que acontece nessas plataformas pode ser um ótimo termômetro para entender se sua empresa está conseguindo manter a comunicação efetiva da maneira como foi planejada e se está entregando a experiência que seus clientes esperam de você.

Concorrência

O Social Listening também auxilia você a se manter atualizado com tudo que as empresas do seu ramo estão fazendo.

No Marketing, o monitoramento de concorrentes já é uma prática difundida e usar ferramentas de listening para intensificar este movimento é essencial.

Essa atenção com seus concorrentes pode te ajudar a ter insights de ações, a perceber práticas que não deram certo e até mesmo a entender forças e fraquezas das empresas que atuam no mesmo ramo que a sua.

Suporte ao cliente

As redes sociais já se tornaram canais de resolução de problemas. O lugar que antes era ocupado pelas linhas telefônicas, passa agora a fazer parte das plataformas sociais.

Por isso, sua empresa precisa monitorar estes canais para auxiliar e se mostrar sempre próximo do público.

Segundo pesquisa da Hootsuite, 59% dos americanos com contas em redes sociais pensam que o serviço ao cliente por meio das mídias sociais fez com que seus problemas fossem resolvidos mais facilmente.

Neste tópico, é importante usar o monitoramento para buscar soluções rápidas para seus clientes, além de saber como responder a críticas e mensagens mais assertivas de maneira mais respeitosa e resolutiva possível.

É essencial demonstrar para seu cliente que sua empresa está junto com ele, inclusive, com transparência e honestidade na resolução de erros.

Além disso, o marketing boca a boca ainda tem resultados surpreendentes. E nada como um bom atendimento para mostrar que sua empresa realmente se preocupa em cuidar dos clientes.

O exemplo acima ficou bem famoso na internet quando um pet, chamado Belinha, devorou o cartão de seu tutor. Walter explicou a situação para a empresa, que teve um cuidado especial na hora de ajudar seu cliente.

Além de enviar uma cartinha escrita à mão por um dos colaboradores da empresa, a NuBank também mandou um brinquedo para o pet se divertir.

Esse tipo de ação não é tão simples de ser feita, porém é um exemplo de como a fintech encontrou uma maneira de se aproximar e humanizar seu atendimento.

Essa relação só reafirma a postura da empresa como solucionadora de problemas e preocupada com os clientes.

Desenvolvimento de produtos/serviços

Este tópico é um incentivo a pensar nas oportunidades e insights que você pode tirar dos comentários dos usuários sobre sua marca.

Um fluxo grande de mensagens similares pode indicar uma oportunidade de resolver um problema na sua empresa ou uma ideia que pode se tornar um novo produto.

Por isso, essa observação deve ser feita de maneira cuidadosa para que oportunidades de mudança significativas não sejam ignoradas.

Social Selling

As oportunidades de desenvolvimentos, comentadas no tópico acima, estão diretamente relacionadas ao por que de as pessoas buscarem o que sua empresa oferece.

Pensando no exemplo da Rock, uma dúvida comum para nossa persona é “Como rankear no Google”.

Nesse sentido, realizar um monitoramento dos termos na frase pode nos auxiliar a encontrar possíveis novos clientes para a Rock.

Pensando no monitoramento da concorrência, por exemplo, esse tópico se aplica quando os usuários reclamam de outras marcas ou de serviços que não atenderam às expectativas prestadas por outras empresas do seu setor.

Isso pode significar uma oportunidade de sua empresa se destacar, ressaltando seus diferenciais em relação às outras.

Porém, nesses casos, é essencial ter muita cautela e pensar em como sua empresa pode usar essas informações para melhoras seus serviços e atrair mais clientes, sem, necessariamente, intervir e comentar opiniões sobre seus concorrentes — já que isso pode causar uma impressão errada das ações da sua marca.

Em Social Selling, ainda é possível observar usuários que apresentem problemas no seu serviço, interceptando oportunidades de atuação.

Pesquisa de Marketing

Ouvir e ler as opiniões de seu público sobre seu negócio é uma das formas de realizar pesquisas sobre sua audiência.

Precisa de dados para reformular sua persona? Ou quer levantar argumentos convencer sua empresa de que seu serviço precisa de mudanças?

As práticas de Social Listening podem auxiliar a reunir dados que permitem a formação de hipóteses.

SEO

As práticas de monitoramento, assim como as de SEO, estão diretamente relacionadas a escolha de palavras-chave. Pensando nisso, é possível tirar dois principais pontos positivos deste semelhança.

A primeira é que, utilizar sites de monitoramento e sugestão de palavras-chave para traçar parte da sua estratégia de Social Listening pode ser um bom caminho para ajudar a compor sua lista de termos buscados.

No segundo ponto, é útil usar palavras-chave para mapear a sua produção de conteúdo. Se sua persona está falando muito sobre determinado assunto do universo da sua marca, por que não produzir um material sobre ele?

Assim, você pode resolver uma dor do seu público e orienta a produção de conteúdos que têm chances grandes de colaborar significativamente para compor o tráfego do seu blog.

Colocando sua estratégia em prática

Uma ressalva que deve ser feita antes de falarmos da estratégia propriamente dita é relativa a escolha dos termos que serão monitorados.

Algumas ferramentas só permitem a adição de múltiplos termos mediante acréscimo no pagamento.

Como esse tipo de condição pode dificultar o rastreio de muitos termos, o recomendado é que o nome da sua empresa seja o principal termo na busca.

Ou seja, se por questões de budget, ou de tempo não, for possível monitorar múltiplas palavras-chave, dê preferência para o nome da sua marca.

Dito isso, como elencar a lista de termos que vão guiar seu monitoramento? Apesar de no tópico anterior já termos dado algumas dicas, nesta seção vamos exemplificar como selecionar as melhores palavras-chave.

Escolhendo suas palavras

Essa primeira dica é a mais importante para sua estratégia! Anote o nome da sua empresa, os erros mais comuns de digitação que as pessoas têm na hora de buscar sua marca e possíveis abreviações

Exemplo: Rock Content, Rocket Content, Rock Contente, RC.

Mapeie temas comuns sobre os quais sua persona fala ou têm dúvidas.

Exemplo: Marketing Digital, Marketing de Conteúdo, Redes Sociais, SEO;

Elenque quais outras empresas da sua área você quer monitorar.

Pode ser interessante para sua metrificação dividir as menções em três categorias:

  • positivas;
  • negativas;
  • neutras.

Lembrando que algumas das ferramentas que vamos indicar já tem essa função automática. Porém, é sempre bom ter atenção para entender se a função realmente é precisa.

Essa separação pode auxiliar na hora de entender como é a reputação da sua empresa online.

Inclusive, esse balanço auxilia na melhora da visão que os usuários têm de seu negócio, caso ela não seja tão positiva.

A separação também aumenta a previsibilidade de crises em redes sociais, já que elas vão possibilitar uma visão mais ampla de uma situação não favorável.

Cuidados e dicas para monitorar bem

Cautela na hora de abordar pessoas! Muitas vezes, como o monitoramento não é feito só por meio de menção direta ao seu perfil, pode ser que as pessoas não queiram iniciar um contato direto e que, até mesmo, se sintam desrespeitadas pela sua empresa ao iniciar esse diálogo.

Portanto, analise a situação e procure medir se a sua empresa pode (e deve) atuar diretamente na resolução direta de um problema junto ao usuário, por exemplo.

Essa atenção também vale para monitoramento de concorrência. Como citamos, é importante saber o que marcas do seu segmento estão fazendo.

Porém, a abordagem de usuários que não estão satisfeitos com os serviços de uma concorrente pode ser invasivo e desrespeitoso.

Manual do Atendimento ao ClientePowered by Rock Convert

Além dos cuidados na hora de dialogar com seu público, também é essencial cuidado com sua estratégia. Um monitoramento saudável deve ser feito diariamente para evitar que situações desfavoráveis passem despercebidas e tomem proporções indesejadas.

Porém, se não for possível realizar o acompanhamento diário, aposte na maior frequência possível e tenha em mente os pontos positivos que essa prática pode trazer para sua marca.

Junto à frequência de checagem, é interessante que você trabalhe a maleabilidade da lista de palavras-chave. É claro que alguns termos não vão sair da sua lista, como o nome da sua empresa.

Como a sua persona pode mudar ao longo do tempo, é essencial que você acompanhe e atualize os termos buscados para se manter alinhado com seu público.

Ferramentas

Depois de passar por todos os principais pontos de uma estratégia de Social Listening, vamos indicar algumas ferramentas que podem facilitar a rotina de cuidados de monitoração.

Dois mecanismo gratuitos que podem ajudar na hora de realizar sua pesquisa são o Tweetdeck e o Google Trends.

O Tweetdeck é uma ferramenta exclusiva para o Twitter, mas ela pode ser muito útil e permite uma busca abrangente de palavras-chave dentro da rede.

Já o Google Trends tem a desvantagem de não apresentar números muito precisos, mas pode ser uma maneira interessante de acompanhar o fluxo de menções a sua marca.

Busca por Rock Content no Google Trends Busca por Rock Content no Google Trends

Passando para as ferramentas pagas, a Quintly é uma empresa bastante conceituada e é um dos exemplos que estabelece um panorama profundo sobre sua empresa no ambiente digital.

A Mention te ajuda a rastrear o termo escolhido para além das redes sociais. O que pode facilitar na hora de identificar aparições na mídia e em jornais.

A Brandwatch é uma companhia focada em fornecer análises de dados sobre a presença online de empresas.

E, além dessas, a Sprout Social já é bem relevante no meio de redes sociais e abrange não só a leitura e observação de dados, mas também o agendamento de postagens e gerenciamento de perfis.

Monitorar para melhorar

Agora que você já entendeu a importância do Social Listening para sua estratégia de Marketing, que tal começar a colocá-lo em prática?

Comece estudando um pouco sobre as plataformas e entenda quais os termos chave para seu negócio.

Depois é só estabelecer uma frequência de monitoramento e registrar seus dados, para conseguir analisar como estão os resultados ao longo do tempo.

Quanto mais você apurar o que as mudanças nas menções de marca significam, mais controle sobre a sua narrativa de marca você vai ter. Assim, sua empresa se fortalece e constrói uma imagem mais sólida junto ao público.

Se quiser saber mais sobre redes sociais e monitoramento, não deixe de conferir nosso conteúdo sobre as principais ferramentas para monitorar hashtags nas redes sociais.

Kit Marketing nas Redes SociaisPowered by Rock Convert
Saiba como se posicionar antes, durante e depois de uma crise de marca nas redes sociais

Saiba como se posicionar antes, durante e depois de uma crise de marca

Apesar de indesejada, uma crise de marca pode ser revertida se a empresa souber identificar sua ocorrência e implementar um bom gerenciamento de crise, adotando um plano de emergência com boas práticas.

Crise. Sempre que essa palavra aparece, causa arrepios e preocupações, não é verdade? Assim como acontece na economia de um país ou até mesmo em um relacionamento conjugal, uma crise de marca pode abalar as estruturas e vir acompanhada de muitas incertezas.

Diante desse momento de insegurança, muitas empresas ficam sem saber como proceder.

Afinal, será que é possível reduzir os comentários sobre o caso? Ou, pelo contrário, é melhor assumir os problemas publicamente? E qual é o papel das redes sociais nessa história toda?

Responder a essas questões é um desafio para todas as organizações que enfrentam turbulências. Então, se você está passando por um momento desses ou deseja se prevenir em relação a futuros problemas, chegou ao lugar certo.

Neste artigo, vamos explicar:

  • o que é uma crise de marca;
  • quais os impactos dessa situação sobre as empresas;
  • como identificar se sua marca está passando por uma crise;
  • o que é gerenciamento de crise;
  • quais são os principais momentos que compõem a crise;
  • como criar um plano de gerenciamento de crise;
  • quais ferramentas e metodologias que podem ser utilizadas;
  • quais são as boas práticas da gestão de crises;
  • exemplos reais de gerenciamentos de crises bem-sucedidos.

Com as informações que você verá aqui, ficará claro como sua marca deve se posicionar antes, durante e após uma crise de marca. Isso será fundamental para manter sua reputação e continuar fidelizando clientes.

Quer entender tudo sobre o tema? Acompanhe!

O que é uma crise de marca?

Uma crise de marca é qualquer acontecimento ou sequência de eventos com capacidade de abalar a imagem que uma empresa tem diante do mercado ou de seus consumidores, criando incertezas e ameaças aos objetivos da organização.

