Por Camila Casarotto

Redatora Freelancer da Rock Content

Publicado em 7 de janeiro de 2019. | Atualizado em 17 de junho de 2019


Para rankear nas primeiras posições no maior buscador do mundo, é preciso antes entender como o algoritmo do Google funciona, suas atualizações, estratégias e muito mais.

O algoritmo do Google é um dos grandes mistérios da internet.

Não faltam profissionais tentando desvendar o seu funcionamento. Enquanto isso, o Google guarda a sete chaves os segredos do ranqueamento na página de resultados da busca.

Por que ele coloca um site na primeira posição em detrimento de outros? Como ele faz esse julgamento? Quais fatores realmente importam para melhorar o posicionamento?

Responder essas perguntas é o grande desafio das marcas para conquistar os primeiros lugares da SERP e ganhar mais visibilidade e tráfego orgânico.

Agora, se você também está quebrando a cabeça para responder essas perguntas, nós vamos te ajudar. Neste artigo, vamos explicar como funciona o algoritmo do Google e como ele se transformou nos últimos anos.

Isso é essencial para entender como se preparar para ele em 2019, com as dicas que vamos dar no fim do texto. Quer saber tudo? Acompanhe agora:

Como funciona o algoritmo do Google?

Era uma vez a internet. Um local inóspito, com apenas alguns sites perdidos e GIFs malfeitos.

Porém, não demoraria para esse lugar ser ocupado por centenas de páginas e internautas em busca de muita informação e entretenimento.

Para facilitar a vida de quem chegava a esse novo mundo, surgiram os mecanismos de busca, com algoritmos especializados em indexar os sites da internet. Com eles, ficava mais fácil encontrar qualquer coisa.

Porém, nem tudo eram flores… Os algoritmos ainda se baseavam em fórmulas simples para o ranqueamento. Não precisava nem ser um expert para burlar as regras e conquistar as melhores posições. Surgia assim o black hat, o grande inimigo do Google.

Para salvar a qualidade da experiência do usuário, então, os buscadores passaram a empreender uma batalha contra os vilões da internet. E, assim, os algoritmos se tornaram cada vez mais complexos.

Essa historinha dos primórdios do SEO ajuda a explicar o grande propósito do algoritmo do Google: melhorar a experiência de busca e navegação.

É com esse objetivo que o algoritmo funciona. Ele serve para descobrir, entender e organizar todo o conteúdo da internet para entregar as melhores respostas para a pesquisa do usuário.

Buscadores, em suma, são máquinas especializadas em responder dúvidas.

O melhor resultado é aquele que não só traz a resposta ao usuário, mas também oferece uma boa navegação e permite que ele realize o que deseja sem dificuldades. Mas, para chegar a esse ponto, o algoritmo do Google percorre um caminho.

Estes são os passos do algoritmo até posicionar cada página na SERP:

1. Rastreamento (Crawling)

Imagine vários robozinhos atrás de todo código e conteúdo que existem na internet. É isso que acontece no processo de rastreamento, que é feito a todo momento.

Nessa etapa, o Googlebot busca novas URLs para serem indexadas em seu enorme banco de dados. As páginas descobertas que contêm links indicam novos caminhos, que os robôs percorrem encontrando novas URLs.

Portanto, a primeira medida de uma estratégia de SEO deve ser essa: ser encontrado. Para isso, você precisa ter códigos e conteúdos que o robô consiga ler e indexar.

O robô não consegue ler conteúdos em flash, por exemplo, o que impede que eles sejam rastreados. Então, foque no desenvolvimento de sites com códigos HTML, limpos e simples e garanta que seu conteúdo esteja acessível aos rastreadores.

2. Indexação (Indexing)

A indexação é o segundo passo, que também acontece a todo momento. Após o rastreamento, as URLs já podem ir para o banco de dados do buscador. Então, agora o papel do algoritmo do Google é organizar os conteúdos de acordo com o que oferecem ao usuário.

Para fazer a indexação, os robôs analisam as suas páginas como se elas fossem apenas texto. Veja abaixo como uma página do Marketing de Conteúdo é vista pelos robôs.

