SEO

SEO (Search Engine Optimization) é o processo de otimização de um site, a partir de palavras-chave específicas, para deixá-lo mais amigável para os site de buscas como o Google. Essas otimizações resultam em um melhor posicionamento para buscas orgânicas.
Nessa categoria você aprenderá:

  • Como otimizar o seu domínio para os buscadores
  • Como gerar mais tráfego orgânico
  • Como criar conteúdos otimizados para SEO
  • Como escolher e como usar as palavras-chave corretamente
  • Entre vários outros temas focados em ampliar os seus resultados orgânicos e conduzir as suas páginas para o topo do Google

Como fazer um teste de SEO para contratar um analista da área

Como fazer um teste de SEO para contratar um analista da área

Na hora de contratar um analista de SEO, você deve fazer uma boa descrição da vaga, analisar currículos e entrevistar candidatos. Mas sabe o que pode ser valioso nesse processo seletivo? O teste de SEO, que avalia os conhecimentos e as habilidades dos candidatos em otimizar um site.

Imagine que você já entrevistou alguns profissionais para uma vaga de analista de SEO. Eles mostraram que entendem do assunto, que são alinhados com a cultura da sua empresa e que estão empolgados com a oportunidade! E agora, como escolher o candidato certo?

Na área de SEO, alguns conhecimentos e habilidades — como auditar um site e pesquisar palavras-chave ― são essenciais para que o profissional desempenhe um bom trabalho.

Então, você pode lançar mão de uma ferramenta interessante no processo seletivo, sobre a qual vamos falar neste artigo: o teste de SEO.

É na prática que os candidatos vão mostrar que manjam mesmo do assunto e que sabem como levar um site ao topo do ranking! E é assim também que você vai identificar quem só estava de blá-blá-blá na entrevista.

Agora, então, vamos mostrar como você pode criar um teste de SEO eficiente e quais habilidades dos candidatos você pode testar. Acompanhe!

Como é o processo seletivo de um analista de SEO?

Quem já trabalha com SEO conhece o dia a dia da área e já sabe quais são as habilidades requeridas. Fazer auditorias de sites, pesquisar palavras-chave, monitorar a concorrência e analisar os indicadores de sucesso são apenas algumas atividades comuns.

Porém, um desafio aparece quando esse profissional se torna gestor ou gerente da área e precisa contratar uma pessoa para a sua equipe. Aí, não basta saber SEO ― é preciso saber contratar. Então, vamos ver agora algumas dicas básicas para o processo seletivo.

A contratação do melhor profissional começa lá na descrição da vaga, que deve explicar o que a empresa espera de quem ocupar aquele cargo.

No caso do analista de SEO, ele deve saber identificar oportunidades e executar ações para melhorar o rankeamento de um site, sempre de olho na experiência do usuário.

Com uma boa descrição de vaga, você já vai atrair candidatos mais alinhados com o que você espera. Mas o processo ainda é longo.

Depois, com os currículos em mãos, você já pode fazer um filtro com base no cumprimento de requisitos da vaga (inglês fluente, por exemplo), além de qualificações e experiências.

Em seguida, você tem duas opções:

  • fazer o teste de SEO antes das entrevistas;
  • entrevistar os candidatos e aplicar o teste apenas para os selecionados.

Na primeira opção, você pode encontrar candidatos superpreparados tecnicamente, mas que não estão alinhados à cultura da empresa ou que têm outros impedimentos.

Já na segunda opção, você pode gostar bastante da conversa com um candidato, mas depois descobrir que ele não tem as habilidades esperadas. Em qualquer caso, existe um risco que deve ser levado em conta no planejamento do processo seletivo.

Além disso, nas entrevistas, é importante perguntar aos candidatos sobre suas experiências. Em quais projetos já trabalharam? Quais resultados alcançaram? Quais desafios enfrentaram e como eles foram superados? Vale a pena explorar situações reais, que fogem das respostas prontas.

Quais são os pilares do rankeamento para planejar um teste de SEO?

Para fazer o teste de SEO, você deve começar com um planejamento. O que você quer avaliar nos candidatos? Quais habilidades e conhecimentos eles precisam demonstrar?

Em vez de começar a listar aleatoriamente as aptidões esperadas, preste atenção nos pilares do SEO, que podem ser assim resumidos:

  • tecnologia (rastreamento e indexação);
  • conteúdo (criação de conteúdo de valor);
  • autoridade (rede de links interna e externa);
  • experiência (expectativas do usuário).

O teste deve abranger todas essas áreas. Por exemplo: não basta avaliar a capacidade do candidato de indexar uma página se ele não estiver preocupado com a experiência que as suas ações geram para o visitante do site.

O SEO deve ser entendido como um conjunto de estratégias que se conectam, em que uma ação impacta na outra. Então, avalie essa percepção do todo no candidato.

Também é importante encaixar, nesses pilares, as prioridades da sua empresa. Por exemplo: se você já tem um bom trabalho de geração de conteúdo, mas precisa melhorar o link building, foque nas habilidades de criação de autoridade.

Quais formatos de teste de SEO você pode adotar?

No planejamento do teste, também é preciso escolher qual linha você vai seguir. É possível usar diferentes tipos de perguntas e abordagens, que devem ser escolhidas conforme os seus objetivos. Veja algumas ideias!

Tipos de perguntas

Cada tipo de pergunta tem suas vantagens e limitações, conforme a abordagem que oferece. Por isso, é bom pensar em um teste que mescle questões, para ter uma percepção mais completa sobre o candidato e extrair mais informações dele.

Veja alguns dos tipos de perguntas mais usados.

Questões de múltipla escolha

Esse modelo de questão, como usamos no nosso Quiz de SEO, apresenta algumas alternativas de resposta, mas apenas uma correta.

Ela é bastante prática e reduz o trabalho para quem está respondendo; então, pode ser interessante para não tomar muito tempo do candidato.

Por outro lado, como é objetiva, você não consegue avaliar a capacidade criativa nem de escrita da pessoa. Serve, basicamente, para aferir o conhecimento em determinado assunto.

Questões com checkboxes

Uma questão com checkboxes apresenta várias opções de respostas e mais de uma pode estar correta. Ela também pode ser usada para agilizar o teste de SEO, mas tem o mesmo problema de ser bastante objetiva e não permitir outras percepções sobre as habilidades do candidato.

Questões abertas

Em vez de apresentar respostas prontas, que tal fazer o candidato desenvolvê-las por conta própria? Assim, você tem uma resposta mais rica para avaliar o candidato e a sua capacidade de interpretação, argumentação e escrita.

Por outro lado, a resposta é subjetiva e pode até desvirtuar para outros temas que não interessam ao teste. Uma ideia é delimitar a resposta dizendo quais ferramentas devem ser usadas, por exemplo.

Situações de desafio

Aqui você pode trabalhar com questões abertas para abordar uma situação que poderia acontecer na sua empresa e questionar como o candidato a resolveria. Por exemplo: “Como você faria esse site ter mais tráfego orgânico do Google?”.

Assim, você pode avaliar a capacidade de formular estratégias e resolver problemas. Porém, também tem a possibilidade de obter uma resposta desvirtuada.

Tempo para finalizar

Você também precisa pensar no tempo que o candidato vai precisar para responder o teste de SEO. Ele fará o teste dentro da empresa? Em 1h ou 3h? Ou você o enviará por e-mail para ele fazer em casa e devolver em 3 dias? Lembre-se de adequar o tempo ao número de questões e à complexidade das perguntas.

Ferramentas

Pense também quais ferramentas os candidatos poderão ou deverão usar para responder o teste de SEO. Se você já utiliza algum software específico, pode ser interessante criar um acesso para eles usarem. Se não, vale a pena também pedir que eles digam quais ferramentas usaram.

Pagamento

Você deve pagar para o candidato que vai fazer o teste de SEO? Existem diferentes opiniões sobre isso, mas é importante pensar que, se o teste vai tomar bastante tempo do candidato ou se você vai usar as respostas dele no seu negócio, o pagamento é uma questão de ética.

Quais perguntas você pode fazer no teste de SEO?

Agora, você já deve estar com vontade de ver algumas perguntas que pode fazer no seu teste de SEO, não é mesmo? Então, vamos a alguns exemplos.

É interessante formular as perguntas dentro dos pilares do SEO que mencionamos anteriormente, para entender se o candidato tem um conhecimento integral da área.

Mas não esqueça que é importante montar o teste conforme os seus objetivos e focar nas habilidades necessárias para o cargo.

Tecnologia

Aqui nos referimos à tecnologia como todo conhecimento usado para fazer um site ser rastreável e indexável pelo Google, além de funcional para o usuário.

A intenção é avaliar se o candidato sabe como o buscador funciona, como diagnosticar e corrigir problemas que estão impedindo a indexação e como melhorar o entendimento do Google sobre as páginas.

Você poderia perguntar, por exemplo:

Como resposta, o candidato deveria dizer que elas servem para orientar o rastreamento do Google sobre a hierarquização dos temas abordados dentro de uma página.

Uma resposta mais aprofundada diria ainda que elas são tags do código HTML que identificam os títulos e intertítulos da página, sendo que h1 é o mais importante na hierarquia, seguido do h2 e assim por diante.

Eis algumas outras questões que podem entrar na sua avaliação dentro desse pilar:

  • Por que o site não está aparecendo no ranking do Google? Como você corrigiria esse problema?
  • Como o site usa dados estruturados? Por que isso é importante?
  • Quais práticas o Google considera como black hat?
  • Qual dessas estruturas de URL seria a melhor escolha de acordo com as boas práticas de SEO?
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Conteúdo

Agora, você deve investigar se o candidato entende a importância do conteúdo para uma estratégia de SEO e se sabe aplicar as melhores práticas.

Isso envolve conhecer o funcionamento do Google, que busca sempre eliminar conteúdo de má qualidade dos resultados da busca e priorizar quem entrega relevância e valor aos usuários.

No quesito conteúdo, então, esta é uma pergunta que você poderia fazer no teste de SEO:

  • Este site foi punido pelo Google por conter conteúdo de baixa qualidade. O que identifica essa prática na página? Por que o Google dá essas punições?

Nesse caso, o candidato deve indicar práticas como a repetição excessiva de palavras-chave, títulos que não correspondem ao conteúdo, conteúdo copiado de outros sites e uso de links que direcionam para sites maliciosos.

O Google rebaixa o posicionamento de sites assim ou até os exclui do ranking porque prejudicam a experiência do usuário.

Basicamente, o Google quer dizer que você deve criar conteúdos com foco em pessoas, não no robô do buscador. Hoje, ele já é suficientemente inteligente para identificar práticas que tentam enganá-lo.

Veja ainda outras perguntas que podem entrar aqui:

  • Como você faria a pesquisa de palavras-chave para um blog? Por que esse procedimento é importante?
  • Como melhorar a escaneabilidade desse artigo de blog?
  • O que é LSI (latent semantic indexing)?
  • Quais são as orientações corretas para a criação de uma meta descrição?
  • Como a criação de personas pode ajudar na produção de conteúdo?
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Autoridade

A construção de autoridade é essencial para a otimização de um site. Isso depende da sua parte técnica e da qualidade do conteúdo, que já vimos acima, mas está mais ligada ao relacionamento com outros sites.

O Google avalia a rede de links entre as páginas da web para entender quais são as principais referências para os usuários.

Quanto mais sites de qualidade e boa reputação direcionarem para as suas páginas, mais pontos você ganha com o buscador.

Com a questão abaixo, você consegue identificar se o candidato entende do assunto:

  • Quais estratégias você usaria para conseguir mais backlinks para um site?

Aqui a resposta pode ser bastante ampla, mas ajuda a perceber a capacidade do candidato de criar uma estratégia de link building eficiente e dentro das boas práticas do Google.

Ele pode mencionar ações como guest posts, co-marketing, assessoria de imprensa, criação de infográficos, análise dos backlinks de concorrentes, entre outras.

Outras questões sobre a criação de autoridade de um site são:

  • Esse site é indicado para uma estratégia de link building da nossa empresa?
  • Por que é importante diversificar os textos âncora dos backlinks para um site?
  • Qual é a função do atributo “nofollow” nos backlinks?

Experiência

Colocamos a experiência do usuário como um dos pilares, mas ela deve permear todos os outros. Todo analista de SEO deve entender que a maior prioridade do Google e de uma estratégia de SEO é a qualidade da experiência de busca, desde a página de resultados do buscador até a finalização de uma compra em um e-commerce, por exemplo.

Veja agora o que você pode perguntar:

  • Quais indicadores podem ser usados para avaliar a experiência do usuário em um site?

É importante saber perceber os sinais do usuário de que a experiência no site está sendo positiva.

Métricas do Google Analytics como o tempo de permanência, a taxa de rejeição e o número de páginas visitadas ajudam nessa percepção, e o candidato deve saber fazer essa avaliação.

Em um e-commerce, a taxa de abandono de carrinho também é um indicador importante.

Estas são outras questões que você pode fazer no teste de SEO sobre a experiência do usuário:

  • Esse site oferece uma boa experiência em dispositivos móveis?
  • Por que o Google considera a velocidade de carregamento como um fator de rankeamento?
  • Quais medidas você tomaria para melhorar a experiência do visitante desse site?
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Outros fatores para avaliar no teste de SEO

Agora você já tem as informações para avaliar se o candidato tem as habilidades que você espera de um analista de SEO. Mas não é só isso que conta no teste.

Além das respostas, você também pode ficar de olho se a pessoa seguiu as orientações da avaliação e se foi pontual na entrega da atividade.

Essas questões revelam o nível de comprometimento e responsabilidade, comportamentos que serão essenciais no dia a dia do trabalho.

O teste de SEO é a única ferramenta de seleção?

Outra questão interessante a se pensar é esta: se o candidato não se sair bem no teste de SEO, você deve logo descartá-lo? Se fizer isso, talvez você dispense um ótimo profissional.

Imagine que você fez a entrevista antes do teste, gostou muito do candidato, acha que ele tem tudo para ser um ótimo profissional, mas ele errou a questão sobre “o que é um guest post”.

Por outro lado, um candidato que tirou 10 no teste parece não ter tantas habilidades sociais como o outro, que seriam indispensáveis para o cargo. Então, quem você escolheria?

O teste é uma ótima ferramenta para a seleção, mas você não precisa confiar nele cegamente.

É interessante trabalhar com o teste de SEO como um dos instrumentos de seleção, em conjunto com a análise de currículos, as entrevistas, as dinâmicas de grupo ou outras ferramentas que você pode usar.

Dependendo do que você precisa, talvez as experiências e habilidades sociais, por exemplo, pesem mais para a vaga que o conhecimento técnico. E essa avaliação só pode ser feita por meio da análise de diferentes instrumentos.

É interessante também notar que a curva de aprendizado de um conceito, uma ferramenta ou uma estratégia é muito mais rápida que uma mudança de comportamento ou traço de personalidade.

A própria empresa pode ensinar ou bancar um curso para o profissional contratado aprender a usar o Google Analytics, mas dificilmente consegue fazer uma pessoa introvertida se tornar extrovertida, por exemplo.

Portanto, o processo seletivo de um analista de SEO deve envolver várias ferramentas de recrutamento e seleção. O teste de SEO é um excelente aliado nesse processo, pois ele valida os conhecimentos que os candidatos têm e que são necessários para o cargo — e isso não seria possível apenas com currículos e entrevistas.

Mas, para ter sucesso na sua aplicação, é importante alinhá-lo aos seus objetivos, para que ele cubra os requisitos da vaga e ajude a contratar o profissional certo.

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O que é E-A-T

O que é E-A-T e como ele impacta diretamente nas estratégias de SEO

E-A-T significa “Expertise, Authoritativeness and Trust”, ou expertise, autoridade e confiabilidade. O conceito faz parte das diretrizes de avaliação de qualidade do Google, aparecendo como um (provável) importante fator de rankeamento para muitos sites.

Embora ainda existam controvérsias sobre esse fator de rankeamento, otimizar seu site com base no conceito de E-A-T já pode ser considerada uma boa prática de SEO. Isso porque, na pior das hipóteses, você estará aumentando as chances de obter mais tráfego.

