SEO

SEO (Search Engine Optimization) é o processo de otimização de um site, a partir de palavras-chave específicas, para deixá-lo mais amigável para os site de buscas como o Google. Essas otimizações resultam em um melhor posicionamento para buscas orgânicas.
Nessa categoria você aprenderá:

  • Como otimizar o seu domínio para os buscadores
  • Como gerar mais tráfego orgânico
  • Como criar conteúdos otimizados para SEO
  • Como escolher e como usar as palavras-chave corretamente
  • Entre vários outros temas focados em ampliar os seus resultados orgânicos e conduzir as suas páginas para o topo do Google

Técnicas de SEO que não funcionam mais

Conheça 12 Técnicas de SEO antigas que você PRECISA parar de usar

O mundo dos negócios é cheio de ferramentas e estratégias tradicionais que costumam ser descritas como “old but gold“, ou no bom português, antigas, mas valiosas.

No marketing digital, e, especificamente nas técnicas de SEO, nem sempre existe lugar para o uso de estratégias antigas, e isso acontece pelo simples fato de que os algoritmos do Google e demais mecanismos de busca são recorrentemente aprimorados.

Ou seja, o que ajudava a otimizar um site ou conteúdo para obter mais e melhores resultados orgânicos em 2003 pode penalizar suas estratégias nos dias atuais.

É preciso ter em mente que o principal objetivo dos buscadores é trazer a melhor resposta e experiência de pesquisa para seus usuários. E é baseado nisso que, ao longo de suas várias atualizações, o Google busca aprimorar suas condicionantes para que elas encontrem os conteúdos mais relevantes.

Veja a evolução de algumas das atualizações mais marcantes:

  • Florida (2003): foi a primeira grande atualização do algoritmo do Google e tirou uma boa parte dos sites de baixa qualidade estrutural dos destaques das pesquisas;
  • Panda (2011): se a Florida focava a estrutura, a Panda e boa parte das atualizações seguintes miravam a melhoria do conteúdo, prestigiando, por exemplo, sites e publicações com poucos anúncios interruptivos de leitura;
  • Pinguim (2012): atualização focada em backlinks. O Google passava a punir links adquiridos de forma não natural;
  • Humminbird (2013): inseriu a importância da semântica da palavra-chave e facilidades como recursos de sugestão de buscas para os usuários;
  • Rankbrain (2015): trouxe a inteligência artificial para contribuir para interpretação e apresentação dos resultados. Nesse mesmo ano, a Google também havia lançado uma atualização que privilegiava conteúdos amigáveis para os smartphones que foi chamada de Mobilegeddon.

Em 2018 algumas atualizações corrigiram falhas do algoritmo chamado Fred, deram ênfase aos conteúdos amigáveis para pesquisas realizadas no smartphone, mas, a que mais repercutiu foi, sem dúvidas, aquela que penalizava conteúdos de baixa autoridade YMYL (Your Money or Your Life / Seu dinheiro ou sua vida).

Sites que exploram esse tipo de conteúdo, segundo o Google, podem afetar a futura felicidade, saúde, estabilidade financeira ou segurança dos usuários. Por isso uma exigência maior por parta da autoridade e confiabilidade desses sites e autores.

Com tantas atualizações, estratégias que antes produziam excelentes resultados de performances agora podem ser consideradas técnicas black hat dignas de penalização pelos mecanismos de buscas.

Quer saber se alguma delas ainda fazem parte de suas ações de marketing digital? Montamos uma lista que merece sua atenção. Confira.

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1. Tentar rankear focando apenas em link building

A atualização do algoritmo chamada Penguin 2.0 eliminou a estratégia que muitos profissionais de SEO adotavam ao focar massivamente no link building. Ela consistia em conseguir e fazer o máximo possível de linkagens, desprezando até mesmo o domínio de sua origem.

O grande problema dessa estratégia é negligenciar diversos outros fatores que são extremamente relevantes para o rankeamento, afetando principalmente o zelo com o conteúdo.

O link building, ao lado de um conteúdo de qualidade, ainda é uma das estratégias mais relevantes no SEO e precisa ser feita de maneira eficiente.

Não é apenas a grande aquisição de links que colocará o seu site no topo. Focar apenas nisso pode ser um tiro no pé e mesmo que você construa um ótimo perfil de backlinks.

Se o seu conteúdo, a estrutura do seu site e a experiência do seu usuário não compartilharem dessa qualidade, dificilmente você conquistará grandes resultados.

2. Focar apenas em rankear em primeiro e esquecer outras features da SERP

Em uma lista tradicional, estar entre os primeiros resultados claramente oferece uma vantagem sobre os demais resultados.

Mas, a partir do momento que essa mesma página que tal lista é apresentada também é preenchida por outros recursos de informações que dividem a atenção do usuário, não faz muito sentido focar exclusivamente estar em primeiro.

Para ficar claro, SERP é a sigla para Search Engine Results Page, ou seja, é a página de resultados do mecanismo de busca.

Assim, antigamente a SERP apresentava apenas uma lista com links e uma demonstração breve do conteúdo.

Na atualidade, considerando as atualizações dos algoritmos e do foco do Google na experiência do usuário, ela pode apresentar muito mais que links, ou seja, features que otimizam a pesquisa realizada.

Focar apenas nas primeiras posições da pesquisa, então, é uma estratégia limitada. É preciso pensar em otimizar o conteúdo para todas as novas oportunidades que a SERP apresenta.

Em alguns casos, trechos de conteúdos de sites muito além da primeira posição são apresentados no formato de featured snippets, que são caixas de respostas rápidas que ficam no topo das páginas de pesquisa, ou seja, numa posição que poderia ser chamada de zero.

Técnicas de SEO que não funcionam mais

Nele, os créditos e o link para o conteúdo completo são disponibilizados.

Eles podem ser apresentados como parágrafos que descrevem o melhor conceito ou resposta para um questionamento, listas de bulletpoints, lista numerada e tabelas.

Nesse vídeo o nosso especialista André Mousinho ensina como pegar esses featured snippets e rankear na posição 0 do Google:

2.1 Outros features

Os tipos de features que podem ser apresentados na SERP dependem do tipo de pesquisa realizado. Mas, alguns deles são:

Rich snippets (e rich card):

Além do título e link do conteúdo apresentado no resultado da pesquisa, os rich snippets são descrições ou representações complementares do conteúdo, como a geolocalização de uma empresa ou sua avaliação por meio de estrelas de qualidade. Os rich cards são variações para a versão mobile da pesquisa;

rich snippet negocios locais

Gráficos e painéis de conhecimento:

Os gráficos são apresentados na lateral direita da pesquisa e contém informações sobre lugares ou pessoas de forma organizada e lógica, como o horário e dia de funcionamento, dados de contato, links de interesse etc. Para os painéis funcionam da mesma maneira mas buscam as informações de listas do Google My Business e Maps;

Técnicas de SEO que não funcionam mais

Pacotes de imagens:

Para a experiência do usuário, alguns resultados de pesquisa são melhor apresentados com imagens. Pesquisar a palavra “cachorros fofos”, por exemplo, apresentará uma sequência de imagens no topo da página.

Técnicas de SEO que não funcionam mais

Esses exemplos são todos gratuitos, mas outras estratégias também podem receber investimentos para privilegiar a experiência do usuário, e claro, o melhor ranqueamento para a empresa.

3. Forçar o uso da palavra-chave

As últimas atualizações do algoritmo do Google deixam claro que os conteúdos que serão privilegiados no rankeamento são aqueles que realmente produzem efeitos positivos e qualidade de leitura para os usuários do buscador.

Ao penalizar, por exemplo, sites do tipo YMYL, o Google deseja oferecer conteúdos que sejam relevantes, e não direcionem seus usuários para ações que possam prejudicar sua saúde física, financeira ou o bem-estar geral da sociedade.

Nessa mesma linha, se uma publicação tem mais relação com o acúmulo sem nexo de palavras-chave e menos com uma mensagem a ser transmitida, sua posição também não estará entre as primeiras.

É preciso considerar a fluidez do conteúdo, as normas de escrita da língua e até mesmo a disposição dos blocos de textos para que o conteúdo tenha um bom posicionamento.

Lembrando que o Google sabe interpretar as palavras-chave, ou seja, se a palavra que possui um volume de buscas alto é “roupa academia 2019”.

Vocês não precisa repetir essa KW dentro do seu texto e nem usá-la em seu título para rankear, você deve adaptá-la de forma que o título fique bom e atraia o usuário. E é claro que durante o conteúdo você escreverá roupas “de” ou “para” academia.

Técnicas de SEO que não funcionam mais

Como você pode ver, o Google interpreta a busca e os resultados mais bem colocados estão focados em “moda fitness”.

Dossiê das Palavras Chaves

4. Levar o Yoast a sério demais

O Yoast é um pluggin que sugere otimizações dos conteúdos para que ele tenha uma boa categorização pelo mecanismo de busca. Porém, como conforme frisado, é apenas uma sugestão.

Muitos profissionais e empresas, no entanto, levam suas sugestões à risca e acabam editando o conteúdo e suas configurações excessivamente.

Lembrando que o Yoast é focado em boas práticas, e não regras. E o Yoast não pune o seu site. Você pode ter algumas luzinhas laranjas internas e mesmo assim rankear em primeiro.

Confira esse outro conteúdo onde eu explico ponto a ponto cada avaliação do Yoast que você precisa seguir e quais você pode relevar.

Trabalhar os conteúdos levando o Yoast a sério demais privilegia os mecanismos de buscas, mas não necessariamente a experiência do usuário. Portanto, essa estratégia não é recomendada na atualidade.

Quer mais dicas sobre SEO? Acesse nossos guias gratuitos:
Segredos do Tráfego Orgânico
Guia do SEO Local
Pesquisa SEO Trends Brasil

5. Fazer Link baits não contextualizados

Link baits são conteúdos produzidos para serem uma isca e atraírem outros links externos e internos para o site, assim como promover seu compartilhamento substancial por terem cunho divertido, informacional, polêmico ou de interesse do público geral.

Porém, quando não fundamentada, pode ter um caráter negativo para o SEO e acabar penalizando o site como um todo.

Um site de móveis para escritório, por exemplo, não deve usar link baits falando sobre uma cantora mirim que tenha ganhado um concurso de música, e menos que ela tenha relação com seus produtos e setor.

6. Apostar no keyword stuffing

Essa tática é um dos principais foco da primeira grande atualização do algoritmo do Google, a chamada Florida.

Considerada uma técnica black hat, tática antiética do marketing digital, consiste em encher o texto de palavras-chave fora do contexto, mas que estejam em alta nos volumes de buscas e assuntos mais comentados.

Era utilizado tanto associada com os link baits como aleatoriamente.

Além de ser penalizado pelos mecanismos de buscas, essa tática é tão prejudicial para a experiência de leitura que o próprio público-alvo dava claras demonstrações de que o conteúdo era ruim.

Ou seja, o keyword stuffing acabava afetando outros parâmetros e estatísticas do blog que determinam sua qualidade, como o tempo de permanência nas páginas, por exemplo.

7. Criar uma página para cada variação de uma palavra-chave

Estratégias de SEO na atualidade não podem ter uma frente única, mas isso não significa que precisam ter uma página para cada variação da palavra-chave. Isso, como já ficou claro, pulveriza o esforço de rankeamento.

Dessa maneira, para os algoritmos atuais, o ideal é trabalhar a semântica da palavra-chave em uma mesma página.

Lembrando que como o Google interpreta a busca, ele sabe que uma mesma página responde à buscas diferentes, porém com a mesma intenção.

Veja esse exemplo com nosso conteúdo de Marketing Digital que rankeia para:

Marketing Digital:

Técnicas de SEO que não funcionam mais

Marketing Online:

Técnicas de SEO que não funcionam mais

Marketing na Internet:

Técnicas de SEO que não funcionam mais

Além de fortalecer a palavra-chave pela semântica, condensar suas variações em um mesmo local também privilegia outro feature da pesquisa do Google, o de pesquisas relacionadas.

8. Considerar que conteúdos maiores rankeiam melhor

Um conteúdo longo pode ser ou não mais informativo do que os demais, então, seu tamanho não garante, por si só, boas posições no rankeamento dos mecanismos de buscas.

Eles podem ter um volume maior de menção da palavra-chave, mas também já deixamos claro que isso não é um fator necessariamente positivo para sua otimização. Por isso, um conteúdo deve ser grande se cada trecho for relevante e rico para a leitura.

Na pesquisa realizada pela Rock Content SEO TRENDS 2018, a tendência do conteúdo de qualidade se confirma. Agora, 69,8% confirmam que publicar materiais e posts em seus blogs são seus maiores investimentos no marketing digital.

Isso inclui publicações de vários tipos e tamanhos. Evergreen, noticiosos, diferenciados, ricos, pesquisas, infográficos e muitos outros entram no pacote, pois juntos, produzem uma experiência de leitura mais agradável e eficiente.

Cada tipo de publicação tem um objetivo diferente. Os conteúdos longos e de qualidade também possuem um papel crucial na estratégia, mas nem sempre trazem o efeito imediato, e sim, de longo prazo.

Também exigem constante controle a atualizações para que continuem exercendo seus papéis.

Em suma, é interessante que um post tenha, no mínimo 300 ou 500 palavras, mas sem que esse número seja rígido o suficiente para impedir que uma publicação relevante seja realizada por não estar dentro desses padrões.

Muitas vezes, conteúdos leves são mais compartilháveis e a restrição de deixar de publicá-los por estarem pequenos demais pode ceifar uma oportunidade interessante.

Então tenha em mente sempre que o tamanho ideal de um conteúdo é sempre aquele que responde de forma completa a dúvida que trouxe o leitor até ele, independentemente do número de palavras.

9. Não usar o SEO técnico

A evolução da forma de privilegiar os conteúdos nos resultados das buscas mostrou que é cada vez mais importante a experiência de pesquisa e como os resultados são relevantes. Mas isso não significa que algumas regras básicas não devam ser cumpridas.

Aí mora a diferença entre SEO técnico e criativo. Enquanto o primeiro visa elementos de organização do código e da estrutura do site, o outro foca na experiência do usuário na pesquisa e leitura, como a semântica que já foi bastante citada, mas também a escaneabilidade do conteúdo, o uso de imagens para enriquecer a informação etc.

Um dos principais fatores de rankeamento hoje, por exemplo, é a velocidade de carregamento das páginas. E cada detalhe estrutural do seu site pode influenciar nisso.

Ter um sitemap bem estruturado também é fundamental, afinal ele quem vai guiar os robôs do Google enquanto eles rastreiam o seu site, mostrando as páginas mais importantes e deixando a navegação de crawlers e usuários mais otimizada.

Deixar de usar os elementos do SEO técnico pode ser um grande erro. O ideal é que aja um equilíbrio entre os dois.

Guia do Google Search Console

10. Inserir diversas palavras-chave no Meta Description

Funcionou, mas não funciona mais. Quando os mecanismos de buscas tinham, por assim dizer, limitações em seus processos de análise e estruturação de pesquisas, uma solução foi criada para a associação de sites e suas principais palavras-chave: o Meta Keyword.