Algoritmo do Google exemplo 2

Para ver as suas páginas assim, basta acessar a versão em cache e clicar em “Versão somente texto”)

algoritmo do google exemplo 3

Para que as suas páginas sejam indexadas corretamente, é importante dar atenção às palavras-chave. São elas que orientam a organização do índice de URLs do Google.

Assim, quando um usuário digita determinado termo de busca, ele já saberá quais conteúdos atendem à sua consulta.

3. Ranqueamento (Ranking)

O ranqueamento é o último passo. Ele acontece sempre que um usuário faz uma pesquisa no buscador.

De acordo com o termo de busca, o algoritmo do Google vasculha todos os conteúdos do índice e entrega os resultados que respondem a dúvida, em uma ordem que oferece as respostas mais relevantes nos primeiros lugares.

Então, dá para entender que quanto mais perto do topo uma página estiver, mais relevante ela será para a busca do usuário, aos olhos do Google.

Embora os dois primeiros passos sejam essenciais, é no ranqueamento que se concentra o foco do SEO. Afinal, ninguém quer ser apenas rastreado ou indexado ― a intenção do SEO é chegar nas primeiras posições!

Por esse motivo, existem várias pesquisas e estudos, como os realizados pela SEMrush e pela Moz. Eles analisam, na prática, os efeitos de determinada ação no posicionamento.

Além dessas análises, algumas declarações do próprio Google e de seus funcionários também ajudam a entender os fatores de ranqueamento. É o caso do canal do Google e do Google Webmasters, cheios de orientações e dicas sobre o sistema de busca.

Velocidade do site, design responsivo, usabilidade, qualidade dos backlinks, taxa de cliques na SERP e tempo de permanência na página são alguns prováveis fatores de ranqueamento identificados nos estudos.

Além disso, um site que aparece em primeiro lugar para um usuário pode não aparecer para outro, porque a SERP também é influenciada pela localização, o histórico de buscas e as configurações de pesquisa de cada pessoa.

Quais foram as principais atualizações do algoritmo do Google?

Ao longo da sua trajetória, o Google aprimorou o seu algoritmo, sempre de olho no seu propósito: melhorar a experiência do usuário. É por isso que os robôs mudaram tanto.

Estima-se que sejam mais de 500 atualizações por ano!

O algoritmo se torna cada vez mais complexo e exigente. Se antes era fácil passar por cima das boas práticas do buscador, hoje ele já possui uma tecnologia inteligente o bastante capaz de eliminar páginas que não seguem suas diretrizes.

A inteligência artificial permite até prever as intenções de busca dos usuários.

Quer saber como se deu essa evolução no algoritmo do Google? Então acompanhe as principais atualizações dos últimos anos:

Panda (2011)

Essa foi a primeira atualização, lançada oficialmente em 2011, que impactou o mercado de SEO. Com essa atualização, 12% dos resultados da busca foram afetados e milhares de sites foram rebaixados no ranking.

O Google resolveu punir páginas com conteúdos de baixa qualidade, que incluem práticas como estas:

  • Conteúdo duplicado ou copiado;
  • Keyword stuffing;
  • Textos gerados automaticamente;
  • Páginas com pouquíssimo ou nenhum conteúdo;
  • Páginas cheias de publicidade em vez de conteúdo de valor;
  • “Fazendas de links” para gerar mais backlinks.

Embora tenha sido lançado em 2011, várias atualizações do Panda foram feitas no decorrer dos anos e afetaram mais sites.

Penguin (2012)

Lançado em 2012, o Penguin afetou cerca de 3% dos resultados da busca em inglês, já no seu lançamento. Depois, ele passaria por diversas atualizações que mexeram ainda mais com a SERP.

Nesta época, o Google já estava consciente sobre a importância do SEO. Porém, a empresa queria evitar a “super otimização” dos sites, que resultava em práticas de black hat.

Por isso, o Google Penguin mirava novamente nos sites que não seguiam suas diretrizes com conteúdo de baixa qualidade, que buscava ludibriar o algoritmo.

Hummingbird (2013)

Essa atualização de 2013 foi mais focada em aprimorar os resultados de busca do que penalizar páginas e sites.

