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conteúdo em vídeo: como aplicar essa estratégia

Conteúdo em vídeo: entenda o porquê dessa febre e como aplicar em sua estratégia

O mundo em que vivemos está em constante mudança, evoluindo e se reinventando. Isso vale para todos os âmbitos! A seta do tempo aponta para o futuro, e isso não é diferente com o modo de fazer negócios e de criar conteúdos nunca antes vistos.

O uso de conteúdo em vídeo, nas estratégias de marketing digital, já é uma das iniciativas diretamente responsáveis por fomentar as novas tecnologias e se alinhar aos usuários, consistindo em uma das principais ferramentas na busca por conhecimento, entretenimento, serviços e produtos.

Para mostrar isso, vamos lembrar alguns dados importantes:

Diante desses dados, percebemos o quanto essa tendência é evidente. Para também ter acesso a esses benefícios, siga a leitura e veja como tirar proveito dos vídeos em suas ações!

O que é o marketing em vídeo?

Os vídeos são líderes quando falamos sobre inovação de conteúdo, pois representam uma maneira muito mais confortável para o usuário absorver informações, levando em conta o ritmo cada vez mais acelerado que levamos neste mundo futurista.

Melhor do que parar para ler ou ver imagens é poder assistir a um vídeo com todas as informações das quais você precisa sendo exibidas de maneira clara, objetiva e divertida, gerando uma perspectiva diferente e um engajamento mais eficiente.

Não por acaso, a sensação é de que aquela empresa está falando diretamente para você, quase como uma conversa. Isso sem contar na facilidade de consumir esse conteúdo, já que é possível assistir a um vídeo em momentos e lugares onde não seria possível ler.

Assim, a estratégia de marketing em vídeo envolve a produção e utilização tanto de vídeos curtos quanto mais longos, dependendo da necessidade para determinado serviço.

Por isso, é uma ação que atinge todas as fases do funil de vendas, desde o topo (atração), passando pelo meio (conversão), até o fundo (venda). Também funciona na retenção de clientes, fortalecendo a marca em suas campanhas publicitárias e vídeos educacionais.

Quais são os benefícios do conteúdo em vídeo?

Como podemos ver, grande parte das empresas de todo o planeta já utiliza vídeos em sua estratégia e sabe o quanto isso gera ótimos resultados, e em pouco tempo. Mas e você, já conhece os principais benefícios?

Aqui, vamos explicar quais são eles, e os motivos pelos quais realmente farão seu negócio crescer de forma sólida e eficaz!

Gera mais engajamento

Já se sabe que 60% dos internautas sempre vai preferir ver o vídeo de um conteúdo do que ler um texto, se tiver a oportunidade para isso.

E isso vai além do gosto ou não pela leitura. Mesmo as pessoas que são leitoras assíduas tendem a clicar em um vídeo que tenha as informações de que ela precisa. É uma forma mais imediata de resolver um problema ou tomar uma decisão, e o tempo poupado com isso é valiosíssimo.

Impulsiona ainda mais o ranqueamento

O Google valoriza cada dia mais a relevância dos conteúdos criados para os internautas. Sendo assim, por meio de constantes aperfeiçoamentos nos algoritmos, ele vem identificando os vídeos de qualidade, impulsionando-os para o topo.

Isso acontece, especialmente, se o seu vídeo gerar engajamento com a marca e com o produto. Inevitavelmente, isso vai ajudar no tráfego orgânico e a utilização dos vídeos vai ser tornar ainda mais imprescindível.

Converte melhor

Os vídeos envolvem uma técnica poderosíssima, que funciona muito bem no quesito convencimento: o storytelling.

Ele é usado por meio de imagens, personagens, locuções e trilha sonora para contar uma bela história, que crie uma identificação muito mais profunda do que um texto faria.

A conversão não se faz sozinha e, por isso, é de extrema importância atentar para a narrativa trazida no conteúdo. Um vídeo animado, por exemplo, permite uma infinidade de possibilidades para a elaboração de algo fantástico.

Tudo depende da sua imaginação. A conversão depende de uma habilidade indispensável para qualquer ação de marketing e vendas: a persuasão. E não é difícil imaginar como os vídeos se saem nesse quesito.

Uma ótima dica são os vídeos explicativos, seja sobre um produto, seja sobre a empresa, e até mesmo sobre o próprio conteúdo apresentado em um blog post.

Educa melhor o cliente

Educação é a palavra-chave quando se trata de marketing digital. Um usuário pode realizar uma conversão se for devidamente educado a compreender o seu serviço e, naturalmente, passa a se interessar de uma forma verdadeira.

Isso pode (e acontece bastante) criar um promotor para o seu produto e marca, mostrando que uma versão atualizada do bom e velho marketing boca a boca ainda tem sua utilidade.

Agora, imagine acessar um site sobre um assunto sobre o qual você deseja aprender e se deparar com um vídeo logo no início, prontinho para dar play e apresentar tudo aquilo que você busca. Eficaz, não é? É quase certo que você vai passar mais tempo nessa página do que faria se precisasse ler um texto enorme.

O ROI será maior

Já citamos no início do post que o marketing em vídeo gera um ótimo ROI para as empresas e pontuamos aqui para reforçar isso.

E por quê? Porque você pode se questionar sobre o custo da produção de um vídeo, que nem sempre envolvem preços baixos, já que exigem profissionais bastante qualificados e processos minuciosos, bem executados e bem escritos.

A dúvida sobre o investimento e o retorno disso pode surgir nesse momento, mas é válido lembrar: mais de 80% das empresas afirmam que os vídeos geram um bom retorno sobre o investimento feito.

Se isso ainda não for o suficiente para convencer você, também vale esclarecer que, apesar da enorme importância de produzir um vídeo de alta qualidade, isso não é uma obrigação.

Também há a possibilidade de utilizar alguns softwares de edição online para recortar, colar, inserir som e finalizar um vídeo para postagem.

No final das contas, o conteúdo como um todo é o que fará a diferença. Se a sua mensagem for passada de forma clara e criativa, mesmo que não esteja excepcional, os resultados chegarão.

Quais os tipos de conteúdo em vídeo existentes?

Ok, chegamos em um ponto-chave da estratégia de marketing em vídeo: qual é o tipo de vídeo ideal para o meu conteúdo?