Basicamente, os desenvolvedores dos sites e seus conteúdos inseriam nesse campo quais eram as palavras-chave que definiam seu site e desejam ser associados.

Mas, com muito poder, vem muita responsabilidade. Ou pelo menos bom senso.

E não foi o que aconteceu. Muitos sites começaram a selecionar palavras-chave que eram fortes, mas não tinham relação com seus conteúdos ou faziam uma lista sem fim.

Com a atualização dos algoritmos, encher as tags do meta keyword pode ser considerado até mesmo um keyword stuffing, ou seja, um black hat que visa driblar o mecanismo de busca.

Porém, ele não deve ser completamente abandonado, afinal de contas, além das tags, ainda existe o título e sua meta descrição. Esses dois podem e devem ser trabalhados com naturalidade e consistência, dentro de seu limite de 160 caracteres e variando a cada página do site.

11. Desenvolver micro-sites em domínios separados

Essa prática não é muito efetiva porque divide a força das estratégias de rankeamento, afinal de contas, separar os links pelos sites não permitem que um contribuam efetivamente para o outro.

A ideia era usar pequenos sites com domínios diferentes para publicar o mesmo conteúdo e assim ganhar mais links de outros sites, e com isso, esperavam atrair leitores mais qualificados para o tema.

Além dos resultados questionáveis, é uma estratégia que não passa pelos filtros de proteção de qualidade do Google atualmente.

Checklist de Auditoria de Site

12. Comprar links em vez de focar no conteúdo

São muitos sites pela internet, então, como fazer com que o seu conteúdo seja referenciado e não os outros? Essa é uma pergunta desesperadora e que vem sempre acompanhada da urgência de rankear o mais rápido possível.

Essa mistura de descrença com a necessidade latente de conquistar posições nos mecanismos de buscas fez com que muitos profissionais investissem na compra de links em fóruns e sites que se dizem especializados no assunto.

Alguns pontos que confirmam que essa estratégia é ruim são:

  • entidades que vendem links para um negócio também o fazem para outros diversos interessados. Ou seja, ainda que seu projeto seja interessante e essa medida seja em caráter de exceção, uma vez relacionado nesses conteúdos, seu link estará na companhia de outros de baixa qualidade que se ancoram nessa tática; e
  • considerando os padrões que os algoritmos estão sempre em busca, contratar links pode gerar um pico de associações atípica que despertarão atenção dos mecanismos que combatem os black hats.

As técnicas de SEO vão continuar a mudar, mas ao contrário do que algumas pessoas no mercado dizem, não deixarão de existir jamais. Elas evoluem conforme as novas demandas dos mecanismos de buscas e tem o mesmo objetivo que eles, privilegiar os conteúdos de qualidade.

Então, riscando as estratégias antigas de SEO e investindo em um conteúdo relevante para o público-alvo, as metas do marketing de conteúdo planejado para o site ou blog terá resultados muito mais relevantes para o negócio, permitindo que seus outros elementos, como o funil de vendas e a qualificação de leads sejam realizados com muito mais sucesso.

Kit Domine o Google

Ubersuggest

Ubersuggest: aprenda como fazer o seu planejamento de palavras-chave com essa ferramenta gratuita

Falar em um serviço gratuito até pode dar a ideia de limitações. Mas esse não é o caso da Ubersuggest.

Desde o início de 2018 nas mãos de Neil Patel, um dos grandes nomes do Marketing Digital no mundo, a ferramenta evoluiu para se tornar uma plataforma completa na gestão de palavras-chave.

Como você vai ver a partir de agora, a nova Ubersuggest pode auxiliar muito na sua estratégia de SEO, gerando resultados positivos em produção de conteúdo – e sem cobrar por isso.

Curioso para descobrir o que a Ubersuggest tem? Vamos em frente!

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A nova versão da Ubersuggest

A Ubersuggest 2.0, como Neil Patel batizou após as recentes mudanças que promoveu nela, continua sendo uma ferramenta gratuita de pesquisa de palavras-chave, mantendo a sua essência.

Mas as diferenças para a versão anterior até sugerem se tratar de outra plataforma, a começar pelo visual. A cor laranja que predomina não prejudica a simplicidade do layout, e o site vai direto ao ponto.

Você ingressa nele e já encontra o campo para digitar a palavra-chave (ou keyword, em inglês) que deseja analisar.

Só que o visual representa a ponta do iceberg. Os avanços mais marcantes na Ubersuggest estão nos resultados que a ferramenta apresenta à sua pesquisa.

A grande sacada do Patel foi combinar o que havia de melhor no Google Keyword Planner e no Google Suggest, plataformas que funcionam de modo individual e independente.

Com isso, oferece ao usuário uma visão ampliada sobre a keyword verificada, retornando com as seguintes opções:

  • Visão geral da palavra-chave: volume de buscas/mês, interesse pela keyword ao longo do ano e estimativa de custo no uso em links patrocinados
  • Sugestões de palavras-chave: opções relacionadas ao termo pesquisado para fins comparativos
  • Nível de dificuldade da palavra-chave: classifica a chance de alcançar resultados orgânicos em SEO (Search Engine Optimization) ou pagos em PPC (Pay-per-click)
  • Análise de SERP: detalha esforços e resultados dos concorrentes que atualmente aparecem primeiro nas sugestões do Google para a busca.

Você tem acesso a tudo isso ao ingressar no site, sem pagar nada, nem mesmo realizar cadastro, como é exigido pelas ferramentas do Google.

E para usar é muito fácil. Quer ver só?

Passo a passo para utilizar a Ubersuggest

Falar em passo a passo até sugere que a ferramenta dependa de um manual para ser explorada. Mas não é nada disso.

Você só precisa fazer o seguinte para usar a Ubersuggest:

  1. Acesse o site;
  2. Escolha português/Brasil, ou o idioma que preferir;
  3. Digite a palavra-chave que deseja analisar;
  4. Clique em Buscar.

Pronto!

Como adiantamos, seu funcionamento é extremamente simples e intuitivo. E para mostrar como a Ubersuggest funciona de forma eficaz, vamos explorar cada um dos seus recursos.

Pesquise uma palavra-chave

Antes de iniciar a análise, a sugestão é que elabore uma lista com keywords interessantes para os seus objetivos. Ou seja, defina os termos que tenham relação com aquilo que você oferece, seja um produto ou serviço, ou com o público que você deseja atingir.

Esta é a tela inicial da ferramenta:

tela inicial ubersuggets

Para demonstrar o uso da Ubersuggest, escolhemos a palavra-chave “freelancer”. Como curiosidade, ela seria obrigatória na estratégia se você oferecesse um curso para esse profissional, por exemplo.

Veja o que retorna como resultado da sua busca:

resultado da sua busca ubersuggest

Logo de cara, a ferramenta informa que a keyword analisada possui, em média, 90.500 buscas mensais, número esse que vem se mantendo nos últimos quatro meses.

Observe que o pior resultado para essa palavra-chave foi em dezembro de 2017, quando registrou uma média de 60.000 buscas no Google.

Há ainda outras informações bem bacanas já nesta primeira tela.

A ferramenta considera “freelancer” como uma keyword de alta dificuldade para bom ranqueamento orgânico e de média dificuldade para atrair tráfego pago. Também informa quanto cada clique em um link patrocinado para esse termo custaria, sendo, nesse caso, R$ 0,57.

Para tornar a análise ainda mais fácil, a Ubersuggest adota um esquema de cores bem básico: verde é bom, amarelo é regular e vermelho é ruim.

Não significa que você deva se afastar quando o vermelho aparecer, mas já fica ciente de que seu esforço será maior para alcançar os objetivos da estratégia.

Encontre as palavras-chave relacionadas

Agora, rolamos a tela para ver o que mais a ferramenta nos mostra:

palavras-chaves selecionadas ubersuggest

Se você já estava satisfeito com o primeiro diagnóstico, vai gostar ainda mais deste.

A Ubersuggest apresenta aqui as primeiras ideias de palavras-chave, com seis novas opções para você comparar um a um todos os parâmetros.

Já dá para ver que a sua keyword original é a que possui o maior interesse do público, mas é a mais difícil em termos de SEO e a de custo por clique mais alto – isso na comparação com as demais apresentadas.

Não pare por aí e clique em “Ver todas as ideias de palavras-chave” para chegar a esta tela:

ideias de palavras-chave ubersuggest

Veja que interessante: são 129 ideias de palavra-chave no total, todas elas relacionadas com “freelancer”.

A dica é posicionar o mouse sobre elas e rolar o scroll (botão) para conferir as demais. Se preferir, você pode modificar a ordem como as sugestões são apresentadas.

É só clicar nas setinhas ao lado de cada componente analisado. Inicialmente, os resultados estão dispostos conforme o volume de buscas.

A partir daí, dá para selecionar os termos que mais lhe agradarem, clicando na caixinha ao lado de cada um. Você pode também copiar ou exportar os dados para uma planilha.

Mas por que parar por aqui? Vamos aproveitar para qualificar ainda mais a análise, clicando em “Filtros”.

Observe no que vai dar:

filtros palavras-chave ubersuggest

Nesta área, você pode estabelecer os seguintes parâmetros, de acordo com as suas preferências:

  • Exibir ideias do Google Ads, do Google Suggest, de ambas ou de nenhuma;
  • Definir volume de busca mínimo ou máximo;
  • Definir a dificuldade de PPC mínima ou máxima;
  • Definir custo por clique mínimo ou máximo;
  • Definir a dificuldade de SEO mínima ou máxima;
  • Incluir palavras-chave que precisam aparecer;
  • Excluir palavras-chave que não podem aparecer.

Para um rápido exercício, vamos estabelecer em 1.000 o volume mínimo e 20 como a dificuldade máxima de SEO.

São parâmetros bem exigentes e que retornam com apenas duas opções para você trabalhar. Veja só:

dificuldade maxima seo ubersuggest

Vamos supor que você tenha gostado da sugestão “freelancer o que é”. É uma opção interessante, já que ela irá ranquear também na busca apenas por “freelancer”.

Então, pronto para colocar sua estratégia em prática? Espere mais um pouco!

Você não vai se arrepender de analisar a página de resultados que o Google apresenta, conhecida pela sigla SERP, do inglês Search Engine Results Page.

Analise a página de resultados

Já com a nova palavra-chave selecionada, ao clicar em Análise de SERP, observe as seguintes informações:

análise de serp ubersuggest

O que a ferramenta faz é apresentar parâmetros relacionados aos 99 primeiros resultados trazidos pelo Google para a pesquisa “freelancer o que é”. Na imagem, aparecem apenas os seis primeiros, mas é só rolar a página para observar todos os demais.

Essa informação é especialmente importante para esforços de SEO, já que ser melhor que o concorrente é o que levará o seu conteúdo para mais perto do topo.

Observe que a Ubersuggest apresenta o título do artigo, seu link original, o domínio raiz, o número de visitas estimadas por mês, o total de compartilhamentos que gera em mídias sociais e a pontuação de domínio, que também influencia no ranqueamento.

Para esta pesquisa, o primeiro resultado é o do texto publicado na Comunidade Rock Content.

Conforme a ferramenta revela, sozinho, ele atrai 1.094 visitantes para o site mensalmente, gerando ainda 31 compartilhamentos do conteúdo.

Interessante observar que só os primeiros 20 resultados geram visitas para essa palavra-chave, e apenas os 10 primeiros com algum volume. Enquanto o 10º resultado atrai 40 visitantes, o 11º só recebe sete visitas/mês.

Mas essa análise serve somente para destacarmos o potencial da ferramenta Ubersuggest. Por isso, experimente investigar as suas keywords preferidas nela.

A quantidade e a qualidade das informações que retornam podem, realmente, fazer a diferença na sua estratégia, tanto de SEO como de PPC.

Conclusão

Como vimos, a Ubersuggest 2.0 veio para provocar uma revolução na análise gratuita de palavras-chave.

O que está esperando para experimentar a ferramenta? Acesse agora e nos diga o que achou nos comentários!

Se você quer descobrir tudo sobre SEO e palavras-chave, baixe nosso material gratuito:

Dossiê das palavras-chaves

Canibalização de palavras-chave

O que é canibalização de palavras-chave e como evitar que as suas páginas prejudiquem umas às outras

Quando uma empresa começa a investir em SEO, certamente tem um objetivo claro: alcançar o topo do Google e gerar tráfego orgânico para as páginas de um blog.

Apesar disso, não é tarefa simples manter um padrão de qualidade que seja digno dos primeiros resultados da pesquisa. Além do mais, existem muitos atributos que podem afastar os visitantes do site e comprometer os resultados da estratégia.

Um bom exemplo é a canibalização de palavra-chave. Essa prática é prejudicial às ações de otimização nos mecanismos de buscas e uma pedra no sapato para quem aplica o marketing de conteúdo.

Se você quer saber mais sobre o assunto ou já teve problemas com isso, não é necessário entrar em pânico. Neste artigo, você saberá tudo que é preciso para identificar e consertar a canibalização de keywords.

Mas antes, o que é a canibalização de palavras-chave?

A canibalização de keywords ocorre quando páginas de um mesmo blog têm como foco o mesmo termo de pesquisa. Ou seja, a empresa concorre consigo mesma.

Veja o exemplo dos resultados obtidos a seguir, coletados a partir da pesquisa no Google pela combinação das palavras-chave “marketing de conteúdo” e “SEO”:

Canibalização de palavras-chave

Os dois artigos em destaque representam, respectivamente, o terceiro e o quarto resultado da SERP.

Vale lembrar que, caso você repita a busca em outro momento, pode ser que obtenha resultados diferentes, já que o ranqueamento muda constantemente.

Como é possível reparar, ambos estão otimizados para as palavras-chave aqui já citadas e concorrem entre si, certo?

Sem uma observação apurada dos dados recolhidos pelas ferramentas de análise (como o Google Analytics), qualquer um poderia dizer: “poxa, que maravilha! Agora temos duas páginas em duas posições diferentes!”. Bom, saiba que não é bem assim.

Isso pode trazer prejuízos e reduzir a performance de algumas das principais páginas de um website.

A razão? É o que saberemos a seguir.

Dossiê das Palavras Chaves

A canibalização de palavras-chave é mesmo um problema?

Muitos especialistas de Search Engine Optimization acreditam que a canibalização de termos tem um efeito negativo sobre o posicionamento no Google.

Mas, antes de tudo, precisamos entender como funciona o algoritmo do buscador mais famoso do mundo.

Trata-se de um robô que, a cada busca realizada pelo usuário, faz uma “varredura” na internet para encontrar os melhores resultados para aquele termo específico.

O Googlebot possui “crawlers” que vasculham as páginas para entregar uma resposta que resolva o problema do usuário.

Até aí, nenhuma novidade. Acontece que, quando duas páginas de um mesmo site têm conteúdos muito semelhantes, podem “confundir” o Google.

