Rodrigo P. Curi

Especialista em Inbound Marketing


20 publicações feitas.



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Avaliações online: como essa técnica impacta na estratégia de SEO

Uma nova semana com mais novidades. O mundo do marketing não para e o que eu preparei hoje é um autêntico exemplo de SEO, a força homeopática dos detalhes, pois uma simples troca de mensagens via Twitter possibilitou conhecer uma informação sobre os algoritmos de busca. Isso faz uma grande diferença para quem quer estar nas primeiras posições do Google.

O assunto é o seguinte: fóruns vs conteúdo duplicado. Os implacáveis bots não somente são eficientes como também misteriosos, parte do seu excelente desempenho é fruto de suas mudanças constantes, dessa forma, ele consegue impedir que “pegadinhas” sejam feitas na hora de posicionar a página.

Recentemente, apareceu uma nova informação. Para os desavisados pode não ser significativa, contudo, para uma estratégia de SEO pode ser comparada a uma pedra preciosa!

Sobre o Yelp

Os sites de fóruns são muito populares, são plataformas especializadas nas quais o conteúdo é criado pelos usuários em uma modalidade chamada “fórum de revisão multitudinário”. Neste tipo de site, os clientes deixam a sua opinião sobre a sua experiência pessoal com determinado serviço ou produto. Portanto, são plataformas de influência.

Yelp é uma das principais, um serviço de busca local disponível para todo o público e, como não poderia ser diferente, possui uma capacidade enorme para formar opiniões e marcar tendências.

Avaliações online realmente impacta no SEO

Vamos definir o problema: se estamos aplicando uma estratégia de conteúdos e usamos os fóruns de alguma plataforma especializada, feita por algum cliente sobre o nosso negócio, como acontece por exemplo, no Yelp ou GoogleMaps, este poderia ser considerado um conteúdo duplicado?

No caso que a resposta fosse sim, isto significaria a perda de posições nos motores de busca, pois eles aplicariam penalidades às réplicas, impedindo, desta forma, que os profissionais de SEO fizessem uso de fóruns. Assim, a estratégia não seria afetada. O que implica em uma injustiça, pois impede utilizar uma avaliação positiva feito por um cliente sobre o seu negócio. Mas, felizmente, temos ao John!

Pergunte ao John

Um SEO chamado Ryan Batlett, decidido a terminar com esta dúvida, enviou uma mensagem via Twitter ao John Mueller, um analista de tendência da web do Google. A sua sorte foi tanta que obteve a resposta rapidamente. A troca de mensagens foi a seguinte. Você pode ver o conteúdo original do Tweet clicando aqui.

print twitter

Ryan Batlett:

@JohnMu Em primeiro lugar, obrigada por todo o valor que você agrega na nossa comunidade. Pergunta: Google desvaloriza uma página se copia/cola as avaliações do GoogleMaps, Google meu Negócio ou Yelp e as adiciona na página principal do seu site? (entre 500 e 700 palavras, aproximadamente). Isto poderia ser considerado como conteúdo duplicado em certa medida?

John Mueller:

Do ponto de vista de SEO do Google, não vejo nenhum problema nisso. Eu imagino que é mais provável que o original tenha uma posição para esse texto, mas se a avaliação é usado para proporcionar contexto, está tudo certo (embora não deveria estar marcada com dados estruturados). Talvez um iframe/embed também funcionasse?

Conclusão

Portanto, a resposta é bem clara. Agora, você já sabe, pode usar, sem problemas, as avaliações de terceiros no seu próprio domínio. Mas, isso deve ser feito sem manipular as tags que descrevem o conteúdo, próprias do site original. Esses comentários terão um caráter neutro e não oferecerão nem vantagens nem desvantagens na hora de ocupar posições nas buscas.

Espero que esta informação tenha sido útil, ela recém saiu do forno! Sem dúvidas, ela ajudará a ampliar as possibilidades da sua estratégia de conteúdos.

Se você deseja saber tudo sobre SEO, baixe o nosso material “SEO: O Guia Definitivo”.

Guia do SEO 2.0

Web Experience Management

Web Experience Management (WEM): tudo que você precisa saber sobre essa tecnologia

A chegada da era digital proporciona mudanças constantes na forma como empresas e consumidores interagem entre si. O amadurecimento do marketing digital nos últimos anos levou à criação de centenas de novas ferramentas focadas na melhor experiência online do cliente. Um exemplo que tem ganhado muito destaque é o Web Experience Management, ou WEM.

Como você já deve saber, administrar redes sociais, sites, e-commerces e campanhas de marketing digital em cada uma destas plataformas pode ser um trabalho complexo e ineficiente. Ao mesmo tempo, não administrá-los com cuidado pode comprometer bastante sua taxa de conversão. Daí vem a necessidade de uma ferramenta que facilite esse trabalho e otimize campanhas em múltiplos canais digitais.

É para isso que serve o Web Experience Management, uma metodologia que busca melhor administrar a presença online da sua empresa. Geralmente isso é feito através de um software dedicado, o que facilita ainda mais o trabalho.

De forma geral, o WEM se apoia em 4 pilares básicos:

  • Otimização de conteúdo: utilização dos melhores conteúdos, trabalho de SEO e múltiplos testes;
  • Engajamento por interação: um público envolvido tem maior tempo de vida e é mais fácil de converter;
  • Geração de demandas: trabalho no reconhecimento de necessidades dos leads para desenvolver um funil de vendas mais consistente;
  • Administração multicanal: integração dos diferentes pontos de contato digitais entre cliente e empresa;

Adotar essa nova ferramenta no seu negócio pode ser a melhor maneira de facilitar seu trabalho administrativo e se destacar em relação aos concorrentes. Especialmente em um ambiente tão disputado quanto a internet. E para te auxiliar nesse processo, vamos falar um pouco mais sobre a relevância do Web Experience Management e como você pode elaborar esse tipo de estratégia. Acompanhe.

Por que a tecnologia é importante?

Já mencionamos que o WEM quase sempre é implementado nas empresas através de um software dedicado, facilitando a tarefa de manter a consistência entre diferentes canais de marketing digitais. Achamos que vale a pena destacar este ponto, pois esta ferramenta é extremamente importante para o melhor desempenho do seu trabalho administrativo.

Coordenar todos os canais digitais da empresa é, tecnicamente, possível, mas não é uma forma prática nem eficaz de atuar, especialmente em grandes negócios. Unificar todos esses canais em uma mesma janela vai facilitar muito seu trabalho, otimizando seu tempo e maximizando o efeito de suas campanhas.

Marketing de Conteudo e Dados

Quais vantagens o Web Experience Management oferece?

Consistência da marca

Uma das principais preocupações que você deve ter ao criar campanhas de multicanal é garantir que a experiência do público seja similar ou mesmo idêntica em todos os canais utilizados. Isso inclui manter uma mesma mensagem, identidade visual, ofertas, processos de atendimento, entre outras coisas. Mais disparidade reduz as chances de reconhecimento, além de esbarrar em vários problemas de coordenação entre os demais setores.

Em uma estratégia WEM, a consistência de conteúdo entre múltiplas campanhas é um ponto imperativo. Dessa foram, não só é possível melhorar a experiência do cliente com seus materiais como também reaproveitar boa parte dos materiais visuais e dos conceitos utilizados em outras plataformas.

Produção acelerada

Para manter sua relevância, uma empresa precisa sempre oferecer algo novo ao seu lead, ou, pelo menos, apresentar conceitos antigos em um novo formato. Porém, alimentar um canal manualmente gera custos muito elevados para o negócio. Por isso uma estratégia WEM dá tanto foco na automação de marketing, direcionando conteúdos personalizados para o público certo, facilitando o processo de autoatendimento em vendas e atendendo mais rapidamente às demandas de seus leads.

Integração de todos os departamentos

Ao contrário do que possa parecer, uma estratégia de Web Experience Management envolve muito mais do que o setor de marketing. Essa metodologia leva em conta o trabalho administrativo geral, de vendas, produção, atendimento, entre muitos outros. Afinal, a melhor experiência online tem reflexo direto nas demandas de todas estas áreas.

Da mesma forma que o WEM combina os recursos de vários canais digitais, ele também deve coordenar os esforços de diferentes profissionais dentro da empresa para melhor atender aos seus leads. Por exemplo, para uma campanha online, é importante que seu time de atendimento e vendas saiba utilizar o canal em questão para melhor responder a qualquer dúvida rapidamente.

Foco na experiência do cliente

O termo “experiência do cliente” já é utilizado de diversas formas no mundo empresarial. De forma geral, ele se refere ao quão satisfatória é a interação do lead com o seu negócio, o que leva em conta a primeira impressão, qualidade de atendimento, satisfação com o produto, trabalho de pós-venda, entre outras coisas.

Investir nessa experiência antes de pensar puramente em faturamento, margens de lucro e alcance da marca é uma prática com resultados muito mais duradouros. Um cliente altamente satisfeito com sua interação costuma gerar um ticket médio mais alto em comparação com os demais, além de permanecer em contato por mais tempo, seja como comprador ou como divulgador da sua marca.

Maior responsividade para suas páginas e campanhas

Por fim, as ferramentas de Web Experience Management também servem para melhorar a responsividade do seu conteúdo em diferentes plataformas. Como você já deve saber, uma parte considerável dos usuários na internet consome conteúdo através de celulares e tablets. Somando isso aos diversos navegadores e sistemas operacionais disponíveis, é quase impossível garantir que uma imagem ou vídeo tenha a mesma qualidade em todos os canais.

Diante disso, é importante que você invista na maior compatibilidade possível entre conteúdo e aparelhos. Textos ilegíveis em telas pequenas, imagens cortadas e outros problemas similares podem comprometer muito sua taxa de conversão. E se você pretende integrar múltiplos canais, é melhor que o design também mantenha um mesmo nível de qualidade ao longo do caminho.

Como desenvolver uma estratégia WEM?

Descubra a expectativa dos seus leads

O primeiro passo nesta campanha é descobrir o que seu cliente espera. Sem expectativa, é bem mais difícil desenvolver uma experiência adequada para o seu público. Todo o seu planejamento de campanha deve ser feito com base naquilo que seus leads acreditam ser o mais relevante, ou no nível de qualidade desejado. Eles precisam de atendimento rápido? Produtos mais duráveis? Serviços mais pontuais? São questões muito relevantes em diversos níveis.