Neste artigo, falaremos sobre o que é E-A-T e como ele impacta as estratégias de otimização de sites. Abordaremos táticas para melhorar esse fator em suas páginas e, assim, conseguir mais visitas. Quer entender tudo sobre o assunto? Então, siga conosco e aproveite a leitura!

O que o Google tem falado sobre o E-A-T?

Em fevereiro de 2019, o próprio Google confirmou que E-A-T é uma parte muito importante de seu algoritmo. A imagem abaixo comunica o posicionamento da empresa:

De qualquer forma, vamos olhar mais profundamente para o assunto. No Google, existe um documento chamado Quality Raters’ Guidelines (QRG), que está cheio de discussões sobre Expertise, Authoritativeness and Trust (E-A-T). Trata-se de um conjunto de práticas de SEO recomendadas pelo próprio buscador.

Segundo o blog do Google Webmasters, a empresa desenvolve essas diretrizes para ajudar profissionais a entenderem o que o Google quer ver em um site em termos de qualidade. Inclusive, os profissionais do Google incentivam todos a estudarem o material:

Mas não se preocupe: nós fizemos isso por você e trouxemos as informações mastigadas aqui. Em uma entrevista para a CNBC interview, o vice-presidente de buscas do Google, Ben Gomes, afirmou:

“Você pode olhar para as diretrizes de rankeamento como uma direção de para onde queremos que o algoritmo de busca vá. Elas não dizem como o algoritmo está classificando os resultados, mas eles mostram fundamentalmente o que o algoritmo deve fazer.”

Em outras palavras, podemos interpretar que é só uma questão de tempo para que E-A-T ganhe alta relevância no algoritmo do Google — e, consequentemente, nas estratégias de SEO.

Qual é o impacto do E-A-T no YMYL (e o que é YMYL)?

Segundo o Google, o primeiro passo para um bom rankeamento é entender o verdadeiro propósito da página. Isso pode até parecer filosófico demais, mas não é.

Na verdade, o propósito da página é algo que pode ser respondido com uma pergunta bem prática: “como você pretende ajudar os visitantes?”. Sites ou páginas sem um benefício claro têm menor quantidade de expertise, autoridade e confiabilidade, ou seja, recebem as piores posições.

Como uma forma de proteger o usuário contra fraudes, aparentemente, o Google valoriza ainda mais o E-A-T nos sites do tipo Your Money or Your Life (YMYL). Esses são websites das áreas médica, jurídica ou financeira.

Em outras palavras, sites YMYL são aqueles que aconselham as pessoas a tomarem decisões importantes. Normalmente, eles também se empenham em vender produtos online — por isso, o Google fica “de olho” neles.

No entanto, ninguém sabe ao certo quais sites são considerados YMYL pelo Google. Então, se você dá qualquer tipo de orientação ou conselho para seus leitores, é importante ficar atento ao E-A-T — especialmente, se você aceita transações por cartão de crédito.

Em resumo, o que o Google diz é que sites com informações médicas, jurídicas, financeiras, entre outras, devem vir de fontes consideradas autoridades em suas áreas. As páginas também devem se basear em fatos acurados e representar consenso científico (ao menos, nas áreas em que existe algum consenso).

Quais são as características de páginas com alta e baixa qualidade?

Como vimos até agora, o próprio Google costuma se pronunciar sobre os fatores importantes para o rankeamento. Ou seja, não há motivos para se desesperar, desde que se mantenha atualizado — tanto se já tem uma página quanto se pretende desenvolver um site e criar um blog para produzir conteúdo.

Além de tudo que já falamos, o maior buscador do mundo lista as características dos sites e páginas de alta qualidade. Será que você tem seguido as diretrizes certas? Veja a seguir.

Características de páginas com alta qualidade

De acordo com o Quality Raters’ Guidelines (QRG), a primeira característica de uma página de alta qualidade é, justamente, um alto nível de E-A-T. A lista completa inclui:

  • alto nível de expertise, autoridade e confiabilidade, incluindo o E-A-T do editor e/ou autor dos artigos e informações contidos nas páginas;
  • um número considerável de conteúdos principais de alta qualidade;
  • informações suficientes sobre quem é o responsável pelo site ou informação suficiente sobre atendimento ao cliente, caso a página primária de compra inclua transações financeiras;
  • reputação positiva do site que é responsável pelo conteúdo principal da página.

Características de páginas com baixa qualidade

Entre as características das páginas que tendem a apresentar um baixo rankeamento, estão:

  • nível inadequado de E-A-T;
  • baixa qualidade do conteúdo principal;
  • informações insuficientes no conteúdo principal sobre o propósito da página;
  • o título do conteúdo principal é exagerado ou chocante;
  • anúncios que distraem o leitor do conteúdo;
  • ausência de informações suficientes sobre o criador do conteúdo (o anonimato não é visto com bons olhos pelo Google);
  • reputação razoavelmente negativa do website ou do criador do conteúdo.

Se uma página apresentar várias das características acima, é bastante provável que ela receba um rankeamento ruim.

Qual é a importância do E-A-T do autor dos textos?

Existem dois tipos de E-A-T: o E-A-T de todo site (ou de toda marca) e, se aplicável, o E-A-T dos autores do conteúdo do site. Ambos são muito importantes!

Inclusive, o Google diz que uma página deve ser considerada de baixa qualidade se o autor dela ou website não tiver conhecimento suficiente para o tópico. Ou seja, há diferença entre um artigo de finanças escrito por um economista e outro artigo escrito por um redator profissional.

Aqui no blog da Rock Content, por exemplo, temos diversos artigos escritos pelos próprios sócios da empresa. Você pode ler, por exemplo, os posts do Vitor Peçanha, co-fundador da Rock.

Por mais que o redator seja excelente em Marketing de Conteúdo, nada garante que ele realmente sabe o que está falando. Essa avaliação incentiva o ghost writing. Afinal, nesse caso, o site pode contar com alguém para ajudar a redigir o conteúdo, mas a palavra final será do especialista.

No fundo, o que o Google procura fazer é replicar na internet o que já acontece offline. Se você está procurando aconselhamento fiscal, você prefere ler um artigo escrito por alguém com um diploma de Jornalismo? Ou opta por alguém que tenha sido contador por décadas e é conhecido como uma autoridade nesse campo?

Da mesma forma, se você foi diagnosticado com uma doença, você gostaria de ler artigos sobre sua condição escritos por um especialista em SEO? Ou prefere conteúdos criados por um médico que vem tratando essa condição há anos?

Em outras palavras, a maioria das pessoas quer ler artigos escritos por pessoas com E-A-T: expertise, autoridade e confiabilidade.

É importante observar que isso não diminui a importância dos redatores. Pelo contrário: faz com que eles se especializem cada vez mais, ao mesmo tempo em que contam com o aval dos especialistas no tema.

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Como os algoritmos medem o E-A-T?

Embora o Google não divulgue detalhes sobre o funcionamento dos algoritmos, existem alguns aspectos que, provavelmente, fazem parte da equação. Veja a seguir quais são eles.

Menções sobre o autor

Sim, mais uma vez, o E-A-T do autor aparece como um critério para o E-A-T da página como um todo. O Google implementou uma importante atualização de algoritmo em 7 de fevereiro de 2017. Essa foi a primeira tentativa do buscador de determinar quais sites têm um bom E-A-T.

A partir desse dia, diversos sites perderam posições para outros que tinham autores mais reconhecidos. A autoridade de um autor pode ser medida de várias formas, como backlinks de fontes confiáveis apontando para seus conteúdos e menções como especialista no assunto abordado.

De um modo geral, o autor é visto como autoridade quando, ao pesquisar sobre ele no Google, você encontra informações que provam que ele atua consistentemente na área sobre a qual escreve. Portanto, o buscador favorece profissionais experientes e com reputação.

Detalhe: o Google acredita que pode determinar quais menções são espontâneas e quais são pagas (ou seja, “fabricadas” artificialmente). Há uma grande diferença entre uma menção de um colaborador da Folha de São Paulo, por exemplo, e um jornalista conceituado da Folha.

Evidências científicas

O Google não quer ser responsabilizado por indicar conteúdos prejudiciais aos usuários. Por isso, como vimos anteriormente, é importante embasar seus conteúdos com evidências científicas e informações que são consenso na área. Isso é válido, especialmente, para os sites YMYL.

Revisões

Empresas sérias e comprometidas com o que fazem costumam estar no negócio em longo prazo. Por isso, fazem revisões de seus conteúdoscorrigindo erros e atualizando informações para levar o melhor a seus usuários.

O Google também leva isso em consideração. De qualquer forma, não basta atualizar um conteúdo apenas para ter uma data mais atual. A qualidade e a veracidade do que é escrito é que deve determinar a frequência das atualizações.

Reputação da empresa

É um pouco difícil dizer ao certo como o Google avalia a reputação de uma empresa. Entretanto, ninguém tem dúvidas de que o gigante da internet tem acesso a inúmeras informações e inteligência para fazer isso.

Basicamente, tudo é levado em consideração, desde menções da marca em veículos de imprensa confiáveis até comentários de clientes nas redes sociais.

Como melhorar o E-A-T?

Até agora, aprendemos que o E-A-T é uma parte importante dos algoritmos do Google. Um site sem expertise, autoridade e confiabilidade tem muito menos chances de obter um bom rankeamento.

A boa notícia é que autoridade é algo que pode ser construído. Em outras palavras, você não precisa ser um gigante de conteúdo para conquistar a primeira página das buscas. Basta saber otimizar continuamente os pontos certos.

Veja agora as maneiras de melhorar o E-A-T seguindo as dicas do próprio Google.

Garanta boas avaliações

O que as pessoas falam na internet sobre o seu negócio realmente importa. O Google parte do pressuposto de que boas empresas terão avaliações positivas de diversas fontes, como clientes reais, especialistas na área e veículos de imprensa.

Se você comercializa produtos, os reviews de marketplaces e sites de compras são muito importantes. Em todo caso, avaliações de redes sociais também têm grande peso.

De um modo geral, o que o Google tenta fazer é determinar o sentimento público geral em relação ao seu negócio. Então, fique tranquilo quanto às exceções. Qualquer marca recebe um ou outro review negativo de um cliente que estava estressado em determinado dia. O mais importante é olhar para a média das opiniões.

Agora, se a maioria das pessoas está reclamando da sua marca, produto ou serviço, é fundamental investir energia para melhorar a satisfação dos consumidores. Como você pode perceber, SEO e sucesso do cliente andam lado a lado.

Além disso, há algumas questões que podem servir como um alerta para as suas avaliações:

  • seus concorrentes têm significativamente mais comentários online? Caso sim, isso pode ser um sinal de que a concorrência é mais reconhecida como uma autoridade;
  • as outras empresas têm um número muito maior de avaliações positivas do que você? Procure descobrir se isso ocorre;
  • o sentimento geral das avaliações da sua marca é negativo?

Consiga menções na Wikipédia (ou tenha sua própria página)

A Wikipédia é bastante mencionada no QRG do Google, deixando claro que o buscador a reconhece como um site confiável. Isso vai contra o que se acreditava até então, já que especialistas em SEO costumavam dizer que os links da Wikipédia não importavam (pois são links nofollowed e não passam no PageRank).

No entanto, ao que parece, o Google mede mesmo os links nofollowed e menções sem link quando estes vêm de sites com autoridade alta. Interessante, né?

Ter sua própria página da Wikipédia não é fácil, mas é possível. Para isso, é preciso seguir os padrões da Wikipédia, que incluem como pontos principais:

  • todas as informações sobre sua empresa devem ser verificáveis;
  • a marca deve ter recebido uma cobertura significativa de fontes confiáveis.

Como você pode ver, os critérios da Wikipédia são muito semelhantes ao E-A-T, certo? É por isso que é difícil fingir autoridade. Ter uma página da Wikipédia pode ajudar a melhorar sua autoridade percebida, mas você não pode obter uma página da Wikipédia a menos que já seja visto como uma autoridade.

De qualquer forma, há uma alternativa: conseguir menções positivas da sua empresa em outras páginas da Wikipédia. Em algumas áreas, você pode editar artigos por lá para mencionar sua empresa.

Mas atenção: isso deve ser feito com extremo cuidado e bom senso. Se a comunidade da Wikipédia perceber que você está se autopromovendo, seu link será removido rapidamente.

Tenha menções de sites com autoridade alta

Esse é provavelmente o aspecto mais importante do E-A-T. Na sigla, a letra “A” significa “autoridade”. Na internet, a maneira mais comum de conquistar autoridade é sendo mencionado por fontes confiáveis, como veículos de imprensa e grandes portais de conteúdo.

Como comentamos, o Google tem uma capacidade cada vez maior de determinar quais menções na Web realmente são confiáveis. Então, é importante ficar atento.

Se um link ou uma menção for fácil demais de ser obtida, a tendência é de que não ajude muito. Aqui, se encaixam links pelos quais você pagou ou, de alguma forma, incentivou o proprietário do site a falar de sua empresa.

O mesmo vale para os casos em que você forneceu conteúdo. Isso não tira a validade de guest posts, mas, sem dúvida, uma menção em um artigo desse tipo tem menos peso do que a citação espontânea de um especialista.

Boas menções em sites com autoridade alta são geralmente difíceis de conseguir. Contudo, se você quer ser conhecido como uma autoridade, é de vital importância que você encontre maneiras de obtê-las. Algumas ideias para ser mencionado em sites importantes são:

  • publicar uma pesquisa original;
  • resumir pesquisas científicas atuais;
  • fazer networking com jornalistas por meio das redes sociais;
  • criar conexões offline com pessoas que são reconhecidas como autoridades em sua área.
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Obtenha menções em fóruns

Se as pessoas estiverem realmente entusiasmadas sobre a sua marca, a tendência é que elas a citem em fóruns da internet. Por um lado, pode parecer improvável que as menções em fóruns vão ajudar seu SEO. Afinal, isso é algo que poderia ser facilmente forjado. No entanto, quem afirma não somos nós, e sim o próprio Google:

No entanto, não se engane: o Google sabe determinar quais menções são dignas de contribuir para o E-A-T e quais não são. Só de olhar um fórum ou até mesmo o Yahoo Respostas, você já deve ter facilidade de perceber se uma conversa é real ou se é gerada artificialmente por um profissional de marketing.

E por que o Google analisa informações em fóruns? Simples: por mais que sites como TripAdvisor e Wikipédia sejam úteis, muitas vezes, as informações mais úteis vêm de usuários em discussões informais.

Mais uma vez, não veja essa dica como um indicativo para espalhar spam por aí. O mais importante é monitorar as menções de marca na internet para saber como está a sua imagem. A partir daí, você pode implementar melhorias no seu posicionamento para que as pessoas falem mais sobre os seus produtos ou serviços.

Seja confiável

Uma das atualizações do Google que tem relação com o E-A-T foi o Medic, que ocorreu em agosto de 2018. Desde então, o gigante das buscas passou a citar a palavra “segurança”:

Muitos dos sites que caíram nas buscas do Google após essa atualização tinham problemas de confiabilidade, como:

  • alta quantidade de comentários negativos online;
  • clientes que reclamaram por não conseguirem um reembolso;
  • artigos médicos sem referências científicas ou que faziam afirmações contradizendo o consenso científico atual.

Mostre o E-A-T em seu site

Como o Google diz, o E-A-T é determinado, principalmente, por meio de links e menções fora do site. Todavia, isso não exclui a importância de otimizar o E-A-T em seu próprio website.

Uma das maneiras de trabalhar esse ponto é mostrar como a sua empresa se esforça para ser mais confiável e especialista naquilo que faz, bem como nas informações que apresenta ao público.

Neste artigo, falamos muito sobre o E-A-T, que faz parte do algoritmo do Google. Por fim, para que você possa ir além na sua estratégia de SEO, é importante entender como os buscadores avaliam e rankeiam os conteúdos em relação aos mais diferentes critérios.

Então, aproveite e faça a leitura do artigo algoritmo do Google: entenda como funciona e saiba como rankear em 2019!

