Ivan de Souza

Analista de Marketing na Rock Content.

Jornalista, publicitário, marketeiro e blogueiro nas horas vagas. Também gosta de heróis japoneses e pão de queijo.
72 publicações feitas.



Textos que vendem: saiba como transformar conteúdos em clientes

Textos que vendem: saiba como transformar conteúdos em clientes

Você sabe fazer textos que vendem? Esse é um desafio de profissionais e empresas que trabalham com Marketing Digital. Por mais que muitos já saibam que conteúdos geram resultados, a conversão deles em clientes costuma ser uma incógnita em comum.

Durante a minha carreira como profissional de Marketing de Conteúdo, ouvi de alguns prospects e clientes a seguinte pergunta: “Ivan, afinal de contas, como textos podem me trazer clientes?”.

Essa dúvida é muito comum, sobretudo quando a pessoa que a tem ainda não possui pleno conhecimento do que é, de fato, uma estratégia digital de conteúdo.

Já vi algumas pessoas a definirem como “Marketing de Conteúdo é a estratégia em que se produz textos num blog, blá blá blá, e gera venda”.

A definição até que não está de todo errada. Mas, é justamente esse “blá blá blá” que a maioria não sabe fazer.

Blog não é apenas um canal digital para postar texto bonito, pois isso qualquer um faz. Blog é uma ferramenta que tem a finalidade de trazer resultados como vendas.

E, para responder a pergunta-chave deste post, como transformar conteúdos em clientes, convido você a ler até o final. Vamos lá?

Qual é a estratégia por trás de um texto?

Antes de começar a escrever, é preciso saber para quem escrever, sobre o que escrever e onde escrever.

Estes pontos são reunidos na estratégia que é formada por: persona, jornada de compra e canais digitais. Vejamos agora cada um deles.

Persona

A buyer persona é um personagem semi-fictício que representa o seu público-alvo. Em outras palavras, é a representação do seu cliente ideal.

Já tive clientes que me perguntaram — e até mesmo relutaram — em criar a persona por pensar que ela limita o público com o qual vamos nos comunicar. Porém, o que ocorre é justamente o contrário.

Quando um público é muito vasto, sendo formado, por exemplo, por pessoas jovens e idosas, é difícil definir a linguagem dessa comunicação.

Afinal, o texto deve trazer uma linguagem mais jovial com um “e aí, beleza” ou mais formal com um “estimado senhor”?

A persona traz o meio termo de modo a conseguir atrair o seu público por mais amplo que seja a partir de suas características, dores e amores em comum.

Jornada de compra

Quando me mudei do Rio de Janeiro para Belo Horizonte, a fim de trabalhar na Rock Content, não tinha onde morar e tive de buscar um lugar.

Vi várias opções até que, finalmente, encontrei uma localizada num bairro seguro, tranquilo e de fácil acesso ao centro.

Este é um exemplo da jornada de compra pelo qual todo cliente passa: desde a compra de um simples pão de queijo, até a aquisição de um imóvel.

Ela também é conhecida como funil de vendas, pois representa todas as etapas da compra de acordo com estágios do funil: topo (em que a persona descobre ter um problema), meio (em que procura soluções para esse problema) e fundo (em que, por fim, descobre quem pode solucionar esse problema).

Ok, mas o que isso tem a ver com texto? Bom, conteúdos num blog não são apenas textos bem escritos, mas sim peças de uma estratégia de marketing digital.

Por isso, cada texto deve ser escrito com uma intenção específica de atrair visitantes por meio de um problema no topo do funil, engajá-los por meio de dicas no meio do funil e convertê-los em vendas no fundo do funil.

Canais digitais

De que adianta, por exemplo, escrever o melhor conteúdo do mundo no Instagram se a sua persona está no LinkedIn? 

Acredite, este é um erro comum cometido por profissionais que querem fazer um “marketing bonito”, atirando para todos os lados, em todos os canais, em vez de estratégico — ou seja, produzindo conteúdos nos canais certos.

Por isso, antes mesmo de redigir o primeiro parágrafo de um texto, descubra em quais canais a sua persona está presente: redes sociais, fóruns, grupos, listas de discussão etc.

Quando falamos de conteúdo em texto, o blog é o canal principal. Por isso, é muito importante que ele seja o pilar da sua estratégia de conteúdo enquanto os demais canais — redes sociais, e-mail, e afins — sejam os seus canais satélite.

E como escrever um bom texto?

Por mais que pareça simples, a cada dia conheço mais pessoas que têm dificuldades em escrever um bom texto. E isso é compreensível, pois produzir um conteúdo de qualidade é difícil.

Sabe aqueles momentos em que nos deparamos com a folha em branco e ficamos horas encarando-a por não sabemos por onde começar? É exatamente disso que estou falando.

Por isso, trago aqui uma técnica que eu mesmo desenvolvi para sair desse “branco” e começar a produzir bons textos de imediato.

Escolha a palavra-chave em foco

A palavra-chave em foco é a principal do texto e ela tem duas finalidades: trazer um rankeamento nas procuras feitas por ela em buscadores como o Google e atribuir a ideia principal do texto.

Por exemplo: antes de criar este blog post que você está lendo, fiz uma pesquisa por palavras-chaves que pudesse me trazer ideias sobre o que escrever. Foi quando encontrei “textos que vendem”, que se tornou o foco deste conteúdo.

Essas palavras-chaves podem ser encontradas em ferramentas online gratuitas como o Keyword Planner e Ubersugest.

Existem outras muito boas também como o SEMRush que é pago, mas vale o investimento, caso produzir conteúdos faça parte do seu trabalho.

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Crie o título e subtítulos do conteúdo primeiro

Algumas pessoas costumam começar um texto a partir do primeiro parágrafo e desenvolvê-lo a medida que vão escrevendo.

Se alguma vez você já fez isso, e se sentiu completamente perdido durante o processo de escrita, não se preocupe, é completamente normal.

Toda vez que escrevo, lembro das minhas aulas de redação do ensino fundamental e da professora explicando que o texto é composto de introdução, desenvolvimento e conclusão.

Com escrita para web não é diferente, por isso os subtítulos devem ser criados primeiro.

Afinal, ao fazer isso, você passa a saber a estrutura do conteúdo (em termos de introdução, desenvolvimento e conclusão), quantas heading tags o conteúdo terá e como escrever de acordo com a quantidade de palavras necessárias para o conteúdo.

A quantidade certa de palavras que um texto precisa ter é uma dúvida bem comum. Essa definição pode ser feita a partir do quão amplo é o tema a ser escrito e quais conteúdos a respeito já existem na web.

Outro exemplo: para o meu blog sobre heróis japoneses, busquei a palavra “tokusatsu” e notei que todos os conteúdos que apareciam nos primeiros resultados da SERP tinham menos de 1000 palavras.

Por isso, tratei de escrever um conteúdo superior, com mais de mil palavras e, assim, alcancei a primeira página do Google.

E, se você estiver se perguntando como escrever um texto de 1000, 2000, até mesmo de 5000 palavras, falo a seguir sobre como fazer isso. 

Escreva o texto por introdução, subtítulos e conclusão

Se o texto a ser escrito tiver 1000 palavras e a estrutura apresentar introdução, 3 subtítulos e conclusão, basta fazer a matemática. Cada trecho do texto deve ter 200 palavras.

Isso ajuda muito na hora de escrever, pois é como se, na realidade, você estivesse produzindo 5 textos pequenos que, no fim, compõem o texto completo.

Se você separar meia hora por dia para produzir essas 200 palavras por trecho, é possível produzir um texto incrível por semana para o seu blog!

Escreva a introdução por último

A introdução é considerada por muitos — inclusive por mim — como a parte mais difícil do texto.

Isso ocorre porque a introdução do texto é o momento em que você agarra a atenção do leitor e o convence a ler o conteúdo até o final.

Como você vai fazer isso sem saber do que o texto se trata? Portanto, após terminá-lo, leia-o do início ao fim para fazer uma introdução matadora!

E como transformar os bons textos em textos que vendem?

Uma vez que os textos sejam escritos e publicados no seu blog — seguindo tanto as dicas acima quanto as técnicas de SEO e divulgação em outros canais digitais — o próximo passo é seguir as etapas que levam as pessoas que visitam o seu blog em clientes.

Passo 1: converta os visitantes em leads

A partir dos conteúdos de um blog, você pode atrair visitantes que os encontram nos resultados de busca do Google ou até mesmo que veja o link no feed ou stories de alguma rede social.

Porém, quando falamos em vendas, não fazemos ao visitante número 1, visitante número 2 e assim por diante. Vendemos para o João, Pedro, Maria, Paula, ou seja, vendemos para pessoas.

E, para saber informações sobre as pessoas, desde o nome e e-mail até área de atuação, interesses, é preciso transformar os visitantes do blog em leads.

As formas mais comuns de realizar essa conversão é a partir de formulários para assinar newsletter (que geram as “leads frias”, pois, normalmente, deixam apenas nome e e-mail) e também para download de materiais ricos como e-books, infográfico ou planilhas. 

Essas são as “leads quentes”, pois deixaram previamente dados que podem ser usados para o próximo estágio dos textos que vendem: a nutrição.

Passo 2: faça a nutrição das leads

Uma vez que as leads são geradas, você deve nutri-las com mais conteúdo. Porém, esses textos são mais específicos e estão conectados as informações prévias que você obteve das leads, por isso, eles são enviados por e-mail.

Por exemplo: quando uma lead baixa um e-book sobre vendas corporativas, é importante que os textos enviados a ela por e-mail — num fluxo de nutrição — sigam esse mesmo viés, dando dicas e informações até deixá-lo preparado para comprar.

Passo 3: faça as leads levantarem a mão

Uma vez que os visitantes foram atraídos pelos posts do blog, e engajados pelos conteúdos de e-mail, em dado momento, geralmente ao final do fluxo, chega o momento tão esperado: o de transformar a lead em cliente.

No caso de vendas simples, o CTA do último e-mail pode levar a pessoa a realizar a compra. Em casos de e-commerce, o link pode ser o da página do produto.

Já nas vendas complexas, a chamada para ação pode ser para agendar uma conversa com o consultor.

Ferramentas como o Calendly permitem que a própria lead faça o agendamento do dia e horário que melhor convém.

Quando uma lead decide falar com um consultor comercial, chamamos essa ação de “levantada de mão”, que faz surgir uma MQL.

Como fechar as oportunidades de venda que chegaram por meio de textos?

Uma lead não precisa necessariamente se tornar uma MQL para fazer contato com você.

Ela pode fazê-lo em qualquer etapa do funil, a fim de entender melhor os problemas pelas quais passa (caso esteja no topo do funil) ou para buscar dicas e orientações (se estiver no meio do funil).

Neste contato direto com o prospect — que pode acontecer via chat, email, telefone ou até presencialmente — três passos são essenciais para que a venda seja concluída.

Confira abaixo!

1. Identificar a fase do funil

Este é o primeiro passo para saber que tipo de abordagem usar com a lead.

Afinal, se a pessoa ainda está buscando entender o problema que ela tem (ou seja, está no topo do funil da sua jornada de compra), seria muito incoerente oferecer um produto ou serviço para ela, não é mesmo?

Portanto, é importante não se afobar caso uma lead que esteja no topo ou meio de funil entre em contato em busca de mais informações.

É preciso educá-la primeiro para que ela desça naturalmente até o fundo do funil.

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2. Use o canal preferido da lead

A chance de venda pode chegar a partir dos mais variados canais: comentário no blog, mensagem direta nas redes sociais, resposta a um e-mail, mensagem de Whatsapp, e por aí vai.

Se a lead procura por um canal, é recomendável seguir a comunicação por esse mesmo canal.

Por mais que, por exemplo, você tenha o e-mail como canal oficial de contato, mas a lead se sente mais confortável em fazer contato por mensagem direta no Twitter, continue a conversa por lá.

Quanto mais à vontade a lead estiver na comunicação, mais próxima poderá estar de comprar.

3. Faça uso das técnicas de Inside Sales

Vender online tem desafios diferentes da venda presencial. A principal delas é o próprio fato de ser online.

Afinal, a internet está cheia de ofertas, e o cliente optará pela melhor. Um clique é o bastante para levá-la da sua página para a da concorrência.

Por isso, ao conversar diretamente com uma lead prospectada a partir do Marketing Digital, faça as perguntas certas a fim de evitar as já conhecidas objeções de venda, sendo a mais conhecida delas o clássico “vou pensar e, qualquer coisa, falo”.