Descobrir estas expectativas, por sua vez, é um processo um pouco mais complexo, exigindo alguns testes e pesquisas de mercado. Em alguns casos, vale a pena estudar a atuação de outras empresas com um público similar. Isso aumentará consideravelmente suas chances de equilibrar resultados e expectativas diante do seu público-alvo.

kit de geração de leads

Foque nessas demandas durante suas campanhas

Com as expectativas do cliente me mente, é hora de utilizar seus diversos meios de contato online para otimizar a imagem de seus produtos. Por exemplo, após descobrir o tipo de serviço que os clientes de determinado canal mais buscam, você pode criar anúncios menores para esta plataforma. Em paralelo, um novo produto que ainda não possui público definido pode ser exibido de forma abrangente. Basta que você mantenha a mesma proposta de valor em todos os canais.

Além disso, você também deve usar seus conteúdos para administrar a expectativa do seu público. Criar promessas excessivas e difíceis de cumprir pode atrair um público maior, mas é bem provável que essa atitude gere prejuízos muito maiores no futuro. Especialmente se esse for o resultado de uma campanha inconsistente entre seus diversos canais online.

Integre estas informações com estratégias já em uso

Uma estratégia de Web Experience Management, como você já deve ter notado, não é desvinculada ou independente de todas as suas demais práticas de marketing. Toda empresa deve ter um plano de marketing abrangente, que se aplique a todos os setores e produtos. Por exemplo, focar em clientes de alto valor ao invés de quantidade, ou ampliar o brand awareness organicamente, minimizando a divulgação paga.

A questão do WEM dentro da sua empresa não é substituir ou mesmo revolucionar a forma como você trabalha o seu marketing. Ele é uma evolução natural destas práticas diante do cenário atual do mercado, onde o público é mais dinâmico e busca informação em múltiplas fontes. Não há motivo para descartar o planejamento já realizado, caso ele tenha um bom índice de sucesso.

Analise os dados coletados de múltiplas fontes

Outro ponto fundamental do WEM é a utilização de métodos de analytics de larga escala em seus canais de conteúdo. Vídeos, blog, e-commerce, redes sociais, todos podem e devem ser mensurados em conjunto se você pretende utilizar todos de forma significativa. Caso contrário, é bem provável que continue aplicando suas estratégias individualmente, sem a devida sinergia.

Há um certo receio de que, com essa grande quantidade de dados, a análise resultante fique poluída, pois combina diferentes ambientes como fontes de dados. Felizmente, as ferramentas de WEM disponíveis tendem a facilitar esse trabalho, pois permitem tanto a segmentação desses dados quanto a sua análise conjunta.

Depois de entender melhor o que é Web Experience Management, você pode começar a aplicar esta estratégia em suas campanhas e usufruir das vantagens que essa estratégia trará para o seu negócio! Se quiser ter mais conhecimento para melhorar seus resultados, veja aqui nossas dicas para mensurar o desempenho de sua estratégia de conteúdo.

Guia Completo do Google Analytics

Influenciador da Adidas

Falsa campanha da Adidas viraliza nas redes sociais para recrutar influenciadores

Recentemente, a Adidas se viu parte de um escândalo de fake news que levou a própria marca a esclarecer o boato.

A viralização de uma imagem, que sugeria que a marca estava a procura de pessoas para montar um “time de influenciadores”, foi responsável por movimentar a internet pelos últimos dias e compreender que o fenômeno das notícias falsas saiu do âmbito jornalístico e vem ganhando roupagem diferente.

No que consistia a “campanha”

A proposta, que deveria ser compartilhada pelos usuários em forma de imagem, acumulava uma série de especificações para que o perfil, em questão, tivesse a chance de trabalhar com a gigante dos calçados: era preciso ter no mínimo 200 seguidores e seguir um perfil específico no Instagram, além de fazer a repostagem do conteúdo.

Ao seguir todas as regras, os 100 selecionados receberiam, mensalmente, um pacote da marca com roupas, acessórios, vale presente e exposição no perfil oficial da marca. Rapidamente, o boato ganhou força e a própria Adidas se viu na responsabilidade de anunciar a fake news em seu perfil brasileiro — se você entrar hoje no @adidasbrasil, perceberá a seguinte frase: “Não estamos realizando nenhuma promoção ou sorteio”.

Além disso, um porta-voz da marca informou que a promoção é falsa e reforçou que absolutamente todas as ações e comunicação da Adidas, sejam elas com influenciadores ou não, são realizadas a partir dos canais oficiais.

Aprendendo a lidar com as fake news

O escândalo joga luz para um problema recorrente: como lidar com a quantidade absurda de fake news que invade, cada vez com maior frequência e intensidade, as redes sociais?

A resposta se encontra em uma palavra-chave: checagem/verificação de dados. Não necessariamente da forma na qual agências estão se especializando ao desenvolver ferramentas poderosas de “combate” às fake news, muito pelo contrário, é possível ajudar a desmontá-las de maneira muito simples e até mesmo rápida.

No momento em que uma pessoa se depara com qualquer tipo de conteúdo duvidoso, como esse da Adidas — afinal, nos dias de hoje, 200 seguidores nas redes sociais é um número bizarramente fácil de ser atingido — é preciso usar o exercício da apuração, conceito que jornalistas lidam diariamente desde o início da graduação.

Além do bom senso, uma simples checagem da fonte já é um grande passo para descobrir a mentira. Os perfis que “criaram” a campanha, claramente pareciam ter sido criados para propósitos duvidosos, já que existiam há pouquíssimo tempo e não tinham uma atividade profissional na página, coisa que a Adidas claramente não faria.

Se a dúvida permanecer, é só checar os perfis da marca: nenhuma ação desse porte seria feita sem que a própria Adidas anunciasse em suas redes sociais.

A prática, realizada por internautas que aplicam “golpes” do tipo para acumularem seguidores em perfis fantasmas — eles geralmente são vendidos depois — tem até nome: “phishing”. Já houveram inúmeros outros casos similares ao da Adidas, porém que não acumularam tamanha adesão ou repercussão ao ponto da própria marca se pronunciar.

O que resta aos internautas, então, é desenvolver diariamente uma visão cada vez mais analítica e até mesmo duvidosa em relação à notícias e conteúdos que podem parecer falsos. Na era das fake news, todo cuidado é pouco.

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Como construir defensores para sua marca

sean ellis

Sean Ellis: conheça o pai do Growth Hacking

Sean Ellis cunhou o termo “growth hacking” em 2010, quando trabalhou para otimizar o crescimento de várias empresas, incluindo Dropbox, Eventbrite, LogMeIn e Lookout, que, por sinal, valem bilhões de dólares — cada uma delas —, atualmente.

Ele é co-autor do livro “Hacking Growth”, que é um fenômeno na área e foi traduzido para 15 idiomas. Além disso, publicações renomadas mundialmente como New York Times, Wall Street Journal, WIRED, Fast Company, Inc.com e outras estão sempre reproduzindo as ideias de Sean.

Além disso, Sean Ellis é fundador e CEO do GrowthHackers.com — o maior portal de conteúdo do mundo sobre Growth Hacking. neste texto vamos destacar alguns dos seus principais ensinamentos. Acompanhe!

Carreira de Sean Ellis

Sean Ellis não é um simples profissional de marketing. A verdade é que ele construiu uma carreira em um contexto bem diferente disso. Ele é o primeiro growth hacker do mundo.

Sean chegou a vender publicidade, mas acabou encontrando seu propósito quando um amigo construiu uma empresa de internet. Apesar de não saber muito sobre esse universo na época, ele reconheceu as oportunidades e potencialidades do marketing digital.

Ele chegou a afirmar que gostou da ideia de segmentar determinados anúncios para pessoas específicas. No entanto, em vez de concentrar seus esforços apenas no marketing, Sean começou a experimentar um método que ele chamou de “growth hacking”, que revolucionaria a forma como as startups olhavam para o marketing.

Ele testou suas técnicas ao longo dos anos e foi fundamental para inúmeras empresas que estavam desejando crescer o mais rápido possível. Assim, conforme mostramos na abertura deste texto, algumas dessas organizações valem atualmente bilhões alguns de dólares.

Lições do pai do Growth Hacking

Growth hacking é uma técnica muito mais ligada a processos do que a determinadas táticas. É uma forma de trabalhar o crescimento de um negócio específico com foco nas melhores práticas, que são construídas por meio de experimentos e hipóteses.

Nesse sentido, é importante dizer que não é algo que mudará os paradigmas de uma empresa de forma mágica . Logo abaixo, vamos destacar algumas das principais lições de growth hacking ensinadas por Sean Ellis.

Como adquirir os primeiros usuários

Segundo Sean Ellis, isso depende do tipo de categoria do negócio, mas ele prefere começar com estratégias consideradas gratuitas, como SEO e marketing de conteúdo.

Para ele, quando os investimentos começam por meio de estratégias gratuitas, a maturidade, tanto do time, quanto da estratégia será maior. Assim, ao começar a testar ações de mídia paga, provavelmente o projeto terá mais resultado.

Como se tornar um growth hacker

Para Sean Ellis, existem inúmeros caminhos possíveis que podem ser seguidos. Um deles é reconhecer de maneira profunda as particularidades de um novo canal. Um dos grandes benefícios desse tipo de abordagem é que poucos profissionais terão experiência em uma mídia ou ferramenta emergente.

Nesse contexto, é importante dizer que empresas inteligentes trabalham com profissionais contratados para explorar canais que possuem um potencial de crescimento e alto retorno de resultados.

Esse tipo de profissional é geralmente chamado de mestres do crescimento ou gerente de produto do crescimento (growth masters ou product managers of growth). Para Sean, haverá uma grande demanda para isso no decorrer dos anos.

Como surgem as ideias de Growth Hacking

No time de Sean, cada profissional fica responsável por apresentar suas próprias ideias. O essencial é que as pessoas sejam encorajados para contribuir com algumas questões. No caso dele, particularmente, as suas ideias acontecem à medida que ele mantém uma relação muito próxima com seus produtos e clientes.

Além disso, ele pesquisa constantemente por táticas de Growth que são utilizadas por outras organizações. Quando encontra algo interessante, Sean pensa nas diversas maneiras de aplicar uma determinada ideia para o contexto dos seus negócios e clientes.