Google News: saiba como fazer SEO para sites de notícia

Google News: saiba como fazer SEO para sites de notícia

O Google quer se consolidar de todas as formas possíveis como o oráculo da internet. Para isso, tem melhorado sua capacidade de entregar notícias relevantes para os usuários. Veja como o seu site de notícias pode se beneficiar disso para atrair mais leitores!

(Clique no player para o ouvir a narração do nosso post!)

Não resta dúvida de que o Google é uma das empresas mais poderosas do mundo. A gigante das buscas é responsável por determinar boa parte das práticas e tecnologias que serão usadas ou abandonadas por sites de todos os tipos.

Mas, como toda empresa digital de sucesso, o Google entende que, nesse cenário competitivo do marketing digital, não há espaço para zona de conforto.

Por isso, a empresa continua criando formas de gerar valor para os usuários e prover ferramentas para que negócios de todos os tipos se beneficiem de seus produtos e plataformas.

Um desses produtos é o Google News, que pode transformar o tráfego de sites de notícia e impulsionar muito seus resultados. Se você tem um site desse tipo, está no lugar certo!

Neste artigo, você vai ver:

  • o que é o Google News?
  • Por que fazer SEO para notícias?
  • Quais são os critérios do Google News?
  • Quais os 4 erros para evitar ao otimizar um site para o Google News?
  • Quais os 6 passos práticos para levar as notícias do seu site ao Google News?

Veja agora tudo que precisa saber para otimizar seu site com a ajuda do Google News e fazer isso trabalhar a favor do seu negócio!

O que é o Google News?

O Google News é um agregador de notícias com a chancela de qualidade do próprio Google. Isso quer dizer que é a empresa quem faz a curadoria de conteúdo das notícias e as apresenta de acordo com alguns critérios.

Página inicial do Google News

O primeiro deles é, obviamente, a intenção de busca do usuário. Já ficou bem claro que esse é o maior objetivo do Google ao responder qualquer busca.

Afinal, entende-se que, se a sua intenção de busca for satisfeita, o usuário continuará usando a ferramenta. Ou seja, se você encontrar a melhor resposta possível para a pergunta que fez ao buscador, você vai fazer novas pesquisas.

Outro fator importante é o histórico de navegação e as preferências de cada usuário. Assim, o Google pode apresentar notícias com base naquilo que você gosta de ler, de forma geral, ou mostrar manchetes como resposta a uma pesquisa feita no site.

Por que fazer SEO para notícias?

SEO (Search Engine Optimization), ou otimização para mecanismos de pesquisa, é uma das melhores formas de fazer um site ou blog conseguir tráfego, mas existe um pequeno problema. SEO leva tempo até começar a dar resultados. E, como todo mundo sabe, um site de notícias precisa oferecer conteúdo fresco, atualizado. 

De nada adianta otimizar uma notícia de hoje se ela só vai ranquear bem daqui a 3 meses, certo? Mas não é bem assim que o SEO funciona. É importante entender que a otimização para os sites de busca não deve ser feita pensando só em cada conteúdo, de forma individual, mas também no site como um todo.

Em outras palavras, se você fizer SEO para o seu site de notícias, ele passará a ser visto pelo Google com outros olhos, e as notícias futuras terão maiores chances de ranquear em posições de destaque.

Se você conseguir fazer parte do Google News, pode esperar um aumento considerável de tráfego, uma vez que a ferramenta recebe em torno de 10 bilhões de cliques por mês para os sites participantes.

Indo um pouco mais a fundo, colocar seu site no Google News pode melhorar a autoridade do seu domínio e o número de backlinks recebidos de outras páginas.

Como esses dois fatores são importantes na classificação das páginas de busca, contar com eles é uma vantagem e tanto, além do aumento de tráfego direto.

Quais são os critérios do Google News?

Era de se esperar que, para manter a qualidade do agregador e não prejudicar a experiência do usuário, o Google estipulasse algumas regras sobre quem pode ou não se beneficiar da ferramenta de notícias.

E a primeira e mais óbvia é: você precisa ter um site de notícias. Só de notícias. Uma seção de novidades no seu blog ou site não é suficiente, pois a empresa deseja veículos com abordagem jornalística.

Além do mais, não quer correr risco de destacar notícias de baixa qualidade ou que só direcionam o leitor para comprar produtos e serviços.

Quais os 4 erros para evitar ao otimizar um site para o Google News?

Para começar, é importante deixar claro que o processo de aprovação para entrar no agregador do Google News não é feito segundo o padrão normal do buscador. Ou seja, a jornada de aplicação não é tão automatizada quanto você poderia pensar.

A empresa leva tão a sério a questão de escolher fontes relevantes de notícias que montou uma equipe de avaliação para os sites que desejam ingressar no agregador.

Humanos estão tão acostumados a usar truques que eles entendem quando alguém faz o mesmo. Assim, não existe tática Black Hat que possa ser usada. Ou seu site satisfaz os requisitos, ou será negado.

Para começar bem, veja alguns dos piores erros que você poderia cometer no processo de aplicação e como evitá-los.

1. Não ter um site exclusivo de notícias

Como já falamos, o processo de avaliação de sites que desejam entrar no Google News é manual. Então, não existe nenhum tipo de truque que você possa aplicar para fazer seu blog corporativo ser aprovado.

Não existem atalhos e seria um grande erro achar que o seu blog ou site comercial poderia ser aprovado no processo. Mas e se você tiver uma seção ou categoria exclusiva de notícias? 

Também não vai adiantar. A não ser que o seu site seja exclusivamente sobre notícias, suas chances são nulas. E isso tem um motivo: o Google não quer saber de conteúdo promocional na hora de oferecer notícias frescas para o usuário.

2. Produzir conteúdo que viola as políticas da plataforma

O agregador do Google também tem políticas sobre o tipo de conteúdo que pode ser publicado pelos sites que desejam fazer parte da plataforma.

Naturalmente, ignorar essas restrições vai colocar o seu site direto na pilha de reprovação. Para evitar que algo assim aconteça — por falta de conhecimento sobre as políticas — aqui vai um breve resumo do que é proibido:

  • informações pessoais e confidenciais: não é permitido divulgar informações sigilosas de alguém, nem mesmo em nome de um furo jornalístico;
  • conteúdo protegido por direitos autorais: nada de usar conteúdo protegido por direitos autorais sem autorização.

Além desses, nem precisamos citar que conteúdos de ódio, apologia ao crime, pornografia e afins são estritamente proibidos.

3. Ser generalista demais

Para que o Google News vai querer um site menor que fala sobre todo tipo de assunto se ele já pode usar os grandes jornais e portais de notícias para isso? É importante saber se diferenciar para conquistar seu espaço.

E uma das melhores maneiras de fazer isso é deixar o generalismo de lado e se especializar em um nicho específico de notícias.

Assim, será mais fácil ser visto pela equipe do Google News como uma referência naquele segmento e ser aprovado para notícias específicas.

4. Atualizar pouco o site

Sites de notícias respeitados e ativos costumam ser atualizados diariamente, de preferência, várias vezes ao dia. O time de avaliação do agregador vai levar isso em conta para determinar a seriedade e o comprometimento do seu site em entregar notícias relevantes para o público.

Com isso em mente, seria um pecado grave publicar uma notícia a cada poucos dias e achar que isso será suficiente para aproveitar a vitrine que o Google News oferece.

CTA de download para o kit: Domine o Google

Quais os 6 passos práticos para levar as notícias do seu site ao Google News?

Depois de evitar os principais erros na tentativa de ter seu site de notícias aceito pelo Google News, é hora de aprender o que fazer, certo?

Foi por isso que preparamos este passo a passo com os requisitos técnicos que você precisa seguir para colocar seu site no Google News o mais rápido possível.

Alguns aspectos vistos aqui não são considerados obrigatórios, mas aplicá-los vai ajudar muito em suas chances de ser aprovado. Então, é melhor não pular etapas. Aqui está o que você precisa fazer!

1. Organize sua estrutura de URLs

O Google quer que suas notícias e categorias tenham URLs estáticas, para que os mesmos tipos de artigos estejam nas mesmas URLs. Isso permite que o Google rastreie as mesmas páginas várias vezes, sem precisar fazer redirecionamentos.

Por conta disso, é bom evitar URLs dinâmicas, pois elas não fazem muito sucesso com o Google News. Vale mais a pena levar essa preferência do Google em consideração e manter as URLs estáticas.

2. Elimine o peso do seu conteúdo

Eliminar o peso do conteúdo, nesse contexto, significa deixá-lo livre de muitos estilos e, principalmente, scripts que rodariam na página. Por que isso é tão importante? Porque o Google quer que o seu conteúdo seja carregado da forma mais rápida possível.

Se o seu conteúdo precisa de JavaScript para ser visto, ele não vai funcionar bem para o Google News e seu site não será aprovado no processo.

É importante que todo o conteúdo das notícias esteja presente no código HTML na hora da renderização das páginas, a fim de que o processo funcione bem no agregador.

3. Otimize o código do site

Manter um código limpo é outro passo fundamental para que o seu site de notícias seja aceito pelo Google News. Mas o que significa isso, afinal? No código HTML, a parte que corresponde ao conteúdo das notícias deve ser um bloco contínuo, do início ao fim. 

Muitos sites contam com uma estrutura de programação bagunçada, na qual vídeos e conteúdos relacionados são misturados com os blocos de código que contém o conteúdo das notícias.

O grande problema é que isso pode fazer o Google apresentar problemas na hora de indexar o conteúdo e mostrá-lo aos usuários. E você já sabe: qualquer problema na experiência do usuário deixa seu site mais longe de passar no crivo do Google News.

4. Crie um mapa XML só para as notícias

Oficialmente, o Google diz que ter um mapa em XML só para as notícias não é essencial, mas é recomendado. Então, para aumentar suas chances de ser aceito, vale a pena seguir a recomendação.

Basicamente, você pode criar um mapa XML que lista as notícias publicadas nas últimas 48 horas. Se a sua produção de conteúdo é muito alta, é importante limitar o número de artigos a 1.000.

Alguns especialistas acreditam que esse mapa XML seja a primeira fonte à qual o Google recorre ao buscar por conteúdo atualizado no seu site. Então, garanta seu mapa antes de tentar a aprovação do Google News.

5. Marque suas notícias com os dados estruturados do Google

Dados estruturados são pistas dadas para que os algoritmos do Google entendam com maior rapidez e facilidade do que se trata aquela página.

É importante marcar seus artigos com eles para deixar o Google News ciente do que o seu site cobre e por que ele merece ser considerado para os primeiros resultados.

Pode ter certeza de que as suas chances de ter uma notícia entre as principais no carrossel da página inicial do Google são muito maiores se usar os dados estruturados.

6. Faça sua aplicação

Por último, depois de cumprir as exigências técnicas e evitar os erros básicos, é só acessar o Google News Publisher Center.

Daí é só verificar a propriedade do seu site no Google Search Console e clicar em “solicitar inclusão no índice do Google Notícias”.

Depois disso, basta esperar de 1 a 3 semanas e entrar no site novamente para ver se a solicitação foi aceita.

Sim, o Google News é uma plataforma e tanto. A quantidade de tráfego qualificado que ele pode levar ao seu site de notícias faz valer a pena todo o esforço para passar no processo manual de aprovação. 

Felizmente, agora, você tem um guia completo com todos os erros a evitar e os passos que precisa dar para aproveitar ao máximo essa ferramenta.

Gostou de aprender como fazer SEO para seu site de notícias? Então, você vai se impressionar ainda mais ao aprender mais um truque para posicionar seu conteúdo na primeira página do Google: os Featured Snippets!

Guia do Google Search Console
Como o curso marta garcia obteve 80% da receita via blog

Como o Curso Marta Garcia gera 80% da sua receita por fontes orgânicas

É realmente inspirador ver histórias como a do Curso Marta Garcia. Histórias que mostram como o marketing digital e de conteúdo podem mudar o rumo de uma empresa e impactar a vida de milhares de pessoas.

Neste case, você vai entender como as estratégias de marketing digital que o Curso Marta Garcia empregou em seu dia a dia levaram a empresa ao próximo patamar no mercado de cursos de proficiência em inglês.

Vai entender os desafios e vitórias de uma estratégia de marketing de conteúdo, e como isso reflete no ânimo de profissionais e no resultados de uma empresa. E, principalmente, vai entender como o Curso Marta Garcia já adquiri 80% de sua receita por meio de vias orgânicas.

O que é o Curso de Línguas Marta Garcia?

Com cursos de inglês voltados principalmente para pessoas que desejam se aplicar para mestrados e doutorados, o Curso de Línguas Marta Garcia surgiu da experiência e método de ensino da Professora Marta Garcia, 15 anos atrás.

Marta, que já era professora a 15 anos, decidiu reunir seus conhecimentos em um curso presencial para alunos que iriam realizar exames de proficiência em inglês instrumental.

Com uma metodologia que busca aprendizado rápido e eficiente, os alunos são capacitados para não só serem aprovados em exames para mestrado e doutorado, como também ler artigos acadêmicos com mais desenvoltura e velocidade.

Por trás do conhecimento e capacidade didática da Professora Marta, seu filho, João Garcia, cuidava da parte administrativa do negócio, buscando soluções para geração de matrículas.

Durante os primeiros 10 anos de empresa, o curso era dado presencialmente, em Fortaleza, onde ainda está a estrutura física do Curso Marta Garcia.

Mas, com o modelo de curso validado, João sabia que o online era a melhor forma de expansão do negócio. Em 2013 ele decidiu interromper seus projetos paralelos para se dedicar integralmente ao projeto de levar o curso para todo o Brasil.

Foram 6 meses de projeto até ter o curso disponibilizado em uma plataforma online e pronto para receber alunos.

E o resultado? Um número inexpressivo de cursos foi vendido. Eles tinham o produto e a plataforma, mas não conseguiam ligar a oferta com a demanda.

O desafio

João precisava de formas para gerar oportunidades para o curso online, e foi nesse momento que começou a pesquisar sobre marketing digital.

Decidiu investir em uma ferramenta que já conhecia, o Google Adwords (hoje Google Ads), para gerar novas matrículas. Com a chegada de novas oportunidades ficou claro que o Curso Marta Garcia precisava de uma estrutura melhor para gerar e trabalhar leads.

A empresa contratou o plano mais simples de uma ferramenta de automação, e começou a gerar landing pages para suas campanhas de mídia paga, além de trabalhar com email marketing para sua base.

Entrando no mundo da automação de marketing, João começou a entender o processo de aquisição de oportunidades orgânicas por meio de conteúdo. Ele se interessou cada vez mais pelo marketing digital, e decidiu que era o momento de começar uma estratégia de conteúdo.

Assim nasceu o blog do Curso Marta Garcia, focado em levar conhecimento para uma alunos que buscavam proficiência em inglês instrumental.

Com menos de 2 meses de estratégia e por volta de 6 conteúdos publicados, João abandonou a produção de novos conteúdos.

Você pode estar cansado de saber que marketing de conteúdo é uma estratégia a longo prazo, e que resultados imediatos são raros e enganadores.

Mas, naquele momento, João ainda era iniciante em marketing digital, e a necessidade de gerar resultados em vendas impactou em sua decisão de parar.

Afinal, se uma estratégia não deu resultado em dois meses, por que levar adiante?

Os conteúdos pararam, mas o interesse por marketing digital não. João continuou procurando soluções para sua empresa, consumindo conteúdos e indo a palestras. Em especial, um tema o chamou a atenção: SEO.

A Rock Content já estava em seu radar, por suas pesquisas sobre marketing e vendas, mas neste momento João destacou a importância que os conteúdos da Rock tiveram em seu aprendizado.

Após muitos blog posts, ebooks e até uma palestra do Peçanha no RD on the Road, ele resolveu que precisava insistir com seriedade em uma estratégia de conteúdo.

Só com um bom posicionamento no Google, e geração de oportunidades orgânicas, seria possível implementar um modelo de receita previsível, como ele desejava.

Entendendo que precisava de uma estratégia consolidada, o Curso Marta Garcia fechou uma parceria de conteúdo com a Rock Content.

A Parceria

João tinha um objetivo bem claro em mente:

“A ideia inicial era começarmos a produzir conteúdos de forma sistemática e estratégica trabalhando todas as etapas do funil (topo, meio e fundo) e implementar a estratégia de link building interno para fazer o lead avançar no funil através dos conteúdos.”

