Como fazer um blog post que ranqueia, encanta e converte!

Como fazer um blog post que ranqueia, encanta e converte

Como fazer um blog post que ranqueia, encanta e converte e obtenha ótimos resultados!

Sumário
Como adaptar seu conteúdo
Parte 1

Ficou sem ideias de postagem para o blog? Veja as 12 melhores formas de adaptar seu conteúdo

O sucesso com marketing de conteúdo depende totalmente da qualidade do material produzido. Isso significa que, para se manter competitivo no mercado, você não pode descansar e deixar a relevância dos conteúdos caírem. 

O problema é que, conforme o blog evolui, muitos percebem que fica cada vez mais difícil ter boas ideias para novos posts. Já se sentiu assim?

Se a sua resposta foi sim, temos uma boa notícia: existe uma forma simples e bem estruturada de ter novas ideias para criar conteúdos atuais e relevantes. 

Neste artigo, vamos ensinar você a técnica da adaptação de conteúdo, por que ela vale a pena e 12 dicas práticas de como colocar esse conceito em prática!

Neste artigo você vai ver:

  • como conseguir novas ideias quando você já explorou tudo que a sua persona precisa?
  • Por que adaptar conteúdo é uma tática válida de marketing?
  • Que tipo de conteúdo merece ser adaptado?
  • 12 formas de adaptar seu conteúdo para diferentes formatos.

Vamos lá?

Como conseguir novas ideias quando você já explorou tudo que a sua persona precisa?

Já faz um tempo desde que você passou por todo aquele processo inicial envolvido na criação de um blog. Nesse meio tempo, o problema da falta de ideias já foi resolvido e você viu o blog crescer e trazer bons resultados.

Mas, agora, parece que todas as principais informações que a persona precisava saber já estão no blog, em artigos de todos os tipos.

Pausar a produção de conteúdo novo não é uma opção. Isso só acabaria com a credibilidade que você lutou tanto para construir. Criar conteúdo que fuja das necessidades da persona, só para publicar algo diferente, seria outro erro fatal. 

É aí que entra um “segredo” do marketing de conteúdo ainda pouco explorado por muitos: a adaptação de conteúdo. Em vez de quebrar a cabeça para encontrar temas nunca abordados, você pode se aproveitar dos assuntos que mais fizeram sucesso no passado e adaptá-los para outros formatos.

E, se isso parece estranho para você, acredite: muitos blogs de grande sucesso, como este que você está lendo neste exato momento, já fazem isso de forma regular. 

Mas, se ainda assim, você precisa de mais motivos para considerar a adaptação de conteúdo, é isso que vamos ver agora.

Por que adaptar conteúdo é uma tática válida de marketing?

Não há nada de errado em adaptar conteúdo. Na verdade, essa é uma boa prática no que diz respeito a marketing de conteúdo. Afinal, como diz o David Heinemeier Hansson, co-fundador do Basecamp:

“Se você quer ter impacto, esteja preparado para dizer a mesma coisa por uma década.”

Como dizer as mesmas coisas sem cansar as pessoas? Adaptando os conceitos para comunicar a mensagem de formas variadas, exatamente como se faz com a adaptação de conteúdo.

Pensando nisso, podemos citar, pelo menos, 3 motivos para investir nessa tática de marketing sem olhar para trás.

Alcançar pessoas novas

Cada novo conteúdo apresenta uma oportunidade de negócio, que é apresentar sua marca e sua mensagem para um público novo.

Afinal, de nada adianta produzir conteúdo sem promovê-lo e fazer com que ele chegue nas pessoas certas. Além disso, nem todo mundo gosta de consumir conteúdo nos mesmos formatos.

Com isso, pode ser que um artigo escrito que não tem nenhum apelo com parte do seu público se torne interessante ao ser convertido em um vídeo ou imagem.

Reforçar conceitos importantes

Alguns conceitos são importantes demais para serem ditos uma vez só. Em muitos casos, é preciso educar o mercado, o que envolve repetir várias vezes a mesma mensagem de formas diferentes.

Para isso, não há nada melhor que adaptar conteúdo. Dessa maneira, sua persona vai se deparar com as mesmas ideias vez após vez, em vários formatos.

O melhor disso é que ela vai se convencer dessas ideias sem nem perceber que está vendo, basicamente, o mesmo conteúdo.

Otimizar esforços e investimentos

Por fim, é preciso dar muita atenção a como você otimiza o tempo e esforço da sua equipe de marketing. Isso significa também explorar ao máximo as ideias e temas definidos como parte da estratégia.

Será mesmo que um único conteúdo em apenas um formato é suficiente para cobrir bem determinado tópico?

Apostar em diferentes formatos para explorar o mesmo assunto é uma boa maneira de garantir que a sua audiência receba o máximo de valor enquanto otimiza tempo e energia da equipe.

Que tipo de conteúdo merece ser adaptado?

Antes de tentar adaptar todo e qualquer conteúdo que você já publicou, é importante saber que existe um processo de seleção para determinar o que merece passar por essa repaginação.

Em vez de fazer uma lista grande, com cada tipo de artigo que você fará bem em adaptar, é melhor falar de 3 critérios amplos que vão ajudar muito na sua escolha. 

Os tipos de conteúdo que merecem ser adaptados para outros formatos e republicados como parte da sua estratégia de Inbound Marketing são os seguintes.

Conteúdo Evergreen

Também conhecido como conteúdo perene, esse é aquele tipo de material que tem valor no momento da publicação e continua relevante depois de um bom tempo.

É diferente de uma notícia, por exemplo, que pode ficar desatualizada em questão de dias ou semanas. Vale a pena adaptar conteúdos Evergreen, justamente, por conta de seu caráter atemporal, que os tornam valiosos por um longo período.

Campeão de engajamento

Outro ponto importante é concentrar as energias nos posts que tiveram maior alcance e engajamento, pois isso indica que eles foram os mais bem-recebidos pela sua persona.

Como descobrir quais são esses posts? É só olhar as métricas do seu blog no Google Analytics e ver quais são os conteúdos mais populares.

Outras formas de ver isso são:

  • avaliar os posts com mais comentários no seu blog;
  • procurar pelos artigos mais compartilhados e curtidos em suas redes sociais.
Aprenda tudo sobre Google Analytics

Tópicos estratégicos para o seu negócio

Por último, considere adaptar os conteúdos de maior valor estratégico para o seu negócio, aqueles que têm maior poder de alavancar os seus resultados em curto, médio e longo prazo.

Por exemplo, o blog da Rock Content conta com um artigo completo sobre marketing de conteúdo. Ao longo dos anos, esse artigo já foi adaptado e atualizado algumas vezes, pois é de importância central para a estratégia do negócio.

12 formas de adaptar seu conteúdo para diferentes formatos

Agora sim, finalmente, chegamos à parte prática do artigo. Existem tantas opções de adaptação que fica até fácil se perder. 

Mas comece pelas que forem mais fáceis de aplicar imediatamente e veja que ajustes talvez serão necessários para criar conteúdos em novos formatos. 

Por exemplo, se a sua empresa ainda não produz conteúdo em vídeo, vale a pena estudar sobre como dar os primeiros passos nessa tática incrível. 

Sem demora, vamos à lista. Isso é o que você pode fazer para adaptar seu conteúdo.

1. Atualize posts antigos e os republique

A primeira forma de adaptar um conteúdo é seguir o caminho mais fácil e apenas atualizá-lo para republicar. Talvez você pense que isso não é o mesmo que mudar o conteúdo de formato.

Mas pense de novo. Nessa atualização, você pode incluir um vídeo que agregue valor ao tema, mesmo que não seja seu. Pode colocar mais imagens, trabalhar para deixar o texto mais natural e incluir fontes de pesquisa atualizadas.

2. Crie um podcast

Podcasts são como programas de rádio na internet. Muita gente gosta de consumir esse tipo de conteúdo enquanto realiza outras atividades, tanto pessoais quanto profissionais.

Por isso, que tal aproveitar aquele post que viralizou no passado e fazer dele assunto de um podcast?

3. Produza um vídeo

O mesmo princípio do podcast se aplica aos vídeos. Essa forma de marketing, que não pode mais ser ignorada, é muito popular entre todos os tipos de público.

Aliás, aqui vai uma dica dupla: use o assunto de um e-book e crie seu vídeo com base nele. No fim do vídeo, promova o download do material para quem quiser saber mais!

Foi isso que fizemos em vídeos, como este do Rock Labs, sobre featured snippets. Falamos sobre um tema já abordado em texto, e ainda colocamos o link para os materiais na descrição do vídeo.

4. Complemente seus posts com infográficos

Além de visualmente bonitos, infográficos são conteúdos muito rápidos e práticos de consumir. Esses dois fatores fazem deles uma adição perfeita à sua estratégia de marketing online.

Uma boa opção é criar infográficos com as principais informações de um post e adicioná-los a um artigo escrito. 

5. Divida um conteúdo em uma série de posts sociais

As redes sociais são ambientes dinâmicos e com muitas distrações passageiras, mas não se esqueça de que também abrem portas para apresentar conteúdo de valor.

Como equilibrar esses dois elementos ao adaptar seu conteúdo para esses canais? Você pode usar um conteúdo completo do seu blog e transformá-lo em uma série de publicações curtas para as redes sociais. Só não se esqueça de torná-las bem visuais e atrativas para chamar a atenção.

Kit Marketing nas Redes Sociais

6. Junte vários posts para criar um e-book

Posts de blog podem atrair muitos visitantes, mas um material rico, como é o caso de um e-book, tem o potencial de ir além e gerar leads. Por outro lado, criar um e-book dá mais trabalho e leva mais tempo. Ou será que não? 

Se você aproveitar uma coleção de artigos sobre o mesmo tema e transformá-lo em um e-book, vai ganhar tempo sem precisar mudar demais o formato do conteúdo.

7. Quebre um longo guia em vários posts 

O caminho inverso da dica anterior também pode funcionar bem. Em alguns casos, a sua persona não vai querer um guia completo, muito longo e cheio de informações sobre determinado tema.

Pode ser que ela só precise de uma informação específica e direta. Então, por que passar muito tempo pensando em novas ideias? É só quebrar os longos guias em vários posts menores e mais específicos.

8. Crie apresentações de slides

Slides são quase um universo paralelo dentro do marketing digital. Como assim? É porque eles são eficazes, alcançam um público grande, mas são ignorados pela maioria das empresas.

Então, uma das melhores formas de adaptar seu conteúdo e deixá-lo visual, fácil de consumir e pronto para ser explorado por um público novo é criar apresentações de slides. Depois disso, é só hospedá-los em sites como Slideshare ou Slide Deck.

Um exemplo é este slide que a Rock adaptou de um e-book sobre marketing no Instagram.

MARKETING NO INSTAGRAM from Ombro de Gigantes

9. Explore o mesmo tema de vários ângulos

Você já ouviu dizer que existem dois lados para cada história? Na verdade, pode existir até mais do que isso!

O mesmo tema pode ser abordado de muitas maneiras, ainda mais se você estiver falando sobre temas que envolvam algum tipo de polêmica ou escolha importante por parte dos leitores.

10. Converta seu conteúdo em um curso por e-mail

Outra forma de gerar leads com simplicidade e já começar o fluxo de nutrição perfeito é transformando seu conteúdo em um curso por e-mail.

Isso pode exigir um pouco de trabalho, mas os resultados poderão fazer todo o esforço valer a pena. Afinal, o seu relacionamento com os leads vai se aprofundar e gerar credibilidade, tão essencial para o processo comercial.

11. Chame a atenção da mídia

Algum dos seus conteúdos poderia ser usado para chamar a atenção da mídia? Então, não demore em se aproveitar desses veículos de comunicação.

Talvez um dos seus casos de sucesso contenha números impressionantes, ou você inovou no seu mercado de atuação e escreveu sobre isso. 

Contatar um site ou publicação impressa da sua região pode ajudar a dar novo fôlego ao conteúdo, apenas por divulgá-lo em forma de notícia.

12. Multiplique sua audiência com guest posts

Você já escreveu guest posts? Publicar em outro site como convidado é um ótimo modo de adaptar conteúdos que já foram abordados no seu blog, e lançar uma nova luz sobre eles.

Além de multiplicar sua audiência, você ainda pode conseguir backlinks preciosos que vão ajudar a ranquear seu artigo no topo das páginas de busca.

Adaptar conteúdo antigo que já fez sucesso no seu blog e publicá-lo novamente em outros formatos é uma estratégia simples e prática. Assim, você pode causar ainda mais impacto e alcançar pessoas novas com esforço reduzido.

Uma boa forma de começar a adaptar conteúdo é por seguir a dica número 4, e nós te ajudamos com isso. Aprenda agora o que você precisa fazer para criar infográficos incríveis!

Melhores eventos de Marketing
Parte 2

10 Eventos de Marketing que você não pode perder em 2019

Conhecer as novas tendências, saber o que o mercado está planejando e entender como a tecnologia vai influenciar o segmento nos próximos anos. Os eventos de marketing 2019 têm esses e outros focos, sempre com a proposta de reunir empresas, influenciadores e grandes personalidades da categoria.

Assim, os profissionais podem se manter atualizados e entender o que de importante deve ser levado para as suas agências e companhias para conquistar os melhores resultados. Além disso, estar em ambientes como esses é uma chance única de aumentar sua rede de contatos.

Os eventos de marketing acontecem no mundo inteiro, reunindo sempre diferentes ideias, visões e propostas para o setor. Neste conteúdo você vai conhecer as vantagens de participar desses eventos e quais são os 10 principais já agendados para 2019. Saiba qual é a proposta de cada um, quando e onde serão realizados!

Por quê você deve participar de um evento de marketing?

Participar de um evento de marketing é sem dúvida uma das melhores maneiras de você conhecer profissionais de outras empresas do mercado, seus concorrentes diretos e indiretos, além de possíveis parceiros de negócio e fornecedores de serviço.

Sem contar as chances de conquistar novos clientes que frequentam estes eventos em busca de soluções semelhantes às que você oferece.

Além disso, participar de um evento de marketing permitirá que você assista palestras e participe de treinamentos e workshops.

Ou seja, você pode aprender as melhores práticas do mercado diretamente com profissionais de sucesso, que estão conquistando ótimos resultados em suas empresas e áreas de atuação.

Com estas dicas você poderá criar estratégias de marketing mais eficientes, otimizar a sua estratégia de promoção, tornar sua marca mais conhecida no mercado, corrigir pequenas falhas que estão atrapalhando a conquista de seus objetivos e, com isso, vender mais!

Por fim, os palestrantes destes eventos irão compartilhar com você suas experiências e tudo aquilo que fazem para superar suas dificuldades e conquistar os seus objetivos, sendo uma oportunidade ideal de você receber um insight capaz de transformar seu negócio

É um aprendizado que você irá levar para vida toda, ajudando você a crescer profissionalmente e otimizar o dia a dia de sua função.

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1. RD Summit

O RD Summit já é uma tradição no Brasil, graças à sua estrutura gigantesca, acolhedora e com uma proposta muito chamativa e realmente eficaz. O evento acontece anualmente em Florianópolis e já atingiu o status de o maior da categoria na América Latina.

Por lá, as grandes empresas de marketing digital e conteúdo do Brasil estão presentes, com estandes próprios e que estimulam o networking e a troca de ideias sobre o mercado.

O encontro traz uma série de palestrantes (em 2018 foram 150!) que falam de assuntos dos mais variados, desde o marketing, passando por empreendedorismo, até tecnologia. O foco, naturalmente, é mostrar diversas percepções que envolvem o digital e todos os seus desdobramentos.

Em 2019, o evento já tem data para acontecer! Será nos dias 6, 7 e 8 de novembro, e já conta com uma série de palestrantes confirmados. Você pode acompanhar as novidades e saber todas as atualizações por meio do site do RD Summit!

2. Social Media Week

Entre os eventos de marketing 2019, o Social Media Week é um dos mais relevantes quando o assunto são as mídias sociais, tão importantes para as estratégias das empresas. Por lá você vai ter contato com grandes profissionais da área, verá boas ideias sobre o segmento e, principalmente, acompanhará as principais tendências das mídias sociais atuais e para os próximos anos.

Se você curte novidades e gosta de se manter atualizado, o Social Media Week precisa estar na sua agenda e planejamento deste ano. Além de conhecer os mais novos recursos e entender novas ferramentas de desempenho e análise, no evento você também conta com um ambiente totalmente interativo e que abre espaço ao participante.

O foco é entender melhor como a tecnologia vai impactar a comunicação nas mídias sociais a curto, médio e longo prazo. O mais legal é que a edição de 2019 já tem data marcada, agendada para acontecer de 9 a 13 de setembro, em São Paulo. Acompanhe o site do Social Media Week e se mantenha informado.

3. Traffic and Conversion Summit

Entre os eventos de marketing 2019, há também aqueles em que você pode aproveitar fora do Brasil. O Traffic and Conversion Summit é uma excelente escolha, já que é um dos melhores dos EUA. De modo geral, ele traz assuntos variados do marketing digital, como as tendências e debates promovidos por grandes nomes do segmento.

Os melhores profissionais americanos costumam figurar por lá, o que proporciona uma chance e tanto de ter percepções valiosas sobre o setor. A organização do evento o define como ideal e voltado para agências, profissionais, growth hackers, anunciantes, profissionais de Marketing de Conteúdo e grandes empresas do setor de e-commerce.

Por lá, as grandes novidades e atualizações do marketing digital serão debatidas e abordadas por profissionais que tenham relevância no mercado norte-americano.O Traffic and Conversion Summit vai rolar de 25 a 27 de fevereiro. Acompanhe o site para saber mais informações sobre ingressos e a agenda do evento.

4. Campus Party

Se você acha que a Campus Party é um evento só para nerds e geeks, se enganou! Por mais que esse público seja fã e maioria, há também ótimos temas voltados à tecnologia sendo debatidos por lá. Afinal, o que é o Marketing Digital se não um caminho natural do segmento que se deu por conta dos avanços tecnológicos?

Na CP você verá ótimos debates e palestras sobre empreendedorismo, inovação e todo o universo digital, que são campos fundamentais para o trabalho do marketing. O evento também tem a proposta de reunir profissionais de diversas áreas em disputas divertidas, mas sempre com um viés de aprendizado e desenvolvimento de soluções.

O mais legal é que o evento funciona como um camping, ou seja, você pode dormir, tomar banho e comer por lá, ficando os 2 dias do Campus Party! Na lista dos eventos de marketing 2019, ele acontece nos dias 12 e 17 de fevereiro. Acesse o site e saiba mais detalhes!

5. Gartner Data and Analytics Summit

Com a chancela de uma das maiores empresas do setor de marketing digital e analytics, o Gartner Data and Analytics Summit é um evento que rapidamente se tornou um dos mais importantes no Brasil. Os participantes têm a garantia de que estarão diante da abordagem das principais tendências do mercado, entendendo o que esperar sobre dados e analytics nos próximos anos.

O evento vai abordar técnicas e novas percepções para alavancar resultados de métricas e saber como desenvolver indicadores ainda mais eficientes. Assuntos como novas tecnologias e inovação também serão temas de apresentações, sempre com o foco voltado ao marketing digital. A contextualização dessas questões promete oferecer valiosos insights aos profissionais.

Além de todas as dicas e as soluções propostas por especialistas, o Gartner Data and Analytics Summit é uma oportunidade única de networking. Ele é um evento ímpar que traz as ideias de uma das mais renomadas empresas do segmento mundial. Muito aprendizado e boas ideias serão obtidas no evento que acontecerá em São Paulo, nos dias 29 e 30 de maio. Saiba mais!

6. FIRE Festival

Como a própria organização ressalta, o FIRE Festival é o evento obrigatório para quem trabalha com internet. Sendo assim, o marketing digital não fica de fora!

Os grandes profissionais da comunicação no Brasil marcam presença anualmente, o que é uma tendência dos eventos de marketing 2019. Além deles, grandes empreendedores e nomes relevantes do mercado de inovação também estarão presentes.

As principais startups do marketing digital levarão suas histórias e ideias em apresentações únicas e de grande valor para os participantes. O conteúdo mais técnico também abre espaço para a presença de quem vive do outro lado do segmento, como os influenciadores digitais. Até a Anitta já esteve lá para falar um pouco mais sobre como é ocupar esse espaço.

O FIRE tem segmentos como negócios, métricas, empreendedorismo, inovação, tráfego e copywriting. Se você se identifica ou atua nessas áreas, certamente a experiência será única e vai agregar para a sua carreira. O evento acontece sempre em setembro, ainda com data a definir para 2019. Fique ligado no site deles para saber em primeira mão!

7. Expo Digitalks

Já considerado uma referência em tecnologia e marketing digital, o Expo Digitalks completa 10 anos e vai figurar entre os principais eventos de marketing 2019! Para comemorar, sua edição mais especial até aqui terá 20 atividades em 5 palcos diferentes, contando com mais de 180 palestrantes já confirmados.

O modelo de evento é inspirado em outros da categoria realizados ao redor do mundo, especialmente na Europa. Profissionais com expertise e visão ampla do marketing digital vão comandar as apresentações, abordando o que há de mais novo.

Grandes profissionais de marketing, gerentes, CEOs, diretores e figuras importantes do cenário nacional dedicarão um tempo para conversar com os participantes e transmitir suas percepções.

Essa será uma grande oportunidade de entender o que essas pessoas pensam sobre os próximos anos do segmento, apontando como o marketing digital deve ser comportar em breve. O Expo Digitalks acontece nos dias 28 e 29 de agosto, em São Paulo. Mais detalhes e ingressos você confere no site oficial.

8. Inbound

Esse é mais um dos eventos de marketing 2019 que vão rolar fora do Brasil, mas podem ser uma ótima alternativa para quem pode se deslocar ou estiver de férias. O Inbound é um dos mais relevantes em todo o mundo e acontece na cidade de Boston, nos EUA.

A proposta dele é simples: trazer os principais e mais relevantes profissionais do setor de marketing digital para apresentações, palestras e bate-papos técnicos e com diferentes visões em relação ao mercado atual.

O evento é bem completo e, além dos workshops e painéis, há também festas! Contudo, o que menos importa é a curtição nesses momentos. As comemorações são momentos mais descontraídos em que acontecem as melhores ocasiões para trocar ideias e conhecer pessoas relevantes no segmento.

Essa proposta ajuda muito no networking, já que o clima é propício para que as pessoas estejam mais abertas a fazer novas amizades que serão importantes para o futuro profissional. Todo esse conteúdo educacional e inspirador já está devidamente planejado e agendado para acontecer dos dias 3 a 6 de setembro. Visite o site oficial do evento e conheça melhor os detalhes.

9. Expo Rakuten

A Rakuten Digital Commerce é uma empresa amplamente conhecida e referência no ramo de comércio digital. Por conta disso, o que já dá para esperar é que ela traga pautas, discussões e perspectivas de alto valor para os próximos anos dentro desse segmento.

O evento tem sido um sucesso no Brasil e, em 2018, levou mais de 6 mil participantes a saberem um pouco mais sobre os e-commerce, suas estratégias e o que há de novo no mercado.

Tecnologia, SEO e marketing digital são assuntos que naturalmente estarão em pauta, com palestras, workshops e conversas comandadas por nomes de impacto no cenário brasileiro. Os profissionais foram escolhidos a partir da curadoria da Rakkuten e, diante da relevância da empresa no cenário mundial, o que se pode esperar é conteúdo relevante que vai ajudar muita gente!

Vale a pena ver o que essas pessoas têm a dizer em um dos melhores eventos de marketing 2019. O espetáculo gigantesco já tem data e local para acontecer: em São Paulo, no dia 10 de outubro, com uma grande estrutura esperando profissionais de todo o Brasil. Confira mais detalhes no site oficial!

10. The Developers Conference

Também conhecido como TDC, essa conferência é a maior do mundo quando o assunto é tecnologia. Se esse é o foco, é claro que também vai passar por temas importantes relacionados ao marketing digital.

Cada vez mais os novos recursos têm influenciado a forma de posicionar empresas ao público e desenvolver campanhas de impacto. Assim, um evento desse porte também traz pautas de destaque voltadas ao contexto do marketing.

Entre os assuntos, os dados são um dos grandes focos do evento. Ele mostrará como a captação adequada e eficiente proporciona ótimas chances de insights para direcionar campanhas ainda mais certeiras pelas equipes de marketing digital. O UX Design também é outro ponto muito bem abordado, mostrando sua relação direta com o engajamento com o cliente.

O TDC é um evento que acontece em várias datas e em diferentes cidades do Brasil, inclusive com algumas edições online, o que traz uma proposta mais inclusiva. As datas e as maiores informações você confere na página do evento.

Os eventos de marketing 2019 prometem! Veja qual deles está mais próximo de você e conta com a programação que mais te interessa. Assim você poderá aproveitar uma experiência única de aprendizado, networking e, quem sabe, diversão.

Bônus: organize seu próprio evento de Marketing Digital

Se você busca tornar sua marca mais conhecida no mercado e se aproximar de seus clientes e parceiros, uma boa saída é você mesmo organizar um evento de marketing para sua empresa.

Além de ajudar você a posicionar a sua marca como uma especialista no mercado, fazendo isso você irá garantir a possibilidade de conquistar ótimas parcerias, contatos com outras empresas e, com isso, mais vendas para sua organização.

Estes eventos não precisam ser apenas presenciais. Você pode investir na realização de Webinars, que além de aproximar você de seus clientes é uma excelente forma de gerar leads.

Agora que você já conhece os eventos de marketing que você não pode perder e algumas dicas de como fazer o seu próprio evento, confira também o nosso ebook completo sobre Marketing de Conteúdo!

LinkedIn Live
Parte 3

LinkedIn Live: conheça a ferramenta do LinkedIn para conteúdos visuais

Provavelmente, esta é a primeira vez que você escuta falar sobre o LinkedIn Live, e sabe por quê? Porque este é o último lançamento da rede corporativa mais famosa do mundo.

O LinkedIn é uma plataforma diferente: uma rede B2B que nos permite relacionar entre empresas. Seu objetivo é precioso e específico: o desenvolvimento profissional.

E ela não serve unicamente para você enviar um currículo e esperar por um emprego, mas sim para fazer networking, avaliar ideias, estudar o mercado, promover treinamentos etc.

Passamos pelo auge da produção e reprodução de vídeos e dos serviços de streaming e o LinkedIn soube acompanhar isso. Siga conosco para saber mais sobre o LinkedIn Live!

A proposta do LinkedIn Live

A proposta é clara: oferecer um serviço de live streaming que permite transmitir vídeos e eventos em tempo real.

O objetivo é o mesmo de qualquer ideia de desenvolvimento de um produto: agregar valor à experiência. E, no caso do mundo corporativo, isso tem muitas possibilidades.

Desde conferências entre filiais de diferentes empresas em várias partes do mundo, passando por seminários de capacitação até auditorias.

A possibilidade de transmitir ao vivo aumenta o engajamento dos usuários, pois eles podem participar de mais dinâmicas interativas. Isso os enriquecerá como profissionais, ao mesmo tempo que facilitará o processo empresarial.

A rede no âmbito social

O aumento do número de empreendedores criou a necessidade de promover vínculos profissionais, em vez de uma constante conscientização.

Não se trata de socializar nossas emoções ou compartilhar nossos estados e opiniões, mas de encontrar as melhores oportunidades de negócio e crescimento pessoal. E, para isso, o LinkedIn oferece um contexto mais formal e sério que as outras redes.

O mistério Beta

o LinkedIn Live, todavia, está na fase Beta. Isto é, em fase de experimentação. Mas sabemos que, em sua forma, será muito diferente dos serviços oferecidos pelas outras plataformas.

A diferença será em seu código de uso, focado no perfil dos usuários e nas utilidades empresariais.

Veja outros pontos:

  • não será para a transmissão de conteúdos pessoais;
  • não terá o paradigma horizontal das redes sociais, mas se baseará em cargos, funções e hierarquias;
  • não terá o foco no emocional do usuário, mas em sua capacidade de se integrar a um projeto de desenvolvimento pessoal.

Os sócios

Um lançamento tão ousado, no entanto, requer uma boa estrutura técnica para garantir uma experiência de usuário agradável.

Por isso, o LinkedIn contará com a presença de outras ferramentas conhecidas no mercado para recursos audiovisuais.

E, para reforçar a autoridade no tema, nada melhor que ter os melhores sócios, como:

  • Wirecast: o principal software de mescla de vídeo, criado pelo Telestream, para garantir a qualidade.
  • Switcher Studio: para as conferências de multi-tela (com até 9 telas simultâneas);
  • Wowza Media System: velocidade, streaming em qualquer lugar do mundo em menos de três segundos;
  • Socialive: para facilitar a vida dos usuários e que possa criar facilmente transmissões ao vivo em nível profissional;
  • Brand.live: para vender melhor, a plataforma ao vivo “one-stop-shop” para marcas e varejistas;
  • Microsoft: a cereja do bolo, mais que um sócio, o dono do LinkedIn.

O LinkedIn Live promete ser um passo de qualidade para o mundo dos negócios. Que nos perdoe Mark Zuckerberg, mas Bill Gates está nos chamando. Por isso, não espere mais! Crie hoje mesmo o seu perfil no LinkedIn e comece a desenvolver sua carreira.

E, se você quer virar um especialista nessa rede, baixe agora nosso e-book sobre Marketing no LinkedIn!

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Saiba como gerenciar canal do Youtube
Parte 4

Do planejamento à execução: como gerenciar o seu canal do Youtube com maestria

Já não é mais novidade que os conteúdos em vídeo estão crescendo em uma velocidade imensa. Em 2019, 80% do tráfego da internet será composto por vídeos.

Impressionante, não? Mais incrível ainda é o fato de que o YouTube tem em seus registros mais de 500 milhões de horas de vídeos consumidos diariamente.

Isso significa que essa plataforma não perde em nada para os tradicionais canais de TV. Mais do que isso, o YouTube é um dos grandes fenômenos na chamada revolução digital. E quem está por dentro das inovações tecnológicas cresce lado a lado com todas essas tendências.

E você? Tem curiosidade em saber um pouco mais sobre o universo do YouTube e como iniciar um belo trabalho utilizando essa ferramenta?

Então, nos acompanhe ao longo deste post!

Qual a importância do YouTube na estratégia de Marketing Digital?

Não é mais possível falar de uma estratégia de Marketing Digital sem pensar na participação dos vídeos. O audiovisual mostra um conteúdo muito mais vivo e dinâmico do que um simples texto na página.

Mas você sabe quais são os principais benefícios em apostar nessa estratégia? A gente mostra logo abaixo!

Ranqueamento nas buscas

SEO é o termo para essa ação. Aplicação correta de palavras-chave, meta description, legendas e anotações ajudam a elevar o seu vídeo nos canais de buscas, gerando um tráfego maior e mais orgânico.

É um detalhe do qual muita gente se esquece, mas de extrema importância para o sucesso.

Aprenda tudo sobre SEO

Controle e otimização

Se você já utilizou ferramentas como o Google Analytics, sabe muito bem do valor em poder verificar detalhes sobre o número de acessos em sua página, o tempo de permanência e o controle regional.

O YouTube disponibiliza uma análise semelhante, que possibilita otimizar e mostrar pontos de melhoria em seus vídeos. Assim, fica mais fácil criar um plano de ação para manter o que já está bom e melhorar o que deixou a desejar.

Ajuda com o público-alvo

Com uma seleção dos principais interesses, faixa etária e outras características, o YouTube pode definir um público-alvo e direcionar palavras-chave para ele.

É algo que vai muito além das mídias tradicionais, em que esse processo nem mesmo chegaria perto de ser automatizado dessa forma. É um ótimo exemplo da inovação do marketing.

Aumento da autoridade

Todo produtor de conteúdo almeja se tornar uma referência no assunto que aborda. Ao criar vídeos de qualidade e devidamente configurados para ranqueamento, a sua reputação ou a de seu produto só tende a crescer, ajudando a se tornar uma autoridade com seguidores fiéis que confiam no seu conhecimento.

Como gerenciar o canal no YouTube com maestria?

Agora que você já entendeu as diversas vantagens de se tornar um especialista em vídeos no YouTube, está na hora de conhecer dicas valiosas para gerenciar um canal como um mestre.

Então, vamos lá!

1. Planejamento

Defina objetivos e KPI’s

KPI é um termo muito utilizado em Marketing Digital e, basicamente, significa uma forma de mensurar objetivos e ações que estão funcionando corretamente em seus vídeos.

Um bom exemplo de KPI no YouTube seria o número de visualizações para cada vídeo e o número total de visualizações no canal, o que te ajuda a estabelecer um caminho muito mais claro da maneira de produzir e postar vídeos, indicando quais horários e quais dias são mais favoráveis.

Isso também ajuda a definir o estilo do seu canal, pois você pode visualizar quais vídeos chamaram mais atenção e os motivos que colaboraram para tanto, como os títulos, as thumbnails e o próprio conteúdo.

Pesquise sobre o comportamento da sua persona

Publicar vídeos no YouTube sem saber nada sobre as preferências da sua persona por lá é tão seguro quanto tentar adivinhar seu futuro olhando para uma bola de cristal (ou seja, a não ser que você seja supersticioso, provavelmente não vai funcionar, concorda?).

Sendo assim, não deixe de fazer uma pesquisa para entender questões como:

  • a duração média ideal do vídeo para a persona;
  • o tipo de vídeo que mais a atrai (com desenhos e narração, estilo talkshow, com números e dados, apenas uma pessoa falando diante da câmera, etc.);
  • a frequência e período em que ela costuma acessar o YouTube;
  • e o tipo de conteúdo que gosta de consumir por ali (informativo, do tipo videoaula, de entretenimento, tutorial, entrevistas, etc.).
Guia para criação de personas

Faça pesquisas de palavras-chave

Depois de entender melhor que tipo de conteúdo sua persona gostaria de ver no YouTube, é hora de descobrir quais assuntos estão em alta para atraí-la até o seu canal, e nessa hora nada mais eficiente do que uma boa pesquisa de palavras-chave.

A partir disso, vai ficar mais fácil distribuir os assuntos a serem abordados na sua estratégia — e a forma/profundidade com a qual serão tratados — por todos os seus canais de conteúdo, do blog ao YouTube.

Integre o conteúdo produzido pela empresa

Além de dividir os temas abordados nos seus conteúdos, vale a pena, ainda, integrar toda a estratégia para aumentar seu engajamento em todos os canais.

Isso quer dizer que você vai poder, por exemplo, tratar do mesmo assunto de formas diferentes no blog, nas redes sociais e no YouTube, e linkar esses conteúdos uns nos outros.

Por exemplo: ao publicar um vídeo com uma receita culinária, digamos, você pode postar a lista completa dos ingredientes e medidas no blog.

Do mesmo modo, pode criar um post com um passo a passo escrito e, depois, fazer um vídeo para mostrar como as instruções acontecem na prática.

Outra integração importante é divulgar seus vídeos nas redes sociais, linká-los nos posts do blog sempre que possível, e convidar seu público no YouTube a acompanhar seu trabalho nas outras redes sociais que a empresa participa.

Engaje por meio da frequência de postagens.

É observado que postagens realizadas mais de uma vez por semana geram mais visualizações, indicações como vídeos relacionados e chances de aparecerem na página inicial do YouTube.

Tudo isso também colabora para o engajamento do seu público, que passa a acompanhar as novidades do canal, por já conhecer a sua frequência e qualidade de postagens.

Não é por acaso que, atualmente, vemos cada vez mais canais que postam vídeos diariamente.

Se você está começando uma carreira como youtuber, é interessante pensar na possibilidade de criar uma grande quantidade de conteúdos, com assuntos relacionados entre si e procurar fazer ligações entre eles, direcionando os usuários ao final de cada vídeo para que assistam o próximo.

Isso vai ajudar muito o desempenho do seu canal no algoritmo da plataforma, além de aumentar o seu tempo de exibição e manter um número maior de usuários por mais tempo..

Mas avalie com calma a sua capacidade de produção,  se você leva muito tempo para produzir um único vídeo, essa regularidade não acontece e o seu canal perde a força.

Atente para o visual

É fato que um vídeo com um visual bonito chama a atenção e ajuda a aumentar as chances de entreter o usuário.

Portanto, considere investir nesse quesito, aprendendo mais sobre edição de vídeos,storytelling, e a própria captura das imagens e do áudio.

Mas criar um vídeo impressionante visualmente não significa garantia de sucesso.

Mais do que fazer vídeos cinematográficos, é importante não deixar o seu público na mão e lembrar de fixar horários para atualização. Sendo assim, limite o visual ao que você dê conta de produzir em um curto tempo e procure otimizar o fluxo de produção.

Se tiver a oportunidade, invista em uma pequena equipe e um pequeno espaço que ajude com todo esse trabalho. O equilíbrio sempre trará bons frutos.

Seja objetivo

Não existe nada pior no YouTube do que aqueles vídeos que te enrolam por minutos antes de iniciar o conteúdo de fato. Muitos espectadores da plataforma desistem de um vídeo após os primeiros 10 segundos, caso não tenha nada que os interesse.

Sabendo disso, é importante ser muito objetivo e sucinto nos títulos e apresentações. Não demore para apresentar o conteúdo e procure sempre iniciar com algo que prenda a atenção, como uma pergunta, um tema intrigante ou uma frase misteriosa, por exemplo.

2. Execução

Para otimizar a execução dos vídeos, existe um grande leque de ferramentas e apps que podem ajudar nessa produção, principalmente, quando você ainda está no início e não tem uma equipe de apoio.

Logo abaixo, estão alguns deles.

YouTube Creator Studio

O YouTube Creator Studio é uma ferramenta para Android e iOS que ajuda a gerenciar seus canais de uma forma bem fácil. Ele exibe todas as informações necessárias, incluindo os gráficos de visualizações e popularidade por tempo de vídeo assistido.

Ele também oferece recursos para interagir com o público, como visualizar, responder ou até mesmo apagar comentários de forma intuitiva, além da possibilidade de editar as informações diretamente no celular.

As informações chegam por notificações e também podem ser desligadas, caso não deseje ser alertado o tempo todo.

Se você administra mais de um canal, é possível fazer a troca dessa administração, possibilitando manter vários canais atualizados sem muitas preocupações.

TubeBuddy

Diferente do YouTube Creator Studio, o TubeBuddy é um aplicativo utilizado nos navegadores de computador.

É um excelente recurso para se otimizar o SEO dos seus vídeos, usando ferramentas diretamente do próprio YouTube, mas de uma maneira mais intuitiva e que permite uma maior organização.

Isso acontece pela facilidade em automatizar procedimentos e processamentos extensos e cansativos, como inserir descrições e anotações em vários vídeos de uma vez só.

Ele também permite a pesquisa de palavras-chave que auxiliem no direcionamento dos seus conteúdos, gerando melhores resultados.

ScreenFlow e Camtasia

O ScreenFlow e o Camtasia são ferramentas semelhantes para a criação e edição de vídeos. O primeiro é um excelente recurso para usuários do Mac e o segundo é uma poderosa ferramenta que também pode ser usada no Windows.

Ambos são ótimos para criação de vídeos por meio de capturas de tela ou mesmo filmagens. Eles permitem incluir transições, animações e músicas de uma maneira muito intuitiva.

Editar partes do vídeo que podem ser chatas para o espectador, como pausas longas e mudanças de assunto, ou, simplesmente, melhorar o ritmo, são detalhes que vão fazer toda a diferença para a qualidade do seu material.

No início, pode parecer um pouco confuso, devido à grande quantidade de recursos que eles apresentam, mas nada que uma pequena dedicação ao aprendizado não resolva.

Canva

Outra boa plataforma para ajudar na criação de bons conteúdos é o popular Canva.

Ele permite que você crie imagens com um design profissional sem precisar ser um designer para isso.

Com um editor muito simples, a criação se torna fácil e rápida com um sistema de arrastar e soltar, sem burocracia ou a necessidade de técnicas avançadas. A ferramenta também disponibiliza um amplo banco de imagens, ilustrações e fotos para complementar a sua criação.

Mesmo não sendo um editor de vídeos ou um gerenciador, criar essas imagens é um diferencial para inserir miniaturas atrativas em seus vídeos, conquistando, assim,  mais cliques e visualizações.

Também é bem útil para a criação de telas finais de seus vídeos, usadas para direcionar o espectador para outros conteúdos de seu próprio canal.

Se antes, você pensava que seria necessário ter habilidades de um designer ou ilustrador para isso, o Canva veio para mostrar que não.

Transcrição do vídeo

Não se trata de uma ferramenta, mas sim de uma ação que colabora bastante para uma execução eficiente.

Transcrever todo o conteúdo do seu vídeo pode parecer cansativo, mas é um bom uso do seu tempo quando você tem a certeza de que as pessoas podem consumir o seu material mesmo sem assistir ao vídeo, seja porque estão em um local público sem fones de ouvido, ou porque dispõem de uma internet lenta.

Basta inserir a transcrição na descrição do seu vídeo ou mesmo como uma legenda, o que também o deixará acessível para deficientes auditivos.

Manual do uso de Vídeos no MKT Conteúdo

3. Análise

Outra ação que não pode faltar na sua produção de vídeos é a utilização de ferramentas como o YouTube Analytics para o acompanhamento de métricas.

Afinal, quanto mais você souber sobre todo o andamento nos bastidores, melhor você poderá agir e promover a evolução do seu trabalho.

YouTube Analytics

Visualizar o tempo médio assistido em seus vídeos e de todo o canal, visualizações a partir de vídeos sugeridos, entre outras vantagens.

O YouTube Analytics proporciona isso tudo, permitindo que você tenha total controle sobre a performance dos conteúdos, identificando o que precisa ser melhorado e o que pode ser mantido.

Aumentar o tempo médio de visualizações de seus espectadores é algo fundamental para o algoritmo de ranqueamento da plataforma. Por isso, é recomendado que você inclua essa tarefa no seu dia a dia.

Tudo entendido até aqui, certo? Mas uma dúvida que pode surgir é: como saber de onde o seu público vem e como eles tomaram conhecimento de seus vídeos?

Com o próprio YouTube Analytics, é possível analisar cada vídeo individualmente e verificar a partir de onde ele foi acessado e qual vídeo está recebendo visitas por meio de outros conteúdos relacionados.

Isso também ajuda a descobrir o caminho e o estilo que seu conteúdo deve assumir. Dessa forma, você não se desvia do seu público.

Dicas para fazer seu canal bombar

E aí, canal pronto, estratégia montada, então vamos partir para a ação e gerar resultados?.

Confira como:

Conquiste o espectador nos primeiros segundos

Assim como a arte de manter um leitor grudado nos posts do seu blog até o finalzinho está em conquistá-lo logo na introdução, nos seus vídeos, o ideal é capturar a atenção do público já nos primeiros 10 segundos da gravação.

Ou seja: economize no tamanho da sua abertura (se houver) e não fique enrolando demais antes de ir direto ao ponto.

De preferência, inclua logo no início algum atrativo para incentivar a audiência a continuar assistindo, seja uma pergunta intrigante que você vai responder, um sneak peek do que os espera no final ou apenas um CTA mesmo.

Não subestime o poder do CTA

Por falar neles, os CTA (ou calls to action) também devem estar presentes no YouTube, de fato, em vários locais:

  • no começo, informando de cara sobre o que aquele vídeo vai ser e chamando o espectador para continuar vendo;
  • durante o vídeo (se couber e não for ficar forçado), chamando a pessoa para outros conteúdos (que podem ser linkados na descrição ou aparecer em hyperlinks no próprio vídeo);
  • e, ao final, chamando a audiência a interagir com o vídeo pelos comentários e/ou compartilhando-os com os amigos;
  • bônus: convide o pessoal a se inscrever no canal, assim como nas suas outras redes sociais (mantenha os links sempre disponíveis na descrição de todos os vídeos).

Faça parcerias com outros canais

No mundo dos blogs, os Guest Posts são um ótimo jeito de fazer seu número de leitores crescer aproveitando o público de um parceiro, e vice-versa.

No YouTube, também é possível que dois canais se ajudem por meio de vídeos em conjunto, que são depois publicados em versões diferentes nos dois canais, com chamadas para que o público visite e inscreva-se no canal do parceiro.

Aproveite as suas parcerias com outras empresas fora do YouTube para estender seu sucesso mútuo aos vídeos!

Crie seções e séries engajadoras

Uma das vantagens daquela configuração opcional que mostramos ali em cima, na última parte do nosso passo a passo, é que ele permite separar seus vídeos por seções e playlists.

Além das listas que você pode fazer automaticamente com o próprio YouTube (como uma seção só com os envios mais populares, outra com as transmissões ao vivo futuras e passadas), dá para ir montando uma série que dá continuidade a um mesmo tema.

No canal da Rock, por exemplo, temos o RockHacks, uma série com vídeos bem curtinhos (com cerca de 1 minuto) e dicas rápidas para serem consumidas “em doses homeopáticas”.

Já a sessão dedicada às videoaulas sobre Conteúdo e Marketing tem gravações mais longas e completas, formando quase um curso mesmo, que vai se completando a cada envio.

Com o número de aficionados por séries crescendo por aí, nem precisa dizer que organizar seus vídeos dessa forma vai aumentar seu número de visualizações e assinaturas, não é?

Aprenda com os maiores youtubers da web

Tem jeito melhor de ficar por dentro do que está bombando no YouTube do que acompanhar de perto o trabalho dos mestres na arte do conteúdo audiovisual?

Então fica aqui nossa recomendação para que você siga de perto os maiores youtubers do mundo para conhecer seus segredos e fazer como eles:

  • preze pela qualidade do seu conteúdo acima de tudo;
  • crie sorteios e premiações periódicas para os assinantes do canal;
  • interaja com o público respondendo aos seus comentários e peça sua opinião sempre que puder;
  • e não subestime o poder do design visual para agregar valor ao seu conteúdo, seja na arte do seu canal, nas thumbnails ou mesmo nos próprios vídeos.

Outra dica importante é ficar antenado, também, nas empresas que estão fazendo bonito no YouTube para seguir seu exemplo.

Como faturar com seu canal no YouTube

Finalmente, com seu canal nos trilhos e caminhando rumo ao sucesso, chegou o momento de pensar no retorno que todo esse investimento vai dar para a empresa: como fazer as visualizações se transformarem em cifrões?

Existem, basicamente, três formas de fazer sua fama no YouTube virar zeros à direita na conta bancária:

YouTube Ads

Sabe aquelas propagandas que às vezes passam logo antes do seu vídeo começar?

Pois é, trata-se do Youtube Ads, uma opção para fazer com que cada visualização renda ao dono do canal alguns centavos, que quando multiplicados por milhões — ou até bilhões, no caso de virais —, representam uma quantia bastante respeitável.

Patrocínio externo

Outra estratégia usada por muitos youtubers para aumentar o faturamento dos vídeos é conseguir o patrocínio de alguma empresa, que paga para que seus produtos ou serviços sejam promovidos nos conteúdos daquele canal.

Inbound Marketing

Embora os dois últimos pontos sejam muito legítimos se o seu canal tiver mesmo por objetivo ser uma fonte de renda, no caso de uma empresa que está usando o YouTube como parte da estratégia de Inbound Marketing, esse provavelmente não é o melhor jeito de proceder.

Além de ficarem meio irritados com a publicidade dos patrocinadores e os ads, vale lembrar que fazer com que sua audiência se engaje com a empresa aos poucos, percorrendo o funil de vendas até se tornarem clientes é o verdadeiro objetivo do seu canal.

Diante disso, não adianta esquentar a cabeça.

Alie toda a sua estratégia com cuidado para fazer suas personas caminharem pelo funil, preze pela qualidade dos seus envios e não tema: o Marketing de Conteúdo com certeza será muito mais sustentável do que as campanhas pagas.

Os 4 erros mais comuns dos youtubers iniciantes

Para quem não está ligado no universo “por trás das câmeras” do YouTube, expectativa e realidade da produção de vídeos podem estar a quilômetros de distância.

Pensando nisso, que tal conferir de uma vez os principais erros cometidos pelos novatos para evitar cair nessas armadilhas antes mesmos que elas apareçam na sua frente?

Anote aí:

Achar que produzir conteúdo em vídeo é caro e complicado

Como explicado pelo professor Peçanha nesta videoaula sobre videoaulas, fazer conteúdo para colocar no YouTube, na verdade, não é nenhum bicho de sete cabeças.

O importante é colocar a mão na massa e fazê-los!

Nem equipe de produção especializada nem mesmo equipamentos caros são necessários.

Com uma câmera de celular, hoje em dia, já dá para gravar imagens de alta qualidade.

Não dar atenção às tags e thumbnail do vídeo

Você já deve saber o quanto o SEO é importante no Marketing Digital para garantir que as suas páginas sejam encontradas pelo internauta, certo?

Pois no YouTube, a coisa não é muito diferente, só que aquilo que vai aumentar suas taxas de visualização e fazer com que seu vídeo suba no ranking das buscas são informações fora do conteúdo em si: as tags (ou marcações) e a thumbnail do vídeo.

Kit Calendarios de Marketing

Não manter o canal em atividade constante

Como foi falado,  manter uma frequência regular e alta de publicação no YouTube é essencial para o seu sucesso: de nada adianta criar o canal e deixá-lo às moscas.

Além de engajar os usuários a cada nova publicação, a frequência incentiva um passeio dos inscritos pelos seus outros vídeos e playlists, aumentando suas visualizações como um todo e, em última instância, a própria autoridade do seu canal.

Para isso, o ideal é incluir o YouTube no seu calendário editorial para alinhá-lo com todo o resto da sua estratégia, e é disso mesmo que vamos falar a seguir!

Vamos começar?

E então, agora que você tem boas dicas sobre como gerenciar o seu canal, que tal produzir?

Os dois principais pontos que você precisa ter em mente quando criar um canal são os espectadores e o algoritmo da plataforma. Tendo conhecimento sobre isso, seu gerenciamento se torna mais simples.

Uma boa dica também é procurar postar nativamente em outras plataformas de redes sociais. Por exemplo, se você criar uma página no Facebook, é recomendado que você edite uma versão curta de seu vídeo, como um teaser, e faça um post inserindo o link que vai direcionar para o vídeo completo hospedado no YouTube.

É uma ótima maneira de atrair um público que não esteja necessariamente assistindo a outros vídeos antes de chegar até os seus. Isso também vale para o Twitter e Instagram.

Você também pode incorporar seus vídeos em blogs e sites parceiros, ou em seu próprio blog, completando um blog post.

Lembre-se de que, para gerenciar o canal do YouTube, é importante ser criativo e inovador, além de transmitir boas informações e otimizar o seu fluxo de trabalho.

Se você quer saber um pouco mais para se tornar um expert no assunto, baixe agora o nosso e-book gratuito sobre Marketing no Youtube!

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Parte 5

Como Fortnite saiu da esfera dos games e se transformou em um sucesso de marketing

Se você é fã de games ou cultura geek provavelmente já ouviu falar — mesmo que não se lembre agora — do nome Fortnite.

Até mesmo quem não se interessa tanto pelo assunto pode ter entrado em contato com o jogo sem ao menos saber: figuras conhecidas no universo do esporte, como o jogador da seleção de futebol da França, Antoine Griezmann, e o lutador de UFC, José Aldo, comemoraram suas vitórias fazendo referência ao jogo.

Antoine Griezmann comemora com dança do Fortnite

O game, que atingiu a marca de 1 bilhão de dólares em faturamento em apenas dez meses, se transformou em um completo case de sucesso no marketing. Sim, é isso mesmo que você está lendo!

Quer descobrir como o “fenômeno Fortnite” aconteceu? Então acompanhe nosso post!

Como o jogo funciona?

Antes de compreender as estratégias de marketing que fizeram parte da história do jogo, entenda o que é o game e como ele funciona.

Fortnite é um jogo eletrônico que foi lançado no ano de 2011 pela empresa Epic Games. No entanto, a versão que viralizou e conquistou fãs ao redor do mundo foi lançada há pouco tempo, em setembro de 2017!

Para você ter um pouco da noção do sucesso do jogo, a Epic divulgou que, em junho de 2018 (apenas 9 meses depois do lançamento), já haviam 125 milhões de usuários registrados.

O número é muito bom e representa um forte teor de viralização, o que reforça a capacidade do jogo em atingir uma grande quantidade de pessoas em um curto período de tempo.

O principal objetivo do Fortnite é vencer os adversários em combates. As partidas podem acontecer em modo “solo”, em dupla ou em equipes de até quatro jogadores. Para se dar ainda melhor nos confrontos, o personagem pode explorar o cenário do jogo e conquistar recursos, buscar itens específicos e construir edificações, por exemplo.

É importante estar sempre atento ao mapa, fundamental para aproximar os jogadores em momentos oportunos para os combates.

A dinâmica do Fortnite, que faz parte do modo Battle Royale, é popular entre games e consiste basicamente em três pilares: sobreviver (e ser o “último homem de pé”, ou seja, o vencedor), explorar o ambiente e coletar recursos e equipamentos. Ou seja: ganha quem ficar por último!

Fortnite: como funciona

Uma característica muito legal de jogos do gênero é que eles estimulam o jogador a sair ao máximo da sua zona de conforto. Isso é feito a partir da redução das “zonas seguras”.

Quando alguém permanece muito nestes espaços, onde não existe confronto e os jogadores acabam por se esconder, existe a possibilidade de ser forçado a sair das zonas ou até mesmo ser eliminado do jogo.

Como o jogo se transformou em um case de marketing?

Após entender como o jogo funciona, você provavelmente ainda está se perguntando sobre a tal viralização.

Afinal, mesmo que se trate de um jogo legal, com gráficos interessantes e de boa jogabilidade, ainda é de se espantar o fato de que o Fortnite ganhou proporções tão grandes em um período de tempo tão pequeno.

Vamos, então, “começar do começo”: no mês de março de 2018, Tyler Blevins, um famoso gamer norte-americano, promoveu a transmissão de uma partida de Fortnite na Internet. Até aí, uma prática comum no universo gamer.

A cereja do bolo estava em seus adversários: os rappers Drake e Travis Scott. Aquela partida bateu recordes em audiência de espectadores, chegando a um número de 635 mil pessoas (o recorde anterior era de 338 mil).

