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Tudo o que você precisa saber para montar uma loja virtual

Tudo o que você precisa saber para montar uma loja virtual

Entenda como escolher uma hospedagem, como receber pagamentos e quais as melhores plataformas de e-commerce do mercado.

Já estamos em abril, e quantas compras pela internet você já fez? Apostamos que mais de uma! E, sabe por que esse palpite?

Segundo levantamento realizado pela WebShoppers, nos primeiros seis meses do ano de 2018, 27,4 milhões de pessoas fizeram pelo menos uma compra no comércio eletrônico, uma alta de 7,6% em relação ao primeiro semestre de 2017.

A tendência é que o mercado de e-commerce cresça mais e mais a cada ano e o que resta aos pequenos e médios empreendedores, é aderir a essa forma de venda. Preparamos um passo a passo simples para você começar a vender pela internet!

Escolha uma hospedagem

Ter sucesso e vender bem utilizando o comércio online depende de uma série de afazeres. Vamos começar ressaltando um dos principais: contratar uma boa hospedagem de sites.

Fala a verdade, é péssimo entrar em um site para comprar um produto e ter que esperar uma eternidade para que os itens da página sejam carregados ou mesmo para efetuar a compra em si.

De acordo com pesquisas, 68% das pessoas que tiveram uma experiência negativa desistem da compra ou não retornam mais à loja virtual ou física. Sendo assim, é melhor não bobear.

O ideal é fazer uma pesquisa de acordo com as necessidades do seu negócio e listar as empresas que oferecem hospedagens com bons aspectos técnicos, como: bastante espaço de armazenamento, bom processamento, domínio grátis, caixas de e-mail etc. É importante sondar e pesquisar bastante antes de contratar o serviço.

Dependendo do tamanho do seu negócio, avalie a necessidade de hospedar seu site num servidor dedicado.

Geralmente, as hospedagens mais baratas e simples oferecem espaço num servidor compartilhado, isso quer dizer que o seu site e o de outras pessoas utilizarão a mesma quantidade de recursos.

Caso algum dos usuários exceda esse pacote de recursos, todos os sites hospedados no mesmo servidor estarão sujeitos a quedas e oscilações.

Se você pensa em vender vários produtos nichados em diversas categorias que exigem bastante tráfego de dados, considere contratar uma hospedagem com recursos dedicados.

Entenda como receber pagamentos

Escolher a forma de pagamento apropriada também é um fator essencial para abrir um e-commerce bem-sucedido.

Na hora de vender, além de uma hospedagem adequada para sustentar o tráfego do seu site, você precisa pensar em como receberá os pagamentos dos usuários sem dificuldades. Para isso, existem três formas mais usuais:

Intermediador de pagamentos

Está começando a sua loja virtual agora? Então essa é a ferramenta mais recomendada. Isso porque é simples tanto do ponto de vista técnico quanto do administrativo.

Além disso, fornece serviços de segurança de dados dos clientes e também arca com riscos de fraude.

Costumam cobrar duas taxas: uma fixa para cada transação e uma variável em cima do valor da venda.

Gateways de pagamento

Geralmente, são usados por lojistas mais experientes que já conhecem o funcionamento de um e-commerce e que já têm uma loja estável.

Os gateways não redirecionam o cliente ao site do intermediador de pagamento, a loja virtual recebe o dinheiro diretamente em sua conta.

Uma das maiores vantagens de contratar esse serviço é o aumento da conversão, justamente pela facilidade no processo de compra: o cadastro do usuário é feito na própria página do negócio, assim como a compra do produto.

É importante lembrar que apesar de toda essa facilidade, o lojista que utiliza essa forma de recebimento é totalmente independente.

Isso significa que a responsabilidade pelo controle de fraudes, segurança de dados entre outros fatores é exclusivamente dele.

Integração direta com a adquirente

Também recomendada para lojistas com mais tempo de mercado, essa maneira de pagamento exige uma equipe de desenvolvimento especializada.

Aqui você está em contato direto com a adquirente. Isso que dizer que pode negociar os valores de taxas livremente. Permite total autonomia na experiência de compra do usuário.

Você pode se interessar por esses outros conteúdos sobre e-commerce!

👉 Análise SWOT para e-commerce: otimize a sua loja online

👉 Potencializar vendas na internet: 7 dicas para seu e-commerce

👉 Automação de marketing para e-commerce: saiba como implementar


Invista na segurança

Contrate um SSL

O Secure Socket Layer é um protocolo/certificado que faz com que todas as informações trafegadas via https sejam criptografadas (ou codificadas).

Quando o usuário acessa um site com aquele cadeadinho e o http”s” em vez de http, na URL, tem a certeza de que seus dados estão assegurados e, consequentemente, fazem a compra com mais convicção e tranquilidade.

Hoje em dia, é obrigatório contratar uma ferramenta de SSL para o seu e-commerce.

Desde 2018, o Google passou a indexar com mais facilidade os sites que têm o SSL. Isso quer dizer que além de você inspirar mais credibilidade e segurança para o seu cliente com o selo de “seguro”, também consegue melhorar a posição do seu site das buscas do Google.

Importante ressaltar que a ferramenta também criptografa as informações do seu site para protegê-las. Caso vazem numa tentativa de invasão, não serão lidas.

Suporte

À medida em que o e-commerce for crescendo e vendendo produtos, é necessário começar a se preocupar com o suporte.

O ideal é ofertar ao cliente um canal de comunicação de pronto atendimento para sanar qualquer dúvida e resolver problemas relacionados às plataformas.

Num primeiro momento, você mesmo pode tomar cargo das solicitações, dúvidas e problemas dos clientes.

Quando as vendas começarem a crescer, é importante considerar a contratação de ferramentas de gestão de suporte e, posteriormente, contratar uma equipe especializada em prestar assistência.

Qual a melhor plataforma de e-commerce para contratar?

Por último, mas não menos importante, precisamos falar sobre as ferramentas de e-commerce disponíveis no mercado. Listamos 4 opções para te ajudar!

Shopify

Essa ferramenta é uma das mais conhecidas no mercado de e-commerce. Segundo o próprio site, mais de 600 mil empresas já contrataram os serviços da plataforma.

O Shopify conta com hospedagem web ilimitada, mais de 100 templates pagos e gratuitos. Com mais compras sendo feitas em dispositivos móveis, é importante ter uma loja virtual que seja responsiva tanto no seu smartphone quanto no desktop.

Os planos incluem um carrinho de compras embutido no seu e-commerce móvel. Isso significa que seus clientes podem navegar e comprar na sua loja enquanto estão caminhando usando um smartphone.

A plataforma também oferece serviços de SEO (otimização para mecanismos de busca) da Shopify — assim, os clientes em potencial conseguem encontrar sua loja virtual usando motores de busca como o Google.

A Shopify gera sitemaps.xml e suporta práticas de SEO como H1, título e meta tags personalizáveis.

O preço do plano básico é USD $ 29,00.

Wix Stores

O que chama a atenção de cara nessa ferramenta não é só o design bacana dos templates oferecidos, mas também o fato de se tratar de uma ferramenta gratuita que atende muito bem as necessidades dos clientes.

A WixStores assegura o recebimento de pagamentos, incluindo PayPal, cartões de crédito e mais.

Estabeleça regras para entrega e possíveis impostos para cada produto e ainda modifique o valor de acordo com a localização de seus clientes.

A ferramenta calcula automaticamente o valor do frete e dos impostos para cada pedido. Toda vez que uma compra for realizada, você receberá uma notificação automática por email.

Magento

Empresas como Bevmo!, Coca Cola, Canon, Mars, usam essa ferramenta para vendas online. Segundo informações do próprio site, a Magento Commerce é a maior plataforma de comércio digital do mundo.

A cada ano, ela fortalece mais de 260 mil sites e permite mais de US$ 124 bilhões em vendas brutas de mercadorias no mundo, não é a toa que é conceituada, já que faz parte do hall de ferramentas do grupo Adobe.

Para conferir os preços desse serviço, é necessário entrar em contato com os atendentes.

Na lista de recursos da marca, estão:

  • suporte técnico 24 horas;
  • merchandising visual;
  • preparação e visualização de conteúdo;
  • otimização para mecanismos de busca;
  • segmentação e direcionamento;
  • cupons e promoções;
  • técnicas sociais de publicidade e venda;
  • fechamento rápido de pedido em duas etapas;
  • gateways de pagamento integrados;
  • detecção de fraudes;
  • impostos e moeda locais;
  • processamento de pedidos e devoluções;
  • contas de clientes;
  • gestão de estoque;
  • análises e relatórios;
  • hospedagem em nuvem.

Loja Virtual Locaweb

O preço praticado pela Loja Virtual Locaweb é bem atrativo, o plano anual custa R$ 29,90 por mês, um diferencial positivo comparado as demais opções.

Além disso, a ferramenta oferece a menor taxa de custo do mercado: no cartão de crédito 3,99% e parcelamento de até 1,99%.

A plataforma também disponibiliza SSL gratuito, isso quer dizer que graças àquele cadeadinho na sua URL, seus clientes sentirão mais confiança ao realizarem uma compra no site.

A ferramenta também apresenta templates prontos que são responsivos para tablet e celular. Crie coleções, adicione produtos, personalize e publique no mesmo dia!

Lembramos que a melhor opção de ferramenta sempre dependerá do tamanho da sua necessidade e também da disponibilidade do seu negócio.

É essencial lembrar que antes de pensar em abrir uma loja virtual, você precisa analisar quanto de dinheiro pode gastar para contratar as plataformas, como disporá os funcionários, a quantidade de produtos e serviços em estoque.

Boa sorte!

Conteúdo produzido por Locaweb.

Como criar vídeos virais para sua estratégia digital

Como criar vídeos virais para sua estratégia digital

Entenda a ciência dos vídeos virais, o que é necessário para criá-los e os cuidados que devemos tomar para garantir a reputação da marca.

O sonho de muitos times de marketing que já apostam na estratégias de video marketing é criar um conteúdo que se espalhe em questão de horas. Onde, de repente, todos estão falando e compartilhando o vídeo, sendo um sucesso instantâneo.

E com certeza você já se deparou com um vídeo destes. São vídeos curtos e com alto poder de despertar emoções.

Os chamados vídeos virais são feitos por empresas que viram nesse formato uma boa oportunidade negócio, pois são uma ótima possibilidade de divulgação da marca em apenas alguns instantes.

O resultado é mais engajamento, reconhecimento, leads e conversões.

Quer entender como funcionam os vídeos virais e o motivo pelo qual eles fazem tanto sucesso? Então é só continuar atento ao conteúdo!

A ciência dos vídeos virais

Pense no último vídeo que você compartilhou na internet. Independentemente do conteúdo, ele conseguiu despertar uma reação emocional, certo? Por isso, você decidiu compartilhar com seus amigos e conhecidos.

Essa é só uma pequena amostra do poder dos vídeos virais. A ciência por trás disso nos ajuda a entender a cadeia de eventos que torna algo viral. Um conteúdo é criado, os usuários compartilhar e se espalha em questões de minutos.

Embora possa parecer algo simples quando colocado desta forma, a ciência dos conteúdos virais é tudo, menos simples.

Examinando a cadeia emocional de eventos que leva os usuários a compartilharem um conteúdo que gere uma reação, é mais fácil entender e aumentar a probabilidade de que o nosso conteúdo viralize.

É impossível ler as mentes dos usuários, mas diversos estudos sobre conteúdos virais fornecem pistas sobre quais gatilhos precisam ser estimulados.

O médico Dr. Will Schutz, com sua obra “Uma teoria tridimensional do comportamento interpessoal”, definiu três pilares que compõem o estado humano: afeto, controle e inclusão.

Estes também são os elementos essenciais para compor um vídeo viral. Mas o caminho para a criação destes vídeos é um pouco mais longo.

O caminho para criar vídeos virais

É verdade que muitos destes conteúdos acaba viralizando por pura sorte, turbinando o marketing digital das empresas que estão por trás. Mas a gente sabe que depender do fator ‘’sorte’’ quando o assunto é orçamento de marketing, não é possibilidade para grande parte das marcas.

Por isso a psicologia é uma das áreas que mais vem sendo requisitada por profissionais de marketing. Afinal, entender cientificamente o comportamento do consumidor, pode ser a chave para muitas campanhas bem-sucedidas.

