André Mousinho

Especialista em Marketing de Conteúdo na Rock Content.

Cristão, formado em Publicidade, viciado em quase tudo de cultura Nerd e bacon. Embarcando na jornada pela exploração do Universo do Marketing Digital e em busca de se tornar um Mestre Jedi na arte da escrita.
94 publicações feitas.



O que nos enche de esperança que já nos próximos meses bateremos a casa dos milhões e até o final queremos dobrar o nosso tráfego atual. Claro que será uma missão bem complicada. E tudo isso, focados em ter conteúdos que convertem e geram resultados reais para a Rock. Além de, claro, seguir sendo um case de sucesso e crescimento para educar o nosso mercado e principalmente os nossos clientes. Temos vários planos para este ano e espero escrever mais alguns cases contando tudo o que conquistamos e as estratégias novas que fizemos. Essa é a história do Marketing de Conteúdo/blog da Rock Content. Uma história que nos ensinou muito e que tenho certeza que pode ensinar muito para você também. Para continuar acompanhando essa história, assine o nosso feed (OU NEWSLETTER VER SE TEM COMO POR UM LINK AQUI) e acompanhe diariamente os nossos conteúdos, a evolução das nossas estratégias e os nossos próximos cases. Que a história e o crescimento continuem...

Blog da Rock: conheça a história do maior blog de Marketing Digital do Brasil

No ano de 2019 a Rock Content completou 6 anos. Conheça toda a jornada do nosso blog durante esse período.

Em março a Rock Content completou 6 anos de história.

E, em meio a tantas comemorações, percebi que algumas das mais importantes páginas ainda não haviam sido devidamente publicadas para nossos leitores.

Não é possível comemorar um aniversário da Rock sem olhar para o nosso blog. Ele representa e comprova que tudo aquilo que fazemos e criamos para nossos clientes geram resultados reais.

Ele é a alma de uma grande estratégia, a nossa principal fonte de aquisição de clientes e de criação de relacionamento com leads e com profissionais do mercado.

O blog da Rock nasceu praticamente simultâneamente com a empresa e, apesar de nós, nesses anos, contarmos diversos cases e histórias dessa jornada, chegou a hora de você conhecer desde o princípio a história do nosso crescimento.

Você vai ver como em 6 anos nos tornamos um blog que gera:

1 milhão de acessos, 6 mil leads e mais de 700 MQLs.

E também conhecerá grandes capítulos dessa história:

  • como e por que o blog da Rock virou o Marketing de Conteúdo;
  • o crescimento pequeno no primeiro ano do blog
  • como crescemos 1.772% em um ano com mudanças simples
  • como rankeamos em primeiro lugar para o nome do maior guru de Marketing Digital e SEO do mundo
  • como nos tornamos maior autoridade em conteúdo e conquistamos praticamente 1 milhão de acessos por mês

Então, senta que lá vem história!

Como tudo começou: o blog da Rock Content

Poucas pessoas sabem, mas o nosso blog não nasceu como “Marketing de Conteúdo”. Em sua primeira versão ele era o que voltou a ser hoje: o blog da Rock.

Primeiro template do Blog da Rock

Essa foi a nossa primeira versão, em 2013. Criada pelo nosso então Designer, Fundador, Redator e Especialista em Marketing de Conteúdo e SEO, Vitor Peçanha.

Vale inclusive destacar e homenagear aqui o primeiro conteúdo da história do blog, no dia primeiro de março de 2013:

Primeiro post do blog da Rock

Nossa primeira migração

Havia, porém, uma necessidade de disseminarmos o termo “Marketing de Conteúdo” no mercado.

Há alguns anos ninguém conhecia a estratégia, nem de ouvir falar. Era uma necessidade nossa que o termo entrasse no mercado da maneira mais natural possível.

E não queríamos atrelar o termo diretamente à Rock Content, para não parecer que o termo era um estratégia exclusiva nossa, mas sim uma metodologia já testada e aprovada em outros mercados mais maduros.

Foi nesse contexto que adquirimos o domínio “marketingdeconteudo.com”.

Quando essa primeira migração aconteceu o blog já engatinhava em seu crescimento e já tinha pouco mais de 6 meses de existência.

primeira migração blog da rock

E essa foi a nova cara do nosso blog.

A primeira migração que passamos. Na época foi bem mais simples, ainda não tínhamos um tráfego absurdo como o atual e aproximadamente uns 2.000 conteúdos a menos.

Esse é o gráfico do analytics que mostra o primeiro ano do Marketing de Conteúdo

primeiro ano do blog da rock

O tráfego que conseguimos no nosso primeiro ano é equivalente ao que fazemos em 4 dias hoje. O nosso melhor mês do ano recebeu aproximadamente metade do tráfego que fazemos por dia.

Isso mostra como o Marketing de Conteúdo é uma estratégia a longo prazo. No primeiro ano, dificilmente, você terá resultados estratosféricos.

Ainda assim, os resultados foram muito bons. A nossa estratégia começava a se consolidar. Tudo o que foi construído a partir dali nos possibilitou chegar aonde chegamos.

Todo o nosso time de Marketing consistia em duas pessoas: Vitor Peçanha e Guido Coelho. E foi com eles que a Rock Content começou a mostrar como o Marketing de Conteúdo é uma estratégia que realmente gera resultados.

Essa aqui era a planilha onde os conteúdos eram gerenciados:

planilha de posts blog

Claro, muita coisa evoluiu e mudou de lá até aqui.

E já em 2015 tivemos o ano mais impactante em crescimento de tráfego. E as mudanças para garantir esses resultado foram bem simples!

Ficou curioso?

Como aumentamos o tráfego do blog em 1.772% em um ano

Sem dúvidas, um dos cases mais marcantes da história do Marketing de Conteúdo aconteceu em 2015, quando tivemos o incrível aumento de 1.772% no tráfego do blog.

tráfego do blog dobrado

Nessa época, o blog era gerenciado pelo Renato Mesquita (Hank), então analista de Marketing. Peçanha estava com outras responsabilidades na Rock e o Guido foi se aventurar em outros desafios na carreira.

Sem dúvidas, 2015 foi o ano que representou a maturidade no blog. Aprendemos muito sobre como fazer um SEO de qualidade.

O blog ganhou uma nova cara também. Uma das nossas mudanças de templates veio em 2015:

novo template blog da rock

O mais surpreendente deste ano é observarmos que tudo o que mais gerou impacto são hoje, dicas básicas de um estratégia de SEO.

Não vou entrar em todos os detalhes dessa história, o Hank já contou esse case completo nesse outro post.

Observe bem as mudanças mais impactante naquele ano: primeiro mostrando os erros de SEO On Page que olhávamos muito pouco até então:

  • falta de definição de palavra-chave;
  • artigos sem meta-description;
  • imagens sem Alt Text definidas;
  • ausência de links internos e externos;
  • vários links e imagens quebrados;
  • conteúdos com mais de um H1;
  • title Tags e H1 duplicados;
  • URLs longas demais.

Essas foram algumas das principais correções que o Hank fez no blog. Hoje em dia são dicas extremamente básicas no mercado.

Mas naquela época era diferente. Poucas pessoas faziam isso bem no mercado. E, mesmo nós, crescendo bastante, ainda cometíamos erros simples.

Foi nesse período também que começamos a usar ferramentas como o SEMrush, que fizeram toda a diferença para encontrar esses pontos de otimização para o blog.

E essas foram as grandes mudanças no blog:

mudanças blog

Outra dica, que é extremamente básica e comum atualmente, mas naquela época era pouco difundida no mercado, eram as atualizações de conteúdo.

Foi uma das mudanças que gerou grande impacto. Além de atualizar o On Page, encontramos o tamanho ideal para esses conteúdos e fizemos atualizações para melhorar a qualidade deles também.

Em resumo, em 2015 as principais estratégias que geraram um crescimento de 1.772% no blog foram essas:

Isso nos ensina algumas coisas:

  1. o básico do SEO gera muito impacto e bons resultados;
  2. o que hoje parece uma estratégia madura e avançada, amanhã será básico para o mercado.

Depois do case escrito pelo Hank, e com crescimento e amadurecimento do mercado, essas práticas passaram a ser básicas. Mas na época, elas mudaram como fazíamos otimizações para buscadores e colocaram a Rock Content em outro patamar.

Portanto, lembre-se sempre: as estratégias de SEO evoluem constantemente e é preciso estar em constante aprendizado. O que nós fazemos de inovador hoje, em breve, todo mundo fará.

E aí entra o desafio, continuar descobrindo o que vai levar você ao próximo nível.

Foi assim que entramos em 2016…

Como dobramos o tráfego de um blog que já era grande

O ano começa com um grande desafio de cara: o que fazer depois de alcançar um crescimento de 1.772%?

Sem dúvidas foi um ano complicado e terminamos com um crescimento incrível:

tráfego do blog dobrado

Mais que dobramos o nosso tráfego em 2016.

É claro, crescer 134% não é a mesma coisa que crescer 1.772%. Mas isso não quer dizer que tivemos um resultado ruim. Longe disso!

O resultado em 2016 foi tão (ou mais) incrível do que de 2015. Afinal, se você começa o ano com um tráfego mensal de 1.000 acessos e termina o ano com 3.000 você tem um aumento de 200% (de acordo com a minha matemática, pelo menos).

Mas, em números brutos, você conquistou apenas 2.000 visitas a mais.

Se olharmos o número de sessões a mais que tivemos em 2016, vemos um impactante número: quase 200 mil acessos!

Isso comparando apenas um mês.

Portanto, apesar da porcentagem não ser tão marcante quanto a do ano anterior, sem dúvidas o número de visitante é.

Em 2016 também aderimos a um visual que se assemelha mais ao que temos hoje:

nova mudança de template no blog da rock

E o logo do Marketing de Conteúdo recebeu sua versão mais marcante.

Esse ano foi muito marcante para mim também, afinal, foi o ano que eu fui convidado pelo Diego Gomes para ser editor do blog.

Eu já estava há 2 anos na Rock Content, atuando em outros setores, mas gostava muito de escrever para o blog.

Alguns desses conteúdos tiveram performances incríveis e de recordes na época e ajudaram no nosso crescimento.

Os mais marcantes deles para mim foram:

Quem é você na Liga da Justiça do Marketing

Vingadores: a Era de Ultron do Marketing Digital

Deadpool explica: por que o seu conteúdo é uma m… (um dos mais marcantes).

O Hank assumiu um cargo de gerência no Marketing e eu assumi o blog. Foi, sem dúvidas, a época de maior aprendizado na minha carreira.

Aprendi direto com o cara que havia trazido o blog até esse momento incrível que vivíamos.

Esse ano mostrou uma máxima que aprendemos ano a ano aqui na Rock:

“O que te trouxe até aqui, não vai nos levar onde queremos chegar”.

Principais aprendizados e mudanças

A nossa estratégia precisava seguir evoluindo. Quando eu cheguei eu vi o tráfego do nosso blog: 200 mil acessos mensais!

Pensei: “Como crescer um blog com tantos acessos? O Brasil nem tem 200 mil habitantes! (rs)”

E o nosso objetivo era chegar a meio milhão até o final daquele ano.

Abrindo o leque e aumentando o volume de postagem

O nosso blog já existia desde 2013 e tem um altíssimo volume de conteúdos. Além disso, passamos a enfrentar diversos concorrentes no campo de batalha que são as páginas de resultados do Google.

Foi nesse tivemos que expandir o leque de conteúdos que abordávamos. Apostamos em:

Se não bastasse o desafio de manter um blog com tantos conteúdos rodando, e tendo novas ideias de palavras-chave, ainda decidimos aumentar o nosso volume de postagem.

Em 2016 passamos a publicar 2 vezes por dias, todos os dias. Eram 14 conteúdos por semana.

Esse era um pedacinho da nossa planilhas com as metas mensais do blog:

metas do blog

(Jerê é meu apelido, apenas a título de curiosidade)

Não foi fácil, mas abriu nossos olhos para muitas oportunidades de conteúdos que não havíamos percebido até o momento.

Atacando e se defendendo

Como eu mencionei, 2016 foi o nosso ano de maior maturidade no que diz respeito à Arte da Guerra.

Começamos a analisar e acompanhar os nossos concorrentes (orgânicos e não de negócio) pelas páginas do Google muito mais de perto. Percebemos que muitos deles estavam nos atacando (tentando roubar nossas posições) e foi aí que desenvolvemos táticas de ataque e de defesa.

Vamos ver algumas das principais práticas.

Defesa:

  • Atualização e otimização de conteúdos importantes.
  • Acompanhar os conteúdos dos concorrentes e se certificar que os nossos eram melhores.
  • Campanhas de link building.

Ataque:

  • Encontrar as palavras-chave que os concorrente têm e nós não.
  • Encontrar as palavras que eles rankeiam melhor.
  • Otimizar e atualizar os conteúdos.
  • Campanhas de backlinks focadas em links que eles têm e nós não.

Hoje em dia são coisas absolutamente naturais dentro da nossa estratégias, mas em 2016 foi um grande ganho de maturidade e mais um avanço na nossa estratégia.

Toda essa maturidade nos ajudou a conquistar um dos nossos maiores cases de sucesso:

O Blog post de Meio Milhão de Reais

“Marketing de Conteúdo gera resultados mesmo?”

“É possível gerar receita com um blog?”

Se essas dúvidas ainda pairam sobre a mente de muitas pessoas nos dias atuais, imagina em 2016, quando a estratégia ainda não era tão popular como é atualmente.

E foi nesse ano que produzimos um dos nossos mais incríveis cases, a resposta para essas perguntas, o argumento perfeito para qualquer objeção de vendas:

Como um único blog post nos gerou 500 mil reais em receita!

O caso é incrível, nele contamos como conquistamos o primeiro lugar para a principal palavra-chave do mercado: Marketing Digital.

E ela permanece em primeiro até o dia de hoje.

Em julho de 2016 esse post já havia rendido mais de meio milhão de reais. Em 2017 fizemos uma atualização dele, que já era o post de 2 milhões de reais!

E a contagem vem crescendo desde então. Hoje, nosso blog post já nos rendeu mais de 5 milhões de reais!

O interessante desse caso é que lá atrás nós usamos a estratégia de Topic Clusters, antes mesmo de ser famosa. Usamos as palavras long tail para tópicos dentro do conteúdo e para a criação de posts satélites:

palavras-chave satélites

O conteúdo passou por algumas atualizações e algumas campanhas de aquisição de links e conquistamos o primeiro lugar.

Esse processo aconteceu durante o ano de 2015 e no começo de 2016, o ano em que o conteúdo se consolidou como uma das principais fontes de aquisição da Rock.

Podemos resumir 2016 como um ano de amadurecimento e principalmente de consolidação da estratégia.

Mas 2017 ainda reservava alguns dos momentos mais incríveis da história do nosso blog, e o meu case preferido…

Quem é Rock Content: se tornando o maior blog de Marketing Digital do Brasil

Começamos o ano de 2017 vivendo um excelente momento. O blog vinha com um crescimento incrível e a nossa estratégia cada vez mais consolidada.