Para compreender o conceito de crise de marca mais profundamente, é válido olhar para a definição de branding.

Segundo o livro Administração de Marketing, dos renomados autores Philip Kotler e Kevin L. Keller, branding (ou gestão de marca) consiste em posicionar produtos e serviços no mercado, mostrando ao consumidor “quem” é o produto, para “que” ele serve e “por que” o potencial cliente deve se interessar por ele.

Em outras palavras, branding nada mais é do que a gestão de uma marca. Para isso, as empresas utilizam diversas estratégias e táticas de gerenciamento e monitoramento — tudo com o objetivo de transmitir uma determinada imagem ao público.

A partir do momento em que essa imagem fica ameaçada ou sofre prejuízos consideráveis, é possível afirmar que há uma crise de marca. A crise é, portanto, uma manifestação desalinhada com o projeto e os valores da marca.

Alguns exemplos de situações que desencadeiam crises de marcas são:

  • recalls de produtos;
  • falhas de mercadorias;
  • problemas de segurança;
  • vazamentos de informações de clientes;
  • desrespeito ou discriminação a consumidores;
  • descumprimento das leis fiscais ou ambientais;
  • declarações polêmicas de líderes.

Quais impactos essa situação pode causar para a empresa?

Uma crise de marca corrói a percepção de qualidade, gera associações negativas à marca e reduz a lealdade à empresa. Entre seus inúmeros impactos, estão os seguintes.

Redução do Brand Equity

Brand Equity é o patrimônio de uma marca, ou seja, quanto ela vale no mercado. Por se tratar de algo intangível, o valor da marca não está associado apenas à infraestrutura ou ao faturamento da empresa, mas também à sua imagem.

Com isso, qualquer evento que abale a percepção que as pessoas têm de uma marca acaba reduzindo o valor de mercado dela.

Prejuízos financeiros

Quando o Brand Equity de uma empresa cai, o valor de suas ações também diminui. Assim, a companhia sofre com prejuízos financeiros.

Basta lembrar da operação Carne Fraca no Brasil. Imediatamente, os valores das ações de empresas envolvidas nas investigações caíram. Foi o caso das marcas pertencentes à BRF.

Além disso, um efeito da crise de marca é a perda direta de vendas. Junto a isso, há a queda na demanda de outros produtos associados à mesma marca.

Quer um exemplo real? Um recall do suco de maçã da marca Ades fez com todos os outros sabores de sucos também registrassem quedas nas vendas.

Conflitos com stakeholders

Parceiros, acionistas, consumidores, colaboradores e fornecedores. Todos eles têm uma determinada imagem da sua empresa e, é claro, querem fazer negócios com quem eles confiam.

A partir do momento em que deixam de confiar na sua marca, é possível que queiram se retirar da organização ou romper a parceria.

Redução da fidelidade

Toda empresa sabe das dificuldades enfrentadas para captar e fidelizar consumidores. Marcas com boa reputação criam um senso de pertencimento, fazendo com que o público queira ser parte do grupo de pessoas que utilizam certos produtos ou serviços.

Esse é o caso da Apple. Afinal, quanta gente faz questão de dizer que prefere o Mac ao PC?

Por outro lado, ninguém quer se associar a uma marca com má reputação. Imagine que sua marca preferida de tênis é multada por incentivar o trabalho infantil. Certamente, você repensará se continuará usando seus produtos, não é?

Em muitos casos, o público chega a ficar com vergonha de ser visto utilizando a marca. Sendo assim, nem é preciso dizer que a fidelidade dos consumidores acaba sendo afetada.

Queda de eficiência da comunicação

Quando criança, você provavelmente ouviu a história do menino que mentia sobre a aproximação de um lobo, uma das fábulas de Esopo.

Por diversas vezes, um pastorzinho anunciou que um lobo perigoso se aproximava do vilarejo em que vivia. Ele gritava “Lobo! Lobo!”. No entanto, o aviso sempre se revelava uma mentira. Era uma brincadeira do menino, que se divertia ao assustar os vizinhos.

Isso até que, um certo dia, um lobo realmente apareceu e o pastorzinho gritou desesperadamente por ajuda. Só que, dessa vez, ninguém acreditou nele. Como os camponeses já haviam sido enganados algumas vezes, pensaram que era outra brincadeira e nada fizeram para ajudar. O resultado foi que o lobo comeu todo o rebanho.

A fábula acima ilustra o que acontece na comunicação durante uma crise de marca. Por mais que a empresa invista altos valores para reverter a situação, quem acreditará nas palavras de uma organização que descumpriu seus próprios valores, promessas ou posicionamento?

Diminuição da capacidade de atrair switchers

Switchers são aqueles consumidores que ficam entre duas marcas, ora comprando uma, ora adquirindo produtos da outra.

Diante de uma crise da marca “A”, digamos, esses usuários tendem a comprar somente a marca “B” — pelo menos, até que esqueçam do que aconteceu ou até que a imagem de marca seja restaurada.

Como identificar se a sua marca está passando por uma crise de imagem?

Da mesma maneira que uma doença traz sintomas que podem ser percebidos no corpo humano, uma crise de marca também vem acompanhada de certas pistas que permitem identificá-la.

Mas onde e como encontrar os indícios de uma crise de imagem? Para isso, o ideal é ficar atento às recomendações a seguir.

Monitore as redes sociais

Atualmente, quando alguém quer saber mais sobre sua empresa ou produto, a tendência é ir direto às redes sociais.

Por isso, é muito importante acompanhar uma variedade de canais de comunicação, tanto suas próprias mídias (páginas e perfis da marca) quanto de terceiros (comentários em outros sites ou notícias na imprensa, por exemplo).

Além disso, fique de olho em sites como Reclame Aqui. Sites de reclamações ou avaliações de serviços também funcionam como um ponto de coleta de informações sobre a sua empresa.

É claro que ter um ou outro cliente insatisfeito é normal. Contudo, se a marca não estiver tomando providências para atendê-los, essas queixas podem desencadear uma crise de marca nas redes sociais e outros canais.

Para acompanhar notícias e comentários sobre sua marca, você pode utilizar os Alertas do Google, conforme o exemplo abaixo. Para isso, basta acessar o site, digitar o termo ou expressão que deseja acompanhar e mexer nas opções, caso queira.

Se quiser aprender mais, confira nosso artigo completo sobre o Google Alerts.

Google Alerts

Analise suas métricas e indicadores

Analisar os indicadores de sucesso da empresa também é importante para entender a reação do público quando existe um novo produto, serviço ou campanha. Mais do que isso, as métricas podem mostrar insatisfações gerais.

Às vezes, um baixo engajamento pode indicar uma desaprovação ou boicote do público. Assim, dependendo da situação, a marca precisará adotar uma postura mais ativa o quanto antes.

Acompanhe os pontos de vulnerabilidade

Pontos de vulnerabilidade ou fraquezas são aquelas áreas ou assuntos críticos dentro da empresa que podem desencadear crises.

Pode ser um serviço que não está com a qualidade ideal, um setor que vem gerando reclamações ou até mesmo preços mais altos do que a concorrência.

Identificar esses aspectos — e a análise SWOT pode ajudar nisso — é importante para descobrir a existência de uma crise logo em seu início.

Ao acompanhar os pontos acima, você poderá perceber se a sua empresa está passando por uma crise de imagem ou se tudo está sob controle.

No entanto, nem todas as dificuldades são iguais em intensidade e, por isso, também é válido entender a gravidade da crise. Veja a seguir as características presentes em cada situação.

Crise de marca leve

É normalmente causada por fatos e informações sem provas, vindos de fontes pouco confiáveis, ou ainda afirmações que não passam de opiniões. Seus sintomas incluem confusão por parte do público.

Porém, nesse caso, parte dos consumidores ainda defende a empresa. Um exemplo é o caso em que um cliente relatou ter encontrado um rato dentro de uma embalagem de Coca-Cola, situação que jamais foi provada.

Crise de marca moderada

Aqui, já existem sintomas mais sérios, como queda nas vendas e pedidos de ressarcimento em massa por parte de clientes. É o caso de certas montadoras de automóveis que passaram por recalls.

Crise de marca grave

Ocorre quando um acontecimento afeta não apenas a confiança que o consumidor tem na marca, mas também coloca em risco sua saúde ou integridade.

Um exemplo no Brasil foi o caso do Hopi Hari, no qual a falha em um brinquedo do parque de diversões causou a morte de uma pessoa.

Até hoje, a empresa ainda sofre com a repercussão do caso. Há quem afirme que o equilíbrio financeiro da marca nunca mais foi restaurado.

O que é gerenciamento de crise?

Gerenciamento de crise é um processo que busca corrigir os impactos causados por uma adversidade, evitando ou minimizando os prejuízos para a organização, além de preservar sua reputação no mercado.

Em muitos casos, trata-se de um amplo processo administrativo que envolve diversas ou até mesmo todas as áreas da empresa, assim como seus respectivos gestores. Normalmente, é criado um comitê e indicado um líder que coordenará a equipe para superar os desafios trazidos pela emergência.

Juntos, os membros do comitê de gerenciamento de crise definem os próximos passos a serem tomados nas diversas áreas, como os setores jurídico, operações, produto, financeiro, recursos humanos, marketing etc.

Existem empresas que contam até mesmo com um manual de crise previamente elaborado, facilitando a recuperação.

Além disso, como já mencionamos, uma crise de marca sempre afeta a imagem da empresa junto aos seus stakeholders. Por isso, é fundamental contar com um plano de comunicação, que pode ser desenvolvido pela equipe interna e até mesmo por uma agência de relações públicas ou assessoria de imprensa.

Aliás, quando há um manual de crise, normalmente, ele é elaborado pelos profissionais de comunicação.

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Quais são os principais momentos que compõem a crise de marca e como determinar cada um deles?

Vamos continuar mergulhando no assunto “crise de marca”? Quanto mais familiaridade você tiver com suas características, mais fácil será identificar o momento pelo qual a empresa está passando.

Como consequência, as medidas necessárias serão tomadas na hora certa, evitando prejuízos ao caixa e à imagem da companhia. Então, veja agora quais são as fases de uma crise e os momentos que compõem cada uma delas.

Antes da crise de marca

As situações de anormalidade, muitas vezes, podem ser evitadas pelas próprias organizações, desde que essas mantenham análises e fiquem atentas a cenários de risco.

Inclusive, aqui está um ponto importantíssimo. O gerenciamento de crise, que citamos há pouco, não serve apenas para quando a crise já se instalou.

É altamente indicado que as empresas façam um gerenciamento de crise preventivo, mesmo quando não há nada grave ocorrendo. Afinal, ele servirá justamente para prever possíveis problemas e adversidades.

Quando a própria companhia analisa todas as potenciais crises que poderiam impactar sua marca, ela pode criar planos de contingência.

Por isso, quando se trata da fase pré-crise, é importante conhecer os sintomas que indicam a iminência de uma turbulência. São eles:

  • baixa fidelização de clientes;
  • falta de inovação nas diversas áreas da empresa;
  • ausência do uso tecnologias e baixa adesão à transformação digital;
  • problemas e dificuldades no atendimento ao cliente;
  • queixas recorrentes em redes sociais e portais de reclamação;
  • quedas nos indicadores-chave de performance;
  • alto turnover de funcionários;
  • esforços em comunicação pouco estruturados;
  • conflitos constantes entre a equipe;
  • insatisfação de acionistas, parceiros, clientes e colaboradores.

Não seria exagero afirmar que a fase que antecede o “estouro” é a mais importante. Não por acaso, assim como uma doença que é detectada em sua fase inicial, problemas empresariais identificados mais cedo podem ser contornados sem grandes dificuldades.

Durante a crise de marca

Quando uma crise de imagem já está instalada, o cenário é bem diferente. Aqui, você provavelmente saberá que está enfrentando problemas.

No entanto, há gestores que tardam a se convencer de que realmente precisam tomar medidas para remediar a situação. Então, quanto antes você se certificar de que está passando por uma crise de marca, melhor.

Para isso, veja a seguir os sintomas que aparecem durante essa fase:

  • alto índice de menções negativas sobre a marca nas redes sociais;
  • reportagens e notas na imprensa com críticas ou suspeitas;
  • investidores, parceiros e acionistas pedindo satisfações;
  • ataques à empresa por parte de clientes, ativistas, sites, jornais etc.;
  • queda nas vendas;
  • queda no valor das ações ou no valor estimado da marca;
  • perda de foco e produtividade na equipe devido à insegurança.