Desde então, a popularidade do game aumentou consideravelmente. Outro evento responsável por reforçar sua popularidade foi a Copa do Mundo de Futebol, em junho do mesmo ano.

Uma série de jogadores, na típica prática de comemorar gols fazendo alguma referência (muitas vezes desconhecida, mas que rapidamente viralizam após ter o significado compreendido pelo público geral), mencionaram o Fortnite ao fazer símbolos referentes ao game.

Além do fato do jogo ter conquistado figuras com visibilidade mundial, existiram também estratégias de lançamento e veiculação do jogo muito bem pensadas.

Uma delas — talvez a principal — foi a funcionalidade multiplataforma: por um bom tempo, jogos exclusivamente para computador conseguiram se sustentar de forma excelente. Agora, na era dos dispositivos móveis, é preciso pensar em estratégias que transformem os games em recursos “sempre na palma da mão”.

O Fortnite permite que partidas sejam iniciadas no computador, por exemplo, sendo posteriormente transferidas para algum dispositivo móvel ou console. Ou seja: é ainda mais difícil parar de jogar!

O que podemos aprender com o sucesso do Fortnite?

Uma transmissão ao vivo e uma série de jogadores mencionando o Fortnite. A semelhança encontrada entre os dois casos tem nome, e é chamada de marketing de influência.

O marketing de influência é baseado em estratégias que envolvem produtores de conteúdo com grande influência sobre seus respectivos públicos. São os antigos “blogueiros” que, nos primórdios da Internet, já mantinham blogs e começaram a chamar a atenção de marcas.

Naquela época, já era possível perceber o grande alcance de pessoas que dividiam suas vidas e experiências (sejam elas profissionais ou pessoais) na Internet. O público que as assistia era muito fiel e, literalmente, comprava as ideias expostas pelo pessoal na web.

A partir daí, marcas viram uma oportunidade promissora de lucrar ao investir neste tipo de estratégia de marketing, que foge daquelas campanhas publicitárias tradicionais e muitas vezes distantes ou óbvias demais. Comprar algo depois de ver uma propaganda entre o jornal e a novela é uma prática que ficou no passado.

Hoje em dia o que vale é a sensação de confiança e espontaneidade na Internet. Ninguém quer mais ser atraído por anúncios abusivos ou falsos. Os blogs deram lugar aos perfis nas redes sociais — como o Instagram, principalmente — e os blogueiros se transformaram em Digital Influencers.

Infográfico sobre Influenciadores Digitais

O mercado, que poucos anos atrás era embrionário, está atingindo números na casa dos bilhões: um estudo de uma agência norte-americana prevê que até 2020 empresas gastarão um valor que transita entre 5 e 10 bilhões de dólares com influenciadores!

Onde queremos chegar com isso tudo? É simples: os influenciadores foram grandes responsáveis pelo sucesso de marketing do Fortnite.

Já citamos outros atributos importantes para que o jogo se tornasse popular, porém, aqueles números estrondosos provavelmente não teriam sido alcançados em um espaço de tempo tão curto se a viralização não tivesse partido de figuras notáveis e com caráter influenciador.

Se inspirar em comportamentos de famosos sempre foi uma característica comum na sociedade, e o fenômeno não foi iniciado com os blogueiros ou influenciadores digitais.

O SAC da Globo, que ocasionalmente divulgava nomes dos produtos/acessórios mais populares nas novelas, é um exemplo. Naquela época, o telespectador via um esmalte, peça de roupa ou qualquer outro objeto de valor que o inspirava de alguma forma. Depois, ligava para a emissora com o objetivo de saber nome, marca, preço e todo o resto que fosse possível. O que mudou? A acessibilidade e rapidez nas quais as informações são divulgadas.

Em questão de minutos já era possível saber que a comemoração do jogador da seleção francesa fazia referência ao Fortnite. E, poucos minutos depois, o jogo já estava sendo iniciado, afinal muita gente quer saber “qual é o jogo que o Drake joga em seu tempo livre”.

Tamanho sucesso e viralização podem nos ensinar muito sobre o poder do marketing de influência, e como empresas que ainda não o exploram podem estar perdendo muito com isso.

Atualmente, existem formas muito baratas e com grande poder de eficiência ao trabalhar com influenciadores. Não é preciso investir milhares de reais na estratégia, e empresas menores podem se aventurar de forma relativamente segura no ramo para, dessa forma, descobrirem se a prática é de fato rentável.

Bônus: sabia que até a Netflix considera o Fortnite como uma ameaça?

Por essa você não esperava! A Netflix apontou o Fortnite como um dos seus grandes concorrentes. Sim, isso mesmo!

Um relatório divulgado pelo serviço de streaming deixou a entender que suas principais preocupações não são com concorrentes diretos como a HBO, Hulu ou Amazon Prime, mas sim com um jogo online.

O motivo disso seria o tempo de tela do usuário. Especialistas apontam a ideia de que, além de sair da Netflix para jogar Fortnite, existe um outro problema em questão.

Os interessados em games (que são um número gigante e almejado pelo gigante do streaming) estão deixando de ver filmes e séries para assistirem materiais feitos por produtores de conteúdo relacionados ao jogo. Lembra do que falamos sobre influenciadores? Pois é!

O que podemos aprender com tudo isso é que, além de qualidades técnicas, qualquer produto — seja ele um jogo, seja objeto de valor ou fruto do entretenimento — só vai sobreviver com louvor quando existe uma boa estratégia de marketing desenvolvida.

Não sabemos até onde o Fortnite trabalha com influenciadores e como isso é feito, porém, espontaneamente ou não, investir nessas figuras é um grande acerto.

Com o case de sucesso do game, você deve estar pensando nessa nova tendência de marketing. E, por falar em tendências, veja quais são as promessas para o ano de 2019!

Social Media Trends 2018

Sistema de gestão educacional: tudo o que você precisa saber
Parte 6

Sistema de gestão educacional: tudo o que você precisa saber

O desejo de toda instituição é crescer e aumentar a quantidade de alunos formados. Afinal, todas se esforçam para oferecer um ensino qualificado, capaz de transformar a vida das pessoas e a realidade em que estão inseridas. Contudo, o crescimento mal planejado ou a evasão podem se tornar obstáculos para a qualidade do ensino. Para fugir desse risco, o ideal é investir em um sistema de gestão educacional.

Você sabe quais são os diferenciais dessa tecnologia quando comparada a um sistema de gestão empresarial? Entende quais são os potenciais dessa ferramenta e como ela interfere na atividade-fim de uma instituição de ensino?

Quer descobrir como pesquisar e decidir sobre o melhor software para a sua realidade? Então, continue lendo e confira as respostas para essas e muitas outras dúvidas!

O que é um software de gestão?

Os primeiros softwares de gestão foram criados para atender às necessidades das indústrias. Esses sistemas foram desenvolvidos para otimizar os processos de produção, reduzir a quantidade de matéria-prima gasta na fabricação, o tempo de parada das máquinas e os itens em estoque. Seu objetivo inicial era apoiar o diretor de operações a produzir mais, com menos esforços e recursos.

O nome dado às primeiras tecnologias empresariais foi Enterprise Resource Planning (ERP), ou planejamento de recursos empresariais. Apesar de ter evoluído muito, até hoje, as empresas de tecnologia utilizam essa sigla e esse conceito para se referirem aos sistemas de gestão corporativos.

De certa forma, o nome da ferramenta de gestão aponta para o objetivo de quem a contrata: melhorar as operações de sua empresa para torná-la mais competitiva no mercado e, com isso, aumentar os lucros dela.

A gestão da educação, no entanto, tem outros objetivos, necessidades e peculiaridades. Isso distancia ela dos negócios corporativos e, praticamente, a proíbe de usar um software não desenvolvido e pensado para suas demandas específicas.

Mais do que controlar as finanças, acompanhar os contratos e centralizar os registros de alunos e professores, o software de gestão da educação será o responsável por:

  • integrar todos os departamentos da instituição;
  • liberar as pessoas de burocracias e preenchimento de diversos formulários;
  • bem como permitir que os diretores foquem questões estratégicas — como a definição da metodologia de ensino, sabendo que a rotina está sendo cuidada pela tecnologia.

Logo, o software será o responsável por apoiar e otimizar os processos cotidianos e rotineiros das instituições, liberando o tempo das pessoas para atividades menos padronizadas, mais criativas, estratégicas, norteadas por valores e para uma gestão mais sustentável. Apesar disso, se a escolha do sistema for inadequada, os benefícios da adoção dessa solução serão perdidos.

Por que softwares de gestão são importantes na educação?

Os grandes diferenciais de um software de gestão da educação são integrar e tornar mais fluida a experiência de todos os envolvidos no dia a dia da instituição de ensino.

Por exemplo, ele será o responsável por integrar a secretaria com as rotinas da sala de aula, facilitando o lançamento de notas, a solicitação e a confecção de documentos. Inclusive, ajudará na integração entre escola e família, ou entre instituição e comunidade acadêmica, ao oferecer portais de comunicação pensados para a realidade dos alunos, pais e responsáveis.

A importância desse sistema é destacada ainda pela possibilidade de eliminar os controles paralelos e centralizar em um só sistema toda a gestão acadêmica, burocrática e financeira. Ele apoia desde a captação de alunos e a realização de processos seletivos até a organização dos cursos.

Também auxilia no acompanhamento da execução do projeto pedagógico, na avaliação contínua do desempenho dos alunos e professores, além de estabelecer um controle acadêmico efetivo da matrícula até a conclusão do curso.

Para ajudá-lo a determinar a importância de um bom software de gestão da educação, elencamos abaixo 4 otimizações que ele garantirá para a sua instituição.

1. Autonomia dos docentes e discentes

Atualmente, as pessoas se tornaram mais imediatistas, conectadas e livres de barreiras físicas. A revolução do acesso às informações e do recebimento quase que instantâneo de produtos e serviços foi gerada pelos avanços da internet e da tecnologia.

A mudança nesses processos comerciais causou profundas transformações no comportamento das pessoas e, consequentemente, dos alunos e professores.

Se antes, era comum solicitar uma declaração diretamente na secretaria da instituição e esperar alguns dias para recebê-la, agora, o mais convencional é acessar a secretaria virtual e obter todas as informações naquele momento.

Antes, os professores eram obrigados a entregar seus diários para a secretária e ela deveria emitir os boletins. Hoje, os próprios docentes lançam as notas e os alunos consultam as informações no portal da instituição.

Esses dois exemplos mostram como a tecnologia empodera os envolvidos no processo educativo, adapta a instituição aos atuais desejos e interesses das pessoas, e simplifica as rotinas.

2. Experiência educacional

A experiência educacional é formada por todos os componentes da interação entre instituição de ensino, alunos, professores e familiares. Melhorá-la significa simplificar a comunicação e agilizar as tarefas que cada envolvido deseje ou tenha que realizar.

Por exemplo, um bom software de gestão da educação permite aos professores cadastrar todas as informações sobre a vida acadêmica de seus alunos diretamente em um Portal do Docente.

Essas informações ficam disponíveis para a coordenação da instituição e algumas são compartilhadas com os alunos, simplificando a comunicação entre todos os envolvidos.

Outro exemplo é que o Portal do Docente dá a possibilidade de os parentes acompanharem a frequência do aluno, receberem avisos dos professores e solicitarem informações adicionais.

A experiência educacional do aluno também é aprimorada, pois eles podem atualizar informações cadastrais, receber tarefas, solicitar serviços e sanar possíveis dúvidas sem a necessidade de se deslocar até a escola.

3. Processos e documentação padronizados

Ter processos efetivos e padronizados garante mais agilidade e estabelece um nível de qualidade mínimo para os atendimentos realizados pela instituição. No entanto, para serem funcionais e simples, os processos precisam ser apoiados por alguma tecnologia.

Executar tarefas em programas de planilhas e de editores de texto é a receita do fracasso, por expor os processos da instituição à falha humana e a erros por desatenção.

O sistema de gestão da educação automatiza boa parte dos processos, usando fluxos de trabalhos padronizados, templates de documentos e informações inseridas no software. Com isso, há a eliminação de atividades manuais, de erros e de burocracias na hora de gerar qualquer documentação.

Isso quer dizer que colaboradores, professores e gestores gastarão mais tempo com ações próprias de suas funções, como projetos para melhorar o aprendizado, e menos com controles burocráticos e administrativos.

4. Diminuição dos processos burocráticos

Um bom sistema de gestão educacional é capaz de reduzir até 60% do tempo gasto na execução das atividades diárias da secretaria. Essa otimização da produtividade é garantida, principalmente, por introduzir processos 100% eletrônicos e substituir os retrabalhos e digitações tão comuns aos métodos de registros baseados em formulários e documentos físicos.

Nesse sentido, o sistema pode auxiliar na distribuição das turmas e na organização da grade de aulas dos docentes. Ele também automatiza o recebimento de documentos e emite alertas sobre possíveis pendências.

Por fim, ele apoia a realização de processos de matrícula, trancamento ou transferência de alunos, além de oferecer indicadores de desempenho para a avaliação institucional.

Ou seja, o software de gestão vai bem além das funcionalidades de controle de pagamento, inadimplência e emissão de boletos. Ele gera uma visão 360º da instituição, facilita a interação entre professores, alunos e secretaria. Assim, gera uma experiência acadêmica mais alinhada com o atual comportamento dos indivíduos e cria novas possibilidades para o ensino.

Como eles podem ser utilizados?

Os softwares de gestão da educação podem ser usados por qualquer instituição de ensino, independentemente de seu foco de atuação. Por exemplo, ele é recomendado para escolas do ensino básico, para instituições de ensino superior, ou para o gerenciamento de cursos livres.

Em cada categoria de instituição, a tecnologia deverá apresentar alguns diferenciais para ser mais aderente àquela realidade. Afinal, a estrutura financeira, a tesouraria, a secretaria e os processos internos serão diferentes ou até mesmo inexistentes em algumas estruturas.

Para melhor exemplificar como cada área da instituição de ensino é afetada pela adoção do software de gestão, destacaremos ainda neste texto alguns recursos e funcionalidades.

Quais as vantagens dos softwares na gestão da educação?

Existem 4 grandes vantagens da adoção de um software de gestão. Abordaremos cada uma delas, detalhando as razões pelas quais são consideradas como benefícios para as instituições de ensino que não poderiam ser obtidos sem o uso da tecnologia.

1. Redução de custos

Uma das principais vantagens da utilização de um software de gestão é a redução de custos operacionais da instituição de ensino. Com ele, é possível registrar, analisar, planejar melhorias e testar novos processos sem dificuldades.

Outra vantagem é eliminar sistemas periféricos e não integrados para a realização das atividades. Por exemplo, se uma instituição usar uma tecnologia para as tarefas da secretaria, outra para a gestão do corpo docente e mais uma para o acompanhamento da vida acadêmica, então, terá que pagar pelo suporte e manutenção de três sistemas.

Também duplicará ou até triplicará alguns trabalhos, pois os sistemas não se comunicarão.

Ao adotar um software de gestão integrada, esses custos adicionais são eliminados e os profissionais se tornam mais eficientes. O resultado é a otimização das tarefas, melhoria da produtividade e aumento dos recursos disponíveis para serem investidos em outras áreas.

2. Captação e fidelização de alunos

Ao melhorar a experiência educacional, o software de gestão proporciona um estreitamento da relação entre instituição de ensino, profissionais da educação, pais e alunos. Com processos mais claros e digitais, há uma profissionalização do ambiente acadêmico, sem que isso represente relações mais engessadas entre os envolvidos.

Existem duas consequências naturais dessa proximidade e melhoria da qualidade:

  • os alunos e pais se tornarão promotores da instituição e funcionarão como meios gratuitos de publicidade e captação de novos candidatos;
  • os pais e alunos satisfeitos com a atenção dada e com o processo educacional não desejarão trocar a instituição.

Ou seja, com a medida de melhorar a experiência educacional, a instituição diminuirá o risco de evasão e aumentará sua capacidade de captação de alunos.

Geração e Nutrição de Leads para Instituições de Ensino

3. Auxílio nas tomadas de decisões

Utilizar dados para tomar as melhores decisões estratégicas e operacionais é algo desejado por boa parte dos gestores das instituições de ensino. Contudo, sem o apoio de um sistema, se torna quase que impraticável a coleta, tratamento e análise dos dados. Isso porque as fontes de dados podem estar defasadas ou incorretas.

Com a integração de diversas áreas e a centralização dos registros, a obtenção de dados confiáveis e a análise de informações atualizadas se torna uma tarefa simples. Por exemplo, existem sistemas que contam com painéis pré-configurados com indicadores de desempenho voltados para os gestores, e outros para os coordenadores e professores. Cada envolvido tem acesso às informações específicas de sua área e pode avaliar como otimizar os resultados.

4. Eficiência operacional

O resultado da integração das áreas, da disponibilização de novos canais de atendimento, da eliminação de retrabalhos e da revisão dos processos internos é o aumento da eficiência operacional. Essa melhoria aumenta a satisfação dos pais, alunos e professores, permite que todos se concentrem em desemprenhar bem os seus papéis na educação e aprendizado, e claro, reduz os custos.

Como um software de gestão pode otimizar diversos departamentos?

Já citamos exemplos de como um software de gestão pode agilizar alguns processos das instituições de ensino. Agora, vamos detalhar outras funcionalidades destinadas a pessoas ou departamentos específicos.

1. Equipe de Gestão

Processos financeiros são automatizados com a adoção de um software de gestão da educação. Listamos abaixo algumas das principais atividades realizadas nesse módulo:

  • apoia o planejamento orçamentário anual da escola, considerando a quantidade de alunos matriculados e o histórico do crescimento anual de captação de alunos;
  • estabelece um teto de gastos para cada item do plano de contas e alerta sobre possíveis excessos de despesas;
  • cria um fluxo de caixa com os registros de entradas e saídas realizadas ou previstas;
  • monitora a carga horária de cada colaborador;
  • executa a emissão de serviços e recibos;
  • cobra os inadimplentes de forma automática e programada;
  • integra com o sistema bancário, permitindo a emissão de boletos de cobrança;
  • controla bolsas e descontos concedidos;
  • gera relatórios gerenciais, balanços, e permite consultas sobre pagamentos, recebimentos e documentos não processados;
  • disponibiliza tabelas de preços específicas para cada curso ou turma.

Logo, o sistema automatiza grande parte das atividades gerenciais e libera o gestor para executar outras ações estratégicas, como a de identificar oportunidades para a oferta de novos cursos livres.

2. Secretaria

O software de gestão acelera boa parte dos processos executados pela secretaria da instituição, a saber:

  • cria a secretaria virtual para oferecer serviços online;
  • acompanha a matrícula e controla os prazos de entrega das documentações ausentes;
  • permite a entrega de documentos digitalizados que são arquivados e consultados no próprio sistema;
  • simplifica o processo de rematrícula, seja individual, seja em grupo;
  • sugere a composição de turmas conforme critérios estabelecidos pela instituição;
  • divide e transfere alunos entre turmas, com apenas alguns cliques;
  • automatiza a atualização do histórico escolar, usando as informações inseridas pelos professores;
  • elabora documentos acadêmicos oficiais online, como declarações ou comprovantes.

Além dessas atividades, o sistema executa outras rotinas básicas da secretaria e oferece maior segurança para as informações armazenadas do que a encontrada em documentos físicos.

3. Corpo Docente

Coordenadores e professores também são beneficiados com, ao menos, 7 funcionalidades do software de gestão:

  • criação e acompanhamento das diretrizes e do planejamento educacional de cada turma;
  • elaboração e registro dos planos de aula;
  • registro online de frequências e diários de classes;
  • lançamento de notas no portal do professor e integração dessa informação com o portal do aluno;
  • envio e recebimento de mensagens entre alunos, coordenação, secretaria e professores;
  • envio de tarefas diretamente para o aluno, usando o ambiente virtual de aprendizagem;
  • consulta dos livros físicos disponíveis na biblioteca e acesso ao acervo acadêmico virtual.

Uma última vantagem é avaliar estatísticas sobre a performance de seus alunos e turmas baseados em indicadores específicos de avaliação. Isso facilita a revisão dos planos de aula para aperfeiçoar possíveis deficiências na aprendizagem dos indivíduos.

4. Discentes

A agilidade, disponibilidade e facilidade de acesso às informações acadêmicas são as principais vantagens da utilização desse software. Ele cria novos canais de atendimento, disponibiliza um sistema de autoatendimento, simplifica as negociações ou obtenção de boletos atrasados, e potencializa as práticas de aprendizagem.

Logo, o software de gestão é uma tecnologia capaz de revolucionar todos os setores de uma instituição de ensino, desde que seja bem implantado e utilizado.

Como escolher um software de gestão adequado para sua escola?

Existem 5 passos fundamentais e indispensáveis para a contratação de um software de gestão aderente ao cenário das instituições de ensino. Vamos explorar cada um deles a seguir!

1. Identifique potenciais oportunidades ou necessidades

Cada instituição tem obstáculos e diferenciais únicos a serem explorados. Com isso em mente, utilize a realidade de sua gestão para determinar os principais resultados esperados com a contratação de um software.

Suas principais funcionalidades objetivarão oferecer novos canais de atendimento ou automatizar operações internas? Organizar o financeiro ou apoiar os professores? Melhorar o atendimento acadêmico ou integrar as áreas da instituição?

2. Determine as funcionalidades essenciais da ferramenta

As escolhas da fase anterior não são excludentes nem se anulam, mas ajudam a priorizar uma lista de funcionalidades indispensáveis. Essa lista funciona para indicar quais fornecedores podem ou não ser considerados para oferecer o software de gestão da sua instituição.

Nessa etapa, é fundamental conversar com os responsáveis por TI. Eles podem citar alguns critérios técnicos a serem considerados, principalmente, relacionados a integrações e segurança do sistema.

3. Procure fornecedores qualificados

A lista da etapa anterior funciona bem para avaliar a tecnologia ofertada. Também é necessário considerar a experiência da empresa em atender ao segmento educacional, avaliar os possíveis problemas e sucessos apresentados em outros projetos de implantação, e observar a competência técnica e a agilidade do time de suporte.

Uma boa forma de fazer isso é solicitar uma demonstração da tecnologia, revisando os acordos de níveis de serviços do suporte e pedindo para conversar com os clientes já atendidos pela empresa.

4. Peça referências para os clientes

Ao falar com os clientes, questione sobre:

  • as principais funcionalidades que eles usam;
  • a facilidade de navegar pela ferramenta;
  • o tempo e metodologia de implantação;
  • a resposta aos chamados abertos com o time de suporte.

Quanto mais aspectos forem debatidos nessa conversa, menos surpresas haverá na adoção e utilização do software de gestão contratado.

5. Avalie os custos

É inegável que os custos de contratação de um software influenciam a decisão de compra. Contudo, esse deve ser o último item a ser avaliado com inteligência. A comprovação de resultados obtidos por outros clientes pode indicar que um software de gestão com preço mais elevado e mais eficaz deveria ser preferido ao mais simples e menos eficaz.

Por fim, avalie quais processos serão otimizados e quais despesas serão reduzidas com o aumento da eficiência. Faça uma estimativa financeira e calcule em quanto tempo o investimento na contratação do software de gestão melhorará as margens operacionais de sua instituição a ponto de a economia gerada pagar o investimento realizado.

Esse cálculo de retorno do investimento pode destacar o melhor sistema com base nos benefícios agregados à instituição e seus potenciais ganhos financeiros para as operações.

Atualmente, as instituições de ensino superior com capital aberto na Bolsa de Valores têm mais de 1,51 milhões de alunos matriculados, e as escolas particulares de ensino básico contam 8,9 milhões de inscritos. Juntas, as mais de 40 mil escolas registradas no Ministério da Educação movimentam R$ 60 bilhões em mensalidades, R$ 6 bilhões em vendas de materiais e conteúdos e R$ 20 bilhões em atividades adicionais ou de contraturno.

Apesar de impressionantes, os números do levantamento realizado pelo Jornal Folha de São Paulo mostram que organizar os processos internos, liberar os profissionais para criar alternativas de receitas e aprimorar a experiência educacional são tarefas essenciais para as instituições se manterem no segmento de educação. Essas tarefas exigem a adoção de um bom software de gestão.

Por isso, considere as sugestões apresentadas nesse texto e conte com uma empresa experiente para apoiar a implantação do seu próximo software de gestão da educação. Esse pode ser um diferencial decisivo na seleção da tecnologia, configuração do sistema, treinamento e uso do programa.

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Esse post foi produzido pela equipe Lyceum

Marketing-de-conteudo-para-instituicoes-de-ensino
Veja o tamanho de vídeo suportado pelas principais redes sociais
Parte 7

Guia de tamanhos de vídeos para redes sociais em 2019

O Vídeo Marketing está mais popular do que nunca. Cada vez mais marcas apostam na criação de conteúdo audiovisual para se comunicar com os usuários. Mas, você sabia que para fazer isso de maneira adequada, é necessário dominar os tamanhos de vídeos para redes sociais?

Isso acontece porque cada rede social tem seus tipos de vídeos, com resoluções e dimensões diferentes. Além disso, cada plataforma permite diferentes formatos de material audiovisual, com durações específicas.

Não dá para usar o mesmo vídeo em todas as redes. É preciso adaptar a estratégia e o conteúdo para cada uma delas.

Para ajudar na sua estratégia de marketing em vídeo, nós reunimos em um só post todas as informações técnicas sobre material audiovisual nas principais redes sociais. Confira!

Tamanhos de vídeos para o YouTube

O YouTube é o segundo maior motor de busca do mundo e uma das plataformas de conteúdo mais acessadas do planeta. Só aqui no Brasil, 95% da nossa população online está no YouTube.

Isso tudo faz da rede social uma das mais importantes para quem quer trabalhar com Vídeo Marketing. Mas quais os tamanhos de vídeos ideais para o YouTube? Vamos ver!

Conteúdo para o canal

O YouTube permite uma série de diferentes tamanhos de vídeos, mas todos derivados do formato 16:9. Mídias menores podem ser postadas no formato 4:3 (mas ganharão faixas nas laterais para encaixar o vídeo no formato 16:9).

Vídeo para canal no Youtube

Os diferentes tamanhos, portanto, são em relação à resolução dos vídeos, indo do 240p até o 2160p, o 4K.

Guia técnico

  • tamanhos recomendados: 1280 x 720 (720p), 1920 x 1080 (1080p);
  • outros tamanhos aceitos: 426 x 240; 640 x 360, 854 x 480, 2560 x 1440, 3840 x 2160;
  • formatos de vídeo aceitos: .AVI, .WMV, .MPEGPS, MP4, .FLV, .MOV, .MPEG4, WebM e 3GPP;
  • tamanho máximo do arquivo do vídeo: 128 GB ou 12 horas (o que tiver menos. Por exemplo, um vídeo pode ter mais de 12 horas, se tiver menos de 128 gigas e vice-versa).

YouTube Ads

Para quem quer adentrar no mundo do YouTube Ads (que chegou $3,96 bilhões de dólares em 2018, cerca de 12% a mais que no ano anterior), é preciso ter noção de que existem diferentes tamanhos de vídeos para anúncios do que para conteúdo “normal” da plataforma.

Vídeo para canal no Youtube

Ao todo, existem 4 tipos de vídeos de anúncios no YouTube.

O primeiro deles é o anúncio pulável. Ele é um vídeo que é exibido antes do conteúdo que o usuário quer assistir e que pode ser pulado depois de 5 segundos.

O segundo é o anúncio não-pulável. Ele é exibido antes, durante ou depois o vídeo principal e pode ter de 15 a 20 segundos (30 segundos em algumas regiões) e o usuário deve assisti-lo até o fim antes de ter acesso ao conteúdo que quer ver.

O terceiro é o Bumper, que consiste em um vídeo de apenas 6 segundos, não pode ser pulado e é exibido antes do conteúdo.

Por fim, temos o anúncio no meio do vídeo. Ele funciona como um comercial de TV: passa no meio de um conteúdo com mais de 10 minutos e só pode ser pulado depois de 30 segundos.

Outro tipo de anúncio que vale mencionar é o Display. Esse anúncio mostra o seu vídeo na barra lateral direita do YouTube, como um dos conteúdos recomendados. Quando o usuário clica, ele é direcionado a um vídeo padrão, então são as mesmas recomendações anteriores.

Guia técnico

  • tamanhos recomendados: 1280 x 720 (720p), 1920 x 1080 (1080p);
  • outros tamanhos aceitos: 426 x 240; 640 x 360, 854 x 480, 2560 x 1440, 3840 x 2160;
  • formatos de vídeo aceitos: .AVI, .WMV, .MPEGPS, .FLV, .MOV, .MPEG4, .WebM, .MP4 e 3GPP;
  • tamanho máximo do arquivo do vídeo pulável: 12 horas (pulável depois de 5 segundos);
  • tamanho máximo do vídeo não-pulável: 15, 20 ou 30 segundos dependendo da região;
  • tamanho máximo do Bumper: 6 segundos;
  • tamanho máximo do anúncio no meio do vídeo: 30 segundos.

Tamanhos de vídeos para o Facebook

O Facebook trabalha para transformar a rede social mais usada no mundo em uma plataforma amigável para vídeos. Tem dado resultado: meio bilhão de pessoas assistem pelo menos um vídeo na plataforma todos os dias.

O problema de trabalhar com vídeos no Facebook é que existem vários formatos diferentes, cada uma com as suas particularidades e especificações. Para conteúdo compartilhado na timeline, são pelo menos 3 opções. Já para anúncios, são muito mais.

Isso pode confundir quem quer produzir conteúdo em vídeo para o Facebook, seja material publicitário ou não. Confira abaixo a lista de especificações para cada opção de vídeo.

Vídeo compartilhado na timeline

São duas opções de formato para os vídeos compartilhados em timelines, seja numa fanpage ou perfil de usuário: Paisagem e Retrato.

Vídeo para Facebook

Os dois têm especificações iguais, com diferença apenas na orientação do vídeo.

Guia técnico

  • largura máxima: 600 pixels (a altura vai depender da razão de aspecto para ambos os formatos);
  • razão de aspecto do vídeo Paisagem: 16:9;
  • razão de aspecto do vídeo Retrato: 9:16 (se tiver link, muda para 16:9);
  • razão de aspecto do vídeo quando renderizado no aplicativo mobile: 2:3;
  • tamanho máximo do arquivo de vídeo: 4GB;
  • formatos recomendados: .MP4 e .MOV;
  • duração máxima do vídeo: 120 minutos;
  • taxa de frames máxima: 30 fps.

Vídeo 360

O Facebook permite exibir vídeos em 360 graus para os usuários via o Vídeo 360. Para gravar esse tipo de conteúdo, é necessário ter câmeras especiais.

Vídeo para Facebook

Guia técnico

  • dimensões máximas: 4096 x 2048;
  • largura mínima: 600 pixels (altura depende da razão de aspecto);
  • razão de aspecto: 2:1;
  • tamanho máximo do arquivo de vídeo: 1.75GB;
  • formato recomendado: .MP4;
  • duração máxima do vídeo: 40 minutos;
  • taxa de frames máxima: 60fps.

Vídeos de anúncios no feed

O tipo mais comum de vídeos do Facebook Ads é o conteúdo postado e promovido para aparecer para o usuário.

O Facebook libera dois lugares para esses vídeos aparecerem: no feed do usuário ou na coluna lateral direita.

Cada uma dessas opções suporta duas orientações diferentes: vídeos Quadrados ou Paisagem. As especificações são as mesmas para ambos.

Guia técnico

    • dimensões mínimas: 600 x 315 para Paisagem e 600 x 600 para Quadrado;
    • dimensões recomendadas: 1280 x 720 para ambos;
    • razão de aspecto: 16:9 para Paisagem e 1:1 para Quadrado;
    • tamanho máximo do arquivo de vídeo: 4GB;
    • duração máxima do vídeo: 120 minutos;
    • taxa de frames máxima: 30fps.

CONTEÚDOS RECOMENDADOS
👉 [Ebook gratuito]: Marketing no Youtube
👉 [Ebook gratuito]: Marketing no Facebook
👉 [Ebook gratuito]: Marketing no LinkedIn
👉 [Ebook gratuito]: Marketing no Twitter

Vídeo no anúncio carrossel

O formato de anúncios Carrossel permite ao anunciante colocar múltiplas imagens ou vídeos para aparecer na timeline dos usuários.

Vídeo para Facebook

Porém, os vídeos precisam estar em configurações específicas para encaixar nesse formato de anúncio. Por exemplo, são duas orientações: Paisagem e Quadrado.

Guia técnico

  • dimensões mínimas: 600 x 315 para Paisagem e 600 x 600 para Quadrado;
  • razão de aspecto: 1.9:1 para Paisagem e 1:1 para Quadrado;
  • tamanho máximo do arquivo de vídeo: 2.3GB;
  • formatos recomendados: .MP4 e .MOV;
  • duração máxima do vídeo: 30 segundos (roda em looping por 90 segundos);
  • taxa de frames máxima: 30fps.

Vídeo no Canvas

O Canvas é um novo sistema de anúncios no Facebook, criado para aumentar o engajamento do público com os anunciantes. Ele é exclusivo para a versão mobile da rede social e permite ao usuário mover a tela para os lados ou para baixo para ver mais conteúdo daquela marca.

Vídeo para Facebook

O que pode confundir as pessoas é que o Canvas funciona com dois tipos diferentes de vídeos. O primeiro é postado no feed do usuário e o segundo começa a tocar automaticamente depois que o usuário clicou e entrou na tela imersiva do Canvas.

Os dois formatos têm configurações quase idênticas, com a única diferença sendo as dimensões recomendadas.

Para o primeiro vídeo, que aparece no feed, o ideal é trabalhar com a dimensão 1200 x 628 (tanto no modo Paisagem como no modo Quadrado).

Já para o segundo vídeo, que roda automaticamente, o ideal é resolução 720p (com uma dimensão de 1280 x 720).

De resto, as configurações são iguais para ambos.

Guia técnico

  • dimensões mínimas: 600 x 600 para Quadrado e 600 x 315 (para Paisagem);
  • razão de aspecto: 1:1 para Quadrado e 16:9 para Paisagem;
  •  tamanho máximo do arquivo de vídeo: 4GB;
  • formatos recomendados: .MP4 e .MOV;
  • duração máxima do vídeo: 120 minutos;
  • taxa de frames máxima: 30 fps.

Anúncio de Coleção

Também exclusivo para a versão mobile do Facebook, o Anúncio de Coleção tem um vídeo principal e uma série de imagens embaixo.

Vídeo para Facebook

Normalmente ele é usado por e-commerce para mostrar um produto em vídeo e depois algumas imagens embaixo, mas pode ter outras aplicações.

O vídeo do Anúncio de Coleção também tem duas orientações: Paisagem e Quadrado.

As configurações para o seu vídeo são as seguintes:

Guia técnico

  • dimensões mínimas: 600 x 315 para Paisagem e 600 x 600 para Quadrado;
  • razão de aspecto: 16:9 para Paisagem e 1:1 para Quadrado;
  • tamanho máximo do arquivo de vídeo: 4GB;
  • formatos de vídeos recomendados: .MP4 e .MOV;
  • duração máxima dos vídeos: 120 minutos;
  • taxa de frames máxima: 30fps.

Anúncio Slideshow

Para quem quer alcançar um público que tem conexões mais lentas, o Facebook lançou um sistema de anúncios chamado Slideshow.

Vídeo para Facebook

Basicamente, esse sistema pega um vídeo criado pelo anunciante e transforma em um slideshow de fotos (são de 3 a 10 imagens) para exibir ao usuário.

A diferença desse tipo de anúncios para outros é que ele é o único tipo de vídeo no Facebook que aceita a orientação Retrato (usada em outras redes sociais), além da Paisagem.

Guia técnico

  • dimensões recomendadas: 1200 x 720 para Paisagem e Retrato;
  • razão de aspecto: 16:9 para Paisagem ou 9:16 para Retrato (se tiver um link, muda para 16:9);
  • tamanho máximo do arquivo de vídeo: 4GB;
  • formatos recomendados de vídeo: .MP4 e .MOV;
  • duração máxima do vídeo: 120 minutos;
  • taxa de frames máxima: 30fps;
  • formatos para arquivos de som no slideshow: .MP3, .FLAC, .OGG, .WAV e .M4A.

Tamanhos de vídeos para o Instagram

O Instagram é uma das principais redes sociais para quem quer se comunicar por vídeo.

Isso acontece porque os vídeos no Instagram geram 2 vezes mais engajamento do que fotos em qualquer outra rede social. Impressionante, não é mesmo?

No Instagram, os vídeos são divididos em duas principais categorias: os vídeos no feed e os Stories. Ainda há o Anúncio Carrossel, que falaremos mais adiante.

Tanto os vídeos no feed, como os Stories, podem ser conteúdos orgânicos ou pagos. As especificações são as mesmas para as duas versões.

Vídeos no feed

Existem três orientações para os vídeos postados no feed dos usuários no Instagram: Quadrado, Paisagem e Vertical.

Vídeo para Instagram

Quando publicados de forma orgânica, eles aparecem no feed dos usuários que seguem a marca na rede social. Quando promovidos pelo Instagram Ads, aparecem para outras pessoas, mas também no feed.

Guia técnico

  • resolução mínima para vídeo Vertical: 600 x 750;
  • resolução mínima para vídeo Paisagem: 600 x 315;
  • resolução mínima para vídeo Quadrado: 600 x 600;
  • razão de aspecto: 4:5 para Vertical, 1.91:1 para Paisagem e 1:1 para Quadrado;
  • tamanho máximo do arquivo de vídeo: 4GB;
  • formatos recomendados: .MP4 e .MOV;
  • duração máxima do vídeo: 60 segundos;
  • taxa de frames máxima: 30fps.

Stories

Os Stories são vídeos curtos, de no máximo 15 segundos, que são deletados depois de 24 horas no ar.

Vídeo para Instagram

As empresas podem usar esse modelo de vídeos nos seus próprios perfis ou podem promover seus Stories para alcançar mais pessoas.

Nesse último caso, os vídeos são exibidos entre os Stories postados pelas pessoas que o usuário segue.

É necessário ter atenção no fato que os usuários podem pular o vídeo imediatamente, então ele deve tentar captar a atenção o mais rapidamente possível.

Guia técnico

  • dimensão mínima: 600 x 1067;
  • dimensão recomendada: 1080 x 1920;
  • razão de aspecto: 9:16;
  • tamanho máximo do arquivo de vídeo: 4GB;
  •  formatos de vídeo recomendados: .MP4 e .MOV;
  • duração máxima do vídeo: 15 segundos.

Anúncio Carrossel

O Instagram tem uma função parecida com a do Anúncio Carrossel do Facebook. Nela, alguns cards são exibidos para os usuários em um único post.

Vídeo para Instagram

Nesses cards, podem constar produtos, imagens ou vídeos. Além do conteúdo, esse tipo de anúncio conta ainda com um botão de CTA.

Guia técnico

    • dimensão mínima: 600 x 600;
    • dimensão máxima: 1080 x 1080;
    • razão de aspecto: 1:1;
    • tamanho máximo do arquivo de vídeo: 4GB;
    • formatos recomendados: .MP4 e .MOV;
    • duração máxima do vídeo: 60 segundos.

kit do instagram

Tamanho de vídeos para o Snapchat

O Snapchat pode ter passado por algumas dificuldades em 2018, mas ainda é uma rede social de impacto para quem quer dialogar com o público mais jovem.

Para isso, porém, sua marca precisa compreender bem os formatos de vídeos disponíveis na plataforma.

Vídeos de 10 segundos

O principal formato no Snapchat são os famosos vídeos de 10 segundos. Eles são deletados cerca de 24 horas depois de serem exibidos ao público.

Vídeo para Snapchat

Guia técnico

  • dimensão recomendada: 1080 x 1920;
  • razão de aspecto: 9:16;
  • tamanho máximo do arquivo de vídeo: 32MB;
  • formatos aceitos: .MP4 e .MOV;
  • duração do vídeo: de 3 a 10 segundos.

Vídeo longo

Para anúncios, o Snapchat oferece a opção de um vídeo longo para exibir aos usuários. Esses vídeos são aqueles que são mostrados entre os Stories de cada pessoa.

Vídeo para Snapchat

Eles são a melhor opção para as empresas que querem conquistar um alcance maior, especialmente porque permitem mais tempo de comunicação.

Guia técnico

dimensão recomendada: 1080 x 1920;

razão de aspecto: 9:16 ou 16:9;

tamanho máximo do arquivo de vídeo: 1GB;

formatos aceitos: .MP4 e .MOV;

duração máxima do vídeo: 15 segundos.

Tamanho de vídeos para o Pinterest

Antigamente, o Pinterest aceitava apenas links de vídeos de outras plataformas (especialmente o YouTube). Se você queria divulgar um material audiovisual por lá, tinha de hospedá-lo em outro lugar e levar o link para o Pinterest.

Vídeo para Pinterest

Isso mudou. Agora, o Pinterest aceita hospedar vídeos na sua própria plataforma. São dois formatos: um quadrado e um vertical. Ambos podem ser usados para conteúdo ou para anúncios.

No caso dos vídeos promovidos na plataforma, os anunciantes podem escolher o formato do conteúdo (quadrado ou vertical) no gerenciador de anúncios. Outra diferença é que esses vídeos permitem uma descrição de, no máximo, 400 caracteres.

Guia técnico:

    • dimensões recomendadas para o formato quadrado: 600 x 600;
    • razão de aspecto do formato quadrado: 1:1;
    • dimensões recomendadas para vídeo vertical: 600 x 900;
    • razão de aspecto do formato vertical: 9:16;
    • duração máxima dos vídeos: 30 minutos;
    • taxa de frames máxima: 25fps;
    • tamanho máximo dos vídeos: 2GB;
    • resolução mínima: 240p.

Guia Completo do Pinterest

Tamanho de vídeos para o Twitter

Existem vezes que o que temos para falar não cabe em 280 caracteres. Nesses casos, vale usar aquela máxima: uma imagem vale mais do que mil palavras (e um vídeo são muitas imagens juntas!).

Vídeo para Twitter

No Twitter, os vídeos rodam em duas posições: paisagem ou retrato. Para facilitar as coisas, as especificações são exatamente as mesmas para conteúdos normais ou anúncios.

Vídeo para Twitter

Aliás, vale o recado: tweets promovidos com vídeos economizam metade dos seus custos por engajamento. Se for usar o Twitter Ads, use com vídeos, ok?

Guia técnico

  • dimensões do modo paisagem: 320 x 180, 640 x 360 ou 1280 x 720;
  • dimensões do modo retrato: 240 x 240, 480 x 480 e 640 x 640;
  • dimensões mínimas: 32 x 32;
  • dimensões máximas: 1280 x 1024;
  • tamanho máximo do arquivo de vídeo: 512MB;
  • duração máxima do vídeo: 140 segundos;
  • taxa de frames máxima: 40fps;
  • formatos recomendados: .MP4 para a versão web e .MOV para versão mobile.

Tamanho de vídeos para o LinkedIn

O LinkedIn ainda está caminhando em relação a vídeos e, talvez por isso mesmo, seja a melhor hora para entrar com tudo nessa área (afinal, há menos concorrência e mais espaço para se destacar).

Existem duas maneiras de trabalhar com vídeos no LinkedIn, cada uma com suas particularidades.

Vídeo compartilhado

A única maneira de fazer o upload de um vídeo na rede social, seja em posts ou artigos do LinkedIn Pulse, é pelo vídeo compartilhado. Além dessa opção, é possível linkar vídeos que já estão no YouTube, mas eles não ficam hospedados no LinkedIn.

Vídeo para LinkedIn

Guia técnico

  • aspectos recomendados: 1:2.4 ou 2.4:1;
  • formatos de vídeo aceitos: .WebM, .ASF, .AVI, .MOV, .MPEG-1, .MKV, .MPEG-4 e .FLV;
  • tamanho máximo do arquivo do vídeo: 5GB;
  • duração máxima do vídeo: 10 minutos;
  • taxa de frames máxima: 60fps.

Vídeo Ads

O LinkedIn também passou a oferecer anúncios em vídeo desde 2018. As especificações para os conteúdos nessa categoria são diferentes.

Guia técnico

  • tamanhos recomendados: 960 x 720 (720p), 1280 x 720 (720p alargado);
  • outros tamanhos aceitos: 426 x 240; 640 x 360, 854 x 480, 2560 x 1440, 3840 x 2160;
  • formatos de vídeo aceitos: .AVI, .WMV, .MPEGPS, .FLV, .MOV, .MPEG4, .WebM, .MP4 e 3GPP;
  • tamanho máximo do arquivo do vídeo pulável: 12 horas (pulável depois de 5 segundos);
  • tamanho máximo do vídeo não-pulável: 15, 20 ou 30 segundos dependendo da região;
  • tamanho máximo do Bumper: 6 segundos;
  • tamanho máximo do anúncio no meio do vídeo: 30 segundos.

Ufa! Quantos tamanhos de vídeos para redes sociais, não é mesmo? São tantas especificações, que às vezes fica difícil acertar. Não se esqueça de salvar esse texto nos seus favoritos e revisitá-lo sempre que tiver dúvidas.

Se você quer entrar de cabeça na produção de vídeos, baixe agora nosso manual do uso de vídeos na estratégia de marketing de conteúdo!

Manual do Uso de Vídeos

Este conteúdo foi baseado no artigo do Sprout Social.

Como fazer um blog post que ranqueia, encanta e converte
Parte 8

Como fazer um blog post que ranqueia, encanta e converte

Fazer um blog post é muito fácil. Fazer um blog post que atinge os objetivos que você quer é outra história. Afinal, você quer que as pessoas terminem de ler seu post e estejam apaixonadas por você ou sua empresa.

Não é uma tarefa simples, mas para sua sorte, escrever um blog post que cumpra seus objetivos fica mais fácil se você quebrar o processo em etapas menores e estratégicas.

Nesse post, vou mostrar o processo completo de criação de um blog post, passando por cada uma das etapas:

  • planejamento;
  • estruturação;
  • redação;
  • atualização.

Já deixo avisado que este texto envolve apenas as etapas relativas à produção e manutenção do post, e não vai te ensinar como criar um blog ou divulgar seu conteúdo.

Se ainda estiver estruturando sua estratégia de marketing de conteúdo, recomendo baixar esse nosso ebook, que vai te guiar nas etapas iniciais.

Então mãos à obra!

Planejando o post

Etapa mais importante de toda a produção, o planejamento vai definir a qualidade final do post, e sua capacidade de cumprir os objetivos que você planejou.

Para começar seu planejamento, o passo inicial é definir o objetivo final do seu post.

Qual o objetivo do seu post?

O que você quer que aconteça quando alguém chegar ao fim do seu post? Essa pergunta pode ter várias respostas, mas é importante ter esse objetivo como alvo durante todo o processo de criação do conteúdo.

como escrever blog post

Alguns dos objetivos do seu post podem ser:

  • conquistar o primeiro lugar no Google para uma palavra-chave;
  • ensinar a solução para alguma dúvida;
  • transformar visitantes em leads ou MQLs;
  • se posicionar como autoridade;
  • compartilhar uma experiência ou ideia;
  • entreter o leitor.

Seu post provavelmente tem algum desses objetivos, mais de um ao mesmo tempo ou um desdobramento deles.

Lembre-se de deixar o objetivo de seu post o mais enxugado possível.

Você quer trabalhar com uma ideia simples e clara. Isso dará o direcionamento certo para produzir o melhor conteúdo possível.

No caso desse post, o objetivo principal é ensinar como produzir um blog post de qualidade, mas também queremos converter visitantes em contatos e leads.

Observação: normalmente não é recomendado entregar o ouro contando um objetivo como esse, mas isso vai ajudar a ensinar quem quer produzir posts que convertem, então abrimos uma exceção.

Para quem é o post?

Tão importante quanto saber qual o objetivo final do seu post, é entender quem você quer do outro lado da tela. Mas isso não é um trabalho que você deve fazer a cada post.

Entender quem são seus leitores faz parte do desenvolvimento da sua persona, e é uma das etapas mais importantes de toda a sua estratégia de conteúdo. Recomendo o artigo linkado acima caso você ainda não tenha passado por essa etapa.

Persona é um perfil semi-ficcional que representa o cliente ideal de uma empresa, criado para ajudar seu negócio a compreender melhor quem é o cliente e do que ele precisa. As suas personas devem indicar os principais hábitos e valores de quem você quer como cliente, além de várias informações demográficas.

A criação das suas personas envolve muita pesquisa, mas uma vez pronta vai ter um papel fundamental em todas as etapas da sua estratégia. Cada post seu deve ter ao menos uma persona como destino claro.

Qual o tema do post?

O tema é sobre o que o seu conteúdo vai falar. Nesse post, por exemplo, o tema é o processo de criação de um blog post.

Muitas vezes a escolha do tema aparece antes da escolha de objetivos e da definição do público-alvo, mas se você pensou em um tema provavelmente o objetivo final do post, assim como a persona que você quer atingir, já estão definidos. De qualquer forma é importante ter o objetivo mapeado e registrado.

Se você pensou no tema antes de passar pelas duas primeiras etapas, tenha certeza que o assunto escolhido casa com suas prioridades de negócio. Caso não, guarde a ideia para mais tarde em sua produção de conteúdo.

No caso deste post, eu percebi que nenhum conteúdo da Rock Content abordava esse tema enquanto fazia pesquisas para uma outra tarefa que estava desenvolvendo.

O tema foi a primeira coisa que surgiu, mas ao avaliá-lo, percebi que ele está alinhado com os nossos objetivos de marketing e com nossa persona.

Assim que decidi pelo tema, já consegui definir facilmente os objetivos e persona.

Caso você esteja passando por um bloqueio criativo, e não esteja conseguindo definir um tema para seu próximo post, o ideal é desenhar um mapa dos temas que seu blog já aborda.

Por exemplo: o blog da Rock Content aborda temas relativos à marketing, principalmente, mas também à vendas e sucesso do cliente.

Quando precisamos de ideias de temas, nós mapeamos quais temas já foram abordados pelos nossos conteúdos, e quais ainda não foram.

Parece simples, mas registrar tudo o que você já falou te ajuda a ver quais temas ainda não abordou.

Além disso, dou uma ótima notícia: quanto mais você produz conteúdo, mais ‘criativo’ você fica para encontrar temas novos. Isso porque ao pesquisar e escrever sobre um tema, vai perceber que ele é o desdobramento de um tema maior, assim como se desdobra em outros menores.

como fazer um blog post

Se você começar a registrar os temas que aparecem em sua cabeça enquanto produz outros conteúdos, vai construir uma boa base de ideias.

Escolhendo o tipo de post

O tipo do seu post vai ser consequência direta das informações que você juntou nas etapas anteriores. Cada tipo de post atende objetivos, públicos e temas específicos.

Existem muitos tipos de post, e eu teria que fazer um post inteiro para tentar abordar todos. Além de já termos feito isso, vou simplificar um pouco, e dar exemplos de como você pode usar as informações que juntou até aqui para decidir o tipo certo para seu post.

Este post tem, como eu já disse, o objetivo de ensinar todo o processo de produção de um blog post. Ele foi feito para quem está começando a produzir conteúdo para blogs ou que já produz, mas quer otimizar seu processo. O tema é o processo de criação de um blog post, do início ao fim.

Com todos esses pontos levados em conta, o tipo certo de post para esse caso é o Post Tutorial.

Post Tutorial

Um post tutorial tem como objetivo ensinar como fazer algo, e tem uma estrutura de tópicos lineares, formando um passo a passo direto e prático.

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Nesse tipo de post, você deve ser claro nas explicações e procurar estruturar seu post para cobrir todas as dúvidas que surgem durante o processo de execução do que está sendo ensinado. É importante completar seu texto com imagens, vídeos e gifs que exemplifiquem o tópico, e ajudem o leitor a absorver o máximo de cada passo.

Tutoriais sobre temas mais simples ou informais podem ser feitos por meio de posts com listas curtas, enquanto posts sobre tópicos visuais podem pedir um infográfico. No caso deste post, devido a complexidade do tema e característica da nossa persona, um tutorial completo foi a opção escolhida.

Outro exemplo: se você quer desenvolver um post para gerar tráfego, um ótimo tipo seria o post de notícia.

Post de Notícia

Notícias tem, por característica, a capacidade de gerar muitos cliques, mas tem uma ‘vida útil’ menor. Elas geram picos de tráfego de um a três dias, antes de perder em desempenho.

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Percebemos isso de perto, em 2017, quando publicamos uma notícia sobre um pacote de especializações gratuitas lançadas pelo Google.

como fazer um blog post

Observe no gráfico acima como o lançamento da notícia impactou no número de visitas que recebemos no dia 29 de setembro. Isso aconteceu em uma sexta-feira, invertendo o padrão de queda de tráfico no fim da semana útil.

Parece pouco? Essa notícia sozinha gerou mais de 14.000 visitas em nosso blog em apenas 2 dias:

como fazer um blog post

Perceba como o tráfego cai vertiginosamente após o bum inicial. Gerar resultados com posts de notícias depende de você estar atento ao seu mercado, além de conseguir produzir, publicar e divulgar o post em pouco tempo.

Vou falar mais disso na parte de estruturação do seu post, mas lembre-se de aproveitar que você conduziu as pessoas para seu site para oferecer outros conteúdos que tenham relevância com o assunto da notícia. Isso pode ser feito por links, popups, banners e outras estratégias de conversão.

Agora vamos pensar no exemplo de uma empresa que tem como objetivo conquistar o primeiro lugar nas ferramentas de busca para uma palavra chave essencial para seu mercado. Aquela que todos os concorrentes querem ranquear, que gera mais cliques e dá maior visibilidade.

Nesse caso, o que o Google normalmente procura é um material que entregue ao leitor tudo o que ele gostaria de achar e mais um pouco. O tipo ideal de post para a tarefa é o Guia Completo.