Se você parar para pensar, faz sentido. Quando há duas páginas com conteúdos idênticos na internet, a tendência do bot é dar prioridade àquela que é mais antiga. Isso acontece porque a mais recente é, teoricamente, a responsável por “copiar” o texto.

Essa ação evita o plágio, tão comum na internet, mas também auxilia o usuário, que não corre o risco de ter dois resultados iguais na página de resultados.

E é exatamente por isso que conteúdos parecidos podem fazer com que o robô do Google penalize uma das páginas do blog: textos semelhantes.

Os crawlers não são perfeitos e trabalham em busca de palavras-chave. Quando dois artigos apresentam estruturas muito próximas, um deles pode ser identificado como “conteúdo duplicado” e sofrer uma penalização. Ou, em muitos casos, ambos podem perder posições.

Aqui precisamos frisar, também, que os estudiosos desse ramo muitas vezes têm ideias conflituosas. Quando falamos sobre a canibalização de keywords, não é diferente.

Alguns especialistas acreditam que isso não ocorre, e que alguns textos não são relacionados nos resultados devido a outros dos mais de 200 fatores de ranqueamento do Google.

Aprenda mais sobre as ferramentas do Google:
Guia do Google Search Console
Guia do Google Analytics

Certo, mas eu realmente devo me preocupar com isso?

A canibalização de palavras-chave pode realmente trazer alguns incômodos à sua estratégia de SEO, mesmo que alguns especialistas digam o contrário.

Se pararmos para refletir por um instante, é fácil descobrir outros motivos pelos quais você deve prestar muita atenção para que suas páginas não rivalizem entre si.

Primeiramente, é importante falar sobre as taxas de conversão. Ora, se uma das páginas está atingindo o seu objetivo com maior precisão, você provavelmente deveria focar nela, não é mesmo?

Também devemos levar em conta o link building. Um dos grandes objetivos para se fazer um artigo de qualidade é conquistar links de referência para a página.

Quando você rankeia em diferentes páginas para a mesma keyword, está também dividindo os links de entrada.

Sendo assim, há também uma separação de conversões, cliques e outros elementos tão importantes em uma estratégia. Até mesmo a autoridade de ambas será afetada.

Ou seja, no fim das contas, é tudo uma questão de razão. Posicionar-se em duas colocações diferentes para uma mesma intenção de busca pode não ser tão interessante assim.

Como identificar se há concorrência interna de páginas no meu site?

Se você quer saber se há canibalização de palavras-chave em seu site ou blog, há uma maneira bem simples.

Você terá que usar o próprio Google, então abra uma aba e vá até o motor de pesquisas. Depois, será preciso digitar “site:” e o seu domínio. Esse é um hack utilizado para procurar páginas internas em um site.

Para exemplificar, procuramos por “escaneabilidade” dentro deste blog. Os resultados foram os seguintes:

Canibalização de palavras-chave

Perceba que há duas páginas “devorando-se” para ficar na primeira colocação do Google. Apesar disso, essa pode ser uma questão estratégica, como você verá a seguir.

Note, porém, que os dois textos possuem focos completamente diferentes, um fala sobre Intertítulos e outro é focado em escaneabilidade. Esse hack é para você identificar a possibilidade de canibalização.

Se você buscar por escaneabilidade no Google, verá que o texto sobre intertítulos está longe da primeira página, logo, não prejudica em nada o outro conteúdo.

Isso é sempre um problema?

Nem sempre rankear com duas páginas será um problema para o seu site, em algumas situações aparecer com mais de uma página na SERP pode ser positivo.

Vamos entender como identificar se devemos ou não corrigir o problema (e logo depois veremos o passo a passo para evitar e consertar):

Dois domínios diferentes

Se a sua empresa ou você possui dois domínios diferentes e consegue rankear com os dois, isso não necessariamente será prejudicial.

Isso porque o Google não entenderá a divisão de CTR e não ficará “confuso” em relação à qual é a página principal daquele domínio.

Além disso, a estratégia de linkagem interna será muito bem focada em cada um dos domínios, deixando claro a intenção de rankeamento em cada um.

É claro que você deve focar em apenas uma para conquistar o ranking, mas, caso aconteça de ambas aparecerem na primeira página, não será prejudicial com se estivessem no mesmo domínio.

Uma SERP, duas intenções

Um dos principais fatores de rankeamento atualmente é responder à intenção de busca do leitor.

Você pode ler mais sobre isso nesse conteúdo sobre rankear em primeiro no Google!

Por exemplo, veja a SERP para a busca “SEO”:

Canibalização de palavras-chave

Claramente a intenção de busca aqui é entender o que é SEO. Afinal, é o foco de todas as respostas que o Google considera adequadas à busca.

Porém, outras páginas de resultados não possuem uma intenção de busca tão clara. Por exemplo para a busca “Poker”:

Canibalização de palavras-chave: Poker

Você pode ver que os resultados mesclam entre páginas que ensinam a jogar Poker e páginas que de Poker online.

Ou seja, a pessoa que buscou por Poker pode tanto querer aprender a jogar, com pode já saber e quer encontrar um lugar para jogar online.

Por isso o Google possui uma página de resultados mesclada. Nesse caso, se você tiver uma página para cada intenção, talvez não seja prejudicial.

É importante deixar bem claro e buscar otimizar as páginas focadas em diferentes intenções, “como jogar” e “jogar online”. Isso deve ser pensado no conteúdo e na estratégia de linkagem.

Para identificar se você deve ou não redirecionar, você pode utilizar o Google Search Console.

Dentro de “desempenho” selecione as páginas que rankeiam na mesma SERP.

Canibalização de palavras-chave

Depois visite a aba “consultas” e identifique as buscas que geram mais cliques na sua página.

Isso chegou a acontecer com a gente para a busca “Pesquisas de Marketing”.

O Inteligência Rock Content possuia 3 resultados na primeira página:

  • Pesquisa de Marketing (guia completo)
  • Como fazer uma pesquisa de Marketing
  • Tipos de Pesquisa de Marketing

Respectivamente as posições eram 4, 5 e 6.

Percebemos que a maior parte dos cliques nas duas primeiras páginas eram para a mesma busca “pesquisa de marketing”.

Porém, na terceira, a maior parte dos cliques realmente vinha da busca “Tipos de Pesquisa de Marketing”, embora ela também recebesse cliques para “pesquisas de marketing”, não era esse o foco e ela não reduzia muito o CTR da nossa principal, mas cobria uma segunda intenção de busca.

Vendo isso, redirecionamos “como fazer” para o Guia completo e mantivemos a página tipos de pesquisa.

No nosso caso o Guia Completo já explicava como fazer uma pesquisa, se esse não for o seu caso, adicione a parte como um tópico no seu guia.

O resultado disso, hoje as nossas duas páginas estão respectivamente em primeiro e segundo para a busca “Pesquisas de Marketing”:

Canibalização de palavras-chave

Isso mostra como é essencial realmente entender se as suas páginas estão se canibalizando ou não.

Em caso positivo pode ser extremamente prejudicial, como vimos, por isso, veremos como corrigir o erro:

Como evitar e consertar o “keyword cannibalization”?

Certamente a melhor maneira de evitar esse problema é por meio do planejamento.

Uma planilha com os principais termos de pesquisa e os textos relacionados que serão redigidos poderia facilmente impedir a canibalização de palavra-chave.

Apesar disso, ainda existem muitos administradores de sites e blogs que não exercem essa prática.

Nesse caso, é preciso contar com algumas ações para consertar esses erros. A seguir, saiba quais são as atividades recomendadas.

1. Aplique o LSI

LSI (Latent Semantic Indexing) ou somente Indexação Semântica é um termo que surgiu diante da necessidade do Google de se adequar à intenção de busca do usuário. Afinal, a intenção do mecanismo é ser útil.

Suponhamos que você tenha um artigo excelente no seu blog cuja palavra-chave é “marketing para iniciantes”.

Nem sempre esse será o termo utilizado para realizar a busca. Portanto, pessoas podem buscar por “principiante”, “novato” ou “inexperiente” e cair na sua página.

Mas há mais: outros termos como “como começar no marketing”, “escola de marketing” ou “marketing básico” também podem levar ao seu texto, já que ele pode solucionar as mesmas dúvidas.

Essas palavras-chave que são sinônimos ou relacionadas podem ser utilizadas tanto ao longo do texto quanto no título, subtítulos, metatag e alt tag.

Essa é uma boa prática não somente para evitar a canibalização quanto para deixar o conteúdo mais interessante, já que repetições são cansativas.

Uma forma interessante de identificar se vale ou não à pena fazer mais de um conteúdo, é buscar pelas duas palavras-chave e comparar as páginas de resultados. Se eles forem praticamente os mesmos, um conteúdo basta.

As vezes duas buscas parecidas geram resultados completamente diferentes. Nesse caso, vale a pena você produzir conteúdo que, mesmo parecidos, respondem diferentes intenções de busca.

2. Use a cauda longa

Pelos mesmos motivos citados no tópico anterior, é possível tornar as suas páginas ainda mais específicas.

É o que nós da Rock Content fizemos no exemplo citado no início do texto. Repare que no primeiro resultado que aparece na imagem há a inclusão de uma terceira keyword: “iniciantes”.

Nesse caso, com uma combinação dos três termos, é bem provável que o usuário chegue até a página. E o mesmo vale para o segundo resultado, onde são utilizadas os termos “panorama” no título e “cenário” na URL, uma mescla de cauda longa com LSI.

Bem legal, né?

Guia do SEO 2.0

3. Use o redirecionamento

Se você tem duas páginas com um bom posicionamento no Google, pode usar o redirecionamento 301 para levar o usuário à página correta.

Nesse caso, com o tempo o Google perceberá que apenas uma delas é realmente relevante, já que o aumento do tráfego na página desejada aumentará a autoridade da mesma.

Isso deverá ser feito quando duas páginas estão respondendo à uma mesma busca e dividindo os cliques, links etc.

4. Reestruture os links internos

Outra maneira de mostrar ao Google qual das páginas é a mais relevante é investindo em links internos.

Nesse caso, é importante que as referências que apontam para determinada página sejam inter-relacionadas. Assim, o Google compreenderá quais são consideradas mais importantes e as posicionará acima no ranking.

Lembre-se de usar o conceito de posts satélite, no qual os artigos de long tail apontam para os textos mais relevantes e que são mais abrangente e valiosos para o seu blog.

Inclusive a página da long tail deve sempre fazer o link para a página principal focada naquela KW.

5. Combine conteúdos

Quando você identificar que dois conteúdos são realmente muito semelhantes e têm o mesmo objetivo, você pode combiná-los para formar um único artigo com qualidade superior.

Tente compilar as ideias presentes em cada um deles e reestruturá-lo para que continue atraente para os leitores.

Por meio desse novo texto adaptado, você oferecerá um material ainda mais rico, provavelmente conseguirá melhores índices de tráfego e resolverá o seu problema com a canibalização de palavras-chave.

E se você gostou do conteúdo acima, que tal conferir também o nosso conteúdo completo sobre como dominar o Google e gerar resultados para sua estratégia de marketing?

Kit Domine o Google

Googlebot

Nova ferramenta do Google mostra o que seu site precisa para rankear melhor!

Fazer otimizações focadas em rankeamento nos buscadores é sempre um grande desafio.

Seria fantástico se o próprio buscador pudesse avaliar o nosso site e nos dizer exatamente aquilo que podemos melhorar para conquistar melhores posições.

Parece um sonho distante, certo?

Porém, o Google está disposto a realizá-lo. O buscador mais usado do mundo acaba de lançar uma nova ferramenta de auditoria para sites.

A ferramenta analisa o seu domínio e mostra os seus pontos fracos e fortes, além de dizer o que e como você pode otimizar o seu site. Ninguém melhor que o Google para dizer o que você precisa fazer para rankear no próprio Google.

Vamos entender melhor o que é essa ferramenta, o seu funcionamento e como ela pode ajudar o seu site/blog:

O que é o Google web.dev

O Google anunciou o lançamento da sua nova ferramenta, ainda em Beta, que faz reports da performance do seu site de acordo com as melhores práticas na Web.

A ferramenta é focada em desenvolvedores, por apontar principalmente melhorias técnicas para otimizar a sua performance.

Segundo o Google: “Com análise e direcionamentos práticos, web.dev ajuda desenvolvedores como você a aprender e aplicar práticas mais modernas da Web para os seus sites e aplicativos.”

Como funciona o web.dev: usando na prática

Ao ver o anúncio, imediatamente fui testar a ferramenta e ver como ela funciona. O resultado foi bem interessante.

Coloquei o site da Rock de teste e o Google apresentou os resultados para:

  • Performance
  • PWA (Progressive Web App)
  • Melhores práticas
  • Acessibilidade
  • SEO

Google Web Dev

Vou explicar o que é cada um desses fatores, mas antes gostaria de destacar alguns benefícios do uso da ferramenta.

Além de mostrar os números de desempenho, o Google faz uma lista com os principais pontos de melhoria no seu site.

E a melhor parte:

Ele define o nível de prioridade (alta, média ou baixa) e deixa um link com um tutorial ensinando você como resolver aquele problema:

Google Web Dev

Clicando no link ele me levou até essa página, que não só explica o problema em detalhes, como também ensina a resolvê-lo.

Google Web Dev: tutorial

Outra opção interessante é a de ver o report completo e até baixá-lo:

Google Web Dev

Ele apresentará uma página completa com a análise de cada um daqueles 5 pilares que ele analisa, mostrando não apenas erros, mas os seus pontos fortes também.

Vejamos alguns detalhes da nossa análise de SEO:

Google Web Dev

Ele analisa a performance no Mobile, Melhores Práticas de Conteúdo e Rastreamento e Indexação.

Como podemos ver, na parte de conteúdo estamos mandando bem em todos os pontos analisados.

Vamos entender então o que é cada um desses 5 pilares:

Performance

Faz uma auditoria analisando as diferentes métricas e momentos de carregamento de uma página, apontando em quais momentos a sua performance pode ser otimizada.

PWA

Para entender o que é um Progressive Web App, acesse aqui!

Resumidamente, aqui o Google vai analisar como os aplicativos utilizados no seu site performam na Web. Por exemplo, um PWA deve ser responsivo, atual, seguro (fornecido via Https), independentes da da conexão dos usuários etc.

Melhores práticas

Analisa tudo, desde o uso de Https ao uso correto de imagens. Práticas que afetam diretamente o seu rankeamento no buscador.

SEO

Auditoria focada especialmente nos principais fatores que fazem que o site seja encontrável, tanto pelos buscadores quanto pelos usuários.

Ele vai analisar desde a indexação até os códigos usados dentro do seu conteúdo.

Aprenda tudo sobre SEO

Acessibilidade

Aqui a ferramenta faz uma análise de todo e qualquer tipo de fator que possa evitar que os usuários consigam acessar os seus conteúdos.

Faça sua própria auditoria

Conselho pessoal, entre na ferramenta, faça auditorias e descubra quais são os pontos de atenção e melhoria dentro do seu site.

