B2G: o que é o modelo Business to Government

Para ter sucesso em um mercado tão competitivo, é preciso inovar nas suas estratégias de vendas. Diante das atuais exigências, conhecer novos modelos de negócio pode ser um grande diferencial. É o caso do B2G (Business to Government), que pode gerar novas fontes de receita para o seu negócio.

modelo de negócio b2g

    Quando falamos em relações comerciais, alguns modelos são mais conhecidos e utilizados no mundo corporativo, como o modelo B2B (Business to Business) e o B2C (Business to Consumer). São situações em que, respectivamente, uma empresa negocia seus produtos e/ou serviços com outras empresas, ou diretamente com o consumidor final.

    Porém, um modelo não tão conhecido vem se tornando cada vez mais relevante com a necessidade de o poder público se tornar mais transparente, produtivo e eficiente: o B2G (Business to Government).

    Na prática, ele representa as relações comerciais entre uma empresa e o governo, podendo envolver serviços, produtos e outras soluções.

    Tendo em vista que o funcionamento desse modelo de negócio não é simples como os outros mais conhecidos, é preciso atentar para uma série de fatores para implementar o B2G dentro da sua empresa.

    Assim como qualquer tipo de relação comercial, ele tem os seus prós e os seus contras, e é exatamente o que vamos mostrar neste post. Confira!

    O que é o modelo B2G e como ele funciona?

    Normalmente, as relações comerciais são feitas entre duas empresas diferentes ou diretamente para o cliente final, nos modelos conhecidos como B2B e B2C.

    No entanto, o poder público também precisa “fazer compras” na iniciativa privada e, quando isso acontece, se estabelece o modelo de B2G (Business to Government).

    A principal característica desse modelo de negócio é a forte regulamentação para que uma transação seja realizada. Afinal, estamos falando de recursos públicos — dinheiro originado de impostos e taxas — e, por esse motivo, é preciso realizar uma licitação em busca das melhores condições para o governo.

    A ideia da licitação é evitar que o dinheiro público seja desperdiçado com uma empresa que não tenha capacidade de atender à demanda do governo.

    Ou seja, é colocada na mesa uma série de regras e obrigações e, entre as empresas que cumprem esses requisitos, é escolhida aquela com o melhor custo-benefício.

    Dessa forma, a escolhida para fornecer um produto ou prestar um serviço para o governo precisa seguir uma série de obrigações para comprovar a capacidade de cumprir aquele contrato.

    É o caso de documentos que confirmem, por exemplo, a qualificação técnica e financeira da empresa. O conceito de governo digital vem se tornando mais comum e, assim, a exigência também aumenta.

    O que você precisa saber sobre B2G?

    Apesar de não ser um método utilizado por muitas empresas, é importante conhecer mais sobre o B2G, pois pode ser uma excelente alternativa para quem busca inovar as estratégias de vendas.

    Acompanhe logo abaixo alguns pontos importantes para você ficar bem informado sobre o assunto!

    A diferença entre B2G e B2B

    Uma pergunta muito comum é em relação à diferença entre o modelo B2G e B2B. Afinal, o governo pode ser representado por uma empresa, como uma estatal.

    Entretanto, a principal diferença entre esses dois métodos comerciais está, justamente, nas exigências e regras impostas ao lidar com o poder público.

    Uma empresa privada pode contratar os serviços que achar melhor, afinal, os recursos são privados e de interesses particulares.

    Ao fazer negócios com o governo, é preciso cumprir uma série de requisitos até mesmo para participar de uma licitação. Em seguida, é feita a escolha com a análise da capacidade dos concorrentes.

    Por isso, antes de pensar em adotar o B2G como uma estratégia de vendas, é fundamental conhecer quais são as regulamentações aplicáveis.

    As regulamentações aplicáveis

    Para realizar uma venda no modelo B2G, é preciso participar de uma licitação, processo que está amparado pela Lei nº 8.666/1993.

    No documento, estão listadas todas as normas para licitações e contratos referentes à administração pública, seja para realizar uma obra, seja para vender materiais, seja para locação de espaços, seja para publicidade.

    Portanto, qualquer um desses tipos de relações comerciais que forem realizadas com os dos poderes da União, do Distrito Federal, dos estados ou dos municípios deve seguir as regulamentações aplicáveis da Lei nº 8.666/1993.

    Alguns pontos devem ser destacados entre as exigências para participar de uma licitação:

    • habilitação jurídica: é preciso garantir a legalidade da sua empresa, apresentando documentos como o contrato social;
    • qualificação técnica: por meio de laudos técnicos, sua empresa precisa comprovar a capacidade técnica de fornecer o produto ou serviço em questão;
    • qualificação econômico-financeira: é necessário mostrar para o governo que a sua organização tem capacidade financeira de fornecer o que está em contrato;
    • regularidade fiscal: para negociar com o governo, é preciso estar em dia com ele, certo? Por isso, é preciso comprovar quais impostos, taxas e encargos sociais estão pagos.

    As vantagens desse modelo de negócio

    A principal vantagem ao adotar o B2G como uma estratégia de venda é, sem dúvidas, a segurança do recebimento.

    Como qualquer negócio, é preciso analisar cada caso individualmente e entender se determinado município, por exemplo, está em dia com outros fornecedores. Ainda assim, a segurança é muito maior ao lidar com o poder público.

    A facilidade no processo de fidelização do seu cliente — no caso, o poder público — também é muito maior.

    Não por acaso, ao realizar um trabalho bem-feito, a reputação da sua empresa é aprimorada, comprovando a qualificação técnica na prática. Dessa forma, são maiores as chances de que o seu negócio vença mais licitações.

    Qual a importância de contar com um bom ambiente de trabalho?

    Independentemente de qual seja o modelo de negócio utilizado dentro da sua organização, uma coisa é certa: sem um ambiente de trabalho agradável, as chances de sucesso são menores.

    Hoje, é importante se preocupar não apenas com quem vai comprar os seus produtos e/ou serviços, mas também os responsáveis para que as vendas ocorram.

    Ou seja, é preciso garantir que os seus funcionários sejam contemplados com estratégias que melhorem o local de trabalho. É essencial pensar em maneiras de melhorar a qualidade de vida dos profissionais que atuam na sua organização. Oferecer produtos com condições exclusivas pode ser uma alternativa.

    Para investir na cultura e clima organizacional e, assim, tornar o ambiente de trabalho mais produtivo, é possível disponibilizar, inclusive, melhores condições de pagamento ou mesmo recompensas.

    Tudo isso contribui para a satisfação do seu funcionário e, consequentemente, para a criação de um ambiente mais produtivo e eficiente na sua organização.

    Fica claro, então, como o B2G pode ser mais uma excelente ferramenta para que a sua empresa consiga ter sucesso em um mercado tão disputado.

    Caso o seu negócio se encaixe nas regras e exigências do modelo, pode ser uma alternativa para inovar as suas estratégias e conseguir realizar mais vendas.

    Agora que você já sabe o que é B2G, entendeu as principais características do modelo de negócio e a importância de proporcionar um ambiente de trabalho agradável para os seus funcionários, que tal colocar em prática algumas ações?

    Fique mais um pouco conosco e veja agora o que é B2E e como ele pode gerar valor entre os funcionários de sua empresa!

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