Post de Guia Completo

Guias completos são posts longos, que abordam um tópico por inteiro. Quando feito de maneira correta, um guia completo é um prato cheio de informações, passadas por meio de um formato que facilita a sua digestão, e prende o visitante em sua página, por conter simplesmente tudo que ele precisa naquele momento.

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A Hubspot realizou um estudo sobre a performance de seus posts em relação a características como quantidade de palavras, tamanho do título, entre outras, e descobriu dados que confirmam o poder dos guias completos. Veja mais, a seguir.

Conteúdos mais longos tendem a receber mais visitas orgânicas:

como fazer um blog post

Conteúdos mais longos tendem a receber mais compartilhamentos em redes sociais:

como fazer um blog post

Conteúdos mais longos tendem a receber mais links:

como fazer um blog post

Você está lendo um post que já está com mais de 1.700 palavras até o momento, e temos muito para falar ainda. Então, mesmo não sendo o objetivo principal, espero te ver no topo da SERP, hein?

Mas, e se você quiser fazer um post para sua persona mais exigente, que você quer desesperadamente transformar em um cliente? A melhor opção pode ser um post de estudo de caso de sucesso.

Post de Case de Sucesso

Estudos de caso de sucesso, ou simplesmente cases, são posts que usam e abusam de Storytelling para mostrar como um cliente conseguiu sucesso por meio da parceria com a sua empresa.

Template de Blog Post - Case de Sucesso

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Bons cases de sucesso colocam o leitor a par dos desafios iniciais da empresa, mostram como eles evoluíram para procurar uma solução, como sua empresa os ajudou a superar os desafios iniciais e quais foram os resultados gerados.

A base de um case de sucesso que convence é o uso de dados reais. Eles serão a prova que seus serviços dão resultado e que o case não é baseado em achismo.

Dados reais podem ser quantitativos ou qualitativos.

Você pode mostrar como sua empresa de consultoria ajudou outra a empresa melhorar seus resultados de vendas, o que é medido e provado por números. Pode também mostrar como sua empresa de fotografia deu a um casal de noivos a melhor cobertura possível de seu casamento, o que depende de depoimentos, fotos e outros aspectos não mensuráveis.

Se nenhum desses tipos de post é o ideal para seus objetivos, personas e tema, confira nosso post com 58 tipos diferentes de posts.

Escolhendo os tópicos para seu post

Com as informações sobre por que, para quem, sobre o que, e como, é hora de planejar os pontos que seu post não pode deixar de falar.

No caso desse post, eu sei que para ensinar alguém a fazer um post, tenho que falar sobre planejamento, estrutura, redação e atualização. São 4 etapas fundamentais de um post que performa bem, portanto são tópicos que preciso ter em meu post.

Para cada tópico, tente mapear o que você vai falar, e quais são os desdobramentos desse tópico que você precisa abordar.

Se você quer chegar ao primeiro lugar do Google com seu post, essa etapa é uma das mais importantes, e vale a pena ler um post dedicado a como ranquear para qualquer palavra-chave.

Estruturando o post

Uma vez que você tem todo o seu planejamento completo, é hora de montar a estrutura de seu post.

Ela vai servir de base para sua produção, e é especialmente importante quando você está desenvolvendo posts com o objetivo de ranquear para uma palavra-chave difícil ou ensinar algum tema complicado.

O primeiro tópico para estruturar seu post vai te acompanhar até o fim da etapa de estruturação: a pesquisa.

Pesquisa, pesquisa e pesquisa

Você já tem seu tema estabelecido e já sabe como pretende abordá-lo, mas saber que você vai falar sobre produção de um blog post, por exemplo, não faz jus à complexidade do tema.

Durante as próximas etapas de estruturação, é importante tomar seu tempo pesquisando o tema. Aqui vão algumas dicas de como pesquisar um tema a fundo:

  • Pesquise todas as palavras-chave que conseguir pensar em relação ao tema no Google. Tente variações do óbvio e leia os primeiros resultados de cada busca.
  • Pesquisa em outras línguas. Nem sempre o mercado brasileiro é o mais avançado na sua área de atuação, e você pode ver o tema por outro ângulo com conteúdos estrangeiros.
  • Procure especialistas. Vá atrás das referências na sua área de atuação, e converse com elas.
  • Registre o que for descobrindo, e procure sempre comparar as informações.

A pesquisa é uma ótima oportunidade para mapear conteúdos que você não tem e que pode produzir, além de uma ótima forma de entender como seus concorrentes digitais estão abordando um tema.

Montando uma pauta de post

Agora é hora de começar a montar a base para como seu post ficará no final, e isso é feito por meio de uma pauta.

A pauta de um post deve conter esses elementos principais:

  • estrutura de tópicos;
  • resumo do que você vai falar em cada tópico e como vai abordar o assunto;
  • links para referências das suas pesquisas.

Vamos por partes.

Estruturando os tópicos corretamente

Os tópicos são a estrutura da sua pauta. Eles devem ser planejados para conduzir o leitor pela linha de raciocínio que você deseja, por mais simples que for.

Pense que seu post pode ser lido por visitantes minuciosos, que vão ler cada palavra do seu texto, e também por visitantes que podem estar com menos tempo ou interesse, e vão fazer uma leitura dinâmica, passando pelos pontos principais do seu post.

É possível conversar com esses dois tipos de visitante, através de uma estrutura que conta a história do que você deseja comunicar.

A forma mais fácil de fazer isso, que muita gente sequer conhece (eu não conhecia antes de entrar para a equipe da Rock Content), é usando a própria ferramenta de estrutura de tópicos que o Google Docs oferece.

Isso pode ser feito clicando em “Ver”, no menu acima, e depois em “Abrir estrutura de tópicos do documento”, como no exemplo abaixo:

como fazer um blog post

Quando você clica nessa opção, a estrutura dos tópicos de seu post vão aparecer ordenadas na lateral, como no print abaixo:

como fazer um blog post

O que essa estrutura faz é mostrar o esqueleto do seu conteúdo, com base em uma hierarquia que você decide, usando os recursos de título que o Google Docs oferece:

como fazer um blog post

No gif abaixo, eu mostro como a visualização do tópico muda na estrutura a medida que eu atribuo uma hierarquia diferente:

como fazer um blog post

O uso da estrutura de tópicos deixa a organização de seu post bem visual . É claro que ela pode sofrer mudanças a medida que você o produz, mas a melhor forma de garantir que tudo o que você planejou estará no lugar certo é seguir uma estrutura pré-determinada.

Vou usar esse post como exemplo mais uma vez, e mostrar como eu planejei a forma como conduzi o texto usando uma estrutura de tópicos.

Inicialmente, eu defini o título do post e o coloquei como “título”. Esse não precisa ser a versão final de seu título, mas já deve mostrar sobre o que post vai falar.

É importante pensar em um título que mostre valor para seu leitor, mesmo antes dele clicar. O valor passado deve, obrigatoriamente, estar contido no seu post. Se ele terminar a leitura sem ter o que o título sugeriu você terá um visitante insatisfeito.

Depois, eu peguei os 4 tópicos principais a serem abordados no post, como definido na etapa final de planejamento:

  1. planejamento;
  2. estruturação;
  3. redação;
  4. atualização.

Ao colocar esses 4 tópicos na estrutura, todos como ‘título 1’, pude me concentrar nos subtítulos de cada tópico. Assim defini que o tópico “Planejando o Post”, é dividido em 5 tópicos, e os listei como ‘título 2’.

Em cada tópico, coloquei um resumo do que precisava falar (resumo mesmo, algumas palavras-chave para ter como guia), além de links de conteúdos que tem informações que podem ajudar a desenvolver um raciocínio.

Assim terminei com um esqueleto de tudo que precisava colocar dentro desse post.

Estruturar seu post não é um facilitador apenas para você e para os leitores. Ele também é uma ótima forma do Google entender sobre o que seu post fala.

Estruturando para o Google

Se você vai produzir um artigo que tem como objetivo chegar ao primeiro lugar do Google, é importante facilitar o processo para ele perceber do que seu post trata.

Se, durante seu processo de pesquisa da internet, o Google entra nesse blog post, vai entender que o tema central é o passo a passo de como fazer um blog post. Essa informação está no título, portanto representa o que há de mais importante na página.

Da mesma forma, ele vai entender os 4 tópicos marcados como “título 1” como os pontos principais que sustentam esse tema central.

A medida que os títulos têm números mais altos, sua hierarquia de importância diminui.

Se eu quisesse colocar esse post no topo do Google para a palavra-chave “estruturando um post para o Google”, certamente esse tópico que você está lendo teria um destaque maior.

Ele seria um título principal, ou 1, e não um título 3 como agora.

Caso alguém faça uma busca sobre o processo de criação de um post, o Google vai entender que esse texto aborda exatamente esse tema, e pode considerar colocá-lo como opção.

Já se alguém buscar por como estruturar um post para o Google, a ferramenta de busca pode escolher colocar outros posts na frente, que tenham esse tema como tópico central.

Ranquear posts é complexo e depende de vários fatores além dos títulos internos. Se seu objetivo principal é SEO, e você está de olho em uma palavra-chave específica, recomendo ler este texto, que ensina os segredos de como ranquear para qualquer palavra-chave.

Outro estrutura que vai te ajudar a performar bem em ferramentas de busca é o Bigode. O bigode é o parágrafo que vem logo depois do título principal do post, mas antes da introdução.

Ele tem como objetivo sintetizar o tema em um parágrafo curto, e é importante principalmente para conquistar a posição 0 do Google, ou feature snippets. Isso acontece quando o Google seleciona um parágrafo de um post para aparecer diretamente quando uma busca é realizada.

Procure a palavra-chave “SEO” no Google, e você vai encontrar um resultado semelhante a esse:

Em destaque estão a palavra-chave (SEO) e o feature snippet escolhido pela ferramenta de busca. Perceba que ele é uma resposta rápida para aqueles usuários que querem uma definição simples do termo buscado.

Principalmente em posts que tem como objetivo ranquear, se planejar para tentar conquistar o feature snippet é uma estratégia que dá muito resultado!

Redigindo o post

Uma vez que você tem a estrutura, com todos os tópicos organizados, chega a parte de sentar e realmente redigir seu post.

Se você organizou tudo até aqui, essa parte não deve ter muito segredo. Você vai escrever cada tópico pensando em como ele é parte do todo do seu texto, mas alguns pontos merecem atenção especial:

Achando pontos de conversão

É hora de pensar em como fazer o máximo com as visitas que seu post suou para conseguir.

A conversão cumpre diferentes objetivos em diferentes estratégias de Inbound Marketing. Para algumas empresas o objetivo é gerar leads, em outras a ideia é levar a pessoa a se cadastrar para um serviço. Você pode querer ainda simplesmente fazer a pessoa transitar por outras páginas de seu site.

Para todos os objetivos, a palavra de ordem aqui é relevância.

Converter uma pessoa depende de oferecer um produto, serviço ou vantagem para um visitante, pedindo em troca alguns dados ou ações pessoais (isso vai depender do objetivo da conversão).

Só que para poder pedir alguma coisa de seus visitantes, sua oferta deve realmente ter valor para ele. Isso pode ser um conteúdo, uma oferta em um formato específico, um acesso específico, mas todas devem ter relação direta com o tema do post.

Nesse post você já passou por alguns pontos de conversão. Vou mostrar por que escolhemos alguns desses pontos e o que esperamos com eles.

No fim da introdução do post, coloquei esse parágrafo:

como fazer um blog post

Nele, sugiro que quem ainda não tem uma estratégia de marketing de conteúdo baixe nosso ebook com os primeiros passos para o tema. É uma forma de mostrar que esse post pode não ser adequado para uma pessoa nessa situação e, ao mesmo tempo, oferecer uma solução.

Com isso, eu não estou apenas abrindo a oportunidade para gerar novos leads, mas também garantindo que esses leads entendam melhor como funciona uma estratégia de produção de conteúdo e caminhem pelo funil de vendas.

O visitante que baixar esse ebook e voltar neste post após lê-lo, vai ter um entendimento melhor das estratégias que abordo aqui.

Mais para frente, quando explico o que são alguns tipos básicos de post, ofereço templates com instruções mais específicas sobre cada tipo. Mais uma vez a palavra é relevância.

Quem acessa esse post para entender como produzir um post no formato “guia completo”, vai ver em um template uma oferta valiosa para poupar tempo e melhorar o entendimento desse tipo de post.

Uma vez que o visitante vê valor e converte na oferta, podemos iniciar uma estratégia de nutrição de leads.

Quando o assunto é pontos de conversão, o segredo é ler seu post e buscar lacunas de conceitos ou assuntos que podem dar lugar a uma oferta que entregue valor claro ao visitante.

Recomendo acessar o Rock Convert, nosso plugin para WordPress de criação e gerenciamento de pontos de conversão. Com ele, você automatiza o processo de criação de pontos de conversão em seu blog, garantindo resultados mais rápidos.

Usando links

Links são parte importante do seu post, e eles podem ser divididos em links internos e externos.

Links internos são aqueles que apontam para páginas do seu próprio domínio. Links externos apontam para outros domínios. Para colocar links em seu post, a regra é visar apenas gerar valor.

Linkar por linkar não é uma atitude bem vista por ferramentas de busca, que podem considerar uma ação de spam. Links devem ser colocados em pontos onde eles realmente acrescentam valor para seu post.

No começo desse post eu coloquei dois links, neste parágrafo:

como fazer um blog post

A ideia aqui é alinhar expectativas com os visitantes, avisando para quem este post se destina. Para quem não sabe nada sobre como criar um blog, ou divulgar conteúdo, ter um link nesse momento do texto é um divisor de águas.

O visitante pode escolher parar a leitura e visitar os temas que ele ainda não conhece, para depois voltar aqui.

como fazer um blog post

Neste trecho acima, eu coloquei um link externo para o blog da Hubspot, onde se encontra a pesquisa que referenciei. O link aqui tem um objetivo claro: dar a fonte para a pesquisa que serviu de base para meu argumento.

Não deixe de fazer links, mas sempre pense: esse link precisa existir?

Colocando imagens, vídeos e gráficos

Como mencionado, algumas pessoas não vão ler seu post na íntegra. Você não pode obrigar ninguém a ler cada palavra que você escolheu (e você nem quer fazer isso). Mas pode facilitar para quem vai passar o olho a ver valor no seu post.

Uma das formas mais eficazes de fazer isso é usando mídias em seu post.

Além de serem muito úteis para posts que procuram passar um conhecimento, mídias ajudam a reter a atenção dos leitores ao quebrar uma sequência de texto puro.

Lembre que mídias também seguem a regra da relevância. Seu uso pode variar muito dependendo do seu público. Em mercados mais tradicionais, colocar gifs como os do início deste post seria um tiro no pé. Para nossa persona sabemos que é interessante.

Mas as mídias que têm mais valor para seu post são aquelas que passam valor por si só.

Neste post usei prints dos gráficos gerados pela Hubspot em um estudo completamente relevante para o tema abordado aqui, além de prints de instruções de como fazer uma estrutura de tópico.

Procure essas lacunas, e preencha com mídias. Seu texto vai ganhar muito valor, além de escaneabilidade. O que nos leva ao próximo tópico.

Tornando seu post escaneável

Escaneabilidade é o termo que usamos para definir quanto seu texto é fácil de ler e interpretar, mesmo que não lido na íntegra.

Em seu vídeo no YouTube sobre o assunto, Vitor Peçanha dá um ótimo exemplo de como a escaneabilidade muda a forma como absorvemos informações:

Seguindo as instruções do Peçanha, vou deixar a lista das principais maneiras de melhorar a escaneabilidade de seu conteúdo, começando pelas que ainda não usamos:

  1. usar bullet points;
  2. usar negrito e itálico;
  3. fazer parágrafos curtos;
  4. definir intertítulos;
  5. usar mídias;
  6. fazer links.

Perceba como este post não contém nenhum parágrafo muito maior que 4 linhas, além de ter as informações mais importantes em negrito.

Mesmo leitores motivados vão ter dificuldade de ler seu conteúdo se ele for uma caixa de texto enorme. Garanta que seu post flui bem, e que não existem pontos onde o seu leitor pode querer fugir.

Se você seguiu os passos até aqui, vai ter em mãos um post com potencial de ranquear, converter e encantar, mas o trabalho não acabou.

Atualizando o post

Atualização frequente e com consistência é um dos mais de 200 fatores de rankeamento do Google, e por uma boa razão.

O Google quer que seus melhores resultados estejam o mais atualizados possível, isso quer dizer que eles devem receber atualizações que tragam novas informações para seus leitores.

Não pense nisso como uma forma de ranquear melhor, e sim uma forma de ter o melhor conteúdo sobre um determinado tema! Para tal, veja as próximas dicas.

Revisando seu post

Tome algumas horas do seu dia de tempos em tempos para ler seu conteúdo e procurar por pontos de melhora. Procure links úteis que você não fez da primeira vez, ou informações novas que podem ser acrescentadas.

Pense em novos conteúdos que você fez que podem estar linkados no texto, ou outros formatos de conteúdo úteis para aquele tema.

Acrescentar um vídeo em um post, por exemplo, pode ser uma ótima forma de tornar seu conteúdo mais valioso para seus leitores.

Pesquisa, pesquisa e pesquisa

De volta a pesquisa!

Eu não sei qual a área de atuação da sua empresa, ou qual o tema central de seu blog/post, mas arrisco dizer que existe sempre abertura para novas informações.

A melhor maneira de ser proativo em relação a atualização do seu conteúdo é estando na crista do seu tema. Se você sabe todas as novidades em relação ao tema do post, saberá de antemão a necessidade de atualizá-lo.

Com essas dicas você já tem uma base sólida de como produzir ótimos blog posts, focados em entregar valor para seus leitores.

Se quiser aprender mais sobre produção de conteúdo, recomendo conhecer nosso curso sobre Produção de conteúdo para a Web, da Universidade Rock Content.

Curso Produção de Conteúdo para Web
Quanto vale o seu site?
Parte 9

Descubra quanto vale o seu site e como potencializar ainda mais esse valor!

Criar um site, hoje, é tão fácil que pode ser feito de graça em questão de minutos, de forma personalizada, em diversos editores bem conhecidos.

Mas criar um site de valor, que dá lucro e pode até ser vendido para algum empreendedor interessado em investir no marketing digital, é bem mais difícil.

Aliás, para muitos é até difícil calcular o valor do próprio site e saber o que fazer para aumentar esse número. E você, sabe quanto vale o seu site?

Se a resposta foi não, está no lugar certo, pois nós criamos um guia que vai ajudar você a enxergar esse assunto de uma forma realista e objetiva. Além de aprender como se avalia o valor de um site, você vai ver o que fazer para deixá-lo mais valioso e reconhecido no mercado. Boa leitura!

Por que faz diferença saber quanto vale o seu site?

Se o seu site estiver ligado à sua empresa, e não um negócio digital independente, você talvez pense que não faz diferença saber quanto ele vale.

Se você pensa assim, reconsidere. O valor de um site não é importante apenas quando a ideia do dono é vendê-lo mais tarde.

Mesmo que ele esteja diretamente ligado a um empreendimento físico, é importante saber de que formas o seu site gera valor para o negócio. Como assim?

Muitas empresas têm sites, mas não os usam efetivamente para gerar negócios e nem fazem questão de medir o quanto eles são realmente úteis para a geração de receita.

É como se fosse apenas uma obrigação ter um site próprio, sem qualquer real compromisso em torná-lo um canal de lucro.

Saber quanto vale o seu site e pensar em formas ativas de aumentar esse valor é a melhor maneira de evitar essa armadilha e aproveitar tudo que o ambiente digital tem a oferecer para a sua empresa.

Como funciona a valorização de um site?

Bens físicos já têm um longo histórico de avaliações e transações, o que torna muito mais fácil avaliar seu valor. Mas como se calcula o valor de um site?

Pode não parecer, mas a prática de comprar e vender ativos digitais é gigantesca — e só tende a aumentar. Por isso, especialistas já criaram métodos eficazes de avaliar o valor de um site.

Um dos métodos mais difundidos é o conceito de múltiplos. Nesse modelo, é preciso tirar a média dos seus últimos 12 meses de lucro líquido. Depois é só multiplicar esse valor por um múltiplo, que vai de 20 a 50. A conta fica assim:

média dos últimos 12 meses de lucro líquido x 20–50

E o que determina qual será o múltiplo do seu site? Esse número vai depender de uma série de fatores econômicos, relativos ao mercado, e também ao desempenho do site para gerar lucro mesmo depois de ser vendido.

Podemos até separar 4 fatores principais que determinam o cálculo do múltiplo que será usado para definir o valor final:

  1. risco: quanto maior o risco assumido pelo comprador, menor o valor do múltiplo;
  2. potencial: um site com alto potencial de crescimento vale bem mais que um que não tem muito para onde expandir as operações;
  3. facilidade de transferência: o novo dono precisa ter a mesma condição de tocar o negócio que o anterior, sem grandes mudanças;
  4. capacidade de comprovação: tudo que você diz sobre o site precisa ser comprovado com dados para legitimar o valor proposto.

Por exemplo, um site que depende demais da intuição ou da personalidade do dono para funcionar tem valor menor do que um que já tenha uma estratégia firmada, um método comprovado de gerar leads e vendas constantemente.

Afinal, o segundo site oferece menos risco, provavelmente demonstra maior potencial, é mais fácil de transferir sem prejuízos e consegue comprovar resultados e projeções com dados.

Checklist para lançar site

Como avaliar o valor do seu site?

Além dos quatro pontos já destacados acima, que são muito importantes para determinar o valor de um site para um possível comprador, é preciso avaliar outros quesitos nessa equação.

Alguns aspectos diretamente ligados ao funcionamento e o desempenho do site em si são vitais para determinar seu valor.

Veja abaixo quais são alguns dos fatores mais relevantes que você precisa ficar de olho para descobrir e comprovar o valor do seu site.

Receita gerada por meio do site

Qual é o papel do site na geração de renda do seu negócio? A resposta a essa pergunta terá um peso enorme na avaliação de valor. Afinal de contas, esse é o objetivo final de contar com um site.

Deixar de acompanhar essa métrica mostra falta de compromisso em fazer esse canal funcionar como deveria. Além disso, um site que não dá resultados financeiros não tem praticamente nenhum valor de mercado.

Numa situação assim, o máximo que pode acontecer é um concorrente se interessar pelo seu domínio e fazer uma oferta por ele.

Por outro lado, um site que gera alto retorno tem tudo para ser valorizado com um múltiplo generoso.

Tráfego gerado

O tráfego também é muito importante, pois é dele que vem o dinheiro. Sites que atraem muita gente vendem bastante.

E mesmo que o site não faça tanto dinheiro, um fluxo alto de visitas mensais significa que bom potencial de crescimento. Apenas alguns ajustes provavelmente seriam suficientes para aumentar a taxa de conversões.

Nesse respeito, existem muitas possíveis fontes de tráfego, e todas elas são bem-vindas. Mas aqui vai uma dica importante: tráfego orgânico é sempre melhor do que o pago.

Assim, um site que tem um alto número de visitas porque faz um trabalho completo de SEO terá mais valor que um site idêntico cujo tráfego vem primariamente de anúncios.

Autoridade da marca

Como a marca que o site apresenta é vista pelo mercado? Um pequeno negócio em ascensão no mercado geralmente desperta a atenção de grandes empresas, que se tornam potenciais compradores.

Por sua vez, uma marca que já vem enfraquecendo com o passar dos anos deve diminuir o valor do site na hora da venda.

Sites que investem em branding e trabalham para gerar valor e se tornar fontes de autoridade no segmento em que atuam conseguirão uma valorização maior por causa da imagem positiva no mercado.

Engajamento dos visitantes

Nem só de tráfego vive um site bem-sucedido. O engajamento é outro critério que ajuda a mostrar o quanto o trabalho é completo e atende a uma necessidade do público.

Se o engajamento for baixo, significa que provavelmente o conteúdo do site é visto como superficial ou de baixa qualidade. Esse tipo de fragilidade aumenta o risco de o negócio não se sustentar no longo prazo e, portanto, diminui seu valor.

Tempo gasto no site, comentários, compartilhamentos, menções em redes sociais, avaliações positivas de Net Promoter Score e engajamento da lista de e-mails são algumas formas de avaliar esse engajamento.

Boas práticas de mercado

O mercado digital evolui com muita rapidez, mas algumas boas práticas já existem por um bom tempo e precisam fazer parte do negócio que deseja uma valorização alta.

Sites que não são devidamente otimizados para mobile, contém muitas falhas de SEO, não têm uma estratégia documentada de geração de leads ou um funil de vendas desenhado e testado saem muito atrás na avaliação.

Essas boas práticas dão credibilidade e solidez ao negócio. Deixar de cumpri-las indica falta de capacidade na gestão.

Checklist de Auditoria de Site

Quais as formas de aumentar o valor do site?

Descobrir quanto o seu site vale é só a primeira parte da história. O objetivo depois disso é encontrar formas de aumentar esse valor, ou seja, torná-lo mais eficaz e rentável.

Na lista de estratégias abaixo, você vai encontrar ótimas dicas do que fazer para valorizar esse ativo e lucrar muito mais com ele. Compensa investir nas seguintes opções.

Marketing de Conteúdo

O Marketing de Conteúdo está entre as principais estratégias de marketing digital que existem no mundo.

Ele se baseia em gerar valor para uma audiência bem definida. Com ele, é possível cultivar uma audiência grande, engajada e que, por fim, terá confiança de comprar o que você vende.

Muitos dos critérios importantes para aumentar o valor de um site são alcançados assim com essa estratégia.

Diversificar as fontes de tráfego

Você já deve saber do perigo de colocar “todos os ovos numa cesta só”. Se o seu tráfego vem sempre da mesma fonte, o que acontecerá se essa fonte secar?

Por mais que siga um método para atingir o fluxo de visitas desejado, ninguém tem controle sobre canais externos. Isso torna arriscado basear o sucesso de um site só em uma fonte de atração de visitas.

Diversifique e consiga visitantes de muitas maneiras diferentes. Além de se arriscar menos, será possível testar qual delas tem maior potencial de crescimento.

Diversificar as fontes de renda

O mesmo princípio do tráfego vale para a geração de receita. Criar subprodutos ou apostar em diferentes canais de venda é uma ótima forma de aumentar o lucro sem depender de uma única estratégia.

Quanto mais fontes de receita o site tiver, maior será também o seu potencial de crescimento: é matar dois coelhos com uma cajadada só.

Ampliar a lista de e-mails

A lista de e-mails é bastante relevante para o sucesso de um site por dois motivos principais: mantém o engajamento e é ótimo para as conversões.

Assim, se você precisa estreitar o relacionamento com a sua audiência, trabalhe pesado no e-mail marketing. Ele o ajudará a tornar leads em clientes e clientes em fãs.

O resultado disso é, obviamente, um aumento no valor do seu site.

Variações de domínio

Logo acima eu disse que a única coisa que um site sem vendas poderia ter de valor é o seu domínio, que poderia interessar a um concorrente.

Isso não foi à toa. As variações de domínio de um site, dentro do seu segmento, aumentam as oportunidades de torná-lo referência na área em que o negócio atua.

A tática aqui é simples: adquira variações de domínio e palavras-chave que tenham valor estratégico para o negócio. Isso faz muita diferença no valor do site.

Provas sociais

Depoimentos e avaliações de clientes contentes com o resultado do seu trabalho, críticas positivas na mídia especializada e outras provas sociais de que o seu negócio é confiável e lucrativo também ajudam demais.

Isso serve tanto para aumentar o seu prestígio e cultivar uma imagem positiva da marca quanto para aumentar as vendas e engajamento. 

Link building

Backlinks são um dos 200 fatores de rankeamento do Google, e têm muito peso no tráfego orgânico de um site.

Por isso, o trabalho de link building vale a pena. Dá trabalho e leva tempo conseguir que outros recomendem seu site. Mas uma vez que fizer isso, o valor desse ativo vai aumentar bastante.

Mobile-first

Não se contente em criar um site que se adapta de forma básica aos dispositivos móveis. Siga a diretriz do Google e refaça seu site para se tornar mobile-first.

Além de criar uma experiência melhor do usuário e ajudar nas classificações dos buscadores, mostrará compromisso com as melhores práticas do mercado digital.

Estratégia documentada

Nada de fazer as coisas na intuição. Crie métodos e os documente. Faça testes para comprovar o que funciona e refine-os de forma constante.

Isso fará do seu negócio uma máquina de resultados escalável e previsível, ao contrário de muitos sites que não sabem como ganharão dinheiro no mês seguinte.

Agora você já sabe tudo o que precisa fazer para descobrir quanto vale o seu site e, mais ainda, como aumentar esse valor.

Seja a sua ideia seja vender o site, seja mantê-lo para promover sua empresa física, busque a ajuda de especialistas capazes de ajudá-lo a impulsionar esse canal tão importante de negócios.

E, se você busca por formas de aumentar o tráfego do seu site — sem pagar a mais por isso — baixe gratuitamente nosso ebook sobre o assunto!

Como atrair tráfego para seu site

conteúdo em vídeo: como aplicar essa estratégia
Parte 10

Conteúdo em vídeo: entenda o porquê dessa febre e como aplicar em sua estratégia

O uso de conteúdo em vídeo, nas estratégias de marketing digital, já é uma das iniciativas diretamente responsáveis por fomentar as novas tecnologias e se alinhar aos usuários, consistindo em uma das principais ferramentas na busca por conhecimento, entretenimento, serviços e produtos.

Para mostrar isso, vamos lembrar alguns dados importantes:

Diante desses dados, percebemos o quanto essa tendência é evidente. Para também ter acesso a esses benefícios, siga a leitura e veja como tirar proveito dos vídeos em suas ações!

O que é o marketing em vídeo?

Os vídeos são líderes quando falamos sobre inovação de conteúdo, pois representam uma maneira muito mais confortável para o usuário absorver informações, levando em conta o ritmo cada vez mais acelerado que levamos neste mundo futurista.

Melhor do que parar para ler ou ver imagens é poder assistir a um vídeo com todas as informações das quais você precisa sendo exibidas de maneira clara, objetiva e divertida, gerando uma perspectiva diferente e um engajamento mais eficiente.

Não por acaso, a sensação é de que aquela empresa está falando diretamente para você, quase como uma conversa. Isso sem contar na facilidade de consumir esse conteúdo, já que é possível assistir a um vídeo em momentos e lugares onde não seria possível ler.

Assim, a estratégia de marketing em vídeo envolve a produção e utilização tanto de vídeos curtos quanto mais longos, dependendo da necessidade para determinado serviço.

Por isso, é uma ação que atinge todas as fases do funil de vendas, desde o topo (atração), passando pelo meio (conversão), até o fundo (venda). Também funciona na retenção de clientes, fortalecendo a marca em suas campanhas publicitárias e vídeos educacionais.

Quais são os benefícios do conteúdo em vídeo?

Como podemos ver, grande parte das empresas de todo o planeta já utiliza vídeos em sua estratégia e sabe o quanto isso gera ótimos resultados, e em pouco tempo. Mas e você, já conhece os principais benefícios?

Aqui, vamos explicar quais são eles, e os motivos pelos quais realmente farão seu negócio crescer de forma sólida e eficaz!

Gera mais engajamento

Já se sabe que 60% dos internautas sempre vai preferir ver o vídeo de um conteúdo do que ler um texto, se tiver a oportunidade para isso.

E isso vai além do gosto ou não pela leitura. Mesmo as pessoas que são leitoras assíduas tendem a clicar em um vídeo que tenha as informações de que ela precisa. É uma forma mais imediata de resolver um problema ou tomar uma decisão, e o tempo poupado com isso é valiosíssimo.

Impulsiona ainda mais o ranqueamento

O Google valoriza cada dia mais a relevância dos conteúdos criados para os internautas. Sendo assim, por meio de constantes aperfeiçoamentos nos algoritmos, ele vem identificando os vídeos de qualidade, impulsionando-os para o topo.

Isso acontece, especialmente, se o seu vídeo gerar engajamento com a marca e com o produto. Inevitavelmente, isso vai ajudar no tráfego orgânico e a utilização dos vídeos vai ser tornar ainda mais imprescindível.

Converte melhor

Os vídeos envolvem uma técnica poderosíssima, que funciona muito bem no quesito convencimento: o storytelling.

Ele é usado por meio de imagens, personagens, locuções e trilha sonora para contar uma bela história, que crie uma identificação muito mais profunda do que um texto faria.

A conversão não se faz sozinha e, por isso, é de extrema importância atentar para a narrativa trazida no conteúdo. Um vídeo animado, por exemplo, permite uma infinidade de possibilidades para a elaboração de algo fantástico.

Tudo depende da sua imaginação. A conversão depende de uma habilidade indispensável para qualquer ação de marketing e vendas: a persuasão. E não é difícil imaginar como os vídeos se saem nesse quesito.

Uma ótima dica são os vídeos explicativos, seja sobre um produto, seja sobre a empresa, e até mesmo sobre o próprio conteúdo apresentado em um blog post.

Educa melhor o cliente

Educação é a palavra-chave quando se trata de marketing digital. Um usuário pode realizar uma conversão se for devidamente educado a compreender o seu serviço e, naturalmente, passa a se interessar de uma forma verdadeira.

Isso pode (e acontece bastante) criar um promotor para o seu produto e marca, mostrando que uma versão atualizada do bom e velho marketing boca a boca ainda tem sua utilidade.

Agora, imagine acessar um site sobre um assunto sobre o qual você deseja aprender e se deparar com um vídeo logo no início, prontinho para dar play e apresentar tudo aquilo que você busca. Eficaz, não é? É quase certo que você vai passar mais tempo nessa página do que faria se precisasse ler um texto enorme.

O ROI será maior

Já citamos no início do post que o marketing em vídeo gera um ótimo ROI para as empresas e pontuamos aqui para reforçar isso.

E por quê? Porque você pode se questionar sobre o custo da produção de um vídeo, que nem sempre envolvem preços baixos, já que exigem profissionais bastante qualificados e processos minuciosos, bem executados e bem escritos.

A dúvida sobre o investimento e o retorno disso pode surgir nesse momento, mas é válido lembrar: mais de 80% das empresas afirmam que os vídeos geram um bom retorno sobre o investimento feito.

Se isso ainda não for o suficiente para convencer você, também vale esclarecer que, apesar da enorme importância de produzir um vídeo de alta qualidade, isso não é uma obrigação.

Também há a possibilidade de utilizar alguns softwares de edição online para recortar, colar, inserir som e finalizar um vídeo para postagem.

No final das contas, o conteúdo como um todo é o que fará a diferença. Se a sua mensagem for passada de forma clara e criativa, mesmo que não esteja excepcional, os resultados chegarão.

Quais os tipos de conteúdo em vídeo existentes?

Ok, chegamos em um ponto-chave da estratégia de marketing em vídeo: qual é o tipo de vídeo ideal para o meu conteúdo?

Falamos acima sobre criatividade e o quanto ela é importante na produção de um vídeo. Isso engloba também o tipo ou estilo de vídeo que será feito. Não existe uma barra que defina qual estilo chamará mais atenção e gerará mais engajamento.

Porém, nem sempre é fácil decidir por onde ir, mesmo com toda essa abertura. Isso acontece especialmente quando você já está acostumado a produzir textos, em que o conteúdo em si muda a cada nova postagem, mas o layout e o design da página continuam os mesmos.

Nos vídeos, o apelo visual é muito maior e, por isso, a variedade entre um vídeo e outro também é um diferencial.

Pensando nisso, separamos os tipos de vídeos mais populares e falamos um pouco sobre cada um deles a seguir!

1. Vlogs

Você provavelmente já percebeu que vlogger é uma profissão recente e de enorme sucesso, certo? Isso não é por acaso — os vlogs são produtos que fazem parte dos novos meios de comunicação.

Por meio deles, é possível ver notícias e atualidades em geral, aprender desde coisas básicas até extremamente complexas, se entreter, e muito mais. Para o produtor, é um trabalho de custo relativamente baixo e de enorme alcance, traduzindo um ótimo investimento para quem encara.

Você pode, por exemplo, gravar uma série inteira de episódios curtos no mesmo dia, que poderão render várias semanas de postagens, e isso pode ser feito em uma sala simples, com uma câmera razoável.

Mas lembre-se sempre: o conteúdo é a sua pedra preciosa que precisa ser lapidada com maestria.

2. Webinars

Há pouco tempo, o Skype era a ferramenta mais conhecida para fazer reuniões e conferências remotamente, em tempo real.

Isso mudou com a chegada do excelente Google Hangouts, uma maneira mais simples de realizar essas mesmas reuniões, porém, integrado a todos os outros serviços da Google.

Uma das facilidades que ganhou de vez a preferência da maioria dos usuários é a possibilidade de gravar e armazenar aulas, seminários, tutoriais, guias em vídeos e disponibilizá-los para todos os seguidores ou clientes.

Até mesmo congressos importantíssimos que, antes, seriam feitos somente em um lugar físico, agora, estão disponíveis para qualquer pessoa, em qualquer lugar do mundo e ao vivo.

Se os vlogs são baratos, os webinars são mais ainda. Muitas vezes, não é necessário nenhum tipo de edição, roteiro ou encenação.

É algo mais semelhante a uma reunião ou uma aula e, em alguns casos, com interação direta entre os participantes, possibilitando entrevistas e resolução de dúvidas, sem necessitar de espera.

3. Tutoriais

Praticamente todo consumidor de conteúdos em vídeo já viu pelo menos um tutorial. É quase certo que você mesmo tenha assistido a alguns e, quem sabe, até feito algum curso completo, totalmente por meio de vídeos.

É algo que, há alguns anos, só seria possível aprender procurando alguma boa escola, muitas vezes de alto valor.

Existem diversos vloggers que iniciaram produzindo tutoriais e que, atualmente, têm uma grande empresa em sua própria área e isso é simples de entender.

Afinal, você evita uma leitura extensa e, algumas vezes, sem nenhuma imagem sobre o que se estuda, para assistir a um vídeo que mostra o passo a passo exato, que, seguido à risca, dificilmente, dará errado.

Isso também ajuda a construir algo que toda empresa almeja: se tornar uma autoridade e uma referência no segmento.

Mas a questão não é simplesmente fazer um passo a passo, como em um livro de receitas. Os consumidores vão esperar de você um contato mais direto e pessoal, uma comunicação cativante que os guie de forma confortável.

Nunca deixe a entender que você não se importa o suficiente com o sucesso do usuário naquela tarefa.

4. Depoimentos

Depois de certo tempo criando conteúdos relevantes para sua persona, é esperado que alguns cases de sucesso comecem a surgir. É uma ótima oportunidade para coletar esses depoimentos e usá-los para mostrar aos novos visitantes o quanto o seu produto é importante.

Nesse sentido, criar vídeos que mostrem quem são as pessoas por trás desses cases de sucesso é algo que vai agregar muito valor. Isso se torna um elogio e uma promoção espontânea para a sua empresa.

Porém, não deixe de prestar atenção nas boas práticas com os seus clientes. Não seja invasivo, pois muitos não têm interesse em ser gravados ou exibidos. É preciso respeitar isso completamente.

Um modo de facilitar a entrega desses depoimentos é a realização de eventos que promovam a participação desses clientes. Isso aumenta as chances de se sentirem mais à vontade para fazerem declarações, mesmo que curtas, mas, ainda assim, capazes de causar grande impacto.

Oferecer descontos nos serviços para os clientes satisfeitos que disponibilizarem depoimentos, ou promover algum tipo de concurso para que relatem o motivo pelo qual recomendam o seu serviço são maneiras interessantes para viabilizar essa coleta.

5. Animações

São os preferidos de muita gente, pelo simples motivo de deixarem os usuários mais motivados com grandes paletas de cores e personagens divertidos que geram bem-estar.

São mais baratos de se produzir do que os vídeos com pessoas reais e, inclusive, muitas vezes, produzidos por uma equipe muito pequena.

exemplo de vídeo animado

Nesse universo animado, existem vários estilos de vídeos que podem ser usados, como as animações em quadro branco, em colagem, 3D, e um dos mais usados na estratégia de conteúdo em vídeo: o Motion Graphics

Em sua maior parte, o Motion Graphics é caracterizado por animações 2D, e é um ótimo estilo para a criação de vídeos explicativos e institucionais, como no exemplo abaixo:

Quais os principais cases de sucesso?

Qual a melhor maneira de compreender o sucesso que conteúdos em vídeo podem proporcionar, se não mostrando exemplos reais de empresas bem-sucedidas?

Uma boa amostra é o caso da Headspace, um aplicativo desenvolvido para ensinar, auxiliar e guiar a meditação. O uso de vídeos deu tão certo que passou a produzir séries com episódios curtos, dando dicas de como meditar melhor.

Em 2013, a Volkswagen teve a difícil missão de anunciar o fim da fabricação da Kombi. Em um vídeo marketing genial, foi narrada a história do veículo, e o que talvez pudesse desvalorizar a marca acabou se tornando um viral que venceu vários prêmios no Festival de Cannes.

Por sua vez, a YumYum Vídeos é uma empresa que se tornou um sucesso ao usar a estratégia, produzindo conteúdo em vídeo para eles mesmos e para várias grandes empresas, como Fox, DocuSign, Red Bull, American Express, entre outras.

As estratégias de marketing em vídeo não são mais apenas uma tendência. Para ver os seus números aumentarem, não deixe de apostar na estratégia.

Está preparado para iniciar a sua estratégia utilizando conteúdo em vídeo, mas ainda quer aprender sobre as estratégias de marketing de vídeo? Então não deixe de ler nosso guia sobre o assunto!

marketing em video

Como usar o SEO Split Testing para rankear melhor
Parte 11

SEO Split Testing: entenda o que é e como utilizar testes A/B para rankear melhor

Certamente você já conhece os Testes A/B, aqueles que são feitos para determinar qual variável da estratégia gera mais resultados em determinada métrica. Mas você já ouviu falar em SEO Split Testing?

Se não conhece, não precisa se preocupar: é um conceito novo que começou a ganhar visibilidade recentemente, mas já oferece resultados muito atrativos e que podem otimizar, ainda mais, os resultados do seu site.

Continue a leitura deste post para entender o que é o SEO Split Testing e como ele pode ajudar você a conquistar um melhor rankeamento nos mecanismos de pesquisa.

O que é SEO Split Testing?

Os Testes A/B são aqueles em que comparamos diferentes variáveis na nossa estratégia para ver qual gera os melhores resultados. Podemos testar, por exemplo, se usar um emoji ou não no assunto do e-mail aumenta a sua taxa de abertura (spoiler: aumenta sim!). Ou podemos avaliar se é melhor usar uma cor contrastante ou harmônica no botão de compra de uma loja online.

O SEO Split Testing é a aplicação dessa mesma lógica, mas em modificações na estrutura do seu site para descobrir quais alternativas geram o melhor rankeamento no Google. Esses testes visam descobrir quais formatações geram mais resultados (no caso, melhor rankeamento no Google) para otimizar a página e aumentar o fluxo de tráfego orgânico para o site.

Por que fazer SEO Split Testing?

Realizar testes para aprimorar o seu rankeamento em mecanismos de busca é algo que exige grandes investimentos. Essa tarefa demanda muito tempo para a realização de cada experimento, além do trabalho de formular as hipóteses, preparar o site, coletar os resultados e analisar os dados a fim de encontrar informações úteis.

Se gera tanto trabalho assim, por que fazer o SEO Split Testing? Por que não optar por um template pronto do WordPress? A resposta é simples: os testes dão benefícios que nenhum template consegue dar.

Decisões embasadas em dados

Gerenciar um site e uma estratégia de Marketing de Conteúdo envolve tomar decisões frequentemente. São centenas de variáveis que devem ser avaliadas e acompanhadas, cujas consequências podem envolver o sucesso ou o fracasso.

Nenhuma decisão deve ser tomada usando, como base, o instinto, já que isso gera resultados imprevisíveis. Ainda que os resultados sejam positivos no começo, nada garante que continuarão assim a médio ou longo prazo.

Somente as decisões baseadas em dados garantem resultados sólidos, positivos e sustentáveis — e, para isso, é necessário realizar testes e experimentos. Se você testar os elementos do seu site com regularidade, conseguirá reunir uma diversidade de dados para direcionar as suas ações ao melhor caminho possível.

Marketing de Conteudo e Dados

Maior controle das consequências

Para explicar uma das vantagens do SEO Split Testing, vamos contar uma história sobre o Pinterest, aquela rede social em que partilhamos imagens e vídeos de diferentes temas.

Há algum tempo o time de engenheiros do Pinterest trabalhava em melhorias no site e, por inúmeras razões, decidiram que era melhor renderizar os arquivos de mídia da plataforma em JavaScript. A parte técnica do assunto não vem ao caso, mas o mais importante é que, antes de implementar a mudança em todo o site, eles resolveram fazer um pequeno teste.

Inicialmente, eles achavam que o Google rastrearia os conteúdos do Pinterest com o novo sistema de renderização normalmente, sem diferenças para o método antigo. Porém, durante o teste feito em um número limitado de páginas, eles perceberam que houve uma queda substancial de acesso.

O novo sistema de renderização não se comunicava muito bem com os mecanismos de busca e as páginas começaram a rankear muito mal. Por isso, optaram por cancelar o plano de mudanças e resolveram estudar mais o assunto para entender o que, de fato, aconteceu.

Para nós, o mais importante é como esse teste de SEO preveniu uma catástrofe no Pinterest. Se o site inteiro tivesse recebido o novo sistema, as visitas teriam despencado e a plataforma teria muito trabalho (e custo) para reverter o cenário.

Por isso, é importante realizar testes frequentemente, especialmente antes de grandes mudanças no seu site. Assim, podemos antecipar e controlar possíveis danos que seriam causados (bem como implementar mudanças que sabemos ser positivas com mais segurança).

Maior fluxo orgânico de visitantes

Se você descobrir que implementar um subtítulo em H2 em um artigo do seu blog pode aumentar o posicionamento dessa página em 10% nos mecanismos de busca, o que você faria? Logicamente, implementaria o recurso em todas as páginas. Por consequência, veria todos os seus artigos ranqueando melhor.

Com esse posicionamento, o número de visitantes do seu blog aumentaria, gerando mais combustível para a sua estratégia de Marketing de Conteúdo. E se, depois disso, você descobrisse que alguma outra mudança específica ajudasse a melhorar o posicionamento dos seus artigos em 7%? Com certeza, implementaria essa alteração e veria o ciclo se repetir, aumentando novamente o fluxo orgânico de visitantes.

A ideia básica é que o uso de SEO Split Testing serve para que possamos entender o que funciona e o que não funciona para rankear melhor o seu site. Se identificamos as melhores opções, então, o site pode ser otimizado e receber mais visitantes.

Preparação contra updates

Um dos receios de quem tem uma estratégia de Marketing de Conteúdo é ver todo o seu trabalho perder alcance com uma das mudanças de algoritmos do Google. Em alguns casos, um update pode morder uma parcela do seu tráfego orgânico — em outros, pode aumentar seu alcance.

Os testes para otimização ajudam a mitigar os efeitos dessas atualizações. Primeiramente, eles permitem que possamos identificar mais facilmente o que foi mudado. Depois disso, com o conhecimento de testes anteriores, conseguimos formular hipóteses que ajudam a guiar na recuperação (ou otimização) dos efeitos causados pela mudança de algoritmo.

Qual a lógica por trás dessa técnica?

Agora que você já sabe o que é o SEO Split Testing e seus benefícios, é preciso entender como é o seu funcionamento. Basicamente, o SEO Split Testing é uma variação da Metodologia Experimental aplicado à otimização de sites.

Se você lembrar das aulas do seu Ensino Médio, recordará que a Metodologia Experimental funciona ao manipular uma variável dentro de um conjunto de regras para observar quais as mudanças significativas são causadas por essa alteração.

Para garantir o rigor científico do experimento, sempre mantemos um grupo de controle que permanece no mesmo ambiente, mas sem a alteração da mesma variável. O SEO Split Testing é exatamente isso. Modificamos uma variável em uma página (ou um conjunto de páginas dentro de um site) e mantemos um outro conjunto de igual peso sem a alteração como grupo de controle.

CONTEÚDOS RECOMENDADOS
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Então, comparamos os dois resultados para entender se houve uma mudança significativa que indique uma boa prática de SEO. Como criamos um grupo de controle com outras páginas de mesma força, não há risco de o estudo ser contaminado por mudanças sazonais, como desempenho ruim dos competidores.

Por exemplo, suponha que você criou um Grupo A e Grupo B para o teste de SEO. O Grupo A é o modificado e o Grupo B é o seu site sem alterações. Se o Grupo A teve um aumento estatisticamente significativo, é sinal que a modificação é importante para melhorar seu rankeamento. Se o motivo para o crescimento de tráfego fosse algo sazonal e sem relação com a alteração, teria afetado o Grupo B também, já que ambos estiveram no ar ao mesmo tempo e a única coisa que os separa é o objeto testado.

Por isso, o SEO Split Testing é uma maneira segura de descobrir como otimizar o rankeamento do seu site no Google.

Como fazer o SEO Split Testing no Google Optimize?

Existe uma ferramenta gratuita muito útil para realizar testes de otimização de desempenho do site: o Google Optimize.

Com ele, você pode realizar Testes A/B para aperfeiçoar os elementos de suas landing pages, artigos e outros tipos de conteúdo. Normalmente, ele é usado para otimizar métricas como taxas de conversão, tempo médio de visita e taxa de rejeição, mas também pode ser utilizado para o SEO Split Testing.

A maneira de fazer isso é modificar elementos on-page do seu site e depois medir os resultados usando o número de visitas orgânicas como métrica de sucesso. Como fazer isso? Vamos ver no passo a passo!

Guia Completo do Google Analytics

Crie uma conta no Google Optimize

O primeiro passo é criar uma conta no Google Optimize para fazer seus experimentos gratuitamente. Se você já tem uma conta Google (um Gmail, YouTube ou algo do tipo) pode usá-la para facilitar o processo. Basta entrar no site oficial do Google Optimize e fazer login com a sua conta Google.

Associe sua conta no Optimize com o Analytics do seu site

Feito isso, o próximo passo é associar a sua conta no Optimize com os dados do Google Analytics do seu site. Com essa sincronização, fica muito mais fácil obter os dados para atestar os resultados do seu experimento. Para isso, vá no menu lateral direito, selecione a opção “Associar ao Google Analytics” e clique em “Associar Propriedade”.

SEO split testing

Aparecerá uma lista com todas as propriedades do Analytics vinculadas à sua conta e você deverá escolher aquela referente ao site que quer testar.

Crie uma experiência

O próximo passo é criar o seu primeiro teste. Para isso, clique no botão azul “Criar Experiência” ou “Vamos lá!”, se for o seu primeiro projeto.

SEO split testing

Uma tela aparecerá pedindo para você selecionar o nome da experiência em questão e a URL da página que receberá o experimento. Se você for testar elementos on-page de um artigo, por exemplo, precisará informar a URL específica em vez da homepage do seu blog.

SEO split testing

Selecione o tipo de experiência

O próximo passo é selecionar o tipo de teste que será realizado. Existem três principais opções:

  1. testes A/B: permite comparar os desempenhos de uma única variável. Por exemplo: se inserir uma imagem no primeiro parágrafo aumenta o tempo de leitura de um artigo;
  2. testes multivariáveis: permitem comparar diferentes elementos variáveis. Por exemplo: se inserir uma imagem no primeiro parágrafo de um texto e um subtítulo em H2 pode gerar um desempenho melhor;
  3. testes de redirecionamento: permitem comparar os desempenhos de páginas completamente diferentes, desde o conteúdo até o design.

A escolha correta vai depender do tipo de elemento que você quer comparar. Os testes A/B são mais amigáveis para os iniciantes, especialmente se for usada apenas uma variação do elemento testado.

Determine a variável testada

A seguir, o Optimize pedirá que você insira uma variante (ou seja, uma página modificada) para o experimento. Clique em “Adicionar Variante” e dê um nome para a página de teste.

SEO split testing
As boas práticas pedem para inserir no nome o elemento que a difere. Por exemplo, se essa página tiver imagens com legenda, enquanto o artigo original não tem esse componente, o ideal é nomeá-la de “Página com Legendas”.

Após nomeá-la, você deverá clicar em “Editar” e instalar uma extensão do Optimize para o navegador Google Chrome, que permitirá modificar o site para criar a página que será testada.

SEO split testing

Modifique a página de teste

O próximo passo é bem intuitivo. O Optimize abrirá a página que será testada e pedirá para que você insira as modificações escolhidas. Basta clicar e arrastar ou inserir novos códigos de cores para fazer as modificações que você quiser colocar em prática no teste.

Estabeleça um objetivo

Com tudo especificado, o próximo campo a preencher é o “Objetivo”, que você poderá escolher de uma lista programada pelo Google.

Basicamente, o Objetivo é uma métrica que servirá para decidir se a variante testada é mais ou menos eficiente que a página original. Além dele, há um campo para escrever a hipótese que você quer testar, para efeitos de organização.

Inicie o experimento

Por fim, o último passo é colocar o seu experimento no ar para começar a coletar os dados. Você pode fazer isso manualmente clicando em “Iniciar” ou agendar um horário para o teste ser realizado.

Analise os dados

Quando achar que coletou os dados suficientes (pode demorar alguns dias ou horas, dependendo do fluxo de visitas e dos elementos testados), finalize o experimento e analise as informações coletadas para concluir se sua hipótese estava correta ou não.

O que ter em mente quando fazer esses experimentos?

Antes de começar a realizar os seus experimentos de SEO Split Testing, você precisa ter em mente algumas considerações para que seu trabalho produza os melhores resultados possíveis.

Deixe o teste correr o tempo necessário (mas não mais do que isso!)

A duração do seu experimento é crucial para o rigor dos resultados. Você não pode deixar o teste correr por pouco tempo e nem por tempo demais.

O tempo ideal vai variar dependendo da quantidade de visitantes que o seu site recebe. O mais recomendado é ter o suficiente para uma base estatística robusta (1000, 2000 visitantes), mas pode ser uma quantidade menor se seu blog recebe menos usuários.