Quase sempre, as suas melhores ideias acontecem a partir da combinação de outras ideias. Não existe método específico para isso, mas, como Sean é fascinado pelo fato de as empresas gerarem crescimento exponencial, ele vive buscando por coisas interessantes.

Uma das áreas em que sua equipe foca é em entender alguns motivos que levam experimentos a dar certo e, assim, é possível aplicar o conhecimento adquirido em um novo projeto. Esse tipo de experiência tem algumas das melhores taxas de sucesso nos negócios de Sean.

Como estrututar um time de Growth

De acordo com o pai do growth hacking, para montar um time nessa área é preciso começar com gestor de produto e crescimento e deixar o resto da equipe totalmente focada nas experiências e experimentos. Um dos primeiros passos é estabelecer uma meta de experimentos semanais e registrar os problemas, caso eles existirem.

Quando você for contratar profissionais totalmente dedicados para a equipe de Growth, tente contar com pessoas com perfis dinâmicos para elas ficarem responsáveis pelos eventuais problemas que apareceram. Os melhores times geralmente são compostos por pessoas que conseguem fazer de tudo — e que são capazes de aprender e resolver alguns problemas bem específicos.

Times de marketing Banner

Ferramentas e hacks

Agora que você já conhece algumas das principais ideias e ensinamentos de Sean Ellis, vamos destacar algumas das principais ferramentas e hacks do growth hacking. Implementá-los é importante, principalmente, por conta de quatro questões:

  1. Economia de tempo;
  2. Autonomia da equipe;
  3. Poucos custos (quase todas contam com versões gratuitas ou bastante acessíveis);
  4. Alto retorno de resultados.

Analytics

Essas ferramentas são utilizadas para a mensuração dos dados e experimentos. Entre as principais e mais utilizadas no mercado, podemos destacar Google Analytics, HEAP e Mixpanel.

De longe, o Google Analytics é a ferramenta mais popular e é muito provável que você já a utiliza em seu site ou em seu blog. As outras duas, por sua vez, são totalmente voltadas para o funil dos sites, de forma que você entende como acontece a navegação do usuário.

Entre elas, vale dizer que a HEAP tem a vantagem de ser mais fácil de ser utilizada.

Guia Completo do Google Analytics

Pop-up/coletor de emails

Os pop-ups poderão ser bastante efetivos quando eles são utilizados de forma estratégica em determinadas páginas, pois geram muitos bons resultados.

Eles foram criados como uma alternativa aos banners e são ótimos para anunciar um produto de forma organizada e pontual, por exemplo.

Mas lembre-se sempre de que esse recurso deve ser utilizado com foco na experiência do usuário. O objetivo é que um visitante tenha acesso às informações que ele deseja de maneira facilitada.

Entender o comportamento do usuário

Existem algumas alternativas de ferramenta para mapear o comportamento do usuário como o Inspectlet e o LuckyOrange. Para pôr em prática, você pode, por exemplo, pegar uma landing page de teste gratuito e gerenciar o comportamento do usuário na página.

Dependendo dos resultados, você pode criar páginas visualmente mais limpas, com menos textos e mais elementos visuais, caso isso aumente a conversão na Landing Page.

Teste A/B

Algumas ferramentas, como a Visual Website Optimizer (VWO) e e a Optimizely, são simples de serem utilizadas e não é necessário entender nada de HTML para fazer os testes A/B, pois basta apenas arrastar os elementos para efetivar as mudanças.

Além disso, essa ferramenta já conta com as funções de análise de dados, que indicam quando o número de visitantes conquista uma relevância. Nesse sentido, algumas pequenas mudanças, como mudar a cor de um determinado formulário, podem trazer mais destaque e consequentemente mais conversões.

Como dissemos, o ideal é testar hipóteses e experimentos, de forma que você conquiste seus objetivos e bata suas metas.

O que você achou desse ensinamentos de Sean Ellis? Um dos primeiros pontos a entender que é que Growth Hacking é muito mais do que uma metodologia, pois é uma forma de pensar e agir. Com isso em mente, você pode levar o conceito para ser aplicado em quaisquer áreas do seu empreendimento.

Para o próprio Sean, o Growth está relacionado ao trabalho de um profissional “cujo objetivo é o verdadeiro crescimento da empresa. Por isso, tudo o que é feito deve ser examinado por seu potencial de impacto sobre o crescimento escalável”.

Em outras palavras, um grotth hacker deve trabalhar o crescimento de um negócio por meio de testes, com a ajuda da tecnologia, do marketing e da criatividade.

Quer entender mais sobre o assunto de maneira profunda e saber todos os detalhes desse universo que pode ser essencial para o seu projeto? Então, confira nosso post sobre conteúdo baseado em dados e aprenda a nortear sua estratégia através dos dados!

Marketing de Conteudo e Dados

Conheça agora os 3 principais CMSs do mercado!

A importância conquistada pelo marketing digital é indiscutível. Se você ainda tem dúvidas, preste atenção neste dado: a adoção do Marketing de Conteúdo tem crescido de forma exponencial.

Na edição de 2018 da Content Trends, 73% dos respondentes declararam que têm investido nessa frente. E 61,8% das operações que não adotam pretendem fazer isso.

Para ter uma estratégia bem-sucedida nessa área, as empresas não podem deixar de investir na presença digital das marcas.

Para estabelecê-la de forma eficiente, o ponto de partida é a organização da plataforma de comunicação na internet. Ela pode ser ancorada num site institucional, blog corporativo, loja virtual, enfim, é extensa a lista de opções.

Porém, para qualquer uma dessas alternativas, é imprescindível entender como funcionam os principais CMSs do mercado. É a partir desse conhecimento que você vai conseguir escolher o seu Content Management System e, com isso, ter um canal que atenda às suas necessidades e responda às exigências do seu público.

O assunto despertou o seu interesse? Então, você está no lugar certo. Preparamos um post completo sobre o uso dos principais CMSs. Vamos explicar tudo o que você precisa saber sobre WordPress, Drupal e Joomla.

Entenda os diferenciais dos principais CMSs do mercado

WordPress

O WordPress é o mais popular dos CMSs do mercado. Estima-se que 40% dos sites presentes na internet adotem o sistema.

É claro que isso não quer dizer que ele seja o ideal para o seu negócio. A sua organização pode ter outras necessidades, porém, ainda assim é importante entender como ele funciona, certo?

Vamos começar pelas vantagens:

Para começar, leve em conta essa informação: a maioria dos serviços de hospedagem permite que a configuração do WordPress seja feita com apenas alguns cliques, isso é possível porque o sistema já vem instalado, exigindo apenas ajustes de personalização e inserção do conteúdo.

Quem trabalha com isso sabe que esse é um diferencial importante, uma vez que a não compatibilidade entre os sistemas pode render muita dor de cabeça para os gestores.

Outro ponto positivo é o gigantesco volume de templates e plugins disponíveis para os usuários, tanto pagos quanto gratuitos. Na prática, isso significa que você vai conseguir incrementar bastante o seu projeto, independentemente da sua natureza.

Se for um blog corporativo, há excelentes opções não apenas em termos de templates, como de funcionalidades criadas para facilitar a interação com o seu público, uma das demandas do consumidor.

A título de curiosidade, vale o registro de que o WP nasceu justamente para suprir as demandas específicas nessa área, por isso até hoje ele ocupa uma posição de destaque para esse tipo de projeto.

Entre as facilidades, destaque para as formas de publicação dos conteúdos. Com uma interface similar a usada pelos editores de textos mais comuns (como o Word), ela não exige conhecimentos técnicos de linguagem web.

Outra vantagem também é a facilidade para a criação de e-commerces pela plataforma. Sem muita complicação é possível acrescentar várias funcionalidades na página da loja virtual.

Escolhendo os plugins adequados, você consegue:

  • ter uma página atrativa para a exibição dos produtos;
  • cadastrar e gerenciar os itens da loja;
  • inserir e administrar os usuários;
  • fazer a gestão do estoque;
  • configurar métodos de pagamentos;
  • integrar seus sistemas de entrega.

Apesar da praticidade dessa ferramenta, não se engane: é importante contar com serviços especializados. Por mais que se busque conhecimento sobre o assunto, é difícil competir com quem lida com essas questões no dia a dia e, portanto, tem experiência no emprego desses recursos.

De qualquer forma, os gestores dos projetos devem ter uma boa noção do que vão encontrar em cada sistema, até para cuidar melhor da orientação estratégia dos projetos.

Pesa ainda a favor do WP a sua extensa comunidade. Além de ajudar na resolução dos problemas por meio dos fóruns, ela é responsável pela produção de diversos tutoriais, o que ajuda bastante quem está iniciando a jornada na plataforma.

Há ressalvas em relação à adoção do WordPress? Claro que sim, uma vez que nenhum sistema é perfeito. Uma delas diz respeito à segurança. Como em todo sistema open source, de código aberto, é preciso redobrar a atenção.

Os problemas mais comuns são relacionados aos ataques de hackers e outros incidentes do tipo.

Dica dos especialistas: é possível minimizar os riscos com a instalação de plugins de segurança e a adoção de medidas preventivas, como a atualização constante do sistema.

Guia do WordPress para blogs corportativos

Joomla

Concorrente direto do WP, o Joomla compartilha com o seu congênere algumas características: o código aberto e a facilidade de expansão.

Dito isso, vale destacar que estamos nos referindo a um CMS que tem uma variedade maior de ferramentas para se trabalhar.

E o fato delas serem nativas gera uma vantagem importante: são menores as chances de problemas, como ocorre quando se empregam no projeto as chamadas extensões.

Mas nem tudo é perfeito. O uso do Joomla pode exigir mais conhecimento técnico do usuário. Isso pode ser um complicador para quem não domina muito bem a linguagem web. No entanto, o aprendizado será bem recompensado, uma vez que a partir daí você vai ter um sistema que roda com mais facilidade.

Assim como acontece com o WordPress, são comuns sistemas de hospedagem que contam com instaladores automáticos desse CMS. Nesse caso, melhor para o usuário, que pode se concentrar apenas na personalização da página.

Nesse contexto, ao fazer a seleção dos templates, é possível fazer o filtro por tipo de site, seja uma página institucional, e-commerce, blog corporativo, portal de notícias etc.

No quesito personalização, o Joomla é diferente do WordPress. Em vez de ter acesso a um diretório com os temas, será preciso buscar na internet os modelos e fazer o upload.