A partir do Hummingbird, as páginas não precisavam mais ter a correspondência exata da palavras-chave pesquisada pelo usuário. Com a ajuda de sinônimos, campo semântico do termo de busca e o histórico de pesquisas do usuário, o Google já conseguia entender o que ele estava pesquisando e entregar os resultados certos.

Isso evitava, por exemplo, que a pessoa pesquisasse pelo esporte “tênis” e visse vários resultados com tênis de corrida. E evitava também que as páginas fossem “super otimizadas” para uma única palavra-chave específica.

Assim, o algoritmo já evoluía para compreender a intenção de busca do usuário.

Pigeon (2014)

É a evolução do algoritmo para mostrar melhores resultados de busca local.

O algoritmo passou a considerar fortemente a localização do usuário na hora da pesquisa para entregar resultados de busca com negócios locais.

A busca por um restaurante, por exemplo, passou a exibir resultados próximos, dentro da cidade ou do bairro em que a pessoa estava.

Estima-se que metade dos sites decaíram na SERP, enquanto subiram páginas de pequenos negócios, que ganharam espaço com o SEO local.

Mobilegeddon (2015)

Uma grande atualização relacionada aos resultados da busca em dispositivos móveis vinha sendo anunciada. Finalmente, em 2015, o Google anunciou o que o mercado chamou de Mobilegeddon.

Com ela, sites mobile-friendly passaram a ganhar mais relevância nos resultados da busca em smartphones e tablets. A intenção era melhorar a experiência dos usuários de dispositivos móveis, que passaram a ver mais sites com design responsivo, melhor usabilidade e carregamento rápido.

Na prática, a atualização não causou tanto impacto, já que muitos sites já haviam se preparado para ela. Mas, depois, a otimização para o mobile foi ganhando ainda mais relevância com outras atualizações menores.

RankBrain (2015)

O RankBrain é uma evolução do Hummingbird. Se o algoritmo já estava mais evoluído para compreender as intenções de busca, agora ele passaria a usar inteligência artificial e machine learning para isso.

Com isso, o algoritmo do Google passou a interpretar ainda melhor as consultas dos usuários. Sem a intervenção humana, ele aprende automaticamente sobre a intenção de busca e entrega resultados mais relevantes.

Foi um passo gigantesco na tecnologia do buscador.

Guia do SEO 2.0

Como conquistar o algoritmo do Google em 2019? Confira 7 dicas:

Agora que você já conhece o algoritmo do Google mais “intimamente”, é hora de saber como conquistá-lo de vez!

Como dissemos, os robozinhos estão se mexendo o tempo todo, e as atualizações não param. Por isso, todo ano é bom pensar quais são as tendências mais fortes para levar o seu site até o topo.

Confira!

1. Supere a redução de cliques nos resultados orgânicos

O Google está reduzindo o tráfego orgânico do seu site.

Sim, a notícia que tanto assombra os profissionais de social media ― diminuição do alcance orgânico ― também chegou ao SEO. A tendência é que cada vez mais diminua o CTR orgânico (a taxa de cliques nos resultados orgânicos da busca).

Muitos desses cliques vão para os resultados pagos (o que provavelmente é uma das intenções do Google para atrair mais anunciantes…).

Porém, os cliques orgânicos não estão apenas migrando para lá. Eles estão também desaparecendo, simplesmente.

Com a evolução do RankBrain, que apresentamos anteriormente, cada vez mais o Google entende o que os usuários estão buscando e entrega respostas prontas na própria SERP.

É isso que o usuário obtém, por exemplo, quando pesquisa por “previsão do tempo maceió” ou “presidente da argentina”. Isso também acontece em buscas sobre filmes, séries, voos, partidas de futebol, celebridades, definições de palavras, entre outras diversas pesquisas.

algoritmo do Google exemplo 4

Para buscas como essas, o usuário não precisa mais acessar a página para encontrar a resposta. E o que acontece com o seu tráfego orgânico? Cai.