Neste ano, evoluímos mais o nosso visual e ele se aproximou bastante ao que o blog é hoje:

template do blog da rock em 2017

Se em 2016 aprendemos a “Arte da Guerra” do SEO, em 2017 colocamos em prática contra alguns dos nossos maiores concorrentes.

Além disso, conseguimos manter o crescimento do blog e praticamente dobramos o tráfego novamente.

É claro que aqui se aplica a mesma situação do ano anterior, dobrar 10 mil acessos é muito mais simples do que dobrar 200 mil.

trafego do blog 2017


Finalizamos 2017 com um pico de 700 mil acessos no nosso melhor mês e quase dobrando novembro do ano anterior.

tráfego do blog em 2017

Como chegamos a números tão incríveis no final de 2017? O que mudamos em nossa estratégia para manter um crescimento tão alto?

Para começar, se o nosso volume de conteúdo era alto, ele passou a ser ainda maior.

As duas principais estratégias que usamos foram:

  • Topic Clusters (na época ainda não tinham esse nome legal da Hubspot).
  • Lacunas de Palavras-chave.

Vou explicar melhor…

Conquistando o maior volume de Palavras-chave possível

Em 2017 li, no mesmo dia, dois conteúdos excelentes falando sobre o futuro do Marketing de Conteúdo.

Esse post da BuzzSumo que afirmava que o futuro do Marketing de Conteúdo seriam conteúdos menores e em maior volume.

E na sequência li a resposta a esse conteúdo no blog da Moz. Aqui, dizia que o futuro do conteúdo também eram conteúdo menores, porém em menor volume.

A principio eu concordei mais com a Moz, porém discordava dos dois. Pra mim, o futuro eram conteúdos maiores. Especialmente se pensamos em rankear no topo do Google.

Diversos estudos (da época e atuais) mostram como rankear no topo do Google, em média, exige conteúdos mais longos. Como esse exemplo do estudo do Backlinko.

gráfico backlinko

Portanto, na minha cabeça, não fazia muito sentido.

Mas acabei descobrindo que eu estava errado. Pelo menos parcialmente.

É claro que os conteúdos maiores e mais completos seguem sendo os que tendem a rankear melhor no Google. Especialmente para temas que demandam explicações maiores e conteúdos bem abrangentes.

Mas eu gosto de ver tudo na prática. E pouco tempo depois começamos as estratégias que mencionei, de long tails, topic clusters e atacando os conteúdos que nossos concorrentes tinham e nós não.

A verdade é que existem muitos conteúdos que não demandam um volume de palavras tão alto. Afinal, o tamanho ideal é aquele que responda de forma completa a dúvida da persona!

Geralmente, em estratégias de conteúdo, as pessoas investem em palavras muito disputadas, sem perceber que rankear em primeiro para várias palavras-chave menos disputadas pode gerar mais tráfego do que rankear em quinto para uma head tail de alto volume.

Veja a taxa de CTR nessas SERPs:

 taxa de CTR em SERPs

Ou seja, termos específicos tendem a receber muitos cliques.

A ideia então é investir nessas palavras. Veja esse exemplo com long tails para a KW “empreendedorismo”

Print retirado do Key Word Magic Tool da Ferramente SEMrush

Print retirado do Key Word Magic Tool da Ferramente SEMrush

Foi esse tipo de palavras-chave que começamos a atacar. Palavras que nossos concorrentes não estavam olhando.

Um bom exemplo foi com os 4 Ps do Marketing:

4 Ps do marketing

Além de rapidamente chegarmos ao topo para as duas últimas, elas fortaleceram o nosso post de 4 Ps.

Isso mostra como as long tails estão diretamente relacionadas aos Topic Clusters, criando uma rede de conteúdos que geram tráfego e fortalecem as head tails.

O outro método também utilizado foi identificar as lacunas de conteúdo com os nossos concorrentes. Para isso usamos o SEMrush.

Na ferramenta temos a opção de identificar os conteúdos que o concorrente tem e nós não:

lacunas de palavra-chave

E depois selecionávamos as exclusivas deles:

lacuna de palavra-chave

Dessa forma, ficava fácil identificar excelentes oportunidades de conteúdo, além de evitar que os concorrentes abordassem temas que nós não abordávamos.

E nós não nos limitamos apenas a concorrentes diretos no nosso mercado, descobrimos outras possibilidades de conteúdo em blogs sobre vendas, mídia paga, publicidade etc.

Aumentando a nossa gama de temas abordados, claro, que fossem do interesse da nossa Persona.

Multiplicamos o número de palavras-chave indexadas e melhoramos (e muito) os rankings das nossas principais palavras com isso.

Esse case é tão importante para nós que até hoje utilizamos essas estratégias. Apesar disso, ele não é o meu case preferido de 2017.

Afinal, neste ano recebemos um investimento muito interessante no nosso blog. A melhor parte, o investidor não sabia que estava investindo nele!

Obrigado, Neil Patel

Fevereiro de 2017 ainda é o meu mês preferido nos meus 5 anos de Rock Content.

E isso se deve principalmente ao Case que eu mais tive prazer e orgulho em escrever: Obrigado, Neil Patel.

Se você não sabe quem ele é, calma! Eu explico.

Neil Patel é um dos mais populares nomes do Marketing Digital no mundo. Se não for o maior!

Ele tem um conteúdo falando sobre a estratégia de internacionalização dele e por que ele resolveu atuar em outros países.

Enfim, fato é que Neil resolveu entrar no Brasil. Mas, por não ser mineiro, não quis entrar aos poucos comendo pelas beiradas. Patel já chegou dando uma voadora de dois pés no mercado.

Primeiro ele começou com uma polêmica estratégia, além de enviar uma mensagem para o Peçanha dizendo que roubaria o nosso primeiro lugar para a palavra-chave Marketing Digital.

Neil Patel e Peçanha

E o pior de tudo… ele realmente conseguiu.

Durou dois dias, mas ele conseguiu.

Esse gif ilustra a experiência do Neil com a primeira posição para “Marketing Digital”.

Mas voltemos onde ele começou a sua controversa campanha “Quem é Neil Patel”, despertando a curiosidade do público brasileiro.

Não preciso explicar muito, mas a campanha se resumia a isso:

A ideia dele era fazer que as pessoas buscassem pelo seu nome e chegassem ao conteúdo dele:

quem é neil patel

Foi aí que decidimos contra-atacar.

Não iríamos ficar parados enquanto o Neil tentava roubar nosso blog post de milhões de reais.

Foi aí que eu escrevi um conteúdo: Quem é Neil Patel, um post que explicava muito melhor quem ele era do que o próprio site dele.

Em fevereiro de 2017 ele voltou com a campanha (que começou no finalzinho de 2016), dessa vez de forma menos polêmica, utilizando celebridades e influenciadores no Instagram.

larissa manoela

Tivemos um grande Boom de tráfego.

boom neil patel

Esse print é em um único momento durante o dia! Eram mais de 330 pessoas dentro da mesma página do blog.

No final de fevereiro tivemos mais de 75 mil visualizações da página.

tráfego neil patel

64 mil vieram do orgânico. E, no dia de maior acesso, tivemos mais de 9 mil visualizações de página.

É claro que o resultado dele foi ainda mais absurdo. Mas a gente não gastou dezenas de milhares para isso 😉

Mas a melhor parte não foi o tráfego, mas sim o que conquistamos depois.

Com a ajuda do Google Search Console chegamos ao título perfeito (eu explico melhor no case original):

quem é neil patel?

E depois de algumas campanha de divulgação em Social e campanhas de aquisição de links, conquistamos algo que parecia impossível:

busca por neil patel

O primeiro lugar para o nome dele!

Para você entender melhor como conquistamos esse resultado incrível e ler a história com mais detalhes, te aconselho a conferir o post:

Obrigado Neil Patel, como o Guru do Marketing Digital investiu (sem querer) no meu blog!

Apenas para fechar esse case resumido de forma alegre, deixo aqui aquele famoso meme sobre copia, mas não faz igual: (reveja o título dele na imagem anterior)

  • Alô, André? Aqui é o Patel
  • Oi Patel! Tudo bom?
  • Tudo ótimo! Sabe o título do trabalho, posso copiar o seu?
  • Claro! Copia, só não faz igual!
  • Claro!
busca por neil patel

Mudando o foco: tráfego é métrica de vaidade?

2018 começou a todo vapor!

Pelo nosso crescimento dos últimos anos era fácil de imaginar que terminaríamos este ano com quase 1 milhão e meio de acessos por mês.

Infelizmente, não foi o que aconteceu. O ano de 2018 talvez tenha sido um dos mais difíceis que tivemos no blog. Porém, foi o ano que tivemos uma percepção muito maior de como impactar as receitas da empresa.

Não terminamos com um crescimento ruim:

tráfego do blog em 2018

Finalizamos o ano com 940.000 acessos mensais. O problema é que o nosso mês de outubro, que foi o melhor do segundo semestre, foi um pouco pior que o mês de maio.

Ou seja, desde maio que não conseguimos superar o nosso tráfego mensal.

Diversos fatores impediram esse crescimento. Muitas mudanças na equipe, alguns erros de planejamento e, principalmente, a nossa mudança de foco.

Em vez de ficarmos tão focados em tráfego, passamos a olhar para as conversões como nunca olhamos antes.

Como nós vimos nos cases anteriores, o nosso blog já era a nossa principal fonte de geração de leads e de aquisição de clientes.

Porém, em 2018 nós percebemos que não estávamos aproveitando todo o potencial de negócio que o nosso blog tinha.

Sempre fomos apaixonados com SEO e sempre colocávamos metas de tráfego que pareciam inalcançáveis, mas a gente acabava batendo. Gerar tráfego era absolutamente natural para nós.

Mas de que vale você ter um milhão de acessos se ninguém vai comprar com seu produto/serviço? O que você prefere:

  • 1 milhão de acessos gerando 1 cliente;
  • mil acessos gerando 4 clientes.

Por mais que seja difícil admitir, ainda mais para nós que sempre fomos tão focados em tráfego, mas em alguns casos — talvez na maioria — tráfego é sim uma métrica de vaidade.

De nada adianta gerar um enorme número de visitas no final do mês se você não consegue gerar vendas com eles ou se esse tráfego não tem nenhum impacto para o sucesso do seu negócio.

Por isso, neste ano, tiramos um pouco do nosso foco em aumentar bastante o nosso tráfego e focamos em otimizar os nossos pontos de conversão dentro do nosso blog.

Foram várias estratégias novas focadas em conversão, por exemplo:

Formulários para download de posts com o plugin de conversão que nós criamos, o Rock Convert

Conteúdos com versão em áudio com a sensacional ferramenta Vooozer.

class=

Box com links em destaque, fazendo ofertas:

biblioteca

Começamos a usar o Pushnews

assinatura de push

Criação de novas ferramentas como o gerador de assinatura de emails:

gerador de assinatura

Criação de templates para download dentro de posts:

templates para download

Formulários para ebooks e outros materiais diretamente dentro do post:

formulário de download de ebook

Entre vários outros métodos.

O principal de tudo foi revisitar quase todos os nossos posts do blog, começando pelos 100 mais acessados e identificando oportunidades de adicionar pontos de conversão.

Aí adicionamos banners, CTAs em texto, ferramentas, templates etc. sempre que encontrávamos boas oportunidades nos nossos conteúdos.

Se o tráfego não cresceu tanto quanto gostaríamos, no final de 2018 conseguimos melhorar muito as nossas conversões, terminando o ano com um sentimento de dever cumprido.

Mas com um sentimento de que poderíamos ter feito muito mais.

Gostaríamos de ter finalizado o ano com muito mais que 1 milhão de acessos, mas foi, sem dúvidas, um aprendizado necessário e importante para o futuro.

E, pensando em superar esse tráfego e utilizar todo o potencial que temos como blog e empresa, no final de 2018 tomamos uma decisão que mudou tudo…

O bom filho à casa torna

Já me perguntaram várias vezes: devo criar um blog no mesmo domínio que o meu site ou em domínios separados.

Em quase 99% das vezes a resposta é: no mesmo domínio! Por diversos motivos:

  • fortalecer duas marcas diferentes no mercado;
  • diluir sua autoridade de domínio;
  • aumentar o potencial de conversão.

Mas nós, pelos motivos que expliquei no começo dessa linda história disfarçada de blog post, possuíamos o blog e o site em domínios separados.

Se o principal motivo era disseminar o termo e a estratégia no mercado, no final de 2018 esse objetivo já estava absolutamente concluído:

visão geral do blog marketing de conteúdo

Portanto, era hora de combinarmos os dois domínios tão fortes que nós já tínhamos e trazer o Marketing de Conteúdo de volta pra casa. Voltando para o seu endereço antigo de blog da Rock!

migração do blog da rock

Os principais motivos para a nossa migração foram:

Fortalecimento da marca Rock Content

Como eu mencionei, nos domínios diferentes acabam criando duas marcas diferentes. O Marketing de Conteúdo já era uma marca própria, e apesar de muitas pessoas já ligarem o blog à Rock, muita gente não fazia essa conexão.

Aliás, muitas pessoas conheciam o blog antes mesmo de saber que existia uma Rock Content.

Autoridade do domínio

Um dos principais motivos para não se criar dois domínios para uma mesma marca é justamente não dividir os resultados dos esforços.

Quando você tem dois domínios você precisa fortalecer os dois, divulgar os dois, conseguir backlinks para os dois… e quando você recebe 50 links em cada domínio, poderia receber 100 em apenas um.

Por muito tempo nós diluímos a nossa força e mesmo assim construímos dois domínios fortíssimos.

No final de 2018 decidimos, então, combinar os dois domínios e tornar o rockcontent.com ainda mais forte.

Internacionalização

Provavelmente o mais importante de todos os motivos para a migração do domínio é a nossa internacionalização.

A Rock Content já é uma empresa internacional com uma grande presença em LATAM. Só para se ter uma ideia o nosso blog espanhol já atingia mais 600 mil acessos por mês.

Em breve teremos a nossa versão em inglês também e, claro, o ideal é que tudo isso esteja em apenas um domínio multilingue.

Para entender melhor a migração e esses motivos (além de outros motivos importantes para tomarmos a decisão) confira o post completo onde eu explico por que migramos o maior blog de Marketing Digital do Brasil.

Após essa migração chegamos ao ano de 2019 e à nossa complicada missão de recuperar o tráfego e algumas posições perdidas por conta da migração.

A queda é absolutamente natural e estamos retornando aos nossos melhores dias.

O blog da Rock

Começamos 2019 sofrendo um pouco, afinal, após a migração, vimos um começo de ano até inferior ao início de 2018.

Mas já na última semana de março fizemos uma das melhores semana da história do blog, chegando a quase 220 mil acessos.

tráfego 2019

O que nos enche de esperança que já nos próximos meses bateremos a casa dos milhões e até o final queremos dobrar o nosso tráfego atual.

Claro que será uma missão bem complicada.