Mas tem uma vantagem: trata-se de um sistema mais flexível. Com isso, o site tem tudo para ficar mais adequado às necessidades do negócio em questão, o que pode ser um diferencial importante na conquista da sua persona.

O sistema permite, inclusive, que você reorganize os caminhos de navegação, que não são tão engessados como no WordPress.

A gestão do conteúdo é um dos pontos fortes do Joomla. Assim, sem digitar uma única linha de código, o usuário consegue organizar e categorizar seus conteúdos.

Outra questão importante: sites mais complexos vão contar com mais recursos “nativos”. Ou seja, considere essa alternativa se pretende trabalhar com fóruns, portais ou mesmo e-commerce.

No quesito segurança, o Joomla leva vantagem. Primeiro, por não ser tão popular, é menos suscetível aos ataques. Segundo, tem um sistema de autenticação em dois passos, o que minimiza os riscos.

Qual CMS é mais indicado para o seu negócio? A resposta para essa pergunta depende de muitos fatores. Portanto, desconfie de quem for taxativo em relação ao assunto, sem conhecer os detalhes do seu projeto.

Drupal

Tão popular quanto o WordPress, o Drupal tem a preferência de muitas empresas, principalmente das que têm projetos de sites mais complexos.

Para se ter ideia, figuram entre os seus clientes empresas como Sony, Warner, Disney, Nokia, Sun, WhiteHouse, BMG e Sony Ericsson, além de algumas institucionais de bastante peso internacional, como Nações Unidas, Casa Branca e até a Nasa.

Carregamento rápido e segurança são pontos que se destacam no seu uso, assim como as possibilidades de personalização. Nesse caso, vale a observação: as edições e atualizações podem ser feitas, porém, exigem mais conhecimento técnico por parte do usuário.

A exemplo do WordPress e do Joomla, estamos falando de um sistema de código aberto e gerenciado pela comunidade. No entanto, trata-se de uma opção mais avançada do ponto de vista técnico. Se isso é bom para garantir mais versatilidade ao projeto, também pode representar custos mais altos com os desenvolvedores.

A maior prova disso é que essa é uma reclamação recorrente em relação ao Drupal: facilidade de uso. Muitos usuários consideram que o WordPress leva vantagem nesse quesito.

É provável que isso tenha a ver com o volume de opções disponíveis em termos de módulos e outros elementos importantes na criação dos sites. Anote aí: o Drupal trabalha com um diretório de extensões enorme, bastante similar ao do WordPress, mas existem mais módulos pré-instalados.

Para quem está em busca de soluções específicas para determinados setores, o Drupal tem recursos importantes. Ele oferece soluções pré-montadas para os segmentos de saúde, ONGs e universidades, entre outros.

Se o seu projeto pertence a um desses segmentos, avalie os recursos, uma vez que pode ser uma boa saída para agilizar o processo de instalação e de manutenção do sistema de gerenciamento de conteúdo.

Outro diferencial importante do Drupal refere-se à área de administração. Ela oferece diversas opções de personalização desde o início do projeto. Por que isso é importante? Simples, você terá mais controle sobre o site.

No passado, eram comuns as reclamações de que esse diferencial tornava a interface da plataforma mais complicada. A empresa investiu em melhorias nesse sentido e conseguiu simplificar o processo.

E se encontrar problemas na hora da execução? Hoje o Drupal também dispõe de uma comunidade bastante ativa na internet, o que significa que as equipes vão contar com o suporte necessário.

Não há muitas diferenças, também, em relação às práticas de otimização. Os principais CMSs do mercado contam com excelentes ferramentas para melhorar o desempenho dos conteúdos nos buscadores.

No caso do Drupal, além dos recursos nativos (como o cachê embutido que acelera o carregamento das páginas), estão disponíveis várias extensões criadas justamente para melhorar o SEO.

Vale destacar ainda a questão da segurança. Há consenso entre os profissionais da área que esse pode ser considerado um dos pontos fortes do Drupal. 

Ela é garantida a partir de requisitos básicos do sistema e por meio de extensões. É o caso do módulo que gera automaticamente os relatórios, indicando os pontos fracos do site.

Em relação aos aspectos negativos do Drupal, podemos indicar:

  • a necessidade de os profissionais terem mais domínio da parte técnica. Dito de outra forma: a curva de aprendizado costuma ser mais lenta. Nada que não possa ser feito, mas considere que vai levar mais tempo para a tarefa;
  • a exemplo do WordPress e do Joomla, a empresa precisa ter domínio próprio e de hospedagem PHP/MySQL.

Até pelas questões abordadas acima, não é difícil deduzir que, no caso do Drupal, trata-se de uma opção a ser considerada pelas empresas mais preocupadas com a escalabilidade do projeto. Se for esse o seu caso, vale a pena investir numa solução mais complexa e com mais flexibilidade.

Por que é preciso investir num CMS?

Ter um sistema adequado para a gestão do conteúdo é primordial hoje para as empresas não apenas em função da praticidade e do ganho de tempo. A concorrência no ambiente digital está cada vez mais acirrada e, sem qualidade, é impossível reter a atenção do público.

Outro aspecto importante a ser considerado é a relevância conquistada pelo digital na estratégia de atração e retenção de clientes. Independentemente do setor, é difícil imaginar que uma empresa possa expandir o seu negócio sem recorrer aos recursos dessa área.

Se ainda tiver dúvidas sobre isso, lembre-se de que a transformação digital deixou de ser uma tendência, faz parte da realidade atual das empresas. As suas implicações alcançam diversas frentes do negócio, porém, não podemos ignorar a relevância da comunicação.

Ter uma plataforma que consiga valorizar a experiência do usuário é condição básica nesse ambiente. Além disso, é crucial aproveitar os recursos disponíveis para entender melhor o comportamento dos clientes e, a partir daí, ter respostas mais precisas para as suas demandas.

Resumindo, não basta ter um site estático. Aquela ideia de um “cartão de visitas virtual” não atende mais às exigências do consumidor. Não faz sentido, portanto, que as empresas deixem de valorizar o uso de recursos mais sofisticados para aprimorar sua presença no ambiente online.

Quais critérios devem orientar sua escolha de um CMS?

Como você deve ter percebido, a escolha do CMS ideal para o seu negócio exige atenção a diversos fatores.

Considerando as condições da sua empresa, analise os seus objetivos no ambiente digital, o orçamento disponível para o projeto e, claro, as funcionalidades que atendem à sua demanda.

Além de avaliar as características dos principais CMSs do mercado, vale também conferir outras opções menos populares, como Wix, Bloggler (que pertence ao Google), TextPattern e Radiant.

Para aprofundar mais suas pesquisas, não deixe de ler nosso guia definitivo do blog corporativo.

guia definitivo do blog corporativo

Como implementar inteligência artificial no meu software

Como implementar inteligência artificial no meu software?

A inteligência artificial não é um conceito novo. Tudo começou em 1956, quando o professor universitário John McCarthy visualizou um futuro onde as máquinas seriam capazes de resolver problemas e realizar tarefas de forma autônoma.

Na época, a ideia foi encarada como obra de ficção científica, mas ela não foi esquecida e, hoje, é uma realidade. Então, como implementar inteligência artificial em um software?

Ao longo dos anos, ouvimos falar muito sobre Machine Learning, Deep Learning, análise preditiva, Big Data Analytics e Internet das Coisas . E não foi a toa, pois a inteligência artificial engloba todos essas tecnologias.

Graças a elas, as máquinas ganharam autonomia, podendo pensar e falar por conta própria. Muitos cientistas já trabalham em projetos para tornar as máquinas capazes também de reconhecer emoções nas pessoas e demonstrar todos os tipos de sentimentos.

Embora isso possa ser polêmico, já que implica em debates sobre a replicação da consciência humana, tais feitos já são possíveis.

O assunto é bem interessante e vamos focar em como você pode aproveitar a tecnologia a favor do negócio. Então, descubra a partir de agora como implementar inteligência artificial no software da sua empresa!

O que é inteligência artificial e como ela funciona?

A inteligência artificial (IA) representa o desenvolvimento de sistemas computacionais capazes de executar tarefas que normalmente são realizadas por pessoas, como percepção visual, reconhecimento de fala, tomada de decisão e a tradução de idiomas.

É um ramo da engenharia da computação, projetado para criar máquinas que se comportam como seres humanos.

Esse resultado é obtido usando algoritmos que descobrem padrões e geram insights a partir dos dados analisados, resultando em tomadas de decisões e previsões mais certeiras num processo que evita a necessidade de programações para ações específicas. O objetivo é fazer com que as máquinas imitemas faculdades de raciocínio únicas do ser humano.

Após a Revolução Industrial, as máquinas e ferramentas usadas como apoio ao trabalho braçal não pararam de evoluir e, com o avanço das tecnologias de TI (Tecnologia da Informação), logo serão autônomas, dispensando a supervisão ou qualquer outra atividade humana no processo.

inteligência artificial ainda tem um campo largo a ser explorado e representa mais nova onda de inovação. Em breve, ela deve gerar grandes mudanças na forma como as coisas funcionam e na maneira como as empresas e indivíduos se relacionam com a tecnologia.

Content Trends Tecnologia

Quais são as tecnologias por trás da IA?

Para um software pensar e agir por conta própria, depende de um conjunto de tecnologias. Além disso, precisa ser, inicialmente, ensinado, como uma criança.

Depois, ele repete as ações sozinho, adquiri hábitos, aprende coisas novas, incorpora o aprendizado aos padrões comportamentais existentes e cria um ciclo de aprendizagem contínuo, o que permite que se molde rapidamente as mudanças de cenário.

As principais tecnologias que fazem isso dar certo são:

Machine Learning

Machine Learning (aprendizado das máquinas) envolve softwares usando dados para compreender situações e ambientes com o mínimo de programação possível.

Em vez de programar padrões de funcionamento, o Machine Learning consiste em deixar que o sistema aprenda esses padrões por si próprio a partir dos dados que recebe e analisa, interpretando informações sobre as condições atuais.

Ou seja, o Machine Learning é uma tecnologia pertencente ao campo da inteligência artificial dedicada a medir a capacidade que o software tem de aprender sozinho, bem como tornar isso possível. Hoje, o aprendizado das máquinas é a principal tecnologia impulsionadora da inteligência artificial.

Você pode ver o Machine Learning em ação quando pesquisa um determinado produto na internet e, quando visita uma loja virtual, lá está ele aparecendo em destaque, como recomendável para você.