O ideal é não deixar o teste rodando indefinidamente para não parecer que o site está passando por mudanças ou confundir os usuários de alguma forma

Acompanhe os elementos de usabilidade testados pelo Google Optimize

Quem tem experiências com o Google Optimize sabe que a ferramenta testa alguns elementos mais ligados à experiência do usuário no seu site. Alguns desses componentes são importantíssimos para o rankeamento da sua página, como o tempo de permanência de cada visita ou a taxa de rejeição.

Porém, existem ainda outros elementos muito importantes que afetam o rankeamento do seu site, como mudanças no código da página. Para testar esses componentes você precisará fazer testes manuais. Isso significa que será preciso mudar o código do site para apenas algumas páginas terem essa mudança e estabelecer um grupo de controle para garantir que seus resultados serão confiáveis.

Leia os manuais de boas práticas do Google

Sempre que for fazer testes para otimização do seu site, leia antes os manuais de boas práticas que o Google oferece, inclusive na utilização do Optimize. Isso é necessário porque, na estruturação do seu experimento, você pode cometer alguns erros que são penalizados pelo algoritmo do Google.

Por exemplo, o mecanismo de busca sugere que você use URLs canônicas quando for realizar um Teste de Redirecionamento. Assim, você informa aos crawlers do Google que aquelas páginas são de teste e evita algum imprevisto.

O SEO Split Testing é uma ferramenta incrível para garantir que seu site estará otimizado para rankear melhor e conquistar mais usuários. Também vimos que não é um recurso muito difícil de usar, não é? Você já pode começar a fazer seus testes imediatamente!

Se você gostou do conteúdo, que tal conhecer o Web Dev? Essa ferramenta mostra o que você precisa fazer para rankear melhor no Google!

o que é seo

A evolução do Marketing Digital ao longo dos anos
Parte 12

Evolução do Marketing Educacional: como se reinventar para permanecer no topo

Estamos imersos em uma era de grandes transformações, como a simbiose entre o passado e futuro, gerações de mentalidade disruptiva, novas ameaças e oportunidades, diferentes formas de abundância e escassez etc.

Todas essas mudanças nos pressionam a ressignificar nosso modo de pensar, agir e comunicar.

Mercados emergentes estão em fase de amadurecimento, enquanto em alguns mercados tradicionais, as alterações de padrão no comportamento do consumidor estão sendo alterados profunda e velozmente.

Essa é a realidade do mercado da educação do ensino superior que viveu profundas alterações nos últimos 15 anos.

Retrospectiva do mercado educacional

Quando iniciei minha carreira corporativa no segmento educacional, levei um susto. Percebi o segmento uns 10 anos atrasado em comparação com outros mercados, principalmente no que se referia a tecnologia e gestão.

Me lembro bem que na primeira reunião com meus novos colegas de trabalho (grande parte acadêmicos, com pouca experiência de mercado) me criticaram muito quando afirmei que o aluno era nosso cliente.

Tinha sido contratada como responsável pela área de marketing e comunicação com o principal desafio de implantar a tecnologia e filosofia de um sistema de CRM.

A expectativa pela mudança de cultura, processos e tecnologia era muito grande. Mas antes de contar um pouco sobre essa minha incrível experiência de vida no segmento educacional, e os aprendizados que me levaram a largar a carreira corporativa e empreender nesse setor, que tal uma retrospectiva, sobre a evolução educacional?

Afinal, foi essa reflexão que me impulsionou a buscar uma solução que pudesse de fato trazer diferenciação, ressignificando a entrega para o mercado da educação de ensino superior.

1994: muita demanda e pouca oferta

Em 1994, o setor de educação superior privada vivia uma abundância de demanda e pouca oferta que resultava em grande concorrência candidato X vaga para todos os cursos de graduação.

O sonho do ensino superior se tornava realidade para poucos. E acredito que, por essa razão, as instituições ainda não se preocupavam em estruturar os setores de comunicação e marketing.

Todos os processos de captação de alunos, desde a ficha de inscrição, pagamento, prova até a matrícula eram realizados de forma presencial.

1999: criação da assessoria de comunicação

Já em 1999, houve um aumento da oferta e a demanda continuava alta. Foi nesse momento que as instituições de ensino criaram seus primeiros setores de comunicação, chamados de assessoria de comunicação.

A comunicação com o público-alvo começava a ser realizada pela publicidade, mala direta, correios, telegrama e algumas instituições de ensino criaram seus sites e permitiram inscrições online.

2002: estruturação das áreas de mercado

O ano de 2002 foi o marco para o segmento educacional por começar a estruturar as áreas de mercado.

Neste ano, criaram seus primeiros setores de marketing. Todos os processos de inscrição são realizados pela internet.

A concorrência começa a incomodar e os investimentos em publicidade via agências ou in-house começam a ficar mais expressivos. Inicia-se também investimentos em call center e e-mail marketing.

2010: oferta ultrapassa a demanda

Os anos de 2010 a 2017 ficaram marcados pela briga pela atenção da audiência.

No ano de 2010, oferta já era maior que a demanda. A mídia de massa ganha grandes investimentos, principalmente por meio da TV e rádio.

As Instituições de Ensino Superior criam seus setores comerciais, o vestibular agendado ganha força, consolidam-se os investimentos em call center, e-mail marketing e a novidade é o SMS.

2013: expansão do call center

Em 2013, aumenta-se o número de postos de atendimento no call center, algumas instituições começam a investir em CRM e grande parte delas tem perfil nas mídias sociais, mas sem utilização para captação e retenção de alunos ainda.

Marketing de Conteudo para Instituições de Ensino

2015: fim do FIES

Já em 2015, com o fim do FIES e a queda expressiva da captação de alunos, as instituições reduzem os investimentos em publicidade e aumentam as equipes comerciais.

Elas passam a entender e trabalhar sob o foco do funil de conversão, aumentam os investimentos em publicidade online e o CRM ganha mais força.

Aqui vale fazer um parênteses para destacar o quanto ficamos anestesiados pelo FIES.

De 2012 a 2014 o nosso funil de conversão e a geração de leads funcionava sem muito esforço, era alimentado pelo super estimulante do FIES.

Quando ele sofreu alterações, impactou de forma abrupta a sustentabilidade do fluxo de caixa das instituições que estavam com grande parte de seu contingente de matriculados, vinculados a esse programa.

2016: reinvenção do Marketing Educacional

A reinvenção do Marketing Educacional começa a acontecer em 2016. Os investimentos de publicidade tem maior divisão entre o tradicional e o online.

O Inbound Marketing invade os setores de marketing. As mídias sociais passam a gerar mais leads qualificados e consolidam o funil de conversão. Entende-se que o diferencial precisa ser baseado na entrega de valor.

Em paralelo a esse cenário, os números da educação superior privada no Brasil registraram mudanças ainda mais profundas que agravaram a situação do segmento educacional, como:

  • crescimento de 106%  no número de instituições privadas nos últimos 15 anos *;
  • crescimento 66% das matrículas do ensino superior privado na modalidade EAD nesse mesmo período*;
  • aumento de cerca de 30% no custo de captação de alunos, de 2015 para 2019**;
  • queda de egressos dos alunos do ensino médio que ainda refletirá por uns bons anos no funil de matrículas;
  • aumento da taxa de evasão dos cursos de graduação presenciais que chega ao assustador 56% com alunos sem apoio de financiamentos *;  
  • em 2014, eram 39 alunos por curso existente, 2017 foram 21 alunos por curso existente e em 2019 será 16 alunos por curso existente **.

Dados:

*Mapa do Ensino Superior no Brasil, 2017, SEMESP;

**Atmã Educar, 2018.

Enfim, já faz um bom tempo que não existe mais processo seletivo, candidato x vaga.

É o candidato que tem em seu processo de escolha as diversas opções de instituições de ensino. E a quantidade não vai parar de crescer tanto em relação ao número de instituições quanto em relação ao número de cursos em oferta.

Os números podem ser frios e as informações podem ter uma dose de sentimentalismo, mas o fato é que as instituições de ensino superior privadas precisam — mais do que nunca — além de serem eficientes nos seus processos de captação e retenção de alunos, se ressignificarem para, então, estar no topo da lista de desejos dos potenciais estudantes do ensino superior.

E, para impulsionar os resultados da sua Instituição de Ensino, não deixe de conferir nosso post com as 7 tendências que devem ser adotadas para o ano de 2019.

Escrito por Fernanda Verdolin

Fernanda Verdolin

Fernanda Verdolin é founder da DNA Educação, Carreiras e Empregabilidade, uma plataforma de orientação e autogestão de carreiras para o aumento da empregabilidade dos estudantes na perspectiva da captação e retenção de alunos: Aceleradora de Carreiras.

Formada em relações públicas, especializou-se em marketing educacional. É pós-graduada em gestão de negócios, estratégia e marketing, além de mestre em administração. Trabalhou em empresas de grande expressividade na área de tecnologia da informação, como a TOTVS, atuou como docente, coordenadora de curso de pós graduação e se especializou no segmento de educação também como executiva de marketing.


Objeções no pós-venda
Parte 13

Saiba como lidar com objeções no pós-venda

Como você recebe o cliente na sua empresa após a assinatura do contrato? Qual a principal estratégia que você usa para que o seu cliente conheça o seu produto ou serviço e o utilize da melhor forma para ter sucesso com ele?

Pensando em como resolver essas questões, muitas empresas desenvolveram setores específicos para atender os clientes assim que eles chegam à organização, como os setores de onboarding ou implementação.

Outras empresas, apesar de não terem setores específicos para realizar essas funções, desenvolveram processos de pós-venda, em que há um acompanhamento do cliente de forma mais próxima a partir do momento em que ele, de fato, vira cliente.

Independentemente de ter um setor próprio para lidar com o pós-venda, dedicar uma atenção especial para os clientes neste período de entrada pode ser muito estratégico.

Durante essa fase, além de apresentar a sua empresa, os pontos de interação com ela e o seu produto ou serviço, é essencial que sejam apresentadas também as rotinas que devem ser realizadas pelo cliente para que ele consiga tirar o melhor resultado da sua solução.

Tudo isso levará o cliente a ver valor no que foi comprado, a ter mais sucesso com a estratégia e, consequentemente, permanecer com você por mais tempo.

No entanto, realizar esse processo de onboarding ou pós-venda não é tão simples quanto parece. Saber lidar de forma rápida e certeira com as possíveis objeções significa tirar as barreiras para que o cliente tenha resultados com a empresa.

Neste post, apresentaremos um passo a passo com a melhor maneira de lidar com objeções no pós-venda, incluindo exemplos práticos e situações específicas. Vamos lá?

O que é objeção

Antes de saber como lidar com uma objeção, é importante definir o que ela é.

Objeções são barreiras, obstáculos encontrados por uma pessoa quando a outra apresenta uma posição contrária à sua. Ou seja, uma oposição.

Quando falamos de objeções vindas de clientes, principalmente no período de pós-venda, elas costumam ser algum argumento apresentado que vai contra algo que você falou ou ao que foi vendido.

É importante sabermos que, por trás de toda objeção existe um motivo, que muitas vezes não está claro na fala do cliente e uma necessidade que não foi atingida.

Por exemplo, quando o cliente fala que não quer utilizar uma funcionalidade do seu software porque não acha a interface boa, ele pode ter um motivo maior por trás. Provavelmente, ele não quer utilizar essa funcionalidade porque não acredita que ela vai ajudar a resolver um problema que ele tem ou a alcançar os seus objetivos.

Dessa forma, é seu dever investigar a fundo uma objeção que for apresentada, para entender o que está por trás dela.

Qual a importância de lidar bem com objeções no pós-venda

Um fato importante que muitas empresas ignoram é que precisamos continuar “vendendo” o produto ou serviço após o fechamento do contrato. É preciso que o cliente veja valor no que foi contratado e que consiga utilizar a sua solução da melhor forma possível para atingir os objetivos pelos quais ele contratou a sua empresa.

No pós-venda, principalmente em períodos de onboarding ou implementação, é muito importante que o cliente chegue em um momento em que diga “foi por essa razão que eu adquiri esse produto ou contratei esse serviço”. Em onboarding, esse momento é chamado de Aha Moment.

Dessa forma, é necessário remover todas as barreiras e objeções para que o cliente possa chegar nesse Aha Moment e, de fato, entender por que contratou a sua solução, e como essa solução poderá levá-lo, na prática, a atingir os seus objetivos.

Lembre-se que um cliente que tem sucesso é um cliente que fica mais tempo na sua empresa —principalmente quando falamos de empresas que trabalham com receita recorrente. Esse é também um cliente que pode realizar novas compras, aumentar o seu ticket e promover sua marca.

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Como lidar com as objeções no pós-venda

1. Escute atentamente o seu cliente

Escutar com atenção tudo o que seu cliente tem a dizer é o primeiro passo para ter sucesso ao lidar com a objeção.

Não o interrompa, deixe que ele fale tudo o que quiser e leve o tempo que precisar. Muitas vezes, principalmente se o cliente identificou um problema no seu produto ou serviço, e não está feliz com aquilo, ao falar, ele estará desabafando e talvez isso até o ajude a ficar mais calmo.

Além disso, antes de explicar algo a outra pessoa, é preciso investigar a fundo o que será repassado, para fazê-lo de forma clara.

Durante esse processo, o próprio cliente consegue entender melhor daquele problema relatado, da solução que a sua empresa oferece e, por vezes, até percebe que o problema não é tão grande assim.

Quem nunca passou por um problema que achava muito difícil e quando foi explicá-lo para outra pessoa percebeu que não era tão complicado assim? Isso pode acontecer também com o seu cliente, por isso essa fase de escuta atenta e sem interrupções é tão importante.

2. Confirme o que você escutou

Essa é uma etapa extremamente importante e que, muitas vezes, é ignorada pelas pessoas.

Confirmar o que você escutou é essencial para que o cliente sinta que você está interessado no que foi dito por ele e para que você consiga saber se compreendeu de forma correta tudo o que ele falou.

É muito comum resolvermos algum problema de forma errada por não termos entendido, inicialmente, qual era a dificuldade exata. Para evitar isso, é essencial fazer a confirmação do que foi dito.

“Entendi que confirmar é importante, mas como fazer isso?”. É simples! Você pode dizer para o seu cliente, com as suas palavras e de forma sumarizada, o que você entendeu de tudo o que ele falou e perguntar se o que você entendeu está correto.

3. Demonstre empatia

Mostrar empatia também é importante para que o cliente veja que você está se importando com o que foi falado por ele e para que ele se sinta confortável com aquela situação. Para isso, coloque-se no lugar dele.

A demonstração de empatia é essencial quando surge uma objeção, principalmente quando o cliente relata um problema ou uma dificuldade que teve em relação à utilização do seu produto ou serviço.

Mostrar a ele o quanto isso é comum no período de onboarding, e que você também teve esse problema ao começar a usar a ferramenta, por exemplo, é uma ótima forma de demonstrar empatia.

Essa é a primeira vez que o seu cliente está interagindo com o seu produto ou serviço e a primeira vez que a sua empresa está trabalhando com ele.

Dessa forma, é comum que existam dificuldades de adaptação de ambas as partes e você precisa falar isso para ele saber que esses tipos de dificuldades ou problemas são comuns nessa fase.

Objeções no póc-venda

4. Faça perguntas para se aprofundar na objeção e entender seu real motivo

Como dito, muitas vezes o cliente não sabe expressar os principais motivos para aquela objeção que está sendo apresentada e qual necessidade não está sendo resolvida.

Para contornar isso, e entender os reais motivos para aquela objeção, é necessário fazer algumas perguntas. Com perguntas simples com as palavras de comando “por que”, “como” e “qual” você consegue se aprofundar bastante na objeção.

Lembre-se que o seu objetivo é descobrir por que aquela objeção surgiu, por que o seu cliente acha aquilo que está apontando, qual a necessidade dele não foi atendida. E, para isso, não tenha vergonha de perguntar “por que” quantas vezes for necessário.

Objeções no pós-venda

Por exemplo, vamos lidar com uma objeção real: um cliente fala que não gostou do seu serviço de consultoria, porque não trouxe resultados aplicáveis ao negócio dele.

Primeiramente, você deve escutar com atenção tudo o que ele tem a dizer, repetir o que ele disse da forma que você entendeu, confirmar se você entendeu certo e mostrar empatia, mostrar que isso pode acontecer no período de implementação e que vocês trabalharão juntos para resolver.

Depois, é preciso fazer perguntas para aprofundar nas razões. Algumas perguntas que poderiam ser feitas são:

  • Qual o principal resultado que você quer alcançar?
  • Por que você quer alcançar esse resultado?
  • O que esse resultado pode trazer de benefício para o seu negócio?
  • Por que você acredita que a consultoria não conseguiu trazer esse resultado ao seu negócio?

Muitas vezes você consegue diagnosticar, por meio dessas perguntas, que o motivo dele não ter gostado da consultoria, é por que na fase de demonstração de resultados não foram mostrados os resultados que ele queria ver. Dessa forma, você conseguirá resolver essa objeção propondo uma nova apresentação de resultados.

5. Apresente uma solução

Depois de lidar de forma adequada com uma objeção e diagnosticar o real motivo pelo qual ela foi relatada, é importante apresentar uma solução para o seu cliente.

Apresentar uma solução pode não ser tão simples como parece, certo?

Para ajudar com isso, daremos uma das dicas mais importantes deste post: se você quer que o seu cliente compre a sua ideia e realize uma ação ou valide a ação que você está propondo, sempre mostre o benefício que ele terá com aquela ação.

No entanto, lembre-se que não é um benefício qualquer, você precisa apresentar um benefício que o levará a alcançar seus objetivos.

Portanto, se você quer que o seu cliente concorde com a solução proposta, mostre para ele como ela o ajudará a alcançar o objetivo que ele tem.

Além disso, seja um bom advogado da sua solução. Mostre para ele o quanto você se aprofundou no que foi passado, deixe claro as causas que identificou para a situação ter acontecido e como a solução proposta pode resolver tudo isso da melhor maneira possível.

Caso essa solução envolva ações que serão feitas por você ou por outras pessoas da empresa, é importante também estabelecer um prazo para que a questão seja resolvida ou um prazo para iniciar as ações que o resolverão.

“E se eu não conseguir encontrar uma solução imediata para a objeção apresentada pelo cliente?”. Não se desespere!

É comum que isso aconteça quando a objeção é muito diferente das que são apresentadas normalmente ou muito mais complexa. Nesse caso, seja transparente com o seu cliente e fale que você vai pesquisar a melhor maneira de resolver.

Além disso, se comprometa a apresentar uma resposta o quando antes. Já deixe uma próxima conversa agendada. Dessa forma, ele terá confiança que o problema pode ser resolvido e uma previsibilidade de quando isso acontecerá.

Objeções no pós-venda

6. Valide a solução apresentada com o cliente

Após apresentar a solução para o seu cliente, você precisa validar com ele se essa solução realmente o atende. Não se esqueça de ser claro e transparente o tempo todo. Ele precisa ser envolvido e se sentir parte da resolução.

Tente deixá-lo também à vontade para dizer “não”, caso acredite que aquela solução não resolverá o problema apontado. No entanto, se você for um bom advogado na hora de apresentar a resposta, dificilmente isso acontecerá, pois você é autoridade no seu produto/serviço e é a pessoa mais adequada para apresentar boas soluções para problemas que os envolvem.

7. Documente

Faça um e-mail depois da conversa com o cliente com tudo o que foi falado, com a objeção levantada e a solução proposta. Envie esse e-mail para ele e para todos os envolvidos no problema e na resolução.

Essa documentação vai ser essencial para que todos, inclusive o cliente, possam acompanhar as ações propostas e se a resolução está se cumprindo da forma com que foi prometida e no prazo estabelecido.

Você pode vincular essa documentação também ao CRM da empresa ou qualquer outro lugar onde você centraliza as informações daquele cliente. Dessa forma, todos que interagirem com o cliente ao longo da sua vida na empresa saberão o que já aconteceu e como vocês lidaram com aquela situação.

8. Aprenda com as objeções

Conheça melhor o seu cliente com as objeções que ele apresentou e documente isso para que o tratamento dele no ongoing seja bem personalizado. Use também essas objeções para otimizar o seu processo de pós-venda ou até mesmo o seu produto/serviço.

Caso uma objeção esteja acontecendo de forma recorrente, não seria interessante revisitar o seu processo de pós-venda e incluir uma forma de evitar que ela ocorra?

Além disso, analise a fundo as objeções relacionadas ao seu produto ou serviço ofertado. Pode ser que os problemas apontados sejam uma mina de ouro para você melhorar uma funcionalidade no seu software ou até mesmo ofertar novos serviços.

Mantenha sempre um canal aberto para que as pessoas relacionadas ao pós-venda e ao suporte ao cliente passem as sugestões de melhoria para o seu time de produto ou de desenvolvimento/prestação de serviços.

E, como estamos falando de pós-venda, é importante que essas objeções ou que o contorno a possíveis objeções sejam feitos agora, na fase de adaptação ao cliente.

Aparecendo antes, podemos tratá-las de forma mais rápida e mais próxima ao cliente. A objeção, se bem tratada no início, não vira uma bola de neve e não leva ao cancelamento do contrato a médio e longo prazo.

Dessa forma, nunca veja uma objeção como algo negativo, veja como um desafio que precisa ser superado com muito cuidado e também como algo que possa te fazer crescer mais e melhor.

Dica de ouro

Muito melhor do que tratar objeções é fazer com que elas nem apareçam, certo?

Sim! É importante saber lidar bem com as objeções que aparecem. No entanto, melhor do que lidar da forma correta com essas objeções, é se antecipar a elas para evitá-las.

Para isso, é preciso conhecer bastante o seu processo de onboarding ou pós-venda, saber quais são as objeções mais comuns de seus clientes nesse período e a melhor maneira de evitá-las.

Por exemplo, se eu sei que muitos clientes questionam o funcionamento de um menu do meu software, eu já explico antes como ele funciona e quais são as vantagens de utilizá-lo. Dessa forma, as objeções em relação a esse menu provavelmente nem aparecerão.

Uma boa tática é ter as principais objeções dos seus clientes mapeadas e documentadas, bem como a melhor maneira de agir antes que elas apareçam. Dessa forma, mesmo com novos funcionários que não têm experiência em todos os tipos de objeção, toda a sua equipe vai conseguir antecipar as mais comuns.

Manual do Atendimento ao Cliente

Quais as objeções comuns no pós-venda e como lidar com elas

Agora, vamos apresentar alguns exemplos práticos de objeções que comumente são apontadas por clientes e qual a melhor forma de lidar com elas.

“Eu não tenho tempo para usar a ferramenta frequentemente e/ou para me dedicar para o sucesso do projeto”

Depois de ouvir atentamente, se certificar que entendeu certo o que foi dito, e mostrar empatia para o cliente falando que sabe que a rotina dele é pesada e que é difícil encaixar novas atividades no seu dia a dia, é necessário perguntar quanto tempo ele acredita que precisará dedicar ao projeto.

Essa pergunta é importante porque às vezes ele tem uma expectativa errada e acha que vai precisar de mais tempo do que o usual.

Como você é especialista nas rotinas que os clientes precisam praticar para ter sucesso, você é a melhor pessoa pra dizer a ele quanto tempo, de fato, ele necessita.

Em seguida, tente entender quanto tempo ele tem disponível. Faça uma subtração do tempo disponível e do tempo que ele precisa despender.

Seja sincero ao perguntar se existe a possibilidade de dedicar um tempo a mais ao projeto para que ele alcance os resultados desejados.

Lembre-se de sempre mostrar o benefício que ele terá com aquela ação. Ligar a ação aos objetivos que ele já te falou que tem é essencial para contornar uma objeção.

Nesse caso, em que o cliente levanta questionamento sobre a dedicação necessária, dependendo da intensidade dessa objeção, é importante trazer o vendedor para a conversa. Dessa forma, ele poderá lembrar o cliente do que ficou acordado no período de vendas, de qual seria o tempo de dedicação necessário.

Isso deve ser feito de uma forma sutil, sem parecer estar em uma posição de acusação. Além disso, o vendedor será uma ótima pessoa para ajudar a mostrar como essa dedicação poderá levar o cliente ao sucesso, revendendo o projeto juntos.

“A ferramenta é muito confusa e não me atende bem”

Essa é uma objeção muito comum quando falamos de implementação de software. Para lidar com ela da melhor maneira, lembre-se de dar ênfase a duas etapas do passo a passo apresentado: demonstrar empatia e apresentar benefícios que o cliente pode ter ao utilizar a sua solução.

Em relação à demonstração de empatia, é preciso que o cliente saiba que é normal ter dificuldades para usar a ferramenta nesse início.

Deixe-o tranquilo em relação a isso. Mostre, com a sua experiência, em quanto tempo ele estará utilizando o software com mais facilidade por já ter muita familiaridade.

Proponha também fazer um novo tour pela ferramenta passando exatamente pelas rotinas que ele precisa realizar. Simplifique esse tour ao máximo. Mostre as funcionalidades que ele vai utilizar e como utilizar. Ao final, ele vai achar a ferramenta menos confusa.

Objeções no pós-venda

No entanto, o mais importante aqui é mostrar que a utilização da ferramenta vai levá-lo a atingir os seus objetivos! Não adianta o cliente entender que a ferramenta não é confusa e saber utilizá-la bem se ele não tiver motivações para usá-la.

Dessa forma, revise e revalide os objetivos dele, relembre, por meio de perguntas, por que ele comprou o acesso à ferramenta, e mostre exatamente como o software resolverá as necessidades que ele tem e o levará para o sucesso.

“As entregas que estou recebendo não estão atendendo às minhas expectativas”

Nesse caso, o cliente está insatisfeito com o que ele está recebendo e você precisa escutá-lo com muita atenção. Lembre-se de repetir de forma resumida o que você entendeu e de confirmar se é sobre isso que ele não está satisfeito.

Lembre-se também de mostrar empatia com frases como “eu entendo a sua insatisfação”. Caso as entregas realmente não estejam boas, peça desculpas, em nome da empresa, e garanta que será corrigido.

Além disso, faça perguntas para investigar a fundo o que exatamente não está sendo entregue de forma satisfatória, quais são os problemas específicos que ele enxerga no que está sendo entregue.

Essa etapa de diagnóstico vai ser essencial para que você consiga resolver bem essa objeção porque, na maioria das vezes, o cliente sabe dizer que não está gostando do que está sendo entregue, mas não sabe dizer o porquê.

Você como especialista nas entregas da sua empresa, precisa ser capaz de fazer as perguntas certas para identificar esses problemas.

Após isso, proponha uma solução para os problemas identificados, um prazo para que essas ações de solução se iniciem e uma estimativa de quando o problema será resolvido.

Valide com o cliente se essa solução o atenderá e documente tudo o que foi conversado, copiando as pessoas envolvidas na resolução.

É preciso acompanhar de perto se o problema foi solucionado e passar um update para o cliente.

“Me venderam algo diferente. Estou me sentindo enganado”

Escute atentamente e não confronte o cliente em momento algum. É preciso deixá-lo falar, confirmar o que foi dito, mostrar empatia e mostrar que você está ali para ajudá-lo e garantir que tudo o que foi, de fato, vendido, seja entregue.

Faça perguntas para entender exatamente o que ele acredita que foi vendido, levante o que foi entregue e entenda o que ele acredita que foi vendido e não está sendo entregue.

Nesse ponto, é extremamente importante envolver o vendedor, que poderá falar com propriedade o que foi vendido e o que foi acordado no período de vendas. Trazer o vendedor para essa conversa é melhor do que simplesmente mostrar um contrato, pois ele conseguirá dizer o que foi conversado durante a negociação, sem desgastar a relação do funcionário do pós-venda com o cliente.

Se algo que foi vendido não foi entregue, deve-se pedir desculpas e providenciar a entrega o quanto antes. Caso não tenha nenhuma pendência (produto/serviço vendido não entregue), é preciso mostrar para o cliente que é normal fazer esse tipo de confusão no início e pedir desculpas caso vocês não tenham deixado claro o que ele realmente contratou. Não deixe o seu cliente desconfortável!

Além disso, é importante mostrar para o cliente o valor do que já foi entregue e como tudo isso poderá levá-lo ao sucesso.

Dica bônus

Uma última dica importante é que, se o cliente apresentar muitas objeções, e você não conseguir contorná-las facilmente, isso pode ser um sinal de que esse é um cliente arriscado para a sua organização.

Dessa forma, informe isso às pessoas que o acompanharão depois do processo de onboarding ou registre essa informação para você, caso você mesmo vá o acompanhar.

Entender a saúde de cada cliente que passou pelo processo de onboarding ou está no processo de pós-venda é essencial para saber como você deve acompanhá-lo, e, assim, garantir que ele tenha sucesso com sua empresa.

Agora que você já entendeu como lidar com as objeções no pós-venda, siga aprendendo sobre a jornada do cliente em sua empresa! Baixe o nosso ebook gratuito e descubra o impacto do sucesso do cliente para seu negócio!

Guia-do-Customer-Success

Comarketing com vídeos
Parte 14

Comarketing com vídeos: aprenda a turbinar sua estratégia audiovisual

Realizar comarketing com vídeos é uma tendência que vem ganhando espaço na estratégia de vídeo marketing de diversas empresas.

Em qualquer estratégia de marketing, conseguir alcançar o sucesso e os clientes não é uma tarefa simples. Exige muito esforço, dedicação, melhorias contínuas e uma certa dose de inovação nas campanhas.

E quando se trata de vídeo marketing, um jeito de inovar nas estratégias e conseguir expandir ainda mais o alcance delas, é com o comarketing.

Neste artigo, você vai conhecer o comarketing com vídeos. Veja a importância dos collabs e aprenda como utilizá-los para que a sua estratégia de vídeo marketing decole. Confira!

Como funciona o comarketing com vídeos

A realização de comarketing com vídeos consiste em parcerias, geralmente entre produtores de conteúdo e empresas, para a produção de materiais que exaltem as marcas e que gerem vantagens para ambas as partes.

De um modo geral, a maioria dos collabs realizados entre marcas e produtores de conteúdo se encaixa em um dos três modelos abaixo:

  • integrações escaláveis, que são comarketing com vídeos produzidos em parceria com uma rede de produtores de conteúdo em ascensão. São ideais para estratégias que visam aumentar o buzz em torno de produtos que serão lançados;
  • vídeos únicos, no qual há a criação de vídeos em parceria com grandes produtores de conteúdo, já renomados junto ao público, e que são ideais para que uma empresa consiga alcançar um novo público;
  • abordagem multicanal, que são collabs que buscam mesclar a linguagem do produtor e da empresa. Assim, o vídeo pode ser divulgado em ambos os canais, tanto do produtor, quanto da própria empresa.

Diferentemente de um anúncio comum, o comarketing com vídeos é um processo colaborativo entre anunciante (produtor de conteúdo) e anunciado (empresa).

Por isso, questões como a propriedade intelectual do conteúdo produzido e publicado, os fatores e custos de produção, bem como as formas de divulgação do vídeo, dependem de acertos diretos entre as duas partes.

No entanto, a estratégia de comarketing com vídeos ganha cada vez mais espaço. Mesmo diante da necessidade de negociações muito pouco centralizadas e que variam muito, de anunciante para anunciante.

Afinal, cada vez mais os produtores de conteúdo mais relevantes, em plataformas como o Youtube, aumentam o seu alcance e poder de persuasão.

Quais os benefícios em investir nas collabs

Os collabs apresentam diversos benefícios para os participantes, tanto para as empresas, quanto para os influenciadores digitais que participam deles.

E a mesma lógica é válida para comarketing com vídeos. A seguir, relacionamos quatro benefícios principais, para as empresas que investem em collabs.

1. Alcance de uma nova audiência

A produção de conteúdo relevante e em conjunto a um parceiro, permitirá que você alcance uma base ainda maior de espectadores.

A lógica é simples: quando você produz um conteúdo, e divulga em seus canais, alcança a sua base de usuários e aqueles que fazem parte do público em potencial.

Porém, quando expande isso para o canal de um parceiro, alcança a mesma base de usuários atuais e em potencial, que compõem a rede dele.

Você terá acesso a uma rede nova, expandindo o alcance do conteúdo que a sua empresa produzir e disponibilizar em um collab.

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2. Custos distribuídos

Outra das vantagens da realização de collabs diz respeito à distribuição dos custos de produção. Pense, por exemplo, na produção de um comarketing com vídeos.

Em uma situação normal, a empresa responsável pelo conteúdo arcaria com todos os custos de produção dos vídeos. No entanto, em um comarketing, o custo de produção pode ser dividido entre as partes.

Afinal, ambos serão beneficiados com a colaboração. Por isso, nada mais justo que o investimento realizado também seja repartido.

3. Mais reconhecimento para sua marca

A realização de collabs também permitirá que a empresa alcance maior reconhecimento junto ao mercado.

Por exemplo, voltando à produção de comarketing com vídeos, uma empresa pode associar a sua marca à de um produtor de conteúdo, que seja relevante no mercado em que a empresa atua.

Desta forma, a empresa absorverá, mesmo que de modo indireto, a autoridade deste produtor. Assim, podem reforçar aspectos como a construção de marca e o branding.

4. Estabelecimento de boas parcerias

Por fim, mas não menos importante, a realização de collabs também permite que uma empresa fortaleça a sua rede de parceiros.

Esta rede poderá ser muito útil na hora que a empresa for lançar um novo produto ou chegar em um novo canal. Nesse sentido, poderá utilizar o parceiro para atribuir autoridade e importância para si mesma.

Por exemplo, imagine um comarketing com vídeos que anunciem o novo canal da empresa no YouTube. No momento de abertura do canal, a empresa poderá acionar a sua rede de parceiros, para que eles indiquem o novo canal para seguidores e assinantes.

E, assim, conseguir muitos novos assinantes, apenas por associar a sua presença à de produtores de conteúdo parceiros.

Como construir boas parcerias para collabs

Agora que você conhece as possibilidades e vantagens de collabs, pode olhar em frente e começar a procurar parceiros para a produção de conteúdo.

Porém, aí surge um grande desafio: como encontrar bons parceiros para a construção de collabs verdadeiramente eficientes?

A seguir, daremos algumas dicas, para que você procure e encontre seu próximo parceiro para comarketing com vídeos.

Encontre as parcerias certas

O primeiro passo do processo de encontrar parceiros para collabs é avaliar quais potenciais parceiros poderão fazer com que a estratégia alcance bons resultados.

Para isso, é preciso avaliar alguns aspectos no momento dessa escolha

Procure por parceiros que tenham um público alvo semelhante ao seu

No caso de comarketing com vídeos, o ideal é que o parceiro também possua uma forma de comunicação e de transmissão de mensagens que não destoem muito do que a sua empresa já pratica habitualmente.

Posicione-se junto a parceiros que tenham produtos ou serviços complementares ao seu

Ou seja, parceiros que sejam eventuais concorrentes diretos de mercado.

Escolha parceiros que sejam referência no mercado e que agreguem à mensagem de seu produto.

Por isso, procure produtores de conteúdo que sejam reconhecidos como autoridades no ramo de sua empresa e que se preocupem em agregar conhecimento à sua própria audiência.

Seguindo estes pontos, será mais fácil escolher o parceiro ideal. Dessa maneira, você garante que a realização de collabs, como comarketing com vídeos, alcancem o público certo, com a mensagem correta.

Planejamento de conteúdos complementares

Outro ponto importante para escolher o parceiro ideal é avaliar como a relação de parceria poderá se desenvolver após a produção do collab.

No caso de comarketing com vídeos, é importante que a parceria se expanda para além do player. A estratégia pode incluir conteúdos nas redes sociais de ambos os parceiros, ou mesmo materiais adicionais, que complementem o tema do vídeo.

É preciso que o parceiro esteja aberto a demonstrar, no máximo de canais possíveis, que está associando a sua imagem à de sua empresa.

Assim o público dele poderá ter a certeza de que ele está falando de alguma empresa na qual verdadeiramente confia.

Não deixe de avaliar os resultados

Para averiguar se a parceria rendeu os frutos desejados, é preciso mensurar os resultados obtidos. Em um comarketing com vídeos são válidas as mesmas métricas de vídeos aplicadas em estratégias individuais.

Com estes resultados em mãos, você poderá compreender se a escolha do parceiro foi realmente correta e se o conteúdo produzido conseguiu atingir o público da maneira correta.

Com isso, poderá utilizar esse conhecimento para refinar as suas parcerias e collabs futuros. Alcançando resultados cada vez melhores.

Viu como os collabs e os comarketing com vídeos são importantes e tem muito potencial para as suas estratégias audiovisuais?

É importante ressaltar, no entanto, que se trata de uma relação que deve ser proveitosa para ambos os parceiros. Afinal, não é apenas mais um anúncio comum.

É preciso que a parceria e, principalmente, os parceiros estejam em plena sintonia quanto aos objetivos da campanha, sobre a melhor forma de conquistar o público e quais os passos seguirão para a produção do conteúdo.

São muitas as vantagens e possibilidades do collabs e do comarketing com vídeos. Porém, não se esqueça de que é preciso um compromisso das duas partes para que os resultados sejam realmente positivos.

Quer seguir aprendendo sobre marketing em vídeo? Então não deixe de conferir nosso guia completo sobre o assunto.

marketing em video

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Como aplicar o Marketing de Indicação para gerar vendas usando apenas dos seus clientes atuais
Parte 15

Como aplicar o Marketing de Indicação para gerar vendas usando apenas dos seus clientes atuais

Você já parou para pensar em quantas vendas o seu negócio faz por meio de indicações dos seus clientes atuais? Pois é. Todos os negócios, mesmo que não saibam, já venderam alguma vez na vida por indicação.

O grande problema é que, mesmo sabendo disso, não fazemos nada para incentivar as vendas por meio desse canal, que leva o nome de Marketing de Indicação, ou mesmo, Referral Marketing.

Indicar é um ato natural do ser humano. Nós fazemos isso a milhares de anos. Todo mundo já indicou ou foi indicado para alguma coisa. Seja um restaurante, seja uma série do Netflix, seja para uma vaga de emprego, seja um destino de viagem.

“Somos animais sociais” — falou Aristóteles. A teoria diz que fazemos isso inconscientemente para sermos aceitos em grupos e para parecermos legais, já que preferimos viver em sociedade.

No livro “Sapiens” há uma passagem bem interessante que diz que, quando aprendemos a nos comunicar, já indicávamos uns aos outros onde havia perigo e onde havia comida.

Essa, definitivamente, foi e continuará sendo, a melhor maneira de gerar vendas para o seu negócio.

O que é o Marketing de Indicação

Marketing de Indicação é a ciência de gerar novas vendas utilizando apenas os seus clientes atuais. Clientes satisfeitos tendem a indicar uma boa experiência para seus amigos naturalmente.

Segundo matéria da Harvard Business Review, clientes que são indicados têm uma tendência maior à retenção do que clientes que chegaram por meio de outros canais de vendas.

O problema é que, aqui no Brasil, esse canal de vendas é pouco lembrado. O Referral Marketing é um canal de vendas que você esqueceu de usar e não é simplesmente uma campanha, ação ou hack isolado.

Um Programa de Indicações bem-feito tem um potencial gigantesco e pode mudar a história do seu negócio, seja ele B2C, B2B, de qualquer setor e produto ou serviço trazendo resultados consistentes por vários anos a fio.

Como eu descobri o Referral Marketing

Há 4 anos eu era gerente de marketing de uma empresa e tinha recebido a grande missão de reestruturar todos os canais de aquisição da empresa. Conversando com os clientes — coisa que todo bom marketeiro deve fazer — ouvia repetidamente a seguinte frase:

“Adoro a empresas de vocês. Gosto tanto que até já indiquei para x pessoas. Meus familiares, o pessoal do trabalho e uns amigos lá do bairro.”

E aí a ficha caiu.

Se naquele momento não estávamos fazendo nada, e já recebíamos indicações dos clientes, o que aconteceria se eu estimulasse esse comportamento?

Para economizar o tempo do leitor, vou resumir a história: criei um Programa de Indicação para estimular os clientes atuais a indicarem nossa empresa para seus amigos.

Foi um sucesso! Na última vez que fiz a conta, já havíamos gerado mais de R$ 20 milhões em receita recorrente só com esse canal.

Hoje não trabalho mais naquela empresa e passei a fazer mentorias e consultorias no assunto para qualquer empresa que queira coletar esse dinheiro que está sendo deixado na mesa, mas a acompanho de perto e sei que eles seguem batendo as metas utilizando o marketing de indicação.

Como disse, o referral marketing é um novo canal de vendas, e não apenas uma campanha ou hack isolados.

Passei a estudar muito o assunto e descobri que o Referral Marketing é maior do que eu imaginava. Essa tática está no centro das estratégias de aquisição de clientes das maiores empresas (que um dia foram pequenas) que a gente ama e admira como: Uber, Airbnb, Dropbox, Tesla, Yellow, Rappi, Nubank etc.

Então, está mais do que na hora dos negócios brasileiros se apropriarem também dessa estratégia.

Como começar

A primeira informação importante e que é meu dever comunicar ao leitor: a satisfação dos seus clientes atuais é a pedra fundamental das indicações.

Nós só indicamos quando estamos satisfeitos. Quando estamos descontentes com alguma empresa, inclusive, fazemos o oposto.

Cada vez mais se fala no funil ampulheta, no qual, tão importante quanto adquirir clientes, é retê-los e buscar expansão de receita por meio deles.

Mas uma coisa é certa: você não precisa ser a empresa que tem os clientes mais satisfeitos do planeta para o seu programa de indicações funcionar. Basta saber segmentar quem são aqueles que estão mais felizes no momento. Esses são os que têm mais propensão a enviar uma indicação a você.

E uma das maneiras mais precisas de descobrir quem são essas pessoas é utilizando a métrica global de medição de satisfação, o NPS (Net Promoter Score).

Você já viu a famosa pergunta? “De 0 a 10, qual a probabilidade de você indicar nossa empresa a seus amigos?”. Essa é a pergunta que mede o NPS.

Mas não se preocupe. Se você não usa o NPS, existem inúmeras outras maneiras de descobrir quem são os seus clientes que estão mais felizes com o seu negócio.

Por exemplo: quem fala bem nas redes sociais, quem está tendo resultados bastante positivos, quem manda mensagem falando bem, (se for software) quem usa todos os dias, ou mesmo, quem já mandou indicações para você etc.

Passo a passo para criar um programa de indicações

Após anos de lançamento de outros programa de indicação, muita produção de conteúdo e muitos estudos, descobri os elementos chave que fazem um programa de indicações bombar.

Criei um método em 4 etapas por meio do qual é possível modelar esse novo canal de vendas para qualquer negócio. Escolhi alguns insights para compartilhar neste texto.

Arregace as mangas, pegue papel e caneta e mãos à obra!

Mecânica

O primeiro elemento que você tem que acertar a mão é na mecânica, ou seja, quais serão as regras? Quando o cliente vai ganhar algo? Somente ao indicar? Ou somente quando o indicado comprar?

A mecânica muda tudo no mundo do referral marketing. Existem pelo menos 6 maneiras diferentes de fazer e você deve escolher a mecânica de acordo com o seu tipo de vendas (low touch, high touch) e o ticket do seu produto.

Você pode tornar o seu programa de indicações mais transacional, ideal para negócios B2C de baixo ticket e alta recompra (como e-commerces) dando um pequeno prêmio para cada indicação.

Por outro lado, em negócios B2B de alto ticket, você pode deixar o programa menos transacional e mais exclusivo, criando um clube fechado somente para clientes embaixadores.

Você também pode criar um ranking de clientes indicadores e todos os meses dar um prêmio diferente ou pode repetir o prêmio sempre que o cliente trouxer x amigos.

Um dos modelos mais utilizados é o de game, que dá prêmios maiores conforme mais amigos forem sendo indicado.

A escolha da mecânica correta é o primeiro fator chave para o sucesso do seu novo canal de indicações.

Recompensa

Esse é o segundo fator chave. Muitas pessoas inexperientes no assunto, ao pensar em Marketing de Indicação, pensam que é só colocar um prêmio bom e tudo vai acontecer. E, na verdade, não é bem assim.

Primeiro de tudo: o prêmio deve se encaixar no seu CAC (custo de aquisição de clientes). Aliás, qual é o seu CAC atual? Se você ainda não calcula, comece ainda hoje.

Um erro muito comum é dar um produto mega desejado, tipo um iPhoneX. O problema é que isso acaba atraindo muitos caçadores de promoções e não necessariamente a persona do seu negócio.

Outro erro clássico é dar desconto, principalmente no B2B. Primeiro: desconto não gera valor para o seu cliente. Segundo: no B2B, geralmente quem usa o seu produto ou serviço não é a mesma pessoa que paga. Portanto, ela não sente o benefício do desconto e não se motiva a indicar.

Prefira prêmios que gerem valor ou facilite a vida da pessoa como upgrades do seu próprio, acessos a conteúdos ou eventos exclusivos, canais de atendimento diferenciados, experiências ou mesmo — como já fiz, e foi bem divertido — assinaturas de Netflix e Spotify.

Canais e momentos chave

Esse é outro fator realmente importante. O que quero dizer é que indicar precisa ser fácil. Não adianta ser trabalhoso nem estar escondido. A mágica não acontece sozinha. Você precisa ativar, precisa lembrar o seu cliente de que ele pode participar de um programa de indicações.

Esses são os momentos-chave. Há momento que estamos mais felizes e satisfeitos com uma empresa e há outros momentos mais neutros. Você quer lembrar o seu cliente de indicar nos momentos felizes.

Alguns exemplos: logo que responde a pesquisa de satisfação dando nota alta, logo que resolve um grande problema no atendimento, logo que atinge os primeiros resultados positivos com o seu produto ou serviço etc.

Não se esqueça de utilizar todos os canais disponíveis na sua empresa para potencializar os resultados do marketing de indicação também.

4 principais métricas

Quero passar duas tarefas. A primeira é simplesmente começar a ajudar os seus clientes a enviar indicações para você. Lembre-se que a maioria dos negócios no Brasil está deixando muito dinheiro na mesa por simplesmente não incentivar seus clientes a indicar.

De acordo com uma pesquisa da Referral Candy, 89% dos clientes satisfeitos estão dispostos a indicar, porém, somente 29% o fazem. Isso acontece porque eles inacreditavelmente não são lembrados de fazer!

A segunda lição de casa é, desde o dia 1, meça corretamente as suas métricas do canal de indicação. É raro encontrar nas minhas consultorias empresas que tenham esses dados na ponta do lápis, o que dificulta a otimização.

Portanto, separei 4 métricas que você deve calcular.

1. Taxa de penetração

Essa é fácil. Do total de clientes ativos que você tem atualmente, quantos indicaram alguém? Ou seja, quantos dos seus clientes entraram no programa de indicações. Essa métrica vai ser bem correlacionada com o seu NPS. Uma das formas de otimizar seu canal de referral marketing é utilizando uma das diversas formas de ativar a taxa de penetração.

2. Indicações per capta

Aqui também não tem mistério também. Essa é a métrica que calcula a média de quantas indicações foram recebidas ao longo de um determinado período pelos seus clientes que indicam.

Um dos pulos do gato na otimização de resultados do referral marketing reside nessa métrica, pois é muito mais fácil extrair uma nova indicação de alguém que já indica do que de alguém que nunca indicou. Pode tentar!

3. Indicações recebidas

Basicamente, é calcular quantos novos leads você recebeu do programa de indicação. É uma forma diferente de ver a métrica do item 2. Acredite, tem gente que não mede isso!

4. Taxa de conversão

Você já deve estar fazendo as contas. “Se cada um dos meus clientes indicar 3 amigos eu fico rico!”.

Calma! Como eu disse, esse é um novo canal de vendas e, como qualquer canal, terá o seu funil. E, como qualquer funil, terá uma taxa de conversão ao longo da jornada. Não são todos os seus clientes que vão indicar. Não são todas as indicações que vão comprar.

a jornada do cliente

Então, calcule quantas vendas você gerou por indicação recebida. Qual a taxa de conversão que você está conseguindo? Manda aqui nos comentários que eu estou curioso para saber.

Provável redução do seu CAC

A grande maioria das empresas que eu ajudei a montar ou a analisar o programa de indicação tinham custos de aquisição inferiores aos demais canais da empresa.

Isso acontece, principalmente, pela alta conversão de indicados em vendas e pela aceleração do ciclo de vendas, que toma menos tempos do seu time, portanto, gasta menos.

Minha missão é apresentar o Marketing de Indicação para o maior número de empresas no Brasil. Vejo ótimas oportunidades sendo esquecidas e caminhões de dinheiro sendo deixados pelo simples fato de não lembrarmos nossos clientes satisfeitos que eles podem indicar seus amigos.

Chegou a sua hora. Utilizar as dicas desse texto e comece hoje mesmo a implementar o referral marketing no seu negócio.

Espero que esse texto tenha ajudado você a conhecer mais sobre o assunto.

Se você quiser receber dicas semanas de como montar o seu programa de indicações, me adicione no LinkedIn.

Conteúdo produzido por Rodrigo Noll.

Facebook planeja integrar Messenger, Instagram e Whatsapp para troca de mensagens
Parte 16

Facebook planeja integrar Messenger, Instagram e WhatsApp para troca de mensagens

O Facebook planeja integrar os aplicativos Facebook Messenger, Instagram e WhatsApp para troca de mensagens entre si — segundo informação do jornal The New York Times.

A força-tarefa, criada para integrar as três redes, trabalha para unificar a infraestrutura base de envio de mensagens, permitindo que os usuários cruzem informações pelos aplicativos. Essa integração não afetará a funcionalidade de cada um dos apps, que continuarão trabalhando paralelamente.

No futuro, um usuário do Facebook poderá mandar uma mensagem criptografada diretamente para alguém que tenha conta apenas no WhatsApp, por exemplo.

Hoje, apenas o WhatsApp conta com a criptografia de ponta a ponta, que garante o sigilo dos conteúdos enviados. No entanto, Mark Zuckerberg exige que isso seja replicado em todas as redes, como medida de segurança.

Segundo o jornal norte-americano, essa mudança ainda não tem data fixa, mas a expectativa de lançamento é entre o final deste ano e princípio de 2020.

O objetivo, ao permitir esse cruzamento de mensagens, é aumentar o engajamento do público. Segundo pesquisas do portal Statista, o Facebook é a rede social com maior quantidade de usuários. WhatsApp, Facebook Messenger e Instagram ocupam a terceira, quarta e sexta posições respectivamente.

Redes sociais mais usadas no mundo

Retirado de Statista

Com a integração, certamente Zuckerberg está pensando em manter todos esses usuários dentro de seus aplicativos, usando deles como principal serviço de troca de mensagens.

Dessa forma, será possível abrir grande vantagem em relação aos concorrentes, como o Imessage, da Apple, e os aplicativos de troca de mensagem do Google.

O maior engajamento do público pode resultar no aumento do leque de propagandas e de formas de ganhar dinheiro com as redes sociais.

Segundo o The New York Times, a empresa ainda não definiu quais serão as novas ofertas, mas entende que, pela combinação das plataformas, uma possibilidade será cobrar uma taxa dos usuários que queiram fazer dali um espaço de publicidade.

Entenda como a integração pode impactar no seu negócio

A integração das redes sociais pode facilitar — e muito — a vida de quem aposta nas estratégias de marketing digital. Isso porque não será mais necessário iniciar a conversa com um consumidor em potencial em uma rede e ter de trocá-la para outro meio.

Todas as informações poderão ser repassadas, independentemente do aplicativo, garantindo agilidade e uma menor ocorrência de perda de informações no processo.

E se você ainda tem dúvidas de como fazer marketing nas redes sociais, não deixe de conferir nosso guia completo sobre o assunto!

ebook marketing nas redes sociais

Rock Convert
Parte 17

Rock Convert: todos os CTAs que você precisa para converter seus visitantes em um único plugin

Ao criar um blog, seu primeiro desafio é conquistar uma audiência fiel. Para isso, você precisa de uma estratégia de produção e divulgação de conteúdo muito bem planejada. Mas quando é que você pode afirmar que alcançou sucesso com o blog?

Se as sessões conquistadas não levarem seus visitantes a um próximo passo na jornada, de nada adianta. E esse próximo passo é a conversão e fidelização de seu público, para que passem a acompanhar a sua newsletter, novidades e lançamentos.

Dessa forma, seu visitante se transforma em lead e, com o tempo, naturalmente se torna um cliente por meio da estruturação de um funil de vendas.

Para construir esse funil, existem vários aplicativos e técnicas que podem te ajudar. Por exemplo: banners, boxes para assinatura de newsletter e hellobar.

Com o objetivo de facilitar o seu trabalho e reunir toda a estratégia de conversão em um único lugar, desenvolvemos o Rock Convert.

O que é o Rock Convert

O Rock Convert é um plugin compatível com qualquer versão do WordPress com várias funcionalidades, como adição de banners em massa, geração automática da versão pdf do post, caixa de newsletter na barra lateral e várias outras.

Além de agrupar todas essas funções em um único aplicativo, os calls-to-action (CTAs) são publicados diretamente do seu painel do WordPress e poderão ser monitorados por meio do Google Analytics.

Rock Convert

Como instalar o Rock Convert

Para instalar o plugin, seu sistema precisa atender apenas aos dois requisitos a seguir:

  • WordPress 4.7 ou superior;
  • PHP Version 5.6.0.

Em seu WordPress, acesse a aba Plugins e selecione Adicionar novo.

Rock Convert

Pesquise por Rock Convert e clique em Instalar agora.

Rock Convert

Com o plugin instalado, você terá acesso a todas as suas funcionalidades apresentadas a seguir.

Como criar um banner

Acesse Rock Convert em seu WordPress e selecione Novo banner.