Por isso, saber fazer textos que vendem também requer conhecer abordagens comerciais de vendas internas. E, para que você possa conhecê-las bem, não deixe de ler nosso guia completo sobre Inside Sales.

Curso Inside Sales
Marcador schema.org

Otimize o seu conteúdo para pesquisas de voz com o marcador schema.org

O schema.org é um tipo de código que você inclui no seu site ou blog com o objetivo de facilitar o entendimento que os motores de busca têm sobre ele. Dessa forma, as suas chances de rankear para pesquisas de voz é muito maior. Saiba mais!

Todos que trabalham com marketing — seja um gerente ou um analista — precisam estar por dentro das novidades do mercado a fim de trazer inovações e ideias de valor para dentro da empresa.

Pesquisas por voz é uma delas e, por isso, redigimos este artigo sobre como você pode otimizar os seus conteúdos para elas usando o marcador schema.org.

Para que você saiba o que é esse marcador, como você pode usá-lo e por que as pesquisas por voz são tão importantes para a sua estratégia de marketing digital, convidamos você a ler este post até o final!

Vamos lá?

O que é o marcador schema.org?

O schema.org é um tipo de marcador de dados estruturados — essencialmente, um tipo de código — que você inclui no seu site ou blog para facilitar o entendimento que os motores de busca têm sobre ele.

Ele foi projetado para ser uma linguagem de mecanismo de pesquisa universal e foi desenvolvido em conjunto pelo Google, Microsoft, Yahoo! e Yandex.

Ele tem vários benefícios para o SEO, entre eles, o fato de que, se os mecanismos de pesquisa entenderem melhor o seu conteúdo, é maior a probabilidade de ele ser visto como um resultado relevante nas pesquisas.

O marcador schema.org também oferece ao seu site ou blog uma chance muito maior de aparecer como um resultado relevante, como um featured snippet ou uma resposta rápida, que são usados ​​como fontes de respostas na pesquisa por voz.

E, à medida que mais formas de indexação de conteúdo online e sua disponibilização em dispositivos de voz são desenvolvidas, dados estruturados feitos via schema.org são, muitas vezes, o cerne deles.

Portanto, embora o uso do schema.org para marcar seu conteúdo não garanta a presença em dispositivos de voz, ele pode melhorar significativamente as chances do seu conteúdo ser exibido dessa forma.

CTA de download para o kit: Domine o Google

Por que pesquisas por voz são tão importantes?

Tanto o Google quanto os demais buscadores vêm constantemente mudando a maneira de lidar com as consultas de pesquisa, com a forma como os usuários pesquisam as informações de que precisam e até mesmo com nossas ações em relação aos resultados de busca em geral.

A pesquisa por voz é uma função que permite aos usuários fazer pesquisas na web usando os motores de busca por meio de comandos de voz falados, em vez de digitar.

Assim, o Google Voice Search, por exemplo, pode ser usado em pesquisas para computadores e dispositivos móveis.

Em alguns casos, os usuários precisam dizer um comando para avisar o Google que uma pesquisa de voz será feita (tal como dizemos “siri” ao usar um iPhone).

Isso pode ser feito por meio de um comando de voz em determinados dispositivos móveis e sistemas operacionais. ou tocando ou clicando no ícone do microfone à direita do campo de pesquisa principal do Google.

Além da maneira com que os usuários ativam e usam os comandos de pesquisa por voz, há pouca diferença entre uma pesquisa por voz falada e uma consulta de pesquisa digitada regularmente.

Os usuários são levados para uma página de resultados típica do mecanismo de pesquisa, independentemente de terem falado ou digitado, com algumas exceções em potencial.

Os usuários que pesquisam rotas para um local usando um dispositivo móvel podem ver uma SERP diferente de um usuário de desktop que pesquisa as mesmas informações, por exemplo.

Em geral, no entanto, as consultas de pesquisa por voz geralmente retornam resultados semelhantes, se não virtualmente idênticos, às consultas digitadas. É muito mais fácil e conveniente falar sua consulta do que digitá-la.

O futuro das pesquisas por voz nos motores de busca

A Pesquisa por voz do Google faz parte do assistente virtual do Google, o Google Now, há muitos anos.

A combinação dos poderosos algoritmos de busca do Google com a sofisticada tecnologia de processamento de linguagem natural (PNL) é o motivo pelo qual a maioria das pessoas concorda que o Google Now é significativamente mais preciso que os assistentes virtuais Siri da Apple, Cortana da Microsoft ou Alexa da Amazon, apesar de os três serem muito semelhantes em função.

Pode ser tentador pensar no Google Voice Search como um produto autônomo, mas quando você olha como a gama de produtos do Google se desenvolveu nos últimos anos, podemos realmente imaginar como o futuro da pesquisa será daqui a vários anos.

Basta, por exemplo, acompanhar as análises de conversões no Google Analytics. O Google se esforçou para tornar mais fácil identificar conversões a partir de vários dispositivos, e até mesmo considerar a adição de dados de consulta de voz ao Google Search Console.

Isso ocorre porque o Google sabe melhor do que ninguém que, a maneira como procuramos por informações na web mudou, e um caminho único para a otimização é completamente impraticável no ambiente on-line de hoje.

Como ocorre com muitos produtos do Google, a adoção da Pesquisa por voz do Google cresceu de forma constante desde a sua introdução. Dados do relatório anual Tendências da Internet de Mary Meeker mostram o quão popular se tornou a pesquisa por voz do Google nos últimos anos.

Atualmente, as consultas navegacionais têm sido os usos mais comuns da pesquisa por voz, mas provavelmente veremos não apenas pesquisas cada vez mais sofisticadas num futuro próximo, mas também um volume muito maior de consultas de pesquisa por voz em geral.

Segundo o relatório de Meeker, uma em cada cinco pesquisas em dispositivos Android é uma pesquisa por voz. Além disso, o pesquisador chinês do Baidu, Andrew Ng, especula que até 2020, aproximadamente 50% de todas as buscas serão feitas por meio da tecnologia de reconhecimento de voz.

Guia Completo do Google Analytics

Como aplicar pesquisas por voz no seu Marketing Digital usando o schema.org?

Agora, vamos falar sobre como usar o marcador schema.org com o objetivo de ter um melhor posicionamento nos resultados de buscas feitas pelo seu público.

Uma vez que tenha decidido aplicá-lo no seu site ou blog corporativo, siga os passos abaixo.

Passo 1: acesse o Assistente de marcação para dados estruturados do Google.

schema 1

Passo 2: selecione o tipo de dados que você planeja marcar. Existem várias opções listadas. Essa lista não é muito grande. Se você estiver aplicando no seu blog, pode optar por “artigos” que é um dos tipos mais comuns de conteúdo.

schema 2

Passo 3: cole a URL da página ou artigo que você deseja marcar. Se você tiver apenas o HTML, poderá colá-lo. Em seguida, clique em “começar a marcar”.

schema 3

A página será carregada na ferramenta de marcação e fornecerá a área de trabalho para a próxima fase de marcação de itens.

Você verá a página que você escolheu no painel esquerdo e os itens de dados no painel direito.

Passo 4: selecione o tipo de elementos a serem marcados. Em casos de artigos, selecione o nome dele para adicionar a marcação “Nome”.

schema 4

Quando terminar de selecionar, escolha “Nome” para que a ferramenta o adicione aos “itens de dados” no painel direito.

Schema 4.2

Passo 5: continue adicionando itens de marcação. Use a lista de itens de dados como um guia e realce os outros itens em seu artigo para adicioná-los à lista de marcação.

Você provavelmente não poderá marcar todos os itens da lista, por isso, adicione apenas os que puder.

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Passo 6: crie o HTML. Quando terminar, clique em “Criar HTML”.

schema 6

Em seguida, você verá o HTML da sua página com os dados relevantes inseridos nos pontos selecionados.

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Passo 7: adicione a marcação do schema à sua página.

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Em seguida, você deve acessar o seu CMS (ou código-fonte, se não estiver usando um CMS) e adicionar os snippets destacados nos pontos apropriados.

Encontre os marcadores amarelos na barra de rolagem para localizar o código do marcador schema.

schema 7 - 2

Uma alternativa simples é fazer o download do arquivo HTML gerado automaticamente, copiá-lo e colá-lo no seu CMS ou código-fonte. Ao clicar em “concluir”, você será apresentado a uma série de “próximas etapas”.

Passo 8: use a ferramenta de teste de dados estruturados para descobrir como sua página ficará com a marcação adicionada.

Em vez de analisar uma página publicada, analise o código que a ferramenta gerou para você. Depois que o código é colado, clique em “visualizar”.

A ferramenta de teste mostra como o artigo ficará nos resultados de pesquisa do Google.

schema 8

Se necessário, você pode editar o HTML diretamente na ferramenta de teste para atualizar o schema e visualizar os resultados novamente.

Pesquisa por voz para outros tipos de conteúdo: notícias e podcasts

Desde janeiro de 2018, o Assistente do Google (e por extensão, os dispositivos de voz do Google) suporta nativamente podcasts e notícias.

Isso significa que, se você tiver uma notícia ou um podcast, ao marcá-los com schema, eles serão qualificados para inclusão e ficarão disponíveis para qualquer pessoa que fizer uma busca no Google.

Vejamos agora cada caso.

Notícias

Neste artigo lhe ensinamos como usar a ferramenta do Google Notícias para gerar mais tráfego. Uma vez que você já tenha notícias publicadas no seu site ou blog, o próximo passo é usar o marcador schema.org usando um dos três tipos abaixo:

Vídeos de notícias também podem ser incluídos e devem ser marcados usando o schema para objetos de vídeo.

Podcasts

Em vez de usar a marcação schema.org, a criação de uma ação de podcast exige que você exponha um feed RSS válido ao Googlebot, o que se encaixa nos requisitos descritos na página de como criar uma documentação de ação de podcast do Google.

A documentação também descreve as tags RSS que você deve usar em um nível de podcast a fim de torná-lo disponível para exibição como resultado de busca e também no Google Podcasts.

Agora que você já sabe como otimizar o seu conteúdo para pesquisas por voz usando o schema.org, deve ter percebido também o quão importantes são as ferramentas por voz, o que nos faz lembrar que o Áudio Marketing é outra estratégia que você deve levar em consideração.

E para saber mais sobre o assunto, confira o nosso conteúdo completo sobre como usar áudio para melhorar os seus resultados de marketing.

Áudio MKT

Maiores canais do Youtube

Veja quais são os 10 maiores canais do Youtube no Brasil e no mundo

Você sabe quais são os maiores canais de YouTube no Brasil e no mundo? Neste artigo, vamos mostrar para você quais são eles e os principais indicadores de sucesso. Confira!

Em 2005, quando três ex-funcionários do PayPal — Chad Hurley, Steve Chen e Jawed Karim — decidiram montar seu próprio negócio, não tínhamos a mínima ideia da potência do que o YouTube se tornaria. Atualmente, a plataforma de vídeos é a segunda maior ferramenta de buscas do mundo, perdendo apenas para o Google.

Segundo a Pesquisa Video Viewers, o YouTube tem se tornado cada vez mais presente na vida dos brasileiros, ele é o meio preferido das pessoas que assistem conteúdos em vídeo, estando na frente da Netflix e, até mesmo, das TVs aberta e paga.

Por conta disso, era de se esperar que o YouTube se tornasse uma chance real de fazer dinheiro, o que atraiu milhares de pessoas que se tornaram influenciadores digitais — os famosos youtubers — assim como empresas.

Quer entender melhor sobre esses influenciadores e descobrir quais são os maiores canais do Brasil e do mundo? Então continue a leitura!

O YouTube e a influência digital

Não é loucura dizer que nos dias de hoje, o sonho de ser youtuber já se equipara ao de ser artista de cinema há alguns anos atrás. Isso porque o YouTube trouxe um diferencial muito grande em relação ao cinema e a TV: a proximidade com a audiência.

Esse contato mais próximo faz com que o público se identifique com quem está falando, gerando uma confiança imediata — afinal, é uma pessoa real, muito mais acessível e humanizada do que uma grande estrela, por exemplo.

Por meio dessa proximidade, as empresas conseguiram captar um novo tipo de oportunidade, o chamado Marketing de Influência: a utilização — o influenciadorentre a sua marca e o público que ela pretende atingir.

É fácil encontrar um influenciador que retrate perfeitamente sua marca e converse com o seu público, gerando maior engajamento e aumentando sua autoridade. Por isso, vale a pena conhecer os 10 maiores influenciadores do Brasil e os 10 maiores do mundo.