Falamos acima sobre criatividade e o quanto ela é importante na produção de um vídeo. Isso engloba também o tipo ou estilo de vídeo que será feito. Não existe uma barra que defina qual estilo chamará mais atenção e gerará mais engajamento.

Porém, nem sempre é fácil decidir por onde ir, mesmo com toda essa abertura. Isso acontece especialmente quando você já está acostumado a produzir textos, em que o conteúdo em si muda a cada nova postagem, mas o layout e o design da página continuam os mesmos.

Nos vídeos, o apelo visual é muito maior e, por isso, a variedade entre um vídeo e outro também é um diferencial.

Pensando nisso, separamos os tipos de vídeos mais populares e falamos um pouco sobre cada um deles a seguir!

1. Vlogs

Você provavelmente já percebeu que vlogger é uma profissão recente e de enorme sucesso, certo? Isso não é por acaso — os vlogs são produtos que fazem parte dos novos meios de comunicação.

Por meio deles, é possível ver notícias e atualidades em geral, aprender desde coisas básicas até extremamente complexas, se entreter, e muito mais. Para o produtor, é um trabalho de custo relativamente baixo e de enorme alcance, traduzindo um ótimo investimento para quem encara.

Você pode, por exemplo, gravar uma série inteira de episódios curtos no mesmo dia, que poderão render várias semanas de postagens, e isso pode ser feito em uma sala simples, com uma câmera razoável.

Mas lembre-se sempre: o conteúdo é a sua pedra preciosa que precisa ser lapidada com maestria.

2. Webinars

Há pouco tempo, o Skype era a ferramenta mais conhecida para fazer reuniões e conferências remotamente, em tempo real.

Isso mudou com a chegada do excelente Google Hangouts, uma maneira mais simples de realizar essas mesmas reuniões, porém, integrado a todos os outros serviços da Google.

Uma das facilidades que ganhou de vez a preferência da maioria dos usuários é a possibilidade de gravar e armazenar aulas, seminários, tutoriais, guias em vídeos e disponibilizá-los para todos os seguidores ou clientes.

Até mesmo congressos importantíssimos que, antes, seriam feitos somente em um lugar físico, agora, estão disponíveis para qualquer pessoa, em qualquer lugar do mundo e ao vivo.

Se os vlogs são baratos, os webinars são mais ainda. Muitas vezes, não é necessário nenhum tipo de edição, roteiro ou encenação.

É algo mais semelhante a uma reunião ou uma aula e, em alguns casos, com interação direta entre os participantes, possibilitando entrevistas e resolução de dúvidas, sem necessitar de espera.

3. Tutoriais

Praticamente todo consumidor de conteúdos em vídeo já viu pelo menos um tutorial. É quase certo que você mesmo tenha assistido a alguns e, quem sabe, até feito algum curso completo, totalmente por meio de vídeos.

É algo que, há alguns anos, só seria possível aprender procurando alguma boa escola, muitas vezes de alto valor.

Existem diversos vloggers que iniciaram produzindo tutoriais e que, atualmente, têm uma grande empresa em sua própria área e isso é simples de entender.

Afinal, você evita uma leitura extensa e, algumas vezes, sem nenhuma imagem sobre o que se estuda, para assistir a um vídeo que mostra o passo a passo exato, que, seguido à risca, dificilmente, dará errado.

Isso também ajuda a construir algo que toda empresa almeja: se tornar uma autoridade e uma referência no segmento.

Mas a questão não é simplesmente fazer um passo a passo, como em um livro de receitas. Os consumidores vão esperar de você um contato mais direto e pessoal, uma comunicação cativante que os guie de forma confortável.

Nunca deixe a entender que você não se importa o suficiente com o sucesso do usuário naquela tarefa.

4. Depoimentos

Depois de certo tempo criando conteúdos relevantes para sua persona, é esperado que alguns cases de sucesso comecem a surgir. É uma ótima oportunidade para coletar esses depoimentos e usá-los para mostrar aos novos visitantes o quanto o seu produto é importante.

Nesse sentido, criar vídeos que mostrem quem são as pessoas por trás desses cases de sucesso é algo que vai agregar muito valor. Isso se torna um elogio e uma promoção espontânea para a sua empresa.

Porém, não deixe de prestar atenção nas boas práticas com os seus clientes. Não seja invasivo, pois muitos não têm interesse em ser gravados ou exibidos. É preciso respeitar isso completamente.

Um modo de facilitar a entrega desses depoimentos é a realização de eventos que promovam a participação desses clientes. Isso aumenta as chances de se sentirem mais à vontade para fazerem declarações, mesmo que curtas, mas, ainda assim, capazes de causar grande impacto.

Oferecer descontos nos serviços para os clientes satisfeitos que disponibilizarem depoimentos, ou promover algum tipo de concurso para que relatem o motivo pelo qual recomendam o seu serviço são maneiras interessantes para viabilizar essa coleta.

5. Animações

São os preferidos de muita gente, pelo simples motivo de deixarem os usuários mais motivados com grandes paletas de cores e personagens divertidos que geram bem-estar.

São mais baratos de se produzir do que os vídeos com pessoas reais e, inclusive, muitas vezes, produzidos por uma equipe muito pequena.

exemplo de vídeo animado

Nesse universo animado, existem vários estilos de vídeos que podem ser usados, como as animações em quadro branco, em colagem, 3D, e um dos mais usados na estratégia de conteúdo em vídeo: o Motion Graphics

Em sua maior parte, o Motion Graphics é caracterizado por animações 2D, e é um ótimo estilo para a criação de vídeos explicativos e institucionais, como no exemplo abaixo:

Quais os principais cases de sucesso?

Qual a melhor maneira de compreender o sucesso que conteúdos em vídeo podem proporcionar, se não mostrando exemplos reais de empresas bem-sucedidas?

Uma boa amostra é o caso da Headspace, um aplicativo desenvolvido para ensinar, auxiliar e guiar a meditação. O uso de vídeos deu tão certo que passou a produzir séries com episódios curtos, dando dicas de como meditar melhor.

Em 2013, a Volkswagen teve a difícil missão de anunciar o fim da fabricação da Kombi. Em um vídeo marketing genial, foi narrada a história do veículo, e o que talvez pudesse desvalorizar a marca acabou se tornando um viral que venceu vários prêmios no Festival de Cannes.