Deep Learning

À medida que nos aprofundamos em níveis mais avançados de aprendizagem das máquinas, o Deep Learning (aprendizado profundo) entra em ação e constrói uma arquitetura complexa tal como asredes neurais de um cérebro humano.

Significa não ter que programar um sistema prospectivo e com uma qualidade indescritível de inteligência. Em vez disso, todo o potencial para a inteligência futura e os poderes de raciocínio ficam latentes no próprio programa, que se desenvolverá com o tempo. É muito parecido com a mente incipiente de uma criança, mas infinitamente flexível.

Isso permite que o software encontre sentido nos padrões, mesmo com ruídos, detalhes ausentes ou outro fator que possa causar confusão a interpretação das análises.

Embora as possibilidades do Deep Learning sejam vastas, seus requisitos também são grandes, pois demanda tecnologias de Big Data Analytics, um banco de dados acessível e bem organizado, além de um superpoder de processamento das informações.

O Deep Learning é um subconjunto do Machine Learning e, por isso, pertence ao campo mais avançado da IA. Afinal, é ele que torna possível as máquinas terem um comportamento mais parecido possível com os dos humanos.

Processamento de Linguagem Natural

O Processamento de Linguagem Natural (PLN) se beneficia das técnicas de Machine Learning e ajuda o software a encontrar padrões reconhecíveis em grandes volumes de dados brutos.

Uma das formas que ele atua é analisando dados de voz, textos, vídeos, imagens e expressões faciais para reconhecer emoções dos usuários.

O algoritmo não analisa apenas uma situação. Ele explora vários tipos de bancos de dados disponíveis, como as redes sociais, e associa toda a interação do usuário, como postagens e mensagens recebidas.

Juntando todas as informações possíveis, o algoritmo consegue encontrar padrões e chegar a uma conclusão sobre como o usuário se sente em relação às marcas e produtos.

Como a IA é implementada ao SaaS?

Muitas empresas já utilizam a inteligência artificial em seus softwares. Alguns exemplos famosos são:

  • Google: realiza o preenchimento automático das buscas e prevê com alta precisão o que o usuário deseja pesquisar. O Google também já usa a IA para testar carros 100% autônomos, evitando colisões e engarrafamentos sozinho;
  • Amazon: uma das maiores empresas de e-commerce do mundo faz recomendações personalizadas de produtos e serviços aos usuários usando algoritmos de Machine Learning;
  • Waze: o aplicativo de navegação reúne dados do usuário, na internet, e da região que está inserido, via satélite, para indicar as melhores rotas em apenas um clique;
  • Facebook: a rede social mais famosa do mundo conta com o reconhecimento facial das imagens postadas para recomendar marcações em fotos;
  • Siri: o aplicativo de assistente pessoal usa o processamento de voz para se comunicar com o usuário.

Hoje, podemos dizer que a inteligência artificial se subdivide em níveis, mas todos eles dependem da seguinte fórmula:
 

Banco de dados + Big Data Analytics + Cloud Computing = máquinas e sistemas mais inteligentes.

Nesse caso, se quiser desenvolver um software inteligente ou aplicar a IA em um software existente, o mais importante é encontrar um provedor de recursos de cloud computing que inclua em seu portfólio os serviços de gerenciamento de banco de dados, Business Intelligence e desenvolvimento de softwares e estruturas na nuvem, como SaaS (Software as a Service) e PaaS (Platform as a Service).

Qual a relação entre IA, análise preditiva e internet das coisas?

Para criar inteligência artificial, primeiro você precisa de um Big Data (banco de dados) estruturado, para servir como fonte de análise. Esse banco deve ser constantemente alimentado por meio da coleta automatizada dos dados.

A partir disso, o BI (Business Intelligence) entra com a função de analisar, identificar padrões e extrair informações de valor.

Geralmente, essas informações relatam condições e cenários atuais, mas, com a ajuda da análise preditiva, o BI engloba todo o histórico de registros e aponta tendências, facilitando a projeção de cenários e resultados com bons níveis de precisão.

Ou seja, a análise preditiva é o que permite a previsão de acontecimentos futuros e a probabilidade de resultados.

Já a IoT (Internet of Things), visa transformar os aparelhos eletrônicos em “smarts”. Assim como aconteceu com os celulares, passariam a ter recursos de internet, se comunicarem uns com os outros, tomarem decisões por conta própria e serem monitorados a distância pelos usuários.

Imagine uma geladeira “smart”. Graças a IoT, ela poderia enviar dados ao proprietário sobre consumo de energia, ajuste de temperatura ideal para o momento, hora certa para o descongelamento e limpeza e muitas outras informações.

Além disso, o usuário poderia programar funções remotamente, via internet, e a geladeira executar tudo sozinha, sem a necessidade de alguém por perto.

No caso da IoT, o sucesso dependeria de recursos de internet aliado aos avanços das áreas pertencentes a inteligência artificial, como Machine Learning.

Como a IA contribui para gerar experiência ao usuário?

Assim como quase toda a inteligência artificial usada em SaaS de Marketing e Vendas, ela conta com o formato cognitivo. Sendo assim, o sistema passa a identificar comportamentos e agir de forma antecipada aos desejos e necessidade dos clientes.

Ao ser abordado com a solução que precisa antes ou na hora exata, o cliente se surpreende com a atenção dedicada e passa a se sentir importante para a empresa. Como forma de agradecimento, acaba comprando o produto ou serviço e, em muitos casos, é fidelizado com mais facilidade.

E não é só isso. A IA deve conectar todos os ambientes da vida humana, como vida pessoal, casa, estudos, profissão, viagens e outros em uma experiência unificada.

Ela vai nos ajudar a monitorar eventos, acompanhar o estado de saúde mental e física, prever necessidades e nos lembrar de tarefas importantes. Ela é tão discreta e sensível que, atualmente, muita gente já usa e nem percebe.

Como a IA auxilia na tomada de decisões?

Por meio da análise de dados, a IA descobre padrões de comportamento do cliente, projeta suas necessidades e ações no futuro, como a busca por soluções em forma de produtos e serviços, e informa aos gestores, por meio de relatórios, quais estratégias de marketing terão maior probabilidade de sucesso com ele.

Se considerar o avanço das técnicas de análise preditiva, combinadas com múltiplas fontes de dados, modelos estatísticos estruturados e as tecnologias de Machine Learning, a inteligência artificial entrega aos gestores um poder incrível de prever demandas, riscos e oportunidades, além de simular resultados de estratégias com base no cenário projetado.

Com essa ferramenta, a tomada de decisões acontece de forma antecipada e com maior nível de acerto, o que gera grande vantagem competitiva aos negócios.

Agora que você sabe como implementar inteligência artificial no software, conte com o apoio de um especialista na função e aumente as perspectivas do seu negócio para o médio e longo prazo.

Gostou das dicas? Então aproveite a oportunidade para descobrir também quais são as tendências para o mercado de tecnologia!

Métricas de performance no futebol e no marketing

Na Copa 2018, entenda quais métricas sua empresa deve ter em mente, assim como a seleção

Todo mundo sabe que a indústria do futebol movimenta muitos milhões direta e indiretamente, por isso, o desempenho dos atletas precisa ser cada vez mais apurado dentro de campo para que o show continue gerando negócios.

Estratégias de marketing corporativas também não ficam para trás e podem faturar bons resultados para suas empresas. Não por acaso, essas áreas apostam suas fichas, e gestão, nas métricas de performance.

Você provavelmente já ouviu por aí que futebol “não é só um jogo“, e isso traz um certo equilíbrio para essa visão cada vez mais capitalista do esporte. E a verdade é que o marketing também não é só uma estratégia para aumentar as vendas!

Tanto futebol quanto marketing têm uma capacidade enorme de provocar emoções que fidelizam.

Se no futebol existem métricas para medir a eficiência no passe, o tempo de posse de bola e também participação em jogadas decisivas e dribles de efeito moral, no marketing é possível medir número de leads gerados e taxa de conversão de vendas, mas também engajamento nas redes sociais e fidelização.

Ou seja, “não são só conversões“.

Por isso, fizemos este post para falar destas duas paixões e como táticas, esquemas de jogo e estratégias de atração podem se juntar e serem otimizadas com métricas de performance que não tiram a beleza do jogo, mas permitem que treinadores e gestores busquem melhores resultados.

Se você está adorando o clima dos jogos do maior evento de futebol do mundo e também está de olho nas suas vendas, continue sua leitura!

Entendendo sobre esquema tático de jogo e estratégias de canais

Defesa, meio de campo e ataque: um resumo das funções do futebol que podem ter milhares de configurações para um mesmo time.

Além dos esquemas 4-3-3, 3-5-2 e 4-5-1 que definem a formação e posicionamento dos jogadores em campo, existe também uma estratégia para a forma com que eles devem interagir e, claro, para extrair o melhor das habilidades individuais dos jogadores.

É o caso do tike-taka espanhol, uma forma de conduzir a bola com passes curtos e movimentações em toda a área do campo.

Foi sucesso absoluto nos anos passados, mas hoje, as chamadas triangulações têm sido mais eficientes na conversão de gols. Elas concentram o jogo em três jogadores e permitem que os demais se posicionem na área de ataque para identificar novas oportunidades de penetração ao mesmo tempo em que distraem o time adversário.

Estratégias de canais de marketing também podem ser igualmente emocionantes e interessantes de se elaborar, já que têm como objetivos principais a garantia da entrega do produto ao consumidor final e a experiência vivida nesse processo.

Atacado, varejo, e-commerce, distribuidoras e outros canais integram o time que o marketing tem disponível para elaborar uma estratégia em direção a conversão de gols, ou melhor, de vendas.

Cada um deles tem suas habilidades e formas de contribuir para o sucesso do negócio.

Para isso, porém, é fundamental conhecer bem as personas e as jornadas que elas mais utilizam para adquirir seus produtos. Além disso, com as novas tecnologias para integração de canais, as “triangulações” que podem ser feitas entre eles em benefício da experiência são magníficas.

É o caso de empresas que possuem o e-commerce e lojas físicas como seus canais de marketing.

Criar estratégias para otimizá-los é essencial, mas nesse processo é preciso considerar também que os clientes podem ir de um para outro. Assim, zelar por uma transição sem dificuldades ou até mesmo promover maneiras de um complementar o outro é fundamental.