Rock Convert

Você verá que o funcionamento desta feature é bastante intuitivo. Ela permite que você escolha para o seu banner:

  • Título: identificador do CTA. Este nome não aparece no site e é utilizado apenas para identificar o banner na listagem.
  • Imagem: imagem do banner. Recomendamos utilizar uma imagem com a mesma largura do blog (Geralmente entre 750px 960px)
  • Link: para onde o usuário será redirecionado ao clicar no banner.
  • UTM Source e UTM Campaign: atributos para identificar o banner na ferramenta de analytics.
  • Visibilidade: nesta parte é possível esconder o banner em páginas específicas. Caso não queira que o banner apareça em um post basta adicionar a URL dele nesta parte.
  • Categorias de exibição: selecione em quais categorias este banner deve aparecer. Caso nenhuma categoria seja selecionada o banner não aparecerá em nenhum lugar do site.

Rock Convert

Além disso, ele permite que você escolha uma categoria específica do seu blog e uma posição (acima ou abaixo do conteúdo), para publicação de banners em massa.

Rock Convert

Rock Convert

Caso não queira que o banner seja adicionado em locais ou posts específicos, basta deixar os campos de categorias todos em branco e clicar em publicar. Assim que a página for atualizada, o plugin disponibiliza um código para utilização livre:

Rock Convert

Basta inserir esse código em um trecho específico do seu post, atualizá-lo e verificar a versão publicada:

Rock Convert

O banner não aparece no editor do WordPress, mas visitando a página publicada ele aparece normalmente:

Rock Convert

Esta feature do Rock Convert elimina o trabalho de inserir a mídia e configurar manualmente a UTM toda vez que precisar inserir um banner em um conteúdo. E ainda oferece uma funcionalidade para analisar o desempenho de cada um dos seus banners:

Rock Convert

Para habilitar esta função, basta acessar a aba de configurações do Rock Convert e habilitar o Analytics.

Rock Convert

Rock Convert

Como gerar leads oferecendo o próprio post como material rico

Quando você produz um conteúdo muito completo, existe a possibilidade de oferecer ele próprio em pdf como um material rico para facilitar ao seu leitor que tenha acesso novamente quando quiser.

Para gerar esse pdf, existe um desafio: toda vez que o post for atualizado, é necessário atualizar também o pdf, certo? Ou então ele acabaria ficando desatualizado.

O Rock Convert não apenas facilita a geração do pdf, como também tem um comportamento dinâmico, atualizando o documento toda vez que o conteúdo é atualizado.

Para utilizar esta função, basta acessar o WordPress como administrador e editar o post que você deseja criar a versão pdf. Com o Rock Convert instalado, você verá a seguinte janela lateral:

Rock Convert

Ao selecionar a opção de Disponibilizar o post para download e atualizá-lo, aparecerá um shortcode na lateral e a opção de visualizar o arquivo:

Rock Convert

Então, basta seguir o mesmo procedimento do banner, copiar e colar o código ao longo do conteúdo e a seguinte caixa aparecerá no lugar do shortcode. Para conferir como fica a qualidade do texto baixado, é só inserir seu email abaixo para ter acesso imediato a este conteúdo em pdf:

Faça o download deste post inserindo seu e-mail abaixo

Não se preocupe, não fazemos spam.
Powered by Rock Convert

Como inserir uma caixa de newsletter na barra lateral

No Rock Convert, é possível adicionar um widget para capturar e-mails que fica na Sidebar do blog. Para isso, siga o passo a passo:

Logado como administrador no WordPress, acesse Aparência > Widgets.

Rock Convert
Depois clique em Caixa de captura | Rock Convert > Sidebar > Adicionar Widget.

Rock Convert

Os nomes que aparecem para as opções de inserir a caixa de captura dependem de como o seu WordPress está configurado.

Com o widget adicionado, a seguinte caixa aparecerá na barra lateral do seu blog:

Rock Convert

Para alterar seu texto, basta acessar Aparência > Widgets e clicar no Widget Caixa de captura | Rock Convert:

Rock Convert

Neste formulário é possível alterar:

  • Título do Widget
  • Texto de ajuda
  • Texto do botão
  • Redirecionamento

No caso do redirecionamento é possível escolher para onde o usuário será redirecionado depois de preencher o e-mail. A opção padrão faz com que o usuário fique na mesma página, com a seguinte mensagem de sucesso:

Rock Convert

Como inserir um banner na barra lateral

Lembra do código para inserir um banner em qualquer lugar que utilizamos dentro do post? Você pode gerar o banner exatamente da mesma forma, copiar o shortcode e utilizá-lo na barra lateral.

Para isso, acesse Aparência > Widgets, selecione o módulo de HTML Personalizado e arraste para a estrutura de Menu Lateral. Então expanda a caixa, cole o código do banner e escolha seu título:

Rock Convert

É importante lembrar que banners da barra lateral normalmente possuem um dimensão diferente dos de dentro do post. Por isso, é necessário fazer testes para ver qual a melhor opção para a estrutura do seu blog!

O ideal é ter um designer à disposição para construir o banner nas dimensões ideias para você. Mas pensando em facilitar isso, foi construída a próxima feature.

Como inserir um banner customizável na barra lateral

A versão 2.2.0 do Rock Convert disponibiliza uma nova funcionalidade chamada Banner customizável | Rock Convert.

Este Widget permite criar banners customizados na barra lateral do blog sem precisar de recursos externos como utilização de código ou de imagens.

Para começar, vá até a página de Widgets e clique em Banner customizável | Rock Convert:

Rock Convert

Com o widget adicionado, você poderá alterar o título, link de redirecionamento e as cores, tanto de fundo quanto do texto:

Rock Convert

Com tudo configurado, basta salvar para visualizar o banner lateral em seu blog:

Rock Convert

Como criar uma barra de anúncios no topo do site

A versão 2.2.0 do Rock Convert também introduz uma funcionalidade para quem precisa anunciar alguma novidade no blog.

A barra de anúncios aparece no topo do site e é totalmente customizável., permitindo alterar o conteúdo, as cores da barra e escolher onde ela deve aparecer.

Para começar, basta acessar Rock Convert > Barra de Anúncios

Rock Convert

Nesta página, é possível customizar toda a barra de anúncios e suas configurações:

  • texto do anúncio;
  • texto do botão;
  • link de redirecionamento;
  • cor de fundo e do texto, tanto da barra quanto do botão;
  • visibilidade (quais posts e páginas apresentarão a barra).

Rock Convert

Se você chegou até aqui sem instalar o plugin, chegou a hora de colocar o que acabou de aprender em prática e aumentar sua taxa de conversão. Acesse agora o Rock Convert e, caso tenha ficado alguma dúvida, é só falar nos comentários!

Rock Convert

30 extensões do Google Chrome de marketing digital
Parte 18

30 melhores extensões do Google Chrome para profissionais de Marketing Digital

Existe um universo de extensões do Google Chrome de marketing digital que podem facilitar bastante a vida do profissional da área. Escolher entre elas, no entanto, pode ser desafiador.

Algumas são gratuitas, otimizam o desempenho do navegador e personalizam a experiência do usuário de acordo com aquilo que ele precisa, ou seja, aumentam sua usabilidade.

Em excesso, porém, podem até mesmo aumentar o consumo de energia do computador.

Para evitar essa sobrecarga e até assegurar a privacidade das informações dos usuários, fizemos uma lista de 30 extensões que são indispensáveis e seguras para o profissional de marketing digital. Confira quais delas podem estar fazendo falta no seu navegador.

Análise de conteúdo

1. MozBar

O MozBar oferece uma informação simples, porém, extremamente estratégica: a análise da autoridade do domínio, páginas e até mesmo dos resultados das SERPs.

2. BuiltWith

Essa ferramenta permite identificar quais as soluções, widgets e aplicativos foram utilizados em um site. Ao pesquisar concorrentes e até mesmo autoridades do mercado, é possível identificar estratégias que precisam ser combatidas ou podem ser aplicadas no negócio.

3. SimilarWeb

A SimilarWeb oferece diversas informações sobre um site, como seu tráfego, métricas de engajamento, posições de ranqueamento nos mecanismos de buscas, de suas palavras-chave e recursos de pesquisas.

É possível aplicar a ferramenta tanto para analisar o próprio desempenho quanto para analisar sites de referência e concorrentes.

4. Ocean.io

O Ocean.io pode ser usado não só por equipes comerciais, como também para a análise de conteúdos e qualificação de leads ainda na gestão da área de marketing.

Ele permite identificar o profile de qualquer empresa nas redes sociais ao acessar seu website, inclusive, de seus profissionais. O status, localização, informações de contato, atividades sociais e relações com outras companhias também podem ser filtrados.

Isso é fundamental para o processo de qualificação de leads, para a personalização dos conteúdos e para as estratégias de marketing que serão aplicadas para convertê-los.

5. User-Agent Switcher

Os visitantes de um site podem fazer logins em diferentes navegadores e plataformas, e essa extensão ajuda na investigação da usabilidade nesses diferentes ambientes.

Considerando que existem smartphones que usam Android, iOS e Windows Phone, é crucial entender como a experiência está sendo ofertada para o usuário, não é mesmo?

Produção de conteúdo

6. Grammarly

Essa ferramenta oferece um apoio fundamental para a produção de conteúdo, melhorando a escrita ao indicar erros de gramática, ortografia e mais.

No marketing digital, transmitir uma informação de forma otimizada é fundamental, porém, se ela tiver erros de português, a imagem da empresa e do profissional responsável ficará seriamente comprometida.

7. Evernote Web Clipper

Capturas de tela com qualidade: essa extensão garante que uma imagem que possa enriquecer o texto seja devidamente captada.

Algumas edições simples, como colocar setas para dar destaque a determinados trechos, também estão disponíveis no Evernote Web Clipper, o que agiliza e garante uma qualidade maior na utilização de capturas de telas.

8. Google Scholar

Conteúdos mais avançados no funil do marketing exigem maior aprofundamento no tema. Nesse sentido, o Google Scholar permite realizar pesquisas na web de materiais e publicações de nível acadêmico.

9. Zest

Outra solução que otimiza a pesquisa de conteúdos relacionados à empresa e que possam ser compartilhados nas redes sociais.

O Zest também é um site que produz conteúdos e, portanto, tem um critério rigoroso para a criação de posts de qualidade, nas informações oferecidas e otimização.

Produtividade

10. Linkclump

Pesquisas extensas exigem a abertura de muitos links e, com essa ferramenta, é possível selecionar vários endereços para abrir ao mesmo tempo.

Pode ajudar bastante no processo de criação de conteúdo, pesquisa de palavras-chave e quem são os concorrentes na primeira página do Google.

11. Save to Pocket

No marketing digital, a quantidade de referências e conteúdos relevantes que um profissional encontra em suas pesquisas é muito grande, porém, nem sempre é fácil administrá-las.

Usando o Save to Pocket, é possível organizar todos os conteúdos por categorias que valem a pena serem lidos novamente, compartilhados ou linkados em materiais futuros.

12. Push by Zapier

Ferramenta para auxiliar no gerenciamento de fluxo de trabalho que envolve outros aplicativos e sistemas, fazendo com que todos eles funcionem juntos.

Além disso, considerando todos os alertas que esses sistemas auxiliares podem gerar, ele cria um “push” único, que garante que o profissional mantenha sua disciplina e produtividade.

13. Todoist

ferramenta já é famosa e muitos profissionais de marketing digital utilizam para organizar suas tarefas. Assim, usar sua extensão garante um controle ainda mais efetivo, além da inclusão direta de dados da pesquisa que estejam relacionados às atividades cadastradas.

14. Focus

Uma extensão fundamental para aqueles profissionais que se perdem em sites e redes sociais sem nem perceberem.

Com o Focus, é possível cadastrar os endereços que mais roubam a atenção do profissional, garantindo que ele dê avisos caso o acesso esteja além do convencionado.

Ele também permite cadastrar objetivos de vida e lembretes regulares, mantendo o foco do profissional.

15. Calendly

O Calendly funciona como um calendário automatizado capaz de checar a disponibilidade de outros usuários, profissionais da empresa, e claro, potenciais clientes.

A partir da disponibilidade, também garante que reuniões sejam agendadas e que outros profissionais que precisam ser relacionados sejam associados ao evento.

Segurança e privacidade

16. Ghostery

É uma das extensões mais antigas e eficientes quando o tema é segurança e privacidade de dadosEla bloqueia rastreadores que, durante a navegação, espiam e seguem o usuário pela web.

17. Privacy Badger

O Privacy Badger é muito parecido com o Ghostery e foi desenvolvido pela Electronic Frontier Foundation (EFF). A ferramenta também bloqueia anúncios de espionagem que seguem o usuário durante sua navegação.

18. Password managers

O Google Chrome oferece seu próprio gerenciador de senhas, mas essa extensão paga também é uma ferramenta muito eficiente, permitindo memorizar mais de uma senha para os usuários em diferentes sites e aplicativos.

SEO

19. Keywords everywhere

Identificar quais palavras-chave são compatíveis com o planejamento de marketing e têm maior aderência com os leads de uma empresa é essencial para a estratégia de Inbound.

Com essa ferramenta, é possível buscar keywords, consultar como está sua competição, avaliar seu desempenho, identificar como usá-las em link building e muito mais.

O uso de ferramentas de SEO é comprovadamente eficaz para conquistar melhores resultados. Segundo a SEO Trends 2018, por exemplo, 53% das empresas que adotam alguma delas consideram seus efeitos muito positivos.

Pesquisa SEO Trends 2018

20. Ubersuggets

Com o funcionamento similar ao da Keyword everywhere, o Ubersuggets também permite que as pesquisas sejam filtradas de diversas maneiras, inclusive, por país e língua falada localmente. Isso permite que a estratégia seja muito mais personalizada.

21. PageSpeed Insights

Um dos fatores que prejudicam a estratégia de SEO e a experiência do usuário é o atraso no carregamento da página. Essa extensão monitora seu desempenho e o tempo de resposta do servidor.

Também identifica quais elementos do site estão atrasando o carregamento, o que permite fazer o ajuste mais preciso.

22. Page Analytics do Google

Entender o comportamento do usuário ao visitar o site é determinante para identificar para onde sua atenção é direcionada. Assim, as informações e produtos que devem ser colocados em destaque podem ser mais bem posicionados.

23. SEO Quake

É similar ao MozBar e, portanto, apontada como uma de suas concorrentes, por também mostrar as métricas importantes para as SERPs.

Porém, em vez de usar métricas próprias, apresenta na barra aquelas mais tradicionais, como Page Rank e outros parâmetros de SEO.

24. SEO Site Tools

Além de criar uma estratégia de SEO eficiente, é preciso analisar a concorrência, seu comportamento nas mídias sociais, formas de construir o link building, métricas e detalhes de seu tráfego. A extensão oferece todas essas informações.

Social Media

25. Hashtest

As hashtags são essenciais para conectar usuários que estejam pesquisando um assunto relacionado ao produto ou serviço de uma empresa, então, devem ser escolhidas estrategicamente.

Essa solução oferece exatamente a análise da probabilidade de sucesso de uma hashtag.

Inclusive, ela é extremamente funcional e permite enviar o resultado da pesquisa para a área de transferência, aumentando a agilidade na hora da postagem.

26. Crystal

O Crystal analisa contatos do networking — ou potenciais clientes — a serem contatados apenas analisando seus perfis nas redes sociais, como o LinkedIn. Assim, é possível descobrir como se comunicar com eles, identificando qual abordagem pode ser mais efetiva, por exemplo.

Também pode ser usada para ajudar na construção de buyer personas para novos produtos e serviços de uma empresa, buscando perfis de usuários que estejam dentro do segmento e grupo de interesse.

27. Facebook Messenger

É verdade que, entre as extensões de produtividade, citamos aqui o Focus, justamente, para evitar que o profissional perca muito tempo em aplicativos e redes sociais como o Facebook.

Porém, no marketing digital, o Facebook é uma ferramenta indispensável, e sua extensão oferece muito mais do que o acesso às conversas no chat.

Desse modo, permite também checar as amizades e relacionamento criados, avaliar a timeline, fazer pesquisas e checar notificações.

Para reforçar sua função na estratégia, a Social Media Trends 2018 mostra que 94,4% das empresas respondentes estão nas redes sociais para interagir com seus clientes.

social media trends

28. Easy Twitter

Essa extensão permite o gerenciamento com facilidade da conta na rede social. Usa um pop-up simples no navegador que permite a visualização da timeline, quais as menções realizadas, e claro, os trendings topics.

Como as redes sociais são importante canais de interação com os clientes e fortalecimento da autoridade da marca, ter agilidade na hora de responder às menções é fundamental.

29. Instagram web

Similar ao Easy Twitter, porém, para o Instagram. Permite curtir fotos, interagir com clientes e outros profissionais em uma janela.

30. Logout 4 all

A extensão realiza o logout de todas as redes sociais depois que elas forem usadas. Pode ser muito interessante para empresas e profissionais que alternam computadores em turnos, por exemplo, ou em visita a clientes.

Critérios para a escolha das extensões do Google Chrome de marketing digital

Por serem ferramentas de otimização das rotinas de trabalho, o raciocínio mais natural é de querer usar o máximo possível.

No entanto, a dependência pode prejudicar o desempenho do profissional, que poderá ter sua atenção dispersa e até mesmo colocar em risco a privacidade do usuário.

A extensão Hover Zoom, por exemplo, permite fazer uma busca por imagens mais rápida ao consultar diversas fontes ao mesmo tempo, só que diversos relatos de usuários já mostraram que, ao mesmo tempo, o comportamento de utilização da internet é monitorado e, posteriormente, repassado para empresas de adwares.

O Bitmoji, por outro lado, permite a criação de avatares para serem utilizados no Slack, Chrome e Gmail. Mas será que é realmente necessário para a rotina diária do profissional?

É preciso ter em mente que as soluções certas podem tornar o trabalho mais ágil e qualificado, mas as extensões também podem drenar os recursos do computador, como a memória RAM e o tempo de uso do processador.

Por isso, estabelecer alguns critérios na hora de escolher as extensões do Google Chrome é essencial. Considere:

  • melhorias que farão no fluxo de trabalho;
  • frequência em que serão acionadas;
  • impacto no desempenho de navegação;
  • possibilidade de colocar a privacidade do usuário em risco.

Configurações das extensões do Google Chrome que protegem o usuário e seus dados

Além do cuidado ao escolher as ferramentas que realmente facilitarão as atividades online, também é possível investir em configurações que tornam sua atuação ainda mais segura.

Limite a atuação das extensões em apenas alguns sites

Acessando pela barra de endereços o menu do Chrome com o atalho “://extensions/”, é possível clicar nos “Detalhes” de cada extensão. Nas opções, será possível selecionar:

  • em todos os sites;
  • em sites específicos;
  • ao clicar.

Prefira extensões de fontes confiáveis

Considere a autoridade do responsável pelo desenvolvimento da ferramenta e analise comentários de outros usuários em fóruns especializados. Pedir sugestões para outros profissionais da área de marketing digital também pode ser uma boa alternativa.

Crie perfis de usuários diferentes

Para aqueles profissionais que utilizam o mesmo computador para atividades pessoais e da empresa, é possível criar perfis diferentes e escolher para cada um deles quais extensões utilizar.

Navegação em sites de bancos, gerenciamento de senhas e outros recursos serão organizados e estarão seguros de acordo com o perfil utilizado no momento.

Essa divisão também pode ser feita com uma extensão chamada Extensity. Nela, um ícone que apresenta um grupo de pessoas permite criar mais de um perfil e determinar para cada um deles quais as extensões devem ser acionadas durante a navegação.

Adote extensões de segurança

Na lista acima, algumas extensões buscam garantir uma navegação mais segura. O HTTPS everywhere, por exemplo, foi desenvolvido pela Electronic Frontier Foundation (EFF), que luta pelos direitos dos usuários na internet.

A extensão força o site a usar sua versão criptografada, mais segura para a navegação.

O marketing digital exige que seus profissionais tenham uma visão global e atualizada do mercado. Com as soluções do Chrome, esse desafio pode ser consideravelmente facilitado.

Então, avalie quais extensões do Google Chrome de marketing digital são indispensáveis para você, adote as medidas de segurança necessárias e aumente sua performance profissional.

Depois de fazer a revisão e atualização das suas ferramentas, não deixe de conferir quais são as tendências do marketing digital para 2019 e analise como suas novas extensões podem ajudar a se dar bem nelas!

Content Trends 2018

Melhores estratégias para links internos
Parte 19

Links internos: conheça as 7 melhores estratégias para gerar resultados

Gerar tráfego qualificado é uma parte muito importante em qualquer estratégia de marketing digital. Além de atrair as pessoas certas, é preciso fazer isso em larga escala, a fim de conquistar autoridade, gerar leads e, por fim, fechar vendas.

Entre as muitas estratégias que estão à disposição para chamar a atenção do cliente ideal, é relativamente pequeno o número de empresas que investem para valer nos links internos. O motivo disso é simples: elas não sabem o que estão perdendo!

A linkagem interna tem um papel fundamental no desempenho de um website, tanto nos mecanismos de pesquisa quanto aos olhos dos usuários.

Quer aprender como aproveitar melhor esse recurso e conquistar ótimos resultados? Então, vamos lá!

Neste artigo você vai ver:

  • o que são links internos;
  • por que os links internos são relevantes para a sua posição no Google;
  • principais motivos para levar a linkagem interna do seu site a sério;
  • como fazer uma auditoria completa dos seus links internos;
  • 7 táticas de linkagem interna que vão impulsionar seus resultados.

Entenda o que são links internos

Links internos são aqueles que apontam para outra página do mesmo site. Por exemplo, você pode encontrar neste post vários links para outros artigos aqui do blog.

Como todos estes links estão no mesmo domínio (o blog da Rock Content), são todos links internos.

Mas se eu linkar para alguma página da Wikipédia, por exemplo, o link em questão já estaria fora do domínio da Rock e seria, portanto, um link externo.

Aliás, o link building geralmente está no centro das atenções quando o assunto é rankear no Google.

No entanto, agora vamos ver por que você também precisa dar atenção à linkagem interna.

Por que os links internos são relevantes para a sua posição no Google

Sim, a linkagem interna de um site pode mudar radicalmente sua posição nas páginas de busca.

Existem casos reais em que uma página pulou muitas posições na classificação do buscador com nada mais que uma mudança de estratégia nos links internos.

Eu estou falando de mudanças muito expressivas, como:

Isso revela duas verdades vitais:

  1. O Google dá valor à forma como você distribui os links das próprias páginas internamente.
  2. O buscador recompensa quem tem uma estratégia real e ativa em vez de simplesmente colocar um link interno ou outro de vez em quando.

Mas por que o Google dá tanta importância assim aos links internos?

Primeiro pela forma como o buscador “escaneia” a web em busca de conteúdo. Para oferecer aos usuários sempre os melhores resultados para suas pesquisas, o Google nunca para de vasculhar a internet em busca de conteúdo novo e atualizado que possa considerar relevante sobre qualquer tema possível.

Para fazer essa varredura, o Google usa robôs, chamados de spiders, que começam analisando algumas páginas.

Então, eles seguem os links contidos nessas páginas para expandir sua busca e analisam as páginas para as quais os links apontam.

Os spiders repetem esse processo milhões de vezes até conseguirem avaliar uma quantidade enorme de conteúdo por toda a web.

Assim, em resumo, os links são vitais para que o Google continue encontrando os melhores conteúdos e oferecendo bons resultados aos usuários de forma rápida.

Esse motivo, por si só, já deveria fazer você ficar de olhos bem abertos quanto à linkagem interna do seu site. Mas há, pelo menos, mais 3 motivos para fazer isso.

CONTEÚDOS RECOMENDADOS
👉 Link Building: os 9 erros que você deve evitar
👉 Rock Labs: Como conseguir Backlinks usando infográficos
👉 Backlinks: por que você não sai do lugar sem eles?

Principais motivos para levar a linkagem interna do seu site a sério

Se você não fazia ideia de que precisa dar atenção aos links internos como forma de alavancar a presença digital do seu negócio, não está sozinho.

Muita gente investe a maior parte do tempo e do dinheiro em outras ações para aumentar o posicionamento no Google e aumentar o tráfego orgânico.

Levando em conta a quantidade de práticas existentes para otimizar os mais de 200 fatores de rankeamento do Google, isso é normal.

Mas veja 3 motivos importantes para levar a sério a criação de uma estratégia de links internos bem estruturada para o seu site.

Melhorar a experiência do usuário

O primeiro motivo para linkar seu conteúdo de forma planejada é porque isso contribui para que a experiência do usuário seja mais completa e ele tire mais valor do que você tem a oferecer.

Por exemplo, neste guia completo você encontra vários links para outros conteúdos que complementam o assunto e abrangem seu conhecimento sobre a importância do tema.

Sem eles, o valor deste post seria consideravelmente menor para qualquer leitor, pois mesmo que desejasse saber mais, precisaria fazer novas buscas até encontrar material adicional.

E pense bem: qual é a dificuldade de incluir links de forma contextual nas suas páginas internas e posts do seu blog? É algo simples, rápido e que aumenta muito o valor do seu site aos olhos do usuário.

Impulsionar conteúdos novos e estratégicos

Você deve concordar comigo que existem alguns conteúdos estratégicos para o sucesso da sua empresa. Esses precisam ser tratados de forma especial no que se refere à divulgação e ao rankeamento — e uma das maneiras mais simples e práticas de impulsionar um conteúdo é por meio da linkagem interna.

Basta que você escolha alguns posts do blog ou pontos específicos da navegação — como o menu principal ou a barra lateral — para colocar o link, talvez até com um CTA

Além disso, quando você linka para conteúdos novos e recém-lançados, eles são indexados mais rapidamente pelo Google, o que aumenta as chances de receberem uma classificação alta nas SERPs.

Mover possíveis clientes pela jornada de compra

Por último, não podemos deixar de fora o fato de que a boa escolha dos seus links internos também ajuda a mover seus leads pela jornada de compras. Como?

Por exemplo, uma empresa que deseja gerar leads inbound poderia criar uma série de posts de blog sobre o mesmo tema geral, todos voltados para o topo do funil.

Depois, era só colocar um link em cada post para um e-book que aprofunda o assunto de interesse da persona.

Outra opção é incluir links em conteúdos de meio de funil com chamadas para conversar com um consultor ou pedir um orçamento. Nesse caso, o link de destino deveria ser uma página de contato.

a jornada do cliente

Como fazer uma auditoria completa dos seus links internos

Antes de partir para a ação e tentar colocar links para seus conteúdos mais importantes em todas as páginas do seu site ou blog, é preciso dar um passo atrás e se preparar bem.

Não se esqueça de que o Google privilegia quem tem uma estratégia, e não quem faz linkagem sem qualquer noção de propósito.

Por isso, você precisa fazer uma auditoria dos seus links internos, ou seja, saber qual a situação do seu site nesse aspecto.

Só depois disso é que terá condições de ajustar o que está errado de acordo com as melhores práticas.

Uma boa forma de fazer uma auditoria dos seus links internos é por usar o Ahrefs, uma das ferramentas de SEO mais usadas e respeitadas do mundo.

A ferramenta Site Audit oferece uma visão completa de todos os problemas de SEO que o seu site pode ter, mas, falando especificamente dos links internos, vale a pena focar nas análises de:

  • incoming links: encontra páginas órfãs (sem links) e problemas com links nofollow;
  • outgoing links: detecta links para redirecionamentos e links quebrados.

Outra opção completa para auditar seus links internos é com a ferramenta da SEMRush chamada Internal Linking Report. Ela contém uma seção só com os erros e problemas de linkagem interna, além de instruções claras sobre como resolver o problema.

7 táticas de linkagem interna que vão impulsionar seus resultados

Depois de fazer a auditoria completa com ferramentas de qualidade, é provável que você já tenha corrigido muitos erros de linkagem interna no seu site, o que é ótimo.

Mas ainda existem algumas táticas que podem beneficiar (e muito) o desempenho das suas páginas nos mecanismos de busca.

Veja 7 ações que você deve tomar para impulsionar seus resultados e conquistar o tão sonhado tráfego orgânico para aumentar as oportunidades de negócio:

1. Capriche no texto âncora

O algoritmo do Google está cada vez mais inteligente na hora de ler e indexar as páginas, o que faz com que a análise de palavras-chave e links internos seja muito criteriosa.

O texto âncora — no qual o link está presente — serve para contar ao Google do que o link se trata.

Por isso, é muito melhor incluir um link de forma contextual e didática do que usando expressões como “clique aqui”.

2. Apresente conteúdos recomendados

Apresentar uma seleção de conteúdos recomendados — seja por meio de um plugin, seja de forma manual no meio de um artigo — é outra forma prática de incluir links internos.

Essa tática é válida também porque torna mais fácil escolher apenas conteúdos que realmente estão ligados, de alguma forma, ao post atual.

Isso é muito importante porque não adianta focar só na quantidade de links, é preciso ficar atento à qualidade e relevância deles para o momento atual do usuário.

3. Crie uma hierarquia de links internos

Como já ressaltamos, nem todos os conteúdos serão de igual importância na sua estratégia digital. O mesmo vale para as páginas fixas do seu site.

Então porque tratar todos da mesma forma ao planejar sua estratégia de links internos? É recomendado que você estabeleça uma hierarquia de links internos, de preferência de forma bem documentada e organizada.

Assim, você saberá sempre quais conteúdos precisam ser linkados com mais frequência e até escolher alguns para colocar em seções fixas, como os menus de navegação que aparecem em todas as páginas.

4. Equilibre a distribuição de links em cada página

A versão resumida dessa tática é: vale mais a pena linkar para um bom conteúdo do que para 10 páginas que não têm nada a ver com o assunto de que você está falando.

Em geral, você pode colocar vários links na mesma página, e até deve fazer isso. Mas uma página com 100 links, por exemplo, diz para o Google que o seu critério de recomendação talvez não seja tão confiável.

Outra forma de equilibrar a distribuição de links internos é lembrar-se de linkar para os artigos mais recentes, e não focar só nos conteúdos e páginas principais. Assim, seus novos conteúdos também serão impulsionados.

5. Use a navegação para linkar suas páginas mais importantes

A navegação geralmente aparece igual em todas as páginas de um site, principalmente no cabeçalho e no rodapé. Alguns sites também contam com barras laterais que podem ser usadas para mostrar CTAs.

Links contidos nessas seções são entendidos como mais importantes pelo Google, e podem receber uma classificação mais alta nas páginas do buscador.

Isso sem contar que o tráfego direcionado a elas é maior por conta da alta exposição. Pensando nisso, não deixe de aproveitar a navegação para linkar páginas estratégicas do seu negócio.

6. Use suas páginas mais relevantes para impulsionar um conteúdo muito importante

Já pincelamos essa dica um pouco antes nesse artigo, mas vale listá-la aqui também. Algumas páginas merecem mais destaque do que outras, principalmente as que trarão retorno financeiro maior.

Por isso, sempre que for apropriado, coloque links internos de forma natural apontando para páginas que farão o usuário avançar na jornada de compra.

Aumentar os links internos para landing pages com materiais ricos, eventos e pedidos de consultoria e orçamentos pode transformar seus resultados.

7. Mantenha seus links internos a 3 cliques de distância

Existe uma boa prática de SEO que determina que todos os links da sua página devem estar a, no máximo, 3 cliques de distância.

Se o usuário precisar dar mais de 3 cliques para acessar o conteúdo de um link seu, é provável que ele não o faça. E mais, o Google sabe disso e também dará menos importância a esses links.

Investir em uma estratégia de links internos é um passo relativamente simples, mas que trará ótimo retorno para o seu negócio.

Use as dicas mostradas aqui para fazer uma auditoria completa das suas páginas e traçar o melhor caminho rumo ao topo das páginas de pesquisa.

Agora que você já sabe como dominar os links internos, aprenda como aplicar as demais práticas de rankeamento em sua estratégia digital. Baixe agora mesmo nosso guia completo sobre SEO e aproveite!

o que é seo

Viralização do ovo
Parte 20

A história e os segredos da viralização do ovo de 40 milhões de likes

Todo mundo que está no Instagram sabe que as curtidas são a principal moeda de troca na busca por relevância. Tem gente e até empresas que pagam para ganhar curtidas e parecerem mais interessantes na rede de imagens.

Porém, abrir a carteira pode não ser a melhor estratégia para ganhar notoriedade no Instagram. Pelos menos foi o que pareceu no último dia 13 de janeiro, quando a socialite americana Kylie Jenner perdeu o título de foto mais curtida do Instagram para… um ovo.

Isso mesmo, a simples foto de um ovo caipira — sem edição nem nada, vale ressaltar — ultrapassou a caçula do clã Kardashian e empresária do ramo da beleza e atingiu o marco de 20 milhões de curtidas.

No momento em que esse conteúdo estava sendo escrito (16 de janeiro), já contabilizava 45 milhões de likes e contando!

Mas como um ovo viralizou ao ponto de driblar uma blogueira mundialmente famosa e o próprio ranking do Instagram? É isso que tentaremos desvendar nesse artigo que, peço desculpas antecipadamente, está cheio de trocadilhos.

O que surgiu primeiro: o ovo ou a Kylie Jenner?

Para investigar o sucesso do ovo, precisamos voltar um pouquinho no tempo. A história toda começou no dia 4 de janeiro, quando o usuário @world_record_egg postou a foto de um ovo caipira, sua primeira e única postagem na rede social até então.

viralização do ovo

Além de marcar alguns famosos na postagem, a legenda continha um chamado público:

“Vamos alcançar juntos um recorde mundial e conseguir a postagem mais curtida do Instagram. Batendo o atual recorde mundial que pertence a Kylie Jenner (18 milhões)! Vamos conseguir 🙌 #CurtaOOvo #SoldadosDoOvo #GangueDoOvo”

A foto a que o perfil se refere é o anúncio da socialite Kylie Jenner para o nascimento de sua filha, Stormi. A imagem da bebê segurando a mão da mãe havia sido postada no dia 6 de fevereiro de 2018 e tinha mais de 18 milhões de curtidas.

Mas quem são essas pessoas?

Bom, Kylie se tornou conhecida do público em 2007, quando foi ao ar a primeira temporada de Keeping Up with the Kardashians, reality show do canal E! que conta o dia a dia de sua família.

Em 2016, ela criou uma marca de maquiagem chamada Kylie Cosmetics que, em apenas dois anos, movimentou mais de 630 milhões de dólares. Com isso, a jovem atingiu o posto de 5ª celebridade mais rica dos Estados Unidos, segundo a Forbes Magazine (wow!).

Outro fato relevante é que podemos afirmar sem sombra de dúvidas que boa parte do sucesso da marca veio do poder de influência da própria Kylie, que se tornou um ícone de beleza após sete anos de construção de imagem no Instagram.

Para você ter uma ideia, o perfil dela tem mais de 5.000 postagens — a maioria, selfies em que está sempre superproduzida, diga-se de passagem — e 124 milhões de seguidores.

Já o ovo… Bem, o perfil, ainda anônimo, já tem 7 milhões de seguidores e uma data de criação que não conseguimos rastrear. O que, é claro, abre a possibilidade para várias especulações, como a de mudança de nome de usuário.

Em entrevista concedida ao Buzzfeed News, o perfil se apresentou como Galinha Henrietta, afirmou viver no interior da Inglaterra e disse que decidiu criar o desafio para se divertir enquanto participa do Janeiro Seco, uma campanha para evitar o consumo de álcool durante todo o mês.

Em seguida, como toda pessoa esperta que ganha um pouco de espaço na internet, o ovo abriu uma lojinha num site colaborativo de criadores e já está vendendo camisetas e moletons personalizados com a mesma imagem que o tornou famoso.

A foto, também descobriu-se mais tarde, foi feita por um homem chamado Serghei Platanov que, com o perdão do trocadilho, ficou chocado com a repercussão da imagem.

“Meu objetivo era tirar uma simples foto de um ovo. Por diversão. Nunca na minha vida eu poderia imaginar que isso seria um hit”, disse ao The Insider. Ele também contou que nem usa redes sociais e finalizou com “o ovo é só um ovo”.

Porém, mesmo que não se possa afirmar muita coisa sobre o ovo caipira, algo podemos dizer com toda a certeza: Kylie Jenner, ainda que temporariamente, está comendo poeira nessa corrida.

Nossa ferramenta, o Instagram Analytics, revelou que a taxa de engajamento (soma das médias de likes e comentários dividida pelo número de seguidores) do ovo é 680% maior do que a da socialite.

Resumindo a história, não importa de onde esse ovo surgiu, ele realmente é um hit! E já está inspirando outros ao redor do mundo: nos últimos dias, já surgiram limões e até batatas com o mesmo objetivo, agora também no Twitter. Resta saber apenas até onde isso vai.

Por que esse ovo deu omelete?

Ok, o ovo recordista é apenas um meme. Por que então isso é importante para um portal de marketing?

Para começar, porque o ovo driblou o algoritmo do Instagram, que tem diminuído cada dia mais o alcance orgânico das postagens. E, enquanto muitos usuários lamentam que só queriam o feed cronológico de volta, quem trabalha com mídias sociais sabe que o buraco é bem mais embaixo.

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Há muito tempo, desde que foi comprado pelo Facebook em 2012, o Instagram está seguindo a escola Mark Zuckerberg de monetização: limita o alcance das postagens, forçando as empresas a pagarem para chegar aos próprios seguidores.

Ou seja, mesmo que você tenha milhares de seguidores que amam a sua marca, suas postagens não serão vistas a menos que:

  1. você invista dinheiro nisso;
  2. todos os seguidores ativem a notificação de nova postagem. O que, convenhamos, ninguém faz. Talvez seu concorrente para te espiar.

Em segundo lugar, porque tem muito profissional trabalhando duro e quebrando a cabeça para conseguir o mesmo resultado e não chegando nem perto de criar um case de marketing viral.

Por isso, mais do que nunca, episódios como o recorde do ovo (ainda que advindos de um meme) chamam a atenção dos especialistas e se transformam em objeto de estudo.

E, analisando esse caso específico, podemos identificar alguns elementos que ajudaram o ovo e que você pode levar em conta na hora de tentar criar o seu viral.

Contexto

Primeiro, a pessoa misteriosa por trás do recorde do ovo soube onde fazer sua campanha. No Facebook, que está em declínio entre os jovens, a coisa não teria funcionado.

O Instagram ainda é uma rede na qual as pessoas ainda se mobilizam e passam boa parte do seu dia produzindo e consumindo conteúdo. Tanto é que os mais seguidos e curtidos sempre viram notícia no mundo todo.

Você pode não conhecer nenhuma música de Selena Gomez, mas certamente sabe que era a pessoa mais seguida da rede de imagens até pouco tempo (não é mais). Mas quem é a pessoa mais seguida do Facebook? Eu não me lembro nem de ter ouvido falar.

Absurdo

O Instagram é uma vitrine um tanto quanto incômoda. Muitas selfies, muita gente querendo se vender, muita briga de ego… E é exatamente isso que o torna o desafio do ovo tão potente!

O fato de ser um ovo a deter um dos títulos mais importantes no mundo dos influenciadores digitais é, sejamos sinceros, ridículo. Tão ridículo que beira a comicidade.

Se fosse uma empresa tentando derrubar a Kylie Jenner, certamente não obteria o mesmo resultado. Mas a gente apoia o ovo e dá o like só para rir junto do absurdo da coisa.

Chamado épico

Tirando a cartada da psicologia óbvia, vou recordar aqui que somos seres fundamentalmente sociais. Gostamos de participar das coisas e nos sentimos excluídos quando não fazemos parte de um grupo.

Por isso, o convite para fazer parte de um movimento coletivo é muito forte, já que nos dá a oportunidade de fazer parte de algo maior do que nós mesmos.

Essa é, inclusive, uma excelente técnica de gamificação! Afinal de contas, você não está apenas dando um like no Instagram, mas fazendo parte de um marco da internet! Quem vai querer ficar de fora?

Daqui a alguns anos, vamos sentar numa mesa de bar com os amigos e lembrar daquela vez em que um ovo bateu um recorde mundial e poder dizer “eu estava lá e ajudei”.

Outros cases de viral marketing que “chocaram” a internet

O caso do ovo de 40 milhões de likes é o mais recente, mas não é o único exemplo de campanhas que recorreram a contexto, absurdo e chamado épico para viralizar. Separei outros dois casos para você dar uma olhada:

Dollar Shave Club

Uma startup de serviços de assinatura para a barba. Ela permite que você se cadastre e que todos os meses receba em sua casa uma caixinha com lâminas, espuma e até loção pós-barba, dependendo do pacote.

Só de escrever essa descrição eu já fiquei entediada, mas as campanhas dos caras são tão geniais que eu compraria só para dar apoio moral — se vendesse no Brasil.

Esse vídeo, que viralizou como uma das campanhas mais criativas da internet, provavelmente teve um baixíssimo orçamento e conta com uma pessoa vestida de urso, uma raquete de tênis, a bandeira dos Estados Unidos e um aspirador de pó (???). Vale a pena assistir:

The Million Dollar Homepage

Em 2005, o estudante britânico Alex Tew precisava de dinheiro para arcar com as despesas da faculdade. Sua meta era clara: arrecadar um milhão de dólares.

Então, em vez de despender tempo com ideias de negócio mirabolantes ou campanhas de financiamento coletivo, ele simplesmente criou um site com um milhão de pixels e anunciou que estava vendendo cada um por US$ 1 no eBay. E assim nasceu a The Million Dollar Homepage!

O argumento de venda era simples: comprando um pixel, você ganha um anúncio no site e aumenta o page-rank da sua página. E coisa viralizou a tal ponto que os últimos mil pixels do site foram vendidos por US$ 38,8 mil, quase 40 vezes mais do que o valor original.

E como eu sei que você está se perguntando: sim, Alex conseguiu seu primeiro milhão e o site está no ar até hoje. Você mesmo pode ver clicando aqui.

Uma lição para conseguir a sua galinha dos ovos de ouro

Muito mais do que o absurdo, o contexto ou o chamado épico, todos os cases mencionados neste artigo têm em comum o fator simplicidade:

  • Recorde do ovo: a pessoa não escolheu uma imagem elaborada;
  • Dollar Shave Club: a campanha é claramente de baixo-custo;
  • The Million Dolar Homepage: é só uma página com anúncios.

Todos tiveram pouco investimento porque uma ideia com potencial viral geralmente é simples e não querer muito. Às vezes, a gente é que estraga elaborando demais.

Como aprendizado pessoal, posso dizer que vou despender mais tempo deixando as ideias doidas fluírem do que pensando em algo sensacional pronto para viralizar. E você, o que aprendeu?

Se quiser saber mais sobre marketing no Instagram, temos um conteúdo completo sobre o assunto.

conteúdo abrangente
Parte 21

Entenda o que o Google quer dizer com abrangência do conteúdo e conquiste as melhores posições

Você gastou muito tempo se preparando para iniciar a sua estratégia de marketing de conteúdo.

Além de todo o planejamento, dedicou-se a criar e otimizar um blog com as melhores práticas de SEO. Agora, é hora de produzir, de fato, o conteúdo.

Ao buscar as recomendações do poderoso Google, você descobre que a chave para ranquear na primeira página é abrangência do conteúdo. Porém, na prática, o que isso significa?

Conteúdo de qualidade” é um termo vago, até porque muita gente acha que tem conteúdo melhor do que o dos concorrentes.

Para não ficar só no achismo, que tal descobrir de uma vez por todas o que o Google quer dizer quando fala sobre conteúdo de qualidade?

Para começar, é preciso entender o conceito de content comprehensiveness que a companhia estabeleceu. Vamos lá!

O que é content comprehensiveness?

Em tradução livre do inglês, o termo “content comprehensiveness” seria algo como “facilidade de compreensão do conteúdo”.

Em outras palavras, é a sua habilidade de deixar o conteúdo do jeito que o seu público quer e precisa. Sem dúvida, uma tarefa bem difícil.

Mas ela pode ficar mais fácil de compreender (sem trocadilho) e aplicar se você levar em conta estes 5 princípios básicos ao produzir cada peça de conteúdo.

1. Intenção

“O que a minha persona quer quando faz uma busca no Google?” é a pergunta que você deve se fazer antes mesmo de começar a planejar o seu conteúdo.

A mesma pessoa pode esperar resultados completamente diferentes de acordo com a etapa da jornada de compra em que se encontra.

Cabe a você descobrir que tipo de dúvida ou problema a sua persona quer sanar ou resolver. A partir daí, já terá o norte que o seu conteúdo precisa para fazer sucesso.

Saber a intenção do usuário ao fazer uma busca ajudará, por exemplo, a determinar o tamanho do conteúdo que produzirá sobre o tema.

2. Implicações

Depois de saber que tipo de conteúdo a sua persona quer, é preciso considerar como ela vai ficar depois de consumi-lo, de que modo ela será afetada.

De maneira bem resumida, as implicações tratam de como o seu conteúdo afetará o público.

Páginas que envolvem a saúde, bem-estar ou vida financeira dos leitores — chamadas de YMYL — recebem um tratamento ainda mais cauteloso do Google.

Por exemplo, um post sobre investimentos na bolsa de valores pode afetar consideravelmente as economias do leitor.

Assim, para esse tipo de pesquisa, o Google vai priorizar conteúdos escritos por economistas e outros especialistas em ações.

3. Subtópicos

Se o seu conteúdo for longo, de acordo com a intenção de busca do público, vale expandir a busca do termo principal para encontrar subtópicos que tratem de nuances relevantes do assunto.

Nos artigos longos, como guias, essas divisões são essenciais. Afinal, você tem a chance de se aprofundar mais em uma pequena parte de um assunto amplo. É até possível que muitos leitores entrem na página em busca de um subtópico específico.

No entanto, lembre-se que os subtópicos também são necessários em artigos menores, para aumentar a escaneabilidade do conteúdo.

4. Perguntas

Quais perguntas a sua persona se faz? E, mais ainda, como ela gostaria de receber a resposta? Pensar nisso também é fundamental para que você escolha os temas certos e fale em uma linguagem que a sua audiência gosta de ouvir.

As perguntas são constantes no maior site de pesquisas do mundo, e os seus possíveis clientes fazem buscas usando esses termos. Adaptar-se a isso fará grande diferença.

5. Tendências

Por mais que alguns assuntos estejam sempre em evidência, não há nada de errado em se aproveitar de tendências e assuntos relevantes no momento para conquistar posições no Google.

Descobrir o que faz mais sucesso entre a sua audiência, e incluir conteúdo relacionado a essas tendências nos seus posts, pode ajudar a subir os degraus que faltam para alcançar o topo das buscas.

Content Trends Enterprise

Por que se preocupar com o que o Google considera conteúdo compreensivo?

O Google é o maior buscador do mundo, e não dá para simplesmente ignorá-lo como canal de atração.

Além disso, se a sua estratégia for bem executada, você garante que as pessoas certas cheguem até o seu conteúdo, ou seja, pessoas que podem se tornar clientes e até defensoras da sua marca.

Só isso já faz a opinião do Google valer muito, já que esse canal é mais confiável do que outros, como as redes sociais, que frequentemente diminuem o alcance orgânico em favor de anúncios.

Além disso, o Google não é de fazer promessas vazias. Basta ver como as pessoas ficam desesperadas com cada simples rumor com respeito a uma mudança drástica no algoritmo.

Então, se o buscador prometeu que vai avaliar as posições das páginas com base na qualidade do conteúdo, acredite e se prepare para isso o quanto antes.

Quais os principais motivos para criar conteúdo de qualidade aos olhos do Google?

Produzir conteúdo abrangente e que tenha o selo de qualidade do Google vale muito a pena para todos os que se dedicam a fazer isso.

Não importa o tamanho do seu negócio nem o segmento em que atua, pode ter certeza de que, se o seu padrão de qualidade para os conteúdos da sua marca for elevado, ele terá os seguintes benefícios.

SEO

O primeiro — e mais óbvio — motivo é que criar conteúdo de acordo com o padrão do Google melhora as suas chances de se posicionar bem nas buscas.

Com isso, vem o aumento do tráfego orgânico qualificado, que significa maior alcance da sua mensagem e dos seus produtos.

Guia do SEO 2.0

Experiência do usuário

A experiência do usuário não deve ser uma prioridade só porque é um dos fatores que o Google considera. Pelo contrário: deve ser prioridade porque você não terá resultado nenhum, independentemente de que posição esteja nas pesquisas, se as pessoas acessam e não gostam do seu conteúdo.

E conteúdo de qualidade melhora radicalmente a experiência do usuário.

Autoridade de marca

As pessoas buscam por empresas que passem credibilidade e nas quais elas sintam que podem confiar. Um bom conteúdo faz total diferença em como as pessoas verão o seu negócio.

Conteúdo de qualidade, que gera valor real sem interesse imediato, mostra compromisso. Ele, por sua vez, gera confiança, e confiança torna mais fácil romper objeções de venda.

Capacidade de persuasão

Persuasão é a arte de convencer pessoas a respeito de uma ideia, propósito ou da compra de um produto. A melhor forma de convencer alguém é por meio de argumentos bons, que apelem para:

  • a capacidade delas de raciocinar de forma lógica;
  • as suas emoções e os seus sentimentos mais íntimos, que entram em ação mesmo quando não percebem.

O conteúdo bem produzido é capaz de persuadir, o que resulta em conversões para o seu processo comercial.

Como criar conteúdos abrangentes e bombar os seus resultados no Google?

Como produzir conteúdo que o Google considera relevante e abrangente? Essa é a grande questão, ainda mais considerando que o número de empresas que já investe em conteúdo cresce a cada ano.

A resposta está nas 4 dicas que você vai ver abaixo. Não existe segredo, nem fórmula mágica. É bem provável que você já tenha visto em outro lugar o que vai ler aqui.

A diferença mesmo está em você. Isso mesmo: está em você e na sua capacidade de aplicar o que vai ler agora. Se agir de acordo com as dicas, seu blog será bem visto pelo Google e, principalmente, pelo público.

1. Desenvolva (e atualize) a sua persona

Conhecer a fundo sua persona é a missão número 1. Se não cumprir essa etapa, nada do que falamos até agora é possível.

Considerar a persona errada, ou não ter persona nenhuma, vai te atrapalhar em todas as etapas na missão de criar conteúdo compreensível e abrangente aos olhos do Google.

Mesmo que você já tenha uma persona bem definida, atualize-a sempre que necessário. Com esse detalhe você evitará o risco de criar estratégias ultrapassadas e pouco eficazes.

2. Crie conteúdo difícil de replicar

Conteúdo diferenciado e difícil de replicar nem sempre significa fazer o artigo mais longo que existe sobre determinado tema.

Não se esqueça de que a contagem de palavras nem sempre é o melhor indicador de qualidade, mas sim a forma como o material vai impactar o público e satisfazer a sua intenção de busca.

Estamos falando sobre pesquisa profunda, entrevista com especialistas, técnicas de storytelling e outros recursos que façam do seu conteúdo algo único.

3. Foque a sua atenção em tópicos específicos

Vale mais a pena se tornar referência em uma série de tópicos específicos que se relacionam entre si do que tentar falar sobre todos os assuntos que cercam a sua área de atuação.

Você se lembra de que as pessoas sempre buscam autoridades? Especialistas em um assunto, ou uma série de tópicos relacionados, conseguem criar uma imagem melhor nesse sentido do que generalistas.

4. Use recursos visuais de qualidade

Gerar valor para o usuário é o seu foco principal, certo? Recursos visuais de qualidade só vão acrescentar. Use-os na medida certa e você vai ver como o seu público se sentirá motivado e engajado com o conteúdo de forma geral. Isso inclui imagens de alta resolução e vídeos bem elaborados.

Produzir conteúdo abrangente e de alta qualidade tem muitos desafios, alguns dos quais você só conhecerá na prática. Mas os resultados compensam bastante.

Quem toma tempo de descobrir o que a persona quer e precisa, e fala com ela da forma mais certeira possível, sempre terá benefícios a colher.

Agora que você entendeu a importância da abrangência do conteúdo para a experiência do leitor, não deixe de conferir nosso ebook sobre Copywriting, para descobrir a essência dos textos que convertem!

ebook de copywriting

Marcador schema.org
Parte 22

Otimize o seu conteúdo para pesquisas de voz com o marcador schema.org

Todos que trabalham com marketing — seja um gerente ou um analista — precisam estar por dentro das novidades do mercado a fim de trazer inovações e ideias de valor para dentro da empresa.

Pesquisas por voz é uma delas e, por isso, redigimos este artigo sobre como você pode otimizar os seus conteúdos para elas usando o marcador schema.org.

Para que você saiba o que é esse marcador, como você pode usá-lo e por que as pesquisas por voz são tão importantes para a sua estratégia de marketing digital, convidamos você a ler este post até o final!

Vamos lá?

O que é o marcador schema.org?

O schema.org é um tipo de marcador de dados estruturados — essencialmente, um tipo de código — que você inclui no seu site ou blog para facilitar o entendimento que os motores de busca têm sobre ele.

Ele foi projetado para ser uma linguagem de mecanismo de pesquisa universal e foi desenvolvido em conjunto pelo Google, Microsoft, Yahoo! e Yandex.

Ele tem vários benefícios para o SEO, entre eles, o fato de que, se os mecanismos de pesquisa entenderem melhor o seu conteúdo, é maior a probabilidade de ele ser visto como um resultado relevante nas pesquisas.

O marcador schema.org também oferece ao seu site ou blog uma chance muito maior de aparecer como um resultado relevante, como um featured snippet ou uma resposta rápida, que são usados ​​como fontes de respostas na pesquisa por voz.

E, à medida que mais formas de indexação de conteúdo online e sua disponibilização em dispositivos de voz são desenvolvidas, dados estruturados feitos via schema.org são, muitas vezes, o cerne deles.

Portanto, embora o uso do schema.org para marcar seu conteúdo não garanta a presença em dispositivos de voz, ele pode melhorar significativamente as chances do seu conteúdo ser exibido dessa forma.

CTA de download para o kit: Domine o Google

Por que pesquisas por voz são tão importantes?

Tanto o Google quanto os demais buscadores vêm constantemente mudando a maneira de lidar com as consultas de pesquisa, com a forma como os usuários pesquisam as informações de que precisam e até mesmo com nossas ações em relação aos resultados de busca em geral.

A pesquisa por voz é uma função que permite aos usuários fazer pesquisas na web usando os motores de busca por meio de comandos de voz falados, em vez de digitar.