Por sua vez, a YumYum Vídeos é uma empresa que se tornou um sucesso ao usar a estratégia, produzindo conteúdo em vídeo para eles mesmos e para várias grandes empresas, como Fox, DocuSign, Red Bull, American Express, entre outras.

As estratégias de marketing em vídeo não são mais apenas uma tendência. Para ver os seus números aumentarem, não deixe de apostar na estratégia.

Está preparado para iniciar a sua estratégia utilizando conteúdo em vídeo, mas ainda quer aprender sobre as estratégias de marketing de vídeo? Então não deixe de ler nosso guia sobre o assunto!

marketing em video

Like Gate: Aprenda o que são e como fazer um na prática

Conteúdo institucional: por que você deve evitar

Frequentemente, nossas leads e até mesmo os clientes perguntam se fazemos também o conteúdo institucional para o blog corporativo. A resposta é bastante clara: não! Falar excessivamente sobre si mesmo, seus produtos, serviços ou como as coisas são feitas na sua empresa dificilmente será relevante para seu público.

Especificar um serviço e tecer elogios a ele, bem como criticar a concorrência ou apresentar seu crescimento interno, são ações que não garantem que potenciais clientes se sintam atraídos pelo que sua empresa tem a oferecer. Esse desinteresse do público acontece por vários motivos.

Quer entender por que não devemos incluir conteúdo institucional no blog corporativo? Confira a seguir:

A lead não irá enxergar valor no serviço

Se você tem uma empresa que traz uma solução inovadora para determinada questão, é comum que o público desconheça o funcionamento e os benefícios de contratar seus serviços. Some a esse ponto crítico um fator ainda mais relevante: as pessoas não sabem por que e quando devem contar com sua empresa. Suponhamos que você tenha uma plataforma de venda e troca de peças para computadores. Caso aborde sobre o fato de ser a única startup do tipo e os prêmios e investimentos que já ganhou, não está gerando valor para quem não te conhece.

Caso o seu blog esteja cheio de conteúdo institucional, o potencial cliente vê que o negócio tem méritos mas não consegue perceber como ele pode ajudá-lo na prática. A história se repete, inclusive, em empresas que já trabalham com produtos ou serviços bastante conhecidos. Dessa forma, institucionalizando o conteúdo, elas dão margem para a concorrência crescer.

Sem um conteúdo rico e bem planejado não há como as leads entenderem o quão bom é o seu produto, seu serviço, seu suporte, seu preço ou qualquer outro diferencial da empresa. Na falta de material útil, ninguém encontrará valor em suas postagens, que terão mais cara de propaganda do que de marketing.

A empresa não se mostrará relevante em seu segmento

Uma vez que você fala sobre tudo aquilo que é relevante para seu público, sua marca é vista como autoridade no assunto. Produzir conteúdo útil gera confiança nas pessoas antes mesmo delas saberem o que a empresa faz. Se você é o gestor de um e-commerce de roupas, por exemplo, um blog que apresenta tudo sobre moda será capaz de atrair quem gosta do assunto ou quer saber mais sobre ele. Ao construir um conteúdo de qualidade é possível se transformar em um trendsetter, ou seja, aquele que aponta as tendências do momento. Isso será importante para o consumidor escolher entre comprar roupas modernas e bonitas no seu e-commerce ou adquirir algo da concorrência, que não oferece mais do que looks básicos.

O cenário descrito ilustra uma realidade do marketing de conteúdo: se sua empresa é capaz de ser relevante através do blog, dos materias ricos, vídeos ou nas redes sociais, ela se torna autoridade no segmento. Dessa forma, quando alguém pensar em determinado nicho ou lembrar de uma dica preciosa que leu, irá associar isso a sua marca e saberá que sua empresa é a melhor opção.

Ficar apenas no conteúdo institucional pode não torná-lo autoridade. Mesmo que esteja apresentando sua equipe, os avanços dela, os prêmios que a empresa conquistou, falando bem dos produtos oferecidos, você não está mostrando nada na prática. Aos olhos do cliente é tudo teoria e vai parecer que sua empresa tenta impor uma imagem, como se fosse um rótulo de uma lata da qual não se sabe o sabor do que tem dentro.

Antes de qualquer coisa é preciso construir a autoridade! Seja relevante e interessante através do conteúdo do seu blog para ser aquela empresa que entende tudo do segmento em questão e, principalmente, dos problemas do público.

A empresa oferecerá “mais do mesmo”

O marketing mudou muito ao longo dos anos. Se antes cigarros eram oferecidos como item que compunha a elegância de uma pessoa, hoje só faz uso deles quem escolhe adquirir os malefícios que ele contém. Antigamente, a propaganda era duvidosa pois não existiam provas dos resultados positivos gerados por um produto, apenas reinava a imposição e o consumidor, sem instrumentos de pesquisa, adquiria a ideia por trás de um objeto, por exemplo. Esse tipo de publicidade padece! E o conteúdo institucional pode se parecer com ela: falta de informação e muito de imposição.

Trabalhar nos moldes do velho marketing é oferecer mais do mesmo, é falta de conteúdo, é apontar sem argumentar. De que adianta dizer qual seu preço se você sequer gera valor ou demonstra autoridade? Pense nisso quando for traçar sua estratégia de conteúdo para o blog.

O blog deixará de gerar leads importantes

Este é um dos pontos mais graves! Ao produzir muito conteúdo institucional, você corta o contato com aquelas pessoas que se encontram no topo e até no meio do funil de vendas. Nesse contexto, você inviabiliza a atração, a educação e a retenção da maior parte do público que tem necessidade de usar o seu serviço ou produto.

Caso seu planejamento de conteúdo para o blog não inclua educar as personas, preparando-as para uma compra futura, sua estratégia simplesmente perderá o valor e o foco no seu objetivo. Um conteúdo institucional será útil apenas para a pequena parcela que conhece o que sua empresa faz.

O conteúdo não irá ter aplicação para o público

As conquistas e diferenciais da sua empresa não ajudam em nada a otimizar a rotina do seu público. Com conteúdo institucional, quem chega ao seu blog não verá motivo para segui-lo, uma vez que aqueles posts e vídeos não têm utilidade.