Colocando as métricas de performance em campo

No futebol tem-se o time, o talento individual dos jogadores, seus fatores emocionais, o time adversário, o esquema tático para o jogo e até mesmo o clima do dia interferindo no desempenho dos atletas. No marketing, tem-se as diferentes personas, suas jornadas nos canais, a concorrência, e muito mais.

São variáveis que afetam os resultados e muita coisa importante em jogo, seja para os times, seja para as empresas.

Assim, gerenciar o desempenho exclusivamente por feeling é depositar uma boa parcela do sucesso no acaso, enquanto usar métricas de performance é uma forma de minimizar falhas na tomada de decisão.

Nesse gerenciamento é possível ter sucesso em, por exemplo:

  • extrair o melhor desempenho das peças que estão em jogo;
  • fazer alterações na estratégia com foco em melhorias; e
  • adquirir novas soluções que complementem o quadro atual.

Tecnologias utilizadas na recuperação física de um jogador podem constatar que o tipo de chuteira utilizada pode prejudicar seu desempenho na corrida ou aumentar o desgaste de determinado músculo da perna.

Já a Inteligência Artificial (IA), empregada para analisar dados de cada canal, pode indicar que é preciso intensificar as ações digitais para atrair potenciais clientes mais qualificados para o negócio. Mas, quais os indicadores e métricas podem dar essa visão estratégica para tecnologias e IA?

Escolhendo as métricas de performance mais adequadas

Não há dúvidas de que as métricas de performance devem ser escolhidas de acordo com seu negócio e a realidade do mercado. Considerando o fator global do futebol e das aplicações do marketing, até mesmo questões comportamentais dos leads podem determinar quais são as melhores métricas e indicadores para serem acompanhados.

Porém, algumas delas merecem destaque.

No futebol

Duas métricas são essenciais para definir o sucesso de um time:

Eficiência Tática

A eficiência tática basicamente consiste em avaliar o quanto o time correspondeu a estratégia proposta, assim como os efeitos de substituições de jogadores em prol do resultado. Algumas métricas nesse quesito são:

  • chutes diretos ao gol, que mostram eficiência no posicionamento do jogador;
  • faltas cometidas e recebidas;
  • tempo de posse de bola; e
  • packing e impect.

Essas duas últimas merecem explicação, pois tiveram papel importante na estratégia alemã contra o Brasil na última copa do mundo (sim, estamos falando do fatídico 7X1).

Packing contabilizam passes e dribles que ultrapassam as linhas adversárias, ou seja, eficiência rumo ao gol, enquanto a impect diz respeito ao ato de transpor tais linhas menos ou mais próximos do objetivo de marcar.

Parecem iguais, mas não são. Tocar a bola no meio de campo indefinidamente ultrapassa a linha adversária, mas não de forma evolutiva para o gol.

Conversão

Além da eficiência, métricas de conversão também compõem tal análise:

  • chutes ao gol do adversário e do time;
  • escanteios obtidos e cedidos;
  • pênaltis cometidos e recebidos;
  • pênaltis convertidos e defendidos; e
  • gols marcados e recebidos.

Note que todas as métricas tem abordagem defensiva e de ataque. Afinal de contas, o time deve ter suas posições em equilíbrio para ter um resultado favorável.

E como podemos pensar nas métricas de performance no marketing? Bom, vamos ver a seguir:

No marketing

É assinalado como pênalti a falta dentro da área, ou seja, uma oportunidade iminente de marcar e o jogador foi impedido pelo adversário de uma forma fora das regras do jogo.

No marketing existem muitas abordagens e estratégias chamadas Black Hat, que visam enganar os mecanismos de busca, por exemplo. Mas aqui nosso foco está nas métricas, então, vamos as principais:

Engajamento

O engajamento consiste no volume de interações que os leads têm com a empresa e pode definir quantas oportunidades reais de negócio podem ser trabalhadas. Algumas das principais métricas de engajamento são:

  • comentários, compartilhamento e menções nas redes sociais;
  • interação com o conteúdo;
  • tempo médio de visitas no site ou blog da empresa.

Conversão de vendas

Para as conversões, podemos citar:

  • volume de leads gerados;
  • custo por lead;
  • leads qualificados como ótimos;
  • contatos realizados;
  • vendas convertidas; e
  • Return On Investment (ROI).

Tais métricas de performance podem indicar a eficiência das estratégias não só nos canais, mas para toda a companha de marketing, pois dão uma visão dos valores investidos e obtidos em cada ação proposta.

Guia Completo do Google Analytics

Parafraseando um comentarista famoso, a verdade é que a regra do jogo é clara: é preciso trabalhar bem as jogadas e conduzir a bola rumo a conversão do gol fazendo os ajustes necessários.

Defesa, laterais, meio-campistas e centroavantes são como canais de marketing que atraem potenciais clientes, qualificam e os convertem em vendas.

Nesse processo, várias métricas de performance podem indicar se o desempenho está conforme o planejado ou se substituições devem ser feitas, como a melhoria de tecnologias empregadas, táticas de jogo ou até mesmo a troca do treinador, escalando uma empresa especialista em marketing para dar uma nova cara às estratégias utilizadas.

Se você é fã de futebol, certamente já ouviu falar de seleções imortais, como o Carrossel Holandês, time vice-campeão de 1974 com um estilo de jogo chamado Futebol Total que consistia em não ter posições fixas para seus jogadores.

Também já ouviu termos como “falso camisa 9” e “WM”, que são formações táticas que ganharam campeonatos mundiais, marcando o nome de seus idealizadores na história.

Nós aqui da Rock Content desenvolvemos nossa própria metodologia de Marketing de Conteúdo, e foi com ela que chegamos onde estamos e elaboramos estratégias de sucesso para nossos clientes. Conheça a Metodologia Rock Content agora mesmo!

 

Native Ads

O que é native ads e como planejar uma campanha de publicidade nativa

Aprenda tudo sobre Facebook Ads

Quando se fala em abrir ou manter um negócio na internet, logo pensamos nas grandes vantagens que isso pode trazer.

O alcance das ações é enorme, e os custos de operação e manutenção são bem inferiores se comparados aos de uma loja física.

Porém, não confunda isso com facilidade!

A divulgação do negócio deve ser muito bem planejada para atingir as pessoas certas, aumentando o conhecimento da marca e se tornando uma referência.

Para isso, diferentes ações são possíveis, como o marketing de conteúdo, utilização das redes sociais, marketing offline ou os anúncios patrocinados em diferentes plataformas.

Normalmente, os anúncios são vinculados ao Google AdWords ou nas mídias sociais, como o Facebook Ads.

Porém, devemos pensar que as vendas se tornaram consultivas e os consumidores buscam conhecimento relevante para embasar suas decisões.

Nesse sentido, devemos conhecer o conceito de native ads.

Por isso, criamos este post completo e super informativo.

Mostraremos o que é essa técnica, as diferenças para outros tipos de anúncios, como utilizar, a importância e ainda as ferramentas para criação.

Confira!

O que é native ads?

Mesmo que ainda não saiba, provavelmente você já foi impactado por um native ad, também conhecido como anúncio nativo.

Pense em alguma vez que estava navegando na internet, lendo algum conteúdo e, ao final dele, deu de cara com um novo material, complementando aquilo que acabou de ler.

Então, você clicou e partiu para mais uma leitura.

Se você já teve essa experiência, parabéns! Você sabe o que é uma campanha de publicidade nativa.

Esses anúncios são baseados em conhecimento relevante para o usuário.

Normalmente, são posicionados em sites de notícias, blogs ou no feed das redes sociais.

Imagine que você está se preparando para uma grande viagem de final de ano junto com a família.

Está procurando o melhor destino, mas já definiu que não abre mão de um local com praia.

Então, para encontrar as melhores opções, começa a fazer buscas de recomendações na internet.

Você encontra um blog de viagens, com dicas de lugares, mostrando os diferenciais de cada cidade.

A leitura é muito interessante e você está tirando grandes dúvidas.

Então, quando chega ao final do conteúdo, visualiza uma chamada com o seguinte título: “Os 6 principais hotéis nas praias do Nordeste”.

Pronto! Você achou o que precisava e acaba de clicar no anúncio.

Conseguiu perceber a essência dessa estratégia?

Certamente esse anúncio do exemplo foi criado por uma empresa que possui hotéis na região e que conseguiu atrair um possível hóspede de forma leve e muito agradável, oferecendo uma boa experiência.

Guia Completo do Google Adwords

Qual é a diferença entre native ads e os outros formatos de anúncios online?

Os native ads, apesar de serem um anúncio, possuem grandes diferenças para campanhas criadas no Google AdWords, por exemplo.

Não estamos falando que um é melhor do que o outro. Nada disso!

Ambas estratégias podem (e devem!) ser utilizadas em conjunto, mas é preciso entender as características e as limitações de cada uma.

Com os anúncios na rede de pesquisa, por exemplo, uma empresa pode selecionar palavras-chave de interesse e relacionar com suas páginas.

Então, quando um usuário utiliza o campo de busca do Google, seus anúncios serão mostrados, atraindo um grande fluxo de pessoas.

Já com os anúncios da rede de display, a segmentação se torna um ponto forte.

É possível selecionar as características do seu público, direcionando melhor as campanhas.

Para se ter uma ideia, segundo dados do próprio Google, 90% dos usuários de internet de todo o mundo são impactados por anúncios na rede de display.

Porém, a grande diferença dessas opções para a campanha de publicidade nativa é o momento e a forma de exposição desses anúncios.

Com os native ads, os materiais são introduzidos de forma sutil, atraindo os visitantes por meio de conteúdo no momento certo.

Essa forma de exposição da marca gera uma melhor experiência aos consumidores por não ser um marketing invasivo.

Além disso, a marca ganha credibilidade quando demonstra que possui todo o conhecimento necessário para atender às demandas.

Como planejar uma campanha de publicidade nativa?

Agora que já sabe o que são e como funcionam os native ads, vamos mostrar como planejar e executar essa campanha:

Defina o seu público

Para os native ads — assim como para outras estratégias de divulgação da marca —, é fundamental você ter pleno conhecimento sobre o seu público.

As informações devem ser usadas para planejar tudo dentro do anúncio, desde a linguagem até o assunto abordado.