Rand Fishkin, CEO e co-fundador da Moz, aponta essa tendência e indica algumas estratégias para manter os seus acessos crescendo:

  • Na pesquisa de palavras-chave, encontre quais têm alta taxa de cliques na SERP, não apenas volume de buscas. Em pesquisas como as que exemplificamos acima, o volume pode ser alto, mas não gera acessos para o seu site.
  • Foque em palavras-chave de cauda longa, que geralmente não geram respostas prontas do Google.
  • Explore os rich snippets para se destacar na SERP e instigar o usuário a clicar no seu link.
  • Aproveite todo o tráfego orgânico que o Google ainda manda para o seu site captando o e-mail dos visitantes para criar uma estratégia de email marketing.

2. Compreenda a intenção de busca dos usuários

Basicamente, SEO consiste em fazer as pessoas buscarem por algo no Google e encontrarem a resposta no seu site.

Por isso, uma das tarefas mais importantes do planejamento da estratégia é compreender como a sua persona faz a pesquisa. Quais palavras-chave ela usa? Quais termos ela escolhe para procurar o que você oferece?

Estudos do Think With Google apontam para algumas tendências na barra de pesquisa. A primeira constatação é que as buscas estão virando conversas. Buscas como “posso usar Paypal na Amazon” ou “que laptop eu deveria comprar” estão aumentando.

Além disso, o buscador também está se tornando algo como um conselheiro pessoal. “Melhor seguro de carro para mim” ou “melhor restaurante perto de mim” são termos de pesquisa que mostram a intenção dos usuários de suprir suas necessidades pessoais.

O que isso significa para a sua estratégia de SEO?

Otimização para as intenções de busca é uma tendência importante para 2019. Coloque-se no lugar do consumidor para entender suas dúvidas e necessidades ao longo da jornada.

Além disso, com um algoritmo de busca cada vez mais complexo, você não precisa mais focar na correspondência exata da palavra-chave, nem repeti-la insistentemente no conteúdo.

Aqui entra a importância de um conteúdo bem escrito, que explore todo o campo semântico do assunto em questão. Sinônimos, variações e palavras relacionadas, utilizados de maneira natural no conteúdo, oferecem uma experiência de leitura valiosa. E ainda facilitam a vida do algoritmo.

Fique tranquilo: o Google saberá compreender o seu conteúdo e apresentá-lo para as pessoas certas.

3. Coloque o mobile em primeiro lugar

Desde os primeiros rumores do Mobilegeddon, a otimização para dispositivos móveis se tornou uma tendência.

Desde essa atualização, o Google empreendeu diversas ações para priorizar sites que oferecessem uma boa experiência mobile. Porém, 2018 foi o ano em que o Google finalmente implementou o mobile-first index, que deve se consolidar em 2019.

Com essa atualização, o mobile será indexado primeiramente. Isso significa que o Google começará pela versão mobile para decidir a posição em que ele aparecerá no ranking.

Isso impede, por exemplo, que os sites com problemas na versão mobile apareçam bem posicionados e prejudiquem a experiência do usuário.

Então, chegou a hora de você também colocar o mobile em primeiro lugar.

Para isso, é preciso enfrentar uma tradição dos times de design: começar os projetos pensando na versão desktop e, depois, adaptar para o celular. Natural, já que a web começou no computador de mesa. Porém, as coisas mudaram.

O conceito de Mobile First Responsive Design é uma tendência no Marketing Digital.

Essa perspectiva coloca o design responsivo em primeiro lugar nos projetos, a partir da compreensão do contexto mobile (como as buscas são feitas no celular).|

guia marketing digital

4. Deixe seu site cada vez mais rápido

Experiência mobile não significa apenas um design bonito e funcional no celular. Também significa velocidade.

Se no desktop a rapidez do carregamento é essencial, no celular ela se torna ainda mais importante. O contexto mostra isso: o usuário pode estar no trânsito buscando um restaurante para almoçar ou no shopping pesquisando horários de filmes. Ele precisa de uma resposta imediata!

O Google sabe disso e dedica todos os seus esforços para criar uma web mais veloz.

Uma das iniciativas mais relevantes para isso foi o projeto Accelerated Mobile Pages (AMP). Sites que adotam essa iniciativa percebem um aumento no CTR, já que os links são destacados na SERP, e oferecem um carregamento mais rápido para o usuário. Em 2019, esse projeto segue firme.

Outra iniciativa importante foi a adoção da velocidade como fator de ranqueamento para as buscas mobile. Desde 2010, ela já era considerada para as pesquisas no desktop e, em julho de 2018, passou a valer também para os dispositivos móveis.