E os vídeos virais tratam justamente de ciência e fatores emocionais. Lembre-se de quantos vídeos com orçamento zero já viralizaram. Então, sem mais delongas, vamos aprender a colocar isto em prática e construir o caminho para a criação desses vídeos.

Desperte emoções com seus vídeos

Um vídeo é capaz de despertar diversos sentimentos. Vídeos de animais fofos, declarações políticas inflamadas e histórias de superação são alguns formatos constantemente compartilhados.

Pois fatores emocionais é o que ajuda a explicar nossa interação com o outro: por questões positivas ou não. Quando se trata de vídeo marketing, isso não é diferente. O objetivo é fazer o público sair da zona de conforto.

Usando de emoções felizes, tristes, inspiradoras e motivadoras, aqui você tem a chave para fazer com que seu público preste atenção na sua mensagem.

As pessoas gostam de uma história emocionante, e quando uma marca consegue fazer com que o público se relacione com ela, será uma marca duradoura em suas memórias.

Então, pense em quais emoções sua marca pode retratar. Como você quer que as pessoas se sintam quando pensam na sua empresa? Leve seus espectadores em uma jornada emocional e seu vídeo viralizará.

Fique de olho no timing

Outro ponto essencial para fazer seu vídeo viralizar, é aproveitar as oportunidades na hora certa. Ou seja, ficar de olho no timing para produzir conteúdos atualizados. Diversas marcas pegam um assunto ou meme do momento, e criam histórias para vídeos virais.

Essas situações do nosso cotidiano são uma fonte de ouro em estratégia, pois cria identidade imediata entre o público. Mas não é preciso que seja necessariamente um conteúdo humorístico. Pode ser qualquer assunto relevante no momento.

Assim como situações problemáticas que afetam seus clientes no dia a dia. Sua marca pode aparecer como uma solução, sem que o vídeo fique forçado. Uma dica é aliar a comédia, timing e problemas cotidianos para fazer vídeos virais.

O humor

Como dito acima, o humor é sempre uma boa forma de fazer vídeos virais. Porém, muitas empresas erram a mão na hora de criar esses vídeos, fazendo com que as pessoas ignorem o conteúdo.

Vídeos viralizam quando apresentam conteúdos cotidianos, como situações familiares entre crianças e adultos. O elemento riso é um fator ainda mais importante para fazer vídeos virais.

Um estudo da Elon University nos Estados Unidos, analisou mais de vinte vídeos virais em 2011, e confirmou que cerca de 30% dos vídeos analisados possuem o elemento de humor ainda nos 30 primeiros segundos de vídeo.

Portanto, utilizar o humor logo no início do vídeo vai ajudar e muito a aumentar as possibilidades do conteúdo viralizar. Além de ser uma ótima forma de retenção.

Orgulho e nostalgia

Como vimos nos três pilares que compõe o estado humano, um deles é o sentimento de inclusão. Todos nós gostamos de se sentir parte de um grupo, mesmo que seja um grupo não convencional.

Em muitos casos, as lembranças nostálgicas da nossa infância nos fazem sentir orgulho e saudades daquela época. E isso nos aproxima de outras pessoas, fazendo parte do grupo de nostalgia.

Por este motivo, brinquedos, desenhos e vídeos com jogos antigos fazem tanto sucesso na internet. Assim como posts de pessoas sentindo falta dos tempos nos anos 80 e 90. Essa nostalgia pode render ótimos vídeos para o seu negócio, com grandes probabilidades de viralizarem.

Utilize o storytelling

Você já notou que as propagandas mais famosas são como mini filmes, em vez de um comercial efetivamente? O storytelling é um dos poucos recursos que ajudam na identificação do público com o vídeo.

Histórias sempre foram utilizadas amplamente no marketing, afinal, é uma das melhores formas de engajar pessoas com a sua marca. Elas irão se relacionar com sua mensagem e isso as fará voltar mais.

Estudos já mostrando que o cérebro humano tem maior facilidade em absorver e se engajar com histórias mais simples, com sequências de explicações e fatos. Portanto, invista em um roteiro matador, criando histórias curiosas e envolventes.

Vídeos virais devem entregar informações rapidamente

Uma das principais características de um vídeo viral, é o estímulo das respostas cognitivas de identificação do público. Então, além de um bom conteúdo, o conteúdo viral deve entregar informações de forma rápida.

Não importa o teor do vídeo, se é de humor, motivacional ou emocionante. Ele deve ser interessante e adequado tanto para o público, quanto para a marca.

Diversas empresas já explorarem situações vividas pelo público, que tendem a entender o conteúdo de forma mais rápida. Esse caráter dinâmico é algo que só conteúdos audiovisuais podem oferecer.

Surpresas

Alguns vídeos virais usam a tática de chocar, outros apostam em uma abordagem mais leve. Mas o que os tornam realmente bons, é o fato de ter um elemento surpresa, fazendo algo diferente do normal.

Muitas vezes, as empresas hesitam em sair um pouco do comum. Mas se você deseja fazer um vídeo viral, é preciso arriscar um pouco e balançar o barco.

Tenha em mente que nem sempre o vídeo recebe críticas positivas, e isso é completamente normal. O ponto principal do vídeo viral é fazer com que mais e mais pessoas conhecerem sobre a sua empresa, e falarem sobre ela.

Os espectadores procuram nos vídeos uma forma de sair da zona de conforto, sendo conduzidos por mudanças sensoriais. Vídeos com essa experiência, seja pela narrativa, seja por uma ação, colocarão sua empresa na “boca do povo”.

A trilha sonora

Por fim, e não menos importante, está a trilha sonora do vídeo viral. Não se trata especificamente de uma música, mas sim dos elementos sonoros que farão parte do vídeo.

Escolher a música e os efeitos certos é essencialmente importante para ganhar a atenção do público e gerar o sentimento esperado com o vídeo. No mesmo estudo da Elon University, 60% dos vídeos virais possuem alguma trilha sonora.

Pode ser uma música de fundo, canto ou referências a canções conhecidas, que basta ouvir o primeiro segundo e todos saberão qual é a música. Mas é preciso ter alguns cuidados ao escolher a trilha sonora, então atenção a eles!

Cuidados com vídeos virais

Fazer vídeos virais é o sonho de muitos profissionais de marketing. Porém, a vontade desmedida pode colocar em risco toda a reputação da marca.

Não há fórmula mágica para criar vídeos virais, e sim um conjunto de fatores que ajudarão o conteúdo a viralizar. É sempre importante tentar pegar exemplos positivos e se inspirar neles.

Mas é preciso sempre ter em mente quem é sua persona e como o vídeo se relacionará com o seu negócio. Se não, a audiência gerada com o vídeo viral não ajudará em muita coisa.

Por exemplo: se a sua audiência passou a infância nos anos 80, você pode criar vídeos com essa temática. Mas se o público é formado por adolescentes, apostar em memes é a opção mais certeira.

Então, ao planejar o vídeo viral, coloque sua empresa e o público-alvo em primeiro lugar!

Apesar de ser algo que envolve muita ciência, vídeos virais não são algo extremamente complexos, como construir um foguete. Tudo é questão de planejamento, estudo e criatividade.

O foco deve estar sempre no seu público-alvo. Pois as pessoas que você precisa conquistar, serão as que realmente irão comprar o seu produto ou serviço. Coloque a criatividade em jogo e dê o play!

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Conteúdo produzido em parceria com a Vidmonsters.

10 fortes razões para aderir ao Marketing de Afiliação

10 fortes razões para aderir ao Marketing de Afiliação

Baixo custo, segurança, flexibilidade, melhoria no SEO: veja as principais razões para você investir em uma estratégia de marketing de afiliação

Provavelmente, você já ouviu falar bastante sobre marketing de afiliação. Afinal, já faz muitos anos que ele surgiu na internet, e tem muitas empresas e pessoas ganhando dinheiro com isso.

Um bom trabalho de marketing de afiliados é um ganha-ganha, bom para quem vende, para quem promove, e também para quem gerencia a plataforma de captação de resultados.

Para refrescar sua memória, marketing de afiliados funciona assim: uma empresa comercializa um produto/serviço na internet, e para alavancar as suas vendas, ela monta parcerias com “representantes comerciais” online, que são pessoas ou empresas que promovem esses produtos/serviços em diversos canais para sua audiência, em troca de comissões sobre as vendas.

Na internet tudo é facilmente rastreado, então, por meio de links, a empresa sabe exatamente qual foi o afiliado que vendeu, podendo fazer um gerenciamento completo e detalhado do seu programa.

O que não é medido, não é gerenciado. Então uma boa ferramenta para captar essas estatísticas é fundamental para a afiliação funcionar.

Mas afinal, quais são as principais vantagens do marketing de afiliados para o anunciante? Vale a pena pagar comissões para um afiliado divulgar os produtos? É realmente necessário? Marketing de afiliados dá retorno?

Vamos listar algumas razões que possam motivar você a aderir a um programa de afiliados, seja você um anunciante, seja um produtor de conteúdo online.

Principais benefícios de ter afiliados trabalhando para a sua empresa

Ter uma estratégia eficaz é fator determinante para a busca pelos resultados almejados. Um bom planejamento de marketing é amplo, mas o marketing de afiliados merece uma atenção especial, pois bem trabalhado, ele é uma ferramenta muito poderosa para o seu negócio.

Um grande desafio para qualquer negócio online é gerar tráfego e leads, para, posteriormente, serem convertidos em clientes.

Sabemos que as opções na web são muitas e é cada vez mais difícil — e caro— atrair a pessoa certa e na hora certa. Aqui chegamos na primeira e talvez maior vantagem do marketing de afiliados.

1. Afiliados são uma equipe de marketing de baixo custo

Esse método está crescendo muito em popularidade, principalmente no Brasil, onde o mercado está longe de ser maduro.

Os afiliados promovem e vendem seus produtos e só recebem baseado em performance. Entre os principais formatos de remuneração para o afiliado está o CPL — custo por lead — e o CPV— custo por venda.

Ou seja, o anunciante só vai ter custo se o lead gerado for validado ou se a venda for efetuada e confirmada (paga).

Para conseguir os resultados, os afiliados vão usar o seu conhecimento e a sua audiência de diferentes maneiras, em diferentes verticais (redes sociais, influenciadores, conteúdo, cupons de desconto).

Assim, o anunciante economiza tempo e dinheiro e pode focar em outras estratégias para o seu negócio.

2. Possibilidade de escolha dos seus embaixadores

No marketing de afiliados você monta o seu programa, todas as regras e permissões, e seleciona os seus afiliados.

Os critérios para a seleção são seus, e você pode filtrar de diversas maneiras para selecionar os melhores afiliados para serem os embaixadores da sua marca.

Dessa maneira, você avalia a compatibilidade, os canais de divulgação e escolhe apenas os que estão mais alinhados com o que você espera, conforme o seu posicionamento e estratégia.

3. Economia de verba de marketing e baixo risco

Ao fazer uma campanha patrocinada, independentemente de onde e como, o risco fica todo com a sua empresa.

Se atrair tráfego e não gerar leads ou vendas, o gasto acontecerá de qualquer forma. Trabalhando com afiliados, você dilui esse risco, pois deixa que os seus promotores usem da sua expertise e táticas para atrair pessoas para o seu negócio.

Se não for bem-sucedido, sua empresa não terá custo, pois o modelo de pagamento por performance é uma excelente escolha. E, se o seu gasto com pagamentos de comissões a afiliados estiver alto, é sinal de que está dando certo, pois provavelmente sua marca está vendendo muito.

4. Custo de implantação baixo

Claro que se você for construir um software, e fazer tudo do zero, o seu programa de afiliados se tornará caro. Mas você pode fazer uma parceria com uma rede que detém essa tecnologia, que fará toda a implantação, e o melhor, que tem inúmeros afiliados já cadastrados, prontos para divulgar a sua marca.

Nessa parceria, você pagará um fee mensal fixo e a comissão sobre as vendas para a rede, que ficará com uma fatia e repassará o restante para cada afiliado.

Além disso, a plataforma oferece uma série de relatórios para mensuração dos resultados. Tudo isso facilita muito o seu trabalho.

5. Melhoria de SEO

Todos nós sabemos a importância de ter bons links referenciando o seu site. E, para aumentar essa exposição, tanto em outros sites quanto em redes sociais, nada melhor do que contar com diversos afiliados promovendo e linkando para as suas páginas.

Como é por meio dos links que os leads e as vendas são captadas, não tem como ser diferente. O seu ganho nesse quesito será notório, permitindo um crescimento orgânico saudável para o seu site com o passar do tempo.