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Os maiores canais de YouTube no Brasil

Confira abaixo quais são os principais canais brasileiros que conquistaram números expressivos de inscritos e visualizações.

1. KondZilla

Na realidade, KondZilla é o nome artístico de Konrad Dantas, produtor de vídeos musicais de funk e o atual líder do YouTube brasileiro. Seus clipes como “Bum Bum Tam Tam” e “MC Bola” já renderam a ele mais de 47 milhões de inscritos e 23 bilhões de visualizações.

2. Whindersson Nunes

O piauiense Whindersson Nunes produz vídeos de humor e paródias — ele se descreve como o “lampião do YouTube” e já passou a casa de 34 milhões de inscritos e 2 bilhões de visualizações.

Ele já chegou a liderar o YouTube nacional, mas acabou perdendo o páreo para KondZilla.

3. Felipe Neto

Felipe Neto foi um dos primeiros youtubers a fazer sucesso na plataforma pelo país. Com uma abordagem voltada ao público teen, seu canal está em constante crescimento e hoje, passa do número de 30 milhões de inscritos e 6 bilhões de visualizações.

4. Luccas Neto

Irmão caçula do terceiro colocado desse ranking, o youtuber Luccas Neto é uma verdadeira febre entre as crianças. Com vídeos divertidos com histórias, aventuras e brincadeiras, ele já bateu a marca de mais de 22 milhões de inscritos e 7 bilhões de visualizações.

5. RezendeEvil

O youtuber Pedro Afonso Rezende ficou famoso com seu canal, RezendeEvil, por meio dos vídeos sobre o game Minecraft e se popularizou também por meio de paródias, crônicas e situações inusitadas sobre o seu cotidiano — tais como passar 1 dia inteiro dizendo somente a verdade ou uma competição para saber quem perde mais peso em 24 horas.

O canal tem mais de 22 milhões de inscritos e já alcançou mais de 7 bilhões de visualizações.

6. Você sabia

O canal Você Sabia, apresentado pela dupla Lukas Marques e Daniel Molo, traz histórias, curiosidades e fatos interessantes que despertam a nossa curiosidade. Por exemplo: quais são as brincadeiras macabras que você não deve fazer, quais são os videogames que já salvaram vidas ou quais foram as vezes em que o mundo quase acabou.

O canal tem mais de 22 milhões de inscritos e 2 bilhões de visualizações.

7. GR6 Explode

A exemplo do KondZilla, GR6 Explode é um canal voltado para o funk e traz clipes de artistas como MC Neguinho, MC Kelvinho e Evolusamba.

Atualmente, o canal com mais de 21 mil inscritos e 10 bilhões de visualizações.

8. Canal Canalha

O Canal Canalha comandado por Julio Cocielo tem como descrição mostrar o cotidiano da forma mais canalha possível. Assim, ele traz vídeos bem-humorados — como paródias e vídeos sobre seu dia a dia — que divertem seus mais de 18 milhões de inscritos e já passa de 1 bilhão de visualizações.

9. Authentic Games

Authentic Games é um canal totalmente voltado ao jogo Minecraft que traz dicas, opiniões e curiosidades sobre tudo relacionado ao universo do game. O canal tem mais de 16 mil inscritos e 6 bilhões de visualizações.

10. Galinha Pintadinha

Sim, a galinha mais amada pelas crianças também está no YouTube! Seu canal conta com expressivos 15 milhões de inscritos e 10 bilhões de visualizações. Os vídeos são musicais e trazem a Galinha Pintadinha e seus amigos cantando canções infantis.

Infográfico sobre Influenciadores Digitais

Os maiores canais de YouTube no mundo

Conheça agora os canais mais conhecidos no mundo todo e que fazem muito sucesso na plataforma de vídeos.

1. PewDiePie

PewDiePie é o nickname de Felix Arvid Ulf Kjellberg, um comediante e produtor de vídeos sueco. Seu canal no YouTube lidera a plataforma desde o ano de 2013, chegando a ultrapassar canais oficiais de artistas como Rihanna.

Seus vídeos falam desde gameplays em que ele faz comentários enquanto joga até reviews de memes em que ele avalia os memes mais famosos da internet. O canal tem mais de 86 milhões de inscritos e 20 bilhões de visualizações.

2. T-Series

A T-Series é uma gravadora e produtora indiana fundada por Gulshan Kumar em 1983. É mundialmente conhecida pelas músicas Bollywood, além de trilhas sonoras e músicas indi-pop.

O canal traz vídeo-clipes e trailers de filmes. Apesar de pertencer a um nicho completamente diferente, virou a maior concorrente de PewDiePie no YouTube. Tem mais de 86 mil inscritos e 62 bilhões de visualizações.

3. 5-Minutes Crafts

5-Minute Craft é um canal pertencente ao grupo TheSoul Publishing e traz vídeos com diversas dicas e curiosidades, tais como: truques para impressionar os seus amigos, como descascar frutas de forma mais prática, dicas para pintar as unhas ou como fazer arte com areia.

O canal tem mais de 50 milhões de inscritos e 12 bilhões de visualizações.

4. Kondzilla

Já mencionado no ranking nacional, Kondzilla é o primeiro brasileiro a aparecer na lista mundial de maiores canais no YouTube. O canal desbanca o de grandes artistas como Rihanna, Eminem e Ed Sheeran — mas vale lembrar que o conteúdo publicado por ele são vídeos de diversos artistas.

5. Justin Bieber

O canal do cantor Justin Bieber começou em 2007, época em que ele mesmo postava diversos vídeos caseiros de suas canções e de outros artistas como Usher, Ne-Yo e Stevie Wonder.

Logo, seu canal começou a ganhar popularidade e, hoje, conta com mais de 43 milhões de seguidores e 19 bilhões de visualizações, sendo seus clipes os vídeos mais vistos.

6. Set India

Set India é um canal da A Sony Entertainment Television que oferece entretenimento familiar completo que variam de vídeo-clipes a séries, eventos a comédias, programas de auditório a shows de dança e muito mais

O canal alcançou mais de 42 milhões de inscritos, além de 29 bilhões de visualizações.

7. WWE

O WWE é uma empresa americana conhecida no ramo da luta livre profissional, além de produzir filmes e músicas de produtos relacionados.

Por meio do canal você pode assistir as lutas das estrelas do mundo do WWE, bastidores e séries de vídeos originais do canal que conta com mais de 30 bilhões de visualizações e 39 milhões de inscritos.

8. Dude Perfect

O Dude Perfect é um canal de esportes com toques de comédia. Afinal, seus vídeos trazem competições inusitadas como partidas de futebol entre pessoas pilotando karts, surf em cima de bolas e disputa de dardos gigantes.

O canal tem mais de 12 milhões de inscritos e 7 bilhões de visualizações.

9. HolaSoyGerman

O espanhol Gemán Garmendiano conquistou o mundo por meio dos seus vlogs e esquetes cotidianas. Além do seu canal principal, que conta com mais de 38 milhões de inscritos e 3 bilhões de visualizações, ele tem também um canal secundário em que posta gameplays.

10. Cocomelon – Nursery Rhymes

Mais uma vez, as crianças mostram que são uma audiência assídua no YouTube! Com cantigas educativas infantis, o canal Cocomelon tem mais de 38 milhões de inscritos e 21 bilhões de visualizações.

Viu como os canais mencionados são diferentes uns dos outros? Isso só reforça que o YouTube é uma plataforma que gera oportunidades para os mais diversos tipos de marcas e audiências. Basta levar em consideração os interesses do seu público e começar parcerias de sucesso!

E agora que você já conhece os maiores canais de YouTube no Brasil e no mundo, que tal entender melhor como é desenvolvida a estratégia de canais como esses como o nosso guia completo sobre marketing no Youtube!

como ganhar inscritos no youtube
Estatísticas de Marketing Visual

47 melhores estatísticas sobre Marketing Visual para te convencer sobre o poder dos conteúdos visuais

Se você ainda não sabe as razões pelas quais deve adotar Marketing Visual nas estratégias digitais da sua empresa, confira neste post as principais estatísticas de conteúdos visuais que devem ser levadas em conta em 2019!

Os gestores de marketing têm um desafio constante em seus trabalhos: adequar suas estratégias para que estejam de acordo com as novas tendências do mercado, com o objetivo de atrair o público certo e trazer mais leads qualificadas que possam se tornar vendas.

O conteúdo visual tem ganhado cada vez mais visibilidade nas estratégias de Marketing Digital, sobretudo nas redes sociais cujos posts com imagens e vídeos costumam gerar mais visualizações e engajamento.

Portanto, para que você consiga inovar as suas ações de marketing a fim de trazer mais resultados, produzimos este post voltado a apresentar quais são as principais estatísticas de Marketing Visual e como elas podem impactar a sua gestão de marketing.

Vamos a elas?

Conheça as melhores estatísticas de Marketing Visual

Separamos aqui as 47 estatísticas de Marketing de Conteúdo Visual que você precisa conhecer. Confira!

Estatísticas gerais

1. 32% dos profissionais de marketing dizem que materiais visuais são a forma mais importante de conteúdo para seus negócios, com os blogs em segundo lugar (27%), segundo a 3M.

2. As pessoas podem lembrar de 65% das informações se forem exibidas com recursos visuais. Quando a informação é apresentada verbalmente, as pessoas só se lembram de 10% do que ouvem conforme aponta a Brain Rules.

3. De acordo com um estudo de rastreamento ocular da Nielsen, 80% das pessoas fazem leitura dinâmica ao ler textos online.

4. 3% de toda a comunicação humana é quase não-verbal, o que significa que nossos cérebros preferem perceber sinais visuais segundo a DMP.

5. Para a Social Science Research Network, 65% da população humana é composta por aprendizes visuais.

6. Pesquisas da Indiana University mostram que as pessoas que seguem instruções ilustradas são 323% melhores que aquelas que apenas leem um texto.

7. De acordo com a pesquisa de rastreamento ocular da Nielsen, as pessoas realmente gastam 10% mais tempo olhando para imagens em um site do que lendo texto.

Estatísticas de vídeo

8. O uso de vídeo móvel aumentou em quase 10 milhões de minutos de visualização diária nos últimos dois anos segundo Kleiner Perkins.

9. A Cisco projeta que o tráfego global da Internet daqui a alguns anos terá majoritariamente composto por vídeos, 82% até 2021.

10. De acordo com a Think With Google, 70% dos espectadores do YouTube assistem vídeos que os ajudam a resolver um problema.

11. 43% dos profissionais de marketing B2C dizem que o vídeo pré-produzido é o tipo de conteúdo mais bem-sucedido para fins de marketing segundo o Content Marketing Institute.

12.  A Hubspot revela que, globalmente, o YouTube é a principal fonte de conteúdo de vídeo dos consumidores, com 83% (o Facebook é o segundo, com 67%).

13.  Kleiner Perkins aponta que o streaming de vídeo aumentou significativamente nos últimos anos. A plataforma de streaming ao vivo, Twitch, viu um aumento de mais de 13 milhões de horas diárias de streaming entre 2012 e 2017.

14. 62% dos profissionais de marketing B2B classificaram o vídeo como uma tática eficaz de marketing de conteúdo de acordo com o Content Marketing Institute.

15.  Usar a palavra “vídeo” em uma linha de assunto de e-mail aumenta as taxas de abertura em 19% e as taxas de cliques em 65% segundo a Invodo.

16.  Em uma pesquisa da HubSpot de 2018, 54% dos consumidores afirmam querer ver mais conteúdo de vídeo de uma marca ou empresa que eles prestigiam.

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Estatísticas de imagens

17.  Ao usar cores, as marcas podem realmente aumentar o reconhecimento da marca em 80%, segundo a Xerox.

18. Ela também afirma que a cor aumenta a capacidade de atenção em até 82%. Por causa do uso de cores, as pessoas têm 80% mais chances de ler um conteúdo.

19. Para a Journal of Management History, 90% das decisões que os consumidores fazem sobre os produtos têm a ver com a cor.

20. Blog posts com recursos visuais têm melhor desempenho nas mídias sociais de acordo com o BuzzSumo. Postagens que tragam uma imagem a cada 100 palavras são compartilhadas 2 vezes mais em redes sociais.

21. Um estudo da DMP mostra que o tráfego para postagens de blog pode aumentar em 48% se você incluir conteúdo visual, como imagens e vídeos.

22. A DMP também mostra que você pode aumentar seus seguidores e assinantes de mídia social em 37% a partir de conteúdo visual.