Fazer marketing de conteúdo é se tornar relevante oferecendo as melhores informações para determinado tipo de cliente no momento em que ele precisa. Isso gera tráfego, o que leva às leads, desaguando em clientes.

Não há espaço para o conteúdo institucional?

Nesse ponto não é necessário ser radical. Você pode falar de si mesmo, desde que isso seja interessante para o público, de forma branda e pouco frequente. Um case de sucesso, por exemplo, fala de um bom trabalho da empresa mas tem valor para os potencias clientes que estão em um momento de decisão entre adquirir ou não o seu serviço. Conteúdo institucional também pode ser encaixado no LinkedIn sem problemas. Além disso, é possível ter um espaço em seu site reservado ao clipping, concentrando tudo que a mídia já falou da marca.

Mais do que bom senso e planejamento, a postagem de conteúdo institucional exige cuidado, conhecimento e muita moderação. Foque primeiro em gerar leads e fidelizar clientes. O valor agregado a sua marca e um grande destaque serão consequência disso.

O blog da sua empresa tem conteúdo institucional? Divida suas opiniões e dúvidas com a gente!

mais leads usando o LinkedIn

11 dicas para gerar mais leads usando o LinkedIn

Tão importante quanto ter um blog e produzir conteúdo útil e interessante para o público, é promover os posts corretamente. Sem essa ação, as leads chegarão até você apenas através das buscas orgânicas ou dos anúncios pagos, caso os use. Isso significa que a promoção dos posts nas redes sociais é um meio a mais de gerar visibilidade para o seu negócio.

Fala-se muito em postagem nas redes sociais, porém muitas pessoas esquecem que isso também deve ser planejado. Afinal, redes sociais diferentes atraem públicos diferentes. Sua empresa, por exemplo, tem uma página em qual rede social? Qual é a melhor opção para você?

Hoje, vamos falar sobre o LinkedIn, canal com objetivos profissionais e, segundo pesquisa, a melhor rede social para gerar leads, sendo 277% mais eficaz do que o Facebook e o Twitter.

Como o LinkedIn funciona?

Profissionais e empresas ingressam na rede para, especialmente, se conhecerem, se comunicarem e se informarem sobre o mercado de trabalho. O foco é direcionado às organizações e ao que elas difundem. Nesse contexto, empresas que acompanham outras encontram facilmente seu público no LinkedIn.

Além disso, quem participa do LinkedIn está interessado em encontrar conteúdo profissional, o que torna as publicações feitas pelas empresas bem mais eficientes. Por fim, é fundamental lembrar que a geração de leads nessa rede funciona no sentido B2B, ou seja, na relação entre empresas.

Sua estratégia de marketing de conteúdo já se beneficia das vantagens dessa rede profissional? Para ajudá-lo a captar suas leads, listamos as melhores dicas para alavancar o potencial da sua página e dos seus posts no LinkedIn. Acompanhe:

Gere engajamento dentro dos grupos de discussão

Quem quer levar seu conteúdo relevante ao LinkedIn precisa marcar presença nos grupos relacionados ao seu mercado de atuação para alcançar as leads. Dentro de um grupo, é possível divulgar seus posts e ainda debater e se mostrar uma autoridade nas temáticas relacionadas ao seu nicho. Nesse contexto, é possível gerar o engajamento dos tomadores de decisão das outras empresas que também estão ali justamente para se informar melhor sobre o mercado em questão.

Lembre-se sempre de não se tornar repetitivo e inflexível em suas opiniões, além de jamais postar conteúdo sem originalidade ou do tipo spam.

Use os anúncios do LinkedIn

Assim como em outras redes sociais, o LinkedIn também oferece anúncios pagos. Veja essa estratégia como um investimento, não como um gasto: pesquisas do Hubspot apontam que 87% dos usuários da rede profissional acreditam que o conteúdo divulgado por lá influencia nas tomadas de decisões. Então, capriche no conteúdo que será promovido porque ele tem grandes chances de atrair suas leads.

Concentre-se em promover um post por dia

Mesmo que você disponibilize um certo número de conteúdos no Linkedin diariamente, o ideal é que direcione seus esforços para a promoção de uma postagem. A partir dessa ação é possível garantir um número maior de curtidas, compartilhamentos e comentários fazendo do post uma máquina de conversão para seu site.

Não tenha medo de falar de si mesmo

Pelo fato dos usuários do LinkedIn estarem mais dispostos a engajar com seu conteúdo e tomar decisões sob a influência dele, você pode falar um pouco sobre o que sua empresa oferece. Apenas não se esqueça que a estratégia de conteúdo no Linkedin (tais como as que ensinamos no Curso de Marketing Pessoal no LinkedIn da Universidade Rock Content) deve ir além disso: é preciso que profissionais representantes do negócio se envolvam nas conversas sobre os temas do mercado e que a página da empresa seja alimentada com coisas interessantes e informativas também.

Faça as pessoas chegarem ao LinkedIn

Não adianta a empresa ter uma página no LinkedIn se ela não possui seguidores. Portanto, não deixe de promovê-la adicionando botões de compartilhamento em seu blog e site para a rede profissional, além de entrar em contato com pessoas que possam se interessar por seu conteúdo e divulgá-lo no LinkedIn e em outras redes.

Alimente a página da empresa com frequência

Essa é uma regra básica do marketing de conteúdo. Se você não tornar sua página  interessante e relevante, as leads não chegarão até sua empresa, uma vez que ali não será um meio rico em informação sobre seu mercado.

Reduza o tamanho do link para sua página

Encurtar os links que dão acesso ao seu blog garante que o LinkedIn não faça isso por você e coloque um fim no rastreamento do link. Para tal, use um encurtador como bitly.com ou o goo.gl, ou sua plataforma de automação, como o HubSpot.

Deixar o LinkedIn encurtar seus links significa que quando for gerenciar as visitas do seu blog ou site, não conseguirá saber se as leads são provenientes do LinkedIn porque o link estava diferente.

Não engesse sua página no LinkedIn

O LinkedIn tem suas peculiaridades e exige formato das postagens e linguagem diferentes das que você compartilha no Twitter, no Google+ e no Facebook, por exemplo. Mas não é por isso que o conteúdo deixado na rede profissional precisa ser engessado, ou seja, muito sério, com termos difíceis e sem identidade.