Guia do SEO 2.0Powered by Rock Convert

Principais vantagens de ser um afiliado

Construir um negócio digital de sucesso não é nada fácil. Assim como construir uma grande audiência nas redes sociais em um perfil pessoal, ou corporativo.

Mais difícil ainda é construir isso de forma que te dê dinheiro. O marketing de afiliados vem para ajudar os publishers nessa missão e oferece diversas possibilidades para monetizar suas redes sociais, o seu blog ou site.

Seja para ser a principal maneira, seja apenas uma forma a mais de monetizar, o marketing de afiliação foi feito para você.

6. Baixo Investimento Inicial

Para se afiliar a alguma marca, produto ou serviço, você não paga nada. Basta fazer uma conta gratuita em uma rede de afiliados e selecionar quais os programas que você gostaria de se aplicar.

Após ser aprovado, você pode iniciar a divulgação dos links. Muitas vezes você não precisa nem ter um site ou blog, bastando ter algum tipo de rede social ou até mesmo Whatsapp para começar.

Atenção sempre às regras de cada anunciante, para não correr o risco de ter vendas canceladas. Outro ponto importante é que muitos anunciantes só trabalham com afiliados profissionais, então, nesse caso, você precisa de um CNPJ para poder receber as comissões.

7. Gere renda sem ter o próprio produto

Muitas vezes, comercializar o próprio produto envolve uma série de fatores que consomem muitos recursos, principalmente financeiros, como desenvolvimento, suporte, compra ou estocagem.

Sendo um afiliado, você está isento de todos esses riscos, e foca apenas na performance e geração de resultados para vender um produto de um terceiro.

Assim você evita os demais custos com vendas, transporte etc. Claro que a sua remuneração será limitada, mas muitos programas oferecem uma comissão muito boa, que pode render bons frutos com um risco muito baixo.

8. Segurança

Todo o sistema é construído de uma maneira muito confiável: desde a parte de rastreamento das vendas (tracking), bem como a parte de acompanhamento da performance das vendas, até na questão dos pagamentos sobre as comissões ganhas.

Tudo é eletrônico, sendo fácil de conferir e rastrear qualquer problema. Dessa forma, o marketing de afiliados é extremamente seguro e confiável.

9. Abra o leque para muitas parcerias

O mercado de afiliação é gigante lá fora e já é bem expressivo no Brasil. As principais varejistas do país têm algum tipo de programa de afiliados, e encontram-se oportunidades em todos os nichos e todos os setores.

Além disso, novos players estão vindo para esse mercado, principalmente as médias e pequenas empresas, que precisam aproveitar melhor os benefícios dos afiliados para expandir a sua marca.

Assim, independentemente do seu nicho, existirá algum programa de afiliados bacana para rentabilizar o seu negócio.

10. Flexibilidade de trabalho

Um negócio digital te permite trabalhar de qualquer lugar. Basta ter conexão à internet e um equipamento para se conectar.

Isso parece um sonho para a grande maioria da população, mas é perfeitamente possível a partir da renda de afiliação.

Desenvolvendo uma boa estratégia de divulgação, você pode obter muitas vendas recorrentes, e com o passar do tempo, atingir cada vez mais consumidores.

É um círculo virtuoso em que você terá segurança para continuar promovendo novas marcas, produtos e serviços.

O marketing de afiliados é uma excelente ferramenta para unir o útil ao agradável. É bom para todos. Uma estratégia de afiliação faz parte da maioria dos e-commerces e infoprodutores e vem obtendo muito sucesso em diversos locais do mundo.

Se sua empresa ainda não trabalha com afiliados, talvez seja hora de repensar e, pelo menos, fazer um teste. E, se você for uma pessoa como eu, que quer obter sucesso em um negócio 100% digital, pense em uma forma de gerar resultados com programas de afiliados, pois, com certeza, ele trará mais retorno do que qualquer outra forma de monetização virtual.

Conteúdo produzido por Agora Cupom.

Franquia de banda larga: entenda como a limitação de internet pode impactar seu negócio

Franquia de banda larga: entenda como a limitação de internet pode impactar seu negócio

Entenda mais sobre os impasses que envolvem a franquia de banda larga e como a limitação da internet pode impactar diferentes tipos de negócio.

Há alguns anos, o poder legislativo brasileiro e a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) discutem sobre a possibilidade de determinar uma franquia de banda larga, limitando o consumo de internet fixa no Brasil.

O projeto de lei já teve muitas idas e vindas, mas a discussão sobre a mudança no formato de comercialização desse tipo de serviço não chegou ao fim e está marcada para ter uma decisão definitiva em 2019.

Neste artigo, você vai entender melhor como essa mudança pode afetar os consumidores e o seu negócio. Entenda também como está à situação do projeto de lei que possibilita a limitação de internet fixa.

O que é e como funciona a franquia de banda larga?

A franquia de internet é uma limitação de quantos dados você pode enviar e receber por meio da rede de acordo com seu plano contratado.

No caso da internet móvel, por exemplo, todos os planos possuem alguma franquia. Quando o usuário atinge esse limite, a operadora reduz à velocidade da conexão, a menos que você contrate um pacote adicional de dados.

Porém, a banda larga não funciona assim. A internet à cabo ou fibra, por exemplo, é contratada por velocidade e não possui limite de uso.

Apenas os planos de internet fixa, que oferecem rede móvel por modems, como o 4G da Nextel e a internet da SKY, podem ter franquia atualmente.

Entretanto, esse tipo de serviço é mais indicado para quem não consome tanta internet.

O que o projeto de lei propõe é que a banda larga fixa seja contratada por quantidade de dados independentemente da tecnologia.

Na prática, isso significa que as empresas de telecomunicações poderão reduzir ou até mesmo cortar a velocidade da internet quando o cliente atingir o limite da franquia contratada, assim como acontece no celular.

Essas mudanças devem prejudicar, e muito, a experiência de navegação do usuário, limitando a quantidade de dados para download e upload.

Atualmente, é possível assistir a vídeos à vontade, jogar online, baixar diversos documentos e muito mais, sem ser interrompido.

A qualidade depende da velocidade contratada no plano e, caso a mudança seja concretizada, não será mais assim e o limite de internet poderá se tornar um dos fatores que interferem na experiência do cliente.

Como o consumo de dados afeta o uso da internet

Para compreender melhor como a limitação de dados pode interferir na experiência dos seus clientes, é importante saber como a navegação consome a internet deles.

Segundo dados do Movimento Internet sem Limites, movimento que visa compartilhar informações relativas à franquia de dados no Brasil, a franquia pode ser consumida em um único dia de conexão contínua.

Confira os dados de consumo:

  • Um vídeo de 15 minutos no YouTube consome cerca de 550 MB.
  • Um episódio de 20 minutos na Netflix consome cerca de 1,1 GB.
  • Jogos online com gráficos de alta resolução chegam a consumir 40 GB.

Vale lembrar que a oferta mais alta de internet era de 130 GB por mês. Colocando na ponta do lápis, o serviço corre o risco de ficar muito mais caro!

Isso significa que: com um pacote de dados limitados, os seus clientes terão que escolher com mais cuidado qual conteúdo acessar.

Saiba como a limitação de internet pode impactar o seu negócio

Faça uma análise rápida: qual empresa consegue trabalhar atualmente sem internet? A conexão é essencial para a troca de e-mails, para a solicitação de serviços, para o contato com fornecedores, divulgação para o público e muito mais.

Porém, a limitação da banda larga não vai afetar apenas o plano que você contrata. Ela pode afetar a forma como você faz marketing digital, porque as pessoas terão que ter mais cuidado com o que acessam para não consumir toda a franquia de dados.

Para alguns nichos, o corte da internet (ou mesmo a redução de velocidade) após o fim da franquia, pode ser ainda mais prejudicial.

Empresas de cursos online

Uma grande tendência na busca por novos conhecimentos são os cursos online. Diversas empresas oferecem uma grade enorme de aulas, que são transmitidos por vídeo.

Além de capacitação livre, cursos de graduação, pós-graduação, MBA, entre outros, também oferecem aulas pela internet, facilitando a vida dos alunos e garantindo a disseminação de novas informações sem a barreira da localização geográfica.

Com a limitação de banda larga, essas escolas serão muito prejudicadas, já que os vídeos consomem uma boa parte da franquia. Além disso, a redução da velocidade após atingir o limite de dados, fará com que a experiência do usuário seja muito ruim.

Agências de marketing digital (e todo mundo que está inserido no mundo da produção de conteúdo)

Fotos, vídeos, gifs, webinars e materiais para download constituem a base do marketing digital. Com as mudanças, a quantidade de uploads deve ficar restrita, bem como o acesso a todo esse conteúdo, interferindo na relação com o público.

Praticamente nenhum modelo de negócio sobrevive, atualmente, sem a produção de conteúdos digitais.

A presença nas redes sociais, o site e o envio de e-mail marketing, por exemplo, podem ser afetados tanto na produção quanto no compartilhamento e interação.

Com a limitação da internet fixa é bem provável que à forma das pessoas consumirem conteúdo mude e que elas deem mais atenção para aquilo que consuma menos o seu pacote de dados.

Empreendedores que trabalham com transferência de arquivos

Fotógrafos, designers, arquitetos: se a franquia de banda larga for aprovada, esses e muitos outros profissionais que utilizam da computação em nuvem, podem ser seriamente afetados.

Nessas áreas, é muito comum a transferência de arquivos em ferramentas de nuvem ou download, como Google Drive, Dropbox e WeTransfer. Mas subir e descer arquivos também consome boa parte dos dados.

Empresas de Tecnologia da Informação

Empresas (ou mesmo setores) de TI precisam muito da internet (não me diga!). Seja para entrar em contato com clientes, seja para realizar suas operações, seja para manter o backup dos arquivos.

Com a limitação da internet é possível que os custos fiquem mais caros para esse nicho, já que precisam de muita velocidade.

Coworkings

Os espaços de coworking e escritórios compartilhados são uma tendência mundial e funcionam muito bem para profissionais que necessitam de uma sede, mas não conseguem arcar sozinhos com os custos de uma estrutura completa.

Esses espaços compartilham muito mais do que a sala: dividem a conta de luz, condomínio e também a internet.

A limitação de franquia deve prejudicar esse modelo de trabalho, já que várias pessoas necessitam da internet fixa em conjunto, de forma simultânea, o que consome ainda mais a franquia.

Serviços corporativos podem ficar mais caros

Por enquanto, ainda não há uma decisão final sobre a franquia de banda larga e nem como isso será feito nos planos empresariais.

De qualquer forma, se a mudança for regulamentada, haverá mudanças nos pacotes comercializados para o consumidor final.

Além da diferença no modelo de utilização de dados, a limitação de internet deve mudar os preços do serviço, inclusive nos planos corporativos.

É possível que a contratação de internet fique mais cara, por isso, é essencial que as empresas acompanhem essas alterações e fiquem de olho nos valores.

Saiba como a proposta de limitação de internet fixa começou

Senta, que lá vem história. O debate sobre a liberação ou não de franquia de banda larga começou há alguns anos e tem gerado muitas dúvidas, discussões e adiamentos.

Tudo começou em 2016, quando as operadoras Oi, Vivo, NET e Claro anunciaram que passariam a oferecer internet banda larga com franquia de dados a partir de janeiro de 2017.

Essas mudanças abrangeriam os pacotes de internet cabeada. A banda larga 4G não estão incluídas nessas alterações, já que a entrega do serviço é limitada pela própria natureza da tecnologia.

Os consumidores, é claro, se manifestaram, usando o Marco Civil da Internet – Lei 12.965/2014 – como base para denunciar os abusos das empresas prestadoras de serviço, alegando que as alterações iam contra o direito de acesso à informação e ao conhecimento.

As operadoras também se basearam no Marco Civil para a sua defesa, destacando a autorização de livre concorrência como argumento para justificar a limitação de franquia.

Anatel lançou consulta pública para avaliar o assunto

Com o objetivo de entender os impactos dessa notícia para o consumidor, a Anatel lançou uma consulta pública com 29 perguntas e ajudar na tomada de decisão sobre a franquia de banda larga.

A partir do retorno dos participantes, a Anatel vetou, pelo menos temporariamente, a limitação de internet nos planos de banda larga.