Depois da crise de marca

Como saber se o pior já passou? Depois de tomar as medidas necessárias e implementar um plano de gerenciamento, a fase pós-crise costuma ser caracterizada por:

  • queda nas menções à marca nas redes sociais e na imprensa;
  • retomada dos índices de vendas e do valor de marca;
  • recuperação da normalidade nas relações com os stakeholders;
  • aumento do número de currículos e candidaturas recebidos;
  • aumento da produtividade da equipe.

Após a crise de marca, o momento é de buscar aprendizados para evitar que os problemas voltem a acontecer.

Apesar dos indicadores de que o pior ficou para trás, a marca ainda poderá sentir os efeitos das adversidades por algum tempo. Então, vale ficar de olho nos indicadores e trabalhar forte a imagem da companhia.

Como criar um plano de gerenciamento de crise?

Considerando as diferentes fases mencionadas acima, é possível elaborar um plano de gerenciamento que sirva a diferentes propósitos: prevenção, combate à crise e melhorias após a superação dos imprevistos. Para facilitar a implementação, dividimos essas ações em etapas. Confira.

1. Avalie a situação

Antes de qualquer coisa, você precisa traçar um panorama da crise de marca. Quão ruim ela é? Converse com funcionários que possam esclarecer a situação, entenda o que realmente aconteceu e como a imprensa e o público em geral estão interpretando a situação.

Nesse momento, as ferramentas de monitoramento de mídia podem ajudar você a obter uma visão geral rápida de como os consumidores estão respondendo nas mídias sociais.

Uma delas é o BuzzSumo, uma plataforma de monitoramento de mídias sociais que permite verificar os assuntos mais falados do momento, bem como os influenciadores sociais.

Após acessar o site, utilize a guia “Trending Now” para ver o que o público está falando sobre sua marca.

BuzzSumo.com

Então, avalie: o sentimento em relação à empresa mudou drasticamente? Suas menções de marca dispararam? Essas duas métricas podem indicar o quão viral é a crise, assim como se as pessoas estão falando sobre isso de forma positiva ou negativa.

No entanto, antes de entrar no modo de crise, verifique se a cobertura negativa está vindo de uma única fonte ou de vários locais.

Em certos casos, pode ser melhor responder diretamente a quem está insatisfeito, em vez de emitir uma declaração pública.

2. Atribua deveres e comunique

Assim que souber exatamente o que aconteceu, você precisa informar os seus colaboradores. Conte sobre a situação sem esconder nenhum ponto e explique o que a empresa fará para lidar com a dificuldade.

Junto a isso, atribua deveres e deixe claro quem poderá se comunicar com a imprensa. Mostre como responder a quaisquer perguntas iniciais enquanto você elabora sua resposta oficial. É muito importante que os funcionários não fiquem discutindo a crise publicamente sem a sua opinião.

Decida também quem ficará responsável por encabeçar o gerenciamento de crise e lidar com as relações públicas. Mantenha a equipe executiva informada e atue como ponto de contato com os stakeholders (parceiros, clientes, funcionários etc.). Além disso, registre cada detalhe, ação tomada, resposta externa e resolução.

3. Entenda seus públicos

Antes de dar uma resposta oficial, pense em quem a crise vai impactar e com o que eles se preocuparão. Por exemplo, se você foi afetado por uma violação de dados, provavelmente, seus clientes ficarão mais preocupados se os detalhes do cartão de crédito e as senhas foram roubados, em vez da perda temporária de acesso ao serviço.

Em outras palavras, sua declaração não pode ser genérica. Ela deverá trazer soluções diretas para os problemas que ocorreram, caso contrário, o público se sentirá abandonado.

A boa notícia é que, mais uma vez, você pode rastrear as palavras-chave mais utilizadas sobre a sua empresa no momento. Esses termos possivelmente darão pistas sobre quais são as preocupações iniciais do público.

Além do já citado BuzzSumo, outras opções de ferramentas gratuitas de monitoramento de redes sociais são Social MentionHowSociable e Hootsuite.

Fonte da imagem: mentionlytics.com

Na imagem acima, você pode ver que a ferramenta Social Mention avalia pontos como o sentimento e a paixão do público em relação a uma marca. Esses são ótimos indicadores para avaliar a situação de uma crise.

4. Decida como responder

Depois de compreender em detalhes a situação, é hora de responder à crise. Com base em como ela pode afetar seus stakeholders, decida qual é o melhor canal de resposta. Algumas das principais opções são:

  • comunicar-se por meio das redes sociais (em texto ou vídeo);
  • emitir um comunicado de imprensa;
  • agendar uma entrevista coletiva;
  • fazer uma postagem no blog;
  • combinar as alternativas anteriores.

Se houver muita gente discutindo a crise nas redes sociais, é natural que a situação peça uma resposta pública. Ao elaborar sua declaração, certifique-se de que você está sendo transparente.

Além disso, se a empresa tiver errado em algum ponto, assuma a responsabilidade. Aborde o que realmente aconteceu (se fizer sentido) e mostre como a marca está corrigindo o problema.

Uma boa prática de gerenciamento de crise é jamais fingir que nada aconteceu. Negar os problemas só fará com que eles fiquem ainda maiores.

5. Faça sua mensagem ser ouvida

Mais do que dar uma boa declaração, é importante fazer com que ela seja ouvida. Entre em contato com jornalistas com os quais você se relaciona e responda àqueles que estiveram escrevendo sobre a crise. Se a crise foi detectada nas mídias sociais (algo bem provável nos dias atuais), publique uma resposta sobre isso também.

Apesar de não ser algo obrigatório, a criação de um vídeo respondendo à crise pode ser uma ótima estratégia. Isso não apenas ajuda a manter sua resposta humana, como também faz com que as pessoas confiem mais no que está sendo dito.

Além disso, também vale a pena responder a algumas das perguntas dos usuários de redes sociais. Se você estiver sobrecarregado com mensagens, priorize os defensores e influenciadores da marca, pois eles terão o maior impacto.

6. Meça o impacto de suas declarações e postagens

Depois de publicar as declarações necessárias, é hora de ver se elas surtiram efeito. Como suas palavras estão sendo recebidas? O monitoramento de redes sociais permitirá acompanhar de que maneira as pessoas estão respondendo. Verifique se o sentimento sobre a marca está mudando e, se necessário, tome novas medidas.

Se você tiver enviado um comunicado à imprensa por meio de uma ferramenta de distribuição de relações públicas, por exemplo, poderá acompanhar quantas pessoas abriram o conteúdo, bem como a quantidade de tempo que passaram lendo a declaração.

Então, você poderá acompanhar os jornalistas de acordo com essas respostas. É o caso das plataformas DinoDifundir e BrandPress, que permitem criar e enviar press releases.

7. Saiba quando parar

Independentemente do tamanho da crise, a tendência é que, mais cedo ou mais tarde, o burburinho acabe se estabilizando.

O tempo necessário para isso varia conforme o acontecimento. De todo modo, quando as menções negativas à sua marca começam a cair drasticamente, é hora de você parar de lembrar a todos o que aconteceu.

Nesse momento, tenha como foco começar a reconstruir o valor e a imagem da marca. Mais do que isso, lembre-se de que é impossível agradar a todos.

Então, depois de fazer tudo o que estava sob sua responsabilidade, pare de responder aos insatisfeitos — especialmente, se eles forem haters com pouca influência.

8. Aprenda com os erros e previna-se

É claro que, depois de uma crise, tudo o que você quer fazer é relaxar e respirar fundo. Ainda assim, vale a pena aproveitar o momento para aprender com os erros e criar um plano de prevenção. Assim, você poderá evitar que a mesma coisa aconteça novamente, causando novas crises.

Em geral, o público perdoa marcas que erram uma vez. O segundo erro costuma abalar a confiança que as pessoas têm na empresa.

Por mais que elas não vejam as situações como atos de má-fé, todo mundo prefere fazer negócios com marcas sólidas e bem posicionadas.

Algumas medidas que você adotar para evitar uma nova crise são:

  • configure alertas para picos de menções nas redes sociais. Com isso, você identificará quaisquer discussões negativas em andamento;
  • crie diretrizes de redes sociais para os colaboradores, evitando que eles coloquem a marca em uma situação complicada;
  • conte com senhas fortes, mantenha os computadores atualizados e proteja a organização contra vírus;
  • certifique-se de que todos os dados sejam armazenados em backup com segurança, evitando a perda deles;
  • teste todas as campanhas de marketing e relações públicas com grupos focais ou funcionários que não façam parte da equipe de comunicação. Isso ajudará a identificar qualquer expressão que possa ofender alguém ou ser mal interpretada;
  • desenvolva relacionamentos com os principais influenciadores de relações públicas e redes sociais, pois eles ajudarão a moldar a opinião pública se a crise voltar a bater.

Quer exemplos reais? Veja 3 casos de gerenciamento de crises bem-sucedidos

Toda marca está sujeita a passar por momentos de dificuldade. Então, que tal se inspirar em empresas que superaram as crises de imagem? Os casos abaixo são belos exemplos.

1. Spoleto

Em 2012, a rede de restaurantes Spoleto se deparou com um vídeo criticando o atendimento em seus restaurantes.

A sátira, criada pelo canal Porta dos Fundos, alcançou mais de 400 mil visualizações no YouTube e mexeu com a imagem da marca.

No entanto, em vez de se retratar ou tentar se defender, a empresa decidiu aproveitar a situação. A Spoleto procurou os criadores do vídeo inicial e encomendou uma continuação da piada, dessa vez, divulgando o seu próprio serviço de atendimento ao cliente.

A reação bem-humorada da marca fez com que a imprensa recebesse bem o caso, algo que não é comum. Genial, não é mesmo?

2. Ruffles (Elma Chips)

Outro case interessante é o da Ruffles. A marca vinha sendo questionada nas redes sociais por causa da quantidade de ar dentro das embalagens de batatas fritas. Vários consumidores se sentiam enganados porque, segundo eles, os pacotes tinham mais ar do que batatas.

Para rebater os julgamentos, a marca publicou um infográfico em sua página oficial do Facebook. A imagem dizia: “Saco de Ar? Isso é mito. Entenda o porquê no caminho da batata Ruffles até a sua boca”.

Utilizando um recurso educativo e visual, a empresa explicou de forma objetiva seu processo de empacotamento e por que o ar é necessário nas embalagens. Se você ficou curioso, a resposta é que ele evita que as batatas cheguem quebradas ao cliente.

Além disso, a marca mostrou que a proporção de batatas dentro de cada pacote é a mesma há anos. Com isso, a Ruffles conseguiu manter a credibilidade junto ao público.

3. Brastemp

Para a Brastemp, a crise iniciou quando um cliente da marca publicou um vídeo contando que, devido a problemas técnicos, ficou mais de 90 dias sem sua geladeira.

O título “Não é uma Brastemp” fazia uma crítica ao posicionamento da marca. O assunto chegou a alcançar os trending topics mundiais do Twitter.

Felizmente, a organização agiu rápido para contornar o problema. Começou admitindo o erro em seus canais oficiais e solucionando o problema do consumidor.

Depois, verificou a origem da falha no atendimento e repetiu o treinamento com os colaboradores do setor.

Com explicações transparentes sobre o que havia ocorrido, a marca conseguiu manter sua boa fama — e ainda ganhou credibilidade por tratar tudo de forma honesta.

Como vimos ao longo deste conteúdo, uma crise de marca pode acontecer com praticamente qualquer empresa. Em vez de ignorar o problema ou, simplesmente, torcer para que as pessoas esqueçam o ocorrido, você pode utilizar boas práticas para reverter a adversidade.

Assim, a imagem da sua organização pode até melhorar, já que, cada vez mais, o público valoriza a transparência e a disposição de resolver problemas.

Agora que você já sabe como gerenciar uma crise de marca, aproveite para ler nosso manual sobre atendimento ao cliente e aprender as melhores estratégias de contato!

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TikTok: o que você precisa entender sobre a rede social do momento

Fenômeno TikTok: sua empresa deveria apostar nessa rede social?

O TikTok é uma rede social que vem batendo recordes de downloads em todo o mundo. O aplicativo já superou o Instagram nos Estados Unidos e vem chamando a atenção do público e também das empresas. Uma plataforma simples de mexer e que permite que os usuários criem vídeos bem divertidos e de forma viral!