E tudo isso, focados em ter conteúdos que convertem e geram resultados reais para a Rock. Além de, claro, seguir sendo um case de sucesso e crescimento para educar o nosso mercado e principalmente os nossos clientes.

Temos vários planos para este ano e espero escrever mais alguns cases contando tudo o que conquistamos e as estratégias novas que fizemos.

Essa é a história do Marketing de Conteúdo/blog da Rock Content. Uma história que nos ensinou muito e que tenho certeza que pode ensinar muito para você também.

Para continuar acompanhando essa história, assine o nosso feed e acompanhe diariamente os nossos conteúdos, a evolução das nossas estratégias e os nossos próximos cases.

Que a história e o crescimento continuem…


Por que migramos o maior blog de Marketing Digital do Brasil

Por que migramos o maior blog de Marketing Digital do Brasil

Migramos o Marketing de Conteúdo para o domínio da Rock Content. Entenda quais as estratégias e impactos envolvidos nessa mudança.

No final de dezembro passamos por uma das maiores mudanças da história da Rock Content.

Se você nos acompanha há mais tempo, notou que o nosso maior blog e nossa principal fonte de tráfego, o Marketing de Conteúdo, mudou de endereço.

Trouxemos o nosso blog de volta pra casa.

Agora o blog da Rock Content é oficialmente o “blog da Rock”.

A mudança foi enorme, mas necessária. E neste conteúdo eu vou contar para vocês por que decidimos trazer o nosso blog para o domínio da Rock Content, os primeiros impactos e onde queremos chegar.

O foco aqui não será a parte técnica da migração — em breve farei um post contando todo o processo e os seus impactos.

Por hora, vamos focar nos nossos objetivos e por que migramos o maior blog de Marketing Digital do Brasil.

Por que Marketing de Conteúdo?

Muitas pessoas já me perguntaram se elas deveriam criar um blog em um domínio separado do site ou dentro do próprio domínio.

E eu sempre respondi a segunda opção!

A pergunta era, então, seguida 99% das vezes por outra: “por que o da Rock não é no mesmo domínio”?

O que era realmente uma boa pergunta.

Voltando no tempo, em 2013, quando a Rock começou a dar os seus primeiros passos no mundo do marketing (quase) ninguém tinha ouvido falar em “marketing de conteúdo”.

Uma das missões da Rock era educar e trazer ao mercado uma nova estratégia e queríamos que esse processo acontecesse da forma mais natural possível.

Por isso a escolha do domínio “marketingdeconteúdo.com”. Para deixar o termo natural dentro do mercado e a estratégia cada vez mais conhecida.

Não queríamos atrelar o termo apenas à Rock Content, mostrando que o Marketing de Conteúdo não era uma estratégia nossa, mas uma metodologia já testada e aprovada em outros mercados mais maduros.

Portanto, na época, o nome era necessário.

Atualmente, o termo Marketing de Conteúdo já está muito bem disseminado no mercado. Mais de 70% das empresas que responderam à Content Trends (de um total de mais de 3.000 respondentes) já adotam a estratégia.

Atualmente, “Marketing de Conteúdo” possui um volume de mais de 6.600 buscas por mês e mais 110 milhões de resultados no Google.

Visão geral de buscas para Marketing de Conteúdo

Ou seja, o termo já está mais que disseminado no mercado.

Bom, primeiramente a explicação do nosso domínio era necessária. Agora é hora de explicar o porquê de fazermos a mudança.

Fortalecimento da marca Rock Content

Lá no final de 2013, nos primeiros meses de blog, chegamos à incrível marca de 3.400 acessos em novembro.

Na época era uma marca incrível e que mostrava o crescimento da estratégia. O termo começava a ser conhecido pelo mercado.

Fortalecimento da marca Rock Content

Já no final de 2018, alcançamos quase 1 milhão de acessos, mostrando a força que o blog ganhou e como o termo já estava bem divulgado dentro do nosso mercado.

Fortalecimento da marca Rock Content em 2018.

E isso mostra principalmente como o “Marketing de Conteúdo” se tornou uma marca própria. O maior blog de Marketing Digital do país.

E, apesar de a marca estar relacionada à Rock Content, vimos a necessidade de unificar todos os nossos produtos.

Além disso, tínhamos quase 1 milhão de acessos que estavam fora do nosso site e nem todos esses visitantes assimilavam o Marketing de Conteúdo com a Rock Content.

Por isso, vimos a necessidade do Marketing de Conteúdo ser oficialmente o Blog da Rock Content.

A mudança foi acontecendo de forma gradual. Primeiro adicionamos o termo “o blog da Rock Content” no título da página:

Capa do blog Marketing de Conteúdo

E adicionamos também o logo linkando direto para o nosso site (tudo bem que isso já deveria estar aqui há muito tempo. Erro nosso):


Menção, no blog Marketing de Conteúdo, ao site da Rock

Após a migração, mantivemos o título Marketing de Conteúdo por um período, para as pessoas irem se acostumando com a mudança, até que finalmente assumimos a nossa nova identidade:

Blog da Rock depois da migração

Dessa forma o maior blog de Marketing Digital do Brasil deixa de ser o Marketing de Conteúdo e passa a ser o Blog da Rock Content.

O que faz toda a diferença para a nossa marca.

Autoridade do Domínio

Um dos principais motivos para não se criar dois domínios para uma mesma marca é justamente não dividir os resultados dos esforços.

Quando você tem dois domínios você precisa fortalecer os dois, divulgar os dois, conseguir backlinks para os dois… e quando você recebe 50 links em cada domínio, poderia receber 100 em apenas um.

Por muito tempo nós diluímos a nossa força e mesmo assim construímos dois domínios fortíssimos.

Isso ficou muito evidente quando, sem fazer muitos esforços, os nossos guias completos que ficavam no site começaram a rankear na primeira página do Google.

Autoridade do domínio

Mesmo o meu foco sendo fortalecer o post no blog, o nosso site conseguia rankear quase tão bem quanto.

Isso acontecia para várias das nossas principais palavras-chave.

Tínhamos dois sites com a autoridade de domínio maior que 50. Se separados eles já eram fortes, imagina juntos!

Uma das nossas grandes expectativas com a migração é justamente unir dois domínios fortes. Fazer uma fusão entre eles se tornando um único domínio muito mais forte que os dois separados.

E agora acabou de chegar um terceiro domínio: o Marketing de Contenidos, o nosso blog em Espanhol, que também será migrado para o nosso domínio.

Blog da Rock em espanhol está no mesmo domínio do português

Os impactos ainda não estão tão visíveis assim, mas em breve farei outro post contando o processo e os impactos resultados da mudança.

Internacionalização

Provavelmente o mais importante de todos os motivos para a migração do domínio é a nossa internacionalização.

A Rock Content já é uma empresa internacional com uma grande presença em LATAM. Só para se ter uma ideia o nosso blog espanhol já atingia mais 600 mil acessos por mês.

Agora teremos a nossa versão em inglês também e, claro, o ideal é que tudo isso esteja em apenas um domínio multilingue.

Isso fortalece muito o nosso domínio quando entramos em outros países, um exemplo disso é chegada do Neil Patel no Brasil, conquistando boas posições rapidamente.

Além disso, aqui no Brasil a Rock já é uma empresa conhecida, mas lá fora ainda não. Portanto era difícil assimilar o Marketing de Contenidos a uma empresa pouco conhecida por lá.

O blog era muito mais popular que a empresa.

Por isso trouxemos todos os nossos domínios para casa. Todas os nossos produtos apontando para apenas um lugar, para nossa marca principal: Rock Content.

Agora o nosso site possui versão em diferentes idiomas e blog espanhol e português são o mesmo blog, em idiomas distintos e com conteúdos segmentados para os seus respectivos mercados.

Ambos são o Blog da Rock, um espanhol e outro português.

Potencial de conversão

Qual a principal dica quando criamos uma landing page para algum produto ou material?

Que ela possua apenas uma oferta. Que ela evite distrações seja direta ao ponto.

Por que?

Isso facilita a conversão! Quanto menor o caminho, quanto mais próximo da solução maior a tendência de conversão da sua persona.

A tendência é que nossa geração de leads e MQLs se torne muito mais natural, uma vez que os quase 2 milhões de acessos mensais dos blogs migrados já estão dentro do domínio Rock Content.

Eles não precisam acessar outro site para conhecer a empresa ou fazer uma levantada de mão. Tudo acontece de forma mais simples e otimizada.

O futuro dos Blogs

Agora com todos os nossos produtos no mesmo domínio a nossa expectativa é que isso fortaleça ainda mais a nossa marca nacional e internacionalmente.

O nosso foco é o nosso crescimento e, claro, otimizar a experiência dos nossos visitantes em todas as nossas presenças online.

Com isso queremos ter um domínio mais forte, uma marca ainda mais reconhecida no mercado e um site em que o visitante entenda muito melhor onde ele está e qual é o papel de cada blog dentro da história que a Rock Content está contando.

Quero saber de você, que faz parte dessa história. O que achou da mudança?

Em breve escreverei outro conteúdo contando todo o processo de migração e nosso acompanhamento dos resultados. Assine a nossa newsletter para não perder esse conteúdo!


Googlebot

Nova ferramenta do Google mostra o que seu site precisa para rankear melhor!

Fazer otimizações focadas em rankeamento nos buscadores é sempre um grande desafio.

Seria fantástico se o próprio buscador pudesse avaliar o nosso site e nos dizer exatamente aquilo que podemos melhorar para conquistar melhores posições.

Parece um sonho distante, certo?

Porém, o Google está disposto a realizá-lo. O buscador mais usado do mundo acaba de lançar uma nova ferramenta de auditoria para sites.

A ferramenta analisa o seu domínio e mostra os seus pontos fracos e fortes, além de dizer o que e como você pode otimizar o seu site. Ninguém melhor que o Google para dizer o que você precisa fazer para rankear no próprio Google.

Vamos entender melhor o que é essa ferramenta, o seu funcionamento e como ela pode ajudar o seu site/blog:

O que é o Google web.dev

O Google anunciou o lançamento da sua nova ferramenta, ainda em Beta, que faz reports da performance do seu site de acordo com as melhores práticas na Web.

A ferramenta é focada em desenvolvedores, por apontar principalmente melhorias técnicas para otimizar a sua performance.

Segundo o Google: “Com análise e direcionamentos práticos, web.dev ajuda desenvolvedores como você a aprender e aplicar práticas mais modernas da Web para os seus sites e aplicativos.”

Como funciona o web.dev: usando na prática

Ao ver o anúncio, imediatamente fui testar a ferramenta e ver como ela funciona. O resultado foi bem interessante.

Coloquei o site da Rock de teste e o Google apresentou os resultados para:

  • Performance
  • PWA (Progressive Web App)
  • Melhores práticas
  • Acessibilidade
  • SEO

Google Web Dev

Vou explicar o que é cada um desses fatores, mas antes gostaria de destacar alguns benefícios do uso da ferramenta.

Além de mostrar os números de desempenho, o Google faz uma lista com os principais pontos de melhoria no seu site.

E a melhor parte:

Ele define o nível de prioridade (alta, média ou baixa) e deixa um link com um tutorial ensinando você como resolver aquele problema:

Google Web Dev

Clicando no link ele me levou até essa página, que não só explica o problema em detalhes, como também ensina a resolvê-lo.

Google Web Dev: tutorial

Outra opção interessante é a de ver o report completo e até baixá-lo:

Google Web Dev

Ele apresentará uma página completa com a análise de cada um daqueles 5 pilares que ele analisa, mostrando não apenas erros, mas os seus pontos fortes também.

Vejamos alguns detalhes da nossa análise de SEO:

Google Web Dev

Ele analisa a performance no Mobile, Melhores Práticas de Conteúdo e Rastreamento e Indexação.

Como podemos ver, na parte de conteúdo estamos mandando bem em todos os pontos analisados.

Vamos entender então o que é cada um desses 5 pilares:

Performance

Faz uma auditoria analisando as diferentes métricas e momentos de carregamento de uma página, apontando em quais momentos a sua performance pode ser otimizada.

PWA

Para entender o que é um Progressive Web App, acesse aqui!

Resumidamente, aqui o Google vai analisar como os aplicativos utilizados no seu site performam na Web. Por exemplo, um PWA deve ser responsivo, atual, seguro (fornecido via Https), independentes da da conexão dos usuários etc.

Melhores práticas

Analisa tudo, desde o uso de Https ao uso correto de imagens. Práticas que afetam diretamente o seu rankeamento no buscador.

SEO

Auditoria focada especialmente nos principais fatores que fazem que o site seja encontrável, tanto pelos buscadores quanto pelos usuários.

Ele vai analisar desde a indexação até os códigos usados dentro do seu conteúdo.

Aprenda tudo sobre SEO

Acessibilidade

Aqui a ferramenta faz uma análise de todo e qualquer tipo de fator que possa evitar que os usuários consigam acessar os seus conteúdos.

Faça sua própria auditoria

Conselho pessoal, entre na ferramenta, faça auditorias e descubra quais são os pontos de atenção e melhoria dentro do seu site.

Apesar de ser focada em programadores, muitas das correções você pode fazer mesmo sem ter um conhecimento aprofundado em programação.

Aquelas que forem mais complexas, você pode encaminhar com prioridades para o desenvolvedor do seu site para garantir as melhores performances na web.

Segue o link da ferramenta para você começar agora: https://web.dev/

Kit Domine o Google

Como recuperar posições no Google

Aprenda como recuperar posições que você perdeu no Google e como nunca mais perdê-las!

Mais difícil do que alcançar o topo do Google, é se manter lá!

Muitos acreditam que alcançar a primeira posição nas páginas do buscador é cumprir o seu grande objetivo. Ledo engano.

O impacto que um bom posicionamento nas SERPs traz para o seu site/blog está diretamente relacionado ao tempo que ele permanece lá.

Se você já acompanha o blog há um tempo já deve ter me visto falando que o Google é um verdadeiro campo de batalhas.

E uma certeza que você pode ter é que todo mundo que está abaixo de você, está doido pra assumir o seu lugar.

Campo de batalha representando o primeiro lugar do Google

Além disso, as páginas de resultados estão em constante mudança e as posições se alternam bastante.

Portanto, ter uma estratégia de recuperação de posições é fundamental para você ter sucesso na sua estratégia de SEO.

No conteúdo de hoje eu vou explicar como eu faço aqui na Rock para garantir que as nossas eventuais quedas sejam sempre momentâneas.

Confira!

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Qual o tamanho do seu problema

Esse conteúdo poderia ser facilmente dividido em dois. Mas não sou o tipo de pessoa que gosta de tirar uma dúvida e te deixar com outra.

Por isso neste post eu vou destacar as duas situações comuns em que você precisará recuperar posições no Google.

  1. Você perde posição para uma ou mais palavras-chave fundamentais para você;
  2. Sua página sumiu do Google. Não está aparecendo nem na terceira página (também aplicável a uma ou mais páginas).

A primeira situação é um pouco mais simples de ser resolvida.