Senado aprovou projeto de lei para suspender a limitação

O Senado Federal também precisou entrar na briga das operadoras e consumidores e, no dia 15 de março, aprovou o Projeto de Lei Suplementar 174/2016, alterando o Marco Civil da Internet de forma a proibir as franquias de dados para esse tipo de serviço.

Na justificativa do projeto, está a necessidade da internet para o exercício da cidadania, por meio de educação a distância, acesso à informação e até a declaração do Imposto de Renda — que agora é feito online.

Anatel volta a discutir a aprovação da franquia de dados

Embora os consumidores tenham sido categóricos sobre a importância de não colocar limites na internet fixa, a Associação Brasileira de Provedores de Internet e Comunicação (Abrint) e o Sindicato Nacional das Empresas de Telecomunicações por Satélite (Sindisat) têm pressionado a Anatel para uma mudança.

Assim, o órgão voltou a discutir o assunto em 2018, já que as operadoras são unânimes em afirmar a necessidade de limitação.

Para a Abrint, o grande problema da comercialização ilimitada é que ela gera mais custos para as operadoras quando os usuários utilizam o serviço de forma exacerbada.

Decisão foi adiada para este ano

Sem conseguir chegar a uma solução para este impasse, a Anatel voltou a adiar a decisão sobre a franquia de banda larga, mas deve tomar uma posição ainda em 2019.

A agência está consultando de que forma o tema é tratado em outros países, buscando uma resposta que possa agradar tanto às operadoras quanto aos consumidores, sem ferir os direitos de acesso à informação previstos na legislação brasileira.

Por enquanto, o assunto continua uma incógnita, mas é bom que os consumidores já estejam preparados para as mudanças e comecem a pesquisar as operadoras mais vantajosas na oferta desse tipo de serviço.

A sua empresa já está pronta para a limitação de internet nos planos de banda larga? Você acha que isso pode afetar suas estratégias de marketing digital? Conte para a gente!

Conteúdo produzido por MelhorPlano.

Estratégias para utilizar o e-commerce de serviços nas vendas B2B

Estratégias para utilizar o e-commerce de serviços nas vendas B2B

As estratégias de e-commerce ainda são muito focadas no setor B2C. Entenda, em nosso post, como usar o e-commerce de serviços para vendas B2B.

O e-commerce registra uma trajetória de crescimento consistente nos últimos anos. Em diversos períodos, cravou altas de dois dígitos, como apresentado pelo estudo Webshoppers, da Ebit.

Esses resultados são significativos, porém ainda muito focados no comércio de produtos para consumo (B2C). Outras oportunidades ainda estão ocultas nesse mercado, como é o caso do e-commerce de serviços focado em vendas B2B. 

Quando se fala em e-commerce B2B, em geral, associa-se diretamente com vendas de produtos no atacado. Esse é um equívoco comum e que deixa escapar grandes oportunidades. A venda em atacado é apenas uma das possibilidades do B2B.

A transformação digital está mudando a estrutura de mercados consolidados. Prova disso é a rápida evolução das fintechs frente ao setor bancário tradicional.

O e-commerce B2B está transformando as relações comerciais entre empresas, seja na venda de produtos ou serviços.

Nesse post, vamos apresentar estratégias para utilizar outras alternativas do e-commerce B2B. Queremos olhar além da tradicional venda em atacado. Vamos focar na venda digital de serviços.

Quer entender como isso funciona? Então, continue a leitura e descubra as vantagens e melhores estratégias para vender serviços profissionais utilizando o e-commerce B2B.

O que é e-commerce B2B

O e-commerce B2B (Business to Business) é a sigla utilizada para definir o canal de venda digital entre empresas. Em outras palavras, é um portal online (plataforma de e-commerce) em que uma empresa comercializa seus produtos ou serviços para outras empresas.

A plataforma de e-commerce B2B fornece a estrutura para que transações comerciais sejam realizadas de forma online.

Além do B2B, temos outros tipos de e-commerce:

B2C (Business to Consumer)

É um canal de venda que foca no consumidor final. Dessa forma, a única operação encontrada é o consumo. Esse tido de e-commerce engloba a maioria das lojas virtuais, sejam grandes varejistas ou pequenas empresas do segmento.

B2B2C (business to business to consumer)

É conhecido como e-commerce descentralizado, pois integra toda a cadeia comercial, incluindo indústria, varejistas e consumidor final.

Transações comerciais são realizadas entre empresas, porém com o objetivo de efetivar venda para consumidor final em uma mesma plataforma de e-commerce.

A venda em marketplace é um bom exemplo. Outra possibilidade é que a indústria forneça uma plataforma integrada para seus varejistas, onde eles possam comprar produtos (B2B) e revender ao consumidor final (B2C).

No mercado, a associação entre B2B com venda no atacado é bastante comum. Pela definição acima, é fácil perceber que o termo é mais amplo, englobando qualquer tipo de transação comercial entre empresas. Tratar B2B apenas como atacado reduz as oportunidades de transformação digital das empresas.

Quando avaliamos o assunto de forma ampla, podemos observar diversos tipos de vendas B2B:

  • venda B2B para revenda (atacado tradicional);
  • venda B2B para indústrias (transformação);
  • venda MRO (Manutenção, Reparo e Operações);
  • venda B2B para consumo;
  • venda B2B de serviços.

O equívoco citado consiste em considerar apenas o primeiro tipo de venda como sendo B2B. Fato que provoca outra distorção no mercado: acreditar que a venda entre empresas é mais complexa que aquela entre uma empresa e o consumidor final.

Dentre os tipos de venda B2B, a revenda ou atacado é a modalidade mais complexa. Nesse cenário, diversas particularidades do modelo comercial precisam ser endereçadas, como: múltiplos perfis de clientes, integração da cadeia de venda, gestão de estoques distribuídos, múltiplas tabelas de preços, regras fiscais, avaliação de crédito, frete, entre várias outros.

A boa notícia é que toda essa complexidade não afeta todos os tipos de vendas B2B. Vamos mostrar como a venda B2B de serviços é mais simples e viável para empresas desse segmento.

A transformação digital dos canais de venda já é uma realidade e cresce com taxas maiores que a média de mercado. O e-commerce B2B apresenta potencial para transformar a forma como empresas vendem e contratam serviços.

Vamos falar sobre e-commerce de serviços?

CONTEÚDOS RECOMENDADOS

👉 B2B e B2C: quais as diferenças, como fazer marketing e como vender para cada um deles

👉 E-commerce B2B e B2C entenda as diferenças e como construir uma estratégia de sucesso para cada um

Quais as particularidades do e-commerce de serviços 

A venda de serviços tem peculiaridades que a diferenciam bastante da venda de produtos. Vamos avaliar as principais particularidades que afetam a venda de serviços pelo canal digital.

1. Serviços não podem ser estocados: a perecibilidade dos serviços é um enorme desafio para sua gestão. Afinal, a empresa de consultoria ou marketing que não alocou plenamente sua equipe no mês anterior, não poderá vender a capacidade ociosa depois.

Porém, os custos fixos continuam os mesmos em qualquer situação. 

Essa mesma característica, que complica a gestão, facilita bastante a implementação de um e-commerce de serviços. Em um e-commerce de serviços B2B, o investimento em logística é zero.

Na plataforma de e-commerce os serviços podem ser cadastrados como produtos virtuais (também conhecidos como digitais). Dessa forma, o cálculo de frete torna-se irrelevante.

2. Intangibilidade: na contratação de serviços, a subjetividade na avaliação por parte do cliente pode fazer a percepção de risco aumentar. Afinal, não trata-se de um produto palpável.  

Para garantir sucesso nas vendas é essencial amenizar os impactos negativos dessa característica. Realizar a venda de serviços pelo canal digital pode representar uma ótima alternativa.

Pois, dessa forma, o cliente pode interagir com o portal de vendas, avaliando características, preços e demais informações de cada serviço.

Como todo o processo de contratação é realizado de forma online, o cliente pode conferir formas de pagamento, valores e demais condições antes de finalizar o processo.

Utilizando cartão de crédito corporativo, o comprador ainda possui a garantia adicional do chargeback. Tudo isso reduz a percepção de risco e aumenta a taxa de conversão.

3. Demanda irregular: a demanda por serviços pode sofrer fortes variações seja por questões sazonais, condições de mercado ou outras quaisquer. Em condições de baixa procura, oferecer descontos ou pacotes de serviços acessórios é uma estratégia muito utilizada.

O e-commerce de serviços oferece ampla variedade de funcionalidades para implementar promoções, seja utilizando ofertas diretas (de — por), cupons de desconto ou até mesmo técnicas de remarketing.

Seja qual for a opção, a plataforma de e-commerce B2B oferece controle completo sobre o processo e acompanhamento detalhado das métricas de cada ação.

Outra possibilidade é oferecer pacotes de serviços, em que o custo total seja mais interessante para o comprador. Isso permite que o cliente aumente o valor da contratação, muita vezes, adquirindo um serviço que inicialmente não estava tão interessado.

Empresas aéreas fazem isso com grande habilidade, por exemplo com os voos que partem de madrugada ou oferta de assentos com mais espaço e conforto.

Quais problemas o e-commerce de serviços resolve

Veja alguns problemas que praticamente toda empresa de serviços enfrenta diariamente.

Atendimento: o processo de contratação pode sofrer atrasos e apresentar problemas na transição entre a equipe comercial e o setor administrativo.

A equipe não consegue atender todos os clientes com a mesma atenção, qualidade e eficiência.

Burocracia: a contratação de serviços pode incluir diversos contatos (por telefone ou e-mail) e reuniões apenas para formalizar o processo.

O início das atividades e a consequente geração de resultados é retardada por questões burocráticas.

Custo-benefício: para serviços de baixo valor agregado ou serviços acessórios, a relação entre o custo de atendimento e o benefício do valor do contrato pode tornar-se inviável. O portfólio de serviços de algumas empresas é limitado por esse fator.

Custos de cobrança: empresas de serviço podem enfrentar problemas com custos elevados de cobrança e inadimplência.

Em geral, isso ocorre por dois motivos: falta de processo consistente de avaliação de crédito e cobrança após a prestação do serviço. 

Limitação Geográfica: empresas podem encontrar dificuldades em comercializar serviços em regiões geograficamente distantes, ou até mesmo, com grandes diferenças de fuso horário.

Além disso, dificuldades adicionais podem ser encontradas pela diversidade de idiomas.

Disponibilidade: clientes podem desejar fechar o contrato fora do horário comercial ou até mesmo no final de semana ou feriado. As empresas não podem manter uma equipe comercial de plantão para essas demandas.

Em outras situações, torna-se impossível garantir que o vendedor que realizou o atendimento esteja disponível no momento do fechamento.

Manter um canal tradicional de vendas disponível 24 x 7 pode ser inviável para muitos negócios, apesar do conforto gerado para os clientes. 

Escalar vendas: O desafio de aumentar vendas é comum a todas as empresas. Porém, ampliar equipes comerciais é um desafio particular, visto a demanda de investimentos em seleção, treinamento, estruturas de gestão e suporte.

Gerar senso de urgência: Em vendas e marketing, a utilização de gatilhos mentais, como a urgência, é muito comum. Porém, fazer isso com serviços não é tarefa simples para qualquer vendedor.  

Esses problemas podem ser mitigados ou amenizados com a digitalização dos canais de venda, independentemente do porte ou setor da empresa.

O e-commerce de serviços B2B pode ampliar resultados e garantir escalabilidade para seu negócio.

Quem utiliza e-commerce para vender serviços

Talvez você esteja curioso sobre quem já utiliza o e-commerce como canal digital de venda de serviço. Vamos mostrar alguns exemplos no Brasil e no mundo.

Um grande exemplo de sucesso em venda digital de serviço é a Netflix. O modelo de aluguel sob-demanda e valor fixo mensal adotado pela empresa utiliza a contratação totalmente online para ganhar agilidade e escala.

Muitas pessoas não fazem essa associação, mas a venda de serviços de assinaturas é uma das modalidades do e-commerce de serviços.

Outros dois ótimos cases mundiais são a SEMRush e a HubSpot. As empresas utilizam o e-commerce de serviços B2B para superar limitações geográficas, reduzir custos de operação e oferecer alta disponibilidade.

As soluções de software de ambas são comercializadas como serviços apenas no canal digital. Essa estratégia permite que ambas prestem serviços para empresas de diversos países.

Em terras brasileiras, também temos bons exemplos. Para não deixar as fintechs soltas apenas na introdução do post, vamos retomar esse assunto.