Apesar de ser focada em programadores, muitas das correções você pode fazer mesmo sem ter um conhecimento aprofundado em programação.

Aquelas que forem mais complexas, você pode encaminhar com prioridades para o desenvolvedor do seu site para garantir as melhores performances na web.

Segue o link da ferramenta para você começar agora: https://web.dev/

Kit Domine o Google

O que é tráfego orgânico

Entenda o que é tráfego orgânico e por que ele é essencial para sua estratégia online

O Marketing Digital começa com a atração de pessoas. Se você não conseguir trazer o público certo para seus canais digitais, não terá resultados.

Por um bom tempo, as principais maneiras de chamar a atenção de possíveis clientes eram pagas. Mas com o avanço da internet, esse cenário tem mudado para melhor.

Hoje em dia, é possível gerar visitas para um site sem gastar dinheiro algum com anúncios ou compra de listas de e-mails — isso é o que chamamos de tráfego orgânico.

O tráfego orgânico é, com razão, o principal objetivo de muitas empresas que investem na criação de uma estratégia digital de aquisição de clientes.

Quer saber por que tanta gente se preocupa com isso, e como o seu negócio também pode se beneficiar do tráfego orgânico? É só continuar a leitura!

Entenda o conceito de tráfego orgânico

Todas as visitas que um canal digital (como o site ou blog de uma empresa) recebe são chamadas de tráfego.

O tráfego orgânico nada mais é que as visitas conquistadas de maneira espontânea, sem usar anúncios. Geralmente esse tipo de tráfego vem de mecanismos de busca, como o Google e o Bing.

Não dá para dizer, exatamente, que o tráfego orgânico não envolve custo algum, até porque as estratégias para atrair visitas custam dinheiro e levam tempo.

Mas a principal diferença do tráfego orgânico para o pago é que você gasta dinheiro uma vez para colher resultados por muito tempo.

Um artigo de blog que você produzir vai levar tempo e custar dinheiro, mas poderá gerar resultados hoje e daqui a um ano. Enquanto isso, um anúncio dura apenas o tempo que você pagar por ele. 

Saiba quais são os outros 4 tipos de tráfego que você pode gerar

Se você já acessou o painel do Google Analytics alguma vez, deve ter visto vários nomes de tráfego diferentes. O que eles significam?

Basicamente, o tráfego se divide entre pago e orgânico, como explicado acima. Mas os termos usados ajudam a entender de forma mais específica como determinado visitante chegou a cada página.

Além do tráfego orgânico, veja o que significa cada um dos outros nomes:

  • pago: atrair visitantes por colocar anúncios no Google ou sites que a sua audiência costuma acessar;
  • direto: é quando uma pessoa acessa seu site de forma direta, sem vir de outro site. Não deixa de ser uma forma de tráfego orgânico, já que não vem de fontes pagas;
  • social: são os acessos a partir de redes sociais, algo comum no caso de links compartilhados nesses canais, que direcionam tráfego para um site;
  • de referência: quando alguém visita uma página a partir de qualquer site que não seja um mecanismo de busca. É isso que acontece com backlinks para um artigo do seu blog, por exemplo.

Guia Completo do Google Analytics

Veja 5 benefícios de investir no tráfego orgânico

No início do artigo, falamos que o tráfego orgânico se tornou o alvo principal de muitas empresas que resolvem investir em marketing digital. 

Agora é a hora de você entender o porquê. Veja os benefícios que essa estratégia pode trazer para o seu negócio!

1.Custo- benefício

Em primeiro lugar, o tráfego orgânico contribui com a redução de custos da sua estratégia de marketing, se comparado ao uso de anúncios.

Por consequência, a margem de lucro sobre as vendas é maior. Com isso, dá para dizer que a relação custo-benefício do tráfego orgânico é imbatível.

2. Escalabilidade

Anúncios não são escaláveis. A partir do momento em que você parar de gastar com eles, seu tráfego vai diminuir. 

Além disso, o custo para atrair um grande número de visitantes qualificados pode ser inviável. Com o tráfego orgânico, acontece o contrário: quanto mais visitas, menor seu custo.

3. Relevância

O Google mostra quando um resultado é anúncio pago. Assim, os usuários já sabem que a página em questão está tentando vender algo para eles, o que diminui a confiança nas informações apresentadas.

O resultado orgânico, por sua vez, é tido como genuíno e ganha uma credibilidade maior logo de início. 

4. Duração

A duração dos resultados de uma estratégia orgânica não tem prazo de validade

Um único blog post pode gerar milhões em vendas durante um período longo, algo que beira o impossível se for comparado com o custo de manter uma campanha de tráfego pago rodando continuamente.

5. Construção de relacionamento

O tráfego pago tem seu valor, mas é mais indicado para quem deseja fazer uma venda imediata. Para construir relacionamentos próximos e acompanhar os clientes por toda a jornada de compra o tráfego orgânico é a melhor escolha.

É só considerar o que falamos sobre o custo, a confiança dos usuários e a possibilidade de escalar os esforços.

Conheça 3 estratégias focadas em tráfego orgânico para aplicar imediatamente

Se você já está convencido de que o tráfego orgânico é mesmo uma boa estratégia para investir, a única pergunta na sua mente neste momento deve ser “Como conseguir visitas de forma orgânica?”.

E a resposta é: com estratégias apropriadas para isso, como as que mostramos a seguir!

1. Marketing de conteúdo

O Marketing de Conteúdo é um dos pilares do Marketing Digital. A geração de tráfego orgânico, hoje, dificilmente acontece sem algum tipo de conteúdo que interessa à persona.

Por isso, se você quer atrair visitas qualificadas sem precisar recorrer a fontes pagas, aprenda como o marketing de conteúdo funciona e o que precisa fazer para aplicá-lo de forma consistente.

marketing de conteudo primeiros passos

2. SEO

O SEO (Search Engine Optimization) é a otimização de mecanismos de busca. Isso significa tornar seu site mais fácil de ser encontrado pelo Google. 

O SEO, assim como o marketing de conteúdo, é uma estratégia excelente, mas que leva tempo e requer disciplina. Dependendo de como seu site está hoje, muita coisa precisará ser mudada.

Mas não tenha dúvidas de que o esforço vale a pena: um site bem visto pelo Google é forte candidato a gerar tráfego orgânico.

3. E-mail marketing

Construir um relacionamento com as pessoas que acessam seu conteúdo é a única forma de transformar simples visitantes em leads e, mais tarde, em clientes.

O e-mail marketing é um dos melhores canais para cultivar o interesse do seu público cativo com conteúdo atualizado e relevante. 

E, com uma lista de e-mails, é mais fácil direcionar visitas para seu conteúdo do que só com promoção em redes. 

Descubra 5 hacks básicos para potencializar sua geração de tráfego orgânico

Além de estratégias completas focadas na aquisição de tráfego orgânico para o seu site ou blog, existem outras atitudes menores que também são essenciais para o sucesso.

Confira abaixo os 5 hacks básicos que você precisa seguir para impulsionar a geração de tráfego orgânico qualificado da sua empresa.

1. Foco total na persona

Não adianta produzir conteúdo pensando no que o Google considera relevante e esquecer-se da persona. Lembre-se de que quem vai consumir o que você produz são pessoas.

Pense no que a sua persona quer e precisa, aprenda como ela busca respostas para suas principais dúvidas ou problemas e molde seu planejamento com base nesses dados.

Guia para criação de personas

2. Crie uma estratégia para suas palavras-chave

As palavras-chave ainda são muito importantes para ranquear bem nos mecanismos de busca, pois são elas que ajudam esses sites a determinar o que o usuário busca e quais conteúdos atendem melhor à demanda.

A Rock Content mesmo já conseguiu resultados incríveis por melhorar a estrutura das pesquisas de palavras-chave. Não importa o tamanho do seu blog, faça disso uma prioridade desde o início.

3. Capriche na descrição do conteúdo para o Google

O Google permite que um conteúdo apareça de forma diferente na página de busca, a fim de atrair a atenção dos usuários.

Você pode personalizar o título de um artigo ou página, bem como a meta descrição do que a pessoa encontrará se clicar no link.

Otimize seu conteúdo com técnicas de copywriting para persuadir o usuário e aumentar a taxa de cliques. 

4. Publique o mesmo conteúdo em diferentes formatos

É muito importante que o seu conteúdo seja de alta relevância para o público, mas isso não significa que ele precisa ser distribuído em um formato só.

Aliás, é recomendado que você modifique uma peça de conteúdo para publicá-la em diferentes formatos. O mesmo material pode ser usado como:

Cada formato desses pode ser publicado em canais que gerem tráfego orgânico. 

5. Gaste tanto tempo na promoção quanto na produção do conteúdo

A dica acima tem tudo a ver com esse ponto, pois não deixa de ser um grande esforço de promover o mesmo conteúdo em várias fontes diferentes de tráfego.

Faça isso com cada peça de conteúdo que produzir. Se criar um vídeo, porque publicá-lo em um lugar só? Publique no YouTube, Vimeo, Facebook, IGTV e no seu próprio site. 

Invista tempo promovendo seu conteúdo. Quanto mais fizer isso, mais pessoas encontrarão sua mensagem e entrarão em contato com a sua marca, sem que você precise usar anúncios.

O tráfego orgânico exige tempo, pesquisa e regularidade na produção de conteúdo que gera valor para a persona. Mas todo o trabalho vale a pena, pois traz resultados consistentes, escaláveis e de longa duração.

Agora é só colocar a mão na massa e aplicar as dicas que você aprendeu aqui. E se quiser aprender ainda mais, não deixe de conferir o nosso conteúdo completo sobre como dominar o Google!

Kit Domine o Google

Melhores ferramentes de SEO

Conheça as 7 melhores ferramentas de SEO para monitorar a performance do blog

Uma rotina de blog é baseada na velocidade.

A todo tempo é necessário realizar as tarefas com agilidade e elas não são poucas: planejamento, produção e revisão de conteúdo, otimizações de SEO, postagem frequente, atualização de conteúdo e busca de palavras-chave são apenas algumas delas.

No entanto, é preciso fazer tudo isso e ainda manter a qualidade para se destacar no mercado.

Em meio a tantas informações, será que é possível analisar a estratégia do blog?

E a resposta é sim! Não só é possível, mas também é necessário monitorar a performance do seu blog e entender quais resultados seus esforços estão gerando.

Afinal, é isso que vai possibilitar que você entenda quais os próximos passos a serem tomados. Pensando nisso, elaboramos esta lista com ferramentas que podem ajudar você nessa tarefa.

Siga a leitura e entenda como tirar o melhor de cada uma delas.

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1. Google Analytics

A primeira ferramenta que devemos citar aqui é o Google Analytics, indispensável para qualquer empresa que tenha um blog.

Isso porque ele oferece um panorama completo das principais métricas, além de permitir uma visualização comparativa por tempo, gráficos excelentes, ser bastante intuitivo, dados da audiência e ainda permitir a configuração de metas, o que permite acompanhar a conversão.

Ferramentas de Análise de blogs: Google Analytics

Dentre as métricas possíveis de acompanhar, as que são mais importantes em uma rotina de blogs são:

  • URLs mais acessadas em um determinado período;
  • número de sessões diário, semanal e mensal;
  • tempo de permanência médio e para as principais URLs;
  • bounce rate médio e para as principais URLs.

Além disso, ele permite a aplicação de filtros para comparação dos dados, o que facilita o acompanhamento da performance de acordo com o tempo e objetivo.

Se você ainda não usa a ferramenta para acompanhar a performance do seu blog ou quer aprender como extrair o melhor dela, confira este material completo sobre o Google Analytics.

O guia completo do Google Analytics Ebook

2. Google Search Console

Outra ferramenta do maior buscador do mundo, o Search Console tem grande valor para profissionais de SEO.

Ele permite acompanhar dados relevantes para blogs, mas também corrigir erros e demandar indexação mais rápida.

Dentre os recursos disponíveis, os que merecem destaque quando o assunto é performance de blog são:

  • Search queries: indica o que as buscas que levaram os usuários até seu blog;
  • Sitelinks: links indesejados para o blog;
  • Web crawling errors: informa sobre erros encontrados pelo buscador nas suas páginas.

Ferramentas de Análise de blogs: Google Search Console

É claro que existem diversas outras funções, mas essas, sem dúvidas, devem fazer parte da rotina de profissionais de SEO que querem ver um bom desempenho em seus blogs.

Para aprender mais sobre a ferramenta e entender melhor cada um de suas funcionalidades, não deixe de conferir este guia completo!

3. SEMrush

O SEMrush é uma das principais ferramentas quando o assunto é SEO e pesquisa de palavras-chave, mas você sabia que ele também é um ótimo recurso para monitorar seu blog?

Em primeiro lugar, basta digitar seu domínio para ter acesso a dados essenciais em uma estratégia de SEO, como:

  • principais palavras-chave que trazem tráfego para o blog;
  • para quais palavras-chave seus conteúdos estão rankeando;
  • custo estimado de PPC de acordo com o tráfego orgânico;
  • número e análise de backlinks.

Todas as informações são apresentadas em tabelas detalhadas, que fornecem diferentes informações, e/ou gráficos muito interessantes e de fácil acompanhamento.

Mas o SEMrush não se limita aos dados do seu blog, afinal, ele é uma ferramenta de análise de concorrência. Por isso, os dados que ele oferece sobre outros blogs e comparativos possíveis de se fazer entre eles e o seu domínio.

É possível comparar número de palavras-chave, tráfego, posições orgânicas, dentre outras informações, novamente com tabelas e gráficos.

Ferramentas de Análise de blogs: SEMrush

Assim, é possível investir esforços em superar a concorrência, além de conseguir insights valiosos.

Se você quiser aprender mais sobre a ferramenta e como usá-la em sua estratégia de SEO, confira este tutorial completo do SEMrush que fizemos!

Dossiê das Palavras Chaves

4. MozBar

A MozBar é uma extensão para navegadores gratuita (em partes) disponibilizado por uma das maiores referências em SEO do mundo.

Ela dá uma nota de 0 a 100 para domínios e páginas específicas. Assim, quanto mais alta a nota, melhor e mais confiável aquele domínio é.

Ferramentas de Análise de blogs: MOZbar

Essa nota é baseada em diversos fatores, como número e confiabilidade de backlinks, posições orgânicas e consistência do blog.

Assim, em sua estratégia de SEO, é sempre importante acompanhar a nota que a ferramenta dá para seu domínio e comparar com seus principais concorrentes.

Embora não exista uma receita do que fazer, boas práticas de SEO podem levar ao aumento progressivo do valor.

5. Screaming Frog SEO Spider

Essa é uma ferramenta valiosa por fazer uma auditoria completa de SEO identificar erros de otimização de forma automatizada em múltiplas URLs, facilitando o trabalho dos profissionais que lidam com blogs todos os dias.

Erros de SEO podem prejudicar o domínio e afetar o rankeamento, assim, os profissionais podem atuar de forma mais acertada com a ferramenta, já que os erros são identificados e o trabalho de corrigir fica a cargo do profissional.