A segunda já exige um diagnóstico mais completo para identificar a raiz do problema. A página pode ter sumido por diversos motivos.

Vou ensinar primeiro como agir na situação 1. E depois vou explicar como lidar com a situação 2.

Isso, porque, após diagnosticado o problema na 2, o plano da 1 servirá tranquilamente para você aplicar e recuperar as posições que você perdeu.

Perdi posições! E agora?

Como eu falei, a guerra é constante e as variações são absolutamente normais.

Já aconteceu muitas vezes com a gente aqui na Rock. Já perdemos posições e tivemos que recuperar, assim como já roubamos posições de muita gente também.

Atualmente estamos com um saldo bem positivo.

Inclusive já perdemos posição para a nossa principal palavra-chave: “Marketing Digital”.

Uma dessas vezes foi na época do nosso clássico case “Obrigado Neil Patel”, em que ele roubou nossa posição e nós rankeamos em primeiro para o nome dele.

O GIF abaixo representa como foi o período em que o Patel e outros concorrentes que chegaram ao topo para essa palavra-chave:

Portanto essa variação é normal. Não foi a primeira vez que perdemos e nem será a última.

E para ser sincero, eu acho bom quando acontece.

Como recuperar posições no Google

É sério!

Perder posições nos tira do lugar-comum, faz a gente perceber que o que nos levou para o topo, não é suficiente para manter lá.

Gera aprendizado e crescimento. E com certeza, perder posições me tornou um profissional muito melhor.

A além do mais, ganhar de ninguém não tem graça nenhuma!

Jogar contra ninguém

É incrível olhar para a SERP e ver que estamos na frente de concorrentes (de palavra-chave) de peso como a Resultados Digitais ou Neil Patel.

Por isso, o risco de ter que recuperar posições no Google constantemente é grande!

O mais importante é saber exatamente como reagir quando essas situações acontecerem. Então vamos ao passo a passo de como você deve agir quando você perde sua amada posição.

1. Entender “o que ele tem que eu não tenho”?

A primeira coisa que eu faço quando eu perco uma posição é entender o porquê.

O que o meu concorrente tem que eu não tenho? O que o Google viu nele? Por que ele é mais digno de conquistar essa posição de honra do que eu?

Alguns dos motivos que podem ter influenciado diretamente:

É importante que você faça uma comparação bem crítica para identificar os principais pontos de melhoria.

Se você conseguir identificar algum ponto principal, corra para melhorá-lo. O importante aqui é entender que no primeiro momento, antes de aplicar as práticas a seguir, você deve fazer um diagnóstico do seu problema.

Inclusive, esse diagnóstico será fundamental para você determinar quais práticas você deve priorizar.

Dito isso, a partir de agora, elas não estão em uma sequência obrigatória de execução.

2. Atualizar o conteúdo

Se você perdeu posições, é possível que essa perda aconteceu porque o seu concorrente responde melhor a busca do usuário do que o seu conteúdo.

Portanto a atualização se faz necessária.

Nesse ponto cabe um novo diagnóstico que não deve ser limitado apenas aos concorrentes que estão à sua frente.

O ideal é que você analise todos os conteúdos que estão na primeira página. Observe:

  • Títulos dos concorrentes;
  • Meta Description;
  • Tópicos abordados dentro do conteúdo;
  • Tamanho do Conteúdo;
  • Uso de mídias (vídeos, imagens, infográficos);
  • Informações que podem estar desatualizadas no seu conteúdo;
  • Estrutura do post.

Outra dica é usar a busca avançada do Google para conferir os conteúdos que rankeiam para essa busca em outros idiomas, criando mais ideias de como otimizar o seu conteúdo:

Basta acessar as configurações e selecionar um idioma e até um país para fazer um benchmark.

Como recuperar posições no Google: pesquisa avançada no Google

Quer aprender tudo sobre atualização de conteúdos? Baixe o nosso guia completo sobre o assunto!

Intenção do usuário

Escrevi um conteúdo com o Guia com (quase) tudo que eu faço quando quero rankear em primeiro para uma palavra head tail.

Responder a intenção do usuário é provavelmente o principal fator dentro de um conteúdo.

Para identificar a intenção por trás de uma busca você precisa observar a página de resultados, afinal, se os conteúdos estão na primeira página o Google considera que eles respondem a busca feita.

Dois exemplos que gosto muito:

Repare a página de resultados para a busca “Inbound Marketing

Como recuperar posições no Google: SERP de Inbound Marketing

Todos os conteúdos que rankeiam nas 5 primeiras posições são focados em explicar o que é o Inbound e como aplicar a estratégia.

Ou seja, se uma pessoa quiser rankear para Inbound Marketing, o conteúdo precisa responder essas questões para o leitor.

Agora vamos ao outro exemplo, o que você acha que uma pessoa que busca por “cachorros fofos” quer encontrar no Google?

Como recuperar posições no Google: SERP para cachorros fofos

Imagens!

Perceba que o Google já responde a busca com imagens. Ou seja, seria praticamente impossível você rankear para essa busca com um conteúdo que não possua vídeos ou imagens de cachorrinhos fofos.

Esse pode ser o problema que causou sua perda de posições. Portanto identifique se você responde à intenção do leitor.

Técnicas de escrita:

Outros fatores importantes para você atualizar no seu conteúdo são algumas técnicas de escrita, que ajudam a otimizar e manter o leitor mais tempo dentro do seu post.

Esse é um dos principais sinais da qualidade do seu conteúdo para o Google.

Entre as boas práticas de escrita para melhorar a avaliação dos seus posts estão:

  • Escaneabilidade;
  • Frases de Conexão (Bucket Brigade): são frases que estimulam os leitores a permanecerem engajados no conteúdo como: “e não é só isso”, “vamos à melhor parte” etc;
  • Intertítulos que apresentam benefícios claros para o leitor;
  • Fórmula APP: fazer uma introdução completa que convença o usuário a ler todo o conteúdo. Você concorda com dor dele (Agree), promete os benefícios de ler o conteúdo (Promise) e dá uma prévia de como ele conquistará isso (Preview).

Se você quiser aplicar essas técnicas, confira esse meu outro post completo onde ensino e mostro cada uma delas aplicada para você fazer um excelente conteúdo para blog!

Ebook Copywriting

3. Melhore os seus títulos

Há quanto tempo você não revisa os títulos dos seus conteúdos?

Você tem testado mudanças e comparado a taxa de cliques (CTR) entre eles?

Pois bem, fica aqui um conselho necessário para a recuperação de posições: otimizar o seu SEO Title!

Muitas vezes criamos os nossos conteúdos, escolhemos um título e deixamos ele eternamente do mesmo jeito.

O que é um erro grave.

Primeiro porque o CTR é um importante fator de rankeamento, afinal, se as pessoas não clicam no seu título, passam a mensagem que ele não responde à intenção da busca deles.

Se o seu conteúdo não possui uma boa taxa de cliques para a posição que ele está, a tendência é que ele perca posições.

Em segundo lugar, o SEO Title é a primeira impressão que uma pessoa terá ao encontrar o seu conteúdo.

Como recuperar posições no Google

Definitivamente, você quer que esse primeiro encontro desperte o interesse do leitor conhecer melhor o seu conteúdo e ler o que você tem a dizer.

Enfim, queria mostrar inicialmente a importância do CTR, agora vou mostrar como eu faço otimizar ele:

Melhorando o CTR com o Google Search Console

Essa é uma das minhas funções preferidas do GSC. A ferramenta permita que você identifique exatamente as pesquisas feitas quando as pessoas clicaram no seu conteúdo.

Para isso você precisa acessar o Search Console e selecionar a parte Desempenho:

Como recuperar posições no Google: Search analytics Google Search Console

Você terá as seguintes opções para fazer uma análise dentro do seu site/blog:

Como recuperar posições no Google

Em um primeiro momento, vamos selecionar a aba “Páginas” para escolher uma página específica que você queira otimizar o CTR.

No caso, o conteúdo que você precisa recuperar posições.

Como recuperar posições no Google

Dessa vez vou usar o post “Marketing Digital” como exemplo.

O meu case preferido com esse Hack é o do “4 Ps do Marketing” que você conferir no meu conteúdo com Hacks avançados de Conteúdo!

Como eu já usei ele de exemplo, optei por outro conteúdo agora.

Após selecionar a página escolhida, volte para a aba consultas:

Como recuperar posições no Google

As consultas mostram a intenção de busca dos usuários, e você pode usar elementos no seu título para estimular os cliques e ampliar o seu CTR.

Além disso, usar esses termos pode melhorar o seu rankeamento para aquela consulta específica.

Eu usei os elementos “tudo sobre” e “marketing online” no meu título para estimular mais cliques e rankear para essas consultas específicas.

Agora veja a SERP para a busca “Marketing Digital”:

Como recuperar posições no Google

Observe quantos desses conteúdos também usa “Marketing online” no seu título.

Pois é! Nenhum.

Mas vamos a melhor parte.

Vamos agora observar a página de resultados para a busca “Marketing Online”

Como recuperar posições no Google

Perceba que o único resultado igual é o primeiro! No caso, o nosso.

Apesar do Neil Patel ainda ser o segundo, ele está rankeando com um post diferente. Eu sinceramente não vejo necessidade dois conteúdos quando eu posso rankear com 1 para as duas SERPs.

É claro que não foi o único fator para rankearmos em primeiro para as duas buscas. Porém, como fica nítido nesse exemplo, o título teve grande influência.

Viu só a importância que os títulos têm para o rankeamento de um post?

Agora, quando perder posições, pode ter certeza que esse é um dos principais fatores para você recuperá-las.

Nota: esse é um dos Hacks avançados que ensino em um outro conteúdo. Se você quiser conhecer macetes para otimizar seus resultados confira o post completo: Hacks avançados de Marketing de Conteúdo e SEO!

CTA de download para o kit: Domine o Google

4. Revise a sua linkagem interna

Um bom trabalho de linkagem interna é fundamental para mostrar para o Google a relevância do seu conteúdo.

Busque pela palavra-chave internamente no seu blog e encontre conteúdos em que você deixou a oportunidade passar.

Na linkagem interna é fundamental você pensar também nos próximos passos que o seu leitor vai dar. Então faça links estratégicos.

Outro fator interessante é lembrar que o texto âncora não é tão relevante quando se trata de link interno. Então você pode usar a criatividade e fazer links chamativos e que atraiam cliques.

Por exemplo: conheça as melhores práticas de rankeamento no Google

Esse link vai para a nossa página SEO. Se fosse externo, preferiria que o âncora fosse direto. Mas, como é interno, eu prefiro convencer o leitor a clicar, fortalecendo o conteúdo de destino.

Uma outra dica inicial é fazer um link direto da “Home” para as suas páginas mais importantes.

A “Home” é a página mais importante do seu site e quanto mais curto for o caminho para a pessoa alcançar as suas páginas mais relevantes, o Google entenderá como páginas de maior valor.

A Resultados Digitais faz isso muito bem na sua Home:

Como recuperar posições no Google: Home da Resultados Digitais

5. Posts Satélites

Diretamente ligada à prática anterior de linkagem interna, está a produção de novos posts satélites.

Os posts satélites são conteúdos relacionados a um tema principal, geralmente focados em uma palavra-chave long tail e que fortalece uma palavra head tail.

Por exemplo: Marketing Digital.

Essa é uma KW com um altíssimo volume de busca e com uma competitividade enorme na página.

Além de criar um conteúdo completíssimo é fundamental que você crie conteúdos sobre temas diretamente relacionados para fortalecer o post principal, por exemplo:

  • Cursos de Marketing Digital;
  • Plano de Marketing Digital;
  • Livros de Marketing Digital.

Encontrar essas long tails que você ainda não tenha explorado, pode ser um ótimo caminho para recuperar posições no Google que você perdeu. Uma vez que esses posts satélites, devidamente linkados, fortalecem o seu conteúdo pilar.

Para identificar essas oportunidades você pode conferir as consultas naquela página específica pelo Google Search Console (mesmo processo que fizemos para melhorar o CTR) ou usar uma ferramenta de palavras-chave.

Por exemplo, usando o KW Magic Tool do SEMrush eu encontrei as seguintes oportunidades de conteúdo:

Como recuperar posições no Google

Você pode usar uma ferramenta gratuita como o Ubersuggest. Temos um conteúdo com as melhores ferramentas de palavras-chave, confira!

Ao encontrar essas oportunidades que você ainda não explorou, crie conteúdos e faça o link diretamente (de preferência o primeiro link do post) para a post pilar.

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6. Priorize backlinks para essa página específica

Se você já toca uma estratégia de conteúdo há tempo suficiente para se preocupar com perda de posições, muito provavelmente já tem uma estratégia de backlinks.

Se ainda não tem, você precisa começar uma.

Quando você perde uma posição, especialmente de palavras chaves para o seu negócio (adjetivo, não escrevi sem hífen não hehe), você precisa priorizar esse termo nas suas campanhas de link building.

Por exemplo, você vai trocar 5 guest-posts naquele mês, certifique-se que a palavra que você precisa recuperar receberá um link em cada um desses conteúdos.

E o mais importante, priorize para que ele seja o primeiro link a aparecer naquele guest. Lembre-se que os links possuem hierarquia dentro das páginas, sendo o primeiro o que recebe maior autoridade e assim sucessivamente.

Faça um alerta para essa palavra-chave específica

Uma importante forma de conquistar backlinks é a partir de menções não linkadas às suas palavra-chave.

Acesse o Google Alerts, e crie um alerta para a palavra específica que você precisa recuperar.

Como recuperar posições no Google: Google Alerts

Você pode configurar o alerta de acordo com as suas preferências.

Sempre que algum site citar essa KW, você receberá um email avisando:

Como recuperar posições no Google

Caso seja pertinente, você pode abordar o dono da menção dizendo que possui um conteúdo completo sobre o tema e que pode ser um complemento interessante para o leitor dele.

Troque links

“Não é bom que o homem esteja só” e você, com certeza, tem bons parceiros e até clientes que podem ajudar você nesse tipo de situação.

Se você tem um conteúdo de qualidade e o seu parceiro também, essa troca de links se faz de forma natural.

Tenha uma abordagem sincera, dizendo que você precisa de links para esse post específico abrindo portas para um favor em retorno.

Uma dica, nunca simplesmente peça um link: “preciso de um link para: X”.

Mas encontre um conteúdo no site/blog do seu parceiro que faça sentido (e que seja possível inserir um link) e mostre que você já encontrou uma boa oportunidade para ele fazer.

Dessa forma você facilita o trabalho da pessoa, não criando a necessidade dela procurar no próprio blog oportunidades para fazer um link para o tema específico que você precisa.

Identifique links que os seus concorrentes têm e você não

Uma das melhores formas de recuperar posições no Google é conquistando exatamente aquilo que pode ter tirado você do topo.

Se o seu conteúdo já é melhor que o do seu concorrente, você precisa de autoridade e links para confirmar isso.

E nada melhor que “roubar” aquilo que ele tem e você não tem.