As contas digitais oferecidas pelas fintechs são ótimos exemplos de e-commerce de serviço. Toda a abertura (contratação) da conta é feita de forma digital. Ao abrir uma conta, o cliente está comprando um pacote de serviço (em alguns casos sem cobrança de taxas).

Ao utilizar o canal de venda digital, NuBank, Banco Inter e Banco Original implementam processos comerciais e de atendimento com custos reduzidos (quando comparados com contas tradicionais).

A Hotmart é nosso último exemplo. A empresa implementou um marketplace para comercializar conteúdos digitais (ou infoprodutos, como também são chamados). Grande parte dos infoprodutos oferecidos na plataforma são cursos digitais ou vídeo-aulas.

Ou seja, trata-se de um enorme marketplace para venda de serviços, que conta com uma ótima ferramenta de checkout. A solução permite que produtores comercializem seus conteúdos com ótima relação custo-benefício.   

Plataforma de e-commerce B2B         

A implementação do canal de vendas digital exige um portal (site) de vendas, também conhecido como plataforma de e-commerce.

Basicamente, as empresas de serviços possuem duas alternativas:

  1. vender em marketplaces de serviços;
  2. implementar uma plataforma B2B própria.

No Brasil, nenhum marketplace se consolidou como referência na venda de serviços B2B. Mesmo assim, existem algumas opções porém cobram taxas superiores a 10% do valor da negociação.

Grande parte das empresas apostam no e-commerce próprio para vender seus serviços no canal digital.

A implementação de uma loja virtual exclusiva da marca permite que o processo de vendas e identidade visual sejam customizados de acordo com suas especificidades.

Essa opção garante ainda redução dos custos com pagamento de comissão sobre as vendas, como ocorre nos marketplaces.   

No mercado, algumas plataformas nasceram nativamente B2B, como o Magento, entanto outras são plataformas de varejo (B2C) adaptadas para o B2B. Esse fator deve ser considerado na escolha da plataforma, pois nem sempre uma adaptação pode atender da melhor forma.

Em cenários muito simples, uma plataforma B2C adaptada pode solucionar a questão. Porém, dependendo da complexidade e abrangência do projeto, a melhor opção é uma plataforma B2B nativa e com funcionalidades customizáveis.

E-commerce de serviços funciona pro meu negócio?

O E-commerce de serviços funciona para empresas independentemente do porte ou segmento de mercado. Mais que isso, pode agilizar, reduzir custos e escalar as vendas de qualquer negócio.

Empresas do setor de publicidade, consultoria, treinamento, medicina do trabalho, tecnologia ou qualquer outro podem obter resultados significativos.

Utilizar o canal digital na venda de serviços ainda é uma oportunidade, mas muito em breve será uma necessidade — e, talvez, uma obrigação.

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Guest Post produzido pela Bertholdo

Como programas de afiliados podem beneficiar sua agência digital

Como programas de afiliados podem beneficiar sua agência digital

Os programas de afiliados podem trazer diversos benefícios para sua agência de marketing digital. Entenda quais são essas vantagens e quais os tipos de programa disponíveis.

Como você já sabe, para manter-se competitivo no mercado de agências de marketing digital, é necessário oferecer os melhores serviços possíveis, sempre buscando cobrir as necessidades de seus clientes.

Entretanto, as agências digitais não são responsáveis por oferecer todas as plataformas disponíveis para aumentar as chances de sucesso dos clientes, como sistemas CRM, ferramentas de chat online, entre outros recursos.

Mas isso não quer dizer que você não possa indicar outras empresas que trabalham com essas soluções e, ainda por cima, ter um retorno disso.

Ao tornar-se um afiliado de empresas que oferecem serviços e produtos que atingem o mesmo público-alvo da sua agência, você poderá aproveitar diversas oportunidades para apresentar soluções adicionais à seus clientes.

Estamos falando do mercado de afiliados. Mas, afinal, quais são seus benefícios e por que sua agência deveria conhecer mais a respeito?

Neste conteúdo vamos ajudá-lo a entender como tudo isso funciona, de forma que seja capaz de identificar como os programas de afiliados podem beneficiar sua agência digital.

O que é um programa de afiliados?

Antes de mais nada, é importante garantir que estamos no mesmo barco em relação ao conceito por trás dos programas de afiliados, comumente referenciado também como marketing de afiliados.

Este modelo de parceria envolve dois elementos distintos: de um lado temos a empresa que oferece o programa de afiliados, tendo como objetivo principal promover seu produto e atrair novos clientes.

Do outro lado temos o afiliado, pessoa física ou jurídica com o potencial de levar este produto para seu próprio grupo de clientes ou contatos.

Normalmente, este trabalho é feito por meio de uma plataforma de afiliação, assim como um link de afiliado, gerado exclusivamente para que você seja identificado como o responsável pelos resultados alcançados.

Por que entrar no mercado de afiliados?

Para entender melhor o poder do mercado de afiliados, podemos observar algumas estatísticas apresentadas pela Awin, um dos maiores nomes do mercado de afiliados no território nacional, sendo inclusive uma das entidades patrocinadoras do Afiliados Brasil, que é o maior evento para afiliados em nosso país.

De acordo com os mesmos, o marketing de afiliados gera 16% de todos os pedidos realizados online, podendo ser comparado às buscas orgânicas, gerando 21%, enquanto os anúncios pagos resultam em 20% das compras.

Além destes dados, o Hosting Tribunal apresenta em seu infográfico que, em 2017, o mercado de afiliados movimentou 12 bilhões de dólares ao redor do mundo inteiro, o que representa um crescimento anual de 27% em relação à 2016.

O mesmo infográfico aponta ainda que serviços online se posicionam em terceiro lugar entre as principais categorias promovidas no mercado de afiliados, representando 29.88% em relação à preferência dos anunciantes, contra o primeiro lugar sendo eletrônicos e computadores com 41.04% e em segundo roupas e acessórios com 39.84%.

Principais benefícios para sua agência de marketing digital

Os benefícios dos programas de afiliados para as empresas anunciantes podem ser facilmente identificados: atrair mais clientes, vender mais e aumentar sua abrangência no mercado.

Mas, como o marketing de afiliados pode beneficiar sua agência digital?

De acordo com o E-commerce Brasil, os principais benefícios dos programas de afiliados estão na possibilidade de gerar renda sem necessariamente ter seu próprio produto digital, assim como a flexibilidade do trabalho.

Além disso, eles apontam também para outros fatores muito atraentes: o afiliado não precisa pagar para participar destes programas e é isento dos custos com vendas e entregas. Esses investimentos, por sua vez, são responsabilidade da própria empresa anunciante.

Porém, esses não são os únicos benefícios do marketing de afiliados. Veja mais a seguir!

Abre a porta para novas parcerias

Os programas de afiliados servem como uma excelente porta de entrada para encontrar novos parceiros em seu nicho de mercado.

O que se inicia como uma afiliação, pode eventualmente tornar-se uma parceria de co-marketing, assim como outros trabalhos em conjunto, como a própria troca de conteúdo entre os blogs de sua agência e a empresas envolvida, por exemplo.

Inclusive, este modelo de troca de conteúdo é uma das melhores formas de divulgar seu link de afiliado, além de também servir o propósito de ajudar a educar o mercado, chamando atenção para a ferramenta, serviço ou produto que está sendo promovido.

Orientado a resultados

Outra grande vantagem dos programas de afiliados é que eles são, normalmente, inteiramente baseados em desempenho e apresentam baixos riscos para ambos lados.

Isso significa que o retorno adquirido pelo afiliado depende inteiramente de seus próprios esforços e resultados.

Por outro lado, isso também implica que, caso o afiliado não consiga gerar resultados de acordo com o modelo de afiliação empregado — tratados logo em seguida —, ele não terá qualquer lucro resultante desta parceria.

Renda passiva e baixo custo de manutenção

Um dos principais atrativos dos programas de afiliados é a oportunidade de gerar renda passiva e recorrente. Além disso, a responsabilidade da manutenção dos clientes indicados é da própria empresa anunciante.

Isso permite que o afiliado direcione todos seus esforços para atrair novos clientes. Inclusive, é comum que as empresas anunciantes ofereçam apoio aos seus afiliados, disponibilizando material de marketing para campanhas de e-mail, publicações nas redes sociais, entre outros.

Conheça os principais modelos de afiliação

Podemos encontrar diferentes modelos de afiliação no mercado. Cada empresa trabalha com aquele que melhor se adequa ao seu nicho, de acordo com suas próprias necessidades.

É importante salientar que não existe um modelo de afiliação ideal para sua agência. Tudo vai depender de sua estratégia, assim como a disponibilidade de exibir ads dos anunciantes em sua própria página, trabalhar com anúncios pagos, entre outros aspectos.

De acordo com os serviços prestados por sua agência de marketing digital, avalie os principais modelos de afiliação.

Custo por lead (CPL)

Leads são, essencialmente, visitantes que tomaram alguma ação que indicam seu interesse nos produtos ou serviços da empresa, tornando-se clientes em potencial.

No modelo CPL, o afiliado recebe sua comissão sempre que um novo lead for gerado, seja por meio do preenchimento de formulários, cadastros, ou até mesmo assinaturas para campanhas de e-mail marketing.

Vale alertar que, neste modelo, as comissões são geradas apenas para leads confirmados pelos sistemas do próprio anunciante. Ou seja, e-mails inválidos e outros fatores desqualificadores podem afetar os resultados esperados.

Custo por clique (CPC)

O CPC normalmente é empregado utilizando como base os ads. Essencialmente, o afiliado receberá sua comissão sempre que um novo visitante ou cliente clicar em um anúncio da empresa parceira disponível em sua página, conteúdo no blog, publicação nas redes sociais, entre outros canais.

Custo por mil impressões (CPM)

Diferentemente do CPC, neste modelo o afiliado recebe sua comissão sempre que um anúncio ou conteúdo seja visualizado mil vezes, não sendo necessário que o visitante tome qualquer ação ou clique no mesmo.

Este modelo é comumente empregado em ads para aplicativos mobile, por exemplo. Além disso, o CPM funciona melhor para uma estratégia no topo do funil, onde o objetivo é aumentar o reconhecimento e visibilidade da marca.

Custo por ação (CPA)

No modelo CPA, o afiliado recebe sua comissão sempre que um novo cliente executar uma ação específica. Esta pode ser o preenchimento de uma pesquisa de satisfação, uma compra, ou essencialmente qualquer outra ação determinada pela empresa, de acordo com sua própria estratégia.

De acordo com o Mobidea, o modelo CPM traz o menor custo para o anunciante, mas também apresenta comissões menores para o afiliado.

Por outro lado, o estudo aponta que o CPA é o modelo mais caro, mas também mais lucrativo, sendo comumente empregado por grandes marcas.

Custo por Instalação (CPI)

Também muito comum no ambiente mobile, o CPI gera uma comissão para o afiliado sempre que um novo cliente realizar a instalação de algum recurso, aplicativo ou solução oferecida pela empresa anunciante.

Custo por Venda (CPV)

Como o próprio nome já indica, a comissão do CPV é gerada sempre que uma venda é efetuada. Este modelo varia de acordo com a natureza de cada negócio.

Marketplaces como a Amazon, por exemplo, oferecem um programa de afiliados no modelo CPV, calculando a comissão como uma porcentagem sobre o valor final da compra do cliente indicado.

O CPV também apresenta a oportunidade de receber comissões recorrentes, especialmente de empresas que oferecem SaaS (Software Como Serviço) e cobram assinaturas de seus clientes para que continuem utilizando suas soluções.

Neste âmbito, o afiliado normalmente recebe uma porcentagem sobre o valor pago mensalmente pelo cliente indicado, enquanto ele estiver ativo.

Conclusão

Como você pôde acompanhar, o mercado de afiliados está crescendo anualmente e, de acordo com as próprias pesquisas mencionadas, o esperado é que continue assim para 2019 e os anos seguintes.

As agências de marketing digital apresentam uma excelente plataforma para oferecer soluções que ressoem com os serviços prestados e sirvam para complementá-los.

Isso serve, não apenas para conquistar clientes para as empresas anunciantes e ganhar comissões, mas também para aumentar a satisfação de seus próprios clientes ao trabalhar em parceria com este tipo de solução.

Que tal começar no marketing de afiliados oferecendo uma solução de chat online para seus clientes? Conheça o programa do JivoChat, solução de atendimento para e-commerces e empresas digitais, que paga 30% em comissões recorrentes.