Os movimentos mostram que o algoritmo do Google está cada vez mais exigente com a velocidade de carregamento.

5. Desenvolva autoridade em um assunto

O Google gosta de quem entende muito de algum assunto.

Não é por acaso que os backlinks que você recebe são tão importantes para o ranqueamento. Eles mostram que você é uma referência para o mercado.

Por esse motivo, é importante evidenciar para o algoritmo do Google em qual tema você é especialista.

Basicamente, quanto mais conteúdos de qualidade você publicar dentro de um tópico, mais relevante você será para o Google. Quando um usuário pesquisar algo dentro desse tema, o buscador terá confiança de que você vai entregar uma boa resposta.

Além disso, explore também os links internos para mostrar ao Google a relação entre um artigo e outro, bem como a hierarquia entre eles. O mais relevante, em geral, recebe mais links.

Aqui é essencial ter foco. Defina o tema em que você quer se destacar e explore todos os tópicos que ele abrange, sem fugir do principal.

Por exemplo: imagine se aqui no blog nós tivéssemos 10 artigos e 7 deles falassem apenas sobre email marketing. O Google entenderia que o blog é autoridade em email marketing, não em Marketing de Conteúdo, como é o objetivo.

Por isso, aqui abordamos todos os assuntos que estão dentro do “guarda-chuva” do Marketing de Conteúdo.

6. Garanta segurança para o usuário

Faz tempo que o Google se preocupa com a segurança do usuário.

Ainda em 2014, o protocolo HTTPS já se tornava um fator de ranqueamento para o buscador. Na época dessa atualização, o Google anunciou que daria tempo para os sites se adaptarem para ficarem mais seguros.

Em 2018, a internet viveu o caso Cambridge Analytica, que afetou milhares de usuários do Facebook. Embora o acontecido não tenha relação direta com SEO, ele acendeu o alerta sobre a proteção de dados.

Por isso, a tendência é que os esforços a favor da segurança do usuário aumentem.

Uma das iniciativas importantes do Google durante esse ano foi uma atualização do Google Chrome. O navegador passou a marcar todos os sites HTTP como “não seguro”.

algoritmo do Google exemplo 6

Que fique claro: se você tem um site HTTP, não significa que você será excluído ou rebaixado na SERP. Mas, se você migrar para o HTTPS, pode subir no ranking e ainda oferecer uma experiência mais segura para o usuário.

7. Estruture bem as suas páginas para oferecer a melhor experiência

Nenhuma das dicas acima terá efeito se você não estruturar bem o seu site.

Imagine que você tenha páginas com design responsivo e carregamento rápido. Legal, você já está passos à frente de muitos concorrentes! Mas, se o usuário entra na sua página e simplesmente não encontra o que quer, logo ele vai deixar o seu site.

Uma experiência positiva precisa ser completa, desde quando ele vê o seu link na SERP até quando finaliza o que desejava fazer.

Para isso, você deve adotar uma estrutura de site com base na arquitetura da informação. Organize os seus conteúdos em subdiretórios lógicos e adote URLs amigáveis. Isso torna a navegação do usuário mais intuitiva e facilita que o algoritmo do Google entenda o seu site.

Além disso, cada página também deve ser estruturada pensando no usuário. Não basta oferecer as informações que ele quer. É preciso oferecer uma experiência simples e agradável de navegação.

Então, utilize títulos e intertítulos, marcadores, listas numeradas, imagens, gráficos e tudo mais que possa enriquecer a leitura. Isso ajuda a manter o usuário envolvido com o conteúdo e fazê-lo interagir mais tempo com as suas páginas, além de facilitar a compreensão pelo algoritmo.

Então, agora você já pode se preparar para dominar o algoritmo do Google em 2019!

Perceba que as tendências dos últimos anos, como a velocidade do site e a otimização mobile, estão cada vez mais fortes. Mas entenda também que a tecnologia está sempre evoluindo e impulsionando melhorias no algoritmo. O seu site, então, precisa acompanhar a evolução.

Por isso, aproveite também para conferir o nosso conteúdo completo sobre como dominar o Google!

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