Vou ensinar como faço o processo usando o SEMrush (você pode procurar outras opções pagas e gratuitas também, como o Linkminer):

Para exemplo prático, vou usar as URLs dos principais concorrentes da SERP de “Digital Marketing” nos Estados Unidos.

Como recuperar posições no Google

A Hubspot está em primeiro lugar seguido da Marketo. Ambas as empresas são gigantes.

Será o que perfil de backlinks está influenciando diretamente as posições? Vamos fazer uma análise:

Primeiro vamos acessar a opção “Lacuna nos Backlinks” na barra de ferramentas do SEMrush.

Lacuna dos Backlinks no SEMrush

Você terá a opção de colocar até 4 concorrentes de uma vez para comparar o perfil dos seus backlinks.

Lacuna nos Backlinks: SEMrush

Basta você colocar as duas URLs que quer comparar.

Repare os detalhes que destaquei ali. A opção padrão é “Domínio raíz”, o que faria uma comparação de todos os backlinks do domínio.

Isso também é uma ótima estratégia, mas como nosso foco é recuperar uma página específica, vamos selecionar a opção URL e colocar a URL da página e não do domínio.

O resultado obtido foi esse:

Lacuna dos Backlinks no SEMrush

Eu não sei quanto a você, mas na minha humilde opinião os 40.000 Backlinks a mais que a Hubspot recebe devem estar influenciando diretamente na sua primeira posição no Google.

Mas a melhor parte está um pouco mais abaixo:

Análise de backlinks no SEMrush

O SEMrush apresenta quais são os domínios específicos que estão linkando para o seu site e para o site do seu concorrente.

A coluna azul mostra a Autoridade dos Domínios. Veja só quantos domínios com autoridade acima de 80 (que é excelente) que fazem links para a Hubspot e não fazem para a Marketo.

Vamos observar o domínio Kinja, que envia 31 links para a Hubspot e nenhum para a Marketo:

Como recuperar posições no Google

A melhor parte é que eu posso ver exatamente como esse backlink foi feito. Basta clicar no número 31 e eu verei outra página, mostrando exatamente de onde vem o link:

Lacuna de Backlinks

Texto âncora, dados e principalmente a URL exata de onde vem o link.

Todos os dados que eu preciso. Daí basta acessar a página que faz o backlink para entendermos melhor a oportunidade.

Roubando backlinks

O link não poderia ser melhor. E não vem de um guest post, mas é um backlink natural (pelo menos aparentemente, não sabemos os bastidores, né!?).

Isso mostra como o site prospectado possui uma grande disposição a fazer backlinks para bons conteúdos. O que abre uma série de possibilidades para a Marketo também receber links do domínio.

Essa prática é uma das melhores oportunidades para tornar o seu perfil de backlinks melhor que o do seu concorrente. Você conquista novos domínios e evita que ele receba links que você não tem.

Só a título de curiosidade, já que o perfil da Hubspot foi covardia com esse número absurdo de links, observe a comparação da Marketo (2º) e do Neil Patel (4º):

Backlinks no SEMrush

Novamente vemos como o perfil de backlinks influencia diretamente no rankeamento.

Essa é sem dúvidas uma das práticas mais importantes na recuperação de posições.

Analise Concorrentes Digitais

7. Otimize sua Meta description

Mais negligenciado que o SEO Title é a meta description.

Tudo bem, eu sei que você faz uma meta descrição, mas você já fez testes com ela? Quantas vezes ela foi modificada desde a postagem do seu conteúdo?

A ideia aqui é seguir o mesmo padrão que fizemos com o SEO Title. Comparar com todos os concorrentes, identificar a intenção do usuário e destacar o principal benefício da leitura do seu artigo.

Lembre-se, a meta description é focada em cliques! O objetivo dela é convencer o leitor a clicar e ler o seu conteúdo. Você não tem que explicar conceitos e nem tirar dúvidas com ela.

Mas fazer uma promessa que será cumprida internamente.

E lembre-se, a palavra-chave buscada pelo leitor fica em negrito na meta descrição, chamando mais atenção. Não deixe de usá-la.

Como recuperar posições no Google

8. Compartilhamento em massa nas Redes Sociais

Redes Sociais influenciam no rankeamento de um post?

Não, mas sim.

Se você perguntar pro Google ele vai falar que não. Mas por experiência própria, e de muitos outros SEOs,  a resposta é sim.

A verdade é que sempre que você tem conteúdos mencionados e compartilhados em redes sociais, o seu conteúdo recebe o que nós chamamos de “Sinais Sociais”.

Mas como isso influencia no rankeamento?

Bom, é uma ótima forma do Google (pessoas e outros buscadores) saber que o seu conteúdo está atualizado e é de qualidade.

Lembrando que o Google indexa as páginas de redes sociais e, mesmo que as menções sejam nofollow, ou seja, não passam autoridade de link, o buscador identifica as citações como bons sinais.

Uma das vezes que perdemos a nossa principal posição, eu não só pedi compartilhamento massivo de todo nosso time como fixei o post com principal no Facebook.

O que trouxe um bom resultado para um conteúdo explicativo e evergreen que já divulgamos algumas vezes:

Como recuperar posições no Google

Backlinks sociais

Muita gente esquece de observar isso, mas um conteúdo que tem uma ampla divulgação nas redes sociais possui uma enorme chance de receber backlinks.

Afinal, o seu conteúdo estará impactará muitas pessoas e aumenta a chance delas mencionarem o seu artigo em seus sites e blogs.

A ferramenta Buzzsumo, por exemplo, identifica conteúdos esses conteúdos que foram compartilhados em redes sociais fazendo menções ao seu artigo:

Buzzsumo análise de engajamento

Clicando na opção “view backlinks” você conseguirá ver exatamente o post do artigo que faz menção ao seu nas redes sociais:

Análise de engajamento no BuzzSumo

Aí você identificará essas páginas:

Análise de Backlinks no BuzzSumo

Isso mostra como buscadores conseguem identificar os links nas redes sociais.

E o melhor, você encontra pessoas que admiram o seu conteúdo e podem ser bons parceiros para divulgar e enviar mais links para o seu domínio.

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9. Conquiste SERP features

Uma outra dica importante é identificar quais são as features que a SERP específica que você está disputando possui.

Por exemplo, há um bom tempo atrás nunca tínhamos rankeado em primeiro para SEO. Mas fazíamos um bom trabalho com o post.

Na época em que o Google começou a colocar os Featured Snippets nas páginas de resultados, logo me adiantei a aprender como roubá-las.

E deu muito certo.

Mesmo na terceira (ou quarta) posição, nós conseguimos o Snippet.

SERP: SEO

Esse Snippet aumentou o nosso CTR e consequentemente o número de visitas no post. Como o conteúdo é bom e prende o leitor, os sinais, provavelmente, convenceram o Google que merecíamos galgar um lugar ao sol.

Featured Snippet de SEO

Hoje, além do Snippet, estamos em primeiro.

Mas, como você pode perceber, agora essa mesma página possui outra feature nova: As pessoas também perguntam.

Outra oportunidade para conseguir respostas na SERP e aumentar o nosso número de visitas.

É fundamental se atentar para essas features nas páginas de resultados, especialmente para buscas locais.

SEO Local: comer sushi

Conquistar o seu lugar nessas features pode ser o próximo passo para conquistar posições melhores.

Hoje em dia os Featured Snippets estão em alta. Se você quiser aprender a conquistar Snippets incríveis como esse de SEO, confira o guia completo para aquisição de Featured Snippets que eu escrevi!

Ou assista essa edição do Rock Labs:

Recuperou? Como não deixar a história se repetir

Como falei na primeira frase deste post, chegar no topo é difícil, recuperar o topo é muito difícil também, mas se manter lá é ainda mais complicado!

Agora se você conseguiu recuperar a sua tão sonhada posição, é hora de preparar as defesas.

Como recuperar posições no Google: Pantera Negra

Eu acredito que você tenha percebido, mas todas essas estratégias de recuperação, não necessariamente precisam ser usadas para recuperar o conteúdo.

Portanto, não espere perder posições para colocar tudo isso em prática.

Algumas coisas essenciais para você sempre fazer nesse meio tempo:

  1. Continue conquistando backlinks e “roubando” links dos seus concorrentes;
  2. Espie os seus concorrentes o tempo todo! Qualquer mudança, repense como se defender;
  3. Faça mais posts satélites ou relacionados ao tema;
  4. Acompanhe as principais métricas para um conteúdo:
    1. Time on page;
    2. Páginas por visita;
    3. Bounce Rate;
    4. Quedas de tráfego;
    5. CTR;
    6. Tempo de carregamento da página.

Em casos de emergência, repita os passos que ensinei nesse conteúdo!

Agora, bora ficar em primeiro lugar.

Como recuperar posições no Google

Bom, mas até agora eu ensinei você a recuperar posições pontuais de páginas que caíram.

Mas, existe uma situação bem mais grave…

Minha página sumiu do Google! E agora?

O meu primeiro conselho aqui, talvez seja o principal é:

Não entre em pânico

Se já é difícil ter controle emocional quando nós caímos uma posição, imagina quando nossa página simplesmente desaparece.

Uma das piores sensações que eu já tive foi buscar uma palavra que eu lutava pela primeira posição e não encontrar ela nem na terceira página (acredite, eu fui até lá!).

Mas e então? Como proceder quando uma página importante resolve simplesmente desaparecer?

Vamos aos passos! 😀

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Confira se foram todas as páginas

Primeiro passo é identificar se o desaparecimento foi pontual ou se o problema é geral no seu site.

Você pode conferir o rankeamento das suas palavras-chave e ver se apenas a da página desapareceu. Você pode usar o SEMrush, Google Search Console, Link Assistant, entre outras.

E você pode também conferir se está com algum problema de indexação no seu site.

Para isso, basta fazer uma busca avançada no Google da seguinte forma:

site:nomedoseusite.com.br

Busca avançada no Google

Essa busca deve ter como resultado todas as páginas do seu site que deveriam indexar. Caso você encontre as outras páginas e veja que não é um problema do site como um todo, você já pode ficar mais tranquilo.

Caso você não encontre nenhum resultado, provavelmente é um erro de configuração nos seus arquivos Robot.txt. Esse arquivo é o que fala para o Google o que ele deve ou não rastrear no seu site.

Se nenhum resultado apareceu, você deve ter, acidentalmente programado os arquivos para não permitirem o Google a indexar o seu site.

Mas o foco é para recuperação de posições pontuais, então voltemos.

Agora que você descobriu que o problema é só em uma página, vamos ao próximo passo: Identificar o problema.

Confira se a página está com uma tag de no index

Um erro comum que pode acontecer, e geralmente é a causa para esses sumiços das páginas, é colocar uma tag de no index dentro de uma página específica.

Isso pode ocorrer por alguns motivos. Hoje é muito simples marcar um conteúdo para não ser indexado, em alguns CMS é só uma check box.

Para você descobrir se esse é o problema, acesse a página específica e inspecione o código fonte da página.

Para isso basta clicar com o botão direito e selecionar “inspecionar” ou digitar o comando “ctrl + shift + C”.

Relaxa, você não precisa saber ler tudo o que vai aparecer. Você verá mais ou menos isso:

Home do marketingdeconteudo.com

Você pode dar um “ctrl + F” e buscar por “noindex”. Aí você vê se encontra a seguinte linha:

<meta name=”robots” content=”noindex”>

Se você encontrar isso, ótimo! Esse é o problema. Basta configurar a página para ser indexada novamente. Você pode fazer isso direto pelo seu CMS ou solicitar que o seu desenvolvedor corrija para você.

Mas, caso não tenha achado essa tag, vamos aos próximos passos.

Confira se você não selecionou a página acidentalmente no Robot.txt

Como falei, o Robot.txt não vai fazer com que o Google não indexe a sua página, ele não vai deixar o Google sequer rastrear aquela página.

Portanto, esse caso específico só seria uma realidade se a página jamais tivesse aparecido no Google.

Mas ainda sim, é melhor não excluir a possibilidade de uma edição no seu arquivo, portanto vale a pena conferir.

Se o seu blog é em WordPress você pode conferir o arquivo pelo Yoast. Na sua barra de ferramentas do WordPress vá em “SEO”:

Yoast SEO

Agora selecione a opção ferramentas e vá em editor de arquivo.

Ferramentas - Yoast SEO

Aqui, você encontrará a opção de editar o seu robot.txt. Lembrando que tudo que possui a opção “Disallow” comunica ao Google que não rastreie aquela página específica do seu site.

Ferramentas - Yoast SEO

Se não houver nenhuma mudança no seu robot.txt, podemos partir para o passo 3.

Checar se você não recebeu alguma “punição” do Google

O Google possui as suas Guidelines e desrespeitá-las pode ser um dos motivos que a sua página tenha sumido.

Então uma opção é checar no Google Search Console, na aba Ações Manuais (ferramenta focada em erros de Spam) se a ferramenta indica algum erro.

Google Search Console: Ações Manuais

A mensagem que você quer encontrar é essa:

Como recuperar posições no Google

Caso algum erro seja detectado, pode ser a causa para o sumiço da sua página.

Além dos erros de webspam, existe outra forma que o Google pode afetar diretamente o seu conteúdo: por meio de uma mudança de algoritmo.

Nesse caso, confira se houve alguma atualização recente e se essa atualização de algoritmo é punitiva.

Por exemplo, as atualizações Panda e Pinguim que exigem conteúdo de qualidade e um perfil de backlinks sem spam, foram atualizações que puniam conteúdos que possuíam essas características.

Caso identificado, você precisa se certificar que o problema está corrigido e pedir para o Google reindexar a sua página (ensino a fazer isso mais à frente).

Inspecionar a URL no novo Google Search Console

O novo Google Search Console tem uma navegação simples e otimizada para você conferir o status das suas URLs.

Google Search Console: busca

Cole o endereço na busca e ele vai te informar os status dessas páginas:

Inspeção de URL no Google Search Console

Aqui o Search Console mostra se a página está indexada e se ela possui algum erro mais grave.

Deixei essa opção para o final, porque é aqui que você pode solicitar ao Google que reindexe a sua página.

Se você não tiver identificado o erro até esse passo final, teste solicitar uma reindexação do Google e confira se a página voltará a aparecer nas páginas do buscador.

Google Search Console: ações manuais

Algum erro específico pode ter acontecido e mesmo sem erros a sua página não está lá.

Por exemplo, o seu site caiu durante 30 min e nesse momento o Google rastreou a página específica, entendendo que ela não está mais lá.

Sendo assim, a reindexação pode ser a solução simples que você precisa para resolver o seu problema.

Rumo ao topo

Mesmo depois de recuperar a sua página e ela voltar a aparecer no Google, você com certeza perdeu posições e precisa recuperá-las, nesse caso, basta seguir os passos de recuperação que conversamos na primeira parte do texto.

E lembre-se de nunca relaxar quando conquistar uma posição. SEO não é apenas para chegar ao topo, é também sobre permanecer lá e conquistar resultados com essa posição.