Ferramentas de Análise de blogs: Screaming Frog

A ferramenta é bastante intuitiva e disponibiliza uma versão gratuita com limitações.

6. Majestic SEO

O Majestic SEO é uma ferramenta dedicada a análise de backlinks. Ele pode ser usado de forma gratuita para profissionais que desejam analisar o próprio site, mas para avaliar outros domínios é necessário assinar um dos planos disponíveis.

A ferramenta oferece algumas métricas interessantes para acompanhar. Dentre as principais que são úteis para analisar o desempenho do blog, podemos citar:

  • número total de backlinks;
  • principais domínios de referência;
  • principais páginas referenciadas;
  • principais âncoras usadas.

A Majestic também é responsável por duas métricas muito importante usadas por SEOs de todo o mundo para definir a qualidade de um domínio, especialmente para definir prioridades de link building.

As métricas são:

Trust Flow: uma métrica que mostra o nível de confiança e autoridade que um domínio possui.

Citation Flow: métrica calculada de acordo com o número de citações (links) recebidas por um domínio na internet.

Ferramentas de Análise de blogs: Majestic

Ainda não sabe a importância dos backlinks para sua estratégia de SEO e como essa ferramenta pode ser útil na análise deles? Então confira este post com tudo sobre Backlinks!

7. Google Page Speed Insights

Para finalizar esta lista, trouxemos o Google Page Speed Insights, ferramenta bastante intuitiva que tem o intuito de avaliar o tempo de carregamento de um domínio, como o nome indica.

Como você deve imaginar, o tempo de carregamento é um fator muito importante, tanto do ponto de vista do usuário, que tem pressa e é cada vez mais exigente, quanto do buscador, que entende essa necessidade do usuário e busca promover a melhor experiência.

Portanto, você pode usar essa ferramenta para conferir o desempenho do seu blog e garantir uma melhor experiência para o usuário. O tempo de carregamento e responsividade são essenciais.

Ferramentas de Análise de blogs: Page Speed Insights

Ferramentas são essenciais para uma boa estratégia de Marketing Digital. Afinal, elas permitem que o profissional tenha embasamento e faça um bom acompanhamento dos seus esforços, o que resulta em um melhor desempenho ao longo do tempo.

Que tal descobrir mais ferramentas que podem ajudar na rotina de marketing da sua empresa? Confira este post com 51 ferramentas de marketing!

Como fazer SEO para landing pages

Como fazer SEO para Landing Pages: checklist completo!

É impossível falar de Marketing Digital sem pensar em metas. Por isso, todos que trabalham na área precisam entregar resultados capazes de gerar maiores oportunidades de negócio para a empresa.

Contar com landing pages (também conhecidas como páginas de captura) dentro da sua estratégia de Marketing de Conteúdo é uma das formas de conseguir isso.

Mas antes de qualquer coisa, é preciso saber também como fazer SEO para landing pages.

Para que você aprenda hoje mesmo a criar landing pages incríveis que conquistem as primeiras posições nos motores de busca, escrevemos este artigo. Acompanhe!

O que são landing pages?

Uma landing page é uma página que permite capturar as informações de um visitante por meio de um formulário de lead.

Assim, um visitante que chega a uma landing page será direcionado para um fluxo de nutrição, isto é, uma ação de email marketing capaz de engajar essa pessoa a ponto de despertar interesse pelas ofertas da sua empresa.

Observe um exemplo de LP que fizemos sobre Marketing no Facebook:

SEO para landing pages

E antes que você esteja se perguntando sobre o que torna uma landing page mais efetiva do que um site no sentido de captar oportunidades de negócio?

Confira a nossa lista de motivos:

Landing pages atraem um tráfego mais qualificado

Por meio de LPs, você pode fazer com que seus visitantes executem ações específicas.

Por isso, enquanto um site tem diversas seções que podem distraí-los, uma página de captura permite que eles fiquem concentrados em ler o conteúdo e preencher o formulário que os transformarão em leads.

Landing pages entregam valor

Se a sua oferta for de grande valor para o seu público, eles certamente preencherão o formulário com a informação de contato que o seu time de marketing, e o de vendas, tanto procuram.

Por isso, é importante que as suas landing pages sejam voltadas a assuntos de interesse da sua persona, pois isso motivará o seu público a visitá-las.

Quanto mais leads você gerar a partir delas, maiores serão as chances de conversão em oportunidades de negócio.

Guia para criação de personas

Faça landing pages que sejam curtas e objetivas

Quanto mais tempo você fizer os seus visitantes passarem na sua landing page, menores serão as chances de convertê-los em leads.

Parece contraditório, visto que o tempo de permanência em um site pode engajar mais o seu público, mas o mesmo não funciona para páginas de captura.

Por isso, crie páginas que sejam curtas e objetivas. Se a intenção for fazer a pessoa baixar um e-book, fale brevemente sobre o que ela poderá conferir ao baixar o material, seguido pelo formulário para fazer o download. Menos é mais.

O que é SEO?

SEO é a sigla de Search Engine Optimization, ou seja, é um conjunto de técnicas aplicadas em sites com o objetivo de ter um bom posicionamento nos resultados de mecanismos de busca como o Google.

Esse tipo de estratégia é essencial se o seu negócio é ganhar visibilidade na web, ter mais visitantes em seu site e, portanto, maiores chances de conseguir clientes.

Afinal, ter um site otimizado para SEO faz com que ele consiga obter as primeiras posições nos resultados do Google. Isso é importante porque 90% das pessoas clicam nos resultados que aparecem na primeira página.

Ao iniciar ações de SEO, você verá melhorias no posicionamento da sua página a partir das palavras-chave vinculadas a ela, além de ter mais visitas e conversões.

Por meio do SEO possível:

  • conseguir grande quantidade de tráfego qualificado;
  • potencializar a quantidade de conversões nas páginas;
  • conquistar os status de autoridade em determinado assunto.

Assim, seja qual for o seu objetivo, tudo começa no momento em que uma pessoa faz uma pesquisa no Google, encontra você nos resultados da pesquisa orgânica e acessa seu site.

O que é SEO para landing pages?

As landing pages construídas a partir de técnicas de SEO são otimizadas para mecanismos de busca de modo a torná-las atraentes para os algoritmos que decidem quais páginas devem ou não aparecer nos resultados.

Como as páginas de captura são curtas, algumas pessoas costumam pensar que não é necessário otimizá-las para o Google e outros buscadores.

Levando em conta que vemos muitas landing pages sendo divulgadas via mídia paga para atingir um objetivo em curto prazo, esse pensamento até pode fazer sentido, mas ele não está certo.

Até porque, campanhas podem trazer resultados em dias ou semanas, enquanto estar presente nos resultados orgânicos de busca pode fazer com que a sua empresa continue gerando leads, mesmo após o fim das campanhas, graças ao SEO.

Como fazer SEO para landing pages?

Agora que você sabe a importância que o SEO tem para landing pages, vamos à parte prática. Confira aqui o checklist que preparamos para que você também possa fazer as suas.

1. Escolha bem as palavras-chave

A palavra-chave em foco para a landing page é o primeiro passo que deve ser dado. Para isso, leve em conta o estágio do funil de vendas em que a persona que você quer atingir se encontra.

Caso ela esteja no topo ou meio do funil, páginas que oferecem guias e dicas de como fazer ações que resolvam determinados problemas podem funcionar.

Por outro lado, quem está no fundo do funil, normalmente, tem interesse em saber mais sobre a sua oferta, tal como descrição do produto ou serviço, preço, desconto, facilidades para fazer a compra, etc.

Evite usar palavras-chave head tail, porque elas são genéricas e fazer a sua landing page competir com sites e blogs de conteúdos mais aprofundados é difícil.

Por isso, aposte nas palavras long tail que apresentam um volume de busca menor, mas captam visitantes mais qualificados.

Palavra-chave para SEO em landing pages

2. Desenvolva um bom conteúdo para landing pages

O conteúdo é rei e a sua landing page deve fazer parte desse reinado. Assim, além de produzir um texto incrível que atraia a sua persona, ele também precisa estar adequado ao algoritmo dos buscadores.

Portanto, embora usar as palavras-chave certas em pontos estratégicos do conteúdo seja importante, o foco principal deve ser a relevância do conteúdo para o seu público e a experiência que ele terá ao lê-lo em sua landing page.

Por fim, embora conteúdos com maior quantidade de palavras tenham mais chances de ter um bom ranqueamento, o mesmo não se aplica às landing pages. Como ressaltamos, muito texto pode prejudicar a sua taxa de conversão.

Exemplo de SEO para landing pages

3. Faça link building das suas landing pages nos seus conteúdos

Se você tem posts no blog que falam sobre o assunto tratado na sua landing page, faça links para ela dentro desses conteúdos.

Afinal, link building contribuem para o SEO da LP, pois o Google identifica que diversas páginas estão apontando-a aos seus visitantes.

Por outro lado, se a sua intenção for gerar conversão em cliques, é sugerível fazer banners e inseri-los dentro dos posts de modo a convidar as pessoas que os visitam a acessarem a sua landing page e, assim, aumentar as chances de convertê-las.

4. Dê atenção aos conteúdos visuais

É fundamental que a sua landing page conte com uma imagem principal ou vídeo para ter um maior apelo de conversão. Por isso, invista parte do tempo de criação da LP para a busca e escolha de um bom conteúdo visual.

Ao subi-lo, não esqueça de inserir o alt text que traga a palavra-chave principal, pois isso pode ajudar no seu ranqueamento.

Além disso, opte por conteúdos que carreguem rapidamente.

No caso de imagens, não se esqueça de comprimi-las usando ferramentas como o JPEGmini e TinyPNG podem ajudar.

SEO para landing pages com imagens

5. Use templates que sejam mobile friendly

De acordo com o Google, buscas feitas por celulares superam as que são realizadas via desktops em alguns países.

Como o objetivo do Google é entregar uma experiência cada vez melhor para o usuário, páginas que sejam responsivas para dispositivos móveis recebem um melhor ranqueamento.

Como estamos falando sobre como fazer SEO para LPs, ter um template que seja mobile friendly é essencial.

Veja como ficaria parte do visual de uma LP em mobile:

SEO para landing pages mobile friendly

6. Certifique-se que a sua landing page seja rápida

O Google anunciou este ano que os sites devem carregar em aproximadamente 2 segundos — e não pense que isso é um critério estabelecido pelo Google, mas, sim, pelo comportamento de seus usuários.

Afinal, todos nós acessamos o Google e outros buscadores e uma coisa é certa: se um site demora muito tempo para carregar, o fechamos e partimos para outro.

Quando falamos de marketing digital, cada segundo conta para prender a atenção do visitante e três segundos podem ser o suficientes para você perdê-lo para o concorrente cuja landing page é mais rápida.

Para saber se o seu site está carregando dentro da velocidade adequada (sobretudo em dispositivos móveis), use esta ferramenta. Caso o resultado não seja positivo, considere o uso de um AMP.

Como você pôde ver, desenvolver SEO para landing pages pode ser desafiador, ainda mais levando em conta que o Google tem mais de 200 critérios de ranqueamento.

Por isso, não deixe de conferir também o nosso relatório completo sobre tendências de SEO!

CTA SEO Trends 2018

Como recuperar posições no Google

Aprenda como recuperar posições que você perdeu no Google e como nunca mais perdê-las!

Mais difícil do que alcançar o topo do Google, é se manter lá!

Muitos acreditam que alcançar a primeira posição nas páginas do buscador é cumprir o seu grande objetivo. Ledo engano.

O impacto que um bom posicionamento nas SERPs traz para o seu site/blog está diretamente relacionado ao tempo que ele permanece lá.

Se você já acompanha o blog há um tempo já deve ter me visto falando que o Google é um verdadeiro campo de batalhas.

E uma certeza que você pode ter é que todo mundo que está abaixo de você, está doido pra assumir o seu lugar.

Campo de batalha representando o primeiro lugar do Google

Além disso, as páginas de resultados estão em constante mudança e as posições se alternam bastante.

Portanto, ter uma estratégia de recuperação de posições é fundamental para você ter sucesso na sua estratégia de SEO.

No conteúdo de hoje eu vou explicar como eu faço aqui na Rock para garantir que as nossas eventuais quedas sejam sempre momentâneas.

Confira!

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Qual o tamanho do seu problema

Esse conteúdo poderia ser facilmente dividido em dois. Mas não sou o tipo de pessoa que gosta de tirar uma dúvida e te deixar com outra.

Por isso neste post eu vou destacar as duas situações comuns em que você precisará recuperar posições no Google.

  1. Você perde posição para uma ou mais palavras-chave fundamentais para você;
  2. Sua página sumiu do Google. Não está aparecendo nem na terceira página (também aplicável a uma ou mais páginas).

A primeira situação é um pouco mais simples de ser resolvida.

A segunda já exige um diagnóstico mais completo para identificar a raiz do problema. A página pode ter sumido por diversos motivos.

Vou ensinar primeiro como agir na situação 1. E depois vou explicar como lidar com a situação 2.

Isso, porque, após diagnosticado o problema na 2, o plano da 1 servirá tranquilamente para você aplicar e recuperar as posições que você perdeu.

Perdi posições! E agora?

Como eu falei, a guerra é constante e as variações são absolutamente normais.

Já aconteceu muitas vezes com a gente aqui na Rock. Já perdemos posições e tivemos que recuperar, assim como já roubamos posições de muita gente também.

Atualmente estamos com um saldo bem positivo.

Inclusive já perdemos posição para a nossa principal palavra-chave: “Marketing Digital”.

Uma dessas vezes foi na época do nosso clássico case “Obrigado Neil Patel”, em que ele roubou nossa posição e nós rankeamos em primeiro para o nome dele.

O GIF abaixo representa como foi o período em que o Patel e outros concorrentes que chegaram ao topo para essa palavra-chave:

Portanto essa variação é normal. Não foi a primeira vez que perdemos e nem será a última.

E para ser sincero, eu acho bom quando acontece.

Como recuperar posições no Google

É sério!

Perder posições nos tira do lugar-comum, faz a gente perceber que o que nos levou para o topo, não é suficiente para manter lá.

Gera aprendizado e crescimento. E com certeza, perder posições me tornou um profissional muito melhor.

A além do mais, ganhar de ninguém não tem graça nenhuma!

Jogar contra ninguém

É incrível olhar para a SERP e ver que estamos na frente de concorrentes (de palavra-chave) de peso como a Resultados Digitais ou Neil Patel.

Por isso, o risco de ter que recuperar posições no Google constantemente é grande!

O mais importante é saber exatamente como reagir quando essas situações acontecerem. Então vamos ao passo a passo de como você deve agir quando você perde sua amada posição.

1. Entender “o que ele tem que eu não tenho”?

A primeira coisa que eu faço quando eu perco uma posição é entender o porquê.

O que o meu concorrente tem que eu não tenho? O que o Google viu nele? Por que ele é mais digno de conquistar essa posição de honra do que eu?