Para isso, saiba quem são os potenciais interessados nos produtos ou serviços da sua empresa e se há características em comum, como:

  • faixa etária;
  • localização geográfica;
  • nível de escolaridade; e
  • linguagem.

Conheça, ainda, os problemas enfrentados e os objetivos.

A criação de uma persona, que é a personificação do seu cliente ideal, é bastante recomendada para que cada investimento apresente um melhor retorno.

Aborde os assuntos relevantes para os usuários

O que o seu público quer saber?

É preciso conhecer as informações realmente relevantes para eles, que façam com que solucionem problemas e busquem o sucesso.

A partir disso, os seus conteúdos serão gerados.

Você pode criar o melhor conteúdo possível, com uma boa estrutura, uso estratégico das palavras-chave e imagens bem interessantes.

Mas, se ele não solucionar um problema de alguém, o resultado com essa utilização será frustrante.

Para que isso não aconteça, faça pesquisas, busque saber os assuntos mais interessantes para serem tratados e de que forma eles podem se encaixar nas páginas de hospedagem, servindo como um complemento ao conteúdo.

Conheça os canais de comunicação utilizados

Como já falamos, a campanha de publicidade nativa pode ser posicionada em diferentes canais, como sites de notícias, blogs ou nas redes sociais.

Para que você realmente consiga atrair as pessoas certas para a sua marca, deve saber as fontes utilizadas pelos alvos na busca de informações e, assim, criar os anúncios nas plataformas certas.

Qual é a importância dessa estratégia?

Agora, vamos mostrar um pouco das vantagens e importância em explorar os anúncios nativos:

Gera uma agradável experiência ao consumidor

Talvez, a principal característica desse tipo de anúncio é a boa experiência que ele gera ao usuário.

Não é uma simples promoção de preços ou demonstração de produtos.

Você está investindo no compartilhamento de informações relevantes, ou seja, conhecimento!

O usuário não se sente obrigado a visualizar um produto ou mesmo comprá-lo.

Ele pode simplesmente conferir o conteúdo anunciado e fechar a página, se assim quiser.

Atrai novos visitantes ao site ou blog

A campanha de publicidade nativa é capaz de gerar visitantes que até então não conheciam a marca, e isso possibilita gerar clientes novos.

Os native ads também podem ser criados usando uma segmentação do público, e isso torna a estratégia ainda mais eficiente.

Afinal, você direciona o seu investimento para quem pode vir a ser um cliente.

Guia do SEO 2.0

Alta taxa de aceitação

O usuário já está engajado no conteúdo da página.

A diferença é que ele vai acessar um material complementar.

Isso faz com que a aceitação da campanha se torne maior do que em outros casos.

Quais ferramentas devem ser utilizadas?

Já vimos muita informação sobre os anúncios nativos, não é mesmo?

Mas qual ferramenta deve ser utilizada para criar essa campanha?

Mostraremos duas entre as principais. Acompanhe:

Outbrain

O Outbrain é uma ótima ferramenta para criar as campanhas de publicidade nativa, principalmente pelo grande alcance.

A plataforma trabalha com inúmeras marcas para hospedar os anúncios, o que garante um ótimo fluxo de visitantes de forma bem rápida.

Além disso, para garantir a relevância do conteúdo dentro das páginas, a plataforma conta com um sistema de análise de sinergia para escolher os canais mais interessantes para cada caso.

Taboola

O Taboola é um programa de afiliados que permite que blogs ou sites criem uma maneira de monetizar seus espaços.

Ele consegue colocar dentro dessas páginas os conteúdos de anúncios criados.

Mas o que faz essa ferramenta ser uma referência em anúncios nativos?

Seu poder de colocar a publicidade certa nas páginas mais relevantes.

Depois de se cadastrar, a plataforma fará uma busca pelas páginas que apresentam maior relevância ao seu assunto, direcionando os conteúdos.

Assim, quando alguém clicar no material, será direcionado ao seu site.

O aumento do fluxo de visitantes é bem representativo e pode gerar ótimas vendas.

Como vimos em nosso post, os native ads são uma estratégia muito importante para a divulgação de uma marca.

Essa técnica permite gerar uma ótima experiência ao usuário, levando um fluxo bem considerável de visitantes para o site ou blog.

É importante pensarmos que estamos vivendo na era da experiência e que o público está cada vez mais exigente.

Por isso, as empresas precisam investir em conhecimento, criando os melhores materiais e direcionando aos usuários no momento certo.

A campanha de publicidade nativa atua exatamente com o marketing de conteúdo.

Os anúncios possuem uma alta aceitação e podem gerar grandes resultados.

Agora que você já conhece o poder dos native ads, confira 28 métricas de marketing de conteúdo para acompanhar na sua empresa e avaliar a eficiência de suas estratégias!

O guia completo do Google Analytics Ebook

Fórmulas e atalhos no Excel

15 fórmulas e atalhos do Excel que você precisa conhecer!

Não restam dúvidas de que o Excel é uma ferramenta muito útil para organização dos negócios e da vida pessoa.

Entretanto, a maioria das pessoas já acostumadas a usar o software ainda não conhecem todos os recursos que ele possui.

São inúmeras as fórmulas e atalhos do Excel que conferem agilidade ao processo de criação de planilhas.

Por isso, elaboramos um post listando comandos-chave e alguns atalhos que vão te ajudar a economizar o seu precioso tempo durante o uso do programa.

Ficou curioso? Então siga com a leitura!

Aprenda tudo sobre Marketing Digital

Este guia completo vai ensinar para você tudo sobre marketing digital e como aplicá-lo.


5 fórmulas do Excel para facilitar seu trabalho

1. Preencha automaticamente linhas e colunas

Quando se trata de otimização de tempo, existe um comando no Excel muito importante para efetuar o registro de dados que seguem um padrão.

Em vez de preencher cada célula manualmente, o recurso permite a inserção de todas as informações desejadas com 1 único passo.

Para tanto, clique e no canto inferior direito da célula que contém os dados que você deseja clicar e arraste a caixa de seleção, até completar a quantidade de células pretendidas.

Depois, libere o mouse. O programa vai replicar o conteúdo, completando as células adjacentes como a 1ª selecionada.

2. Selecione rapidamente um trecho de linhas ou de colunas desejado

Está com tempo curto e precisa selecionar parte de uma tabela do Excel ou até mesmo o documento inteiro?

Para quem ainda não conhece, esse trabalho pode ser feito de forma bem simples e rápida, deixando mais tempo livre para o profissional editar outras funções mais importantes.

Se você deseja selecionar a planilha inteira, saiba que isso pode ser feito com apenas um clique:

Há um botão no canto esquerdo superior, entre a numeração da 1ª linha (número 1) e o título da primeira coluna (letra A). Com apenas um clique, você executa a função mencionada.

Porém, diante da necessidade de marcar apenas parte das linhas ou colunas, deve ser utilizado seguintes atalhos:

  • Ctrl + Shift + seta para baixo ou seta para cima para selecionar linhas; e
  • Ctrl + Shift + seta para a direita ou seta para a esquerda para selecionar colunas.

Nos computadores da Apple, existe uma pequena diferença:

  • Command + Shift + seta para baixo ou seta para cima, na seleção de linhas; e
  • Command + Shift + seta para a esquerda ou seta para a direita, na seleção de colunas.

3. Transforme números simples em moedas

O programa Excel é bastante utilizado para o gerenciamento de recursos financeiros (orçamentos, balanço de vendas, folha de pagamento etc.).

Formatar os números de sua tabela para representação de dinheiro, com seus respectivos cifrões, casas decimais e vírgulas também é outra agilidade muito procurada por quem faz esse tipo de trabalho.

Para realizar tal processo, basta selecionar as células desejadas e na sequência pressionar os botões Ctrl +Shift + R$ para que os números das células sejam representados como reais.

4. Adicione comentários às células

Muitas vezes é interessante adicionar um comentário dentro de uma determinada célula, seja para destacar informações relevantes, seja por qualquer outro tipo de esclarecimento.

O 1° passo é clicar o botão direito do mouse, em cima da célula desejada, e na sequência marcar a opção “Inserir Comentário”.

O programa abrirá uma caixa de diálogo na qual você deve inserir o seu texto.

Clique fora dessa caixa para salvar o conteúdo adicionado.

5. Use a função SE

A função SE é uma excelente ferramenta de controle e de domínio das condições de valores solicitados.

Ela permite que você saiba, por exemplo, a quantidade de produtos no estoque da empresa, e, consequentemente os itens que precisam de reposição.

A fórmula a ser utilizada é a seguinte:

=se(célulaX<=0; “O que precisa saber 1”; “o que precisa saber 2”)

Como isso funciona na prática?

A título de exemplo, temos:

=se(B1<=0; “A ser enviado”; “No estoque”)

A linguagem =se(B1<=0; “a ser enviado”; “no estoque”) diz ao Excel que, se o conteúdo da célula B1 é menor ou igual a 0, ele deve exibir a mensagem “A ser enviado” na célula que contém a fórmula.

Na hipótese do conteúdo ser maior do que 0, aparecerá a mensagem “No estoque”.

10 atalhos do Excel para economizar tempo no seu dia a dia

1. Control + ( e Control + )

São as funções de ocultar e mostrar linhas e colunas novamente, respectivamente.

Em tabelas muito extensas, normalmente a leitura das informações é mais demorada, e nem sempre é possível visualizar todos os dados de 1 vez só.

Dessa forma, os comandos mencionados servem para facilitar a sua experiência durante o uso do software, permitindo aproximar as informações necessárias ao ocultar linhas e colunas.

Aqui o comando para esconder as linhas é o Ctrl + ( e, para as colunas, Ctrl + ).

Quando for preciso que os dados ocultados reapareçam, basta teclar Ctrl + Shift + (.

2. Ctrl + + (sinal de adição)

Para inserir linhas, colunas ou células entre os dados.

3. Ctrl + − (sinal de subtração)

Para eliminar células, linhas ou colunas inteiras.

4. Ctrl + Shift + #

Insere uma data ao arquivo, com o dia, o mês e o ano.

5. Ctrl + Shift + _

Remove contorno das células selecionadas.

6. Ctrl + Shift + &

Adiciona o contorno às células selecionadas.

7. Ctrl + Shift + %

Aplica formato de porcentagem, sem casas decimais, às células destacadas.

8. Ctrl + Alt + V

Faz com que os valores das células copiadas apareçam sem formatação.