Espero que esse guia ajude e você esteja preparado para recuperar aquela posição-chave que você perdeu (a não ser que você tenha perdido essa posição para algum dos nossos blogs).

Se você quiser otimizar ainda mais as suas páginas para ganhar posições e para recuperá-las de forma ainda mais eficiente, confira os 12 Hacks de Conteúdo avançados que para colocar os seus conteúdos no topo e multiplicar o seu tráfego!

Participantes de eventos corporativos

22 tipos de pessoas que você vai conhecer no RD Summit

Está chegando o grande momento! O maior evento de marketing digital da América Latina já é essa semana.

Ansiedade à flor da pele, preparamos para vocês um pequeno aperitivo para o RD Summit!

Todo evento que vamos conhecemos várias pessoas novas, afinal, o networking é uma cereja necessária a esse bolo.

E com certeza você que está indo para o evento está se perguntando se ali você fará conexões positivas para o resto da sua vida.

Quais tipos de pessoa você conhecerá? Será que o foco deve ser aprender ou fazer conexões?

No post de hoje, nós vamos prepará-lo para o que está por vir. Aqui você vai conhecer quais são os principais tipos de pessoas que você (com certeza) vai encontrar no evento!

Confira!

O Networker

Objetivo principal: Fazer contatos profissionais

Habitat: Qualquer rodinha de conversa

Jargão principal: “Aqui, leva o meu cartão.”

O Networker é um dos mais populares espécimes nos eventos profissionais. Os seus radares estão sempre acionados e os seus olhos são como scanners de crachás. Toda oportunidade de contato eles aproveitam.

Você com certeza verá um Networker em cada roda de conversas que você estiver. Ele é aquele cara que te adiciona no LinkedIn no meio da palestra, que te entrega cartão de contato e que ficam nos Happy Hours até o último profissional ir embora.

Os super fãs

Objetivo principal: conhecer os palestrantes

Habitat: o mais próximo possível dos seus mentores

Jargão principal: “posso tirar um foto?”

Os super fãs muitas vezes estão lá por uma ou duas palestras específicas. São seguidores assíduos desses palestrantes e torcem para que seja possível conhecer os seus mentores.

Estão sempre sentados nas primeiras fileiras das palestras cobrindo e anotando tudo o que eles falam. Se conseguirem uma selfie com os ídolos, o evento fica ainda mais especial.

Os inovadores

Objetivo principal: se inspirar

Habitat: áreas contemplativas e palestras

Jargão principal: “Eureka!”

Os inovadores também estarão espalhados por qualquer evento que você passar. São aqueles caras que os sites favoritos no Chrome são TED e Forbes, que sempre tem um hack de produtividade e vários aplicativos para indicar.

Eles aparecem nesses eventos com a expectativa de ter uma nova grande ideia e a partir desenvolver um novo empreendimento ou tirar um ideia do papel.

O coletor

Objetivo principal: acumular brindes e participar de sorteios

Habitat: todos os estandes

Jargão principal: “Posso levar um pro meu irmão também?”

O coletor passa de estande em estande coletando todas as regalias gratuitas que ele encontrar. Se houver sorteio, então, é um prato cheio para esse sujeito que já criou 4 contas de email diferentes para ter mais chances de ganhar.

O coletor tem sim interesse nas palestras e em todo o conhecimento do evento, mas claro está sempre ocupando dois lugares lidando com tantas sacolas.

Ano passado tivemos vários coletores pegando as camisas incríveis que entregamos!

Os Ferris Buelers

Objetivo principal: tirar o dia de folga

Habitat: Rodinhas de conversa do lado de fora das palestras/ cadeiras de massagem

Jargão principal: “trabalho fora do escritório não é trabalho”

Por mais que você goste do seu trabalho, muitas vezes você se vê desejando um feriadinho ou um dia de descanso. Para os Ferris Buelers os eventos corporativos são uma excelente oportunidade para tirar essa folguinha sem gastar nenhum dia de férias.

Ainda assim os Ferris Buelers podem aproveitar bastante o evento aprendendo coisas novas e fazendo contatos interessantes, mas não se engane, eles permanecem firmes em sua missão. Talvez você não os encontre nas últimas palestras do dia pois ele saíram para curtir um pôr do sol ou uma praia no fim do dia.

O esponja

Objetivo principal: Aprender tudo que possível

Habitat: Primeira fileira das palestras

Jargão principal: “eu tenho uma pergunta!”

O esponja não falta em nenhum evento. Ele já chega com fome e sede de informações e com certeza você o encontrará com um notebook, smartphone ou moleskine que ganhou de brinde fazendo anotações que superam o tamanho da palestra que ele está.

O esponja participa de todas as palestras possíveis e é capaz de fazer mitose se houver palestras simultâneas.

Desempregado

Objetivo principal: Encontrar um emprego

Habitat: perto dos palestrantes e gerentes

Jargão principal: “tem vaga aberta por lá?”

O desempregado está na caça. À procura de novas oportunidades no mercado o evento é um prato cheio para eles. Primeiro para se atualizarem e aprenderem mais sobre o mercado em que estão inseridos. Segundo, dependendo do tempo em que estão nessa caça, os contatos serão a parte mais importante para eles.

Alguns deles podem ser bem diretos ao ponto e até um pouco inconveniente. Mas os que sabem fazer uma abordagem discreta e conseguir bons contatos, podem até sair de lá com uma oportunidade em vista.

Se você se encaixa nesse perfil, conheça o Rock Jobs, antes mesmo do Summit!

O negociador

Objetivo principal: fazer parcerias

Habitat: estandes de possíveis parceiros

Jargão principal: “vai trazer benefícios para ambos os lados”

O negociador está espalhado pelo evento fazendo novos contatos em busca de parcerias lucrativas para o seu negócio. Ele procura fazer contatos com as pessoas que tem autonomia para fechar negócios.

Oportunidade de co-marketing, patrocínio, parcerias, entre outra enorme gama de opções fazer parte do cardápio do negociador. Se você gerencia ou cuida de alguma área de parcerias ou eventos da sua empresa, pode ter certeza que negociador lhe fará uma proposta que você não poderá recusar… ou sim.

O Boca Livre

Objetivo principal: comer de graça

Habitat: mesas de café

Jargão principal: “que horas é o coffee break?”

O boca livre pode estar no evento por diversos motivos. Aprender mais, fazer contatos, levar ideias novas para a sua empresa, conseguir parceriais, etc.. Mas não se deixe enganar, você reconhecerá quando a principal missão dele for fazer uma boca livre.

Ele sai 15 minutos antes da última palestra para não precisar enfrentar filas para alcançar a mesa. Faz trouxinhas nos guardanapos dizendo que vai levar para o pessoal do estande e se delícia de um vasto banquete de simples aperitivos para o público.

O Happy Hour é o momento mais esperado por ele.

O vendedor

Objetivo principal: vender

Habitat: estande

Jargão principal: “Podemos agendar uma reunião na segunda”

Bom, todas as empresas presentes precisam levar uma vasta gama desses colaboradores. Afinal, grandes eventos trazem oportunidades fantásticas para ampliar o seu número de vendas.

Eles são parecidos com os negociadores, porém mais diretos. O foco deles é vender um produto ou um serviço específico da sua empresa. Com palestras pipocando sobre o tema, com certeza o vendedor encontrará muitos interessados.

Blogueiro

Objetivo principal: fazer conteúdo de qualidade com base no evento

Habitat: perto de uma tomada

Jargão principal: “isso dá um post!”

O blogueiro é facilmente identificado no evento. Seja durante as palestras ou momentos de interação os blogueiros estão sempre com a cabeça nos conteúdos pertinentes que serão produzidos e com o seu notebook no colo.

Os grandes eventos são sempre um prato cheio para novos conteúdos e qualquer diálogo que você tiver com eles, pode ter certeza que uma fala mais interessante sua poderá aparecer no blog dele.

Os professores

Objetivo principal: ensinar os coleguinhas

Habitat: roda de curiosos

Jargão principal: “e é assim que se faz”

Os professores adoram passar conhecimento para a sua equipe. Tanto para mostrar que sabem muito quanto para auxiliar o crescimento do seu time.

Eles adquirem bastante conhecimento durante o evento e sempre tomam nota dos mais pertinentes aprendizados. Porém os professores não se conformam em reter o conhecimento e querem logo passar para os colegas tudo o que aprendeu.

Turistas

Objetivo principal: viajar de graça

Habitat: praia com chuva

Jargão principal: “Floripaaaaa”

Um dos maiores benefícios de comparecer a um evento corporativo com a sua empresa é que a maioria deles não acontece na sua cidade natal. E muitas vezes a sua empresa pagará o seu hotel e até a sua viagem.

O turista então se vê em uma grande oportunidade de conhecer novos lugares e aproveitar os momentos fora do evento para se deleitar em novas locações desconhecidas.

Claro que ainda sim ele pode extrair o melhor possível do evento!

O Stalker

Objetivo principal: stalkear

Habitat: perto do stalkeado

Jargão principal: “onde você vai assentar?”

O Stalker é uma outra figura comum, porém muitos não conseguem identificá-los. Geralmente apenas a pessoa que é stalkeada percebe quem são eles.

Te acompanham no banheiro, almoça no mesmo lugar, está sempre na mesma roda de conversa, assenta ao seu lado nas palestras e quer ficar com você durante todo o período do evento.

Muito cuidado, se você nunca identificou um stalker, talvez você seja um deles.

O líder bem sucedido

Objetivo principal: se manter no topo

Habitat: em cima do palco

Jargão principal: Alguma frase do Steve Jobs

Geralmente eles são líderes e referências nos principais assuntos que serão abordados no evento e a grande maioria deles terão uma palestra sobre um desses temas.

São cheios de seguidores e super fãs, são altamente procurados nos coffee breaks, são referências para quase todos que ali estão. Em sua grande maioria fazem sucesso em redes sociais, tem um grande blog e muitos já têm livros publicados.

O Espião

Objetivo principal: adquirir informações dos concorrentes

Habitat: estandes da concorrência

Jargão principal: “Posso aprender mais sobre os seus serviços?”

Nenhum evento seria o mesmo sem o espião. Você dificilmente identificará um.

A missão dele é passar despercebido e aprender ao máximo com os seus concorrentes. Seja informações estratégicas, do produtos ou serviço das empresas, tudo o que o espião puder aprender com a concorrência ele usará ao seu favor.

Desconfie de excesso de simpatia e perguntas muito avançadas para um simples networker. O plano de ação da sua concorrência pode ser definido com as preciosas informações adquiridas no evento.

O festeiro


Objetivo principal: se divertir

Habitat: happy hour, bares e festas

Jargão principal: “Grau”

Bom, é inevitável que os festeiros estejam em grande número. Todo grande evento geralmente é sucedido de uma festa ou happy hour.

É claro que todos nós gostamos desses momentos, mas o festeiro tem isso como sua missão principal. É normal vê-lo perdendo um pouco a linha. Moderação é a palavra mais importante para o festeiro.

O esquenta parede

Objetivo principal: perder a timidez e falar com alguém

Habitat: paredes em geral

Jargão principal: “…”

O esquenta parede ficará em evidência nos maiores momentos de socialização. Geralmente são as pessoas mais tímidas e novas nas empresas.

Não são muito boas para quebrar o gelo e muitas vezes fingem que estão trocando mensagens ou falando no celular para evitar constrangimentos.

Dica: se você vir um esquenta parede ajude-o a quebrar o gelo e se juntar às conversas. Muitas vezes eles têm muito para acrescentar.

O fofoqueiro

Objetivo principal: apresentar o status dos presentes (para os outros)

Habitat: banheiros e rodinhas nos coffee breaks

Jargão principal: “você não vai acreditar…”

O fofoqueiro é fácil de identificar. Vem caminhando de longe com um sorriso estampado no rosto e passa 30 minutos falando sem parar do status de todos os presentes e palestrantes dos eventos.

Toda nova informação que ele descobre ele quer passar para frente e quanto mais pessoal for, mais animado para espalhar a notícia ele estará.

O reclamão

Objetivo principal: falar que tudo poderia estar melhor

Habitat: todos os lugares

Jargão principal: “não vale o preço que eu paguei” (mesmo que ele tenha ido de graça)

O reclamão é uma figura carimbada em qualquer lugar do mundo. E nos eventos ele sempre está presente. São muitos os seus jargões como:

  • “Achei que teria mais comida”
  • “Essa palestra foi muito curta/longa”
  • “Palestra muito básica/avançada”
  • “Poucos/muitos intervalos”
  • “Evento muito cansativo”

Enfim, poderia ficar o dia inteiro aqui. Mas não quero reclamar deles. Se você está pensando naquele seu amigo que sempre faz isso, apesar de chato, o evento não seria o mesmo sem eles. Reclamam, reclamam, mas estão sempre na fila para os próximos.

O newbie

Objetivo principal: ele não sabe

Habitat: por aí

Jargão principal: “uau”

O newbie está lá. Ele sabe que o evento é importante, que ele precisa adquirir novos conhecimentos e que tudo ali auxiliará no seu crescimento pessoal.

Porém o newbie não sabe o seu objetivo principal. Ele fica encantado com tudo o que vê, com o tamanho do evento e com todos os contatos que faz. Ele pode ficar um pouco tímido e não saber se interagir muito bem e não terá muitas opiniões formadas sobre os temas das palestras.

O garanhão

Objetivo principal: conquistar alguém (ou alguéns)

Habitat: próximo ao alvo

Jargão principal: “quer entrar no meu fluxo de nutrição?”

É impressionante como até em eventos empresariais o garanhão não fica de fora.

Afinal ali pode ser uma grande oportunidade para ele encontrar alguém que agrade aos seus olhos e goste dos mesmo temas que ele. Ele jamais se limitará aos assuntos das palestras e estará sempre à procura de novos alvos que possam dar bola para as suas abordagens muitas vezes primitivas.

Alguns garanhões podem ser bem discretos disfarçados de networkers, mas as suas inteções reais sempre acabam transparecendo.


E aí? Reconheceu algum dos seus colegas de trabalho nessa lista? Marque eles no post e compartilhe com o pessoal da sua empresa!

E deixe nos comentários qual desses perfis é você! Nos vemos lá!

*Post altamente inspirado neste texto publicado pela Hubspot.

tamanho ideal de post

Rock Responde #4: Qual tamanho ideal de um post?

Aprenda tudo sobre SEO

Um dos meus mitos preferidos relacionados ao Marketing de Conteúdo é o que diz que, para rankear, um conteúdo deve ter no mínimo 1.500 palavras.

E esse mito é extremamente embasado. Afinal, se você pegar qualquer estudo de SERPs (páginas de resultados do Google) você verá que, em média, os conteúdos da primeira página chegam a quase 2 mil palavras.

Logo, preciso escrever conteúdos desse tamanho. Certo?

Errado!

Não existe nenhuma regra em relação a quantidade de palavras nos conteúdos. Cada tamanho de conteúdo tem uma função diferente.