Imagine um aplicativo com números de download maiores do que o Instagram e próximos do Facebook.

Esse aplicativo existe e se chama TikTok, um fenômeno que vem conquistando um grande número de usuários em todo o mundo.

O TikTok é considerado como uma rede social e aposta no humor para ganhar público. Diferentes empresas já enxergaram um grande potencial em utilizar essa ferramenta para conquistar o público e gerar uma maior aproximação.

No entanto, será que essa rede é ideal para sua empresa?

Vamos mostrar quais são as características dessa rede social neste conteúdo e ainda se ela pode ser usada pelo seu negócio. Acompanhe!

Plataforma de vídeos

O TikTok é uma plataforma focada na produção de pequenos vídeos, de até 15 segundos.

O usuário pode gravar o vídeo e editá-lo, inserindo efeitos diversos e ainda acrescentando uma trilha sonora.

A rede foi criada na China pela empresa ByteDance, em um acordo de união com o antigo Music.Iy. O valor desse acordo girou em torno de R$ 3,8 bilhões, em agosto de 2018.

Essa união proporcionou uma boa experiência com vídeos e áudio, ao mesmo tempo, em uma mesma plataforma com extrema facilidade de uso.

O aplicativo foi apresentado ao mundo com bastante sucesso nos Estados Unidos e Austrália, mas seu público maior está na China e Índia.

A forma de monetização do aplicativo será por meio de anúncios. O objetivo dos criadores é alcançar a meta de 500 milhões de usuários ativos por mês.

O TikTok é considerado como uma rede social porque os usuários podem postar os vídeos, editá-los, adicionar trilhas sonoras e publicá-los na rede para seus seguidores.

As empresas, claro, já ficaram de olho nesse app e o vêem como uma oportunidade para gerar uma aproximação com o público, utilizando os recursos disponíveis, principalmente na edição dos vídeos e efeitos visuais.

Números impressionantes

Quando falamos que o TikTok é um fenômeno, acredite, pois realmente é!

Em todo o mundo, o número de downloads já ultrapassou a marca de 1 bilhão. Em dezembro de 2018, o app bateu recorde de instalação mensal, com a marca de 75 milhões.

Todos esses dados foram levantados considerando as instalações por meio das plataformas do Google Play, do Android, e App Store, do iPhone, além de estimativas de downloads na China.

Para efeito de comparação, no ano de 2018 em todo o mundo o número de downloads do Facebook foi de 711 milhões e o Instagram ficou com 444 milhões. O TikTok, no mesmo período, conseguiu 663 milhões de downloads.

Os concorrentes desse aplicativo são aqueles que trabalham com vídeos, como o Instagram Stories e o Snapchat.

Público bem segmentado

Diante de números tão expressivos, você deve estar pensando em cadastrar a sua empresa na plataforma, certo? Bom, tenha calma, pois existem pontos a serem considerados.

Segundo estatísticas, os usuários do TikTok tem características bem específicas. Como a maioria dos vídeos tem o tom de humor, o público é bastante jovem, ou melhor, adolescente.

É claro que isso não impede você de usar a ferramenta se o seu público é mais velho, até porque, com o sucesso que o app vem fazendo, daqui a pouco mais gerações podem começar a utilizá-lo.

Porém, se você quer começar a usar agora, seria mais interessante focar no público com idade entre 16 e 24 anos, já que 41% dos usuários da rede social estão dentro dessa faixa.

TikTok e as estratégias de marketing

Qualquer rede de comunicação que apresente os números de cadastros similares aos do TikTok deve receber a atenção das empresas.

Esse fenômeno vem atraindo muitos jovens, com uma plataforma simples, divertida e interativa.

Para as empresas acrescentarem essa rede social como um dos canais de aquisição é preciso ter alguns cuidados.

O primeiro, como falamos, é a análise de compatibilidade entre a faixa etária do público-alvo da marca com o público da rede.

Se a sua empresa tem clientes dentro da faixa de 16 a 24 anos, os resultados podem ser ótimos.

Você pode criar vídeos divertidos, seja para mostrar o dia a dia da empresa, seja para as atividades que são feitas por trás daquilo que os clientes têm contato.

No entanto, se a sua empresa tem um perfil mais formal, com um público-alvo mais velho e com características mais sérias, investir nessa plataforma pode não trazer os resultados esperados.

Se sua empresa tem públicos bem diferenciados, com consumidores mais jovens e outros grupos mais velhos, é possível criar as estratégias e direcionar para o público mais adequado.

Tenha sempre em mente que a idade não é um limitador. Você pode criar uma peça extrovertida e conquistar consumidores mais experientes.

Da mesma forma, um jovem pode desejar conteúdos mais sérios e educativos. Pense nas diferenças.

Vídeos virais e influenciadores

Vamos ver, a seguir, alguns dos principais motivos de investir agora mesmo no TikTok.

É um fenômeno

Os números dizem tudo: o mundo está conhecendo o TikTok.

Apesar de ainda não ser tão conhecido no Brasil, essa rede social já conquistou mercados imponentes, como o chinês, indiano e o americano. Então, pode ser uma questão de tempo para conquistar fãs por aqui.

Pensando nisso, se a sua empresa investe na plataforma e ela se torna um sucesso aqui, você pode sair na frente da concorrência e criar um perfil de referência.

A plataforma já foi amplamente testada

Um grande diferencial do TikTok é que a rede social foi amplamente testada no mercado chinês antes de explodir para outros continentes. Isso fez com que erros cruciais fossem conhecidos e tratados com inteligência.

Um dos pontos que receberam investimento foi na segurança e proteção dos usuários contra assédio e uso indevido. Há diferentes filtros que podem ser usados para garantir a privacidade das postagens e dados do perfil.

Não que outras plataformas ignoram essa preocupação com segurança e tipo de utilização, mas essas outras redes tomaram medidas de proteção quando muitos usuários já tinham o app instalado.

Ou seja, o TikTok usou um mercado para montar a sua estrutura, testar suas funcionalidades e recursos, alinhar diferentes pontos e agora está pronto para conquistar públicos cada vez maiores.

Vídeo viral é com o TikTok

Qualquer marca deseja criar uma peça de marketing viral, que se espalha e atinge um grande número de pessoas.

Criar esse material viral é bem difícil e na maioria das vezes apresenta um alto custo. Isso não é uma verdade quando se trata do TikTok.

O engajamento nessa rede social tem índices mais altos do que em outras redes, uma vez que o usuário não consegue simplesmente rolar o feed. Ele vai passando pelos vídeos e interagindo.

Nos Estados Unidos a média de tempo que os usuários gastam navegando na plataforma é de 46 minutos por dia. O número de usuários ativos por mês no país é de 26 milhões.

Então, seus vídeos no TikTok podem alcançar um grande número de pessoas e com um custo extremamente baixo, para não dizer nulo.

O público é bem segmentado

Facebook, Instagram e outras redes sociais têm um público abrangente: Jovens, adultos e idosos.

Isso traz algumas vantagens, como a amplitude para as postagens, mas também há o lado negativo.

O TikTok concentra suas postagens no público entre 16 e 24 anos. No entanto, outro grupo representativo é o de 24 a 30 anos. Essa alta concentração mostra um potencial para as marcas que têm o foco nessas faixas etárias.

Ter uma plataforma que concentra exatamente a faixa etária do seu público pode representar uma taxa de atração e conversão bastante altas, mais do que em outras redes.

Um bom lugar para explorar o marketing de influenciadores

O TikTok tem um potencial gigantesco de ser um canal usado pelos influenciadores digitais.

Infográfico sobre Influenciadores DigitaisPowered by Rock Convert

Como a utilização da plataforma é extremamente simples e com efeitos bem interessantes, esses influenciadores podem usar a rede com maior frequência e interações.

O YouTube hoje é o canal mais querido entre os influenciadores. Porém, há uma concorrência grande para conquistar a atenção do público.

Para as empresas, trabalhar com um grande influenciador digital no YouTube pode ter um custo bem representativo!

Como o TikTok ainda pode ser considerada como uma novidade aqui no Brasil, tentar usar o poder dos influenciadores nessa rede é uma ideia a se levar para frente!

Sobre os anúncios, bem comuns em outras plataformas sociais, como o Facebook Ads ou Instagram Ads, o TikTok ainda faz testes para encontrar as melhores práticas.

Há uma preocupação em não tornar o espaço um concentrado de anúncios e, assim, espantar o público. Essa preocupação faz muito sentido, até pelo público que concentra.

No entanto, devemos ficar de olho nessa novidade para não perder as oportunidades que ela apresenta!

Lições do TikTok

O TikTok é um app viral, que conquistou números expressivos com rapidez. Seu público é bem característico e muitas empresas acabam não conseguindo explorar essa ferramenta pela incompatibilidade do público.

Porém, essa rede social pode gerar uma análise bem interessante. Sabemos que as redes servem como um canal de entretenimento por meio de conteúdo.

Postagens interessantes, com materiais que, de certa forma, chamam a atenção dos usuários e entregam valor conseguem alto engajamento, enquanto peças puramente publicitárias podem não ter o mesmo efeito.

A proposta do TikTok é justamente dar o poder aos usuários de criar conteúdos criativos por meio de uma plataforma que facilita a manipulação de vídeo e áudio ao mesmo tempo, com diferentes efeitos e filtros.

Não é preciso ser um expert em manipulação de vídeos, conhecer a fundo os efeitos, saber trabalhar com áudio, nada disso! A plataforma é simples e interativa. Qualquer pessoa pode criar os conteúdos, editá-los, torná-los únicos e publicar isso para sua rede de seguidores.

Ou seja, a lição que fica é que não podemos nos esquecer de que as redes sociais também são plataformas de entretenimento e não um canal publicitário puramente. Devemos transmitir o poder de criação ao público e deixar que a criatividade se aflore.

O engajamento dos usuários pode ser muito alto e isso representa ótimas oportunidades para as empresas. Porém, quem deseja investir nessa rede social deve ficar atento com as características do público-alvo.

Avalie todos os pontos e veja como essa rede pode beneficiar a sua empresa e trazer melhores resultados. O segredo de tudo é montar uma boa estratégia de marketing!

Já que falamos em estratégia,não deixe de ler nosso conteúdo sobre os 10 elementos para ter sucesso nas redes sociais. Confira agora e melhore os seus resultados!

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Principais tendências em redes sociais para ficar de olho em 2019

Principais tendências em redes sociais para ficar de olho em 2019

Quando se trata do digital, tudo muda muito rapidamente, e isso tem impacto direto nas redes sociais. Novas tendências ditam o ritmo de trabalho e de posicionamento das marcas nessas plataformas, sempre buscando atingir melhor o público. Para 2019, alguns destaques já merecem atenção.

Ano após ano, as tendências em redes sociais trazem novas formas de se comunicar com seu público e obter melhores resultados.

Em 2019, isso não será diferente. Muitas dessas novas práticas já são executadas nas estratégias. Para isso, é sempre importante aproveitar as mudanças da era digital e considerar os hábitos de navegação e interação por parte dos usuários.

Para conseguir engajar e posicionar sua marca da forma certa, as redes sociais são hoje uma das mais importantes ferramentas de comunicação.

Se a sua empresa sabe como utilizá-la e entende como explorar esse recurso, crescem as chances de conseguir conversões e maior engajamento. Confira a seguir quais são as tendências em redes sociais para ficar de olho em 2019!

Storytelling

Para muitos usuários, as redes sociais são uma ótima oportunidade de mostrar um pouco mais de seu cotidiano.

É claro que quase ninguém expõe os momentos mais difíceis, mas essa possibilidade de contar histórias da rotina atrai muita gente, tanto quem gera esse conteúdo quanto quem consome. Quando o mesmo é feito por marcas, o interesse é igualmente grande, e isso gera maior proximidade.

storytelling tem cada vez mais espaço nas campanhas das empresas, especialmente posicionadas em redes sociais. 

É o caso de vídeos que, literalmente, trazem pequenas histórias que geram valor à marca e ao produto ou serviço que ela vende.

Para isso, esses vídeos trazem uma trajetória, desde a exposição da dor do consumidor até a chegada da solução, que vem por meio do que a marca vende.

Um exemplo muito interessante de storytelling bem trabalhado são as campanhas realizadas pela Nike no Instagram.

Se você analisar os posts na rede social, não verá fotos óbvias de sapatos e outros itens esportivos. A empresa encontrou uma maneira autêntica de se comunicar a partir de um conceito.