23. Segundo Jeff Bullas, pesquisas mostram que artigos contendo recursos visuais podem ter 94% mais visualizações.

24. Para a Buffer App, as pessoas têm 40 vezes mais chances de compartilhar conteúdo visual nas mídias sociais.

25. Bancos de imagem são usados por 35% dos profissionais de marketing, com infográficos seguindo a 30%, vídeos e apresentações são usados por 15% de acordo com o Search Engine Journal.

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Estatísticas de redes sociais

26. 75% dos usuários do Instagram interagem depois de ver um anúncio visual na plataforma. 43% desses consumidores sentem vontade de comprar de acordo com a CrowdRiff.

27. Ela também mostra que 88% dos usuários do Pinterest compram algo que eles marcaram com pin.

28. O que 93% das postagens altamente atraentes do Facebook têm em comum? Eles são todos postagens de fotos segundo a Social Media Examiner.

29. Prevê-se que o Facebook seja composto de todo o conteúdo de vídeo até 2021. Isso se deve ao inevitável abandono do texto conforme aponta a CBC.

30. A Kissmetrics revela que os tweets que contêm imagens são retweetados 150% mais vezes que os posts sem imagens.

31. As postagens do Instagram que contêm rostos humanos são preferidas. Segundo a Georgia Tech-Yahoo Labs, eles têm 38% mais chances de serem curtidos e 32% mais propensos a serem comentados.

32. O LinkedIn afirma que o Slideshare atingiu 70 milhões de usuários no início de janeiro. É particularmente popular entre os profissionais de marketing B2B na América do Norte, já que 41% deles usam o Slideshare para distribuir conteúdo.

33. 63% de todos os feeds de mídia social são compostos de conteúdo visual. E 32% desse conteúdo vem de vídeo, segundo a Citrix.

34. Ao contrário da crença popular, para a Sprout Social, as imagens do Pinterest que não contêm rostos humanos são mais populares.

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Estatísticas de infográfico

35. Estudos de rastreio ocular da NN Group mostram que os leitores online prestam muita atenção às imagens que transportam informações. De fato, quando as imagens são relevantes, os leitores passam mais tempo olhando as imagens do que lendo textos na página.

36. O Demand Gen Report mostra que infográficos podem aumentar o tráfego da Web em até 12%.

37. O uso de infográficos teve o maior aumento no uso entre os profissionais de marketing B2B nos últimos quatro anos — agora com 65% segundo a Content Marketing Institute.

38. As pessoas que seguem instruções com texto e ilustrações são 323% melhores que as pessoas que seguem instruções sem ilustrações de acordo com a Springer.

Estatísticas de tendências de Marketing Visual

39. Segundo a Social Media Examiner, desde 2018, 35% dos profissionais de marketing usam vídeo ao vivo.

40. Vídeos ao vivo no Facebook têm uma taxa de engajamento de 4,3% em comparação com 2,2% para vídeos gravados de acordo com a Telescope.

41. 90% de todas as reproduções de vídeos no Twitter ocorrem em dispositivos móveis, conforme aponta a Hubspot.

42. Os vídeos de 20 minutos de duração ou mais representam 55% do tempo total de consumo de vídeo em smartphones segundo a Ooyala.

43. A Magnifyre descobriu que 29% mais pessoas viram um vídeo de 360 graus do que o mesmo vídeo no formato tradicional.

44. Para a Think With Google, 85% dos adultos consomem conteúdo em vários dispositivos ao mesmo tempo.

45. De acordo com a loja de melhorias domésticas Lowes, os vídeos de instruções mostrados em realidade virtual tiveram uma recordação 36% maior dos espectadores em comparação com as pessoas que apenas visualizaram o vídeo do YouTube.

46. 82% dos entrevistados esperam que as pessoas se concentrem no desenvolvimento de experiências de realidade aumentada para smartphones segundo uma pesquisa de 2018 da PerkinsCoie.

47. Ela também afirma que jogos, educação e saúde são os três principais setores que devem investir mais em tecnologia de realidade virtual para o crescimento dos negócios.

Como aplicar Marketing Visual na sua estratégia digital

Por fim, trazemos aqui algumas dicas de como você pode usar na sua estratégia de Marketing Digital.

Certifique-se que imagens e vídeos tenham boa qualidade

A sua empresa é representada pela imagem ou vídeo que você posta nos seus canais online, portanto, tenha cautela na hora de escolhê-los.

Se você produz vídeos internamente, certifique-se que eles sigam o mesmo padrão de qualidade. E, ao usar imagens, opte por bancos de imagem pelos quais você pode fazer download de arquivos com boa resolução. Neste post, inclusive, apontamos 105 bancos de imagem gratuitos.

Aplique técnicas de SEO na sua estratégia de Marketing Visual

Embora o SEO seja comumente usado em textos, ele também pode ser aplicado em imagens e vídeos.

Portanto, ao fazer um vídeo que será publicado no YouTube, por exemplo, trate de usar a palavra-chave principal do conteúdo tanto na descrição quanto no próprio vídeo. Afinal, o YouTube gera legendas em forma de texto do que é dito no vídeo, fazendo com que ele tenha um melhor ranqueamento para a palavra-chave nas buscas da plataforma.

E fotos também podem aparecer nas buscas do Google que aparecem tanto nas buscas por imagens quanto, em alguns casos, na própria SERP. Para isso, insira a palavra-chave no Alt Text toda vez que publicar imagens no seu site ou blog.

Tamanho certo das imagens e dos vídeos

Cada canal online possui um tamanho certo para publicação de imagens e vídeos. Isso quer dizer que a imagem que você pretende postar no Twitter não possui o mesmo formato adequado para o Facebook assim como vídeos produzidos para o feed diferem dos que são feitos para o stories do Instagram.

E agora que você já sabe quais são as estatísticas de Marketing Visual para 2019, que tal começar a colocar em prática conhecendo um pouco mais sobre como iniciar uma estratégia em vídeo? Pois então confira o nosso e-book completo sobre o assunto!

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ManyChat

Como criar um bot no Facebook Messenger usando o ManyChat

O ManyChat permite a criação de bots no Facebook Messenger com o objetivo de aumentar o engajamento com o seu público e as chances de fechar negócio. Saiba mais sobre seu funcionamento!

O Facebook é essencial em uma estratégia de marketing digital. Sendo assim, a tendência é que as marcas invistam mais em chatbots, tal como o ManyChat, que permite criar um bot no Facebook Messenger para dar suporte aos times de marketing e vendas.

O Messenger, por sinal, é o aplicativo número 1 nos EUA e no Canadá, com mais de 1 bilhão de usuários ativos. Segundo estatísticas do ManyChat, esse é o canal mais envolvente, com taxas médias de abertura de 80% e CTRs de 4 a 10 vezes maiores em comparação com o e-mail. Seu público provavelmente já usa o Messenger todos os dias, e sua empresa deve fazer parte dessa conversa.

Acompanhe este artigo até o final para saber como usar o bot do Facebook por meio do ManyChat e quais são as vantagens que ele tem para o seu negócio.

Afinal, o que é um bot?

Antes de falarmos sobre como funciona o bot do Facebook Messenger, é importante entender como funcionam os bots em geral.

Ao ouvir ou ler a palavra “bot,” algumas pessoas pensam se tratar de algo negativo. Afinal, existem, sim, bots nocivos, o que deu a eles uma má fama. Porém, não devemos generalizar.

Segundo o Sitelock, os bots ruins representam mais de 35% do tráfego de bots. Hackers costumam criar bots nocivos para executar tarefas simples e repetitivas. Assim, eles varrem muitos sites com a finalidade de roubar conteúdo, consumir banda e buscar softwares e plugins desatualizados que podem ser usados para captar bases de dados de sites.

Como o Facebook capta bastantes usuários no Messenger, ele está direcionando boa parte do suporte a criadores de bots para o Messenger.

Dessa forma, diferentemente da lista de e-mails em que as mensagens podem ser marcadas como spam (por leads insatisfeitas), os bots do Facebook Messenger são uma opção que aproximam mais a conexão entre empresas e seu público.

Como funcionam os bots do Facebook Messenger?

A estratégia de bots no Facebook Messenger são bem similares as estratégias de e-mail marketing. A diferença — obviamente — é que, em vez de usar o e-mail, usa-se mensagens na rede social. Por meio do Messenger você consegue:

  • entregar sequências de texto ao seu público no Facebook Messenger;
  • criar um funil de vendas para o próprio Facebook Messenger;
  • enviar arquivos via Facebook Messenger;
  • ter conversas automatizadas com seus clientes usando inteligência artificial do Facebook Messenger.

Enviar mensagens via aplicativos de chat já se transformou parte do cotidiano de muitas pessoas e dos profissionais de Marketing. O próprio Whatsapp, tão querido pelos brasileiros, é uma prova de que enviar mensagens é a principal forma que pessoas e empresas usam para se comunicar.

Marketing no Facebook

O que é o ManyChat ?

O ManyChat é uma das ferramentas mais populares que democratizou a criação de bots do Messenger e conquistou um lugar de destaque na caixa de ferramentas de todos os profissionais de Marketing.

Ele é uma ferramenta sem código que engloba um conjunto de recursos que você pode usar para aumentar o seu público, engajá-lo com ofertas personalizadas, coletar pagamentos e feedbacks e oferecer suporte.

Além disso, há ferramentas embutidas do ManyChat com as quais é possível conectar-se a qualquer aplicativo ou serviço de terceiros por meio do External Request e Integromat.

Embora você possa fazer uma solicitação externa ao servidor para enviar todos os tipos de dados, se você não for um programador, poderá usar o Integromat para enviar dados para um CRM, uma planilha do Google Drive ou qualquer outro serviço na nuvem que você já usa, sem escrever uma única linha de código. O plano gratuito do Integromat é suficiente para você começar.

Para fazer bom uso do ManyChat, você precisa ser capaz de escrever bons conteúdos e criar conversas envolventes para obter sucesso com os chatbots. Caso conte com um profissional ou time de Marketing na sua empresa que já esteja criando textos de anúncios, sequências de e-mail ou scripts de vídeo, escrever conteúdo para um chatbot não deve ser difícil.

Afinal, a interface do ManyChat é intuitiva e permite que você visualize seu fluxo de conversa e teste-o ao mesmo tempo, poupando seu tempo e da sua equipe.

Quais as razões para usar o ManyChat?

Para que você tenha uma compreensão ainda maior da importância do ManyChat, confira os dados a seguir:

  • 1,2 bilhões de de pessoas no mundo (sim, mais que 15% da população mundial) usam o Facebook Messenger todo mês. Isso indica que clientes seus certamente também usam;
  • algumas pessoas não gostam de fornecer seus endereços de e-mail em troca de um download (se você oferece materiais no seu site ou blog e já recebeu e-mails falsos, deve saber bem como é isso). Ou pior: ignoram por completo seus e-mails de Marketing. O Facebook Messenger resolve esse problema;
  • além disso, na perspectiva do cliente, se cadastrar em uma newsletter é trabalhoso, pois exige mais passos do que abrir um chat no Facebook;
  • para os profissionais de Marketing o cenário não é muito diferente já que construir uma lista de e-mails é bem trabalhoso, ao contrário de criar uma lista de leads no Facebook Messenger cujo cadastro pode ser feito em um clique, em vez de exigir o preenchimento de um formulário.
  • a exemplo das campanhas de e-mail marketing, um bot do Facebook pode ter uma sequência cujos envios podem ser de duração curta, média ou longa.
  • as sequências do Messenger costumam ser mais curtas do que as de e-mail. Afinal, em uma sequência de e-mail, você precisa esperar alguns dias para enviar outros e-mails. Já com o Facebook Messenger, é possível enviar mais mensagens no tempo que for mais conveniente. E o melhor de tudo: a resposta é instantânea. Você pode conversar com os seus clientes em tempo real.
  • você pode conseguir engajamento instantâneo com o chat, o que ajuda a fechar vendas mais rapidamente. Além disso, fazer retargeting com leads do Messenger é mais fácil do que fazê-lo por e-mail, uma vez que os leads já estão no Facebook.
  • você tem informações privilegiadas dos seus leads, tais como: local onde trabalha, onde estudou, gênero, idade, e afins, o que pode ser muito útil para campanhas segmentadas.
  • o Messenger é otimizado para desktops e dispositivos móveis de modo que você não precisará configurar mensagens de acordo com o modo de visualização dos dispositivos.

Quais são as vantagens do ManyChat?