Vamos entender melhor:

Post de 500 palavras

  • Alto volume de postagem
  • Palavras-chave bem específicas
  • Dúvidas mais diretas (esse post, por exemplo)
  • Conteúdos básicos
  • Volume de busca e concorrência menores

Post de 1.000 palavras

  • Conteúdos um pouco mais abrangentes e detalhados
  • Palavras-chave que ficariam muito superficiais com 500 palavras

Post de 2.000 ou mais

  • Conteúdos bem completos e detalhados
  • Guias completos, listas grandes etc.
  • Palavras-chave muito concorridas e com alto volume de buscas

Qual o tamanho ideal então?

A resposta para essa dúvida é bem simples e deve ser o que direciona o tamanho do post que você vai produzir, que é:

O tamanho ideal de um conteúdo é aquele que responde por completo a dúvida do seu leitor.

Sejam 100 palavras ou mais de 10.000, o que importa é atender a busca do usuário.

Diferentes buscas exigem respostas diferentes e com tamanhos diferentes. Você encontrará páginas de resultados em que o primeiro colocado tem 500 palavras, enquanto em outras os conteúdos giram em torno de 10.000.

Por isso, é fundamental você entender a intenção do usuário e comparar com quem já está rankeando.

Portanto para rankear bem no Google pare de se preocupar com um número de palavras específico e foque em resolver o problema de quem chegou até o seu conteúdo!

mini checklist de blog

Frequência de postagem para blogs

Rock Responde #3: qual a frequência ideal de postagens no blog?

Uma das dúvidas mais comuns que recebo de muitas pessoas que estão começando uma estratégia de Marketing de Conteúdo é em relação a frequência de postagem.

Existe uma frequência ideal de postagem de conteúdos por mês?

Qual o peso isso realmente tem no SEO?

A dúvida é muito comum e a resposta para ela não é tão simples quanto parece.

A frequência de postagem influencia sim no seu SEO. Mas isso não quer dizer que quanto mais você postar, melhor vai rankear.

Marketing de Conteúdo é uma estratégia cada vez mais usada e, com o crescimento, muitos mitos surgiram. Um deles é a necessidade de ter uma frequência alta ou exata de postagens. O que não é verdade.

Blogs que são referência para mim, como Ahrefs e Backlinko, postam 1 ou 2 vezes por mês e possuem rankings incríveis no mercado americado.

Qual o seu objetivo?

A frequência terá uma relação direta com seus objetivos.

Se você quiser ranquear para um alto volume de palavras-chave, ter muitos conteúdos para divulgar e gerar brand awareness no menor tempo possível, é sim ideal que você tenha um alto volume.

Além disso, rankear para um alto volume de palavras-chave long tail pode fortalecer os seus conteúdos principais, facilitando o seu ranqueamento.

Eu explico essa estratégia nesse vídeo:

Se o seu objetivo, porém, é criar conteúdos incríveis para serem referência no seu mercado e/ou rankear em primeiro para palavras altamente disputadas, você não precisa postar em alto volume.

A grande questão é em relação ao foco da sua estratégia. O número de conteúdos que você postar não é o que vai te levar ao topo.

O rankeamento está muito mais relacionado à divulgação, responder a dúvida do usuário (qualidade) e uma boa estratégia de link building.

Quantidade ou qualidade

Dito isso, é hora de você determinar qual será o foco da sua estratégia.

Ambos têm os seus benefícios e eu não aconselho você a focar em nenhum dos dois exclusivamente.

Só um conteúdo bom não é suficiente para conquistar sua audiência.

Por outro lado, um alto volume pode comprometer a qualidade dos seus conteúdos, prejudicando o seu rankeamento e a confiança do seu público.

O ideal para mim é: postar o máximo de conteúdos possível, sem afetar a qualidade.

Talvez você consiga postar 30 vezes por mês, talvez 2. Isso pouco importa.

Se você resolver o problema da sua persona e fizer um bom trabalho de divulgação você com certeza terá bons resultados.

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Cheguei no estágio 4! E agora? Aprenda a obter resultados com uma estratégia de conteúdo consolidada

Alcançar bons resultados com uma estratégia de Marketing de Conteúdo é uma tarefa bem desafiadora.

São muitos detalhes e etapas que exigem muito mais do que apenas colocar um conteúdo no ar e torcer para que ele gere resultados.

Esse conteúdo é para você que alcançou o objetivo de colocar uma estratégia no ar e chegou ao estágio 4 da Metodologia Rock Content.

Afinal, se você já chegou no último estágio, o que vem depois?

Essa é uma dúvida comum.

E hoje eu vou mostrar para você como chegar no estágio 4 ainda está muito longe de ser o final da sua estratégia. Você vai perceber que por enquanto, está enxergando somente a pontinha do Iceberg.

Vamos entender melhor!

O que é o Estágio 4: Fazendo Negócios?

O estágio 4 é conquistar um conversão-chave e mensurar os seus resultados?

Bom, isso é o que você conquistou ao chegar no estágio Fazendo Negócios. Mas o que realmente esse estágio representa?

Antes de responder essa pergunta, vejamos o exemplo da Rock:

Observe esse gráfico que mostra o crescimento do blog da Rock Content desde o seu surgimento:

Analytics Marketing de Conteudo

Você consegue imaginar em qual ponto deste gráfico nós alcançamos o estágio 4?

Pode pensar um pouco, vou te dar um tempinho…

Bom, eu não sei onde você imaginou, mas talvez a resposta surpreenda um pouco.

A resposta correta seria aproximadamente neste ponto:

Estágio 4 Rock Content

Surpreso?

Isso nos mostra o que realmente esse estágio representa!

O Estágio 4 não é final de uma estratégia, nem o seu ápice! Esse Estágio é o começo de uma estratégia que gera resultados reais!

E se ele é só começo, o que fazer depois que atingimos esse ponto?

Bom, novamente, olhemos para o exemplo aqui da Rock.

Depois de alcançarmos o Estágio 4 foi que alcançamos as maiores façanhas e os nossos principais cases de sucesso:

Em 2015 veio nosso primeiro grande case, aumentamos o nosso tráfego 1.772% no intervalo de 1 ano! Incrível não? (Quer entender melhor? Conheça o case completo aqui.)

Em 2016 nós dobramos o tráfego de um blog que havia crescido 1.772%. (Sim, é ainda mais surpreendente!)

Em 2017 nos tornamos o maior blog de Marketing Digital do país em tráfego aproximado e volume de palavras-chave indexadas e com bons rankeamentos.

Além disso, 2017 foi o ano do meu case preferido: Obrigado Neil Patel!

E em 2018…

gif simpsons

Isso quer dizer que, desde que chegamos ao Estágio 4, nós:

  • Aumentamos o nosso tráfego em mais de 870.000 visitas mês (data que esse post foi escrito)
  • Indexamos 80.000 palavras-chave a mais
  • Geramos 10.000 leads a mais por mês (do que naquele período)

Bom, acredito que essas curiosidades já foram mais do que suficientes para convencer você que o Estágio 4 é apenas o começo da sua estratégia, não é verdade?

Então vou apresentar como nós conseguimos todos esses números depois de alcançar esse estágio, para você aprender…

O que fazer ao chegar no Estágio 4?

É fundamental entender, ao alcançar o Estágio Fazendo Negócios, que o que trouxe você até aqui não vai te levar aonde você quer chegar!

Sua estratégia de Marketing Digital é limitada apenas pelo tamanho dos seus objetivos. Aí é fundamental você pensar até onde você quer chegar.

Qual é o seu principal objetivo?

  • Ser uma máquina de vendas online?
  • Ser a marca número 1 do seu mercado?
  • Gerar engajamento e educar o seu público?
  • Dar um tapa na cara da concorrência?
  • Relacionamento com a persona?

Você dificilmente terá alcançado o seu objetivo final ao longo do primeiro ano de estratégia.

Mas, caso tenha alcançado, não é o fim da linha da sua estratégia. É sempre possível você melhorar tudo o que já está fazendo e tornar o seu Marketing de Conteúdo cada vez mais efetivo.

O principal ponto a se entender no Estágio 4 é que agora você tem uma estratégia comprovada (que gera resultados) rodando. Portanto, é hora entender o seu processo e otimizá-lo.

Se você já gera vendas e conversões-chave, com certeza você pode melhorar bastante esse número.

Revisite o que deu certo até aqui

Se você alcançou o Estágio Fazendo Negócios, com certeza, a sua estratégia já deu resultados.

Agora é o momento de revisitá-la e entender o que pode ser melhorado.

Por exemplo, no case de sucesso de 2015 aqui da Rock, já tínhamos um bom tráfego no blog e já conquistávamos clientes com a nossa estratégia de conteúdo.

Lembra daquele número de crescimento de tráfego incrível, de 1.772%?

Sabe como alcançamos esse número? Revisitando tudo o que fazíamos naquela época. Veja esses trechos do case escrito pelo Renato Mesquita, nosso atual Head de Marketing:

Maiores sacadas de 2015

Como você pode ver, os maiores aprendizados são relativamente simples, especialmente se pensarmos na atual maturidade do mercado.

Mas isso mostra como naquele ano, esse número veio por revisitar parte da nossa estratégia, arrumando erros de SEO, encontrando o tamanho ideal para conteúdos já postados e atualizando conteúdos.

Ebook Atualização de Conteúdo

Confira alguns dos erros que nos impediam de crescer na época e foram corrigidos, trecho também retirado do case:

Erros em 2015
Erros em 2015 2

Revisitando nosso conteúdos, corrigirmos esses erros e vimos o tráfego do nosso blog multiplicar.

Eles já performavam bem e traziam resultados, mas essas correções simples trouxeram um aumento de mais de 1.700% do nosso tráfego total.

Alguns pontos que você pode revisitar na sua estratégia:

  • Revisite suas Redes Sociais
  • Fluxos
  • CTAs e pontos de conversão (estamos fazendo isso em 2018)
  • Conteúdos
  • Estratégias de Link Building

Aqui no Marketing temos o seguinte lema: “feito é melhor que perfeito”.

Isso quer dizer que, se você ficar esperando para ter um fluxo de nutrição perfeito, você nunca terá um fluxo de nutrição!

No começo da sua estratégia você não terá o blog dos seus sonhos, nem os melhores conteúdos do seu mercado. O ideal é que você produza materiais de qualidade e que serão otimizados com o passar do tempo.

Descubra/varie os seus pontos de Aquisição/Conversão

Um dos principais pontos a se melhorar sempre em uma estratégia de conteúdo são os seus canais de aquisição.

Atualmente, identificamos que um dos principais pontos de melhoria nos nossos blogs são os pontos de conversão.

Por conta disso, estamos tentando descobrir novos formatos e CTAs para melhorar o nosso número de conversões dentro do blog.

Com certeza você encontrará ótimas oportunidades para otimizar suas conversões se você conferir os seus principais posts e ofertas.

Marketing para Clientes

Muitas vezes o Marketing para Clientes é um pouco esquecido quando falamos em Marketing de Conteúdo.

Mas quando você já está com uma estratégia rodando e gerando resultados, investir nos seus clientes pode ser uma opção de sucesso.

Muitas empresas conseguem conquistar clientes, poucas conseguem manter esses clientes.

O importante do Marketing para Clientes não é apenas focar na retenção, mas em encantá-los e transformá-los em verdadeiros Promotores da sua marca.

Focar em encantar o seus clientes pode funcionar como um Marketing de expansão para a sua marca, afinal ser indicado por seus clientes é sem dúvida a forma mais barata e eficiente de conquistar novos clientes.

Encontrar um novo Objetivo

Se você já implementou a sua estratégia de Marketing de Conteúdo há mais tempo e já alcançou o seu objetivo principal com ela, você ainda tem uma excelente opção.

Gif Tangled

“A parte boa de realizar um sonho é que você pode encontrar um novo sonho.”

Essa frase ilustra bem o momento que a sua empresa vive.

Com a sua estratégia de conteúdo você pode encontrar novos objetivos e fazer uma estratégia que já era boa se tornar ainda melhor.

  • Se torne a maior referência do seu mercado
  • Seja o maior blog do seu segmento
  • Utilize os seus conteúdos para reter/encantar clientes
  • Invista em mídia paga e amplie os seus resultados
  • Rankear para as principais palavras-chave do seu mercado

Entre várias outras opções de novos objetivos que você pode traçar para a sua estratégia de Marketing de Conteúdo.

Dicas de novas metas

Ao alcançar o Estágio 4, é interessante traçar metas agressivas para estimular o crescimento da estratégia e o amadurecimento da sua equipe.

Vou fazer uma lista de metas interessantes que você que já atingiu o Estágio 4 pode colocar para a sua equipe e amplificar os resultados que o seu Marketing de Conteúdo já trouxe para a empresa.

NOVAS METAS E DESAFIOS:
Dobrar o seu tráfego
Triplicar sua geração de leads
Melhorar rankings (atualizar conteúdos entre 6° e 20° no Google)
– Aumentar sua taxa de conversão
– Ampliar sua produção (sem perder a qualidade)
– Superar o melhor post da história
– Fazer um post que você nunca fez antes
Limpar a sua base de contatos
– Email marketing: alcance uma taxa de abertura de 30% e CTR de 3%
– Ser copiado! (não existe sinal melhor para mostrar que o que você está fazendo é muito bom)

Mensuração

O principal benefício de alcançar o Estágio 4 é que você já garantiu a mensuração da sua estratégia, desde a aquisição de tráfego à conversão em leads, nutrição e conversão em clientes.

Isso mostra que você tem uma estratégia validada e que comprovadamente gera resultados.

Essa rotina de acompanhamento de métricas e de resultados, com certeza teve um papel fundamental para trazer você até onde chegou.

Essa certeza de bons resultados possibilita que você continue otimizando a sua estratégia e que você valide novos canais.

O Inbound e o Marketing de Conteúdo, agora, são canais validados! Agora cabe a você fazer com que ele gere ainda mais resultados e descobrir novos canais para isso!

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Posts satélites

Rock Labs: Entenda tudo sobre posts satélites e como eles podem te levar para o topo da SERP

Marketing Digital, Inbound Marketing, Marketing de Conteúdo, SEO, ecommerce, publicidade, Hashtag. Sabe o que todas essas palavras-chave têm em comum? Pra todas elas, o primeiro lugar no Google é a Rock Content.

No Rock Labs de hoje eu vou ensinar para vocês uma das principais estratégias de SEO que eu utilizei pra conquistar a primeira posição para essas palavras-chave tão disputadas. Confira!

[Confira a tradução do vídeo a seguir]

Bem-vindos a mais uma edição do Rock Labs. No vídeo de hoje a gente vai conversar um pouco sobre uma das principais estratégias de SEO que eu utilizo aqui na Rock Content pra trazer resultados incríveis e rankear para aquele monte de palavras-chave, com alto volume e com alta relevância dentro do mercado, em primeiro lugar.

Bom, essa estratégia se chama posts satélites, e eu vou explicar pra vocês como que ela funciona.

Todo mercado tem suas principais palavras-chave, aqueles termos que são os mais importantes e os mais procurados.