A marca trabalha com imagens fortes e reais de atletas das mais diversas modalidades, sempre carregando uma mensagem inspiradora em tom de superação e quebra de barreiras, tudo a ver com o slogan da marca, que é “Just Do It” — algo como “apenas faça”, no português”.

Dessa forma, o discurso da marca reforça todos os seus pilares e premissas, mas não precisa ser óbvio e anunciar modelos de tênis.

Ao conquistar o leitor com sua história e torná-lo interessado em ouvir o que a Nike tem a dizer, o ato de comprar o produto será uma espécie de consequência positiva.

O processo funciona mais ou menos dessa forma: eu me envolvi no discurso, me identifiquei, acredito no que a marca prega e, por isso, me sinto confortável — em alguns casos, até mesmo tenho orgulho em comprar algo da marca.

Mais do que simplesmente mostrar a eficiência do produto, o storytelling tem grande capacidade de envolver.

Ele é pensado e produzido para gerar um apelo emocional maior, capaz de sensibilizar o consumidor por meio da alegria, da empatia e muitos outros sentimentos.

Despertar isso é uma das chaves para obter o engajamento, trazendo essa proposta em um conteúdo muito bem produzido.

Influenciadores e microinfluenciadores

As redes sociais, em especial, o Instagram e YouTube, serviram para dar muito espaço aos influenciadores digitais, e isso tudo aconteceu de forma natural.

Pessoas que sabem como se posicionar têm carisma, abordam assuntos específicos e conseguem ter autoridade sobre esse tema. Essas são algumas características de quem, de fato, é capaz de conectar marcas e público por meio da sua capacidade de influenciar.

Com isso, o marketing de influência teve exponencial crescimento nos últimos anos, sendo também uma das principais tendências em redes sociais para 2019.

Ainda assim, dentro desse nicho, há dois “agentes” importantes para executar essa estratégia: os influenciadores e os microinfluenciadores. Vamos conhecê-los?

Influenciadores

Essas são pessoas que têm um grande alcance e facilidade de ganhar seguidores no Instagram e redes sociais em geral, sendo capazes de falar com públicos maiores, ainda que gerem conteúdo de um nicho específico.

Eles são os que trazem mais resultados. Embora nem sempre sejam supercelebridades amplamente conhecidas, seu poder de influência é muito grande na Web. Alguns exemplos brasileiros são:

  • Anitta;
  • Neymar;
  • Whindersson Nunes.

Microinfluenciadores

Eles têm chamado a atenção, justamente, pela sua capacidade de engajar. Apesar de terem menos seguidores e não serem realmente famosas junto ao público geral, essas pessoas tem um grande alcance dentro de um nicho reduzido e, principalmente, exercem uma influência muito eficaz.

Os retornos de apostar nessas pessoas podem ser muito vantajosos, especialmente, para empresas que têm no seu público uma segmentação mais exclusiva.

Vídeos

No Brasil, o consumo de vídeos cresceu 135% ao longo dos últimos 4 anos, colocando esse formato de mídia como o favorito para 71% dos usuários da Web no país.

Os números ajudam a entender como essa tendência em rede social já está mais do que estabilizada, sendo uma realidade para 2019. Essa aceitação tem acontecido graças às facilidades e à objetividade no momento de se comunicar.

Naturalmente, o conteúdo em vídeo tem maior capacidade de chamar a atenção do usuário. O apelo visual sempre será maior e, com produções cada vez mais cuidadosas, esse formato de mídia se torna ainda mais interessante.

As marcas estão investindo em grandes campanhas para a divulgação de seus produtos e também para estabilizarem constantemente seus nomes no mercado e serem referências em seus segmentos.

O mais interessante é que os vídeos podem ser usados em diferentes plataformas, o que reforça ainda mais o status de uma das principais tendências em redes sociais para 2019.

Gerenciar um canal do YouTube já possibilita integrar vídeos com o Facebook, por exemplo. Além disso, há o Instagram, com dois ótimos formatos e com grande engajamento: o Stories e o IGTV.

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Busca pela confiança dos usuários

Ao mesmo tempo em que as redes sociais aproximam marcas e usuários, há também uma incessante busca para manter um nível de confiança aceitável.

Nos últimos anos, a internet tem sido usada de forma inadequada em alguns momentos, principalmente, por conta das fake news.

A propagação desse tipo de notícia — como esta campanha falsa da Adidas — e dos boatos serviu para ligar o sinal de alerta das empresas que estão online.

Nesse contexto, as marcas têm uma responsabilidade ainda maior na comunicação com os seus seguidores. Além de trabalhar com honestidade e transparência, é necessário reforçar a relação de confiança que uma empresa e seu público-alvo devem ter.

Esse é mais um trabalho em que as campanhas direcionadas para o engajamento devem ser reforçadas e trabalhadas.

Nesse caminho, há algumas boas direções a serem seguidas. A primeira delas é gerar conteúdo interessante e que seja realmente útil à sua persona.

Tire um pouco o foco da chamada para seguir e direcione os esforços para tornar sua marca ainda mais atraente. Não se esqueça também de que é necessário interagir e dar voz ao público, já que isso gera confiança e engajamento.

Novas redes sociais

As tendências em redes sociais também apontam as novas plataformas que prometem fazer barulho no mercado. Na era da transformação digital, a todo momento, surgem novos canais de comunicação, e toda empresa que se preze precisa estar de olho.

Para 2019, já é possível observar algumas novas redes sociais que têm grande perspectiva de fazerem sucesso, atraindo mais usuários e, consequentemente, marcas.

TikTok

Muito específico e segmentado, o TikTok tem crescido bastante e feito um grande sucesso entre os jovens. A rede social permite criar conteúdos criativos, sempre em vídeo.

Alguns usam para cantar e dublar, outros para pequenas esquetes de humor e demais direcionamentos, mas sempre com esse tom leve.

Empresas que se comunicam com jovens podem conseguir bons resultados, especialmente, por meio do marketing de influência.

MeWe

A MeWe é bem recente e sua proposta é muito similar à do Facebook, com as postagens, interações e tudo mais que a já conhecida plataforma traz. No entanto, seu destaque principal é a segurança.

A rede social promete trazer total sigilo e proteção dos dados dos usuários, algo que tem sido um grande problema e que marcou 2018, inclusive, com a criação da LGPD por aqui.

Para quem se incomodou com os escândalos de vazamento de informações e pretende migrar, o MeWe pode ser interessante. Por isso, as empresas devem ficar de olho!

Reddit

O Reddit não é uma rede social nova, apesar de estar nesta lista. No entanto, seu grande potencial faz com que ela esteja sempre na mira quando o assunto são tendências.

Seu formato permite se associar a fóruns de temas de interesse, personalizar conteúdos e interagir sempre sobre os assuntos favoritos. A segmentação é realmente o forte do Reddit.

Personal branding de marcas

É um caminho cada vez mais natural e uma forte tendência em redes sociais: humanizar as marcas! Tendo isso em vista, é preciso ir além, fazendo realmente o personal branding.

Para tanto, é necessário dar uma face humana à empresa, ou seja, alguém que a representará e se posicionará como um interlocutor. Isso tem sido feito crescentemente e há bastante tempo, com ótimos resultados.

Os grandes CEOs têm muito mais espaço na Web. Para ter essa percepção, basta voltar alguns anos atrás: quantos presidentes e donos das suas marcas favoritas você conhecia?

Essas pessoas devem ser a cara da marca, levando não só a experiência da sua influência por trás de tudo que ela faz, mas exercendo também os valores dessa empresa. Isso ajuda na identificação do público com a marca.

É bem comum ver essas pessoas se posicionando, sobretudo, em suas contas nas redes sociais. Essa humanização tem um grande impacto positivo na maneira como o público enxerga a marca.

Em outros casos, a marca opta por criar um rosto que responda pelo nome da empresa.

Este é o caso da Magazine Luiza, que criou a Lu, uma personagem desenvolvida graficamente com o papel de ser a porta-voz da empresa.

É a Lu que cria todo o conteúdo do site, responde os leitores e, mais recentemente, começou a interagir com pessoas de verdade: a moda de figuras virtuais (uma espécie de novo tipo de influenciador digital) também está virando tendência por aí.

As pessoas percebem essa exposição e esse branding pessoal como uma forma de aproximação, tirando as empresas de um status de intocáveis e de altamente complexas.

Ascensão do LinkedIn

É totalmente possível afirmar: o LinkedIn é uma das principais tendências em redes sociais para 2019.

Antes visto apenas como uma plataforma de posicionamento profissional e busca de oportunidades, hoje, ele dá cada dia mais espaço para conteúdos de muito valor, entre blog posts e vídeos, como ocorre com o LinkedIn Live. Afinal, quem não está sempre em busca de mais conhecimento e insights sobre sua carreira?

O ponto é que, finalmente, os profissionais de marketing digital conseguiram perceber todo o potencial que o LinkedIn tem e, por isso, têm explorado crescentemente as possibilidades dessa rede social.

Uma das questões que ajudam a entender esse crescimento é a segmentação da plataforma. Diversos setores profissionais são abordados, o que capta uma audiência que é a mais variada possível.

O LinkedIn já conta até mesmo com seus influenciadores. Em geral, são pessoas que obtiveram sucesso no mercado de trabalho e, agora, compartilham sua experiência e conhecimento com outros profissionais.

A própria rede social trabalhou para que seu algoritmo ajudasse a impulsionar as publicações, o que tornou o ambiente mais amigável para qualquer empresa.

Quantidade vs. Qualidade

Por muito tempo era preciso investir em uma frequência muito bem estabelecida nas redes sociais. Afinal, os posts eram entregues de forma orgânica, ou seja, a hora que um conteúdo era publicado interferia diretamente no seu alcance.

Depois de redes sociais como o Facebook e Instagram modificarem todo o mecanismo de entrega dos conteúdos, não faz mais tanto sentido priorizar a frequência de postagem.

Vale muito mais a pena criar um conteúdo que capriche no storytelling, chame atenção e seja visualmente atrativo, por exemplo, do que quatro postagens medianas.

Além disso, atrair uma audiência qualificada é muito melhor do que atingir grandes multidões, porém que não se impactem diretamente pelo conteúdo.

Existe um outro ponto de atenção: o comportamento de menor tolerância em relação à anúncios, que só cresce, pode fazer com que o usuário se canse da marca ao ver uma série de postagens em sua timeline.

Se você investe em conteúdo pago e quer aumentar a vida útil do post com o objetivo apresentá-lo a um número maior de pessoas, existe o recurso de patrociná-los por um período maior de tela do que o de postagens orgânicas.

Para marcas que querem destaque, observar as tendências em redes sociais é fazer o dever de casa! Só assim, é possível captar as melhores oportunidades e manter a sua empresa sempre relevante e bem posicionada diante do público.

Gostou deste post? Aproveite para saber mais sobre os microinfluenciadores e como utilizá-los em sua estratégia de marketing!

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Marketing de Conteúdo x Marketing nas Redes Sociais

Marketing de Conteúdo x Marketing nas Redes Sociais: qual o melhor investimento?

O Marketing Digital é muito amplo, e escolher qual tática usar pode ser difícil. Neste artigo vamos falar sobre duas maneiras de levar conteúdo até o seu público, e você vai ver qual delas é o melhor investimento: Marketing de Conteúdo x marketing nas redes sociais.

O Marketing Digital tem muitas vertentes, o que pode causar uma dúvida crucial para os empreendedores: qual é o melhor investimento para o meu negócio?

Essa questão surge, por exemplo, quando pensamos na crescente demanda do público por conteúdo

O consumidor pesquisa muito antes de comprar, e as empresas entenderam que precisam dar a ele as informações de forma rápida e completa. Diante disso, o Marketing de Conteúdo ganha cada vez mais força.

Por outro lado, as redes sociais ganharam muito destaque como motor de negócios nos últimos anos, e as pessoas usam essas plataformas para comprar de suas marcas favoritas.

E, agora, com recursos limitados e tempo escasso, você precisa decidir quem vence esta batalha: Marketing de Conteúdo x marketing nas redes sociais.

Quer ajuda para tomar essa decisão? Então, veja o guia que preparamos para tirar essa dúvida da sua cabeça!

3 diferenças entre Marketing de Conteúdo e marketing nas redes sociais

Para começar nossa análise, vamos falar sobre 3 importantes diferenças entre o Marketing de Conteúdo e o marketing nas redes sociais. 