Alguns dos motivos que podem ter influenciado diretamente:

É importante que você faça uma comparação bem crítica para identificar os principais pontos de melhoria.

Se você conseguir identificar algum ponto principal, corra para melhorá-lo. O importante aqui é entender que no primeiro momento, antes de aplicar as práticas a seguir, você deve fazer um diagnóstico do seu problema.

Inclusive, esse diagnóstico será fundamental para você determinar quais práticas você deve priorizar.

Dito isso, a partir de agora, elas não estão em uma sequência obrigatória de execução.

2. Atualizar o conteúdo

Se você perdeu posições, é possível que essa perda aconteceu porque o seu concorrente responde melhor a busca do usuário do que o seu conteúdo.

Portanto a atualização se faz necessária.

Nesse ponto cabe um novo diagnóstico que não deve ser limitado apenas aos concorrentes que estão à sua frente.

O ideal é que você analise todos os conteúdos que estão na primeira página. Observe:

  • Títulos dos concorrentes;
  • Meta Description;
  • Tópicos abordados dentro do conteúdo;
  • Tamanho do Conteúdo;
  • Uso de mídias (vídeos, imagens, infográficos);
  • Informações que podem estar desatualizadas no seu conteúdo;
  • Estrutura do post.

Outra dica é usar a busca avançada do Google para conferir os conteúdos que rankeiam para essa busca em outros idiomas, criando mais ideias de como otimizar o seu conteúdo:

Basta acessar as configurações e selecionar um idioma e até um país para fazer um benchmark.

Como recuperar posições no Google: pesquisa avançada no Google

Quer aprender tudo sobre atualização de conteúdos? Baixe o nosso guia completo sobre o assunto!

Intenção do usuário

Escrevi um conteúdo com o Guia com (quase) tudo que eu faço quando quero rankear em primeiro para uma palavra head tail.

Responder a intenção do usuário é provavelmente o principal fator dentro de um conteúdo.

Para identificar a intenção por trás de uma busca você precisa observar a página de resultados, afinal, se os conteúdos estão na primeira página o Google considera que eles respondem a busca feita.

Dois exemplos que gosto muito:

Repare a página de resultados para a busca “Inbound Marketing

Como recuperar posições no Google: SERP de Inbound Marketing

Todos os conteúdos que rankeiam nas 5 primeiras posições são focados em explicar o que é o Inbound e como aplicar a estratégia.

Ou seja, se uma pessoa quiser rankear para Inbound Marketing, o conteúdo precisa responder essas questões para o leitor.

Agora vamos ao outro exemplo, o que você acha que uma pessoa que busca por “cachorros fofos” quer encontrar no Google?

Como recuperar posições no Google: SERP para cachorros fofos

Imagens!

Perceba que o Google já responde a busca com imagens. Ou seja, seria praticamente impossível você rankear para essa busca com um conteúdo que não possua vídeos ou imagens de cachorrinhos fofos.

Esse pode ser o problema que causou sua perda de posições. Portanto identifique se você responde à intenção do leitor.

Técnicas de escrita:

Outros fatores importantes para você atualizar no seu conteúdo são algumas técnicas de escrita, que ajudam a otimizar e manter o leitor mais tempo dentro do seu post.

Esse é um dos principais sinais da qualidade do seu conteúdo para o Google.

Entre as boas práticas de escrita para melhorar a avaliação dos seus posts estão:

  • Escaneabilidade;
  • Frases de Conexão (Bucket Brigade): são frases que estimulam os leitores a permanecerem engajados no conteúdo como: “e não é só isso”, “vamos à melhor parte” etc;
  • Intertítulos que apresentam benefícios claros para o leitor;
  • Fórmula APP: fazer uma introdução completa que convença o usuário a ler todo o conteúdo. Você concorda com dor dele (Agree), promete os benefícios de ler o conteúdo (Promise) e dá uma prévia de como ele conquistará isso (Preview).

Se você quiser aplicar essas técnicas, confira esse meu outro post completo onde ensino e mostro cada uma delas aplicada para você fazer um excelente conteúdo para blog!

Ebook Copywriting

3. Melhore os seus títulos

Há quanto tempo você não revisa os títulos dos seus conteúdos?

Você tem testado mudanças e comparado a taxa de cliques (CTR) entre eles?

Pois bem, fica aqui um conselho necessário para a recuperação de posições: otimizar o seu SEO Title!

Muitas vezes criamos os nossos conteúdos, escolhemos um título e deixamos ele eternamente do mesmo jeito.

O que é um erro grave.

Primeiro porque o CTR é um importante fator de rankeamento, afinal, se as pessoas não clicam no seu título, passam a mensagem que ele não responde à intenção da busca deles.

Se o seu conteúdo não possui uma boa taxa de cliques para a posição que ele está, a tendência é que ele perca posições.

Em segundo lugar, o SEO Title é a primeira impressão que uma pessoa terá ao encontrar o seu conteúdo.

Como recuperar posições no Google

Definitivamente, você quer que esse primeiro encontro desperte o interesse do leitor conhecer melhor o seu conteúdo e ler o que você tem a dizer.

Enfim, queria mostrar inicialmente a importância do CTR, agora vou mostrar como eu faço otimizar ele:

Melhorando o CTR com o Google Search Console

Essa é uma das minhas funções preferidas do GSC. A ferramenta permita que você identifique exatamente as pesquisas feitas quando as pessoas clicaram no seu conteúdo.

Para isso você precisa acessar o Search Console e selecionar a parte Desempenho:

Como recuperar posições no Google: Search analytics Google Search Console

Você terá as seguintes opções para fazer uma análise dentro do seu site/blog:

Como recuperar posições no Google

Em um primeiro momento, vamos selecionar a aba “Páginas” para escolher uma página específica que você queira otimizar o CTR.

No caso, o conteúdo que você precisa recuperar posições.

Como recuperar posições no Google

Dessa vez vou usar o post “Marketing Digital” como exemplo.

O meu case preferido com esse Hack é o do “4 Ps do Marketing” que você conferir no meu conteúdo com Hacks avançados de Conteúdo!

Como eu já usei ele de exemplo, optei por outro conteúdo agora.

Após selecionar a página escolhida, volte para a aba consultas:

Como recuperar posições no Google

As consultas mostram a intenção de busca dos usuários, e você pode usar elementos no seu título para estimular os cliques e ampliar o seu CTR.

Além disso, usar esses termos pode melhorar o seu rankeamento para aquela consulta específica.

Eu usei os elementos “tudo sobre” e “marketing online” no meu título para estimular mais cliques e rankear para essas consultas específicas.

Agora veja a SERP para a busca “Marketing Digital”:

Como recuperar posições no Google

Observe quantos desses conteúdos também usa “Marketing online” no seu título.

Pois é! Nenhum.

Mas vamos a melhor parte.

Vamos agora observar a página de resultados para a busca “Marketing Online”

Como recuperar posições no Google

Perceba que o único resultado igual é o primeiro! No caso, o nosso.

Apesar do Neil Patel ainda ser o segundo, ele está rankeando com um post diferente. Eu sinceramente não vejo necessidade dois conteúdos quando eu posso rankear com 1 para as duas SERPs.

É claro que não foi o único fator para rankearmos em primeiro para as duas buscas. Porém, como fica nítido nesse exemplo, o título teve grande influência.

Viu só a importância que os títulos têm para o rankeamento de um post?

Agora, quando perder posições, pode ter certeza que esse é um dos principais fatores para você recuperá-las.

Nota: esse é um dos Hacks avançados que ensino em um outro conteúdo. Se você quiser conhecer macetes para otimizar seus resultados confira o post completo: Hacks avançados de Marketing de Conteúdo e SEO!

CTA de download para o kit: Domine o Google

4. Revise a sua linkagem interna

Um bom trabalho de linkagem interna é fundamental para mostrar para o Google a relevância do seu conteúdo.

Busque pela palavra-chave internamente no seu blog e encontre conteúdos em que você deixou a oportunidade passar.

Na linkagem interna é fundamental você pensar também nos próximos passos que o seu leitor vai dar. Então faça links estratégicos.

Outro fator interessante é lembrar que o texto âncora não é tão relevante quando se trata de link interno. Então você pode usar a criatividade e fazer links chamativos e que atraiam cliques.

Por exemplo: conheça as melhores práticas de rankeamento no Google

Esse link vai para a nossa página SEO. Se fosse externo, preferiria que o âncora fosse direto. Mas, como é interno, eu prefiro convencer o leitor a clicar, fortalecendo o conteúdo de destino.

Uma outra dica inicial é fazer um link direto da “Home” para as suas páginas mais importantes.

A “Home” é a página mais importante do seu site e quanto mais curto for o caminho para a pessoa alcançar as suas páginas mais relevantes, o Google entenderá como páginas de maior valor.

A Resultados Digitais faz isso muito bem na sua Home:

Como recuperar posições no Google: Home da Resultados Digitais

5. Posts Satélites

Diretamente ligada à prática anterior de linkagem interna, está a produção de novos posts satélites.

Os posts satélites são conteúdos relacionados a um tema principal, geralmente focados em uma palavra-chave long tail e que fortalece uma palavra head tail.

Por exemplo: Marketing Digital.

Essa é uma KW com um altíssimo volume de busca e com uma competitividade enorme na página.

Além de criar um conteúdo completíssimo é fundamental que você crie conteúdos sobre temas diretamente relacionados para fortalecer o post principal, por exemplo:

  • Cursos de Marketing Digital;
  • Plano de Marketing Digital;
  • Livros de Marketing Digital.

Encontrar essas long tails que você ainda não tenha explorado, pode ser um ótimo caminho para recuperar posições no Google que você perdeu. Uma vez que esses posts satélites, devidamente linkados, fortalecem o seu conteúdo pilar.

Para identificar essas oportunidades você pode conferir as consultas naquela página específica pelo Google Search Console (mesmo processo que fizemos para melhorar o CTR) ou usar uma ferramenta de palavras-chave.

Por exemplo, usando o KW Magic Tool do SEMrush eu encontrei as seguintes oportunidades de conteúdo:

Como recuperar posições no Google

Você pode usar uma ferramenta gratuita como o Ubersuggest. Temos um conteúdo com as melhores ferramentas de palavras-chave, confira!

Ao encontrar essas oportunidades que você ainda não explorou, crie conteúdos e faça o link diretamente (de preferência o primeiro link do post) para a post pilar.

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6. Priorize backlinks para essa página específica

Se você já toca uma estratégia de conteúdo há tempo suficiente para se preocupar com perda de posições, muito provavelmente já tem uma estratégia de backlinks.

Se ainda não tem, você precisa começar uma.

Quando você perde uma posição, especialmente de palavras chaves para o seu negócio (adjetivo, não escrevi sem hífen não hehe), você precisa priorizar esse termo nas suas campanhas de link building.

Por exemplo, você vai trocar 5 guest-posts naquele mês, certifique-se que a palavra que você precisa recuperar receberá um link em cada um desses conteúdos.

E o mais importante, priorize para que ele seja o primeiro link a aparecer naquele guest. Lembre-se que os links possuem hierarquia dentro das páginas, sendo o primeiro o que recebe maior autoridade e assim sucessivamente.

Faça um alerta para essa palavra-chave específica

Uma importante forma de conquistar backlinks é a partir de menções não linkadas às suas palavra-chave.

Acesse o Google Alerts, e crie um alerta para a palavra específica que você precisa recuperar.

Como recuperar posições no Google: Google Alerts

Você pode configurar o alerta de acordo com as suas preferências.

Sempre que algum site citar essa KW, você receberá um email avisando:

Como recuperar posições no Google

Caso seja pertinente, você pode abordar o dono da menção dizendo que possui um conteúdo completo sobre o tema e que pode ser um complemento interessante para o leitor dele.

Troque links

“Não é bom que o homem esteja só” e você, com certeza, tem bons parceiros e até clientes que podem ajudar você nesse tipo de situação.

Se você tem um conteúdo de qualidade e o seu parceiro também, essa troca de links se faz de forma natural.

Tenha uma abordagem sincera, dizendo que você precisa de links para esse post específico abrindo portas para um favor em retorno.

Uma dica, nunca simplesmente peça um link: “preciso de um link para: X”.

Mas encontre um conteúdo no site/blog do seu parceiro que faça sentido (e que seja possível inserir um link) e mostre que você já encontrou uma boa oportunidade para ele fazer.

Dessa forma você facilita o trabalho da pessoa, não criando a necessidade dela procurar no próprio blog oportunidades para fazer um link para o tema específico que você precisa.

Identifique links que os seus concorrentes têm e você não

Uma das melhores formas de recuperar posições no Google é conquistando exatamente aquilo que pode ter tirado você do topo.

Se o seu conteúdo já é melhor que o do seu concorrente, você precisa de autoridade e links para confirmar isso.

E nada melhor que “roubar” aquilo que ele tem e você não tem.

Vou ensinar como faço o processo usando o SEMrush (você pode procurar outras opções pagas e gratuitas também, como o Linkminer):

Para exemplo prático, vou usar as URLs dos principais concorrentes da SERP de “Digital Marketing” nos Estados Unidos.

Como recuperar posições no Google

A Hubspot está em primeiro lugar seguido da Marketo. Ambas as empresas são gigantes.

Será o que perfil de backlinks está influenciando diretamente as posições? Vamos fazer uma análise:

Primeiro vamos acessar a opção “Lacuna nos Backlinks” na barra de ferramentas do SEMrush.

Lacuna dos Backlinks no SEMrush

Você terá a opção de colocar até 4 concorrentes de uma vez para comparar o perfil dos seus backlinks.

Lacuna nos Backlinks: SEMrush

Basta você colocar as duas URLs que quer comparar.

Repare os detalhes que destaquei ali. A opção padrão é “Domínio raíz”, o que faria uma comparação de todos os backlinks do domínio.

Isso também é uma ótima estratégia, mas como nosso foco é recuperar uma página específica, vamos selecionar a opção URL e colocar a URL da página e não do domínio.

O resultado obtido foi esse:

Lacuna dos Backlinks no SEMrush

Eu não sei quanto a você, mas na minha humilde opinião os 40.000 Backlinks a mais que a Hubspot recebe devem estar influenciando diretamente na sua primeira posição no Google.

Mas a melhor parte está um pouco mais abaixo:

Análise de backlinks no SEMrush

O SEMrush apresenta quais são os domínios específicos que estão linkando para o seu site e para o site do seu concorrente.

A coluna azul mostra a Autoridade dos Domínios. Veja só quantos domínios com autoridade acima de 80 (que é excelente) que fazem links para a Hubspot e não fazem para a Marketo.

Vamos observar o domínio Kinja, que envia 31 links para a Hubspot e nenhum para a Marketo:

Como recuperar posições no Google

A melhor parte é que eu posso ver exatamente como esse backlink foi feito. Basta clicar no número 31 e eu verei outra página, mostrando exatamente de onde vem o link:

Lacuna de Backlinks

Texto âncora, dados e principalmente a URL exata de onde vem o link.