Assim, o Google Voice Search, por exemplo, pode ser usado em pesquisas para computadores e dispositivos móveis.

Em alguns casos, os usuários precisam dizer um comando para avisar o Google que uma pesquisa de voz será feita (tal como dizemos “siri” ao usar um iPhone).

Isso pode ser feito por meio de um comando de voz em determinados dispositivos móveis e sistemas operacionais. ou tocando ou clicando no ícone do microfone à direita do campo de pesquisa principal do Google.

Além da maneira com que os usuários ativam e usam os comandos de pesquisa por voz, há pouca diferença entre uma pesquisa por voz falada e uma consulta de pesquisa digitada regularmente.

Os usuários são levados para uma página de resultados típica do mecanismo de pesquisa, independentemente de terem falado ou digitado, com algumas exceções em potencial.

Os usuários que pesquisam rotas para um local usando um dispositivo móvel podem ver uma SERP diferente de um usuário de desktop que pesquisa as mesmas informações, por exemplo.

Em geral, no entanto, as consultas de pesquisa por voz geralmente retornam resultados semelhantes, se não virtualmente idênticos, às consultas digitadas. É muito mais fácil e conveniente falar sua consulta do que digitá-la.

O futuro das pesquisas por voz nos motores de busca

A Pesquisa por voz do Google faz parte do assistente virtual do Google, o Google Now, há muitos anos.

A combinação dos poderosos algoritmos de busca do Google com a sofisticada tecnologia de processamento de linguagem natural (PNL) é o motivo pelo qual a maioria das pessoas concorda que o Google Now é significativamente mais preciso que os assistentes virtuais Siri da Apple, Cortana da Microsoft ou Alexa da Amazon, apesar de os três serem muito semelhantes em função.

Pode ser tentador pensar no Google Voice Search como um produto autônomo, mas quando você olha como a gama de produtos do Google se desenvolveu nos últimos anos, podemos realmente imaginar como o futuro da pesquisa será daqui a vários anos.

Basta, por exemplo, acompanhar as análises de conversões no Google Analytics. O Google se esforçou para tornar mais fácil identificar conversões a partir de vários dispositivos, e até mesmo considerar a adição de dados de consulta de voz ao Google Search Console.

Isso ocorre porque o Google sabe melhor do que ninguém que, a maneira como procuramos por informações na web mudou, e um caminho único para a otimização é completamente impraticável no ambiente on-line de hoje.

Como ocorre com muitos produtos do Google, a adoção da Pesquisa por voz do Google cresceu de forma constante desde a sua introdução. Dados do relatório anual Tendências da Internet de Mary Meeker mostram o quão popular se tornou a pesquisa por voz do Google nos últimos anos.

Atualmente, as consultas navegacionais têm sido os usos mais comuns da pesquisa por voz, mas provavelmente veremos não apenas pesquisas cada vez mais sofisticadas num futuro próximo, mas também um volume muito maior de consultas de pesquisa por voz em geral.

Segundo o relatório de Meeker, uma em cada cinco pesquisas em dispositivos Android é uma pesquisa por voz. Além disso, o pesquisador chinês do Baidu, Andrew Ng, especula que até 2020, aproximadamente 50% de todas as buscas serão feitas por meio da tecnologia de reconhecimento de voz.

Guia Completo do Google Analytics

Como aplicar pesquisas por voz no seu Marketing Digital usando o schema.org?

Agora, vamos falar sobre como usar o marcador schema.org com o objetivo de ter um melhor posicionamento nos resultados de buscas feitas pelo seu público.

Uma vez que tenha decidido aplicá-lo no seu site ou blog corporativo, siga os passos abaixo.

Passo 1: acesse o Assistente de marcação para dados estruturados do Google.

schema 1

Passo 2: selecione o tipo de dados que você planeja marcar. Existem várias opções listadas. Essa lista não é muito grande. Se você estiver aplicando no seu blog, pode optar por “artigos” que é um dos tipos mais comuns de conteúdo.

schema 2

Passo 3: cole a URL da página ou artigo que você deseja marcar. Se você tiver apenas o HTML, poderá colá-lo. Em seguida, clique em “começar a marcar”.

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A página será carregada na ferramenta de marcação e fornecerá a área de trabalho para a próxima fase de marcação de itens.

Você verá a página que você escolheu no painel esquerdo e os itens de dados no painel direito.

Passo 4: selecione o tipo de elementos a serem marcados. Em casos de artigos, selecione o nome dele para adicionar a marcação “Nome”.

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Quando terminar de selecionar, escolha “Nome” para que a ferramenta o adicione aos “itens de dados” no painel direito.

Schema 4.2

Passo 5: continue adicionando itens de marcação. Use a lista de itens de dados como um guia e realce os outros itens em seu artigo para adicioná-los à lista de marcação.

Você provavelmente não poderá marcar todos os itens da lista, por isso, adicione apenas os que puder.

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Passo 6: crie o HTML. Quando terminar, clique em “Criar HTML”.

schema 6

Em seguida, você verá o HTML da sua página com os dados relevantes inseridos nos pontos selecionados.

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Passo 7: adicione a marcação do schema à sua página.

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Em seguida, você deve acessar o seu CMS (ou código-fonte, se não estiver usando um CMS) e adicionar os snippets destacados nos pontos apropriados.

Encontre os marcadores amarelos na barra de rolagem para localizar o código do marcador schema.

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Uma alternativa simples é fazer o download do arquivo HTML gerado automaticamente, copiá-lo e colá-lo no seu CMS ou código-fonte. Ao clicar em “concluir”, você será apresentado a uma série de “próximas etapas”.

Passo 8: use a ferramenta de teste de dados estruturados para descobrir como sua página ficará com a marcação adicionada.

Em vez de analisar uma página publicada, analise o código que a ferramenta gerou para você. Depois que o código é colado, clique em “visualizar”.

A ferramenta de teste mostra como o artigo ficará nos resultados de pesquisa do Google.

schema 8

Se necessário, você pode editar o HTML diretamente na ferramenta de teste para atualizar o schema e visualizar os resultados novamente.

Pesquisa por voz para outros tipos de conteúdo: notícias e podcasts

Desde janeiro de 2018, o Assistente do Google (e por extensão, os dispositivos de voz do Google) suporta nativamente podcasts e notícias.

Isso significa que, se você tiver uma notícia ou um podcast, ao marcá-los com schema, eles serão qualificados para inclusão e ficarão disponíveis para qualquer pessoa que fizer uma busca no Google.

Vejamos agora cada caso.

Notícias

Neste artigo lhe ensinamos como usar a ferramenta do Google Notícias para gerar mais tráfego. Uma vez que você já tenha notícias publicadas no seu site ou blog, o próximo passo é usar o marcador schema.org usando um dos três tipos abaixo:

Vídeos de notícias também podem ser incluídos e devem ser marcados usando o schema para objetos de vídeo.

Podcasts

Em vez de usar a marcação schema.org, a criação de uma ação de podcast exige que você exponha um feed RSS válido ao Googlebot, o que se encaixa nos requisitos descritos na página de como criar uma documentação de ação de podcast do Google.

A documentação também descreve as tags RSS que você deve usar em um nível de podcast a fim de torná-lo disponível para exibição como resultado de busca e também no Google Podcasts.

Agora que você já sabe como otimizar o seu conteúdo para pesquisas por voz usando o schema.org, deve ter percebido também o quão importantes são as ferramentas por voz, o que nos faz lembrar que o Áudio Marketing é outra estratégia que você deve levar em consideração.

E para saber mais sobre o assunto, confira o nosso conteúdo completo sobre como usar áudio para melhorar os seus resultados de marketing.

Áudio MKT

Tendências do marketing educacional para 2019
Parte 23

Impulsione os resultados da sua IES com as 7 melhores tendências do Marketing Educacional para 2019

Em um cenário de dificuldades para Instituições de Ensino Superior, a grande aposta é o Marketing Digital como forma de aproximação das instituições com o público.

Em meio ao cenário negativo, muitas faculdades se beneficiam pelo crescimento da popularidade dos cursos EAD no Brasil.

Segundo a Veja, o Ensino a Distância em 2018 foi a modalidade escolhida por cerca de 1,5 milhões de alunos de nível superior e já representa quase um terço dos novos entrantes.

Fica claro que o segmento de Educação não está imune à Transformação Digital. Assim, é cada vez mais necessário se empenhar para entregar valor, mudando estruturas tradicionais dentro das instituições.

Ter uma boa produção de conteúdo será apenas um dos fatores para o sucesso da sua Instituição de Ensino em 2019.

Prepare-se para levá-lo a um próximo nível, acompanhando as ferramentas e estratégias do momento.

1. Omnichannel

A estratégia Omnichannel se baseia na interligação de diferentes canais de aquisição de alunos.

As estratégias de captação de alunos offline não serão abandonadas, mas o objetivo de 2019 será estreitar a relação entre esses meios tradicionais e a captação online.

Nesse sentido, um canal deve ajudar o outro no fortalecimento da relação da Instituição de Ensino com os alunos. Afinal, para eles, a marca por trás de todos esses canais é a mesma e o que importa é a experiência como um todo.

Para isso, é essencial ter a equipe de atendimento preparada para gerenciar vários canais de comunicação e ter os times alinhados em relação a informações como os fechamentos de matrícula, materiais mais acessados e outros dados.

Em meio a tantas ferramentas de marketing, ter um sistema de Business Intelligence (BI) facilita a integração de toda a base de dados.

Esse tipo de software compila os dados para permitir a construção de relatórios que te auxiliarão na análise das estratégias para a equipe. Ele facilita o gerenciamento dos canais e ajuda a medir os resultados.

Dessa forma, as tomadas de decisão serão muito mais inteligentes e assertivas.

2. Conteúdo em vídeo

O conteúdo em vídeo é indispensável para os cursos à distância, isso todos sabemos.

Atualmente, até cursos presenciais adotam recursos de mídia online para dinamizar o aprendizado dos estudantes.

Além disso, o Vídeo Marketing pode ser utilizado para atrair potenciais alunos, sendo uma forma excelente de persuadir e engajar os visitantes do site, além de ajudar a aumentar o tráfego orgânico.

Na Content Trends – Educação de 2018, averiguamos que as Instituições de Ensino consideram os vídeos como um dos fatores mais importantes para o processo de aquisição de alunos:

Tendênciais do marketing educacional funil

Esse formato de conteúdo digital inclui os webinars e videoposts e pode ser adaptado para blog, redes sociais e até Landing Pages.

De acordo com a Single Grain, as Landing Pages com vídeos têm o potencial de conversão aumentado em 800% vezes, e eles fazem com que 88% dos visitantes fiquem mais tempo no site.

O conteúdo em vídeo é especialmente relevante nas redes sociais, pelo poder de viralização e pela popularidade dos Stories sobretudo entre o público jovem.

Dessa forma, os vídeos são também úteis para melhorar o engajamento e satisfação dos alunos atuais!

È importante lembrar que eles serão assistidos e compartilhados pelo celular, e portanto devem ser otimizados também para uso mobile.

Manual do uso de Vídeos no MKT Conteúdo

3. Marketing de experiência

Engana-se quem pensa que apenas os produtos tangíveis podem ser testados.

O marketing de experiência também é aplicado na Educação para gerar um diferencial e mostrar o valor do serviço!

Por exemplo, as aulas experimentais e tourspelo campus podem ser utilizados para que o futuro aluno ganhe mais confiança na Instituição de Ensino.

Outra ideia é disponibilizar um tour virtual para apresentar a infraestrutura para os futuros alunos! Veja o exemplo no site da Uninorte:

Tendências de marketing educacional exemplo

E esse tipo de experiência deve estar disponível não apenas quando solicitado!

As instituições que utilizam essas possibilidades de forma ativa, convidando os interessados a experimentar aquilo que oferecem conquistam muito mais alunos e seus pais, que em muitos casos são os responsáveis pela avaliação de custo-benefício.

Por isso, é relevante deixá-los testar as qualidades da Instituição para aumentar a confiança antes mesmo da matrícula.

4. Conteúdo gerado pelo usuário

O famoso boca-a-boca está mais vivo do que nunca. Além de tudo, ele está evoluindo para se alinhar ao cenário digital.

Ao trazer o conteúdo gerado por alunos e ex-alunos em formatos criativos e atrativos, a sua instituição de ensino aproveitará o marketing de recomendação e aliando-o às novas tecnologias que ajudam a dinamizar essa estratégia.

O User Generated Content (UCG) pode aumentar em 90% o tempo que os usuários gastam no seu site, e ainda aumenta as chances de os usuários retornarem à sua página!

Por exemplo, se sua Instituição de Ensino já possui um blog, aproveite para compartilhar depoimentos escritos pelos seus próprios alunos para dar uma perspectiva mais realista e confiável à qualidade da IE.

Além disso, você pode estimular a geração de conteúdo por alunos, criando momentos e cenários para que eles compartilhem experiências cotidianas na instituição.

A Universidade da Califórnia em Los Angeles, por exemplo, promoveu a hashtag #sceneatUCLA para incentivar que os alunos compartilhem fotos de cenários interessantes no campus.

Veja abaixo o exemplo do post na conta do Instagram da UCLA, que menciona na descrição o perfil da aluna que tirou a foto:

Tendências do marketing educacional exemplo 2

Interaja você também com seus alunos para criar um clima de comunidade na instituição e fazer com que eles se tornem defensores da sua marca!

5. Marketing de influenciadores

Ao mesmo tempo que a importância do conteúdo gerado por usuários aumentou, os usuários se tornaram mais criteriosos em relação a quem comunica o nome da marca.

O marketing de influenciadores é hoje a grande aposta de muitas marcas.

O influencer têm o papel de compartilhar sua realidade como aluno e ao mesmo tempo melhorar a visibilidade e a imagem da instituição, mostrando suas vivências pessoais.

Assim, eles conseguem atingir seus seguidores com muito mais credibilidade e naturalidade do que, por exemplo, um ator famoso em uma propaganda atingiria.

É provável que sua instituição já possua alunos com grande poder de influência nas redes sociais.

Então, tente conhecer melhor o seu público para descobrir essas pessoas, e incentive-as a compartilhar mais experiências positivas dentro da instituição!

Infográfico sobre Influenciadores Digitais

6. Uso de Chatbots

Muitas Instituições de Ensino já começaram a utilizam Chatbots para agilizar e dar escalabilidade ao atendimento aos estudantes interessados em se matricular.

A tendência é que essa ferramenta de comunicação automatizada se torne ainda mais difundida, sofisticada e aceita por usuários no próximo ano com o desenvolvimento das tecnologias de machine learning e inteligência artificial.

Assim, será possível aproximar ainda mais a linguagem com o seu público e torná-la o mais humanizada possível, além de alinhada à identidade da empresa e ao tipo de conversa.

Em vez de o potencial aluno ter que procurar um telefone para contato ou uma sessão do site que com perguntas mais frequentes, ele pode solucionar suas dúvidas de forma instantânea no chat!

Todavia, o uso dos Chatbots não deve substituir a sua equipe de Inside Sales ou atendimento ao aluno.

Na verdade, eles servem para ajudar o trabalho dessas pessoas, que podem se concentrar na parte mais complexa do atendimento, otimizando a gestão de tempo e recursos dentro da IE.

7. Novas estratégias de retenção

Com a queda na captação de alunos em cursos presenciais, as IES começaram a se preocupar ainda mais em manter os alunos já matriculados.

Desde então, as equipes começaram a ser reestruturadas para organizar melhor a tarefa relacionada a fortalecer o relacionamento com o aluno e melhorar a taxa de retenção.

Dentre algumas das novas táticas implementadas, podemos citar a gestão inteligente dos perfis nas mídias sociais, que deixam de ser usados esporadicamente e sem qualquer planejamento.

Além disso, em 2019 mais IEs adotarão plataformas de desenvolvimento da carreira do aluno, para entender melhor as necessidades e interesses dos alunos e auxiliá-los a atingir seus objetivos.

A ideia é tornar a relação o mais personalizada possível e fazer com que estudar na sua instituição faça sentido aos seus estudantes durante toda a jornada.

Assim, eles podem direcionar os esforços para o objetivo almejado, e sua Instituição de Ensino poderá fazer parte da construção do futuro dos alunos!

Afinal, este é propósito da Educação.

Se depois de conhecer todas essas tendências você ainda quer conhecer ainda mais estratégias e técnicas para impulsionar os resultados da sua IE, então confira também o nosso material sobre Marketing de Conteúdo e Inbound Marketing para o setor educacional!

Marketing-de-conteudo-para-instituicoes-de-ensino

Gerar resultados com anúncios nas Redes Sociais
Parte 24

Tudo que você precisa saber para gerar resultados com anúncios nas Redes Sociais

Os anúncios nas redes sociais são importantes para potencializar as ações de comunicação nessas plataformas e, assim, escalar os resultados.

Outra questão importante: a mídia paga nesses canais ajuda a melhorar também o desempenho orgânico das suas publicações.

A regra de ouro para ter sucesso nessa estratégia é respeitar as particularidades de cada rede social. Táticas genéricas não funcionam, uma vez que o perfil do público é diferente, assim como a linguagem que deve ser adotada.

Este artigo tem o objetivo de mostrar os benefícios dos anúncios nas redes sociais. Para isso, vamos apresentar as características das principais plataformas e dar dicas do que deve ser considerado no uso da publicidade nesses canais. Acompanhe!

Anúncios nas redes sociais: como ser bem-sucedido?

A precisão na definição dos objetivos da campanha é determinante para o sucesso (ou fracasso) da sua estratégia.

Assim, o primeiro passo para ter bons resultados nessa frente é indicar quais são as necessidades da sua marca naquele momento.

Conscientização

A ideia é conscientizar o público sobre a existência do seu produto ou serviço? Apresentar a sua marca? Essa situação é comum para quem está iniciando um negócio ou mesmo para quem precisa ampliar o alcance da sua comunicação.

Consideração

A marca é relativamente conhecida, mas não tem apresentado bons resultados em termos de engajamento? Se esse é o caso, tecnicamente, vamos dizer que o objetivo da sua campanha é trabalhar a consideração do público.

Conversão

A meta é melhorar a resposta do público para as suas CTAs (call to actions)? O foco, então, são as conversões. Lembre-se de que elas não envolvem apenas vendas propriamente ditas. Cadastros, downloads, compartilhamento, enfim, a definição sobre a conversão depende do que você espera com aquela campanha.

Um erro comum nas estratégias de marketing digital (e que se repete no planejamento da publicidade nas redes sociais) é cair na armadilha de que é possível “abraçar o mundo”. Ou seja, atingir vários objetivos ao mesmo tempo.

Não se engane: quanto mais segmentada for a campanha, melhor. Defina um público prioritário, aquele que tem maior potencial, e delimite bem o que espera de resposta.

Ao fazer isso, os resultados são melhores em termos de performance, e fica bem mais fácil, também, fazer a mensuração.

Como veremos nos próximos tópicos, os objetivos podem até orientar o uso de determinada plataforma, uma vez que algumas redes funcionam melhor para conversão, enquanto outras são mais indicadas para o trabalho de conscientização.

É claro que, nesse caso, estamos nos referindo a marcas que têm forte presença em todas as redes sociais.

Vamos esclarecer como isso funciona na sequência. Confira!

Quais os cuidados no planejamento?

Ao programar os investimentos em publicidade, é importante priorizar as redes sociais nas quais a sua marca tem uma boa resposta da audiência. A proposta aqui é ampliar o alcance e, se tudo der certo, o engajamento e, claro, a conversão.

Seguindo essa linha de raciocínio, não adianta partir para os anúncios se a resposta ainda não é positiva nos resultados orgânicos da marca.

Se esse é o seu caso, a primeira medida é entender o que está acontecendo. O seu conteúdo é relevante? O público que interessa para sua marca está presente nessas plataformas?

Enfim, quanto mais informações você conseguir reunir, melhor para a análise que precisa ser feita antes de planejar a sua publicidade nesses canais.

Lembre-se de que, entre as particularidades apresentadas por cada uma das redes sociais, destaca-se o perfil do público. Ele costuma ser distinto, principalmente, em termos de faixa etária.

Se o seu foco são os jovens, é difícil ignorar a importância de Pinterest e Snapchat, por exemplo. No outro extremo, o LinkedIn, por ser uma rede com caráter profissional, não reúne adolescentes entre seus targets prioritários.

Nessa história, Facebook é um caso à parte. Pela sua liderança e alto volume de audiência (são mais de 100 milhões de usuários apenas no Brasil), tem resultados expressivos em praticamente todas as idades e classes sociais.

Em termos de abrangência, os resultados da Social Media Trend 2018 ajudam a entender como a atenção do público tem se dividido entre os canais. No estudo realizado pela Rock Content, as redes registraram as seguintes participações:

  • Facebook – 95%
  • Instagram – 89,1%
  • LinkedIn – 69.2%
  • Twitter – 62.1%
  • Youtube – 40.2%
  • Pinterest – 19.3%

Quais os critérios que devem ser adotados em cada rede?

Facebook

Objetivos

Especifique o que pretende atingir com a campanha. No caso do Facebook, o sistema de gerenciamento de anúncio é bem intuitivo. Assim, basta indicar um dos objetivos propostos pela própria ferramenta, como:

  • cliques ou conversões no site;
  • envolvimento de publicações na página;
  • instalação de aplicativos;
  • respostas de eventos.

Para não errar, considere em qual estágio a sua marca está na jornada de compra daquele cliente: conscientização, consideração ou conversão.

Tipos de anúncios

Em linhas gerais, você poderá escolher entre foto, vídeo, carrossel (para exibir diversas imagens), apresentação multimídia, coleção ou Messenger.

Para facilitar o emprego dos tipos mais comuns, o Facebook também tem versões específicas para cadastro, direcionamento para o site (são os chamados anúncios de link) e apresentação de produtos (para este, escolha a opção “anúncios dinâmicos).

Investimento

As opções são flexíveis, você opta pelo pagamento por objetivo, impressão ou conversão. O esquema é o mesmo utilizado em outras plataformas digitais: o leilão.

Você define o orçamento para a campanha (diário ou para determinado período) e o valor do lance.

Como fazer

Acesse o gerenciador de anúncios e determine os critérios para a sua campanha.

Dicas de otimização

Aproveite os recursos de segmentação do Facebook Ads. Além dos dados sociodemográficos, há como refinar o tipo de público que será alcançado a partir de critérios mais sofisticados.

Por exemplo, se tem uma lista de e-mails, é possível usar as informações para direcionar anúncios específicos para cada grupo de leads. Assim, a oferta será personalizada de acordo com o estágio no qual aquela pessoa se encontra no seu funil de vendas.

No emprego de vídeos, lembre-se de que a sua “largada” define o sucesso da mensagem. Estudos realizados pela empresa comprovam que, quanto mais curto o audiovisual, mais efetivo o resultado.

Aprenda tudo sobre Facebook Ads

Instagram

Objetivos

Os anúncios no Instagram utilizam as mesmas ferramentas e premissas do Facebook, uma vez que as plataformas são integradas e pertencem à mesma companhia. Para se ter ideia, a sua empresa nem mesmo precisa ter um perfil específico na rede para anunciar.

O que funciona melhor por aqui? As campanhas de divulgação da marca, especialmente as direcionadas para o consumidor final. Ou seja, as ações B2C devem ser priorizadas.

Tipos de anúncios

Se a ideia é concentrar sua mídia paga apenas no Instagram, basta fazer essa indicação no sistema de gerenciamento de anúncios do Facebook.

Fique atento: só serão aceitas as opções com imagens, para preservar as características dessa rede.

A diferença, no caso das publicações comuns, é que a sua mensagem publicitária vai aparecer com o rótulo “patrocinado”.

Importante, também, lembrar-se de que o Instagram exige mais atenção com a produção de imagens, uma vez que é isso que os usuários valorizam. A recomendação é que os textos não ultrapassem 20% da área do anúncio.

Investimento

Valem as mesmas diretrizes do Facebook, então, você define o orçamento diário ou vitalício (o termo é usado para designar o período de duração da campanha).

Dicas de otimização

Para valorizar a relevância dos conteúdos, a recomendação é que os anúncios sejam feitos de acordo com o formato dos posts. Essa é uma forma de conseguir mais interação e engajamento.

Avalie a possibilidade de empregar os Stories, que são imagens ou vídeos que saem do ar depois de 24 horas. Atenção: como os anúncios aqui só serão acessados por quem visitar o seu perfil, só vale a pena usar essa opção se você já tiver um número significativo de seguidores.

LinkedIn

Objetivos

O LinkedIn tem aumentado a sua representatividade entre as redes sociais, mas mantém sua principal característica: é um ambiente voltado para o networking profissional.

Os seus números de audiência são menores que os dos concorrentes, como Facebook e Instagram, no entanto ele leva uma vantagem: a qualificação do público.

Para a publicidade, podemos dizer que funcionam melhor as abordagens B2B. Com esse foco, anúncios de caráter mais institucional têm um papel importante, uma vez que podem reforçar a construção de reputação da marca.

Por outro lado, desde que haja apelo corporativo, é recomendada também a oferta de produtos e serviços. Fique atento à questão da linguagem: no ambiente profissional é mais difícil a compra por impulso, portanto, destaque mais as condições que favorecem a venda.

Tipos de anúncios

Em temos de formatos, são disponibilizadas três opções de anúncios:

  • Sponsored Content
  • Text Ads
  • Sponsored InMail

Em todos eles, a proposta é explorar os recursos de segmentação, mais abrangentes que os das demais plataformas. A explicação é simples: eles usam também as informações relacionadas à atuação profissional.

Assim, é possível escolher o perfil do usuário de acordo com os dados sociodemográficos, a função exercida, o nível de experiência e até pelo setor da empresa.

Investimento

O custo por clique (CPC) do LinkedIn é maior que o das demais plataformas, justamente em virtude da qualificação do público. O leilão também é o método para definir o valor e você pode definir por CPC ou por CPM (custo para mil impressões).

O próprio sistema costuma fazer algumas indicações de ofertas para as campanhas, dependendo do orçamento e do nível de concorrência para aquele segmento.

Como fazer

O primeiro passo, caso ainda não tenha, é criar uma Company Page, uma vez que você precisará disso para a maioria dos formatos. A partir daí, entre nesse link e faça a configuração da sua campanha.

Dicas de otimização

Não se descuide dos testes, uma vez que eles vão ajudar a aprimorar os resultados obtidos em cada campanha.

Outra questão importante é a mensuração. A plataforma mostra diversos tipos de relatórios com os resultados da campanha. É importante avaliar e, se for necessário, fazer os ajustes para otimizar o desempenho dos anúncios.

Há consenso de que, apesar do custo mais alto, os anúncios no LinkedIn podem valer a pena em função dos resultados. A RD Station tem um case de sucesso nessa área. Conseguiu aumentar a taxa de conversão em níveis bem superiores ao alcançado em outros canais. Vale a pena analisar esse e outros exemplos.

Twitter

Objetivos

Os anúncios no Twitter podem ajudar a ampliar o seu número de seguidores, garantir maior alcance para suas mensagens (por meio do patrocínio de determinados assuntos) e gerar tráfego (ou leads, dependendo do nível de maturidade da marca na plataforma).

A base de usuários é representativa, contudo o Twitter tem se posicionado como uma rede social importante para atualização. O que pesa, no caso, é a instantaneidade, por causa da característica dos posts e do perfil do usuário.

Tipos de anúncios

O anunciante pode optar por três tipos de anúncios:

  • Tweets patrocinados (ou promovidos): embora receba o rótulo “promovido”, o resultado desse tipo de publicidade é bom, uma vez que a marca entra no feed dos usuários. Se o apelo for pertinente para a pessoa, são altas as chances de engajamento (respostas, retuíte, marcação etc.)
  • Contas promovidas: o objetivo, nesse caso, é indicado para a conquista de seguidores e para ampliar o reconhecimento da marca.
  • Assuntos promovidos: os anúncios desse tipo aparecem na lateral e também são marcados como “promovido”.

Investimento

No Twitter são oferecidos dois tipos de leilão: o lance automático (definido pelo próprio sistema) e o lance máximo (nesse caso, o anunciante define quanto quer pagar por seguidor, lead, engajamento ou clique).

A exemplo das demais redes sociais, a empresa só paga quando o usuário concluir a ação definida para a campanha. Ou seja, visitar sua página, tornar-se um seguidor, baixar um aplicativo etc.

Como fazer

Para anunciar no Twitter, o primeiro passo é configurar sua conta por meio desta página.

Dicas de otimização

No momento de segmentar a campanha, avalie a oportunidade de aproveitar opções específicas dessa rede, como direcionar a mensagem a partir do uso de determinada hashtag ou mesmo o perfil de alguém.

Como é comum nesse tipo de ambiente, é impossível ignorar a realização dos testes A/B. É a partir deles que as campanhas podem ser ajustadas de acordo com os objetivos da marca.

Você pode experimentar alterações nos textos e no tipo de segmentação, mas não esqueça da regra básica: teste apenas uma opção por vez, para que consiga validar os resultados.

Marketing no Twitter

Youtube

Objetivos

Trata-se da principal plataforma de acesso a vídeos no mundo, então, é difícil ignorar a importância do YouTube para o sucesso da sua estratégia de marketing. Dados oficiais da empresa indicam um total de 1,5 bilhão de usuários.

Você já deve ter lido ou ouvido falar sobre isso, mas vamos enfatizar: o vídeo é a “bola da vez” na internet, conquista cada vez mais espaço entre os formatos preferidos do público, inclusive para consumo nos dispositivos móveis.

Os anúncios no YouTube devem ser configurados por meio do Google AdWords, a plataforma de publicidade do Google.

Assim, se você emprega links patrocinados em suas campanhas, não terá dificuldades, uma vez que a plataforma de configuração é a mesma.

Em termos de objetivos, as opções nesse canal são bem abrangentes, uma vez que o audiovisual funciona bem para as apresentações institucionais, em prol da construção da marca, mas também rende excelentes resultados na apresentação de produtos ou serviços e mesmo de ofertas.

Tipos de anúncios

O Google AdWords oferece diversas possibilidades para os interessados em anunciar na Rede de Pesquisa e na Rede de Display, principalmente em termos de segmentação.

Especificamente no YouTube, é possível optar por três formatos:

  • In-Stream: o vídeo da marca será exibido antes ou depois dos vídeos selecionados pelo usuário que têm, inclusive, a opção de não assisti-lo;
  • Trueview: os vídeos patrocinados são exibidos nas buscas relacionadas a esse formato;
  • Banners: os formatos mais comuns são os retângulos exibidos na parte inferior do vídeo.

Investimento

A história da cobrança por leilão foi criada pela Google, então, faz sentido que esse seja o modelo de pagamento adotado na plataforma. O CPV (custo por visualização) é específico para vídeos, e contempla suas inserções no YouTube ou na Rede de Display.

Detalhe importante: o anunciante só paga quando o vídeo for visto por mais de 30 segundos ou quando for registrado algum tipo de interação do usuário com a mensagem.

Os valores das campanhas podem variar bastante, dependendo do formato e do tipo de segmentação usado na distribuição da mensagem publicitária. Por isso, é difícil determinar um custo médio para o orçamento. Mas veja isso: se investir R$ 20 reais por dia, tem direito a receber a ajuda de um especialista em publicidade no YouTube.

Como fazer

Se você está iniciando suas experiências de publicidade no YouTube, comece acessando esse link. Você vai encontrar um passo a passo completo para sua primeira campanha de vídeo, além de casos de sucesso que podem ser inspiradores.

Dicas de otimização

Otimização, no caso de anúncios no YouTube, tem tudo a ver com o aproveitamento adequado dos recursos de segmentação. É possível ir muito além da questão demográfica, focando, por exemplo, nos interesses do público.

Dependendo do tipo de material que será usado, vale a pena vincular a exibição com uma ou um conjunto de palavras-chave.

Como você viu ao longo deste artigo, publicar anúncios nas redes sociais exige atenção redobrada com o posicionamento da marca e, claro, com os aspectos técnicos .

Por isso, é importante ter noção de como funciona esse tipo de publicidade, mas, para a fase de execução das campanhas, é importante ter ajuda de serviços especializados.

Gostou do artigo? Ainda tem dúvidas sobre a melhor forma de usar as redes sociais na sua estratégia de marketing? Confira nosso kit de conteúdos sobre marketing nas redes sociais!

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Como funciona o algoritmo do Google?
Parte 25

Algoritmo do Google: entenda como funciona e saiba como rankear em 2019

O algoritmo do Google é um dos grandes mistérios da internet.

Não faltam profissionais tentando desvendar o seu funcionamento. Enquanto isso, o Google guarda a sete chaves os segredos do ranqueamento na página de resultados da busca.

Por que ele coloca um site na primeira posição em detrimento de outros? Como ele faz esse julgamento? Quais fatores realmente importam para melhorar o posicionamento?

Responder essas perguntas é o grande desafio das marcas para conquistar os primeiros lugares da SERP e ganhar mais visibilidade e tráfego orgânico.

Agora, se você também está quebrando a cabeça para responder essas perguntas, nós vamos te ajudar. Neste artigo, vamos explicar como funciona o algoritmo do Google e como ele se transformou nos últimos anos.

Isso é essencial para entender como se preparar para ele em 2019, com as dicas que vamos dar no fim do texto. Quer saber tudo? Acompanhe agora:

Como funciona o algoritmo do Google?

Era uma vez a internet. Um local inóspito, com apenas alguns sites perdidos e GIFs malfeitos.

Porém, não demoraria para esse lugar ser ocupado por centenas de páginas e internautas em busca de muita informação e entretenimento.

Para facilitar a vida de quem chegava a esse novo mundo, surgiram os mecanismos de busca, com algoritmos especializados em indexar os sites da internet. Com eles, ficava mais fácil encontrar qualquer coisa.

Porém, nem tudo eram flores… Os algoritmos ainda se baseavam em fórmulas simples para o ranqueamento. Não precisava nem ser um expert para burlar as regras e conquistar as melhores posições. Surgia assim o black hat, o grande inimigo do Google.

Para salvar a qualidade da experiência do usuário, então, os buscadores passaram a empreender uma batalha contra os vilões da internet. E, assim, os algoritmos se tornaram cada vez mais complexos.

Essa historinha dos primórdios do SEO ajuda a explicar o grande propósito do algoritmo do Google: melhorar a experiência de busca e navegação.

É com esse objetivo que o algoritmo funciona. Ele serve para descobrir, entender e organizar todo o conteúdo da internet para entregar as melhores respostas para a pesquisa do usuário.

Buscadores, em suma, são máquinas especializadas em responder dúvidas.

O melhor resultado é aquele que não só traz a resposta ao usuário, mas também oferece uma boa navegação e permite que ele realize o que deseja sem dificuldades. Mas, para chegar a esse ponto, o algoritmo do Google percorre um caminho.

Estes são os passos do algoritmo até posicionar cada página na SERP:

1. Rastreamento (Crawling)

Imagine vários robozinhos atrás de todo código e conteúdo que existem na internet. É isso que acontece no processo de rastreamento, que é feito a todo momento.

Nessa etapa, o Googlebot busca novas URLs para serem indexadas em seu enorme banco de dados. As páginas descobertas que contêm links indicam novos caminhos, que os robôs percorrem encontrando novas URLs.

Portanto, a primeira medida de uma estratégia de SEO deve ser essa: ser encontrado. Para isso, você precisa ter códigos e conteúdos que o robô consiga ler e indexar.

O robô não consegue ler conteúdos em flash, por exemplo, o que impede que eles sejam rastreados. Então, foque no desenvolvimento de sites com códigos HTML, limpos e simples e garanta que seu conteúdo esteja acessível aos rastreadores.

2. Indexação (Indexing)

A indexação é o segundo passo, que também acontece a todo momento. Após o rastreamento, as URLs já podem ir para o banco de dados do buscador. Então, agora o papel do algoritmo do Google é organizar os conteúdos de acordo com o que oferecem ao usuário.

Para fazer a indexação, os robôs analisam as suas páginas como se elas fossem apenas texto. Veja abaixo como uma página do Marketing de Conteúdo é vista pelos robôs.

Algoritmo do Google exemplo 2

Para ver as suas páginas assim, basta acessar a versão em cache e clicar em “Versão somente texto”)

algoritmo do google exemplo 3

Para que as suas páginas sejam indexadas corretamente, é importante dar atenção às palavras-chave. São elas que orientam a organização do índice de URLs do Google.

Assim, quando um usuário digita determinado termo de busca, ele já saberá quais conteúdos atendem à sua consulta.

3. Ranqueamento (Ranking)

O ranqueamento é o último passo. Ele acontece sempre que um usuário faz uma pesquisa no buscador.

De acordo com o termo de busca, o algoritmo do Google vasculha todos os conteúdos do índice e entrega os resultados que respondem a dúvida, em uma ordem que oferece as respostas mais relevantes nos primeiros lugares.

Então, dá para entender que quanto mais perto do topo uma página estiver, mais relevante ela será para a busca do usuário, aos olhos do Google.

Embora os dois primeiros passos sejam essenciais, é no ranqueamento que se concentra o foco do SEO. Afinal, ninguém quer ser apenas rastreado ou indexado ― a intenção do SEO é chegar nas primeiras posições!

Por esse motivo, existem várias pesquisas e estudos, como os realizados pela SEMrush e pela Moz. Eles analisam, na prática, os efeitos de determinada ação no posicionamento.

Além dessas análises, algumas declarações do próprio Google e de seus funcionários também ajudam a entender os fatores de ranqueamento. É o caso do canal do Google e do Google Webmasters, cheios de orientações e dicas sobre o sistema de busca.

Velocidade do site, design responsivo, usabilidade, qualidade dos backlinks, taxa de cliques na SERP e tempo de permanência na página são alguns prováveis fatores de ranqueamento identificados nos estudos.

Além disso, um site que aparece em primeiro lugar para um usuário pode não aparecer para outro, porque a SERP também é influenciada pela localização, o histórico de buscas e as configurações de pesquisa de cada pessoa.

Quais foram as principais atualizações do algoritmo do Google?

Ao longo da sua trajetória, o Google aprimorou o seu algoritmo, sempre de olho no seu propósito: melhorar a experiência do usuário. É por isso que os robôs mudaram tanto.

Estima-se que sejam mais de 500 atualizações por ano!

O algoritmo se torna cada vez mais complexo e exigente. Se antes era fácil passar por cima das boas práticas do buscador, hoje ele já possui uma tecnologia inteligente o bastante capaz de eliminar páginas que não seguem suas diretrizes.

A inteligência artificial permite até prever as intenções de busca dos usuários.

Quer saber como se deu essa evolução no algoritmo do Google? Então acompanhe as principais atualizações dos últimos anos:

Panda (2011)

Essa foi a primeira atualização, lançada oficialmente em 2011, que impactou o mercado de SEO. Com essa atualização, 12% dos resultados da busca foram afetados e milhares de sites foram rebaixados no ranking.

O Google resolveu punir páginas com conteúdos de baixa qualidade, que incluem práticas como estas:

  • Conteúdo duplicado ou copiado;
  • Keyword stuffing;
  • Textos gerados automaticamente;
  • Páginas com pouquíssimo ou nenhum conteúdo;
  • Páginas cheias de publicidade em vez de conteúdo de valor;
  • “Fazendas de links” para gerar mais backlinks.

Embora tenha sido lançado em 2011, várias atualizações do Panda foram feitas no decorrer dos anos e afetaram mais sites.

Penguin (2012)

Lançado em 2012, o Penguin afetou cerca de 3% dos resultados da busca em inglês, já no seu lançamento. Depois, ele passaria por diversas atualizações que mexeram ainda mais com a SERP.

Nesta época, o Google já estava consciente sobre a importância do SEO. Porém, a empresa queria evitar a “super otimização” dos sites, que resultava em práticas de black hat.

Por isso, o Google Penguin mirava novamente nos sites que não seguiam suas diretrizes com conteúdo de baixa qualidade, que buscava ludibriar o algoritmo.

Hummingbird (2013)

Essa atualização de 2013 foi mais focada em aprimorar os resultados de busca do que penalizar páginas e sites.

A partir do Hummingbird, as páginas não precisavam mais ter a correspondência exata da palavras-chave pesquisada pelo usuário. Com a ajuda de sinônimos, campo semântico do termo de busca e o histórico de pesquisas do usuário, o Google já conseguia entender o que ele estava pesquisando e entregar os resultados certos.

Isso evitava, por exemplo, que a pessoa pesquisasse pelo esporte “tênis” e visse vários resultados com tênis de corrida. E evitava também que as páginas fossem “super otimizadas” para uma única palavra-chave específica.

Assim, o algoritmo já evoluía para compreender a intenção de busca do usuário.

Pigeon (2014)

É a evolução do algoritmo para mostrar melhores resultados de busca local.

O algoritmo passou a considerar fortemente a localização do usuário na hora da pesquisa para entregar resultados de busca com negócios locais.

A busca por um restaurante, por exemplo, passou a exibir resultados próximos, dentro da cidade ou do bairro em que a pessoa estava.

Estima-se que metade dos sites decaíram na SERP, enquanto subiram páginas de pequenos negócios, que ganharam espaço com o SEO local.

Mobilegeddon (2015)

Uma grande atualização relacionada aos resultados da busca em dispositivos móveis vinha sendo anunciada. Finalmente, em 2015, o Google anunciou o que o mercado chamou de Mobilegeddon.

Com ela, sites mobile-friendly passaram a ganhar mais relevância nos resultados da busca em smartphones e tablets. A intenção era melhorar a experiência dos usuários de dispositivos móveis, que passaram a ver mais sites com design responsivo, melhor usabilidade e carregamento rápido.

Na prática, a atualização não causou tanto impacto, já que muitos sites já haviam se preparado para ela. Mas, depois, a otimização para o mobile foi ganhando ainda mais relevância com outras atualizações menores.

RankBrain (2015)

O RankBrain é uma evolução do Hummingbird. Se o algoritmo já estava mais evoluído para compreender as intenções de busca, agora ele passaria a usar inteligência artificial e machine learning para isso.

Com isso, o algoritmo do Google passou a interpretar ainda melhor as consultas dos usuários. Sem a intervenção humana, ele aprende automaticamente sobre a intenção de busca e entrega resultados mais relevantes.

Foi um passo gigantesco na tecnologia do buscador.

Guia do SEO 2.0

Como conquistar o algoritmo do Google em 2019? Confira 7 dicas:

Agora que você já conhece o algoritmo do Google mais “intimamente”, é hora de saber como conquistá-lo de vez!

Como dissemos, os robozinhos estão se mexendo o tempo todo, e as atualizações não param. Por isso, todo ano é bom pensar quais são as tendências mais fortes para levar o seu site até o topo.

Confira!

1. Supere a redução de cliques nos resultados orgânicos

O Google está reduzindo o tráfego orgânico do seu site.

Sim, a notícia que tanto assombra os profissionais de social media ― diminuição do alcance orgânico ― também chegou ao SEO. A tendência é que cada vez mais diminua o CTR orgânico (a taxa de cliques nos resultados orgânicos da busca).

Muitos desses cliques vão para os resultados pagos (o que provavelmente é uma das intenções do Google para atrair mais anunciantes…).

Porém, os cliques orgânicos não estão apenas migrando para lá. Eles estão também desaparecendo, simplesmente.

Com a evolução do RankBrain, que apresentamos anteriormente, cada vez mais o Google entende o que os usuários estão buscando e entrega respostas prontas na própria SERP.

É isso que o usuário obtém, por exemplo, quando pesquisa por “previsão do tempo maceió” ou “presidente da argentina”. Isso também acontece em buscas sobre filmes, séries, voos, partidas de futebol, celebridades, definições de palavras, entre outras diversas pesquisas.

algoritmo do Google exemplo 4

Para buscas como essas, o usuário não precisa mais acessar a página para encontrar a resposta. E o que acontece com o seu tráfego orgânico? Cai.

Rand Fishkin, CEO e co-fundador da Moz, aponta essa tendência e indica algumas estratégias para manter os seus acessos crescendo:

  • Na pesquisa de palavras-chave, encontre quais têm alta taxa de cliques na SERP, não apenas volume de buscas. Em pesquisas como as que exemplificamos acima, o volume pode ser alto, mas não gera acessos para o seu site.
  • Foque em palavras-chave de cauda longa, que geralmente não geram respostas prontas do Google.
  • Explore os rich snippets para se destacar na SERP e instigar o usuário a clicar no seu link.
  • Aproveite todo o tráfego orgânico que o Google ainda manda para o seu site captando o e-mail dos visitantes para criar uma estratégia de email marketing.

2. Compreenda a intenção de busca dos usuários

Basicamente, SEO consiste em fazer as pessoas buscarem por algo no Google e encontrarem a resposta no seu site.

Por isso, uma das tarefas mais importantes do planejamento da estratégia é compreender como a sua persona faz a pesquisa. Quais palavras-chave ela usa? Quais termos ela escolhe para procurar o que você oferece?

Estudos do Think With Google apontam para algumas tendências na barra de pesquisa. A primeira constatação é que as buscas estão virando conversas. Buscas como “posso usar Paypal na Amazon” ou “que laptop eu deveria comprar” estão aumentando.

Além disso, o buscador também está se tornando algo como um conselheiro pessoal. “Melhor seguro de carro para mim” ou “melhor restaurante perto de mim” são termos de pesquisa que mostram a intenção dos usuários de suprir suas necessidades pessoais.

O que isso significa para a sua estratégia de SEO?

Otimização para as intenções de busca é uma tendência importante para 2019. Coloque-se no lugar do consumidor para entender suas dúvidas e necessidades ao longo da jornada.

Além disso, com um algoritmo de busca cada vez mais complexo, você não precisa mais focar na correspondência exata da palavra-chave, nem repeti-la insistentemente no conteúdo.

Aqui entra a importância de um conteúdo bem escrito, que explore todo o campo semântico do assunto em questão. Sinônimos, variações e palavras relacionadas, utilizados de maneira natural no conteúdo, oferecem uma experiência de leitura valiosa. E ainda facilitam a vida do algoritmo.

Fique tranquilo: o Google saberá compreender o seu conteúdo e apresentá-lo para as pessoas certas.

3. Coloque o mobile em primeiro lugar

Desde os primeiros rumores do Mobilegeddon, a otimização para dispositivos móveis se tornou uma tendência.

Desde essa atualização, o Google empreendeu diversas ações para priorizar sites que oferecessem uma boa experiência mobile. Porém, 2018 foi o ano em que o Google finalmente implementou o mobile-first index, que deve se consolidar em 2019.

Com essa atualização, o mobile será indexado primeiramente. Isso significa que o Google começará pela versão mobile para decidir a posição em que ele aparecerá no ranking.

Isso impede, por exemplo, que os sites com problemas na versão mobile apareçam bem posicionados e prejudiquem a experiência do usuário.

Então, chegou a hora de você também colocar o mobile em primeiro lugar.

Para isso, é preciso enfrentar uma tradição dos times de design: começar os projetos pensando na versão desktop e, depois, adaptar para o celular. Natural, já que a web começou no computador de mesa. Porém, as coisas mudaram.

O conceito de Mobile First Responsive Design é uma tendência no Marketing Digital.

Essa perspectiva coloca o design responsivo em primeiro lugar nos projetos, a partir da compreensão do contexto mobile (como as buscas são feitas no celular).|

guia marketing digital

4. Deixe seu site cada vez mais rápido

Experiência mobile não significa apenas um design bonito e funcional no celular. Também significa velocidade.

Se no desktop a rapidez do carregamento é essencial, no celular ela se torna ainda mais importante. O contexto mostra isso: o usuário pode estar no trânsito buscando um restaurante para almoçar ou no shopping pesquisando horários de filmes. Ele precisa de uma resposta imediata!

O Google sabe disso e dedica todos os seus esforços para criar uma web mais veloz.

Uma das iniciativas mais relevantes para isso foi o projeto Accelerated Mobile Pages (AMP). Sites que adotam essa iniciativa percebem um aumento no CTR, já que os links são destacados na SERP, e oferecem um carregamento mais rápido para o usuário. Em 2019, esse projeto segue firme.

Outra iniciativa importante foi a adoção da velocidade como fator de ranqueamento para as buscas mobile. Desde 2010, ela já era considerada para as pesquisas no desktop e, em julho de 2018, passou a valer também para os dispositivos móveis.

Os movimentos mostram que o algoritmo do Google está cada vez mais exigente com a velocidade de carregamento.

5. Desenvolva autoridade em um assunto

O Google gosta de quem entende muito de algum assunto.

Não é por acaso que os backlinks que você recebe são tão importantes para o ranqueamento. Eles mostram que você é uma referência para o mercado.

Por esse motivo, é importante evidenciar para o algoritmo do Google em qual tema você é especialista.

Basicamente, quanto mais conteúdos de qualidade você publicar dentro de um tópico, mais relevante você será para o Google. Quando um usuário pesquisar algo dentro desse tema, o buscador terá confiança de que você vai entregar uma boa resposta.

Além disso, explore também os links internos para mostrar ao Google a relação entre um artigo e outro, bem como a hierarquia entre eles. O mais relevante, em geral, recebe mais links.

Aqui é essencial ter foco. Defina o tema em que você quer se destacar e explore todos os tópicos que ele abrange, sem fugir do principal.

Por exemplo: imagine se aqui no blog nós tivéssemos 10 artigos e 7 deles falassem apenas sobre email marketing. O Google entenderia que o blog é autoridade em email marketing, não em Marketing de Conteúdo, como é o objetivo.

Por isso, aqui abordamos todos os assuntos que estão dentro do “guarda-chuva” do Marketing de Conteúdo.

6. Garanta segurança para o usuário

Faz tempo que o Google se preocupa com a segurança do usuário.

Ainda em 2014, o protocolo HTTPS já se tornava um fator de ranqueamento para o buscador. Na época dessa atualização, o Google anunciou que daria tempo para os sites se adaptarem para ficarem mais seguros.

Em 2018, a internet viveu o caso Cambridge Analytica, que afetou milhares de usuários do Facebook. Embora o acontecido não tenha relação direta com SEO, ele acendeu o alerta sobre a proteção de dados.

Por isso, a tendência é que os esforços a favor da segurança do usuário aumentem.

Uma das iniciativas importantes do Google durante esse ano foi uma atualização do Google Chrome. O navegador passou a marcar todos os sites HTTP como “não seguro”.

algoritmo do Google exemplo 6

Que fique claro: se você tem um site HTTP, não significa que você será excluído ou rebaixado na SERP. Mas, se você migrar para o HTTPS, pode subir no ranking e ainda oferecer uma experiência mais segura para o usuário.

7. Estruture bem as suas páginas para oferecer a melhor experiência

Nenhuma das dicas acima terá efeito se você não estruturar bem o seu site.

Imagine que você tenha páginas com design responsivo e carregamento rápido. Legal, você já está passos à frente de muitos concorrentes! Mas, se o usuário entra na sua página e simplesmente não encontra o que quer, logo ele vai deixar o seu site.

Uma experiência positiva precisa ser completa, desde quando ele vê o seu link na SERP até quando finaliza o que desejava fazer.

Para isso, você deve adotar uma estrutura de site com base na arquitetura da informação. Organize os seus conteúdos em subdiretórios lógicos e adote URLs amigáveis. Isso torna a navegação do usuário mais intuitiva e facilita que o algoritmo do Google entenda o seu site.

Além disso, cada página também deve ser estruturada pensando no usuário. Não basta oferecer as informações que ele quer. É preciso oferecer uma experiência simples e agradável de navegação.

Então, utilize títulos e intertítulos, marcadores, listas numeradas, imagens, gráficos e tudo mais que possa enriquecer a leitura. Isso ajuda a manter o usuário envolvido com o conteúdo e fazê-lo interagir mais tempo com as suas páginas, além de facilitar a compreensão pelo algoritmo.

Então, agora você já pode se preparar para dominar o algoritmo do Google em 2019!

Perceba que as tendências dos últimos anos, como a velocidade do site e a otimização mobile, estão cada vez mais fortes. Mas entenda também que a tecnologia está sempre evoluindo e impulsionando melhorias no algoritmo. O seu site, então, precisa acompanhar a evolução.

Por isso, aproveite também para conferir o nosso conteúdo completo sobre como dominar o Google!

Kit Domine o Google

Parte 26

O que é Marketing Digital? Entenda o conceito e aprenda agora mesmo como fazer!

O conceito de Marketing Digital pode parecer muito claro, mas, ao mesmo tempo, é muito subjetivo. Como compreender um assunto tão abrangente? Qualquer ação da minha empresa da internet caracteriza Marketing Digital? Quais são as melhores estratégias? Como extrair o máximo potencial dessas ações?

Não resta dúvida sobre a utilidade e o crescimento do marketing digital nos próximos anos, e muita gente já sabe disso. E você? Quer estar preparado para saber tudo sobre esse assunto agora mesmo?

Se sua resposta for “sim”, criamos esse conteúdo completo para que você entenda exatamente o que é, seus principais benefícios, as estratégias utilizadas e como a sua empresa se encaixa e pode tirar proveito disso.

#1

O que é Marketing Digital?

O que é Marketing Digital?Marketing Digital é promover produtos ou marcas por meio de mídias digitais. Ele é uma das principais maneiras que as empresas têm para se comunicar com o público de forma direta, personalizada, e no momento certo.

Philip Kotler — é considerado o pai do Marketing — conceitua marketing como “o processo social por meio do qual pessoas e grupos de pessoas satisfazem desejos e necessidades com a criação, oferta e livre negociação de produtos e serviços de valor com outros”.

Porém, as maneiras de fazer com que isso aconteça sofrem mudanças quase que diariamente. Por isso, atualmente é impossível falar de marketing e ignorar que a maior parte da população mundial está conectada à internet e faz compras online.

É por isso que o Marketing Digital é a principal forma de fazer e conceituar marketing nos dias de hoje. O termo é usado para resumir todos os seus esforços de marketing no ambiente online.

Usando canais digitais — como blogs, sites, motores de busca, mídias sociais, email e outros —, as empresas tentam solucionar dores e desejos de clientes e potenciais clientes.

Você entendeu a “sacada” do conceito apresentado pelo professor Kotler? Trata-se de um processo social! É algo que depende do acordo entre duas pessoas dentro de um contexto.