É verdade que o objetivo dos dois é atrair clientes  — afinal, esse é o propósito de qualquer tática de marketing — , mas a forma de planejar, executar e medir cada estratégia varia bastante.

Os 3 pontos que diferem um método do outro são:

1. Centro de gravidade

Centro de gravidade é o foco principal da atividade, no que ela se concentra para alcançar seus objetivos.

No Marketing de Conteúdo, por exemplo, o foco está em produzir conteúdo para um site exclusivo da empresa, que pode ser uma landing page, um blog ou um portal de notícias.

Já no caso do marketing nas redes sociais, o centro da atenção é o uso da plataforma em si, seja o Facebook, o Twitter, o Instagram, seja qualquer outra rede.

2. Tipo de conteúdo

No Marketing de Conteúdo, o conteúdo é criado com base nos padrões editoriais da empresa. Tamanho, formato e apresentação são definidos de acordo com os parâmetros da marca para o site em questão.

Já no caso das redes sociais, o conteúdo é moldado de acordo com as características de cada plataforma, e leva em conta suas limitações.

O formato, o tamanho e a maneira de apresentá-lo são padronizadas pelas redes.

3. Objetivos

Os objetivos podem se misturar um pouco entre as duas formas de marketing, até porque ambas são bastante flexíveis nesse ponto. 

Ainda assim, observe que as redes sociais, geralmente, focam em posicionamento de marca e criação de audiência.

O Marketing de Conteúdo costuma ser mais “agudo” nesse sentido, pois permite gerar demanda e criar um funil de geração e nutrição de leads mais preciso.

3 pontos em comum entre promover conteúdo em seu blog ou nas redes sociais

Agora que vimos as principais diferenças, vale a pena pontuar que essas duas formas de marketing também têm alguns pontos relevantes em comum. 

Mas por que é importante saber disso? Em primeiro lugar, para te ajudar a entender que duas táticas diferentes podem se complementar e serem usadas em conjunto para alcançar alguns objetivos comuns.

Veja a seguir os pontos de convergência entre publicar em um blog e usar as redes sociais!

1. Geração de valor

No fim das contas, a geração de valor é o principal objetivo dessas duas formas de marketing. Tanto o Marketing de Conteúdo como o marketing nas redes sociais precisam ser usados para beneficiar os clientes. 

Isso significa responder dúvidas, oferecer informações relevantes e mantê-los interessados nas soluções oferecidas.

Esse ponto serve até como sinal de alerta: qualquer negócio que investir em uma dessas formas de atração pensando em falar de si mesmo o tempo todo, vai perder dinheiro.

2. Fortalecimento da marca

Uma marca que tem presença forte nas redes sociais e que se posiciona como autoridade por meio de uma estratégia sólida de conteúdo ganha muita força.

Na hora de decidir entre o produto desta marca e de uma concorrente que não faz o mínimo esforço para se posicionar online, a escolha será óbvia.

Nesse aspecto, os dois conceitos de marketing são muito poderosos: as redes sociais potencializam o “boca a boca” como poucos canais, e um post bem posicionado no Google pode te dar a credibilidade necessária para fechar uma venda importante.

3. Geração de leads e vendas

Chega a ser engraçado pensar que blogs já foram usados apenas como diários virtuais de pessoas que queriam narrar suas histórias pessoais, e que as redes sociais já foram vistas apenas como um ambiente para se distrair.

Hoje, os dois canais estão entre as principais ferramentas de geração de leads e fechamento de vendas que existem. Por que isso importa? Independentemente da estratégia você use, dará bons frutos, desde que seja bem feita.

Aprenda tudo sobre Redes Sociais

3 motivos para investir em Marketing de Conteúdo

Por que investir em Marketing de Conteúdo? Veja agora 3 motivos que destacam essa forma de fazer marketing com relação ao uso das redes sociais!

1. Exclusividade

O ambiente das redes sociais é muito mais disputado que uma página do seu blog ou site. 

Se o seu conteúdo for bom, será mais fácil prender a atenção do público sem tantas distrações tentando roubar a atenção dele, como é comum nos feeds de notícias.

2. Liberdade

O layout, a forma de apresentar o conteúdo e o tamanho de cada post são aspectos que você terá total liberdade para definir. 

Se não gosta de alguns padrões praticados por aí, você tem condições de modelar o seu site para que o público consuma o conteúdo da forma como você idealizar.

Com as ferramentas certas, basta testar a reação do público e mudar o que não fizer tanto sucesso, algo que você nunca poderá fazer nas redes sociais.

3. Segurança

Por último, todo o conteúdo que você publicar, bem como o formato em que apresentá-lo, será seu. 

É verdade que o Google pode mudar o algoritmo e afetar seus rankings, mas se você tiver outras fontes de tráfego, talvez isso nem seja problema.

Por outro lado, se o Facebook mudar amanhã toda a política de uso do site, pode comprometer totalmente o seu sucesso na rede e obrigá-lo a formular um plano do zero.

3 motivos para investir em marketing nas redes sociais

Se o Marketing de Conteúdo tem suas vantagens, não podemos deixar de destacar também os pontos altos de investir nas redes sociais como canal de atração e fidelização de clientes.

Vale a pena usar essas plataformas no dia a dia por conta destes 3 motivos:

1. Efeito viral

Se você quer viralizar conteúdo, as redes sociais são o lugar mais indicado para fazer isso. A audiência gigantesca e a facilidade de espalhar conteúdo, seja de maneira orgânica, seja paga, é cada vez maior.

O trabalho que você terá para viralizar um conteúdo a partir do seu blog é colossal, obra digna dos maiores veículos de mídia do mundo.

2. Segmentação

Sabia que ao publicar em várias redes sociais você tem condições de escolher que tipo de público terá contato com o conteúdo? 

Essa é uma grande vantagem, ainda mais se você resolver impulsionar um conteúdo de alto valor estratégico com uma campanha paga.

Afinal, a ideia não deve ser alcançar muita gente, mas atingir as pessoas certas, ou seja, quem realmente vai se beneficiar do material e enxergar valor nele.

3. Versatilidade

O que você acha de usar a mesma plataforma para distribuir conteúdo e ainda oferecer suporte ao cliente? 

Essa versatilidade está presente em redes como Facebook, Twitter e Instagram, que oferecem canais de comunicação diretos e em tempo real com a sua audiência

Assim, além de interagir com seu público em posts, você terá condições de desenvolver conversas pessoais e ajudá-los de forma mais específica, tanto para vender quanto para oferecer um suporte pós-venda.

marketing de conteudo primeiros passos

Afinal de contas, qual é o melhor investimento?

Agora que vimos tudo o que é relevante sobre as duas formas de marketing, você já consegue responder sozinho qual é o melhor investimento?

A verdade é que a batalha “Marketing de Conteúdo x marketing nas redes sociais” não existe. As duas táticas se complementam e podem ser usadas em conjunto de muitas formas.

Aliás, as redes sociais são importantes para impulsionar a sua estratégia de conteúdo e fazer seu blog alcançar resultados mais rapidamente.

Assim, em vez de pensar em quem vence este duelo que nunca existiu entre Marketing de Conteúdo e marketing nas redes sociais, concentre-se em criar estratégias sólidas em ambos.

Você vai perceber como isso vai fortalecer a sua aquisição de clientes e amadurecer a sua empresa para explorar cada vez mais — e melhor— o marketing digital.

Essa habilidade será cada vez mais importante conforme avançamos na transformação digital. Já ouviu falar nela? Então, veja agora tudo o que você precisa saber sobre essa revolução tecnológica para o seu negócio!

Crise em redes sociais: como prevenir, gerenciar e resolver

Crise em redes sociais: como prevenir, gerenciar e resolver

Instabilidades são comuns em todo tipo de negócio. No entanto, é possível fazer planos de ação para caso a rede social do seu negócio seja alvo de reclamações.

Passar por momentos de crise é algo inevitável para qualquer empresa. No entanto, para os negócios que já se transformaram digitalmente, as instabilidades ganharam um novo caráter: as crises em redes sociais.

No mundo online, qualquer tipo de acontecimento pode ganhar grandes proporções, gerando um buzz indesejado para seu negócio.

Preparar-se para momentos como esse e entender como agir quando eles acontecem se tornou imprescindível. Neste post, você vai aprender como encarar crises em redes sociais de maneira prudente e cautelosa.

Antes de passarmos para a prática, é importante reconhecer quais medidas podem ajudar a evitar que essas situações aconteçam. Continue a leitura e veja como evitar e lidar com crises.

Crise: como evitá-las?

Essa pergunta não tem uma resposta exata, já que muitas crises são causadas por elementos externos à sua marca e, portanto, não estão sob seu controle.

O importante é focar nos fatores sob os quais sua empresa tem controle e identificar possíveis pontos de vulnerabilidade, afinal, se preparar para estes eventos é a melhor maneira de enfrentá-los.

E quais são eles?

Uma dica básica sobre o tópico é manter a sua empresa longe de assuntos polêmicos. Discussões que não envolvam seu negócio diretamente e/ou que não acrescentam nada a seu público devem ser evitadas a todo custo.

Não tome partido em assuntos que podem prejudicar a imagem da sua empresa!

Além disso, uma estratégia coesa em redes sociais pode ajudar a prevenir crises ocasionadas por falhas de comunicação.

Portanto, ter uma persona definida, uma equipe responsável pela comunicação bem treinada e alinhada são fatores que podem ajudar a minimizar o risco de algum desentendimento neste campo.

Treinar todos os seus colaboradores para lidar com possíveis crises também é um fator preventivo que pode auxiliar caso algum imprevisto ocorra.

Pense em uma situação de emergência, tudo flui muito mais fácil quando as pessoas envolvidas já sabem como agir.

Também é importante que pontos de vulnerabilidade da sua empresa sejam mapeados. Dessa forma, é possível elaborar documentos em formato de plano de ação sobre estas questões e se preparar para caso algo aconteça nesse sentido.

Ok, você já tomou todos os cuidados anteriores e, mesmo assim, uma crise aconteceu? Veja como agir a seguir.

Lidando com a crise

Primeiros passos

O primeiro passo é saber garantir que a situação enfrentada trata-se realmente de uma crise.

Como identificar? Pense no problema de maneira macro: quantas pessoas estão insatisfeitas com seu negócio? Um grupo de quatro pessoas insatisfeitas não configura uma crise, mas um grupo de 200 sim.

Você confirmou que sua marca está mesmo em crise, agora você precisa manter o máximo de calma possível para tentar entender como a crise começou.

A questão pode ter sido originada por algum problema interno, por alguma desinformação enganosa por parte do seu público ou até mesmo por um concorrente.

O importante é rastrear a origem do problema e entender quem foram os perfis que primeiramente disseminaram a informação, eles devem ser pontos de monitoramento já que foram a fonte inicial do problema.

Unindo pessoas estratégicas

Depois disso, você precisa reunir dois grupos de colaboradores que vão ativamente da resolução do problema. Essas pessoas devem ser escolhidas estrategicamente na empresa para ajudar na solução da crise.

A primeira equipe, junta, deve traçar um plano ordenando as prioridades de ação para combater a crise. A partir disso é importante elaborar um Comunicado Oficial. Nele, sua empresa vai se declarar ciente do problema e informar que já está buscando soluções.

Nessa hora também é essencial pensar no tom da mensagem. Não é interessante se justificar excessivamente, mas sim reconhecer que o problema existe e que sua empresa está buscando resolvê-lo.

Procure maneiras de compensar as pessoas afetadas diretamente pelo problema, mas cuidado para não parecer que você está tentando “comprar” as pessoas prejudicadas.

Tudo neste momento deve ser feito com muito cuidado. Uma ação mal compreendida pela sua audiência pode intensificar a crise.

Um recurso que deve ser utilizado é o estabelecimento de diferentes públicos com os quais sua empresa precisa conversar. Pense em grupos diferentes que precisam entender as razões para a crise em diferentes níveis.

Por exemplo: o posicionamento perante os funcionários da empresa precisa ser diferente da resposta dada aos clientes ou aos seguidores de determinada rede social. Com esse entendimento, fica mais fácil unificar a mensagem e construir uma comunicação sem falhas nas redes sociais.

O segundo grupo será, basicamente, os propagadores da mensagem elaborada pelo primeiro grupo. Enquanto o G1 planeja como a comunicação será efetuada, o G2 comunica às pessoas com base na estratégia.