João Garcia, Diretor de Marketing

Ele conta que ainda no processo de entrada deles na Rock, um consultor entrou em contato por telefone, fazendo uma análise de quesitos básicos no site do Curso Marta Garcia que estavam atrapalhando seu ranqueamento.

Após corrigi-los, João percebeu uma pequena melhora em seus resultados de tráfego. Ele colocou essa como uma pequena vitória a curto prazo. E atenção: são essas vitórias que constroem o resultado final desse case.

Apesar de já possuir uma persona, insistimos que o estudo fosse refeito, levando em conta aspectos mais profundos de comportamento e interesse. A partir daí teve início a produção de conteúdos para o blog, com foco em gerar oportunidades para o Curso Marta Garcia.

Apesar da frequência de postagem, e toda a estratégia de SEO por trás, João percebia que seus resultados ainda vinham primordialmente de mídia paga.

Mesmo já tendo ampliado muito seu conhecimento sobre marketing digital, o sentimento de que os resultados orgânicos não estavam aparecendo o incomodava muito, e durante os primeiros meses de estratégia ele esteve bem perto de interromper mais uma vez sua produção de conteúdo.

Com conversas com a equipe da Rock, e também dos outros parceiros de marketing, João entendeu que abandonar a estratégia naquele ponto era desperdiçar o dinheiro investido até então, e abrir mão da estrutura de ranqueamento que ele estava construindo.

E como o tempo é o melhor amigo do marketing de conteúdo, os resultados começaram a aparecer.

Os Resultados

Mais uma vez foram pequenas vitórias que levaram o João a retomar seu ânimo na estratégia de conteúdo.

Como todo bom fã do Google Analytics, ele acompanha com frequência seus indicadores por meio de dashboards e do app da ferramenta. Um dia ele notou um aumento no tráfego fora da curva.

Ao rastrear de onde vieram as novas visitas, percebeu que um de seus artigos chegou às primeiras posições da SERP!

SERP para mestrado à distância

Isso voltou a acontecer nas semanas seguintes, e ele viu suas posições no Google subirem de mês a mês.

Por exemplo: seu artigo sobre os melhores mestrados a distância aceitos pelo MEC ganhou o featured snippet para a palavra-chave ‘mestrado a distancia’, gerando um aumento enorme das visitas em seu blog.

O post sobre os phrasal verbs mais usados na língua inglesa teve um resultado semelhante.

Com isso chegaram mais acessos, foram gerados mais leads e foram vendidos mais cursos. As pequenas vitórias diárias levantaram a moral do João e sua equipe, e ele mergulhou de cabeça no marketing de conteúdo.

Contratou o SEMrush e tomou as rédeas do planejamento de pautas. E assim os resultados apareceram:

“Quando contratamos a Rock Content tínhamos uma média de 20 mil sessões por mês.

Estamos atualmente com uma média de 120 mil sessões.”

E melhorar o topo do funil refletiu em toda a empresa, com um aumento de aproximadamente 200% no faturamento, comparando o início de 2019 e antes da parceria com a Rock Content.

E, de todo o faturamento da empresa, 80% vem de fontes orgânicas. Isso é o maior indicativo do sucesso da estratégia de Inbound Marketing e dos conteúdos divulgados no blog.

A empresa vem se destacando não só como parceira da Rock. O Curso Marta Garcia alcançou resultados e virou estudo de caso com vários de seus outros parceiros.

Com uma estrutura de geração de oportunidades orgânicas rodando, João se dedica a aprimorar a estratégia, sempre pensando em novas formas de levar valor para seu público potencial e melhorar ainda mais seus resultados.

Fizemos, inclusive, um case sobre um desafio específico que o Curso Marta Garcia vivenciou durante sua estratégia, e como João e sua equipe o contornaram. Se quiser entender como eles usaram sua persona para evitar a escassez de conteúdo, o post está aqui.

E aqui é preciso destacar o valor que isso gera para uma estratégia de conteúdo que desenvolvemos.

Quando um cliente chega ao nível de envolvimento que o João teve, a estratégia ganha uma pessoa a mais na análise, planejamento e desenvolvimento de ações, mas com todo o conhecimento que só alguém que está dentro da empresa pode oferecer!

Ele dedicou seu tempo à rotina de marketing que geraram estes números a longo prazo.

O exercício diário de SEO on Page, checando fatores de ranqueamento com o plugin Yoast, por exemplo, não trouxe resultados da noite para o dia. Foram as pequenas vitórias, as posições conquistadas e as melhoras em taxas de conversão que construíram os resultados finais.

Este case mostra o impacto que do marketing digital para uma empresa que entendeu e investiu em uma estratégia, que sabiam que poderia os levar para o próximo nível. E como este existem outros.

Quer se tornar um case de sucesso? O primeiro passo é começar!

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Schema Markup

Entenda o que é Schema Markup e como utilizar isso para impulsionar seus esforços em SEO

Preparar páginas para terem maior destaque nos resultados do Google é um trabalho constante. O Schema Markup oferece essa possibilidade, enriquecendo informações básicas e gerando códigos em HTML de forma automática.

Com a alta concorrência de páginas na Web, posicionar um site ou conteúdo requer bastante dedicação em otimizações de SEO. Só isso garante a primeira página do Google e, principalmente, os primeiros resultados. Nessa busca, o Schema Markup tem se tornando um grande aliado para dar esse destaque.

Uma vez utilizado por uma página, esse código melhora a comunicação com os motores de busca, resultando em mais visibilidade para um conteúdo.

Como você pode perceber, para quem trabalha com marketing de conteúdo, é essencial saber o que é o Schema Markup. Siga conosco para entender como utilizá-lo e os benefícios que pode trazer!

O que é o Schema Markup?

Não é nenhuma novidade o fato de que o algoritmo do Google se comunica e reconhece melhor os sites otimizados. Os recursos de SEO para o melhor rankeamento e visibilidade são dos mais variados, e muitos deles são acionados por detalhes. O Schema Markup faz parte dessa realidade, tendo grande importância.

Na prática, ele se trata de um código que é inserido no HTML dos sites. É uma mudança muito simples, que se baseia em copiar e colar, mas que gera impactos significativos na estratégia.

O Schema Markup é um vocabulário de tags que ajuda o Google a entender o que pode ser encontrado naquele website. Em outras palavras, por meio desse conjunto de códigos, os algoritmos identificam do que se trata aquele conteúdo e a quais temas ele está relacionado.

É como se fosse um recurso de tradução para o Google que, consequentemente, o ajuda a rankear melhor os sites que usam essa marcação em seu código.

O impacto nos resultados

O Schema Markup ainda gera algumas dúvidas, mas é importante que as empresas e os produtores de conteúdo entendam que ele tem se tornado mais relevante. Nos últimos tempos, usar esse marcador se tornou um diferencial decisivo para um site.

Uma prova disso é que, desde 2017, o marcador se tornou um fator de rankeamento por parte do Google. Os algoritmos tentam identificar esse vocabulário nas páginas, penalizando aqueles que não fazem o uso dele.

Na prática, os motores de busca têm mais dificuldade de entender o conteúdo das páginas quando elas não usam esse marcador. A partir disso, é natural que os conteúdos que já estejam otimizados nesse sentido apareçam mais bem posicionados no ranking do Google.

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O funcionamento

O simples código do Schema Markup tem uma atuação bastante efetiva quando é adicionado no código HTML dos sites. Automaticamente, ele gera uma descrição aprimorada do que há naquela página. Essa função é o que tem impacto imediato na relação com os algoritmos e favorece o rankeamento.

É como se, por meio desse código microdata, os sites se esforçassem para fazer com que o Google entendesse melhor o que eles trazem. Essa melhora na descrição gera uma relação melhor com o algoritmo e coloca os conteúdos nas primeiras páginas.

Como utilizar esse código?

O Schema Markup tem aplicações específicas, ou seja, pode ser usado em alguns tipos de conteúdos e páginas quando aparecem nos resultados do Google. Isso faz com que haja uma grande variação de marcações distintas, porque há sites e conteúdos de todos os tipos buscando as primeiras posições dos resultados.

Quando uma página utiliza o Schema Markup, ela aparece de maneira diferente nos resultados dos motores de busca. A principal mudança, e que faz toda a diferença, é a maior riqueza de informações naquela primeira visualização dos links. Os que são mais ricos em detalhes, geralmente, usam essa marcação.

Para os motores de busca, a amplitude dessas informações representa maior funcionalidade para quem faz a pesquisa. Na prática, Google, Yahoo, Bing e outros sites de pesquisa só querem entregar ao usuário um resultado que chegue o mais perto possível do que ele pretendia quando fez a busca de um termo.

As possíveis aplicações do Schema Markup

Diferentes tipos de página podem usar esse código para enriquecer a descrição do seu conteúdo. Entre as principais categorias, estão:

  • empresas e organizações;
  • eventos;
  • pessoas;
  • produtos;
  • receitas;
  • reviews;
  • vídeos;
  • locais.

Cada uma dessas categorias abre opções distintas de preenchimento de características das páginas. Os códigos se diferenciam para o tipo de conteúdo do site, e isso gera a descrição mais completa dele, que é o que se pode ver, normalmente, entre os resultados do topo das pesquisas do Google.

Em um exemplo, se você está divulgando a página de um evento, o Schema Markup possibilitará que você adicione informações estratégicas adicionais. Assim, o resultado do Google trará o título, o horário do evento, o local, a data e outros dados que sejam relevantes.

Para o usuário que faz a busca, encontrar todos esses dados logo na primeira pesquisa gera um impacto positivo. É justamente isso que o Google considera para valorizar os conteúdos com o Schema Markup e, por isso, eles têm maior valor diante dos algoritmos.

Confira também outra utilização importantíssima desse marcador
👉 Marcador Schema.org: otimize o seu conteúdo para pesquisas de voz

O trabalho para gerar o código

Muitos profissionais de SEO se preocupam precocemente, pensando ser necessário desenvolver o código HTML para ser inserido nas páginas dos sites. Isso daria mais trabalho e, na prática, não é assim que funciona. O Schema Markup é gerado por meio do site schema.org, utilizando a marcação certa para a categoria.

Por lá, tudo é feito de forma intuitiva e automática. O primeiro passo é identificar o tema da página para gerar possibilidades de informações mais amplas. Quanto mais segmentada for a escolha, melhores serão as opções de preenchimento e mais bem rankeado esse site estará.

Essa marcação mais bem detalhada também vai gerar possibilidades mais interessantes para serem mostradas nos resultados. Se você marca um evento, por exemplo, as opções de código disponibilizarão o preenchimento de hora, data e local e até mesmo onde comprar ingressos.

No final do preenchimento das informações no site do Schema Markup, o código será gerado de forma completa. Após isso, basta colar esse trecho no HTML do site e, então, testar se o algoritmo do Google está identificando todas essas informações.

Elas serão reconhecidas como rich snippets e, assim, vão gerar aqueles dados mais detalhados. É possível verificar se eles estão funcionando por meio de uma ferramenta específica do Google para isso: a Rich Snippets Testing Tool.

Como essa linguagem traz benefícios em diferentes contextos do SEO?

O uso do Schema Markup traz benefícios concretos para os sites, tornando-os mais amigáveis aos motores de busca. Uma prova disso é que, a partir de 2011, Google, Yahoo, Bing e Yandex começaram a colaborar para adaptarem seus algoritmos aos conteúdos que têm esse marcador em seus códigos HTML.

Na prática, isso significa que os motores de busca estão mais propensos a valorizar esses sites em vez dos que não têm. Por si só, essa já é uma vantagem competitiva muito grande e estimula cada vez mais os conteúdos a realizarem essa otimização.

A seguir, entenda melhor outras questões que podem ser consideradas como boas vantagens em SEO ao aplicar essas marcações em uma página da Web.

Conquista de posições

Oficialmente, não há nenhum posicionamento oficial que garanta que sites com Schema sejam mais bem posicionados na busca orgânica. No entanto, nos resultados pagos, quanto mais informações de destaque forem inseridas, maiores as chances de aquela página aparecer entre os primeiros resultados.

A conquista de posições no ranking dos motores de busca é o principal benefício que pode ser colhido na otimização por meio desses marcadores. Isso garante que uma página esteja sempre em destaque no seu mercado, o que é um ganho decisivo na atualidade. Primeiras posições dão credibilidade e mais visibilidade aos sites.

Adição de featured snippets

O Schema também gera a adição dos featured snippets, ou seja, aquelas caixas com informações objetivas que aparecem em destaque em relação a outros resultados do Google. Eles são conhecidos como a posição zero do rankeamento, ou seja, antes mesmo até dos primeiros links que surgem na página de resultados.

O destaque dos featured snippets em relação às outras respostas é, visualmente, muito grande. Entretanto, para estar ali, é necessário ter informações estratégicas bem destacadas. Se o link é para um evento, exemplo que já usamos aqui, a caixa de featured snippet vai informar todos os dados principais de forma objetiva.

Competitividade diante de outros resultados

Certamente, o seu conteúdo disputará visibilidade com vários outros da mesma categoria, falando até mesmo de temas totalmente iguais. É preciso pensar que, nesse momento, são os detalhes que fazem diferença. Um maior detalhamento e uma mínima informação a mais geram o clique do usuário.

O Schema Markup é o que possibilita que o resultado de uma página do Google se destaque nesses detalhes. Em meio a diversos outros resultados iguais, uma informação mais bem detalhada é suficiente para captar um clique.

Um exemplo simples e recorrente são as receitas de pratos. Você encontrará várias iguais, no entanto, a marcação permite adicionar um dado como o tempo de preparo. Outros conteúdos sem essa otimização não vão entregar a informação, então, nesse detalhe, o site que tem o Schema já se destacou.

O uso do Schema Markup precisa ser visto como um fator facilitador e benéfico aos sites. Apesar de ser mais um elemento necessário de SEO, ele também beneficia os sites que trabalham nesse tipo de otimização.

Buscando enriquecer ainda mais seus conhecimentos sobre SEO? Confira então estes conteúdos avançados sobre o tema:

Conteúdos recomendados de SEO avançado
👉 Como recuperar posições no Google: passo a passo completo!
👉 12 hacks de conteúdo avançados: multiplique o tráfego do seu blog
👉 Backlinks em redes sociais: 19 oportunidades para elevar o SEO
👉 Conteúdo de qualidade segundo o diretor de marketing da Rock Content
👉 Topic Clusters: o que são e o que podem fazer pelo seu SEO?
Como usar o SEO Split Testing para rankear melhor

SEO Split Testing: entenda o que é e como utilizar testes A/B para rankear melhor

O SEO Split Testing permite realizar diversos experimentos para descobrir como otimizar o ranqueamento do seu site no Google. Confira!

Certamente você já conhece os Testes A/B, aqueles que são feitos para determinar qual variável da estratégia gera mais resultados em determinada métrica. Mas você já ouviu falar em SEO Split Testing?

Se não conhece, não precisa se preocupar: é um conceito novo que começou a ganhar visibilidade recentemente, mas já oferece resultados muito atrativos e que podem otimizar, ainda mais, os resultados do seu site.

Continue a leitura deste post para entender o que é o SEO Split Testing e como ele pode ajudar você a conquistar um melhor rankeamento nos mecanismos de pesquisa.

O que é SEO Split Testing?

Os Testes A/B são aqueles em que comparamos diferentes variáveis na nossa estratégia para ver qual gera os melhores resultados. Podemos testar, por exemplo, se usar um emoji ou não no assunto do e-mail aumenta a sua taxa de abertura (spoiler: aumenta sim!). Ou podemos avaliar se é melhor usar uma cor contrastante ou harmônica no botão de compra de uma loja online.

O SEO Split Testing é a aplicação dessa mesma lógica, mas em modificações na estrutura do seu site para descobrir quais alternativas geram o melhor rankeamento no Google. Esses testes visam descobrir quais formatações geram mais resultados (no caso, melhor rankeamento no Google) para otimizar a página e aumentar o fluxo de tráfego orgânico para o site.