Marketing Digital pode ser realizado por pessoas, empresas, universidades, ONGs, associações, igrejas… Assim, também há fatores culturais, psicológicos, geográficos, jurídicos que influenciam as pessoas na hora de comprar ou vender um produto ou serviço.

E cada um deve fazer o que pode, com os meios que tem, para encontrar as oportunidades certas nesse meio!

No vídeo abaixo o Vítor Peçanha explica quais são os conceitos mais básicos do Marketing Digital:

Observe o conceito de marketing e adicione uma camada de internet. Esse é o “espírito” do marketing digital! Meios digitais envolvem computadores, e a forma dominante de comunicação digital é a internet.

O grande fluxo de comunicação que a web proporciona, hoje, favorece estratégias ágeis, como Search Engine Optimization, Inbound Marketing e Marketing de Conteúdo, como veremos nos próximos tópicos.

Quando falamos de aumentar nossa rede, fortalecer a nossa marca e realizar melhores vendas, todos esses são objetivos em que o marketing digital é uma importante ferramenta para alcançá-los.

Para chegar lá, os meios digitais são os melhores para observar e testar a efetividade das nossas ações.

Por isso, o Marketing Digital possui os melhores meios disponíveis para calcular o retorno sobre cada investimento, definir métricas mais claras e simples de medir.

Não é à toa que esse conceito é chamado de novo marketing.

Antes de continuarmos nosso estudo sobre o marketing digital, devo avisar que esse é um post extenso. Por isso, disponibilizamos este conteúdo para download! Basta preencher o formulário abaixo:

Tenha este material sempre com você!

Disponibilizamos este post para download em PDF para que você possa consultar sempre e enviar para o seu time.


Contexto

Chegou o momento nostalgia! Nos anos 90, a internet passou por uma onda de crescimento, da qual muitas das principais empresas do mundo surgiram (e muitas também desapareceram).

Chamamos esse período de Web 1.0 — quando os primeiros mecanismos de busca, as primeiras vendas online e os primeiros softwares de comunicação se tornaram acessíveis.

Foi nessa época que surgiu o Google (em sua forma mais rudimentar), bem como vários outros motores de busca, e o ICQ, por exemplo. Foi neste período — o de nascimento da internet como conhecemos — que o termo Marketing Digital começou a ser utilizado.

marketing digital evolução da web

Na época, a web era apenas para pessoas e empresas mais entusiastas, o que é compreensível. Afinal, ali também havia poucos consumidores. Mas a rede foi adquirindo tração e as tecnologias foram se sofisticando sem que percebêssemos.

Em 1993, quando o primeiro anúncio clicável foi publicado, a internet possuía cerca de 130 sites no ar. Ao fim dos anos 2000, quando o marketing digital se tornou a base do que conhecemos hoje, já eram 17 milhões. Vale ressaltar que empresas como Google, PayPal e Amazon já existiam nesse período!

Mix de Marketing

Mesmo sendo digital, ainda estamos falando do marketing. E o marketing, como campo de estudo, nos fornece muitas ferramentas que se aplicam perfeitamente quando falamos de Marketing Digital. Muitas delas, inclusive, podem ser expandidas para se encaixar melhor ao mundo da internet.

Por exemplo, você conhece o conceito de 4 Ps do Marketing?

Também conhecido como Mix de Marketing, esse conceito se refere a um produto ou serviço em quatro pontos-chave:

  • Produto;
  • Preço;
  • Praça;
  • Promoção.

Assim, quando aplicado ao universo digital, existem autores que estendem esse diagrama para mais alguns elementos.

5 Ps do marketing

Com o tempo, a importância de valorizar o consumidor como parte da estratégia fez com que um novo P fosse acrescido ao conceito, o de people — Pessoas.

Nesse contexto as empresas passaram a considerar mais o poder de compra do público na hora de criar campanhas, entendendo que essas pessoas precisam ser conquistadas não apenas pelo produto e o que o envolve, mas também pelas marcas.

4 P's do marketing

8 Ps do marketing

Finalmente chegamos a era dos 8 Ps do Marketing, onde além de Preço, Praça, Produto, Promoção e Pessoas, temos:

  • Processos;
  • Posicionamento;
  • Performance.

Eles passaram a ser determinantes para identificar as ações de sucesso no Marketing.

Nesse sentido o Digital foi fundamental, porque as ações online permitem que as pessoas avaliem os resultados obtidos de maneira sistêmica e escalável, contribuindo para tornar as ações ainda mais direcionadas e estratégicas. Vamos explicar mais adiante com detalhes como isso funciona.

Conceitos chave de Marketing Digital

Assim como cada especialização tem suas especificidades, o marketing digital é um universo com seus próprios termos. Antes de começar esse post, vamos elucidar cada um desses principais conceitos.

Persona

Ao contrário das estratégias tradicionais, o Marketing Digital trabalha com o conceito de personas, que são perfis semifictícios, baseados nos seus consumidores reais, e que representam o seu comprador ideal. Assim você consegue criar ações mais segmentadas e direcionadas para as pessoas certas, poupando tempo e dinheiro.

Lead

Leads são oportunidades de negócio. São os contatos que, através de uma estratégia de Inbound Marketing, deixam suas informações chave para que você consiga identificar os seus compradores em potencial e nutrí-los com informações relevantes até que eles estejam prontos para o momento de compras.

Funil de Vendas

O Funil de Vendas, também conhecido como Jornada do Consumidor, são as etapas pelas quais uma pessoa passa durante o processo de compra, desde a compreensão de um problema, passando pela consideração de compra até a decisão.

Landing Page

São as páginas de capturas de leads, 100% focadas em conversão. A ideia é que nessas páginas você ofereça um conteúdo ou material de valor e em troca os visitantes mais interessados deixem suas informações de contato e, com isso, se tornem leads.

SEO

Search Engine Optimization ou otimização para mecanismos de busca. São as ações que contribuem para melhorar o potencial de rankeamento de suas páginas e conteúdos, ajudando você a cumprir os principais pré-requisitos exigidos pelas plataformas de pesquisa.

CTA

Os Calls-to-Action ou CTAs são os botões ou chamadas que direcionam a ação que os seus usuários devem cumprir ao visitar uma página, para que continuem no fluxo do seu funil de vendas e cheguem ao momento de compra preparados para o consumo.

Fluxo de Nutrição

É um processo de automação de Marketing onde uma ação do usuário é o gatilho para um fluxo de mensagens, geralmente por email, com o objetivo de ajudar o seu visitante a caminhar pelo funil de vendas.

Você pode conferir mais termos específicos sobre o tema neste Glossário Completo de Marketing Digital ou pode conhecê-los de forma ainda mais aprofundada nos cursos da Universidade Rock Content

#2

Vantagens do Marketing Digital

Vantagens do Marketing DigitalPor que o marketing digital deve ser uma prioridade para as empresas e quais os principais benefícios que uma estratégia online pode oferecer? Neste tópico vamos abordar esse assunto.

Você já deve ter percebido o quanto o Digital mudou a maneira de fazer marketing e para melhor, tanto para empresas quanto para consumidores. Existem diversas vantagens que podem representar economia para ambos, além de estreitar as relações entre o público e as marcas.

Interatividade

Uma das principais razões pelas quais o Marketing Digital é cada vez mais adotado em relação aos canais tradicionais, sobretudo os canais offline, é a interatividade com o público. O foco não está mais no produto e sim na experiência do usuário em sua jornada de compra.

As empresas fazem campanhas, publicações e ações, e do outro lado os consumidores podem interagir, opinar e indicar para outras pessoas apenas com alguns cliques, aumentando o engajamento com as marcas, bem como as exigências do público. Assim, é necessário cada vez mais a maneira de falar com a sua audiência.

Análise e mensuração

Imagine o mundo nos anos 1960, quando o modelo de negócios das agências de marketing e publicidade estava decolando. Neste período, poucas eram os métodos de medir a efetividade das campanhas publicitárias e anúncios veiculados.

Pode-se dizer que, até a chegada da internet, muito dinheiro foi gasto em ações ineficientes! Afinal, se você não consegue medir se um cliente foi convencido pela sua ação de marketing a comprar um produto ou serviço, é difícil dizer se a sua estratégia é efetiva.

No mundo do marketing online, a obtenção e análise de dados é uma etapa fundamental para a melhoria contínua da sua estratégia.

Felizmente, hoje absolutamente tudo deve ter o seu retorno comprovado. Métricas como o Retorno Sobre Investimento (ROI) e Custo de Aquisição de Clientes (CAC) podem (e devem!) ser analisadas em tempo real.

Assim, as empresas podem identificar falhas rapidamente, colocando melhorias em prática. Isso era impensável há bem pouco tempo.

Mais oportunidades para as empresas

Além de tudo isso, a diminuição das distâncias literalmente entre empresas e clientes ajudou e muito. Afinal, hoje mesmo as pequenas marcas podem fazer boas campanhas e atrair consumidores do outro lado da cidade, do país e do mundo.

Com isso, os consumidores ganham. Afinal, eles têm mais oportunidades de conhecer empresas com as quais se identificam. O mesmo vale para as empresas que podem criar um bom posicionamento online, aumentando as suas oportunidades de venda por diversos canais!

Direcionamento

Muitas pessoas podem pensar “nossa, vou conseguir falar com o máximo de pessoas possível”, e sim, isso é ótimo!

Mas um dos grandes diferenciais do Marketing Digital é que as empresas conseguem agora fazer ações para atrair e conquistar as pessoas certas! Ou seja, aquelas que realmente têm o perfil ideal para consumir da sua empresa.

Isso é um grande benefício porque, além de economizar dinheiro — afinal você deixa de gastar muito dinheiro com pessoas que não têm interesse em seus produtos e serviços através da segmentação —, você passa a conhecer melhor o seu público, se tornando cada vez mais especialista em conquistá-lo.

Esse é o segredo por trás do valor real do marketing digital, e está revelado para qualquer um colocar em prática! Só é necessário um método, e falaremos sobre isso agora!

#3

Estratégias de Marketing Digital

Estratégias de Marketing DigitalExiste uma infinidade de maneiras de aplicar uma estratégia de marketing digital. Entenda quais são e como fazer uma escolha que combine com as necessidades da sua empresa.

O crescente poder de processamento dos computadores e da infraestrutura em internet nos levou a um universo de possibilidades. Basta pensar no volume e a qualidade de conteúdos que temos disponíveis hoje — a manada deles gratuita.

Hoje, se eu perguntar qualquer coisa ao Google, há boas chances de eu receber uma resposta satisfatória. E essa resposta estará contida em algum conteúdo disponibilizado por um site na internet. Não é simples e, ao mesmo tempo, fantástico?

Seguindo essa lógica, sites que contêm muitas e boas respostas têm mais chances de atrair o público e, consequentemente, conquistar mais clientes, aumentar a sua percepção de marca e saber cada vez mais sobre o comportamento dos consumidores.

Como foi mencionado no capítulo anterior, muitos negócios estão migrando dos meios offline para os meios online de marketing. Evidentemente, isso aumenta a concorrência na web.

Como dissemos no capítulo anterior, o segredo está no método. Para alcançar seus objetivos de marketing, precisamos encontrar meios de chegar lá.

Mas, se a internet tem possibilidades infinitas, como posso saber que estou tomando a decisão certa? Não se preocupe, pois agora você conhecerá o que há de mais atual no mundo em termos de estratégia. Confira.

Inbound Marketing

Inbound Marketing é sinônimo de marketing de atração. Ao criar uma estratégia de Inbound, seu objetivo é ser encontrado pelas pessoas..

No inbound marketing, as empresas procuram entender as dores e necessidades dos consumidores para, em seguida, estabelecer um canal de comunicação com essas pessoas, a fim de oferecer uma solução para os seus anseios e desejos.

Hoje, a internet está repleta de ferramentas para fazer pesquisas, descobrir interesses do público e publicar materiais que os ajudem a satisfazê-los.

Quando isso é praticado continuamente, você cria a sua audiência, gerando um canal de comunicação constante com ela. Em outras palavras, a empresa conversa com sua audiência, não somente envia mensagens.

Em consequência, suas publicações passam a ser buscadas por mais e mais pessoas. Por meio desta comunicação, é possível entender interesses cada vez mais específicos do público (e sair na frente para atendê-los).

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Atualmente, a principal maneira de fazer as pessoas chegarem até você é criando conteúdo, ou seja, oferecendo informações relevantes, que solucionam problemas reais e são de amplo acesso. A essa estratégia damos o nome de Marketing de Conteúdo, que abordaremos a seguir:

Marketing de Conteúdo

Os consumidores estão diariamente procurando soluções na internet, e, na manada das vezes, essa procura começa em motores de busca.

O Marketing de Conteúdo tem como objetivo posicionar a sua marca no lugar e no momento certo da jornada de compra para oferecer as melhores soluções.

Portanto, Marketing de Conteúdo é o processo de publicar materiais e informações relevantes e valiosos, a fim de atrair, converter e encantar uma audiência.

Vale lembrar que essa estratégia, se bem-feita, pode auxiliar a triplicar em menos de um ano os acessos à empresa na internet, além de trazer muitos outros benefícios, como: reconhecimento de marca, criação de autoridade e educação do mercado.

Marketing de Conteúdo - Primeiros passos

Para isso, você precisa espalhar seu conteúdo em regiões da internet que sejam atrativas para a sua persona. Existem alguns métodos considerados padrões, tal qual um blog, o site da empresa e os perfis em redes sociais.

Contudo, existem formas de diversificar o seu alcance com diferentes canais de conteúdo. Aqui estão algumas maneiras de fazer isso:

Blog

O blog é a casa do Marketing de Conteúdo.

Isso porque ele é um canal exclusivamente seu de comunicação com o público, sem as interferências e distrações que outros canais como as redes sociais podem ter. Ou seja, você pode publicar o que quiser, como quiser, a hora que quiser.

Blogs também são muito fáceis de serem editados e administrados, o que facilita que empresas com pequenos ou grandes times de Marketing consigam tocar uma estratégia de maneira prática, econômica e rápida.

E, por fim, mas não menos importante, blogs são uma excelente ferramenta de otimização de conteúdos para melhorar os seus rankings em mecanismos de busca, como o Google. Isso melhora a visibilidade do seu negócio e amplia o seu poder de atração das pessoas certas!

Além disso, você pode usar alguns outros canais como o Medium e o LinkedIn Pulse para construir a sua audiência nesse sentido. Eles funcionam como blogs, com a desvantagens de não serem domínios próprios e com menos poder de rankeamento, mas que são mais fáceis e acessíveis.

Acesse o guia completo do blog corporativo: crie, estruture e alavanque seus resultados com o blog

Site Institucional

Muitas empresas se contentam em ter um blog ou uma página em uma rede social. Tudo isso é muito importante, mas não dispensa a necessidade de um site institucional.

Primeiro porque aumenta a credibilidade do seu negócio. Afinal, quando as pessoas procurarem você, elas precisam ter a segurança de que a sua empresa é séria e confiável.

Segundo porque esse se torna mais um canal onde as pessoas podem te encontrar e que também é só seu e pode ajudar você a conquistar boas posições nos mecanismos de busca.

É também fundamental que as suas ações de Marketing direcionem as pessoas para um canal onde elas possam solicitar os seus produtos ou serviços e finalmente consumir de você, tirando as principais dúvidas delas. E esse canal é, sem sombra de dúvidas, o site institucional.

Redes Sociais

Poucos lugares proporcional tanto a interação das pessoas com as marcas quanto as redes sociais. Elas são um canal criado exatamente com esse objetivo: comunicação, influência e diálogo.

Assim, ter uma página nas principais redes sociais onde o seu público se encontra tornou-se indispensável: seja para promover suas ações e conteúdos, seja para que as pessoas conheçam o “por trás das câmeras” da sua empresa.

Aliás, esse se tornou um ponto fundamental para a escolha por uma marca por parte dos consumidores, que é se identificar com as empresas além do produto e do serviço, mas com os valores e o ideal por trás delas. E as redes sociais são um excelente canal para que esse engajamento aconteça.

Mídias sociais são, como o próprio nome diz, os meios. Contudo, o mais importante a se cultivar são as redes.

E, no caso das redes sociais, as estratégias têm vários fins, pois têm muita importância para branding e buzz e, ao mesmo tempo, para geração de tráfego e conversões.

Evidentemente, é preciso uma estratégia, que podemos aprender a criar agora mesmo. Separamos alguns conteúdos que vão ajudá-lo nisso:

APRENDA TUDO SOBRE REDES SOCIAIS
O Guia Completo das Redes Sociais: confira tudo sobre Facebook, Instagram, LinkedIn, Twitter e Facebook
O Guia prático do Facebook Ads para você criar anúncios nesta plataforma
Quais são as redes sociais mais usadas do Brasil? Descubra e entenda porque vale a pena investir!

Como definir uma estratégia de redes sociais

Uma estratégia efetiva de redes sociais deve gerar uma participação significativa na geração de tráfego para o seu domínio, mas, ao mesmo tempo, é um canal de comunicação e divulgação da marca.

Por isso, vamos dividir em alguns passos simples:

  • Passo 1 — Estabeleça objetivos e metas. Redes sociais também têm um funil e você deve considerar as métricas relevantes em cada etapa. A metodologia de OKRs para medir o desempenho se encaixa perfeitamente nesse caso.
  • Passo 2 — Encontre as redes corretas. Facebook, Linkedin, Instagram, Twitter etc. são canais diferentes e tem suas particularidades, portanto a intenção dos usuários em cada um deles também. Faça pesquisas sobre o perfil do público, as palavras-chave e tendências antes de criar um perfil comercial.
  • Passo 3 — Crie um perfil. Fique atento aos tamanhos corretos de posts e imagens em mídias sociais. Lembre-se de utilizar um design e tom de voz que obedeça aos padrões da sua marca e sejam focados nos objetivos definidos no primeiro passo.
  • Passo 4 — Realize um benchmarking. Veja o que os seus concorrentes e blogs de assuntos relacionados estão dizendo. Se você tem concorrentes fortes, certamente eles publicam muita coisa relevante e que você deve aproveitar.
  • Passo 5 — Defina um plano e um calendário editorial. Isso é necessário para organizar as verbas e analisar o andamento da estratégia. Aplicativos como Buzzsumo são boas ferramentas de pesquisa de tendências e palavras-chave.
  • Passo 6 — Aprenda com os resultados. Assim como os blogs e sites, mídias sociais também têm ferramentas de análise. Utilize-as para calcular suas métricas e indicadores.

Email Marketing

Email Marketing é o processo de enviar mensagens com fins comerciais para um grupo de contatos obtidos por uma empresa na internet.

Ele pode ser utilizado como método de fortalecimento da sua marca, vendas, comunicação com clientes e potenciais clientes.

O canal de mensagens direto com o usuário é uma ferramenta inigualável, e pode trazer resultados muito efetivos. Inclusive, é possível segmentar suas listas seguindo diversos fatores, como taxa de abertura dos emails, respostas, downloads de um material, entre outros.

Guia para criar campanhas de E-mail Marketing

Construindo uma lista de emails

O primeiro passo para uma boa estratégia de email marketing é construir sua lista de emails, ou seja, conquistar os contatos das pessoas que receberão seu conteúdo. Como fazer isso?

  • Passo 1: escolher um bom software para gerir as suas listas.
  • Passo 2: criar uma oferta incrível, como uma newsletter, desconto ou conteúdo rico.
  • Passo 3: inserir formulários de inscrição dentro do seu site ou blog.
  • Passo 4: desenvolver uma voz para a sua empresa e criar mensagens cativantes.

Tipos de email

Email é um canal de contato com clientes e potenciais clientes, certo? Esse meio é uma forma bilateral de comunicação. Afinal, quem recebe emails pode respondê-los!

Por isso, existem diversos tipos de mensagem que você pode enviar, cada uma com uma intenção diferente em relação aos seus leads.

1. Emails Informacionais

Esse tipo de mensagem tem o objetivo de passar uma informação relevante para os contatos. Se você possui alguma notícia em primeira mão, quer divulgar algum evento ou ação específica, emails informacionais são um método excelente.

Geralmente, esse tipo de email é mais curto, buscando enviar o máximo de informações o quanto antes. Se possível, no próprio título da mensagem.

2. Emails de Nutrição

Emails de nutrição são aqueles que influenciam o leitor a tomar uma ação específica no seu site ou blog.

Muitas vezes, a jornada do cliente pode demorar mais do que você gostaria. Por isso, a nutrição de leads pode acelerar esse processo e tornar a sua base mais preparada para o momento da compra.

Mensagens desse tipo também devem ser objetivas e levar o usuário da caixa de entrada para o seu domínio, oferecendo conteúdos que os levarão a prosseguir no funil de vendas.

3. Emails Educacionais

Emails educacionais são muito úteis, e devem ser a maior parte do conteúdo que você envia. Simplesmente porque conteúdo educacional é aquele focado em solucionar problemas e dúvidas.

No fundo, essa é a principal razão pela qual o usuário assina o seu conteúdo.

Utilize-o para enviar posts relevantes, materiais selecionados por você, conteúdo exclusivo e o que mais a sua audiência buscar.

4. Emails Transacionais

Este tipo de email é muito importante, e precisa ser usado com sabedoria. Emails que sugerem uma transação ou oferta precisam ser enviados de maneira que o recebedor não perceba nenhum exagero.

Uma boa prática é manter a sua base de emails sempre limpa, somente com usuários que realmente são considerados personas.

Além disso, emails transacionais devem ser focados na conversão do usuário, o que define o tom de voz da mensagem, um bom call-to-action e um link direto.

5. Newsletter

Newsletters são um tipo recorrente de mailing. Ao assiná-lo, o usuário espera que suas mensagens cheguem com uma determinada frequência. É como um jornal em que você pode ofertar conteúdos, divulgar materiais, escrever mensagens e dialogar com a sua base.

SEO

Em uma estratégia de marketing digital, ser encontrado em mecanismos de busca é essencial, certo? E, para isso, existe um conceito específico para obter resultados organicamente, ou seja, sem pagar por anúncios.

É o que chamamos de otimização para mecanismos de busca, Search Engine Optimization ou SEO.

Hoje, motores de busca esperam oferecer os melhores resultados para a experiência do usuário. Existem diversas técnicas que você deve aplicar para mostrar aos buscadores que o seu site pode prover a melhor experiência e, assim, melhorar seus rankings.

Otimizar suas páginas significa deixá-las compreensíveis tanto para as pessoas quanto para os crawlers. E isso vai depender da sua performance em uma combinação de diversos fatores de rankeamento. Existem dois grupos de fatores de rankeamento, que explicaremos a seguir:

SEO On Page

Os fatores On Page são aqueles que podem ser otimizados dentro das suas páginas, como título, meta-descrição, linkagem interna, uso de heading tags etc. Tudo isso melhora a experiência do usuário, mas também é lido pelos crawlers, como o Google Bot.

Por isso, você pode ter um conteúdo muito atrativo, mas é preciso demonstrar isso aos robôs por meios de estruturas de dados. É preciso usar o código para referenciar o seu título, seus meta atributos, suas imagens, hiperlinks.

SEO Off Page

E não para por aí! Fatores externos também influenciam em seu rankeamento, como o tempo de carregamento do seu site, seus parâmetros de segurança, links recebidos etc.

Se você quiser entender mais sobre SEO e os diferentes fatores de rankeamento, recomendo a leitura do Guia Completo de SEO.

guia seo

SEM

Search Engine Marketing. Esse nome já diz tudo. Motores de busca são úteis para estratégias digitais que envolvam mídias orgânicas ou pagas. Ao fazer uma busca, esses mecanismos vão te retornar uma lista de links úteis, e alguns deles serão anúncios.

Por isso, marketing em motores de busca é um processo bastante abrangente. Até mesmo o SEO está contido no SEM!

Resultados do Google - Inbound Marketing

Resultados de busca do Google.


Hoje, é praticamente impossível que o Search Engine Marketing não seja peça importante de qualquer estratégia de marketing na internet. E, para isso, você deve atacar de todos os lados!

Ao exibir anúncios ou links orgânicos, acima de tudo, os motores de busca estão preocupados com a experiência do usuário, e é assim que se atinge usuários que têm intenções comerciais ao realizar uma busca.

Além do crescimento orgânico, mídias pagas oferecem oportunidades únicas de crescimento. As ferramentas e técnicas de analytics permitem encontrar o caminho para um retorno sobre investimento positivo.

E, se investir em anúncios na internet pode trazer muito mais lucros do que custos, por que não tentar? 🙂

Se ainda não te convencemos, aprenda um pouco a seguir:

Publicidade

Na internet, hoje, existem três tipos de mídias:

  • Mídias adquiridas: vêm da interação com o público, representam o engajamento, os compartilhamentos, comentários e menções.
  • Mídias possuídas: são aquelas que pertencem a alguém, os websites, blogs, perfis em mídias sociais.
  • Mídias pagas: é a promoção do seu conteúdo por meio de anúncios, como pay-per-click (PPC), displays, retargeting, propagandas em redes sociais e promoção de conteúdos.

Mídias online

Essa combinação de mídias é que vai definir o melhor jeito de conquistar a sua audiência. Nunca desconsidere nenhuma delas.

Evidentemente, resultados orgânicos são excelentes para o longo prazo, mas não têm a mesma velocidade e opções da publicidade online. Conheça agora algumas modalidades de anúncios:

Pay-per-click (PPC)

PPC é a compra de mídias que são cobradas mediante o número de cliques recebidos pelo seu anúncio. O tipo mais comum de pay-per-click são anúncios em mecanismos de busca.

Assim, na página de resultados do Google, por exemplo, existem links orgânicos e pagos.

Se você for um anunciante, é possível posicionar o seu anúncio utilizando palavras-chave e variações delas. E o usuário, ao realizar a busca, encontrará esses links patrocinados na SERP.

Display Ads

Um display ou banner é uma mistura de imagens e texto. Anúncios de display geralmente não aparecem em páginas de resultados de busca, mas em sites que fazem parte da rede de anunciantes escolhida.

Retargeting

Retargeting — não confunda com Remarketing — são banners que aparecem para o usuário depois que ele visita algum site ou pratica determinada ação. Aqui, a ideia é fazer o seu anúncio ser lembrado pelas pessoas, retomando o engajamento com o seu funil de vendas.

Ao visitar um determinado site, por exemplo, possivelmente mais anúncios desse site aparecerão para você quando você visitar algum site que faça parte da rede de anunciantes.

Promoção de conteúdo

Promoção é uma alternativa de mídia paga interessante para quem faz marketing de conteúdo. A web está repleta de conteúdos incríveis e ganhar destaque pode ser difícil.

Existem meios gratuitos de divulgação, tais quais as mídias sociais. No entanto, se você quer acelerar esse processo, é possível transformar a chamada para o seu conteúdo em anúncio.

Assim, você terá uma exibição privilegiada em motores de busca e redes sociais, além de poder segmentar o público para quem ele é exibido.

Anúncios em redes sociais

Assim como há anúncios em resultados de busca, eles também podem ser exibidos em mídias sociais. A rede do Facebook — que inclui outras mídias, como o Instagram —, possui a sua própria rede de advertisements.

Assim, as suas preferências, interesses e perfis que visita, a rede exibirá anúncios específicos para esse usuário. Cada uma das mídias sociais possui diferentes opções de segmentação, e isso faz toda a diferença na performance desses anúncios.

Guia Facebook Ads

Marketing de afiliados

Uma forma muito comum de gerar receita com Marketing Digital é por meio de afiliados. Se você vende algum produto ou serviço, pode criar uma rede de blogs e sites que podem comercializar o seu produto em troca de uma comissão.

Da mesma forma, se você é dono de um blog ou site e recebe bastante tráfego, você pode ser remunerado para facilitar ou gerar vendas para um produtor. Geralmente isso é feito por meio de um banner ou de conteúdos patrocinados.

Gestão de Leads

Gerir leads significa rastrear e levar possíveis clientes desde a primeira conversão até a venda e ao pós-venda. Esse assunto do marketing digital também pode é conhecido como gestão de aquisição de clientes ou gestão de contatos.

Além disso, frequentemente a gestão de leads é confundida com a nutrição de leads. Veremos que a nutrição de leads é uma parte do processo de gestão de leads.

Confira as etapas desse processo:

  1. Geração de Leads: é a arte de encontrar usuários potencialmente interessados em seu negócio. A geração de leads se dá em pontos de conversão taticamente posicionados em emails, anúncios, conteúdos, ferramentas etc.
  2. Geração de Leads Qualificados: mais do que simplesmente gerar novos contatos, leads qualificados são aqueles identificados como oportunidades de venda. São pessoas mais “adiantadas” no funil.
  3. Qualificação de Leads: qualificar leads significa analisá-los de maneira mais precisa, classificando as melhores oportunidades de acordo com o seu comportamento registrado. Times de marketing e vendas frequentemente têm especialistas em qualificação de contatos.
  4. Nutrição de Leads: nutrir leads significa oferecer conteúdo relevante para a sua base de contatos, de maneira a fazê-los prosseguir no funil de vendas. Hoje, o email é um método bastante eficiente de nutrição de leads, mas há novidades interessantes, como o account-based marketing.

À medida que a sua base de leads cresce, seu processo de gestão de leads precisa se tornar escalável.

Uma base de contatos pode chegar a centenas de milhares e até milhões de pessoas. Isso provoca a necessidade de lidar com sistemas mais robustos, mecanismos complexos de rastreamento de atividades e padronização das mensagens enviadas.

E não para por aí. Mesmo após a venda, os clientes não deixam de ser leads dentro da base. Afinal, é preciso encontrar mecanismos de upsell, cross-sell e retenção de clientes.

É preciso lembrar que o funil de vendas não termina na venda, mas sim no momento em que os clientes se tornam defensores da sua marca.

Se você deseja criar mensagens customizadas, segmentadas de acordo com os diferentes perfis de contatos presentes em sua base, é preciso recorrer à tecnologia. Quanto maior é o número de leads, mais complexa fica essa administração.

Para isso, softwares de automação são essenciais a partir de um nível mínimo de performance.

Automação

Como mencionamos, é muito difícil gerir uma grande base de leads. Para se comunicar com milhares — talvez milhões — de pessoas, é preciso uma ferramenta que consiga organizar e rastrear todos esses registros.

É por isso que, mais do que uma técnica, a automação de marketing é um tipo de tecnologia do marketing digital. Por meio dela, é possível agilizar todas essas necessidades.

Frequentemente, esses softwares possuem soluções para criar fluxos de trabalho e de comunicação. É como se fosse uma mistura entre sistemas de armazenamento, análise de dados e engajamento dos contatos.

Dessa forma, é possível segmentar a sua base em relação ao perfil, ao comportamento e às suas ações realizadas e — para cada um desses critérios — fornecer uma série de incentivos para a conversão e, por fim, ao encantamento do usuário.

A competição pelas melhores ferramentas de automação têm crescido muito e esse mercado tem se revelado muito promissor no mundo do marketing. Estima-se que até 2025 esse mercado alcance uma capitalização de mais de US$7 bilhões!

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Geração de leads: o guia completo para converter oportunidades
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Otimização de Conversão – CRO

Um dos termos mais utilizados em marketing digital é a conversão, certo? O processo de trazer o público para a sua base de contatos e fazê-los chegar até o fundo do funil de vendas.

O objetivo da otimização da conversão — ou Convert Rate Optimization — é descobrir onde as conversões não estão sendo aproveitadas corretamente dentro de um blog ou site. E os melhores jeitos de fazer isso são análise de dados e testes!

Antes de tomar a decisão sobre quais modificações fazer para aumentar as taxas de conversão, um profissional de CRO realiza um diagnóstico lógico. Ele é dividido em cinco etapas, descritas a seguir.

Diagnóstico lógico da Otimização de Conversão

1. Levantando hipóteses

CROs geralmente têm meios de obtenção de dados em todos os seus canais. Ferramentas como o Google Tag Manager permitem a instalação de aplicativos de monitoramento dos usuários em diversos sites e blogs ao mesmo tempo.

Assim, é possível entender porque há pessoas que visitam o blog mas não prosseguem no funil. A partir daí, basta criar ações focadas no público que realmente quer fazer parte da sua rede.

2. Principais métricas

Depois de levantar uma hipótese, é hora de transformar essa ideia em algo mensurável, e isso não é uma tarefa fácil!

Utilizando as ferramentas certas, podemos obter todos os tipos de dados. Tantos, que podemos até nos perder em tanta informação — e isso é sério! Olhar para as métricas corretas vai te gerar muita economia de tempo e dinheiro.

Evidentemente, qualquer um deseja gerar mais receita, ter mais e melhores clientes. Mas, para isso, é preciso descobrir o que gera mais receita e quebrá-los em medidas para cada etapa da jornada de compra.

Métricas de marketing, portanto, podem ser divididas de acordo com o funil de vendas, da atração até o pós-venda!

Métricas de conversão

Por que otimização para a conversão? É simples. Existe uma relação direta entre a quantidade de conversões e a quantidade de receita gerada pelo seu negócio.

E, em qualquer página, há uma infinidade de razões pela qual as pessoas não convertem.

Por isso, investir em pontos de melhoria de conversão vão refletir em alguns números importantes, que são:

  • Número de leads: representa a quantidade de leads gerados. Essa métrica funciona como um parâmetro de desempenho ao longo do tempo. Afinal, o tráfego tende a crescer e, com isso, sua taxa de criação de leads deve acompanhá-lo.
  • Custo por lead: o CPL determina a qualidade dos leads que você recebe. Portanto, o custo de geração de um novo lead deve se manter sempre baixo em relação ao custo de aquisição de um novo cliente.
  • Número de usuários: milhares, talvez milhões de pessoas vão converter nas suas páginas, mas esse número é grande ou pequeno em relação à quantidade de usuários que navegam pelo seu domínio? É o que essa métrica procura responder.
  • Taxa de conversão de leads para sales qualified leads: por fim, não podemos ignorar o funil. Nem todos os leads estão no mesmo estágio da jornada de compra e, por isso, esse estágio que transita entre meio e fundo de funil precisa ser observado.
Métricas de receita

Métricas de receita não devem ser observadas separadamente das métricas de conversão. O objetivo da conversão é levar o usuário até a compra e, aqui, vamos diferenciá-las por questão metodológica.

  • Custo de aquisição de cliente: uma estratégia de marketing pode ter custos em tempo, dinheiro e outros recursos. Por isso, é preciso calcular quanto, em média, gastamos para adquirir um novo cliente.
  • Lifetime Value: também conhecido como LTV, ele representa, em média, a receita gerada pelo cliente em todo o seu ciclo de vida.
  • Número de clientes: como estamos falando de um funil, é natural que haja bem menos clientes do que leads. Sendo assim, essa métrica responde quais seus pontos de conversão mais geram clientes e se a quantidade de clientes está alinhada com a receita.
  • Lucro: por fim, a otimização das conversões deve impactar o lucro. Esse número vai dizer se os investimentos e custos têm valido a pena. Vale lembrar que lucros negativos representam prejuízo.

3. Calculando a relevância

Antes de um processo de otimização de conversão ser implantado, primeiro é preciso definir o que são resultados confiáveis.

Portanto, é preciso ter uma população definida e amostras de tamanho razoável para conduzir os testes.

E isso não é tarefa fácil. Em uma amostra muito pequena, os resultados se tornam muito sensíveis às variações, sejam elas positivas ou negativas. Contudo, uma amostra muito grande — embora não seja ruim estatisticamente — pode ser um desperdício de tempo e recursos com testes.

4. Criando testes

Criar testes é uma arte. Na verdade, esse assunto pode render um livro inteiro. Graças às mídias digitais, é possível realizar dezenas (às vezes centenas!) de testes ao mesmo tempo.

Assim, a fase de realização de testes pode ser divida em outras fases menores.

De maneira preliminar, são testadas diversas hipóteses. Após a coleta dos resultados, os melhores são levados adiante, mas o processo não para por aí.

Em seguida, são determinadas hipóteses de como os melhores resultados podem ser trabalhados para gerar ainda mais resultados, reiniciando o ciclo.

Somente quando os melhores resultados tiverem melhorias positivas é que o profissional de CRO terá provas suficientes de que melhorias definitivas foram implementadas.

5. Analisando resultados

Embora não pareça, essa fase é bastante complicada. Não somente pela visualização dos dados, mas também pela confiança no processo. Para conseguir resultados confiáveis é preciso:

  1. Configurar todas as etapas de conversão. Muitas vezes isso envolve diversos softwares, e é preciso se assegurar de que os resultados que chegam para você estão corretos. Um erro no início do processo vai confundir quem analisa os dados.
  2. Olhar para as métricas corretas. Muitos leads não necessariamente significam mais receita. Em contrapartida, leads que se tornam clientes cujo custo de aquisição é muito alto nem sempre serão um bom negócio. Isso varia em cada segmento, e somente quem analisa os dados pode definir o melhor parâmetro.
  3. A análise correta dos resultados vai definir a tomada de decisão. Analisá-los incorretamente pode levar a ações ineficientes ou mesmo prejudiciais e, pior ainda, confundir totalmente a equipe de marketing.

Logo, é preciso verificar cada ponto de conversão, garantir que as informações estejam chegando corretamente no seu CRM ou software de automação de marketing e questionar até mesmo as hipóteses mais óbvias.

Outros canais

Podcasts e posts em áudio

Conteúdos em áudio são uma tendência cada vez maior, principalmente com a popularização dos podcasts.

Eles permitem uma maior facilidade de consumo por parte do usuário, já que podem ser acessados, por exemplo, de um dispositivo móvel para ouvir enquanto está andando, dirigindo ou apenas longe de um computador.

Além disso, vale lembrar que o Áudio Marketing é uma das grandes apostas do futuro, principalmente por causa do surgimento de tecnologias de assistência virtual como a Alexa, da Amazon, e a Cortana, da Microsoft.

Ferramentas e apps

Aplicativos são extremamente interessantes para diversos nichos. Eles permitem uma maior interação entre o usuário e marcas, além de serem um espaço exclusivo da empresa.

Com eles, você pode incentivar o usuário a ficar mais tempo em contato com o seu domínio e aumentar o valor percebido pelo público.

Notificações Push

Um exemplo de ferramenta que pode ser definitiva para a melhora dos resultados do seu site são as notificações via push.

Basicamente, elas funcionam como pequenos alertas clicáveis que aparecem no dispositivo dos usuários inscritos, podendo conter CTAs para blog posts, materiais ricos, landing pages e muitos outros.

Por funcionarem como um tipo de alerta, essas notificações garantem altos índices de conversão e podem funcionar tanto em desktop quanto em mobile.

Chatbots

Os chatbots, robôs de comunicação automatizada, são ferramentas excelentes para adicionar na sua estratégia digital.

Além de auxiliarem no processo de otimização do atendimento de clientes em sites e redes sociais, esses bots podem ser utilizados para melhorar o relacionamento com leads e clientes, divulgar informações importantes e até mesmo gerar vendas.

Blogs e sites parceiros

Publicar materiais com links para o seu domínio em outros blogs virou uma tática essencial de marketing digital. Vale lembrar que o volume e a qualidade dos backlinks são importantes fatores de rankeamento no Google.

Assim, você pode criar um conteúdo relevante para publicar no blog de um parceiro, por exemplo. Assim, todo mundo sai ganhando.

Vamos continuar explicando como estruturar seu plano de marketing digital. Se você quer continuar sempre com este material, pode baixá-lo agora mesmo!

Tenha este material sempre com você!

Disponibilizamos este post para download em PDF para que você possa consultar sempre e enviar para o seu time.


#4

Plano de Marketing Digital

Plano de Marketing DigitalPara criar uma estratégia de marketing digital, é preciso começar estabelecendo objetivos, certo? E, para você alcançar os seus objetivos de marketing, o melhor caminho é planejar diferentes ações possíveis.

Ao tentar prever os possíveis cenários e documentar um roadmap de ações, estamos falando da criação de um plano de marketing, em que todas as fontes de informação possíveis são utilizadas.

Por exemplo, se você deseja gerar mais vendas, um objetivo de marketing pode ser um aumento percentual da quantidade de leads qualificadas.

A partir disso, considerando a sua persona, os seus recursos disponíveis e o cenário em que seu negócio se encontra, é possível estabelecer um plano para fazer esse objetivo acontecer!

Mas como unir tantos elementos de uma vez?

Pode parecer muito complexo, mas existem alguns passos que comprovadamente ajudam (muito!) na estruturação de um plano.

1. Definição dos objetivos

Ao definir um plano, é importante cobrir diferentes tipos de objetivos. Isso porque, muitas vezes, objetivos maiores dependem do cumprimento de várias pequenas metas. É o que chamamos de objetivos principais e secundários.

Além da complexidade, o prazo também é muito importante. Portanto, um bom planejamento contempla objetivos de curto, médio e longo prazo.

Sendo esse o primeiro passo de um plano de marketing, sua relevância é incalculável. Errar na definição dos objetivos pode comprometer a estratégia como um todo.

E, para eliminar essa possibilidade, existe uma framework muito popular para isso, o SMART. SMART é um mnemônico em inglês para as características essenciais de um objetivo de marketing.

Logo, um objetivo de marketing é relevante desde que seja:

  • Specific ou específico: todos os envolvidos devem ter claro entendimento do que se trata.
  • Measurable ou mensurável: não faz sentido criar uma meta se ela não puder ser medida ou tiver critérios subjetivos, certo?
  • Actionable ou atingível: objetivos fáceis levam ao desperdício de oportunidades, e objetivos difíceis demais podem desmotivar o time. As metas mais bem elaboradas são simultaneamente desafiadoras e realistas.
  • Relevant ou relevante: ao estabelecer um objetivo, certifique-se de que ele é crucial para o seu negócio.
  • Time-bound ou temporal: toda meta precisa ter um prazo para ser alcançada. Evidentemente, metas para um mês, trimestre ou ano têm características diferentes.

2. Criação de Indicadores-chave de Performance (KPIs)

Objetivos sempre vêm acompanhados de indicadores. No entanto, em um mar de informações, é preciso olhar para os indicadores corretos. Eles mostrarão se você está percorrendo o caminho correto até o alcance dos objetivos.

KPIs ou Key Performance Indicators representam exatamente esse conceito. KPIs são números absolutos ou percentuais, que podem ser medidos, analisados e têm importância direta para o seu negócio.

Por exemplo, você tem uma meta ligada à geração de tráfego? Então, o mínimo diário de visitas no seu site ou blog é um indicador válido.

Vale lembrar que KPIs podem ser indicadores de qualquer natureza, desde que sejam mensuráveis e relevantes. Métricas de marketing, por exemplo, podem ser indicadores-chave, como veremos em seguida.

3. Detalhamento da Persona

Quando falamos sobre personas no começo deste artigo, destacamos a importância que ela tem para uma estratégia. Aqui, o argumento é um reforço: invista tempo e recursos elaborando uma persona detalhada.

Procure usuários na sua base de leads, pessoas em mídias sociais (LinkedIn e Facebook são ótimos para isso) e em pesquisas na internet. Se você já tem uma persona documentada, é possível expandi-la!

Além de perguntas como “quais são seus problemas?” ou “como podemos ajudar a persona a resolver esses problemas?”, explorar tópicos extras pode ser bastante elucidativo.

Quer complementar a análise da sua persona? Pergunte “quais livros ela lê?”, “quais são seus influencers favoritos?”, “quais eventos ela frequenta?”, “quais softwares ela utiliza?” e outros. O aprofundamento da sua persona resultará sempre na identificação de mais e melhores oportunidades.

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#5

Métricas de Marketing Digital

Métricas de Marketing DigitalUma das principais vantagens do marketing digital é ser mensurável. Assim, a possibilidade de documentar e avaliar as estratégias usadas permite uma compreensão da estratégia e a tomada de decisões baseadas em dados.

Antes da internet, provar o valor de uma ação de marketing era bem mais difícil. A falta de conhecimento motiva decisões ruins.

E, para você não cometê-las e extrair o melhor de todos os seus esforços, definir parâmetros de mensuração é essencial. É impossível ter sucesso sem usá-las corretamente.

Abaixo listamos algumas das mais importantes métricas de marketing, mas também recomendamos que você estude mais sobre o assunto ao criar uma estratégia.

A melhor forma de começar a observar as métricas corretas é obtendo alguns dados do seu blog ou site. Métricas comuns utilizadas em uma estratégia, são:

  • Visitantes Únicos: qual é o número de pessoas que acessam a sua página. Cada visitante é contado apenas uma vez dentro do período de tempo indicado.
  • Sessões: é o conjunto de interações, tal qual as visualizações de página e cliques, que um mesmo usuário executa em um dado período.
  • Tráfego Orgânico e Pago: representa a quantidade de sessões que são originadas de mecanismos de busca e campanhas pagas na web.
  • Taxa de Rejeição: é a porcentagem de usuários que realizam apenas uma visita, sem realizar outras interações, como cliques e visualizações de páginas.
  • Taxa de Conversão: é a porcentagem resultante entre o número de visitas e o número de conversões realizadas.
  • Links Externos: é o volume e a qualidade de links vindos de outros domínios que direcionam para o seu site ou blog.

Mas essas não são as únicas métricas de marketing. Na verdade, conhecer todas as métricas e escolher as que melhor se adequam ao seu negócio deve ser uma etapa no seu planejamento.

Por isso, vamos realizar um estudo aprofundado sobre algumas delas a seguir:

Retorno Sobre Investimento

Este é um fator que está diretamente ligado à lucratividade da sua estratégia. O ROI representa uma comparação entre o quanto você cresceu em vendas e o quanto você gastou.

Assim, a fórmula do ROI é:

ROI = retorno – custo do investimento / custo do investimento

Suponha que, somados todos os custos, seu investimento total em Marketing de Conteúdo foi de R$ 100 mil durante 1 ano.

Nesse período, essa estratégia foi responsável por 120 vendas com uma receita média de R$ 5.000,00, resultando um ROI de 5 ou 500%.

Logo, para cada real investido nessa suposta estratégia de Marketing de Conteúdo, 5 reais retornaram em forma de lucro – o que seria um ótimo resultado!

Custo de Aquisição de Clientes

O CAC nada mais é do a relação entre o número de clientes e o seu gasto com marketing digital. Essa métrica busca responder à pergunta: “quanto eu preciso investir para atrair um novo cliente?”.

Assim, ela é calculada pela divisão dos seus custos destinados à aquisição de clientes pelo número de novos clientes no período.

Supondo que uma empresa gastou R$100 mil em marketing em um ano e adquiriu 120 novos clientes nesse ano, seu CAC é de R$833,33.

Receita Mensal Recorrente (MRR)

Também conhecida como Monthly Recurrent Revenue, é uma forma de prever a receita gerada. Essa métrica é muito comum em negócios que envolvam assinaturas, pois elas pressupõem pagamentos periódicos.

Essa medida facilita a análise de performance, sobretudo quando seus produtos têm uma grande variedade de preços.

Para exemplificar, pense em um contrato sendo pago em parcelas. Se um cliente adquire um serviço por R$5.000 durante um ano, dividido em 12 parcelas, então o MRR gerado é de R$416,67. Some isso ao de todos os outros clientes e esse será o MRR da sua empresa.

Esse cálculo permite que você visualize o padrão em que sua empresa está crescendo em termos de receita.

Custo Por Aquisição

Diferentemente do custo de aquisição de clientes, essa é uma comparação que pode variar. Uma aquisição, na verdade, é definida pelo dono do negócio. Pode ser um novo contato, um novo lead ou lead qualificado.

Como mencionado, essa métrica é comum em campanhas de geração de leads. Trata-se da soma dos seus gastos e os contatos adquiridos dentro de um período de tempo.

Uma dica interessante é comparar o seu CPA com a receita gerada em cada aquisição. Assim, se o seu CPA é maior do que a RPA, é um indicador de que sua estratégia está falhando.

Custo Por Lead

O custo por lead, como o próprio nome explica, demonstra o quanto você gasta para gerar um novo lead. Ela pode ser uma métrica semelhante ao CPA, porém aplicável a somente um tipo de contato.

Geração de leads é uma prática recorrente em estratégias de marketing digital. Já dissemos o quanto a gestão de leads é importante, não é verdade?

Mais leads representam mais oportunidades, então, precisamos medi-los! O CPL é a métrica para observar como está a sua eficiência, seus gastos e a geração de leads projetada.

Taxa de Retenção e Churn

Ninguém quer se desfazer de um cliente, certo? Portanto, é importante olhar para quantos deles estão indo embora todo o mês, ano ou período qualquer.

A retenção pode ser calculada usando o número total de clientes no começo e no fim do período junto com o número de novos clientes.

Taxa de Retenção = ((Clientes no fim do período – novos clientes)/clientes no começo do período) * 100

A taxa de retenção é sempre igual a 1 – taxa de desistências (churns). Ou seja, esses números representam a mesma coisa sob diferentes perspectivas.

Vamos a um exemplo: se você começa um mês com 120 clientes e o encerra com 130. Nesse intervalo, você conquistou 20 novos clientes e teve 10 cancelamentos. O resultado serão 10 clientes extras.

Isso significa uma taxa de retenção de 91,67% dos seus clientes, ou uma taxa de desistência de 8.33%.

Tráfego Por Canal

Uma estratégia de marketing digital, hoje, utiliza vários canais de aquisição. Vários deles estão disponíveis e possuem um volume de público consolidado.

De buscas orgânicas a mídias sociais, campanhas pagas etc. Cada um desses canais terá participação na quantidade e na qualidade de visitas que seu domínio recebe e, consequentemente, no número de vendas que isso gera.

Portanto, é importante verificar o quanto cada um dos seus canais performa para entender como estão os seus resultados.

Novas Sessões

Sessões são calculadas, por padrão, pelo engajamento de um usuário durante até 30 minutos. Portanto, se você visita um site duas vezes em um intervalo de 30 minutos, isso será contado como uma sessão apenas.

Contudo, após os 30 minutos desde a primeira visita, será contada como uma nova sessão. Quando o seu conteúdo possui um alto poder de atração, frequentemente usuários novos e recorrentes irão visitá-lo.

#6

Ferramentas de Marketing Digital

Ferramentas de Marketing DigitalOutro aspecto que diferencia positivamente o Marketing Digital das opções tradicionais sãos as diversas ferramentas que podem ajudar na administração e mensuração dos seus resultados em todos os canais.

Ferramentas de marketing digital ajudarão a filtrar as informações mais importantes, a entender o desenvolvimento da estratégia, a gerar relatórios e fazer o acompanhamento dos números. Porém isso só será possível se você entender exatamente quais são os seus objetivos com cada estratégia de Marketing e tiver foco nos números que realmente importam.

Por isso vamos listar algumas ferramentas e seus diferentes usos para que você saiba exatamente o que e como escolher as melhores opções para o seu time.

Confira estas e outras ferramentas sobre marketing, gestão e vendas.

Ferramentas de SEO

O SEO envolve uma série de estratégias e, portanto, existem ferramentas com finalidades diferentes para conseguir executar um bom plano de otimizações para alcançar boas posições nos motores de busca.

Pesquisa de Palavras-chave

Essas ferramentas permitem que o usuário encontre oportunidades de termos fundamentais para sua estratégia, além de identificar a competitividade e o volume de buscas dessas palavras.

Algumas das principais ferramentas de palavras-chave são:

SEO técnico

As ferramentas de SEO técnico também possuem funções variadas como checar a autoridade de domínio (seu e do seu concorrente), averiguar e corrigir erros de SEO e encontrar conteúdos duplicados, entre outras funções.

Para SEO técnico, boas ferramentas são:

Backlinks

As ferramentas de Backlinks são importantes para checar os links que você recebe, a qualidade desses links e fazer uma análise de links que devem ser removidos ou redirecionados.

Boas ferramentas para conferir os backlinks do seu site:

Ferramentas de análise

As ferramentas de análise são fundamentais para a compreensão do sucesso da estratégia e dos resultados obtidos.

Análise de métricas

Além das ferramentas que já têm um Analytics próprio, o que é cada vez mais comum, algumas ferramentas de análise podem ser usadas de forma estratégica para entender diferentes pontos da estratégica e ter uma compreensão do todo.

Elas permitem um acompanhamento de fatores como tráfego, origem do tráfego, caminho dos usuários pelo site, entre outros.

Bons exemplos são:

Análise de concorrência

Para acompanhar os resultados que a sua estratégia de Marketing Digital traz para a sua empresa é fundamental analisar a sua concorrência e identificar pontos de melhoria e aprender com eles.

Essas ferramentas servem para fazer comparativos de palavras-chave, backlinks, tráfego, engajamento entre outras coisas.

Algumas das ferramentas mais populares são:

Ferramentas de Design

O design é fundamental em nosso dia a dia, e não seria diferente em uma estratégia de marketing digital. O conteúdo visual é cada vez mais uma tendência para a comunicação online.

Ferramentas de imagens

O visual de um site ou blog é fundamental para o sucesso e para gerar uma conexão com o leitor. É importante encontrar um identidade visual para a sua empresa e o design é fundamental nisso.

Muitas empresas têm dificuldade para um investimento inicial em design, por isso, boas ferramentas são os bancos de imagem gratuitos.

Além deles, temos algumas ferramentas essenciais para a edição, criação e tratamento de imagens como:

Ferramentas de vídeos

Além das imagens, os vídeos são um dos tipos de conteúdo mais consumidos na internet e um dos mais queridos pelo público.

Investir em uma estratégia de vídeo pode potencializar bastante a sua estratégia de marketing.

Ferramentas para edição dos vídeos, para adicionar efeitos, criar vinhetas, fazer montion graphic, entre outras coisas.

Dentre as mais populares estão:

Ferramentas de CRO

Entender as conversões do seu site e de sua estratégia online como um todo é essencial.

Boas ferramentas que possibilitam isso são:

Enquanto a primeira possibilita integrar as informações e acompanhar seus contatos pela jornada em seu domínio, a segunda oferece mapas de calor para identificar quais são os melhores pontos do seu site ou blog e os que podem ser melhorados.