Todos os dados que eu preciso. Daí basta acessar a página que faz o backlink para entendermos melhor a oportunidade.

Roubando backlinks

O link não poderia ser melhor. E não vem de um guest post, mas é um backlink natural (pelo menos aparentemente, não sabemos os bastidores, né!?).

Isso mostra como o site prospectado possui uma grande disposição a fazer backlinks para bons conteúdos. O que abre uma série de possibilidades para a Marketo também receber links do domínio.

Essa prática é uma das melhores oportunidades para tornar o seu perfil de backlinks melhor que o do seu concorrente. Você conquista novos domínios e evita que ele receba links que você não tem.

Só a título de curiosidade, já que o perfil da Hubspot foi covardia com esse número absurdo de links, observe a comparação da Marketo (2º) e do Neil Patel (4º):

Backlinks no SEMrush

Novamente vemos como o perfil de backlinks influencia diretamente no rankeamento.

Essa é sem dúvidas uma das práticas mais importantes na recuperação de posições.

Analise Concorrentes Digitais

7. Otimize sua Meta description

Mais negligenciado que o SEO Title é a meta description.

Tudo bem, eu sei que você faz uma meta descrição, mas você já fez testes com ela? Quantas vezes ela foi modificada desde a postagem do seu conteúdo?

A ideia aqui é seguir o mesmo padrão que fizemos com o SEO Title. Comparar com todos os concorrentes, identificar a intenção do usuário e destacar o principal benefício da leitura do seu artigo.

Lembre-se, a meta description é focada em cliques! O objetivo dela é convencer o leitor a clicar e ler o seu conteúdo. Você não tem que explicar conceitos e nem tirar dúvidas com ela.

Mas fazer uma promessa que será cumprida internamente.

E lembre-se, a palavra-chave buscada pelo leitor fica em negrito na meta descrição, chamando mais atenção. Não deixe de usá-la.

Como recuperar posições no Google

8. Compartilhamento em massa nas Redes Sociais

Redes Sociais influenciam no rankeamento de um post?

Não, mas sim.

Se você perguntar pro Google ele vai falar que não. Mas por experiência própria, e de muitos outros SEOs,  a resposta é sim.

A verdade é que sempre que você tem conteúdos mencionados e compartilhados em redes sociais, o seu conteúdo recebe o que nós chamamos de “Sinais Sociais”.

Mas como isso influencia no rankeamento?

Bom, é uma ótima forma do Google (pessoas e outros buscadores) saber que o seu conteúdo está atualizado e é de qualidade.

Lembrando que o Google indexa as páginas de redes sociais e, mesmo que as menções sejam nofollow, ou seja, não passam autoridade de link, o buscador identifica as citações como bons sinais.

Uma das vezes que perdemos a nossa principal posição, eu não só pedi compartilhamento massivo de todo nosso time como fixei o post com principal no Facebook.

O que trouxe um bom resultado para um conteúdo explicativo e evergreen que já divulgamos algumas vezes:

Como recuperar posições no Google

Backlinks sociais

Muita gente esquece de observar isso, mas um conteúdo que tem uma ampla divulgação nas redes sociais possui uma enorme chance de receber backlinks.

Afinal, o seu conteúdo estará impactará muitas pessoas e aumenta a chance delas mencionarem o seu artigo em seus sites e blogs.

A ferramenta Buzzsumo, por exemplo, identifica conteúdos esses conteúdos que foram compartilhados em redes sociais fazendo menções ao seu artigo:

Buzzsumo análise de engajamento

Clicando na opção “view backlinks” você conseguirá ver exatamente o post do artigo que faz menção ao seu nas redes sociais:

Análise de engajamento no BuzzSumo

Aí você identificará essas páginas:

Análise de Backlinks no BuzzSumo

Isso mostra como buscadores conseguem identificar os links nas redes sociais.

E o melhor, você encontra pessoas que admiram o seu conteúdo e podem ser bons parceiros para divulgar e enviar mais links para o seu domínio.

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9. Conquiste SERP features

Uma outra dica importante é identificar quais são as features que a SERP específica que você está disputando possui.

Por exemplo, há um bom tempo atrás nunca tínhamos rankeado em primeiro para SEO. Mas fazíamos um bom trabalho com o post.

Na época em que o Google começou a colocar os Featured Snippets nas páginas de resultados, logo me adiantei a aprender como roubá-las.

E deu muito certo.

Mesmo na terceira (ou quarta) posição, nós conseguimos o Snippet.

SERP: SEO

Esse Snippet aumentou o nosso CTR e consequentemente o número de visitas no post. Como o conteúdo é bom e prende o leitor, os sinais, provavelmente, convenceram o Google que merecíamos galgar um lugar ao sol.

Featured Snippet de SEO

Hoje, além do Snippet, estamos em primeiro.

Mas, como você pode perceber, agora essa mesma página possui outra feature nova: As pessoas também perguntam.

Outra oportunidade para conseguir respostas na SERP e aumentar o nosso número de visitas.

É fundamental se atentar para essas features nas páginas de resultados, especialmente para buscas locais.

SEO Local: comer sushi

Conquistar o seu lugar nessas features pode ser o próximo passo para conquistar posições melhores.

Hoje em dia os Featured Snippets estão em alta. Se você quiser aprender a conquistar Snippets incríveis como esse de SEO, confira o guia completo para aquisição de Featured Snippets que eu escrevi!

Ou assista essa edição do Rock Labs:

Recuperou? Como não deixar a história se repetir

Como falei na primeira frase deste post, chegar no topo é difícil, recuperar o topo é muito difícil também, mas se manter lá é ainda mais complicado!

Agora se você conseguiu recuperar a sua tão sonhada posição, é hora de preparar as defesas.

Como recuperar posições no Google: Pantera Negra

Eu acredito que você tenha percebido, mas todas essas estratégias de recuperação, não necessariamente precisam ser usadas para recuperar o conteúdo.

Portanto, não espere perder posições para colocar tudo isso em prática.

Algumas coisas essenciais para você sempre fazer nesse meio tempo:

  1. Continue conquistando backlinks e “roubando” links dos seus concorrentes;
  2. Espie os seus concorrentes o tempo todo! Qualquer mudança, repense como se defender;
  3. Faça mais posts satélites ou relacionados ao tema;
  4. Acompanhe as principais métricas para um conteúdo:
    1. Time on page;
    2. Páginas por visita;
    3. Bounce Rate;
    4. Quedas de tráfego;
    5. CTR;
    6. Tempo de carregamento da página.

Em casos de emergência, repita os passos que ensinei nesse conteúdo!

Agora, bora ficar em primeiro lugar.

Como recuperar posições no Google

Bom, mas até agora eu ensinei você a recuperar posições pontuais de páginas que caíram.

Mas, existe uma situação bem mais grave…

Minha página sumiu do Google! E agora?

O meu primeiro conselho aqui, talvez seja o principal é:

Não entre em pânico

Se já é difícil ter controle emocional quando nós caímos uma posição, imagina quando nossa página simplesmente desaparece.

Uma das piores sensações que eu já tive foi buscar uma palavra que eu lutava pela primeira posição e não encontrar ela nem na terceira página (acredite, eu fui até lá!).

Mas e então? Como proceder quando uma página importante resolve simplesmente desaparecer?

Vamos aos passos! 😀

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Confira se foram todas as páginas

Primeiro passo é identificar se o desaparecimento foi pontual ou se o problema é geral no seu site.

Você pode conferir o rankeamento das suas palavras-chave e ver se apenas a da página desapareceu. Você pode usar o SEMrush, Google Search Console, Link Assistant, entre outras.

E você pode também conferir se está com algum problema de indexação no seu site.

Para isso, basta fazer uma busca avançada no Google da seguinte forma:

site:nomedoseusite.com.br

Busca avançada no Google

Essa busca deve ter como resultado todas as páginas do seu site que deveriam indexar. Caso você encontre as outras páginas e veja que não é um problema do site como um todo, você já pode ficar mais tranquilo.

Caso você não encontre nenhum resultado, provavelmente é um erro de configuração nos seus arquivos Robot.txt. Esse arquivo é o que fala para o Google o que ele deve ou não rastrear no seu site.

Se nenhum resultado apareceu, você deve ter, acidentalmente programado os arquivos para não permitirem o Google a indexar o seu site.

Mas o foco é para recuperação de posições pontuais, então voltemos.

Agora que você descobriu que o problema é só em uma página, vamos ao próximo passo: Identificar o problema.

Confira se a página está com uma tag de no index

Um erro comum que pode acontecer, e geralmente é a causa para esses sumiços das páginas, é colocar uma tag de no index dentro de uma página específica.

Isso pode ocorrer por alguns motivos. Hoje é muito simples marcar um conteúdo para não ser indexado, em alguns CMS é só uma check box.

Para você descobrir se esse é o problema, acesse a página específica e inspecione o código fonte da página.

Para isso basta clicar com o botão direito e selecionar “inspecionar” ou digitar o comando “ctrl + shift + C”.

Relaxa, você não precisa saber ler tudo o que vai aparecer. Você verá mais ou menos isso:

Home do marketingdeconteudo.com

Você pode dar um “ctrl + F” e buscar por “noindex”. Aí você vê se encontra a seguinte linha:

<meta name=”robots” content=”noindex”>

Se você encontrar isso, ótimo! Esse é o problema. Basta configurar a página para ser indexada novamente. Você pode fazer isso direto pelo seu CMS ou solicitar que o seu desenvolvedor corrija para você.

Mas, caso não tenha achado essa tag, vamos aos próximos passos.

Confira se você não selecionou a página acidentalmente no Robot.txt

Como falei, o Robot.txt não vai fazer com que o Google não indexe a sua página, ele não vai deixar o Google sequer rastrear aquela página.

Portanto, esse caso específico só seria uma realidade se a página jamais tivesse aparecido no Google.

Mas ainda sim, é melhor não excluir a possibilidade de uma edição no seu arquivo, portanto vale a pena conferir.

Se o seu blog é em WordPress você pode conferir o arquivo pelo Yoast. Na sua barra de ferramentas do WordPress vá em “SEO”:

Yoast SEO

Agora selecione a opção ferramentas e vá em editor de arquivo.

Ferramentas - Yoast SEO

Aqui, você encontrará a opção de editar o seu robot.txt. Lembrando que tudo que possui a opção “Disallow” comunica ao Google que não rastreie aquela página específica do seu site.

Ferramentas - Yoast SEO

Se não houver nenhuma mudança no seu robot.txt, podemos partir para o passo 3.

Checar se você não recebeu alguma “punição” do Google

O Google possui as suas Guidelines e desrespeitá-las pode ser um dos motivos que a sua página tenha sumido.

Então uma opção é checar no Google Search Console, na aba Ações Manuais (ferramenta focada em erros de Spam) se a ferramenta indica algum erro.

Google Search Console: Ações Manuais

A mensagem que você quer encontrar é essa:

Como recuperar posições no Google

Caso algum erro seja detectado, pode ser a causa para o sumiço da sua página.

Além dos erros de webspam, existe outra forma que o Google pode afetar diretamente o seu conteúdo: por meio de uma mudança de algoritmo.

Nesse caso, confira se houve alguma atualização recente e se essa atualização de algoritmo é punitiva.

Por exemplo, as atualizações Panda e Pinguim que exigem conteúdo de qualidade e um perfil de backlinks sem spam, foram atualizações que puniam conteúdos que possuíam essas características.

Caso identificado, você precisa se certificar que o problema está corrigido e pedir para o Google reindexar a sua página (ensino a fazer isso mais à frente).

Inspecionar a URL no novo Google Search Console

O novo Google Search Console tem uma navegação simples e otimizada para você conferir o status das suas URLs.

Google Search Console: busca

Cole o endereço na busca e ele vai te informar os status dessas páginas:

Inspeção de URL no Google Search Console

Aqui o Search Console mostra se a página está indexada e se ela possui algum erro mais grave.

Deixei essa opção para o final, porque é aqui que você pode solicitar ao Google que reindexe a sua página.

Se você não tiver identificado o erro até esse passo final, teste solicitar uma reindexação do Google e confira se a página voltará a aparecer nas páginas do buscador.

Google Search Console: ações manuais

Algum erro específico pode ter acontecido e mesmo sem erros a sua página não está lá.

Por exemplo, o seu site caiu durante 30 min e nesse momento o Google rastreou a página específica, entendendo que ela não está mais lá.

Sendo assim, a reindexação pode ser a solução simples que você precisa para resolver o seu problema.

Rumo ao topo

Mesmo depois de recuperar a sua página e ela voltar a aparecer no Google, você com certeza perdeu posições e precisa recuperá-las, nesse caso, basta seguir os passos de recuperação que conversamos na primeira parte do texto.

E lembre-se de nunca relaxar quando conquistar uma posição. SEO não é apenas para chegar ao topo, é também sobre permanecer lá e conquistar resultados com essa posição.

Espero que esse guia ajude e você esteja preparado para recuperar aquela posição-chave que você perdeu (a não ser que você tenha perdido essa posição para algum dos nossos blogs).

Se você quiser otimizar ainda mais as suas páginas para ganhar posições e para recuperá-las de forma ainda mais eficiente, confira os 12 Hacks de Conteúdo avançados que para colocar os seus conteúdos no topo e multiplicar o seu tráfego!

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Descubra por que a Wikipédia aparece no topo das suas pesquisas no Google

A principal razão para você encontrar a Wikipédia no topo de tantas pesquisas do Google é sua autoridade de domínio altíssima, que ajuda a ranquear suas páginas no topo de diversas buscas. Mas tem mais por trás dessa história!

Se você chegou aqui é por que teve a mesma dúvida que eu: como e por que a Wikipédia aparece em primeiro, ou no top 3, de tantas buscas no Google?

Como foi dito, a Wikipédia domina o Google principalmente por causa de sua autoridade de domínio incrivelmente alta, mas ainda existem outros fatores que fazem parte do sucesso da enciclopédia online mais conhecida do mundo.

Vamos tentar entender o que faz deste portal um grande competidor para várias palavras-chave, e se existe justiça no posicionamento alto de tantas páginas desse domínio. Confira!

Domain Authority

Em sua busca por entregar o melhor resultado possível para seus usuários, o Google avalia vários fatores antes de decidir a ordem das respostas ideais para a palavra-chave pesquisada.

A autoridade de domínio, ou domain authority, desponta como um dos que mais pesam para mostrar à ferramenta de pesquisa que um site vai entregar um resultado satisfatório. E os resultados de buscas mostram isso.

Perceba como o ranqueamento tende a ser melhor a medida que a autoridade de domínio cresce.

wikipedia domain authority

Isso é um grande fator para justificar a dominância da Wikipédia nas páginas de busca, afinal, estamos falando de um domínio que tem 92 em uma escala de 1 a 100, e que chega a impressionantes 97, em sua versão em inglês.

Neste ponto você pode estar se perguntando como cheguei a um número tão preciso. Bem, por sorte temos maneiras muito simples (e gratuitas) de checar o Domain Authority. A mais simples e confiável é usando a MOZ Bar.