Dessa maneira, as orientações serão centralizadas em um grupo específico de pessoas, o que evita interferências na sua mensagem.

Alinhando a comunicação

Se a crise se originou no Facebook, por exemplo, é interessante lançar o comunicado primeiramente neste canal. E monitorar como estão os outros. Por vezes, comunicar em todas as plataformas com a mesma linguagem pode espalhar a mensagem que a sua empresa quer refrear.

É imprescindível que neste momento sua empresa congele quaisquer campanhas ou divulgações que estiverem rodando nas redes sociais, já que elas podem potencializar a repercussão da crise ou até mesmo passar a impressão de que a sua marca está indiferente a situação.

Sempre que possível, tente levar as conversas com pessoas sobre o caso para o privado. Fica mais fácil responder prontamente e resolver problemas de maneira não-pública. Além disso, um usuário nervoso pode contagiar outros descontextualizados.

Além disso, é importante monitorar agressivamente tudo que é dito sobre a sua marca para que o problema não tome proporções maiores e estoure novamente.

Palavras-chave durante a crise

Bom-senso: essencial para não piorar a situação e saber lidar de maneira adequada com os eventuais desdobramentos do problema.

Pluralidade de opiniões: é importante que toda a comunicação da crise seja construída em conjunto (dentre as pessoas selecionadas para tal função). Os comunicados devem passar por aprovação de cada um para permitir que falhas no discurso sejam mais facilmente identificadas.

Isso viabiliza coesão nas falas da empresa e ajudam a impedir que a crise seja agravada por declarações infelizes ou mal elaboradas.

Monitoramento: sua empresa precisa sempre estar por dentro do que está sendo falado sobre ela (mesmo em situações que não configuram uma crise).

Imagine um cenário em que informações desconhecidas estão afetando diretamente a reputação da sua empresa? Conhecimento é poder, para que você possa agir sobre uma situação você precisa entender o máximo possível sobre ela.

Depois da crise

O momento tempestuoso passou, agora está tudo resolvido certo? Ainda não!

Depois que a situação se acalmar é hora de entender quais os impactos a longo prazo daquele problema. Utilizando uma analogia, durante um incêndio primeiro você apaga o fogo e depois estuda quais foram os prejuízos.

Então essa é a hora de fazer um estudo profundo sobre as consequências que a crise teve para sua marca. Como estamos falando de redes sociais, você deve estar atento para perda de seguidores, avaliação da suas páginas, comentários nos posts, respostas no privado, menções do seu nome e tudo aquilo que tangencia sua produção de conteúdo nesses canais.

As redes sociais são ótimos termômetros para entender qual foi o prejuízo para confiabilidade da sua marca.

Além disso, sua empresa precisa de um entendimento completo dos motivos que levaram à crise. Se o erro foi da sua empresa é dever da marca impedir que ele aconteça novamente. Entender e reparar são palavras importantes para a recuperação da crise.

Defina como vai ser o posicionamento público da sua empresa diante de questionamentos sobre a crise.

Como você vai responder em uma entrevista, por exemplo, se questionarem sobre o ocorrido? Esse alinhamento deve ser passado a todos os funcionários da empresa.

Passar por um momento tempestuoso é algo esperado quando uma marca aumenta sua visibilidade. Porém, é a maneira como sua empresa lida com esta situação que vai mostrar para o público se ele pode confiar no seu negócio ou não.

Grandes crises já acabaram com a reputação de empresas relevantes. Mas algumas marcas conseguiram reverter o quadro de crise de maneira a saírem quase intactas do período desequilibrado.

Você conhece algum exemplo de empresa que foi um case de sucesso em superar uma crise? Comente aqui embaixo e acompanhe nossos conteúdos sobre redes sociais!

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10 marcas que você precisa seguir no Twitter

10 marcas que você precisa seguir no Twitter

Apesar de vivenciar uma estagnação no número de novos usuários, o Twitter é uma rede social estável e que conta com um público leal. Se você quer conhecer marcas para seguir por lá, para se inspirar e fazer um trabalho ainda mais alinhado às expectativas do seu público, este é o seu lugar!

Enquanto muitos se perguntam se o Twitter morreu — ou, ao menos, perdeu espaço para outras redes sociais —, o microblog segue indo muito bem, obrigado.

Em 2016, a média global de crescimento da plataforma ficou em 4%. Já no Brasil, esse número foi de 18% — o terceiro melhor do Twitter ao redor do globo.

Muitas empresas não apenas seguem investindo na rede, como também realizam trabalhos exemplares nela — seja para reforçar um posicionamento de marca, seja para criar uma aproximação com um público mais jovem, a maioria na rede.

Algumas mudanças recentes, como a duplicação no limite de caracteres e a inserção de algoritmos que criam uma timeline com a ordem cronológica das postagens, trouxeram um novo fôlego à rede. Além disso, o Twitter ainda mantém sua tendência de segunda tela, funcionando muito bem para ativações ao vivo.

Quer conhecer marcas para seguir no Twitter tanto no Brasil quanto no mundo e se inspirar no conteúdo que elas produzem? Então vem com a gente!

Marcas nacionais

Ainda que o número de novos usuários brasileiros no Twitter tenha caído consideravelmente de 2012 para cá, o Brasil ainda representa uma boa fatia entre os tuiteiros ao redor do mundo. Além disso, lideramos na América Latina, com 32 milhões de usuários ativos (em dados de 2019).

Além de ser o berço para diversos produtores de conteúdo, essa rede também permite que as marcas inovem na forma de se comunicar e oferecer atendimento ao cliente. A seguir, veja as empresas que se destacam no território nacional.

1. Ponto Frio

Quando tudo ainda era mato no Twitter, o Ponto Frio já estava por lá com o seu pinguim. O ano era 2012, mas, até hoje, a marca é referência no que se refere à criação de uma brand persona para as redes sociais.

Twitter Ponto Frio

O tom debochado e o bom humor desse personagem também sempre foram diferenciais para a marca, que, hoje, acumula 263 mil seguidores.

A conta foi tão inovadora que outras marcas varejistas, como Magazine Luiza e Casas Bahia, seguiram seus passos e empregam um comportamento semelhante na rede.

2. NuBank

O NuBank surgiu com a premissa de oferecer um cartão de crédito sem as complicações das grandes corporações bancárias. Obviamente, isso precisava transparecer nas redes sociais.

Assim, o principal diferencial da empresa no Twitter é o atendimento prestado aos consumidores. Tem alguma reclamação ou precisa resolver algo importante? 

É só marcar a @ deles na rede para um contato rápido e eficiente. Duas boas práticas são válidas de serem citadas e adotadas por outras marcas.

Twitter Nubank

A primeira diz respeito à não necessidade de passar por longos cadastros para a realização do atendimento via redes sociais. Você só precisa confirmar seus dados uma única vez e, a partir daí, seu perfil no Twitter pode ser associado ao CPF, o que simplifica futuros atendimentos.

A segunda é a possibilidade de o atendimento ser finalizado na própria rede onde foi iniciado: esqueça aquilo de enviar uma mensagem na rede e ser orientado a entrar em contato por email.

3. Netflix

Netflix é campeã quando o assunto é tweet viralA empresa sabe se aproveitar muito bem dos memes que costumam surgir na rede, sempre adaptando eles ao seu contexto e conteúdos.

Um bom exemplo disso foi quando uma notícia de que todos os filmes de Harry Potter seriam disponibilizados pela Netflix ganhou vários RTs. O que muitos não repararam — ou levaram um tempo para entender — é que a notícia falava da Netflix de Portugal.

A situação gerou divertidos memes e interações entre a marca de serviço de streaming e os fãs da franquia do bruxo.

Twitter Netflix Twitter Netflix

4. Globo Rural

O perfil da revista Globo Rural tem muito para ensinar às mais diferentes marcas nas redes sociais. Enquanto muitas acreditam que o ideal é manter branding e persona coerentes, esse perfil faz exatamente o contrário.

Como um conteúdo impresso, voltado a pessoas mais velhas e de áreas rurais, pode se tornar atrativo nas redes sociais para um público mais jovem e de contexto majoritariamente urbano? 

O bom humor é a resposta. Enquanto todo mundo falava da Bettina, eles aproveitaram para divulgar conteúdo sobre outro milhão, por exemplo.

Twitter Globo Rural

O Twitter sempre foi a rede social da descontração — é onde os usuários não têm família entre seus seguidores (eles estão no Facebook) e onde as pressões estéticas (altíssimas no Instagram) são afrouxadas. A Globo Rural entendeu isso muito bem e entrou na brincadeira com maestria.

Twitter Globo Rural

5. MasterChef Brasil

Atualmente, o Masterchef é um dos programas da televisão brasileira que mais explora a característica de segunda tela do Twitter. Algumas edições passadas até mesmo se utilizaram da rede para a divulgação do grande campeão do programa.

Twitter Masterchef

A atração é exibida semanalmente pela TV Band. Além do perfil oficial do programa, os juízes da disputa culinária — Paola CarosellaHenrique Fogaça e Erick Jacquin — também são bastante ativos na rede.

Para completar, os participantes de cada edição também ganham um perfil no Twitter. Tudo isso não só facilita, como incentiva a criação de conversas ao redor dos temas do programa e, facilmente, eles chegam aos Trending Topics.

Marcas internacionais

O número de novos usuários no Twitter também está em queda no contexto mundial. Ainda assim, com 320 milhões deles ao redor do mundo, a rede já conquistou estabilidade e fãs leais.

O que as marcas de fora fazem de diferente no microblog? Segui-las pode ser uma boa forma ficar por dentro de tendências de marketing digital e acompanhar algumas das melhores práticas na rede, como o uso eficiente de hashtag. Conheça 5 marcas de destaque ao redor do mundo.

6. Oreo

Da mesma forma que o Ponto Frio foi um dos pioneiros em conteúdos diferenciados no Twitter, a Oreo teve esse papel na gringa.

Se a rede social tivesse algum tipo de premiação, certamente, a marca já teria levado a estatueta máxima para casa.

A empresa sempre se destacou com publicações “real time”, como no dia do apagão durante uma partida de Super Bowl.

Twitter Oreo

Entre outras coisas, isso demonstra um time alinhado e atento a referências relevantes tanto para a rede quanto para o seu público.

7. Ikea

O perfil da Ikea no Twitter é um verdadeiro prestador de serviços. A gigante de móveis levou a sério a máxima sobre produzir conteúdo de qualidade e relevante a seus seguidores.

No microblog, os conteúdos trazem uma diversidade de dicas, inspirações e pequenas soluções para o dia a dia doméstico, além de links para publicações assinadas por designers parceiros da marca.

Twitter Ikea

8. Taco Bell

A Taco Bell tem uma rede de seguidores muito leais, o que costuma render boas interações na página. Além disso, a marca patrocina diversos eventos, o que significa que algumas ações em tempo real também acontecem por meio do Twitter.

Para completar, um case de sucesso que merece ser citado foi o que aconteceu em 2015, após o lançamento do emoji de taco.

A empresa forneceu respostas únicas e exclusivas em GIF a qualquer tweet que combinasse o emoji de taco com qualquer outro. O resultado foi um grande frenesi e mais de meio milhão de tweets nos primeiros 5 dias da campanha.

9. NASA

Como transmitir informações complexas de forma leve e simples? Aparentemente, a NASA achou a receita e ela envolve fotos extraordinárias e a dose ideal entre bom humor e referências do mundo pop.

Twitter NASA

O perfil tem mais de 30 milhões de seguidores e também divulga conteúdo de personalidades importantes do seu meio, além de conteúdos próprios, como o Houston, We Have a Podcast e informações sobre os projetos mais recentes da empresa.

10. Disney-Pixar

Não é de hoje que a Disney encanta baixinhos e altinhos, e também não é só na telona do cinema que a gigante das animações faz isso.

Além da conta principal, com GIFs, informações e curiosidades dos bastidores dos filmes, a empresa tem uma conta todinha dedicada à nostalgia de suas produções e de seus parques.

Twitter Disney

Disney Memories ainda traz quotes e jogos, voltados a um público mais infantil.

Twitter Disney

Majoritariamente, o Twitter é uma rede jovem, voltada ao humor e à descontração. Marcas que abraçam isso costumam fazer sucesso entre os usuários — mesmo as mais improváveis, como a revista Globo Rural e a NASA.

É claro que nada é definitivo, ainda mais no contexto tão mutável das redes sociais. Porém, as marcas para seguir no Twitter que listamos aqui podem ser verdadeiras fontes de inspiração para insights e até mesmo argumentos para levar novidades para o perfil da sua marca nessa rede.