Ferramentas de Automação

Ferramentas de automação são usadas para integrar sua estratégia, enviar emails, gerenciar suas leads e facilitar o contato entre marketing e vendas. Elas também permitem a criação de testes A/B, criação de fluxos de trabalho etc.

Boas ferramentas de automação são:

Ferramentas de Relacionamento Interno

As ferramentas de relacionamento interno são muito importantes para facilitar a comunicação entre diferentes setores da empresa. As duas ferramentas mais indicadas são o Slack e o Zendesk.

Enquanto o Slack é um canal de troca de mensagens, funcionando como um WhatsApp corporativo, o Zendesk permite que a abertura de tickets para solucionar problemas e centralizar a informação.

Ferramentas de redes sociais

As ferramentas de Redes Sociais são fundamentais para o sucesso de uma estratégia de Marketing Digital. Elas permitem o agendamento de posts, acompanhamento de métricas e a centralização da estratégia em diferentes redes.

Para profissionalizar sua estratégia nas redes sociais, uma boa ideia é usar ferramentas como:

Ferramentas de gestão de projetos

Esse tópico é especialmente importante para grandes times, mas é importante para todas as empresas. Integrar diferentes setores e coordenar as tarefas que são necessárias para atingir um objetivo torna-se mais fácil quando há um cronograma e um bom planejamento.

Nesse sentido, boas ferramentas são

Ferramentas de Email Marketing

Não poderíamos deixar de fora as ferramentas de Email Marketing, até porque, esse é um dos elementos mais fundamentais de toda estratégia digital de sucesso.

Pensando nisso, confira as ferramentas que mais gostamos e utilizamos aqui na Rock:

Além dessas, alguns sistemas de automação, como RD Station e Hubspot, também podem ser usados para o dispara automático de emails.

Recursos para aprender mais

Se depois de ter lido este post inteiro a sua vontade é de aprofundar ainda mais os seus conhecimentos sobre marketing digital, aproveite também para explorar outras fontes de aprendizado, como:

Tendências de Marketing Digital para 2019
Parte 27

Marketing Digital em 2019: saiba quais são as 8 maiores tendências

Adeus ano velho, feliz ano novo. 2019 vem aí e, com ele, uma quantidade de mudanças na forma como nos comunicamos com o público consumidor.

E, quem não conseguir se adequar às novas tendências de marketing digital, pode muito bem colocar a sua estratégia em risco.

Ao mesmo tempo que novas tecnologias surgem, o consumidor fica cada vez mais exigente, e nós precisamos ser mais e mais criativos para estabelecer uma linha de comunicação com ele.

Pensando nisso, elegemos as 8 principais tendências de marketing digital para 2019 e como colocá-las em prática para obter os melhores resultados nesse novo ano.

Interessado? Então continue lendo!

1. Gestão de marca com autenticidade e participação dos usuários

O consumidor estará no centro de todas as ações de marketing digital em 2019 e nos anos seguintes. Isso inclui, claro, a gestão de marca das empresas.

O branding é um nicho do marketing que visa construir uma impressão positiva da marca de uma empresa dentre a opinião pública.

No ano que vem, a palavra-chave que deverá nortear todas as ações de branding é “autenticidade”.

O público já é naturalmente desconfiado da publicidade e busca, cada vez mais, empresas autênticas para se relacionar.

Segundo pesquisa, para 86% dos consumidores a autenticidade é um dos fatores mais importantes para decidir se apoiarão ou não uma marca (essa porcentagem é ainda maior com os millennials).

Os benefícios de se tornar uma marca que é vista positivamente pelo público são muitos, um deles é o aumento das vendas.

De acordo com uma pesquisa da Marketing Tech News, 49% dos consumidores tendem a pagar mais para comprar de uma empresa que eles enxergam como positiva.

Ou seja, a diferença entre um faturamento recorde ou uma crise pode estar em quão autêntica é a sua marca na visão do público.

A dificuldade está em ser vista como uma marca autêntica. Como alcançar isso?

Simples: conteúdo criado por usuários.

As pesquisas indicam que os consumidores têm 3 vezes mais chances de considerar um conteúdo autêntico se ele for feito por uma pessoa do que por uma marca.

Por isso, as suas estratégias de branding no ano que vem precisam incluir o conteúdo criado por usuários.

Um exemplo recente de sucesso desse tipo de iniciativa é o restaurante This Is Not a Sushi Bar, especializado em comida japonesa.

Na sua unidade de Milão, os clientes podem “pagar” a refeição com os seus seguidores no Instagram.

Quanto maior a quantidade de seguidores, maior o desconto obtido com a ação.

Isso incentiva a quantidade de posts feitos por usuários nas redes sociais — o que ajuda a marca a ficar conhecida e vista como autêntica pelos outros consumidores.

Employer Branding

2. Otimização para buscas por vozes no seu site ou blog

Todos os dias, cerca de 3,5 bilhões de pesquisas são feitas no Google.

E 1/3 delas são realizadas por comando de voz, com principal destaque para os assistentes pessoais como Alexa e Bixby, com perspectiva desse número aumentar para 50% em 2020.

Isso significa que, se o seu site não está otimizado para as pesquisas por voz, você está perdendo um enorme fluxo de usuários.

As pesquisas de voz começaram a ficar realmente populares nos últimos anos, com o avanço da tecnologia de reconhecimento de palavras do Google.

Eles ganharam o coração do público porque são mais simples e fáceis de usar: basta apertar um botão, dizer o que se quer e surgem os resultados.

Uma das características das pesquisas por voz é que elas oferecem apenas alguns resultados para o usuário.

É muito mais difícil de colocar o seu site nessas buscas, mas a taxa de conversão é muito maior também.

Por isso, é necessário direcionar esforços para otimizar o seu site para alcançar essas pessoas e alimentar sua estratégia de marketing digital com esse fluxo de usuários.

3. Conteúdos e estratégias pensados para os micro-momentos

Os smartphones e a conexão permanente com a internet mudaram de vez o comportamento do consumidor.

Uma dessas mudanças vem na forma dos micro-momentos, termo cunhado pelo Google.

Micro-momentos são situações extremamente específicas dentro da jornada de compra do consumidor, nas quais ele busca por informações na internet.

Segundo o Google, existem 4 micro-momentos:

  • eu quero saber;
  • eu quero ir;
  • eu quero fazer;
  • eu quero comprar.

Também de acordo com a empresa, cada pessoa passa em média por 150 micro-momentos durante o dia. É muita coisa.

O esperado para o ano que vem é que os micro-momentos se intensifiquem, especialmente em decisões de compras relativamente simples (como “o que almoçar hoje” ou “o que comprar de presente de Natal para minha mãe”).

Com a perspectiva do mercado de smartphones e dispositivos móveis crescendo em 2019, mais gente deverá estar conectada nesse ciclo e os micro-momentos serão ainda mais importantes no ano que se avizinha.

Para aproveitar essa tendência, você precisa compreender quais micro-momentos podem ser saciados pela sua empresa e, então, elaborar estratégias de comunicação que alcancem as pessoas nessas situações.

4. Adaptação e otimização para as novidades das redes sociais

As principais redes sociais anunciaram novidades nos últimos meses que causarão impacto nas estratégias de marketing em 2019.

A tendência é que as empresas tenham que reformular as suas ações para se adaptar à nova realidade.

No Facebook, uma mudança de algoritmo trouxe mais posts de familiares e amigos para a timeline das pessoas, ignorando os conteúdos de páginas e marcas.

Isso diminuiu o alcance orgânico de muitas empresas.

A solução é reformular a sua estratégia de conteúdo com maior foco em engajar o público, o que aumenta seu alcance orgânico na rede social.

Já o Instagram lançou recentemente o IGTV, uma plataforma de vídeos interna.

A ideia é que os usuários (incluindo as empresas) postem vídeos com até 1 hora, em formato vertical, que ficarão armazenados para sempre.

Isso muda a estratégia de marketing no Instagram para as empresas, que agora ganham a possibilidade de fazer vídeos mais completos e duradouros para alcançar aquele público.

5. Marketing de conteúdo mais criativo, profundo e personalizado

A área do marketing de conteúdo também passa por mudanças e apresenta algumas tendências claras para o ano que se aproxima.

O conteúdo de qualidade segue estabelecido como uma das maneiras mais eficientes para gerar leads e fechar negócios com o marketing digital.

A diferença de 2019 para os anos anteriores é que o consumidor começa a pedir por um material que seja mais aprofundado.

Conteúdos altamente especializados e focados estarão em alta no ano que vem, já que se provaram altamente eficazes nos últimos meses.

A tendência para o próximo ano é que os conteúdos reconheçam as particularidades de cada consumidor e ofereçam uma experiência completa, multicanal e personalizada.

Por exemplo: Um e-mail personalizado será enviado para a lead com um conteúdo profundo e criativo sobre uma dor específica que ele tenha.

Esse esforço avançará o consumidor ao longo do funil de vendas com mais eficiência, aumentando a taxa de conversão da estratégia.

Para isso, as empresas precisarão mapear a jornada de compra dos seus clientes com mais detalhes.

Para entender as dores específicas dos consumidores, devem ser feitas entrevistas e análises de dados.

Com o mapeamento realizado, a estratégia precisa montar os pontos de ativação das dores dos clientes (com ebooks e outros padrões de comportamento) e então oferecer os conteúdos diferenciados personalizados para os clientes.

6. Uso de influenciadores locais na estratégia de marketing

O uso de influenciadores nas estratégias de marketing digital segue com força. Afinal, a estratégia é extremamente eficaz.

O marketing de influenciadores consiste em contratar personalidades que sejam reconhecidas pelos consumidores para que eles façam ações e comuniquem aos seguidores sobre as vantagens do produto da empresa.

A ideia é que eles influenciem as pessoas a adquirir aquele serviço ou produto.

Com mais e mais pessoas saltando para a posição de influenciadores digitais, o que vemos nas redes sociais atualmente é o surgimento de nichos altamente especializados.

O segmento de “fãs de cinema”, por exemplo, é dividido em microcosmos, com os “fãs de ficção científica”.

Dentro desse nicho, mais divisões: “fãs de Star Trek”, “fãs de Star Wars”, “fãs de Isaac Asimov” etc.

Cada uma dessas divisões tem os seus influenciadores principais, que necessariamente não são os mesmos da categoria principal.

Isso acontece tanto em áreas de consumo, como também em localizações geográficas.

Em muitas ocasiões, pequenas comunidades de bairro têm mais influência do que um grande influenciador digital.

Se a sua empresa for local (tanto em áreas de interesse, como geograficamente), a tendência para 2019 é focar em parcerias de longo prazo com influenciadores locais.

Para isso, o 1° passo é fazer um mapeamento dos pontos de influência na sua área de atuação, seja um nicho de interesse ou local e analise se realmente essa estratégia faz sentido para o seu negócio.

Isso significa pesquisar podcasts, canais no YouTube e pessoas com alto nível de engajamento e participação com o seu público.

Faça uma lista com os principais influenciadores do seu nicho e então gaste um tempo para conhecê-los, entender os seus posicionamentos e os seus níveis de engajamento dos seguidores.

Então, inicie contato e proponha uma parceria.

Infográfico sobre Influenciadores Digitais

7. Confirmação das lives em redes sociais e conteúdo em vídeo

O uso de conteúdo em vídeo no marketing digital não é mais uma simples “tendência”, mas uma realidade.

Os números não mentem: 72% das empresas que começaram a usar material em vídeo na sua estratégia digital registraram aumento nas suas taxas de conversão.

Uma evolução dessa ferramenta que podemos, sim, chamar de tendência no ano que vem são as lives em redes sociais ou em plataformas próprias.

Essas lives consistem em transmissões de vídeo ao vivo via ferramentas como o YouTube Live, Facebook Live, Instagram Live ou plataformas como o Twitch, LiveStreaming e outras.

Elas são populares atualmente porque oferecem ao consumidor um vislumbre dentro dos bastidores de uma empresa.

As lives são vistas como mais autênticas (lembra que mencionamos a importância disso no 1° ponto?).

A questão é: Como usar lives na sua estratégia de marketing digital em 2019?

Primeiramente, é preciso entender o efeito das lives na relação entre o público e a marca.

Feito isso, você observará que essas transmissões ao vivo tem um poder enorme de aproximar ambos e fortalecer a relação entre eles.

Portanto, as lives são ferramentas essenciais no trabalho de branding e de fidelização dos consumidores.

Conteúdos como os bastidores de trabalho, por exemplo, ajudam a dar um rosto para a marca e atestam a autenticidade da empresa.

Além disso, lives com perguntas e respostas, apresentação de produtos e anúncios também são bem vistos pelo público.

O interessante das lives é que elas são versáteis e conversam com outras tendências de 2019, como os influenciadores locais (eles podem participar da transmissão), o conteúdo personalizado e o trabalho para engajar o público nas redes sociais.

8. Afirmação do uso dos chatbots no atendimento ao consumidor

O desenvolvimento tecnológico afeta o futuro e as tendências de várias áreas e, com o marketing digital, não poderia ser diferente.

São várias as áreas que começam a despontar e prometem se afirmar em 2019. A principal delas são os chatbots.

Esses robôs servem para interagir com o público de uma maneira que humanos não conseguem.São muito mais rápidos e atendem os consumidores de maneira pessoal, alguns até com senso de humor e personalidades próprias.

Os chatbots estão virando tendência por causa de uma mudança na maneira como as pessoas se comunicam na internet.

Os aplicativos de mensagens online, como o Messenger, WeChat ou o WhatsApp, têm mais usuários do que o Instagram, Twitter ou o Snapchat.

O WhatsApp, inclusive, tem quase tantos usuários como o YouTube e o Facebook, trocando mais de 55 bilhões de mensagens todos os dias.

Com tantos usuários, é uma bobagem ficar de fora dessas plataformas e os chatbots ajudam nessa área, respondendo as mensagens dos consumidores e acumulando dados sobre eles.

Esses robôs podem ajudar os clientes a comprar produtos online, reservar ingressos de cinema e mesas em restaurantes, esclarecer as dúvidas mais comuns e muitas outras funções.

Para utilizar os chatbots na sua estratégia digital, o 1° passo é decidir se usará um programa exclusivo da sua empresa ou uma das muitas opções disponíveis no mercado.

A escolha depende do tamanho do orçamento disponível para essa ferramenta e o nível de complexidade esperado para as interações entre o público e o chatbot.

Nós temos um ebook excelente que pode ajudar a entender como aplicar um chatbot na sua estratégia de marketing.

Resumo das tendências de marketing digital para 2019

E aí, de maneira resumida, quais as grandes tendências de marketing digital para 2019? Confira:

  • Os consumidores buscam autenticidade das marcas no mercado.
  • A busca por vozes deve crescer ainda mais e chegar a 50% de todas as pesquisas no Google até 2020.
  • Os micro-momentos são cada vez mais importantes na jornada do consumidor.
  • As redes sociais estão em constante evolução e precisamos acompanhar as suas mudanças para manter a relevância.
  • As pessoas buscam por conteúdos que sejam mais específicos, profundos e personalizados para as suas dores particulares.
  • Os influenciadores locais, aqueles com capacidade de motivar consumidores de nicho, serão os melhores parceiros das empresas.
  • O conteúdo em vídeo, em especial as lives em redes sociais, serão essenciais para todas as empresas.
  • O avanço da Inteligência Artificial e dos chatbots ajudará as marcas a atender mais consumidores online.

Deu para ver que as tendências de marketing digital em 2019 exigirão muita atualização e preparo para que o barco da sua estratégia de marketing possa navegar tranquilamente no ano que vem, não é mesmo?

Por isso, comece a sua atualização hoje mesmo: conheça as 12 técnicas de SEO desatualizadas que você deve parar de usar nesse momento!

O que fazer com conteúdos antigos
Parte 28

Saiba como lidar de forma estratégica com os conteúdos antigos do seu blog

Existem diversos motivos para uma empresa criar e alimentar um blog: divulgar a marca, ter um canal de interação, a possibilidade de educar seus leads para uma aquisição consciente ou afirmar sua autoridade no mercado.

Seja qual for o objetivo da sua estratégia de conteúdo, que pode variar a cada ciclo, é fundamental que o que foi produzido seja atualizado e valioso para o público que o lê, certo?

Paralelamente, trabalhar para que seus conteúdos estejam sempre alinhados com as novas tendências e acontecimentos também pode garantir um bom rankeamento nos mecanismos de buscas.

Melhores posições, maiores chances de atrair novos interessados e assim por diante. Resumidamente, é fundamental manter seu blog atual.

Pensando nisso, reunimos aqui um material prático de como fazer a gestão dos posts publicados, e principalmente, quais as ações mais aconselháveis para lidar com conteúdos antigos.

Confira!

Quais tipos de conteúdo podem existir no meu blog?

Antes de saber o que fazer com os conteúdos antigos, primeiramente é preciso analisar a natureza dos seus materiais, e, para os blogs, existe uma classificação inicial que os separam em dois tipos.

Conteúdos noticiosos

São conteúdos que retratam novidades do mercado, como aquele que recentemente explicou sobre o vazamento de informações de 100 milhões de usuários do Quora.

Além de darem detalhes sobre os acontecimentos, também podem trazer opiniões ou críticas dos responsáveis pelo conteúdo e empresa.

Uma loja de produtos eletrônicos poderia ter publicado a notícia sobre a homologação da Anatel para os carregadores magnéticos da Apple Watch que aconteceu no segundo semestre de 2018.

conteúdos antigos exemplo

Além de demonstrar atenção aos acontecimentos do mercado e que a sua empresa é uma autoridade no assunto, esse tipo de post também poderia atrair interessados e potenciais compradores de forma orgânica pelo engajamento com a novidade.

Segundo a Content Trends 2018, isso é mais do que verdadeiro, pois 86,7% de seus respondentes relataram que a busca orgânica do Google é o principal canal que utilizam para encontrar conteúdos e notícias.

Assim, para que seja eficaz em seu propósito, você deve zelar pela veracidade dos fatos e ter uma estratégia para canalizar o volume mais intenso de visitas para outros conteúdos do seu blog.

Conteúdos evergreen

Traduzindo “evergreen” temos a expressão “sempre verde”, ou, fresco. Ou seja, é um conteúdo que ao longo do tempo permanece útil para o leitor.

Dicas de como lavar o cabelo de um bebê, por exemplo, não têm quase nenhuma diferença da época dos nossos avós e hoje. Bebês continuam sendo bebês e banho continua sendo banho, não é mesmo?

É bem provável que a maior parte dos conteúdos lidos na internet sejam desse tipo mais perene.

Na SEO Trends 2018, é no longo prazo que as empresas mais percebem resultados de suas estratégias de marketing de conteúdo e otimização para os mecanismos de buscas.

Dessa forma, listas, passo a passo, tutoriais, definições e outros tantos independem do momento atual e permanecem úteis se forem constantemente otimizados.

O conteúdo evergreen traz uma série de benefícios para a estratégia do blog, como:

  • reforça a autoridade da marca;
  • educa os leads sobre as características de um produto ou serviço que devem ser consideradas na compra;
  • podem ser utilizados como links em outros conteúdos;
  • atraem mais interessados;
  • são ótimos para serem compartilhados espontaneamente pelos leads.

O próprio post que explica o que são conteúdos evergreen é um exemplo clássico desse tipo de material.

Conteúdos antigos post evergreen

Aliás, ao iniciar sua leitura, é possível ver que co-funder da Rock Content Vitor Peçanha originalmente publicou esse material em 19 de novembro de 2013, mas o conteúdo foi atualizado pela última vez em maio de 2018.

Ou seja, o conteúdo é perene, necessário, assim como as dicas de como dar banho em bebês, mas ao longo dos anos, precisa ser atualizado para que continue relevante para a estratégia de conteúdo e sirva de fundamento para promover produtos e serviços.

Assim, um e-commerce especializado em produtos infantis pode usar esse tipo de conteúdo para promover uma almofada para o banho do bebê. A atividade continua sendo a mesma, mas o produto facilita, e muito, o processo.

Entendendo essa diferenciação, fica claro que o foco das atualizações de posts está nos conteúdos evergreen, que precisam continuar sendo úteis por um longo tempo.

Ebook Copywriting

E quais seriam os problemas de não atualizar os conteúdos do blog?

A resposta mais lógica para essa pergunta é: um conteúdo desatualizado vai espantar seus leads e colocar em cheque a autoridade da empresa.

No mundo digital é preciso viver na velocidade dos acontecimento, caso contrário, algumas consequências ruins poderão ser observadas.

Seu cliente pode achar que sua empresa saiu do mercado

Seja pelos snippets nos resultados da busca, layout do blog ou o próprio conteúdo e suas referências, o cliente que percebe a falta de atualização pode questionar se a empresa ainda está, de fato, funcionando.

É uma pergunta válida, afinal de contas, o ambiente online é um dos principais canais para gerar negócios, e se a empresa não está atuando nele, é porque talvez aquilo não seja sua prioridade ou interesse atual.

O conteúdo desatualizado pode influenciar negativamente a jornada do cliente

Um conteúdo como mencionado acima sobre como dar banhos em bebês é funcional e seus pontos principais não se alteram. Porém, diversas soluções podem ser inseridas nesse processo para torná-lo melhor.

Mas, se um conteúdo não é atualizado, seus leads provavelmente não darão valor aos diferenciais dos produtos ou novas soluções que foram desenvolvidas ao longo do tempo, o que pode atrapalhar totalmente a sua tomada de decisão e jornada de compra.

a jornada do cliente

Seu blog perderá o fator freshness — conteúdo fresco

Muito se fala sobre o Freshness Factor no algoritmo do Google, que seria a priorização de um conteúdo mais recente e de qualidade frente aos demais.

Apesar disso, em agosto de 2018 John Muller da Google cravou no Twitter que o frescor de um conteúdo não era considerado no mecanismo de busca.

conteúdos antigos tweet John Muller

Então, qual o problema de perder esse fator no seu blog? Porque o algoritmo do Google privilegia os conteúdos mais populares e importantes, e na lógica, eles precisam ser atualizados e extremamente completos.

Além disso, é preciso lembrar que o fator de frescor é determinante em conteúdos noticiosos!

Sua base de clientes se sentirá desprestigiada

Se não atualizar o conteúdo e mostrar novidades aos clientes, o blog não demonstrará sua preocupação com a entrega de informações relevantes para seu público, o que, por consequência, enfraquecerá qualquer tipo de relacionamento.

A experiência de encontrar em um único blog todas as informações necessárias e atualizadas é muito relevante para o lead. Ele estabelece uma relação de confiança com o site e deixa de visitar outros endereços por se sentir suprido.

Ler um conteúdo atualizado, com uma linguagem agradável, com a qual ele já se habituou e que sabe que sempre estará alinhado com as novidades e tendências é engajador, e isso não pode ser deixado de lado.

Sua empresa pode estar perdendo tráfego e oportunidades

Quando um conteúdo é republicado com atualizações, o tráfego gerado aumenta, principalmente se parte dessas modificações visarem a adequação às novas diretrizes do algoritmo do Google.

É preciso considerar que eles estão em constante atualização, priorizando algumas características no conteúdo e penalizando outras.

Entre todas as atualizações dos algoritmos do Google, porém, é importante citar o Panda, que foi lançado em 2011 mas continua em constante atualização.

Seu objetivo era melhorar a experiência de leitura dos usuários do buscador.

Seus principais objetivos, são:

  • punir conteúdos duplicados de outros sites;
  • desfavorecer conteúdos que tenham backlinks de baixa qualidade apontando para seu endereço;
  • não dar prioridade aos blogs com baixo índice de visitantes recorrentes;
  • desfavorecer o excesso de palavras-chave (keyword stuffing).

Então, se o algoritmo Panda pune a reutilização de conteúdos, como realizar a atualização dos posts sem ser penalizado por isso?

Como lidar de forma estratégica com seus conteúdos antigos?

“Na natureza, nada se cria, nada se perde, tudo se transforma” Lavoisier

Essa frase, que esteve presente nas aulas de química de todo mundo, é atribuída a Lavoisier em sua teoria da conservação das massas.

Nela, dizia que a massa dos produtos que eram submetidos a uma reação química permanecia a mesma. Um papel queimado de 1 gr, produzia 1 gr de cinzas, e assim por diante.

Tempos depois, Einstein mostrou que uma parte dela deixa sim, de ser massa, mas torna-se energia na mesma proporção, o que é determinante para diversas tecnologias até hoje.

E o que tudo isso tem a ver com o conteúdo antigo do seu blog?

É que uma parte dele deve se tornar energia, ou melhor, ter sua URL redirecionada, e os demais, transformados com a atualização estratégica de suas informações.

Muita química e ciências para tratar do mundo virtual? Então voltemos para os algoritmos e estratégias de Marketing Digital e vejamos, detalhadamente, como devem ser realizadas de cada uma dessas situações.

guia marketing digital

Antes, como escolher os conteúdos a serem atualizados?

Organização é tudo, e um calendário editorial é a solução ideal para criar um cronograma e controle das postagens.

Com ele é possível ter um panorama de todas as postagens realizadas, quais foram as estratégias, se eram conteúdos evergreen ou noticiosos, suas URLs e muito mais.

Entre seus benefícios, estão:

  • controle da frequência de postagens, considerando que isso é primordial para a manutenção do tráfego no blog;
  • gestão do time de marketing, já que centraliza todas as ações necessárias em um só registro e permite a delegação de tarefas;
  • garantia da diversificação de formatos de conteúdos e palavras-chave;
  • permite a identificação de conteúdos que devem ou não serem atualizados.

Dessa forma, a estruturação de um planejamento de conteúdos é o primeiro passo para facilitar a decisão do que deverá ser apagado ou não.

Além disso, fique atento em relação ao desempenho do blog post utilizando ferramentas como o Google Analytics e o SEMrush.

Quando é melhor excluir o conteúdo antigo e como fazê-lo?

Existem diversos motivos pelos quais um conteúdo antigo deve ser excluído, como o fato de ter ficado desalinhado com o segmento do negócio ou ter atraído muitos comentários negativos, por exemplo.

De forma geral, com base no calendário editorial e pelas considerações do gestor do blog, no caso de alguns posts antigos, faz total sentido fazer esse processo de “limpeza” dos conteúdos.

Situações em que os conteúdos devem ser excluídos

  • conteúdos sobre produtos ou serviços que não são mais oferecidos;
  • parcerias ou promoções que deixaram de existir;
  • materiais que foram produzidos com estratégias de SEO muito ultrapassadas; etc.

São, portanto, conteúdos que não agregam mais valor à estratégia atual e não podem ser aproveitados com uma eventual atualização.

É o caso de postagens de lojas elétricas que ressaltavam os benefícios, dicas e melhores usos para as tomadas do modelo antigo, por exemplo.

Desde a Portaria 185 do INMETRO de julho de 2000, o comércio de plugues do modelo antigo são proibidos.

Então, qual a razão de manter conteúdos sobre o modelo que não pode ser comercializado? Por outro lado, deixar de lado o tráfego de quem eventualmente ainda estivesse procurando por ela não seria inteligente, certo?

Nesses casos, utilizar procedimentos para exclusão de um conteúdo de forma estratégica é o mais adequado. Entenda como!

Procedimentos para a exclusão do conteúdo

Para ficar claro, não basta apenas deletar o conteúdo no WordPress ou ferramenta similar. É preciso ter alguns cuidados para direcionar os leitores que eventualmente procurem por tal conteúdo e também informar ao Google qual a sua intenção estratégica.

Se o conteúdo pode ser associado com outro tema, produto ou categoria do blog, faça o direcionamento da URL.

Assim, se o conteúdo sobre os benefícios do padrão de tomadas antigo não tem valor para a estratégia, seu direcionamento para outra postagem que aborde as principais diferenças ou como fazer a troca pode ter bons resultados.

Mas, se não existe a menor possibilidade ou utilidade mantê-lo, informar ao Google que o conteúdo foi intencionalmente deletado é fundamental.

E como proceder nos casos que a atualização dos conteúdos antigos é mais vantajosa?

As decisões de exclusão ou direcionamento de conteúdos, são mais simples, mas a atualização também pode ser feita de forma bem rápida.

Para começar, saiba quais são os benefícios que a estratégia traz para o blog:

Otimizar as taxas de conversão

Ao atualizar um conteúdo é possível melhorar suas estratégias de SEO, inserir novos links internos e externos fortes, trocar o Call to action (CTA) para ficar mais alinhado com as novas diretrizes do negócio e os demais fatores que otimizam o conteúdo.

Aumento do tráfego do blog

Fazer a atualização da postagem também garantirá a qualidade do material e manterá sua relevância para a nutrição dos leads.

Será o fator freshness atuando na experiência de leitura dos leads, e por consequência, aumentando o tráfego orgânico para o blog e seu rankeamento no buscador.

CTA de download para o kit: Domine o Google

Geração de autoridade

Um conteúdo alinhado com os acontecimentos e tendências demonstra aos seus leads que a empresa está no grupo de elite de seu setor, e mais, que é uma referência confiável no assunto.

Melhoria do conteúdo

Ao atualizar uma postagem, o gestor do blog está aumentando seu conteúdo e trazendo materiais que possam complementar a nutrição do lead.

Isso significa que ele passará mais tempo na leitura do conteúdo, recebendo assim, mais incentivos para uma possível conversão, e ao mesmo tempo, melhorando os desempenhos de relevância do blog para o Google.

Organização do calendário editorial

Com o uso do calendário editorial, é possível identificar quais são os conteúdos evergreen que precisam ser recorrentemente atualizados, e então, organizar a produção dos demais posts considerando tais eventos.

Assim, novas postagens podem ser planejadas para dar apoio e servirem de links internos dos novos trechos de atualização, por exemplo.

Ou seja, é estratégia pura. Além de decidir entre deletar ou atualizar, é imprescindível avaliar o contexto atual e o planejamento futuro para saber qual direção os conteúdos devem receber.

3 passos para a atualização de conteúdos antigos

Partindo, assim, para a parte prática da atualização, voltamos ao calendário editorial e a listagem dos demais posts do blog para dar continuidade à estratégia de atualização.

Selecione os posts a serem atualizados

Postagens noticiosas não são impossíveis de serem atualizadas, mas o mais recomendável é concentrar essa estratégia naqueles conteúdos que dão apoio ao funil de conversão e estejam alinhados com as campanhas de vendas.

Assim, se a campanha de natal se aproxima, conteúdos sobre listas de presentes de final de ano, dicas de compra nos shoppings e outras informações que estejam relacionadas com esse tema podem ser o objeto da escolha para atualização.

Avaliar também o esforço que será preciso para tornar o conteúdo atual também pode ajudar a definir entre um post e outro, sem contar, é claro, o quanto as informações do post estão, de fato, desatualizadas.

Analise o conteúdo em relação ao SEO

Ao lançar um conteúdo evergreen pela primeira vez, é necessário observar seu desempenho até as primeiras posições do Google.

A partir desse momento, suas modificações, periodicidade em que devem acontecer e como o tráfego se comporta definirão as ações de atualização do conteúdo.

Faça considerações em relação a qualidade do conteúdo

Conteúdos muito antigos podem estar defasados em relação aos seus concorrentes. Por isso, ao escolher um conteúdo para atualização, é preciso focar em otimizar algumas de suas características mais determinantes para seu sucesso:

  • Escaneabilidade;
  • Clareza das informações;
  • otimização de acordo com as diretrizes das atualizações do Google;
  • Intenção do leitor na página; etc.

Essa última característica pode ser acompanhada pelos mapas de calor do site, que acompanham o comportamento e os locais de uma página que recebem mais atenção e interação dos leitores.

Se um post trouxe ótimos resultados ao ser lançado originalmente, a probabilidade de repetir o mesmo desempenho é maior, não é mesmo?

Como agir caso a atualização não der resultado?

Respondendo a pergunta do final do tópico anterior: nem sempre.

Sua palavra-chave pode ser forte, a linguagem pode estar alinhada com o público e todos os demais elementos podem favorecer sua conversão, mas, por questões preferenciais, os leads podem, simplesmente, preferirem conteúdos mais curtos e objetivos.

Ou seja, caso uma atualização não produza os resultados esperados, é preciso observar o comportamento dos leads e promover ajustes até que os resultados esperados sejam alcançados.

Para isso, além do mapa de calor, testes A/B e outras ferramentas de controle das estratégias de marketing digital são determinantes.

Além disso, também é possível fazer uma solicitação de reindexação do conteúdo por meio do Google Search Console, garantindo, assim, que suas pesquisas e referências sejam novamente associadas com as palavras-chave e suas variantes no buscador.

A atualização de conteúdos antigos do blog precisa ter o foco principal na experiência de leitura dos leads, afinal de contas, além das empresas que estão, cada vez mais, adotando um posicionamento centrado no cliente, os buscadores como o Google estão em busca do mesmo.

Além disso, o esforço da modernização também pode tornar seu conteúdo diferenciado, com gráficos, imagens e outros fatores que melhoram a experiência do lead que podem ser fundamentais para sua nutrição e futura tomada de decisão.

Quer conhecer mais detalhes sobre como dominar o Google e rankear bem em 2019? Então não deixe de conferir o nosso conteúdo completo sobre SEO!.

o que é seo

Orçamento de marketing
Parte 29

Entenda o que você precisa ter em mente para definir o orçamento de marketing da sua empresa em 2019

Se você tem uma empresa, com certeza já está mais do que ciente da importância de um orçamento (ou budget) bem planejado.

E isso vale para qualquer setor — inclusive o marketing! Mas será que você já conhece as melhores estratégias para definir o orçamento destinado às atividades de marketing da sua empresa?

Se você tem dúvidas sobre esse assunto, veio ao lugar certo.

No post de hoje, vamos dissecar o planejamento de orçamento para o setor de marketing da sua empresa.

Quais são os gastos de marketing?

Um orçamento não é simplesmente um número aleatório.

Não adianta levantar de manhã dizendo “este ano, minha empresa vai dedicar R$50 mil ao orçamento de marketing”.

Para que o número total faça sentido, é preciso planejar individualmente cada um dos gastos que ele precisa bancar. Então a verdadeira pergunta é: quais são os gastos de marketing da sua empresa?

É lógico que cada empresa tem gastos diferentes. Pensando em diferentes negócios, podemos chegar aos seguintes exemplos do que deve ser considerado na hora de planejar o orçamento:

Agência ou prestadores de serviços

Talvez o seu setor de marketing não faça tudo internamente.

Muitas empresas apostam em um setor interno com foco estratégico, mas terceirizam a execução a agências ou profissionais freelancers especializados. Nesse caso, é preciso considerar o custo dos contratos dentro do orçamento de marketing.

Impressão

O marketing ainda trabalha muito com materiais impressos, como cartazes, folders, catálogos e cartões de visitas.

Ao longo de um período mais extenso, como um semestre ou um ano, esse gasto acaba somando montantes altos, especialmente porque são impressões especiais e de alta qualidade. Portanto, não se esqueça de incluir esse item no orçamento.

Anúncios digitais

A maioria das empresas já aderiu ao uso dos anúncios digitais, como Google AdWords e Facebook Ads.

Eles podem ser utilizados para promover posts do blog da empresa, páginas de produtos, landing pages e assim por diante.

Eles são uma boa estratégia para obter maior visibilidade e conquistar leads, por isso é interessante investir neles. Os anúncios com lances mais altos são exibidos mais vezes. Não deixe de considerar esse item ao elaborar seu orçamento de marketing.

Licenças de software

Mesmo que a sua equipe de marketing atue em uma frente mais estratégica, provavelmente vai precisar de softwares para a realização de diversas tarefas.

Por isso, é preciso considerar o investimento em softwares relacionados ao seu negócio, sejam eles destinados ao tratamento de imagens, produção de texto ou até mesmo automação de marketing.

Eventos

Os eventos corporativos também fazem parte do escopo do setor de marketing.

Não se esqueça de incluir no orçamento um valor destinado a organizar a participação da empresa em feiras e exposições, ou promover eventos próprios.

Dentro desse valor, é necessário considerar diversos outros itens, como locação de espaço, buffet, sonoplastia, decoração, construção de estande, desenvolvimento de brindes e segurança. Conforme o tipo de evento, os gastos (e o montante necessário) podem variar muito.

Qual é a meta do marketing?

De um ano para o outro, a meta do setor de marketing pode mudar drasticamente.

Por exemplo, uma empresa que acabou de ser lançada no mercado vai estar mais focada no posicionamento e divulgação da marca, a fim de atrair seus primeiros clientes.

Já uma empresa com muito tempo de estrada pode focar na fidelização dos clientes para proteger sua fatia de mercado.

Cada uma delas vai conduzir seu marketing de acordo com essas metas distintas. E, da mesma maneira, cada uma vai ter gastos diferentes com marketing.

O que isso tudo significa?

Para determinar o orçamento de marketing para um ano, é preciso levar em consideração a meta que o setor pretende alcançar no período.

Usando as empresas do nosso exemplo, a primeira provavelmente vai gastar muito mais com anúncios, enquanto a segunda pode concentrar seu investimento em ferramentas de suporte e em um time de customer success bem estruturado.

É por esse motivo que o planejamento de budget precisa ser feito junto com o planejamento estratégico.

Não adianta pedir para o seu pessoal do financeiro preparar um orçamento de marketing, pois eles simplesmente não sabem como esse dinheiro vai ser utilizado.

A melhor opção para definir é alinhar os times para estabelecer um plano financeiro e de marketing que atuem em conjunto.

Como estimar valores?

Muito bem, você já sabe quais são alguns dos possíveis gastos de marketing e, também, como distribuir o orçamento entre eles de acordo com as metas do setor. Mas ainda não chegamos ao principal: como estimar o valor que deve ser atribuído a cada categoria de gasto?

Existem diferentes respostas para essa pergunta. Todas são válidas, então, você pode usar o método que achar mais conveniente.

Usando referências anteriores

Se a categoria de gasto diz respeito a algo que você já fez ou já utilizou antes, então, você tem alguma referência do quanto precisa disponibilizar.

Por exemplo, se um dos itens no seu orçamento é o pagamento da agência de marketing, e você já trabalhou com uma agência no passado, pode usar o contrato anterior como referência base.

Isso não significa que você vai trabalhar com a mesma agência este ano. E, se trabalhar, pode ser que os valores sejam diferentes. Mas, pelo menos, você está partindo de uma estimativa bem fundamentada para o seu orçamento.

Realizando cotações

Se você nunca teve um gasto similar no seu orçamento de marketing, pode realizar uma cotação, apenas para ter uma ideia dos valores praticados no mercado.

Ligue para alguns fornecedores, passe informações gerais e peça uma proposta de valor. Depois, faça a média ou use a cotação mais alta para basear o orçamento.

É claro que essa cotação não será precisa. Por exemplo, se você acha que a empresa vai organizar um evento durante o ano, pode fazer uma cotação para os gastos com buffet; o problema é que você não tem a menor ideia, ainda, de quantas pessoas teria nesse evento ou de qual seria o cardápio ideal para a ocasião.

Afinal, é apenas uma estimativa — talvez a empresa nem faça o evento, quem sabe?

Trabalhando com uma margem de segurança

Como você provavelmente notou, os dois métodos que apresentamos são imprecisos. E é por isso que a margem de segurança é indispensável para o seu orçamento de marketing.

Basicamente, você deve estimar sempre um pouco a mais para cada item do orçamento — uma boa margem é de 15% a 20% do valor.

Levando em consideração a disponibilidade financeira da empresa

Os dois primeiros métodos pressupõem que existe uma boa flexibilidade para acomodar os gastos de marketing na sua empresa. E isso funciona muito bem para as empresas de médio e grande porte.

Mas, por outro lado, os pequenos negócios podem enfrentar uma restrição de recursos.

Nesse caso, o melhor método é partir do valor que pode ser disponibilizado ao setor e, então, distribuí-lo entre os gastos previstos. Esse processo é, basicamente, uma questão de alocação.

Se você tem apenas R$20 mil para o marketing no próximo ano, como você vai distribuir esse dinheiro entre os itens do orçamento?

Para isso, é claro, leve em consideração uma estimativa de quanto cada item vai custar e tenha consciência de que você precisará fazer um esforço muito maior para negociar preços e reduzir custos.

Pode ser que você tenha que eliminar alguns itens menos importantes no seu planejamento. Por isso, é indispensável ter em mente as metas estratégicas do setor e priorizar os itens que realmente trarão impacto.

Por que fazer um orçamento de marketing?

Já falamos bastante sobre como fazer o orçamento para o setor de marketing da empresa. Antes de encerrar esse post, vamos reforçar a importância dessa prática?

Planejar o orçamento de marketing é importante para assegurar que os recursos da empresa estejam sendo bem empregados.

Assim, evita-se desperdícios em atividades que não trarão retorno ou, até mesmo, optando por opções mais caras sem um bom motivo.

O orçamento bem feito também é uma segurança para os planos e perspectivas da empresa.

Quando existe um orçamento, você consegue comparar o planejado com o real, determinando se os gastos estão dentro do que havia sido previsto e autorizado no começo do período.

Dessa maneira, vai saber que os recursos da sua empresa não estão sendo utilizados aleatoriamente.

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Marketing digital para PMEs
Como usar emoções para turbinar sua estratégia de conteúdo
Parte 30

Como usar emoções para turbinar sua estratégia de conteúdo

Assustado, receoso, ansioso, animado, inspirado: as emoções fazem parte do nosso dia a dia. E, se o seu trabalho é produzir conteúdo, você precisa entender essas emoções e torná-las suas matérias-primas.

Estamos sempre tentando entender por que algum conteúdo se torna viral e outros fracassam. Na maioria das vezes, nos concentramos no conteúdo em si, otimizando-o para SEO e esperando que ele receba a atenção que merece.

Mas e as necessidades emocionais dos seus leitores, estão recebendo a atenção que merecem? Existem maneiras de explorar essas emoções e elas devem fazer parte das estratégias de marketing de conteúdo.

Defina os objetivos

Você tem cerca de 2 segundos para chamar a atenção das pessoas, isso é feito com suas primeiras frases. Depois, o resto do trabalho é engajar, continuar alimentando suas emoções e guiá-las de duas maneiras.

Se a intenção do conteúdo é aumentar o reconhecimento da marca, a construção de um relacionamento e o compartilhamento de informações valiosas, você deve estimular e engajar as emoções dos leitores na medida em que eles desejam receber e compartilhar informações.

Se o objetivo for levar o visitante para a próxima etapa em direção à compra, você deve investir na psicologia de vendas e na neurociência, que estimulam as respostas emocionais necessárias para realizar determinadas ações — resolver seu problema, sua dor, ao comprar o produto ou serviço.

Crie engajamento

Depois de ganhar a atenção de um visitante em seu site, o próximo passo é engajá-lo com o conteúdo que você oferece.

Neste ponto, o potencial cliente ainda está em um estágio emocional, por isso, continuar estimulando suas emoções atingirá esse engajamento.

Você pode usar o humor, a diversão, a excitação da curiosidade, abordar a dor, o medo e a ansiedade sobre o problema, utilizando técnicas de storytelling.

Quando as pessoas se sentem entretidas com o que leem, é muito mais provável que compartilhem o conteúdo. Alguns dos sentimentos que você pode explorar aqui são:

  • esperança: todos nós queremos uma dose extra nos dias de hoje. Em geral, informações com muitas palavras inspiradoras têm grandes chances de serem compartilhadas e se tornarem virais;
  • raiva, medo e ansiedade: há algo na natureza humana que deseja compartilhar estes sentimentos. Isso, por sua vez, estimula mais comentários e compartilhamentos.
  • choque e pavor: fatos ou dados que chocam as pessoas são mais propensos a serem compartilhados, veja o exemplo das fake news.

Os vlogs nos dão o exemplo de como pessoas sem nada em especial, aparentemente, mas com um grande desejo de compartilhar conteúdo, se tornam rapidamente populares com seus vídeos.

Os canais de comédia são os preferidos dos brasileiros no YouTube. A segunda maior categoria, em número de inscritos, é a de entretenimento, seguida por jogos e música.

As pessoas apreciam uma experiência íntima e a autenticidade dos vloggers, o senso de humor e a falta de filtro.

Assim, um especialista em marketing de conteúdo pode tirar boas ideias de como criar engajamento e tornar um conteúdo viral.

Enciclopédia do Marketing de Conteúdo

Trabalhe o aspecto prático do conteúdo

No momento em que o leitor tiver experimentado a emoção inicial e a lógica estiver “dando certo”, é hora de apresentar os aspectos úteis e práticos do seu conteúdo.

Você pode resolver a dor ou problema que sua persona tem e demonstrar que você, como uma autoridade, tem uma solução para esse problema. Se o seu conteúdo for claro e na linguagem adequada, o leitor perceberá o valor e entrará na fase de compra.

Se sua meta para esse conteúdo não for vender, mas sim aumentar a autoridade e o reconhecimento da marca, a intenção é que o leitor compartilhe o conteúdo.

Novamente, se o conteúdo for apropriado ao público, o leitor perceberá valor e compartilhará. Para ajudar nisso, certas emoções desencadeiam uma vontade maior de compartilhamento. Mas, como fazer isso?

Você não poderá atingir emoções específicas de seu público-alvo sem ter a certeza de quais são elas.

Como profissional de marketing de conteúdo, essa é uma grande responsabilidade sua e, para conseguir isso, você precisa conhecê-los muito bem.

Crie um grupo demográfico de sua base de clientes atual

Use esse grupo demográfico para desenvolver um perfil. Utilize ferramentas de análise para determinar os sites e as mídias sociais onde seu cliente ideal se encontra.

Se você quiser se tornar ainda mais preciso com seu perfil, pesquise e entreviste seus atuais clientes.

Desenvolva um perfil psicológico

Por exemplo, que tipo de humor eles apreciam? Qual é a linguagem apropriada para se comunicar com eles? O que os frustra, irrita, agrada e quais são seus problemas?

Os psicólogos, ao traçarem um perfil, avaliam coisas como controle, superioridade, valores familiares, diversão, autorrealização, caridade e assim por diante.

Se, por exemplo, você descobrir que seus leitores são muito ligados aos valores da família, compartilhar histórias sobre sua equipe com as famílias será perfeito.

Crie um relacionamento

Se esse público for identificado corretamente, você poderá abordar seus problemas e dores e como o seu produto ou serviço os resolve.

Uma vez que eles aceitam que você é um especialista no assunto e sentem um relacionamento com você, você pode passar para a próxima fase, o processo de conversão (oferta de materiais ricos ou assinatura de newsletter).

Se as emoções de confiança e segurança forem desenvolvidas, você terá sucesso. Mesmo que o leitor ainda não esteja pronto para comprar, quando ele precisar do seu produto ou serviço, lembrará de você.

Use um pouco de humor

A maioria das pessoas gosta de se divertir e usar o humor. No marketing de conteúdo essa técnica é extremamente eficaz, já que:

  • prende a atenção. Isso resulta em uma rápida resposta emocional, não apenas positiva, mas uma conexão do leitor com a marca;
  • aproxima. Isso mostra que você é “um deles”;
  • você é facilmente lembrado.

Guia para criação de personas

Conecte-se às emoções do seu público

Muitas vezes, os profissionais de marketing de conteúdo ficam presos a técnicas, mas esquecem que atrair e engajar leitores é, em média, 85% emocional e apenas 15% lógica. Sendo assim, tenha esse equilíbrio em mente.

Realize sua própria pesquisa interna, pois motivadores emocionais variam de empresa para empresa. Além disso, o que você acha que sabe sobre as emoções dos seus clientes nem sempre é verdade.

Empresas que se conectam com as emoções dos clientes, e potenciais clientes, podem ter um retorno muito compensador. Lembre-se que a intenção do seu conteúdo é muito mais que vender um produto ou serviço, é criar um relacionamento duradouro.

Gostou de saber como as emoções podem ajudar na sua estratégia de marketing de conteúdo? Se tiver alguma sugestão, dúvida ou história sobre o assunto para compartilhar, deixe um comentário.

Mariângela Guerra

 
Mariângela Guerra é psicóloga há mais de 35 anos, especializada pela USP no tratamento de ansiedade por meio de Terapia Cognitivo Comportamental. Seu objetivo é ajudar pessoas a lidarem melhor com alta pressão e ansiedade para aumentarem seu desempenho profissional e qualidade de vida.

Ebook Marketing de Conteúdo e Dados

25 TEDs para profissionais de Marketing
Parte 31

Conheça os 25 melhores TED Talks para profissionais de Marketing Digital

Aprender coisas novas pode ser muito divertido. E, claro, extremamente importante para nosso desenvolvimento pessoal e profissional.

Uma das maneiras de aprender coisas novas é fazer testes e analisar os resultados. Outra, muito mais rápida, é prestar atenção em quem já é especialista em algo. Como assistir palestras, por exemplo.

Por isso, fizemos uma curadoria de 25 das melhores palestras e TED Talks disponíveis na Internet para quem trabalha com Marketing Digital ou quer aprimorar seus conhecimentos na área.

Antes de pular para o conteúdo e ver todas as palestras, os vídeos estão divididos em 3 categorias:

  • vídeos curtos (até 10 minutos);
  • vídeos médios (de 10 a 18 minutos);
  • vídeos longos (maiores de 18 minutos).

Outro aviso importante: a maioria dessas palestras têm legendas em português, mas algumas delas só em inglês, geradas automaticamente pelo YouTube.

Agora que você já sabe disso, é hora de começar a aprender!

Vídeos curtos (até 10 minutos)

1. Shimpei Takahashi: Jogue este jogo para ter ideias originais

Shimpei Takahashi cresceu sonhando com a chance de trabalhar projetando brinquedos. Mas quando iniciou sua carreira, enfrentou a dificuldade que tantos criativos já enfrentaram: o bloqueio para criar algo novo e que seja um sucesso.

Sua solução para esse problema foi Shiritori, um jogo muito criativo capaz de desbloquear sua mente e deixar o fluxo da criatividade aparecer.

2. Dan Cobley – O que a Física me ensinou sobre Marketing

Dan Cobley sempre adorou Física e estudou muito o assunto na sua juventude. Porém, os caminhos da vida o levaram até a Google, onde ele trabalhou como Diretor de Marketing.

Nessa palestra, ele compartilha com as pessoas como a 1ª Lei de Newton pode ajudar a pensar em branding, como o Princípio da Incerteza de Heisenberg auxilia na compreensão dos consumidores e muito mais.

3. Kevin Allocca – Por que vídeos se tornam virais

Kevin Allocca tem o que é o emprego dos sonhos para muitos: ele vê vídeos no YouTube 8 horas por dia. Nessa palestra, ele compartilha os 4 principais padrões que ele percebeu em todos os vídeos virais dos últimos anos.

Para quem quer trabalhar com marketing de conteúdo para vídeos, os ensinamentos de Allocca são essenciais.

Manual do uso de Vídeos no MKT Conteúdo

4. Reny Gleeson – 404: A história da página não encontrada

O erro 404 dos sites (aquele que aparece quando tentamos acessar um endereço que não existe na página) é, na verdade, uma excelente ferramenta para lidar com o seu visitante.

Normalmente, esse tipo de situação é a porta de saída do seu site. Mas não precisa ser.

Nessa palestra bem-humorada, Reny Gleeson ajuda a explicar como uma página de erro 404 personalizada pode ser uma ferramenta poderosa para a sua estratégia digital.

5. Derek Sivers – Como começar um movimento

Nesse vídeo, Derek Siver não precisa de muito tempo para mostrar como você necessita de apenas 2 pessoas para começar um movimento. É, sem dúvidas, um dos conteúdos mais impactantes para quem trabalha com branding.

Vídeos médios (de 10 a 18 minutos)

6. Margaret Heffernan: Porque está na hora de parar de cantar de galo no trabalho

Qual o segredo para a produtividade coletiva? Essa é a pergunta que a líder empresarial Margaret Heffernan busca responder nessa palestra. E spoilers: envolve a participação de supergalinhas.

Usando experimentos científicos e exemplos de times que alcançaram a solução para alguns problemas dificílimos, Heffernan propõe um novo método de organização corporativa para alcançar o melhor de todos os colaboradores do seu time.

7. Seth Godin – Como as ideias se espalham

Em 2003 (portanto há mais de uma década), Seth Godin foi certeiro na sua interpretação sobre como a Internet mudou a maneira de trabalhar com Marketing.

Tantos anos depois, nós ainda temos muito a aprender com a sua apresentação sobre como as ideias se espalham e o que é necessário fazer para o seu produto (qualquer que seja) ser comentado pelo público.

8. Simon Sinek – Como grandes líderes inspiram ações

Segundo Simon Sinek, a maior parte das empresas comete um grande erro de comunicação: falam apenas o que fazem e como fazem, se esquecendo do principal: porque fazem o que fazem.

De acordo com ele, empresas que conseguem comunicar os seus “porquês” alcançam maior sucesso em suas ações de Marketing.

Nessa palestra, ele apresenta seu modelo do Círculo Dourado e como utilizá-lo na prática.

9. Seth Godin – As tribos que lideramos

Existem muitas razões para conhecer Seth Godin. E aqui ele mostra mais uma delas.

Para quem trabalha com Marketing Digital, as visões de Seth sobre o assunto são preciosíssimas e ajudam a compreender a melhor maneira de nos comunicarmos com as diferentes tribos online.

10. Tim Urban – Dentro da mente de um procrastinador mestre

Tim Urban é um blogueiro e escritor. Como muitos dos profissionais criativos de Marketing, ele sofre com os prazos para cumprir suas tarefas.

Nessa palestra, ele usa de muito bom humor (e excelentes recursos gráficos) para explicar como funciona a mente de um procrastinador e como tentar mudar esse sistema para ser mais produtivo em todas as áreas da sua vida.

11. Rory Sutherland – Lições de vida de um publicitário

O Marketing Digital é novo, recente. Quem trabalha na área hoje está explorando uma região ainda não mapeada.

Mas isso não significa que não existam lições a se aprender com o Marketing Tradicional, como essa palestra de Rory Sutherland deixa claro.

O publicitário, com anos de experiência nas costas, fala muito sobre o poder da percepção das pessoas e o valor intangível dos produtos que comercializamos.

12. Amanda Palmer – A arte de pedir

O Marketing de Conteúdo é sobre atrair e não interromper