Ao usar a ferramenta de chatbot do ManyChat, ela trará uma série de vantagens à sua estratégia de Marketing Digital. Destacamos abaixo as principais.

Maior alcance de pessoas

O bot do ManyChat trabalha com o Facebook, que conta com mais de 100 milhões de usuários brasileiros. Ou seja, as chances de seu público estar no Facebook são muito altas.

Além disso, o uso do ManyChat pode aumentar a taxa de cliques na rede social, sobretudo levando em conta que o marketing por messenger tem um engajamento 80% maior que todos os outros canais online, inclusive posts do próprio Facebook.

guia marketing digital

Atendimento em qualquer horário

Ao ter um bot trabalhando em prol do seu negócio, você não precisa mais se preocupar com o horário que o público procura a sua empresa no Facebook, site ou qualquer outro canal em que o chatbot estiver instalado, pois ele pode prestar atendimento 24 horas por dia, 7 dias por semana.

Tirar dúvidas

Imagine que, durante o lançamento de um novo produto ou serviço, seus clientes tenham várias dúvidas pontuais que sobrecarreguem o time de suporte. Os bots ajudam muito nessas horas e ainda fazem com que você e sua equipe poupem tempo, dinheiro, e consigam manter o foco em outras áreas do negócio.

Entregar conteúdo

A entrega de conteúdo ao seu público pode ser feita de várias formas. Você, inclusive, pode agendá-la para todas as pessoas da sua lista ao mesmo tempo ou mesmo segmentar essa entrega.

Na verdade, é possível segmentar de diversas maneiras, como por meio de palavras-chave ou enviando perguntas para novos usuários durante conversas no chat.

Como você pode ver, são muitas as vantagens que podem ser aplicadas na estratégia digital do seu negócio.

Como usar o ManyChat?

Agora que você já compreendeu o que é o ManyChat e quais são as vantagens que ele pode trazer à sua empresa, confira o passo a passo de como usá-lo.

Crie a sua conta

Como primeiro passo, acesse o ManyChat e clique em GET STARTED FREE. Assim, você dá início à criação da sua conta gratuita dentro da plataforma.

É preciso conectar a sua conta do Facebook para que o ManyChat tenha acesso às páginas que você administra.

Configure a sua página

Depois de configurar a sua conta, você poderá acessar o painel principal. Nessa janela, você consegue gerenciar as páginas que gostaria de aplicar os bots do Messenger. Para isso, acesse o menu lateral e escolha a página.

Acesse as funcionalidades do ManyChat

Depois de escolher a página que você vai gerenciar dentro do Manychat, você passa a ter acesso à algumas funcionalidades gratuitas, são elas:

  • dashboard: aqui você confere a evolução dos inscritos na sua lista, além de consultar o número de cadastros e descadastros.
  • audience: permite acessar a lista de pessoas que estão inscritas na sua automação. Você pode aplicar filtros e analisar as informações sobre a sua audiência.
  • live chat: com ele você pode encontrar as mensagens recebidas dos inscritos da sua lista. Você consegue fazer essa interação por meio de uma sequência de mensagens ou manualmente.
  • growth tools: com essa função, você pode gerar tráfego para o bot do Messenger. Seu uso pode ser aplicado tanto em sites quanto páginas de captura, entre outros.
  • broadcast: aqui, você pode enviar mensagens para todos os inscritos na sua lista de uma só vez.
  • automação: permite configurar a automação de atendimento recebida pela sua lista.

Além disso, você também consegue configurar respostas personalizadas e as regras para automatizar as respostas enviadas a quem entra em contato com você.

Agora que você já sabe como o ManyChat funciona, o que ele é capaz de fazer e como usar essa ferramenta a seu favor, dê um boost em sua estratégia!

Que tal expandir seu conhecimento conferindo como os chatbots podem ajudar você a melhorar a sua estratégia de Marketing? Então, baixe agora mesmo o e-book Chatbots e Marketing: como usar essa estratégia para melhorar seus resultados”.

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Drop Shipping

Saiba o que é e como criar um e-commerce no modelo de Drop shipping

O Drop shipping surgiu como uma solução para simplificar o processo de venda online. Nesse modelo, o e-commerce opera sem a necessidade de um estoque, uma vez que o responsável por essa etapa é o próprio fornecedor, e não o varejista.

Todos que trabalham com e-commerce enfrentam o desafio constante de conseguir cada vez mais resultados. Contudo, alguns gestores não contam com orçamento suficiente para isso. Nessas horas, é preciso recorrer à soluções diferentes, como o drop shipping.

E se você não sabe ao certo o que é drop shipping e nem as vantagens e desvantagens de aplicá-lo em seu negócio, não se preocupe. Fizemos este artigo justamente para isso.

O que é drop shipping

Drop shipping é um modelo de negócios em que uma empresa tem a permissão de operar sem manter o estoque, já que possui um depósito para armazenar seus produtos e enviá-los aos clientes. No seu funcionamento, o varejista se associa a um fornecedor de drop shipping que fabrica e/ou armazena produtos, os empacota e envia diretamente ao cliente em nome do varejista.

Em termos mais simples, é assim que funciona o drop shipping:

  • O cliente faz um pedido de um produto na loja virtual da empresa;
  • O revendedor encaminha automaticamente ou manualmente os detalhes do pedido e do cliente para o fornecedor de dropship;
  • O fornecedor de dropship e envia o pedido diretamente ao cliente em nome da empresa.

Esse tipo de modelo de negócio é extremamente atraente, pois elimina a necessidade do proprietário da loja ter um local físico para armazenar os produtos, como um galpão ou depósito. Em vez disso, tudo o que eles precisam é de um laptop e uma conexão à Internet.

Neste conteúdo você vai conhecer os prós e contras do drop shipping para que você possa avaliar a aplicação dele na sua empresa.

Vantagens do drop shipping

1. Menor investimento

Esta é, provavelmente, a maior vantagem do drop shipping, pois é possível até mesmo fazer o lançamento de um e-commerce sem a necessidade de investir em estoque antecipadamente.

Se antes as empresas precisavam investir em grandes quantidades de estoque para atender a demanda inicial de consumo, com o modelo drop shipping, não é necessário sequer comprar um produto.

Assim, sem grandes investimentos iniciais em estoque, como é o caso de modelos tradicionais, é possível iniciar um negócio bem-sucedido por meio do drop shipping.

2. Flexibilidade de localização

Um negócio de drop shipping pode ser executado a partir de qualquer lugar que tenha conexão à Internet. Afinal, o mais importante é que você consiga se comunicar facilmente com seus fornecedores e clientes, além de fazer a gestão do negócio online.

3. Seleção ampla de produtos

Como você não precisa comprar antecipadamente os itens que vende, pode oferecer uma grande variedade de produtos para seus clientes. Basta que um fornecedor tenha esses produtos à disposição para que você coloque-os à venda em seu site.

4. Fácil escalação

Com um negócio tradicional, se você aumentar as vendas, aumentará, proporcionalmente, o trabalho. Porém, ao optar pelo drop shipping, a parte do trabalho que requer o processamento de pedidos é suportada pelos fornecedores, permitindo que você escale o negócio com menos recursos financeiros e operacionais.

Muito embora o crescimento das vendas sempre traga trabalho adicional — especialmente no atendimento ao cliente — aqueles que utilizam drop shipping particularmente bem em relação aos negócios tradicionais de comércio eletrônico.

Todos esses benefícios tornam o drop shipping um modelo muito atraente para os donos e gestores de negócio que buscam vender por canais digitais.

Mas, como nem tudo são flores, falemos agora sobre o lado do drop shipping que não é tão benéfico.

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Desvantagens do drop shipping

1. Lucro baixo

Os lucros baixos são a maior desvantagem de operar com drop shipping. Além de ser um nicho altamente competitivo, os custos indiretos são tão pequenos que muitos produtos acabam sendo oferecidos a preços baixos objetivando aumento de renda pelo volume maior de vendas.

Isso acaba repercutindo na realidade da sua empresa que precisa vender muito para ter um faturamento aceitável.

E, na internet, algo que os clientes sempre fazem é comparar ofertas e preços. Por isso, aqueles que não possuem um forte trabalho de branding online podem ter mais dificuldades de vender a ponto de valer a pena.

2. Problemas de estoque

Se você estocar todos os seus itens, é relativamente simples controlar quais itens estão dentro e fora de estoque. Mas quando você conta com estoques de terceiros, que também estão cumprindo pedidos de outras empresas, as mudanças de estoque ocorrem diariamente.

Embora haja maneiras de sincronizar o inventário do seu negócio com os de fornecedores, essas soluções nem sempre funcionam perfeitamente, o que pode trazer problemas ao cliente final, como atrasos na entrega.

3. Complexidade no envio

Ao optar pelo drop shipping, você trabalha com vários fornecedores, então os produtos no seu site serão fornecidos por meio de vários remetentes de remessa diferentes. Isso complica seus custos de envio.

Vejamos um exemplo: imagine um cliente que faça cinco pedidos na sua loja, cada um oferecido por um fornecedor diferente. Logo, você terá cinco cobranças de envio separadas para o mesmo cliente.

Mas enviar cinco cobranças diferentes ao cliente faz com que ele tenha uma má experiência de compra, além de poder causar confusão. E mesmo que você queira passar essas cobranças, automatizar esses cálculos pode ser difícil.

4. Erros do fornecedor

Sabe quando você é culpado por alguma coisa em que não teve culpa, mas precisa arcar com as consequências mesmo assim? Esse tipo de situação pode acontecer ao trabalhar com drop shipping.

Afinal, mesmo os melhores fornecedores cometem erros ao cumprir ordens. E, aos olhos do cliente, você é quem terá que assumir responsabilidade e pedir desculpas.

Problemas comuns que podem acontecer, como itens perdidos, entregas não realizadas e embalagens de baixa qualidade, podem prejudicar a reputação de sua empresa, uma vez que a imagem que o cliente final terá não é do fornecedor, e sim de você.

5 empresas que trabalham com drop shipping

1. Amazon

A Amazon foi uma das primeiras empresas com alguma relevância a vender produtos na Internet. Ela inclui, igualmente, a Alexa Internet, A9.com e a Internet Movie Database.

2. eBay

A eBay é uma empresa de comércio eletrônico vista como um dos maiores sites do mundo para compra e venda de produtos na Internet, além de uma das pioneiras neste tipo de trabalho.

3. AliExpress

A AliExpress é um serviço de varejo on-line pertencente ao Alibaba Group.

4. Mercado Livre

O MercadoLivre é uma empresa de tecnologia que oferece soluções de comércio eletrônico para que pessoas e empresas possam anunciar e enviar produtos por meio da internet.

5. Alibaba

Alibaba é um grupo que reúne várias empresas chinesas cujos negócios são baseados em e-commerce, funcionando como um motor de busca para comprar online.

Agora você já sabe o que é drop shipping, além das vantagens e desvantagens de aplicá-lo no seu negócio. Independente do modelo de negócio que você adotar, é essencial garantir que as conversões em venda sejam eficazes.

Para saber como conseguir isso, confira o e-book que escrevemos sobre como reduzir o abandono de carrinho!

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20 livros de vendas para ler e ter uma carreira de sucesso

20 livros de vendas para ler e ter uma carreira de sucesso

É importante que todo profissional da área entenda como funcionam as técnicas comerciais que transformam as oportunidades de negócio geradas pelo marketing em vendas. Por isso, reunimos aqui os 20 livros de vendas que você precisa conhecer.

Imaginemos a seguinte situação: o seu time de marketing tem o objetivo de gerar um determinado número de MQLs e SQLs todo mês para que o time de vendas possa fazer contato com eles e converter em clientes.

Mas como funciona essa conversão? Quais tipo de técnicas e abordagens são usadas para que parte das leads geradas se tornem clientes?

Separamos aqui os 20 principais livros capazes de responder essas perguntas, de modo que os vendedores possam aprimorar cada vez mais suas abordagens de negócios e os profissionais de marketing possam entender como elas funcionam. Vamos conhecê-los?

1. Receita Previsível

Este livro, de Aaron Ross e Marylou Tyler, é considerado o guia de vendas por muitas empresas do Vale do Silício.

Afinal, ele mostra como lidar com a previsibilidade na geração de receitas de um negócio para que o planejamento seja feito com total segurança.

Com o livro “Receita Previsível”, você obterá os conhecimentos essenciais para gerar leads de maneira constante e, o mais importante, convertê-los em vendas para atingir as metas de cada mês!