Quer aprimorar ainda mais o seu trabalho no microblog? Então, baixe agora mesmo o nosso guia completo sobre Marketing no Twitter e confira as principais dicas para ter sucesso na rede!

Marketing no TwitterPowered by Rock Convert
gerar Leads com o Instagram

Transforme seu Instagram em uma máquina de gerar leads com essas 9 estratégias

O Instagram já alcançou a elite das redes sociais, e muitas empresas têm feito uso dele para vender mais e fortalecer suas marcas. Neste artigo, você vai ver como transformar seu perfil em uma máquina de gerar leads.

Como é que uma rede social que tem por objetivo fazer os usuários postarem fotos simples e vídeos curtos pode te ajudar a vender mais?

A resposta a essa pergunta ajuda a entender como o Instagram se tornou fenômeno também entre empresas e profissionais de vários segmentos. 

Afinal, quem deseja promover e vender seus serviços para mais pessoas quase sempre usa as redes sociais.

Por outro lado, nem todo mundo vai conseguir extrair todo o potencial incrível desse canal, seja por falta de conhecimento, seja por falta de iniciativa para explorar seus melhores recursos.

Se você quer estar do lado dos que conseguem transformar o perfil do Instagram em uma verdadeira máquina de gerar leads, precisa ler este artigo.

Nele, você vai ver:

  • por que investir no Instagram como canal de vendas;
  • do que o seu perfil precisa para se tornar uma máquina de resultados;
  • 9 formas práticas de gerar leads com o seu perfil do Instagram.

Por que investir no Instagram como canal de vendas

O melhor modo de justificar qualquer investimento no Instagram enquanto canal de negócios é por observar alguns dos seus incríveis números.

Ano após ano, a empresa vem apresentando crescimento na base de usuários. Ainda melhor que isso, ao lançar recursos inovadores de tempos em tempos, a rede tem sido capaz de continuar relevante e até ditar tendências.

Confira alguns dados sobre o Instagram que mostram todo o seu poder:

  • mais de 1 bilhão de usuários ativos todos os meses. Mais de 500 milhões desses usam o aplicativo todos os dias em todo o mundo;
  • 80% das contas seguem pelo menos uma empresa na rede;
  • um impressionante número de 500 milhões de contas usam o Stories todos os dias.

Isso comprova o quanto o Instagram está na elite das redes sociais e sua força para reunir uma grande massa de usuários, bem como para mantê-los engajados e ativos.

Uma rede que consegue prender a atenção de tanta gente por tanto tempo certamente tem algo a oferecer em termos de negócios, não concorda?

É por isso que mais e mais empresas enxergam no Instagram um poderoso canal de negócios. Porém, é essencial entender como usar toda essa força a seu favor, e não contra. É isso que vamos ver agora.

O que seu perfil precisa para se tornar uma máquina de resultados

Uma coisa é saber que o Instagram está ao alcance de todos e que com as otimizações certas é possível transformá-lo em uma máquina de gerar leads.

Outra coisa bem diferente é achar que basta criar um perfil e publicar nele com alguma frequência para as vendas começarem a surgir. 

Pelo contrário: não se esqueça que, como em qualquer ambiente de negócios, o Instagram também apresentará concorrentes.

Por isso, o mínimo a fazer é preencher alguns requisitos que vamos conferir na lista abaixo. Eles serão a base para uma estratégia sólida de geração de leads.

Perfil comercial

Não cometa o pecado capital de usar o Instagram para negócios em uma conta pessoal. Sim, mesmo empresas estabelecidas caem nesse erro. Acontece que só com o perfil comercial você consegue: 

  • acessar métricas em tempo real sobre o desempenho dos seus Stories e publicações;
  • ver informações sobre seus seguidores e como eles interagem com os seus posts;
  • adicionar informações da empresa, como horário de funcionamento, localização e número de telefone de uma forma profissional.

Domínio sobre os recursos da rede

O Instagram é uma rede bem simples e intuitiva, mas não confunda isso com falta de recursos e ferramentas. São tantos que você pode até se perder. Por isso, é muito importante tirar tempo para dominar a rede como um todo. Você pode fazer isso baixando nossos guias sobre a rede social.

Sem isso, você vai gastar muito tempo para fazer um trabalho de qualidade inferior em todos os sentidos: nos posts, nos Stories, no direct, nos vídeos e nos anúncios.

Regularidade de posts

A regularidade é tão importante que nem deveria ser mencionada aqui, mas como ela continua sendo um dos principais problemas da maioria das empresas, aqui estamos nós.

Sem regularidade nos posts, o público não vai confiar na sua marca como autoridade, nem se lembrar dela a ponto de se importar com suas publicações. 

Num cenário assim, não existe engajamento e nem geração de leads de forma contínua.

9 formas práticas de gerar leads com o seu perfil do Instagram

Por fim, é hora de aprender na prática o que você pode fazer para otimizar seu perfil e equipá-lo para gerar leads de forma constante.

Antes de partir para as dicas, lembre-se: as redes sociais mudam e evoluem com muita rapidez.

Por isso, continue atento às novidades no Instagram, para não correr o risco de aplicar táticas ultrapassadas.

Veja, a seguir, as dicas que você pode (e deve) colocar em prática, o quanto antes.

1. Aproveite o link da bio

O link da bio é a sua forma mais direta de colocar seu público em contato com algum canal exclusivo do seu negócio, como um site, blog ou landing page.

Bio do Instagram da Rock Content

Antes de ferramentas como o Stories e o IGTV, o link da bio era o único que você poderia colocar no perfil e realmente usar para direcionar tráfego dessa forma.

Por isso, não deixe esse espaço passar batido sem o seu melhor link. Para melhorar ainda mais suas chances, aqui vão duas dicas extras:

  1. Crie uma descrição bacana para a bio, que chame atenção e faça a pessoa querer saber mais.
  2. Use uma ferramenta como o Linktree, que permite colocar vários links em apenas um e otimizar esse canal.

2. Humanize sua marca com o Stories

Marcas que sabem como usar bem o Stories engajam muito bem com seus seguidores e conseguem até transformá-los em verdadeiros fãs. Isso porque o Instagram oferece muitas ferramentas que facilitam isso.

Você pode fazer enquetes, mostrar vídeos curtos, marcar posts de seguidores e mencionar os perfis deles com algum tipo de mensagem legal, publicar fotos com filtros engraçados e mais uma série de ações.

Enquete feita no Instagram da Rock Content

Pode parecer que não, mas tudo isso cria identificação e gera empatia, assim os seguidores passarão a confiar mais na sua empresa. Isso facilita bastante geração de leads.

Ebook Instagram StoriesPowered by Rock Convert

3. Conte histórias reais em seus posts

Uma das melhores formas de engajar seu público é por contar histórias reais, que causam impacto com as pessoas. Essas histórias podem ser de algum funcionário, a história da empresa, dos fundadores ou até mesmo de clientes.

Depoimento de funcionário da Rock Content

Elas podem ser engraçadas ou emocionantes, como você preferir. Apenas faça do seu perfil uma fonte de informações originais e motivadoras. Isso colocará sua marca em posição de destaque em relação às outras que focam somente em vendas e promoções.

Como isso ajuda na geração de leads? Pessoas gostam de comprar de outras pessoas. Quanto mais próxima sua marca for dos seguidores, maior a chance de eles se tornarem leads e, depois, clientes.

4. Crie anúncios com o Instagram Ads

Se você já criou anúncios para o Facebook, vai gostar de saber que a plataforma é integrada com os anúncios do Instagram Ads

Ou seja, você poderá usar a mesma interface, simples e completa, para criar seus anúncios do Insta também.

Essa é uma ótima opção porque permite segmentar o público com precisão e criar campanhas de geração de leads com ótimo custo-benefício. 

Uma boa alternativa é criar campanhas de retargeting, ou seja, anúncios que alcançam apenas as pessoas que já acessaram seu site ou perfis sociais antes. 

Essas pessoas possivelmente têm maior interessa na compra do que aquelas que nunca ouviram falar da sua empresa, então vale a pena começar por elas ao investir em anúncios pagos.

5. Faça parcerias com influenciadores

Influenciadores digitais são pessoas populares em determinado segmento, que têm o poder de influenciar as decisões e opiniões de seus seguidores. 

Exemplo de parceria com influenciadores digitais

Por isso, pode ser uma boa opção formar parcerias com profissionais da sua área que se encaixem nesse perfil de autoridade para que eles ajudem na sua geração de leads.

Se você não conhece nenhum influenciador, pode pesquisar em plataformas próprias para isso ou buscar parcerias com agências especializadas em marketing de influenciadores.

Algumas das mais conhecidas são:

Uma dica importante quando o assunto é buscar influenciadores: busque os que forem mais relevantes para a sua persona, não necessariamente os que forem mais famosos na internet. Segmentação é tudo.

Infográfico sobre Influenciadores Digitais

6. Use tags com preços em suas fotos de produtos

Você com certeza já se pegou navegando pela rede para encontrar produtos interessantes, que despertaram curiosidade e desejo. 

Se, em algum desses casos, o produto tinha uma tag de preço, o seu impulso pela compra pode ter sido ainda mais aguçado.

Pois o mesmo pode acontecer com os clientes que se sentem atraídos a um dos seus produtos. Colocar tags de preço é uma das formas mais fáceis de levá-lo à compra.

Tag de preço em foto do perfil Cícero

Nesse caso, pode ser que você até pule a etapa de gerar um lead e feche a venda na hora. 

E mesmo que a pessoa decida não comprar no momento, é mais fácil se cadastrar em alguma lista de e-mails para continuar recebendo suas novidades e comprar no futuro próximo.

7. Use hashtags com sabedoria

A hashtag é quase uma regra das redes sociais, mas o seu uso não é meramente estético. Ela tem o seu papel funcional, que pode ajudar a espalhar o seu conteúdo, bem mais do que você imagina.

Acontece que as hashtags servem como filtros de assuntos. Ou seja, se você publicar algo com a hashtag #marketingdigital, a sua publicação se juntará a todas as outras que usaram a mesma tag.

Assim que alguém pesquisar esse assunto na busca da rede, seu post estará entre os resultados. Então, vale a pena usar hashtags para aumentar a exposição e o alcance.

Apenas faça isso com sabedoria: use apenas tags que se relacionam com o assunto do post e com o público que você deseja alcançar.

Uso de hashtag em conteúdo da Rock Content

8. Faça CTAs no texto dos seus posts

O texto dos posts pode passar despercebido, já que o Instagram é uma rede altamente visual. Mas não fazer boas legendas seria um grande erro. Encare esses curtos trechos de texto como um espaço para CTAs de alto impacto.

Convide os usuários a comentar, se engajar com a marca, ou clicar no link da bio para receber alguma oferta (que os transforme em leads, de preferência). 

CTA em post no Instagram da Rock

Esse tipo de ação é simples e rápida, mas pode contribuir para melhorar os resultados da estratégia como um todo.

Aliás, é importante destacar que não são apenas as grandes ações que farão a diferença, mas também a forma como você vai aproveitar os pequenos recursos oferecidos pela rede social.

9. Use o IGTV

IGTVé a plataforma de vídeos do Instagram, que foi criada para competir de igual para igual com o Youtube e se firmar como referência em audiovisual.

IGTV da Rock Content

Para conseguir essa difícil missão, o Instagram preferiu se diferenciar do Youtube, em vez de imitá-lo. Os vídeos na plataforma podem ter até 10 minutos (1 hora para contas verificadas).

Além disso, o foco da rede está em produções profissionais, de excelente qualidade, para engajar os usuários de forma completa.

Se a sua empresa investe com seriedade na produção de vídeos, está mais do que na hora de usar o IGTV. 

Para ajudar, ele permite usar links na descrição, a fim de direcionar tráfego de um vídeo direto para landing pages ou para o seu blog.

Gerar leads com o Instagram pode ser mais fácil do que você imagina. Mas, para isso, é essencial que você tenha uma estratégia sólida e muita disciplina ao aplicá-la. 

Comece pelo básico, torne seu perfil empresarial e domine a ferramenta como um todo. Depois é só partir para as dicas que acabamos de ver.

E se você já estiver pronto para aprender mais a respeito dessa rede social tão fascinante, baixe agora o nosso e-book sobre como ter melhores resultados orgânicos no Instagram!

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