Por que fazer SEO Split Testing?

Realizar testes para aprimorar o seu rankeamento em mecanismos de busca é algo que exige grandes investimentos. Essa tarefa demanda muito tempo para a realização de cada experimento, além do trabalho de formular as hipóteses, preparar o site, coletar os resultados e analisar os dados a fim de encontrar informações úteis.

Se gera tanto trabalho assim, por que fazer o SEO Split Testing? Por que não optar por um template pronto do WordPress? A resposta é simples: os testes dão benefícios que nenhum template consegue dar.

Decisões embasadas em dados

Gerenciar um site e uma estratégia de Marketing de Conteúdo envolve tomar decisões frequentemente. São centenas de variáveis que devem ser avaliadas e acompanhadas, cujas consequências podem envolver o sucesso ou o fracasso.

Nenhuma decisão deve ser tomada usando, como base, o instinto, já que isso gera resultados imprevisíveis. Ainda que os resultados sejam positivos no começo, nada garante que continuarão assim a médio ou longo prazo.

Somente as decisões baseadas em dados garantem resultados sólidos, positivos e sustentáveis — e, para isso, é necessário realizar testes e experimentos. Se você testar os elementos do seu site com regularidade, conseguirá reunir uma diversidade de dados para direcionar as suas ações ao melhor caminho possível.

Marketing de Conteudo e Dados

Maior controle das consequências

Para explicar uma das vantagens do SEO Split Testing, vamos contar uma história sobre o Pinterest, aquela rede social em que partilhamos imagens e vídeos de diferentes temas.

Há algum tempo o time de engenheiros do Pinterest trabalhava em melhorias no site e, por inúmeras razões, decidiram que era melhor renderizar os arquivos de mídia da plataforma em JavaScript. A parte técnica do assunto não vem ao caso, mas o mais importante é que, antes de implementar a mudança em todo o site, eles resolveram fazer um pequeno teste.

Inicialmente, eles achavam que o Google rastrearia os conteúdos do Pinterest com o novo sistema de renderização normalmente, sem diferenças para o método antigo. Porém, durante o teste feito em um número limitado de páginas, eles perceberam que houve uma queda substancial de acesso.

O novo sistema de renderização não se comunicava muito bem com os mecanismos de busca e as páginas começaram a rankear muito mal. Por isso, optaram por cancelar o plano de mudanças e resolveram estudar mais o assunto para entender o que, de fato, aconteceu.

Para nós, o mais importante é como esse teste de SEO preveniu uma catástrofe no Pinterest. Se o site inteiro tivesse recebido o novo sistema, as visitas teriam despencado e a plataforma teria muito trabalho (e custo) para reverter o cenário.

Por isso, é importante realizar testes frequentemente, especialmente antes de grandes mudanças no seu site. Assim, podemos antecipar e controlar possíveis danos que seriam causados (bem como implementar mudanças que sabemos ser positivas com mais segurança).

Maior fluxo orgânico de visitantes

Se você descobrir que implementar um subtítulo em H2 em um artigo do seu blog pode aumentar o posicionamento dessa página em 10% nos mecanismos de busca, o que você faria? Logicamente, implementaria o recurso em todas as páginas. Por consequência, veria todos os seus artigos ranqueando melhor.

Com esse posicionamento, o número de visitantes do seu blog aumentaria, gerando mais combustível para a sua estratégia de Marketing de Conteúdo. E se, depois disso, você descobrisse que alguma outra mudança específica ajudasse a melhorar o posicionamento dos seus artigos em 7%? Com certeza, implementaria essa alteração e veria o ciclo se repetir, aumentando novamente o fluxo orgânico de visitantes.

A ideia básica é que o uso de SEO Split Testing serve para que possamos entender o que funciona e o que não funciona para rankear melhor o seu site. Se identificamos as melhores opções, então, o site pode ser otimizado e receber mais visitantes.

Preparação contra updates

Um dos receios de quem tem uma estratégia de Marketing de Conteúdo é ver todo o seu trabalho perder alcance com uma das mudanças de algoritmos do Google. Em alguns casos, um update pode morder uma parcela do seu tráfego orgânico — em outros, pode aumentar seu alcance.

Os testes para otimização ajudam a mitigar os efeitos dessas atualizações. Primeiramente, eles permitem que possamos identificar mais facilmente o que foi mudado. Depois disso, com o conhecimento de testes anteriores, conseguimos formular hipóteses que ajudam a guiar na recuperação (ou otimização) dos efeitos causados pela mudança de algoritmo.

Qual a lógica por trás dessa técnica?

Agora que você já sabe o que é o SEO Split Testing e seus benefícios, é preciso entender como é o seu funcionamento. Basicamente, o SEO Split Testing é uma variação da Metodologia Experimental aplicado à otimização de sites.

Se você lembrar das aulas do seu Ensino Médio, recordará que a Metodologia Experimental funciona ao manipular uma variável dentro de um conjunto de regras para observar quais as mudanças significativas são causadas por essa alteração.

Para garantir o rigor científico do experimento, sempre mantemos um grupo de controle que permanece no mesmo ambiente, mas sem a alteração da mesma variável. O SEO Split Testing é exatamente isso. Modificamos uma variável em uma página (ou um conjunto de páginas dentro de um site) e mantemos um outro conjunto de igual peso sem a alteração como grupo de controle.

CONTEÚDOS RECOMENDADOS
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Então, comparamos os dois resultados para entender se houve uma mudança significativa que indique uma boa prática de SEO. Como criamos um grupo de controle com outras páginas de mesma força, não há risco de o estudo ser contaminado por mudanças sazonais, como desempenho ruim dos competidores.

Por exemplo, suponha que você criou um Grupo A e Grupo B para o teste de SEO. O Grupo A é o modificado e o Grupo B é o seu site sem alterações. Se o Grupo A teve um aumento estatisticamente significativo, é sinal que a modificação é importante para melhorar seu rankeamento. Se o motivo para o crescimento de tráfego fosse algo sazonal e sem relação com a alteração, teria afetado o Grupo B também, já que ambos estiveram no ar ao mesmo tempo e a única coisa que os separa é o objeto testado.

Por isso, o SEO Split Testing é uma maneira segura de descobrir como otimizar o rankeamento do seu site no Google.

Como fazer o SEO Split Testing no Google Optimize?

Existe uma ferramenta gratuita muito útil para realizar testes de otimização de desempenho do site: o Google Optimize.

Com ele, você pode realizar Testes A/B para aperfeiçoar os elementos de suas landing pages, artigos e outros tipos de conteúdo. Normalmente, ele é usado para otimizar métricas como taxas de conversão, tempo médio de visita e taxa de rejeição, mas também pode ser utilizado para o SEO Split Testing.

A maneira de fazer isso é modificar elementos on-page do seu site e depois medir os resultados usando o número de visitas orgânicas como métrica de sucesso. Como fazer isso? Vamos ver no passo a passo!

Guia Completo do Google Analytics

Crie uma conta no Google Optimize

O primeiro passo é criar uma conta no Google Optimize para fazer seus experimentos gratuitamente. Se você já tem uma conta Google (um Gmail, YouTube ou algo do tipo) pode usá-la para facilitar o processo. Basta entrar no site oficial do Google Optimize e fazer login com a sua conta Google.

Associe sua conta no Optimize com o Analytics do seu site

Feito isso, o próximo passo é associar a sua conta no Optimize com os dados do Google Analytics do seu site. Com essa sincronização, fica muito mais fácil obter os dados para atestar os resultados do seu experimento. Para isso, vá no menu lateral direito, selecione a opção “Associar ao Google Analytics” e clique em “Associar Propriedade”.

SEO split testing

Aparecerá uma lista com todas as propriedades do Analytics vinculadas à sua conta e você deverá escolher aquela referente ao site que quer testar.

Crie uma experiência

O próximo passo é criar o seu primeiro teste. Para isso, clique no botão azul “Criar Experiência” ou “Vamos lá!”, se for o seu primeiro projeto.

SEO split testing

Uma tela aparecerá pedindo para você selecionar o nome da experiência em questão e a URL da página que receberá o experimento. Se você for testar elementos on-page de um artigo, por exemplo, precisará informar a URL específica em vez da homepage do seu blog.

SEO split testing

Selecione o tipo de experiência

O próximo passo é selecionar o tipo de teste que será realizado. Existem três principais opções:

  1. testes A/B: permite comparar os desempenhos de uma única variável. Por exemplo: se inserir uma imagem no primeiro parágrafo aumenta o tempo de leitura de um artigo;
  2. testes multivariáveis: permitem comparar diferentes elementos variáveis. Por exemplo: se inserir uma imagem no primeiro parágrafo de um texto e um subtítulo em H2 pode gerar um desempenho melhor;
  3. testes de redirecionamento: permitem comparar os desempenhos de páginas completamente diferentes, desde o conteúdo até o design.

A escolha correta vai depender do tipo de elemento que você quer comparar. Os testes A/B são mais amigáveis para os iniciantes, especialmente se for usada apenas uma variação do elemento testado.

Determine a variável testada

A seguir, o Optimize pedirá que você insira uma variante (ou seja, uma página modificada) para o experimento. Clique em “Adicionar Variante” e dê um nome para a página de teste.

SEO split testing
As boas práticas pedem para inserir no nome o elemento que a difere. Por exemplo, se essa página tiver imagens com legenda, enquanto o artigo original não tem esse componente, o ideal é nomeá-la de “Página com Legendas”.

Após nomeá-la, você deverá clicar em “Editar” e instalar uma extensão do Optimize para o navegador Google Chrome, que permitirá modificar o site para criar a página que será testada.

SEO split testing

Modifique a página de teste

O próximo passo é bem intuitivo. O Optimize abrirá a página que será testada e pedirá para que você insira as modificações escolhidas. Basta clicar e arrastar ou inserir novos códigos de cores para fazer as modificações que você quiser colocar em prática no teste.

Estabeleça um objetivo

Com tudo especificado, o próximo campo a preencher é o “Objetivo”, que você poderá escolher de uma lista programada pelo Google.

Basicamente, o Objetivo é uma métrica que servirá para decidir se a variante testada é mais ou menos eficiente que a página original. Além dele, há um campo para escrever a hipótese que você quer testar, para efeitos de organização.

Inicie o experimento

Por fim, o último passo é colocar o seu experimento no ar para começar a coletar os dados. Você pode fazer isso manualmente clicando em “Iniciar” ou agendar um horário para o teste ser realizado.

Analise os dados

Quando achar que coletou os dados suficientes (pode demorar alguns dias ou horas, dependendo do fluxo de visitas e dos elementos testados), finalize o experimento e analise as informações coletadas para concluir se sua hipótese estava correta ou não.

O que ter em mente quando fazer esses experimentos?

Antes de começar a realizar os seus experimentos de SEO Split Testing, você precisa ter em mente algumas considerações para que seu trabalho produza os melhores resultados possíveis.

Deixe o teste correr o tempo necessário (mas não mais do que isso!)

A duração do seu experimento é crucial para o rigor dos resultados. Você não pode deixar o teste correr por pouco tempo e nem por tempo demais.

O tempo ideal vai variar dependendo da quantidade de visitantes que o seu site recebe. O mais recomendado é ter o suficiente para uma base estatística robusta (1000, 2000 visitantes), mas pode ser uma quantidade menor se seu blog recebe menos usuários.

O ideal é não deixar o teste rodando indefinidamente para não parecer que o site está passando por mudanças ou confundir os usuários de alguma forma

Acompanhe os elementos de usabilidade testados pelo Google Optimize

Quem tem experiências com o Google Optimize sabe que a ferramenta testa alguns elementos mais ligados à experiência do usuário no seu site. Alguns desses componentes são importantíssimos para o rankeamento da sua página, como o tempo de permanência de cada visita ou a taxa de rejeição.

Porém, existem ainda outros elementos muito importantes que afetam o rankeamento do seu site, como mudanças no código da página. Para testar esses componentes você precisará fazer testes manuais. Isso significa que será preciso mudar o código do site para apenas algumas páginas terem essa mudança e estabelecer um grupo de controle para garantir que seus resultados serão confiáveis.

Leia os manuais de boas práticas do Google

Sempre que for fazer testes para otimização do seu site, leia antes os manuais de boas práticas que o Google oferece, inclusive na utilização do Optimize. Isso é necessário porque, na estruturação do seu experimento, você pode cometer alguns erros que são penalizados pelo algoritmo do Google.

Por exemplo, o mecanismo de busca sugere que você use URLs canônicas quando for realizar um Teste de Redirecionamento. Assim, você informa aos crawlers do Google que aquelas páginas são de teste e evita algum imprevisto.

O SEO Split Testing é uma ferramenta incrível para garantir que seu site estará otimizado para rankear melhor e conquistar mais usuários. Também vimos que não é um recurso muito difícil de usar, não é? Você já pode começar a fazer seus testes imediatamente!

Se você gostou do conteúdo, que tal conhecer o Web Dev? Essa ferramenta mostra o que você precisa fazer para rankear melhor no Google!

o que é seo

Melhores estratégias para links internos

Links internos: conheça as 7 melhores estratégias para gerar resultados

Os links internos são uma importante ferramenta na sua estratégia de SEO. Eles ajudam não só no desempenho do seu blog, como também na experiência do usuário.

Gerar tráfego qualificado é uma parte muito importante em qualquer estratégia de marketing digital. Além de atrair as pessoas certas, é preciso fazer isso em larga escala, a fim de conquistar autoridade, gerar leads e, por fim, fechar vendas.

Entre as muitas estratégias que estão à disposição para chamar a atenção do cliente ideal, é relativamente pequeno o número de empresas que investem para valer nos links internos. O motivo disso é simples: elas não sabem o que estão perdendo!

A linkagem interna tem um papel fundamental no desempenho de um website, tanto nos mecanismos de pesquisa quanto aos olhos dos usuários.

Quer aprender como aproveitar melhor esse recurso e conquistar ótimos resultados? Então, vamos lá!

Neste artigo você vai ver:

  • o que são links internos;
  • por que os links internos são relevantes para a sua posição no Google;
  • principais motivos para levar a linkagem interna do seu site a sério;
  • como fazer uma auditoria completa dos seus links internos;
  • 7 táticas de linkagem interna que vão impulsionar seus resultados.

Entenda o que são links internos

Links internos são aqueles que apontam para outra página do mesmo site. Por exemplo, você pode encontrar neste post vários links para outros artigos aqui do blog.

Como todos estes links estão no mesmo domínio (o blog da Rock Content), são todos links internos.

Mas se eu linkar para alguma página da Wikipédia, por exemplo, o link em questão já estaria fora do domínio da Rock e seria, portanto, um link externo.

Aliás, o link building geralmente está no centro das atenções quando o assunto é rankear no Google.

No entanto, agora vamos ver por que você também precisa dar atenção à linkagem interna.

Por que os links internos são relevantes para a sua posição no Google

Sim, a linkagem interna de um site pode mudar radicalmente sua posição nas páginas de busca.

Existem casos reais em que uma página pulou muitas posições na classificação do buscador com nada mais que uma mudança de estratégia nos links internos.

Eu estou falando de mudanças muito expressivas, como:

Isso revela duas verdades vitais:

  1. O Google dá valor à forma como você distribui os links das próprias páginas internamente.
  2. O buscador recompensa quem tem uma estratégia real e ativa em vez de simplesmente colocar um link interno ou outro de vez em quando.

Mas por que o Google dá tanta importância assim aos links internos?

Primeiro pela forma como o buscador “escaneia” a web em busca de conteúdo. Para oferecer aos usuários sempre os melhores resultados para suas pesquisas, o Google nunca para de vasculhar a internet em busca de conteúdo novo e atualizado que possa considerar relevante sobre qualquer tema possível.

Para fazer essa varredura, o Google usa robôs, chamados de spiders, que começam analisando algumas páginas.

Então, eles seguem os links contidos nessas páginas para expandir sua busca e analisam as páginas para as quais os links apontam.

Os spiders repetem esse processo milhões de vezes até conseguirem avaliar uma quantidade enorme de conteúdo por toda a web.

Assim, em resumo, os links são vitais para que o Google continue encontrando os melhores conteúdos e oferecendo bons resultados aos usuários de forma rápida.