O impacto do Machine Learning no SEO

O impacto do Machine Learning no SEO

O Google usa do Machine Learning em suas buscas para conseguir entregar o melhor resultado ao usuário. Veja como essa ferramenta pode impactar também no SEO.

Se a única constante da vida é a mudança, no Google não é diferente: a evolução do GoogleBot não para. Trilhões de páginas são analisadas, indexadas, rankeadas e penalizadas em milissegundos, todo dia.

Mas por quê o Google faz isso? O que o Google realmente quer?

O Google quer entregar o melhor resultado para seus usuários. Esse é o seu propósito de existência — que é extremamente nobre, por sinal — e, para isso, não pode parar de aprimorar as experiências.

Poderíamos traçar uma linha do tempo desde Florida, 2003, o primeiro grande update do Google — e o divisor de águas no mercado de search engine—, até oYMYL (Your Money Your Life), 2018, para tentar explicar todo o trabalho que nos trouxe até aqui.

No entanto, nós vamos nos concentrar nos tempos atuais: o Google já vigora Machine Learning há algum tempo. E tudo isso para entregar o melhor resultado sempre.

Você, usuário ou estudioso de search engine, já parou para se perguntar como a Inteligência Artificial do Google impacta sua vida?

É exatamente sobre isso que queremos falar. Vamos lá? 🙂

Vamos falar de RankBrain

Impossível falar de Aprendizado de Máquina em SEO e não falar de RankBrain: tudo começou por ele. 

O RankBrain nasceu em 2015 e foi o algoritmo precursor da pesquisa aprimorada e altamente disponível que temos hoje, que tem como base o machine learning.

Não sei se você se lembra, mas pouco antes de 2015, nós ainda precisávamos fazer pesquisas sem usar preposições (com, para, em, de), moldando nosso comportamento de pesquisa ao buscador. E hoje, bem, é muito diferente.

E como funciona o RankBrain?

Além de melhorar o resultados da SERP, atuando diretamente no rankeamento, o RankBrain também tem como responsabilidade aprender com novas buscas todos os dias.

Em resumo, o mecanismo do RankBrain usa consultas complexas ou nunca antes feitas e as relaciona com pesquisas já reconhecidas do seu grande banco de dados.

É por causa do RankBrain que o site da sua agência de marketing digital ranqueia para termos como “consultoria digital” e “agência inbound”.

O RankBrain correlaciona você — que é uma opção dentre várias — a certos termos dos comportamentos de pesquisa. 

Mas calma, essa é só a pontinha do iceberg.

Inteligência artificial x machine learning

Precisamos ter em mente duas conclusões bem claras: o Google não começou a trabalhar com Machine Learning apenas em 2015 e o fato do Google usar machine learning não quer dizer que usa I.A.

O aprendizado de máquina trata-se de uma metodologia, enquanto a Inteligência Artificial é uma área de pesquisa científica.

Atualmente, o GoogleBot aprende com comportamentos e entende padrões, mas ainda não pensa sobre isso.

Isso quer dizer que, o Google não “usa inteligência artificial”, mas sim, machine learning, assim como pode passar a usar “deep learning”.

O Google pode chegar a entender nuances, exceções e casos isolados? Sim, mas ainda não é o momento. 

Neste contexto é importante ter em mente que não existe uma receita de otimização, mas sim, que precisamos entender profundamente nossa persona e otimizar nosso site para isso, até porque o Google com certeza o fará.

De quais formas a machine learning impactará o SEO?

Machine Learning para recomendação

“Mas machine learning não é exatamente inteligência artificial.”

O ponto da questão é que estamos caminhando para isso. O aprendizado de máquina do Google ainda não é I.A, mas vai virar. E você pode esperar por isso muito em breve.

Como demos uma palhinha anteriormente, o RankBrain funciona essencialmente na correlação de pesquisas complexas com resultados já consolidados.

Para entender como funciona a machine learning na prática, precisamos entender alguns termos.

Close Variants

O que chamamos de close variant é a disposição de uma frase. Isto é, eu posso dizer que uma close variant de “comprar carros importados” é “carro importados comprados”.

Aqui apesar de haver, sim, um sentido similar, os resultados apresentados podem ser bem diferentes. A machine learning do Google é capaz de entender isso.

Entity salience

Este conceito abrange, principalmente, os termos digitados de maneira errônea. Em simples palavras, o Google pega aquele “liansa apeso” que alguém digitou erroneamente, entende que se trata da raça de cachorro e entrega, finalmente, resultados sobre o cão Lhasa apso.

Incrível, né?

Muitas vezes, você deverá ficar atento não apenas aos termos escritos de maneira correta, mas também aqueles com erros de português e digitação.

Isso quer dizer que você deve escrever erroneamente? Não, é claro que não.

Quer dizer apenas que você precisa monitorá-los e entender o comportamento do seu consumidor.

Os termos que levam até seu site são relativamente difíceis de assimilar? Pense nisso.

Machine Learning para rankeamento

Quando falamos de rankeamento, o espectro é um pouquinho diferente. Aqui estamos falando não necessariamente de buscas complexas ou erradas, mas sim, de semântica. O Google é semântico.

É por isso que usar repetições de palavra-chave ao longo do texto não funciona mais.

O Google não quer mais saber se você está falando “carros importados”, ele quer saber o que você está falando sobre carros importados e se isso é relevante ou não.

É por isso que quem rankear para “carros importados” precisa trabalhar com termos e palavras semanticamente próximas, como “como comprar um carro importado?”, “as diferenças de um carro importado para um popular”, “durabilidade peças importadas” e por aí vai.

Abastecer o usuário, isso é gerar valor.

Como a machine learning impacta a forma de fazer SEO?

Em termos gerais, temos que trabalhar pensando em buscas mais complexas. O trabalho de SEO precisará funcionar cada vez mais para responder as perguntas das pessoas.

Se lá em 2010 o usuário tinha que se moldar ao buscador hoje, o Google trabalha a nosso favor.

Embora ainda seja muito automático para o usuário, ele não precisa mais digitar “dança dos famosos participantes 2017”.

No autocomplete, é mais comum você encontrar “quem eram os participantes de dança dos famosos em 2017?

O usuário está aprendendo que pode digitar praticamente o que quiser para obter o que precisa. Isso aqui é trabalho de machine learning.

Sim, o rumo do Google é transformar-se em um grande e robusto assistente pessoal, tal qual Siri, Cortana, dentre outros.

É importante também lembrar, desde já, que essas assistentes pessoais já são grandes concorrentes do Google, maiores até do que o Bing, Yahoo! e Baidu.

Veja como a machine learning já impacta o trabalho de SEO.

Guia do SEO 2.0Powered by Rock Convert

Palavras similares, páginas diferentes

O Google é semântico, certo? Então se você tem duas keywords que considera importantes, como “software de recrutamento” e “software para recrutar online”, você não precisa — e nem deve — usar essas keywords em páginas diferentes.

Crie a melhor página e o melhor conteúdo possível para o termo principal e o Google entenderá seu intuito, rankeando você para várias outras keywords similares.

Coerência título x texto

Esse é um ponto em que muitos sites pecam. Se você soubesse o quanto é grave um usuário clicar no seu usuário, achando que ele é o melhor, entrar, se decepcionar com o resultado e dar bounce em menos de 3 segundos, você continuaria fazendo? Pois é.

E isso é grave sim.

Por isso, fique atento: se você criou um título apenas pelo volume de uma keyword e o conteúdo não “acompanhou” a ideia, o GoogleBot aprenderá com o bounce e derrubará o seu resultado. E é claro que você precisa evitar tudo que permita grandebounce.

Mobile first

Vá pela lógica: por que você acha que o Google é Mobile First agora? O que isso quer dizer sobre o comportamento de pesquisa? Muito mais do que você pensa.

O Mobile First só reforça o crescimento do comportamento de pesquisa pelo celular. Em resumo, isso quer dizer que teremos muito mais buscas por voz.

As buscas por voz dificilmente são feitas sem preposições ou conjunções e geralmente são apresentadas em formato de pergunta. A lição é: quer rankear para certos termos? Responda perguntas!

Perguntas que podem ajudar a ter bons resultados em SEO

  1. Qual a sua taxa de CTR em relação aos seus concorrentes na SERP?
  2. Qual o tempo de permanência na sua página? Não, não basta colocar o usuário “para dentro”. O GoogleBot aprenderá com o seu CTR, mas ele também ficará atento ao comportamento dentro da sua página;
  3. Você cuida do desempenho do seu site como um todo? O speed page pode englobar desde a compactação de imagens, minification (css e javascript), tempo de resposta do server, requisições http, clean code, entre outras variáveis;
  4. Aposte pesado em linkagens internas, componentes de recomendação de artigos, banners coerentes por página e tudo mais o que for fazer o usuário navegar mais;
  5. E por último, uma dica que resume todas as outras: pense em melhorar vigorosamente a experiência do seu usuário, porque o Google quer isso e, se você não “abraçar a ideia”, perderá relevância; 

A jogada do SEO criativo

Embora a evolução da machine learning mude um pouco o SEO que aprendemos lá em 2010, uma coisa é fato: você pode e deve saber muito mais sobre a sua persona do que o Google.

Enquanto a Machine Learning precisa de dias — às vezes de meses — para fixar o comportamento de um determinado público, você pode fazer isso organicamente e, quando o algoritmo notar, o seu site estará super otimizado para o público em questão.

A minha maior lição de hoje é: estude a sua persona, o que ela faz, como pesquisa, o que gostar de ler. Vá muito fundo nisso e, seguindo algumas básicas regras, você irá muito longe.

Para que você possa se aprimorar neste assunto, separamos alguns dos principais conteúdos relacionados à persona. Não deixe de conferir!

Para aprender mais sobre tipos de consumidores e criação de personas!

👉 Dia do consumidor: o que o comércio pode esperar dessa data

👉 Qual a diferença entre público-alvo e persona?

👉 Consumidor 4.0: sua empresa já está preparada para atendê-lo?

Conteúdo publicado por Penélope Victória, Content Manager na GeekHunter.

7 dicas para divulgar seu canal de vídeo nas redes sociais

7 dicas para divulgar seu canal de vídeos nas redes sociais

Conteúdos em vídeo são tendência. Veja as 7 melhores estratégias para divulgar seu canal de vídeos nas redes sociais e ter sucesso com eles!

O mercado digital está em alta! Hoje, são inúmeras as oportunidades para quem quer empreender pela internet, seja montando seu próprio negócio ou até apostando em fontes de renda extra.

Um modelo de renda no meio digital que vem crescendo de forma exponencial nos últimos anos é o da monetização de conteúdo em vídeo, seja pela utilização de plataformas como o YouTube ou até a venda de cursos online em EAD.

Todo esse crescimento é facilitado pela fácil acesso à internet de alta qualidade e pelo surgimento cada vez mais frequente de novas tecnologias e plataformas voltadas para o mercado de vídeos.

Trabalhar com conteúdo em vídeo é o sonho de muita gente. Quem nunca ouviu a história de grandes YouTubers — Whindersson e Jout Jout, por exemplo — que por meio da plataforma, hoje, são extremamente bem remunerados? A ideia de trabalhar com seu conteúdo e seu conhecimento é bastante atrativa e chama a atenção no meio digital.

Mas é preciso entender, também, que não basta apenas ter um bom conteúdo e equipamentos bons para ter sucesso na área dos conteúdos em vídeo. Todo e qualquer negócio, ainda que digital, precisa de boas estratégias de marketing e divulgação para encontrar sucesso.

Se você é um dos que sonham em trabalhar com o próprio conhecimento, produzir seu conteúdo em vídeo e encontrar sucesso no meio digital, confira algumas dicas importantes para a hora de divulgar os seus vídeos utilizando as redes sociais.

Dicas para divulgar seu conteúdo nas redes sociais

Quem quer utilizar a internet para divulgar seu negócio tem um enorme aliado: o marketing digital.

Hoje, o marketing digital é uma das principais formas de se fazer marketing. Como uma alternativa aos métodos e mídias tradicionais, ele agiliza a comunicação entre as empresas e o público e permite que a mensagem chegue da melhor forma até as pessoas certas por meio dos veículos certos.

E claro, assim como o marketing digital é um grande aliado dos empreendedores atualmente, as redes sociais são enormes aliadas dele.