2. A Bíblia de Vendas

É conhecimento geral que a Bíblia é o livro mais vendido do mundo. Pensando nisso, Jeffrey Gitomer decidiu fazer o mesmo em termos comerciais: escrever o melhor livro de vendas do mundo. Assim nasceu “A Bíblia de Vendas”.

O livro traz uma série de técnicas que ajudaram diversas empresas a conseguirem resultados. O autor enfatiza que o segredo do sucesso está no bom relacionamento com os clientes a ponto de entregar real valor para eles e ter sucesso nas vendas.

3. Sales Acceleration Formula

Mark Roberge foi o primeiro VP do time de vendas da Hubspot (ao qual Matt Doyon, VP de Vendas da Rock Content, também já pertenceu).

No livro “Sales Acceleration Formula”, Mark conta como conseguiu fazer a Hubspot chegar a valer mais de 1 bilhão de dólares, além de apontar como era a cultura e gestão do time comercial de lá.

4. Spin Selling

A técnica de Spin Selling foi desenvolvida pelo próprio Neil Rackhamm, autor do livro, e acabou se tornando das mais populares por envolver o novo comportamento dos consumidores — independentemente de serem B2B ou B2C —, direcionando a atenção dos vendedores para o processo comercial.

A metodologia mostrada no livro “Spin Selling” é ideal para vendas complexas, nas quais o vendedor precisa fazer as perguntas certas na hora certa para fechar negócio.

5. Inteligência em Vendas

Marcelo Ortega tem muitos anos de experiência no treinamento de equipes comerciais e líderes de empresas.

Ele se beneficia dessa experiência em seu livro “Inteligência em Vendas”, cujo foco é na gestão de times de vendas, assim como nas estratégias certas para fechar muitos negócios.

O livro também fala sobre quais são as características adequadas para os gestores de vendas e como desenvolvê-las a fim de ter sucesso com essa função.

6. A Máquina Definitiva de Vendas

Vendedores costumam pensar que, para ter sucesso, é necessário conhecer diversas técnicas de vendas. Porém, Chet Holmes, com o livro “A Máquina Definitiva de Vendas”, veio para mostrar que esse pensamento é errado.

Segundo ele, é mais eficaz um vendedor conhecer bem as técnicas que funcionam na sua forma de trabalho do que conhecer muitas outras e não aplicar nelas ações inteligentes.

Assim, no livro, Holmes defende que a repetição e a busca por melhorar cada vez mais os próprios métodos é o que faz de um vendedor bem-sucedido.

7. Os 25 Hábitos em Vendas dos Mais Bem-Sucedidos Vendedores

No livro “Os 25 hábitos em vendas dos mais bem-sucedidos vendedores”, Stephan Schiffman mostra como é possível aumentar a motivação por meio de bons hábitos na hora de vender.

O livro aponta formas de converter leads em clientes durante o processo comercial numa linguagem prática e fácil de entender.

8. A venda desafiadora

Tanto no mundo da venda simples quando da venda complexa, existe um mito de que o bom vendedor é aquele que tem uma lábia maior.

Porém, Matthew Dixon e Brent Adamson têm uma visão diferente em relação a esse perfil de vendedor.

No livro “A venda desafiadora”, ambos dizem que o segredo do sucesso está em desafiar o cliente a ponto de fazê-lo sair da zona de conforto (que, algumas vezes, é causada pelo Uncle Bernie), e mostrar que a venda pode realmente beneficiar sua vida ou seu negócio.

Além disso, a dupla também explica como conhecer a fundo seus clientes para transmitir o valor certo que trará a conversão em venda.

9. Inteligência emocional para o sucesso de vendas

Algumas vezes, vendedores cedem rapidamente às objeções de um possível novo cliente e acabam dizendo adeus àquela venda tão importante para a meta.

Felizmente, o livro “Inteligência Emocional”, de Collen Stanley, traz tudo que um vendedor precisa saber para contornar essas situações evitando os impulsos, desenvolvendo empatia e, assim, aumentando os resultados comerciais.

10. O livro azul de respostas de vendas

Para fechar uma venda, é preciso convencer o cliente de que ele está fechando um bom negócio. Mas, como você certamente sabe, isso pode ser desafiador.

Por isso, Jeffrey Gitomer escreveu “O livro azul de respostas de vendas” com a finalidade de dar insights aos vendedores para tornarem suas abordagens cada vez melhores e conseguir aumentar suas conversões em vendas.

11. Como vender qualquer coisa a qualquer um

O título pode parecer um pouco pretensioso, mas seu autor, Joe Girard, foi considerado pelo Guiness Book o maior vendedor do mundo. Portanto, este é um livro que não pode faltar na cabeceira dos representantes de vendas.

Como vender qualquer coisa a qualquer um” traz a trajetória da vida profissional de Joe ,que se tornou o maior vendedor dos Estados Unidos ao atingir o número de 40 mil carros vendidos em 25 anos de carreira.

12. O maior vendedor do mundo

Este livro de Og Mandino, com certeza, traz algo diferente dos demais: o autor apresenta um caminho para o sucesso comercial por meio de pergaminhos.

O maior vendedor do mundo” traz a história de Hafid, um guardador de camelos da época de Jesus Cristo, que se tornou um rico mercador por meio da prática dos 10 pergaminhos.

Cada um traz pontos que devem ser exercitados, tais como: ter persistência, cultivar bons hábitos, aproveitar o tempo, controlar as suas emoções, entre outros.

13. Os segredos da arte de vender

Quando um cliente faz uma compra, não o faz pelo produto em si, mas sim por conta de como o produto poderá mudar a sua vida.

Para que um vendedor consiga ativar essa chave na cabeça do cliente, são necessárias algumas técnicas de venda.

Zig Zilar, em “Os segredos da arte de vender”, apresenta resumos dessas técnicas, além de conceitos, histórias e exemplos comportamentais que ocorrem na área comercial.

14. Técnicas de vendas

No livro “Técnicas de Vendas”, Alexandre Luzzi mostra quais requisitos básicos todo vendedor precisa ter para alcançar o sucesso.

Os capítulos são ordenados de modo que o leitor possa ter conhecimento das técnicas e atitudes de venda adequadas, além da habilidade para colocá-las em prática.

15. Hipercrescimento

No livro “Hipercrescimento”, Aaron Ross e Jason Lemkin apresentam um diagnóstico dos motivos pelos quais empresas não crescem na velocidade apropriada.

Eles apontam que, para esse crescimento acontecer, é necessário garantir um nicho, criar uma pipeline que seja previsível, fazer vendas escaláveis, aumentar o tamanho das transações, compreender os prazos, reforçar o senso de ownership dos membros da equipe e tomar decisões certas para o futuro.

16. As armas da persuasão

“As armas da Persuasão” reúne os principais estudos feitos pelo autor, Robert Cialdini, para influenciar e persuadir por meio de técnicas de vendas.

No total, Robert aponta seis princípios que podem ser aplicados em qualquer estágio da venda, que ele chama de gatilhos mentais.

17. A meta, um processo de melhoria contínua

“A meta, um processo de melhoria contínua”, de Eliyahu M. Goldratt, traz a história de um gestor de uma fábrica que precisa melhorar seu desempenho dentro de três meses.

Para isso, ele deve encontrar maneiras de diminuir os custos de produção, além de aumentar o lucro e otimizar o estoque.

Assim, o livro traz excelentes insights para vendedores. Afinal, vender também requer criação de processos que tragam os resultados necessários para atingir a meta de venda.

18. O poder do hábito

Todos que trabalham com marketing precisam cultivar alguns hábitos, tais como acompanhar novas tendências de mercado e atualizar seus conhecimentos de marketing digital.

Em vendas, o cenário não é diferente. Por isso,o livro “O poder do hábito” de Charles Duhigg, é bastante indicado.

Ele ajuda os vendedores a refletirem sobre as ações de sua rotina que podem prejudicar seu desempenho e sua produtividade.

19. Os 7 hábitos de pessoas altamente eficazes

Ser produtivo é o segredo do sucesso de todos que trabalham com vendas. Contudo, para alcançar uma boa performance, é necessário cultivar bons hábitos.

Apesar de “Os 7 hábitos de pessoas altamente eficazes” não ser um livro de vendas, o autor Stephen Covey traz ensinamentos a todos que estejam em busca do sucesso, com dicas e técnicas que podem ser aplicados nas rotinas de quem trabalha com marketing e vendas.

20. Como fazer amigos e influenciar pessoas

Saber se relacionar é uma das habilidades mais importantes da venda corporativa. Por isso, o livro “Como fazer amigos e influenciar pessoas” é uma leitura super indicada para todos que trabalham com vendas.

Afinal, o autor Dale Carnegie reúne técnicas que podem ajudar vendedores a observar a negociação a partir do ponto de vista do prospect a fim de conquistar sua simpatia e confiança, pontos essenciais para a conversão da venda.

Estes são os 20 livros de vendas que todo vendedor precisa ter em sua lista de leitura. Como dissemos no início do artigo, é muito importante que profissionais de marketing conheçam as técnicas que convertem seus leads em negócios.

Para isso, é preciso entender bem como funciona a gestão tanto de marketing quanto de vendas. E, para saber mais sobre ela, confira também este artigo sobre o perfil do Sales Executive, responsável pelo gerenciamento de vendas.

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Quais as diferenças entre cultura e clima organizacional

Cultura e clima organizacional: quais as diferenças e como trabalhar com os dois conceitos juntos

Como está o ambiente de trabalho da sua empresa? Para deixá-lo melhor e mais produtivo, é essencial entender a diferença entre cultura e clima organizacional. Fique conosco até o final deste post para entender qual a diferença entre elas!

Em mercados cada vez mais competitivos, os gerentes de marketing acabam lidando com excesso de tarefas (tanto as deles quanto de suas equipes) e dificuldades em gerir o tempo de trabalho.

Afinal, metas devem ser batidas para que a empresa alcance os seus objetivos. Contudo, é preciso separar um tempo para analisar como está o clima e a cultura da empresa que também são fundamentais para chegar lá.

Por exemplo: vamos supor que o seu time de marketing tenha recebido uma meta mais agressiva para o trimestre, o que faz com que todos precisem se empenhar de maneira mais produtiva e criativa.

Porém, se a equipe estiver desmotivada a ponto de alguns membros chegarem atrasados, faltarem e continuarem fazendo o mesmo trabalho de sempre, sem inovar, dificilmente conseguirá alcançar essa meta, não é mesmo?

Por isso, tanto o clima quanto a cultura da empresa devem ser vistos de perto e cuidados pelos gestores a fim de fazer com que o trabalho fique cada vez melhor e na direção certa, para conseguir resultados maiores e melhores.

E, para que você saiba como fazer isso, redigimos este post que apresentará os conceitos de cultura e clima organizacionais, as diferenças que existem entre ambos e também a importância de trabalhá-los juntos na sua empresa. Vamos lá?

O que é cultura organizacional

Cultura organizacional refere-se a todos os valores e regras éticas que compõem o comportamento dos membros de uma empresa.

Dessa forma, todos os funcionários passam a entender como agir e se comportar dentro da organização. Além disso, fica claro de entender qual é a real identidade da empresa.

Como estamos falando de crenças e valores presentes no dia a dia dos membros da empresa, a cultura organizacional não pode ser modificada a curto prazo.

Afinal, essas mudanças devem acontecer em ritmo lento para que todos possam se adequar à nova maneira de trabalho.

Uma empresa pode determinar que não é mais permitido comer na mesa de trabalho, por exemplo. Dificilmente as adaptações ocorrerão do dia para noite.

Por isso, é necessário fazer um estudo primeiro para analisar se essa mudança ocorrerá e como ela contribuirá para melhorar ainda mais a cultura da empresa.

Portanto, a cultura precisa estar ligada à missão visão e valores da empresa. Se ela atua no ramo B2B, e tem como objetivo o sucesso do cliente, é necessário que todos os seus colaboradores tenham foco nisso. Todos os trabalhos da empresa precisam ser centrados para que os clientes sejam bem-sucedidos.

Por outro lado, empresas que precisam desenvolver constantemente seus produtos e serviços, para deixá-los cada vez melhores e mais adequados ao mercado, costumam estimular os funcionários a pensarem como se fossem donos do negócio, como parte da cultura.

Dessa forma, os times conseguem ter uma diretriz melhor para entrega de resultados e boa performance para o alcance das metas.

No caso de empresas que trabalham com a oferta de produtos de qualidade, é essencial que todos os funcionários prestem atenção aos detalhes para que os produtos sempre tenham uma excelente qualidade.