Esse motivo, por si só, já deveria fazer você ficar de olhos bem abertos quanto à linkagem interna do seu site. Mas há, pelo menos, mais 3 motivos para fazer isso.

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👉 Link Building: os 9 erros que você deve evitar
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Principais motivos para levar a linkagem interna do seu site a sério

Se você não fazia ideia de que precisa dar atenção aos links internos como forma de alavancar a presença digital do seu negócio, não está sozinho.

Muita gente investe a maior parte do tempo e do dinheiro em outras ações para aumentar o posicionamento no Google e aumentar o tráfego orgânico.

Levando em conta a quantidade de práticas existentes para otimizar os mais de 200 fatores de rankeamento do Google, isso é normal.

Mas veja 3 motivos importantes para levar a sério a criação de uma estratégia de links internos bem estruturada para o seu site.

Melhorar a experiência do usuário

O primeiro motivo para linkar seu conteúdo de forma planejada é porque isso contribui para que a experiência do usuário seja mais completa e ele tire mais valor do que você tem a oferecer.

Por exemplo, neste guia completo você encontra vários links para outros conteúdos que complementam o assunto e abrangem seu conhecimento sobre a importância do tema.

Sem eles, o valor deste post seria consideravelmente menor para qualquer leitor, pois mesmo que desejasse saber mais, precisaria fazer novas buscas até encontrar material adicional.

E pense bem: qual é a dificuldade de incluir links de forma contextual nas suas páginas internas e posts do seu blog? É algo simples, rápido e que aumenta muito o valor do seu site aos olhos do usuário.

Impulsionar conteúdos novos e estratégicos

Você deve concordar comigo que existem alguns conteúdos estratégicos para o sucesso da sua empresa. Esses precisam ser tratados de forma especial no que se refere à divulgação e ao rankeamento — e uma das maneiras mais simples e práticas de impulsionar um conteúdo é por meio da linkagem interna.

Basta que você escolha alguns posts do blog ou pontos específicos da navegação — como o menu principal ou a barra lateral — para colocar o link, talvez até com um CTA

Além disso, quando você linka para conteúdos novos e recém-lançados, eles são indexados mais rapidamente pelo Google, o que aumenta as chances de receberem uma classificação alta nas SERPs.

Mover possíveis clientes pela jornada de compra

Por último, não podemos deixar de fora o fato de que a boa escolha dos seus links internos também ajuda a mover seus leads pela jornada de compras. Como?

Por exemplo, uma empresa que deseja gerar leads inbound poderia criar uma série de posts de blog sobre o mesmo tema geral, todos voltados para o topo do funil.

Depois, era só colocar um link em cada post para um e-book que aprofunda o assunto de interesse da persona.

Outra opção é incluir links em conteúdos de meio de funil com chamadas para conversar com um consultor ou pedir um orçamento. Nesse caso, o link de destino deveria ser uma página de contato.

a jornada do cliente

Como fazer uma auditoria completa dos seus links internos

Antes de partir para a ação e tentar colocar links para seus conteúdos mais importantes em todas as páginas do seu site ou blog, é preciso dar um passo atrás e se preparar bem.

Não se esqueça de que o Google privilegia quem tem uma estratégia, e não quem faz linkagem sem qualquer noção de propósito.

Por isso, você precisa fazer uma auditoria dos seus links internos, ou seja, saber qual a situação do seu site nesse aspecto.

Só depois disso é que terá condições de ajustar o que está errado de acordo com as melhores práticas.

Uma boa forma de fazer uma auditoria dos seus links internos é por usar o Ahrefs, uma das ferramentas de SEO mais usadas e respeitadas do mundo.

A ferramenta Site Audit oferece uma visão completa de todos os problemas de SEO que o seu site pode ter, mas, falando especificamente dos links internos, vale a pena focar nas análises de:

  • incoming links: encontra páginas órfãs (sem links) e problemas com links nofollow;
  • outgoing links: detecta links para redirecionamentos e links quebrados.

Outra opção completa para auditar seus links internos é com a ferramenta da SEMRush chamada Internal Linking Report. Ela contém uma seção só com os erros e problemas de linkagem interna, além de instruções claras sobre como resolver o problema.

7 táticas de linkagem interna que vão impulsionar seus resultados

Depois de fazer a auditoria completa com ferramentas de qualidade, é provável que você já tenha corrigido muitos erros de linkagem interna no seu site, o que é ótimo.

Mas ainda existem algumas táticas que podem beneficiar (e muito) o desempenho das suas páginas nos mecanismos de busca.

Veja 7 ações que você deve tomar para impulsionar seus resultados e conquistar o tão sonhado tráfego orgânico para aumentar as oportunidades de negócio:

1. Capriche no texto âncora

O algoritmo do Google está cada vez mais inteligente na hora de ler e indexar as páginas, o que faz com que a análise de palavras-chave e links internos seja muito criteriosa.

O texto âncora — no qual o link está presente — serve para contar ao Google do que o link se trata.

Por isso, é muito melhor incluir um link de forma contextual e didática do que usando expressões como “clique aqui”.

2. Apresente conteúdos recomendados

Apresentar uma seleção de conteúdos recomendados — seja por meio de um plugin, seja de forma manual no meio de um artigo — é outra forma prática de incluir links internos.

Essa tática é válida também porque torna mais fácil escolher apenas conteúdos que realmente estão ligados, de alguma forma, ao post atual.

Isso é muito importante porque não adianta focar só na quantidade de links, é preciso ficar atento à qualidade e relevância deles para o momento atual do usuário.

3. Crie uma hierarquia de links internos

Como já ressaltamos, nem todos os conteúdos serão de igual importância na sua estratégia digital. O mesmo vale para as páginas fixas do seu site.

Então porque tratar todos da mesma forma ao planejar sua estratégia de links internos? É recomendado que você estabeleça uma hierarquia de links internos, de preferência de forma bem documentada e organizada.

Assim, você saberá sempre quais conteúdos precisam ser linkados com mais frequência e até escolher alguns para colocar em seções fixas, como os menus de navegação que aparecem em todas as páginas.

4. Equilibre a distribuição de links em cada página

A versão resumida dessa tática é: vale mais a pena linkar para um bom conteúdo do que para 10 páginas que não têm nada a ver com o assunto de que você está falando.

Em geral, você pode colocar vários links na mesma página, e até deve fazer isso. Mas uma página com 100 links, por exemplo, diz para o Google que o seu critério de recomendação talvez não seja tão confiável.

Outra forma de equilibrar a distribuição de links internos é lembrar-se de linkar para os artigos mais recentes, e não focar só nos conteúdos e páginas principais. Assim, seus novos conteúdos também serão impulsionados.

5. Use a navegação para linkar suas páginas mais importantes

A navegação geralmente aparece igual em todas as páginas de um site, principalmente no cabeçalho e no rodapé. Alguns sites também contam com barras laterais que podem ser usadas para mostrar CTAs.

Links contidos nessas seções são entendidos como mais importantes pelo Google, e podem receber uma classificação mais alta nas páginas do buscador.

Isso sem contar que o tráfego direcionado a elas é maior por conta da alta exposição. Pensando nisso, não deixe de aproveitar a navegação para linkar páginas estratégicas do seu negócio.

6. Use suas páginas mais relevantes para impulsionar um conteúdo muito importante

Já pincelamos essa dica um pouco antes nesse artigo, mas vale listá-la aqui também. Algumas páginas merecem mais destaque do que outras, principalmente as que trarão retorno financeiro maior.

Por isso, sempre que for apropriado, coloque links internos de forma natural apontando para páginas que farão o usuário avançar na jornada de compra.

Aumentar os links internos para landing pages com materiais ricos, eventos e pedidos de consultoria e orçamentos pode transformar seus resultados.

7. Mantenha seus links internos a 3 cliques de distância

Existe uma boa prática de SEO que determina que todos os links da sua página devem estar a, no máximo, 3 cliques de distância.

Se o usuário precisar dar mais de 3 cliques para acessar o conteúdo de um link seu, é provável que ele não o faça. E mais, o Google sabe disso e também dará menos importância a esses links.

Investir em uma estratégia de links internos é um passo relativamente simples, mas que trará ótimo retorno para o seu negócio.

Use as dicas mostradas aqui para fazer uma auditoria completa das suas páginas e traçar o melhor caminho rumo ao topo das páginas de pesquisa.

Agora que você já sabe como dominar os links internos, aprenda como aplicar as demais práticas de rankeamento em sua estratégia digital. Baixe agora mesmo nosso guia completo sobre SEO e aproveite!

o que é seo

conteúdo abrangente

Entenda o que o Google quer dizer com abrangência do conteúdo e conquiste as melhores posições

Você gastou muito tempo se preparando para iniciar a sua estratégia de marketing de conteúdo.

Além de todo o planejamento, dedicou-se a criar e otimizar um blog com as melhores práticas de SEO. Agora, é hora de produzir, de fato, o conteúdo.

Ao buscar as recomendações do poderoso Google, você descobre que a chave para ranquear na primeira página é abrangência do conteúdo. Porém, na prática, o que isso significa?

Conteúdo de qualidade” é um termo vago, até porque muita gente acha que tem conteúdo melhor do que o dos concorrentes.

Para não ficar só no achismo, que tal descobrir de uma vez por todas o que o Google quer dizer quando fala sobre conteúdo de qualidade?

Para começar, é preciso entender o conceito de content comprehensiveness que a companhia estabeleceu. Vamos lá!

O que é content comprehensiveness?

Em tradução livre do inglês, o termo “content comprehensiveness” seria algo como “facilidade de compreensão do conteúdo”.

Em outras palavras, é a sua habilidade de deixar o conteúdo do jeito que o seu público quer e precisa. Sem dúvida, uma tarefa bem difícil.

Mas ela pode ficar mais fácil de compreender (sem trocadilho) e aplicar se você levar em conta estes 5 princípios básicos ao produzir cada peça de conteúdo.

1. Intenção

“O que a minha persona quer quando faz uma busca no Google?” é a pergunta que você deve se fazer antes mesmo de começar a planejar o seu conteúdo.

A mesma pessoa pode esperar resultados completamente diferentes de acordo com a etapa da jornada de compra em que se encontra.

Cabe a você descobrir que tipo de dúvida ou problema a sua persona quer sanar ou resolver. A partir daí, já terá o norte que o seu conteúdo precisa para fazer sucesso.

Saber a intenção do usuário ao fazer uma busca ajudará, por exemplo, a determinar o tamanho do conteúdo que produzirá sobre o tema.

2. Implicações

Depois de saber que tipo de conteúdo a sua persona quer, é preciso considerar como ela vai ficar depois de consumi-lo, de que modo ela será afetada.

De maneira bem resumida, as implicações tratam de como o seu conteúdo afetará o público.

Páginas que envolvem a saúde, bem-estar ou vida financeira dos leitores — chamadas de YMYL — recebem um tratamento ainda mais cauteloso do Google.

Por exemplo, um post sobre investimentos na bolsa de valores pode afetar consideravelmente as economias do leitor.

Assim, para esse tipo de pesquisa, o Google vai priorizar conteúdos escritos por economistas e outros especialistas em ações.

3. Subtópicos

Se o seu conteúdo for longo, de acordo com a intenção de busca do público, vale expandir a busca do termo principal para encontrar subtópicos que tratem de nuances relevantes do assunto.

Nos artigos longos, como guias, essas divisões são essenciais. Afinal, você tem a chance de se aprofundar mais em uma pequena parte de um assunto amplo. É até possível que muitos leitores entrem na página em busca de um subtópico específico.

No entanto, lembre-se que os subtópicos também são necessários em artigos menores, para aumentar a escaneabilidade do conteúdo.

4. Perguntas

Quais perguntas a sua persona se faz? E, mais ainda, como ela gostaria de receber a resposta? Pensar nisso também é fundamental para que você escolha os temas certos e fale em uma linguagem que a sua audiência gosta de ouvir.

As perguntas são constantes no maior site de pesquisas do mundo, e os seus possíveis clientes fazem buscas usando esses termos. Adaptar-se a isso fará grande diferença.

5. Tendências

Por mais que alguns assuntos estejam sempre em evidência, não há nada de errado em se aproveitar de tendências e assuntos relevantes no momento para conquistar posições no Google.

Descobrir o que faz mais sucesso entre a sua audiência, e incluir conteúdo relacionado a essas tendências nos seus posts, pode ajudar a subir os degraus que faltam para alcançar o topo das buscas.

Content Trends Enterprise

Por que se preocupar com o que o Google considera conteúdo compreensivo?

O Google é o maior buscador do mundo, e não dá para simplesmente ignorá-lo como canal de atração.

Além disso, se a sua estratégia for bem executada, você garante que as pessoas certas cheguem até o seu conteúdo, ou seja, pessoas que podem se tornar clientes e até defensoras da sua marca.

Só isso já faz a opinião do Google valer muito, já que esse canal é mais confiável do que outros, como as redes sociais, que frequentemente diminuem o alcance orgânico em favor de anúncios.

Além disso, o Google não é de fazer promessas vazias. Basta ver como as pessoas ficam desesperadas com cada simples rumor com respeito a uma mudança drástica no algoritmo.

Então, se o buscador prometeu que vai avaliar as posições das páginas com base na qualidade do conteúdo, acredite e se prepare para isso o quanto antes.

Quais os principais motivos para criar conteúdo de qualidade aos olhos do Google?

Produzir conteúdo abrangente e que tenha o selo de qualidade do Google vale muito a pena para todos os que se dedicam a fazer isso.

Não importa o tamanho do seu negócio nem o segmento em que atua, pode ter certeza de que, se o seu padrão de qualidade para os conteúdos da sua marca for elevado, ele terá os seguintes benefícios.

SEO

O primeiro — e mais óbvio — motivo é que criar conteúdo de acordo com o padrão do Google melhora as suas chances de se posicionar bem nas buscas.

Com isso, vem o aumento do tráfego orgânico qualificado, que significa maior alcance da sua mensagem e dos seus produtos.

Guia do SEO 2.0

Experiência do usuário

A experiência do usuário não deve ser uma prioridade só porque é um dos fatores que o Google considera. Pelo contrário: deve ser prioridade porque você não terá resultado nenhum, independentemente de que posição esteja nas pesquisas, se as pessoas acessam e não gostam do seu conteúdo.

E conteúdo de qualidade melhora radicalmente a experiência do usuário.

Autoridade de marca

As pessoas buscam por empresas que passem credibilidade e nas quais elas sintam que podem confiar. Um bom conteúdo faz total diferença em como as pessoas verão o seu negócio.

Conteúdo de qualidade, que gera valor real sem interesse imediato, mostra compromisso. Ele, por sua vez, gera confiança, e confiança torna mais fácil romper objeções de venda.

Capacidade de persuasão

Persuasão é a arte de convencer pessoas a respeito de uma ideia, propósito ou da compra de um produto. A melhor forma de convencer alguém é por meio de argumentos bons, que apelem para:

  • a capacidade delas de raciocinar de forma lógica;
  • as suas emoções e os seus sentimentos mais íntimos, que entram em ação mesmo quando não percebem.

O conteúdo bem produzido é capaz de persuadir, o que resulta em conversões para o seu processo comercial.

Como criar conteúdos abrangentes e bombar os seus resultados no Google?

Como produzir conteúdo que o Google considera relevante e abrangente? Essa é a grande questão, ainda mais considerando que o número de empresas que já investe em conteúdo cresce a cada ano.

A resposta está nas 4 dicas que você vai ver abaixo. Não existe segredo, nem fórmula mágica. É bem provável que você já tenha visto em outro lugar o que vai ler aqui.

A diferença mesmo está em você. Isso mesmo: está em você e na sua capacidade de aplicar o que vai ler agora. Se agir de acordo com as dicas, seu blog será bem visto pelo Google e, principalmente, pelo público.

1. Desenvolva (e atualize) a sua persona

Conhecer a fundo sua persona é a missão número 1. Se não cumprir essa etapa, nada do que falamos até agora é possível.

Considerar a persona errada, ou não ter persona nenhuma, vai te atrapalhar em todas as etapas na missão de criar conteúdo compreensível e abrangente aos olhos do Google.