9. Ctrl + Page up

Alterna para a planilha anterior da sua pasta de trabalho.

10. Ctrl + Page down

Alterna para a planilha a seguinte da sua pasta de trabalho.

A inserção de mecanismos para automatizar certos trabalhos sempre traz benefícios. Entre eles, está a economia de tempo e de disponibilidade dos profissionais para executar obrigações mais importantes.

As fórmulas e atalhos do Excel consistem em uma excelente maneira de elevar a produtividade na realização de tarefas do seu negócio. Por isso, é indicado que elas sejam adotadas o quanto antes!

Gostou deste post? Agora que você já sabe como realizar os seus trabalhos no Excel com mais eficiência, aproveite para baixar o nosso ebook Planilha: Métricas Mensais de Marketing e Vendas.

gestão de ativos digitais

Gestão de ativos digitais: entenda o que é Digital Asset Management (DAM)

A transformação digital é um fenômeno já experimentado em diversos níveis da sociedade.

Seja em ações rotineiras, seja em atividades corporativas, a tecnologia tem sido a precursora de inúmeras mudanças. E a digitalização dos serviços se tornou uma realidade.

Cada vez mais, os ativos digitais — como sites, aplicativos e documentos — compõem o inventário das empresas.

Ou seja, a noção de que a patrimônio de uma organização é composto apenas por ativos físicos foi superada. Hoje, o acervo virtual também tem um grande valor.

Nesse contexto, um conceito vem ganhando mais notoriedade: o Digital Asset Management (DAM).

Você sabe como esse termo pode ajudar sua empresa se relacionar melhor com seus ativos digitais?

Não? Então este post pode ser muito útil. Continue a leitura e saiba mais sobre o tema!

O que é Digital Asset Management?

De maneira bem direta, Digital Asset Management (gerenciamento de recursos digitais, em português) nada mais é do que um sistema voltado para a gestão de conteúdo virtual da empresa.

A partir desse sistema, organizações conseguem não só armazenar e gerenciar, mas centralizar as atividades envolvendo a manipulação de todos os seus arquivos digitais produzidos.

Isto é, o DAM permite que uma determinada empresa centralize o gerenciamento de conteúdo ou dados digitais acessados ​​ou compartilhados pelos membros da equipe ou por usuários externos.

O software

Indo um pouco mais a fundo nesse conceito, um software DAM funciona como um diretório de arquivos, no qual os recursos de dados digitais são interligados e organizados de forma a se manterem acessíveis a qualquer momento.

Uma ferramenta DAM é como um sistema dinâmico de armazenamento e entrega que pode ser hospedado em um site ou mesmo na nuvem.

Desse modo, toda a manipulação de ativos digitais do negócio é facilmente realizada.

Isso ocorre porque o DAM organiza, centraliza e integra os mais diferentes materiais digitais já produzidos e utilizados, tornando-os acessíveis onde e quando necessário.

No contexto de ativos digitais, podemos incluir como exemplos dos mais comuns os seguintes:

  • arquivos de vídeo;
  • áudio;
  • imagens;
  • apresentações;
  • planilhas;
  • documentos digitais; e
  • qualquer outro formato de dado digital que tenha algum valor para a empresa.

Quais são os tipos de DAM?

Dentro do universo do gerenciamento de ativos digitais, vale destacar que um sistema DAM possui algumas classificações.

Elas variam de acordo com o tipo de ativo digital gerenciado pela ferramenta.

Vejamos quais são essas classificações:

  • gerenciamento de ativos de marca: auxilia com a gestão estratégica de dados relacionados ao marketing e à publicidade e das informações voltadas para as vendas;
  • gerenciamento de ativos de produção: inclui ativos de dados digitais específicos da produção e da execução de projetos da empresa, ou seja, todo o aparato necessário para planejar as atividades; e
  • gerenciamento de ativos de biblioteca: é responsável pela organização dos ativos, reunindo-os de forma sistemática e lógica para facilitar a navegação na ferramenta.

Como esse conceito beneficia as empresas?

A gestão de ativos digitais por meio de um software DAM pode otimizar diferentes processos dentro da empresa, revolucionando a maneira como se realiza suas campanhas de marketing e desenvolve seus negócios.

Podemos citar os seguintes benefícios da implantação de um sistema DAM:

Agilidade no trabalho

O software de gerenciamento de ativos digitais permite aos usuários acessar os recursos de maneira mais simples e ágil.

Isso pode ser percebido na hora de pesquisar, baixar, visualizar ou carregar o determinado arquivo em um site externo, por exemplo.

As soluções DAM oferecem diferentes maneiras de navegar pelos seus recursos digitais.

A mais tradicional delas é por meio de um sistema de pastas. Cada ativo é colocado em uma pasta específica que facilita a organização e o acesso posterior.

Porém, vale mencionar que o sistema de filtros também contribui para tornar o trabalho mais ágil, pois o usuário consegue encontrar o que precisa por meio de inferências-chave para a busca.

Isso economiza um tempo valioso na execução dos projetos e nas publicações de conteúdos, tornando as campanhas de marketing de conteúdo mais eficazes.

Maior controle no acesso às informações

Ao trabalhar com conteúdo ligado à marca da empresa, é muito importante garantir que o acesso seja feito por quem realmente seja o responsável pela tarefa.

Mesmo não se tratando de dados sigilosos, o acesso descuidado por outros usuários pode ensejar erros, como alterações ou até mesmo exclusões acidentais de arquivos.

Nesse sentido, o DAM pode ser empregado para controlar o acesso dos usuários. Assim, determinados projetos e recursos só poderão ser acessados por profissionais com as credenciais.

Compartilhamento de arquivos

Em empresas, é muito comum que diferentes pessoas se envolvam em um mesmo projeto.

Esse trabalho conjunto é fundamental para a qualidade e agilidade do marketing, principalmente.

Nesse ponto, o software DAM também traz uma série de benefícios.

A partir da ferramenta, equipes inteiras podem acessar, modificar e salvar materiais a partir de diferentes estações de trabalho.

Todas essas modificações são compartilhadas automaticamente, permitindo que outros profissionais retomem o trabalho a partir do ponto em que foi deixado.

Economia de tempo

Em vez de a equipe perder um tempo preciso buscando ativos utilizados no passado, com o DAM esse esforço pode ser melhor direcionado para o reaproveitamento de materiais.

De maneira direta, isso impacta não só a produtividade, mas o custos com marketing, já que a reutilização poupa o retrabalho.

Melhor aproveitamento das equipes

Além de todos os benefícios apresentados, um software de gestão de ativos digitais permite que as equipes se concentrem em trabalhos mais relevantes e enriquecedores para o negócio.

Isso é ótimo, pois se trata de uma nova oportunidade em vez de lidar com tarefas burocráticas e manuais que pouco agregam aos resultados práticos da empresa.

Como realizar sua implementação?

A implementação do DAM na empresa é um processo gradativo, o qual depende de uma série de análises para que seja o mais eficiente possível.

Confira algumas medidas para garantir o sucesso da implementação:

Escolha da ferramenta ideal

Inicialmente, é necessário encontrar um software que corresponda às reais necessidades da organização.

Hoje, com a virtualização dos serviços, diversas são as opções de softwares disponíveis para as empresas de diferentes portes e áreas de atuação.

Assim, é preciso definir a solução ideal para a sua empresa, buscando as funcionalidades específicas para suas demandas.

Nesse contexto, ao definir um software DAM, é essencial focar em soluções mais modernas, com boa conectividade e segurança (afinal, ativos valiosos serão manipulados nesse ambiente).

Um software SaaS, por exemplo, além de trazer mais economia para a empresa, garante uma maior disponibilidade e segurança das informações.

Isso porque as prestadoras de serviços na nuvem têm toda a infraestrutura necessária para manter a regularidade do sistema.

Preparar os usuários para a mudança

Inicialmente, operar o software de gerenciamento de ativos digitais pode ser uma tarefa complexa.

Por isso, educar os usuários sobre o funcionamento da ferramenta é de suma importância para o bom proveito dela.

O esforço de adaptação exigido dependerá basicamente do nível de familiaridade dos usuários com softwares e ferramentas de automação.

Quanto mais habituados eles estiverem com a utilização desse tipo de solução, mais ágil será a adaptação com o software DAM.

Nesse momento, é fundamental fornecer informações detalhadas sobre o funcionamento do sistema de gerenciamento de ativos digitais, demonstrando, sempre que possível, como os seus recursos são utilizados.

Para tornar esse processo mais dinâmico e fluido, crie um banco de informações sobre o DAM.

Assim os usuários podem acessá-lo em caso de dúvida e encontrar lições teóricas e práticas. E isso pode reduzir bastante o tempo de aprendizado.

Como o DAM impacta na estratégia de marketing digital?

Atualmente, é impossível dissociar o marketing digital e o conteúdo visual de uma empresa.

A realidade é que as campanhas de marketing também têm a finalidade de fortalecer a imagem do negócio, popularizando sua marca e identidade.

Nesse contexto, fica fácil imaginar como o conceito de Digital Asset Management pode agregar valor às campanhas de marketing.

Um software DAM pode operacionalizar esse trabalho, garantindo a utilização correta de todos os recursos visuais necessários.

Por exemplo:

Uma empresa que possui um blog precisa planejar o uso de imagens, ilustrações e outros recursos visuais para tornar o conteúdo mais alinhado a proposta da empresa, além de seguir um certo padrão com as publicações.

Nesse ponto, o software pode servir como norte para essa tarefa, ajudando o setor de marketing a definir, com base nos materiais já utilizados anteriormente, quais os mais indicados.

Mas não para por aí.

O uso do DAM pode gerar um diferencial competitivo para o marketing ao promover os seguintes aspectos:

  • maior controle sobre a marca e sua consistência global;
  • melhor revisão, aprovação e participação das equipes nos projetos;
  • redução de erros e de tempo de execução do marketing;
  • aumento da produtividade na hora de encontrar e compartilhar um conteúdo.

Como vimos, a gestão de ativos digitais tem um papel decisivo nas ações que envolvem a marca e a presença do negócio no mercado.

A partir desse sistema, profissionais podem gerir com maior eficiência todo o inventário virtual da empresa, totalmente digitalizado e focado na web.

Gostou deste post? Tem interesse em aprender mais sobre a tecnologia tem beneficiado o marketing moderno?

Então não deixe de conferir nosso post sobre automação de marketing e conteúdo!