E isso não deve ser um trabalho somente daqueles que confeccionam produto, mas de todos os membros da empresa.

Afinal, segundo Peter Drucker, “a cultura devora a estratégia todos os dias no café da manhã”. Isso quer dizer que os profissionais precisam acreditar e abraçar esses valores todos os dias.

O que é clima organizacional

Entende-se por clima organizacional tudo que acontece no dia a dia da empresa. Ou seja, é tudo aquilo que os funcionários pensam a respeito da organização no sentido de achar ela boa ou ruim assim como sua estrutura, condições de trabalho e o relacionamento com seus colegas e gestores.

Portanto, o clima organizacional é o influenciador direto da forma como trabalhos e como processos ocorrem dentro da empresa.

Como se trata de uma percepção momentânea, o clima pode passar por mudanças constantes. Dessa forma, é necessário que ele seja avaliado com periodicidade a fim de que sejam tomadas atitudes que deixa o ambiente da empresa cada vez melhor.

Alguns gestores têm dúvidas sobre como mensurar o clima organizacional, de modo a identificar se ele está adequado ou não.

Na realidade, é difícil fazer isso, pois o clima é algo abstrato. Porém, alguns indicadores podem mostrar se o clima da empresa está bom não.

O absenteísmo é um desses indicadores. Afinal, uma vez que os colaboradores não se sentem felizes da empresa, eles começam a faltar ou chegar atrasados.

Este é o indício de que o clima não está adequado. Por outro lado, se os membros da sua equipe chegam pontualmente e se dedicam ao trabalho, isso significa que o ambiente está bem positivo.

E, se a sua empresa objetiva diminuir o turnover de funcionários, prestar atenção nesse indicador é fundamental. Até porque ninguém quer trabalhar numa empresa cuja atmosfera seja negativa. Toda vez que isso acontece, a invasão de colaboradores tende aumentar.

Existem outros indicadores que devem ser observados tais como: pontualidade na entrega de tarefas, criatividade na busca por soluções e produtividade.

Todos esses aspectos influenciam o clima organizacional, por isso é muito importante que os gestores de uma empresa mantenham-se atentos à eles.

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Qual é a diferença entre cultura e clima organizacional

Além das diferenças que apontamos acima, podemos dizer que a principal entre cultura e clima organizacional é adaptabilidade.

Como dito, a cultura organizacional é muito difícil de mudar, pois ela envolve os hábitos e as formas de trabalho que são adotados por cada funcionário.

Uma vez enraizados, esses pontos passam a compor a cultura da empresa e mudá-los requer tempo e uma capacidade de adaptação por parte de todos.

Por outro lado, o clima organizacional pode ser mudado de maneira rápida, pois ele pode ser influenciado por fatores internos ou externos, tais como os que são apontados numa análise SWOT.

Um plano de ação por parte dos líderes, para deixar o ambiente de trabalho melhor, pode utilizar o clima organizacional num curto espaço de tempo.

Outra diferença que existe entre ambos é a permanência. Embora a cultura seja muito mais difícil de ser construída, uma vez solidificada, ela perdurará independentemente da situação pela qual empresa esteja passando no momento.

Já o clima organizacional é diferente. É possível, por exemplo, em um mês mudar atmosfera da empresa completamente, deixando o ambiente muito mais positivo, produtivo e colaborativo.

Porém, fatores externos como uma crise ou mesmo internos como uma demissão em massa são capazes de deixar o clima organizacional ruim novamente.

Qual é a importância de trabalhar cultura e clima organizacional juntos

Ainda que cultura e clima organizacional possuam conceitos diferentes, os dois também têm uma relação de interdependência.

Enquanto o clima está conectado as ações de rotina, a cultura está relacionada os assuntos de caráter mais perene que acabam sendo adotados pela empresa.

Portanto, melhorar o clima organizacional terá como uma de suas consequências a melhora da cultura organizacional a longo prazo também.

Afinal, quando um colaborador se identifica com propósito da empresa, sua forma de trabalhar nela acaba rendendo muito mais e, quando o ambiente corporativo o deixa feliz, a ponto de motivar a acordar cedo, mesmo nas segundas-feiras, ele acaba tendo muito mais determinação em alcançar as metas e objetivos propostos.

Por isso, o clima organizacional pode exercer influência na cultura organizacional uma vez que, ao longo do tempo, se eles não forem cuidados juntos, os membros da empresa podem adotar uma forma errônea de como enxergar o trabalho, o que acabará mudando a cultura organizacional da empresa pouco a pouco.

Se pensamos em uma startup, por exemplo, que iniciou seus trabalhos com uma cultura organizacional animada, descontraída, jovial e focado em resultados cada vez maiores. 

Porém, a necessidade de montar logo e seus times de talentos fez com que seus fundadores não contratassem pessoas com esse perfil, o que gradativamente alterou o clima organizacional.

Caso isso tivesse sido detectado e trabalhado logo no início, teria sido possível evitar que ele passasse a fazer parte da cultura da empresa.

Logo, para que o clima organizacional seja influenciado pela cultura organizacional, ela deve ser bem construída desde o primeiro momento e, finalmente, seguida pelos gestores de modo a fazer com que os demais colaboradores identifiquem com ela de verdade e, de fato, “vistam a camisa”.

Uma vez que trabalhamos com esses dois aspectos dentro da empresa, passamos a lidar diretamente com capital humano dela cujo poder pode impactar todos os processos que nela existem.

Portanto, procure saber como eles são trabalhados dentro da sua empresa a fim de identificar qual deles merece uma atenção maior e qual deve ser trabalhado primeiro de maneira a um impulsionar o sucesso do outro.

Por fim, agora que você sabe a diferença entre cultura e clima organizacional, pôde perceber que, juntos, ambos afetam diretamente os índices de produtividade, turnover, absenteísmo e permanência e criatividade dos funcionários.

E por falar nisso, confira também este artigo sobre como estimular a criatividade na sua empresa.

Descubra quem é Washington Olivetto e saiba como ele revolucionou o mercado publicitário

Descubra quem é Washington Olivetto e saiba como ele revolucionou o mercado publicitário

Washington Olivetto revolucionou a publicidade com seus comerciais para a Bombril, Unibanco e Embratel. Conheça mais da trajetória do publicitário!

Muitos que atuam no mercado de publicidade e marketing certamente já ouviram falar de Washington Olivetto por conta de seus inúmeros trabalhos premiados no Brasil e no mundo.

Contudo, a carreira e os trabalhos dele também são muito pertinentes no ramo do empreendedorismo, pois apresentam lições valiosas que podem ser aproveitadas por muitos donos de negócio.

E para que você conheça melhor como foi a trajetória profissional de Washington Olivetto, quais foram os seus principais trabalhos na publicidade brasileira e o que eles podem nos ensinar de tão importante, fique conosco até o final deste post!

Quem é Washington Olivetto?

Washington Olivetto é um publicitário, responsável por criar algumas das campanhas mais famosas e importantes da publicidade brasileira.

Ele nasceu no bairro da Lapa, em São Paulo, e foi seu pai quem o inspirou a seguir carreira na publicidade. Ele, então, entrou na faculdade de publicidade na Fundação Álvares Penteado, mas não concluiu o curso.

O publicitário, no entanto, iniciou sua carreira já aos dezoito anos de idade, em 1969, como redator de uma agência publicitária. Onde, a princípio, foi para procurar vaga de estágio após ter o pneu do seu carro furado justamente em frente à empresa.

Após três meses trabalhando para a agência, Washington produziu seu primeiro comercial para a Deca que, conquistou o prêmio Leão de Bronze no Festival de Publicidade de Cannes, em 1973.

Um ano depois, ele foi responsável pelo filme “Homem com mais de quarenta” que ganhou o prêmio de Leão de Ouro da Publicidade Nacional, também em Cannes.

Nessa época, ele havia ido trabalhar na DPZ, uma das mais conhecidas agências de publicidade do país. Lá, fez dupla com o diretor de arte Francesc Petit e, juntos, fizeram muitos trabalhos premiados.

Para que você tenha ideia, eles foram os responsáveis pelo surgimento do garoto-propaganda da Bombril, interpretado pelo ator Carlos Moreno, que acabou parando no Guinness Book como o garoto-propaganda que ficou mais tempo no ar. Afinal, foram mais de 30 anos de parceria e mais de 340 filmes comerciais produzidos!

Qual a trajetória profissional de Washington Olivetto?

Washington Olivetto saiu da DPZ para se tornar sócio da agência de publicidade GGK (que passou a se chamar W/GGK e, logo depois, W/Brasil), em 1986, ao lado dos outros sócios Gabriel Zellmeister e Javier Llussá Ciuret. Tamanho foi o sucesso dessa união que a empresa passou a ter filiais nos Estados Unidos, Portugal e Espanha.

Assim, a W/Brasil se tornou uma das mais premiadas agências do mundo, chegando a receber quase mil prêmios, tais como Leões no Festival de Cannes, CCSP, Clio Awards, e muito mais. Somente em Cannes foram mais de 50 prêmios distribuídos entre as categorias ouro, prata, bronze e filme.

Em 2010, a W/Brasil uniu-se à McCann e se tornou a W/MacCann, ocupando a posição da maior agência de publicidade do Rio de Janeiro e uma das 5 maiores do Brasil. Washington Olivetto é o chairman delas, além de ser o CCO da McCann Worldgroup.

Quais são as melhores propagandas de Washington Olivetto?

Separamos aqui as principais propagandas de Olivetto que foram premiadas no Brasil e no mundo. Confira!

O primeiro sutiã a gente nunca esquece

Quem viveu nos anos 80 com certeza deve se lembrar dessa propaganda que mostrava uma adolescente chegando em casa, atirando a mochila no chão e encontrando o que tanto esperava ganhar: um sutiã.

O comercial termina com ela experimentando o acessório diante do espelho foi produzido em 1987 e tratou de uma forma delicada a passagem da infância para a adolescência.

Carlos Moreno, o Garoto Bombril

As campanhas da empresa fabricante de lã de aço, durante mais de 30 anos, teve suas propagandas estreladas por Carlos Moreno, o Garoto Bombril.

O grande triunfo de Olivetto aqui foi o fato de ter popularizado um produto simples que conseguiu conquistar o público brasileiro e fortalecer a marca dentro do mercado.

DDD da Embratel

Os anos 90 foram marcados por empresas que ofereciam serviços de ligação direta à distância (DDD), sendo uma delas a Embratel.

Para ganhar destaque nas propagandas publicitárias e sair na frente da concorrência, foram escolhidos três meninos que vestiam macacões coloridos e cantavam um jingle que ficava na cabeça de todo mundo que assistia à propaganda.

Mais uma vez, Olivetto conseguiu transformar um serviço de pouco carisma numa das campanhas de publicidade mais prestigiadas e lembradas pelos brasileiros.

Casais do Unibanco

Uma das maiores fontes de inspiração de Washington Olivetto eram as campanhas que já faziam sucesso no mercado internacional, como o Estados Unidos. Uma dessas ideias foi aplicada no comercial da Unibanco, notoriamente inspirada nas séries sitcom.

Ao todo, foram 80 peças idealizadas pelo publicitário, chegando ao fim em 2003. Dessa vez, não foi apenas um rosto responsável por tornar a campanha queridinha do público, nomes como Luiz Fernando Guimarães e Débora Bloch deram vida aos casais dos comerciais.

No total, 80 comerciais foram produzidos e contaram com artistas em evidência na época, como Luiz Fernando Guimarães, Débora Bloch, Miguel Falabella, entre outros.

Cachorro da COFAP

Este comercial exibido nos anos 90 popularizou a COFAP, empresa do ramo de peças automotivas, e também o cachorro da raça Dachshund, protagonista da campanha.

Embora outras propagandas estreladas por cachorros fossem exibidas na época, Washington fez algo diferente: colocou o pet em situações inóspitas, tais como pedindo esmola na rua para trocar os amortecedores do carro da sua família.

Assim, além de deixar a marca da COFAP mais forte, ainda fez aumentar a demanda pela raça do cachorro em pet shops de todo o país.

O homem com mais de 40 anos

“O homem com mais de 40 anos” foi o primeiro filme brasileiro a conquistar o Leão de Ouro no Festival de Cannes em 1974.

Criado por Washington e Petit na DPZ, ele fala sobre os homens com mais de 40 anos que, ao contrário do que pensam algumas pessoas, ainda são capazes de fazer muitas coisas.