Mesmo que você já tenha uma persona bem definida, atualize-a sempre que necessário. Com esse detalhe você evitará o risco de criar estratégias ultrapassadas e pouco eficazes.

2. Crie conteúdo difícil de replicar

Conteúdo diferenciado e difícil de replicar nem sempre significa fazer o artigo mais longo que existe sobre determinado tema.

Não se esqueça de que a contagem de palavras nem sempre é o melhor indicador de qualidade, mas sim a forma como o material vai impactar o público e satisfazer a sua intenção de busca.

Estamos falando sobre pesquisa profunda, entrevista com especialistas, técnicas de storytelling e outros recursos que façam do seu conteúdo algo único.

3. Foque a sua atenção em tópicos específicos

Vale mais a pena se tornar referência em uma série de tópicos específicos que se relacionam entre si do que tentar falar sobre todos os assuntos que cercam a sua área de atuação.

Você se lembra de que as pessoas sempre buscam autoridades? Especialistas em um assunto, ou uma série de tópicos relacionados, conseguem criar uma imagem melhor nesse sentido do que generalistas.

4. Use recursos visuais de qualidade

Gerar valor para o usuário é o seu foco principal, certo? Recursos visuais de qualidade só vão acrescentar. Use-os na medida certa e você vai ver como o seu público se sentirá motivado e engajado com o conteúdo de forma geral. Isso inclui imagens de alta resolução e vídeos bem elaborados.

Produzir conteúdo abrangente e de alta qualidade tem muitos desafios, alguns dos quais você só conhecerá na prática. Mas os resultados compensam bastante.

Quem toma tempo de descobrir o que a persona quer e precisa, e fala com ela da forma mais certeira possível, sempre terá benefícios a colher.

Agora que você entendeu a importância da abrangência do conteúdo para a experiência do leitor, não deixe de conferir nosso ebook sobre Copywriting, para descobrir a essência dos textos que convertem!

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Marcador schema.org

Otimize o seu conteúdo para pesquisas de voz com o marcador schema.org

O schema.org é um tipo de código que você inclui no seu site ou blog com o objetivo de facilitar o entendimento que os motores de busca têm sobre ele. Dessa forma, as suas chances de rankear para pesquisas de voz é muito maior. Saiba mais!

Todos que trabalham com marketing — seja um gerente ou um analista — precisam estar por dentro das novidades do mercado a fim de trazer inovações e ideias de valor para dentro da empresa.

Pesquisas por voz é uma delas e, por isso, redigimos este artigo sobre como você pode otimizar os seus conteúdos para elas usando o marcador schema.org.

Para que você saiba o que é esse marcador, como você pode usá-lo e por que as pesquisas por voz são tão importantes para a sua estratégia de marketing digital, convidamos você a ler este post até o final!

Vamos lá?

O que é o marcador schema.org?

O schema.org é um tipo de marcador de dados estruturados — essencialmente, um tipo de código — que você inclui no seu site ou blog para facilitar o entendimento que os motores de busca têm sobre ele.

Ele foi projetado para ser uma linguagem de mecanismo de pesquisa universal e foi desenvolvido em conjunto pelo Google, Microsoft, Yahoo! e Yandex.

Ele tem vários benefícios para o SEO, entre eles, o fato de que, se os mecanismos de pesquisa entenderem melhor o seu conteúdo, é maior a probabilidade de ele ser visto como um resultado relevante nas pesquisas.

O marcador schema.org também oferece ao seu site ou blog uma chance muito maior de aparecer como um resultado relevante, como um featured snippet ou uma resposta rápida, que são usados ​​como fontes de respostas na pesquisa por voz.

E, à medida que mais formas de indexação de conteúdo online e sua disponibilização em dispositivos de voz são desenvolvidas, dados estruturados feitos via schema.org são, muitas vezes, o cerne deles.

Portanto, embora o uso do schema.org para marcar seu conteúdo não garanta a presença em dispositivos de voz, ele pode melhorar significativamente as chances do seu conteúdo ser exibido dessa forma.

CTA de download para o kit: Domine o Google

Por que pesquisas por voz são tão importantes?

Tanto o Google quanto os demais buscadores vêm constantemente mudando a maneira de lidar com as consultas de pesquisa, com a forma como os usuários pesquisam as informações de que precisam e até mesmo com nossas ações em relação aos resultados de busca em geral.

A pesquisa por voz é uma função que permite aos usuários fazer pesquisas na web usando os motores de busca por meio de comandos de voz falados, em vez de digitar.

Assim, o Google Voice Search, por exemplo, pode ser usado em pesquisas para computadores e dispositivos móveis.

Em alguns casos, os usuários precisam dizer um comando para avisar o Google que uma pesquisa de voz será feita (tal como dizemos “siri” ao usar um iPhone).

Isso pode ser feito por meio de um comando de voz em determinados dispositivos móveis e sistemas operacionais. ou tocando ou clicando no ícone do microfone à direita do campo de pesquisa principal do Google.

Além da maneira com que os usuários ativam e usam os comandos de pesquisa por voz, há pouca diferença entre uma pesquisa por voz falada e uma consulta de pesquisa digitada regularmente.

Os usuários são levados para uma página de resultados típica do mecanismo de pesquisa, independentemente de terem falado ou digitado, com algumas exceções em potencial.

Os usuários que pesquisam rotas para um local usando um dispositivo móvel podem ver uma SERP diferente de um usuário de desktop que pesquisa as mesmas informações, por exemplo.

Em geral, no entanto, as consultas de pesquisa por voz geralmente retornam resultados semelhantes, se não virtualmente idênticos, às consultas digitadas. É muito mais fácil e conveniente falar sua consulta do que digitá-la.

O futuro das pesquisas por voz nos motores de busca

A Pesquisa por voz do Google faz parte do assistente virtual do Google, o Google Now, há muitos anos.

A combinação dos poderosos algoritmos de busca do Google com a sofisticada tecnologia de processamento de linguagem natural (PNL) é o motivo pelo qual a maioria das pessoas concorda que o Google Now é significativamente mais preciso que os assistentes virtuais Siri da Apple, Cortana da Microsoft ou Alexa da Amazon, apesar de os três serem muito semelhantes em função.

Pode ser tentador pensar no Google Voice Search como um produto autônomo, mas quando você olha como a gama de produtos do Google se desenvolveu nos últimos anos, podemos realmente imaginar como o futuro da pesquisa será daqui a vários anos.

Basta, por exemplo, acompanhar as análises de conversões no Google Analytics. O Google se esforçou para tornar mais fácil identificar conversões a partir de vários dispositivos, e até mesmo considerar a adição de dados de consulta de voz ao Google Search Console.

Isso ocorre porque o Google sabe melhor do que ninguém que, a maneira como procuramos por informações na web mudou, e um caminho único para a otimização é completamente impraticável no ambiente on-line de hoje.

Como ocorre com muitos produtos do Google, a adoção da Pesquisa por voz do Google cresceu de forma constante desde a sua introdução. Dados do relatório anual Tendências da Internet de Mary Meeker mostram o quão popular se tornou a pesquisa por voz do Google nos últimos anos.

Atualmente, as consultas navegacionais têm sido os usos mais comuns da pesquisa por voz, mas provavelmente veremos não apenas pesquisas cada vez mais sofisticadas num futuro próximo, mas também um volume muito maior de consultas de pesquisa por voz em geral.

Segundo o relatório de Meeker, uma em cada cinco pesquisas em dispositivos Android é uma pesquisa por voz. Além disso, o pesquisador chinês do Baidu, Andrew Ng, especula que até 2020, aproximadamente 50% de todas as buscas serão feitas por meio da tecnologia de reconhecimento de voz.

Guia Completo do Google Analytics

Como aplicar pesquisas por voz no seu Marketing Digital usando o schema.org?

Agora, vamos falar sobre como usar o marcador schema.org com o objetivo de ter um melhor posicionamento nos resultados de buscas feitas pelo seu público.

Uma vez que tenha decidido aplicá-lo no seu site ou blog corporativo, siga os passos abaixo.

Passo 1: acesse o Assistente de marcação para dados estruturados do Google.

schema 1

Passo 2: selecione o tipo de dados que você planeja marcar. Existem várias opções listadas. Essa lista não é muito grande. Se você estiver aplicando no seu blog, pode optar por “artigos” que é um dos tipos mais comuns de conteúdo.

schema 2

Passo 3: cole a URL da página ou artigo que você deseja marcar. Se você tiver apenas o HTML, poderá colá-lo. Em seguida, clique em “começar a marcar”.

schema 3

A página será carregada na ferramenta de marcação e fornecerá a área de trabalho para a próxima fase de marcação de itens.

Você verá a página que você escolheu no painel esquerdo e os itens de dados no painel direito.

Passo 4: selecione o tipo de elementos a serem marcados. Em casos de artigos, selecione o nome dele para adicionar a marcação “Nome”.

schema 4

Quando terminar de selecionar, escolha “Nome” para que a ferramenta o adicione aos “itens de dados” no painel direito.

Schema 4.2

Passo 5: continue adicionando itens de marcação. Use a lista de itens de dados como um guia e realce os outros itens em seu artigo para adicioná-los à lista de marcação.

Você provavelmente não poderá marcar todos os itens da lista, por isso, adicione apenas os que puder.

schema 5

Passo 6: crie o HTML. Quando terminar, clique em “Criar HTML”.

schema 6

Em seguida, você verá o HTML da sua página com os dados relevantes inseridos nos pontos selecionados.

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Passo 7: adicione a marcação do schema à sua página.

schema 6 - 2

Em seguida, você deve acessar o seu CMS (ou código-fonte, se não estiver usando um CMS) e adicionar os snippets destacados nos pontos apropriados.

Encontre os marcadores amarelos na barra de rolagem para localizar o código do marcador schema.

schema 7 - 2

Uma alternativa simples é fazer o download do arquivo HTML gerado automaticamente, copiá-lo e colá-lo no seu CMS ou código-fonte. Ao clicar em “concluir”, você será apresentado a uma série de “próximas etapas”.

Passo 8: use a ferramenta de teste de dados estruturados para descobrir como sua página ficará com a marcação adicionada.

Em vez de analisar uma página publicada, analise o código que a ferramenta gerou para você. Depois que o código é colado, clique em “visualizar”.

A ferramenta de teste mostra como o artigo ficará nos resultados de pesquisa do Google.

schema 8

Se necessário, você pode editar o HTML diretamente na ferramenta de teste para atualizar o schema e visualizar os resultados novamente.

Pesquisa por voz para outros tipos de conteúdo: notícias e podcasts

Desde janeiro de 2018, o Assistente do Google (e por extensão, os dispositivos de voz do Google) suporta nativamente podcasts e notícias.

Isso significa que, se você tiver uma notícia ou um podcast, ao marcá-los com schema, eles serão qualificados para inclusão e ficarão disponíveis para qualquer pessoa que fizer uma busca no Google.

Vejamos agora cada caso.

Notícias

Neste artigo lhe ensinamos como usar a ferramenta do Google Notícias para gerar mais tráfego. Uma vez que você já tenha notícias publicadas no seu site ou blog, o próximo passo é usar o marcador schema.org usando um dos três tipos abaixo:

Vídeos de notícias também podem ser incluídos e devem ser marcados usando o schema para objetos de vídeo.

Podcasts

Em vez de usar a marcação schema.org, a criação de uma ação de podcast exige que você exponha um feed RSS válido ao Googlebot, o que se encaixa nos requisitos descritos na página de como criar uma documentação de ação de podcast do Google.

A documentação também descreve as tags RSS que você deve usar em um nível de podcast a fim de torná-lo disponível para exibição como resultado de busca e também no Google Podcasts.

Agora que você já sabe como otimizar o seu conteúdo para pesquisas por voz usando o schema.org, deve ter percebido também o quão importantes são as ferramentas por voz, o que nos faz lembrar que o Áudio Marketing é outra estratégia que você deve levar em consideração.

E para saber mais sobre o assunto, confira o nosso conteúdo completo sobre como usar áudio para melhorar os seus resultados de marketing.

Áudio MKT

Como funciona o algoritmo do Google?

Algoritmo do Google: entenda como funciona e saiba como rankear em 2019

O algoritmo do Google é um dos grandes mistérios da internet.

Não faltam profissionais tentando desvendar o seu funcionamento. Enquanto isso, o Google guarda a sete chaves os segredos do ranqueamento na página de resultados da busca.

Por que ele coloca um site na primeira posição em detrimento de outros? Como ele faz esse julgamento? Quais fatores realmente importam para melhorar o posicionamento?

Responder essas perguntas é o grande desafio das marcas para conquistar os primeiros lugares da SERP e ganhar mais visibilidade e tráfego orgânico.

Agora, se você também está quebrando a cabeça para responder essas perguntas, nós vamos te ajudar. Neste artigo, vamos explicar como funciona o algoritmo do Google e como ele se transformou nos últimos anos.

Isso é essencial para entender como se preparar para ele em 2019, com as dicas que vamos dar no fim do texto. Quer saber tudo? Acompanhe agora:

Como funciona o algoritmo do Google?

Era uma vez a internet. Um local inóspito, com apenas alguns sites perdidos e GIFs malfeitos.

Porém, não demoraria para esse lugar ser ocupado por centenas de páginas e internautas em busca de muita informação e entretenimento.

Para facilitar a vida de quem chegava a esse novo mundo, surgiram os mecanismos de busca, com algoritmos especializados em indexar os sites da internet. Com eles, ficava mais fácil encontrar qualquer coisa.

Porém, nem tudo eram flores… Os algoritmos ainda se baseavam em fórmulas simples para o ranqueamento. Não precisava nem ser um expert para burlar as regras e conquistar as melhores posições. Surgia assim o black hat, o grande inimigo do Google.

Para salvar a qualidade da experiência do usuário, então, os buscadores passaram a empreender uma batalha contra os vilões da internet. E, assim, os algoritmos se tornaram cada vez mais complexos.

Essa historinha dos primórdios do SEO ajuda a explicar o grande propósito do algoritmo do Google: melhorar a experiência de busca e navegação.

É com esse objetivo que o algoritmo funciona. Ele serve para descobrir, entender e organizar todo o conteúdo da internet para entregar as melhores respostas para a pesquisa do usuário.

Buscadores, em suma, são máquinas especializadas em responder dúvidas.

O melhor resultado é aquele que não só traz a resposta ao usuário, mas também oferece uma boa navegação e permite que ele realize o que deseja sem dificuldades. Mas, para chegar a esse ponto, o algoritmo do Google percorre um caminho.

Estes são os passos do algoritmo até posicionar cada página na SERP:

1. Rastreamento (Crawling)

Imagine vários robozinhos atrás de todo código e conteúdo que existem na internet. É isso que acontece no processo de rastreamento, que é feito a todo momento.

Nessa etapa, o Googlebot busca novas URLs para serem indexadas em seu enorme banco de dados. As páginas descobertas que contêm links indicam novos caminhos, que os robôs percorrem encontrando novas URLs.

Portanto, a primeira medida de uma estratégia de SEO deve ser essa: ser encontrado. Para isso, você precisa ter códigos e conteúdos que o robô consiga ler e indexar.

O robô não consegue ler conteúdos em flash, por exemplo, o que impede que eles sejam rastreados. Então, foque no desenvolvimento de sites com códigos HTML, limpos e simples e garanta que seu conteúdo esteja acessível aos rastreadores.

2. Indexação (Indexing)

A indexação é o segundo passo, que também acontece a todo momento. Após o rastreamento, as URLs já podem ir para o banco de dados do buscador. Então, agora o papel do algoritmo do Google é organizar os conteúdos de acordo com o que oferecem ao usuário.

Para fazer a indexação, os robôs analisam as suas páginas como se elas fossem apenas texto. Veja abaixo como uma página do Marketing de Conteúdo é vista pelos robôs.

Algoritmo do Google exemplo 2

Para ver as suas páginas assim, basta acessar a versão em cache e clicar em “Versão somente texto”)

algoritmo do google exemplo 3

Para que as suas páginas sejam indexadas corretamente, é importante dar atenção às palavras-chave. São elas que orientam a organização do índice de URLs do Google.