No LinkedIn também há espaço para criativdade, desde que seja aplicada na medida certa. Chame a atenção com imagens interessantes, títulos que instigam o leitor, textos, vídeos, infográficos e outros formatos de conteúdo. Assim você consegue ser profissional sem ser entediante.

Estimule assinaturas do feed do seu blog

O RSS feed, comum em sites de notícias, mantem os leitores atualizados sobre o que e quando você posta. Além de ser uma forma de educar melhor suas leads, você garante leitores fiéis do seu conteúdo. Portanto, além de todas as informações básicas sobre a empresa e dos links para o site e o blog, acrescente na sua página do LinkedIn o link do RSS feed.

Mantenha o os Produtos e Serviços atualizados

Representantes de empresas deixam essa função de lado, mas ela existe e é muito útil para informar os potenciais clientes. É possível adicionar os produtos e serviços oferecidos atualizando essa categoria na sua página do LinkedIn. (Exemplos, em inglês, neste link aqui)

Foque na qualidade do que posta

Como muitos canais na internet, o LinkedIn pode ser uma fonte expressiva de geração de leads se for usado com certo planejamento e atenção. Ações como postar seu conteúdo em grupos nem tão focados no mercado do seu serviço, criticar o trabalho de outras organizações, colocar um link sem qualquer informação extra, não participar de discussões nos grupos e não responder comentários jamais devem ser colocadas em prática. Dessa forma, ao aliar boas práticas, bom conteúdo e cordialidade você agrega valor e qualidade aos seus posts no LinkedIn.

Preparado para usar todo o potencial do LinkedIn a seu favor? Comece a alimentar a sua página na rede profissional e veja seu número de leads aumentar! Quer saber mais? Baixe nosso guia completo do marketing no LinkedIn!

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Conteúdo para o funil de vendas: como criar uma máquina de gerar negócios 1

Emagreça e faça marketing de conteúdo! Pergunte-me como!

A obesidade é uma doença que hoje é um problema mundial.. Há milhões de pessoas que diariamente travam uma verdadeira batalha contra a balança e há quase 2 anos, eu era uma delas. Perder 26 quilos não foi difícil, mas foi necessário persistência, dedicação e principalmente paciência.

Evolução pequena e contínua.

Assim que voltei de uma viagem, subi na balança e estava pesando 106 quilos. Fiquei assustado. Eu tinha 20 anos, e se continuasse do jeito que estava, não sei se chegaria nos 30. Por causa disso percebi que eu tinha que mudar algumas coisas.

Mudei alguns hábitos alimentares e entrei numa academia. Passei uma semana regulando a comilança e malhando. Nessa altura já tinha ido em supermercados e resistido às tentações das porcarias deliciosas destruidoras de regime que sempre ficam ao lado do caixa. Também já tinha ido almoçar na casa da minha avó e comido dignamente (não igual a um ogro, como de costume), além ter ido na academia e, o pior, ter feito exercício aeróbico. Perdi menos de 1kg. Frustrante. Deu vontade de desistir e ir num rodízio me empanturrar de picanha, mas mantive a fé que ia dar certo.

Continuei mantendo meu regime e indo na academia 3 vezes por semana. Após um tempo a batata frita já não fazia tanta falta, eu já conseguia passar mais facilmente por aquelas malditas guloseimas deliciosas dos caixas de supermercado, a academia já fazia parte da rotina e eu já quase não achava ruim malhar.

Depois de 9 meses, eu me olhei no espelho e, com 26 quilos a menos sem nenhuma ajuda de remédios, eu me achei magro pela primeira vez.

E o que o marketing de conteúdo tem a ver com isso?

O marketing de conteúdo me lembra o meu processo de emagrecimento. Como nesse processo, o marketing de conteúdo não vai te dar um retorno imediato. Ele não vai te gerar 100 mil leads no primeiro mês e você não vai perder todo o peso que você quer em um mês. Você não se torna autoridade no segmento que você atua com 1 mês de publicações relevantes e você não vai ter um corpo sarado e de tanquinho malhando 1 mês.

Mas após um período contínuo de prática e acompanhamento, subindo na balança, monitorando seu peso, traçando objetivos de marketing, acompanhando suas buyer personas e geração de leads, em todos os casos, você obterá sucesso. Às vezes pode até superar suas expectativas.

Aí você pode estar pensando: “Ah, mas existem remédios e cirurgias para emagrecer  e anabolizantes para ficar sarado”. Esses são os Google Adwords e Facebook Ads do marketing digital. Enquanto você usa esses remédios, você consegue emagrecer, enquanto você toma anabolizante, você fica forte, enquanto você investe em Google Adwords e Facebook Ads, você tem tráfego no seu site. Em todos os casos, se você parou de usar, seus resultados somem.

O investimento em marketing de conteúdo é igual a perda peso: exige paciência, acompanhamento constante e, mesmo que no início possa ser um pouco frustrante, depois de um tempo você vai ver que valeu a pena e vai continuar trabalhando para manter a evolução.

E vocês? Já pararam de tomar seus remédios de emagrecimento e começaram a sua academia de marketing de conteúdo?

[Vídeo] O que é Marketing de Conteúdo, afinal? 1

[Vídeo] Como usar o Facebook de maneira eficiente

Toda pessoa que conhece um mínimo de marketing sabe o quanto o Facebook é uma peça importante de qualquer estratégia. Ele é essencial na hora de divulgar seu conteúdo e engajar sua audiência. Mas se destacar no mundo de informações que são postadas a todo momento não é fácil. Você precisará se diferenciar dos seus concorrentes e conquistar a tão desejada (e díficil) atenção dos usuários.

Mas como fazer isso? No vídeo, você verá dicas simples de seguir e que irão ajudar muito na hora de conseguir os melhores resultados no Facebook! Por exemplo, imagens tem taxas de compartilhamento muito maiores do que textos puros.

Então, melhore os resultados e os investimentos realizados no Facebook seguindo as dicas e não deixe de assinar o canal, para não perder nenhum outro vídeo!