Em 2015, Olivetto trabalhou em uma nova versão da propaganda, já que, segundo ele, o preconceito de idade, mesmo que em menos intensidade, resiste ao tempo.

Quais são as lições que podemos aprender com Washington Olivetto?

Como você pôde ver, foram vários os trabalhos que Washington Olivetto fez para a publicidade e propaganda brasileira.

E, para que eles possam inspirar você a executar bem os seus trabalhos na sua empresa, separamos aqui as lições mais importantes que podemos aprender com ele.

Antes de abrir o seu próprio negócio, trabalhe muito

Conforme apontamos anteriormente, Washington Olivetto começou sua carreira como funcionário de uma agência, o que o fez ganhar prêmios e reconhecimentos.

Somente após alguns anos, ele percebeu que poderia dar início ao próprio negócio. Mas preferiu, antes disso, dedicar-se ao trabalho em empresas de terceiros e ganhar mais conhecimento.

Assim, ele trabalhou por 14 anos até montar a sua própria empresa. Afinal, o mundo de empregado e de um dono de negócio são completamente diferentes.

Após adquirir experiência e competência, a passagem de um para o outro torna-se mais fácil.

Comporte-se como empregado e não como chefe

Mesmo na época de empregado da primeira agência em que trabalhou, Olivetto assumia a postura de chefe, ou seja, pensava grande e com o objetivo de chamar a atenção da sua diretoria.

No entanto, ao criar a sua primeira empresa, sua postura passou a ser contrária a isso: mostrar aos funcionários que você é tão humano quanto eles e que está lá para ajudar pode fazer toda a diferença.

Seja pertinente

E por falar em ser humano, uma característica nas propagandas de Olivetto é a proximidade que elas tinham da vida das pessoas. Portanto, seja pertinente para a pessoa a quem você executa o seu trabalho.

Não é preciso inventar métodos mirabolantes para isso. As campanhas de Washington são um exemplo disso, pois ele utilizou elementos que já eram usados em outras propagandas — cachorros, casais, crianças etc. — porém, de uma forma relevante para a vida dos espectadores.

Seja adaptável

Uma das qualidades de Washington Olivetto é, sem dúvidas, a sua capacidade de adaptação.

Desde os momentos em que atuava como se fosse o chefe das empresas onde era apenas um funcionário até suas propagandas que traziam a ideia certa, no momento certo, para o público certo.

Para uma empresa ter sucesso, é preciso se adaptar às mudanças de mercado e do público, assim como Olivetto se adaptou durante toda a trajetória de sua carreira.

Dê sorvetes

Sim, você leu certo: dê sorvetes. Um dos segredos de Olivetto para que o trabalho executado pela equipe dele seja bom é dar sorvete.

Toda vez que vê sua equipe desmotivada, ele compra sorvete para animar os funcionários novamente e mostrar que se importa com o bem-estar das pessoas na empresa.

Você não precisa necessariamente comprar sorvete para os seus funcionários, e sim fazer ações pequenas, mas que representem muito para as pessoas que trabalham com você.

E essas são as cinco principais lições que Washington Olivetto deixou para o mercado de publicidade e marketing no Brasil. Afinal, a publicidade corresponde a um dos 4 Ps que compõem o planejamento de marketing de uma empresa.

Se quiser saber como este plano funciona e como montar um para o seu negócio, confira o post que escrevemos a respeito!

O que é workflow e como aplicar no seu negócio

O que é workflow e como aplicar no seu negócio

Workflow refere-se a um fluxo que pode ser adotado pela gestão de uma empresa a fim de aumentar a eficiência de trabalho, além de melhora contínua nos processos usados pelas equipes, tanto de marketing quanto de outros departamentos.

Algumas vezes, durante a gestão de marketing, alguns profissionais sentem ter excesso de tarefas e dificuldade em gerir todas elas.

Afinal, cada processo adotado na sua empresa requer uma série de tarefas e, por isso, armar um workflow se faz tão necessário.

Quando se fala de Marketing Digital, por exemplo, devemos considerar que se trata de uma estratégia que envolve vários canais e cada um deles tem um planejamento próprio. Vejamos alguns casos.

Ao fazer uma ação de mídia paga no Facebook Ads é preciso criar uma campanha que tenha algum objetivo específico que pode ser gerar mais cliques num link, conseguir mais fãs/seguidores, aumentar as conversões em venda etc.

Em seguida, é especificado qual público deverá ser atingido e o conjunto de anúncios que pertencerão a essa campanha.

Como você pode ver, essa ação tem um fluxo de trabalho composto de criação da campanha, escolha do público e criação dos anúncios da campanha.

Se essa ordem não for seguida à risca, o fluxo será quebrado, o trabalho não será bem executado e, dificilmente, o objetivo será atingido. Por essa razão, é preciso ter um workflow.

E, para que você saiba o que é um workflow, quais são os tipos que você pode adotar na gestão de uma empresa e também alguns exemplos que facilitem a compreensão, redigimos este post e convidamos você a lê-lo até o fim.

O que é workflow

Workflows — também chamados de fluxos de trabalho — são a maneira como as pessoas realizam o trabalho e podem ser ilustradas como uma série de etapas que precisam ser concluídas sequencialmente em um diagrama ou lista de verificação.

Basicamente, o workflow pode ser visto como um trabalho fluindo de um estágio para o outro, seja por meio de uma ferramenta, seja por outro processo.

Você pode executar um workflow completo sozinho (tal como escrever, editar e publicar uma postagem no blog) ou pode envolver várias pessoas (como fazer uma venda complexa para um cliente).

Contudo, o workflow não deve ser confundido com uma tarefa ou com várias tarefas juntas, pois, isso seria um projeto.

Workflow é uma cadeia de tarefas que acontecem em uma sequência, além de ser algo que você faz regularmente.

Para ter uma ideia melhor de como isso funciona, vamos abordar um exemplo prático: a inserção de funcionários.

Sempre que você contrata um novo funcionário para a sua equipe, é necessário explicar como a empresa funciona, qual é o papel deles e assim por diante.

Vejamos outro exemplo simples de um fluxo de trabalho presente no processo de vendarketing no qual várias pessoas estão envolvidas:

  1. o analista de marketing gera leads ou oportunidades de venda;
  2. o representante comercial entra em contato com a lead e fecha a venda;
  3. o time de cobrança gera o boleto para o cliente pagar;
  4. o time financeiro recebe o pagamento e faz o lançamento no caixa.

Ao criar um conteúdo para o blog da sua empresa, um workflow pode ser feito da seguinte forma:

  1. escrever o blog post;
  2. fazer a otimização para SEO;
  3. verificar ortografia e gramática;
  4. publicar no blog.

Muitas vezes, nos negócios, os workflows são mais complicados. Algo como a inserção de funcionários pode envolver várias reuniões, relatórios, tarefas e departamentos.

É nesse nível que eles precisam ser monitorados, gerenciados e otimizados adequadamente para garantir que eles sejam tão eficientes quanto possível.

Quais são as principais vantagens do workflow

Adotar um workflow traz uma série de benefícios para a sua empresa, apontamos aqui os principais deles:

  • redução de custos e diminuição de desperdícios;
  • aumento da eficiência e eficácia dos processos;
  • maior transparência no uso e processamento de informações;
  • aumento da colaboração entre os membros do seu time e do trabalho em equipe;
  • melhoria contínua dos processos.

Como funciona o workflow

Basicamente, o sistema de workflow pode ser dividido da maneira que listamos abaixo.

AD HOC

Trata-se de um processo manual feito de forma simples cujos itens podem ser alterados ou movidos de acordo com as regras e procedimentos estabelecidos pela empresa e quando houver necessidade.

Administrativo

Este tipo envolve processos mais burocráticos, pois estão coordenados às demais tarefas empresariais e podem ser simplificados a partir do workflow uma vez que ele possibilita a organização das informações.

Produtivo

Este é referente aos processos que podem ter intervenção humana ou não. Afinal, eles são mais repetitivos, têm complexidade maior, além de exigir níveis maiores de qualificação e acesso a diversos sistemas de informação.

Colaborativo

Estes são os processos que envolvem o trabalho cooperativo executado por variados departamentos da empresa, mas com um objetivo em comum.

Como o fluxo de trabalho colaborativo é mais independente, ele não oferece tanta agilidade por poder demandar ações repetidas de um mesmo processo até que o objetivo seja, finalmente, alcançado.

Contudo, este é um processo mais completo, por envolver diversos times cujas habilidades podem ser exploradas de maneira colaborativa.

Transacional

Estes são processos de trabalho cujas tarefas são efetivadas de maneira conjunta, porém, em unidades diferentes, a fim de garantir uma maior confiabilidade e aplicação feita de forma exata.

Exemplos de workflow

Quer começar a documentar seus workflows, mas não sabe com quem começar? Separamos aqui alguns exemplos comuns que podem ser usados na maioria das empresas.

Marketing de Conteúdo

Quem trabalha com marketing sabe que Marketing de Conteúdo não se trata apenas de criar um bom texto para blogs, ele requer muitas etapas estratégicas.

Na maioria dos casos, publicar um único artigo requer colaboração entre quatro profissionais diferentes:

  • primeiro o responsável por desenvolver a pauta do conteúdo;
  • em seguida, o redator que precisa escrever o conteúdo;
  • o revisor deve conferir se o texto está pertinente à pauta assim como gramática e ortografia;
  • por fim, o profissional de marketing digital deve otimizar esse conteúdo para os motores de busca como o Google e publicá-lo no blog.
marketing de conteudo primeiros passos

Se você publica um conteúdo por semana no blog corporativo da sua empresa, esse workflow não será muito trabalhoso.

Porém, caso o blog tenha uma alta produção de artigos feitos por diversos redatores, o processo pode ficar confuso se não tiver um workflow bem claro.

Alguns conteúdos podem ter a produção atrasada e a publicação não seguir o seu calendário editorial, prazos podem ser perdidos etc.

Por isso, criar um workflow para marketing de conteúdo ajuda a acompanhar todo o processo para que todas as tarefas sigam no caminho certo.

E-mail Marketing

Quando falamos de e-mail, um exemplo claro de workflow é a automação de e-mail marketing que requer uma série de passos para que funcione.

Muito embora fazer e-mail marketing possa abranger ações mais simples como envio semanal de newsletter, criar um workflow (também chamado, aqui, de fluxo de nutrição) é importante para engajar as suas leads e deixá-las mais próximas do momento de compra. Vejamos o passo a passo de como isso ocorre:

  1. a pauta para um e-book a ser disponibilizado no seu blog é feita;
  2. o texto para o e-book é produzido por um redator;
  3. o visual do e-book é feito por um designer;
  4. o e-book é publicado numa landing page dentro do seu blog;
  5. uma sequência de e-mails é criada para todos que baixarem o e-book possam recebê-la;
  6. essa sequência é inserida numa ferramenta de automação de marketing digital.

Contratação de funcionários

O ingresso de funcionários é um momento importante nas empresas. Afinal, é neste momento que os processos de trabalho devem ser passados de forma clara aos novos colaboradores, além de tornar a experiência agradável a eles, pois trata-se do primeiro contato que eles fazem com a empresa.

Uma vez que o processo de contratação seja feito da maneira correta, isso pode fazer com que os novos funcionários estejam mais dispostos a beneficiar o negócio, além de aumentar a retenção de talentos no seu time de marketing.

Segue aqui um passo a passo de como o workflow da contratação de funcionários pode funcionar.

  • Passo 1: uma vez que seja aprovado no processo seletivo, um e-mail de boas-vindas é enviado ao mais novo funcionário;
  • Passo 2: as informações pessoais desse funcionário são inseridas no banco de dados da empresa;
  • Passo 3: todos os procedimentos legais (tais como assinatura da carteira de trabalho, emissão do vale-transporte, vale-refeição, entre outros benefícios);
  • Passo 4: apresentação do novo funcionário aos outros membros da equipe;
  • Passo 5: preparar os materiais de trabalho que ele precisará (computador, conta de e-mail, acessos aos softwares, etc);
  • Passo 6: treinar o funcionário para que possa exercer suas funções de trabalho.

Ou seja, como você pôde ver, o workflow adota uma série de processos que não podem faltar na gestão de uma empresa. E, quando falamos de marketing, existem inúmeros processos de modo que se torna difícil determinar a quais deles voltar mais a atenção.

Portanto, agora que você já sabe o que é workflow, para saber a quais processos de marketing você deve focar os esforços na sua gestão, confira este artigo que escrevemos sobre o assunto.

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