Para você alcançar maiores audiências e conseguir fazer com que seu conteúdo chegue ao maior número de pessoas possível, criar uma estratégia de divulgação nas redes sociais pode ser o diferencial para o seu sucesso.

Veja só algumas dicas de boas práticas para sua estratégia de divulgação.

1. Trace um objetivo

Primeiro você deve traçar um objetivo. O que você quer alcançar com esse plano de divulgação?

Traçando objetivos fica muito mais fácil de analisar o que deu certo e o que não deu, assim, você pode sempre fazer novos testes para aprimorar sua a divulgação do seu conteúdo.

Toda boa estratégia precisa ter, primeiro, um bom propósito para guiar suas ações. Com o objetivo em mente, fica mais fácil pensar quais serão as ferramentas usadas para alcançá-lo.

2. Entenda quem é o seu público

Depois de definir seu objetivo, o próximo passo é entender o seu público. Você precisa entender a fundo como esse público se comporta, como ele se comunica e o que ele procura, assim, conseguirá planejar a melhor forma de suprir as necessidades dele. Essa é uma das vantagens mais impressionantes do marketing digital.

Se você pensar na publicidade em grandes veículos, pode pensar que ela é mais efetiva por atingir mais pessoas, certo? Nem sempre é esse o caso.

Imagine, você pode investir uma grande quantia para colocar um comercial na televisão e, por mais que estude um pouco sobre a programação, não terá muito controle no público que assistirá a ele.

Então, pode ser que a sua propaganda chegue a 10 mil pessoas, mas que, desse número, somente 1% seja o público que você espera.

Esse é um problema comum da publicidade tradicional. Do ponto de vista estratégico, é melhor você alcançar uma menor quantidade de pessoas, mas elas fazerem parte de um público qualificado do que atingir um público enorme que pode não ser o seu alvo.

Para sua mensagem chegar da melhor forma possível a quem mais importa, o primeiro passo é você saber exatamente para quem quer falar.

De acordo com o público, você vai precisar ajustar a linguagem, o formato da divulgação — imagem, texto ou vídeo, por exemplo — e, principalmente, qual rede social usar.

boa notícia é que a internet, hoje, é um terreno fértil para isso e existem diversas redes sociais que vão te ajudar a encontrar exatamente o seu público no território online.

3. Entenda o perfil de cada rede social

Assim como o seu público-alvo, cada rede social tem suas características. Para algumas delas, como o Twitter e o Facebook, é normal utilizar uma linguagem um pouco mais informal, com mensagens mais engraçadas e descontraídas.

Esse não é o caso do LinkedIn. A rede não costuma receber muito bem qualquer postagem que fuja muito do objetivo profissional, afinal, a maioria esmagadora das pessoas que estão lá procuram apenas por contatos e postagens exclusivamente para fins de networking.

O Instagram, outra rede social bastante popular atualmente, é completamente voltada para o compartilhamento de imagens — fotos e vídeos — e, por isso, deve ter sua comunicação adaptada para esse formato.

Dica: o Twitter, apesar de ter um enorme público, geralmente não é utilizado para vendas, e sim, maior engajamento.

Entendendo as peculiaridades de cada rede é a forma mais certa de passar a mensagem adequada e fazer com que ela atinja os objetivos.

Se você errar, pode ter tido um esforço em vão e, em um cenário ainda pior, manchar a imagem digital do seu negócio, perdendo sua autoridade online.

É importante lembrar e levar em consideração na hora de montar sua estratégia que as redes sociais são utilizadas, majoritariamente, por faixas etárias específicas.

Um público mais jovem pode estar mais presente no Instagram e menos no LinkedIn, por exemplo.

Antes de começar a planejar qual tipo de postagem será feita em qual rede social, é essencial que você busque dados e relatórios de utilização delas.

CONTEÚDOS RECOMENDADOS

👉 [Ebook gratuito]: Marketing no Instagram

👉 [Ebook gratuito]: Marketing no LinkedIn

👉 [Ebook gratuito]: Marketing no Twitter

4. Faça imagens e textos atrativos.

As redes sociais são muito efetivas para chegar até as pessoas, mas conquistar a atenção delas não é tarefa fácil.

A quantidade de conteúdo postado e compartilhado diariamente é enorme, e, para fazer com que a sua divulgação se destaque nesse mar de posts, é essencial que as imagens e os textos sejam atrativos.

Uma boa dica é apostar em conteúdos que, ainda que em pequenas ‘doses’, levem valor para sua audiência. Por exemplo: imagens com dicas, pequenos vídeos educativos e infográficos com dados relevantes. Assim, você aumenta o engajamento do público com sua página e se torna uma fonte de conteúdo confiável.

5. Trabalhe com vídeos

Uma outra área importante para apostar na sua estratégia de divulgação nas redes sociais diz respeito aos próprios vídeos! Se você quer divulgar seu conteúdo em vídeo, por que não utilizar o mesmo formato para alcançar seu público?

Hoje, vídeos são vistos como mais atrativos, mais interativos e com potencial de engajamento muito maior do que imagens e textos.

Um conteúdo em vídeo tem muito mais chance de ser recompartilhado do que qualquer outro formato e, por isso, é uma excelente maneira de atingir ainda mais usuários de forma orgânica.

Dica: normalmente as pessoas assistem a vídeos nas redes sociais sem áudio, então, para aumentar ainda mais o alcance do seu conteúdo, aposte em legenda e dados em escrito!

6. Aprenda sobre estratégias pagas

Nem sempre é possível atingir todos os objetivos de forma orgânica. As redes sociais são bastante úteis para alcançar um público qualificado, mas às vezes — sobretudo no início do seu projeto — isso só é possível por meio de uma estratégia de mídia paga.

A maioria das redes sociais possuem ferramentas para empresas que possibilitam a criação de estratégias de divulgação paga, facilitando a personalização e direcionamento segmentado dos posts.

Mas não se assuste, um enorme atrativo do marketing digital é que o preço é muito mais baixo do que o tradicional. Hoje em dia é possível utilizar o Facebook Ads, Instagram Ads, Google Ads e afins gastando uma quantia que cabe no seu bolso.

Além disso, a segmentação é um enorme atrativo. No Facebook Ads, por exemplo, é possível selecionar qual perfil do público que você quer que veja suas postagens de acordo com mais variadas características.

É possível impulsionar determinados posts em relação à idade, gênero, localidade e até interesses semelhantes (baseados nos likes do perfil). Tudo isso contribui para que a divulgação do seu conteúdo chegue até as pessoas certas.

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7. Analise dados

Por último, mas talvez a dica mais importante, você deve dar atenção a análise de dados. Antes de começar, você definiu um objetivo, certo? É a hora de voltar a ele, pegar os seus resultados e analisar se foi alcançado.

Existem várias métricas que você pode analisar em cada tipo de post para saber se ele foi uma ação bem sucedida.

Métricas de engajamento, tráfego, cliques e outras mostram se a sua divulgação está no caminho certo. Com esses números em mãos, fica muito mais fácil visualizar qual tipo de conteúdo mais funciona para seu público e qual você deve abandonar.

E não desanime! Mesmo que os números estejam um pouco abaixo do esperado, é importante retirar aprendizados disso. Saber o que não funcionou também é um passo importante para seguir aperfeiçoando as ações em busca de outros objetivos.

E aí, está pronto para lançar seu canal de vídeos e alcançar públicos cada vez maiores? Coloque essas dicas em prática e prepare-se para o sucesso!

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Conteúdo produzido por Samba Tech.

8 erros de emissão de nota fiscal para empresas digitais

8 erros de emissão de nota fiscal para empresas digitais

Não emitir nota fiscal, não armazenar documentos, emitir nota manualmente são alguns dos erros na hora da emissão de nota fiscal. Veja como evitá-los!

A emissão de Nota Fiscal Eletrônica (NF-e) para empresas digitais pode ser mais simples do que você imagina. Por mais que os assuntos fiscais pareçam complicados, é possível evitar dores de cabeças ao se preparar.

Emitir notas fiscais é uma obrigação para quase todos os empreendedores. Por isso, é essencial manter-se em dia, a fim de evitar problemas com a fiscalização e ter tranquilidade para fazer o negócio crescer.

Ao ler este conteúdo, você ficará por dentro de 8 erros de emissão de nota fiscal que devem ser evitados em sua empresa. Vamos lá?

1. Não emitir nota fiscal

É isso mesmo que você leu. Infelizmente, alguns empreendedores ainda acreditam que não precisam emitir notas fiscais.

Saiba que toda empresa deve emitir documentos fiscais para regularizar as suas vendas. Existe apenas uma exceção: o Microempreendedor Individual (MEI) não é obrigado a emitir nota fiscal para pessoa física. Contudo, caso o cliente solicite a nota fiscal, o MEI é forçado a emiti-la.

É importante ficar atento a esse tópico, pois não emitir nota fiscal caracteriza a sonegação de impostos, e isso é crime.

Segundo a Lei 4.729/1965: prestar declaração falsa ou omitir, total ou parcialmente, informação que deve ser produzida a agentes de pessoas jurídicas de direito público interno, com intenção de eximir-se, total ou parcialmente, do pagamento de tributos, taxas e quaisquer adicionais devidos por lei.

Portanto, faça de tudo para evitar complicações em sua rotina, ok?

2. Utilizar o certificado digital menos produtivo

O certificado digital identifica uma pessoa física ou jurídica. Ele valida as informações contidas em contratos e em notas fiscais. É a partir disso que a fiscalização tem garantia de que os dados presentes nesses documentos são válidos.

Muitos municípios exigem um certificado para a emissão de nota fiscal. Desse modo, há maior segurança e integridade no processo de assinatura de NF-e.

Suponha que você emita uma Nota Fiscal de Serviço Eletrônica (NFS-e) de um sistema escolar. Assim, ao analisar o conteúdo, o certificado o assina e retorna um código de validação, que é único para cada nota.

O que isso quer dizer?

Caso haja qualquer alteração no conteúdo transmitido para o certificado, o código se tornará inválido. Essa medida de segurança garante que os dados passados ao órgão emissor estão corretas, evitando fraudes.

Agora, chega o momento de você escolher o certificado ideal para o seu negócio. Existem alguns modelos, e os principais são o A1 e o A3.

O certificado A1 é digital e é instalado no seu computador ou no emissor de nota fiscal automática. A sua validade é de 1 ano.

Já o certificado A3 é físico, como um token ou um pendrive. Ele tem validade de 1 a 3 anos, e precisa ser inserido na sua máquina em todas vezes que for utilizá-lo.

As diferenças parecem pequenas, mas não é bem assim. O certificado A1 é a escolha certa para quem deseja ter mais autonomia na rotina.

Primeiramente, saiba que ele é mais seguro, pois você pode fazer backup na nuvem e utilizá-lo a qualquer hora e lugar.

No caso do certificado A3, será necessário carregá-lo na mochila para assinar documentos, entrar em portais do Governo e emitir notas fiscais.

Além disso, existe o problema de quedas e até mesmo esquecimento. Se você deixá-lo no escritório e, por exemplo, precisar usá-lo em casa, não será possível realizar o que você deseja.

Por último, mas não menos importante, o modelo A1 permite a automação de notas fiscais. Empreendedores digitais que almejam otimizar o trabalho e deixar o negócio no piloto automático escolhem essa alternativa.

Com um emissor automático, você vende pela internet e emite notas fiscais facilmente, diminuindo a burocracia na empresa.

3. Desconhecer os principais termos do universo fiscal

Fazer a gestão financeira do negócio é algo que exige muita dedicação de um empreendedor. É normal não se aprofundar tanto em alguns tópicos, como a emissão de nota fiscal.

Porém, você precisa conhecer o básico para ter autonomia em seu dia a dia e dialogar facilmente com o seu contador.

Abaixo, você confere algumas expressões e palavras que fazem parte do dia a dia da contabilidade de qualquer empreendimento:

  • Recibo Provisório de Serviço (RPS): documento que substitui a NFS-e em emergência, como quando não conexão com o sistema da prefeitura. O RPS deve ser convertido em uma NFS-e de acordo com prazo de cada município;
  • XML: versão digital da nota fiscal padronizada em todo o país. O XML é o documento que tem validade jurídica, e não o PDF.
  • Documento Auxiliar de Nota Fiscal Eletrônica (DANFE): versão impressa da nota fiscal. É o documento que é utilizado na circulação de produtos em diversas situações.
  • Tomador de Serviço: quem contrata o serviço. Esse é o campo que deve ser preenchido com os dados do cliente na nota fiscal.
  • Prestador de Serviço: quem realiza o serviço. Empreendedores que vendem na internet devem colocar as suas próprias informações no campo “prestador de serviço”.