Assim, quando um usuário digita determinado termo de busca, ele já saberá quais conteúdos atendem à sua consulta.

3. Ranqueamento (Ranking)

O ranqueamento é o último passo. Ele acontece sempre que um usuário faz uma pesquisa no buscador.

De acordo com o termo de busca, o algoritmo do Google vasculha todos os conteúdos do índice e entrega os resultados que respondem a dúvida, em uma ordem que oferece as respostas mais relevantes nos primeiros lugares.

Então, dá para entender que quanto mais perto do topo uma página estiver, mais relevante ela será para a busca do usuário, aos olhos do Google.

Embora os dois primeiros passos sejam essenciais, é no ranqueamento que se concentra o foco do SEO. Afinal, ninguém quer ser apenas rastreado ou indexado ― a intenção do SEO é chegar nas primeiras posições!

Por esse motivo, existem várias pesquisas e estudos, como os realizados pela SEMrush e pela Moz. Eles analisam, na prática, os efeitos de determinada ação no posicionamento.

Além dessas análises, algumas declarações do próprio Google e de seus funcionários também ajudam a entender os fatores de ranqueamento. É o caso do canal do Google e do Google Webmasters, cheios de orientações e dicas sobre o sistema de busca.

Velocidade do site, design responsivo, usabilidade, qualidade dos backlinks, taxa de cliques na SERP e tempo de permanência na página são alguns prováveis fatores de ranqueamento identificados nos estudos.

Além disso, um site que aparece em primeiro lugar para um usuário pode não aparecer para outro, porque a SERP também é influenciada pela localização, o histórico de buscas e as configurações de pesquisa de cada pessoa.

Quais foram as principais atualizações do algoritmo do Google?

Ao longo da sua trajetória, o Google aprimorou o seu algoritmo, sempre de olho no seu propósito: melhorar a experiência do usuário. É por isso que os robôs mudaram tanto.

Estima-se que sejam mais de 500 atualizações por ano!

O algoritmo se torna cada vez mais complexo e exigente. Se antes era fácil passar por cima das boas práticas do buscador, hoje ele já possui uma tecnologia inteligente o bastante capaz de eliminar páginas que não seguem suas diretrizes.

A inteligência artificial permite até prever as intenções de busca dos usuários.

Quer saber como se deu essa evolução no algoritmo do Google? Então acompanhe as principais atualizações dos últimos anos:

Panda (2011)

Essa foi a primeira atualização, lançada oficialmente em 2011, que impactou o mercado de SEO. Com essa atualização, 12% dos resultados da busca foram afetados e milhares de sites foram rebaixados no ranking.

O Google resolveu punir páginas com conteúdos de baixa qualidade, que incluem práticas como estas:

  • Conteúdo duplicado ou copiado;
  • Keyword stuffing;
  • Textos gerados automaticamente;
  • Páginas com pouquíssimo ou nenhum conteúdo;
  • Páginas cheias de publicidade em vez de conteúdo de valor;
  • “Fazendas de links” para gerar mais backlinks.

Embora tenha sido lançado em 2011, várias atualizações do Panda foram feitas no decorrer dos anos e afetaram mais sites.

Penguin (2012)

Lançado em 2012, o Penguin afetou cerca de 3% dos resultados da busca em inglês, já no seu lançamento. Depois, ele passaria por diversas atualizações que mexeram ainda mais com a SERP.

Nesta época, o Google já estava consciente sobre a importância do SEO. Porém, a empresa queria evitar a “super otimização” dos sites, que resultava em práticas de black hat.

Por isso, o Google Penguin mirava novamente nos sites que não seguiam suas diretrizes com conteúdo de baixa qualidade, que buscava ludibriar o algoritmo.

Hummingbird (2013)

Essa atualização de 2013 foi mais focada em aprimorar os resultados de busca do que penalizar páginas e sites.

A partir do Hummingbird, as páginas não precisavam mais ter a correspondência exata da palavras-chave pesquisada pelo usuário. Com a ajuda de sinônimos, campo semântico do termo de busca e o histórico de pesquisas do usuário, o Google já conseguia entender o que ele estava pesquisando e entregar os resultados certos.

Isso evitava, por exemplo, que a pessoa pesquisasse pelo esporte “tênis” e visse vários resultados com tênis de corrida. E evitava também que as páginas fossem “super otimizadas” para uma única palavra-chave específica.

Assim, o algoritmo já evoluía para compreender a intenção de busca do usuário.

Pigeon (2014)

É a evolução do algoritmo para mostrar melhores resultados de busca local.

O algoritmo passou a considerar fortemente a localização do usuário na hora da pesquisa para entregar resultados de busca com negócios locais.

A busca por um restaurante, por exemplo, passou a exibir resultados próximos, dentro da cidade ou do bairro em que a pessoa estava.

Estima-se que metade dos sites decaíram na SERP, enquanto subiram páginas de pequenos negócios, que ganharam espaço com o SEO local.

Mobilegeddon (2015)

Uma grande atualização relacionada aos resultados da busca em dispositivos móveis vinha sendo anunciada. Finalmente, em 2015, o Google anunciou o que o mercado chamou de Mobilegeddon.

Com ela, sites mobile-friendly passaram a ganhar mais relevância nos resultados da busca em smartphones e tablets. A intenção era melhorar a experiência dos usuários de dispositivos móveis, que passaram a ver mais sites com design responsivo, melhor usabilidade e carregamento rápido.

Na prática, a atualização não causou tanto impacto, já que muitos sites já haviam se preparado para ela. Mas, depois, a otimização para o mobile foi ganhando ainda mais relevância com outras atualizações menores.

RankBrain (2015)

O RankBrain é uma evolução do Hummingbird. Se o algoritmo já estava mais evoluído para compreender as intenções de busca, agora ele passaria a usar inteligência artificial e machine learning para isso.

Com isso, o algoritmo do Google passou a interpretar ainda melhor as consultas dos usuários. Sem a intervenção humana, ele aprende automaticamente sobre a intenção de busca e entrega resultados mais relevantes.

Foi um passo gigantesco na tecnologia do buscador.

Guia do SEO 2.0

Como conquistar o algoritmo do Google em 2019? Confira 7 dicas:

Agora que você já conhece o algoritmo do Google mais “intimamente”, é hora de saber como conquistá-lo de vez!

Como dissemos, os robozinhos estão se mexendo o tempo todo, e as atualizações não param. Por isso, todo ano é bom pensar quais são as tendências mais fortes para levar o seu site até o topo.

Confira!

1. Supere a redução de cliques nos resultados orgânicos

O Google está reduzindo o tráfego orgânico do seu site.

Sim, a notícia que tanto assombra os profissionais de social media ― diminuição do alcance orgânico ― também chegou ao SEO. A tendência é que cada vez mais diminua o CTR orgânico (a taxa de cliques nos resultados orgânicos da busca).

Muitos desses cliques vão para os resultados pagos (o que provavelmente é uma das intenções do Google para atrair mais anunciantes…).

Porém, os cliques orgânicos não estão apenas migrando para lá. Eles estão também desaparecendo, simplesmente.

Com a evolução do RankBrain, que apresentamos anteriormente, cada vez mais o Google entende o que os usuários estão buscando e entrega respostas prontas na própria SERP.

É isso que o usuário obtém, por exemplo, quando pesquisa por “previsão do tempo maceió” ou “presidente da argentina”. Isso também acontece em buscas sobre filmes, séries, voos, partidas de futebol, celebridades, definições de palavras, entre outras diversas pesquisas.

algoritmo do Google exemplo 4

Para buscas como essas, o usuário não precisa mais acessar a página para encontrar a resposta. E o que acontece com o seu tráfego orgânico? Cai.

Rand Fishkin, CEO e co-fundador da Moz, aponta essa tendência e indica algumas estratégias para manter os seus acessos crescendo:

  • Na pesquisa de palavras-chave, encontre quais têm alta taxa de cliques na SERP, não apenas volume de buscas. Em pesquisas como as que exemplificamos acima, o volume pode ser alto, mas não gera acessos para o seu site.
  • Foque em palavras-chave de cauda longa, que geralmente não geram respostas prontas do Google.
  • Explore os rich snippets para se destacar na SERP e instigar o usuário a clicar no seu link.
  • Aproveite todo o tráfego orgânico que o Google ainda manda para o seu site captando o e-mail dos visitantes para criar uma estratégia de email marketing.

2. Compreenda a intenção de busca dos usuários

Basicamente, SEO consiste em fazer as pessoas buscarem por algo no Google e encontrarem a resposta no seu site.

Por isso, uma das tarefas mais importantes do planejamento da estratégia é compreender como a sua persona faz a pesquisa. Quais palavras-chave ela usa? Quais termos ela escolhe para procurar o que você oferece?

Estudos do Think With Google apontam para algumas tendências na barra de pesquisa. A primeira constatação é que as buscas estão virando conversas. Buscas como “posso usar Paypal na Amazon” ou “que laptop eu deveria comprar” estão aumentando.

Além disso, o buscador também está se tornando algo como um conselheiro pessoal. “Melhor seguro de carro para mim” ou “melhor restaurante perto de mim” são termos de pesquisa que mostram a intenção dos usuários de suprir suas necessidades pessoais.

O que isso significa para a sua estratégia de SEO?

Otimização para as intenções de busca é uma tendência importante para 2019. Coloque-se no lugar do consumidor para entender suas dúvidas e necessidades ao longo da jornada.

Além disso, com um algoritmo de busca cada vez mais complexo, você não precisa mais focar na correspondência exata da palavra-chave, nem repeti-la insistentemente no conteúdo.

Aqui entra a importância de um conteúdo bem escrito, que explore todo o campo semântico do assunto em questão. Sinônimos, variações e palavras relacionadas, utilizados de maneira natural no conteúdo, oferecem uma experiência de leitura valiosa. E ainda facilitam a vida do algoritmo.

Fique tranquilo: o Google saberá compreender o seu conteúdo e apresentá-lo para as pessoas certas.

3. Coloque o mobile em primeiro lugar

Desde os primeiros rumores do Mobilegeddon, a otimização para dispositivos móveis se tornou uma tendência.

Desde essa atualização, o Google empreendeu diversas ações para priorizar sites que oferecessem uma boa experiência mobile. Porém, 2018 foi o ano em que o Google finalmente implementou o mobile-first index, que deve se consolidar em 2019.

Com essa atualização, o mobile será indexado primeiramente. Isso significa que o Google começará pela versão mobile para decidir a posição em que ele aparecerá no ranking.

Isso impede, por exemplo, que os sites com problemas na versão mobile apareçam bem posicionados e prejudiquem a experiência do usuário.

Então, chegou a hora de você também colocar o mobile em primeiro lugar.

Para isso, é preciso enfrentar uma tradição dos times de design: começar os projetos pensando na versão desktop e, depois, adaptar para o celular. Natural, já que a web começou no computador de mesa. Porém, as coisas mudaram.

O conceito de Mobile First Responsive Design é uma tendência no Marketing Digital.

Essa perspectiva coloca o design responsivo em primeiro lugar nos projetos, a partir da compreensão do contexto mobile (como as buscas são feitas no celular).|

guia marketing digital

4. Deixe seu site cada vez mais rápido

Experiência mobile não significa apenas um design bonito e funcional no celular. Também significa velocidade.

Se no desktop a rapidez do carregamento é essencial, no celular ela se torna ainda mais importante. O contexto mostra isso: o usuário pode estar no trânsito buscando um restaurante para almoçar ou no shopping pesquisando horários de filmes. Ele precisa de uma resposta imediata!

O Google sabe disso e dedica todos os seus esforços para criar uma web mais veloz.

Uma das iniciativas mais relevantes para isso foi o projeto Accelerated Mobile Pages (AMP). Sites que adotam essa iniciativa percebem um aumento no CTR, já que os links são destacados na SERP, e oferecem um carregamento mais rápido para o usuário. Em 2019, esse projeto segue firme.

Outra iniciativa importante foi a adoção da velocidade como fator de ranqueamento para as buscas mobile. Desde 2010, ela já era considerada para as pesquisas no desktop e, em julho de 2018, passou a valer também para os dispositivos móveis.

Os movimentos mostram que o algoritmo do Google está cada vez mais exigente com a velocidade de carregamento.

5. Desenvolva autoridade em um assunto

O Google gosta de quem entende muito de algum assunto.

Não é por acaso que os backlinks que você recebe são tão importantes para o ranqueamento. Eles mostram que você é uma referência para o mercado.

Por esse motivo, é importante evidenciar para o algoritmo do Google em qual tema você é especialista.

Basicamente, quanto mais conteúdos de qualidade você publicar dentro de um tópico, mais relevante você será para o Google. Quando um usuário pesquisar algo dentro desse tema, o buscador terá confiança de que você vai entregar uma boa resposta.

Além disso, explore também os links internos para mostrar ao Google a relação entre um artigo e outro, bem como a hierarquia entre eles. O mais relevante, em geral, recebe mais links.

Aqui é essencial ter foco. Defina o tema em que você quer se destacar e explore todos os tópicos que ele abrange, sem fugir do principal.

Por exemplo: imagine se aqui no blog nós tivéssemos 10 artigos e 7 deles falassem apenas sobre email marketing. O Google entenderia que o blog é autoridade em email marketing, não em Marketing de Conteúdo, como é o objetivo.

Por isso, aqui abordamos todos os assuntos que estão dentro do “guarda-chuva” do Marketing de Conteúdo.

6. Garanta segurança para o usuário

Faz tempo que o Google se preocupa com a segurança do usuário.

Ainda em 2014, o protocolo HTTPS já se tornava um fator de ranqueamento para o buscador. Na época dessa atualização, o Google anunciou que daria tempo para os sites se adaptarem para ficarem mais seguros.

Em 2018, a internet viveu o caso Cambridge Analytica, que afetou milhares de usuários do Facebook. Embora o acontecido não tenha relação direta com SEO, ele acendeu o alerta sobre a proteção de dados.

Por isso, a tendência é que os esforços a favor da segurança do usuário aumentem.

Uma das iniciativas importantes do Google durante esse ano foi uma atualização do Google Chrome. O navegador passou a marcar todos os sites HTTP como “não seguro”.

algoritmo do Google exemplo 6

Que fique claro: se você tem um site HTTP, não significa que você será excluído ou rebaixado na SERP. Mas, se você migrar para o HTTPS, pode subir no ranking e ainda oferecer uma experiência mais segura para o usuário.

7. Estruture bem as suas páginas para oferecer a melhor experiência

Nenhuma das dicas acima terá efeito se você não estruturar bem o seu site.

Imagine que você tenha páginas com design responsivo e carregamento rápido. Legal, você já está passos à frente de muitos concorrentes! Mas, se o usuário entra na sua página e simplesmente não encontra o que quer, logo ele vai deixar o seu site.

Uma experiência positiva precisa ser completa, desde quando ele vê o seu link na SERP até quando finaliza o que desejava fazer.

Para isso, você deve adotar uma estrutura de site com base na arquitetura da informação. Organize os seus conteúdos em subdiretórios lógicos e adote URLs amigáveis. Isso torna a navegação do usuário mais intuitiva e facilita que o algoritmo do Google entenda o seu site.

Além disso, cada página também deve ser estruturada pensando no usuário. Não basta oferecer as informações que ele quer. É preciso oferecer uma experiência simples e agradável de navegação.

Então, utilize títulos e intertítulos, marcadores, listas numeradas, imagens, gráficos e tudo mais que possa enriquecer a leitura. Isso ajuda a manter o usuário envolvido com o conteúdo e fazê-lo interagir mais tempo com as suas páginas, além de facilitar a compreensão pelo algoritmo.

Então, agora você já pode se preparar para dominar o algoritmo do Google em 2019!

Perceba que as tendências dos últimos anos, como a velocidade do site e a otimização mobile, estão cada vez mais fortes. Mas entenda também que a tecnologia está sempre evoluindo e impulsionando melhorias no algoritmo. O seu site, então, precisa acompanhar a evolução.

Por isso, aproveite também para conferir o nosso conteúdo completo sobre como dominar o Google!

Kit Domine o Google