4 práticas básicas de SEO que todo escritor deve conhecer 1

As lições de marketing de conteúdo que a derrota da Seleção ensinou

Ok. Agora eu já estou com a cabeça mais fria, mais relaxada e menos envergonhada com aquela derrota (leia vexame) da nossa seleção para a Alemanha. Mas, como garota esperta que sou, resolvi parar, refletir.. e decidi que dá para aprender um pouquinho sobre marketing de conteúdo também nessa situação. Não acredita? Confira as lições que tirei dessa Copa agora:

Tenha cartas na manga

O craque do nosso time foi caçado em campo um jogo antes da semifinal. Ele foi caçado e, depois da tentativa de vários times, finalmente quebrado.

Quem acompanhou a repercussão e o que se falou sobre isso percebeu que isso foi exatamente o início da nossa tragédia anunciada e ficou muito claro que, tanto a estratégia de jogo, quanto o peso da responsabilidade de jogar bem estavam nos ombros do jovem Neymar.

E esse foi o erro fatal! Afinal não contávamos com a astúcia do imprevisto e ele aconteceu. Primeiro: Felipão não tinha uma peça de reposição à altura do moleque “tóis”. Segundo: todo o esquema tático da seleção teve que ser alterado de última hora, porque girava em torno dele. E isso deixou os jogadores perdidos em campo, quase como cegos em tiroteio… Detalhe, contra um esquema tático inteligente e um toque de bola impecável da Alemanha. E o que os alemães fizeram? Perceberam essa confusão e aproveitaram com maestria.

Então, não coloque todas as suas fichas em uma única empreitada! Invista em seu blog, divulgue em diversas redes sociais, produza vídeos! Busque soluções variadas e diversifique suas opções, afinal se o Facebook ficar fora do ar um dia, você não poderá parar sua estratégia de conteúdo por causa disso.

Não chore o leite derramado. Limpe a bagunça!

A mídia foi, em grande parte, responsável pela supervalorização da contusão do queridinho do Galvão, principalmente na semana que antecedeu o jogo contra a Alemanha.

Fala sério! Ninguém mais aguentava ouvir sobre a sua recuperação, como ele estava passando seus dias com sua digníssima namorada global, como ele estava triste por não participar do jogo e todo esse mimimi em torno dele… Resultado? Falaram tanto do problema que se esqueceram da solução!

Aprenda com essa grande cagada e não cometa o mesmo erro na hora de produzir o seu marketing de conteúdo. Se você teve uma baixa, por exemplo, em sua equipe, perdeu seu melhor vendedor para outra empresa ou mesmo para um atestado de longa duração, não se desespere! Pense fora da caixa e parta para as alternativas.

Lembre-se também de não focar no problema. Levanta essa cabeça, busque logo a melhor solução e invista nela, claro. No caso da seleção brasileira, a postura deveria ser: “ok, perdemos nosso melhor jogador, mas ainda temos muitas boas opções e, portanto, não é o fim do mundo.” Quem sabe a história não seria de superação em vez de a maior vergonha da história das Copas, não é mesmo?

Conheça o seu adversário e dance conforme a música

Não dá para entrar em campo contra um adversário como a toda poderosa seleção alemã desconsiderando sua forma de jogar, sua técnica infalível e seu elenco extremamente entrosado.

Isso se aplica também aos seus planos de marketing de conteúdo – assim como para a sua vida. Antes de traçar uma estratégia, para qualquer objetivo que seja, é preciso considerar o que você enfrentará pela frente. Conheça seus obstáculos e adversários e defina formas de lidar com cada um deles.

Por exemplo, se você enfrenta problemas com falta de tempo, é preciso se planejar e se organizar, colocar prazos e definir limites para a execução das suas tarefas. A tal da meta definida será uma excelente forma de te colocar nos eixos!

E olha, seja sincero consigo mesmo! Se a seleção tivesse humildade pra saber que a Alemanha era muito melhor tecnicamente e em questão de elenco seria bem mais fácil não passar vergonha. Antes de conseguir fazer isso é preciso que você entenda quem você é – seus pontos fortes e fraquezas – e quem você quer chegar. Ah, e não se iluda desconsiderando o que tem te atrapalhado de alcançar seus objetivos.

Treine o corpo, mas cuide também da sua mente

Nosso capitão, Thiago Silva, demonstrou-se um excelente zagueiro e um verdadeiro líder dentro de campo, isso não dá para negar! Palmas para ele pela sua clássica postura de chamar os companheiros, xingar o tempo todo, brigar com o juíz pelo time, etc e tal. Mas convenhamos, um verdadeiro líder não pode perder a cabeça num momento decisivo!

Para escolher um líder é preciso, sim, considerar suas habilidades técnicas, se ele é realmente bom no que faz e joga por um grande time europeu (know how né?!) Ok. Tudo isso ele tem, mas se esqueceram de que liderar é bem mais do que saber fazer. É preciso ter pulso firme e, ao mesmo tempo, ser um porto seguro para os companheiros de time. Não existe essa de tirar um tempo para refletir sozinho quando o resto da equipe precisa de você – como nosso capitão fez no jogo dramático contra a Chile e, honestamente, ficou feio pra ele! Sem palmas dessa vez.

Outra coisa, ao tomar um cartão amarelo por uma falta totalmente idiota, ficando fora de uma partida decisiva como uma semifinal contra a grandiosa Alemanha demonstrou um total despreparo e inexperiência do digníssimo capitão. A culpa é dele? Em parte sim, pois ele é o líder imediato do time. Mas quem o colocou nesse posto é tão culpado quanto ele. E é aí que entramos no tópico seguinte e final das nossas divagações futebolísticas…

Você é o líder? Assuma a responsabilidade.

Felipão pode até não ser um exemplo de simpatia e carisma, mas uma coisa precisamos admitir: o cara é um líder nato! Prova disso foi sua atitude logo depois da derrota (lembrando, uma goleada lamentável) da nossa seleção canarinho. Ao ser perguntando pelo jornalista de quem era a culpa pelo vexame sua resposta foi enfática: “é minha!”. Fala sério! Isso foi lindo, e demonstra sua postura de liderança e ombridade.

Aprenda com ele a encarar que, mesmo se os seus liderados errarem, é você quem deve assumir a responsabilidade por isso. Lembre-se que você é a referência da sua equipe. Além disso se tiver que chamar a atenção de alguém do seu time, faça-o no particular. Ele não deu o gostinho para a mídia cair matando em cima de algum bode expiatório e você também não deve deixar os problemas caírem na boca do povo.