Essa ferramenta apresenta com precisão dados como autoridade de domínio, autoridade de página (voltarei nesse assunto adiante), links No-follow e Follow, links externos e externos, entre outros recursos.

página wikipédia

E foi ela que me contou esses e outros dados que vou usar para embasar alguns pontos deste post.

Mas como eles chegaram a um número tão alto?

O que aumenta a autoridade de um domínio?

Vamos a alguns fatores que levados em consideração para calcular a autoridade de um domínio:

Links externos

Imagine que você está escrevendo um artigo sobre futebol para um blog, e precisa falar sobre o jogador Lionel Messi. Ao pesquisar seu nome no Google, você encontra um artigo da Wikipédia como primeiro resultado (surpresa?), e usa algumas informações que encontrou ali em seu texto.

Após colocar as informações que precisava, você coloca um link para a fonte, a Wikipédia.

O Google entende links como um atestado de confiança em uma página, por isso esse é o principal fator levado em consideração no cálculo de Domain Authority.

Se ele percebe que seu blog e diversos outros estão linkando para uma página da Wikipédia, vai assumir que as informações que estão ali são úteis, melhorando a chance de exibirem aquele resultado em suas pesquisas.

A versão em português do Wikipédia conta com aproximadamente 1 milhão de artigos, sobre os temas mais diversos. Esse número já caminha para 6 milhões na versão em inglês.

Com tanta informação disponível, é inevitável que a quantidade de links externos apontando para o domínio da enciclopédia virtual seja monstruosa.

E é um número que não desaponta: aproximadamente 5 bilhões de links externos.

Além da quantidade enorme, receber links de sites que também possuem uma autoridade de domínio alta é um indicador que sites de qualidade confiam nas informações da Wikipédia.

Em resumo: dois links para a mesma página tem peso diferente de acordo com sua fonte.

Essa é a principal razão para o Google entender que páginas do domínio wikipedia.org são uma boa fonte de informação para seus usuários. Mas não é a única.

CTA de download para o kit: Domine o Google

Estrutura de site

Além de receber bilhões de links externos, a Wikipédia faz um trabalho excelente de linkagem interna. Todos os termos abordados durante os artigos que possuem um artigo próprio possuem um link.

Isso vale para nomes, empresas, acontecimentos históricos, datas, instituições, lugares. A lista é grande.

Com uma linkagem interna tão eficiente, fica mais fácil para o Google fazer um mapa da estrutura do site, e entender a relação entre páginas. Fica mais fácil também para quem está lendo os artigos e deseja procurar informações sobre temas citados durante a leitura.

Ter uma boa estrutura de site contribui para aumentar a autoridade de um domínio, e ajuda a Wikipédia a se manter no topo.

Links para fora da Wikipédia

Já expliquei um pouco de como links externos têm pesos diferentes. Links vindos de sites mais relevantes, e com uma autoridade de domínio maior, pesam mais, assim como o contrário.

E quanto aos links que a própria Wikipédia coloca em suas próprias referências?

Acontece que ter links em seu site apontando para sites que tem uma autoridade de domínio muito baixa é um fator negativo.

Afinal de contas, por que você quer colocar como referência um site que recebe poucas visitas, que não retém visitantes, que não é atualizado e que não recebe links externos?

Mas a Wikipédia é uma enciclopédia colaborativa. Qualquer pessoa pode acrescentar informações em artigos existentes, ou criar artigos novos para temas que não tem uma página própria ainda.

Com isso, seria impossível controlar de onde vêm as referências utilizadas. A Wikipédia pode estar linkando para milhares, se não milhões de sites, que poderiam jogar a sua autoridade de domínio no chão.

Ainda sim eles possuem números impressionantes nesse quesito. Como?

É possível dizer aos motores de busca que você não quer que aquele link conte para calcular sua autoridade!

No Follow

O No Follow é um atributo em HTML que pode ser colocado em um link, que basicamente diz ao Google e as outras ferramentas de busca que você tem intenção de que aquele link conte para sua autoridade de página e de domínio.

O link não deixa de ser clicável: você continua podendo clicar e chegar a página apontada. Entretanto o valor desta página não influenciará na sua avaliação.

Ao colocar este atributo em links que apontam para fora de seu domínio, o Wikipédia consegue se proteger, mesmo possuindo diversas referências que apontam para sites de baixa qualidade.

Bom, acho que já ficou claro como a Wikipédia atingiu um Domain Authority tão alto. Mas isso faz com ela apareça em todas as páginas de busca?

Para qual tipo de busca a Wikipédia ranquea?

Sim, nem todas as buscas no Google são iguais. Elas seguem padrões, e entendendo estes padrões é possível chegar a três tipos de buscas principais.

Navegacional

Esta pesquisa acontece quando a pessoa já sabe onde deseja chegar, e está apenas desejando o link para chegar lá.

Acontece muito quando você quer chegar até o Facebook, por exemplo, e digita ‘facebook’ em seu navegador. Você é direcionado para uma página de respostas que te dará o link para login na rede social como primeiro resultado.

Transacional

A intenção aqui é realizar alguma transação comercial. Seja achar uma loja, comprar um produto online, ou contratar um serviço.

Informacional

Como o nome sugere, é a busca que tem como objetivo conseguir mais informações sobre um determinado tema.

Como você deve imaginar, a grande maioria das pesquisas que oferece como resultado um artigo da Wikipédia faz parte desse último tipo de pesquisa, a Informacional.

Faz sentido se pensarmos nos conteúdos encontrados na enciclopédia. Normalmente ligados a explicações técnicas e informações históricas, os artigos sempre buscam dissecar o assunto em questão, estruturando o tema em capítulos.

Presente em grande parte das buscas informacionais, e ranqueando no top 3 para grande parte das palavras-chave desta categoria de busca, fica a questão:

Os resultados da Wikipédia são necessariamente os melhores?

O nível de ‘confiança’ do Google na Wikipédia faz com que seja difícil encontrar buscas informacionais em que a enciclopédia não esteja presente na primeira página.

Se um site tem sua autoridade de domínio alta, ele tem uma probabilidade maior de ranquear bem em pesquisas, mas não garante que vai ocupar as primeiras posições, ou se manter nelas.

Isso por que o Google ranqueia páginas, não sites.

No fim do dia, se um conteúdo é o melhor para as necessidades da sua persona, ele vai ranquear em primeiro. É por isso que roubar uma primeira posição da Wikipédia é um trabalho árduo, mas possível.

A Rock Content passou por isso quando começou a brigar pela palavra-chave ‘marketing’, a alguns anos atrás.

wikipédia topo das pesquisas

Contra um domínio tão forte, é preciso entender a intenção de busca do usuário, e colocar a mão na massa para produzir um conteúdo que vá além da Wikipédia.

Temos o processo mais detalhado neste post completo, caso você esteja querendo chegar ao lugar mais alto da Serp!

A questão aqui é: todo conteúdo tem espaço para melhora.

Se você produzir um conteúdo mais completo, ou que atenda melhor a necessidade da pessoa que buscou pela palavra-chave, é questão de tempo até começar a receber mais visitas, ter mais tempo na página, e receber mais links externos que o conteúdo da enciclopédia.

O Google, e os outros motores de busca, não vão demorar a perceber que seu conteúdo está performando melhor, e ele vai subir de posições.

Como vimos ao longo deste artigo, existem diversas razões para encontrarmos a Wikipédia no topo de tantas páginas de pesquisa. Enquanto produzir 1 milhão de artigos para seu blog está fora de alcance, temos várias lições que podemos aplicar em nossos negócios.

Lições para aprender com a Wikipédia

O que a Wikipédia faz, direta ou indiretamente, que serve de exemplo para qualquer blog ou site que queira dominar o Google?

  • Invista em produção de conteúdo;
  • Garanta que cada conteúdo traz aquilo que sua persona precisa;
  • Trabalhe em uma boa estrutura de site;
  • Link Building é rei;
  • Mantenha seus artigos atualizados.

Gostou de descobrir porque a Wikipédia tem as primeiras posições no Google? Então não deixe de conferir o nosso material completo sobre SEO!

o que é seo

Link Building: os 9 erros que você deve evitar

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Não é segredo que ter links apontando para seu domínio é um dos principais fatores levados em conta para definir a autoridade do seu site, influenciando diretamente no seu posicionamento nas páginas de busca.

Como parte essencial de uma estratégia de SEO, é importante conhecer as boas práticas de link building, mas é crucial entender quais táticas não são vistas com bons olhos pelos motores de busca, e podem ser até penalizadas.

Este texto se dedicará a abordar os principais erros que você deve evitar em sua estratégia de link building.

Para entender por que o Google penaliza alguns tipos de links, é preciso entender como ele avalia o valor de um link. Para a ferramenta, um link deve ser uma forma natural de entregar valor a um usuário, usando uma outra página como fonte desse valor.

Esta outra página pode ser do seu próprio domínio ou de um domínio diferente. O importante é que o link tenha relevância dentro do contexto da página onde ele aparece.

É com base nisso que vamos entender como cada um dos links listados podem ser vistos negativamente pela ferramenta de procura.

Vamos começar pelos jeitos mais fáceis de ser pego e punido pelo Google, e depois abordar alguns pontos em que é importante ter atenção e discernimento.

Não compre ou venda links

O Google está cada vez mais preparado para identificar links que não foram usados naturalmente, e o mesmo vale para links comprados. Pense que cada link que aponta ou é apontado por seu domínio é um registro do seu valor. Você quer garantir que o todos os registros sejam positivos, portanto tome cuidado ao negociá-los.

A compra e venda de links é um dos pontos de maior atenção do Google, e é definitivamente território que você quer se manter longe. Afinal existem formas muito melhores de construir autoridade.

Lembrando que se quer colocar um link de um parceiro de negócio em sua página, pode tentar colocá-lo de forma natural, ou inserir a tag NoFollow. Essa tag faz com que o motor de busca não siga o link, e portanto não associe os dois domínios.

Não use redes de blogs privados

Este recurso consiste em criar uma rede de blogs privados, em domínios diferentes do seu site, para gerar links para seu site principal, onde você concentra a captação de clientes. Então você não posso ter um blog em outro domínio?

Claro que pode! O importante é garantir que seu blog tenha relevância por si mesmo.

Se seu blog privado está constantemente sendo atualizado, recebendo visitas, novos conteúdos e links externos, é provável que ele gere valor, e você não tem com o que se preocupar.

Entretanto se você planeja adquirir vários domínios desativados para gerar links, e os deixa “largados às traças”, você terá um grande problema em mãos. Se o Google entender que estes domínios só existem para abrigar links para seu domínio principal, ele irá te penalizar.

Não use links escondidos

Usar links escondidos, como por exemplo um link em texto branco em cima de um fundo branco, já foi uma maneira fácil de conseguir links para ranqueamento. Hoje é uma das formas mais fáceis de ser flagrado pelo Google.

Links escondidos não acrescentam nenhum valor para o usuário, e tem como objetivo apenas manipular os motores de busca, portanto é visto como negativo e irá acarretar em penalizações para seu domínio.

Não use links de diretórios

Diretórios de links já foram a melhor forma de acumular uma grande quantidade de links apontando para seu site. Hoje, entretanto, vários diretórios que eram referência, como o Dmoz e o Dihitt, nem existem mais.

Ter o seu link em um diretório não gera cliques e não passa credibilidade: é um passo para trás em sua estratégia. Foque sua atenção para receber apenas links que realmente geram valor.

Não use ferramentas para criar links

Existem diversas ferramentas que podem te ajudar a monitorar os links que você recebe, além de prospectar fontes de links de qualidade. Entretanto, ferramentas que tem como objetivo criar links automaticamente em outros sites vão jogar seu pagerank no chão!

Ferramentas como o ScrapeBox, que ficaram famosas por gerar uma grande quantidade de links em outros sites, hoje são facilmente detectadas e penalizadas pelo Google, que as vê como Spam. Você definitivamente não quer isso para seu site.

Tome cuidado com Guest posts

Guest posts são uma ótima maneira de atingir audiências diferentes, espalhando o nome da sua empresa em outros blogs, gerando valor, ganhando autoridade de mercado. Entretanto é importante que você se prenda a guest posts que tem como finalidade gerar conteúdo de valor.

Trocar guest posts somente para ter seu link em outros domínios é um tiro no pé, e o Google está cada vez mais preparado para detectar links que não vem de fontes de conteúdo e valor.

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Tome cuidado com site-wide links

Site-wide links são links externos iguais, que estão em várias páginas de um mesmo site, normalmente na mesma posição da página. Este tipo de link é extremamente comum, e pode ser visto de maneira natural pelo Google.

Existem dois fatores que devem ser levados em consideração ao avaliar site-wide links. O primeiro é o fato de que a medida que o número de links de um domínio para outro cresce, a relevância de cada um diminui. O 20º link de um site para o seu terá muito menos ou nenhum peso em relação ao primeiro.

O segundo é que é importante avaliar a ligação e relevância da conexão entre os sites. Site-wide links podem ser inofensivos e benéficos se tiverem uma conexão lógica, ou negativos e passivos de punição se não tiverem.

Para garantir que os site-wide links que seu site possui não interferem negativamente no seu page rank, coloque o atributo nofollow em cada um.

Tome cuidado com links em comentários

Links na seção de comentários é um dos grandes pontos de atenção dos engenheiros do Google no momento de procurar por spams. São uma forma muito fácil de colocar seu link em outro domínio, mas também uma das formas mais simples de ser pego e punido.

Links em comentários podem ser muito valiosos, e ter apenas efeitos positivos no seu posicionamento, desde sigam a mesma lógica de valor de links que o Google leva em consideração em qualquer outro link.

Seu comentário é pertinente? Ele agrega valor ao conteúdo da página? O link colocado no comentário faz sentido nesse contexto? Ele vai acrescentar à pessoa que clicá-lo?

Estas perguntas são determinantes para definir se você deve colocar um link para seu domínio em uma seção de comentários.

Tome cuidado com textos-âncora específicos

Texto-âncora é o texto visível e clicável que contém o link para outro domínio. Como passou a ser um fator avaliado pelas ferramentas de busca, é importante ter textos-âncora que atendam suas exigências.

Um texto-âncora deve encaixar no contexto da página que faz o link. O texto-âncora deve ser uma continuação natural do assunto abordado, e a conexão entre o que está escrito e a página linkada deve ser clara. Se as pessoas clicam no seu link, e ao chegar no destino percebem que não tem relação, vão sair da página rápido, mostrando ao Google que o link não foi útil.

Outro cuidado a se tomar é não pedir para todos os links que você recebe terem o mesmo texto-âncora. Mesmo que venham todos de parceiros de negócio, ter todos os textos-âncora dizendo algo como ‘Empresa X – A melhor no serviço y’ pode soar programado para os mecanismos de busca.

Sempre que perceber um link para seu site mal aproveitado, solicite uma mudança que dê naturalidade no textos-âncora.

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