Por exemplo, no mercado de marketing digital, você vai ter palavras como “marketing digital”, “inbound marketing” e “SEO”. No mercado de empreendedorismo, você vai ter “criar uma empresa”, “empreendedorismo”.

Com certeza, enquanto eu falava sobre esses principais termos dentro de um mercado, já veio na sua cabeça aquela palavra-chave que é o seu sonho de consumo, que você queria estar no topo do Google para trazer um tráfego relevante pro seu blog.

O Guia de SEO da Rock Content

Aprenda com a empresa especialista do mercado a fazer uma boa estratégia de SEO.


O que são os posts satélites?

Primeiro, pra você ranquear pra uma palavra-chave altamente disputada e com um volume muito alto de buscas, geralmente você vai precisar de um conteúdo muito completo, diferenciado e único, que vai gerar um valor muito grande no mercado e vai se diferenciar dos seus concorrentes, tendo grandes chances de ranquear em primeiro lugar.

Além disso, você vai ter várias outras estratégias, como link building e divulgação, mas aqui a gente vai falar de uma estratégia específica, que são os posts satélites.

E como funciona?

O post principal é chamado de post pilar. Ele é o post mais importante dessa estratégia, afinal, é ele que você quer que alcance o primeiro lugar pra uma palavra-chave head tail disputada e extremamente relevante.

Alguns exemplos: coaching, empreendedorismo, marketing digital.

Você descobriu essa palavra-chave porque você sabe o que o seu público está procurando, mas saber o que ele está procurando é muito diferente de saber o que ele quer encontrar.

Por isso é fundamental você entender a intenção do seu usuário e ver os principais tópicos que são discutidos dentro desse assunto.

Algumas maneiras de você fazer isso é, primeiro, checando o volume de busca das palavras-chave long tail.

Para isso você pode ir numa ferramenta — como o SEMrush, que eu uso aqui — e fazer uma busca da sua palavra-chave head tail. Para exemplificar estamos usando marketing digital.

Você vai ver que ele vai sugerir várias outras palavras-chave com o volume alto de buscas. São essas palavras que eu quero usar dentro do meu conteúdo.

Afinal, eu já sei que as pessoas que estão procurando a respeito de marketing digital querem ler livros de marketing digital, que tem um alto volume de busca. Elas querem aprender como fazer marketing digital, que também tem um alto volume de busca.

Assim você vai compreer os principais tópicos que você vai abordar dentro do seu conteúdo.

Além disso, você deve conferir os seus concorrentes e ver os tópicos que eles abordam para fazer um conteúdo ainda mais completo que o deles.

Depois de definir os seus tópicos, você vai ter que pensar quais deles merecem um conteúdo específico apenas para eles.

Por exemplo, dentro de um conteúdo de marketing digital, você não vai fazer uma lista de cinquenta, cem livros de marketing digital, porque não é a intenção do seu usuário. Você vai dar uns três ou quatro exemplos, e pronto. Você só quer exemplificar e falar de alguns livros mais importantes.

Mas, se você tiver um conteúdo completo, você vai linkar um ao outro. Isso é um sinal que diz: “olha, se você quiser conhecer mais livros de marketing digital, confira esse outro conteúdo”.

E aí que vem a grande sacada.

Você vai pegar vários desses tópicos relevantes e criar vários outros conteúdos, e todos esses conteúdos estarão linkados para o post pilar, pro post principal. Esses conteúdos de tópicos mais long tail, que são mais específicos.

Eles são os conteúdos satélites, porque eles estarão orbitando seu conteúdo pilar, gerando muita relevância para que ele possa ganhar posições no Google.

Um bom exemplo disso é esse conteúdo aqui, publicidade.

Publicidade é uma palavra-chave extremamente disputada e ela é relevante dentro do nosso mercado também, já que muitas pessoas chegam no mercado de marketing digital por meio da publicidade. Começam estudando publicidade, querendo fazer publicidade e descobrem o marketing digital como uma boa opção de estratégia.

Portanto, para nossa estratégia, essa é uma palavra-chave importante.

Como ela é uma palavra-chave extremamente disputada, era preciso de uma estratégia para conquistar esse primeiro lugar.

Eu defini o post com a estrutura que você pode conferir baseado em palavras-chave que são relevantes dentro do mercado de publicidade.

Ou seja, eu queria fazer um post completo sobre publicidade em que eu abordaria essas palavras-chave, como “publicidade abusiva”, “publicidade nociva”, “planejamento publicitário”, “como funciona uma agência publicitária”, entre outras.

Depois disso eu criei vários outros conteúdos abordando apenas o tópico específico, que também estava presente no conteúdo principal. E, claro, em cada um desses conteúdos o primeiro link era feito para publicidade.

Como essas palavras-chave são menos disputadas, a chance de eu conquistar o primeiro lugar para uma delas é muito mais fácil, e foi isso que aconteceu. Como você pode ver, começamos a rankear em primeiro para “publicidade nociva”, “planejamento publicitário”, “redação publicitária”, entre outras palavras.

E, logo depois disso, o nosso conteúdo de publicidade alcançou o primeiro lugar do Google.

Coincidência? Acho que não.

Os segredos do tráfego orgânico

E por que que essa estratégia funciona tão bem?

Primeiro porque ela vai mostrar para o Google que você é um especialista no tema como um todo, e não que você tem apenas um conteúdo completo sobre aquele tema. Então ele vai entender que você é uma autoridade dentro do seu mercado de atuação, seja ele marketing, publicidade, coaching, empreendedorismo ou o que for.

Isso porque você não está abordando somente um tema ou tópico, você está abordando o tema como um todo e isso é fundamental para você se posicionar como autoridade dentro do seu mercado.

Além disso, as palavras-chave long tail, elas são menos disputadas e possuem um volume de buscas menor. Portanto, é menos difícil você conquistar o primeiro lugar do Google pra uma dessas palavras.

Se você tem um blog novo ou tem muita dificuldade de rankear para uma palavra-chave muito disputada, conquistar o primeiro lugar pra palavras-chave long tail com certeza vai fortalecer o seu blog e o seu site como um todo. Você se posiciona como autoridade, ganha relevância no seu domínio e começa a ganhar backlinks naturais de outras pessoas, fazendo menções naturais ao seu conteúdo.

A partir disso você vai fortalecendo a sua página e todos esses conteúdos que, como eu falei, terão o primeiro link apontando pro seu post pilar. Isso fortalece seu conteúdo, aumentando sua possibilidade de conquistar o primeiro lugar do Google pra uma palavra-chave extremamente disputada.

Então é isso, espero que você esteja preparado pra usar os posts satélites para conquistar resultados de outro mundo.

Se você gostou desse vídeo, dessa vez eu vou fazer diferente. Além de pedir pra você assinar o canal, compartilhar o vídeo, dar um like aqui e marcar pra receber nossas notificações, hoje eu quero perguntar pra você: quais outros temas você quer que eu aborde aqui no Rock Labs?

Vejo você terça que vem, pra mais uma edição do Rock Labs. Vejo você no topo das SERPs!

Transcrição feita pela Oficina Só Português.

Consiga Backlinks com Infográficos

Rock Labs: Como conseguir Backlinks usando infográficos

Quer aprender uma nova forma excelente de conseguir backlinks pro seu site? É sobre isso que a gente vai conversar no Rock Labs de hoje.

Hoje eu vou apresentar um método muito legal que eu aprendi com o Brian Dean do Backlinko, que é um método pra você conseguir links e, além disso, conseguir cada vez mais autoridade dentro do seu mercado.

Confere!

[Leia a transcrição do vídeo abaixo]

Bem-vindos a mais uma edição do Rock Labs.

Hoje eu vou ensinar pra vocês um novo método pra vocês conquistarem bons backlinks pro seu site, pro seu blog. Além disso você vai ganhar uma certa visibilidade, o que vai gerar cada vez mais autoridade pro seu site, pro seu blog, dentro do seu mercado.

Bom, a gente tá falando dos Guestographics. Esse é um método que eu aprendi com o Brian Dean, do Backlinko, que é uma estratégia muito interessante e que a gente começou a usar aqui na Rock Content, e que gerou bons resultados pra gente.

O que são Guestographics?

Bom, mas no que que consiste esse tal de Guestographics? O termo Guestographics vem do termo Guest Post, ou seja, você vai fazer a mesma coisa que você faz com posts, né, trocando posts, enviando posts pra ser postados em outros blogs, mas você vai fazer isso com infográficos, por isso o nome Guestographics.
 
Você com certeza já sabe o que é um infográfico. Infográficos são conteúdos visuais, excelentes, que geram muito engajamento, compartilhamento, que atraem os leitores, que são facilmente consumidos, ou seja, infográficos só tendem a trazer benefícios pra você usar dentro do seu blog. 

A gente usa bastante infográficos aqui na Rock Content, então, quando eu aprendi esse método de link building, eu pensei, poxa, claro que a gente pode usar, afinal, a gente já tem tantos infográficos de qualidade, é melhor que a gente use eles de uma forma ainda mais estratégica. Ou então, se você já faz infográficos, ou se você não faz, fica a dica pra começar a fazer.

Link building com infográficos

Você pode utilizar seus infográficos pra fazer link building. O primeiro passo, e mais óbvio, é claro, é fazer um infográfico lindíssimo, um infográfico maravilhoso pra você postar no seu blog. É claro, faça infográficos sempre pra conteúdos extremamente relevantes pra você, e pra conteúdos que o infográfico encaixe muito bem ali.

O infográfico não precisa ser gigante, ele pode ser um infográfico simples, como esse exemplo que eu tô mostrando aqui, que é um infográfico simples, é um infográficos curto, mas ele explica muito bem sobre o tema proposto. Ou então vai ser muito legal se você começar a produzir, ou se você já produz, criar infográficos pensando estrategicamente como você pode usá-los pra conseguir links.

Bom, beleza, você criou um infográfico lindíssimo, que você sabe que vai dar inveja em qualquer outra pessoa dentro do seu mercado.

É aí que entra a grande sacada.

Você vai pesquisar no Google a palavra-chave do infográfico que você criou, ou também você pode ir numa ferramenta como o Semrush e você pode ir lá nos seus concorrentes orgânicos e conferir todos aqueles que estão falando sobre esse mesmo tema, sobre essa mesma palavra-chave. 

Não necessariamente o conteúdo dele precisa ser exatamente sobre o seu tema. Por exemplo, nós temos o infográfico, esse que eu tô mostrando aqui no exemplo, que é “como conseguir seguidores no Instagram“.

São 27 dicas que a gente dá dentro desse infográfico. Esse infográfico não precisa estar apenas dentro do conteúdo “como ganhar mais seguidores do Instagram”. Ele pode aparecer em vários outros conteúdos, então você pode abordar várias pessoas, com vários temas dentro do Instagram, que faça sentido aquele infográfico estar ali presente.

Bom, perfeito. Esse infográfico eu vou continuar usando como exemplo pro nosso conteúdo. A gente já tem esse conteúdo excelente, eu vou pesquisar e vou encontrar potenciais parceiros, potenciais pessoas que podem utilizar esse infográfico no blog delas. 

Bom, assim que eu identificar, eu vou achar o contato dessa pessoa no blog dela e vou enviar uma proposta. Aqui você vai ter duas opções diferentes, ou você pode ser direto, e você pode ser indireto. 

A abordagem direta é você já chegar pra pessoa e falar “olha, vi que você tem um conteúdo sobre o tema X, achei o conteúdo muito interessante e eu tenho um infográfico sobre esse mesmo tema, que você pode utilizar dentro do seu conteúdo. Esse infográfico vai enriquecer o seu conteúdo, e vai deixar o seu conteúdo ainda com maior qualidade, prendendo ainda mais o seu leitor e agradando ainda mais o seu leitor.

Em troca disso eu só pediria que você referenciasse esse infográfico, que você mostrasse de onde você tirou esse infográfico fazendo um link pro meu conteúdo, fazendo um link pro meu site. A pessoa pode topar. E, claro que alguns vão recusar, outros vão topar e você vai conseguir bons links através dessa abordagem.

A segunda abordagem é você ser um pouco mais indireto, ou seja, você envia o infográfico pra pessoa com a seguinte abordagem:

“Olá, fulano, muito legal o conteúdo que você tem sobre o tema tal. Eu produzi um infográfico a respeito desse tema, e gostaria que você desse a sua opinião, o que você achou desse infográfico, ele agradou, o que que você acha? Você tem alguma dica?”.

Aí aguarda a resposta e tudo mais. A pessoa provavelmente vai te responder e falar “nossa, gostei do seu infográfico, seu infográfico é muito bonito, e blablabla”, e aí você pode, num segundo e-mail, fazer “ah, que bom que você gostou. Você teria interesse em usar esse infográfico dentro do seu conteúdo?”.

A pessoa pode responder que sim como pode responder que não, mas aí, mais uma vez, é uma oportunidade pra você conseguir o backlink.

CONTEÚDOS RECOMENDADOS
👉 O Guia Completo do Google Analytics
👉 O Guia Completo do Google Adwords
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👉 SEO: O Guia Definitivo da Rock Content

Dicas bônus

Perfeito, esses seriam os Guestographics que eu aprendi com o Brian Dean, mas nós pensamos de uma outra forma também, aqui na Rock, que ficou bem legal pra você fazer, que é o seguinte: dentro do conteúdo que você usa o seu infográfico é muito legal você, embaixo do seu infográfico, colocar um link de incorporação.

Por quê? A pessoa tá lá no seu blog, acabou de ver aquele infográfico lindíssimo que você postou, e ele falou assim, “puxa, queria muito ter um infográfico desses no meu conteúdo”.

Aí, quando ele chega lá embaixo, tá lá um código de incorporação. Ou seja, a pessoa copia aquele código, coloca no blog dele, e o seu infográfico estará postado dentro do blog dele. 

Código de Incorporação: Guestographics

Legal, não é verdade? Mas aonde que vem a grande sacada de colocar esse código de incorporação? Dentro do código de incorporação você já deixa um link pro seu site, ou seja, a pessoa vai postar o infográfico no site dela, já linkando pro seu site, já linkando pra onde ele retirou aquele conteúdo.

Código de Incorporação: Guestographics

Então, manter um código de incorporação em imagens legais, em infográficos ou em outros tipos de conteúdo que você põe no seu blog pode ser uma forma bem interessante de você conseguir backlinks também, somando mais essa estratégia de abordagem das pessoas.

Bom, espero que você tenha gostado do conteúdo de hoje, espero que você esteja preparado pra usar os seus infográficos e conquistar cada vez mais backlinks, aumentando a sua autoridade.

Lembrando que os infográficos também, por serem referenciados ao seu site, por terem o seu logo, por falarem que são da sua marca, eles vão criando uma brand awareness também, vão criando maior visibilidade pra sua marca, e te construindo como autoridade sobre aquele assunto. 

Então, agora, se você gostou, curte o vídeo… compartilha o canal… desculpa, curte o vídeo, assina o nosso cana pra você não perder nenhuma edição do Rock Labs. Eu vejo vocês no topo das SERPs.

Transcrição do vídeo por Oficina só Português.

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