Enfim, chega de sofrer com o resultado desse jogo e bola pra frente. Agora é torcer para que não dê Argentina dentro de casa não é mesmo?

[Vídeo] Montando um processo eficiente de vendas inbound

[Vídeo] Montando um processo eficiente de vendas inbound

Depois de um longo período sabático, mestre Vitor Peçanha retoma suas aulas do Conteúdo e Marketing em grande estilo: explicando como fazer um processo eficiente para a realização de vendas inbound. E só para você ter certeza que ele funciona, esse é o modelo que usamos na Rock Content!

Se você acompanha nosso blog e nossos vídeos, você já está gerando leads. Em algum momento, você precisa verificar essas leads, para saber se elas são qualificadas ou não. Usar o lead scoring irá auxiliar nesse processo, por exemplo. Assim você definirá quais são as melhores leads e classificá-las como MQLs.

Essas MQLs serão trabalhadas e evoluirão para SQLs. Essas são as leads que o departamento comercial irá em contato. São leads educadas, preparadas, que não irão gastar muito tempo dos vendedores para que eles realizem a venda.

Nesse vídeo, você também verá a função do SDR – e o que essa sigla significa! – e como pode ser interessante ter um profissional dessa área em seu time!

Não perca o vídeo e não deixe de assinar o canal!

A crescente importância do Google Authorship 2

Caso de sucesso de cliente Rock Content: ASAAS

O estudo de caso de hoje é de uma start-up que conhecemos bem e asseguramos sua competência: o ASAAS! Aqui na Rock, usamos o sistema deles é podemos garantir que o sucesso que eles estão fazendo não é por acaso. Vamos ao case:

Introdução

O ASAAS é o segundo filho (um Spin-Off) de uma empresa de serviços que montamos e já tem 7 anos de história, chamada Informant – de onde saiu também a ContaAzul. O ASAAS nasceu assim a 3 anos para resolver o problema de cobrança recorrente do ContaAzul, que experimentou nosso primeiro MVP – minimum viable product (e ainda usa nossa ferramenta).

Com o tempo descobrimos que nosso mercado alvo é de autônomos e pequenas empresas, um Pivot que aconteceu ainda em 2013, uma vez que antes atendíamos Startups de Tecnologia em busca de integração.

O desafio

Antes do pivot citado, apesar de termos sido os primeiros a entrar no mercado Brasileiro, começamos a campanha de marketing já com alguns concorrentes. Nosso problema era basicamente promover o mais rápido possível aquele produto, para ver como o mercado aceitaria e aprender o mais rápido possível com o fluxo de clientes.

Após o pivot, o produto foi lançado com total aderência, porém entramos em um mercado menos conhecido por nós, com um grau de instrução menor e com outro mundo em volta dele. Nossa ferramenta foi lançada no mercado ainda como uma inovação, naquele percentual de clientes que desejam experimentar o produto e  “ver qualé”, (e sem concorrentes com a mesma oferta de produto para nos compararmos).

Assim, entender o mundo destes clientes e mostrar para eles que existe solução para a dor da cobrança foi e continua sendo um desafio justo e perfeito, que exigiu bastante força de nossa equipe de Marketing.

A solução

Antes do Pivot:

Nosso maior resultado foi de fato com marketing de conteúdo, página e anúncios em FB, além de um pouco de Adwords. Conseguimos em 3 meses invalidar as principais hipóteses do produto (acredite, uma vitória!).

Após o Pivot:

Além de aproveitar uma boa parte da publicidade e conteúdo que já tinha match com o novo mercado/Cliente, conseguimos bem rápido modificar nossa produção de conteúdo focando no que nossos novos clientes buscavam como informação, suas buscas, dúvidas e necessidades.

Foi algo incrível mudar o negócio 90 graus e conseguir fazer o mesmo no Marketing.

Sem ser puxa-saco, de fato, seria não impossível.. e sim impensável fazer isso se tivéssemos uma equipe interna para produzir conteúdo ou mesmo um redator tercerizado somente. Só foi factível graças a termos a RockContent como fornecedores.

Os resultados

Basicamente, temos crescido 30% ao mês na entrada de nosso funil e ainda mais na formação de clientes.

Além de nossos investimentos em adwords/afins, temos bastante ganho de acesso orgânico, nossos clientes encontrando o que buscavam na WEB, além de estarmos conseguindo com o tempo deixar bem claro ao mercado que somos especialistas em cobrança ou Cobrança Ativa, como gostamos de chamar.

Dica ASAAS

“Se você tem de fato algum $$ para investir em marketing, utilizar parceiros como a RockContent ou a RDSTATION vale por alguns diplomas em marketing para sua equipe.

Se preocupem com entender quem é seu cliente e em melhorar seus produtos/negócios.

Direcionar parceiros especialistas fará suas empresas prestarem um serviço com profissionalismo 3, 5, 10x maior do que a maturidade atual de seus negócios.

E claro, se querem cobrar de seus clientes, usem o ASAAS.com :-).” Diego Contezini, CMO

E então, gostou? Que tal ler mais cases de sucesso e ver mais algumas dicas para te ajudar? Só baixar nosso ebook de cases!

baixeagora

Marketing de Conteúdo no Facebook: 5 Dicas Essenciais 2

Os 8 erros que sabotam seu blog

Carrego a honra distinta de ter sido um dos primeiros a vir trabalhar com a Rock Content. Bati há pouco meu primeiro ano de Rock! Neste meio tempo deixamos de ser apenas uma ideia maluca para nos tornarmos os maiores especialistas em Marketing de Conteúdo no Brasil. Tivemos a oportunidade de ajudar centenas de empresas a começarem seus blogs, a torná-los sucessos e atingirem seus objetivos. Participei – e participo ainda! – de dezenas de projetos por aqui, nas mais diferentes áreas e com um sem número de peculiaridades em cada um.

O aprendizado ganho vivenciando tudo isto tem sido simplesmente inacreditável! Entretanto, é bem verdade que algumas das lições que nos marcam mais profundamente não vem pelos acertos, mas pelos erros. Assim, adianto o caminho das pedras, listando os oito erros mais comuns que percebo (e até já cometi!) por aqui, para que você possa evitá-los no seu próprio projeto. Veja só:

1 – Você quer abraçar o mundo

Tentar falar com todo mundo é não falar com ninguém! Mensagens genéricas, pensadas para abranger o maior grupo possível são, na prática, diluídas e sem graça demais. Focar seus esforços é fundamental.