4. Não armazenar os documentos fiscais

Todo XML de nota fiscal eletrônica emitido pela sua empresa deve ser armazenado por, pelo menos, 5 anos mais o ano vigente.

Em outras palavras, os documentos gerados nas vendas de 2019, por exemplo, precisam ser guardado até 2023.

Cometer o erro de não armazená-los é algo perigoso, pois, o Fisco pode solicitá-los em caso de fiscalização.

5. Emitir nota fiscal deduzindo os percentuais do afiliado

Imagine a seguinte situação: um empreendedor utiliza uma plataforma digital para vender os seus produtos. Será que ele deve emitir as suas notas fiscais com o valor total de cada venda ou pode deduzir a taxa cobrada pela plataforma?

Se você pensou que a segunda opção é possível, é melhor mudar logo de ideia. Tenha em mente que a nota fiscal deve ser emitida com o valor completo da mercadoria, sem desconto nenhum.

Um produto de R$ 100,00, que é vendido em um sistema que cobra uma taxa de 10%, deve ter uma nota fiscal no valor de R$ 100,00, e não R$ 90,00. Isso é válido para vendas de lojas virtuais e físicas, e até mesmo em situações em que os seus produtos são divulgados por afiliados.

6. Agrupar todas as vendas de um mês em uma única nota fiscal

Esse é um erro comum, que pode causar grandes dores de cabeça em qualquer tipo de empresa. Você não deve emitir uma nota fiscal com o valor total das vendas de um período, como um mês.

Ao fazer isso, você pode ser autuado pela fiscalização. E tem mais: o seu cliente tem o direito de receber uma nota fiscal para cada compra realizada.

Se você gerar apenas um documento, quais serão os dados da nota? E se um cliente solicitar reembolso? Como você fará para cancelar a nota fiscal?

Viu como essa é uma prática equivocada e precisa ser combatida? Portanto, emita notas fiscais corretamente em sua empresa digital.

7. Confundir a data de emissão com a data de competência

Outro erro que alguns empreendedores digitais cometem com frequência. Pode parecer banal, mas a data de emissão representa o dia em que o documento foi gerado. Já a data de competência é o dia em que o serviço foi prestado, sendo uma informação que não pode ser alterada.

Um curso digital sobre um sistema para salão de beleza, por exemplo, pode ser vendido no dia 15/03 e ter a sua nota fiscal gerada no dia 16/03. Nessa situação:

  • data de emissão: 15/03
  • data de competência: 16/03.

Apenas fique atento, pois certas prefeituras estipulam regras diferentes. Em alguns casos, há um prazo limite para a emissão da nota fiscal após a venda do produto. Em caso de dúvidas, sempre consulte o seu contador.

8. Emitir nota fiscal manualmente

A emissão manual de nota fiscal é algo que pode fazer sentido no início de empresas digitais. No começo, o fluxo de vendas é baixo e há uma grande quantidade de responsabilidades concentradas em uma equipe pequena.

Desse modo, muitos empreendedores optam por emitir cada documento manualmente, entrando no sistema para digitar todos usuários, logins, senhas e informações sobre cada transação.

Contudo, com o passar do tempo, o processo se torna caótico e problemático. Imagine o trabalho que será necessário para informar todos os dados de centenas ou milhares de vendas.

Lembre-se de que quanto maior for a quantidade de vendas, maior será o número de notas fiscais.

Nessas horas, a automação é a solução que você deve aplicar. Quem conta com um emissor automático de nota fiscal deixa essas questões para trás e consegue focar naquilo que realmente importa: o crescimento da empresa.

Uma ferramenta que está integrada aos principais meios de pagamento do mercado permite que você venda online e emita os documentos com tranquilidade, e até mesmo envie a NF-e para cada cliente por email.

A partir de agora, você conheceu os principais erros que atrapalham a emissão de nota fiscal em empresas digitais. Portanto, faça de tudo para evitar essas falhas e coloque em prática as dicas presentes no conteúdo.

Quer aprender mais sobre outros assuntos relevantes para a contabilidade e a legalização do empreendimento? Então, continue com a gente e fique por dentro do que é o Simples Nacional!

Conteúdo produzido por eNotas.

Automação inteligente para otimizar campanhas de e-mail marketing

Automação inteligente para otimizar campanhas de e-mail marketing

Usar da automação inteligente em campanhas de e-mail marketing pode trazer diversos benefícios para a empresa. Veja como usar dessa ferramenta para atrair novos clientes!

Você deve ter em mente que quando um negócio começa a crescer, geralmente, chega um momento em que é totalmente impossível oferecer um relacionamento 1 a 1 com todos os seus clientes, novos clientes e potenciais. O volume de trabalho excede a capacidade produtiva de seus recursos humanos.

Se você quer atrair novos potenciais clientes, atingir melhor seus contatos, aumentar a produtividade e as vendas, a solução é usar estratégias de automação de marketing.

Conteúdo dinâmico para campanhas de e-mail marketing automáticas

Para obter o melhor resultado de qualquer ferramenta de marketing automatizada, você deve usar conteúdo dinâmico.

Conteúdo dinâmico é o que impulsiona a interação com potenciais clientes. Não ter conteúdo dinâmico ou enviar conteúdo errado pode resultar na perda de um potencial cliente.

O que é conteúdo dinâmico

Também conhecido como conteúdo “adaptado” é um conteúdo inteligente. É um anúncio ou corpo de e-mail que muda dependendo dos interesses ou comportamento anteriores do usuário.

Isso cria uma experiência que é personalizada especificamente para o visitante ou leitor naquele momento.

Um exemplo é a estratégia de Drip Marketing.

O termo Drip Marketing refere-se a uma série de e-mails, manuais ou automatizados, baseados nos chamados “triggers“, que são condições ou ações específicas realizadas pelo usuário.

Uma campanha de Drip Marketing é uma automação que toma decisões com base no comportamento online do cliente.

Por exemplo, quando um potencial cliente se regista para receber os seus e-mails, é enviada uma mensagem de boas-vindas.

E se eles visitarem a página de vendas do seu produto? Você deve enviar mais conteúdo com informações sobre o produto, junto de algumas ofertas promocionais.

Em vez de enviar uma única mensagem para todos os seus assinantes de e-mail, o que pode ser realmente ineficiente, você deve adaptar o seu conteúdo para cada cliente em potencial.

E sempre de acordo com o seu comportamento. As campanhas de Drip se concentram no que os clientes querem.

Mensagens enviadas por meio de campanhas de Drip têm taxas de abertura 80% maiores do que uma mensagem massiva. 79% dos leads qualificados nunca convertem porque não são alimentados com mensagens personalizadas no momento adequado. Além disso, as empresas que utilizam campanhas de gotejamento (Drip) geram 80% mais vendas a um custo 33% menor.

Uma campanha de gotejamento é tão eficaz porque pode cultivar relacionamentos com seus potenciais clientes sem o envolvimento humano direto. E, com o tempo, também pode gerar credibilidade e confiança.

Segmentação automática da lista de contatos

Há muita informação que você pode obter dos seus potenciais clientes. Uma vez que você tenha essas informações, você pode agrupar seus leads em diferentes segmentos.

A segmentação da lista pode ser feita manualmente, mas isso leva muito mais tempo e erros humanos podem ser cometidos.

Com as estratégias de automação de marketing, no entanto, você pode segmentar sua lista a partir de sua configuração.

Os clientes, ou potenciais clientes, podem ser segmentados de acordo com diferentes critérios, tais como: informação demográfica, informação geográfica, comportamento de compra anterior, nível de participação etc. Tudo depende das métricas que são importantes para você.

Com uma ferramenta de automação de e-mail marketing você pode facilmente alcançar a segmentação da lista e determinar o conteúdo que será enviado para cada lista.

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Combinar inteligência artificial com automação de marketing

A automação de marketing, quando combinada com a inteligência artificial, pode reduzir os riscos criados por uma abordagem manual propensa a erros e ajudar a acelerar o tempo.

Quando os profissionais de marketing usam inteligência artificial com automação de marketing, eles criam uma superpotência.

Eles podem melhorar suas campanhas e programas alavancando tudo o que sabem sobre seus consumidores para adaptar as experiências de forma rápida e precisa. E isso é possível em uma escala massiva

Adicionar AI à automação de marketing pode ajudá-lo a aproveitar todos os dados do seu público para otimizar automaticamente milhões de experiências com precisão.

Em resumo, você pode transformar todos esses dados em informações estratégicas e táticas para gerar mais valor.

A Inteligência Artificial não é sobre robôs e máquinas que assumem trabalhos humanos. É sobre os humanos ensinarem as máquinas a trabalhar de forma mais inteligente.

Funcionalidades de automação inteligente para campanhas de e-mail marketing

Abaixo está uma lista das principais funcionalidades de automação inteligente que você pode implementar em suas campanhas de e-mail marketing. Elas permitem que você gerencie os processos relacionados com o máximo de eficácia e produtividade.

1. Automação de E-mail Marketing

Permite gerir mais contatos e enviar mais e-mails do que é provável que você consiga por conta própria.

Você pode agendar e-mails para serem enviados a qualquer momento, criar e gerenciar templates e enviar mensagens personalizadas para grupos de assinantes com base no conhecimento que adquirimos sobre eles.

A tecnologia inteligente de automação analisará os hábitos de e-mail de cada assinante para determinar o momento ideal para enviar e-mails para cada pessoa.

Assim, será capaz de direcionar promoções com base no histórico de pesquisa e transações de cada indivíduo, obtido a partir de qualquer número de fontes. A AI irá até mesmo realizar testes A/B e tomar decisões sobre linhas de assunto, imagens e chamadas à ação.

2. Múltiplas Sequências Automatizadas

Criar campanhas de e-mail marketing automáticas que se acionam com base na análise do comportamento do destinatário: uma abertura de e-mail, um clique num link ou botão CTA ou a ocorrência de um evento específico.

A sequência automática pode se adaptar a cada segmento e tem como objetivo impactar a pessoa certa no momento certo e por meio do canal ideal.

Por exemplo: podemos criar uma sequência a partir de um evento específico, no qual o subscritor recebe um e-mail de aniversário e, se ele abrir e clicar no botão CTA da mensagem, pode ser acionada automaticamente o envio de outro e-mail com uma promoção exclusiva ou, se ele não abrir a mensagem, pode configurar o envio de um SMS para recordá-lo dos benefícios para aniversariantes, assim sucessivamente até atingir o objetivo de conversão.

Veja na prática como funciona o recurso:

Múltiplas Sequências Automatizadas

3. E-mail marketing preditivo

Sem bola de cristal, a ferramenta de automação inteligente adequada pode determinar qual o melhor momento e lugar para enviar a mensagem certa para cada destinatário.

Isso é possível graças a um algoritmo de Inteligência Artificial. Esta tecnologia leva em conta diferentes dados, como localização geográfica, fuso horário e estatísticas de comportamento em campanhas anteriores em termos de abertura e receptividade.

Esse recurso permite disparar os envios das campanhas um a um, personalizando ao máximo a experiência de cada usuário e aumentando consideravelmente a probabilidade de sucesso.

Campanhas de e-mail marketing que usam da inteligência artificial conseguem taxas de abertura de 20% a 30% maiores.

4. Envios em intervalos

A função de envios por intervalos permite agrupar seus receptores por características de comportamento, identificadas com IA, a ferramenta de automação pode enviar a campanha em etapas, ou “intervalos”, cada intervalo consiste em um determinado número de contatos.

Isso permite uma abordagem muito prática na gestão da carga de trabalho das equipes diretamente afetadas pelo lançamento de uma campanha.

Ao optar por envios intervalados sua campanha também fica protegida da classificação negativa dos servidores de e-mail, evitando, assim, ser marcado como SPAM e aumentando consideravelmente a entregabilidade de suas mensagens.

A analítica e a inteligência artificial estão trazendo um novo modo de vida para a tecnologia de automação, segundo especialistas, os principais motores de desenvolvimento e mudança para os próximos três anos.

Hoje em dia existem ferramentas de automação inteligentes que estão ao alcance de todas as empresas. Não fique para trás e comece hoje mesmo a planificar suas campanhas de e-mail marketing com automação inteligente.

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