Segmente, use personas, divulgue em fóruns e comunidades específicas da sua área de atuação. Existe muita gente que tem profundo interesse no que você tem a dizer, mas é necessário saber quem são e ir trás delas.

2 – Você escreve para si

Uma distorção cognitiva muito interessante de quem é apaixonado pelo seu trabalho é partir do princípio que o seu público alvo se parece com ele mesmo. Isto por vezes é verdade, mas é muito mais a exceção que a regra!

O conjunto de problemas, dificuldades e oportunidades da sua audiência é diferente do seu. O conhecimento e percepção sobre o seu produto ou serviço é -quase que certamente- muito distoante. Procure entender quem é sua audiência e entregar valor a eles, em vez de entregar o valor que gostaria que alguém tivesse entregue a você.

3 – Você não mede resultados

Cresci ouvindo (oi pai!) a máxima de Deming: “não se gerencia o que não se mede”. A frase é especialmente adequada para ações na internet.

O que acontece com o seu blog ao trocar o tema? Ao mudar a linha editorial? Ao investir em AdWords ou Facebook Ads? Qual foi o resultado daquele guestpost?

Ferramentas simples e bastante acessíveis, como Analytics, dão o respaldo para que decisões sejam baseadas em fatos e não em opinões. Acompanhe o número de visitas, leads gerados, permanência no site, tráfego orgânico – as métricas que forem compatíveis com seus objetivos – e como eles variam em função do tempo e do seu trabalho. Esta é a melhor maneira de aprender e melhorar sempre!

4 – Você não tem paciência

Vou, de novo, citar alguém mais esperto que eu: “não se faz um bebê em um mês engravidando nove mulheres”.

Alguns resultados levam tempo e não há o que se fazer sobre isso. Os artigos precisam de algum tempo para trazerem resultados. Não se cria uma base de emails, estabelece autoridade ou se ganha o respeito do mercado em uns poucos dias, não importa quanto dinheiro ou se esforço se invista nisso. A palavra de ordem é “construir”, e não “obter”.

Abandonar uma estratégia ou direcionamento após uma semana ou mês ruim te impede de avaliar a situação real corretamente. Mudando de direação todo o tempo não se chega a lugar algum.

5 – Você fala demais sobre si mesmo

Para se conectar com a sua audiência é necessário entregar valor. É necessário ensinar, resolver problemas ou mostrar o que se está fazendo de errado. É preciso falar sobre o seu público e não sobre si mesmo. Em última instância, não interessa às pessoas o que você faz ou vende. Interessa como isto é útil ou importante para eles.

Não se engane: um texto de propaganda publicado em um blog não é marketing de conteúdo, é propaganda. Só que em um blog.

6 – Você não divulga seu conteúdo

“Um texto que ninguém lê, existe?” A resposta para este problema filosófico está sendo discutida desde o século XVIII. Metafísica à parte, as implicações disto para os seus resultados dão um sonoro NÃO como solução.

Um texto maravilhoso parado no blog é inútil. É absolutamente imprescindível que o público tenha acesso ao seu conteúdo para que possa se engajar com ele. Parece óbvio, colocado desta maneira, mas na prática muitos ainda acham que o trabalho está terminado ao clicar no botão “publicar”.

Use as redes sociais, anuncie, adote newsletters e estratégias de guestpost para trazer leitores. Sem leitores, seu blog não faz ruído algum.

7 – Você não investe no seu blog

O sucesso com o blog não vem automaticamente só por que você decidiu criá-lo e encontrou um bom domínio ou um nome inteligente. É necessário nutrir o projeto, não só com trabalho de criação de textos e definição de pautas mas também pesquisas de mercado e divulgação.

Em alguns casos pode ser necessário contratar um novo funcionário, ou alocar tempo da sua equipe. Por vezes será o uso de ferramentas para gerenciar leads ou um serviço de consultoria. Em outros, é apenas a sua atenção, quando pode tocar tudo sozinho.

Em qualquer situação, nada acontece se não há envolvimento e dedicação na busca pelo resultado.

8 – Você tem medo de errar

Cometer erros e fazer ajustes para corrigí-los ao longo do caminho não é só normal, é esperado. Digo até que inevitável! Aceitar que serão cometidos enganos te prepara para lidar com eles de maneira positiva, aprendendo com as falhas e construindo um trabalho mais sólido com os resultados.

Não tenha medo de inovar! Ater-se a fórmulas e processos antigos para evitar problemas a qualquer custo evita também seu crescimento, amadurecimento e sucesso.

Veja pelo seguinte prisma: dos oito erros mais comuns agora você já está livre! Cometeu, ou já conhece o erro número nove? Me conte qual é, pelos comentários!

[Vídeo] Como fazer um e-mail marketing de maneira correta 2

[Webinar] Como a Rock Content faz Marketing de Conteúdo

Você quer saber todos os segredos da estratégia de marketing de conteúdo da Rock Content? Quer saber como geramos mais de 10.000 leads por mês? Como conseguimos aumentar o tráfego orgânico de nosso blog? Ou como fazemos isso com somente 2 (DUAS!) pessoas no departamento de marketing?

No webinar “Como a Rock Content faz Marketing de Conteúdo”, Vitor Peçanha, co-fundador e CMO da Rock Content, abriu sua caixa de ferramentas e fez uma apresentação com todos os detalhes da estratégia de marketing de conteúdo!

Você verá como a estratégia foi traçada, como mensuramos nossos resultados, quais aplicativos usamos e ainda ganhará algumas dicas para você aplicar em sua prórpia estratégia! Dentre os tópicos abordados, você verá:

  • Nossos objetivos e OKRs;
  • Nossas personas;
  • Como definimos nossos MQLs e SQLs;
  • Como documentamos nossa estratégia;
  • Nosso calendário editorial;
  • Nossas métricas,
  • Como usamos as mídias pagas;
  • E muito mais!

Abaixo você pode ver a apresentação usada no vídeo:

Os materiais que indicamos, como respostas para as perguntas:

E então? O que acharam? Não deixem de comentar e falar qual tema vocês gostariam para nosso próximo webinar!